Gladiadores cartoon azul e vermelho atacando arena com escudo ETF cripto rachando no centro, simbolizando guerra política Obama-Trump impactando setor

Guerra Política: Obama Ataca Trump e ETFs Cripto Viram Alvos

Em sua primeira reação pública, o ex-presidente Barack Obama criticou a publicação de um vídeo racista pela Casa Branca, que retratava Trump zombando dele como um macaco. No podcast, Obama lamentou o desaparecimento do sentido de vergonha e das boas maneiras entre líderes públicos americanos. Evidências apontam que essa hostilidade política respinga no setor cripto, fortemente associado a Trump através de ETFs ligados à Truth Social, criando um ambiente tóxico que afasta investidores institucionais preocupados com a imagem do ativo.


O Incidente e Suas Ramificações Políticas

Investigações revelam que o vídeo foi postado na conta oficial de Trump nas redes sociais, mas a Casa Branca alegou erro de um funcionário e o removeu rapidamente. Obama, sem citar nomes diretamente, vinculou o episódio à degradação do discurso público, prevendo um impacto negativo para os republicanos nas eleições de meio de mandato de 2026. Tal polarização extrema não é isolada: Trump tem usado plataformas como Truth Social para amplificar narrativas controversas, o que levanta sinais de alerta sobre a estabilidade de projetos atrelados à sua imagem pessoal.

Documentos públicos mostram que o comitê de campanha de Trump arrecadou US$ 429 milhões até agora, com o setor cripto como um dos maiores doadores. Essa simbiose financeira sugere uma dependência mútua, mas também vulnerabilidades: qualquer escândalo político pode desencadear volatilidade em ativos relacionados, como os ETFs de Truth Social que prometem exposição ao ecossistema Trump Media.

A Politização dos ETFs Cripto e Truth Social

A associação direta entre criptomoedas e figuras polarizadoras como Trump transforma ETFs em reféns da guerra partidária. Plataformas como Truth Social, agora com produtos financeiros tokenizados ou ETFs, capitalizam a euforia política, impulsionando memecoins e negociações especulativas. No entanto, inconsistências surgem: enquanto Trump promove relaxamento regulatório, críticos como Arthur Hayes alertam contra doações diretas a campanhas, defendendo legislação neutra para cripto.

Sinais de alerta identificados incluem a influência de Elon Musk, que oscila entre apoio e críticas a Trump, e o uso de mercados de previsão como Polymarket para apostas políticas. Esses elementos criam um ciclo de feedback onde eventos como o vídeo racista podem disparar altas ou quedas em tokens relacionados, expondo investidores a manipulações emocionais disfarçadas de oportunidades.

Riscos para Investidores Institucionais

O leitor precisa questionar: estar atrelado a projetos tão politizados não compromete a credibilidade do setor cripto? Instituições como BlackRock e Fidelity hesitam em alocar bilhões em ativos com cheiro de partidarismo. A perda de ‘decoro político’, como apontado por Obama, agrava isso: investidores institucionais priorizam compliance e reputação, fugindo de narrativas tóxicas que evocam racismo ou extremismo.

Evidências on-chain de baleias acumulando posições em memecoins relacionadas a Trump indicam especulação retail, mas o capital institucional demanda neutralidade. Sem diversificação além de figuras controversas, o risco reputacional pode implodir inflows em ETFs cripto, especialmente com eleições se aproximando.

Como se Proteger Deste Ambiente Volátil

Para mitigar esses riscos, monitore doações políticas de exchanges e fundos cripto, além de variações em volumes de Truth Social ETFs durante picos de controvérsia. Evite alocações concentradas em ativos politizados; priorize projetos com fundamentos sólidos e governança descentralizada. A lição é clara: a politização extrema não explica falhas regulatórias ou manipulações, mas exige vigilância constante do investidor.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem cartoon magnata midiático ativando portais BTC dourado, ETH cyan e CRO verde com anáis de staking, simbolizando ofensiva de ETFs da Trump Media

Trump Media Ofensiva: ETFs com Staking de BTC, ETH e CRO

A Truth Social Funds, do grupo Trump Media, protocolou junto à SEC dois ETFs inovadores: o Truth Social Bitcoin and Ether ETF e o Truth Social Cronos Yield Maximizer ETF. Ambos buscam incluir staking para gerar rendimentos extras em Bitcoin, Ethereum e CRO. O movimento, em meio à politização cripto nos EUA, pode acelerar a aprovação de produtos regulados com dividendos cripto, fortalecendo a adoção institucional. Bitcoin reagiu com alta de 4%, segundo o Diário Bitcoin.


Detalhes da Solicitação à SEC

A proposta dos ETFs com staking representa um passo ousado da Trump Media, plataforma ligada ao presidente Donald Trump. O Bitcoin and Ether ETF mira o desempenho combinado de BTC e ETH, acrescido de recompensas de staking do Ethereum. Já o Cronos Yield Maximizer foca no CRO, token nativo da Crypto.com, que atuará como custodiante digital, provedor de liquidez e serviço de staking para ambos os fundos.

Esses produtos serão negociados via Foris Capital US LLC, corretora da Crypto.com. O anúncio ocorre em um momento de saídas recordes de ETFs de Bitcoin — quase US$ 2,3 bilhões em dois meses —, mas o mercado interpreta como sinal de otimismo regulatório. Segundo o relato do Diário Bitcoin, isso reaviva o debate sobre o papel dos ETFs em ciclos pós-halving.

Os fundamentos se fortalecem: fluxos institucionais via produtos regulados ampliam a liquidez e reduzem volatilidade de longo prazo, construindo bases sólidas para o ecossistema cripto.

Staking: O Diferencial para Rendimentos

O inclusão de staking nos ETFs é o grande atrativo. No Ethereum, bloquear ETH para validar transações gera recompensas anuais de até 4-5%, agora acessíveis via produto regulado. Para CRO, o foco em yield maximizer pode atrair investidores em busca de retornos passivos, similar a dividendos em ações tradicionais.

Essa inovação politiza ainda mais o setor: com Trump no poder, a aprovação pode vir mais rápida, ecoando a pressão do Secretário do Tesouro pelo Clarity Act. O ato busca regras claras para stablecoins e mercados cripto, reduzindo incertezas que freiam adoção. Bancos querem limites em yields, mas exchanges defendem inovação — o equilíbrio definirá o futuro.

No Brasil, onde o Bitcoin está a R$ 367.695,77 (Cointrader Monitor, +0,88% em 24h), isso sinaliza oportunidades para tesourarias corporativas.

Impacto no Mercado e Destaque para CRO

A reação foi imediata: Bitcoin subiu 4% e Ethereum 5,2%, rompendo US$ 70.000 e US$ 2.000, conforme o Diário Bitcoin. CRO ganha visibilidade surpresa, impulsionado pela parceria com Crypto.com — ecossistema robusto com foco em DeFi e pagamentos.

Apesar das saídas em ETFs como IBIT (-21,5%) e ETHA, o otimismo prevalece. ETFs com staking podem inverter fluxos, atraindo capital de fundos de pensão e family offices em busca de yield regulado. Analogia perfeita: como ações pagam dividendos, esses ETFs trazem renda passiva ao cripto.

O mercado está construindo maturidade: adoção institucional via Trump acelera o ciclo, com CRO como beneficiário inesperado.

Benefícios de Longo Prazo para Investidores

Para brasileiros, isso democratiza acesso a yields cripto sem complexidade de carteiras. A convergência política-regulatória nos EUA reforça a tese de alta sustentada, independentemente de correções curtas. Monitore aprovações da SEC e Clarity Act — são catalisadores para o próximo estágio de adoção global.

Os fundamentos de alta se alinham: halvings passados mostram resiliência, e produtos como esses expandem o ecossistema além do preço spot.


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Analista cartoon cortando alvo '-37%' com tesoura gigante sobre executivos de Coinbase e Robinhood, varejistas em ressaca simbolizando corte do Benchmark

Benchmark Corta Alvo da Coinbase 37%: Ressaca do Varejo Chegou?

A Benchmark cortou o preço-alvo da Coinbase em 37% para US$ 267, mantendo ‘compra’, mas sinalizando ressaca no varejo cripto. Ao mesmo tempo, as ações da Robinhood despencaram 10% após receitas de US$ 1,28 bilhão ficarem abaixo do esperado, graças à desaceleração no trading de criptomoedas. O mercado de ações está ignorando o fim do frenesi? A história mostra que exuberância assim precede correções.


Adjuste na Coinbase Revela Fragilidades

A decisão da Benchmark veio após o balanço do quarto trimestre de 2025 da Coinbase, com receita líquida de US$ 1,71 bilhão, queda de 5% em relação ao trimestre anterior, e prejuízo GAAP de US$ 667 milhões, impulsionado por perdas não realizadas em ativos cripto de US$ 718 milhões e investimentos estratégicos. O analista Mark Palmer cortou a previsão de EPS para 2026 em 21%, para US$ 5,34, refletindo o impacto da pullback geral no mercado cripto.

Apesar da manutenção da recomendação de ‘compra’, o novo alvo implica upside de apenas 60% sobre os atuais US$ 164 por ação. A diversificação avança — trading institucional subiu 37% para US$ 185 milhões com a aquisição da Deribit, stablecoins cresceram 3% para US$ 364 milhões —, mas o mercado está precificando riscos. Como em 2022, quando exchanges sofreram com a queda de volumes, cuidado com a dependência do varejo eufórico.

Robinhood Sofre com Apatia do Varejo

A Robinhood exemplifica a ‘ressaca’ do investidor de varejo. Receitas totais de US$ 1,28 bilhão ficaram aquém dos US$ 1,35 bilhão projetados, com o trading cripto como vilão principal. Analistas da Bernstein destacam a irregularidade dessa receita, mais volátil que a corretagem tradicional. O EPS superou expectativas (US$ 0,66 vs. US$ 0,63), mas despesas operacionais devem subir 18% em 2026 por aquisições como Bitstamp.

Para brasileiros, isso é termômetro: menos apetite nos EUA reduz liquidez global, ampliando volatilidade em pares locais. O CEO Vlad Tenev aposta em tokenização de ativos privados, mas a história dos ciclos — 2018, dot-com — sugere que sem volume varejista, as gigantes do trading patinam.

Contexto Amplo: ETFs e Outflows

Enquanto isso, a Trump Media protocolou ETFs de Bitcoin, Ether e Cronos junto à SEC, em parceria com Crypto.com, com taxa de 0,95%. Mas o cenário é de cautela: spot Bitcoin ETFs acumulam quatro semanas de outflows, US$ 360 milhões na última, totalizando saídas significativas desde janeiro.

Institucionais ajustam expectativas para baixo, ignorando a euforia inicial. O varejo esfria, e sem ele, o mercado de alta perde fôlego. Monitorar volumes e macro — juros altos, liquidez global — é essencial.

O Mercado Está Ignorando os Sinais?

Esses ajustes não são isolados. A história mostra que otimismo caro leva a decepções: em mercados de baixa passados, exchanges como Coinbase perderam 80%+ em valor. Proteja capital priorizando diversificação e resiliência. O contrarian diria: quando todos esperam alta eterna, prepare-se para o ciclo inevitável.


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Personagem cartoon erguendo lingote BTC com 1M gravado para pedestal global, simbolizando reserva estratégica brasileira e adoção institucional

Brasil na Liderança: Reserva de 1 milhão BTC Ganha Destaque Global

O Bitcoin recuperou os US$ 70 mil impulsionado por dados de inflação mais suaves nos EUA e ganha fôlego extra com a proposta brasileira de reserva estratégica, destacada internacionalmente pelo CoinGape. O plano de adquirir 1 milhão de BTC em cinco anos posiciona o Brasil como potência soberana, rivalizando com EUA e China, e sinaliza uma adoção institucional massiva que fortalece os fundamentos do ativo. Isso ativa o orgulho nacional e reforça a narrativa global de Bitcoin como reserva de valor.


Detalhes da Proposta Brasileira

A iniciativa, em tramitação nas comissões de desenvolvimento econômico, finanças e justiça do Congresso, prevê compras graduais de 1 milhão de Bitcoins ao longo de cinco anos, com custo estimado em US$ 68 bilhões. Essa estratégia evita disrupções no mercado e diversifica os ativos soberanos brasileiros, transformando o BTC em pilar da tesouraria nacional.

Além das aquisições, o projeto inclui incentivos poderosos: permissão para pagamento de impostos e multas federais com Bitcoin, isenção de tributação sobre vendas de criptoativos e retenção de Bitcoins confiscados pela Justiça na reserva, em vez de leilões. Esses mecanismos aceleram a adoção local e posicionam o Brasil à frente na corrida global por reservas digitais, similar ao que vimos com El Salvador e os ETFs americanos.

Contexto de Mercado e Fluxos Institucionais

O otimismo é reforçado por inflows recordes em ETFs de Bitcoin e Ethereum nos EUA. Em 13 de fevereiro, os ETFs de BTC registraram entrada líquida de US$ 15,2 milhões, com o Fidelity FBTC liderando em US$ 11,99 milhões. Já os ETFs de ETH atraíram US$ 10,26 milhões, destacando o Grayscale Ethereum Mini Trust com US$ 14,51 milhões.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 366.259, com alta de 1,61% nas últimas 24 horas e volume de 151,63 BTC. Em dólares, cotado a cerca de US$ 70 mil (dólar a R$ 5,22), o ativo consolida suporte em US$ 65 mil.

Análise Técnica e Perspectivas de Alta

Técnicos apontam RSI em 57 e CMF em 0,07, indicando acúmulo sem sobrecompra. O preço recente de US$ 69.779 testa resistências em US$ 70 mil e US$ 75 mil, com potencial para US$ 80 mil em rompimento. O suporte chave em US$ 65 mil define o próximo movimento.

Essa dinâmica reflete o ciclo pós-halving, onde fluxos institucionais e adoções soberanas constroem bases sólidas. O Brasil, com sua proposta, contribui para essa narrativa macro, elevando a demanda global e reduzindo oferta disponível.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o investidor local, isso significa maior legitimidade do Bitcoin como ativo estratégico. O reconhecimento internacional via CoinGape valida o movimento, incentivando tesourarias corporativas e retail a acumularem. Vale monitorar a tramitação no Congresso, que pode catalisar uma valorização expressiva.

Os fundamentos se fortalecem: mais nações adotando BTC sinalizam transição para reserva de valor global. O mercado está construindo, e o Brasil surge como líder emergente nessa revolução financeira.


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Executivos cartoon de política e cripto apertando mãos sobre rede de staking com BTC ETH CRO, simbolizando convergência Trump Media e ETFs à SEC

Trump Media pede ETFs com Staking de BTC, ETH e CRO à SEC

A Truth Social Funds da Trump Media protocolou pedidos formais junto à SEC para lançar dois ETFs inovadores: um focado em Bitcoin e Ethereum com divisão 60-40 e staking de ETH, e outro maximizador de rendimento no Cronos (CRO) com staking nativo. Parceria com a Crypto.com como custodiante reforça a credibilidade. O movimento, datado de 13 de fevereiro de 2026, sinaliza a convergência definitiva entre política americana e criptomoedas, potencializando a adoção institucional.


Detalhes dos ETFs Propostos

Os novos produtos da Truth Social Funds representam um passo ousado na financialização de criptoativos. O Truth Social Bitcoin and Ether ETF alocará cerca de 60% em BTC e 40% em ETH, oferecendo aos investidores exposição combinada aos líderes de mercado. Diferencial chave: os detentores receberão recompensas de staking da posição em Ethereum, transformando o ETF em um veículo de rendimento passivo.

Já o Truth Social Cronos Yield Maximizer ETF rastreia o token nativo da blockchain Cronos, ligada à Crypto.com, com ênfase em staking nativo e liquid staking. Essa estrutura visa maximizar yields para investidores, conectando o ecossistema Cronos ao varejo institucional via ETFs acessíveis. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 367.503 nesta manhã de sábado, com alta de 5,09% em 24 horas, reforçando o momentum de alta.

Parceria Estratégica com Crypto.com

A escolha da Crypto.com como provedora de custódia, liquidez e serviços de staking não é aleatória. "Estamos felizes em fornecer esses serviços para os novos ETFs da Truth Social Funds", declarou Kris Marszalek, CEO da exchange. Essa aliança valida o Cronos perante reguladores, ao posicioná-lo em um produto regulado pela SEC. Para Bruno Barros, o mercado está construindo bases sólidas: a integração de staking em ETFs legitima mecanismos DeFi para o público tradicional.

Trump Media já havia feito filing para um ETF solo de Bitcoin em junho e um blue-chip com BTC, ETH, SOL, XRP e CRO. Analistas como Eric Balchunas preveem lançamentos nos próximos meses, acelerando fluxos institucionais.

Contexto Trump Media e Adoção Institucional

A Trump Media, por trás do Truth Social, adota uma estratégia "America first". Seus ETFs atuais incluem imóveis vermelhos, defesa e ícones americanos como Walmart. Os cripto-ETFs expandem essa visão patriótica para ativos digitais, atraindo investidores conservadores. Ações DJT subiram 0,9% na sexta, cotadas a US$ 10,98, apesar de queda de 39% em seis meses.

Esse "Efeito Trump" impulsiona a narrativa de adoção. Após aprovações de ETFs de BTC e ETH em 2024-2025, staking emerge como próxima fronteira, especialmente para ETH pós-Merge. Para Cronos, o filing eleva sua legitimidade, provando maturidade além de exchange token.

Implicações para o Mercado Cripto

Esses pedidos sinalizam maturidade regulatória. A SEC, sob pressão política, pode acelerar aprovações, abrindo portas para staking em produtos listados. Para investidores brasileiros, isso democratiza acesso a yields sem complexidade de wallets. Os fundamentos se fortalecem: fluxos de ETF como métrica de adoção superam volatilidade de curto prazo.

Vale monitorar reações da SEC e influxos iniciais. Em um ciclo pós-halving, movimentos institucionais como esse constroem o bull market sustentável. O investidor comum ganha com narrativas conectadas à política global.


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Balança digital desequilibrada com bloco '3.6B' afundando lado BTC e prisma '10M' elevando ETH, simbolizando saídas em ETFs Bitcoin vs influxos Ethereum

ETFs sob Pressão: Saída de US$ 3,6 Bi em BTC vs Influxo em ETH

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram saídas líquidas de US$ 3,6 bilhões na semana encerrada em 14 de fevereiro, segundo dados da Farside. Em contraste, os ETFs de Ethereum reportaram um influxo de US$ 10,26 milhões em 13 de fevereiro, interrompendo uma sequência de resgates. Essa divergência nos fluxos reflete diferenças no sentimento institucional, com o Bitcoin enfrentando pressão vendedora enquanto o Ethereum mostra sinais iniciais de recuperação. Os dados, consolidados até 13/02, destacam a volatilidade nos produtos regulados.


Saídas Massivas nos ETFs de Bitcoin

Os dados mostram que o iShares Bitcoin Trust (IBIT), da BlackRock, liderou as saídas com US$ 2,348 bilhões em resgates. O Fidelity Wise Origin Bitcoin Fund (FBTC) registrou saída de US$ 124,7 milhões, seguido por Bitwise (BITB) com US$ 29,8 milhões e ARK 21Shares (ARKB) com US$ 19,4 milhões. Outros produtos como BTCO, EZBC, BRRR, HODL e BTCW tiveram influxos menores, totalizando entradas líquidas modestas, mas insuficientes para compensar as perdas principais.

O Grayscale Bitcoin Trust (GBTC) viu saída de US$ 77 milhões, enquanto o Grayscale BTC registrou influxo de US$ 110,1 milhões. No agregado, o saldo negativo de US$ 3,6 bilhões representa a maior saída semanal recente, alinhada a uma correção de preço do Bitcoin, que oscila em torno de US$ 70.000 (equivalente a R$ 366.244, segundo o Cointrader Monitor, com variação de +4,87% em 24h).

Esses fluxos indicam realização de lucros por instituições após a alta recente, com volumes diários elevados sinalizando ajustes de portfólio.

Recuperação Inicial nos ETFs de Ethereum

No dia 13 de fevereiro, os ETFs de spot Ethereum captaram US$ 10,26 milhões, revertendo dois dias de saídas totais de US$ 242,28 milhões. O Grayscale Mini ETH Trust liderou com US$ 14,51 milhões, seguido por VanEck ETHV (US$ 3 milhões) e Fidelity FETH (US$ 2,04 milhões). Apesar disso, o saldo semanal para Ethereum permanece negativo em US$ 161,15 milhões, com resgates expressivos em 11 e 12 de fevereiro (US$ 129,18 milhões e US$ 113,10 milhões, respectivamente).

O preço do ETH recuperou o suporte de US$ 2.000, negociado a US$ 2.089 (R$ 10.928), com alta de 5,96% em 24h. Semanas anteriores mostram saídas crescentes: US$ 165,82 milhões (semana até 06/02) e US$ 326,93 milhões (até 30/01), refletindo pressão contínua sobre altcoins.

Os inflows do dia 13 sugerem entrada seletiva de capital em níveis de suporte, mas o volume semanal indica cautela institucional.

Contraste Revela Sentimento Divergente

A disparidade nos fluxos — saída bilionária no BTC versus influxo modesto no ETH — aponta para rotação setorial ou ajuste de risco. Instituições parecem priorizar redução de exposição ao Bitcoin em topos de curto prazo, enquanto testam entradas no Ethereum em patamares descontados. Dados de volume mostram negociações de US$ 1,10 bilhão em ETH ETFs no dia 13, contra saídas dominantes no BTC.

No contexto macro, com Bitcoin em tendência de alta de longo prazo (+1,62% em 24h, US$ 70.006), mas ETH em queda de 37,5% em 30 dias, os fluxos reforçam a dominância do BTC. Grayscale products mostram resiliência relativa, sugerindo migração interna de trusts para ETFs.

Níveis Técnicos a Monitorar

Para Bitcoin, observe suporte em US$ 68.700 (low 24h) e resistência em US$ 70.156 (high). Ethereum tem suporte crítico em US$ 2.000 e resistência em US$ 2.094. Fluxos de ETFs continuarão como proxy para sentimento institucional: inflows acima de US$ 50 mi/dia podem sinalizar reversão; outflows persistentes reforçam correção.

Os dados sugerem consolidação, com foco em volumes e médias móveis (BTC acima de 50-day SMA; ETH testando 200-day). Investidores devem acompanhar atualizações diárias da Farside e SoSoValue para calibração precisa.


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Executivo tradicional e trader cripto cartoon apertando mãos sobre ponte com BTC ETH CRO, simbolizando ETFs da Trump Media na SEC

Trump Media na SEC: ETFs de BTC, ETH e CRO com Staking Mudam o Jogo

O efeito Trump agora chegou aos ETFs: Truth Social Funds, afiliada à Trump Media & Technology Group, protocolou na SEC dois fundos negociados em bolsa de ativos digitais. São o Truth Social Cronos Yield Maximizer ETF, focado em CRO com staking, e o Truth Social Bitcoin and Ether ETF, com BTC e ETH também oferecendo recompensas de staking. Essa iniciativa valida o cripto como prioridade política e financeira nos EUA, atraindo investidores tradicionais para o ecossistema.


Detalhes dos Novos ETFs Propostos

A proposta de ETFs com foco em staking representa um diferencial competitivo. O fundo de Cronos (CRO), token nativo do ecossistema Crypto.com, visa maximizar rendimentos via staking, enquanto o de Bitcoin e Ethereum combina exposição aos líderes de mercado com yields adicionais. Yorkville America Equities atuará como consultor de investimentos, com taxa de administração de 0,95% ao ano.

Essa estrutura não só oferece apreciação de capital, mas também gera renda passiva, tornando os produtos atrativos para portfólios diversificados. O mercado está construindo maturidade, com esses ETFs integrando criptoativos regulados às bolsas tradicionais, similar aos ETFs de BTC aprovados em 2024.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 360.198 nesta sexta-feira (13), com alta de 4,83% em 24 horas, sinalizando viés de alta em meio a notícias positivas de adoção.

Parceria Estratégica com Crypto.com

Crypto.com assume papel central, fornecendo custódia, liquidez e serviços de staking para os fundos. Essa colaboração aprofunda uma aliança anterior, na qual a Trump Media planejava adquirir 684,4 milhões de CRO por cerca de US$ 0,153 cada, em troca mista de ações e caixa. O movimento reforça a integração de CRO na estratégia digital da empresa.

Steve Neamtz, presidente da Yorkville, destacou o potencial para “capital appreciation e oportunidades de renda” em parceria com a Crypto.com. Esse ecossistema unificado pode impulsionar liquidez e atrair fluxos institucionais para CRO, historicamente subvalorizado em comparação a BTC e ETH.

Impacto na Adoção Institucional

Esses arquivamentos marcam a ponte decisiva entre liberdade digital e finanças tradicionais. Após os ETFs de BTC e ETH pavimentarem o caminho, incluir CRO expande o alcance para altcoins de ecossistemas robustos. O envolvimento da família Trump sinaliza que cripto transcende finanças: é agora uma prioridade política nos EUA, especialmente pós-eleições.

Os fundamentos se fortalecem com maior liquidez regulada, reduzindo volatilidade percebida e atraindo trilhões em capital tradicional. Investidores comuns ganham acesso facilitado, acelerando a tese de adoção global. Apesar de resistências técnicas — BTC testando US$ 70.000 —, tendências de longo prazo prevalecem sobre ruídos de curto prazo.

Próximos Passos e Perspectivas

A aprovação da SEC será o catalisador. Com histórico recente de aprovações rápidas para produtos cripto, esses ETFs podem lançar até meados de 2026, coincidindo com o próximo halving do Bitcoin. Monitore fluxos de ETF e volume de CRO para sinais de momentum.

A narrativa de alta ganha força: adoção institucional como métrica chave supera oscilações. Vale acompanhar ações da Trump Media (DJT), que subiram 2,5% hoje, refletindo otimismo do mercado.


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Vórtice negro sugando energia dourada de estrutura hexagonal Bitcoin, com '50K' no horizonte sombrio, alertando saídas recordes de ETFs

ETFs de Bitcoin Sangram US$ 410 Mi: Alerta para Queda a US$ 50 Mil

Os ETFs spot de Bitcoin sangraram US$ 410 milhões em saídas na quinta-feira, acelerando perdas rumo à quarta semana consecutiva de fluxos negativos. No mesmo dia, o Standard Chartered cortou seu preço-alvo para 2026 de US$ 150 mil para US$ 100 mil, alertando para uma possível queda a US$ 50 mil antes de qualquer recuperação. O mercado está ignorando esses sinais de inverno à vista?


Saídas Aceleradas nos ETFs de Bitcoin

A história mostra que fluxos de saída prolongados nos ETFs precedem correções mais profundas. Dados da SoSoValue indicam US$ 410,4 milhões em outflows na quinta, elevando as perdas semanais para US$ 375,1 milhões. BlackRock’s IBIT e Fidelity lideraram com US$ 157,6 milhões e US$ 104,1 milhões em resgates, respectivamente.

Os ativos sob gestão (AUM) caíram de quase US$ 170 bilhões em outubro de 2025 para próximo de US$ 80 bilhões. Ether ETFs registraram US$ 113,1 milhões em saídas diárias, enquanto XRP viu os primeiros outflows desde fevereiro. Apenas os ETFs de Solana contrariaram a tendência com inflows menores. Esse padrão reflete enfraquecimento institucional, similar ao visto nas baixas de 2018 e 2022.

Standard Chartered Avisa Capitulação Macro

O banco britânico, em relatório compartilhado, espera “mais capitulação de preços nos próximos meses”. Além de cortar o target de Bitcoin para US$ 100 mil no fim de 2026, projeta um mergulho a US$ 50 mil e Ether a US$ 1.400 antes da recuperação para US$ 4 mil. Motivos: fluxos fracos de ETFs e macroeconômico adverso, como liquidez global apertada e juros elevados.

Cuidado com o otimismo cego: grandes bancos como Standard Chartered não mudam visões sem dados sólidos. A retração no Chaikin Money Flow (CMF) é mais intensa que na correção de 2025, sinalizando ausência de recompra institucional. O Bitcoin rompeu uma bear flag, mirando suportes entre US$ 53 mil e US$ 48 mil.

Investidores de Longo Prazo Vendem sem Capitulação

Dados on-chain reforçam o cenário de baixa. O Net Unrealized Profit/Loss (NUPL) ronda 0,17, abaixo dos 0,42 de recuperações passadas, mas ainda não em capitulação extrema como em 2023 (0,02). Investidores de longo prazo (LTHs) distribuíram mais de 245 mil BTC em picos recentes, superando volumes de 2025.

CryptoQuant alerta que o suporte realizado fica em torno de US$ 55 mil, sem teste ainda. Indicadores de ciclo permanecem em fase bear, não extreme bear. LTHs vendem near breakeven, mas históricos mostram bottoms reais com perdas de 30-40%. Sem reset completo, mais downside é provável.

Lições Históricas e Cotação Atual

A história repete: exuberância leva a bolhas, e bolhas estouram. Ciclos de 2018 e 2022 ensinaram que sobreviver ao bear é prioridade. O mercado ignora riscos macro — Fed, dívida global —, apostando em narrativas frágeis. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 360.392,61 nesta sexta, com alta de 4,95% em 24h, mas volatilidade persiste em US$ 66 mil.

Vale monitorar LTHs e ETF flows. Proteja capital: diversidade e paciência superam FOMO em bears.


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Executivo Wall Street cartoon despejando moedas douradas em estrutura XRP cristalina, simbolizando investimento de US$ 152 mi da Goldman Sachs em ETFs

Goldman Sachs Aposta US$ 152 Milhões em XRP: Adoção Institucional em Alta

O Goldman Sachs revelou um investimento de US$ 152 milhões em ETFs spot de XRP, conforme seu relatório 13F do Q4 2025. Esse movimento ocorre em meio a um mercado cripto volátil e de baixa, mas os fundos de XRP registram influxos consistentes desde 27 de janeiro. Representando cerca de 14% dos influxos totais do ativo, essa aposta institucional sinaliza confiança de Wall Street na rede Ripple, mesmo com o preço do XRP em US$ 1,37.


Influxos Contínuos nos ETFs de XRP

Apesar da pressão de baixa no preço do XRP, os ETFs spot estão atraindo capital significativo. Desde 27 de janeiro, gestoras como Canary Capital acumularam mais de 7,66 milhões de XRP, Franklin Templeton superou 18,9 milhões, Bitwise adicionou 17,74 milhões e 21Shares registrou 4,31 milhões. No total, cerca de 48,7 milhões de XRP entraram nesses fundos em apenas nove dias.

Esses números destacam uma tendência: enquanto o varejo recua em momentos de volatilidade, os institucionais continuam construindo posições. O mercado está se fortalecendo nos fundamentos, com influxos persistentes que indicam alocações estratégicas de longo prazo, não especulações passageiras.

Goldman Sachs Lidera a Onda Institucional

O aporte do Goldman Sachs é o destaque dessa narrativa. Com US$ 152 milhões alocados — equivalente a cerca de R$ 793 milhões ao câmbio atual de R$ 5,21 por dólar —, o banco demonstra conforto com exposição regulada ao XRP. Essa é uma evolução natural da adoção: Wall Street prefere veículos como ETFs para mitigar riscos custodiais, abrindo portas para portfólios tradicionais.

Essa posição representa 14% dos influxos totais em XRP ETFs recentemente, reforçando que gigantes financeiros veem valor na eficiência da blockchain do Ripple para pagamentos transfronteiriços. É um passo concreto rumo à maturidade do ecossistema.

Implicações para o Mercado Cripto

Em um contexto de pressão de baixa, onde o varejo perde interesse, esses influxos institucionais são um farol otimista. Imagine o volume durante uma fase de euforia, como em novembro de 2024. O XRP, cotado a cerca de R$ 7,14, pode se beneficiar de aprofundamento da liquidez e maior aceitação em mercados regulados.

A adoção por participantes como Goldman Sachs conecta o cripto ao mundo financeiro tradicional, similar à trajetória dos ETFs de Bitcoin. Isso fortalece a tese de longo prazo: volatilidade de curto prazo não altera a tendência de integração global.

O Que Isso Significa para Investidores Brasileiros

Para o investidor comum, esses movimentos confirmam que o ecossistema XRP está amadurecendo. Monitorar fluxos de ETF e relatórios 13F torna-se essencial para contextualizar correções como oportunidades. O mercado constrói bases sólidas, e a paciência recompensa quem foca em adoção sobre ruído diário.

Embora riscos como regulação persistam, o otimismo fundamentado prevalece: Wall Street não aposta bilhões em vão.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Reguladores cartoon abrindo portas de jade e ouro para Bitcoin, simbolizando legalizacao de cripto e caminho para ETFs na Tailandia

Tailândia Legaliza Cripto e Abre Caminho para ETFs de Bitcoin

A aprovação do governo tailandês para incluir criptomoedas como ativos subjacentes em derivativos regulamentados marca um avanço histórico para o mercado de capitais asiático. Com isso, o país abre portas para ETFs de Bitcoin e contratos futuros, integrando o ecossistema cripto ao sistema financeiro tradicional. Essa decisão, anunciada recentemente, reforça a tendência de adoção institucional na região, atraindo gestores de fundos e investidores globais em busca de regras claras e proteção regulatória.


Detalhes da Regulamentação

O Gabinete tailandês autorizou que criptoativos sirvam de base para produtos como futuros e opções, com compensação via sistemas licenciados. A Comissão de Valores Mobiliários (SEC) da Tailândia agora elabora normas detalhadas sobre operação de bolsas, compensação de negociações e controles de risco. Bolsas e bancos precisarão de licenças específicas, com padrões elevados de custódia e verificação de clientes (KYC).

Essa estrutura regulatória mitiga preocupações com volatilidade, fraudes e lavagem de dinheiro, limitando alavancagem inicial e impondo regras rigorosas de margem. Projetos prévios, como os G-Tokens — títulos públicos tokenizados em 2025 —, pavimentaram o caminho, demonstrando viabilidade de ativos digitais sob lei tradicional. Além disso, uma isenção temporária de imposto sobre ganhos de capital por cinco anos (2025-2029) incentiva negociações locais em plataformas aprovadas, incluindo stablecoins como USDT e USDC.

Potencial para ETFs e Futuros

A liberação de derivativos lastreados em cripto impulsiona a adoção institucional, com gestores regionais já discutindo listagens de Bitcoin futures. Observadores preveem ETFs vinculados a contratos regulados, similar ao sucesso nos EUA. Firmas de trading veem oportunidade em ferramentas de hedge, enquanto provedores de liquidez desenvolvem produtos adaptados ao mercado tailandês.

Essa integração atrai capital estrangeiro, fortalecendo a liquidez e reduzindo riscos sistêmicos. No contexto global, alinha a Tailândia a nações como Hong Kong e Singapura, posicionando o Sudeste Asiático como hub para derivativos cripto.

Marco para a Ásia e Visão de Longo Prazo

Essa decisão sinaliza o deslocamento do eixo financeiro para o Oriente, onde a Ásia lidera em adoção cripto. Com população jovem e economias emergentes, a região acumula reservas em Bitcoin e expande infraestrutura DeFi. Os fundamentos se fortalecem: fluxos institucionais crescem, e ciclos passados mostram que regulamentações claras aceleram valorização sustentada.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 343.744 às 18:55 de hoje, com variação de -2,45% em 24h — oscilações normais em um mercado em construção. Investidores devem monitorar aprovações de produtos locais, que podem catalisar inflows bilionários.

O Que Isso Significa para Investidores

A Tailândia emerge como possível paraíso cripto na Ásia, testando a maturidade de derivativos regulados. Para o investidor brasileiro, reforça a tese de alta: adoção global constrói resiliência. Vale acompanhar como isso influencia ETFs regionais e fluxos para o Bitcoin, em meio a halvings e políticas monetárias expansionistas. O ecossistema avança, independentemente de correções de curto prazo.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Gestora cartoon capturando ações douradas caindo com rede enquanto Bitcoin despenca, simbolizando compra oportunista de Cathie Wood

Cathie Wood Compra US$ 34 Milhões em Robinhood na Queda do Bitcoin

A ARK Invest, liderada por Cathie Wood, adquiriu 433.806 ações da Robinhood (HOOD) por aproximadamente US$ 33,8 milhões na quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026, enquanto o Bitcoin caía abaixo de US$ 66 mil. A operação ocorre em um momento de fraqueza no mercado cripto, com ETFs de BTC registrando saídas de US$ 276 milhões. Os dados indicam uma aposta institucional em ativos ligados a criptomoedas apesar da volatilidade recente.


Detalhes da Operação de Compra

Os números mostram que a ARK Invest comprou as ações da Robinhood quando elas negociavam em queda de quase 9% no dia, conforme dados do TradingView. Além da HOOD, a gestora aumentou posições em Bullish (BLSH), com 364.134 ações a US$ 11,6 milhões, e Circle (CRCL), emissora do USDC, com 75.559 ações por US$ 4,4 milhões. No total, as aquisições somam cerca de US$ 50 milhões em papéis ligados ao ecossistema cripto.

Equivalente em reais, considerando o dólar a R$ 5,21, a compra da Robinhood representa aproximadamente R$ 176 milhões. Essa movimentação contrasta com a recente venda de US$ 17 milhões em ações da Coinbase pela ARK, sinalizando uma realocação estratégica dentro do setor.

Robinhood como Principal Ativo Cripto no ARKK

Após a compra, a Robinhood tornou-se a maior posição ligada a cripto no ARK Innovation ETF (ARKK), representando 4,1% do portfólio, ou cerca de US$ 248 milhões. Isso reflete a tese de investimento da ARK em plataformas de trading acessíveis, especialmente após o lançamento do testnet da Robinhood Chain, uma blockchain layer 2 para serviços financeiros e ativos tokenizados do mundo real (RWAs).

No quarto trimestre de 2025, a Robinhood reportou receita recorde de US$ 1,28 bilhão, alta de 27% ante o ano anterior, embora abaixo das expectativas de Wall Street (US$ 1,34 bilhão). A ação caiu 8% pós-resultados, mas os volumes em cripto permanecem relevantes no modelo de negócios.

Contexto de Mercado: Pressão no Bitcoin e ETFs

Os dados de mercado confirmam a fraqueza: o Bitcoin negociou abaixo de US$ 66 mil, com ETFs spot registrando saídas líquidas de US$ 276,3 milhões na quarta-feira, reduzindo o AUM total para US$ 85,7 bilhões, o menor desde novembro de 2024. As entradas semanais agora são mínimas, em US$ 35,3 milhões. ETFs de Ether tiveram saídas de US$ 129,2 milhões.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 343.658,91 (-2,48% em 24 horas), com volume de 348 BTC. Níveis de suporte próximos incluem a média móvel de 50 dias em torno de US$ 65.000, enquanto resistência fica em US$ 70.000.

Implicações e Níveis a Monitorar

A estratégia da ARK sugere que a Robinhood é vista como proxy para recuperação do ecossistema cripto, dada sua exposição a volumes de trading em BTC e altcoins. Os dados indicam confiança em narrativas como RWAs e layer 2s, mesmo com outflows em ETFs. Investidores devem observar o volume de negociação da HOOD e inflows em ETFs para confirmar momentum.

Níveis técnicos chave para BTC: suporte em US$ 64.000-65.000 (200-day MA) e resistência em US$ 68.000. Uma estabilização acima de US$ 67.000 pode sinalizar reversão de curto prazo, conforme padrões recentes.


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Banqueiro cartoon abrindo livro de contabilidade de onde emerge cristal XRP brilhante, simbolizando exposição institucional da Goldman Sachs

Goldman Sachs Revela Exposição de US$ 152 Milhões em XRP

O Goldman Sachs divulgou em seu filing do Q4 2025 uma exposição de US$ 152 milhões em ETFs de XRP, o token nativo da Ripple. Essa posição representa cerca de 14% dos influxos líquidos totais em XRP ETFs no último ano, totalizando US$ 1,23 bilhão em entradas acumuladas até 11 de fevereiro de 2026. Os dados indicam um movimento significativo de adoção institucional no ativo.


Detalhes da Posição Revelada

Os dados do filing trimestral mostram que o Goldman Sachs optou exclusivamente por veículos regulados de spot ETFs para sua exposição ao XRP, evitando posse direta do token. Essa estratégia reflete uma preferência por estruturas familiares ao mercado tradicional, com custódia e conformidade regulatória integradas. A posição foi acumulada até o final do quarto trimestre de 2025, em um período marcado por volatilidade no mercado cripto.

No contexto atual, com o XRP cotado a aproximadamente US$ 1,36 (ou R$ 7,07, considerando o dólar a R$ 5,21), os US$ 152 milhões equivalem a cerca de R$ 792 milhões. Essa conversão destaca o volume expressivo da aposta, especialmente quando comparado aos fluxos de entrada anuais reportados.

Distribuição entre Emissores de ETFs

A alocação foi diversificada entre quatro principais emissores de ETFs de XRP nos EUA: Bitwise XRP ETF (US$ 39,8 milhões), Franklin XRP Trust (US$ 38,5 milhões), Grayscale XRP Trust (US$ 38 milhões) e 21Shares XRP ETF (US$ 35,9 milhões). Essa distribuição sugere uma abordagem de gerenciamento de risco, evitando concentração em um único fundo.

Os números exatos, extraídos do filing, demonstram precisão na execução. Comparativamente, o total de influxos líquidos em XRP ETFs atingiu US$ 1,23 bilhão, confirmando que a participação do Goldman Sachs é substancial e reflete confiança nos produtos regulados disponíveis.

Contexto de Mercado e Influxos em XRP ETFs

Os dados de plataformas como SoSoValue indicam que os influxos acumulados em XRP ETFs cresceram para US$ 1,23 bilhão até fevereiro de 2026, apesar de uma demanda institucional mais moderada em períodos recentes. A entrada do Goldman Sachs, um dos maiores bancos de investimento globais, sinaliza maturidade no ecossistema de ETFs cripto, facilitando acesso institucional sem necessidade de gerenciamento direto de chaves privadas.

No Q4 2025, o mercado viu expansão nesses produtos após aprovações regulatórias, com XRP se beneficiando de sua utilidade em pagamentos transfronteiriços via RippleNet. A variação recente do XRP mostra -0,98% em 24 horas contra o dólar, com preço oscilando entre US$ 1,35 e US$ 1,41.

Implicações para o Mercado Institucional

Essa divulgação reforça a tendência de integração de ativos digitais em portfólios tradicionais. Instituições como Goldman Sachs priorizam veículos ETFs por sua liquidez e transparência, o que pode atrair mais capital para o XRP. Os dados sugerem que os ETFs estão funcionando como porta de entrada regulada, representando 14% dos fluxos via uma única posição.

Investidores devem monitorar níveis técnicos próximos, como suporte em US$ 1,35 e resistência em US$ 1,41, além de atualizações regulatórias sobre Ripple. A neutralidade dos números indica um ecossistema em maturação, sem direção clara no curto prazo.


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Executivos cartoon chocados vendo cofre Solana rachado vazando fluido vermelho, simbolizando US$ 1,4 bi em prejuízos de tesourarias institucionais

Sangramento Institucional: Tesourarias Perdem US$ 1,4 Bi com Solana

Os dados mostram que empresas com tesourarias expostas a Solana acumulam US$ 1,4 bilhão em perdas não realizadas após queda de 38-40% no preço do SOL nos últimos 30 dias, de cerca de US$ 135 para a faixa dos US$ 80. ETFs de Solana registram saídas de US$ 11,9 milhões em um dia, reduzindo AUM para US$ 733 milhões. O caso da Upexi, listada na Nasdaq, é emblemático: receitas dobraram para US$ 8,1 milhões com staking de SOL, mas prejuízo líquido de US$ 179 milhões reflete ajustes contábeis pela desvalorização.


Queda do Solana e Perdas Não Realizadas

As perdas não realizadas ocorrem quando ativos são avaliados pelo valor de mercado (mark-to-market) ao final do período contábil, sem venda efetiva. No caso do Solana, que caiu para mínima de dois anos em US$ 67 antes de recuperar para US$ 84-87, empresas como Forward Industries enfrentam impactos severos. A companhia detém 6,9 milhões de SOL a custo médio de US$ 232, gerando perdas próximas a US$ 1 bilhão com SOL a US$ 80.

Outras afetadas incluem Sharps Technology (1,9 milhão SOL) e DeFi Development Corp (2,2 milhões SOL), totalizando os US$ 1,4 bilhão em prejuízos contábeis. Apesar da rede Solana processar 160 milhões de transações diárias e US$ 117 bilhões em volume DEX em janeiro, a volatilidade expõe fragilidades em estratégias de tesouraria.

Caso Upexi: Lucro Operacional vs. Prejuízo Líquido

A Upexi reportou receitas de US$ 8,1 milhões no trimestre encerrado em 31/12/2025, 102% acima do ano anterior, com US$ 5,1 milhões vindos de ativos digitais via staking de SOL (95% de suas 2,17 milhões de unidades em staking). A utilidade bruta subiu 126% para US$ 6,7 milhões.

No entanto, perdas não realizadas de US$ 164,5 milhões em criptoativos, mais US$ 8,3 milhões em compensação baseada em ações, resultaram em prejuízo líquido de US$ 179 milhões — contra US$ 1,3 milhão no período anterior. As ações da Upexi caíram para mínima histórica de US$ 0,90, de picos acima de US$ 22 após pivot para tesouraria em SOL.

Impacto em ETFs e Fluxos Institucionais

ETFs de Solana viram saídas líquidas de US$ 8,92 milhões na semana, com Grayscale SOL ETF perdendo US$ 1,296 milhões em 9/02. AUM caiu de US$ 1,1 bilhão para US$ 733 milhões, sinalizando redução de risco por investidores profissionais em meio a incertezas macroeconômicas.

On-chain, 1,07 milhão de SOL saíram de exchanges em 72 horas, interpretado como autocustódia por medo. Níveis técnicos indicam suporte em US$ 80-84; rompimento abaixo abre US$ 67 ou US$ 50-60. Resistência em US$ 100 é crítica para recuperação.

Riscos e Níveis a Monitorar

Atualmente, Solana cotado a R$ 423,10 (US$ 81,59), com dólar a R$ 5,188. Empresas com tesourarias em ativos voláteis enfrentam montanha-russa contábil: receitas de staking contrastam com mark-to-market negativo. Investidores devem observar fluxos de ETFs, atualizações de tesourarias e níveis de suporte US$ 80/US$ 67. Volumes DEX e transações diárias (160 milhões) sugerem resiliência na rede, mas volatilidade persiste.


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Executivos cartoon com redes capturando partículas douradas caindo de nuvens, simbolizando instituições comprando ETFs de Bitcoin na queda de 13%

ETFs de Bitcoin Registram US$ 311 Mi em Entradas Apesar de Queda de 13%

Os ETFs de Bitcoin à vista registraram US$ 311,6 milhões em entradas líquidas nesta semana, quase compensando os US$ 318 milhões de saídas da semana anterior, conforme dados da SoSoValue. Isso ocorre apesar de uma queda de 13% no preço do Bitcoin, que testou níveis abaixo de US$ 68.000. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 348.931,78 nesta quinta-feira (12/02), com variação de +0,46% em 24 horas.


Detalhes dos Fluxos Semanais

Os dados mostram uma reversão rápida nos fluxos. Na terça-feira (11/02), os ETFs atraíram US$ 166,6 milhões, estendendo a sequência de entradas para três sessões consecutivas, de acordo com a análise da SoSoValue. Líderes incluem o ARKB da Ark Invest com US$ 68,5 milhões, FBTC da Fidelity com US$ 56,9 milhões e IBIT da BlackRock com US$ 26,5 milhões, conforme reportado pela AMBCrypto.

As últimas três semanas registraram perdas totais acima de US$ 3 bilhões. O fluxo comprador atual sugere que instituições estão absorvendo a oferta de vendedores varejistas, caracterizando um clássico movimento de buy the dip.

Contexto On-Chain e Desempenho de Preço

O Bitcoin caiu 13% na última semana, negociando em torno de US$ 66.820 (-3% em 24h), segundo CoinMarketCap. Indicadores on-chain revelam queda nos endereços ativos, sinalizando menor participação do varejo, mas domínio de mercado em 59%, reforçando a resiliência institucional, conforme dados da Glassnode.

O open interest em derivativos resetou de US$ 90 bilhões para US$ 45 bilhões, limpando posições alavancadas excessivas e reduzindo risco de volatilidade extrema. Com dólar a R$ 5,19, o equivalente em reais dos inflows semanais supera R$ 1,6 bilhão.

Movimentos Institucionais e Diversificação

O Goldman Sachs reduziu exposição ao IBIT em 39% no 4T25, de 34 milhões para 20,7 milhões de ações (US$ 1 bilhão), além de cortes em FBTC e em ETFs de Ether. No entanto, iniciou posições em ETFs de XRP (6,95 milhões de ações, US$ 152 milhões) e Solana (8,24 milhões de ações, US$ 104 milhões), conforme filing na SEC, via Cointelegraph.

Outros ETFs: Ether com US$ 13,8-14 milhões, Solana US$ 8,4 milhões e XRP US$ 3,3 milhões em inflows na terça. Analista Eric Balchunas (Bloomberg) nota que apenas 6% dos ativos saíram dos ETFs apesar da queda.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados indicam estabilização: suporte em US$ 66.000 (próximo de médias móveis de 50 dias) e resistência em US$ 68.000. Volumes de ETF sugerem acúmulo institucional acima de US$ 60 bilhões em AUM no IBIT. Fluxos contínuos podem testar US$ 70.000 se o varejo retornar. Monitore volume 24h (351 BTC no Brasil) e domínio para confirmação de tendência.


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Executivo cartoon abrindo cofre bancário com explosão de luzes Bitcoin e Ethereum, 2.36B gravado, sinalizando adoção institucional pela Goldman Sachs

Goldman Sachs Confirma Exposição de US$ 2,36 Bi em Bitcoin e Altcoins

O gigante de Wall Street Goldman Sachs revelou em seu Formulário 13F à SEC exposição de US$ 2,36 bilhões em criptoativos no quarto trimestre de 2025. Com US$ 1,1 bilhão em Bitcoin, US$ 1 bilhão em Ethereum, além de posições em XRP e Solana, o banco demonstra confiança nos fundamentos digitais enquanto o varejo hesita na volatilidade. Isso representa 0,29% do portfólio de US$ 811 bilhões, um passo concreto na adoção institucional.


Detalhes da Alocação via ETFs Regulamentados

A exposição totalizou US$ 2,36 bilhões, acessada exclusivamente por meio de ETFs spot regulados, evitando riscos operacionais diretos como custódia. Bitcoin domina com cerca de US$ 1,1 bilhão, principalmente via iShares Bitcoin Trust da BlackRock, Fidelity e KraneShares. Ethereum segue com US$ 1 bilhão, refletindo otimismo com sua infraestrutura DeFi.

XRP e Solana completam o quadro: US$ 153 milhões em ETFs de XRP e US$ 108 milhões em Solana, sinalizando diversificação além dos líderes de mercado. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 346.239 (-3,7% em 24h), enquanto dólar a R$ 5,20 reforça o valor em reais acima de R$ 12 bilhões.

O aumento de 15% em relação ao trimestre anterior, destacado por CZ da Binance, mostra que os fundamentos se fortalecem mesmo em dips.

Mudança Histórica na Postura do Goldman

Historicamente cético, o Goldman Sachs evoluiu desde 2020, restabelecendo mesa de cripto e reconhecendo Bitcoin como reserva de valor anti-inflação. Após o inverno de 2022, adotou abordagem cautelosa via produtos regulados. Hoje, com US$ 3,6 trilhões em AUM, essa alocação reflete maturidade: ETFs spot aprovados liberaram demanda institucional represada.

Comparado a metais preciosos — ouro em US$ 163 milhões e prata em US$ 378 milhões —, cripto ganha espaço como ativo de risco com potencial assimétrico. O mercado está construindo bases sólidas para ciclos futuros.

Implicações para Adoção e Mercado Brasileiro

Para brasileiros, isso valida tesourarias em BTC e alts. Ethereum a R$ 10.070, Solana a R$ 419 e XRP a R$ 7,05 mostram acessibilidade. Enquanto varejo vende dips, instituições compram, ecoando halvings e fluxos de ETF como indicadores bullish de longo prazo.

Simon Dedic nota o peso quase igual ETH/BTC como viés de alta em Ethereum. Goldman participa da reunião da Casa Branca sobre stablecoins, sinalizando integração regulada. Volatilidade é ruído; adoção é tendência.

Próximos Passos e Perspectiva de Longo Prazo

Investidores devem monitorar trimestrais futuras: crescimento dependerá de demanda clientes, clareza regulatória e condições macro. Com alocações em opções de ETFs, Goldman gerencia risco com flexibilidade. Essa validação institucional reforça que cripto não é fringe, mas sleeve de portfólio essencial. O ecossistema avança, e quem foca no longo prazo sai na frente.


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Balança cartoon desequilibrada com suporte institucional dourado do Goldman Sachs e XRP caindo em vermelho, ilustrando queda de 12% inesperada

XRP Cai 12%: Por Que Após Exposição do Goldman Sachs?

Por que o XRP caiu 12% na semana apesar da revelação do Goldman Sachs sobre exposição de US$ 153 milhões ao ativo? Os dados mostram o clássico fenômeno de ‘buy the rumor, sell the news’: traders acumulam ante o rumor de adoção institucional e realizam lucros na confirmação. Negociando em torno de US$ 1,40 (R$ 7,06), o XRP reflete pressão vendedora ampla, com Bitcoin e Ethereum também em queda. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 346.891,25 (-3,49% em 24h).


Exposição do Goldman Sachs ao XRP

Os dados do 13F filing do Q4 2025 indicam que o Goldman Sachs detém US$ 2,36 bilhões em criptoativos, incluindo US$ 153 milhões em XRP, majoritariamente via ETFs. Essa posição representa uma fração mínima do portfólio total do banco, mas sinaliza interesse institucional crescente. No entanto, a notícia veio após acumulação prévia de posições, alinhando-se ao padrão onde o preço sobe no rumor e corrige na divulgação oficial.

ETFs de XRP nos EUA acumulam US$ 1,01 bilhão em ativos líquidos, com fluxos estáveis apesar de quatro dias de saídas em 56 dias de negociação. Isso sugere estabilidade relativa, mas não imunidade à volatilidade macro. O XRP, cotado a R$ 7,06 (-4,44% em 24h), reflete essa dinâmica.

Contexto de Mercado e Pressão Vendedora

A queda do XRP ocorre em correlação com o mercado amplo: Bitcoin rejeitado abaixo de US$ 67.000 e Ethereum em US$ 2.150. Os dados mostram zona de pressão vendedora entre US$ 1,40 e a trendline inferior previamente quebrada, onde volume de vendas aumenta. Ethereum negocia a R$ 10.095 (-3,70%), reforçando o viés baixista geral.

Psicologicamente, o ‘sell the news’ é impulsionado por realização de lucros: posições compradas acumuladas na euforia institucional são liquidadas na confirmação, ampliando a correção. Volumes em 1 minuto mostram picos de compra institucional prévios, mas o momentum atual é negativo.

Análise Técnica: Indicadores e Suportes

No gráfico de 4 horas, XRP testa suporte crítico em US$ 1,35 (R$ ~7,00). RSI em 37 indica proximidade de oversold, enquanto MACD mostra linha em -0,0128 e sinal em -0,0159, confirmando momentum baixista. Médias móveis reforçam resistência em US$ 1,40.

Persistindo a tendência, alvos inferiores incluem US$ 1,30-1,32. Uma reversão acima de US$ 1,40 poderia mirar US$ 1,45-1,50, mas requer volume comprador sustentado. Dólar a R$ 5,20 agrava pressão em reais.

Níveis a Observar e Implicações

Os traders devem monitorar suporte US$ 1,35 e resistência US$ 1,40. Quebra inferior ativa vendas em cascata; rompimento superior sinaliza rebound. Em contexto brasileiro, com BTC em queda, altcoins como XRP enfrentam risco ampliado. Os dados sugerem cautela, priorizando gerenciamento de risco em timeframes curtos.


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Executivos cartoon empilhando ouro de ETFs versus traders varejistas caindo em liquidações vermelhas, paradoxo institucional no mercado Bitcoin

Paradoxo Bitcoin: ETFs Acumulam US$ 616 Milhões em Meio a Liquidações

Os dados mostram um paradoxo no mercado de Bitcoin: enquanto os ETFs spot acumulam US$ 616 milhões em entradas consecutivas pela primeira vez em um mês, conforme o DiarioBitcoin, traders varejistas enfrentam liquidações de US$ 250 milhões em 24 horas próximos a US$ 70.000, segundo o Cointelegraph. Essa divergência entre institucionais e varejo ocorre em meio a queda do BTC para mínimos de 15 meses em torno de US$ 68.500.


Fluxos Recordes nos ETFs de Bitcoin

Os 12 ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram entradas netas consecutivas pela primeira vez desde 15 de janeiro. Na sexta-feira, o fluxo foi de US$ 471 milhões, seguido por US$ 145 milhões na segunda-feira, totalizando US$ 616 milhões em dois dias. O mini BTC da Grayscale liderou com US$ 130,5 milhões, enquanto BlackRock registrou saída modesta de US$ 20,8 milhões.

Apesar disso, os ETFs acumulam saídas mensais acima de US$ 6 bilhões desde novembro, com AUM total em 1,29 milhão de BTC, queda de apenas 7% desde outubro. Essa resiliência institucional contrasta com o preço spot, que corrigiu 50% do pico de US$ 126.000 em outubro de 2025, atingindo US$ 60.000 na semana passada, conforme análise do CriptoNoticias.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 356.860 (-2,59% em 24h), reflete pressão no mercado brasileiro alinhada à volatilidade global.

Liquidações Massivas no Varejo

Em 24 horas, o mercado cripto viu US$ 250 milhões em liquidações, com BTC rangebound entre US$ 68.500 e US$ 72.000. O movimento subiu para US$ 71.000, liquidando US$ 130 milhões em shorts, seguido de queda para US$ 68.000, eliminando US$ 150 milhões em longs. Baleias continuaram vendendo, conforme ferramentas como FireCharts binned CVD.

Análise indica falta de demanda fresca para absorver influxos de exchanges, com momentum de demanda negativo. Isso sinaliza enfraquecimento na capacidade de absorção de oferta distribuída, similar a ciclos passados de consolidação ou correção.

Divergência Institucional vs. Preço Spot

A desconexão é clara: enquanto o preço spot cai 40% do ATH, AUM dos ETFs recua apenas 7%. ETFs compram BTC spot diretamente para respaldar ações, reduzindo oferta disponível e potencialmente preparando absorção de vendas varejistas. ETH ETFs, por contraste, viram saídas de US$ 3,3 bilhões desde outubro.

Níveis técnicos a observar incluem suporte em US$ 68.500 e liquidez concentrada em US$ 66.000-68.000, maior que acima de US$ 72.000-74.000. Bears buscam controle, mas influxos institucionais podem estabilizar.

Implicações para o Mercado

Os dados sugerem que instituições absorvem oferta varejista, potencialmente pavimentando reversão se fluxos persistirem. Correlacionado à recuperação recente de US$ 60.000 para US$ 72.000, o rompimento do range negativo nos ETFs indica mudança no sentimento institucional. Traders devem monitorar sustentabilidade desses fluxos e reteste de suportes locais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rei cartoon Bitcoin perdendo coroa ouro enquanto entidade IA ascende sugando capital, com analistas alertando sobre perda do status de ouro digital

Bitcoin Perde para IA: Adeus ao Ouro Digital?

A análise da Grayscale expõe a dura verdade: o Bitcoin não é ouro digital, mas um ativo de crescimento volátil, caindo em sincronia com tech stocks de alto risco. Enquanto o ouro físico bate recordes, o BTC despenca para US$ 60 mil, perdendo liquidez para a febre da IA, conforme Wintermute alerta. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 357.734 (-2,19% em 24h) reflete essa realidade macro incômoda.


Bitcoin age como tech stock, não reserva de valor

A história mostra que narrativas como “ouro digital” desmoronam em ciclos de estresse. A Grayscale destaca que a recente queda do Bitcoin para US$ 60 mil seguiu o sell-off de ações de software de alto crescimento, não o padrão de safe haven do ouro. Com apenas 17 anos, o BTC ainda é imaturo comparado aos milênios do ouro físico, que atrai influxos enquanto ETFs de Bitcoin registram saídas contínuas.

O mercado ignora isso: em vez de hedge, o BTC correlaciona com risco, sensível ao apetite por crescimento. Saídas de centenas de milhões dos ETFs spot nos EUA sinalizam resfriamento institucional. Deleveraging em derivativos reforça: isso é retração de growth, não crise de confiança na rede.

Febre da IA suga liquidez das criptos

A Wintermute cutuca o elefante na sala: a mania por IA absorve capital há meses, limitando o upside das criptos. Removendo a IA do Nasdaq 100, o subdesempenho das criptos desaparece. “Para o crypto outperformar, o ar precisa sair do trade de IA”, diz o trader Jasper De Maere.

Enquanto BTC oscila abaixo de US$ 70 mil, o dólar turismo está em R$ 5,19. Investidores rotacionam para IA, deixando cripto em skew negativo: sobe menos nas altas, cai mais nas quedas. Cuidado: exuberância em um setor esmaga os outros, como na bolha dot-com.

Pressões estruturais: saídas de ETFs e venda dos EUA

No relatório detalhado da Wintermute, o quadro piora: BTC apagou ganhos pós-Trump ao cair para US$ 60 mil. Coinbase Premium negativo desde dezembro (-167,8 pontos mais baixo) indica venda persistente dos EUA via OTC. ETFs spot viraram net sellers em 2026, reduzindo 10.600 BTC, criando gap de demanda de 56 mil BTC vs. ano passado.

Explosão de liquidações de US$ 2,7 bilhões foi capitulation por leverage, não spot. Sem demanda real, preços entram em rangebound volátil. Institucionais ditam via ETFs e derivativos, enquanto retail dispersa.

Quatro condições para uma possível reversão

Wintermute lista os sinais cruciais para virada:

  1. Coinbase Premium positivo (instituições comprando);
  2. ETF inflows revertem;
  3. basis rate estabiliza;
  4. spot demand retorna.

Sem isso, alta sustentável é ilusória. A história de 2018 e 2022 avisa: ciclos de euforia cedem a correções. Proteja capital monitorando macro: liquidez global, yields japoneses e Fed.

No longo prazo, BTC pode amadurecer com regulação e scaling, mas hoje é bet em adoção, não reserva de valor pronta. Mercado cético deve prevalecer até provas concretas.


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Tubarões cartoon poderosos emergindo de oceano turbulento para acumular tesouro dourado BTC, ignorando medo com adoção institucional

Tubarões Ignoram Medo: MicroStrategy, Ark e ETFs Acumulando Bitcoin

Enquanto o varejo vende no pânico com o Bitcoin testando suportes abaixo de US$ 70.000, os tubarões institucionais estão em campo aberto, montando as maiores posições da história. A MicroStrategy expandiu suas reservas com a compra de 1.142 BTC por US$ 90 milhões, elevando o total para 714.644 BTC. Ao mesmo tempo, a Ark Invest de Cathie Wood continua acumulando ativos proxy de cripto, e os ETFs de Bitcoin nos EUA registram influxos consecutivos pela primeira vez em um mês, totalizando US$ 616 milhões. Os fundamentos se fortalecem.


MicroStrategy e Bitmine: Baleias Corporativas em Ação

A MicroStrategy não vacila apesar das perdas não realizadas em sua tesouraria de Bitcoin. Entre 2 e 8 de fevereiro, a empresa adquiriu 1.142 BTC a um preço médio de US$ 78.815, elevando suas reservas para 714.644 BTC, avaliados em cerca de US$ 49 bilhões. O custo médio de aquisição é de US$ 76.056 por BTC, acima dos níveis atuais, mas o CEO Phong Le afirma que seria necessária uma queda de 90% para pressionar a dívida conversível. Esse movimento demonstra confiança inabalável no Bitcoin como reserva de valor corporativa.

Paralelamente, a Bitmine Immersion Technologies, presidida por Tom Lee, divulgou US$ 10 bilhões em ativos, incluindo 4,3 milhões de ETH (3,58% do suprimento total) a US$ 2.125 cada, mais 193 BTC e stakes em empresas. Com 2,89 milhões de ETH em staking (US$ 6,2 bilhões), a companhia adicionou 40.613 ETH na semana, vendo o recuo como oportunidade. Esses fluxos corporativos sinalizam que o mercado está construindo bases sólidas para o próximo ciclo.

Ark Invest: Cathie Wood Apostando na Convergência

Cathie Wood e sua Ark Invest executaram nova rodada de compras em ativos proxy de cripto com viés de alta, dias após a última acumulação. Focando em infraestrutura digital como exchanges e provedores de liquidez, a gestora ignora a volatilidade de curto prazo. Seu ARKK e ARKF posicionam-se para a fusão de tecnologias disruptivas: IA, blockchain e robótica. Wood vê desalinhamento entre valuations atuais e a curva de adoção real do ecossistema cripto.

Essa estratégia conecta-se à tendência de interoperabilidade, como projetos L3 unindo Bitcoin, Ethereum e Solana. Com influxos institucionais persistentes, a Ark reforça a tese de que o varejo reage ao ruído, enquanto profissionais focam no longo prazo. Os dados sugerem que os fundamentos do Bitcoin estão mais robustos do que nunca.

ETFs de Bitcoin: Fim da Seca de Influxos

Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA romperam uma sequência de resgates desde meados de janeiro, registrando US$ 471 milhões na sexta e US$ 145 milhões na segunda, total de US$ 616 milhões. Apesar de queda de 50% dos picos de outubro, o AUM caiu apenas 6-7%, de 1,37 milhão para 1,29 milhão de BTC. Isso reflete confiança de longo prazo dos investidores institucionais.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 358.250 (variação -0,48% em 24h) beneficia-se dessa resiliência. Com dólar a cerca de R$ 5,19, equivalentes em reais destacam o apetite brasileiro por exposição regulada via ETFs.

O Que Isso Significa para o Ciclo Atual

A confluência de MicroStrategy, Bitmine, Ark e ETFs é um indicador clássico de maturidade: adoção institucional acelera independentemente de correções. Historicamente, fluxos de baleias precedem valorizações expressivas pós-halving. Embora volatilidade persista, esses movimentos constroem o assoalho para a próxima perna de alta. Vale monitorar o mNAV da MicroStrategy e volumes de ETF — os tubarões ditam o ritmo, e o varejo sábio segue.


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Executivos cartoon redirecionando energia dourada de Bitcoin para prisma XRP, simbolizando outflows institucionais e inflows recordes

Instituições Sacam US$ 264 Mi de BTC, mas XRP Atrai US$ 63 Mi em Inflows

Os dados do relatório semanal da CoinShares mostram outflows de US$ 264,4 milhões em produtos de investimento em Bitcoin, enquanto XRP registra inflows de US$ 63,1 milhões, liderando altcoins. O total de saídas em ETPs cripto caiu para US$ 187 milhões na semana, após US$ 3,43 bilhões nas duas anteriores. Volumes de negociação atingiram recorde de US$ 63,1 bilhões, sugerindo estabilização após correção de preços.


Fluxos Negativos Concentrados em Bitcoin

Bitcoin foi o único ativo com perdas significativas em ETPs, com saídas de US$ 264,4 milhões, incluindo US$ 318 milhões apenas em ETFs spot nos EUA. Isso representa uma desaceleração em relação às semanas anteriores, mas reforça a pressão vendedora sobre o BTC, que tocou US$ 60.000 na quinta-feira. Ativos sob gestão (AuM) em ETPs de Bitcoin caíram para US$ 102,7 bilhões.

No curto prazo, dados diários de ETFs americanos mostram inflow líquido de 3.286 BTC em 9 de fevereiro, contrastando com outflow de 6.069 BTC nos últimos 7 dias. Tal divergência entre fluxos semanais globais e diários nos EUA indica possível recuperação pontual, mas os números semanais dominam a tendência.

XRP e Altcoins Ganham Tração

XRP continua dominante em inflows year-to-date, com US$ 109 milhões acumulados, incluindo US$ 63,1 milhões na semana. Solana atraiu US$ 8,2 milhões e Ethereum US$ 5,3 milhões, enquanto Chainlink e Litecoin registraram US$ 1,5 milhão e US$ 1 milhão, respectivamente. Produtos multi-ativos captaram US$ 9,3 milhões.

Os dados sugerem rotação de capital de Bitcoin para altcoins, especialmente em um contexto de incerteza macroeconômica e correção de preços. XRP, cotado a aproximadamente R$ 7,52 (AwesomeAPI), destaca-se como destino preferido do smart money institucional.

Volumes Recordes e Sinais de Estabilização

O volume de ETPs atingiu US$ 63,1 bilhões, superando o pico anterior de US$ 56,4 bilhões em outubro de 2025. AuM total em produtos digitais caiu para US$ 129,8 bilhões, menor nível desde março de 2025, coincidindo com tarifas americanas anunciadas.

Regiões mostram padrões mistos: saídas concentradas nos EUA (US$ 214 milhões), Suécia (US$ 135 milhões) e Austrália (US$ 1,2 milhão), mas inflows na Alemanha (US$ 87,1 milhões), Suíça (US$ 30,1 milhões), Canadá (US$ 21,4 milhões) e Brasil (US$ 16,7 milhões). Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin está a R$ 364.950, com variação de -1,44% em 24h.

Implicações para o Mercado

A desaceleração nas saídas, combinada a volumes elevados, pode sinalizar um ponto de inflexão no sentimento investidor, conforme James Butterfill, head de research da CoinShares. Investidores devem monitorar níveis de suporte em BTC próximo a US$ 69.000 e continuidade dos inflows em XRP e Solana. Year-to-date, ETPs cripto acumulam outflows de US$ 1,2 bilhão.


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