Titereiro cartoon manipulador com cordas cortadas por justiça, libertando Bitcoin ascendente com +10%, fim de pressão no mercado

Fim da Manipulação? Bitcoin Dispara Após Processo Contra Jane Street

O processo judicial contra a Jane Street por insider trading durante o colapso do Terra em 2022 expõe os bastidores sujos da manipulação institucional no mercado cripto. Acusada de usar informações privilegiadas para retirar 85 milhões de UST minutos antes do pânico, a gigante de trading quantitativo vê o Bitcoin reagir com uma alta de 10%, coincidindo com o fim do famoso ‘dump das 10h‘ (horário de Nova York). Mas será essa valorização orgânica ou mera ausência do manipulador? A história mostra que euforias assim precedem correções dolorosas.


Acusações de Insider Trading no Colapso Terra

A ação da Jane Street veio do administrador de falência da Terraform Labs, em corte federal de Nova York. Em maio de 2022, a firma teria recebido tips internos via ex-intern Bryce Pratt, permitindo uma retirada rápida de 85 milhões de UST do pool Curve, logo após a Terraform sacar 150 milhões sem aviso. Isso acelerou o desancoramento do UST, colapso do ecossistema Terra e perdas bilionárias para investidores.

Jane Street negou veementemente, chamando a ação de ‘tentativa de extorsão’. Mas o timing é suspeito: a firma já enfrenta acusações na Índia por manipulação e escrutínio chinês em ETFs. No cripto, detém posições em mineradoras como Bitfarms e Cipher Mining, além de ser provedora de liquidez para Coinbase. O mercado ignora esses laços, mas ciclos passados — como 2018 e 2022 — mostram que instituições assim amplificam quedas.

Fim do ‘Dump das 10h’ e Alta do Bitcoin

Desde o processo em 24 de fevereiro, o padrão de quedas diárias às 10h ET no Bitcoin evaporou. O BTC saltou 10%, adicionando US$ 120 bilhões à capitalização, com o mercado cripto total subindo US$ 200 bilhões. Analista da Bloomberg nota alívio, mas questiona sustentabilidade.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 350.228,72 (+4,01% em 24h), alinhado à cotação global de cerca de US$ 68.300 (dólar a R$ 5,13). ETFs de BTC sofrem com AP como Jane Street, que usam derivativos para hedge sem comprar spot imediato, criando desvios. Cuidado: remover um player não elimina o risco sistêmico; a exuberância atual ecoa topos de ciclo anteriores.

Contexto: Força do USDC e Riscos Estruturais

Enquanto isso, os resultados da Circle no Q4 2025 brilham: receita de US$ 7,7 bilhões (+77%), USDC com US$ 753 bilhões em circulação (+72%) e transações de US$ 11,9 trilhões (+247%), impulsionando ações +35%. Mas prejuízo anual de US$ 70 milhões por custos de IPO mascara dependência de juros altos em treasuries.

Com Fed possivelmente cortando rates, Circle estima perda de US$ 700-800 milhões anuais por 1% de queda — quase um quarto de receita. Transição para pagamentos via Arc é promissora, mas USDT ainda domina. O mercado celebra stablecoins, ignorando que liquidez fiat-cripto é frágil em bears.

Implicações: Euforia ou Ilusão Temporária?

A alta do BTC pós-processo revela fragilidade: sem o ‘dump das 10h’, preços sobem, mas isso prova manipulação recorrente, não força fundamental. História — dot-com, 2008, cripto 2022 — ensina que ausências de vendedores geram bolhas. Jane Street expõe como quants moldam microestrutura via ETFs e DeFi.

Investidores devem monitorar: retorno de padrões manipuladores, juros globais e dominância USDT/USDC. Sobreviver ao ciclo exige ceticismo, não FOMO. O quadro macro, com dólar forte, sugere cautela ante essa ‘vitória’ aparente.


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