Ampulheta de vidro com fluido cyan escoando revelando formas douradas de Bitcoin no fundo, evocando sinal raro de liquidez USDT como em 2022

Sinal Raro do USDT: Déjà Vu do Fundo de 2022 no Bitcoin

Os dados da CryptoQuant indicam que a variação do market cap do USDT em 60 dias caiu abaixo de -US$ 3 bilhões, nível registrado apenas uma vez antes, no fundo do mercado de baixa de 2022, quando o Bitcoin negociava próximo a US$ 16 mil. Essa métrica, destacada pelo analista Moreno, reflete estresse extremo de liquidez. Atualmente, com o BTC em torno de US$ 64.600 (-4,5% em 24h) e R$ 334.419 no mercado brasileiro, o sinal reacende debates sobre exaustão de vendas.


Detalhes do Indicador de Liquidez USDT

A métrica de variação de market cap em 60 dias mede a expansão ou contração sustentada da oferta de USDT, stablecoin dominante no ecossistema cripto. Quando negativa em magnitudes bilionárias, sinaliza retiradas contínuas de capital das exchanges, frequentemente associadas a desalavancagem forçada e redução de apetite por risco. Em 2022, esse patamar coincidiu com o fundo semanal do Bitcoin em meio a colapsos como o FTX.

Hoje, após ATH acima de US$ 100 mil em 2025, o BTC corrige para US$ 64-70 mil. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 334.419 (-4,61% em 24h, volume de 430 BTC). Os dados mostram que esse encolhimento não é oscilação pontual, mas tendência de 60 dias, sugerindo saída estrutural de liquidez.

Resgates Massivos e Saídas Institucionais

Complementando o sinal, registraram-se três resgates líquidos de USDT acima de US$ 1 bilhão em dias isolados recentes. Esses eventos ocorrem tipicamente em fases de volatilidade elevada ou bottoms locais, indicando movimentos de grandes players — possivelmente instituições — realocando para ativos fiduciários ou reduzindo exposição. Historicamente, tais fluxos precedem exaustão de pressão vendedora, não inícios de quedas prolongadas.

No contexto atual, com tensões macro como tarifas comerciais, o BTC testou suportes em US$ 65 mil. A análise reforça que resgates desse calibre marcam transição de pânico para estabilização, conforme padrões de 2022.

Stablecoins como ‘Pólvora Seca’ do Mercado

Stablecoins como o USDT funcionam como ‘pólvora seca’: expansão de oferta sinaliza influxo de capital fresco para ativos de risco; contração reflete cautela ou resgates forçados. Para o Bitcoin, sensível à liquidez, esse encolhimento bilionário em 60 dias implica ambiente de baixa liquidez nativa, pressionando preços de curto prazo.

Os dados sugerem assimetria: se os fluxos estabilizarem ou reverterem, o risco-retorno inclina para alta de médio prazo, similar a ciclos passados pós-desalavancagem. Persistência da contração, porém, pode estender a correção.

Níveis Chave e Perspectivas Macro

Enquanto o sinal USDT aponta possível fundo local, projeções cíclicas indicam fundo macro em outubro/novembro 2026 (230-240 dias à frente), alinhado a padrões históricos. Níveis a monitorar no BTC: suporte imediato em US$ 63-65 mil; resistência em US$ 70 mil. Indicadores de volume e RSI confirmam oversold, mas confirmação requer estabilização USDT.

Investidores devem observar fluxos semanais de stablecoins e volume spot para validação. Os números apontam oportunidade em estresses extremos, condicionada à exaustão confirmada.


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Onda de liquidez dourada colossal com 150B emergindo impactando monolito Bitcoin, sinalizando influxo de US$150 bi antes da alta

Onda de Liquidez: US$ 150 Bi no Bitcoin até Março

Você está pronto para o maior cheque da história do mercado cripto? O Wells Fargo prevê um influxo de US$ 150 bilhões em reembolsos de impostos até o fim de março, impulsionando Bitcoin e ativos de risco. Devido a políticas fiscais favoráveis e erros no pré-pagamento de impostos, mais de 60% dos reembolsos serão liberados, reacendendo o viés de alta. A correção atual, com BTC lutando nos US$ 68 mil, pode ser a última oportunidade de posicionamento antes da onda de liquidez em abril.


Previsão do Wells Fargo: US$ 150 Bi em Movimento

O banco americano destaca que o ‘Beautiful Big Bill’ de verão passado beneficiou declarantes de 2025, enquanto o IRS não atualizou tabelas de retenção na fonte. Isso resulta em reembolsos maiores que o usual para trabalhadores assalariados. Segundo analistas como Ohsung Kwon, esses fundos extras — especialmente de consumidores de alta renda — voltarão ao mercado, fomentando um ‘YOLO mindset’ especulativo.

Os US$ 150 bilhões representam uma injeção significativa de liquidez doméstica. Historicamente, eventos fiscais como esse catalisam altas expressivas em ativos voláteis. O mercado cripto, sensível a fluxos de capital, deve capturar parte dessa onda, similar a estímulos passados que elevaram o Bitcoin em ciclos anteriores.

Correção Atual: Oportunidade Estratégica

Enquanto isso, o Bitcoin oscila ao redor de US$ 68 mil, testando suportes após rejeições em US$ 72 mil. A dominância está em 56,2%, mas altcoins como Pi Network já mostram força com alta de 40% semanal. Essa consolidação reflete redução de liquidez doméstica nas últimas semanas — queda de US$ 105 bilhões —, mas o relatório do Wells Fargo sinaliza reversão iminente.

Fundamentos se fortalecem: fluxos de ETF continuam positivos, tesourarias corporativas acumulam e o halving de 2024 ainda impulsiona escassez. A volatilidade de curto prazo constrói bases para tendências de longo prazo.

Impacto no Bitcoin e Próximos Passos

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 356.746 nesta quarta-feira (18/02), com variação de +0,03% em 24h e volume de 193 BTC. Essa estabilidade relativa contrasta com o potencial explosivo da liquidez fiscal.

Investidores devem monitorar o calendário do IRS: mais de 60% dos reembolsos saem até março. A adoção institucional e ciclos históricos sugerem que o mercado está se preparando para uma fase de expansão. Correções como essa são comuns antes de impulsos macro.

O Que Isso Significa para Você

Essa narrativa reforça a tese de adoção global: Bitcoin como proxy de liquidez. Enquanto o ruído diário domina, tendências estruturais prevalecem. Posicione-se com visão de longo prazo, atento a catalisadores fiscais que podem transformar a correção em trampolim para novas máximas em abril.


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Reservatório translúcido de liquidez ciana acumulando influxos enquanto fluxos dourado e prismático saem, simbolizando stablecoins na Binance vs saídas de BTC e ETH

Stablecoins Refugiam na Binance com BTC e ETH em Saída

Os dados de fluxo spot das últimas 24 horas revelam um influxo líquido de US$ 101 milhões em USD1, enquanto Bitcoin registra saída de US$ 126 milhões e Ethereum de US$ 31 milhões. Paralelamente, a concentração de liquidez de stablecoins na Binance atinge US$ 47,5 bilhões, sinalizando rebalanceamento institucional em meio à correção de mercado. Saída de BTC não indica pânico, mas migração para ativos estáveis à espera de níveis de suporte.


Fluxos Spot das Últimas 24 Horas

Os indicadores de fluxo de caixa spot, conforme dados recentes, mostram dinâmica defensiva no mercado. USD1, provável proxy para stablecoins como USDT, acumulou US$ 101 milhões em entradas líquidas. Em contraste, Bitcoin viu saídas de US$ 126 milhões e Ethereum de US$ 31 milhões. Outros ativos como ORCA (– US$ 22,57 milhões) e XRP (– US$ 22 milhões) também enfrentam pressões de venda.

Esses movimentos refletem rotação de capital típica em fases corretivas. Investidores reduzem exposição a ativos voláteis, estacionando liquidez em stablecoins. No momento da análise, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 356.872,85 (+0,14% em 24h), enquanto Ethereum negociava a R$ 10.573,55 (+2,30%).

Concentração de Reservas na Binance

A Binance domina com 65% das reservas totais de USDT e USDC em exchanges centralizadas, totalizando US$ 47,5 bilhões. Desses, US$ 42,3 bilhões são em USDT (alta de 36% YoY) e US$ 5,2 bilhões em USDC (estável). OKX segue com US$ 9,5 bilhões (13%), Coinbase com US$ 5,9 bilhões (8%) e Bybit com US$ 4 bilhões (6%).

Essa concentração reforça o papel da Binance como hub de liquidez. Crescimento anual de 31% nas reservas indica confiança institucional, mesmo em bear market. Redes Ethereum e TRON suportam a maioria desses saldos.

Contexto de Mercado e Reservas de Stablecoins

As reservas de stablecoins atingiram o pico em US$ 11,4 bilhões nos 30 dias anteriores a 5/nov/2025, com queda para US$ 8,4 bilhões até 23/dez/2025. Nos últimos 30 dias, saída moderada de US$ 2 bilhões sugere estabilização. Capitalização total do mercado testa US$ 2,3 trilhões, suporte estrutural após pico de US$ 4 trilhões.

Quebra abaixo de médias móveis curtas indica consolidação. Volume de venda elevado, mas em moderação, aponta fim de pânico. Tendência de alta preserva-se acima do suporte de longo prazo.

Níveis a Observar e Implicações

Monitore reservas de stablecoins na Binance por sinais de acumulação. Estabilização em US$ 2,3T no market cap pode preceder consolidação prolongada. Fluxos spot dinâmicos sugerem rotação tática: saídas de BTC/ETH financiam entradas em stables, posicionando para compra em fundos.

Dados indicam investidores institucionais em compasso de espera, aguardando confirmação técnica. Níveis de suporte no BTC (próximo a médias de longo prazo) e ETH serão decisivos para direção futura.


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Prisma Ethereum hexagonal com vazamentos vermelhos ancorados por raízes baleia, simbolizando saídas de ETFs e retirada de ETH de exchanges

Ethereum Sob Pressão: Saídas de ETFs nos EUA Somam US$ 242 Milhões em 48h

Os ETFs de Ethereum nos EUA registraram saídas líquidas de US$ 113,1 milhões na quarta-feira (12/02/2026), marcando o segundo dia consecutivo de fluxos negativos, totalizando cerca de US$ 242 milhões em 48 horas, segundo dados da Farside Investors. Em contraste, os dados agregados indicam 330 mil ETH retirados de exchanges de varejo, sugerindo acumulação por carteiras privadas em meio à pressão institucional. Essa dicotomia impacta diretamente a liquidez disponível do Ether no mercado.


Fluxos Detalhados dos ETFs

Os dados da Farside Investors revelam que, em 11 de fevereiro, os ETFs spot de Ethereum tiveram outflow de US$ 129,1 milhões, com Grayscale ETHE liderando as saídas em US$ 11,5 milhões e Fidelity FETH em US$ 67,1 milhões. No dia seguinte, 12 de fevereiro, o total foi de US$ 113,1 milhões, distribuídos entre BlackRock ETHA (US$ 29 milhões), Fidelity (US$ 43,5 milhões) e Grayscale (US$ 13,4 milhões e US$ 18,1 milhões em ETH).

Desde o lançamento, os inflows acumulados somam US$ 11,667 milhões, mas a sequência recente de saídas sinaliza redução no apetite institucional. Grayscale continua com outflows persistentes devido à sua taxa elevada de 2,5%, enquanto emissores como Bitwise e 21Shares mostram variações menores.

Contraste com Retiradas de Exchanges

Enquanto os ETFs enfrentam saídas, o mercado spot registra retiradas recordes de exchanges centralizadas, com cerca de 330 mil ETH movidos para carteiras privadas nas últimas 48 horas, conforme dados agregados. Isso equivale a aproximadamente US$ 647 milhões ao preço atual de US$ 1.959 por ETH (cotação de 13/02 às 06:28).

No Brasil, o Ether está cotado a R$ 10.218,76, com variação diária de -0,30%. Essa movimentação sugere que investidores de varejo e baleias estão acumulando ETH off-exchange, reduzindo a oferta líquida em plataformas de trading e potencialmente contrabalançando a pressão vendedora institucional.

Implicações para a Liquidez do Ether

Os dados mostram uma dinâmica bifurcada: instituições reduzem exposição via ETFs, possivelmente realocando para outros ativos ou ajustando portfólios em meio à volatilidade. Paralelamente, a acumulação em carteiras frias indica confiança no valor de longo prazo do Ethereum, especialmente com o ecossistema de staking e atualizações de rede pendentes nos ETFs.

A liquidez circulante diminui com as retiradas de CEX, o que pode amplificar movimentos de preço em cenários de baixa liquidez. Indicadores on-chain confirmam redução no saldo de exchanges, com volume 24h em queda. Traders devem monitorar níveis de suporte em US$ 1.926 (mínima diária) e resistência em US$ 1.963 (máxima).

Níveis Técnicos a Observar

Em termos técnicos, o ETH/USD opera abaixo da média móvel de 50 dias (~US$ 2.100), com RSI em zona neutra (52). Volumes de outflow dos ETFs coincidem com consolidação lateral, mas o contraste com acumulação privada sugere possível estabilização. Investidores institucionais representam ~40% dos fluxos totais, per Farside, reforçando o peso dessas movimentações.

Os próximos dias serão cruciais para definir se as saídas de ETFs prevalecem ou se a acumulação varejista impulsiona recuperação. Dados diários da Farside e métricas on-chain devem ser acompanhados de perto.


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Rede de fluxos de liquidez congelada com rachaduras vermelhas, sinalizando riscos de contágio no ecossistema de crédito cripto

BlockFills Congela Saques: Sinal Amarelo de Contágio

O fantasma da crise de liquidez voltou a assombrar o mercado? A BlockFills, credora focada em instituições, suspendeu depósitos e saques de clientes em meio à queda acentuada do Bitcoin para cerca de US$ 66 mil, uma desvalorização de 28% no último mês. Sem prazo para normalização, o episódio acende um sinal amarelo para o ecossistema de crédito cripto, evocando memórias de colapsos como Celsius e BlockFi.


Detalhes da Suspensão na BlockFills

A BlockFills, sediada em Chicago e respaldada por investidores como Susquehanna Private Equity e o braço de venture capital do CME Group, atende mais de 2.000 clientes institucionais, incluindo mineradoras de Bitcoin e fundos de hedge. A empresa, que facilitou US$ 61 bilhões em volume de negociações em 2025, citou “condições voláteis de mercado” para justificar a pausa temporária. Depósitos enviados durante o período são rejeitados e devolvidos, enquanto negociações spot e derivativos seguem permitidas, mas com limitações — posições que exijam margem extra podem ser liquidadas.

É importante considerar que a firma enfatiza estar em diálogo constante com clientes e investidores, trabalhando para restaurar a liquidez. No entanto, a ausência de um cronograma claro gera incertezas, especialmente em um momento de estresse financeiro no setor.

Riscos de Contágio e Paralelos Históricos

O risco aqui é o potencial de contágio: plataformas de lending e trading institucional como a BlockFills formam a espinha dorsal do ecossistema de crédito cripto. Lembra-se de 2022, durante o “crypto winter”? Empresas como Celsius, BlockFi, Voyager e Genesis congelaram saques em meio a quedas semelhantes, culminando em falências bilionárias. A BlockFills oferece serviços de OTC, liquidez e empréstimos lastreados em cripto, expondo clientes a vulnerabilidades sistêmicas em cenários de baixa prolongada.

Embora não haja indícios de insolvência imediata, atenção para o padrão: freezes iniciais como precaução frequentemente precedem problemas maiores. Investidores institucionais, com obrigações de liquidez, são particularmente sensíveis a esses eventos.

Contexto de Mercado: Queda do Bitcoin e Efeitos em Cadeia

O Bitcoin despencou 28% nos últimos 30 dias, atingindo US$ 66.288 — 47% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080. Ethereum e XRP caíram ainda mais, com 39% e 35%, respectivamente. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 349.722 nesta quinta-feira (12/02), com alta de 0,86% nas últimas 24 horas, mas o sentimento permanece de baixa.

Essa volatilidade agrava pressões em credores, onde empréstimos colateralizados em cripto enfrentam chamadas de margem em massa. O mercado total de cripto reflete o pânico, com medo de um bear market pleno.

O Que Observar e Medidas Protetoras

Para investidores, vale monitorar atualizações da BlockFills sobre restauração de saques, volume de negociações e comunicações com reguladores. Pergunta retórica: e se isso for o primeiro dominó? É prudente revisar exposições em plataformas de lending, priorizar custódia própria e diversificar contrapartes. Não é hora de pânico, mas de cautela realista — proteja seu capital evitando concentrações em credores voláteis.

Atenção para sinais como atrasos prolongados ou liquidações forçadas, que podem indicar estresse maior.


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Barreira cyan digital rachada com fluido vermelho viscoso se espalhando, simbolizando crise de liquidez e risco de contágio em CeFi

Alerta de Liquidez: BlockFills Suspende Saques e Acende Sinal de Contágio

A suspensão temporária de depósitos e saques de clientes pela BlockFills, credor cripto focado em instituições, acende um alerta de risco sistêmico no mercado. A medida, anunciada na semana passada e confirmada em declaração oficial da empresa, cita condições de mercado adversas e busca proteger clientes e a firma. Em um contexto de queda do Bitcoin para abaixo de US$ 65 mil, isso pode sinalizar aperto de liquidez nas camadas superiores do ecossistema.


Detalhes da Suspensão na BlockFills

A BlockFills, sediada em Chicago e com cerca de 2.000 clientes institucionais como miners e hedge funds, oferece execução spot, derivativos, produtos estruturados e empréstimos lastreados em cripto. A plataforma registrou US$ 60 bilhões em volume de trading em 2025 e conta com backing de investidores como Susquehanna e o braço de venture da CME Group.

De acordo com o aviso aos clientes, fundos depositados durante o período de suspensão serão recusados e devolvidos. Trading continua permitido com restrições, como fechamento de posições ou empréstimos que exijam margem adicional. A empresa não detalhou a duração da medida nem causas específicas além da volatilidade, mas um porta-voz afirmou que a gestão trabalha “mão na mão” com investidores para restaurar a liquidez rapidamente.

É importante considerar que esse tipo de restrição não é inédito, mas sempre merece atenção. Plataformas de lending institucional como essa gerenciam volumes significativos, e qualquer sinal de estresse pode impactar a confiança geral.

Contexto de Mercado e Histórico de Crises

O anúncio ocorre após o Bitcoin cair 25% em 2026 e cerca de 45-52% desde o pico de US$ 120 mil em outubro, tocando mínimas de US$ 60 mil no início de fevereiro. Essa desvalorização acentuada pressiona posições alavancadas e colaterais em cripto, especialmente em protocolos de lending.

Historicamente, suspensões semelhantes precederam problemas graves. Lembra-se de FTX, BlockFi, Celsius, Genesis e Voyager? Todas impuseram halts de saques durante downturns de 2022, culminando em reestruturações ou falências. O risco aqui é que, mesmo sem evidências públicas de insolvência na BlockFills, o movimento pode refletir descompassos entre ativos e passivos ou constraints de liquidez mais amplos.

Atenção para o fato de que a BlockFills atende investidores com pelo menos US$ 10 milhões em ativos digitais, o que amplifica o potencial de contágio para o varejo via interconexões no mercado.

Riscos Sistêmicos e Sinais de Alerta para Investidores

Esse caso sinaliza que o aperto de liquidez está alcançando as camadas institucionais, potencialmente gerando um efeito dominó. Se credores como BlockFills enfrentam dificuldades para matching de empréstimos ou liquidação de colaterais, outros players podem seguir o mesmo caminho, reduzindo a oferta de crédito e pressionando preços de ativos.

O que observar? Primeiramente, atualizações sobre a restauração de saques — demoras prolongadas aumentam o risco percebido. Monitore também volumes de trading na plataforma e comunicados de clientes afetados. Para investidores em lending, é crucial verificar a saúde de liquidez das contrapartes: provas de reservas, auditorias recentes e exposição a ativos voláteis.

Em resumo, embora não haja pânico imediato, esse é um lembrete clássico: em mercados de cripto, o risco de contágio via lending é real. Proteja seu capital diversificando e evitando alavancagem excessiva, especialmente agora.


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Âncora USDT contraindo em oceano digital turbulento com silhueta Bitcoin afetada, simbolizando redução na capitalização e liquidez

Cap. da USDT Encolhe Após 2 Anos

Os dados da CryptoQuant indicam que a média móvel de 60 dias da variação da capitalização de mercado da USDT ficou negativa em fevereiro de 2026, pela primeira vez em dois anos. A capitalização recuou de US$ 187 bilhões para US$ 184,3 bilhões desde janeiro, com queimas recordes de 3,5 bilhões de USDT em 10 de fevereiro. Essa contração levanta preocupações sobre a liquidez disponível para sustentar uma próxima alta do Bitcoin.


Crescimento Negativo da Capitalização da USDT

A média móvel de 60 dias da variação da capitalização da maior stablecoin do mercado cruzou o limiar negativo, um evento raro ocorrido pela última vez no terceiro trimestre de 2023. Dados da CryptoQuant mostram correlação direta entre o crescimento da USDT e a entrada de liquidez no ecossistema cripto.

Desde o início de janeiro, a capitalização da Tether registrou queda, passando de mais de US$ 187 bilhões para US$ 184,3 bilhões, conforme CoinGecko. Esse movimento reflete queimas significativas: 3,5 bilhões de USDT em 10 de fevereiro e 3 bilhões no mês anterior, as maiores consecutivas já registradas. Essas ações ocorrem quando investidores resgatam a stablecoin por fiat, reduzindo o suprimento circulante para manter a paridade 1:1.

Implicações para a Liquidez do Mercado

Historicamente, expansões na capitalização da USDT sinalizam influxo de capital fresco, fortalecendo suportes em quedas e permitindo rallies sustentados. Quando o crescimento se torna negativo, como agora, o oposto ocorre: o poder de compra diminui, os suportes enfraquecem e as altas são rapidamente vendidas.

Analistas como Crypto Tice destacam que movimentos de alta prolongados no Bitcoin raramente ocorrem durante retrações no suprimento de stablecoins. A liquidez sai do mercado, em vez de aguardar oportunidades, fragilizando o ecossistema. No médio prazo, isso representa um sinal de alerta para traders monitorarem volumes e influxos.

Contexto Histórico dos Períodos de Contração

Dados históricos da CryptoQuant revelam que fases com média móvel negativa duram em média dois meses. Exemplos incluem novembro de 2022 a janeiro de 2023 e agosto a outubro de 2023, períodos de lateralização ou quedas acentuadas no Bitcoin, formando fundos locais antes de recuperações.

Atualmente, o cenário sugere possível estagnação em baixas ou correção adicional nos próximos 60 dias. Investidores devem observar se a tendência persiste, pois recuperações só se materializam após estabilização do suprimento de stablecoins.

Níveis Técnicos e Cotação Atual do Bitcoin

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 352.375,76, com variação de -1,25% nas últimas 24 horas e volume de 397,61 BTC. Níveis críticos incluem suporte em US$ 63 mil; rompimento pode levar a US$ 43 mil.

Os dados sugerem cautela no médio prazo. Traders devem priorizar métricas on-chain como suprimento de stablecoins e volume de transações para avaliar a força do próximo movimento direcional.


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Ilhas isométricas de liquidez cyan e dourada flutuando sobre oceano turbulento vermelho, simbolizando USDT paralelo alto em exchanges voláteis

Ilhas de Liquidez: USDT Paralelo Dispara nas Exchanges

Em tempos de crise no mercado cripto, o preço exibido na tela pode divergir significativamente do valor efetivo de venda. Os dados mostram o surgimento de ilhas de liquidez, bolsões isolados de atividade comercial que geram volatilidade assimétrica. No paralelo da Binance, o USDT atingiu R$ 7,10, um prêmio de cerca de 35% sobre o dólar spot em R$ 5,27, impulsionado por demanda excessiva para saídas rápidas conforme reportado em flash de mercado. Isso expõe fragilidades estruturais para investidores retail.


O Conceito de Ilhas de Liquidez

Os dados revelam que, durante selloffs, a liquidez não se distribui uniformemente pelo ecossistema cripto. Em vez de um mercado unificado, formam-se ilhas de liquidez: concentrações de volume em certas exchanges ou ativos, enquanto outras áreas enfrentam escassez de compradores. Segundo análise técnica, isso amplifica movimentos de preço, com quedas mais acentuadas em pockets de baixa participação.

No atual ciclo, Bitcoin registra queda de 12,65% em 24 horas, cotado a R$ 335.294,89 segundo o Cointrader Monitor. Ethereum e altcoins seguem, mas fluxos mostram inflows em Solana e XRP, destacando rotação seletiva de capital. Funding rates variam: negativos em alguns venues com viés de baixa, positivos em outros devido à liquidez fina.

Fragmentação é agravada por estrutura de mercado: ETPs rastreiam pools independentes, reforçando isolamento. Níveis de suporte para BTC testados em US$ 63.000 (~R$ 335.000), com resistência em US$ 66.000.

Descolamento do USDT e Demanda Paralela

O prêmio no USDT paralelo reflete pânico localizado. Na Binance, preço de compra subiu para R$ 7,10 e venda R$ 7,01, contra USD/CNY oficial em 6,94 (equivalente aproximado a R$ 5,27 no spot BRL). Isso indica demanda excessiva por stablecoins em exchanges específicas, onde vendedores buscam converter cripto rapidamente para fiat ou stable.

Em ilhas isoladas, spreads ampliam: ativos com baixa liquidez caem mais rápido, dificultando exits. Dados de volume 24h mostram BTC com 1.176 BTC negociados no Brasil, mas distribuição desigual entre plataformas como Binance (534 BTC) e MercadoBitcoin (202 BTC). Reguladores como SEC reconhecem pools separados, sem pipeline central para equalizar fluxos.

Níveis a observar: se prêmio USDT persistir acima de 30%, sinaliza estresse prolongado; convergência para spot sugere alívio.

Riscos e Sinais para Investidores

Para retail, ilhas de liquidez elevam riscos: spreads maiores resultam em preços de execução piores durante volatilidade. Assets menores sofrem mais, com recuperações lentas. Estratégia metódica: priorize ativos com alto volume, diversifique exchanges para evitar aprisionamento.

Monitorar: volume consolidado vs. fragmentado, funding rates divergentes e inflows em ETPs específicos. Paciência é chave; position sizing reduz exposição desnecessária. Até redistribuição de liquidez, volatilidade assimétrica domina, com BTC testando suportes críticos em R$ 330.000.


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Analista cartoon com megafone alertando sobre punho macro esmagando Bitcoin, simbolizando crise de liquidez nos EUA por Raoul Pal

Raoul Pal: Crise de Liquidez nos EUA Esmaga Bitcoin

O analista macro Raoul Pal atribui a recente queda do Bitcoin e das ações de tecnologia a uma crise de liquidez nos Estados Unidos, não a falhas específicas do criptomercado. Segundo ele, o shutdown governamental repetido drenou fundos do sistema financeiro, criando um ‘air pocket‘ que esmaga ativos de risco. A história mostra que, em ciclos passados como 2018 e 2022, pressões macro assim precedem correções prolongadas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 409.402, com variação de -1,86% em 24h.


A Mecânica da Crise de Liquidez

A tese de Pal é clara: a liquidez total dos EUA substituiu a liquidez global como driver dominante. O Tesouro americano reabasteceu sua Conta Geral sem contrapartida monetária do Fed, coincidindo com o fim do escoamento do reverse repo em 2024. Isso criou um dreno líquido, agravado pelos dois shutdowns governamentais recentes. No último, o Tesouro evitou gastar reservas e acumulou saldo, restringindo ainda mais os fluxos para ativos especulativos.

O ouro, como ativo de refúgio, absorveu parte do capital marginal, deixando Bitcoin e ações SaaS — medido pelo UBS SaaS Index — com padrões de preço idênticos. A história econômica, das crises asiáticas aos dot-com, ensina que drenagens fiscais assim amplificam quedas em mercados de alta imaturos. Pal alerta: o mercado ignora esses sinais macro por focar em narrativas cripto.

Impacto no Bitcoin e Correlação com Tecnologia

Bitcoin e tech stocks caem em sincronia, desafiando a ideia de decoupling. Com o dólar a cerca de R$ 5,26, a pressão se reflete em outflows massivos de ETFs: US$ 2,8 bilhões nas últimas duas semanas, reduzindo AUM em 31% desde outubro. BTC testou US$ 76.000, longe do custo médio dos ETFs. Pal descarta falhas setoriais: é pura escassez de liquidez afetando todos os ativos de risco.

Manufatura fraca nos EUA reforça o quadro. Em 2022, similar aperto levou a uma correção de 70% no Bitcoin. Investidores devem questionar se a euforia recente ignora esses paralelos históricos.

Possível Resolução e Riscos Macro

Pal vê otimismo pontual: o shutdown atual pode resolver esta semana, removendo o último obstáculo de liquidez. Ele rebate temores sobre Kevin Warsh como chair do Fed, prevendo cortes de taxa alinhados à produtividade de IA, ecoando os anos 1990. Mudanças em alavancagem bancária e estímulos fiscais pré-eleições midterm poderiam restaurar fluxos.

Cuidado: Pal admite ter subestimado a dominância da liquidez EUA. Se o dreno persistir, 2026 pode começar com mais sangria, como em mercados em baixa passados. O mercado está ignorando o dólar fraco e gridlock político.

O Que Monitorar Agora

Vale acompanhar resolução do shutdown, dados de manufatura e fluxos para ouro. Indicadores como mNAV de empresas Bitcoin e outflows de ETFs sinalizam se a pressão macro persiste. A lição histórica é simples: sobreviver ao bear protege o capital para o próximo ciclo. Não é hora de euforia — é de cautela informada.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Monolito dourado Bitcoin descendo em vácuo negro de liquidez rumo à plataforma de suporte 73K, ilustrando teste crítico de preço e liquidações

Bitcoin Enfrenta Vácuo de Liquidez: Suporte em US$ 73 mil em Teste

O Bitcoin registrou queda abaixo dos US$ 80 mil após liquidações de US$ 1,3 bilhão em 12 horas, expondo um vácuo de liquidez entre US$ 73 mil e US$ 80 mil. Métricas on-chain da CryptoQuant confirmam baixa densidade de ordens de compra, UTXOs e custo médio de investidores de ETFs nessa faixa. Contraponto positivo: detentores de longo prazo (LTH) acumularam 186 mil BTC recentemente. Apostas em opções no Deribit equiparam puts de US$ 75 mil a calls de US$ 100 mil, refletindo cautela do mercado em 1º de fevereiro de 2026.


Vácuo de Liquidez Confirmado por Três Métricas

Os dados mostram um espaço vazio de liquidez no order book spot da Binance entre US$ 73.000 e US$ 80.000, formado entre outubro e novembro de 2025. Apesar da alta para US$ 100 mil no fim de 2025, essa zona permaneceu intocada, atuando como ímã em cenários de volatilidade elevada.

O histograma de preços de UTXOs reforça a tese: transações nessa faixa foram mínimas, indicando ausência de base de custo consolidada. Ademais, o custo médio de investidores de spot ETFs está em torno de US$ 79.000. Esses elementos sugerem que o preço pode gravitar para US$ 73.000, nível não revisitado desde abril de 2025, equivalendo a uma desvalorização de cerca de 40% do pico recente.

Análises baseadas em CryptoQuant QuickTake destacam que tais vácuos frequentemente atraem preço em correções, embora a reação dependa de volume e sentimento.

Detentores de Longo Prazo Aceleram Acúmulo

Em meio à dinâmica de baixa, os LTH acumularam aproximadamente 186.000 BTC em média mensal, conforme métrica LTH Supply Change (Coinbase fix). Essa transição reduz a oferta de short-term holders, sinal histórico de convicção em fases de acumulação ou fim de correções.

No entanto, a demanda spot permanece fraca, com risco de capitulação adicional. O padrão ecoa abril de 2025, durante retração similar. Dados da CryptoQuant indicam que LTH absorvem supply, potencialmente limitando downside, mas sem recuperação de demanda, o suporte pode ser testado.

Traders monitoram se esse acúmulo sustenta níveis chave ou se pressão vendedora prevalece.

Queda Abaixo de US$ 80 Mil Amplifica Riscos

A perda do suporte em US$ 80.000, custo médio dos ETFs e True Market Mean, eleva preocupações, conforme análise de Burak Kesmeci. Retestes prévios em outubro de 2025 reforçaram o nível, mas rompimento abre caminho para US$ 72.000, US$ 68.000 e US$ 62.000, clusters de volume profile.

Para reversão, rebound para US$ 90.000, SMA111 em US$ 95.000 e US$ 100.000. No Deribit, open interest de puts US$ 75.000 atinge US$ 1,159 bilhão, paridade com calls US$ 100.000, invertendo otimismo pós-eleição Trump.

Put activity supera calls em strikes inferiores, sinalizando hedge contra declínio adicional.

Níveis a Observar e Cotação em Reais

Os dados apontam US$ 73.000-80.000 como zona crítica, com LTH oferecendo contrapeso. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 405.094 às 18:53 de 1º de fevereiro, com variação de -1,9% em 24h e volume de 344 BTC.

Investidores atentam a fechamentos semanais abaixo de US$ 80.000 para confirmar bearish, ou rebound acima de US$ 90.000 para bullish. Métricas de liquidez, on-chain e opções fornecem base factual para decisões autônomas.


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Pilares geométricos de stablecoins translúcidos vazando fluxo vermelho para vórtice negro, representando sangria de US$ 7 bilhões em liquidez cripto

Sangria de Liquidez: Stablecoins Perdem US$ 7 Bilhões em Uma Semana

A capitalização de mercado de stablecoins ERC-20 despencou US$ 7 bilhões em apenas uma semana, passando de US$ 162 bilhões para US$ 155 bilhões. Esse movimento reflete uma fuga acelerada de liquidez do ecossistema cripto, com investidores convertendo stablecoins em fiat para alocar em metais preciosos e ações. Dados multi-chain confirmam a tendência ampla, sinalizando cautela no mercado de altcoins e risco de maior volatilidade à frente. Analistas comparam ao ciclo de 2021, que precedeu uma fase prolongada de baixa.


Contração da Oferta de Stablecoins

A redução na oferta de stablecoins ERC-20 indica uma demanda enfraquecida por liquidez on-chain. Emissores queimam tokens excedentes, removendo capital circulante das exchanges. Essa dinâmica, observada desde 26 de janeiro, afeta não só o Ethereum, mas redes como Tron, limitando a capacidade de trading especulativo.

Os dados revelam uma conversão acelerada para fiat, com analistas como Darkfost destacando a gravidade: primeira queda acentuada no ciclo atual. Sem influxos frescos, pares de trading enfrentam spreads maiores e volatilidade ampliada, pressionando preços de Bitcoin e altcoins em correção.

Migração para Ativos Tradicionais

Enquanto criptoativos corrigem, metais preciosos como ouro e prata atingem máximas históricas. Ouro negocia próximo a US$ 5.100, com prata em US$ 110, atraindo fluxos como refúgio seguro. Mercados de ações mantêm viés positivo, contrastando com a hesitação em risco cripto.

Essa rotação reflete preferência por retornos estáveis em cenários de aversão ao risco. Investidores reduzem exposição a ativos voláteis, priorizando preservação de capital em TradFi. A tendência amplia a desconexão entre cripto e finanças tradicionais.

Impacto nas Altcoins e Pressões Regulatórias

A sangria de liquidez agrava a pressão sobre altcoins, que dependem de stablecoins para volume e especulação. Com menos capital disponível, quedas se intensificam, ecoando o mercado baixista pós-2021 após colapso da Terra-Luna. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 462.099, com variação de -0,73% em 24h.

Regulamentações crescentes elevam custos de conformidade para emissores, inibindo expansão. Menor confiança limita atividade on-chain, perpetuando o ciclo de baixa liquidez.

Market Share do USDT e Sinais de Retorno

O USDT mantém dominância em torno de 60% no mercado de stablecoins, apesar da queda geral. Dados recentes mostram o suprimento do USDT no Ethereum em US$ 148 bilhões e no Tron em US$ 74,5 bilhões, com Tether liderando. Sinal de retorno: monitorar estabilização acima de US$ 155 bilhões e influxos em exchanges como Binance.


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Barragem cristalina de stablecoins rachando com jorro de liquidez cyan vazando para abismo, ilustrando perda de US$ 3,3 bi após pico de US$ 310 bi

Liquidez em Fuga: Stablecoins Perdem US$ 3,3 Bi Após Pico Histórico

O mercado de stablecoins registrou seu primeiro recuo significativo de 2026, perdendo US$ 3,3 bilhões em valor de mercado em apenas uma semana. Após atingir um pico histórico de US$ 310 bilhões em 17 de janeiro, o total agora está em torno de US$ 307 bilhões. Esse movimento reflete uma pausa na entrada de liquidez, impactando diretamente a profundidade dos livros de ordens nas exchanges e sinalizando cautela no ecossistema cripto.


Detalhes do Recuo no Mercado de Stablecoins

O setor de stablecoins, liderado por Tether (USDT) com cerca de US$ 186,59 bilhões em capitalização, viu uma redução de US$ 3,3 bilhões entre 17 e 24 de janeiro. USDC e outras emissões também registraram saídas, conforme dados on-chain. Esse é o primeiro sinal de retração após meses de crescimento acelerado, impulsionado por adoção em DeFi e arbitragem.

Para o trader brasileiro, isso significa volumes menores em pares como BTC/BRL e ETH/USDT nas exchanges locais. Plataformas como Binance e Mercado Bitcoin dependem dessa liquidez para spreads apertados e execuções rápidas. Com menos stablecoins circulando, ordens grandes podem enfrentar slippage maior, elevando custos operacionais.

Impacto Direto na Liquidez das Exchanges

A queda de US$ 3,3 bilhões reduz a profundidade do mercado, especialmente em stablecoins atreladas ao dólar. No Brasil, onde o real oscila, traders usam USDT e USDC como ponte para hedge contra inflação. Menos capital disponível pressiona os livros de ordens, aumentando a volatilidade em trades spot e futuros.

Exchanges globais como Binance reportam volumes 24h em declínio correlato. Para o usuário prático, isso implica pausas em estratégias de arbitragem entre exchanges brasileiras e internacionais, como converter BRL para USDT via Pix e depois para BTC. Monitore o TVL em DeFi, que também reflete essa tendência.

O Que Isso Diz Sobre o Futuro Imediato do Mercado

Essa ‘saída de emergência’ atua como indicador de temperatura: o mercado cripto esfria após euforia pós-eleições nos EUA e ETF approvals. Com Bitcoin acima de US$ 89 mil, stablecoins recuam por realização de lucros ou realocação para ativos de risco. Para brasileiros, avalie o câmbio USD/BRL, que influencia o custo de entrada via stablecoins.

No curto prazo, espere consolidação. Volumes em stablecoins caíram, mas rede ainda cresce em transações. Traders devem priorizar exchanges com alta liquidez local e diversificar para USDC ou BRLT para mitigar riscos. Fique atento a inflows semanais via DefiLlama.

Como Agir na Prática Agora

  1. Verifique saldos em USDT/USDC nas suas carteiras principais.
  2. Monitore depth charts em exchanges como Binance para spreads.
  3. Considere stablecoins locais como USDT-BRL para reduzir exposição cambial.
  4. Use ferramentas como Cointrader Monitor para BTC/BRL atualizado.

Esse recuo não é pânico, mas ajuste. Mantenha posições equilibradas e evite overleverage em cenários de baixa liquidez.


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Punho bold vermelho esmagando esfera cristalina dourada de Bitcoin com rachaduras, representando crise de liquidez japonesa global

Japão Pressiona Bitcoin: Crise de Liquidez Global Ameaça Alta

O perigo vem do Oriente: uma crise nos títulos japoneses está drenando a liquidez global, pressionando o Bitcoin para baixo. Na terça-feira, o BTC caiu 3,3% para US$ 89.300, enquanto o Nikkei despencou 2,5% e o S&P 500 recuou mais de 2%. O fim da estratégia de carry trade japonesa, que por anos financiou ativos de risco como criptomoedas com juros ultrabaixos no iene, ameaça travar o crescimento do Bitcoin. Esse risco macro supera qualquer otimismo político.


Crise nos Títulos Japoneses Desmonta Carry Trade

Os rendimentos dos títulos do governo japonês atingiram máximas de vários anos, tornando investimentos locais mais atrativos que o carry trade. Investidores que tomavam ienes baratos para apostar em ativos de alto risco, como Bitcoin, agora enfrentam custos maiores. Essa dinâmica reverte anos de fluxo barato de capital do Japão para mercados globais.

O mercado de títulos nipônicos registrou uma oscilação de seis desvios padrão em dois dias, um movimento raríssimo que assusta participantes. "A onda de vendas transformou-se em choque generalizado", alertou Tim Sun, da Hashkey. O Banco do Japão (BOJ) pode intervir com compras de títulos, mas isso priorizaria a dívida sobre a moeda, sem resolver a contração de liquidez.

Redução da Liquidez M2 Global Prejudica Criptos

A liquidez M2 global cresce apenas 11,4% ao ano, abaixo dos 14% vistos em ciclos de alta forte do Bitcoin. Essa expansão mais lenta, combinada ao fim do carry trade, cria um ambiente de ranges apertados para o BTC, que oscila sem direção clara. Analistas notam realocação gradual para yields seguros, não um choque abrupto, mas suficiente para frear a euforia cripto.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 480.351 às 18h57 desta quarta, com variação de -0,26% em 24h. O ativo reflete a dependência de condições macro favoráveis, vulnerável a ventos contrários do Oriente.

Bitcoin Preso em Faixa: Sinal de Fraqueza

O BTC está preso em faixa estreita, sem momentum para romper resistências. Diferente de narrativas de alta baseadas em tweets ou adoções, o risco real vem da restrição de liquidez. Ouro subiu para recorde de US$ 4.866, mostrando fuga para ativos seguros enquanto criptos sofrem.

Quinn Thompson, da Lekker Capital, resume: o BOJ enfrenta dilema entre apertar política e colapso cambial. Nenhuma opção beneficia ações ou criptos americanas. O Bitcoin, apesar da narrativa anti-inflacionária, não escapa da dependência de liquidez farta.

Implicações e Alerta para Investidores

Essa pressão japonesa sinaliza fim da festa fácil. Redução da M2 e yields altos sugerem volatilidade prolongada, com BTC testando suportes abaixo de US$ 88.000. Investidores devem monitorar intervenções do BOJ e dados de liquidez global. O risco macro, ignorado em bolhas especulativas, pode derrubar pretensas altas históricas. Vale cautela: o Bitcoin não é imune ao Japão.


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Fluxo de liquidez dourada do Fed nutrindo estrutura cristalina de RWAs com 21B e Bitcoin emergente no topo, sinalizando nova alta

Fed Injeta US$ 8,3 Bi: Liquidez Nova e RWAs em US$ 21 Bi

Cadê a crise? Enquanto tensões geopolíticas geram pessimismo, o Federal Reserve injeta US$ 8,3 bilhões em liquidez nesta terça-feira (20/01/2026), com liquidações amanhã. Ao mesmo tempo, o setor de ativos tokenizados (RWAs) bate US$ 21,35 bilhões, recorde histórico impulsionado por Treasuries americanos. Esse influxo de capital sugere rotação para ativos de risco como Bitcoin.


Injeção de Liquidez do Fed em Detalhes

A operação do New York Fed foca em títulos do Tesouro com vencimentos entre fevereiro e maio, totalizando US$ 8,306 bilhões nesta rodada. Esse movimento faz parte de injeções mensais que já somam US$ 55,4 bilhões, garantindo reservas amplas nos bancos sem reabrir debates sobre QE. É uma manutenção cara, mas essencial para evitar estresse de funding.

Esse dinheiro fresco reduz custos de empréstimo e estimula apetite por risco. Fundos conservadores começam a realocar quando o caixa abunda. Historicamente, liquidez do Fed força capital para ativos como Bitcoin, especialmente após o ouro bater ATH em US$ 4.717 por onça.

Ouro em Alta e Bitcoin se Posicionando

O ouro renovou máxima histórica em meio a compras de bancos centrais (previsão de 755 toneladas em 2026 pelo J.P. Morgan), tarifas e geopolítica. Mas Bitcoin, testando suporte em US$ 95 mil, mostra resiliência com dominância em 60% e TVL em DeFi crescendo.

Dados on-chain indicam pressão acumulada: liquidações baixas e dólar enfraquecido criam condições para rompimento. ETFs facilitam entrada institucional, acelerando ciclos passados. Com liquidez chegando, BTC deve capturar a segunda onda após o ouro.

Recorde dos Ativos Tokenizados em 2026

Os RWAs saltaram de US$ 20,33 bilhões para US$ 21,35 bilhões em semanas, com dívida pública dos EUA liderando em US$ 9,05 bilhões. Ethereum domina infraestrutura com US$ 12,8 bilhões em TVL, seguido por BNB Chain, Solana e Stellar acima de US$ 1 bilhão cada.

Commodities como ouro (XAUT da Tether e PAXG da Paxos) brilham, e holders cresceram 9% para 636.898. BlackRock’s BUIDL exemplifica convergência TradFi-blockchain. 2026 promete escala massiva na tokenização.

O Que Esperar para Cripto Agora

Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin negocia a R$ 520.000 com variação positiva. Essa liquidez do Fed, aliada ao boom de RWAs, contraria narrativas de baixa. Monitore dominância BTC e TVL DeFi para sinais de rotação. O viés de alta ganha força com capital novo no sistema.

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Pilar cristalino do dólar erodindo por ondas de liquidez verde-cyan, com núcleo dourado do Bitcoin emergindo em setup bullish macro

Dólar Fraco e Fed: Setup Bullish para Bitcoin

Fed imprime: hora de BTC? O Dollar Index (DXY) enfraqueceu nas últimas seis semanas, criando um tailwind de liquidez para Bitcoin e ativos de risco. Ao mesmo tempo, o Federal Reserve inicia a expansão de seu balanço patrimonial com compras de Treasuries pela primeira vez desde 2022. Essa combinação liquidity-positive pode impulsionar o BTC rumo a novas máximas em 2026, beneficiando traders macro atentos aos sinais do Fed.


Fraqueza do Dólar Injeta Liquidez Global

O Dollar Index mostra uma correlação inversa clara com o desempenho do Bitcoin e do S&P 500. Quando o DXY se fortalece, como ocorreu até o final de 2025, ele drena liquidez dos mercados globais, encarecendo ativos em dólar para investidores internacionais e apertando condições financeiras. Agora, com o DXY em queda contínua, o cenário inverte: mais liquidez flui para risk assets, favorecendo criptomoedas.

Analistas como o Milk Road Macro destacam que essa dinâmica é “liquidity-positive”, especialmente após meses de pressão contrária. O enfraquecimento do dólar reduz o estresse financeiro e posiciona o mercado para uma recuperação sustentada. Para o BTC, isso significa potencial para romper resistências recentes, com traders monitorando o rate of change do DXY como indicador leading.

Expansão do Balanço do Fed Acelera o Rally

O Federal Reserve iniciou compras de Treasury bills, revertendo a contração de seu balanço vista em 2025. O Net Fed Liquidity, que rastreia todas as operações liquidity-altering do banco central, agora sobe moderadamente e deve continuar assim ao longo de 2026. Essas Reserve Management Purchases, embora diferentes do QE tradicional, injetam capital fresco nos mercados financeiros.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 488.174 nesta manhã, com variação de -0,1% em 24h. Em um ambiente de liquidez crescente, espera-se que o BTC capitalize essa tendência, atraindo inflows de investidores institucionais sensíveis a políticas monetárias expansionistas.

Expectativas de Cortes de Taxa: Catalisador Extra

O mercado precifica dois a três cortes de taxa do Fed em 2026, o que pode intensificar a fraqueza do dólar. Enquanto isso, bancos centrais internacionais desaceleram o easing ou até revertem com hikes, criando uma divergência de políticas que pressiona o DXY para baixo. Essa gap torna ativos em dólar menos atrativos, direcionando capital para BTC e equities.

Gráficos históricos de DXY vs BTC revelam padrões claros: quedas prolongadas no índice precedem rallies em cripto. Traders macro devem posicionar longs em BTC com stops abaixo de suportes chave, aproveitando esse setup bullish clássico.

Setup Bull para Traders: O Que Monitorar

Essa confluência de fatores — DXY fraco, Fed expansivo e cortes iminentes — configura um ambiente ideal para Bitcoin romper US$ 100 mil. Posicionamento atual sugere mais downside no dólar, sustentando o momentum de risk assets. Fique de olho no Net Liquidity do Fed e no rate of change do DXY para confirmações. O ano de 2026 pode ser o breakout definitivo para o BTC como reserva de valor macro.


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Rede digital com segmentos vermelhos desvanecendo em escuridão, simbolizando delisting de 23 pares spot na Binance por baixa liquidez

Binance Remove 23 Pares Spot em 9 de Janeiro por Baixa Liquidez

A Binance anunciou a remoção de 23 pares de spot trading com baixa liquidez a partir de 9 de janeiro de 2026, às 3h UTC. A medida visa melhorar a qualidade do mercado, mas exige ação imediata de traders: bots automáticos serão desativados e posições precisam ser ajustadas para evitar traps de liquidez. Os tokens continuam disponíveis em outros pares.


Lista Completa dos Pares Delistados

A exchange realiza revisões periódicas para eliminar pares com volume insuficiente e baixa liquidez, priorizando eficiência para usuários. Confira a lista exata dos pares afetados, programados para cessar trading em 9 de janeiro de 2026 às 3h UTC:

  • 1000SATS/FDUSD
  • 2Z/BNB
  • AEVO/BTC
  • BARD/FDUSD
  • BIO/BNB
  • DOLO/FDUSD
  • EDEN/BNB
  • EDEN/FDUSD
  • EGLD/BNB
  • ETHFI/FDUSD
  • GLMR/BTC
  • HOT/ETH
  • HUMA/FDUSD
  • IOTA/ETH
  • KAITO/BTC
  • MIRA/FDUSD
  • MORPHO/BNB
  • MORPHO/FDUSD
  • NEIRO/FDUSD
  • RONIN/FDUSD
  • SOMI/BNB
  • SSV/ETH
  • TURTLE/BNB

Essa lista foi divulgada após análise de métricas como volume de negociação e liquidez, comuns em manutenções da plataforma. Traders com exposição nesses pares devem migrar para alternativas como USDT ou BTC.

Impactos Práticos para Traders Diários

Para o trader brasileiro que usa a Binance como exchange principal, o delisting significa menor risco de slippage em trades futuros, mas exige verificação imediata de portfólios. Bots de spot grid ou DCA configurados nesses pares serão automaticamente desativados, podendo interromper estratégias rentáveis. Além disso, ordens pendentes serão canceladas, o que pode gerar oportunidades perdidas em pumps de baixa liquidez.

Os ativos subjacentes, como 1000SATS, AEVO e outros, permanecem listados e negociáveis via pares mais líquidos, como /USDT ou /BNB. Isso otimiza o ecossistema, reduzindo illiquid traps onde spreads amplos engolem lucros pequenos. No contexto atual, com BNB em torno de US$ 889 e mercado volátil, manter posições diversificadas é essencial.

Passos para Ajustar Seu Portfólio Agora

1. Acesse sua conta Binance e revise bots spot: desative ou recoloque em pares alternativos antes das 3h UTC de 9/01.

2. Feche ou migre posições abertas nesses pares para evitar cancelamentos automáticos.

3. Monitore volumes em CoinMarketCap ou na própria Binance para identificar pares substitutos com alta liquidez.

4. Considere diversificar para pares estáveis como BTC/USDT ou ETH/USDT, ideais para day trading brasileiro com horários alinhados ao mercado global.

Esses passos práticos evitam perdas desnecessárias e mantêm sua estratégia alinhada à limpeza de mercado da exchange dominante.

O Que Esperar Após o Delisting

Após 9 de janeiro, depósitos nesses pares ainda serão aceitos por um período de cancelamento, mas saques e trading cessam. A Binance reforça seu compromisso com qualidade, similar a delistings anteriores que melhoraram a experiência geral. Para traders, isso significa foco em ativos com liquidez comprovada, reduzindo riscos em altcoins menores. Vale monitorar anúncios futuros para novas listagens que compensem.


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Trader cartoon podando galhos fracos de árvore digital com tesoura, representando delisting de 23 pares spot na Binance por baixa liquidez

Binance Remove 23 Pares Spot em 9 de Janeiro: Lista Completa

A Binance anunciou a remoção de 23 pares de spot trading com baixa liquidez a partir de 9 de janeiro de 2026, às 03:00 UTC (00:00 BRT). A decisão visa manter a qualidade do mercado, mas os tokens subjacentes seguem negociáveis por outros pares. Traders automáticos precisam ajustar bots para evitar perdas inesperadas no prazo exíguo.


Pares Spot que Serão Delistados

A exchange realiza revisões periódicas para eliminar pares com baixo volume de negociação e liquidez insuficiente, fatores que comprometem a eficiência do mercado. A lista completa dos pares afetados, confirmada no anúncio oficial, inclui:

1000SATS/FDUSD, 2Z/BNB, AEVO/BTC, BARD/FDUSD, BIO/BNB, DOLO/FDUSD, EDEN/BNB, EDEN/FDUSD, EGLD/BNB, ETHFI/FDUSD, GLMR/BTC, HOT/ETH, HUMA/FDUSD, IOTA/ETH, KAITO/BTC, MIRA/FDUSD, MORPHO/BNB, MORPHO/FDUSD, NEIRO/FDUSD, RONIN/FDUSD, SOMI/BNB, SSV/ETH e TURTLE/BNB.

Esses pares representam uma pequena fração do vasto catálogo da Binance, mas traders ativos neles devem agir rápido. A delistagem ocorre em menos de 24 horas a partir de agora, considerando a data de 8 de janeiro.

Ações Práticas para Traders

Se você opera nesses pares, priorize fechar posições abertas ou migrar para alternativas disponíveis, como pares com USDT ou BNB. A Binance desativará automaticamente spot trading bots configurados nesses pares, o que pode interromper estratégias automatizadas e gerar slippage em ordens pendentes.

Passos recomendados: 1) Verifique seu portfólio na seção Spot; 2) Cancele ordens abertas e bots; 3) Transfira saldos para pares líquidos; 4) Monitore anúncios da exchange para atualizações. Evite traps de liquidez mantendo foco em pares com alto volume, como BTC/USDT ou ETH/USDT, que dominam o ecossistema da Binance.

Motivações da Limpeza de Liquidez

Essa é uma prática rotineira da Binance, líder global em volume de trading, para proteger usuários de riscos como spreads amplos e manipulações em mercados illíquidos. Pares com pouca atividade atraem whales oportunistas, prejudicando traders de varejo. Ao remover esses pares, a plataforma otimiza a experiência, reduz custos operacionais e eleva padrões de qualidade.

No contexto atual, com o mercado cripto em consolidação — Bitcoin acima de R$ 500 mil conforme médias locais —, manter liquidez alta é crucial para suportar influxos institucionais e volatilidade.

Impacto no Seu Portfólio Diário

Para o trader brasileiro, isso reforça a importância de diversificar em pares estáveis na Binance, a exchange dominante com suporte fiat via P2P. Ajustar o portfólio agora evita surpresas e otimiza retornos em um ambiente de baixa liquidez nos pares menores. Monitore volumes via ferramentas internas e foque em ativos com TVL elevado para trades eficientes e de baixo risco.

Essas limpezas sinalizam maturidade do mercado, beneficiando usuários que priorizam eficiência sobre experimentação em nichos obscuros.


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