Barreira cristalina com '3.1K' gravado sob pressão de fluxo energético cyan ETH, rompendo em fragmentos vermelhos de liquidações de shorts

Ethereum a US$ 3.100: Gatilho para US$ 728 milhões em Liquidações de Posições Vendidas

O nível de US$ 3.100 representa um barril de pólvora para o mercado de derivativos do Ethereum. Segundo dados do Coinglass, uma alta até esse patamar em exchanges centralizadas mainstream pode gerar US$ 728 milhões em liquidações de posições vendidas. Inversamente, uma queda a US$ 2.800 liquidaria US$ 704 milhões em posições compradas. Com ETH cotado a US$ 2.955 (R$ 15.661), análises técnicas sugerem potencial rompimento da resistência em US$ 3.084, mirando US$ 3.350 em fevereiro.


Níveis de Liquidação e Intensidade de Mercado

A intensidade de liquidação calculada pelo Coinglass não reflete o valor exato dos contratos, mas a relevância relativa de clusters de posições alavancadas próximos a certos preços. Pilares mais altos indicam maior densidade de ordens de stop-loss e liquidações forçadas, capazes de gerar ondas de liquidez que amplificam movimentos de preço.

No caso do Ethereum, o cluster em US$ 3.100 destaca-se como o principal gatilho altista para fevereiro. Uma quebra acima desse nível forçaria fechamentos de posições vendidas, convertendo vendas em compras e potencializando um short squeeze. Dados recentes mostram variações dinâmicas nesses níveis, refletindo ajustes de traders em resposta a volatilidade e eventos macro.

Essa métrica é crucial para derivativos, onde alavancagem elevada transforma pontos técnicos em catalisadores de volatilidade. O oposto ocorre em US$ 2.800, com risco simétrico para posições compradas.

Análise Técnica Atual do ETH

A análise técnica recente posiciona o ETH em zona neutra com viés de recuperação. Cotado em torno de US$ 2.962, o RSI em 40,16 sugere condições próximas de sobrevenda, histórico precursor de rebotes. O MACD mostra momentum de baixa exaurindo-se, com histograma plano em -0,0000.

Bollinger Bands colocam o preço próximo à banda inferior (US$ 2.873), enquanto a superior está em US$ 3.433, indicando potencial reversão à média. O Average True Range de US$ 126,46 reflete volatilidade elevada, favorecendo trades direcionais com gerenciamento de risco.

Resistência imediata em US$ 3.084; rompimento confirmaria alvo de US$ 3.150-3.200 na semana e US$ 3.350 no mês, alinhado à média móvel de 20 dias em US$ 3.153.

Cenários e Estratégias de Posicionamento

Em cenário altista, traders monitoram volume acima de US$ 900 milhões diários e RSI sobre 50 para confirmação. Suporte crítico em US$ 2.896 e US$ 2.831; quebra abaixo abre risco até US$ 2.700.

Para entrada, posições conservadoras via dollar-cost averaging entre US$ 2.900-2.950. Agresivos aguardam rompimento de US$ 3.025 com stop abaixo de US$ 2.950. Limite de exposição: 2-3% do portfólio, dado ATR elevado.

Esses dados fornecem inteligência para navegar derivativos, mas volatilidade macro e correlação com Bitcoin demandam cautela. Níveis de liquidação atuam como imãs de preço, guiando fluxos institucionais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Estrutura hexagonal DeFi com brecha vermelha reparada por fluxo dourado, simbolizando reembolso rápido após bug em liquidações

Paradex Reembolsa US$ 650 Mil Após Bug em Liquidações Indevidas

A plataforma de derivativos onchain Paradex reembolsou US$ 650 mil a cerca de 200 usuários após um bug técnico durante uma manutenção planejada causar liquidações indevidas em múltiplos mercados. O incidente, ocorrido na segunda-feira, envolveu uma race condition que corrompeu dados de funding escritos onchain. Diferente de um exploit de segurança, tratou-se de falha operacional interna, resolvida com rollback da chain e reembolso integral, demonstrando maturidade do protocolo.


O Que é uma Race Condition?

Uma race condition, ou condição de corrida, ocorre quando múltiplos processos ou threads acessam um recurso compartilhado simultaneamente, sem coordenação adequada, resultando em dados inconsistentes. No caso da Paradex, durante um upgrade de banco de dados de 30 minutos, isso levou à corrupção de dados de mercado, triggerando liquidações automáticas em posições alavancadas de usuários.

Esse tipo de erro é comum em sistemas distribuídos como blockchains, onde transações ocorrem em paralelo. A Paradex enfatizou que não houve invasão ou breach de segurança, mas sim uma falha de sincronização interna durante a manutenção. Para o trader iniciante, imagine duas caixas registradoras processando a mesma venda ao mesmo tempo: o saldo final pode sair errado se não houver trava de acesso.

A plataforma desabilitou o acesso temporariamente, cancelou ordens abertas (exceto take-profit e stop-loss) e reverteu a chain para um snapshot pré-manutenção, restaurando a integridade da rede.

Medidas Corretivas e Prevenção

Após o primeiro rollback da Paradex Chain, a equipe implementou atualizações robustas: procedimentos de restart de serviços revisados, validações adicionais de dados, processo de scale-up otimizado para manutenções com downtime total e proteções de bandas de preço em períodos de trading post-only.

Essas mudanças visam evitar recorrências, priorizando a estabilidade. O reembolso total aos afetados reforça a confiança, mostrando que protocolos onchain podem gerenciar falhas operacionais com transparência. Usuários mantiveram controle de seus fundos, sem necessidade de custódia centralizada, um diferencial da Paradex em relação a exchanges tradicionais.

A ação rápida evitou perdas maiores, com o downtime controlado e comunicações claras via X (antigo Twitter).

Contexto de Falhas Operacionais no Mercado

Incidentes como esse destacam vulnerabilidades operacionais, não só em DeFi. Em outubro, a dYdX pausou trading por oito horas devido a erros de ordenação de código e delays em oráculos, propondo compensação de até US$ 462 mil via fundo de seguro.

Tradicionalmente, a Chicago Mercantile Exchange (CME) interrompeu negociações por 10 horas em novembro por falha em data center. Já a Cloudflare sofreu degradação de serviço, impactando acessos a Coinbase, BitMEX e outros. Esses casos ilustram que falhas de infraestrutura afetam tanto plataformas centralizadas quanto descentralizadas.

Para protocolos como Paradex, que permitem posições perpétuas alavancadas com autocustódia, mitigar riscos operacionais é crucial para adoção em massa.

Lições para Traders em DeFi

A resposta da Paradex sinaliza maturidade: em vez de negar ou parcializar reembolsos, optou por integralidade e melhorias proativas. Isso diferencia bugs operacionais de exploits, onde fundos são roubados por atacantes externos.

Traders devem monitorar anúncios de manutenção, diversificar plataformas e usar stop-loss. Plataformas onchain como essa avançam na resiliência, mas eventos reforçam a necessidade de DYOR (faça sua própria pesquisa) e gerenciamento de risco.

O mercado reage com otimismo à transparência, potencializando confiança em derivativos descentralizados.


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Onda vermelha de SHIB colidindo com rede DeFi cyan rachada, silhueta de baleia ao fundo, alertando despejo e liquidações em Hyperliquid

Alerta de Baleias: SHIB Cai Após Despejo de Bilhões e DeFi em Pânico

Uma baleia de Shiba Inu (SHIB) transferiu bilhões de tokens para a exchange Robinhood, pressionando a cotação para o menor nível em semanas, em US$ 0,000007683. O movimento, que representou 97% de suas reservas, coincide com liquidações de US$ 600 milhões no mercado cripto, incluindo US$ 214 milhões na plataforma DeFi Hyperliquid. Esses sinais de despejo por grandes detentores e insiders geram insegurança, alertando traders sobre possíveis quedas adicionais em um contexto de volatilidade do Bitcoin.


Despejo da Baleia de SHIB Desencadeia Queda

A baleia de SHIB identificada pelo endereço 0x2d00B0eF90eF8C08d5e4Ff9c74b98123D679f7bB enviou 210,365 bilhões de tokens para a Robinhood, equivalentes a US$ 1,63 milhão. Dados da Arkham revelam que isso esgotou quase todo seu estoque, restando apenas 5,86 bilhões de SHIB. Adicionalmente, foram transferidos 1,52 bilhão para a mesma exchange e 7 bilhões para o provedor de liquidez B2C2, sugerindo uma venda OTC iminente.

O preço do SHIB despencou mais de 7% na semana, com o pior dia coincidindo às transferências. Apesar de uma recuperação parcial para US$ 0,000007978, os fluxos líquidos para exchanges permanecem mistos: negativos hoje (7 bilhões de entrada), mas positivos ontem (1,6 bilhão de saída). Isso indica falta de acúmulo claro, com traders de derivativos ainda otimistas, mas volume em alta de 20% e open interest crescendo 3%.

Liquidações Massivas no Hyperliquid e Riscos em DeFi

A plataforma DeFi Hyperliquid sofreu o impacto mais severo, com US$ 214 milhões em liquidações, incluindo uma posição ETH-USD de US$ 40,22 milhões. Esse episódio reforça o sentimento de insegurança gerado por despejos de insiders, como as recentes vendas da equipe da Hyperliquid reportadas em pautas anteriores. Em um mercado de derivativos aquecido, com open interest de Bitcoin acima de US$ 81 bilhões, pequenas oscilações viram whipsaws violentos.

Binance registrou US$ 113 milhões (maioria comprados) e Bybit US$ 90 milhões. Cerca de 142 mil traders foram varridos, tanto comprados quanto vendidos. Para investidores de varejo, isso é um lembrete clássico de insider selling: quando grandes players ou equipes despejam posições, o varejo paga o preço das liquidações forçadas.

Volatilidade do Bitcoin Agrava o Cenário

O Bitcoin oscilou entre US$ 88 mil e US$ 90 mil durante o discurso de Trump em Davos, onde defendeu uma estrutura de mercado imediata para cripto. Tensões comerciais EUA-Europa (tarifas Trump sobre Groenlândia, depois canceladas) e estresse em bonds macroeconômicos impulsionaram o movimento. Resultado: US$ 600 milhões em liquidações totais, metade longs e metade shorts.

Esses eventos destacam a fragilidade de posições alavancadas. Enquanto holders de spot em carteiras frias permanecem seguros, o varejo deve monitorar fluxos de baleias e netflows de exchanges para antecipar dumps. O SHIB, apesar de +15% YTD, está longe do ATH de US$ 0,00008845, e pressões semelhantes podem persistir.

Como Identificar Sinais de Despejo e Proteger-se

Traders atentos devem vigiar transferências massivas para exchanges (como o caso SHIB-Robinhood), fluxos líquidos negativos e spikes em liquidações DeFi (Hyperliquid). Sinais de insider selling, como vendas por equipes de projetos, precedem quedas. Evite alavancagem excessiva; prefira posições spot e diversificação. Monitore ferramentas como Arkham e CryptoQuant para on-chain real-time. Vale observar: o mercado reage rápido a esses alertas, mas paciência protege o capital em tempos voláteis.


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Vórtice vermelho brutal girando ao redor de pilar Bitcoin com 90K rachado, explodindo fragmentos que simbolizam US$ 1 bilhão em liquidações por whipsaw

Bitcoin em Whipsaw: US$ 90 mil Liquida US$ 1 Bilhão em Operações

O pico do Bitcoin acima de US$ 90 mil após anúncio de Trump sobre tarifas gerou um whipsaw clássico, com o preço caindo para US$ 88 mil e liquidando mais de US$ 1 bilhão em posições alavancadas. Comprados perderam US$ 672 milhões e vendidos US$ 335 milhões nas últimas 24 horas, segundo dados de mercado. A volatilidade extrema ocorreu durante o discurso de Trump em Davos, destacando o moedor de traders em meio a promessas pró-cripto.


Movimento de Preço e Liquidações Massivas

O Bitcoin experimentou uma oscilação violenta entre US$ 88 mil e US$ 90 mil, disparando liquidações split que afetaram tanto comprados quanto vendidos. Dados da Coinglass indicam US$ 600 milhões a US$ 1 bilhão evaporados, com 142 mil traders impactados. Uma posição de ETH-USD de US$ 40 milhões foi liquidada na Hyperliquid, enquanto Binance e Bybit registraram US$ 113 milhões e US$ 90 milhões, respectivamente.

Esse padrão de whipsaw reflete open interest elevado em futuros, acima de US$ 81 bilhões para BTC, amplificando movimentos menores em swings violentos. A alta inicial veio de alívio em tensões comerciais, mas falhou em sustentar o rompimento, expondo posições alavancadas a ambos os lados.

Contexto de Davos e Pressão Geopolítica

Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, Trump anunciou recuo em tarifas contra Europa após reunião com o Secretário-Geral da OTAN, impulsionando o rali inicial do Bitcoin. Ele também defendeu aprovação imediata de estrutura de mercado cripto. No entanto, o otimismo evaporou rapidamente, com BTC recuando abaixo de US$ 89 mil.

Analistas apontam viés de baixa até setembro, aguardando cortes de taxa do Fed pós-transição de liderança. Kaledora Fontana, da Ostium, destaca que mudanças políticas demoram a impactar ativos de risco. Apesar disso, ações como Strategy (MSTR) superam ETFs como BlackRock IBIT em 5% YTD, sinalizando apetite modesto por “Bitcoin amplificado”.

Implicações para o Mercado Brasileiro

No Brasil, o Bitcoin negocia a R$ 472.145 segundo o Cointrader Monitor, com variação de -1,42% em 24h e volume de 190 BTC. Traders locais enfrentam os mesmos riscos de alavancagem, mas holders de spot permanecem protegidos.

Os dados sugerem cautela: volatilidade persiste com macro incerto, incluindo Fed e geopolítica. É provável que o suporte em US$ 88 mil seja testado novamente, enquanto resistência em US$ 90 mil resiste. Monitorar open interest e liquidez de exchanges é essencial para posicionamentos.


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Vórtice caótico vermelho engolindo posições compradas e vendidas em Bitcoin, simbolizando liquidações simultâneas por volatilidade extrema

Bitcoin Liquida Posições Compradas e Vendidas em Rara Volatilidade Extrema

O Bitcoin gerou uma liquidação simultânea rara de posições compradas e vendidas, com mais de US$ 625 milhões evaporando em 24 horas. Cerca de 150 mil traders foram impactados em um whipsaw clássico, onde o preço caiu abaixo de US$ 88 mil — nova mínima de 2026 — antes de rebater para US$ 90 mil. As perdas foram quase equilibradas: US$ 306 milhões em compradas e US$ 319 milhões em vendidas, segundo dados do CoinGlass.


O Fenômeno da Liquidação Simultânea

Esse movimento, conhecido como split liquidation, ocorre quando a volatilidade extrema força o fechamento forçado de posições em ambas as direções. Inicialmente, a queda abaixo de US$ 88 mil ativou stops de compradas, acelerando a baixa e gerando US$ 150 milhões em liquidações em apenas uma hora. O rebote subsequente pegou vendidas desprevenidas, invertendo o fluxo.

Dados agregados mostram 142 mil a 150 mil traders afetados, com o mercado de derivativos de Bitcoin exibindo open interest superior a US$ 81 bilhões. Essa alta alavancagem amplifica movimentos normais em cascatas de liquidações, limpando posições excessivamente alavancadas e criando um "moedor de carne" para especuladores.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negociava a R$ 476.600 (variação +0,03% em 24h), equivalente a cerca de US$ 89.500 com dólar a R$ 5,32.

Plataformas e Posições Impactadas

A maior liquidação individual aconteceu na Hyperliquid, com uma posição ETH-USD de US$ 40,22 milhões fechada à força. A plataforma concentrou US$ 214-220 milhões em perdas, sendo 72% de vendidas pegas no rebote.

Binance registrou US$ 113-120 milhões, majoritariamente em compradas, enquanto Bybit viu US$ 90-95 milhões, também enviesadas para compradas. Ethereum sofreu paralelamente, com Ether caindo para US$ 2.900, Solana a US$ 126 e XRP a US$ 1,88. O market cap total cripto recuou para próximo de US$ 3 trilhões, queda de 2% no dia.

Contexto Macro e Discurso de Trump

O whipsaw coincidiu com incertezas macro: volatilidade em bonds americanos, políticas comerciais dos EUA e o discurso de Donald Trump no Fórum Econômico Mundial em Davos. Apesar de Trump defender a estrutura de mercado para Bitcoin, o preço oscilou violentamente, refletindo narrativas conflitantes.

Mercados tradicionais também fraquejaram, com ouro consolidando após máxima de US$ 4.850 e prata em US$ 95. Essa interseção de fatores criou um ambiente sem tendência clara, onde alavancagem se torna tóxica.

Lições: Evite Alavancagem em Cenários Incertos

Esse episódio reforça os riscos de operar alavancado em mercados sem direção definida. Posições spot, sem empréstimos, não sofrem liquidações automáticas, preservando holders pacientes. Traders devem monitorar open interest, níveis de suporte/resistência e notícias macro antes de apalancar.

Com volatilidade persistente, a estratégia mais segura é reduzir exposição a derivativos até emergir uma tendência clara. O mercado "limpou" excessos, potencialmente pavimentando espaço para recuperação, mas com cautela.


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Fortaleza cyberpunk com brecha vermelha emitindo corrupção e abismo rachado abaixo, simbolizando hack na Saga e mínima do Bitcoin em 2026

Bitcoin renova mínima de 2026 em meio a hack na Saga e instabilidade em Davos

📊 BOLETIM CRIPTO | 22/01/2026 | MANHÃ

O mercado de criptomoedas enfrenta uma manhã de intensa instabilidade, marcada por um viés de baixa moderado que testa a resiliência dos investidores. Enquanto o Bitcoin protagoniza movimentos de whipsaw entre US$ 88.000 e US$ 90.000, impulsionados por declarações de Donald Trump em Davos, o setor de infraestrutura sofre um golpe crítico com o hack de US$ 7 milhões no protocolo Saga. O cenário é agravado por um novo adiamento regulatório no Senado dos EUA, elevando a incerteza institucional. Apesar de avanços pontuais na adoção corporativa pela Strive e do sucesso na estreia do token SKR da Solana Mobile, o peso das liquidações bilionárias e os riscos sistêmicos dominam a narrativa nas últimas horas. Este boletim detalha como essa combinação de fatores macro e falhas internas está redefinindo os suportes de preço para o início de 2026.


🔥 Destaque: Saga suspende rede após exploit de US$ 7 milhões

O ecossistema de redes de Camada 1 (L1) foi abalado nesta manhã pelo anúncio de que o protocolo Saga pausou sua rede compatível com EVM (SagaEVM) no bloco 6.593.800. A medida drástica foi tomada após a detecção de um exploit de segurança que resultou no desvio não autorizado de US$ 7 milhões em USDC. Os fundos foram convertidos rapidamente para Ethereum (ETH) através de pontes (bridges) de liquidez, evidenciando a agilidade dos atacantes em ambientes de múltiplas redes.

De acordo com o comunicado oficial, a investigação está ativa e a equipe colabora com exchanges centralizadas para tentar o bloqueio (blacklisting) dos endereços envolvidos. Embora a equipe tenha garantido que a rede principal (SSC) e os validadores permanecem seguros, o incidente lança luz sobre a fragilidade de redes EVM emergentes. Este hack ocorre em um contexto delicado, onde as perdas globais por falhas de segurança já somam US$ 3,4 bilhões no acumulado recente.

Para o investidor, o evento gera um clima de desconfiança (FUD) imediato sobre a confiabilidade de novas redes L1 que buscam competir com gigantes como Ethereum e Solana. O sucesso na recuperação dos fundos será determinante para a manutenção do TVL (valor total bloqueado) da Saga. Caso a colaboração setorial falhe em congelar os ativos, a pressão vendedora sobre o token SAGA pode se intensificar, afetando protocolos DeFi dependentes de sua infraestrutura.

A partir de agora, é crítico monitorar o status do Saga Explorer e as atualizações de segurança. Ataques à infraestrutura costumam preceder atualizações robustas e programas de recompensas por bugs (*bug bounty*), mas no curto prazo, a tendência é de migração de capital para redes com histórico de segurança mais consolidado.


📈 Panorama do Mercado

O Bitcoin opera em um cenário de volatilidade extrema, reagindo em tempo real ao fluxo de notícias vindas de Davos. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 479.437,97, refletindo a pressão internacional que levou o ativo a registrar uma nova mínima para o ano de 2026, abaixo de US$ 88.000. O sentimento de aversão ao risco é reforçado pela fraqueza nos mercados tradicionais, com o Dólar operando a R$ 5,32 e metais preciosos em consolidação.

A alavancagem excessiva continua sendo o maior inimigo da estabilidade. Com um open interest (contratos em aberto) superior a US$ 81 bilhões, movimentos que seriam correções naturais se transformam em cascatas de liquidações. A correlação negativa com os títulos do Tesouro americano e a incerteza regulatória nos EUA são os principais limitadores para uma recuperação sustentável acima dos US$ 90.000 no momento.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Cascata de Liquidações: O rompimento do suporte de US$ 88.000 ativou US$ 850 milhões em liquidações em 24 horas. O risco de novas quedas forçadas por ordens de venda automática (stop-loss) de posições compradas (longs) permanece alto enquanto o mercado não for totalmente limpo.
  • Incerteza Regulatória: O adiamento do projeto de lei de estrutura de mercado no Senado dos EUA, após a retirada do apoio da Coinbase, cria um vácuo legislativo de semanas que favorece a volatilidade.
  • Exploits em L1s Emergentes: O caso Saga reforça a tese de que redes menores são alvos preferenciais. Novos ataques podem drenar liquidez de ecossistemas de ponte e protocolos DeFi menos maduros.
  • Diluição Acionária: Empresas como a Strive, embora foquem na acumulação de BTC, utilizam emissões que podem diluir acionistas comuns, impactando o valor de mercado de veículos corporativos de exposição a cripto.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação Spot: Enquanto traders alavancados enfrentam perdas totais (wipeouts), o preço à vista em níveis de suporte anual oferece uma janela para acumulação estratégica por investidores de longo prazo.
  • Adoção Mobile na Solana: O token SKR disparou 83% em sua estreia, validando a estratégia de hardware da Solana Mobile e oferecendo recompensas de staking frequentes para o ecossistema Seeker.
  • Arbitragem em L1s Maduros: O clima de incerteza em redes emergentes tende a rotacionar capital para Ethereum e Solana, que apresentam fundamentos de segurança mais testados pelo tempo.

📰 Principais Notícias do Período

1. Protocolo Saga pausa SagaEVM após exploit de US$ 7 milhões
A rede de Camada 1 suspendeu operações no bloco 6.593.800 após retirada não autorizada em USDC. A equipe busca rastrear os fundos convertidos em ETH em parceria com exchanges.

2. Bitcoin atinge nova mínima de 2026 abaixo de US$ 88.000
Após falha em sustentar a valorização para US$ 90 mil, o BTC despencou, liquidando US$ 150 milhões em apenas uma hora e acumulando perdas de 2% no mercado global.

3. Movimentação bilateral liquida US$ 600 milhões em Davos
A volatilidade extrema durante o discurso de Trump gerou perdas equilibradas entre comprados e vendidos (shorts), expondo a fragilidade do mercado de derivativos superaquecido.

4. Senado dos EUA adia votação de projeto cripto indefinidamente
O Comitê Bancário do Senado pausou o trabalho legislativo após a Coinbase retirar apoio por disputas sobre rendimentos de stablecoins e pressão do grupo de pressão bancário.

5. Trump suspende tarifas e impulsiona pico volátil no BTC
O anúncio de suspensão de tarifas contra a Europa levou o BTC a US$ 90 mil temporariamente, eliminando US$ 335 milhões em posições vendidas em um movimento de otimismo repentino.

6. Strive busca US$ 150 milhões para ampliar caixa de Bitcoin
A companhia planeja oferta de ações preferenciais para adquirir mais BTC e quitar dívidas, reforçando a tendência de adoção corporativa mesmo em períodos de queda.

7. Token SKR da Solana Mobile dispara 83% em airdrop
O lançamento do token nativo para o smartphone Seeker atraiu forte volume, atingindo US$ 0,01236 e promovendo incentivos de staking para a nova temporada.


🔍 O Que Monitorar

  • Liquidações do Bitcoin: Acompanhe os dados da Coinglass; valores acima de US$ 200 milhões por hora indicam risco contínuo de capitulação.
  • Recuperação de Fundos da Saga: O sucesso do bloqueio de endereços determinará se o protocolo conseguirá estancar a fuga de capital (outflow) de sua rede.
  • Taxas de Financiamento (Funding Rates): Taxas negativas podem sinalizar que o mercado limpou o excesso de otimismo e está pronto para uma base de preço sólida.
  • Timeline Legislativa: Declarações do Comitê de Agricultura sobre o avanço do projeto cripto, apesar do impasse no Comitê Bancário.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 12 a 24 horas, o viés de baixa moderado deve persistir, com o Bitcoin testando suportes psicológicos importantes. A limpeza de alavancagem verificada nesta manhã é um passo necessário para um mercado mais saudável, mas o clima de incerteza gerado pelo hack na Saga e o revés regulatório no Senado podem atrasar qualquer tentativa de alta sustentável acima dos US$ 92.000. Investidores podem acompanhar a liquidez em exchanges como a Binance, que oferece ampla profundidade de mercado para navegar nestes períodos de alta volatilidade. A resiliência dos detentores de ativos à vista será o termômetro para identificar se estamos diante de uma correção passageira ou de uma mudança de tendência para o trimestre.


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Vórtice vermelho-preto sugando pilares dourados com fragmentos 1B, representando liquidações de US$1 bi afetando traders no mercado cripto

Mercado Cripto Apaga US$ 1 Bi em Liquidações em 24h

O mercado cripto registrou liquidações de US$ 1,08 bilhão em 24 horas, com quase 182 mil traders afetados, principalmente em posições longas. O Bitcoin despencou abaixo de US$ 90 mil, arrastando o market cap total para menos de US$ 3,1 trilhões, uma perda de US$ 250 bilhões em poucos dias. Esse flush de alavancagem expõe a fragilidade do momento, com RSI de altcoins abaixo de 50 sinalizando pressão vendedora persistente.


Escala das Liquidações

As perdas de market cap de US$ 250 bilhões em dias foram amplificadas por liquidações massivas. Dados da CoinGlass indicam 182.729 traders liquidados, com longs representando quase todo o volume: US$ 427 milhões em Bitcoin e US$ 374 milhões em Ethereum. Plataformas como Hyperliquid (US$ 132 milhões), Bybit e Binance sofreram os maiores impactos em derivativos.

A maior posição liquidada, uma BTCUSDT na Bitget de US$ 13,52 milhões, ilustra o efeito cascata: margens insuficientes forçam vendas automáticas, acelerando quedas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 479.053 (variação +0,6% em 24h nas exchanges BR), mas o pânico global prevalece.

Impacto em Ativos Principais

O Bitcoin testou mínimas de US$ 88 mil, recuperando timidamente para US$ 89 mil, mas com dominância em 57,5%. Ethereum caiu abaixo de US$ 3 mil, de US$ 3.300 no fim de semana. Altcoins como XMR (-15%) e HYPE (-8%) lideram as perdas, enquanto a maioria exibe RSI diário abaixo de 50, confirmando viés de baixa.

O ratio liquidações/open interest elevado reforça o estresse: posições alavancadas foram flushadas, limpando excesso de otimismo pós-$98k. Traders de alto perfil, como Machi Big Brother (perdas de US$ 24 milhões), destacam riscos de leverage excessivo.

Contexto Macro e Sinais Técnicos

A volatilidade coincide com tensões geopolíticas, como alertas de Lagarde em Davos sobre tensões EUA-UE, elevando aversão a risco. Trump no WEF pode adicionar incerteza. Gráficos de liquidação (heatmap CoinGlass) revelam clusters em suportes chave, sugerindo mais dor se BTC romper US$ 88k.

RSI <50 em altcoins e dominância BTC estável indicam rotação defensiva. Dados sugerem que esse deleveraging pode estabilizar, mas volatilidade persiste enquanto macro pressiona ativos de risco.

Lições para Traders

Esse episódio reforça: alavancagem amplifica perdas em mercados frágeis. Monitore open interest e heatmaps de liquidação para antecipar cascades. Para brasileiros, com BTC a R$ 479 mil, priorize spot sobre perpetuals. O mercado precisa de capitais frescos para rebote sustentável.


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Cascata vermelha de fragmentos de liquidações caindo sobre monolito Bitcoin rachado, simbolizando US$ 1 bilhão em perdas e queda para 89K

Bitcoin Entra em Queda: Liquidações de US$ 1 bilhão e o Cenário Macroeconômico

A Captulação dos Otimistas e a Queda Repentina

A retração do preço do Bitcoin para US$ 89.000 marcou um momento crítico, com as liquidações atingindo a expressiva cifra de US$ 1 bilhão. Notavelmente, cerca de 92% dessas liquidações foram de posições compradas, indicando que a grande maioria dos traders estava excessivamente otimista em relação a uma valorização contínua. Segundo o CoinDesk, a maior liquidação individual foi uma ordem de BTCUSDT de US$ 13,52 milhões na Bitget, ilustrando a magnitude do impacto. Esse cenário de “sangue nas ruas” frequentemente precede um teste de novos fundos de mercado, onde a capitulação do varejo e de investidores alavancados ajuda a redefinir os níveis de suporte.

Cenário Macroeconômico Agrava a Queda

A derrocada do Bitcoin não pode ser desassociada de um contexto macroeconômico global mais amplo. A repentina cautela nos mercados financeiros, impulsionada por ameaças renovadas de tarifas do Presidente Donald Trump a nações europeias e uma liquidação de títulos do governo japonês, contribuiu para a aversão ao risco. O CryptoPotato destaca que esses elementos empurraram os rendimentos globais para cima e pressionaram ativos de risco, incluindo o Bitcoin. No Brasil, o Bitcoin, segundo o Cointrader Monitor, opera em R$ 479.884,02, com variação de -2,47% nas últimas 24 horas. Essa correlação com eventos geopolíticos ressalta como o mercado cripto, apesar de sua natureza descentralizada, é cada vez mais influenciado por fatores externos.

Implicações e Próximos Passos Para Investidores

A volatilidade do Bitcoin, com uma queda de 10% em apenas sete dias, conforme apontado pela CoinDesk, mostra que o otimismo desenfreado sem fundamentação técnica ou macroeconômica é perigoso. O aumento da volatilidade implícita de 30 dias atingiu seu nível mais alto desde 10 de janeiro, indicando um período de instabilidade acentuada. Para os investidores, este momento exige cautela e uma análise aprofundada dos dados on-chain para identificar potenciais níveis de acumulação por parte de grandes participantes (baleias). A busca por um novo suporte pode revelar oportunidades para quem mantém uma estratégia de longo prazo, mas o curto prazo permanece marcado pela incerteza e pelo risco de novas quedas.


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Sol dourado do Bitcoin engolido por sombras vermelha e roxa, simbolizando sell-off de US$ 200B por tarifas Trump e crise japonesa

Queda do Bitcoin: Tarifas Trump e Crise Japonesa Apagam US$ 200 Bilhões do Mercado

📊 BOLETIM CRIPTO | 21/01/2026 | MANHÃ

Ameaças de tarifas globais enviadas pelo governo Trump e uma instabilidade imprevista no mercado de dívida japonês deflagraram o maior sell-off de 2026 nesta manhã de quarta-feira. O Bitcoin rompeu suportes cruciais, caindo abaixo da marca de US$ 88.000, enquanto a capitalização total do mercado encolheu em expressivos US$ 200 bilhões em poucas horas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 480.146,12, refletindo uma pressão vendedora que já liquidou US$ 1,09 bilhão em posições alavancadas. O viés de baixa forte domina o cenário, impulsionado por um movimento clássico de aversão ao risco (risk-off) que drena liquidez para o ouro, deixando o setor cripto em estado de atenção crítica para as próximas 48 horas.


🔥 Destaque: Sell-off Global Apaga US$ 200 bilhões do Mercado

O mercado de criptoativos registrou sua maior queda acumulada do ano nesta abertura asiática. O Bitcoin liderou as perdas, despencando cerca de 10% no acumulado de sete dias e testando níveis de suporte que não eram visitados desde o final de 2025. O movimento foi desencadeado por uma combinação tóxica de fatores macroeconômicos: as renovadas ameaças do presidente Donald Trump de impor tarifas de 10% a 25% sobre nações europeias e da OTAN — em meio a uma disputa diplomática pela Groenlândia — e a disparada dos yields dos títulos públicos japoneses (JGB), que sinalizam o fim de um suporte histórico de liquidez global.

A magnitude do impacto é visível nos dados de mercado. Enquanto o Bitcoin tentava sustentar a região dos US$ 90.000, a pressão externa forçou uma quebra em cascata. Ouro e commodities tradicionais saltaram como refúgios seguros, enquanto ativos de alto beta, como criptomoedas e ações de tecnologia, sofreram as primeiras e mais profundas correções. Analistas apontam que a desvalorização do par BTC/Gold para mínimas históricas é um sinal claro de pânico máximo, similar aos períodos de fundo observados em 2018 e 2022.

Para o investidor, o momento exige cautela extrema com a alavancagem. O suporte em US$ 3,08 trilhões para a capitalização total do mercado é agora a linha de defesa final para evitar a confirmação de um “inverno cripto” antecipado. A manutenção dessa estrutura dependerá fundamentalmente da estabilização dos mercados de títulos globais e de uma possível atenuação na retórica tarifária de Washington.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento atual é de cautela moderada a forte. O mercado está processando um realinhamento geopolítico onde o Bitcoin, apesar de sua tese de reserva de valor, ainda reage como um ativo de risco sensível à liquidez global. A correlação com o mercado tradicional se intensificou, especialmente com o índice Nasdaq, refletindo o aperto financeiro causado pela alta dos juros internacionais.

No Brasil, a queda é amortecida pela variação cambial, mas o volume de negociação nas principais exchanges, como a Binance, indica que os investidores locais estão reequilibrando carteiras. Setores como DeFi e altcoins de infraestrutura (SOL, ADA) estão sob pressão severa, perdendo até 15% em valor semanal, o que demonstra que a rotação de capital está privilegiando a segurança em detrimento da especulação tecnológica no curto prazo.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Cascata de Liquidações: O mercado já limpou US$ 1,09 bilhão em longs, mas a persistência de alavancagem em níveis de suporte inferiores pode gerar novas espirais de venda forçada se o BTC testar os US$ 85.000.
  • Instabilidade em Bonds Globais: A venda massiva de títulos japoneses eleva os rendimentos globais, encarecendo o custo do capital e reduzindo o apetite institucional por criptoativos.
  • Escalada Tarifária de Trump: Novas declarações em Davos sobre tarifas comerciais podem aprofundar o risk-off, forçando investidores a saírem de ativos voláteis para o dólar e ouro.
  • FUD em Stablecoins: A queima de 3 bilhões de USDT pela Tether, embora considerada um ajuste técnico, pode ser mal interpretada pelo varejo como sinal de fuga de capital em um momento de estresse.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação em Lows: Historicamente, quedas impulsionadas por pânico macro e liquidações de 92% de posições compradas oferecem pontos de entrada para investidores spot com horizonte de longo prazo.
  • Clareza Regulatória nos EUA: A pressão da Casa Branca e o interesse da Binance em retornar aos EUA via CLARITY Act podem criar um ambiente institucional mais seguro após a poeira macro baixar.
  • Rebound Técnico de Altcoins: Ativos como ETH e SOL estão em níveis de oversold (sobrevenda) técnico; uma estabilização do Bitcoin pode gerar recuperações rápidas para capturar o spread da correção.

📰 Principais Notícias do Período

1. BTC abaixo de US$ 88k: maior sell-off de 2026 apaga US$ 200B
Bitcoin liderou a perda massiva devido às tarifas de Trump e alta nos yields japoneses. O ouro disparou como refúgio seguro enquanto a capitalização de mercado cripto caiu 4%.

2. Bitcoin a US$ 89k liquida US$ 1,09 bilhão em posições compradas
A exaustão dos touros foi confirmada com 92% das liquidações vindo de apostas em alta. O evento resetou a alavancagem, sinalizando uma possível exaustão vendedora.

3. Altcoins sofrem impacto desproporcional com queda de 5% a 15%
Tokens de alto beta como ETH, SOL e ADA lideraram as perdas. A Ethereum caiu abaixo dos US$ 3.000, refletindo a fuga de capital para ativos menos voláteis.

4. Casa Branca: operar sem regras de mercado é ‘fantasia’
Diretor do Conselho Cripto pressiona pela aprovação do CLARITY Act, criticando a retirada de apoio da Coinbase por detalhes em yields de stablecoins.

5. Binance planeja retorno estratégico ao mercado dos EUA
Em Davos, Richard Teng sinalizou interesse no mercado americano, enquanto a Ripple prevê que maior competição reduzirá as taxas para o usuário final.

6. Queima de 3B USDT pela Tether sinaliza liquidez intacta
Apesar do volume recorde incinerado na rede Ethereum, o processo reflete resgates processados com sucesso, confirmando que a Tether possui reservas prontas.


🔍 O Que Monitorar

  • Suporte de US$ 88.000 no BTC: O fechamento diário acima ou abaixo deste nível definirá a tendência para o restante da semana.
  • Rendimentos dos Títulos Japoneses: Se os juros continuarem em recordes históricos, a pressão de baixa sobre ativos de risco persistirá.
  • Votação do CLARITY Act: Qualquer avanço legislativo em Washington pode servir de contrapeso positivo ao cenário macro sombrio.
  • Funding Rates em Exchanges: A migração para taxas negativas indicaria que o mercado está “curto” demais, abrindo espaço para um short squeeze.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 12 a 24 horas, a perspectiva permanece desafiadora. O viés de baixa forte continuará testando a resiliência dos investidores conforme o mercado digere as ameaças tarifárias. É fundamental observar o comportamento da capitalização total em torno de US$ 3,08 trilhões; um hold nesta região pode indicar que o pior da capitulação já passou, permitindo um rebound técnico sustentado pelo reset da alavancagem. Contudo, qualquer nova escalada na retórica de guerra comercial de Trump ou nova quebra em bonds globais pode levar o Bitcoin a testar suportes ainda mais profundos. A estratégia recomendada é de prudência, evitando alavancagem excessiva e monitorando fluxos institucionais.


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Baleia cartoon despencando de pirâmides duplas de balões memecoins murchando, com shiba inu abatido, sinalizando fim da euforia em DOGE e FARTCOIN

Festa Acabou? Baleia Liquidada em FARTCOIN e DOGE Forma Topo Duplo

Liquidação no cassino: uma grande baleia apanhou feio na FARTCOIN e PUMP, perdendo mais de US$ 4 milhões em uma semana de liquidações impiedosas. Enquanto isso, a Dogecoin, rainha das memecoins, despenca 8% para US$ 0,126, formando um clássico padrão de duplo topo que grita ‘festa acabada’. Investidores de risco, preparem os corações – ou as carteiras para o próximo round.


A Baleia que Apostou Tudo no Cheiro de FARTCOIN

No mundo das memecoins, onde o humor é o único ativo sólido, uma baleia ousada (endereço 0xbaa…) decidiu que PUMP e FARTCOIN eram o bilhete premiado. Spoiler: não era. Em 15 de janeiro, sua posição longa em PUMP foi liquidada por US$ 14,32 milhões, seguida de US$ 11,16 milhões na FARTCOIN. O saldo? De US$ 4,1 milhões para menos de US$ 800 mil. Nos dias seguintes, mais liquidações reduziram o caixa a quase zero.

Desesperada, a baleia tentou um último suspiro com US$ 10 mil em compras, mas logo jogou a toalha. Ao todo, as perdas recentes somam mais de US$ 31,3 milhões em posições liquidadas. Ironia do destino: num ativo chamado FARTCOIN, o cheiro azedou rápido. Quem diria que apostar tudo em memes fedorentos terminaria assim?

Dogecoin: O Duplo Topo que Ninguém Viu Chegar (Ou Viu?)

A DOGE, que já foi o xodó de Elon Musk, agora patina em território de baixa. Caiu para uma mínima multissemanal de US$ 0,126, com o open interest em futuros despencando 19% – de US$ 1,78 bilhão para US$ 1,44 bilhão. Menos especulação, menos volatilidade para cima.

O gráfico diário revela o vilão: um duplo topo, sinal clássico de exaustão compradora. Bulls tentaram duas vezes furar a resistência, mas falharam miseravelmente. MACD aponta para baixo, Aroon Down em 92,86%. Tokens em exchanges subiram 8,4% para 31,4 milhões – sinal de vendas iminentes. Tensões comerciais EUA-UE só pioram o humor de risco. $0,10 é o suporte psicológico; abaixo disso, preparem os memes de ‘to the moon’ invertidos.

Memecoins: Cassino ou Cemitério de Baleias?

Esses eventos não são isolados; são o DNA das memecoins. Alta alavancagem em ativos voláteis como FARTCOIN e DOGE transforma ganhos em pó num piscar de olhos. A baleia da FARTCOIN é só a mais recente vítima do ‘eu avisei’: o cassino cripto premia poucos e liquida muitos. Open interest caindo na DOGE sugere que a festa de 2025 esfriou, com investidores rotacionando para safe havens.

Para traders, lições claras: gerencie risco, evite FOMO em memes duvidosos e respeite padrões técnicos. O duplo topo na DOGE pode invalidar acima de US$ 0,154, mas por ora, bears dominam. Monitorem exchanges: mais influxo de DOGE significa mais pressão vendedora.

Próximos Passos no Palco das Memecoins

Vale observar se outras baleias seguem o exemplo da FARTCOIN, ampliando quedas. Na DOGE, o suporte de US$ 0,10 é o firewall; ruptura abre portas para crashes maiores. Enquanto o mercado digere tarifas Trump e disputas globais, memecoins viram lembrete: nem toda pump leva ao moon – às vezes, é só uma flatulência passageira.


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Avalanche de fragmentos vermelhos desabando sobre monolito Bitcoin rachado em 90K, simbolizando US$ 580 mi em liquidações por pânico macro

Pânico Macro e Queda do BTC: US$ 580 Milhões em Liquidações Hoje

📊 BOLETIM CRIPTO | 20/01/2026 | NOITE

A ameaça principal domina o cenário cripto nesta terça-feira. O pânico vindo do mercado de títulos japoneses, combinado com as agressivas ameaças de tarifas comerciais do presidente Trump, desencadeou uma tempestade perfeita de aversão ao risco. O Bitcoin rompeu o suporte psicológico de US$ 90.000, acionando uma cascata devastadora de US$ 580 milhões em liquidações de posições compradas. Enquanto titãs como a MicroStrategy tentam sustentar o suporte com compras bilionárias e a CFTC sinaliza um futuro regulatório mais claro, esses esforços institucionais ainda são insuficientes para conter o fluxo de saída global. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 482.038,31, refletindo o pessimismo que tomou conta das últimas 24 horas.


🔥 Destaque: Colapso nos Títulos Japoneses Sacode Liquidez Cripto

O mercado de títulos do governo japonês (JGB) sofreu um colapso sem precedentes nesta terça-feira, com o rendimento dos papéis de 30 anos disparando 31 pontos-base para atingir 3,91%, a maior alta diária em décadas. Este movimento sinaliza o fim de um dos suportes de liquidez mais confiáveis do mundo — o capital barato japonês. O impacto foi sentido instantaneamente no Bitcoin, que despencou de US$ 95.000 para patamares abaixo de US$ 91.000 em poucas horas.

Especialistas alertam que este salto nos rendimentos eleva drasticamente o custo de financiamento do chamado carry trade, onde investidores tomam iene (JPY) emprestado para investir em ativos de risco. Com a repatriação acelerada desse capital para o Japão, a liquidez global está sendo drenada, o que amplia a volatilidade em criptoativos e ações. O pânico levou o Nikkei a cair 2,5%, enquanto metais preciosos como o ouro dispararam para recordes acima de US$ 4.700 por onça.

Para o ecossistema cripto, o cenário é de alerta crítico. A correlação com os mercados tradicionais voltou a subir, e a pressão vendedora em derivativos pode persistir até que o Banco do Japão (BoJ) consiga estabilizar os mercados internos. Investidores devem monitorar a paridade USD/JPY e a continuidade da subida nos rendimentos dos JGBs, pois o “aperto” na liquidez mundial está apenas começando a mostrar suas garras na alavancagem das exchanges.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento de viés de baixa moderado prevalece, sustentado por um contágio macroeconômico que ignora desenvolvimentos técnicos positivos. A narrativa central mudou de “descoberta de preço” para “sobrevivência à liquidez”, com a capitalização de mercado total recuando 3% para a faixa de US$ 3,1 trilhões. O desequilíbrio é visível: enquanto o varejo e participantes alavancados são liquidados, baleias antigas começam a mover fundos de 2013, possivelmente antecipando uma correção mais profunda.

Por outro lado, o setor institucional tenta atuar como um amortecedor. A estratégia agressiva da MicroStrategy e os planos da CFTC para uma estrutura “à prova de futuro” mostram que a fundação de longo prazo do mercado está sendo fortalecida. Contudo, no curto prazo, a aversão ao risco gerada pelas tarifas comerciais de Donald Trump sobre a Europa e a Groenlândia atua como um teto pesado para qualquer tentativa de recuperação expressiva do Bitcoin nas próximas horas.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Cascata de Liquidações: O rompimento de suportes técnicos em US$ 90 mil gerou US$ 580 milhões em liquidações. Novas quedas podem forçar mais coberturas de margem, criando um ciclo vicioso de vendas automáticas.
  • Reversão de Carry Trade: A alta nos rendimentos dos JGBs encarece o financiamento global. Se a liquidez continuar voltando para o Japão, ativos voláteis como altcoins podem sofrer correções superiores a 15%.
  • Vulnerabilidade DeFi: O exploit de US$ 4,1 milhões no protocolo Makina via flash loan e manipulação de oracle acende o alerta para pools similares no Curve sob estresse de liquidez.
  • Pressão Vendedora de Baleias: Fluxos de mais de US$ 110 milhões em ETH para exchanges e o despertar de carteiras inativas desde 2013 sugerem uma possível realização de lucros institucional em larga escala.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Compra Pós-Exaustão: Picos de liquidação acima de US$ 500 milhões historicamente limpam o excesso de alavancagem, criando configurações de compra tática para rebotes de 5% a 10% no curto prazo.
  • Clareza Regulatória nos EUA: O plano “Future Safeguard” da CFTC promete estabelecer regras formais estáveis, o que pode atrair capital institucional reprimido para produtos regulados nos próximos meses.
  • Refúgio em Ativos Escassos: A valorização recorde do ouro e da prata impulsiona a narrativa de “reserva de valor”, beneficiando indiretamente o Bitcoin em uma perspectiva de longo prazo pós-pânico macro.

📰 Principais Notícias do Período

1. Pânico JGB yields aperta liquidez global em cripto
Rendimentos dos títulos japoneses de 30 anos disparam, forçando o fechamento de posições alavancadas em todo o mundo. O aperto na liquidez drenou o Bitcoin para patamares abaixo de US$ 91.000, enquanto investidores buscam segurança no ouro.

2. BTC abaixo de US$ 90k aciona US$ 580M em liquidações
A forte desvalorização global, impulsionada pelas tensões tarifárias de Trump, resultou na liquidação de US$ 580 milhões em posições compradas. O mercado cripto total recuou 3% nas últimas horas.

3. Makina perde US$ 4,1 mi em exploit de oracle no Curve
O protocolo DeFi Makina foi vítima de um ataque de US$ 4,13 milhões focado em seu feed de preços. O invasor utilizou flash loans para manipular o oracle da pool DUSD/USDC no Curve.

4. Baleias ETH depositam US$ 110M em exchanges
Grandes investidores e instituições moveram mais de US$ 110 milhões em Ethereum para exchanges como Gemini e Binance. O movimento eleva a oferta disponível e coloca pressão vendedora sobre o ETH.

5. MicroStrategy compra US$ 2,13 bi em BTC; totaliza 709k BTC
A empresa de Michael Saylor adicionou 22.305 BTC ao seu balanço por US$ 2,13 bilhões. Apesar da queda no preço, a MicroStrategy reforça sua convicção institucional no ativo.

6. CFTC inicia ‘Future Safeguard’ pró-indústria cripto
Mike Selig, novo presidente da CFTC, anunciou um plano para criar regras formais “à prova de futuro” para criptomoedas. A iniciativa visa encerrar a era de regulação por punição e estabelecer segurança jurídica.

7. Carteira BTC 2013 transfere 909 BTC após 13 anos
Uma carteira inativa desde 2013 movimentou US$ 84,6 milhões em Bitcoin para um novo endereço. O investidor original viu seu aporte de US$ 6.400 valorizar mais de 13.900 vezes, confirmando a tese de reserva de valor.


🔍 O Que Monitorar

  • Liquidações de 24h: Acompanhe o limite de US$ 500 milhões no Coinglass; novos picos sinalizam exaustão vendedora.
  • Yield JGB de 30 anos: O motor primário do mercado atual. Subidas verticais acima de 4% indicam risco de contágio prolongado.
  • TVL Makina: A velocidade dos saques pós-exploit no DefiLlama indicará a saúde e a confiança no setor DeFi do ecossistema Curve.
  • Decisões do BoJ: Qualquer intervenção do Banco do Japão para conter os rendimentos pode trazer um respiro imediato para ativos de risco.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12-24 horas, o viés de baixa forte deve persistir conforme o mercado processa a drenagem de liquidez causada pela reversão de carry trades. É provável que vejamos o Bitcoin testar suportes inferiores na zona de US$ 88.000, especialmente se novos anúncios de tarifas intensificarem o medo no comércio global. Embora os aportes da MicroStrategy ofereçam um suporte psicológico, o driver macro institucional japonês e americano domina a trajetória de preços no momento. A estabilização dependerá da exaustão das liquidações forçadas e de uma possível intervenção nos mercados de dívida pelo BoJ. Para investidores, o período exige cautela extrema e monitoramento contínuo dos volumes on-chain, priorizando a proteção de capital contra picos de volatilidade sistêmica.


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Baleias traders cartoon em rede de alavancagem rompendo sobre abismo com suporte 91K, ilustrando liquidações de US$ 800M em Bitcoin

Massacre de Posições Compradas: US$ 800 Milhões Liquidados em 24 Horas Voláteis

O mercado de derivativos cripto registrou um massacre com liquidações de US$ 800 milhões em apenas 24 horas, impulsionado por temores de guerra comercial entre EUA e UE. Posições compradas representaram 96% das perdas (US$ 768 milhões), criando um efeito cascata de fechamentos forçados. Hyperliquid e Bybit lideraram com US$ 241 milhões e US$ 220 milhões, respectivamente. O Bitcoin testou suportes críticos em torno de US$ 91,5 mil, linha de defesa vital contra quedas mais profundas.


Escala e Catalisadores das Liquidações

As liquidações de US$ 800 milhões ocorreram overnight, coincidindo com headlines sobre novas tarifas americanas contra a Europa e retaliações da UE. Analistas como Darkfost destacam que o abertura do CME amplificou a volatilidade, com fluxos institucionais acelerando a venda. Traders posicionados para alta foram pegos desprevenidos, pois o Bitcoin rejeitou a zona de resistência em US$ 96-97 mil, caindo para US$ 93,1 mil.

Esse fenômeno não reflete apenas pânico, mas um mecanismo estrutural: liquidações forçadas em posições alavancadas geram vendas automáticas, pressionando preços e acionando mais fechamentos em cascata. Plataformas como Hyperliquid registraram o maior volume, evidenciando exposição elevada em futuros perpétuos.

Exemplos Concretos: Baleias no Epicentro

Uma baleia conhecida como ‘BTC OG insider’ acumulou prejuízos de US$ 16,85 milhões em posições alavancadas: US$ 15,42 milhões em ETH (5x), US$ 650 mil em BTC (5x) e US$ 780 mil em SOL (10x), mais US$ 7,92 milhões em funding fees. Sua posição total vale US$ 848 milhões, ilustrando como alavancagem amplifica riscos mesmo para grandes players.

O trader ‘Mazee’ (Huang Licheng) exemplifica o perigo da alavancagem 25x: perdas cumulativas atingiram US$ 23,6 milhões em posição comprada de ETH, com nova liquidação parcial após ETH romper US$ 3.100. Esses casos educativos mostram que ‘arrastar’ posições em baixa consome margens rapidamente via fees e margin calls.

Suporte de US$ 91,5k: Linha de Defesa Crítica

Para o Bitcoin, o suporte dinâmico próximo a US$ 91,5 mil — alinhado à média móvel de longo prazo — tornou-se pivotal. Manter acima desse nível preserva a estrutura de higher lows pós-queda de US$ 110 mil. Uma quebra poderia direcionar liquidez para pools inferiores, exacerbando o ciclo vicioso.

Altcoins, sensíveis a BTC, sofrem mais em cenários range-bound. Monitorar atualizações políticas é essencial, pois narrativas macro como trade wars ditam o fluxo de risco. Institucionais via CME sugerem potencial para bounces, mas cautela prevalece com leverage elevado.

Lições para Traders: Gerenciando Alavancagem

Dados objetivos revelam padrões: 25x ou 5x em trends incertos leva a liquidações rápidas. Estratégias como stop-loss e redução de leverage mitigam cascades. Mesmo baleias sucumbem a funding fees acumuladas e timing ruim. O mercado atual exige position sizing conservador, priorizando preservação de capital sobre apostas agressivas.


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Rede hexagonal cyan com nó falho expondo vórtice de zeros vermelhos, simbolizando falha na Paradex com BTC a zero e rollback

Bitcoin a Zero na Paradex: Falha Causa Liquidações e Rollback

Mesmo no Bitcoin, o erro de uma plataforma pode zerar seu saldo em segundos. A Paradex, DEX de perpetuals no Starknet, sofreu uma falha crítica em migração de banco de dados na madrugada de 19 de janeiro de 2026, fazendo o preço do BTC cair para US$ 0. Isso desencadeou liquidações em massa, afetando traders. A exchange confirmou rollback da blockchain para o bloco 1.604.710, restaurando fundos, mas expondo riscos operacionais graves em plataformas de camada 2.


O Glitch que Zera o Bitcoin

A falha começou por volta das 00:36 ET (05:36 BRT), impactando a blockchain Paradex, explorador de blocos, bridge e API. Um problema na migração de dados do banco fez o oráculo precificar o Bitcoin em zero, disparando uma cascata de liquidações automáticas em posições alavancadas. Com US$ 641 milhões em open interest e volume de US$ 37 bilhões nos últimos 30 dias, o impacto foi imediato e severo.

Usuários relataram em redes sociais o pânico inicial, com capturas de tela mostrando BTC a US$ 0 e milhares de posições liquidadas. A Paradex, construída sobre o Starknet — uma solução de camada 2 do Ethereum —, destacou-se pela eficiência em trades de perpetuals, mas esse incidente revela vulnerabilidades em integrações de dados e oráculos.

Impacto Direto nos Usuários

Traders que mantinham posições longas em BTC viram suas garantias evaporarem instantaneamente devido à precificação errônea. As liquidações injustas geraram perdas reais antes do rollback, com ordens abertas canceladas forçadamente — exceto take-profit e stop-loss. Apesar da confirmação de que “todos os fundos estão SAFU”, o episódio gerou desconfiança e perdas emocionais para quem não monitorava 24/7.

Em um mercado volátil, com BTC caindo de US$ 95.000 para US$ 92.000 nas horas anteriores, o glitch amplificou o caos. Liquidações globais de cripto ultrapassaram US$ 875 milhões em 24h, e esse incidente local na Paradex contribuiu para o nervosismo geral, afetando especialmente usuários de alavancagem em DEXs.

Rollback: Solução ou Risco?

O rollback de rede é uma reversão do estado da blockchain para um bloco anterior (1.604.710, pré-manutenção), anulando transações defeituosas. Usado como medida emergencial, restaurou saldos após 8 horas offline, com trading retomando às 12:10 UTC. No entanto, isso compromete a imutabilidade — pilar das blockchains —, gerando críticas por centralização velada em DEXs.

Paradex já enfrentou problemas: ataque de bots em setembro causou latência. Fundada pela Paradigm, que perdeu bilhões no colapso FTX, a plataforma destaca fragilidades em L2s, onde bugs em DB ou oráculos podem propagar falhas sistêmicas.

Lições de Proteção para Traders

Esse alerta reforça: evite alavancagem excessiva em plataformas emergentes. Monitore status pages, diversifique exchanges e prefira posições conservadoras. Mesmo DEXs prometem descentralização, dependem de camadas centrais suscetíveis a falhas humanas. Usuários devem priorizar segurança sobre yields altos, verificando auditorias e histórico operacional antes de expor grandes somas.

Vale questionar: em um ecossistema maduro, rollbacks deveriam ser raros. Fique atento a atualizações da Paradex e STRK, que caiu 3,6% pós-incidente.


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Plataforma de suporte dourado rachando com '93K' fragmentado e partículas caindo, silhuetas de baleias observando, simbolizando queda do Bitcoin e liquidações

Bitcoin cai US$ 4 mil: US$ 864 milhões em liquidações e suportes

O Bitcoin sofreu uma queda de quase US$ 4.000 em duas horas, rompendo os US$ 95.000 e testando mínimas abaixo de US$ 92.000, em meio a tensões geopolíticas com tarifas anunciadas por Trump contra nações europeias. O mercado cripto registrou liquidações totais de US$ 864 milhões em 24 horas, com posições compradas alavancadas absorvendo US$ 782 milhões das perdas. Mais de 241 mil traders foram impactados, sinalizando capitulação do varejo. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 499.832 às 19h31, com variação de -2,79% em 24h.


Análise Técnica da Queda

A desvalorização rápida levou o Bitcoin de US$ 95.500 para uma mínima intradiária de US$ 91.935, estabilizando próximo a US$ 92.600. Dados indicam que o ativo opera em uma faixa apertada acima da mínima semanal de US$ 92.284, com capitalização global em US$ 1,85 trilhão, queda de 2% no dia. O rompimento dos US$ 95.000 expôs vulnerabilidades, com volume de 24h em US$ 32 bilhões refletindo saída de liquidez.

O mercado total perdeu mais de US$ 100 bilhões em capitalização, atingindo US$ 3,22 trilhões. Altcoins como SUI, APT e PEPE caíram em dois dígitos, ampliando o domínio do BTC em 57,5%. Indicadores técnicos sugerem pressão vendedora persistente, com o RSI aproximando-se de níveis de sobrevenda.

Liquidações e Desespero do Varejo

As liquidações atingiram pico com US$ 525 milhões em longs forçados em apenas 60 minutos, sendo US$ 229 milhões em posições de Bitcoin e US$ 153 milhões em Ethereum. A maior perda individual foi de US$ 25,8 milhões em uma posição BTC-USDT na Hyperliquid, destacando o risco de alavancagem excessiva no varejo.

Esses eventos capitulam posições de alto risco, limpando ordens alavancadas e potencialmente pavimentando o caminho para uma consolidação. Baleias, por outro lado, monitoram esses fluxos: dados on-chain mostram acumulação em mínimas anteriores, contrastando com o pânico do varejo.

Próximos Suportes e Riscos

No pós-crash, o suporte imediato reside na zona de US$ 92.000-US$ 92.300, testada como piso semanal. Uma violação pode direcionar para US$ 90.000, nível psicológico e confluence de médias móveis de 50 e 200 dias. Suportes secundários em US$ 85.000-US$ 88.000 oferecem defesa mais robusta, alinhados com acumulações históricas de baleias.

Fatores macro, como a decisão da Suprema Corte dos EUA sobre poderes tarifários de Trump e tensões por Greenland, adicionam volatilidade. Ouro atingiu ATH de US$ 4.670, atraindo fluxo de ativos de risco para refúgios seguros.

Perspectivas para Traders

Os dados sugerem capitulação varejista, com liquidações reduzindo pressão de venda alavancada. Baleias podem intervir em suportes chave, promovendo rebound se volumes compradores retornarem. Monitore o mNAV e fluxos ETF para sinais de reversão. A estratégia conservadora é aguardar confirmação acima de US$ 93.000 antes de posições compradas.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Figura política cartoon empurrando iceberg sobre rede XRP rachada com 'XRP' quebrado, simbolizando queda de 23% por tarifas Trump na Groenlândia

XRP Cai 23%: Tarifas de Trump na Groenlândia Abalam Ativo

A ameaça de tarifas de Trump sobre a Groenlândia implodiu o suporte psicológico do XRP em US$ 2,00, provocando uma queda de 23% desde o pico de US$ 2,41 em 6 de janeiro. A ‘guerra da Groenlândia’ entre EUA e UE gerou um risk-off global, evaporando liquidez em altcoins e liquidando mais de US$ 5 milhões em posições compradas de XRP. Investidores enfrentam volatilidade macroeconômica inédita.


A Disputa Territorial que Escalou para Guerra Comercial

O epicentro da crise está na obsessão renovada de Donald Trump pela Groenlândia, território autônomo da Dinamarca rico em recursos minerais estratégicos. Após reafirmar interesse em comprá-la, o presidente americano reagiu à missão de reconhecimento militar enviada por oito países da UE – incluindo Dinamarca, Alemanha e França – impondo tarifas a partir de 1º de fevereiro contra essas nações.

A retaliação europeia veio rapidamente: capitais do continente discutem tarifas de até €93 bilhões (US$ 108 bilhões) sobre bens americanos, conforme reportado pelo Financial Times. O presidente francês Emmanuel Macron invocou o inédito “trade bazooka” da UE, sinalizando uma escalada que transcende o Ártico e atinge cadeias globais de suprimentos. Essa tensão geopolítica, ocorrida durante o fim de semana, pegou mercados de surpresa ao abrir na segunda-feira, 19 de janeiro.

Impacto Direto: Liquidações e Queda em Cadeia no Cripto

O Bitcoin despencou de acima de US$ 95.000 para abaixo de US$ 92.000 em horas, arrastando liquidações totais de US$ 871 milhões em 24 horas – incluindo US$ 500 milhões em 60 minutos. O XRP, mais sensível à liquidez de altcoins, ampliou perdas: posições longas foram varridas por mais de US$ 5 milhões, com a Binance respondendo por US$ 1 milhão.

O ativo tocou US$ 1,84, mínima desde o início do ano, antes de recuperar para ~US$ 1,97. Isso representa queda de 5% em 24 horas, 5% na semana e 8% em 14 dias, apesar de ganhos modestos de 2% no mês e 39% no ano. O rompimento do range semanal (US$ 1,95-US$ 2,18) reforça viés de baixa.

Nexo Geopolítico-Macro e Vulnerabilidade das Altcoins

A liquidez de altcoins como XRP depende criticamente de apetite por risco global. Tarifas Trump sinalizam protecionismo que eleva custos de transação internacional – ironicamente, o oposto ao que o XRP promete com pagamentos cross-border via Ripple. Apesar de entradas de US$ 57 milhões em ETFs spot de XRP na semana passada, o momentum não resistiu ao choque macro.

Analistas como CryptoWZRD alertam: XRP fechou com viés de baixa contra BTC e precisa segurar US$ 1,975 para upside. A interconexão EUA-UE, com 40% do comércio mundial, amplifica o efeito em ativos voláteis como cripto, onde alavancagem acelera correções.

Próximos Passos: Monitorar Escalada e Suportes Técnicos

Investidores devem vigiar reuniões de emergência da UE, respostas do Fed a riscos inflacionários e níveis técnicos do XRP: suporte em US$ 1,95 e resistência em US$ 2,10-US$ 2,15. Uma desescalada poderia restaurar confiança, mas persistência na ‘guerra da Groenlândia’ ameaça mais volatilidade. O episódio ilustra como geopolítica agora dita o pulso das criptomoedas.


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Pilar dourado do Bitcoin com base '92K' rachando sob cascata vermelha de liquidações, simbolizando queda e suportes quebrados

Bitcoin Cai Abaixo de US$ 92 Mil com Liquidações de US$ 870 Milhões

O Bitcoin despencou abaixo de US$ 92 mil em uma queda repentina nesta segunda-feira (19), impulsionada por liquidações superiores a US$ 870 milhões em posições compradas no mercado de derivativos. O movimento ocorreu em meio a tensões comerciais entre EUA e UE, com tarifas anunciadas por Trump, levando a um risco-off generalizado. Segundo o CoinDesk, cerca de US$ 600 milhões em posições compradas foram varridos, enquanto altcoins como Solana e Dogecoin caíram ainda mais. Até onde vai essa sangria?


Volume Oceânico de Liquidações

A liquidação de US$ 680 milhões em posições compradas reflete o excesso de alavancagem acumulada após o rali recente para US$ 96 mil. Dados da CoinGlass indicam quase 250 mil traders afetados, com longs representando 90% do total. Plataformas como Binance viram picos de liquidações, ampliando a pressão vendedora durante a abertura asiática.

Esse fenômeno é típico de mercados sob tensão, onde o colapso de uma posição cascateia para outras. O open interest do Bitcoin caiu, sinalizando redução de exposição por traders institucionais e varejistas. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 500.026,52, com variação de -2,38% em 24 horas e volume de 185 BTC.

Análise Técnica: Suportes Quebrados

Glassnode destaca que o avanço para US$ 96 mil foi mechanicamente impulsionado por fluxos de derivativos e liquidações de shorts, sem suporte robusto de demanda spot. A liquidez fina nos futuros deixa o preço vulnerável a reversões bruscas. CryptoQuant alerta que a demanda permanece fraca, com o BTC abaixo da média móvel de 365 dias em US$ 101 mil, atuando como barreira de regime.

Suportes chave foram rompidos: US$ 93 mil (diário) e agora testando US$ 92 mil. O próximo patamar crítico é US$ 90 mil, alinhado com acumulações de holders de longo prazo. Vendas de LTHs desaceleraram, mas fluxos spot em exchanges como Coinbase mostram estabilização tênue de compras.

Contexto Macro e Trade War

O gatilho foi o anúncio de Trump de tarifas de 10% em oito países europeus a partir de 1º de fevereiro, ligado a disputas sobre Groenlândia. Mercados globais reagiram com risco-off: Nasdaq futuros -1,3%, ouro em ATH de US$ 4.600 (+1,7%). Altcoins sofreram mais, com Solana -6,7%, XRP -4% e Dogecoin -7%.

A UE convocou reunião de emergência, e Macron defende “trade bazooka” contra os EUA. Com spot markets americanos fechados por MLK Day, a volatilidade persiste. Ouro vs. Bitcoin ilustra rotação para ativos safe-haven tradicionais.

Próximos Suportes e Implicações

Os dados sugerem que sem demanda spot sustentada, o Bitcoin pode testar US$ 90 mil ou até US$ 85 mil em cenários de piora macro. No entanto, estabilização de fluxos em Binance e redução de vendas em Coinbase indicam possível piso. Traders devem monitorar baixa implied volatility em opções, com proteção downside em contratos longos.

Para investidores brasileiros, a cotação em reais reforça a correlação global, mas volume local moderado (185 BTC/24h) sugere resiliência relativa. Vale acompanhar ETF inflows nos EUA, que tiveram semana forte recente.


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Vórtice vermelho caótico sugando fragmentos dourados com '1.4B', pilares BTC e ETH resistindo, ilustrando liquidações de US$ 1,4 bi no mercado cripto

Cresce Volatilidade: US$ 1,4 Bilhão em Liquidações Abalam o Mercado Cripto

📊 BOLETIM CRIPTO | 19/01/2026 | MANHÃ

O mercado de criptomoedas enfrenta uma manhã de intensa volatilidade e pressão vendedora, desencadeada por um anúncio tarifário impactante do governo dos Estados Unidos. As ameaças de Donald Trump de impor tarifas sobre a Europa reativaram o sentimento de aversão ao risco global, resultando em uma correção acentuada que eliminou quase US$ 1,5 bilhão em posições alavancadas. Enquanto o Bitcoin luta para manter o suporte psicológico, o cenário é marcado por uma clara divergência entre a fragilidade do varejo apalancado e a resiliência institucional contínua, exemplificada por novos sinais de acumulação da Strategy. O viés de baixa moderado prevalece, exigindo cautela e monitoramento rigoroso dos níveis de suporte técnico e dos fluxos institucionais nas próximas 24 horas.


🔥 Destaque: Tarifas Trump disparam US$ 1,4 bilhão em liquidações

O anúncio inesperado do presidente Donald Trump sobre a imposição de tarifas de 10% a 25% contra bens europeus, motivado por disputas estratégicas na Groenlândia, gerou um efeito dominó devastador nos mercados de risco. O criptomercado, operando com alto grau de alavancagem após a valorização do início do ano, sofreu uma capitulação em massa. Segundo dados agregados, as liquidações totais nas últimas 24 horas somaram impressionantes US$ 1,46 bilhão, afetando mais de 241 mil negociadores individuais.

Este movimento reflete a estreita correlação atual entre as criptomoedas e o mercado acionário tradicional, especialmente o setor tecnológico. Enquanto os futuros da Nasdaq apresentavam queda, o Bitcoin recuou de patamares acima de US$ 95.000 para a casa dos US$ 92.000, forçando o fechamento automático de posições compradas que representaram 90% das perdas totais. O impacto foi ainda mais severo em ativos de alta volatilidade como Solana e Dogecoin, que registraram quedas de até 7% em um único dia.

Para o investidor, este evento serve como um lembrete rigoroso sobre os perigos da alavancagem excessiva em momentos de incerteza geopolítica. A velocidade da correção sugere que o mercado estava excessivamente posicionado para o lado comprador, deixando pouco espaço para absorver notícias macroeconômicas negativas. Agora, o foco se volta para a capacidade de absorção deste choque pelos compradores à vista e pelos ETFs institucionais.

De acordo com o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 499.784,30, refletindo uma queda de 2,41% nas últimas 24 horas em linha com o movimento global de risk-off.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento dominante no período é de cautela, com o mercado processando a transição de um otimismo desenfreado para um ambiente de preservação de capital. Ameaças tarifárias e tensões geopolíticas transformaram o cenário em um teste de resiliência para os principais ativos digitais. A dominância do Bitcoin tende a crescer nestes momentos, à medida que o capital foge de altcoins mais voláteis em direção à liquidez da maior criptomoeda do mundo.

Apesar da pressão vendedora, indicadores de infraestrutura mostram sinais de maturidade. A rede Ethereum, por exemplo, processou um recorde histórico de transações sem enfrentar os picos de taxas de outrora, graças às soluções de escala. No lado institucional, o fluxo de notícias permanece construtivo, sugerindo que grandes detentores veem as quedas atuais como oportunidades de acumulação estratégica, e não como uma mudança na tese de longo prazo.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Cascata de liquidações: O excesso de alavancagem em posições compradas ainda presente pode gerar novas ondas de vendas automáticas se o Bitcoin romper suportes críticos abaixo de US$ 90.000.
  • Escalada geopolítica: A intensificação das tensões comerciais entre EUA e Europa pode prolongar o ambiente de aversão ao risco, pressionando ativos digitais correlacionados.
  • Escrutínio regulatório P2P: O desmantelamento de redes de lavagem de dinheiro na Índia e condenações por fraude nos EUA aumentam a pressão sobre plataformas não reguladas.
  • Segurança e conformidade: A associação de criptoativos a financiamento ilícito em regiões de conflito pode ser usada por reguladores para justificar restrições severas a wallets privadas.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Compra em capitulação: O volume massivo de liquidações de posições compradas frequentemente sinaliza o fim de um movimento de baixa, criando pontos de entrada para investidores de longo prazo.
  • Migração para exchanges licenciadas: A repressão contra operadores informais beneficia exchanges como a Binance, que oferece infraestrutura de segurança robusta para o varejo.
  • Eficiência do ecossistema Ethereum: Com taxas baixas e uso recorde, a rede demonstra estar pronta para suportar a próxima onda de adoção massiva em aplicativos descentralizados.

📰 Principais Notícias do Período

1. Liquidações de US$ 864M expõem fragilidade da alavancagem
As liquidações massivas de quase US$ 900 milhões em um único dia revelam como a alavancagem excessiva continua sendo o ponto fraco do varejo. Mais de 241 mil negociadores foram liquidados enquanto o mercado perdia 3% de seu valor total.

2. Principais criptoativos caem até 7% com tarifas Trump
O medo de barreiras comerciais entre os EUA e a Europa forçou investidores a buscarem proteção em ativos como o ouro. No mundo cripto, o movimento foi de retração agressiva, especialmente em altcoins de alto risco.

3. Saylor sinaliza novas compras de BTC após aporte bilionário
Apesar da volatilidade, Michael Saylor indicou que a Strategy deve continuar sua estratégia de acumulação. A empresa recentemente adquiriu US$ 1,25 bilhão em Bitcoin, reforçando sua posição como maior detentora corporativa.

4. Ethereum atinge recorde de transações e fila de saída zerada
A rede Ethereum processou mais de 2,8 milhões de transações em um único dia, um marco histórico de escalabilidade. A fila de saída para validadores zerou, indicando que investidores em staking estão mantendo seus ativos.

5. Strategy detém agora mais de 3% do suprimento total de Bitcoin
Com a sinalização de novas compras, a Strategy consolida-se como um ator sistêmico, detendo cerca de 687 mil BTC. A ação MSTR continua sendo usada como um canal de exposição institucional direta ao Bitcoin.

6. Condenação de US$ 2,9 milhões reforça fiscalização nos EUA
O Departamento de Justiça (DOJ) condenou um operador por fraude eletrônica em um esquema de criptomoedas. A sentença sinaliza que autoridades federais estão combatendo crimes regionais com rigor crescente.

7. Índia desmantela rede de financiamento ilícito com cripto
Agências indianas revelaram um sistema de lavagem de dinheiro que utilizava ativos digitais para atividades ilícitas. O caso expõe falhas de monitoramento em transações P2P fora de plataformas reguladas.


🔍 O Que Monitorar

  • Níveis de liquidação: Fique atento a picos de fechamento forçado de posições na Binance, que podem indicar o fundo da correção.
  • Suporte de US$ 90.000: Uma manutenção acima deste nível é crucial para preservar a tendência de alta estrutural no gráfico diário.
  • Inflows de ETFs: A entrada de capital em ETFs nos EUA dirá se os institucionais estão aproveitando o recuo para comprar ou se retirando temporariamente.
  • Tensões comerciais: Qualquer sinal de negociação ou recuo nas ameaças de Trump pode disparar uma valorização agressiva nos ativos de risco.

🔮 Perspectiva

A perspectiva para as próximas 48 horas permanece de viés de baixa moderado, com o mercado ainda processando o volume massivo de liquidações. É provável que vejamos um período de consolidação volátil enquanto os agentes aguardam mais clareza sobre a política comercial americana. O fator determinante para uma reversão será o comportamento institucional; se a Strategy e os ETFs continuarem a absorver o suprimento, o pânico do varejo poderá ser neutralizado. Contudo, qualquer rompimento abaixo dos US$ 90.000 abriria espaço para testes em níveis mais baixos de liquidez. Recomenda-se cautela em um ambiente saturado por notícias de alta volatilidade geopolítica.


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Corrente de energia cyan com XRP colidindo contra barreira '2' com rachaduras vermelhas, simbolizando conflito ETFs vs resistência de preço em XRP

XRP em Encruzilhada: ETFs vs. Paredão de US$ 2

O acúmulo de 803,78 milhões de XRP em ETFs por emissores como Bitwise e Grayscale sinaliza forte interesse institucional, com influxos líquidos de 22,63 milhões na semana. No entanto, o paredão psicológico de US$ 2 provoca liquidações desequilibradas de US$ 522 mil em posições longas nas últimas 12 horas, criando um impasse que mantém o preço em torno de US$ 2,05. Dados on-chain revelam o cabo de guerra entre oferta reduzida e alavancagem excessiva.


Acúmulo Institucional nos ETFs de XRP

De acordo com análises on-chain, 803,78 milhões de XRP estão agora bloqueados em diversos ETFs, incluindo produtos da Canary, Bitwise, Franklin Templeton, Grayscale, 21Shares, REX-Osprey e o Bitwise 10 Crypto Index Fund. Essa retenção representa uma remoção significativa de oferta circulante, o que tipicamente exerce pressão altista sobre o preço ao limitar a disponibilidade para negociações spot.

Na semana corrente, os influxos líquidos atingiram 22,63 milhões de XRP, com todos os principais emissores ampliando posições. Enquanto investidores de varejo hesitam, fluxos institucionais indicam confiança de longo prazo, sugerindo uma possível reavaliação majoritária do ativo. Esse movimento contrasta com a estagnação recente do preço, que oscila acima de US$ 2 sem romper resistências chave.

A concentração em ETFs reforça a tese de adoção corporativa, similar a padrões observados em Bitcoin e Ethereum, onde acúmulos prolongados precederam valorizações expressivas.

Liquidações Desproporcionais na Barreira de US$ 2

No período de 12 horas, XRP registrou US$ 528.940 em liquidações, das quais impressionantes US$ 522.900 vieram de posições longas, contra apenas US$ 6.040 em shorts. Esse desequilíbrio de 8.700% destaca a vulnerabilidade de traders alavancados ao testar a resistência em US$ 2.

Dados da CoinGlass mostram que o preço se estabiliza em torno de US$ 2,053, comportando-se como uma stablecoin sintética. Cada tentativa de rompimento superior é punida por vendas automáticas ou liquidações, enquanto dips abaixo são comprados de volta, criando um equilíbrio forçado. Comparativamente, Bitcoin teve liquidações mais equilibradas de US$ 815 mil, e Ethereum US$ 2,02 milhões.

Essa dinâmica aponta para algoritmos de alta frequência ou entradas institucionais defendendo o nível como âncora, transformando US$ 2 em zona de exaustão para touros otimistas.

Análise Técnica: Suportes e Resistências Críticos

No gráfico horário, XRP formou um death cross, com a média móvel de 50 períodos cruzando abaixo da de 200, sinalizando momentum de baixa de curto prazo. O preço caiu de uma máxima de US$ 2,41 em 6 de janeiro para baixa de US$ 2,03 em 12 de janeiro, com recuo para US$ 2,183 antes de nova queda.

Suporte imediato em US$ 2 será testado nas próximas sessões. Rompimento abaixo pode acelerar vendas rumo a níveis inferiores. Resistência chave em US$ 2,56, alinhada à média móvel diária de 200 períodos, representa o próximo alvo se o acúmulo de ETFs prevalecer sobre as liquidações.

Volume de derivativos e open interest devem ser monitorados, pois desequilíbrios persistentes podem amplificar volatilidade.

Implicações para o Mercado e Traders

O contraste entre redução de oferta via ETFs e pressão alavancada cria um cenário de consolidação. Para romper US$ 2 de forma sustentável, XRP precisa de influxos institucionais mais agressivos ou redução na alavancagem do varejo. Traders devem priorizar gerenciamento de risco, evitando posições longas excessivas perto da barreira.

Dados sugerem que, uma vez resolvido o impasse, uma reavaliação altista é plausível, impulsionada pela escassez induzida pelos ETFs. Vale monitorar fluxos semanais e indicadores de liquidação para sinais de mudança.


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Mola dourada expandindo esmagando barreiras vermelhas com 97K luminoso emergindo, simbolizando short squeeze e rally do Bitcoin acima de US$ 97 mil

Bitcoin Rompe US$ 97 Mil em Short Squeeze de US$ 678 Mi

O Bitcoin rompeu os US$ 97.000 nesta quarta-feira (14), destruindo posições vendidas em um clássico short squeeze. Mais de US$ 678 milhões em liquidações foram registradas em 24 horas, com US$ 591 milhões em shorts, após o rompimento acima de US$ 96.000. O movimento ganhou força com dados de inflação americanos mais brandos que o esperado, mudando o sentimento de mercado e atraindo investidores para ativos de refúgio como BTC, ouro e prata. Se você apostou no topo em US$ 90 mil, este rally prova o contrário.


O Rompimento Técnico Acima de US$ 96.000

O Bitcoin testou repetidamente a resistência em US$ 95.000 nas últimas semanas, com rejeições em 3 de dezembro, 10 de dezembro e 5 de janeiro. Desta vez, a pressão compradora prevaleceu, impulsionando o preço para US$ 96.450, o maior nível em dois meses, conforme dados do mercado de futuros.

Esse rompimento reestruturou o mercado de curto prazo, invalidando setups de baixa. O open interest de futuros caiu de US$ 31,5 bilhões para US$ 30,6 bilhões em um dia, sinalizando redução de alavancagem e domínio de demanda spot. Empresas ligadas ao BTC, como MicroStrategy (MSTR), subiram mais de 8%, enquanto Metaplanet ganhou 15% em Tóquio.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 520.452, com alta de 1,68% em 24h e volume de 296 BTC.

Liquidações Massivas Aceleram o Rally

As liquidações de US$ 678 milhões foram dominadas por posições curtas, forçando traders alavancados a cobrir apostas contra o BTC. Isso criou um ciclo virtuoso: o preço sobe, mais shorts são liquidados, compradores entram atraídos pela FOMO, elevando ainda mais o preço.

Dados on-chain mostram que o domínio do Bitcoin caiu de 59,3% para 58%, com capital rotacionando para altcoins. Ethereum subiu 6,52% para US$ 3.327, Optimism (OP) avançou 13%, e DASH atingiu o maior nível desde 2021, com alta de 33% em 24h. Esse efeito cascata reforça a tese de mudança estrutural no sentimento.

Analiticamente, o short squeeze é evidenciado pela queda abrupta no open interest, típico de desmontagem de posições bearish excessivas após períodos de consolidação.

Mudança de Sentimento Após Dados de Inflação

O catalisador imediato veio dos dados de inflação americanos mais suaves, aliados a tensões geopolíticas e investigação criminal contra o chair do Fed, Jerome Powell. Investidores migraram para ativos de refúgio: ouro perto de US$ 4.600/onça, prata acima de US$ 91, e BTC como ‘ouro digital’.

Enquanto tech stocks (QQQ) caem 1%, BTC sobe 10% no ano. O Fear & Greed Index saiu de ‘extreme fear’ pós-outubro 2025 (US$ 19 bi em liquidações), sinalizando estabilização. Lukman Otunuga, da FXTM, destaca: ‘ativos de risco frágeis, mas safe havens brilham’.

David Morrison, da Trade Nation, aponta preocupação com independência do Fed e política externa dos EUA como drivers de volatilidade.

Próximos Níveis e Implicações

Suporte chave agora em US$ 94.500; hold abre caminho para US$ 99.000-US$ 100.000. Falha pode retestar US$ 85.000-US$ 94.500. Para brasileiros, com BTC a R$ 520 mil, o rally reforça adoção como reserva de valor em meio a incertezas globais.

Dados sugerem momentum sustentável se volume spot persistir. Monitore liquidações e domínio BTC para sinais de continuação ou reversão.


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Dinossauro cartoon rugindo em rally ascendente com +50% em chamas e ponte fiat-crypto, celebrando disparada do Dash por integração Alchemy Pay

Dash Dispara 50%: Integração com Alchemy Pay Impulsiona Rally

O Dash (DASH) registrou uma alta impressionante de quase 50% nesta quarta-feira, 14 de janeiro, impulsionado pela integração com a Alchemy Pay. O token subiu de cerca de US$ 55 para US$ 86, com volume de negociação 24h atingindo US$ 1,3 bilhão e market cap ultrapassando US$ 1 bilhão. Esse movimento ocorre em meio a um renovado interesse por privacy coins, sinalizando possível rotação de capital para ativos ‘old school’ de privacidade.


Detalhes da Parceria com Alchemy Pay

A integração anunciada em 13 de janeiro permite que usuários comprem DASH usando métodos de pagamento fiat locais em 173 países. A Alchemy Pay, uma gateway de pagamentos fiat-to-crypto, adicionou suporte ao DASH via seu fiat on-ramp, facilitando o acesso global ao token. Essa parceria de distribuição representa um avanço significativo para o Dash, que se posiciona como ‘dinheiro digital’ desde seu lançamento em 2014.

O Dash é reconhecido por recursos pioneiros como governança DAO e masternodes, além do recente lançamento do Dash Evolution em 2024, uma rede de dados descentralizada para melhorar a usabilidade de aplicações Web3. A notícia catalisou o rali, elevando o preço através de níveis de resistência chave e reacendendo o interesse em um ativo considerado ‘dino’ pelos traders.

Explosão de Volume e Liquidações de Shorts

Os dados revelam uma atividade intensa no mercado: o volume de trading 24h saltou para US$ 1,3 bilhão, refletindo forte demanda. Paralelamente, liquidações de posições short em DASH ultrapassaram US$ 7,7 milhões nas últimas 24 horas, segundo a Coinglass. Inicialmente reportadas em US$ 4,9 milhões pela exchange ChangeHero, essas liquidações aceleraram o movimento ascendente, criando um efeito cascata bullish.

Essa dinâmica de volume elevado e short squeezes confirma a confiança dos compradores, com o market cap retornando acima de US$ 1 bilhão. Para investidores brasileiros, isso destaca a volatilidade lucrativa das altcoins estabelecidas em ciclos de rotação setorial.

Contexto do Rally nas Privacy Coins

O avanço do Dash se insere em um rally mais amplo de privacy coins. Monero (XMR) subiu 12% em 24h e 69% na semana, enquanto Zcash (ZEC) ganhou mais de 8% no dia, sendo o top performer de 2025 com ganhos acima de 800%. Apesar do banimento de privacy tokens em exchanges reguladas em Dubai, o mercado interpreta isso como sinal de resiliência.

Dash oferece privacidade opcional via PrivateSend, diferenciando-se de protocolos mais radicais. Esse contexto sugere uma rotação de capital para ativos com utilidade real em pagamentos, especialmente com integrações fiat que ampliam a adoção.

Perspectivas: Início de Nova Temporada?

Os indicadores técnicos e fundamentais apontam para momentum sustentado. Com o preço em US$ 86 e volume robusto, traders monitoram resistências próximas para confirmar a tendência. A integração com Alchemy Pay pode atrair novos usuários fiat, potencializando o crescimento. Para o ecossistema Dash, isso valida anos de desenvolvimento em pagamentos rápidos e privados.

Investidores devem observar o comportamento em níveis acima de US$ 90 e atualizações sobre adoção global. O ‘despertar’ do Dash pode sinalizar o retorno das privacy coins clássicas em um mercado maduro.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.