Executivos cartoon de exchanges em confronto acalorado, com ondas vermelhas de liquidações engolindo Bitcoin, ilustrando culpa no crash de US$ 19 bi

Pesadelo de US$ 19 Bi: Binance Culpada pelo Crash?

O mercado cripto ainda sente os efeitos do crash de 10 de outubro, com US$ 19 bilhões em liquidações, o maior evento desse tipo na história. Meses depois, a liquidez permanece fina, os order books fragmentados e os spreads mais largos, contribuindo para a queda do Bitcoin de US$ 124.800 para cerca de US$ 77.000. O CEO da OKX, Star Xu, acusa a Binance de criar uma crise “hausgemacht” por marketing irresponsável, reacendendo debates sobre o papel da maior exchange.


O Crash de 10/10 e a Ressaca Persistente

Os dados mostram que o dia 10/10 registrou uma cascata de liquidações forçadas de posições alavancadas, com o Bitcoin caindo até 12,5% em 14 meses. Esse evento, apelidado de “10/10 nightmare”, expôs fragilidades estruturais: liquidez fina em um horário ilíquido de sexta-feira à noite, agravada por notícias macroeconômicas. Desde então, a profundidade de mercado não se recuperou totalmente.

Os order books exibem spreads mais amplos e menor capacidade de absorver ordens grandes sem impacto significativo no preço. Isso contribuiu para a desvalorização contínua do BTC, que oscila atualmente em torno de US$ 77.000. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 409.393,11 (-1,19% em 24h), reflete volumes de 471 BTC negociados no Brasil.

Traders relatam que a confiança foi erodida, com market makers recuando em condições de estresse, perpetuando um ciclo de volatilidade concentrada.

Acusações da OKX: Marketing Irresponsável da Binance

Star Xu, fundador da OKX, atribui o crash a campanhas de marketing da Binance que incentivaram riscos excessivos. No centro das acusações está a promoção do stablecoin USDe da Ethena, listado um mês antes, com yields de 12% via Binance Earn. Sem alertas claros sobre seu modelo de hedge via posições vendidas em derivativos, usuários criaram loops perigosos.

Stablecoins como USDT/USDC foram trocados por USDe, usado como colateral para empréstimos de mais USDT, convertidos novamente em USDe, gerando yields artificiais de até 70%. A volatilidade causou um depeg temporário do USDe, desencadeando liquidações em cadeia, agravadas por problemas em WETH e BNSOL. Xu chama isso de dano “pior que FTX”, uma mudança fundamental na microestrutura do mercado.

Anatoly Yakovenko (Solana) endossou a visão, enquanto CZ (Binance) unfollowed Xu.

Resposta da Binance e Falta de Transparência

A Binance nega falha interna, classificando o evento como resultado de fatores de mercado: pressão macro, alta alavancagem, iliquidez e congestionamento na Ethereum. Pagou US$ 283 milhões em compensações, mantendo que sistemas centrais operaram normalmente. Críticos, como Cathie Wood (Ark Invest), alegam um glitch de software causando US$ 28 bilhões em deleveraging.

A ausência de um post-mortem público alimenta especulações e teorias conspiratórias. Ex-regulador CFTC sugere investigação similar ao flash crash de 2010, destacando falta de escrutínio regulatório em cripto. CEO da Wintermute defende: não glitch, mas flash crash em mercado alavancado ilíquido.

Implicações: Profundidade de Mercado e Lições

Os números revelam dependência excessiva de alavancagem e market makers condicionais. Em bear markets, liquidez evapora, acelerando choques. Níveis a monitorar incluem suportes em US$ 75.000-80.000 para BTC, onde volumes podem definir próximos movimentos.

A dominância da Binance em derivativos amplifica seu impacto sistêmico, mas o problema é estrutural: reconstruir confiança exige order books mais robustos e transparência. Traders devem observar métricas de depth e leverage ratios para antecipar riscos.


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Fortaleza dourada de ETFs vertendo líquido vermelho por drenos, com '74K' rachado na base, simbolizando saídas bilionárias e queda do Bitcoin

ETFs de Bitcoin no Prejuízo: Saída de US$ 2,8 Bi Derruba BTC a US$ 74k

O Bitcoin caiu para US$ 74.600 nesta segunda-feira, marcando o menor valor em nove meses, após investidores retirarem US$ 2,8 bilhões dos ETFs spot de Bitcoin nas últimas duas semanas. Esse valor está abaixo do custo médio de aquisição dos fundos, estimado em US$ 87.830 por BTC, deixando as posições médias underwater. Os dados mostram uma reação em cadeia de vendas institucionais e liquidações, elevando temores de mercado baixista.


Saídas Recordes dos ETFs Spot

Os onze ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram as segunda e terceira maiores semanas de saídas no mês passado, totalizando US$ 1,49 bilhão na última semana e US$ 1,32 bilhão na anterior, conforme CoinGlass. O ativo sob gestão (AUM) totalizou cerca de US$ 113 bilhões, com os fundos detendo aproximadamente 1,28 milhão de BTC.

Desde o pico de outubro, em US$ 165 bilhões, o AUM caiu 31,5%, enquanto o preço do BTC recuou 40%. Apesar disso, as entradas cumulativas dos ETFs declinaram apenas 12% do pico, indicando que investidores institucionais mantêm posições de longo prazo, ou hodling, conforme Alex Thorn, head de pesquisa da Galaxy.

Impacto Psicológico do Preço Underwater

Quando o preço do ativo cai abaixo do custo médio de aquisição, ocorre um fenômeno psicológico conhecido como underwater, que pressiona os gestores de fundos a considerar reduções de exposição para preservar capital. No caso dos ETFs, o custo médio de US$ 87.830 reflete compras realizadas em níveis mais altos, entre US$ 85.000 e US$ 95.000 recentemente.

Essa situação amplifica a pressão vendedora, pois algoritmos e políticas de risco automáticos podem acionar vendas. Os dados indicam que o BTC perdeu 11% desde US$ 84.000 no sábado, rompendo suportes chave em torno de US$ 76.000, o que acelerou o movimento descendente.

Liquidações Massivas e Sentimento de Mercado

Paralelamente, o mercado viu liquidações massivas de posições compradas em Bitcoin, totalizando mais de US$ 243 milhões em 24 horas, com 80% compradas. O Open Interest caiu 10%, sinalizando deleveraging rápido após forte posicionamento comprador prévio.

O Fear & Greed Index registrou 15 pontos, indicando medo extremo. O mercado cripto total encolheu 5% para US$ 2,54 trilhões, com correlação de 58% com o ouro, sugerindo drivers macroeconômicos como tensões geopolíticas no Oriente Médio e dados fracos de PMI nos EUA.

Níveis Técnicos a Observar

Os dados técnicos mostram suporte imediato em torno de US$ 74.000, com próxima zona crítica em US$ 70.000-72.000, alinhada a médias móveis de 200 dias. Resistências aparecem em US$ 76.000 e US$ 80.000. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 409.065,95 às 07:23, com variação de -1,94% em 24h.

Investidores devem monitorar volumes de ETF e indicadores de liquidação para avaliar a pressão vendedora. A recuperação depende de estabilização macro e redução do deleveraging.


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Holder cartoon antigo soltando saco de Bitcoin dourado de pilha colossal em meio a nuvens de tensão e chuva de ouro, sinalizando alerta de vendas e liquidações

Holder de 12 Anos Vende US$ 265 Mi em BTC: Sinais de Alerta

Um holder de Bitcoin que acumulou 5.000 BTC há 12 anos, quando o preço era de apenas US$ 332, vendeu 2.500 BTC desde dezembro de 2024, totalizando cerca de US$ 265 milhões a um preço médio de US$ 106 mil. Essa distribuição ocorre em meio a uma queda global sincronizada, com liquidações de US$ 2,5 bilhões e perda de apetite por risco. Se quem entrou na era Satoshi está saindo, o mercado deveria prestar atenção. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 410.333,81 (-1,46% em 24h).


Venda Estratégica de um OG Holder

A história mostra que holders antigos, aqueles que compraram na fase inicial do Bitcoin, tendem a distribuir quando o preço supera múltiplos do custo original. Esse wallet, inativo por mais de uma década, realizou vendas concentradas desde dezembro, vendendo 2.500 BTC por US$ 265 milhões. O lucro acumulado já ultrapassa US$ 500 milhões, mas ainda restam 2.500 BTC no endereço, avaliados em cerca de US$ 237 milhões.

O mercado está ignorando esse sinal? Grandes distribuidores introduzem pressão de venda concentrada, que pode sobrecarregar a liquidez spot se a demanda não absorver rapidamente. Historicamente, movimentos semelhantes coincidem com transições de altas fortes para consolidações ou correções, como visto em 2018 e 2022. Cuidado com a euforia: o que parece força pode ser exaustão de supply antigo.

Os 5 Sinais de Alerta no Mercado Global

Não é só o Bitcoin: cinco sinais de alerta emergem simultaneamente.

  1. Liquidações de US$ 2,5 bilhões forçaram o BTC abaixo de níveis técnicos chave, atingindo US$ 76.444.
  2. O BTC age como ativo de risco, caindo junto com ações em vez de porto seguro.
  3. O ouro e a prata recuaram cerca de 9%, após altas exageradas por temores geopolíticos.
  4. Tensões EUA-Irã impulsionam volatilidade impulsionada por manchetes.
  5. Títulos do Tesouro (Treasuries) atraem fluxo com yields em queda, sinal de rotação para segurança.

Esses fatores sincronizados sugerem perda de equilíbrio, com volume de negociações acima de US$ 130 bilhões indicando estresse, não participação orgânica. O mercado cripto, com capitalização de US$ 2,6 trilhões, esconde fragilidade sob a superfície.

Implicações Macro e Lições Históricas

A história repete padrões: bolhas como dot-com e crises asiáticas mostram que exuberância leva a correções. Aqui, a distribuição de baleias antigas transfere risco para novos entrantes a valuations elevados. Geopolítica volta ao volante, amplificando volatilidade cross-asset. Títulos de dívida enviam mensagem quieta de fuga para qualidade, enquanto petróleo segura prêmio mas é limitado por oferta.

Para fevereiro, o relatório de empregos dos EUA pode pressionar yields ou aprofundar defesa. Tecnicamente, falha em reclaim US$ 80 mil trata rallies como bounces de alívio. Preciosos metais enfrentam encruzilhada similar. Flexibilidade é chave: sobreviver ao bear importa mais que maximizar o bull. O mercado pisca, mas não quebra — ainda.

O Que Monitorar Agora

Vale monitorar absorção da oferta de baleias: se demanda falhar, movimentos de baixa adicionais são prováveis. Indicadores macro como Fed (próxima em março, sem corte esperado) e relatório de empregos ditarão rotação. Dentro do cripto, reset de alavancagem reduz rebuild rápido. Holders como esse sinalizam topo de ciclo? Não definitivamente, mas ignorar é arriscado. Proteja capital priorizando liquidez sobre FOMO.


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Vórtice vermelho sugando fragmentos digitais frágeis em abismo negro, com núcleo Bitcoin dourado intacto no centro, ilustrando liquidações de US$ 2,5 bi

Liquidações de US$ 2,5 Bi: 10º Maior Crash Histórico do Cripto

O mercado de criptomoedas registrou o 10º maior evento de liquidações da história, com US$ 2,5 bilhões em posições alavancadas evaporados em 24 horas. O Bitcoin caiu para US$ 75 mil, menor nível em nove meses, enquanto altcoins como Ethereum e Solana desabaram até 14%. Esse flush removeu alavancagem excessiva, preparando o terreno para um mercado mais saudável com menor risco sistêmico, segundo analistas do CoinGlass e Kobeissi Letter. A capitalização total perdeu US$ 200 bilhões.


Magnitude das Liquidações

Os dados do CoinGlass revelam que US$ 2,53 bilhões em posições foram liquidadas, com US$ 2,41 bilhões em longs — apostas na alta. O Ethereum liderou as perdas com US$ 1,14 bilhão, seguido pelo Bitcoin com US$ 765 milhões, conforme reportado pelo Portal do Bitcoin. Três ondas de liquidação em 12 horas somaram US$ 1,3 bilhão, criando ‘bolsões de ar’ nos preços devido à liquidez fina e alavancagem extrema.

O evento ocorreu em um sábado de baixa liquidez, amplificando o impacto. Mais de US$ 1 bilhão foi liquidado em apenas cinco minutos quando o BTC testou US$ 76 mil. Esse ranking histórico destaca a vulnerabilidade a cascades de liquidações em mercados alavancados.

Impacto nos Preços e Capitalização

O mercado total perdeu US$ 200 bilhões em capitalização, caindo para US$ 2,7 trilhões. Bitcoin recuou 8% para US$ 75 mil, patamar inédito desde maio de 2025, enquanto Ethereum despencou 13% para US$ 2.362 e Solana 14% para US$ 101.

Segundo o AMBCrypto, o BTC negociou abaixo das médias móveis principais pela primeira vez desde 2022, sinalizando possível fase de consolidação prolongada. No Brasil, o Bitcoin está em R$ 403.679, queda de 2,31% em 24 horas, conforme o Cointrader Monitor.

Causas: Liquidez e Alavancagem Excessiva

Analistas do Kobeissi Letter descartam Fed ou tensões no Oriente Médio, atribuindo o crash puramente à liquidez choppy e alavancagem extrema. Sentimento de manada oscilou de euforia para pânico, gerando swings agressivos. O evento faz parte de um reset global de US$ 12 trilhões em risco, incluindo quedas em metais preciosos.

Exchanges elevaram requisitos de margem, forçando mais vendas em cascata. ETFs de Bitcoin nos EUA registraram saídas de US$ 1,5 bilhão na semana, reforçando a pressão vendedora.

Limpeza Necessária para Saúde do Mercado

Esse flush removeu posições sobrealavancadas, reduzindo o risco sistêmico. Histórico mostra que pós-liquidações massivas, o mercado estabiliza com bases mais sólidas. Investidores devem monitorar suportes em US$ 76 mil para BTC e adotar gestão de capital gradual, como dollar-cost averaging em zonas de medo extremo.

Os dados sugerem oportunidade em polaridade emocional, mas volatilidade persiste. Vale acompanhar volume e open interest para sinais de recuperação.


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Personagem cartoon de Saylor como guardião resiliente em fortaleza BTC contra tempestade vermelha de liquidações, testando pressão em US$76k

Estratégia de Saylor Sob Pressão: BTC a US$ 76k Testa Resiliência

O Bitcoin despencou para US$ 76.000 neste sábado, apagando US$ 111 bilhões de capitalização e liquidando US$ 2,5 bilhões em posições alavancadas. A queda de 10% coloca o preço médio de aquisição da MicroStrategy (MSTR), de cerca de US$ 76.000, sob teste de estresse. No entanto, analistas da CryptoQuant veem resiliência: sem vendas por Michael Saylor, um colapso de 70% é improvável. O momento crítico reforça a solidez da maior detentora corporativa de BTC, com 712 mil moedas em tesouraria.


Queda do Bitcoin e Liquidações Recordes

A desvalorização de 30% desde abril de 2025 reflete realização de lucros por detentores antigos, colidindo com baixa liquidez e ausência de capital fresco, conforme o choque de liquidações de US$ 2,5 bilhões. Ki Young Ju, CEO da CryptoQuant, destaca que o Realized Cap está planificado, sinalizando fim de inflows institucionais que ancoraram o BTC perto de US$ 100.000.

Grandes participantes como Kraken (17 mil BTC), Binance (12 mil BTC) e Coinbase despejaram volumes significativos, acelerando o movimento. Ether e Solana caíram até 17%, evidenciando fragilidade setorial. Segundo o CoinDesk, o rally impulsionado pela MSTR esgotou compradores, mas sem pânico generalizado.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 403.557, com variação de -2,29% em 24h e volume de 345 BTC.

Posição da MicroStrategy no breakeven

A detentora de 712.647 BTC, comprados a média de US$ 76.037, viu seu tesouro cair para US$ 54,2 bilhões. A posição ficou brevemente no vermelho, mas reservas de US$ 2,2 bilhões em caixa eliminam pressão de dívida de curto prazo. Todas as obrigações são longas, permitindo hold firme.

Desde a adoção do “Bitcoin Standard” há 2.000 dias, a MSTR conectou seu desempenho ao BTC. Uma queda adicional de 3% colocaria perdas não realizadas, mas Saylor reforça: a empresa é “construída para o longo prazo”. Isso diferencia a tese institucional de traders especulativos.

Proteção Contra Crash Profundo, Diz CryptoQuant

O CEO da CryptoQuant afirma que o BTC está protegido de queda de 70% a menos que Saylor venda. Diferente de ciclos passados, sem alavancagem forçada, o suporte da MSTR atua como piso. Ju prevê consolidação lateral ampla, não rebound rápido ou capitulação.

Analista Anıl concorda: tentativas de pressionar Saylor perto do custo são de curto prazo. Com caixa abundante, acumulação adicional é plausível, transformando fraqueza em oportunidade.

Perspectivas Otimistas para o Suporte Institucional

A resiliência da MicroStrategy valida a adoção corporativa de Bitcoin como reserva de valor. Investidores devem monitorar o Realized Cap e movimentos de MSTR. Apesar da volatilidade, a ausência de vendas institucionais sugere base sólida para recuperação. Vale observar se inflows de ETFs retornam, ancorando preços acima do breakeven de Saylor. O viés de alta permanece fundamentado na convicção de longo prazo.


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Prisma Ethereum translúcido sobre plataformas glassmorphism rachando em 2.5K, com cascata vermelha de partículas indicando suportes críticos e risco de liquidações

Ethereum em Suportes Críticos Após Queda Abaixo de US$ 2.500

O Ethereum registrou queda superior a 20% na última semana, rompendo o patamar psicológico de US$ 2.500 e testando níveis de suporte on-chain identificados por analistas. Dados da Glassnode, via URPD (UTXO Realized Price Distribution), apontam zonas em US$ 2.475 e US$ 1.881. Adicionalmente, uma perda abaixo de US$ 2.300 pode desencadear US$ 737 milhões em liquidações de posições compradas em exchanges centralizadas principais, conforme mapa de liquidações do Coinglass. No momento da consulta, ETH negociava a US$ 2.306,60 (-5,67% em 24h), equivalente a cerca de R$ 12.159.


Níveis de Suporte On-Chain pelo URPD

Os dados mostram que o Ethereum perdeu os suportes iniciais em US$ 2.623 e US$ 2.772 após declínio iniciado em 29 de janeiro. A métrica URPD, que distribui o preço realizado por UTXOs com base no custo médio dos investidores, destaca concentrações significativas de posições adquiridas nesses patamares inferiores.

Especificamente, US$ 2.475 representa uma zona onde grande volume de ETH foi acumulado, potencialmente atuando como suporte devido à inclinação de holders para defenderem seu custo base. Caso essa barreira ceda, o próximo nível crítico surge em US$ 1.881, o que implicaria correção de 25% do preço atual e mais de 60% do pico cíclico. Essa análise, compartilhada pelo analista Ali Martinez com dados da Glassnode, baseia-se na lógica de que investidores nessas faixas tendem a aumentar posições, gerando demanda.

No timeframe diário, o gráfico ETH/USDT confirma o preço pairando próximo a US$ 2.410 recentemente, com volume decrescente sinalizando indecisão do mercado.

Risco de Liquidações em Cadeia Abaixo de US$ 2.300

Mapa de liquidações do Coinglass revela intensidade elevada caso ETH rompa US$ 2.300, com potencial para US$ 737 milhões em posições compradas serem liquidadas em CEXs principais. Essa métrica não indica volume exato de contratos, mas a “intensidade relativa” — ou seja, a probabilidade de reação em cascata devido à liquidez forçada.

A explicação técnica reside no mecanismo de feedback: liquidações geram ordens de venda automáticas, ampliando a pressão descendente e ativando clusters subsequentes. Inversamente, rompimento acima de US$ 2.500 exporia US$ 614 milhões em posições vendidas, invertendo o viés. Esses dados, atualizados em 1º de fevereiro, refletem a estrutura de risco derivativos no momento da análise.

Traders monitoram esses clusters como zonas de alta volatilidade, onde alavancagem concentrada pode amplificar movimentos de preço em até vários porcents em minutos.

Contexto Técnico e Níveis a Observar

A queda reflete fragilidade geral do mercado cripto, com ETH perdendo 10% nas últimas 24 horas. Indicadores como RSI diário em território oversold (próximo a 30) sugerem possível alívio técnico, mas médias móveis exponenciais (EMA 50 e 200) permanecem em configuração de baixa, com preço abaixo de ambas.

Níveis chave a observar: suporte imediato em US$ 2.300-US$ 2.475; resistência inicial em US$ 2.500. Uma consolidação acima de US$ 2.623 invalidaria o viés descendente de curto prazo. Volume 24h e open interest em derivativos ETH indicam redução de exposição, mas clusters de liquidação mantêm risco assimétrico para downside.

Em BRL, ETH cotava a R$ 12.159 (bid), com variação de -4,32% diária, alinhada ao USD.

Implicações para o Mercado

Os números delineiam um cenário de alta sensibilidade: perda de suportes on-chain combinada a liquidações pode acelerar correção para US$ 1.881, enquanto defesa bem-sucedida nesses patamares oferece oportunidade de recuo. Investidores utilizam esses dados para dimensionar stops e posições, respeitando a natureza volátil dos derivativos.

Atualizações em tempo real via plataformas como TradingView e Coinglass são essenciais, dado o prazo curto de validade dessas métricas em mercados 24/7.


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Elevador digital em queda livre com traders cartoon em pânico segurando gráfico de 77K vermelho, chuva de liquidações e nuvens de FUD político

BTC e ETH em Queda Livre: Liquidações Bilionárias e Crise Política nos EUA

📊 BOLETIM CRIPTO | 01/02/2026 | NOITE

O mercado de criptomoedas enfrenta um domingo de capitulação severa, marcado pelo maior volume de liquidações em cascata desde eventos históricos como a queda da FTX. O Bitcoin recuou para a faixa de US$ 77 mil, seu menor patamar em nove meses, enquanto o índice de medo atingiu níveis alarmantes de pânico extremo. Além da pressão vendedora em derivativos, o cenário é agravado por uma crise política em Washington, onde a senadora Elizabeth Warren exige investigações sobre um investimento de US$ 500 milhões dos Emirados Árabes Unidos (UAE) na corretora cripto ligada à família Trump. Com saídas institucionais recorrentes nos ETFs e tensões geopolíticas no Oriente Médio, o viés de baixa forte predomina no curto prazo, testando a resiliência dos maiores suportes técnicos do setor.


🔥 Destaque: Liquidações de US$ 2,6 bi e BTC em Mínima de 9 Meses

O encerramento do primeiro mês de 2026 despejou uma pressão vendedora brutal sobre o ecossistema cripto. O Bitcoin rompeu suportes psicológicos importantes, atingindo mínimas de US$ 77.000 em um movimento que eliminou mais de US$ 2,5 bilhões em posições compradas apenas nas últimas 24 horas. Esse evento de desalavancagem forçada entra para o top 10 histórico do setor, superando em magnitude o crash da era Covid e o colapso da exchange FTX.

A queda não foi isolada. O Ethereum sofreu um recuo ainda mais agressivo, perdendo cerca de 17% de valor e registrando liquidações que somam US$ 1,15 bilhão. A dinâmica foi acelerada pela baixa liquidez típica do fim de semana, onde ordens de venda automáticas (stop-loss) foram executadas em sequência, sem compradores suficientes para sustentar os preços. Grandes exchanges, como a Binance e Bybit, processaram fluxos massivos de saída de capital.

De acordo com o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 404.467,54 no mercado brasileiro, refletindo a desvalorização global. A queda atual representa um recuo de 35% desde o pico histórico de outubro, colocando investidores institucionais e o varejo em um estado de vigilância máxima quanto aos próximos suportes em US$ 75.000 e US$ 72.000.

O que monitorar a partir de agora é o comportamento dos ETFs spot nos EUA. Na última semana, esses veículos registraram resgates de US$ 1,5 bilhão, sinalizando que o apetite institucional por risco está diminuindo diante da incerteza macroeconômica e do medo de uma bolha tecnológica global.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento atual é de medo extremo, com o índice Fear & Greed despencando para 14 — o nível mais baixo desde dezembro do ano passado. Essa deterioração é alimentada por uma convergência perigosa de fatores: tensões geopolíticas no Estreito de Ormuz, a paralisação parcial do governo dos Estados Unidos e o início de investigações parlamentares sobre a relação entre o capital estrangeiro e o mercado cripto americano.

O cenário otimista de outrora deu lugar a um viés de baixa dominante, com investidores migrando para a segurança do dólar e ativos de baixo risco. A queda do Bitcoin abaixo do custo base dos ETFs (estimado em US$ 80.000) cria um risco sistêmico de resgates adicionais, forçando gestoras a venderem ativos no mercado à vista para honrar saques. Setores como o de finanças descentralizadas (DeFi) também sofrem com a redução do TVL, à medida que a confiança na infraestrutura de segurança e liquidez é testada.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Cascata de Liquidações: A alta alavancagem em posições compradas ainda remanescentes pode desencadear novas vendas forçadas se o nível de US$ 76.000 não for defendido pelas baleias.
  • Escrutínio Regulatório: As demandas da senadora Elizabeth Warren por audiências sobre o financiamento dos UAE podem resultar em sanções ou novas restrições a investimentos estrangeiros em empresas cripto dos EUA.
  • Resgates em ETFs: Se os fluxos negativos continuarem, a pressão vendedora institucional pode prolongar a correção para alvos inferiores em torno de US$ 62.000.
  • Escalada Geopolítica: Conflitos no Oriente Médio elevam a aversão ao risco global, historicamente desfavorável a ativos voláteis como o Bitcoin e altcoins de beta elevado.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação no Pânico: Historicamente, níveis de medo extremo (abaixo de 20) marcam fundos locais de mercado. Investidores de longo prazo enxergam a queda de US$ 20.000 em duas semanas como uma zona de entrada estratégica.
  • Resiliência da Strategy: A empresa de Michael Saylor está próxima ao seu ponto de equilíbrio (US$ 76.037). Uma defesa bem-sucedida desse patamar reafirmaria a tese do HODL institucional pacientemente.
  • Migração para Protocolos Apolíticos: O escrutínio sobre projetos ligados a políticos americanos pode favorecer a rotação de capital para redes verdadeiramente descentralizadas e permissionless, como o Bitcoin e Layer 1s independentes.

📰 Principais Notícias do Período

1. BTC atinge US$ 77k, menor em 9 meses; liquidações US$ 2,5 bi
O Bitcoin despencou 8% para a faixa de US$ 77 mil, seu menor nível em nove meses. A queda arrastou altcoins, com perdas de até 14% em nomes como Solana e XRP. O movimento foi catalisado por riscos geopolíticos no Oriente Médio e liquidações massivas que superaram US$ 2,5 bilhões.

2. Liquidações pressionam Strategy ao breakeven
A maior detentora institucional de Bitcoin, a Strategy, viu sua posição de 712.647 BTC ficar a apenas 1,8% do lucro com a queda para US$ 78,5k. Se o preço cair mais 3%, a empresa de Michael Saylor entrará em território de prejuízo não realizado após meses de ganhos recordes.

3. Trader perde US$ 222M em posição de ETH
Em um único evento de liquidação na exchange Hyperliquid, um trader perdeu mais de US$ 222 milhões em uma posição comprada de Ether. O ETH liderou as perdas do mercado, com US$ 1,15 bilhão liquidados em 24 horas durante uma queda de 17% que testou o suporte de US$ 2.300.

4. Warren exige investigação em investimento UAE em empresa de Trump
A senadora Elizabeth Warren demandou audiências urgentes após revelações de que um oficial de inteligência dos Emirados Árabes Unidos adquiriu 49% da World Liberty Financial. A suspeita de corrupção envolve a aprovação posterior de venda de chips de IA aos UAE pelo governo Trump.

5. Bitcoin atinge medo extremo após queda de US$ 20k
O preço do Bitcoin recuou US$ 20.000 em apenas duas semanas, saindo de US$ 95.500 para mínimas locais recordes. O índice de medo caiu para 14, refletindo pânico total no varejo, enquanto analistas citam Warren Buffett para incentivar compras de oportunidade durante o crash.

6. Queda abaixo de US$ 80k ativa riscos para investidores institucionais
Analistas alertam para o risco de um “fosso profundo” (deep pit) após o Bitcoin violar o custo médio de aquisição dos ETFs à vista. A quebra deste patamar pode forçar resgates massivos por instituições, empurrando o preço para níveis próximos de US$ 62.000 se o suporte não for retomado.

7. Investimento de US$ 500M dos UAE injeta capital em firma da família Trump
A Aryam Investment 1, ligada ao xeique Tahnoon dos UAE, finalizou um aporte milionário na World Liberty Financial dias antes da posse presidencial. O acordo eleva tensões sobre transparência e influência estrangeira nas políticas de ativos digitais dos EUA.


🔍 O Que Monitorar

  • Liquidações Acumuladas: Acompanhar se o volume de liquidações diário cai abaixo de US$ 1 bilhão, o que sinalizaria o esgotamento da força vendedora.
  • Fluxos Institucionais: Verificar os relatórios da Farside Investors sobre os ETFs Spot para checar se os resgates foram interrompidos.
  • Níveis de Suporte: Manter atenção rigorosa no suporte de US$ 75.000 no BTC e US$ 2.300 no Ethereum.
  • Notícias de Washington: Qualquer avanço no Comitê Bancário do Senado sobre as audiências de Elizabeth Warren trará volatilidade política adicional.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 12 a 24 horas, o viés de baixa forte deve persistir conforme o mercado processa o choque das liquidações recordes. A baixa liquidez de domingo costuma amplificar picos de volatilidade, e o risco de um teste rápido em US$ 75.000 no Bitcoin é real se novas ordens de venda forem acionadas. Contudo, o estado de medo extremo histórico muitas vezes serve como prelúdio para um repique técnico de curto prazo. Investidores devem evitar alavancagem excessiva (leverage) e focar na preservação de capital em plataformas robustas como a Binance, aguardando a abertura dos mercados globais na segunda-feira para confirmar se a capitulação encontrou um piso sustentável.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede neural digital fragmentando com explosões vermelhas em cascata, simbolizando liquidações de US$ 2,5 bi e crash no mercado cripto

Liquidações de US$ 2,5 Bi: Crash no Mercado Cripto

Os dados do mercado mostram que US$ 2,58 bilhões em posições foram liquidadas nas últimas 24 horas, com destaque para uma perda individual de US$ 222,65 milhões em uma posição de Ether no Hyperliquid. O Ether liderou com US$ 1,15 bilhão liquidados após queda de até 17%, seguido por Bitcoin (US$ 788 milhões) e Solana (US$ 200 milhões). Paralelamente, ETFs cripto registraram saídas de US$ 1,7 bilhão, o maior volume desde novembro, em um fim de semana de baixa liquidez que acelerou a cascata de liquidações.


Escala das Liquidações por Exchange e Ativo

No Hyperliquid, a exchange de derivativos descentralizada registrou US$ 1,09 bilhão em liquidações, quase todas em posições longas, representando mais de 40% do total. Bybit somou US$ 574,8 milhões e Binance US$ 258 milhões. Ao todo, 434.945 traders foram impactados, com US$ 2,42 bilhões de longs liquidados contra apenas US$ 163 milhões de shorts.

Dois grandes participantes no Hyperliquid sofreram perdas combinadas de US$ 284 milhões em posições de Ether: um endereço conhecido como ‘CZ opponent whale’ perdeu US$ 54 milhões em uma posição de US$ 181 milhões, enquanto o ‘BTC OG insider whale’ registrou US$ 230 milhões de prejuízo em uma posição de US$ 660 milhões. Esses eventos ocorreram em meio a uma queda acentuada do Ether para níveis próximos de US$ 2.436, conforme dados recentes.

Saídas Recordes dos ETFs Cripto

Os ETFs de criptomoedas enfrentaram a maior retirada desde novembro, totalizando US$ 1,7 bilhão na semana. Bitcoin ETFs lideraram com US$ 1,1 bilhão em resgates, seguidos por Ethereum com US$ 630 milhões e XRP com US$ 18 milhões. Nos dois últimos dias, Bitcoin ETFs viram saídas de US$ 817 milhões em 29 de janeiro e US$ 510 milhões no dia seguinte, marcando quatro dias consecutivos de resgates.

Essa contração de liquidez reflete uma rotação de capital, com a capitalização de mercado do USDT registrando aumento de menos de US$ 1 bilhão nos últimos 60 dias — níveis associados a condições de mercado de baixa tardias. Detentores de curto prazo absorveram a maior pressão, vendendo abaixo do custo base em meio à volatilidade.

Baixa Liquidez de Fim de Semana e Riscos da Alavancagem

A liquidez reduzida típica de fins de semana amplificou o impacto das liquidações. Movimentos de preço iniciais, como a queda de 17% no Ether, acionaram fechamentos forçados além dos thresholds de margem, criando um efeito cascata. Posições alavancadas, especialmente longs, provaram vulneráveis em mercados com order books finos.

Indicadores como open interest elevado e funding rates positivos prévios sinalizavam sobreposicionamento bullish. Picos em liquidações frequentemente marcam resets de posicionamento, com dados on-chain mostrando transferência gradual de supply de mãos fracas para detentores de longo prazo. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 417.596,88 (-4,58% em 24h), enquanto Ether está em torno de R$ 12.855,48 (-7,76%). Traders devem monitorar volumes de liquidação, níveis de suporte em ETH próximo de US$ 2.400 e BTC em US$ 79.000, além de fluxos de ETF para avaliação do sentimento.


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Avalanche de prata líquida engolindo pilares cripto com '39%' rachado, simbolizando colapso de 39% e liquidações recordes em mercados globais

Prata Desaba 39%: Colapso Sistêmico Arrasa Mercados Globais e Cripto

Os mercados globais registraram uma perda histórica de US$ 12 trilhões em apenas 48 horas, superando o PIB combinado de Alemanha, Japão e Índia. A prata liderou o colapso com queda de 39% em um dia, enquanto o ouro recuou 16%. Esse evento sistêmico propagou liquidações atípicas para o mercado cripto, com contratos tokenizados de prata e Ethereum à frente das perdas, totalizando US$ 594 milhões em posições encerradas.


Escala da Queda nos Mercados Tradicionais

Os dados mostram que o unwinding estrutural afetou múltiplos ativos. Ouro apagou US$ 6,38 trilhões em valor de mercado, prata US$ 2,6 trilhões, platina US$ 235 bilhões e paládio US$ 110 bilhões. A prata acumulava nove meses consecutivos de ganhos, com alta de mais de 300% em 12 meses, atingindo picos de US$ 85-90 no COMEX contra US$ 136 em Xangai.

Razões paper-to-physical de 300:1 expuseram tensões entre derivativos e demanda física. Plataformas como CME elevaram margens em 36% para prata e 33% para ouro em três dias, forçando liquidações automáticas em mercados em queda. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 415.985,78 (-5,18% em 24h) às 06:42 de 01/02/2026.

Colapso da Prata e Fatores Estruturais

A prata rompeu seu recorde histórico de nove meses verdes, atraindo posições alavancadas excessivas. Fundos de hedge reduziram exposição líquida em 36%, o menor nível em 23 meses. O rompimento desencadeou cascata de margin calls, com vendas forçadas acelerando a queda de 35-39%. No Brasil, a prata spot valia R$ 447,33 (-26,75% em 24h), refletindo o impacto global.

A clareza sobre liderança do Fed, com Kevin Warsh em ascensão, removeu suporte a ativos duros, sinalizando disciplina no balanço patrimonial. Indicadores como volume e open interest confirmam liquidações sistemáticas, não venda orgânica.

Impacto no Mercado Cripto: Liquidações Atípicas

No cripto, contratos tokenizados de prata lideraram liquidações com US$ 142 milhões (depois US$ 70 milhões), superando Ethereum (US$ 139-229 milhões) e Bitcoin (US$ 82-95 milhões). Total: 145.989 traders afetados, US$ 594 milhões perdidos em 24h.

Bitcoin oscilava em US$ 83 mil (atual: US$ 78.826 para BTC e US$ 2.424,7 para ETH), mostrando resiliência relativa. Plataformas como Hyperliquid viram ordem de US$ 18,1 milhões em XYZ:SILVER-USD liquidada. Isso evidencia o uso crescente de cripto para estratégias em commodities.

Níveis Técnicos a Observar

No curto prazo, monitore suportes em prata (US$ 70-85 spot) e BTC (US$ 78k). A média móvel de 50 dias no ouro (próxima de US$ 2.200) pode atuar como resistência. Volumes de liquidação e margens ajustadas indicam potencial para volatilidade prolongada. Dados de funding rates e correlações macro guiarão próximos movimentos.


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Cristal Ethereum colapsando com rachaduras vermelhas e '2.6B' gravado, representando liquidações recorde de US$ 2,6 bi em 24h

Liquidações Recorde em ETH: US$ 2,6 Bilhões Deletados em 24 Horas

📊 BOLETIM CRIPTO | 01/02/2026 | MANHÃ

Ameaças sistêmicas e liquidações recorde dominam o primeiro boletim de fevereiro. O colapso de posições compradas em Ethereum, que somaram perdas de US$ 2,6 bilhões em apenas 24 horas, expõe a fragilidade da alavancagem extrema em momentos de baixa liquidez. Enquanto o ecossistema ETH enfrenta crises de segurança e erros operacionais, o cenário regulatório apresenta uma rara dicotomia: o alerta global sobre influxos ilícitos da Rússia em 2025 contrasta com avanços institucionais da SEC para o Bitcoin 2026. O viés de baixa moderado prevalece, sustentado pelo pânico no mercado de derivativos e pela erosão de confiança nas principais plataformas centrais e descentralizadas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 415.177,47, refletindo o clima de cautela global.


🔥 Destaque: Liquidação de US$ 222 mi em ETH no Hyperliquid

O mercado de derivativos descentralizados (DEX perps) viveu um de seus momentos mais críticos nesta manhã. No epicentro do caos, o Hyperliquid registrou a liquidação forçada de uma única posição de US$ 222,65 milhões em Ethereum, após o ativo sofrer uma queda abrupta de 17%. Esse evento isolado representou cerca de 40% de todo o prejuízo registrado nas exchanges nas últimas 24 horas, sinalizando um estado de capitulação entre os grandes participantes alavancados.

O impacto total das liquidações globais atingiu a marca impressionante de US$ 2,58 bilhões, afetando mais de 434 mil investidores. O Ethereum liderou as perdas com US$ 1,15 bilhão em fechamentos forçados, evidenciando que posições otimistas representaram 94% de todo o capital deletado no período. A baixa liquidez atual amplificou o efeito cascata, onde ordens de venda no mercado acionaram margin calls sucessivos em um ciclo destrutivo.

Para o investidor, este cenário é um alerta sobre os perigos da alavancagem excessiva em momentos de instabilidade macroeconômica. Embora eventos de liquidação massiva possam indicar um “fundo de pânico”, a persistência de funding rates negativos sugere que a pressão vendedora ainda não foi totalmente exaurida. A visibilidade on-chain do Hyperliquid, se por um lado oferece transparência, por outro permite que o mercado antecipe movimentos de capitulação, intensificando a volatilidade.

É fundamental monitorar agora o Open Interest do ETH. Uma redução drástica nesse indicador pode sinalizar que o mercado foi “limpo” de especulações frágeis, abrindo espaço para uma estabilização de preços. Contudo, enquanto o ETH não recuperar suportes psicológicos importantes, o risco de novos ataques às mínimas semanais permanece elevado.


📈 Panorama do Mercado

O período reflete um cenário de intensa pressão sobre a infraestrutura do mercado cripto. A combinação de liquidações massivas no setor de derivativos e o aumento de FUD (medo, incerteza e dúvida) em exchanges líderes cria um ambiente de aversão ao risco. As disputas públicas entre os CEOs da OKX e Binance sobre causas de quedas anteriores apenas adicionam combustível ao clima de desconfiança sistêmica.

Além disso, dados da TRM Labs revelam que a Rússia impulsionou influxos ilícitos recordes de US$ 158 bilhões em 2025, o maior nível em cinco anos. Embora esses fluxos representem apenas 1,2% do volume total on-chain, o uso de cripto para evasão de sanções estatais coloca o setor sob um holofote regulatório perigoso, aumentando o risco de retaliações globais contra provedores de serviços e stablecoins.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Cascata de Liquidações: A alta concentração de posições alavancadas em perps de ETH expõe o mercado a novos fechamentos forçados se o preço testar suportes inferiores a US$ 2.000.
  • Escalada Regulatória: O relatório de atividades ilícitas russas deve catalisar novas sanções do Tesouro americano (OFAC), podendo levar a exclusões e congelamentos de fundos em massa.
  • Erosão de Confiança: A guerra narrativa entre grandes exchanges e a queda acentuada de altcoins como ASTER incentivam a saída de capitais do varejo para custódia externa ou protocolos DeFi auditados.
  • Insegurança Operacional: Erros básicos como o envio de US$ 12 milhões em ETH para endereços fraudulentos reforçam o risco humano em práticas de autocustódia durante períodos de estresse.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Capitulação como Sinal de Reversão: Picos extremos de liquidação em posições compradas historicamente precedem reversões de tendência. A limpeza de posições alavancadas pode estar criando um ponto de entrada para investidores de longo prazo.
  • Setor de Compliance e Analytics: O aumento da fiscalização sobre fluxos ilícitos gera demanda direta por tecnologias de rastreio blockchain, beneficiando empresas e tokens ligados à infraestrutura de conformidade.
  • Clareza Regulatória no Bitcoin 2026: O engajamento inédito da SEC e CFTC no Bitcoin 2026 oferece uma perspectiva de “porto seguro” legislativo, atraindo capital institucional de médio prazo para o BTC.

📰 Principais Notícias do Período

1. Trader perde US$ 222 milhões em única posição de ETH
Um único participante da exchange descentralizada Hyperliquid teve sua posição de ether liquidada durante uma queda de 17% no ativo. O movimento foi parte de um fechamento global de US$ 2,6 bilhões que atingiu o mercado cripto em 24 horas.

2. Baleias de ETH liquidadas somam perdas de US$ 284 mi
Monitoramento on-chain da EmberCN identificou que as duas maiores posições de compra no Hyperliquid colapsaram nesta madrugada. Um dos investidores registrou prejuízo individual de US$ 230 milhões.

3. Fluxos ilícitos vinculados à Rússia batem recorde de 5 anos
A TRM Labs registrou US$ 158 bilhões em movimentações criminosas em 2025. O uso estatal de stablecoins atreladas ao rublo e redes de evasão que conectam Rússia, China e Irã elevaram o alerta regulatório global.

4. Atkins marca presença histórica no Bitcoin 2026
Paul Atkins fará história como o primeiro Chair da SEC em exercício a palestrar no Bitcoin Conference. O anúncio de uma supervisão unificada com a CFTC sinaliza uma nova era de clareza para ativos digitais nos EUA.

5. CEO da OKX e CZ trocam acusações sobre crashes de mercado
Star Xu culpou estratégias de marketing agressivas da Binance pelo flash crash anterior. Em resposta, CZ atribuiu a queda a fatores macro por trás de tarifas comerciais, negando falhas sistêmicas.

6. Token ASTER derrete 78% por manipulação de baleias
Apenas seis carteiras controlam quase 96% da oferta circulante de ASTER, executando despejos coordenados em exchanges. O preço desabou de US$ 2,42 para US$ 0,54, servindo como lição sobre tokens altamente centralizados.

7. Erro de copy-paste custa US$ 12 mi em ETH para trader
Vítima de um ataque de endereço falso, um trader enviou 4.556 ETH para uma carteira que mimetizava a da Galaxy Digital. O erro ocorreu após pequenos depósitos prévios do atacante para enganar o histórico do usuário.


🔍 O Que Monitorar

  • Open Interest de ETH: Acompanhe na Coinglass se a redução do interesse aberto continua, o que diminuiria o risco de novas liquidações forçadas.
  • Funding Rates: Taxas de financiamento muito negativas em plataformas como Binance e Bybit podem indicar exaustão vendedora ou iminência de um short squeeze.
  • Decisões da OFAC: Novas designações de sanções ligadas aos clusters russos podem impactar diretamente a liquidez de protocolos DeFi.
  • Legislação no Senado dos EUA: A aprovação da autoridade da CFTC sobre o mercado à vista pode ser o gatilho necessário para a recuperação de confiança institucional.

🔮 Perspectiva

O viés de baixa deve persistir nas próximas 24 a 48 horas, conforme o mercado digere o trauma das liquidações recordes em Ethereum. O momentum negativo é alimentado pela percepção de insegurança, seja por ataques de engenharia social ou pelo domínio manipulativo de baleias em altcoins. Contudo, a redução drástica na alavancagem pode estar pavimentando o caminho para um fundo de mercado mais sólido. É provável que vejamos volatilidade intensa enquanto os níveis de suporte em ETH são testados. Investidores brasileiros devem manter cautela extra, monitorando o fluxo de saques nas principais exchanges e a reação do Bitcoin frente aos novos sinais regulatórios vindos dos EUA. O cenário exige gestão de risco rigorosa e atenção redobrada à segurança das transações.


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Rede digital de nós fragmentando em explosão vermelha cascata, simbolizando US$ 16 bilhões liquidados no massacre cripto

Massacre Cripto: US$ 16 Bilhões Liquidados e Pânico como na FTX

O mercado cripto vive um momento de desalavancagem brutal, com US$ 16 bilhões liquidados em 24 horas e 356 mil traders afetados, segundo dados da Coinglass. As taxas de funding do Ethereum caíram para níveis vistos no colapso da FTX, sinalizando pânico extremo nos derivativos. É importante considerar: este wipeout reflete uma limpeza violenta de posições compradas, impulsionada por quedas acentuadas no Bitcoin abaixo de US$ 80 mil e Ethereum em US$ 2.300. O risco aqui é a amplificação da volatilidade por alavancagem excessiva.


Escala das Liquidações: Um Massacre em Horas

Nas últimas quatro horas, o mercado registrou US$ 10,89 bilhões em liquidações, das quais US$ 10,51 bilhões foram posições compradas, conforme reportado pela BlockBeats via Coinglass. Em 24 horas, o total chega a US$ 16 bilhões, impactando precisamente 356.339 traders. A maior ordem liquidada foi de US$ 13,39 milhões em ETH-USD na Hyperliquid.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 414.085,70, com variação de -6,73% nas últimas 24 horas. O Ethereum, por sua vez, registra queda de -10,36%, cotado a cerca de R$ 12.777. Esses números ilustram como a desalavancagem afeta o mercado brasileiro, com volumes elevados em exchanges locais.

Atenção para o fato de que mais de 408 mil traders foram liquidados em posições de Bitcoin (US$ 570 milhões) e Ethereum (US$ 554 milhões), de acordo com a Crypto.news. Isso não é FUD: é um sinal real de excesso de alavancagem sendo corrigido de forma abrupta.

Funding Rates do Ethereum: Eco da Queda da FTX

As taxas de funding do Ethereum mergulharam para -0,028% na Binance e -0,078% agregadas, níveis idênticos aos do colapso da FTX em novembro de 2022, alerta a Blockonomi. Esse indicador reflete um desequilíbrio extremo entre perpétuos e spot, com shorts pagando longs devido ao pessimismo dominante.

Lembra do que aconteceu na FTX? Posições alavancadas foram dizimadas em cascata, ampliando perdas. Hoje, com US$ 1,1 bilhão liquidados apenas em ETH, o paralelo é inevitável. O risco aqui é que taxas negativas extremas indicam capitulação, mas sem garantia de reversão imediata — especialmente com liquidez apertada.

É importante considerar: em cenários assim, o mercado entra em fase de ‘limpeza’, removendo posições sobrealavancadas. Mas e você, tem exposição a derivativos? Essa é a hora de avaliar a saúde das suas posições.

Contexto Macroeconômico e Sinais de Alerta

O crash se intensifica por tensões geopolíticas EUA-Irã, outflows contínuos de ETFs de Bitcoin e nomeação de Kevin Warsh como possível chair do Fed, conforme destacado na Crypto.news. O Fear & Greed Index caiu para 26 (zona de medo), e o open interest futures despencou para US$ 113 bilhões.

Nos últimos três dias, o mercado perdeu US$ 470 bilhões em capitalização, atingindo US$ 2,63 trilhões. Isso reforça vulnerabilidades: alavancagem alta + eventos macro = liquidações em cascata, como visto em crises passadas.

O que observar? Manutenção de funding rates negativos, continuidade de liquidações acima de US$ 1 bi/dia e reação a notícias do Oriente Médio. Histórico ensina: ignorar esses sinais levou muitos a perdas evitáveis.

Proteção ao Capital: Lições Práticas

Para o investidor brasileiro, priorize preservação do capital. Posições alavancadas amplificam riscos em momentos de volatilidade como este — 356 mil traders sabem disso agora. Monitore funding rates, reduza exposição a perpétuos e foque em spot ou estratégias de baixo risco.

Não é pessimismo: é realismo. O mercado sempre se recupera, mas protege quem gerencia riscos. Atenção para o próximo movimento: será limpeza ou oportunidade? Depende do que você observar.


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Executivos cartoon debatendo sobre mesa rachada com '$19B' liquidações, simbolizando polêmica do flash crash na Binance

Crash de US$ 19 Bi: Binance Culpa Macro, Mas Críticas Explodem

A Binance publicou um relatório detalhado sobre o flash crash de 10 de outubro de 2025, que gerou liquidações de US$ 19 bilhões no mercado cripto. A exchange atribui o evento a choques macroeconômicos, como manchetes de guerra comercial e alta nos yields de bonds, negando falha primária em sua plataforma. No entanto, críticas de Cathie Wood (Ark Invest) e Star Xu (OKX) sugerem manipulação ou falhas técnicas, reacendendo tensões sobre a segurança das exchanges.


Relatório da Binance: Macrochoques como Gatilho Principal

A narrativa oficial da Binance enfatiza que 75% das liquidações ocorreram antes de problemas técnicos localizados em sua plataforma, por volta das 21h36 UTC. O evento, apelidado de “10/10 incident”, coincidiu com perdas de US$ 1,5 trilhão em ações globais e retração de liquidez por market makers. Dados da CoinGlass mostram picos de US$ 19,25 bilhões em liquidações, com a Binance registrando cerca de US$ 2,3 bilhões.

Dois incidentes foram admitidos: degradação no subsistema de transferências entre Spot, Earn e Futures (21h18-21h51 UTC), causando exibições de saldo zero; e desvios em índices de preços para USDe, WBETH e BNSOL (21h36-22h15 UTC), levando a chamadas de margem errôneas em mercados com baixa liquidez. A exchange compensou usuários com mais de US$ 328 milhões e lançou o “Together Initiative” de US$ 300 milhões para apoio comunitário, além de melhorias em circuit breakers e monitoramento.

A história mostra que eventos semelhantes, como o crash de maio de 2021 ou o colapso da LUNA em 2022, amplificam riscos em mercados alavancados. A exuberância recente ignorou esses precedentes.

Críticas Ressurgem: Acusações de Falhas e Manipulação

Cathie Wood atribuiu o crash a uma ‘falha de software na Binance’, alegando desalavancagem de US$ 28 bilhões com impactos duradouros. Star Xu, da OKX, criticou exchanges que priorizam lucros curtos via esquemas Ponzi e manipulação de preços, sugerindo danos ao ecossistema. No X, usuários chamam CZ de “golpista”, relatando contas congeladas, stop-loss falhando e timestamps manipulados em liquidações.

Relatos incluem flashes de preços próximos a zero em ENJ e ATOM, e desvios em ativos como BNSOL. Apesar de compensações de US$ 283 milhões iniciais e fundo de US$ 400 milhões, a desconfiança persiste. A congestão na rede Ethereum, com gas fees acima de 100 gwei, agravou spreads e atrasou arbitragem, mas críticos questionam se a Binance beneficiou-se da volatilidade.

O mercado está ignorando lições de crises passadas, como a asiática de 1997, onde alavancagem excessiva levou a contágios sistêmicos.

Riscos Sistêmicos e Lições dos Ciclos Passados

Como economista que viu a baixa de 2018 e 2022, vejo padrões claros: toda alta é seguida de correção quando a alavancagem explode. O crash de outubro expôs vulnerabilidades em derivativos cripto, com open interest acima de US$ 100 bilhões em BTC. Market makers retirando liquidez criou vácuos, similar ao dot-com em 2000.

Cuidado com narrativas que culpam só o macro: falhas técnicas, mesmo localizadas, podem catalisar cascades em ecossistemas interconectados. A correlação com mercados tradicionais cresce, com yields globais e liquidez do Fed influenciando ativos de risco. Proteção de capital exige diversificação além de alavancagem.

O Que Isso Significa para Investidores

Monitore liquidez em order books, desvios em índices e congestionamentos on-chain. Tensões entre exchanges como Binance e OKX destacam necessidade de plataformas resilientes. Em um ciclo onde exuberância ignora riscos, equilibrar visões contrarian é essencial. Sobreviver à próxima baixa vale mais que ganhos efêmeros no alta.


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Vórtice vermelho sugando silhueta de baleia colossal e partículas menores em oceano digital fractured, simbolizando flash crash por liquidação de US$ 1 bilhão

Flash Crash: Baleia Liquidada em US$ 1 bilhão Afunda BTC e Alts

O Bitcoin registrou uma queda repentina de US$ 3 mil em apenas cinco minutos na tarde de sábado (31/01), caindo abaixo de US$ 76 mil pela primeira vez desde abril do ano passado. Os dados apontam para a liquidação de uma posição comprada alavancada de US$ 1 bilhão por uma única baleia como gatilho principal, iniciando um efeito dominó que elevou as liquidações totais para mais de US$ 2,5 bilhões em 24 horas. ETH, SOL e DOGE despencaram até 13%, expondo a fragilidade da liquidez em horários de baixa atividade.


Detalhes da Liquidação da Baleia

Os dados da Kobeissi Letter indicam que a liquidação ocorreu às 13:43 ET (18:43 BRT), com uma posição comprada massiva de US$ 1 bilhão sendo forçada a fechar. Isso limpou o book de ofertas, pressionando o preço do Bitcoin de cerca de US$ 79 mil para US$ 76 mil em minutos. Segundo o CoinGlass, a maior liquidação individual registrada foi de US$ 222 milhões em ETH-USD na Hyperliquid, mas o impacto cascata afetou todo o mercado de futuros.

O volume de liquidações em posições compradas atingiu US$ 2,41 bilhões nas últimas 24 horas, representando a maior parte das perdas. O Bitcoin, que negociava acima de US$ 90 mil na quarta-feira, acumulou queda de quase US$ 15 mil em dias, com a posição da MicroStrategy brevemente entrando em território negativo pela primeira vez em mais de dois anos.

Impacto em Ethereum, Solana e Dogecoin

A onda de liquidações se espalhou para altcoins, com Ethereum liderando com US$ 385 milhões em posições destruídas, seguido por Bitcoin com US$ 188 milhões. Solana e XRP registraram mais de US$ 45 milhões cada, enquanto Dogecoin viu quedas acentuadas. No total, cerca de US$ 974 milhões foram liquidados em 24 horas, afetando mais de 240 mil traders, predominantemente em posições compradas.

Os preços refletem a pressão: ETH caiu 11,61% para US$ 2.406, SOL 13,20% para US$ 102,64 e DOGE 12,97% para US$ 0,102. A assimetria entre posições compradas e vendidas destaca o posicionamento excessivamente otimista após semanas de consolidação.

Liquidez Fina no Fim de Semana

A liquidez reduzida nos finais de semana amplificou o movimento. Com menor profundidade nos books de ofertas, a execução de grandes ordens força preços para níveis de liquidação em cascata. Ativos tokenizados como prata também sofreram, indicando uso crescente de plataformas cripto para trades macro rápidos. Os dados mostram que o evento foi um reset mecânico de alavancagem, não pânico generalizado.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 410.794,72 às 18:31 BRT, com variação de -7,61% em 24h e volume de 500 BTC. ETH a R$ 12.673,83 (-10,67%), SOL R$ 540,60 (-12,64%) e DOGE R$ 0,5366 (-11,89%), conforme AwesomeAPI.

Níveis Técnicos Relevantes

Os dados técnicos revelam suportes testados: Bitcoin próximo à média móvel de 50 dias em US$ 76 mil, agora em recuperação para US$ 78 mil. ETH quebrou suporte de US$ 2.500, SOL abaixo de US$ 110 e DOGE testando US$ 0,10. Volumes de liquidação concentrados em exchanges como Hyperliquid sinalizam risco de volatilidade persistente. Traders devem monitorar o rebuild de alavancagem e profundidade de mercado nos books para avaliar a estabilidade.


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Cúpula digital cyan rachada liberando torrentes vermelhas de liquidação, com pilar resiliente simbolizando pânico cripto e US$16B em perdas

Pânico Cripto: US$ 16 Bilhões em Liquidações e ETH em Níveis da FTX

📊 BOLETIM CRIPTO | 31/01/2026 | NOITE

O mercado de criptomoedas enfrenta um dos seus momentos mais críticos em anos, marcado por um efeito dominó de desalavancagem que varreu US$ 16 bilhões em posições nas últimas 24 horas. O clima de capitulação forçada, intensificado por tensões geopolíticas agudas entre EUA e Irã, empurrou o Bitcoin para baixo dos US$ 79 mil e deixou o Ethereum em uma situação técnica que remete ao colapso da FTX em 2022. Enquanto o pânico atinge investidores de varejo e institucionais — com perdas bilionárias em tesourarias públicas —, o setor DeFi também sofre ataques, como o hack de US$ 27 milhões na Step Finance. Em meio ao caos, a Ripple surge como uma rara exceção positiva após vitórias judiciais definitivas, mas seu fôlego é insuficiente para conter o viés de baixa dominante que define este encerramento de mês.


🔥 Destaque: Desalavancagem Recorde de US$ 16 Bilhões

O ecossistema cripto testemunhou um evento de liquidação em massa de magnitude sem precedentes históricos recentes. Em apenas um dia, aproximadamente US$ 16 bilhões em posições foram encerradas forçadamente, afetando mais de 356 mil traders globalmente. O movimento foi concentrado em posições compradas, que representaram mais de 96% do volume liquidado em janelas específicas de estresse, sinalizando um esgotamento completo de alavancagem excessiva.

Este fenômeno foi catalisado por uma combinação tóxica de incerteza macroeconômica e liquidez reduzida de fim de semana. O impacto foi tão severo que as taxas de funding do Ethereum atingiram patamares de -0,078%, níveis que não eram registrados desde o crash da exchange FTX em novembro de 2022. Na prática, isso significa que os vendedores a descoberto estão pagando prêmios altíssimos aos compradores para manter suas posições, evidenciando um pessimismo extremo em derivativos.

Para o investidor, este cenário representa uma “limpeza” dolorosa, mas necessária, de posições especulativas. Embora a volatilidade deva permanecer elevada no curto prazo, a remoção de alavancagem tóxica historicamente precede períodos de estabilização. No entanto, a divergência entre os preços de mercado futuro e à vista (spot) indica que o estresse sistêmico ainda não foi totalmente absorvido pelas grandes plataformas de negociação.

Monitorar a estabilização destas taxas e o volume de novas liquidações é fundamental. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 411.175,76, refletindo uma queda de 7,06% nas últimas 24 horas, o que reforça a gravidade do movimento de retração em território nacional.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento atual é de aversão severa ao risco, com o valor total do mercado cripto encolhendo cerca de US$ 470 bilhões em apenas três dias. A narrativa de “refúgio digital” do Bitcoin foi testada e, no curto prazo, falhou diante da necessidade de liquidez imediata causada pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio. O mercado opera agora sob a sombra do recuo institucional, onde mesmo grandes detentores estão sendo forçados a realizar prejuízos para cobrir margens.

O Ethereum tem sido o epicentro desta pressão vendedora. Além das liquidações diretas, a BitMine Immersion Technologies revelou perdas não realizadas de US$ 6 bilhões em suas participações na rede. Este dado, somado a quatro dias consecutivos de saídas nos ETFs de Bitcoin, sugere que o capital institucional está em modo de proteção, aguardando clareza sobre as políticas do Federal Reserve e os desdobramentos diplomáticos globais.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Cascata de Liquidações: A manutenção de taxas de funding negativas atrai novos vendedores, criando o risco de novos vácuos de liquidez que podem derrubar o preço de forma abrupta.
  • Incerteza Geopolítica: O conflito entre EUA e Irã atua como o principal motor do sentimento de aversão ao risco, mantendo o capital tradicional e institucional longe de ativos voláteis.
  • Vulnerabilidade em DeFi: O hack na Step Finance expõe fragilidades em tesourarias complexas, podendo gerar descrédito e retiradas de fundos em outros protocolos da rede Solana.
  • Saídas de ETFs: A continuidade dos resgates em fundos como os da BlackRock sinaliza uma pausa na tese de adoção contínua, enfraquecendo o suporte de preço no mercado à vista.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Capitulação Histórica: Níveis de funding similares aos da FTX frequentemente marcam fundos locais de mercado; investidores resilientes podem encontrar janelas de entrada oportunas após o reset.
  • Clareza no XRP: Com o arquivamento definitivo do processo da SEC, o XRP ganha segurança jurídica inédita, posicionando-se como um ativo com potencial de utilidade bancária real.
  • Divergência Perp-Spot: O descompasso de preços entre o mercado futuro e o à vista abre portas para estratégias de arbitragem financeira para traders profissionais.

📰 Principais Notícias do Período

1. Liquidações de US$ 16B em 24h marcam desalavancagem extrema
O mercado de derivativos sofreu um colapso mecânico com US$ 10,89 bilhões em liquidações em apenas 4 horas. Mais de 356 mil traders foram liquidados, com o maior prejuízo individual ocorrendo no par ETH-USD na Hyperliquid. O evento sinaliza um estado de pânico vendedor absoluto.

2. Funding ETH em níveis FTX após US$ 2.5B liquidações
A taxa de funding agregada do Ethereum despencou para -0,078% após uma onda de vendas forçadas. O cenário reflete tensões geopolíticas e uma divergência acentuada entre perpétuos e o mercado à vista, indicando forte estresse institucional em plataformas como a Binance.

3. Liquidações de US$ 974M derrubam ETH, SOL e DOGE até 13%
Moedas de alta volatilidade como altcoins de topo sofreram quedas de dois dígitos em meio à liquidez reduzida de fim de semana. O reset de alavancagem removeu bilhões em apostas otimistas, abrindo caminho para uma possível estabilização técnica na próxima semana.

4. BitMine acumula US$ 6B em perdas paper em ETH por sell-off
A BitMine Immersion Technologies reportou uma desvalorização de cerca de 30,9% em seus ativos de Ethereum desde o pico de outubro. A empresa agora detém US$ 9,6 bilhões em ETH, evidenciando o risco enfrentado por tesourarias corporativas expostas à volatilidade.

5. Hack de US$ 27M na Step Finance abala DeFi Solana
A plataforma Step Finance teve sua tesouraria comprometida, resultando no roubo de mais de 261 mil unidades de SOL. O token nativo STEP desabou 80% após o incidente, reforçando preocupações com a segurança cibernética em protocolos de agregação de dados.

6. Arquivamento SEC-Ripple eleva XRP 3,2% com tesouraria nova
Em uma vitória histórica, a Justiça arquivou o processo contra a Ripple, eliminando o fantasma regulatório sobre o XRP. A empresa também lançou uma solução de tesouraria para corporações, o que ajudou o preço a se manter resiliente diante da queda geral do mercado.


🔍 O Que Monitorar

  • Liquidações totais 24h: Verifique no Coinglass se os volumes de liquidação estão diminuindo, o que indicaria o esgotamento da força vendedora.
  • Funding Rates: A volta das taxas para território neutro ou positivo será o primeiro sinal de estabilização do mercado de derivativos.
  • Suportes Técnicos: Observe o comportamento do Bitcoin em US$ 75.000 e do Ethereum em US$ 2.300; a perda destes níveis pode acelerar a queda.
  • Notícias Geopolíticas: Qualquer sinal de desescalada no Oriente Médio pode atuar como um catalisador imediato de recuperação para ativos de risco.

🔮 Perspectiva

O viés de baixa para as próximas 48 horas permanece forte, com o mercado ainda processando o trauma da liquidação de US$ 16 bilhões. É provável que a volatilidade continue alta até a reabertura dos mercados tradicionais na segunda-feira, quando o fluxo institucional de ETFs definirá se haverá uma defesa firme dos preços atuais. Embora o arquivamento do caso Ripple tenha trazido otimismo pontual para o XRP, a pressão sobre o Bitcoin e o Ethereum é o motor principal. Investidores devem priorizar a preservação de capital e aguardar a estabilização do Open Interest antes de buscar novas exposições alavancadas. A fase atual é de limpeza do sistema; sobreviver a este ciclo de desalavancagem é o primeiro passo para capturar a próxima onda de valorização.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Monólito dourado do Bitcoin erguendo-se firme de oceano de metais preciosos derretendo, simbolizando resiliência relativa ao crash de ouro e prata

Bitcoin Resiste Crash dos Metais e Mantém US$ 83 mil

Os dados mostram um paradoxo no mercado: enquanto ouro e prata sofrem quedas expressivas de 12% e 35% respectivamente em um único dia, o Bitcoin resiste com estabilidade em torno de US$ 83.000. No entanto, liquidações alavancadas expulsaram o BTC do top 10 ativos globais por capitalização de mercado, agora em 11º lugar com US$ 1,67 trilhão. Essa resiliência relativa pode sinalizar força em meio à volatilidade.


Crash dos Metais Preciosos

A prata registrou a maior desvalorização, caindo de US$ 120 para US$ 75 por onça em poucas horas, uma perda de 35% no dia 30 de janeiro, conforme reportado pela CoinDesk. O ouro, que havia atingido recorde de US$ 5.600 na quinta-feira, recuou para US$ 4.718, uma queda de 12%. Platina e paládio também sofreram, com reduções de 24% e 20%, respectivamente.

Essa correção violenta nos metais preciosos ocorre após um rally parabólico que drenou capital de risco de outros ativos, incluindo criptomoedas. O movimento foi exacerbado por uma venda generalizada em ativos de risco, com Nasdaq caindo 1,25% e S&P 500 0,9%. Os dados indicam que traders experientes em metais comparam a volatilidade da prata à era dos irmãos Hunt em 1980.

Bitcoin Fora do Top 10 Globais

O market cap do Bitcoin encolheu para aproximadamente US$ 1,67 trilhão, posicionando-o em 11º lugar no ranking global de ativos, atrás de Meta Platforms (US$ 1,86 trilhão), TSMC (US$ 1,76 trilhão) e Saudi Aramco (US$ 1,66 trilhão), segundo o Crypto Briefing e CompaniesMarketCap. O preço do BTC negociava em torno de US$ 87.500 recentemente, mas testou mínimas semanais próximas a US$ 81.000.

O mercado cripto total perdeu 5% em 24 horas, atingindo US$ 2,9 trilhões. Apesar disso, uma pesquisa recente aponta que investidores institucionais consideram o Bitcoin subvalorizado nesses níveis, sugerindo potencial de recuperação em capitalização.

Estabilidade Técnica do Bitcoin

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin em reais está em R$ 437.428,13, com variação positiva de 1,95% nas últimas 24 horas e volume de 398,12 BTC. Essa estabilização em US$ 83.000 reflete resiliência relativa, com o ativo testando suporte em US$ 81.000 sem rompimento significativo.

Dados on-chain preliminares indicam redução em liquidações alavancadas, com volume de opções para upside em fevereiro (como calls em 105.000 BTC) ganhando tração. A média móvel de 50 dias permanece acima de US$ 80.000, atuando como suporte dinâmico. Indicadores de volume mostram acumulação por holders de longo prazo, contrastando com o pânico nos metais.

Níveis Chave a Monitorar

Os traders devem observar o suporte em US$ 81.000 (mínima semanal) e resistência em US$ 87.500 (nível pré-queda). Um rompimento acima de US$ 85.000 poderia sinalizar reversão da tendência de curto prazo. No contexto macro, a indicação de Kevin Warsh como presidente do Fed — visto como hawkish — contribuiu para a venda em risco, mas o fluxo reverso de capitais dos metais pode beneficiar o BTC.

A volatilidade semanal reflete ajuste de posições alavancadas, mas a retenção acima das mínimas sugere força subjacente. Investidores institucionais monitoram o mNAV e fluxos ETF para avaliar o sentimento.


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Montanha de prata derretendo em avalanche vermelha atingindo rede cripto, com monolito Bitcoin dourado resistindo, simbolizando crash de metais e liquidações

Crash de US$ 1,1T nos Metais: Prata Derrete e Castiga Cripto

O tradicional porto seguro dos metais preciosos está derretendo: uma queda violenta de mais de 35% na prata apagou US$ 1,1 trilhão em valor de mercado em menos de 24 horas, contaminando ouro, ETFs e criptomoedas. Liquidações de US$ 770 milhões em posições compradas de cripto mostram o risco sistêmico. Bitcoin, apesar da pressão, resiste melhor que os metais, sinalizando alguma resiliência em meio ao pânico.


Queda Brutal nos Metais Preciosos

A prata despencou mais de 35% após recordes acima de US$ 100/onça, chegando a US$ 92, enquanto o ouro, que superou US$ 5.500 pela primeira vez, caiu para abaixo de US$ 5.000, perdendo cerca de US$ 4 trilhões em valor. A platina e o paládio também sofreram quedas de 15,5% e 12%, respectivamente. Esse colapso, sem gatilho macro evidente, foi impulsionado por margin calls e vendas forçadas em mercados alavancados finos.

Analistas apontam para realização de lucros após altas explosivas: ouro +20% no mês, prata +50%. Bancos centrais compravam ouro em ritmo recorde para diversificar reservas, e a prata ganhava com demanda industrial (solar, IA). Mas o excesso de posições long levou a um unwind mecânico, ampliado pela liquidez baixa.

Contágio para Criptomoedas e Liquidações

O impacto chegou às criptos como uma onda de liquidações cruzadas: US$ 770 milhões em posições compradas evaporaram em 30 minutos. Bitcoin caiu para US$ 82.000 (hoje em torno de R$ 444 mil segundo Cointrader Monitor), Ethereum para US$ 2.700 e Solana para US$ 115. O dólar mais forte, após anúncio de Trump sobre o próximo chair do Fed (Kevin Warsh), piorou o cenário para commodities.

Prata em BRL caiu 26,75% para R$ 447, ouro 8,93% para R$ 25.710 (AwesomeAPI). Esse contágio lembra que cripto ainda é high-beta de risco macro: quando tradicionais tremem, tudo corre junto.

Bitcoin Resiste Mais que Ouro: Sinal de Resiliência?

Curiosamente, como explica o Portal do Bitcoin, ouro e prata caem mais que BTC sem motivo macro claro. Apesar da volatilidade, Bitcoin acumula +0,9% em 24h no Brasil, enquanto metais derretem. Isso sugere resiliência: BTC não depende só de demanda industrial ou reservas centrais, mas de adoção como reserva de valor digital.

Porém, cuidado: em deleveragings sistêmicos, ouro vende junto com risco para cobrir margins. Investidores apressados em vender metais para liquidez afetam tudo.

Lições de Proteção para Investidores

Esse episódio é um aviso de proteção: diversifique, reduza alavancagem e monitore cross-asset. Volatilidade em metais pode sinalizar stress maior. BTC segurando melhor é positivo, mas não imuniza contra pânicos. Vale observar apetite por risco pós-volatilidade e dados do Fed. Monitore posições e evite FOMO reverso em quedas.


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Rede cristalina hexagonal colapsando de nó SOL fragmentado com ondas vermelhas, simbolizando US$ 1,71 bi em liquidações e flash crash na Solana

Massacre das Alavancadas: US$ 1,71 bilhão em Liquidações e Crash na Solana

O mercado cripto registrou uma queda de 6% nesta sexta-feira (30/01/2026), com US$ 1,71 bilhão em posições alavancadas liquidadas nas últimas 24 horas, segundo dados da CoinGlass. A maioria, US$ 1,59 bilhão, veio de posições compradas, afetando mais de 275 mil traders. Bitcoin caiu para US$ 81.300 (-8%), enquanto Solana sofreu um flash crash em exchanges perpétuas. Esse evento destaca os riscos da alavancagem em cenários de alta volatilidade.


Escala da Cascata de Liquidações

Os dados da CoinGlass revelam que US$ 1,71 bilhão em posições foram liquidadas, com US$ 909 milhões ocorrendo nas primeiras 12 horas. Posições compradas dominaram, representando 93% do total, o que amplificou a pressão vendedora. A maior liquidação individual, de US$ 80,57 milhões, aconteceu na HTX.

No Bitcoin, US$ 752 milhões em posições compradas foram liquidadas à medida que o preço despencou para US$ 82.564, conforme análise técnica detalhada em reportagem especializada. Indicadores como RSI (31) e MACD confirmam viés de baixa, com o Fear & Greed Index em 16 (medo extremo). No Brasil, o BTC negocia a R$ 442.957 (Cointrader Monitor), alta de 0,79% em 24h apesar da turbulência global.

Flash Crash na Solana: Liquidez Frágil

A Solana (SOL) exemplificou a fragilidade das perpetuals com um flash crash no dYdX, onde o preço mergulhou verticalmente abaixo de US$ 116 em minutos, recuperando parcialmente para US$ 117,54. Esse movimento, típico de liquidações em baixa liquidez, ocorreu apesar de especulações sobre um Fed pró-cripto.

No Brasil, SOL cotado a R$ 617,70 (+1,21% em 24h) reflete recuperação parcial. Esses crashes destacam como alavancagem alta (até 100x) transforma oscilações normais em eventos catastróficos, forçando vendas automáticas e criando espirais descendentes.

Fatores Catalisadores da Queda

Vários triggers convergiram: odds de 94% para Kevin Warsh (hawkish) como chair do Fed no Polymarket, fortalecendo o dólar; tensões geopolíticas EUA-Irã e tarifas contra Cuba; e balanço da Microsoft com gastos de IA em US$ 37,5 bilhões, causando queda de 12% nas ações e perda de US$ 440 bilhões em valor de mercado.

Esses eventos externos pressionaram ativos de risco, iniciando a cascata de liquidações que ‘limpou’ posições excessivamente alavancadas apostando na continuidade da alta recente do BTC acima de US$ 90.000.

Riscos Inerentes da Alavancagem Excessiva

Liquidação ocorre quando o colateral não cobre perdas em posições alavancadas. Em volatilidade, uma queda de 5% pode liquidar posições 20x alavancadas integralmente. Os dados sugerem que traders subestimam correlações macro: um dólar forte ou earnings ruins tech bastam para inverter tendências.

Para investidores brasileiros, monitore volume (BTC: 549 BTC/24h no Brasil) e evite alavancagem acima de 5x em horizontes curtos. Eventos como esse reforçam a importância de gerenciamento de risco, priorizando spot sobre derivados em mercados incertos.


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Monolito dourado Bitcoin rachando com '81K' na base sob avalanche vermelha de liquidações, simbolizando desaba e US$ 1.7 bi liquidados

Bitcoin Desaba para US$ 81 mil e Liquida US$ 1,68 Bilhão em Posições Compradas

O Bitcoin despencou para US$ 81 mil, seu menor nível em nove meses, desencadeando US$ 1,68 bilhão em liquidações de posições alavancadas em 24 horas. Cerca de 93% das perdas vieram de posições compradas, afetando 267 mil traders, com BTC e ETH liderando os prejuízos. O movimento foi amplificado pela expiração de opções de US$ 8,3 bilhões e catalisadores macro como Fed e tensões geopolíticas.


Escala das Liquidações

As liquidações totalizaram US$ 1,68 bilhão, com US$ 780 milhões em Bitcoin e US$ 414 milhões em Ether. Plataformas como Hyperliquid (US$ 598 milhões, 94% compradas), Bybit (US$ 339 milhões) e Binance (US$ 181 milhões) concentraram o impacto. A maior posição liquidada foi de US$ 80,57 milhões em BTC-USDT na HTX.

Esse fenômeno ocorre quando margens não são atendidas, forçando fechamentos que pressionam preços para baixo, criando um ciclo reflexivo. Dados da CoinGlass mostram 267 mil traders afetados, evidenciando posicionamento unilateral em longs antes da queda.

A desalavancagem removeu excesso especulativo, resetando taxas de funding e interesse aberto, mas não garante fundo imediato.

Expiração de Opções Amplifica Volatilidade

Nesta sexta-feira, 91 mil contratos de opções de Bitcoin, com valor nocional de US$ 8,3 bilhões, expiram, superando o resto do mês. Razão put/call de 0,54 indica predominância de calls (otimistas). Max pain em US$ 90 mil, acima do spot, sugere muitos out-of-the-money.

Open interest é alto em strikes de US$ 100 mil (US$ 1,9 bi), US$ 75-85 mil (acima de US$ 1 bi cada). Total OI de BTC opções: US$ 58 bilhões. Para ETH, US$ 1,3 bilhão expira, com max pain em US$ 3,1 mil e put/call 0,74.

Segundo Deribit, expirações podem intensificar movimentos em zonas de dor, como visto na queda atual para suporte mensal crucial em torno de US$ 81 mil.

Catalisadores Macro e Geopolíticos

O pânico foi alimentado por decisões do Fed mantendo juros em 3,5-3,75%, longe da meta de 2%, e especulações sobre cadeira do Fed. Tensões no Oriente Médio escalaram com envio de navios dos EUA ao Irã e declarações de Trump sobre confronto.

Tarifas anunciadas por Trump contra países vendendo óleo a Cuba geraram receios globais. Ouro caiu 9% de pico de US$ 5.600/onça, prata 11,5%. Earnings tech decepcionaram: Microsoft -10% após gastos recordes e cloud fraco, levando a derisking.

Mercado cripto perdeu US$ 215 bilhões na semana, capitalização abaixo de US$ 3 trilhões pela primeira vez desde dezembro.

Implicações e Próximos Passos

A queda reflete o desmonte de alavancagem superlotada, não uma convicção de baixa fresca. Limpeza de mãos fracas reduz distorções por fluxos forçados. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin cotava a R$ 431.539,75 (-5,53% em 24h), com volume de 646 BTC.

Investidores devem monitorar pós-expiração: funding rates, OI e suporte em US$ 81k. Se romper, próximo alvo US$ 75k. Dados sugerem possível estabilização após desalavancagem, mas volatilidade persiste com macro incerto.


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Rede hexagonal de suporte digital fragmentando com estilhaços vermelhos, simbolizando rompimento de suportes em XRP, DOGE e 1INCH

XRP e DOGE Rompem Suportes: Alerta em 1INCH

Altcoins em alerta: o XRP perdeu suporte em US$ 1,79 após queda de 7%, resultando em mais de US$ 70 milhões em liquidações de posições compradas. Dogecoin rompeu o patamar de US$ 0,1218 e o token 1INCH atingiu sua mínima histórica de US$ 0,112, impulsionados por um efeito cascata do Bitcoin em viés de baixa. Traders enfrentam volatilidade extrema, com recomendações de cautela para posições alavancadas.


XRP Perde Suporte e Gera Liquidações Milionárias

O XRP despencou cerca de 6,7%, saindo de US$ 1,88 para negociar próximo a US$ 1,75, conforme relatado pela CoinDesk. A quebra decisiva abaixo do suporte anterior em US$ 1,79 ocorreu com volume excepcional, confirmando participação institucional na venda forçada. Isso inverteu a zona US$ 1,79-1,82 em resistência chave.

Derivativos registraram mais de US$ 70 milhões em liquidações, majoritariamente de longs, ampliando a cascata baixista. Traders agora monitoram US$ 1,74-1,75 como suporte imediato: manutenção pode levar a consolidação, mas rompimento abre caminho para US$ 1,70. No Brasil, o XRP cotado a cerca de R$ 9,12 reflete a pressão global.

Dogecoin Abala com Risk-Off do Bitcoin

O Dogecoin caiu 7%, rompendo o suporte crítico em US$ 0,1218 com alto volume, transformando-o em resistência de curto prazo. A memecoin subperformou majors em meio ao recuo do Bitcoin, destacando sua alta beta.

Preço testou US$ 0,115, onde compradores defenderam temporariamente, mas estrutura permanece frágil sem recuperação acima de US$ 0,1218. A zona US$ 0,115-0,12 é decisiva: falha abre downside para US$ 0,10. Aqui, DOGE vale aproximadamente R$ 0,59, alertando para riscos em apostas especulativas.

1INCH Atinge Mínima Histórica por Vendas Iniciais

O token do agregador 1INCH desabou 20% para US$ 0,112, sua mínima histórica, após vendas de carteiras de vesting de early investors, gerando perdas realizadas acima de US$ 6,5 milhões via CoW Swap. O time negou envolvimento, afirmando não ter vendido de suas carteiras ou tesouraria.

Em resposta, planejam revisar tokenomics para maior resiliência em baixa liquidez. Esse sinal fundamentalista reforça alertas: projetos DeFi sofrem com desalinhamento de incentivos, especialmente em bear markets. Traders devem evitar FOMO em mínimas sem confirmação de fundo.

Riscos do Efeito Cascata e Níveis Críticos

O Bitcoin, segundo o Cointrader Monitor, negocia a R$ 431.454 com variação de -5,74% em 24h, arrastando altcoins. Volatilidade amplifica perdas em posições alavancadas, com memecoins e tokens DeFi mais expostos.

Recomendações preventivas: monitore suportes (XRP US$1.74, DOGE US$0.115, 1INCH estrutura baixa), reduza alavancagem e priorize preservação de capital. Em cenários de risk-off, liquidez seca e cascatas se intensificam — proteja seu portfólio antes do pior.


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Avalanche de fragmentos dourados despencando de pico 90K para base 85K rachada em vermelho, simbolizando queda do Bitcoin e liquidações de US$ 800 mi

Bitcoin Despenca para US$ 85 Mil: Liquidações e Techs em Queda

O Bitcoin despencou para US$ 85.200, marcando a mínima do ano de 2026, em uma queda de cerca de 6% nas últimas 24 horas após rejeição no suporte psicológico de US$ 90 mil. O movimento gerou um efeito cascata com mais de US$ 800 milhões em liquidações de posições alavancadas, majoritariamente compradas, enquanto a Microsoft caiu 12% pós-earnings, pressionando o Nasdaq em 2%. O rompimento dos US$ 85 mil nos diz que 2026 pode trazer maior volatilidade em ativos de risco.


Rompimento do Suporte e Liquidações Massivas

O Bitcoin negociava acima de US$ 88 mil no início da sessão, mas falhou em sustentar o nível de US$ 90 mil, conforme relatado pela Bitcoin Magazine. A rejeição desencadeou vendas aceleradas, levando a uma mínima de dois meses em torno de US$ 85.200. Esse rompimento de suporte psicológico ampliou a pressão vendedora, com volume de negociação saltando para US$ 48 bilhões em 24 horas.

As liquidações cripto atingiram picos, com US$ 800 milhões em posições compradas forçadas a fechar, segundo dados da CoinGlass citados no Decrypt. Plataformas como Hyperliquid registraram liquidações individuais de US$ 31 milhões. Altcoins sofreram mais: Ethereum caiu 6,8% para US$ 2.800, Solana 6,4% para US$ 117. A capitalização total do mercado cripto encolheu 4%, para US$ 1,72 trilhão.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 439.486, com variação de -5,43% em 24 horas e volume de 509 BTC.

Conexão com Techs: Microsoft e Nasdaq Pesam

A queda do Bitcoin coincidiu com turbulência no setor de tecnologia tradicional. A Microsoft reportou earnings acima das expectativas, mas crescimento lento no cloud e gastos elevados com CapEx geraram pânico, derrubando as ações em 12% — pior dia desde março de 2020. Isso arrastou o Nasdaq Composite para baixa de 1,5% a 2%, apagando ganhos do ano.

Ações ligadas a cripto também sofreram: MicroStrategy (-8%), Coinbase, Circle e Bullish caíram 4-8%. O VIX do S&P 50 subiu 16% para 19, sinalizando aversão ao risco. Há uma correlação evidente entre Bitcoin e techs, ambos sensíveis a expectativas de IA e política monetária.

Ouro, que atingiu US$ 5.600 na quarta, reverteu quase 10% para abaixo de US$ 5.200, e prata caiu de US$ 121 para US$ 108, reforçando o movimento risk-off amplo.

Próximos Suportes e Contexto do Fed

Analistas identificam US$ 85 mil como suporte crítico imediato. Uma quebra pode mirar US$ 83 mil a US$ 80 mil, com risco de retração maior para US$ 72-68 mil se o momentum bearish persistir, conforme CoinDesk e Bitcoin Magazine. O DXY subiu para 96,6, pressionando ativos de risco.

O Federal Reserve, em reunião recente, pausou cortes de juros com desemprego em 4,4%, sem sinal de urgência em afrouxamento, frustrando apostas em easing agressivo. ETFs de Bitcoin registraram saídas de US$ 1,8 bilhão em nove dias, apesar de inflows anuais de US$ 56 bilhões.

Tensões geopolíticas EUA-Irã e prazo para evitar shutdown governamental adicionam incerteza. Na próxima semana, a Casa Branca reúne executivos de bancos e cripto para discutir legislação.

O Que o Rompimento Revela para 2026?

Esse movimento destaca a fragilidade da estrutura de mercado atual, com alavancagem elevada e dependência de fluxos de ETF. Os dados sugerem que o Bitcoin permanece correlacionado a techs e macro, mas sua resiliência como reserva de valor pode brilhar em cenários de dólar fraco — DXY reverteu de mínima recente. Investidores devem monitorar US$ 85k: sustentação pode indicar recuo saudável; quebra, correção mais profunda. Vale observar volume on-chain e posições em exchanges para sinais de capitulação ou acumulação por baleias.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.