Visionário crypto cartoon erguendo troféu MSCI com MSTR gravado e seta +6% verde, celebrando inclusão em índices e disparada de ações

MSCI Mantém DATCOs em Índices: MicroStrategy Dispara 6%

A MSCI anunciou que manterá empresas de tesouraria em Bitcoin, conhecidas como DATCOs (Digital Asset Treasury Companies), em seus índices globais, aliviando temores de exclusão e impulsionando as ações da MicroStrategy (MSTR) em 6% nesta quarta-feira. Liderada por Michael Saylor, a companhia continua como referência na adoção corporativa, validando a tese de mainstream para investidores institucionais. A decisão ocorre em meio a um Bitcoin negociado a R$ 491.375, segundo o Cointrader Monitor.


Decisão da MSCI e Manutenção dos Índices

A Morgan Stanley Capital International (MSCI) confirmou, em anúncio oficial de 6 de janeiro, que não implementará a exclusão de DATCOs — firmas com mais de 50% dos ativos em criptomoedas — dos MSCI Global Investable Market Indexes na revisão de fevereiro de 2026. Empresas já inclusas, como a MicroStrategy, permanecem, desde que atendam outros critérios. Isso representa um sinal positivo de maturidade para o setor, reforçando a legitimidade das tesourarias em Bitcoin junto a fundos de índice globais.

No entanto, a MSCI ajustou regras: não haverá aumento automático no número de ações (NOS), Fator de Inclusão Estrangeira (FIF) ou Dif (DIF) para novas emissões. DATCOs na lista preliminar terão adições e migrações de segmento diferidas, o que pode limitar o impulso anterior de demanda passiva de fundos.

Alta das Ações da MicroStrategy e Visão de Saylor

As ações da MicroStrategy saltaram para US$ 166, recuperando de mínimas de 16 meses em US$ 150. Sob comando de Michael Saylor, pioneiro na estratégia de tesouraria em BTC desde 2020, a companhia detém o maior acervo corporativo de Bitcoin, superando US$ 62 bilhões em valor. Analistas veem isso como prova de resiliência: mesmo com volatilidade recente do BTC entre US$ 85 mil e 95 mil, o modelo atrai investidores buscando exposição indireta ao ativo.

O movimento bullish valida a narrativa de adoção mainstream. Institucionais, via ETFs e índices MSCI, agora veem DATCOs como veículos viáveis, ampliando liquidez e confiança no ecossistema cripto.

Implicações para Investidores Institucionais

Para o leitor brasileiro, essa decisão é um sinal verde para alocação em MSTR ou BTC como hedge macro contra inflação e desvalorização fiat. Com BTC em R$ 491.375 (-0,63% em 24h, Cointrader Monitor), a MicroStrategy oferece alavancagem sem custódia direta. Apesar de desafios em captação via novas ações, a manutenção nos índices garante fluxo passivo, beneficiando holders de longo prazo.

Próximos passos incluem monitoramento da consulta ampla da MSCI sobre não-operacionais e possíveis ETFs concorrentes, como o da Morgan Stanley. O otimismo fundamentado prevalece: adoção corporativa acelera o ciclo bullish.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo cartoon recebendo selo dourado MSCI em laptop BTC com gráfico de ações subindo, celebrando inclusão de tesourarias Bitcoin em índices globais

MSCI Mantém Empresas BTC em Índices: Strategy Dispara 6%

A MSCI anunciou que manterá empresas com tesouraria em Bitcoin (DATCOs) em seus índices globais, apesar de propostas iniciais de exclusão. As ações da Strategy (ex-MicroStrategy), liderada por Michael Saylor, dispararam 6% na quarta-feira, sinalizando confiança no modelo de adoção corporativa do BTC. A decisão, comunicada em 6 de janeiro, alivia riscos técnicos e reforça a tese de integração mainstream das criptomoedas.


Decisão da MSCI e Manutenção da Inclusão

A provedora de índices MSCI optou por não avançar com a exclusão de DATCOs — firmas com mais de 50% dos ativos em criptomoedas como Bitcoin — dos MSCI Global Investable Market Indexes na revisão de fevereiro de 2026. De acordo com o comunicado oficial, empresas já incluídas permanecerão, desde que atendam outros critérios. Essa pausa remove uma incerteza que pressionava o mercado cripto em outubro, quando especulações causaram quedas no Bitcoin.

O movimento valida a visão bullish de Saylor, que transformou a Strategy na maior detentora corporativa de BTC desde 2020. Analistas veem isso como endosso institucional à estratégia de tesouraria em ativos digitais, especialmente em um contexto de volatilidade macroeconômica.

Alta nas Ações da Strategy e Reação do Mercado

Após o anúncio, as ações da Strategy subiram até 6%, conforme reportado pela Crypto.news, com ganhos iniciais de 3,2% que foram parcialmente revertidos pela queda do Bitcoin para US$ 90.900. No ano, MSTR acumula alta de mais de 4,5%, superando o desempenho de muitos ativos tradicionais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 492.045 (-0,42% em 24h), reforçando o apelo como hedge contra inflação e instabilidade fiat.

Investidores institucionais celebram: a permanência nos índices garante exposição passiva via fundos que replicam MSCI, atraindo bilhões em inflows para proxies de Bitcoin sem custódia direta.

Mudanças nas Regras de Captação e Desafios Futuros

Apesar da boa notícia, a MSCI introduziu ajustes: não haverá aumentos no Number of Shares (NOS), Foreign Inclusion Factor (FIF) ou Domestic Inclusion Factor (DIF) para novas emissões de ações dessas empresas. Isso elimina a demanda automática de fundos de índice — antes, cerca de 10% das novas ações eram compradas obrigatoriamente —, complicando captações como as usadas pela Strategy para comprar mais BTC.

Analistas da Bull Theory destacam que, sem esse ‘forçado buying’, a empresa precisará de compradores privados, potencialmente limitando aquisições. Ainda assim, o otimismo prevalece: a decisão abre caminho para mais corporações seguirem o playbook de Saylor, acelerando a adoção mainstream.

Implicações para Investidores bullish

Para o leitor brasileiro interessado em cripto, isso é um sinal forte: alocações em MSTR ou BTC direto podem servir como hedge macro superior a treasuries tradicionais. Com ETFs de Bitcoin em expansão — inclusive da Morgan Stanley —, a tese de Saylor ganha tração. Monitore a consulta mais ampla da MSCI sobre ‘non-operating companies’; por ora, o caminho está pavimentado para ganhos sustentados em 2026.


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Executivo cartoon carregando mochila gigante de Bitcoin por tempestade financeira, simbolizando compra agressiva da Strategy apesar de prejuízos bilionários

Strategy Compra US$ 116 Milhões em BTC Apesar de Prejuízo Bilionário no Q4

A Strategy, maior detentora corporativa de Bitcoin, iniciou 2026 com a compra de 1.287 BTC por US$ 116 milhões, elevando suas reservas para 673.783 unidades. No entanto, a empresa registrou uma perda não realizada de US$ 17,4 bilhões no quarto trimestre de 2025, devido à queda de 23% no preço do BTC. Por que uma companhia pública persiste na estratégia de acumulação apesar dos números alarmantes? Os dados revelam confiança de longo prazo em meio à volatilidade.


Detalhes da Aquisição de Bitcoin

A operação, financiada por venda de ações ordinárias, custou em média US$ 90.391 por BTC, abaixo da cotação atual de cerca de US$ 93.000. Com custo médio histórico de US$ 75.026 por unidade, as holdings totais valem US$ 62,6 bilhões. Michael Saylor, cofundador e chairman, destacou o movimento em post no X, sinalizando continuidade na tese de Bitcoin como reserva de valor superior ao caixa tradicional.

Em 2025, a Strategy adquiriu 226.102 BTC, mas suas ações caíram 49-58% no período, refletindo preocupações com a exposição concentrada. O mNAV (multiple of Net Asset Value) está em 1,01-1,03, métrica proprietária que mede BTC por ação ajustado por dívida e caixa.

Prejuízo Bilionário no Q4 2025

O prejuízo não realizado de US$ 17,4 bilhões decorre da desvalorização do BTC de US$ 120.000 para US$ 88.000 no trimestre, queda de mais de 23%. Apesar disso, a empresa reportou benefício fiscal diferido de US$ 5 bilhões, mitigando impactos tributários futuros. Analistas questionam a sustentabilidade do modelo, com ações da MSTR subindo 4% pré-mercado para US$ 157-163, mas acumulando perdas anuais expressivas.

Dados do Cointelegraph mostram que empresas públicas detêm 1,09 milhão de BTC (5,21% do suprimento total), lideradas pela Strategy. Concorrentes como Metaplanet (Japão) seguem o playbook, mas volatilidade persiste como risco chave.

Reforço na Reserva de Caixa

Paralelamente, a Strategy elevou sua reserva em dólares para US$ 2,25 bilhões, adicionando US$ 62 milhões via emissões de ações. Essa ‘USD Reserve’, criada em dezembro com US$ 1,44 bilhão inicial, pré-financia dividendos de ações preferenciais perpétuas por 32,5 meses, reduzindo dependência de vendas de BTC em quedas.

A estratégia equilibra acumulação de BTC com liquidez, evitando diluição excessiva de BTC por ação quando mNAV <1. Em 2025, emissões de ações comuns geraram US$ 312 milhões na semana, sem uso de preferenciais desde dezembro.

Implicações para Investidores e Mercado

A contradição — compra agressiva versus perdas colossais — destaca o trade-off corporativo: confiança no BTC como hedge inflacionário contra risco de caixa fiduciário. Segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 507.977 (+0,49% 24h) reforça apelo para brasileiros. Investidores devem monitorar mNAV, política monetária do Fed (reunião em 28/01) e adoção institucional, com ETFs absorvendo US$ 21,3 bilhões em 2025.

Os números sugerem resiliência, mas volatilidade Q4 alerta para diversificação. Empresas como Strategy testam limites da tesouraria em criptoativos.


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