Juiz regulador cartoon batendo martelo FCA sobre plataforma HTX quebrando, com usuários preocupados, ilustrando processo por promoções ilegais no UK

FCA Processa HTX de Justin Sun por Promoções Ilegais no Reino Unido

A Financial Conduct Authority (FCA), regulador financeiro do Reino Unido, iniciou procedimentos judiciais contra a exchange HTX, anteriormente Huobi e ligada ao empresário Justin Sun. A acusação centra-se em promoções financeiras ilegais de serviços cripto direcionadas a consumidores britânicos, violando regras implementadas em outubro de 2023. Apesar de advertências prévias, a plataforma manteve campanhas em redes sociais como TikTok, X, Facebook e Instagram, ignorando tentativas de diálogo do regulador.


Promoções Ilegais e Estrutura Opaca

A FCA alega que a HTX continuou publicando anúncios não autorizados em seu site e plataformas sociais, mesmo após notificações formais. Essa é a primeira ação de enforcement sob o novo regime de promoções financeiras, que exige aprovação prévia para marketing de criptoativos no Reino Unido. Autoridades destacam a estrutura corporativa opaca da HTX, com identidades de proprietários e operadores ocultas, o que dificultou contatos prévios.

Segundo o diretor executivo da FCA, Steve Smart, o comportamento da HTX contrasta com a maioria das firmas que buscam conformidade. A exchange restringiu recentemente registros de novos usuários britânicos, mas a FCA alerta que clientes existentes ainda acessam materiais promocionais ilícitos, sem garantias de mudanças permanentes.

Medidas de Bloqueio e Proteção ao Consumidor

Em resposta, a FCA solicitou a plataformas como Apple, Google e redes sociais o bloqueio de contas e aplicativos da HTX para usuários no Reino Unido. Contas em Facebook, Instagram e TikTok já foram restringidas geograficamente, enquanto X e YouTube permanecem acessíveis por enquanto. A HTX figura na Warning List do regulador, significando que usuários britânicos não contam com o Financial Ombudsman Service em disputas.

Isso implica alto risco: em caso de colapso da plataforma, recuperação de fundos é improvável. O caso reflete a postura de tolerância zero da FCA, alinhada a uma regulação cripto mais ampla prevista para 2027, expandindo supervisão além de lavagem de dinheiro.

Contexto Global e Implicações para Investidores

Para o público brasileiro que opera em exchanges internacionais como a HTX, o episódio levanta alertas sobre segurança. Justin Sun, criador do Tron e figura controversa em regulações nos EUA e Ásia, vê o cerco se apertar na Europa. Decisões em Londres influenciam tendências globais, pressionando plataformas offshore a adaptarem marketing local.

O Reino Unido busca equilibrar inovação com proteção, similar a movimentos na UE e EUA. Investidores devem monitorar conformidade regulatória das exchanges, priorizando aquelas registradas em jurisdições estáveis. Esse caso sinaliza que promoções agressivas sem autorização podem levar a bloqueios e perdas irreparáveis.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança regulatória com personagens cartoon: Blockchain.com aprovado pela FCA e HTX processado por ilegalidade no Reino Unido

FCA Aprova Blockchain.com no Reino Unido e Processa HTX por Ilegalidade

A Blockchain.com obteve registro junto à FCA no Reino Unido após quatro anos de processo, enquanto a HTX (ex-Huobi) enfrenta ação judicial por publicidade ilegal de criptoativos direcionada a consumidores britânicos. Os fatos, divulgados em 10 de fevereiro de 2026, destacam a rigorosa fiscalização regulatória britânica iniciada em outubro de 2023, separando plataformas compliant das que operam na margem legal.


Aprovação da Blockchain.com pela FCA

Os dados mostram que a Blockchain.com, exchange e provedora de carteiras com sede em Londres, concluiu um processo de quatro anos para obter o registro como negócio de cryptoativos na FCA. Inicialmente, a empresa retirou sua aplicação em março de 2022 ante prazos iminentes, mas retornou e obteve aprovação. Isso permite oferecer serviços de ativos digitais em conformidade com normas de lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo.

A conquista sinaliza maior clareza regulatória no Reino Unido, um hub financeiro global. Instituições monitoram esses avanços, pois constroem confiança para alocação de capital. Plataformas registradas integram-se ao ecossistema financeiro mainstream, reduzindo riscos operacionais para usuários.

Ação de Enforcement Contra a HTX

Em contraste, a FCA iniciou procedimentos legais contra a HTX no Tribunal Superior de Londres em outubro de 2025. A exchange, registrada no Panamá com estrutura societária opaca, ignorou contatos regulatórios e continuou promoções em TikTok, X, Facebook, Instagram e YouTube, violando regras de outubro de 2023.

A FCA solicitou bloqueio de contas sociais e apps da HTX em lojas como Google Play e Apple App Store para usuários britânicos. Usuários existentes ainda acessam promoções consideradas ilícitas, sem garantias de mudanças permanentes. A plataforma está na Warning List da FCA, sem acesso ao ombudsman financeiro.

Contexto Regulatório e Impacto Global

As regras britânicas exigem que anúncios de cripto sejam aprovados por entidades autorizadas e incluam riscos claros. A maioria das exchanges ajustou-se, mas casos como HTX evidenciam fiscalização rigorosa. Para usuários brasileiros, que utilizam exchanges globais, isso reforça a necessidade de verificar compliance em jurisdições chave.

Plataformas não registradas expõem a riscos como perda de fundos sem proteção regulatória. O contraste entre Blockchain.com e HTX ilustra a ‘limpeza’ do mercado: compliant ganham legitimidade; não compliant enfrentam sanções. Dados da FCA indicam primeira ação de enforcement desse tipo, com potencial para multas e proibições.

Níveis a Observar e Próximos Passos

Investidores devem monitorar desdobramentos judiciais da HTX e expansões de plataformas FCA-registradas. O registro da Blockchain.com pode atrair mais volume institucional no UK, impactando liquidez global. Para brasileiros, priorize exchanges com licenças múltiplas; evite warning lists. A tendência regulatória sugere consolidação em torno de atores transparentes.


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Executivos cartoon institucionais coletando Bitcoin dourado enquanto baleias capitulam soltando Ethereum, simbolizando adoção vs capitulação de whales

Instituições Avançam em BTC e Infra enquanto Whales Capitulam em ETH

📊 BOLETIM CRIPTO | 11/02/2026 | MANHÃ

O mercado de criptomoedas entra em uma fase de clara divergência estratégica, marcada pelo avanço institucional massivo em contraposição ao pânico de investidores alavancados. Enquanto gigantes como a Goldman Sachs e a SkyBridge Capital aproveitam a recente queda de preços para acumular Bitcoin, o cenário em Ethereum é de capitulação histórica, com perdas que ultrapassam a marca de US$ 800 milhões em posições forçadas em DeFi. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 346.850,15, refletindo um viés de alta moderado no subconsciente institucional, apesar da volatilidade de curto prazo. Este movimento sugere que o “smart money” está estabelecendo as bases para um suporte sólido acima de patamares críticos, ignorando o ruído das liquidações de varejo.


🔥 Destaque: Goldman Sachs acumula US$ 1,1 bi em ETFs BTC

A revelação de que a Goldman Sachs detém agora uma posição de US$ 1,1 bilhão no ETF iShares Bitcoin Trust (IBIT), administrado pela BlackRock, marca uma mudança de paradigma definitiva para Wall Street. De acordo com informações da Bitcoin Magazine, o banco totaliza uma exposição de US$ 2,36 bilhões ao ecossistema de ativos digitais, incluindo posições menores em criptomoedas como Ethereum e Solana.

Este movimento é particularmente significativo por ter ocorrido durante o recente recuo de preços, quando o Bitcoin lutava para se manter nos US$ 60 mil. Enquanto o investidor de varejo capitulava diante da incerteza, uma das instituições financeiras mais tradicionais do mundo triplicava suas participações, legitimando o ativo como uma reserva de valor institucional. Os dados técnicos de filings da SEC confirmam que o banco não apenas comprou o ativo à vista, mas também utiliza derivativos para proteger sua exposição.

A implicação para o mercado é clara: a entrada de capital dessa magnitude tende a reduzir a volatilidade extrema e elevar o piso de preço do ativo. No entanto, a concentração excessiva no ETF da BlackRock cria um risco de contraparte que deve ser monitorado. Para o investidor brasileiro, o impacto reflete-se na resiliência do preço frente às instabilidades globais, consolidando a narrativa de maturidade institucional.


📈 Panorama do Mercado

O cenário atual é definido por um contraste comportamental: o sentimento de alta institucional contra o pânico técnico. Enquanto fundos de investimento aproveitam as janelas de correção para aumentar posições, o setor de derivativos sofre com o excesso de alavancagem. O momentum positivo é reforçado pela notícia de que a SkyBridge Capital, de Anthony Scaramucci, continuou comprando Bitcoin em níveis próximos a US$ 63 mil na última semana.

Além disso, a integração entre finanças tradicionais (TradFi) e blockchain avança em infraestrutura. A integração de fundos monetários tokenizados da Franklin Templeton na Binance permite que traders institucionais operem com ativos regulados como garantia externa. Esse tipo de inovação reduz o risco de custódia e atrai gestores conservadores para o trading de criptoativos, elevando a eficiência de capital do mercado.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Liquidações em DeFi: A capitulação de grandes investidores pode forçar quedas adicionais no Ethereum. A perda de US$ 869 milhões de Jack Yi no Aave serve como alerta sobre os riscos de leverage recursivo em momentos de alta volatilidade.
  • Pressão Regulatória: A ação judicial da FCA no Reino Unido contra a HTX indica um cerco fechando sobre exchanges que não cumprem normas de publicidade e segurança financeira, o que pode gerar saques em massa nessas plataformas.
  • Escrutínio de RWAs: O uso de ativos do mundo real (RWA) como colateral exigirá novas aprovações jurisdicionais, expondo parcerias institucionais a interrupções se houver mudança na postura regulatória.
  • Concentração em ETFs: A dependência de poucos veículos, como o IBIT da BlackRock, torna o mercado sensível a qualquer problema operacional em grandes gestoras americanas.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação na Baixa: O comportamento da Goldman Sachs e SkyBridge sugere que correções até a faixa de US$ 60k-63k são vistas como janelas de compra de alta convicção por grandes participantes.
  • Interoperabilidade Institucional: O apoio da Citadel à nova blockchain Zero da LayerZero abre espaço para protocolos que suportam milhões de transações por segundo, beneficiando tokens de infraestrutura.
  • Capitulação como Fundo Local: Historicamente, saídas em massa de whales com prejuízo, como as vistas em ETH, costumam preceder períodos de estabilização e reversão de tendência.

📰 Principais Notícias do Período

1. Goldman Sachs acumula US$ 1,1 bi em ETFs Bitcoin
Revelação em filings da SEC mostra que o gigante de Wall Street triplicou sua posição em ETFs de Bitcoin nos últimos meses, legitimando a classe de ativos para investidores tradicionais.

2. SkyBridge mantém estratégia de compra no pânico
Anthony Scaramucci confirmou compras contínuas mesmo durante quedas severas, enfatizando que as saídas recordes de ETFs são oportunidades para o smart money.

3. Citadel apoia LayerZero com lançamento da blockchain Zero
Um dos maiores formadores de mercado do mundo, a Citadel Securities, investiu no token ZRO para impulsionar uma nova rede voltada para settlement institucional e alta escalabilidade.

4. Binance e Franklin Templeton unem forças em tokenização
Parceria inédita integra fundos monetários tokenizados como garantia externa, protegendo o capital institucional de riscos diretos em plataformas de negociação.

5. Baleia capitula em ETH com perda de US$ 869 mi
Jack Yi, da Trend Research, fechou suas posições compradas em Ethereum no protocolo Aave após o mercado apagar os ganhos de sua estratégia iniciada em 2025.

6. Baleia perde US$ 10M em comprado no Hyperliquid
Uma carteira ligada à Matrixport registra prejuízo superior a US$ 10 milhões em uma posição de 105 mil ETH, evidenciando o perigo da alavancagem nas redes de derivativos.

7. FCA processa HTX por promoções ilegais
O regulador britânico iniciou os primeiros processos criminais contra a exchange HTX por marketing enganoso, solicitando a remoção de aplicativos das lojas da Apple e Google.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxos de ETFs: Ver se as entradas da Goldman e SkyBridge conseguem reverter o saldo líquido negativo recente dos ETFs americanos.
  • TVL no Aave: Monitorar o valor total bloqueado para garantir que novas liquidações massivas não desestabilizem protocolos DeFi.
  • Adoção do token ZRO: O desempenho do token da LayerZero após o apoio da Citadel será um termômetro para o setor de interoperabilidade.
  • Saques na HTX: A reação dos usuários britânicos e globais às sanções decretadas pela FCA no Reino Unido.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, é provável que o mercado mantenha um viés de alta moderada impulsionado pela confiança institucional renovada. A capitulação das whales em Ethereum, embora dolorosa, costuma remover o excesso de alavancagem do sistema, limpando o caminho para uma recuperação genuína. Segundo dados da Binance, o volume institucional permanece resiliente em ativos de primeira linha. Recomenda-se cautela com altcoins de baixa liquidez e atenção redobrada aos patamares de suporte do Bitcoin em US$ 65.000. O cenário macro e a entrada contínua de participantes tradicionais reforçam a tese de que o fundo local pode estar próximo.


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Balança regulatória UE com aprovação FCA para Blockchain.com subindo e MiCA pressionando exchanges francesas, impacto europeu em cripto

Europa Regulamenta Cripto: FCA Aprova Blockchain.com e MiCA Pressiona França

Europa sob nova ordem: regulação MiCA pressiona 34 empresas cripto francesas com risco de fechamento em março de 2026, enquanto Blockchain.com conquista registro da FCA no Reino Unido após anos de espera. Ao mesmo tempo, a UE analisa proibir transações cripto com a Rússia para conter sanções e avança no euro digital. Decisões que moldam o futuro das exchanges na região.


Vitória da Blockchain.com no Reino Unido

Segundo autoridades da FCA, a Blockchain.com, sediada em Londres, obteve registro como “BC Operations” quase quatro anos após retirar pedido anterior em 2022. Na época, a empresa pivotou para a Lituânia, mas agora retorna sob supervisão britânica rigorosa de lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo.

O registro permite custódia de ativos digitais e operações preparatórias para o novo regime regulatório da FCA, com autorizações sob a Financial Services and Markets Act a partir de outubro de 2027. "Operamos sob padrões iguais aos bancos tradicionais", afirmou a empresa em comunicado oficial. Esse avanço contrasta com o cenário continental mais restritivo.

MiCA Impõe ‘Limpa’ na França

A Autorité des Marchés Financiers (AMF) alerta que das 117 prestadores de serviços de ativos virtuais (PSAN) registrados, 34 enfrentam fechamento em 30 de março de 2026 sem aprovação MiCA. O prazo francês antecede o europeu de julho, exigindo fundos próprios elevados, governança robusta e compliance estrito.

Empresas como Bitstack e Caceis já foram aprovadas, mas gigantes como Binance pendem. Sem conformidade, risco de multas de até 30 mil euros, prisão e bloqueio de sites. Muitas buscam ‘passeport MiCA’ em outros países da UE, mas a AMF pode barrar contornamentos para proteger investidores locais.

Sanções à Rússia e Avanço do Euro Digital

Em meio à guerra na Ucrânia, a UE considera banir todas as transações cripto com a Rússia, mirando plataformas como Garantex, sancionada por lavagem de fundos ilícitos. Relatórios da TRM Labs indicam que exchanges russas e iranianas respondem por 85% dos fluxos sancionados em 2024.

Paralelamente, o Parlamento Europeu aprovou emissão de euro digital online e offline, alinhado ao BCE, para reforçar soberania monetária e reduzir fragmentação nos pagamentos. A medida precisa de unanimidade dos 27 membros e destaca o equilíbrio entre controle geopolítico e inovação financeira.

Implicações para Exchanges e Investidores

Esses movimentos sinalizam fragmentação regulatória na Europa pós-Brexit: Reino Unido atrai com FCA flexível, enquanto MiCA unifica mas rigoriza o continente. Exchanges operando na região devem priorizar compliance para evitar migrações forçadas ou perdas de licenças.

Para brasileiros com exposição europeia, o risco aumenta em transações com Rússia via cripto, mas o euro digital pode competir com stablecoins privadas. Autoridades como AMF e FCA enfatizam proteção ao consumidor, moldando um mercado mais maduro, embora volátil para players não preparados. Vale monitorar aprovações MiCA e sanções para ajustar estratégias globais.


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Fortaleza cripto cartoon cercada por tentáculos malware IA e regulador com algemas, simbolizando ataques cibernéticos e cerco regulatório

Malware com IA e Condenações de Fraudes: O Cerco Regulatório se Fecha

📊 BOLETIM CRIPTO | 10/02/2026 | NOITE

O mercado cripto enfrenta uma noite de forte tensão, marcada por uma ofensiva coordenada de reguladores globais e alertas críticos de segurança digital. O sentimento predominante é de cautela, após a condenação emblemática do fundador da SafeMoon e a revelação de ataques sofisticados da Coreia do Norte utilizando inteligência artificial. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera em queda de 2,18% nas últimas 24 horas, cotado a R$ 358.047. Embora avanços regulatórios como a Clarity Act nos EUA e o registro da Blockchain.com no Reino Unido ofereçam um contraponto positivo, o peso dos riscos cibernéticos sistêmicos e do endurecimento do enforcement contra fraudes gera um viés de baixa moderado que deve ditar o ritmo das negociações nas próximas 48 horas.


🔥 Destaque: IA Norte-Coreana Ameaça DeFi

Uma nova e perigosa fronteira no crime cibernético foi exposta hoje. A equipe de segurança da Mandiant, divisão do Google, emitiu um alerta urgente sobre o grupo UNC1069, vinculado à Coreia do Norte. Os hackers estão utilizando deepfakes gerados por IA em reuniões falsas no Zoom para enganar executivos e desenvolvedores de protocolos DeFi.

O modus operandi envolve engenharia social altamente aprimorada: após comprometer contas no Telegram, os atacantes convidam alvos para videochamadas onde personificam CEOs do setor. Por meio de uma técnica chamada ClickFix, eles induzem as vítimas a executar comandos que instalam sete famílias diferentes de malware, capazes de drenar credenciais, tokens e chaves privadas diretamente dos navegadores.

As implicações são críticas, dado o histórico alarmante do regime norte-coreano, que roubou cerca de US$ 2,02 bilhões em criptomoedas somente em 2025. Esse cenário eleva drasticamente o risco para investidores de varejo e institucionais que utilizam plataformas de finanças descentralizadas, erodindo a confiança nas interações remotas que são rotineiras no ecossistema.

Para o mercado brasileiro, essa ameaça reforça a necessidade de implementação imediata de sistemas de autenticação avançada e verificação biométrica. A sofisticação tecnológica empregada pelos atacantes sugere que métodos tradicionais de defesa podem ser insuficientes, podendo desencadear uma retração temporária no TVL em protocolos DeFi mais vulneráveis.


📈 Panorama do Mercado

O período atual é definido pelo arquétipo de tensão regulatória. Observamos uma fase de maturação dolorosa para o setor, onde ações punitivas internacionais estão sendo utilizadas para “limpar” o mercado de participantes mal-intencionados. A condenação de Braden Karony e a investigação massiva em Chipre sinalizam que a era da impunidade para golpes de liquidez está chegando ao fim.

Contudo, essa limpeza ocorre simultaneamente a um enfraquecimento preocupante da capacidade fiscalizadora nos Estados Unidos. A eliminação da equipe de enforcement da CFTC em Chicago, enquanto a agência ganha jurisdição sobre mais ativos, cria um vácuo de supervisão que pode ser explorado por novos esquemas fraudulentos, elevando a percepção de risco sistêmico.

A dualidade regulatória também se manifesta no Reino Unido: enquanto a FCA pune corretoras offshore por promoções ilegais, ela acolhe investidores tradicionais que cumprem as normas. Essa tendência favorece a consolidação de exchanges regulamentadas como a Binance e Blockchain.com, que tendem a capturar o volume de negociação de plataformas que operam à margem da lei.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Ameaças Estatais com IA: A sofisticação de ataques via deepfakes aumenta a superfície de exploração em protocolos de finanças descentralizadas, podendo levar a furtos massivos de ativos digitais.
  • Pânico em Memecoins: A sentença contra o CEO da SafeMoon gera um efeito cascata de medo em projetos na rede BSC com mecânicas de taxas de reflexão, temendo desvios de liquidez.
  • Vácuo de Fiscalização: A redução drástica no corpo jurídico da CFTC pode atrasar processos contra fraudes complexas, permitindo que novos scams operem por mais tempo.
  • Bloqueio de Exchanges: A ação judicial da FCA contra a HTX pode resultar na remoção de aplicativos das lojas da Apple e Google no Reino Unido, servindo de alerta para usuários de plataformas offshore sem registro local.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Cibersegurança e Identidade: Projetos focados em verificação de identidade descentralizada e proteção contra deepfakes devem ver um aumento expressivo na demanda e valorização de seus tokens nativos.
  • Migração para o Compliance: Aprovações como a da Blockchain.com no Reino Unido indicam que capitais institucionais cautelosos estão buscando abrigo em exchanges reguladas.
  • Reserva Estratégica de Bitcoin: A confirmação de que o Tesouro dos EUA planeja reter o Bitcoin apreendido para uma reserva estratégica oferece um suporte fundamental de longo prazo para o preço do ativo.

📰 Principais Notícias do Período

1. Malware NK com IA ameaça crypto e DeFi
Hackers norte-coreanos do grupo UNC1069 utilizam deepfakes em videochamadas falsas para instalar malwares de roubo em empresas do setor. O impacto estimado envolve perdas bilionárias em segurança cibernética.

2. FCA inicia ação judicial contra HTX por promoções ilegais no UK
Regulador britânico processa a corretora HTX por violar regras de publicidade financeira. A ação pode levar ao bloqueio de contas em redes sociais e remoção de aplicativos no Reino Unido.

3. CEO SafeMoon condenado a 8 anos por fraude milionária
Braden Karony recebeu sentença de 100 meses de prisão por desviar milhões de dólares de fundos de liquidez para bens de luxo. A decisão reforça o cerco do Departamento de Justiça dos EUA contra fraudes em tokens.

4. CFTC elimina equipe de enforcement em Chicago
A agência reduziu significativamente suas equipes após cortes de advogados especializados. A medida ocorre enquanto a CFTC tenta expandir sua supervisão sobre o mercado de previsões, gerando incertezas.

5. Chipre força abertura de cofres em investigação de € 700M
Investigação conjunta da Europol desmantelou uma rede de lavagem de dinheiro ligada a scams de investimento cripto. A justiça autorizou a abertura de cofres privados em busca de dispositivos e ativos.

6. Tesouro EUA urge aprovação da Clarity Act
O Secretário Scott Bessent pressiona o Congresso pela aprovação imediata de leis de clareza regulatória. O objetivo é estabelecer regras de mercado estruturadas para o Bitcoin e moedas estáveis.

7. Blockchain.com conquista registro FCA no Reino Unido
A exchange obteve licença para corretagem e custódia institucional, expandindo sua presença regulada na Europa. A aprovação sinaliza a maturidade de participantes que investem em compliance.


🔍 O Que Monitorar

  • Variação do BTC em Reais: Acompanhe o suporte do Bitcoin em R$ 355.000 via Cointrader Monitor após a queda recente.
  • Evolução do Caso HTX: Possíveis remoções de aplicativos podem indicar o nível de agressividade regulatória da FCA.
  • Fluxos em Memecoins: Reduções agressivas de liquidez em moedas da rede BSC podem sinalizar contágio do caso SafeMoon.
  • Autenticação de Vídeo: Relatos de novas tentativas de phishing via reuniões Zoom corporativas em empresas de tecnologia.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, esperamos que o viés de baixa persista, impulsionado pelo fluxo negativo de notícias de segurança e o avanço de ações punitivas regulatórias. O Bitcoin pode encontrar volatilidade adicional se os investidores reagirem com medo à redução do poder de fiscalização da CFTC. Contudo, a perspectiva de médio prazo para o setor regulado permanece robusta, conforme a Clarity Act ganha tração política nos Estados Unidos. É provável que vejamos uma migração contínua de capital para plataformas autorizadas, como a Binance, conforme o cerco da FCA e de outros reguladores se fecha contra irregularidades promocionais.


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Banqueiro cartoon bloqueando porta de cofre enquanto mão regulatória FCA a abre para empreendedor cripto, simbolizando fim de bloqueios no Reino Unido

Reino Unido Exige Fim de Bloqueios Bancários a Empresas Cripto

O governo do Reino Unido emitiu um ultimato aos bancos tradicionais: tratem empresas de criptomoedas de forma justa se quiserem que o país se consolide como hub digital global. Via HM Treasury, autoridades afirmam que firmas autorizadas pela Financial Conduct Authority (FCA) não devem sofrer restrições de contas ou transações apenas por atuarem no setor. A medida responde a bloqueios que afetam milhões de clientes, em meio a um framework regulatório que avança para implementação plena até 2027.


Declaração Oficial do HM Treasury

O Ministério da Fazenda britânico (HM Treasury) reforçou que espera tratamento equitativo para todos os negócios, incluindo provedores de criptoativos. “Não esperamos que firmas licenciadas pela FCA sofram restrições de contas ou transações por parte de provedores de serviços bancários”, declarou um porta-voz ao CoinDesk. Essa posição alinha-se à ambição do governo de atrair investimentos e inovação para o Reino Unido, posicionando-o como líder em ativos digitais.

Em um contexto pós-Brexit, o UK busca diferenciar-se de rivais europeus e americanos, onde regulações mais restritivas ou incertas freiam o crescimento do setor. A declaração surge logo após a apresentação de legislação ao Parlamento, com regras finais previstas para este ano, oferecendo “certeza necessária para investir e crescer no UK”.

Bloqueios Persistentes dos Bancos

Apesar dos avanços regulatórios, bancos britânicos continuam impondo barreiras. Um relatório do UK Cryptoasset Business Council, baseado em pesquisa com 10 exchanges legais, revela que sete delas notaram ambiente bancário mais hostil em 2025. Três mantiveram o status quo, mas o consenso é de restrições generalizadas.

Tom Duff Gordon, chefe de política internacional da Coinbase, criticou as “restrições em bloco que não distinguem firmas FCA-registradas de baixo risco de operadores de alto risco”. Isso bloqueia milhões de clientes de serviços legais, sem avaliação adequada de riscos, prejudicando consumidores e a meta governamental de hub digital.

Avanços no Framework Regulatório

A FCA já registra 59 empresas de criptoativos que cumprem normas anti-lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo, incluindo gigantes como Coinbase, Kraken e Gemini. Na semana passada, o regulador iniciou consultas finais sobre regras de proteção ao consumidor, efetivas até outubro de 2027. Legislação de fim de 2025 estendeu regras financeiras existentes ao setor.

Esses passos contrastam com o ceticismo bancário, possivelmente motivado por receios de fraudes ou volatilidade. No entanto, o governo enfatiza que licenças FCA garantem conformidade, exigindo que bancos adaptem-se à nova realidade.

Implicações Geopolíticas Globais

Para Gabriel Gomes, o movimento reflete a estratégia britânica de reconquista como centro financeiro global. Enquanto os EUA debatem bills de market structure e a UE implementa MiCA com rigidez, o UK equilibra inovação e supervisão. Isso pode atrair talentos e capitais de hubs asiáticos ou do Oriente Médio, onde Dubai e Singapura competem ferozmente.

Investidores internacionais, incluindo brasileiros, devem monitorar: um UK acolhedor acelera adoção global de cripto, influenciando mercados emergentes. Bancos resistentes arriscam perder relevância para neobancos e plataformas nativas digitais.


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Regulador cartoon FCA abrindo portões para investidores varejo com símbolos BTC e ETH, celebrando liberação de ETPs no Reino Unido

FCA Libera ETPs de Bitcoin e Ether para Varejo no Reino Unido

A Financial Conduct Authority (FCA) do Reino Unido concedeu aprovação à Valour, subsidiária da DeFi Technologies, para oferecer ETPs de Bitcoin e Ether com funcionalidades de staking diretamente a investidores de varejo. Os produtos “Physical Staking” começaram a ser negociados na segunda-feira, 26 de janeiro de 2026 na prestigiada London Stock Exchange (LSE), marcando uma vitória regulatória que democratiza o acesso a criptoativos para o público comum britânico. Essa abertura contrasta com restrições bancárias recentes e sinaliza ambições competitivas de Londres no cenário global.


Detalhes da Aprovação e Lançamento na LSE

A decisão da FCA permite que cidadãos comuns acessem veículos regulados de investimento em Bitcoin e Ether, superando barreiras técnicas e eliminando a exigência de clientes profissionais exclusiva até então. Johan Wattenström, CEO da Valour, enfatizou que isso expande significativamente a capacidade de atendimento ao mercado britânico, integrando a economia de ativos digitais de forma transparente.

A London Stock Exchange, com mais de 50 emissores e volumes milionários no setor cripto, reforça sua infraestrutura robusta. No momento, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 463.827 (-0,48% em 24h), enquanto o Ether está em cerca de R$ 15.335 via AwesomeAPI. Essa listagem pode atrair fluxos institucionais e retail para o ecossistema britânico.

Contexto Regulatório: Do Bloqueio à Abertura

Essa aprovação segue a revogação recente da proibição da FCA sobre derivativos cripto para o público geral, representando um giro estratégico após anos de cautela. Anteriormente, produtos cripto eram restritos a investidores qualificados, refletindo preocupações com volatilidade e proteção ao consumidor. O contraste é notável com bloqueios bancários recentes no UK, que limitaram transações diretas em exchanges, mas agora abrem portas via produtos listados e regulados.

No panorama geopolítico, o Reino Unido busca se posicionar como hub cripto pós-Brexit. Diante do MiCA europeu – que unifica regras na UE a partir de 2024 –, Londres acelera aprovações para reter talentos e capitais. Essa maturidade regulatória pode impulsionar a adoção institucional, com ETPs oferecendo yields via staking de Ether, atraindo quem busca retornos além da simples detenção de BTC.

Implicações Globais e para Investidores Brasileiros

Globalmente, o setor de ETPs enfrenta saídas de capital devido a incertezas com taxas de juros e momentum de preços, conforme relatórios da CoinShares. No entanto, o avanço britânico reforça a tendência de integração cripto-financeira tradicional, competindo com EUA (ETFs spot) e Suíça (ETPs pioneiros). Para o varejo UK, isso significa acesso facilitado sem necessidade de wallets ou custódia direta, reduzindo riscos operacionais.

Investidores brasileiros devem observar: com regulação cripto em evolução no Brasil (PL 4401/2022), modelos como os da Valour podem inspirar produtos locais. Plataformas globais como Binance facilitam exposição indireta, mas o movimento UK destaca a importância de jurisdições amigáveis para fluxos cross-border. Vale monitorar os volumes iniciais na LSE para avaliar a demanda do varejo.

Próximos Passos no Ecossistema Britânico

A estratégia da Valour testa a resiliência desses ETPs em meio à volatilidade cripto. Analistas acompanharão inflows, performance de staking e impacto no sentimento de mercado. Com o UK priorizando inovação regulada, essa abertura pode catalisar mais listagens, posicionando Londres como contraponto ao rigor continental europeu via MiCA.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de Ripple e regulador FCA apertando mãos sobre ponte transfronteiriça com fluxo XRP, celebrando licença no UK

Ripple Conquista FCA no UK: Expansão XRP Acelerada

Ripple agora oficial no UK: o que isso significa para seu portfólio XRP? A subsidiária Ripple Markets UK Ltd obteve aprovação da FCA como Electronic Money Institution (EMI) e como firma de criptoativos, permitindo expansão de serviços de pagamento transfronteiriços. Essa vitória regulatória, anunciada nesta sexta-feira (9/1), posiciona a empresa à frente no competitivo mercado britânico, abrindo caminhos para uso de XRP e RLUSD por instituições financeiras. Para brasileiros, isso pode tornar remessas internacionais mais rápidas e baratas.


Detalhes da Aprovação Regulatória

A licença EMI concedida pela FCA autoriza a Ripple a emitir dinheiro eletrônico e oferecer serviços de pagamento sob as normas de combate à lavagem de dinheiro (MLR). Registrada no registro oficial da FCA, a operação reforça o compromisso da empresa com compliance em um dos principais hubs financeiros globais pós-Brexit.

Embora com restrições — como proibição de caixas eletrônicos para criptoativos e serviços diretos ao varejo —, essa base regulatória permite parcerias com bancos e fintechs britânicas. Monica Long, presidente da Ripple, destacou que a expansão visa mobilizar capital preso e habilitar pagamentos em tempo real, integrando blockchain ao sistema tradicional.

No contexto geopolítico europeu, o UK busca se posicionar como líder em inovação financeira, contrastando com a fragmentação regulatória da UE via MiCA. Essa aprovação antecede o novo regime crypto da FCA, previsto para 2027.

Fortalezas para XRP em Pagamentos Transfronteiriços

A aprovação acelera adoção do XRP Ledger para liquidação rápida e de baixo custo. Instituições UK agora podem usar XRP nativo para transferências globais, superando rivais como Swift em velocidade e eficiência. CEO Brad Garlinghouse enfatizou XRP como “coração da visão de Internet of Value” da Ripple.

Integração com RLUSD, stablecoin da empresa, amplia opções para pagamentos estáveis. Analistas veem isso fortalecendo XRP contra concorrentes como Stellar ou até CBDCs em desenvolvimento. O preço do XRP, em torno de US$ 2,09, reagiu com leve alta, sinalizando confiança do mercado.

Para o ecossistema global, isso valida XRP como utility token regulado, facilitando on-ramps institucionais em mercados maduros.

Riscos e Requalificação em 2026

Apesar do otimismo, a aprovação exige requalificação em setembro de 2026 sob o novo framework FSMA. Empresas sob MLR não terão conversão automática e devem buscar autorização plena até outubro de 2027. Falhas podem limitar novas atividades, mas aprovados no prazo mantêm operações.

Esse cronograma reflete a estratégia cautelosa do UK para integrar crypto sem comprometer estabilidade financeira. Ripple, com seu portfólio de licenças globais (incluindo Singapura), está bem posicionada, mas investidores devem monitorar aprovações futuras.

Impacto Geopolítico e para Brasileiros

No tabuleiro global, o UK reforça sua atratividade para fintechs crypto, competindo com EUA e Ásia. Para usuários brasileiros, isso significa potenciais parcerias Ripple com bancos locais para remessas via XRP — reduzindo custos de até 6% em envios para Europa. Plataformas como Binance facilitam acesso a XRP para tais fluxos.

Em um cenário de real volátil, XRP surge como hedge estratégico para transações internacionais. Vale monitorar como essa expansão influencia adoção na América Latina.


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Regulador britânico cartoon abrindo portão com chave dourada liberando fluxo XRP cyan, simbolizando aprovação FCA para pagamentos Ripple

Ripple Conquista Aprovação FCA no UK para Pagamentos Cripto

A Ripple obteve aprovações cruciais da Financial Conduct Authority (FCA) no Reino Unido para expandir sua plataforma de pagamentos com ativos digitais. A licença de Electronic Money Institution (EMI) e o registro de cryptoassets permitem que instituições britânicas realizem transações cross-border eficientes. Anunciado em 9 de janeiro de 2026, o marco regulatório reforça o UK como hub financeiro cripto na Europa, apesar de disputas passadas como com a SEC nos EUA. O que muda para envios internacionais?


Detalhes da Aprovação Regulatória

A subsidiária Ripple Markets UK LTD agora opera sob supervisão plena da FCA, conforme registros oficiais. Isso habilita o Ripple Payments, uma solução end-to-end que gerencia fluxos de fundos globais sem a complexidade da infraestrutura blockchain para empresas. Monica Long, presidente da Ripple, destacou: “É sobre desbloquear trilhões em capital adormecido para valor instantâneo.” Cassie Craddock, diretora para UK e Europa, enfatizou a conformidade rigorosa da FCA, alinhada à visão da empresa.

O UK mantém seu maior escritório da Ripple fora dos EUA desde 2016, com investimentos acima de £5 milhões via University Blockchain Research Initiative (UBRI). Apesar de restrições iniciais — como proibição de serviços a varejo sem consentimento —, a aprovação sinaliza maturidade regulatória.

Impacto para XRP e Pagamentos Cross-Border

O XRP, token nativo, oscila em torno de US$ 2,10-2,12, com leve variação (-0,43% em 24h em algumas métricas), mas alta semanal acima de 10%. A licença fortalece casos de uso em remessas internacionais, onde velocidade e custo baixo superam sistemas tradicionais como SWIFT. Para brasileiros, isso pode facilitar envios globais via XRP Ledger, integrando Europa a emergentes.

Geopoliticamente, o Brexit posicionou o UK como ponte regulatória para a Europa, atraindo adoção institucional. Ripple agora soma 50+ licenças nos EUA, além de aprovações em Dubai e Singapura, contrastando com o histórico SEC encerrado em 2025.

Contexto Europeu e Expansão Global

A aprovação antecede o novo regime cripto do UK em 2027, com inscrições em setembro 2026. Todas as empresas precisarão reaplicar sob FSMA, elevando padrões de proteção ao consumidor. Isso abre portas para stablecoins como RLUSD e integra cripto à infraestrutura financeira britânica.

Na Europa, regulações como MiCA harmonizam regras, mas o UK lidera com clareza pró-inovação. Para XRP, reforça utilidade em pagamentos, potencializando volume em corredores globais. Investidores monitoram se isso impulsiona parcerias bancárias.

Implicações e Próximos Passos

A vitória regulatória consolida expansão global da Ripple, testando resiliência pós-SEC. Empresas UK ganham acesso compliant a pagamentos rápidos, reduzindo fricções cross-border. Para o ecossistema cripto brasileiro, sinaliza maturidade europeia, incentivando adoção similar. Vale acompanhar remoções de restrições e integrações com fintechs locais. Regulação clara impulsiona confiança institucional, mas volatilidade persiste.


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Personagens cartoon de exchanges em fila diante de portões FCA se abrindo com 2026, simbolizando licenças cripto no UK em setembro

FCA Abre Licenças Cripto no UK em Setembro 2026

Quer operar cripto no Reino Unido? A Financial Conduct Authority (FCA) definiu prazos claros: pedidos de licenças abrem em setembro de 2026, com o novo regime entrando em vigor em 25 de outubro de 2027. Empresas de crypto asset services (CASPs), como exchanges e VASPs, precisam de autorização plena sob a Financial Services and Markets Act (FSMA) para evitar restrições. Não perca o trem regulatório.


Cronograma do Gateway de Licenciamento FCA

O gateway de licenciamento da FCA abrirá um período de aplicações a partir de setembro de 2026, com duração mínima de 28 dias e fechamento no máximo 28 dias antes do lançamento do regime em outubro de 2027. Pedidos submetidos nesse intervalo terão análise prioritária, permitindo operação contínua durante a avaliação, graças a uma provisão de ‘saving’ na legislação.

Essa estrutura visa uma transição ordenada, dando tempo para que players preparem documentação robusta. Para negócios europeus pós-Brexit, representa uma oportunidade de ancoragem no mercado britânico, mas exige planejamento geopolítico cuidadoso em um cenário de fragmentação regulatória global.

Requisitos para Empresas Atuais e Novas

Registrados atuais sob as Money Laundering Regulations (MLRs) não terão conversão automática: todos devem buscar autorização FSMA. Empresas já autorizadas pela FCA para outras atividades financeiras precisarão variar suas permissões existentes. Além disso, firmas que dependem de terceiros para aprovar financial promotions terão de obter aprovação direta da FCA para comercializar produtos cripto no UK.

O anúncio reforça que o foco está em conformidade integral, abrangendo AML, proteção ao consumidor e governança. Diferente do MiCA europeu, que adota abordagem unificada para a UE, o regime UK é soberano, priorizando padrões locais mais rigorosos em alguns aspectos, como aprovações de marketing.

Restrições para Atrasados e Impactos Globais

Empresas que perderem a janela enfrentarão regras transitórias severas: poderão manter produtos existentes, mas estão proibidas de lançar novos serviços até obterem licença. Aplicantes tardios ainda podem submeter pedidos, mas com prazos de análise mais longos, potencialmente impactando competitividade.

No contexto geopolítico, isso pode impulsionar migração de players da UE para o UK, ou vice-versa, dependendo da convergência com MiCA. Oportunidades surgem para firmas que investirem em conformidade dupla, posicionando-se como pontes entre mercados. Para VASPs globais, o UK reforça seu papel como hub financeiro estável, contrastando com incertezas em outras jurisdições.

Roadmap de Preparação até 2027

Até setembro de 2026, priorize auditorias internas em AML, KYC, proteção de dados e estabilidade financeira. De setembro/2026 a outubro/2027, submeta e acompanhe o pedido, preparando contingências para cenários transitórios. Monitore atualizações da FCA, pois o cronograma exato será confirmado oportunamente.

Essa preparação não só garante acesso ao mercado UK, mas também fortalece resiliência regulatória em escala global, especialmente com a proximidade do MiCA pleno. Negócios proativos sairão à frente em um ecossistema cada vez mais maduro.


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