Executivos cartoon plantando bases em ilhas europeias sob selo MiCA com ponte para EUA, simbolizando adaptação de exchanges à regulação

Binance e Gate Estruturam Bases na Europa Antes da MiCA

A Binance anunciou a Grécia como sede regulatória na UE antes do prazo da MiCA em julho de 2026, enquanto a Gate obteve licença de pagamentos PSD2 em Malta. Paralelamente, nos EUA, o OCC propôs regras para stablecoins sob a Lei GENIUS, com 60 dias para comentários. Esses movimentos sinalizam o fim da era selvagem das exchanges, dando lugar a um compliance institucional na Europa e clareza regulatória global.


Binance Aposta na Grécia para MiCA

O co-CEO da Binance, Richard Teng, destacou as vantagens da Grécia, como mão de obra qualificada e segurança, em comparação a centros financeiros maiores. A exchange já solicitou licença sob o framework MiCA, que unifica regras para criptoativos nos 27 países da UE. Diferentemente da Alemanha (45 licenças) e da Holanda (22), a Grécia ainda não aprovou nenhuma, oferecendo à Binance chance de parceria direta com reguladores.

Essa estratégia reflete a adaptação global da Binance, que busca operar legalmente na UE até o prazo final. Para investidores brasileiros, isso significa maior estabilidade em serviços europeus, mas exige monitoramento de riscos como questões judiciais do fundador CZ.

Gate Fortalece Infraestrutura em Malta

A Gate Technology Ltd, entidade maltesa da Gate, conquistou a licença de Instituição de Pagamentos da MFSA sob PSD2. Isso complementa sua licença MiCA anterior para exchange e custódia, permitindo expansão de serviços de pagamento com stablecoins por toda a UE via direitos de passporting.

O CEO Giovanni Cunti enfatizou a ponte entre finanças tradicionais e Web3. Malta surge como hub estratégico pela regulação proativa. Para o ecossistema cripto, isso acelera integração de stablecoins em pagamentos, beneficiando usuários que buscam soluções compliant na Europa.

OCC e GENIUS: Regulação de Stablecoins nos EUA

Contrapondo a Europa, o Escritório do Controlador da Moeda (OCC) propôs framework para emissores de payment stablecoins sob a GENIUS Act. O foco inclui custódia e emissores estrangeiros, com período de 60 dias para feedback público. Regras de AML/BSA virão separadamente via Tesouro.

O mercado de stablecoins cresce: cap acima de US$ 320 bilhões em 200+ ativos e volume de US$ 10 trilhões em janeiro de 2026. O Comptroller Jonathan Gould busca equilíbrio entre inovação e segurança, impactando fluxos globais de liquidez.

Implicações para Investidores Globais

Esses desenvolvimentos conectam Bruxelas, Atenas, Valeta e Washington em uma narrativa regulatória unificada. A MiCA força compliance, enquanto GENIUS busca clareza nos EUA. Para brasileiros, isso reduz riscos em exchanges internacionais e abre portas para stablecoins em pagamentos cross-border. Vale monitorar aprovações e impactos em volumes de trading.


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Balança regulatória cartoon com Hong Kong acolhendo RWA em porto seguro e Europa bloqueando KuCoin, mapeando novo cenário global de cripto

RWA em Hong Kong vs KuCoin na Europa: Novo Mapa Regulatório

O mapa regulatório global de criptomoedas ganha contornos definidos: Hong Kong emerge como porto seguro para Real World Assets (RWA) baseados em ativos locais, fora do alcance da regulação estrita da China continental. Em contraste, na Europa, a autoridade financeira austríaca (FMA) impede a KuCoin de aceitar novos clientes, mesmo após três meses do suposto alinhamento da KuCoin ao MiCA. Decisões locais moldam o ‘onde operar’, impactando investidores globais. (72 palavras)


Hong Kong: RWA Fora do Alcance Continental

Segundo reportagem da Caixin, publicada em 21 de fevereiro de 2026, ativos de Hong Kong utilizados como base para RWA não caem sob a jurisdição dos reguladores da China continental. Isso decorre da notificação nº 42 (42号文), emitida em 6 de fevereiro pelo Banco Popular da China e outros sete órgãos, que reforça o controle sobre riscos de criptomoedas no exterior, com tom de ‘gestão rigorosa no exterior (境外)’.

Fontes familiarizadas com a regulação chinesa esclarecem que, enquanto RWA com ativos hongkonguenses escapam desse escopo, tokenizações de securities ou fundos do continente emitidos no exterior ficam sob responsabilidade da Comissão de Valores Mobiliários da China (CSRC). A medida enfatiza vigilância sobre a saída de ativos internos para RWA no exterior (境外), sem sinal de relaxamento regulatório.

Interesse já se manifesta: equipes do CICC Hong Kong contactam blockchains e plataformas de trading para parcerias, enquanto responsáveis por cadeias públicas buscam colaboração com bancos de investimento. Gigantes como Ant Group e JD.com monitoram atentamente as mudanças políticas, indicando potencial para inovações em Hong Kong sem interferência direta de Pequim. Essa distinção geográfica reforça Hong Kong como hub asiático para tokenização de ativos reais. (148 palavras)

Áustria Aperta o Cerco à KuCoin Pós-MiCA

Na Europa, o quadro contrasta. A Financial Market Authority (FMA) da Áustria determinou que a KuCoin não pode mais onboardar novos clientes em seu território. Essa restrição ocorre apenas três meses após a exchange supostamente alinhar-se ao Markets in Crypto-Assets (MiCA), o framework unificado da União Europeia para serviços cripto, aprovado em 2024 e em fase de implementação plena.

A ação da FMA destaca fissuras na harmonização regulatória europeia. Apesar do MiCA visar padronização, autoridades nacionais retêm poderes para intervenções locais baseadas em preocupações com compliance, AML (anti-lavagem de dinheiro) ou proteção ao consumidor. Para a KuCoin, conhecida por sua presença global e volume elevado, essa proibição afeta expansão na Áustria, um mercado maduro para cripto.

Investidores europeus enfrentam assim incertezas: plataformas aprovadas em nível UE podem tropeçar em barreiras nacionais. A decisão reflete ceticismo contínuo de reguladores quanto à maturidade de exchanges não europeias, mesmo com licenças MiCA pendentes ou concedidas. (132 palavras)

Implicações Globais para Operações Cripto

O ‘onde você opera’ emerge como fator crítico. Hong Kong oferece brechas para RWA inovadores, atraindo capital asiático e internacional fugindo da repressão continental chinesa. Já a Europa, sob MiCA, equilibra inovação com escrutínio nacional, como visto na Áustria contra KuCoin.

Para brasileiros e investidores globais, isso significa diversificar jurisdições: monitorar aprovações locais em exchanges usadas e preferir ativos em regiões amigáveis a tokenização. Tendências geopolíticas — tensões EUA-China, soberania digital europeia — ditam fluxos de capital cripto. Autoridades de múltiplos países sinalizam que compliance local suplanta aprovações paneuropeias ou asiáticas.

O cenário reforça a necessidade de due diligence geográfica: decisões em Viena ou Hong Kong alteram acessibilidade a plataformas e produtos. Investidores atentos ajustam estratégias conforme o mapa regulatório evolui. (118 palavras)

📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.


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Burocrata cartoon holandês multando orbe de prediction market com selo 420K em martelo, simbolizando cerco regulatório europeu ao Polymarket

Holanda vs. Polymarket: Multa Semanal de €420 Mil no Cerco Europeu

As autoridades holandesas, por meio da Kansspelautoriteit (KSA), emitiram uma ordem contra o braço local do Polymarket, a Adventure One, exigindo o cessar imediato de atividades por oferecer apostas ilegais, incluindo em eleições nacionais. A multa semanal chega a €420 mil, com teto acumulado de €840 mil, marcando uma escalada no escrutínio europeu sobre mercados de previsão descentralizados. A decisão, anunciada em 20 de fevereiro de 2026, reforça o precedente de que tais plataformas são equiparadas a jogos de azar sem licença.


Detalhes Técnicos da Penalidade da KSA

A KSA determinou que a Adventure One QSS operava sem a licença de jogos de azar exigida pela lei holandesa, permitindo que residentes acessassem mercados de previsão com stakes em dinheiro real. Segundo a diretora de licenciamento Ella Seijsener, "esses tipos de empresas oferecem apostas não permitidas em nosso mercado, de forma alguma". A ordem concede quatro semanas para o bloqueio total de usuários holandeses, sob pena de €420 mil por semana em multas coercitivas.

Investigadores da KSA confirmaram a acessibilidade: usando IP holandês, criaram contas, depositaram via banco local e apostaram em eventos políticos nacionais. Essa vulnerabilidade no sistema de geobloqueio foi crucial para a decisão, destacando falhas técnicas em plataformas globais como o Polymarket.

Por Que Previsão é Vista como Jogo Ilegal?

No cerne da disputa está a classificação legal: o Polymarket argumenta que seus "contratos de eventos são ferramentas financeiras", semelhantes a opções binárias, com descoberta de preços entre usuários, sem casa de apostas. Contudo, a lei holandesa, no artigo 1(1)(a) da Lei de Jogos de Azar, define qualquer "aposta de dinheiro em eventos incertos por prêmios" como gambling, independentemente da nomenclatura.

Essa visão ignora sofisticações como eficiência de mercado ou liquidez peer-to-peer. Para reguladores, o risco social — especialmente influência em eleições — prevalece, equiparando o risco de um usuário comum apostando em saídas políticas ao de cassinos tradicionais.

O Cerco Europeu se Amplia

A Holanda não age isoladamente: França, Itália, Bélgica e Romênia já bloquearam o Polymarket, enquanto Alemanha, Reino Unido, Portugal e Hungria enfrentam pressões semelhantes. A fragmentação regulatória na UE permite ações nacionais independentes, criando um "iron curtain" para prediction markets. Países veem nessas plataformas ameaças à integridade eleitoral e proteção ao consumidor, sem concessões mesmo para licenciados.

Esse padrão sugere o fim da era dourada para previsões descentralizadas na Europa, com plataformas globais forçadas a geobloqueios rigorosos ou saída de mercados chave, impactando liquidez e adoção.

Contraste Geopolítico com os EUA

Do outro lado do Atlântico, o cenário diverge: o presidente da CFTC, Michael Selig, defende jurisdição federal exclusiva sobre esses contratos como derivativos de commodities, criticando ações estaduais. Em 2025, a CFTC retirou apelações contra o Kalshi e aprovou caminhos regulatórios para Polymarket, que adquiriu a QCX por US$ 112 milhões para reentrada nos EUA.

Estados como Nevada e Nova Jersey processam, mas o embate federal versus estadual favorece plataformas. Essa dicotomia — proibição na UE, proteção nos EUA — expõe o fim do regulatory arbitrage para o Polymarket, que prosperou na eleição de 2024 mas agora enfrenta enforcement multinacional.

Implicações para Investidores Globais

Para investidores brasileiros e globais, o caso holandês sinaliza riscos crescentes em prediction markets: plataformas descentralizadas perdem viabilidade em jurisdições rigorosas, potencialmente fragmentando liquidez. Monitore tendências na UE, onde decisões locais moldam o futuro de DeFi e ferramentas informacionais baseadas em cripto. O Polymarket, outrora ícone de inovação, ilustra como inovações financeiras colidem com soberanias nacionais.


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Executivo cartoon empurrando bandeira XRP para mapa da Europa iluminando-se, simbolizando expansão da Safello sob MiCA apesar de desafios nos EUA

XRP Sem Fronteiras: Safello Expande Adoção na Europa

A expansão da exchange nórdica Safello para a Finlândia marca um avanço significativo na adoção do XRP na Europa. Autorizada como a primeira plataforma sueca sob o regulamento MiCA da UE, a corretora agora oferece acesso regulado ao token em múltiplos países, atendendo a cerca de 413 mil usuários. Apesar dos embates regulatórios nos EUA, os fundamentos do XRP se fortalecem no continente europeu, com foco em infraestrutura acessível e segura. Este movimento silencioso reforça a narrativa de adoção global.


Safello: Pioneira Regulatória na Suécia

A Safello, fundada em 2013 e líder no mercado nórdico, obteve autorização como o primeiro provedor de serviços de criptoativos sob o MiCA, o framework regulatório da União Europeia para ativos digitais. Essa aprovação permite escalar operações reguladas por toda a UE, simplificando o acesso ao XRP para investidores de varejo e institucionais.

Em dezembro de 2025, a plataforma listou o XRP junto a outros sete ativos, ampliando seu portfólio. A entrada na Finlândia, anunciada recentemente, possibilita compras, vendas, transferências e armazenamento seguro do token, incluindo trading por livro de ordens e swaps de cripto. Hoje, o XRP opera com alta de 6,3% no dia, cotado a cerca de R$ 7,85 no mercado brasileiro.

Expansão Nórdica e Pegada Europeia do XRP

O lançamento na Finlândia representa a primeira expansão transfronteiriça da Safello, consolidando sua presença nos países nórdicos e além. Com 413 mil usuários, a exchange prioriza a simplificação do acesso a cripto, alinhando-se perfeitamente à missão de tornar o XRP mais disponível em um ambiente regulado.

Essa iniciativa fortalece a pegada do XRP na Europa. Outras plataformas, como a Liechtenstein Cryptoassets Exchange, adicionaram pares de trading com XRP, enquanto a WisdomTree lançou ETPs (produtos negociados em bolsa) para exposição indireta ao ativo. Além disso, o European Corporate Governance Institute reconheceu o XRP como não sendo um security, pavimentando o caminho para maior aceitação institucional.

Implicações para a Adoção Global

O mercado está construindo bases sólidas para o XRP, especialmente na Europa, onde regulamentações claras como o MiCA fomentam confiança. Enquanto os EUA lidam com processos judiciais prolongados envolvendo a Ripple, a adoção europeia prossegue acelerada, com exchanges reguladas ampliando o acesso.

Para investidores brasileiros, isso sinaliza resiliência: o foco em infraestrutura de pagamentos transfronteiriços do XRP continua atraindo players institucionais. Movimentos como esse são mais relevantes que oscilações de curto prazo, indicando um ciclo de maturação onde a adoção dita o ritmo da valorização sustentável.

Perspectiva de Longo Prazo

Analogamente aos fluxos iniciais de ETFs de Bitcoin nos EUA, a expansão regulada na Europa pode catalisar volumes maiores para o XRP. A Safello exemplifica como plataformas locais estão integrando o token em ecossistemas cotidianos, preparando o terreno para uso real em remessas e finanças.

Vale monitorar novas aprovações MiCA e listagens, pois cada passo reforça a tese de adoção massiva. O otimismo é fundamentado: com regulamentação favorável, o XRP posiciona-se como ponte eficiente em um mundo financeiro em transformação.


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Banqueiro cartoon rompendo corrente com '8' para libertar BTC e ETH de cofre, simbolizando Danske Bank liberando investimentos após restrições e MiCA

Danske Bank Libera Bitcoin Após 8 Anos de Banimento

O maior banco da Dinamarca, Danske Bank, acaba de reverter uma proibição de oito anos sobre criptomoedas, liberando acesso a produtos negociados em bolsa (ETPs) vinculados ao Bitcoin e Ethereum para clientes de varejo. A decisão, anunciada em 11 de fevereiro de 2026, reflete a crescente demanda dos investidores e o amadurecimento regulatório na Europa, impulsionado pela MiCA. Esse movimento sinaliza que a resistência das instituições financeiras tradicionais ao Bitcoin está derretendo, fortalecendo os fundamentos de adoção em massa.


Detalhes da Nova Oferta

Clientes do Danske eBanking e Danske Mobile Banking agora podem investir em três ETPs: dois atrelados ao Bitcoin e um ao Ethereum. Os produtos são oferecidos por gigantes como BlackRock e WisdomTree, integrados à plataforma de trading do banco com mais de 15.000 ativos. Essa estrutura permite exposição aos ativos digitais sem a necessidade de carteiras ou chaves privadas, simplificando o acesso e reduzindo riscos operacionais.

Antes de negociar, os investidores passam por uma avaliação de adequação, confirmando compreensão dos riscos elevados. Kerstin Lysholm, head de Produtos de Investimento do banco, destacou o aumento nas consultas de clientes que buscam diversificar portfólios com criptoativos regulados, conforme reportado pelo Diário Bitcoin.

Reversão Histórica e Impacto da MiCA

Em 2018, o Danske Bank vetou serviços cripto, classificando-os como especulativos e alertando clientes contra investimentos. A proibição foi renovada em 2021. Agora, oito anos depois, o banco reverte a posição, citando demanda crescente e avanços regulatórios. A MiCA (Markets in Crypto-Assets), regulação europeia, trouxe transparência, proteção ao investidor e integridade de mercado, dando confiança às instituições.

Esse é um marco na narrativa de adoção: bancos tradicionais, outrora céticos, agora integram Bitcoin aos canais digitais. Na Dinamarca, 1,2% da população já detém cripto, e fluxos institucionais globais, como ETFs nos EUA, reforçam o momentum.

Fundamentos se Fortalecem na Europa

O movimento do Danske Bank prova que o mercado está construindo bases sólidas. Com regulação clara, gigantes bancários europeus veem o Bitcoin não como ameaça, mas como classe de ativo complementar. Para investidores brasileiros, isso é acionável: monitore tesourarias corporativas e fluxos de ETF, indicadores chave de ciclos de alta.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 352.050 (variação -1,33% em 24h), com volume de 397 BTC. Apesar da volatilidade de curto prazo, a adoção institucional sustenta a visão de longo prazo.

O Que Isso Significa para o Investidor

A integração de Bitcoin em bancos como o Danske acelera a maturidade do ecossistema. Investidores comuns ganham canais regulados e seguros, enquanto o mercado ganha liquidez e legitimidade. Vale acompanhar aprovações semelhantes na Europa e fluxos globais — sinais de que os fundamentos de alta prevalecem sobre ruídos diários. O trem da adoção não para.


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Executivos cartoon apertando mãos sobre globo com fluxos de stablecoins para trabalhadores na Europa e Brasil, celebrando lançamento de salários em cripto

Deel e MoonPay Lançam Salários em Stablecoins na Europa

Seu próximo salário pode ser pago em stablecoins: a Deel, plataforma global de folha de pagamento que processa US$ 22 bilhões por ano para mais de 150 milhões de trabalhadores, anunciou parceria com a MoonPay para permitir pagamentos de salários em stablecoins diretamente em carteiras não custodiais. A iniciativa começa no Reino Unido e União Europeia no próximo mês, com expansão para os EUA planejada. Isso representa um passo prático rumo ao uso cotidiano das criptomoedas, reduzindo taxas bancárias e atrasos em remessas internacionais.


Como Funciona a Parceria Deel e MoonPay

A Deel cuida da folha de pagamento e conformidade regulatória, enquanto a MoonPay gerencia a conversão para stablecoins e a entrega on-chain. Funcionários optam por receber parte ou todo o salário em stablecoins, em vez de moedas fiduciárias locais. A MoonPay, com licenças como a BitLicense nos EUA e conformidade MiCA na UE, garante segurança e eficiência no processo.

Deel já oferecia opções cripto limitadas, mas essa integração adiciona trilhos blockchain robustos. JP Richardson, CEO da Exodus, destacou: “Você não traz o mundo para as criptos com whitepapers. Faz com contracheques”. Para o trabalhador comum, significa receber o pagamento no dia certo, sem intermediários demorados.

Vantagens Práticas: Menos Taxas e Mais Velocidade

Imagine um freelancer brasileiro contratado por uma empresa europeia: em vez de esperar dias por uma transferência SWIFT com taxas de até 5-10% mais IOF, o salário chega em horas via stablecoins. As stablecoins, atreladas ao dólar, evitam volatilidade e protegem contra desvalorizações locais, como o que vemos com moedas emergentes.

No Brasil, onde remessas internacionais custam caro – pense em R$ 100-200 por transação via bancos tradicionais –, essa opção pode equivaler a meses extras de salário mínimo acumulados ao ano. A Deel processa pagamentos globais, facilitando para quem trabalha remoto para clientes no UK ou UE. Menos burocracia, mais dinheiro no bolso.

Impacto para Brasileiros e o Mercado Global

Para brasileiros, isso é ouro: muitos devs, designers e profissionais de TI freelance para Europa. Com o dólar a cerca de R$ 5,70 (valores aproximados recentes), receber em USDC ou USDT permite converter localmente com taxas menores em exchanges. Evita a dor de cabeça de câmbio bancário, que come margens altas.

Expansão Futura e o Que Fazer Agora

Após UK e UE, os EUA entram na mira, impulsionados pela GENIUS Act de 2025, que regula stablecoins federais. Bancos americanos já preparam emissões próprias. Para você, leitor: se trabalha remoto para Europa, verifique se sua empresa usa Deel. Crie uma carteira não custodial como Exodus ou MetaMask para receber.

Monitore atualizações, pois stablecoins ainda enfrentam escrutínio regulatório no Brasil. Essa tendência global pode pressionar por mudanças locais, tornando cripto mais acessível para salários e remessas.


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Funcionários cartoon saindo de prédio exchange com placa 25% vermelha e portas Europa fechando, usuário preocupado checando celular, alertando riscos da Gemini

Gemini Demite 25% e Sai da Europa: Alerta para Usuários

A Gemini anunciou demissão de 25% de sua equipe e o encerramento de operações no Reino Unido, União Europeia e Austrália, conforme detalhado em comunicado oficial. Clientes afetados terão suas contas no modo “saque apenas” a partir de 5 de março de 2026, com fechamento total em abril. A medida sinaliza retração institucional em um mercado cripto desafiador, exigindo atenção urgente de usuários brasileiros que operam na plataforma globalmente.


Detalhes da Reestruturação

Os fundadores Tyler e Cameron Winklevoss justificaram as mudanças como necessárias para concentrar recursos no mercado norte-americano e em Singapura, onde a exchange vê maior potencial. A equipe, que atingiu o pico de 1.100 pessoas em 2022, já havia sido reduzida pela metade até o fim de 2025 e agora encolhe mais 25%, impactando até 200 funcionários em regiões como EUA, Singapura e Europa.

É importante considerar que essa é a terceira rodada de demissões da Gemini em poucos anos, um padrão preocupante em exchanges que enfrentam o ‘inverno cripto’. A empresa cita avanços em inteligência artificial para justificar equipes menores e mais eficientes, mas o foco em prediction markets — como o Gemini Predictions, que já movimentou US$ 24 milhões — sugere um pivot para nichos especulativos em vez de expansão global.

O risco aqui é a diluição de foco em serviços essenciais de custódia e trading, potencialmente comprometendo a estabilidade para usuários remanescentes.

Prazos e Processo de Migração

Para clientes na Europa, UK e Austrália, depósitos e novas contas foram suspensos imediatamente. A partir de 5 de março, contas entram em ‘withdrawal-only’, com fechamento completo em abril. A Gemini firmou parceria com a eToro para facilitar transferências, instruindo usuários a se cadastrarem na plataforma parceira até o fim de março.

Atenção para os detalhes: saques diretos podem enfrentar atrasos ou limitações, especialmente em um cenário de alta volatilidade. Usuários brasileiros acessando a Gemini via VPN ou contas globais devem verificar se estão classificados como ‘afetados’ — o risco de custódia aumenta se houver bloqueios inesperados ou problemas na migração para eToro, que tem histórico misto em integrações cripto.

Historicamente, migrações forçadas como essa — lembre-se do FTX — geraram perdas por congestionamentos e erros operacionais. É prudente iniciar o processo o quanto antes.

Riscos para Usuários Brasileiros

Brasileiros representam uma fatia crescente de usuários globais de exchanges estrangeiras, atraídos por opções avançadas. No entanto, com a Gemini se retraindo, surge o risco de interrupções em serviços como staking ou trading de derivativos. O ‘encolhimento’ da exchange para sobreviver ao ciclo de baixa expõe vulnerabilidades: menor liquidez, suporte reduzido e maior dependência de parceiros como eToro.

O que observar? Monitore comunicações oficiais da Gemini sobre elegibilidade geográfica. Em cenários semelhantes, como o da Binance com sanções regionais, usuários fora do foco principal enfrentaram restrições surpresa. Priorize diversificação: evite concentrar ativos em uma única plataforma em retração.

Além disso, com o mercado cripto em queda — Bitcoin abaixo de US$ 70 mil —, transferências agora podem capturar valores depreciados, ampliando perdas potenciais.

Lições e Próximos Passos

Essa movimentação reforça um alerta sistêmico: instituições cripto estão priorizando sobrevivência sobre expansão. Para investidores brasileiros, o ideal é mapear ativos na Gemini, testar saques parciais e considerar migração proativa para exchanges consolidadas no Brasil ou globais estáveis.

Pergunte-se: sua estratégia depende excessivamente de uma exchange em reestruturação? Diversifique custodiantes e mantenha liquidez em carteiras frias. O risco aqui não é o fim da Gemini, mas a exposição desnecessária durante transições turbulentas.


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Executivos Ripple cartoon recebendo chave XRP dourada de regulador europeu, simbolizando licença EMI de Luxemburgo e expansão na UE

Ripple Conquista Europa com Licença EMI de Luxemburgo

A Ripple obteve a licença completa de Instituição de Moeda Eletrônica (EMI) da Comissão de Supervisão do Setor Financeiro (CSSF) de Luxemburgo, marco regulatório que autoriza a empresa a oferecer serviços de pagamento blockchain e e-money em 27 países da União Europeia. Anunciado em 2 de fevereiro de 2026, o feito contrasta com as hesitações regulatórias nos Estados Unidos, posicionando a Europa como prioridade estratégica para a companhia americana.


Licença da CSSF: Passaporte Europeu para Ripple

A aprovação final da CSSF em Luxemburgo, após uma autorização provisória no mês anterior, cumpre todas as exigências regulatórias impostas pela autoridade luxemburguesa. Segundo autoridades da CSSF, a licença EMI permite à Ripple atuar como ponte regulada entre o sistema financeiro tradicional e soluções baseadas em blockchain na Europa.

Luxemburgo, conhecido por seu ecossistema fintech favorável, serve de hub para o “passaporte europeu”, mecanismo da UE que estende autorizações nacionais a todo o bloco. Isso significa que a Ripple pode escalar serviços de pagamentos transfronteiriços utilizando XRP em nações como Alemanha, França e Itália, sem necessidade de licenças individuais por país. Cassie Craddock, diretora-gerente da Ripple na região, destacou: “Europa é prioridade estratégica, e essa licença fortalece nossa posição no coração do sistema financeiro europeu.”

O contexto regulatório europeu, moldado pela MiCA (Markets in Crypto-Assets), reforça essa expansão, enquanto governos da UE buscam soberania digital em meio a tensões geopolíticas com potências como China e Rússia.

Contraste Geopolítico: Europa vs. EUA

Enquanto Bruxelas avança com frameworks claros para ativos digitais, os EUA permanecem em litígio com a Ripple desde 2020, com a SEC questionando o status de XRP como security. A decisão recente de Luxemburgo sinaliza uma vitória regulatória para a companhia, que acumula mais de 75 aprovações globais, incluindo uma EMI e registro para crypto-assets no Reino Unido pela FCA.

Essa disparidade reflete tendências globais: a Europa prioriza inovação regulada para competir em pagamentos instantâneos, onde o XRP destaca-se por liquidez e velocidade. Para investidores brasileiros, atentos a integrações com Pix e real digital, o movimento europeu sugere maturidade institucional que pode influenciar adoção em emergentes.

Governos europeus veem blockchain como ferramenta para reduzir dependência do SWIFT, dominado pelos EUA, em um mundo multipolar.

Implicações para Pagamentos e Investidores

A licença habilita a Ripple a oferecer infraestrutura blockchain conforme, atendendo bancos e instituições financeiras em conformidade com regras de finanças digitais da UE. Isso acelera parcerias com entidades tradicionais, posicionando XRP como ativo chave para remessas e liquidações cross-border.

No curto prazo, o mercado reage com otimismo moderado, mas analistas globais monitoram como essa expansão impactará a capitalização de XRP. Para o investidor, representa diversificação regulada em um portfólio exposto a volatilidades americanas.

Em escala global, reforça a narrativa de cripto como instrumento geopolítico, com Europa emergindo como líder regulatório.

Próximos Passos na Estratégia Global da Ripple

Com bases sólidas na UE e Reino Unido, a Ripple mira Ásia e América Latina, onde regulações evoluem. Investidores devem acompanhar integrações com CBDCs europeias e potenciais ETFs de XRP, enquanto o contraste com os EUA persiste.

Essa licença não só valida a tecnologia, mas sinaliza confiança institucional em escala continental.


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Figura da Comissão Europeia cartoon pressionando 13 representantes nacionais com documentos MiCA, ilustrando atrasos na implementação regulatória cripto na UE

UE Alerta 13 Países por Atrasos no MiCA e Regras Fiscais Cripto

A Comissão Europeia enviou cartas de notificação formais a 13 Estados-membros por atrasos ou incompatibilidades na transposição de regras fiscais sobre criptoativos e violações ao MiCA. Países como Bélgica, Espanha, Portugal e outros têm dois meses para responder e corrigir as falhas. Essa medida reforça o esforço de Bruxelas por uma regulação unificada no mercado cripto europeu, impactando investidores globais em busca de clareza regulatória.


Detalhes dos Avisos Fiscais

A Diretiva (UE) 2023/2226, que altera a Diretiva sobre Cooperação Administrativa (DAC8), exige transparência fiscal e troca de informações sobre criptoativos e contas financeiras. Doze nações foram notificadas por não transpor completamente essas regras: Bélgica, Bulgária, República Tcheca, Estônia, Grécia, Espanha, Chipre, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Polônia e Portugal. Segundo autoridades da Comissão, esses países devem implementar mecanismos para reportar transações em ativos digitais às autoridades fiscais, alinhando a UE a padrões globais de combate à evasão fiscal.

Essa diretiva faz parte de uma tendência mais ampla na Europa, onde governos buscam equiparar criptoativos a instrumentos financeiros tradicionais para fins tributários. Para investidores brasileiros operando em exchanges europeias, isso significa maior escrutínio em relatórios transfronteiriços, potencialmente afetando fluxos de capital entre América Latina e o Velho Continente.

Procedimento Contra a Hungria pelo MiCA

Separadamente, a Hungria enfrenta um procedimento de infração por introduzir, via Lei LXVII de 2025, um regime de autorização para “serviços de validação de exchanges” com sanções criminais. Essa norma conflita com o Regulamento MiCA (Markets in Crypto-Assets), que estabelece um quadro harmonizado para emissão de stablecoins, custódia e negociação de criptoativos em toda a UE, sem barreiras nacionais adicionais.

O MiCA, em vigor desde 2024, visa criar um “passaporte único” para provedores de serviços cripto, permitindo operação em 27 mercados sem licenças locais separadas. A ação contra Budapeste destaca a determinação de Bruxelas em evitar fragmentação regulatória, especialmente em um contexto onde stablecoins como USDT e USDC ganham tração como ferramentas de pagamento transfronteiriço.

Contexto Geopolítico e Regulatório

Esses avisos ocorrem em meio a um cenário global de aceleração regulatória. Enquanto a UE avança com MiCA e DAC8, os EUA debatem aprovações de ETFs de Bitcoin e a SEC intensifica ações contra plataformas não registradas. Na Ásia, China mantém proibições rígidas, contrastando com abordagens mais abertas em Hong Kong e Singapura. Para o investidor brasileiro, essa convergência europeia pode estabilizar preços de ativos como Bitcoin, negociado a R$ 406.499 pelo Cointrader Monitor, com variação de -1,46% nas últimas 24 horas.

Segundo o comunicado oficial da Comissão, os Estados-membros têm dois meses para remediar as falhas, sob risco de opiniões fundamentadas e ações judiciais no Tribunal de Justiça da UE. Essa pressão reflete a visão de cripto como elemento central na nova ordem financeira global.

Implicações Práticas para Investidores

Para traders e empresas lidando com cripto na Europa, os atrasos representam incertezas operacionais. Exchanges e emissores de stablecoins precisarão adaptar-se a regras uniformes, potencialmente elevando padrões de compliance e KYC. Investidores globais, incluindo brasileiros, devem monitorar como essa harmonização afeta liquidez e preços, especialmente com o euro cotado a cerca de R$ 6,20 e o dólar a R$ 5,25.

A longo prazo, o MiCA pode atrair investimentos institucionais para a UE, posicionando-a como hub regulado em contraste com jurisdições mais permissivas. Vale acompanhar os próximos passos diplomáticos entre Bruxelas e as capitais nacionais, que moldarão o ecossistema cripto transatlântico.


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Políticos cartoon europeu da direita e Trump-inspired hasteando bandeira BTC sobre Atlântico, simbolizando adoção política de cripto na Europa e EUA

Efeito Trump: Cripto Virou Arma Política na Europa e EUA

Líderes da direita europeia adotam cripto como estratégia política, inspirados na campanha de Donald Trump que posicionou Bitcoin como pilar central. No Atlântico, a Casa Branca organiza reuniões para resolver disputas sobre stablecoins e destravar o projeto Clarity Act no Senado. O fenômeno revela cripto como peça geopolítica, atraindo eleitores e moldando regulações em múltiplas jurisdições.


Estratégia de Trump Ecoa na Europa

Desde a vitória de Trump em 2024, partidos conservadores europeus incorporam cripto em suas plataformas. No Reino Unido, o Reform UK de Nigel Farage tornou-se o primeiro a aceitar doações em criptomoedas e propõe limitar impostos sobre ganhos de capital a 10%. Farage anunciou isso na Bitcoin Conference, conectando-se a aliados de Trump como David Bailey, da BTC Inc.

Essa abordagem atrai eleitores jovens e investidores, em um contexto de adoção crescente: 12% dos franceses e 19% dos poloneses detêm criptoativos, segundo relatórios locais. Autoridades europeias observam o potencial para inovação financeira sem intervenção estatal excessiva.

França e Polônia Apostam em Reservas de Bitcoin

Na França, Marine Le Pen evoluiu de opositora para defensora da mineração de Bitcoin com energia nuclear excedente. O Reagrupamento Nacional e a Reconquête propõem reservas estratégicas de Bitcoin, ecoando ordens executivas americanas. Na Polônia, Sławomir Mentzen, com portfólio pessoal de US$ 1,5 milhão em BTC, obteve 15% dos votos prometendo um “paraíso cripto” com baixos impostos.

Essas iniciativas contextualizam tendências globais: Bitcoin como ferramenta de soberania financeira, alinhada a visões libertárias. Líderes conectam regulação amigável à atração de investimentos estrangeiros, impactando mercados além das fronteiras nacionais.

Casa Branca Media Disputa sobre Stablecoins nos EUA

Paralelamente, o governo Trump prioriza legislação cripto. A Casa Branca planeja reuniões entre bancos e firmas de cripto para resolver impasse no Clarity Act. Bancos temem perda de US$ 500 bilhões em depósitos para plataformas que oferecem recompensas em stablecoins, enquanto o setor cripto defende incentivos para competição.

O conselho cripto da Casa Branca media, visando aprovação antes das eleições. Essa urgência reflete o compromisso de Trump em posicionar os EUA como capital global de cripto, influenciando jurisdições aliadas.

Implicações para Investidores Globais

Para investidores brasileiros, esses movimentos sinalizam convergência regulatória transatlântica. Decisões em Washington e Bruxelas afetam fluxos de capital, liquidez de stablecoins e adoção de Bitcoin como reserva. Monitorar negociações é essencial, pois regulações favoráveis podem impulsionar valorizações, enquanto disputas prolongadas geram volatilidade. Cripto transcende finanças: é agora vetor de poder geopolítico.


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Personagem cartoon passando cartão cripto em terminal com fluxo de stablecoins sem taxas e cashback dourado, ilustrando lançamento OKX na Europa

OKX Lança Cartão Cripto com Taxa Zero na Europa via Mastercard

A OKX anunciou o lançamento do OKX Card na Área Econômica Europeia, permitindo pagamentos diretos com stablecoins em qualquer merchant que aceite Mastercard. Sem taxas de transação ou câmbio, apenas um spread de 0,4%, o cartão integra cripto ao cotidiano: imagine pagar o café da manhã com USDC mantendo self-custody até o checkout. Com cashback de até 20% em cripto, é um passo prático para usar stablecoins no dia a dia.


Benefícios Práticos do Cartão OKX

O grande atrativo do cartão OKX é a ausência de taxas: nem para transações nem para conversão de moeda estrangeira. Usuários pagam apenas o spread de mercado de 0,4% na hora da compra, quando stablecoins como USDC ou USDT são convertidas automaticamente para euros. Isso elimina barreiras comuns, como pré-carregar saldo em fiat ou lidar com conversões manuais.

Além disso, há cashback instantâneo em cripto: VIPs ganham até 20% de volta por 30 dias promocionais, enquanto usuários regulares recebem até 15%. Suporte a Apple Pay e Google Pay facilita o tap-to-pay em supermercados, restaurantes ou online, tornando stablecoins viáveis para compras reais, como um café ou gasolina.

Como Funciona no Dia a Dia

A mecânica é simples e segura: suas stablecoins ficam na carteira até o momento exato da compra. No checkout, ocorre a conversão on-chain para euros, emitida por um parceiro licenciado na Europa sob regras de AML e KYC. Isso mantém o controle total do usuário, sem necessidade de depositar fundos em contas da exchange previamente.

No cotidiano europeu, o cartão opera em milhões de pontos Mastercard, de padarias a e-commerces. É o que faltava para stablecoins saírem do trading e entrarem na rotina: pague o almoço com USDT, receba cashback em cripto e use novamente. Para brasileiros, é um modelo pronto para copiar, mostrando como cripto resolve problemas reais de pagamento.

Pressão para Soluções no Brasil

Embora restrito à Área Econômica Europeia, o lançamento pressiona exchanges globais como Binance e locais como Mercado Bitcoin a acelerarem cartões cripto no Brasil. Com regulação avançando via Pix e open finance, soluções semelhantes podem chegar em 2026, permitindo pagar boletos ou compras com stablecoins sem IOF alto ou spreads abusivos de bancos.

Imagine usar USDC para o supermercado sem converter para reais primeiro. OKX Europa prova viabilidade técnica e regulatória. Exchanges brasileiras devem observar: usuários querem praticidade, não só trading. Monitore anúncios de parcerias Mastercard ou Visa por aqui.

Próximos Passos para Usuários

Europeus já podem solicitar o cartão via app OKX, sujeito a verificação KYC. No Brasil, vale testar stablecoins em wallets como Phantom ou MetaMask para compras online internacionais, enquanto aguardamos equivalentes locais. Essa tendência global torna cripto indispensável no bolso diário.


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Personagens cartoon pagando com cartão USDC na Europa e transferindo via app no México, simbolizando cripto no cotidiano e viagens

OKX e Revolut: Cripto no Dia a Dia na Europa e México

A exchange OKX anunciou o lançamento de um cartão de pagamento com stablecoins na União Europeia, permitindo gastos em USDC e USDG onde Mastercard é aceito. No mesmo ritmo, a Revolut inaugura seu primeiro banco fora da Europa no México, com contas que rendem juros e transferências internacionais baratas. Essas novidades encurtam a distância entre cripto e o dia a dia, facilitando viagens e compras com ativos digitais de forma prática e regulada.


OKX Card: Stablecoins Direto no Bolso Europeu

O OKX Card, emitido pela parceira Monavate via rede Mastercard, transforma saldos em stablecoins como USDC e USDG em pagamentos reais. Usuários verificados na UE recarregam a carteira OKX Pay diretamente da exchange e gastam em qualquer comércio que aceite Mastercard, sem complicações técnicas.

Regulamentado sob o MiCA, o cartão exige KYC rigoroso para cumprir normas de AML. O CEO da OKX Europe, Erald Ghoos, destaca a praticidade: “Pague e seja pago com cripto no mundo real, mantendo controle total dos ativos”. Ideal para viajantes europeus que querem evitar taxas de câmbio ou usar stablecoins em hotéis, restaurantes e compras online.

Com a adoção crescente de cartões cripto — gastos em Visa-linked subiram 525% em 2025 —, o OKX reforça a tendência de pagamentos cotidianos sem depender de dinheiro fiat tradicional.

Revolut Banco México: Rendimento e Transferências Fáceis

No México, a Revolut capitalizou com mais de US$ 100 milhões — o dobro do mínimo regulatório — e obteve rating HR AAA. É o primeiro banco digital independente aprovado por solicitação direta, oferecendo contas com rendimento automático nos primeiros MXN 25 mil, transferências gratuitas entre usuários e envios internacionais a custo baixo.

O app suporta mais de 30 moedas, conversões competitivas e planos como Metal, com cartões personalizados e acesso a salas VIP no aeroporto da Cidade do México. Em breve, Revolut Kids & Teens para menores. O CEO Nik Storonsky vê o México como modelo para 100 milhões de clientes em 100 países.

Para brasileiros, há boas notícias: a Revolut avança no Brasil com licença SCD, preparando conta local, Pix e cartões, mirando 10-20 milhões de usuários.

Facilitando Viagens e Gastos com Cripto

Esses lançamentos práticos mostram como cripto vira ferramenta cotidiana. Na Europa, o OKX Card permite gastar stablecoins sem conversão fiat, perfeito para turistas evitando volatilidade. No México e América Latina, a Revolut resolve dores como burocracia bancária e remessas caras, com multi-moedas úteis para viagens regionais.

Monitore essas opções para otimizar gastos: recarregue com USDC no OKX para a Europa ou abra uma conta Revolut para transferências México-Brasil. A ponte cripto-fiat fica mais curta, acelerando o fim do dinheiro tradicional em pagamentos diários.


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Personagens cartoon regulador europeu e operador de exchange equilibrando balança com escudo e gráfico crescente, simbolizando impacto do MiCA

Análise do Impacto da Regulação Cripto na Europa

As novas leis da União Europeia sobre criptoativos estão redefinindo o panorama regulatório no continente. O Regulamento de Mercados de Criptoativos (MiCA), em implementação progressiva desde 2023, impõe regras uniformes para emissores de tokens e prestadores de serviços de criptoativos (CASPs), como exchanges. Essas mudanças afetam diretamente plataformas de negociação e investidores, visando maior transparência e proteção ao consumidor, mas gerando debates sobre o equilíbrio entre segurança e inovação. A análise do impacto regulatório revela um mercado em transição.


Detalhes da Legislação MiCA

O MiCA (Regulamento (UE) 2023/1114) estabelece um framework harmonizado para criptoativos não cobertos por outras normas financeiras. Ele classifica os ativos em categorias como tokens de utilidade, de segurança e stablecoins, exigindo que emissores publiquem whitepapers detalhados e mantenham reservas adequadas. Para stablecoins sistemicamente importantes, como USDT ou USDC, é obrigatório lastro 1:1 com ativos líquidos e auditorias regulares.

As fases de implementação incluem a supervisão de stablecoins desde junho de 2024 e regras plenas para CASPs a partir de 2025-2026. Países como Alemanha e França já concedem licenças nacionais sob o MiCA, com o Banco Central Europeu (BCE) atuando como autoridade de segunda linha para stablecoins transfronteiriços.

Impacto nas Exchanges e Prestadores de Serviços

Exchanges classificadas como CASPs devem obter licenças em um Estado-Membro da UE, cumprindo requisitos de capital mínimo, segregação de fundos de clientes e políticas anti-lavagem de dinheiro (AML). Plataformas globais como Binance e Coinbase já se adaptam, migrando operações para entidades licenciadas na Europa. No entanto, os custos de compliance elevados — estimados em milhões de euros anuais — podem excluir players menores, levando a uma consolidação do mercado.

A não conformidade resulta em multas de até 12,5 milhões de euros ou 3% da receita anual global, incentivando a saída de operações não reguladas da UE. Isso fortalece a confiança, mas reduz a competição.

Efeitos para Investidores e Proteção ao Consumidor

Para investidores, o MiCA traz maior segurança com obrigações de disclosure de riscos, proibições de práticas abusivas e direito de reclamação. Portfólios diversificados em criptoativos agora contam com supervisão equivalente à de mercados tradicionais. Contudo, restrições a produtos de alto risco, como certos derivativos, limitam opções especulativas.

Europeus que investem via plataformas offshore enfrentam incertezas, com possível perda de acesso se as exchanges não se adequarem. A regulação alinha a UE a padrões globais, facilitando influxo de capital institucional.

Implicações para Inovação e Crescimento

Embora promova estabilidade, críticos argumentam que o MiCA inibe a inovação ao impor burocracia excessiva, especialmente para DeFi e protocolos emergentes. Projetos podem migrar para jurisdições como Suíça ou Singapura, fragmentando o ecossistema europeu. Por outro lado, um ambiente regulado atrai investimentos de fundos de pensão e bancos, potencializando o crescimento sustentável.

Até 2026, com a implementação plena, a UE pode se posicionar como líder global em cripto regulado, equilibrando proteção e competitividade. Vale monitorar adaptações de grandes participantes e decisões judiciais iniciais.


📌 Nota: As fontes originais estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Personagem cartoon de Saylor oferecendo dividendos de 10% rejeitado por investidores europeus atrás de barreira regulatória, expondo limites Bitcoin na UE

Barreira Europeia: Investidores Ignoram Dividendos de 10% de Saylor

Investidores europeus estão ignorando a oferta de dividendos de 10% anual apresentada por Michael Saylor através do Stream (STRE), primeira ação preferencial perpétua em euros da MicroStrategy. Lançada em novembro para captar na Área Econômica Europeia (EEA), a emissão levantou US$ 715 milhões, mas enfrenta baixa adesão devido a barreiras de acesso e estrutura de mercado. Isso evidencia os limites do entusiasmo institucional pelo modelo Bitcoin de Saylor fora dos EUA, em um contexto de burocracia continental rígida.


Detalhes da Oferta Stream (STRE)

A MicroStrategy, controlada por Michael Saylor, lançou o STRE em novembro de 2025 como contraparte europeia do Stretch (STRC), sua ação preferencial de alto rendimento nos EUA. Com valor nominal de EUR 100 (cerca de US$ 115), o instrumento promete 10% de dividendos anuais e posição senior à ação comum na estrutura de capital. Apesar do apelo teórico, foi precificado com 20% de desconto, a EUR 80 por ação, refletindo demanda fraca desde o início.

A emissão captou US$ 715 milhões, mas o produto sumiu do dashboard da empresa e recebeu pouca comunicação pública. Os dados sugerem que o mercado europeu não se animou com a proposta, mesmo em um momento de valorização do Bitcoin acima de US$ 89 mil. Essa hesitação reforça o ceticismo sobre a replicabilidade do sucesso americano de Saylor na Europa regulada.

Barreiras de Acesso e Liquidez

Khing Oei, CEO da Treasury, uma empresa holandesa de tesouraria em Bitcoin, aponta problemas estruturais como os principais culpados. O STRE está listado na Euro MTF de Luxemburgo, um mercado com distribuição pouco amigável. Plataformas como Interactive Brokers, uma das maiores corretoras globais, não oferecem o ativo, e muitas voltadas ao varejo também o ignoram.

Além disso, falta transparência em preços históricos e dados de mercado confiáveis. No TradingView, o STRE aparece com capitalização irreal de US$ 39 bilhões e volume de apenas 1,3 mil, o que dificulta avaliação de liquidez e desempenho. Investidores institucionais e de varejo preferem ativos com spreads apertados e visibilidade clara, expondo as fragilidades da estratégia de Saylor no Velho Continente.

Implicações para a Estratégia de Saylor

Esse tropeço questiona a narrativa infalível de Saylor, que transformou a MicroStrategy em referência de adoção corporativa de Bitcoin. Nem tudo que o guru do Bitcoin toca vira ouro: a Europa, com sua burocracia regulatória e preferência por estruturas tradicionais, representa uma barreira real ao viés de alta perpétuo. A baixa tração do STRE sugere que o modelo de ações preferenciais perpétuas pode não escalar além do mercado americano.

Analistas veem nisso um limite ao entusiasmo institucional europeu por veículos ligados a criptoativos. Enquanto nos EUA a MicroStrategy tem quatro produtos semelhantes em oferta, a expansão global enfrenta resistências práticas, como visto na recusa prévia de emissão no Japão.

Próximos Passos e Perspectivas Cautelosas

Oei recomenda relistagem em venues alternativas, como infraestrutura financeira holandesa, que oferece melhor distribuição, market making profundo e acesso ao varejo. No entanto, é provável que a MicroStrategy priorize os EUA, onde o ecossistema é mais receptivo. Para investidores brasileiros, isso reforça a necessidade de cautela com narrativas de expansão global de Saylor: o mercado europeu disse não, destacando riscos de iliquidez e barreiras regionais.

Vale monitorar se ajustes virão ou se o STRE será mais um capítulo de ambição frustrada. Os números frios indicam que o ceticismo europeu pode frear o ímpeto do Bitcoin de Saylor.


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Peças de xadrez cartoon em tabuleiro geopolítico: Binance movendo para Grécia MiCA, Trump com SEC/CFTC pró-cripto, simbolizando xadrez regulatório europeu e EUA

Binance Escolhe Grécia para Licença MiCA na Europa sob Era Trump Pró-Cripto

No grande xadrez da Binance, a Grécia emerge como porta de entrada para a Europa sob o framework MiCA. A exchange submeteu aplicação à Hellenic Capital Market Commission (HCMC) logo após o alerta da França sobre a falta de licença, com prazo até junho. Paralelamente, nos EUA, SEC e CFTC unem forças sob Trump para agenda pró-inovação, sinalizando o fim da era de perseguições regulatórias.


Estratégia da Binance na Grécia sob MiCA

A aplicação para licença MiCA na Grécia representa um passo calculado da Binance para reconquistar o mercado europeu. A exchange criou a holding Binance Greece para gerir participações regionais e serviços de consultoria financeira. O processo é fast-track, auxiliado por firmas como PwC, Deloitte e KPMG, visando operação plena antes do fim do período transitório em junho de 2026.

Binance enfatiza o MiCA como marco positivo, trazendo clareza regulatória e proteção ao usuário. Após US$ 4,3 bilhões em multas nos EUA e saídas de jurisdições europeias, a conformidade é prioridade declarada pelo CEO Richard Teng, que mira reentrada em mercados chave.

Contexto Europeu: Lições da França e Status MiCA

A França, via AMF, listou Binance entre 90 firmas sem licença MiCA, notificando o fim do período transitório em 30 de junho. Operações não conformes devem cessar em julho. Grécia, ainda sem licenças emitidas, contrasta com líderes como Alemanha (43) e Holanda (22).

Esse movimento reflete escrutínio histórico: desde 2021, Binance enfrentou alertas em vários países da UE. A escolha da Grécia explora ambiente regulatório emergente, evitando armadilhas como na França, e posiciona a exchange para o ecossistema digital europeu em expansão.

União SEC-CFTC: Novo Capítulo nos EUA sob Trump

Nos EUA, Paul Atkins (SEC) e Mike Selig (CFTC), ambos indicados por Trump, apresentarão framework unificado em evento conjunto em 28 de janeiro. Fim das ‘guerras de turf’ regulatórias, com foco em inovação sob lei americana, atendendo investidores e liderança econômica.

Selig, ex-funcionário SEC, impulsiona iniciativa ‘future-proof’ na CFTC. A Casa Branca orienta tradução da postura pró-cripto de Trump em regras concretas, enquanto Congresso define divisão de competências. Mercados reagem estáveis: BTC em US$ 89 mil, ETH em US$ 2,9 mil.

Implicações Geopolíticas para Investidores Globais

A transição de ‘perseguições’ para ‘conformidade estratégica’ beneficia exchanges como Binance, estabilizando operações transfronteiriças. Para brasileiros, isso significa maior liquidez via plataformas globais reguladas, reduzindo riscos. Vale monitorar aprovações MiCA e outputs do evento EUA, que podem acelerar adoção institucional e fluxos de capital para criptoativos.

O alinhamento regulatório transatlântico reforça cripto como ativo geopolítico, com Europa priorizando proteção e EUA inovação.


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Fortaleza digital hexagonal sob cerco de reguladores cartoon europeus, representando bloqueio da Polymarket em Portugal e Hungria

Cerco à Polymarket: Portugal e Hungria Banem Apostas Políticas

Portugal e Hungria intensificaram o cerco regulatório contra a Polymarket, plataforma de mercados de previsão baseada em blockchain. Os reguladores ordenaram o bloqueio imediato de operações por apostas em eventos políticos, proibidas localmente. Em Portugal, mais de 103 milhões de euros foram apostados na eleição presidencial recente, enquanto a Hungria restringiu o acesso ao domínio. Essa coordenação levanta alertas sobre o futuro de plataformas ‘jurisdictionless’ na Europa.


Ação Rápida do Regulador Português

O Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ) de Portugal deu 48 horas à Polymarket para cessar atividades no país. A plataforma, sem licença local, viu um pico de apostas na eleição presidencial de 18 de janeiro, totalizando mais de 103 milhões de euros — equivalente a cerca de US$ 120 milhões. Apostas políticas são ilegais pela lei de 2015, que limita jogos a esportes, cassinos e corridas de cavalos.

Embora ainda acessível, provedores de internet podem bloquear o site em breve. A medida reflete preocupações com manipulação de mercado e insider trading, comuns em plataformas de previsão. Outros mercados como Kalshi e Limitless permanecem disponíveis, mas sob escrutínio.

Bloqueio Temporário na Hungria

A autoridade húngara, Szabályozott Tevékenységek Felügyeleti Hatósága, bloqueou o domínio e subdomínios da Polymarket por ‘organização proibida de jogos de azar’. A restrição é temporária, até conclusão de investigação, mas usuários locais já veem mensagens de bloqueio ao tentar acessar.

Relatos indicam cerca de 4 milhões de euros em apostas portuguesas antes dos resultados eleitorais, ampliando temores de irregularidades. A Hungria se junta a uma lista crescente de nações europeias combatendo plataformas cripto sem licença.

Escalada Regulatória Europeia e Global

A Polymarket já enfrenta geobloqueios em 33 países, incluindo França, Bélgica, Polônia, Singapura e Suíça. Na Europa, reguladores como a Autoridade Nacional de Jogos da França e a Supervisionária Suíça classificaram a plataforma como gambling não licenciado. Nos EUA, ações em Nevada e Tennessee demandam o fim de mercados de esportes e reembolso de apostas.

Preocupações com insider trading crescem, como no caso de uma aposta lucrativa na remoção de Nicolás Maduro na Venezuela. Volumes recordes — US$ 701,7 milhões em um dia — contrastam com o risco regulatório. A CFTC dos EUA permitiu retorno parcial, mas Europa endurece.

Desafio à Governança Descentralizada

Essas proibições simultâneas em Portugal e Hungria sinalizam uma estratégia coordenada contra plataformas ‘sem jurisdição’. Mercados de previsão prometem inteligência coletiva via blockchain, mas reguladores veem gambling ilegal, especialmente em política. É o início de um banimento global? Investidores devem monitorar respostas da Polymarket e evoluções na UE.

Plataformas argumentam tratar ‘event contracts’ como mercados financeiros, não apostas. No entanto, a fragilidade de sistemas trustless sem frameworks regulados fica evidente, testando limites da descentralização frente a soberanias nacionais.


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Reguladores cartoon formando cerco ao redor de empresas cripto em pânico, simbolizando pressão regulatória MiCA na França

França aperta o cerco: 90 empresas cripto sob risco do MiCA

O ultimato francês para o mercado cripto foi emitido: a Autorité des Marchés Financiers (AMF) identificou 90 empresas registradas na França sem licença sob o Markets in Crypto-Assets Regulation (MiCA). Dessas, cerca de 40% não pretendem buscar a aprovação, enquanto 30% permanecem em silêncio. Com o fim do período de transição em 30 de junho, essas firmas enfrentam shutdown obrigatório em julho, sinalizando um possível apagão de serviços no país.


Detalhes do Alerta do Regulador Francês

A AMF notificou as empresas em novembro de 2025, lembrando o prazo final do regime transitório nacional. Segundo Stephane Pontoizeau, diretor executivo de supervisão de intermediários de mercado, as firmas sem licença MiCA terão que cessar operações a partir de julho. Dos 90 alvos, 30% indicaram que seus pedidos de licença estão em andamento, mas as não responsivas e as que optaram por não aplicar representam um risco imediato de não conformidade.

Essa ação reflete a rigidez francesa em meio à implementação do MiCA na União Europeia, onde a França busca manter padrões elevados de proteção ao investidor. O regulador não divulgou nomes específicos, priorizando a privacidade durante o processo de enforcement.

Risco de Apagão de Serviços em Julho

O impacto para o ecossistema cripto francês pode ser significativo. Empresas que não buscam licença MiCA, especialmente as 40% declaradas, podem ser forçadas a encerrar atividades, afetando plataformas de trading, custódia e serviços DeFi acessíveis a usuários locais. Isso cria um vácuo regulatório que pode levar a um apagão de serviços cripto em julho, compelindo traders e investidores a migrarem para plataformas licenciadas ou jurisdições alternativas.

Para operadores na Europa, isso reforça a necessidade de verificar o status regulatório de suas exchanges e wallets. Firmas não responsivas agravam o cenário, pois a AMF pode impor multas ou proibições preventivas, disruptando fluxos de liquidez e acesso a ativos digitais.

Contexto Geopolítico: França e o MiCA na UE

A França emerge como líder crítico no enforcement do MiCA, contrastando com debates na UE. Enquanto a European Securities and Markets Authority (ESMA) exige planos de wind-down ordenados para firmas não conformes, Paris opõe-se ao regime de passporting, temendo licenças laxas em outros membros. Recentemente, a Comissão Europeia propôs poderes centralizados à ESMA, ideia apoiada pela França mas contestada por nações como Malta.

Empresas já aprovadas, como CoinShares (julho 2025) e o app suíço Relai (outubro de 2025), demonstram viabilidade, mas o filtro apertado sinaliza uma consolidação do mercado. Essa dinâmica geopolítica regulatória pode elevar padrões continentais, beneficiando a longo prazo, mas gerando fricções de curto prazo.

Precavendo-se: Ações para Traders Europeus

Leitores operando na Europa devem auditar suas plataformas: priorize exchanges com licença MiCA confirmada, diversifique custodians e monitore atualizações da AMF e ESMA. O caso francês exemplifica o fim da tolerância transitória, impulsionando maturidade mas exigindo adaptação rápida. Com prazos apertados, migrações preventivas evitam interrupções em negociações ou saques.

Em um contexto de harmonização regulatória europeia, a França dita o ritmo, forçando o setor a alinhar-se ou perecer, moldando o futuro das cripto na região.


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Personagens cartoon de Visa e stablecoins conectando terminais com raios cyan-dourados para pagamentos instantâneos globais, com lojista recebendo

Visa e BVNK: Stablecoins para Pagamentos Instantâneos no Dia a Dia

A parceria entre Visa e BVNK permite que empresas enviem pagamentos instantâneos em stablecoins diretamente para carteiras digitais via Visa Direct, mesmo fora do horário bancário. Isso transforma stablecoins de especulação em ferramenta prática para payroll, gig economy e remessas. Paralelamente, a aprovação preliminar de Ripple em Luxemburgo acelera a expansão regulada na UE, facilitando operações seguras em todo o bloco.


Como Funciona a Integração Visa-BVNK

A Visa está incorporando a infraestrutura da BVNK em sua rede Visa Direct, que movimenta US$ 1,7 trilhão em pagamentos em tempo real. Empresas podem pré-financiar contas em stablecoins e realizar payouts instantâneos para recipients em carteiras digitais. A BVNK, que já processa mais de US$ 30 bilhões anuais em pagamentos stablecoin, fornece a liquidação subjacente.

Essa solução resolve dores reais de lojistas globais: imagine um fornecedor na Ásia recebendo pagamento de um cliente europeu à meia-noite, sem esperar dias por conversões fiat. A Visa investiu na BVNK em maio de 2025, seguida pela Citigroup, sinalizando confiança institucional. O rollout inicia em mercados selecionados com alta demanda por ativos digitais.

Para negócios brasileiros, isso significa acesso mais rápido a fundos internacionais, reduzindo custos de câmbio e atrasos em remessas. Freelancers em plataformas globais podem receber em USDC ou similares e converter instantaneamente.

Expansão Regulatória com Ripple na Europa

A Ripple obteve uma green light letter da CSSF de Luxemburgo para licença EMI preliminar, pavimentando o caminho para autorização completa. Isso permite passporting de serviços de pagamento em stablecoins pela UE, sob regras MiCA. Complementa aprovações recentes no UK e avança a meta de conformidade total com MiCA.

Luxemburgo se destaca como hub de inovação financeira, oferecendo clareza regulatória essencial para adoção institucional. A Ripple, com mais de 75 licenças globais, reforça sua posição como provedora de infraestrutura confiável. Para europeus e parceiros brasileiros, isso garante operações legais e seguras em múltiplas jurisdições.

Essa aprovação preliminar é pivotal: permite testar serviços enquanto finaliza condições, acelerando a integração de stablecoins em pagamentos cotidianos sem riscos regulatórios.

Benefícios Práticos para Lojistas e Usuários

Stablecoins como USDC resolvem fricções reais: liquidação 24/7, baixa volatilidade e custos menores que wires internacionais. Lojistas globais evitam taxas bancárias altas e atrasos, pagando fornecedores ou salários instantaneamente. No Brasil, onde remessas são comuns, isso otimiza fluxos de caixa para PMEs.

Exemplo prático: um e-commerce brasileiro paga um parceiro nos EUA em stablecoins via Visa Direct – fundos disponíveis em segundos, convertíveis localmente. Gig workers recebem salários sem feriados bancários atrapalhando. A confiança crescente, com investimentos de gigantes como Visa e Citi, indica maturidade para uso diário.

Essas iniciativas posicionam stablecoins como “café com USDC”: simples, rápido e acessível, mudando de especulação para utilidade real no comércio global.

Próximos Passos e Oportunidades

O lançamento Visa-BVNK começa em mercados piloto, com expansão baseada na demanda. Ripple mira licença CASP MiCA nos próximos meses. Monitore adoção em setores como varejo e freelancing, onde velocidade importa.

Para brasileiros, isso abre portas para integrações locais via exchanges compatíveis. Empresas devem avaliar carteiras que suportem Visa Direct e stablecoins regulados, preparando-se para um ecossistema de pagamentos híbrido fiat-cripto.


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Finfluencer cartoon com placa 'Get Rich Quick' sendo alertado por regulador europeu, representando regras da CONSOB sobre riscos cripto

Itália Alerta Finfluencers sobre Riscos de Cripto e Regras de Publicidade

A era da promoção cega de cripto nas redes sociais está chegando ao fim na Europa. A Commissione Nazionale per le Società e la Borsa (CONSOB), reguladora italiana de valores mobiliários, alertou finfluencers sobre as regras da União Europeia em recomendações de investimento e publicidade. O comunicado destaca o factsheet da ESMA, enfatizando que promover criptomoedas voláteis pode levar à perda total do capital investido. Para brasileiros, isso sinaliza uma tendência global de maior fiscalização sobre influenciadores que incentivam pumps sem transparência.


O Alerta da CONSOB e o Factsheet da ESMA

A CONSOB divulgou na segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, o documento da Autoridade Europeia dos Mercados de Valores Mobiliários e de Produtos Financeiros (ESMA), direcionado a criadores de conteúdo financeiro nas redes sociais. O factsheet deixa claro: "promover um produto ou serviço financeiro não é como vender sapatos ou relógios". Influenciadores que divulgam contratos por diferença (CFDs), forex, futuros, produtos de crowdfunding ou cryptocurrencies voláteis assumem responsabilidade legal plena, mesmo sem serem profissionais do setor.

O regulador italiano reforça que tais promoções podem resultar na perda de 100% do investimento, alertando usuários a desconfiarem de promessas de "get rich quick". Finfluencers devem verificar se os operadores promovidos estão autorizados, evitando assim facilitar golpes no mercado cripto.

Regras Específicas para Finfluencers em Cripto

De acordo com o factsheet da ESMA, parcerias remuneradas obrigatoriamente precisam ser identificadas como publicidade. Frases curtas como "isso não é conselho financeiro" não eximem das obrigações regulatórias. Dar dicas personalizadas de investimento sem licença pode ser considerado prestação de assessoria regulada, sujeita a punições severas.

Desde 2021, a ESMA já havia emitido um comunicado sobre recomendações em redes sociais sob o Market Abuse Regulation. Violações podem gerar multas administrativas de até 5 milhões de euros (cerca de R$ 30 milhões) para indivíduos, com valores ainda maiores para empresas. Em alguns países da UE, abusos de mercado são crimes passíveis de processo penal.

Contexto Europeu e Exemplos Globais

A iniciativa da CONSOB se insere em um movimento amplo na Europa. Na França, a Autorité des marchés financiers e a ARPP criaram o "Responsible Influence Certificate" em 2023, obrigatório para influenciadores que promovem finanças, incluindo cripto, com marcas filiadas. No Reino Unido, a Financial Conduct Authority lançou campanhas com celebridades como Sharon Gaffka de "Love Island" para advertir sobre promoções ilegais de cripto.

No cenário global, casos emblemáticos ilustram as consequências. Em 2022, a SEC dos EUA multou Kim Kardashian em US$ 1,26 milhão por promover EthereumMax sem divulgar pagamento de US$ 250 mil. Em 2023, uma ação coletiva buscou US$ 1 bilhão contra influenciadores do FTX, acusados de enganar seguidores com produtos ligados à exchange falida.

Lições para Investidores Brasileiros

Embora o alerta seja italiano, ele reflete uma tendência mundial de proteção ao investidor iniciante. No Brasil, a CVM já monitora recomendações não autorizadas em cripto, e casos de rug pulls e scams promovidos por influencers são comuns. Seja crítico: verifique licenças, exija transparência em parcerias e evite promessas de ganhos rápidos. A educação financeira é a melhor defesa contra hype irresponsável nas redes.


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Personagens cartoon de trader europeu e representante Coinbase apertando mãos diante de porta abrindo com 10x, simbolizando expansão de derivativos na Europa

Coinbase Chega à Europa com Alavancagem 10x em Derivativos

A Coinbase ativou sua licença MiFID II em Chipre para lançar derivativos cripto na Europa, incluindo perpetual futures com alavancagem de até 10x. Usuários do continente agora acessam 31 contratos de BTC, ETH, XRP, SHIB e DOGE, 24 horas por dia com pausas mínimas. Isso muda o jogo para traders europeus que buscam ferramentas avançadas sem sair da região.


Produtos e Funcionamento Prático

A plataforma da Coinbase Cyprus oferece perpetual futures, futuros tradicionais com expiração e nano futures para entradas menores. No lançamento, 31 derivativos cobrem majors como Bitcoin e Ethereum, além de memecoins populares. A alavancagem máxima de 10x aplica-se aos perpétuos, permitindo ampliar posições com capital reduzido.

Os mercados operam continuamente, exceto pausa semanal de 21h a 22h CET às sextas e manutenção trimestral de 3h. Para acessar, usuários europeus verificam elegibilidade via app ou site da Coinbase, migrando contas existentes ou abrindo novas sob a entidade cipriota. Isso facilita trading regulado sem VPNs ou plataformas offshore.

Comparação com Concorrentes

Kraken já usa licença similar em Chipre para derivativos cripto na Europa, oferecendo perpétuos com até 5x em alguns pares. Crypto.com e OKX têm licenças europeias, focando em spot e futuros, mas sem o escopo inicial de 31 contratos da Coinbase. Gemini busca aprovação em Malta.

A vantagem da Coinbase reside na integração com sua base de 100 milhões de usuários, incluindo Solana DEX e empréstimos BTC de US$ 1 bilhão em 2025, per recap anual. Enquanto Kraken é forte em privacy, Coinbase destaca-se em usabilidade e liquidez para o trader médio.

Contexto Regulatório e Aquisição BUX

A licença veio da aquisição da unidade cipriota da BUX em 2024, que oferecia CFDs e teve contas fechadas. MiFID II permite OTC derivatives na Área Econômica Europeia (EEA), alinhando com MiCA para serviços cripto unificados. Em 2025, Coinbase celebrou entrada no S&P 500, 10 aquisições como Deribit e vitória contra SEC.

Essa expansão prática reforça a estratégia global: de spot para derivativos regulados, atendendo demanda por hedging e especulação segura.

Benefícios Diretos para Usuários Europeus

Para o trader cotidiano, significa acesso a ferramentas profissionais sem riscos offshore: depósitos em euro, proteção MiFID e suporte 24h. Compare spreads e fees antes de migrar – Coinbase foca em execução rápida. Monitore o site cipriota para rollout oficial, esperado iminente. Essa jogada posiciona a exchange como hub europeu, competindo de igual para igual.


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