Personagens cartoon de Saylor e Hayes comprando pilhas de BTC na queda, com marca '100' na pilha, simbolizando otimismo de gigantes na baixa do mercado

Saylor Prepara 100ª Compra de BTC: Gigantes Apostam na Queda

Michael Saylor, fundador da MicroStrategy, sinalizou a preparação para a 100ª compra de Bitcoin pela empresa, mesmo com o preço do BTC despencando quase 48% desde a máxima de US$ 126 mil. Em paralelo, Arthur Hayes, ex-CEO da BitMEX, divulgou seu portfólio diversificado em commodities como ouro, petróleo e ações de defesa, além de BTC, ETH, ZEC e HYPE. Para esses gigantes, a queda atual é uma oportunidade programada de acumulação estratégica.


Estratégia Inabalável da MicroStrategy

A MicroStrategy acumula 717.131 BTC a um preço médio de US$ 76.027, financiando compras via dívida conversível e emissões de ações há 12 semanas consecutivas. Apesar da volatilidade, com o Bitcoin testando níveis abaixo de US$ 65 mil — cotado a R$ 340.738 segundo o Cointrader Monitor (-3,49% em 24h) —, Saylor reforça sua tese de Bitcoin como reserva de valor superior. O post “The Orange Century” no X é interpretado como prenúncio da próxima aquisição, marcando um marco histórico desde 2020. Essa persistência demonstra como grandes players convertem correções em alavancagem para tesourarias corporativas.

As ações da empresa caíram 61% em seis meses, mas subiram 950% desde a primeira compra, validando o modelo apesar de perdas no papel de 13,62% (US$ 47 bilhões em holdings). Saylor afirma que suporta quedas até US$ 8 mil sem comprometer o balanço.

Portfólio de Hayes: Commodities e Cripto Contra Inflação

Arthur Hayes revelou posições em mineradoras de ouro (R$ 26.717/oz), prata, cobre, urânio, gigantes petrolíferas, “merchants of death” (defesa) e energia latina-americana, além de ouro físico. No cripto, foca em BTC, ETH, ZEC (privacidade) e HYPE (Hyperliquid). Essa alocação reflete apostas em inflação persistente, guerras e repricing de recursos, com o dólar a R$ 5,19.

Hayes evita altcoins especulativas, priorizando ativos “duros” que beneficiam de expansão fiscal e tensões geopolíticas. Seu desafio de US$ 100 mil em HYPE contra altcoins reforça convicção em protocolos selecionados, alinhando cripto a macro-tendências globais.

Por Que Quedas São Oportunidades para os Grandes?

Para Saylor e Hayes, o mercado está “construindo” adoção institucional. Ciclos passados mostram que halvings e fluxos de ETF impulsionam recuperações, independentemente de ruídos de curto prazo. A MicroStrategy exemplifica tesourarias corporativas, enquanto Hayes conecta Bitcoin a commodities tradicionais — ambos veem volatilidade como desconto para acumulação de longo prazo.

Investidores comuns podem aprender: monitore fluxos institucionais e posicione-se para tendências macro, como impressão monetária e escassez de recursos. Os fundamentos do Bitcoin se fortalecem em baixas, preparando o terreno para o próximo ciclo de alta.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo cartoon puxando alavanca para baixar custo médio BTC com pilha de 6K moedas crescendo, celebrando estratégia DCA da Strategy

Strategy Reduz Custo Médio do Bitcoin Após 2,5 Anos

A Strategy reduziu seu custo médio de aquisição de Bitcoin para US$ 76.027, marcando a primeira queda em quase 2,5 anos, desde setembro de 2023. A operação envolveu a compra de bitcoins no valor de US$ 1.684 bilhão, baixando a média em US$ 29. No mesmo cenário, a American Bitcoin Corp alcançou 6.039 BTC, posicionando-se como a 17ª maior detentora corporativa global. Os dados destacam a adoção corporativa contínua do ativo.


Detalhes da Redução de Custo na Strategy

Os dados da Arkham Intelligence revelam que a Strategy, liderada por Michael Saylor, incrementou sua posição em Bitcoin com uma aquisição recente avaliada em US$ 1.684 bilhão. Essa movimentação resultou na diluição do custo médio de US$ 76.056 para US$ 76.027, uma redução de 0,038%. Anteriormente, o custo médio havia subido gradualmente de cerca de US$ 62.000 no início de 2025 para os níveis atuais, refletindo compras em um mercado de alta.

Com aproximadamente 713.000 BTC em carteira — de 450.000 BTC no início de 2025 —, a empresa demonstra compromisso com a acumulação. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 347.709,51 (-2,09% em 24h) equivale a um custo médio aproximado de R$ 398.200 por unidade (dólar a R$ 5,2363). Essa métrica é crucial para avaliar a performance financeira da tesouraria corporativa.

American Bitcoin Corp Entra no Top 20 Corporativo

A American Bitcoin Corp (ABTC), apoiada pela família Trump e listada na Nasdaq desde setembro de 2025, atingiu 6.039 BTC em tesouraria, avaliados em cerca de US$ 409 milhões. Essa marca a coloca na 17ª posição entre detentores corporativos, superando empresas como GameStop e Gemini Space Station. Em janeiro, adicionou 217 BTC, impulsionada pela estratégia de “mining-to-treasury”.

Apesar do yield de 116% em Bitcoin desde o IPO, as ações da ABTC caíram 86%, influenciadas pela volatilidade do BTC e expiração de lock-up para investidores iniciais. Analistas como Roth Capital e H.C. Wainwright mantêm recomendação de compra com alvo de US$ 4 por ação, citando potencial de longo prazo.

Estratégia de Atropelar a Média para Grandes Holders

A tática de “atropelar a média”, ou dollar-cost averaging (DCA), consiste em compras regulares independentemente do preço, reduzindo o custo médio ao longo do tempo. Para corporações como Strategy e ABTC, com fluxos de caixa elevados via emissões de ações ou mineração, essa abordagem mitiga volatilidade. Os dados mostram que aquisições em dips — como o recente da Strategy — diluem custos acumulados em compras anteriores mais caras.

Em um horizonte de 2,5 anos, a Strategy evitou vendas apesar de flutuações, mantendo foco em acumulação. Essa persistência resulta em posições que beneficiam-se de ciclos de alta, onde o valor de mercado supera o custo médio. Para empresas gigantes, o DCA corporativo transforma volatilidade em vantagem competitiva, desde que suportem drawdowns temporários.

Implicações de Longo Prazo para o Mercado

Os movimentos da Strategy e ABTC sinalizam maturidade na adoção institucional do Bitcoin como reserva de valor. Com rankings transparentes via plataformas como Arkham, investidores monitoram métricas como custo médio e yield BTC. Níveis a observar incluem suporte em US$ 85.000-90.000 para BTC e resistência em US$ 100.000.

Esses casos ilustram que, para holders corporativos, o jogo é de paciência estratégica. Dados históricos de ciclos de halving sugerem que posições acumuladas em múltiplos anos capturam valor superior à média de mercado, reforçando a tese de tesouraria de longo prazo.


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Personagem cartoon blindado com BTC gravado resistindo onda vermelha de queda, protegendo tesouraria dourada da Strategy

Saylor à Prova de Balas: Strategy Aguenta BTC a US$ 8 mil

A Strategy, liderada por Michael Saylor, demonstrou resiliência financeira ao afirmar que pode suportar uma queda do Bitcoin para US$ 8 mil, uma desvalorização de 88% dos níveis atuais. Com 714.644 BTC em reserva, avaliados em cerca de US$ 49 bilhões a US$ 69 mil por unidade, a empresa cobre sua dívida líquida de US$ 6 bilhões com folga de 8,3x. Mesmo no pior cenário, a cobertura se mantém em 1,0x, sem risco de liquidação forçada. Essa estrutura reflete uma visão de longo prazo no mercado que está se construindo.


Resiliência Contra Quedas Extremas

A análise de downside da Strategy mostra que, com o BTC a US$ 8 mil, seus holdings valeriam US$ 6 bilhões, exatamente iguais à dívida. Isso desmente o pânico de ‘chamada de margem’ comum em empréstimos alavancados. Os fundamentos se fortalecem com essa cobertura conservadora, permitindo que a empresa enfrente volatilidade sem vender prematuramente. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 356.849 (variação +0,04% em 24h), equivalente a cerca de US$ 68.400 com dólar a R$ 5,21.

Essa margem de segurança é crucial em ciclos de cripto, onde correções de 80% já ocorreram pós-halving. A Strategy não é ‘mão fraca’: sua tesouraria é projetada para o longo prazo, alinhada à adoção institucional crescente.

Estrutura de Dívida Sem Riscos de Liquidação

As obrigações da empresa são notas conversíveis de baixo juro, com vencimentos entre 2027 e 2032. Diferente de posições marginadas em exchanges, não há gatilhos automáticos de venda por queda de preço. A estratégia é ‘equitizar’ a dívida, convertendo em ações ao longo de 3 a 6 anos, evitando endividamento sênior garantido.

Essa abordagem reflete maestria financeira: em vez de pânico, Saylor continua acumulando. Recentemente, compraram mais 1.142 BTC por US$ 90 milhões, reforçando a tese de alta mesmo abaixo de US$ 70 mil.

Custo Médio Reduzido: Jogada de Mestre

A redução do custo médio para US$ 76.027, após aporte de US$ 168,4 milhões, é o primeiro declínio em 2,5 anos. Isso otimiza a tesouraria para o próximo ciclo de alta, pós-halving de 2024, onde históricos mostram valorizações exponenciais. Baleias corporativas como a Strategy ancoram o preço, sinalizando confiança aos investidores de varejo.

Analogia com ouro: empresas como Barrick Gold acumulam reservas sem vender em baixas. Aqui, o Bitcoin como reserva de valor ganha tração institucional.

Visão de Longo Prazo para Investidores

Para o leitor brasileiro, isso significa que grandes players não capitulam em correções. Monitore fluxos de ETF e halvings como indicadores. A Strategy exemplifica como tesourarias fortes impulsionam adoção global, preparando o terreno para valorizações sustentáveis. Volatilidade é parte do ciclo, mas fundamentos prevalecem.


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Touros cartoon recuando em nevasca sobre montanhas digitais, simbolizando inverno cripto com saída de Thiel e Saylor

Inverno Cripto Confirmado: Thiel Sai de ETHZilla e Saylor Admite Baixa

Se até Peter Thiel, o bilionário co-fundador do PayPal, está vendendo toda sua participação na ETHZilla, tesouraria corporativa de Ethereum, e Michael Saylor admite que entramos em um “cripto inverno”, por que você ainda estaria comprando na euforia? Essas movimentações de gigantes do setor validam a tese de baixa, sinalizando instabilidade no Ethereum e um drawdown geral no mercado cripto. A história mostra que quando os touros recuam, o risco aumenta significativamente.


Saída Total de Peter Thiel da ETHZilla

A saída completa de Peter Thiel e seu Founders Fund da ETHZilla, revelada em filing da SEC de 31 de dezembro de 2025, representa um revés para as estratégias corporativas de tesouraria em Ethereum. Thiel havia adquirido 7,5% da empresa em agosto de 2025, vista como endosso à adoção institucional do ETH. Agora, com a venda total, o papel da ETHZilla despencou 5% no after-hours e acumula queda de 28% no ano.

Antes conhecida como 180 Life Sciences, a ETHZilla pivoteou de biotecnologia para modelo de tesouraria ETH em meados de 2024, detendo hoje 69.802 ETH avaliados em cerca de US$ 140 milhões — colocando-a entre as top 10 holdings corporativas públicas de Ethereum. Recentemente, lançou a subsidiária ETHZilla Aerospace para tokenizar equity em motores de aviões alugados, mas o mercado parece ignorar esses pivôs, focando na saída de investidores de peso.

O mercado está ignorando esses sinais? Thiel, conhecido por apostas visionárias, raramente erra em ciclos de topo. Sua retirada sugere ceticismo com a sustentabilidade do ETH em cenários de baixa prolongada.

Saylor Admite o ‘Cripto Inverno’

Em entrevista ao Fox Business, Michael Saylor, chairman da MicroStrategy, confirmou oficialmente o ‘cripto inverno’: “Esta é a quinta grande queda do Bitcoin nos últimos cinco anos”. Apesar de seu histórico de alta, Saylor reconhece o drawdown atual, com custo médio de aquisição da MicroStrategy em torno de US$ 76.000 por BTC, bem acima dos níveis atuais.

Ele tenta suavizar, chamando-o de “inverno mais brando e curto”, graças ao suporte de uma Casa Branca pro-Bitcoin com 12 membros do gabinete favoráveis a ativos digitais e adoção bancária. No entanto, a admissão em si é reveladora: mesmo evangelistas como Saylor veem riscos macro, com liquidez global apertada e correlações com mercados tradicionais aumentando.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 356.937,92 nesta quarta-feira (18/02/2026), com variação de +0,12% em 24h — longe dos picos recentes.

Implicações para o Ciclo de Baixa

Esses eventos não são isolados. A história mostra que bolhas especulativas — das tulipas holandesas à dot-com — terminam com saídas de capitais inteligentes. Thiel saindo do ETH e Saylor admitindo inverno validam preocupações com exuberância irracional no setor. Ethereum, com ETH a R$ 10.570 segundo cotações recentes, enfrenta instabilidade extra pela rejeição de seu maior endossador corporativo.

Cuidado com narrativas de recuperação rápida: ciclos passados (2018, 2022) provam que invernos duram mais que o esperado, destruindo capital alavancado. O mercado cripto ignora taxas de juros elevadas e liquidez escassa, mas os grandes players não.

Proteção de Capital em Tempos de Baixa

Para o investidor brasileiro, sobreviver ao bear é prioridade. Monitore o mNAV das treasuries ETH/BTC, dividendos pressionados e pivôs desesperados como o da ETHZilla. Diversifique, reduza alavancagem e priorize preservação — lições de crises asiáticas e bear markets cripto anteriores. Quando todos eufóricos compram, os céticos vendem. Vale questionar: seu portfólio resiste a outro 50-80% de queda?


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Executivo cartoon empilhando bloco BTC em tesouraria colossal com 717K no topo, simbolizando resiliência da Strategy em acumular Bitcoin

Strategy Compra 2.486 BTC e Alcança 717 Mil em Tesouraria

Enquanto o medo domina o varejo com Bitcoin em US$ 68 mil, Michael Saylor e sua Strategy anunciaram a compra de 2.486 BTC por US$ 168,4 milhões. O total da tesouraria agora é de 717.131 BTC, demonstrando resiliência inabalável. Cada correção é vista como oportunidade de ouro pelo smart money, que segue limpando o estoque disponível.


Detalhes da Última Aquisição

A transação ocorreu na semana passada, com preço médio de aquisição de cerca de US$ 67.710 por BTC. Financiada por vendas de ações ordinárias (US$ 90,5 milhões) e da série preferencial STRC (US$ 78,4 milhões), conforme documento oficial arquivado. Essa operação eleva o compromisso da empresa, que não hesita em acumular mesmo em momentos de volatilidade.

O mercado reage com as ações da Strategy (MSTR) em queda de 3,2% no pré-mercado, mas caindo mais de 60% no ano. No entanto, os fundamentos se fortalecem: o custo médio geral da tesouraria é de US$ 76.027 por BTC, abaixo do pico histórico, mas acima do preço atual.

Tesouraria Monumental: 717 Mil BTC

Com investimento acumulado de US$ 54,52 bilhões, a Strategy detém cerca de 3,4% do suprimento total de Bitcoin. Apesar da perda não realizada de aproximadamente US$ 5,7 bilhões (com BTC a US$ 68 mil), a estratégia reflete uma visão de longo prazo. Saylor anunciou pessoalmente a compra, aproximando a empresa dos 720 mil BTC.

Essa acumulação contínua, desde 2020, posiciona a Strategy como líder em adoção corporativa. Ciclos passados mostram que participantes institucionais compram nas quedas, construindo bases sólidas para valorizações futuras pós-halving.

Resiliência do Smart Money

Enquanto o varejo hesita, gigantes como Strategy veem correções como chances de entrada. O mercado está construindo: fluxos institucionais em ETFs e tesourarias corporativas superam vendas de pânico. A persistência de Saylor valida a tese de Bitcoin como reserva de valor superior, ignorando ruído de curto prazo.

Analistas destacam que essa abordagem dilui custos ao longo do tempo, alinhada a halvings que reduzem oferta. O otimismo responsável reconhece riscos de volatilidade, mas enfatiza tendências macro de adoção global.

Cotação Atual do Bitcoin no Brasil

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 355.121, com variação de -0,95% em 24h e volume de 170,96 BTC. Equivalente a cerca de US$ 68 mil (dólar a R$ 5,22), reforçando o momento oportuno para acumulação estratégica.

Investidores brasileiros podem monitorar exchanges locais para alinhar com movimentos globais.


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Executivo cartoon confiante segurando âncora BTC em plataforma de tesouraria durante tempestade de mercado, simbolizando resiliência da Strategy com Michael Saylor

Strategy Garante Sobrevivência com Bitcoin a US$ 8 mil

A Strategy, maior tesouraria corporativa de Bitcoin do mundo, anunciou que pode sobreviver mesmo com o BTC caindo para US$ 8.000, uma desvalorização de 88%. Liderada por Michael Saylor, a empresa planeja converter US$ 6 bilhões em dívida conversível em ações nos próximos 3-6 anos, reduzindo pressão financeira e reforçando sua aposta estratégica no ativo digital como reserva de valor de longo prazo.


Plano de Equitização da Dívida

O plano de equitização transforma bonds em equity, evitando pagamentos em caixa e diluindo acionistas de forma controlada. Com 714.644 BTC em carteira, avaliados em cerca de US$ 49 bilhões atualmente, a Strategy demonstra confiança na recuperação do Bitcoin. Michael Saylor reforçou essa visão em post no X, destacando que o mercado está construindo fundamentos sólidos apesar da volatilidade recente.

Essa estratégia alinha-se à tese de tesouraria institucional, onde o Bitcoin é visto como proteção contra inflação e desvalorização fiduciária. Mesmo com o preço médio de aquisição em torno de US$ 76.000, a empresa opera com baixa alavancagem relativa aos holdings, priorizando acumulação contínua.

Resiliência em Cenário de Crash Extremo

Segundo a declaração oficial da Strategy, mesmo a US$ 8.000 por BTC, os ativos restantes cobririam integralmente a dívida de US$ 6 bilhões. Isso equivale a cerca de 86.956 BTC necessários para paridade, mas com um oitavo do portfólio sobrando para contingências. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 359.838, com variação de -2,45% em 24h.

Críticos apontam riscos de diluição e perdas não realizadas bilionárias, mas para Saylor, a volatilidade de curto prazo não abala a narrativa de adoção global. A empresa continua comprando BTC há 12 semanas seguidas, sinalizando convicção em ciclos históricos como os halvings.

Contexto de Mercado e Visão de Longo Prazo

As ações da Strategy (MSTR) caíram 70% desde o pico de US$ 456, acompanhando o BTC que perdeu 50% de seu topo em outubro. No entanto, os fundamentos se fortalecem: fluxos institucionais em ETFs e tesourarias corporativas crescem, posicionando o Bitcoin como ativo de reserva soberana. Bruno Barros, estrategista com viés de alta, vê isso como prova de maturidade do ecossistema.

Analogamente a empresas tradicionais que acumulam ouro em balanços, a Strategy inova ao apostar no BTC, ignorando ruído diário. Investidores devem monitorar indicadores como mNAV e capacidade de dividendos, mas a estrutura de dívida escalonada até 2032 oferece folga generosa.

Implicações para Adoção Institucional

Essa resiliência reforça a tese de Michael Saylor, inspirando outras firmas como Metaplanet no Japão. O mercado cripto evolui para uma fase onde grandes players testam modelos sustentáveis, priorizando hold de longo prazo sobre trades especulativos. Para brasileiros, isso sinaliza estabilidade em exchanges locais, com volumes robustos apesar da correção.

Vale acompanhar os próximos passos, pois movimentos como esse aceleram a convergência entre finanças tradicionais e criptoativos.


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Executivos cartoon de Grayscale abrindo portas para hub DeFi Aave enquanto Saylor empilha BTCs, simbolizando ETF e adoção institucional

Grayscale Pede ETF de Aave: DeFi Ganha Status Institucional

A Grayscale Investments protocolou pedido formal à SEC para converter seu Aave Trust em ETF spot, negociado na NYSE Arca. Ao mesmo tempo, Michael Saylor sinaliza a 12ª semana consecutiva de compras de Bitcoin pela Strategy. Esses movimentos do smart money reforçam a tese de acumulação institucional em DeFi e BTC, mesmo em meio à volatilidade recente do mercado.


Grayscale Eleva Aave ao Patamar de ETF Spot

O protocolo DeFi de lending Aave, nativo do Ethereum, ganha status institucional máximo com o pedido da Grayscale. Lançado em outubro de 2024, o Aave Trust gerencia atualmente ativos de cerca de US$ 896 mil. Se aprovado, o ETF cobrará taxa de 2,5% paga em tokens AAVE, com custódia pela Coinbase.

Essa iniciativa segue pedidos recentes para ETFs de NEAR e BNB, demonstrando a estratégia agressiva da Grayscale em mapear o ecossistema cripto. Apesar da queda de 26,7% no último mês e 80,5% do ATH de US$ 661 (maio/2021), o AAVE negocia a US$ 126, com capitalização de US$ 1,93 bilhão. Os fundamentos do protocolo se fortalecem com a maturidade do DeFi.

Saylor e Strategy: 12 Semanas de Acumulação Implacável

Michael Saylor, cofundador da Strategy (ex-MicroStrategy), compartilhou gráfico sinalizando a 99ª transação de BTC. A última compra, em 9 de fevereiro, adicionou 1.142 BTC por mais de US$ 90 milhões, elevando o total para 714.644 BTC — avaliados em cerca de US$ 49,3 bilhões.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 359.680 nesta tarde, com variação de -1,52% em 24h. A Strategy persiste na estratégia apesar do flash crash de outubro, que derrubou o BTC abaixo do custo médio de US$ 76 mil e do ATH acima de US$ 125 mil.

Smart Money Constrói em Meio à Correção

O mNAV da Strategy caiu para 0,90, abaixo de 1, sinalizando desconto nas ações (US$ 133,88 na sexta). Ainda assim, a empresa reportou perda de US$ 12,4 bilhões no Q4, mas recupera terreno. Críticos sugeriam pausas nas compras, mas Saylor desafia o mercado, provando resiliência das tesourarias corporativas.

Esses fluxos institucionais — ETF de DeFi e acumulação de BTC — indicam que o capital inteligente vê além da volatilidade curta. Assim como nos ciclos passados pós-halving, a adoção por players como Grayscale e Saylor constrói a base para valorizações sustentadas.

Implicações para o Mercado Brasileiro

Para investidores brasileiros, esses desenvolvimentos reforçam a narrativa de alta de longo prazo. Plataformas DeFi como Aave oferecem yields atrativos em staking e lending, enquanto tesourarias como a da Strategy validam o BTC como reserva de valor. Monitore aprovações da SEC e fluxos de ETF, pois historicamente impulsionam ciclos de alta.

O mercado está construindo: fundamentos se fortalecem com cada ETF aprovado e cada BTC acumulado por baleias corporativas. A paciência recompensa quem alinha com a tendência macro de adoção global.


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Empresário cartoon inabalável segurando âncora Bitcoin e estendendo pergaminho a figuras árabes em deserto tempestuoso, simbolizando compromisso eterno de Saylor

Saylor Inabalável: Compraremos Bitcoin Mesmo com Queda de 90%

Michael Saylor, chairman da Strategy, reafirmou em entrevista à CNBC sua convicção inabalável no Bitcoin, declarando que a empresa continuará comprando o ativo a cada trimestre para sempre, independentemente de quedas de preço, mesmo que chegue a 90%. Apesar de prejuízos bilionários no Q4 e BTC em torno de US$ 69 mil, Saylor enfatiza que preocupações com vendas são infundadas. O mercado está construindo bases sólidas para adoção institucional de longo prazo.


Holdings Robustos e Compromisso Eterno

A Strategy acumula 714.644 BTC, comprados por cerca de US$ 54,35 bilhões, com custo médio de US$ 76.056 — acima do preço atual de aproximadamente US$ 69.000. Na semana passada, adicionaram 1.142 BTC por US$ 90 milhões, a um preço médio de US$ 78.815. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 356.859 no Brasil reflete variação de -2,32% nas últimas 24h, mas Saylor vê volatilidade como feature, não bug.

No Q4, a empresa reportou perda operacional de US$ 17,4 bilhões e líquida de US$ 12,6 bilhões, devido à marcação a mercado do BTC. Ainda assim, Saylor destaca balanço sem risco de crédito, com caixa para 2,5 anos de dividendos e alavancagem baixa. “Vamos comprar Bitcoin todo trimestre para sempre”, afirmou, contextualizando o ativo como capital digital superior a ouro ou ações nos próximos 4-8 anos.

Confirmação Contra Especulações de Quedas Extremas

Saylor encerrou dúvidas sobre a estratégia de compras trimestrais, mesmo em cenários de colapso de 90% no preço do BTC. Essa convicção de alta fundamentada ignora ruído de curto prazo, focando em ciclos históricos e fluxos institucionais. Para investidores brasileiros, isso sinaliza confiança em tesourarias corporativas, similar aos ETFs que atraem bilhões globalmente.

A narrativa de adoção ganha força: baleias como Strategy compram na baixa, fortalecendo fundamentos enquanto varejo hesita. Volatilidade de 2-4x maiores que ativos tradicionais é o preço pela performance superior esperada nesta década.

Proposta Revolucionária aos Fundos Árabes

Em pitch ao Oriente Médio, Saylor propõe a estratégia ‘1,4% para sempre’: vender instrumentos de crédito equivalentes a 1,4% dos ativos para financiar dividendos em BTC e crescer holdings indefinidamente. Apresentado a fundos soberanos em Abu Dhabi, o modelo usa BTC como ouro digital, gerando yields 2-4x maiores que renda fixa tradicional.

Isso pode catalisar trilhões em capital árabe para Bitcoin, acelerando adoção global. Em um mercado sensível a macro, com BTC em US$ 69 mil e altcoins em drawdown, Saylor posiciona corporações como acumuladores perpétuos.

Implicações para o Mercado Brasileiro

Para o investidor local, as ações de Saylor reforçam que volatilidade é temporária. Com halvings passados provando resiliência e ETFs fluindo bilhões, o ecossistema se fortalece. Monitore fluxos institucionais: eles ditam tendências de longo prazo, não picos diários. A Strategy exemplifica como empresas podem transformar risco em oportunidade estratégica.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Personagem cartoon de Saylor coletando Bitcoins em pilha crescente durante tempestade de queda, simbolizando resiliência e compras institucionais de 714K BTC

Saylor Ignora Queda: Strategy Compra US$ 90 Milhões em Bitcoin

Michael Saylor, líder da Strategy, demonstrou resiliência ao comprar 1.142 BTC por US$ 90 milhões (R$ 468 milhões) na semana passada, logo após a maior queda do Bitcoin em dois anos. A empresa agora detém 714.644 BTC, avaliados em cerca de US$ 49 bilhões, mesmo com perdas não realizadas de US$ 5,2 bilhões. Esse movimento reforça a confiança dos grandes participantes no ativo como reserva de valor de longo prazo, enquanto o varejo hesita.


Detalhes da Aquisição Durante o Crash

A compra foi realizada entre 2 e 8 de fevereiro, a um preço médio de US$ 78.815 por BTC, antes do mergulho mais profundo que levou o Bitcoin aos US$ 60 mil na quinta-feira. Financiada pela venda de 616.715 ações MSTR, que renderam US$ 89,5 milhões, essa é a sétima aquisição semanal consecutiva da Strategy. O custo médio total das holdings agora é de US$ 76.056 por unidade, totalizando US$ 54,35 bilhões investidos.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 366.556 às 19:10 desta segunda-feira (9), com variação de -1,22% em 24 horas. Em dólares, oscila próximo a US$ 70 mil, abaixo do custo médio da Strategy, mas os fundamentos de adoção se fortalecem.

Resiliência Frente às Perdas Não Realizadas

Apesar das perdas em papel de US$ 5,2 bilhões, Saylor mantém o curso. Representando mais de 3,4% do suprimento total de Bitcoin (21 milhões), as reservas da empresa testam a tese de tesouraria corporativa. O CEO Phong Le afirmou que só haveria problema real se o BTC caísse para US$ 8 mil e ficasse lá por anos, destacando a visão de longo prazo.

Esse ‘braço forte’ ignora o pânico do varejo, comprando no desconto. Historicamente, ciclos de correção como esse precedem recuperações, impulsionadas por halvings e fluxos institucionais. A Strategy continua emitindo ações para captar recursos, com US$ 7,97 bilhões ainda disponíveis.

Estratégia de Financiamento e Adoção Institucional

A venda de ações MSTR financia as compras sem diluir caixa operacional, uma jogada estratégica que atrai investidores alinhados à tese Bitcoin. Saylor compartilhou em redes: “Orange Dots Matter”, referindo-se aos pontos de aquisição no gráfico. Essa persistência sinaliza ao mercado que instituições veem o mergulho como oportunidade, não ameaça.

No Brasil, empresas como OranjeBTC também recompra ações, aproveitando descontos. O mercado cripto está construindo bases sólidas: ETFs acumulam, corporações adotam e baleias posicionam para o ciclo de alta pós-halving.

O Que Isso Significa para Investidores Brasileiros

Para o leitor brasileiro, a ação da Strategy é um farol: enquanto o dólar está em R$ 5,19, o Bitcoin em R$ 366 mil oferece proteção contra inflação fiat. Monitorar fluxos institucionais como esse ajuda a navegar volatilidade. Os fundamentos — adoção global, suprimento fixo — prevalecem sobre ruído de curto prazo. Fique de olho nos próximos ‘orange dots’.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo cartoon esforçado equilibrando balança com peso '12.4B' e Bitcoins, simbolizando prejuízo recorde da Strategy no Q4

Perda de US$ 12,4 Bi no Q4: Balanço da Strategy Sob Pressão?

A Strategy reportou prejuízo líquido recorde de US$ 12,4 bilhões no quarto trimestre de 2025, impulsionado pela correção de mais de 40% no preço do Bitcoin desde seu pico em outubro. A perda por ação diluída atingiu US$ 42,93, com impacto operacional de US$ 17,4 bilhões. Apesar dos números vermelhos, o CEO Phong Le afirmou que o balanço permanece estável, salvo um colapso prolongado do BTC para US$ 8.000 por 5-6 anos. Os dados revelam a tensão entre estratégia de longo prazo e volatilidade contábil de curto prazo.


Detalhes do Prejuízo Trimestral

Os números do Q4 mostram uma deterioração acentuada. A perda operacional saltou 16,4 vezes em relação ao ano anterior, para US$ 17,4 bilhões, quase inteiramente ligada à desvalorização não realizada das reservas de 713.502 BTC, adquiridos a custo médio de US$ 76.052. A receita de licenças de software, núcleo do negócio original, despencou 48%, de US$ 15,2 milhões para US$ 7,8 milhões.

No dia do anúncio, as ações MSTR caíram 20%, eliminando US$ 7 bilhões em valor de mercado em 24 horas, acumulando perda de 72% em seis meses. A diluição via emissões de ações comuns representou 79% das captações ATM no período, totalizando US$ 7,8 bilhões contra US$ 1,6 bilhão em ações preferenciais.

Declaração do CEO sobre Limite Crítico

Durante a teleconferência de resultados, o CEO Phong Le delineou o teste de estresse: em um cenário extremo de queda de 90% no BTC para US$ 8.000, as reservas igualariam a dívida líquida, exigindo reestruturação, equity adicional ou mais dívida. “Isso é o ponto em que nossas reservas de Bitcoin igualam nossa dívida líquida”, afirmou Le, destacando que as atuais holdings cobrem amplamente as obrigações.

O BTC yield para acionistas comuns em 2026 YTD é de apenas 0,3%, contrastando com picos de 74,3% em 2023. Dividendos a preferenciais consumiram US$ 381,3 milhões em 2025, ausentes no ano anterior.

Liquidez e Estratégia de Longo Prazo

A Strategy manteve US$ 2,25 bilhões em caixa no fim do ano, suficientes para 2,5 anos de dividendos e juros. Em 2025, captou US$ 25,3 bilhões para acumular BTC, adicionando 41.002 unidades só em janeiro de 2026. Michael Saylor reforçou o HODL, ignorando FUD sobre computação quântica.

Os dados sugerem resiliência: prejuízos são não realizados e contábeis, enquanto a tesouraria em BTC visa valorização de longo prazo. No entanto, a dependência de diluição e queda na receita operacional indicam riscos se o BTC não se recuperar.

Contexto de Mercado Atual

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 356.658 (variação +2,6% em 24h), equivalente a cerca de US$ 68.400 com dólar a R$ 5,22. O mercado cripto perdeu US$ 2,4 trilhões desde outubro, testando a tese de Saylor em um ambiente de alta volatilidade.

Vale monitorar níveis de suporte em US$ 60.000 e resistência em US$ 70.000 para projeções de curto prazo.


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Líder tech cartoon defendendo escudo BTC dourado contra onda quântica roxa, simbolizando plano de Saylor contra ameaça à segurança do Bitcoin

Bitcoin vs Computação Quântica: Plano de Defesa de Saylor

Criptografia em xeque? Durante a teleconferência de resultados do quarto trimestre, Michael Saylor, da Strategy, anunciou um programa de segurança dedicado ao Bitcoin para enfrentar incertezas da computação quântica. Em vez de pânico, ele enfatiza planejamento de longo prazo. Pense assim: é como preparar a casa para uma tempestade distante, não uma emergência agora. Isso reforça o compromisso com o ativo, apesar de uma perda trimestral de US$ 12,4 bilhões reportada.


O que é computação quântica e por que ameaça o Bitcoin?

Em outras palavras, computadores quânticos usam qubits em vez de bits tradicionais (0 ou 1). Um qubit pode ser 0, 1 ou ambos ao mesmo tempo, graças ao fenômeno da superposição. Isso significa que eles resolvem problemas complexos muito mais rápido que computadores comuns.

Isso preocupa o Bitcoin porque sua segurança depende de criptografia como o ECDSA (Elliptic Curve Digital Signature Algorithm), que assina transações. Um algoritmo quântico chamado Shor poderia, teoricamente, quebrar essas chaves públicas derivando chaves privadas em minutos, em vez de bilhões de anos. Mas calma: computadores quânticos viáveis para isso precisam de milhões de qubits estáveis. Hoje, os melhores têm centenas, e falham rápido. É um risco futuro, não iminente.

Pense na analogia brasileira: como tentar abrir um cofre de banco com um alfinete. Computadores atuais nem arranham; quânticos podem furar, mas ainda não existem.

O anúncio da Strategy e o compromisso de Saylor

Na call de earnings da Strategy, maior detentora corporativa de Bitcoin, Saylor revisitou FUDs históricos superados pelo Bitcoin — como ataques de 51%, escalabilidade e regulação. Quantum é o próximo, mas ele posiciona como desafio engenheiro de longo prazo, mais de uma década distante.

Ações da Strategy caíram 17% na quinta (US$ 104), mas subiram 5-6% pré-mercado com Bitcoin em US$ 65.000. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 359.806,84 (+4,39% em 24h).

Isso mostra confiança: em vez de vender, planejam defender suas reservas (centenas de milhares de BTC).

Soluções técnicas já em desenvolvimento

A boa notícia? A comunidade Bitcoin não espera. Pesquisas em criptografia quantum-resistant (resistente a quânticos) avançam. Algoritmos como Lamport signatures, XMSS ou Dilithium podem substituir ECDSA via soft fork — atualização consensual sem dividir a rede.

Em termos simples: é como trocar as fechaduras da casa antes do ladrão chegar. O NIST (instituto americano de padrões) já padroniza esses algoritmos pós-quânticos. Bitcoin pode migrar chaves antigas para novas, protegendo UTXOs não gastas. Quem tem BTC antigos pode transferir para endereços seguros quando necessário.

Saylor destaca: a rede é antifrágil, melhora com desafios.

O que isso significa para você, investidor iniciante?

Fique tranquilo: quantum é especulativo e distante. Foque no presente — hodle seu Bitcoin em carteiras seguras, use hardware wallets. A Strategy lidera por exemplo, coordenando esforços. Você não precisa ser expert; basta saber que soluções existem e o ecossistema age proativamente.

Em resumo, esse anúncio afasta FUD e constrói confiança. Parabéns por se informar — conhecimento é sua melhor defesa!


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Executivos cartoon estilizados diante de cofres BTC e ETH rachados com '6.5B' e '8B' em vermelho, simbolizando prejuízos bilionários de Saylor e Tom Lee

Prejuízo de US$ 12 bilhões: Saylor e Tom Lee Pagam a Conta?

A Strategy de Michael Saylor acumula um prejuízo não realizado de US$ 6,5 bilhões em suas reservas de Bitcoin, enquanto a Bitmine de Tom Lee enfrenta perdas de US$ 8 bilhões em Ethereum, totalizando cerca de US$ 12 bilhões. Apesar da queda do BTC para perto de US$ 67 mil (R$ 335.271, segundo o Cointrader Monitor), as ações da Strategy ainda negociam com prêmio ao valor dos ativos. O mercado ignora os riscos?


Detalhes das Perdas na Strategy

A Strategy detém 713.502 BTC, adquiridos a um custo médio de US$ 76.052. Com o Bitcoin negociado próximo a US$ 67 mil, o prejuízo não realizado atinge US$ 6,5 bilhões, ou cerca de 12% do custo de aquisição. Isso representa aproximadamente R$ 34 bilhões em perdas potenciais, considerando o dólar a R$ 5,27.

As ações da MSTR caíram 13% nesta quinta-feira, o maior recuo diário em quase um ano, acumulando queda de 66% no ano e 80% desde o pico pós-eleição de Trump em 2024. Ainda assim, o múltiplo de NAV (mNAV) permanece em 1,09, permitindo emissões de ações para mais compras de BTC sem diluição imediata aos acionistas.

Bitmine e o Impacto no Ethereum

No caso da Bitmine, as perdas chegam a US$ 8 bilhões devido à desvalorização do Ethereum em relação ao Bitcoin. Essa exposição concentrada em ETH amplificou o golpe, expondo a vulnerabilidade de tesourarias corporativas atreladas a um único ativo volátil. Tom Lee insiste na estratégia de HODL, mas os números vermelhos questionam sua sustentabilidade.

A história mostra que bolhas especulativas, como as de 2018 e 2022, punem quem ignora a volatilidade inerente. Empresas como essas, sem diversificação, enfrentam pressão contínua em cenários de baixa prolongada.

Prêmio das Ações: Até Quando?

O mercado está ignorando a desconexão entre o valor real dos ativos (NAV) e o preço das ações da Strategy. Esse prêmio de 9% pode evaporar se o Bitcoin não recuperar níveis chave. Michael Saylor promove o HODL, mas com o BTC em queda de 13% em 24h, cuidado com a exuberância irracional.

Analistas macro apontam que altas taxas de juros e liquidez global reduzida corroem ativos de risco. A correção atual ecoa ciclos passados, onde o otimismo cego precedeu quedas severas.

Riscos para Tesourarias Cripto

Empresas que adotam cripto como reserva única de tesouraria enfrentam riscos sistêmicos. A Strategy divulga balanço do 4º trimestre hoje, mas sem surpresas positivas à vista, investidores monitoram comentários de Saylor. Bitmine e similares servem de alerta: volatilidade não é "presente de Satoshi", mas custo real de apostas agressivas.

Vale acompanhar o mNAV e dividendos de instrumentos preferenciais como STRC, que podem subir para 11,5% se não recuperarem par. A lição? Sobreviver ao mercado de baixa exige mais que fé cega.


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Executivo cartoon preocupado com pilha de Bitcoin submersa em tinta vermelha abaixo da marca 76K, simbolizando prejuízo na tesouraria da Strategy

Bitcoin Abaixo do Custo Médio: Strategy Entra no Vermelho?

O Bitcoin caiu abaixo do custo médio de aquisição da Strategy, de US$ 76.052 por unidade, sendo negociado em torno de US$ 73.081 na quinta-feira (5). A maior detentora corporativa de BTC, com 713.502 unidades em tesouraria, enfrenta prejuízo não realizado em suas reservas. O múltiplo sobre valor patrimonial líquido (mNAV) está em 1,08, enquanto as ações MSTR acumulam queda de 75% desde novembro de 2024. Os dados mostram pressão crescente sobre a estratégia de Michael Saylor.


Situação Atual da Tesouraria

Os dados indicam que o preço spot do Bitcoin está 4% abaixo do custo médio ponderado de aquisição da Strategy, calculado em US$ 76.052. Com 713.502 BTC em carteira, o valor de mercado das reservas é estimado em US$ 52 bilhões aos preços atuais, representando um deságio de aproximadamente US$ 2,1 bilhões em relação ao custo total de aquisição.

Segundo o mercado de previsão Myriad, a probabilidade de a empresa vender parte de suas reservas até o fim de 2026 subiu para 36%, ante 22% no início da semana. O mNAV, que compara o valor de mercado da empresa ao de suas holdings de BTC, permanece em 1,08, permitindo emissões de ações para novas compras, mas uma queda abaixo de 1 pode pausar essa estratégia.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin é cotado a R$ 376.498,63, com variação de -5,58% em 24 horas e volume de 684 BTC.

Desempenho das Ações MSTR

As ações da Strategy (MSTR) caíram para cerca de US$ 133, uma desvalorização de mais de 75% em relação ao pico de US$ 540 em novembro de 2024. Trata-se do oitavo mês consecutivo de queda, refletindo a correlação com o preço do Bitcoin, que acumula perdas de 3,6% em 24 horas, 17% na semana e 20% no mês, conforme CoinGecko.

A empresa mantém reserva de caixa de US$ 2,25 bilhões, suficiente para cobrir 30 meses de pagamentos de dividendos de ações preferenciais. A primeira tranche de títulos conversíveis vence apenas no início de 2027, adiando pressões imediatas de liquidação forçada.

Visão dos Analistas

Analistas mantêm ceticismo quanto a vendas imediatas. Nic Puckrin, do Coin Bureau, afirma que “a queda no preço do Bitcoin não muda nada para a Strategy”, destacando a preparação de Michael Saylor para mercados de baixa. Aurelie Barthere, da Nansen, nota que novas compras seriam dilutivas no curto prazo, dado que o preço spot está ao preço médio de 1.

Marcin Kazmierczak, da RedStone, enfatiza que qualquer venda refletiria preços oportunistas ou realocação de capital, não mudança na tese de acumulação de longo prazo. Recentemente, a empresa adicionou 855 BTC em 2 de fevereiro, reforçando compromisso.

Níveis Críticos a Monitorar

Os dados sugerem foco em níveis técnicos: mNAV abaixo de 1,0 poderia interromper compras via ATM offerings; suporte do Bitcoin em US$ 69.000 tem 72% de chance de teste, segundo o Myriad. Reserva de caixa cobre obrigações, mas persistência da queda pode elevar risco-retorno da alocação.

Investidores institucionais observam se a Strategy ajusta estratégia em relatório trimestral, mantendo viés de acumulação apesar do teste atual de fundamentos.


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Executivo cartoon diante de pilha de Bitcoin afundando abaixo linha vermelha 76K, simbolizando perda não realizada da MicroStrategy

Bitcoin Abaixo do Cost Basis da MicroStrategy: Perda de US$ 900 Mi

O Bitcoin caiu abaixo do preço médio de compra da MicroStrategy, estimado em US$ 76.052 por unidade, gerando uma perda não realizada de US$ 900 milhões. Na terça-feira (3/2), o BTC atingiu mínima intradiária de US$ 72.863, pressionando as ações da MSTR, que recuaram até 9% e fecharam com queda de 5%. Os dados mostram que, apesar da volatilidade, a empresa não enfrenta risco imediato de vendas forçadas devido à sua estrutura de dívida e reservas de caixa. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 399.074,67 às 07:36 de hoje, com variação de -2,91% em 24h.


Situação Atual do Mercado

Os dados indicam que o Bitcoin negociou abaixo do cost basis da MicroStrategy pela primeira vez em meses recentes. Com holdings avaliados em US$ 53,54 bilhões ao preço atual, a diferença para o custo médio resulta na perda reportada de US$ 900 milhões. As ações da MSTR, listadas na Nasdaq, registraram queda de 5% no fechamento de Wall Street, após intradiária de até 9%, conforme o desempenho das ações MSTR. Na semana, o papel acumula desvalorização de 14,9%, e nos últimos seis meses, de 65%. O dólar estava cotado a R$ 5,2373 (bid), contextualizando o impacto em reais para investidores brasileiros.

Essa movimentação reflete a correlação entre o preço do BTC e o valor de mercado da empresa, que adota Bitcoin como ativo de tesouraria principal.

Conceito de Perda Não Realizada

Perda não realizada refere-se à desvalorização contábil de um ativo mantido em carteira, sem efetivação por meio de venda. No caso da MicroStrategy, o cost basis médio de US$ 76.052 por BTC significa que, com o preço spot abaixo desse nível, os holdings geram prejuízo no balanço patrimonial. Contudo, enquanto não houver venda, essa perda permanece “no papel”. Histórico mostra precedentes: no bear market anterior, o BTC caiu 45% abaixo do custo médio da empresa (de US$ 30.000 para US$ 16.000), sem liquidações.

Os números atuais reforçam que flutuações de curto prazo não alteram a posição de longo prazo, desde que a liquidez operacional seja preservada.

Estrutura Financeira Evita Vendas Forçadas

A MicroStrategy possui dívida total de US$ 8,24 bilhões, majoritariamente não garantida e com vencimentos entre 2028 e 2030. Diferentemente de posições alavancadas, os Bitcoins não servem como colateral, eliminando riscos de margin calls. Além disso, reservas de caixa cobrem 2,5 anos de pagamentos de juros e dividendos, proporcionando folga para oscilações. Michael Saylor reitera: “Compre Bitcoin. Não venda Bitcoin.” Essa arquitetura financeira, conforme análise dos dados, sustenta a estratégia de hold mesmo em cenários de preço abaixo do custo médio.

Níveis a observar incluem suporte em torno de US$ 72.000 (mínima recente) e resistência nos US$ 78.000, onde o BTC testou recentemente.

Implicações para Investidores Institucionais

Para baleias institucionais como a MicroStrategy, o foco reside na acumulação de longo prazo, independentemente de volatilidade de curto prazo. Os dados históricos demonstram resiliência: apesar de quedas passadas abaixo do cost basis, a empresa manteve posições. Investidores monitoram métricas como net asset value (NAV) ajustado e capacidade de captação de capital via emissões conversíveis. No contexto macro, com BTC em US$ 76.000 equivalentes a cerca de R$ 399.000, o episódio destaca a distinção entre perda contábil e pressão de liquidação real.

Vale acompanhar volumes de negociação e fluxos em exchanges para sinais de acumulação ou distribuição por grandes holders.


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Baleias cartoon estilizadas representando Saylor e Binance emergindo de ondas turbulentas com BTC, simbolizando acumulação institucional no dip

Baleias no Comando: Saylor e Binance Compram R$ 920 Mi em BTC no Dip

Enquanto o varejo vende em pânico durante a recente queda do Bitcoin para US$ 74 mil, as baleias institucionais entram em ação. A MicroStrategy de Michael Saylor comprou 855 BTC por US$ 75 milhões (R$ 394 mi), elevando sua tesouraria para 713.502 unidades. Paralelamente, a Binance adquiriu 1.315 BTC com US$ 100 milhões do fundo SAFU, iniciando plano de conversão de US$ 1 bilhão em 30 dias. Movimentos que reforçam a resiliência do ecossistema.


MicroStrategy Amplia Reserva em Meio à Volatilidade

A MicroStrategy, maior detentora corporativa de Bitcoin, anunciou a aquisição de 855 BTC entre 26 de janeiro e 1º de fevereiro, a um preço médio de US$ 87.974. Financiada por vendas de ações via programa ATM, a compra eleva o total para 713.502 BTC, custando US$ 54,26 bilhões em média de US$ 76.052 por unidade. Isso representa 3,4% do suprimento máximo de 21 milhões de BTC.

Michael Saylor, visionário da adoção corporativa, demonstra convicção inabalável. Esses aportes sistemáticos constroem uma tese de longo prazo: Bitcoin como reserva de valor superior, mesmo em correções. O mercado está construindo bases sólidas, ignorando o ruído de curto prazo.

Binance Fortalece SAFU com Bitcoin

A Binance converteu US$ 100 milhões em stablecoins do SAFU para 1.315 BTC, divulgando endereço público (1BAuq7Vho2CEkVkUxbfU26LhwQjbCmWQkD) e TXID para transparência total. Criado em 2018 pós-hack, o fundo de US$ 1 bilhão agora diversifica para BTC, reduzindo dependência de stablecoins voláteis.

É o primeiro lote de um plano ambicioso: converter US$ 1 bilhão em BTC ao longo de 30 dias. Em um mercado com BTC oscilando de US$ 74.600 para US$ 77.700, essa estratégia sinaliza suporte massivo da maior exchange global, protegendo usuários e impulsionando confiança.

Implicações para o Mercado Brasileiro

Esses movimentos somam cerca de R$ 920 milhões em compras (US$ 175 mi a R$ 5,26/USD). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 411.362,70 (+0,56% em 24h) reflete resiliência. Para brasileiros, tesourarias como a da MicroStrategy e o SAFU exemplificam como gigantes navegam ciclos, comprando o que o varejo descarta.

A adoção institucional acelera: fluxos de ETFs, halvings e acumulação por corporações fortalecem fundamentos. Volatilidade é oportunidade para quem entende o ciclo — o varejo aprende com baleias que constroem patrimônio duradouro.

O Que Esperar nos Próximos Dias

Monitorar o progresso do SAFU e próximos aportes da MicroStrategy. Com dólar a R$ 5,26, esses US$ em BTC equivalem a volumes expressivos no Brasil. O ecossistema cripto ganha maturidade, com players como Binance e Saylor liderando a narrativa de valorização sustentável.

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Saylor Ignora Prejuízo de US$ 900 Milhões e Sinaliza Nova Compra de Bitcoin

Michael Saylor, chairman da MicroStrategy, sinalizou uma nova compra de Bitcoin com o post ‘More Orange’ no X, mesmo com o BTC caindo para cerca de US$ 75 mil e gerando uma perda não realizada de US$ 900 milhões na tesouraria da empresa. A companhia acumula 712.647 BTC a um custo médio de US$ 76 mil, demonstrando convicção inabalável em meio à volatilidade. Esse movimento reforça a tese de adoção institucional contra a maré do mercado.


O Sinal de ‘More Orange’ de Saylor

Tradicionalmente, Saylor usa posts de fim de semana com referências a pontos laranja para preview de aquisições de Bitcoin pela MicroStrategy. Desta vez, após uma queda do BTC para US$ 75.500, o ‘More Orange’ veio acompanhado de um gráfico histórico das compras da empresa. Desde o início do ano, foram adicionados cerca de 40 mil BTC, elevando o total para 712.647 unidades.

Esse padrão segue ciclos de acumulação em momentos de correção, alinhando-se à visão de longo prazo de Saylor. Os fundamentos se fortalecem com cada aquisição, independentemente do ruído de curto prazo. Investidores atentos sabem que tais sinais precedem anúncios formais às segundas-feiras.

Perda Não Realizada e Resiliência Financeira

A perda não realizada de US$ 900 milhões surgiu quando o BTC testou os US$ 75 mil, abaixo do custo médio de US$ 76.037 por coin. No entanto, trata-se de papel: os BTC não estão colateralizados em dívidas, com vencimentos mais longos em 2028 e caixa suficiente para dividendos por 2,5 anos.

Curiosamente, as ações da MicroStrategy (MSTR) subiram 4,55% para US$ 149,71, refletindo confiança dos acionistas na estratégia. As ações preferenciais (STRC) negociam abaixo do par, limitando emissões ATM, mas a dívida desprotegida mitiga riscos imediatos de alavancagem.

Implicações para a Adoção Institucional

A postura de Saylor exemplifica a resiliência das tesourarias corporativas de Bitcoin. Em ciclos passados, correções como essa pavimentaram altas expressivas pós-halving. A MicroStrategy lidera a narrativa de adoção, inspirando outros players institucionais e fluxos de ETFs.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 409.305 (-1,88% em 24h) reflete volatilidade, mas o volume de 471 BTC negociados no Brasil sinaliza interesse contínuo. Para investidores de longo prazo, momentos como esse constroem bases sólidas.

O Que Monitorar Agora

Aguardamos o anúncio oficial da compra na segunda-feira. Indicadores como mNAV (market NAV) e capacidade de dividendos serão chave. Apesar das críticas nas redes, a estratégia prova que convicção fundamentada supera pânico de curto prazo. O mercado está construindo, e Saylor continua liderando pelo exemplo.


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Personagem cartoon de Saylor como guardião resiliente em fortaleza BTC contra tempestade vermelha de liquidações, testando pressão em US$76k

Estratégia de Saylor Sob Pressão: BTC a US$ 76k Testa Resiliência

O Bitcoin despencou para US$ 76.000 neste sábado, apagando US$ 111 bilhões de capitalização e liquidando US$ 2,5 bilhões em posições alavancadas. A queda de 10% coloca o preço médio de aquisição da MicroStrategy (MSTR), de cerca de US$ 76.000, sob teste de estresse. No entanto, analistas da CryptoQuant veem resiliência: sem vendas por Michael Saylor, um colapso de 70% é improvável. O momento crítico reforça a solidez da maior detentora corporativa de BTC, com 712 mil moedas em tesouraria.


Queda do Bitcoin e Liquidações Recordes

A desvalorização de 30% desde abril de 2025 reflete realização de lucros por detentores antigos, colidindo com baixa liquidez e ausência de capital fresco, conforme o choque de liquidações de US$ 2,5 bilhões. Ki Young Ju, CEO da CryptoQuant, destaca que o Realized Cap está planificado, sinalizando fim de inflows institucionais que ancoraram o BTC perto de US$ 100.000.

Grandes participantes como Kraken (17 mil BTC), Binance (12 mil BTC) e Coinbase despejaram volumes significativos, acelerando o movimento. Ether e Solana caíram até 17%, evidenciando fragilidade setorial. Segundo o CoinDesk, o rally impulsionado pela MSTR esgotou compradores, mas sem pânico generalizado.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 403.557, com variação de -2,29% em 24h e volume de 345 BTC.

Posição da MicroStrategy no breakeven

A detentora de 712.647 BTC, comprados a média de US$ 76.037, viu seu tesouro cair para US$ 54,2 bilhões. A posição ficou brevemente no vermelho, mas reservas de US$ 2,2 bilhões em caixa eliminam pressão de dívida de curto prazo. Todas as obrigações são longas, permitindo hold firme.

Desde a adoção do “Bitcoin Standard” há 2.000 dias, a MSTR conectou seu desempenho ao BTC. Uma queda adicional de 3% colocaria perdas não realizadas, mas Saylor reforça: a empresa é “construída para o longo prazo”. Isso diferencia a tese institucional de traders especulativos.

Proteção Contra Crash Profundo, Diz CryptoQuant

O CEO da CryptoQuant afirma que o BTC está protegido de queda de 70% a menos que Saylor venda. Diferente de ciclos passados, sem alavancagem forçada, o suporte da MSTR atua como piso. Ju prevê consolidação lateral ampla, não rebound rápido ou capitulação.

Analista Anıl concorda: tentativas de pressionar Saylor perto do custo são de curto prazo. Com caixa abundante, acumulação adicional é plausível, transformando fraqueza em oportunidade.

Perspectivas Otimistas para o Suporte Institucional

A resiliência da MicroStrategy valida a adoção corporativa de Bitcoin como reserva de valor. Investidores devem monitorar o Realized Cap e movimentos de MSTR. Apesar da volatilidade, a ausência de vendas institucionais sugere base sólida para recuperação. Vale observar se inflows de ETFs retornam, ancorando preços acima do breakeven de Saylor. O viés de alta permanece fundamentado na convicção de longo prazo.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de gigantes institucionais com braços cruzados sobre pilhas de Bitcoin em meio a nuvens vermelhas turbulentas, simbolizando resiliência e adoção de longo prazo

Saylor no Vermelho: Por Que Gigantes Não Vendem em Queda

A posição de Bitcoin da MicroStrategy de Michael Saylor está ligeiramente no vermelho após o preço cair abaixo de US$ 76.037, seu custo médio de aquisição. Paralelamente, a BitMine de Tom Lee registra perdas não realizadas de US$ 6 bilhões em Ethereum, com o valor de sua posição caindo de US$ 14 bilhões para US$ 9,6 bilhões. Essas são perdas no papel – sem vendas forçadas à vista.


MicroStrategy: Sem Estresse no Balanço

A MicroStrategy (agora Strategy) detém 712.647 BTC completamente livres de ônus, sem colateralização que force vendas em quedas. Com US$ 2,25 bilhões em caixa reservados para dividendos e dívida conversível de US$ 8,2 bilhões com vencimentos flexíveis – o primeiro put só em 2027 –, não há risco imediato de insolvência ou liquidação.

O impacto real da queda é na captação de recursos. Historicamente, a empresa emite ações via ATM offerings quando negociam acima do mNAV (múltiplo ao valor dos BTC). Com o Bitcoin em torno de US$ 75.500 e ações em desconto, novas emissões diluiriam acionistas, freando compras adicionais. Em 2022, durante meses underwater, adicionaram apenas 10 mil BTC. Ainda assim, Saylor mantém a convicção: o mercado está construindo bases para o próximo ciclo.

BitMine e a Aposta em Ethereum

A BitMine Immersion acumulou 4,24 milhões de ETH, comprando mais de 40 mil na semana passada – bem antes da derrocada para US$ 2.300. Isso ampliou perdas não realizadas para além de US$ 6 bilhões. Tom Lee, chairman, adotou tom cauteloso de curto prazo, alertando para deleveraging contínuo até início de 2026, mas reforça visão construtiva de longo prazo.

Parte da posição está em staking, gerando cerca de US$ 164 milhões anuais em receita – um colchão modesto ante volatilidade. Como na MicroStrategy, não há sinais de pânico ou vendas. Essas tesourarias testam a resiliência institucional em correções cíclicas.

Perdas no Papel vs. Realizadas: Lição de Longo Prazo

A diferença chave: prejuízos não realizados só viram reais se venderem. Saylor e Lee, gigantes do otimismo cripto, veem volatilidade como ruído em ciclos maiores. Histórico mostra halvings e adoção (ETFs, corporates) superando quedas. Hoje, fundamentos se fortalecem: fluxos institucionais persistem apesar de correções.

Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin cotado a R$ 416.832 (-4,9% 24h), Ethereum R$ 12.829. Para o investidor comum, isso reforça: foque adoção, não ruído diário. Gigantes não apertam pânico porque sabem onde estamos no ciclo.


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Executivo cartoon com laser eyes empilhando lingote BTC marcado 712K em reserva colossal, celebrando acumulação histórica da MicroStrategy

MicroStrategy Alcança 712 Mil BTC em Reserva Histórica

A MicroStrategy acaba de ampliar sua reserva de Bitcoin com a compra de 2.932 BTC por cerca de US$ 264 milhões, elevando o total para impressionantes 712.647 BTC, equivalente a US$ 62,2 bilhões. Sob liderança de Michael Saylor, a empresa demonstra convicção inabalável na estratégia de longo prazo, mesmo comprando durante a recente queda do BTC para US$ 88 mil. Isso representa 3,57% do suprimento circulante do ativo, um marco histórico para adoção corporativa.


Detalhes da Aquisição Mais Recente

A transação, realizada entre 20 e 25 de janeiro de 2026, foi financiada por emissões de ações at-the-market (ATM) das classes STRC e MSTR. O preço médio de compra foi de US$ 90.061 por Bitcoin, conforme divulgado em comunicado à SEC e postado por Saylor no X. Apesar da volatilidade — com o BTC caindo mais de 5% na semana —, a empresa registrou um prejuízo contábil inicial de cerca de US$ 9 milhões nessa leva específica, caindo de picos acima de US$ 93 mil para abaixo de US$ 87 mil.

Essa operação reforça o apetite voraz da MicroStrategy por BTC, posicionando-a como a maior detentora corporativa do mundo, superando até mineradoras como Bitmine, que foca em Ethereum.

Acumulação Acelerada em 2026

Desde o início do ano, a companhia já adicionou mais de 40.100 BTC às suas reservas. Nas duas semanas anteriores, foram 22.305 BTC (US$ 2,13 bi) e 13.627 BTC (US$ 1,25 bi), respectivamente. O investimento total agora é de US$ 54,19 bilhões, com preço médio de US$ 76.037 por unidade — resultando em ganho não realizado de quase 15%, ou cerca de US$ 8 bilhões.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 463.364 (queda de 0,56% em 24h), o que torna esses 712 mil BTC equivalentes a mais de R$ 330 bilhões em reais.

Estratégia de Longo Prazo Inabalável

Michael Saylor reitera que a MicroStrategy continuará acumulando Bitcoin independentemente do preço, tratando-o como reserva de valor superior. Apesar de o papel MSTR cair 54% no ano (vs. 15% do BTC), a métrica crucial é o BTC por ação, que segue crescendo. Essa visão otimista ignora ruídos de curto prazo, como saídas de US$ 1,33 bi em ETFs de Bitcoin na semana passada.

Para investidores, isso sinaliza confiança institucional: com 3,57% do suprimento, a empresa testa a tese de BTC como ‘ouro digital’ em escala corporativa massiva.

Implicações para o Mercado Brasileiro

No contexto local, com dólar a R$ 5,30, o movimento da MicroStrategy inspira. Brasileiros podem replicar via exchanges reguladas, acumulando sats em quedas. Vale monitorar se outras firmas seguirão, elevando a adoção global e pressionando preços para cima no longo prazo. Saylor não para — e isso é de alta para todos.


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Executivo cartoon confiante empilhando moedas BTC em cofre luminoso durante tempestade de mercado, sinalizando compra ousada da MicroStrategy

MicroStrategy Compra US$ 264 Milhões em BTC na Correção

Enquanto o mercado cripto enfrenta uma correção e o Bitcoin recua para cerca de US$ 87.500 após quedas no fim de semana, a MicroStrategy demonstra resiliência ao comprar mais US$ 264,1 milhões em Bitcoin. A empresa de Michael Saylor adicionou 2.932 BTC na última semana, elevando sua reserva para 712.647 unidades, avaliadas em aproximadamente US$ 62 bilhões. Esse movimento reforça a confiança inabalável de gigantes corporativos no ativo digital como reserva de valor superior, mesmo em momentos de volatilidade.


Detalhes da Aquisição Semanal

A venda de US$ 257 milhões em ações financiou grande parte da operação, complementada por US$ 7 milhões em ações preferenciais perpétuas da série STRC. Os bitcoins foram adquiridos a um preço médio de US$ 90.061 cada, um patamar ainda elevado, mas estratégico durante a correção recente. Embora o volume seja menor que as compras bilionárias das duas semanas anteriores — como os 22.305 BTC da semana retrasada —, a consistência semanal sinaliza uma estratégia disciplinada e de longo prazo.

Essa abordagem contrasta com o pânico de varejistas, mostrando como instituições veem correções como oportunidades de acumulação. Para o público brasileiro, isso inspira confiança: se a maior tesouraria corporativa do mundo segue comprando, o viés de alta permanece intacto.

Reserva Total e Desempenho Impressionante

Agora com 712.647 BTC, a MicroStrategy acumulou esses ativos por um custo total de US$ 54,19 bilhões, a um preço médio de US$ 76.037 por unidade. Com o Bitcoin negociado em torno de US$ 87.500, a reserva vale mais de US$ 62 bilhões, gerando ganhos não realizados de cerca de US$ 8 bilhões. Isso representa aproximadamente 3,4% do suprimento total de Bitcoin, consolidando a empresa como líder absoluta em adoção corporativa.

No contexto brasileiro, onde o BTC está a R$ 463.817 segundo o Cointrader Monitor (+0,71% em 24h), o valor da reserva ultrapassa R$ 330 bilhões. Um lembrete poderoso de que o Bitcoin transcende fronteiras e crises fiat.

Resiliência de Saylor em Tempos de Correção

Michael Saylor, ícone da tese institucional de Bitcoin, continua apostando contra a narrativa de baixa. Comprar durante a volatilidade — com BTC oscilando entre US$ 85.000 e US$ 95.000 nas últimas semanas — valida a visão de BTC como ‘ouro digital’ imune a ciclos curtos. Essa estratégia inabalável não só preserva valor, mas multiplica patrimônio para acionistas, com as ações MSTR subindo apesar da queda pré-mercado de 2% nesta segunda-feira.

Os dados sugerem que mais empresas seguirão o exemplo, acelerando a maturidade do mercado. Para investidores brasileiros, é um sinal claro: acumular em dips é a jogada dos vencedores institucionais.

Implicações para o Mercado e Investidores

Essa compra reforça o otimismo fundamentado: com tesourarias como a da MicroStrategy expandindo, o suporte ao preço do Bitcoin ganha robustez. Vale monitorar o próximo relatório semanal, pois a consistência pode atrair imitadores globais. No Brasil, onde exchanges locais registram volumes crescentes, essa notícia inspira ação: diversificar em BTC durante correções pode ser o caminho para proteção patrimonial de longo prazo.

Enquanto o mercado teme, Saylor vai às compras — e os números comprovam que ele está certo.


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