Baleia corporativa cartoon sacudindo cofre Coinbase com moedas BTC e ETH caindo, enquanto barris de ETFs vazam vermelho, simbolizando outflows institucionais

BlackRock Sacode US$ 150 Milhões da Coinbase em Meio a Outflows de ETFs

Os dados mostram que a BlackRock retirou 2.086 BTC e 8.459 ETH da Coinbase, totalizando cerca de US$ 150 milhões, em operação registrada há cerca de 9 horas. Paralelamente, os ETFs de Bitcoin dos EUA enfrentam saída líquida de US$ 2,038 bilhões no dia anterior, com o IBIT da própria BlackRock liderando perdas em US$ 116,4 milhões. Esses movimentos destacam a distinção entre transferências institucionais para custódia e resgates de investidores varejistas.


Detalhes da Movimentação da BlackRock

A extração registrada pelo monitor TheDataNerd envolveu 2.086 bitcoins, avaliados em aproximadamente US$ 135 milhões, e 8.459 ether, somando US$ 15,84 milhões, conforme preços no momento da operação. No total, US$ 150 milhões foram transferidos da exchange para endereços associados à gestora. Tal ação não implica necessariamente venda no mercado, mas sim realocação para custódia fria, comum em gestoras para otimizar segurança e conformidade regulatória.

Essas transferências são recorrentes em instituições como a BlackRock, que gerencia o iShares Bitcoin Trust (IBIT). Os dados on-chain indicam padrões de movimentação frequente entre exchanges e carteiras próprias, visando gerenciar liquidez e riscos operacionais. Em valores atualizados, com o dólar a R$ 5,17, essa operação equivale a cerca de R$ 775 milhões.

Fluxos Negativos nos ETFs de Bitcoin

De acordo com a plataforma Farside Investors, os ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram outflow líquido de US$ 2,038 bilhões ontem. O IBIT da BlackRock contribuiu com US$ 116,4 milhões em saídas, seguido pelo FBTC da Fidelity com US$ 27,9 milhões. Esse fluxo negativo reflete resgates diretos por detentores de cotas, que recebem o equivalente em dinheiro após venda de BTC subjacente pelas gestoras.

Diferentemente das retiradas da exchange, os outflows de ETFs impactam diretamente a oferta circulante, pois exigem liquidação de ativos. Em 24 horas, o volume total de saídas acumula pressão vendedora, com o mercado respondendo em queda de cerca de 5% no Bitcoin. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 327.033,70, com variação de -4,94% em 24h e volume de 435 BTC.

Distinção entre Custódia Fria e Resgates de ETF

A chave para interpretar esses eventos reside na diferenciação técnica. Saques de exchanges para custódia fria, como o da BlackRock, preservam os ativos em armazenamento offline, reduzindo exposição a hacks e atendendo a requisitos de fundos. Não geram venda imediata, mantendo a posição longa da instituição. Já resgates de ETFs envolvem conversão de cotas em fiat, forçando gestoras a vender BTC no spot market.

Os dados sugerem que, apesar dos US$ 2 bilhões em outflows, participantes institucionais como BlackRock continuam ativos em rebalanceamentos. Métricas de volume on-chain mostram net extrações positivas em certos períodos, indicando acumulação estratégica em níveis de suporte próximos a US$ 95.000-100.000 para BTC.

Implicações para o Mercado de BTC

No curto prazo, os outflows de ETFs exercem pressão descendente, com o Bitcoin testando suportes em US$ 96.000. No entanto, movimentações institucionais como a da BlackRock sinalizam continuidade de interesse em alocação de longo prazo. Investidores devem monitorar o net flow semanal dos ETFs e volumes de transferência on-chain para avaliar tendências de liquidez.

Indicadores como médias móveis de 50 e 200 dias permanecem em configuração de alta, apesar da correção recente. Níveis a observar incluem resistência em US$ 105.000 e suporte em US$ 92.000, baseados em padrões gráficos recentes.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede cristalina dourada do Bitcoin dissolvendo em fantasmas com 31% vazio e fluxos vermelhos saindo, simbolizando queda de usuários ativos e saídas de ETFs

Bitcoin Fantasma: Rede Perde 31% de Usuários Ativos em Crise

A rede Bitcoin registra queda de 31% nos endereços ativos em seis meses, caindo de 778 mil para 535 mil, enquanto os ETFs americanos acumulam saída de US$ 4,5 bilhões no ano. Esse descolamento entre transações estáveis e participação encolhida sinaliza fragilidade estrutural, agravada pelo pico nas buscas por ‘Bitcoin to zero’ após novas tarifas de Trump empurrarem o preço abaixo de US$ 65 mil. A história mostra que o mercado está ignorando esses alertas de esvaziamento.


Endereços Ativos: O Sinal de Desinteresse Real

Glassnode confirma: o número médio de oito dias de endereços ativos despencou 31% desde agosto de 2025, atingindo o menor patamar em cinco anos. CryptoQuant e Santiment reforçam, com queda de 42% em endereços únicos iniciando transações desde 2021 e 47% em novos endereços. Transações diárias se mantêm em torno de 440 mil, mas com menos participantes — indício de concentração em grandes players e instituições.

A história mostra que quedas prolongadas na atividade on-chain precedem correções severas, como em 2018 e 2022. O mercado parece ignorar isso, focando em narrativas superficiais de volume estável. Cuidado: essa ‘prosperidade fantasma’ mascara o encolhimento da base real de usuários, essencial para a saúde de longo prazo do Bitcoin.

ETFs Sangram e Atividade Migra para Off-Chain

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registram saída líquida de US$ 4,5 bilhões em 2026, com cinco semanas consecutivas de outflows totais de US$ 3,8 bi. Isso transfere atividade para corretoras e derivativos, deixando a Layer 1 mais vazia. Taxas médias caem para US$ 0,24 por transação, com mempool quase ocioso — longe das disputas por espaço em ciclos passados.

Estávelcoins capturam o dia a dia, com suprimento próximo a US$ 300 bi, enquanto Bitcoin vira ativo macro institucional. O mercado está ignorando o risco: sem demanda orgânica on-chain, a rede depende excessivamente de subsídios de bloco, adiando o debate sobre sustentabilidade pós-halving.

Tarifas de Trump e Pânico no Varejo

Segundo o Bitcoinist, buscas por ‘Bitcoin to zero’ explodem no Google Trends após Trump elevar tarifas globais para 15%, derrubando o BTC a US$ 64,4 mil. Volumes spot caem 59%, interesse aberto em derivativos pela metade, com baleias enviando para exchanges. Análise técnica aponta suporte crítico em US$ 60 mil, com médias móveis sinalizando pressão de baixa.

Macro incertezas — CPI a 2,4%, Fed em 3,5-3,75% — amplificam aversão ao risco. O varejo sente o pânico, mas instituições ajustam off-chain. A história das crises asiáticas e dot-com ensina: choques externos aceleram saídas quando fundamentos já fragilizados.

Cenários e Lições Históricas

Três caminhos à frente:

  1. indiferença persiste, com atividade baixa e volatilidade macro;
  2. recuperação otimista com inflows em ETFs e endereços acima de 650 mil;
  3. institucionalização total, preço sobe mas on-chain segue fraco.

Segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 326.664 (-4,83% em 24h), reforçando viés de baixa.

Como em bears passados, sobreviver exige cautela. O mercado ignora o esvaziamento da rede, mas ciclos mostram: exuberância excessiva cobra preço. Monitore endereços ativos e outflows — eles ditam o teste real de sobrevivência.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Pilar dourado Bitcoin rachando na base com '60K' sob nuvens vermelhas pressionando, simbolizando outflows de ETFs e teste de suporte macro

Bitcoin Testa US$ 62.800 com Saídas de ETFs e Pressões Macro

O Bitcoin testou os US$ 62.800 nesta terça-feira (24/02), com queda de 2,4% nas últimas 24 horas, atingindo mínimas de US$ 62.700. Os dados indicam saídas líquidas de US$ 203,8 milhões dos ETFs de Bitcoin na segunda-feira, conforme Farside Investors. Paralelamente, ETFs de Ethereum registraram saída de US$ 49,5 milhões, liderado pela BlackRock com US$ 45,4 milhões. Preocupações com tarifas impostas por Trump e tensões geopolíticas agravam a pressão vendedora em ativos de risco.


Fluxos Negativos nos ETFs de Bitcoin e Ethereum

Os ETFs de spot Bitcoin registraram saídas significativas de US$ 203,8 milhões em 23 de fevereiro, revertendo influxos recentes e sinalizando redução na demanda institucional. Essa saída coincide com uma queda de 29% no preço do BTC no último mês, de picos próximos a US$ 68.000 para os atuais níveis abaixo de US$ 63.000.

No segmento de Ethereum, os dados da SoSoValue apontam para uma saída total de US$ 49,47 milhões no mesmo dia. A BlackRock ETHA liderou com saída de US$ 45,38 milhões, seguida pela VanEck ETHV com US$ 2,71 milhões. O AUM total dos ETH ETFs permanece em US$ 10,46 bilhões, representando 4,66% da capitalização de mercado do ETH. Essas saídas reforçam a correlação entre ETFs e desempenho dos ativos subjacentes, drenando liquidez do mercado spot.

Pressões Macro e Volumes de Negociação

A queda é impulsionada por temores de inflação decorrentes das tarifas comerciais de Trump, que elevam riscos de instabilidade global e reduzem liquidez em ativos de risco. Índices acionários tradicionais também recuaram, com vendas em setores de delivery e software. Tensões geopolíticas, como potenciais ataques dos EUA ao Irã, adicionam volatilidade.

O volume de negociação do Bitcoin aumentou 25%, refletindo reações intensas. On-chain, a ausência de compras institucionais contrasta com a 100ª aquisição de BTC pela MicroStrategy, insuficiente para conter a queda. O BTC negocia a US$ 63.071 (fonte AwesomeAPI), equivalente a cerca de R$ 326.191 segundo o Cointrader Monitor, com variação de -5% em 24 horas e volume de 430 BTC nas exchanges brasileiras.

Níveis Críticos de Suporte e Paredes de Liquidação

O suporte imediato está em US$ 60.000, nível psicológico e técnico testado recentemente, com recuperação após queda brusca em fevereiro. Uma quebra abaixo pode ativar paredes de venda e liquidações de posições compradas estimadas em US$ 665 milhões em exchanges centralizadas, conforme análises de mercado. Indicadores mostram condições de sobrevenda extrema, mas sem cruzamento de baixa confirmado na média móvel de 50 semanas sobre 100 semanas.

Resistência chave em US$ 70.000; rompimento demandaria influxos renovados e demanda spot mais forte. Traders devem monitorar esses níveis, onde volumes de liquidação em US$ 62.000 podem acelerar a volatilidade. Dados on-chain e fluxos de ETF continuarão determinantes para a direção de curto prazo.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Trader crypto cartoon passando bastão luminoso BTC para executivo CME no skyline de Chicago noturno, com cofres ETFs vazios ao fundo

Bitcoin em Chicago: CME Assume Descoberta de Preço

A descoberta de preço do Bitcoin está migrando para Chicago, com a CME Group expandindo para derivativos 24/7 no início de 2026. Isso elimina gaps de fim de semana e atrai instituições que evitam riscos de contrapartes em exchanges de varejo. Paralelamente, os ETFs spot acumulam 4 meses consecutivos de saídas, totalizando 85.000 BTC desde outubro de 2025, segundo dados de fluxos. Os números indicam maturidade do mercado regulado.


Migração Institucional para a CME

Os dados mostram que a CME já lidera em interesse aberto de contratos futuros de Bitcoin, servindo de base para hedges de ETFs spot nos EUA. A transição para trading contínuo remove a última barreira: pausas de fim de semana que criavam CME gaps. Karl Naim, da XBTO, destaca que gestores de hedge funds preferem instrumentos familiares sem upgrade tecnológico ou risco de contraparte desconhecida.

Essa mudança consolida a influência de mercados regulados na precificação global. Volumes de derivativos cripto podem rivalizar ou superar o spot em exchanges offshore, estreitando janelas de arbitragem. Instituições soberanas e fundos acessam BTC via ETFs antes de estratégias complexas, priorizando clareza regulatória e clearing houses estabelecidas.

Saídas Persistentes nos ETFs Spot

Desde outubro de 2025, os ETFs spot de Bitcoin registram quatro meses de outflows consecutivos, com redução de 85.000 BTC nos saldos totais, de 1,36 milhão para 1,26 milhão de BTC. BlackRock's IBIT caiu 6%, de 806.000 para 759.000 BTC; Fidelity's FBTC, 12,6%, de 213.000 para 186.000 BTC.

Nos últimos sete dias até 19 de fevereiro, saídas líquidas somaram 11.042 BTC, com pico de 6.120 BTC em 12 de fevereiro. Ativos sob gestão encolheram de US$ 170 bilhões para US$ 84,3 bilhões. Fluxos cumulativos caíram de US$ 63 bilhões para US$ 54 bilhões desde julho.

Contexto Macro e Rotação com Ouro

Os fluxos de 90 dias revelam rotação: o ouro capturou US$ 36 bilhões em outubro de 2025, enquanto o Bitcoin teve inflows negativos. Yields reais elevados (10-year em 1,7%-1,8%) e política restritiva do Fed elevam custo de oportunidade do BTC não-yielding. Benjamin Cowen classifica Q1 2026 como "late-cycle restrictive digestion", com BTC enfraquecendo antes de equities em ciclos passados.

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 326.750,75 (-4,11% em 24h, volume 428,84 BTC).

Implicações e Níveis a Observar

A consolidação na CME reflete centralização em infraestrutura regulada, ironia para o BTC descentralizado. Preço reflete mais sentimento de risco global, comportando-se como macro ativo ao lado de equities e commodities. Investidores de longo prazo devem monitorar open interest na CME, fluxos de ETFs para sinais de acumulação (três sessões positivas consecutivas) e yields reais para easing. Suportes técnicos em US$ 63.000 testados recentemente indicam volatilidade persistente.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Estrutura hexagonal dourada rachada vazando fluido vermelho-dourado com '3.8B' no fluxo, simbolizando saídas recordes de ETFs de Bitcoin

Sangria nos ETFs de Bitcoin: 5 Semanas de Saídas de US$ 3,8 Bi

Os produtos de investimento em ativos digitais registraram saídas líquidas de US$ 288 milhões na semana encerrada em 20 de fevereiro, marcando a quinta semana consecutiva de fluxo negativo, com acumulado de US$ 4 bilhões, segundo relatório da CoinShares. Paralelamente, nos EUA, os ETFs spot de Bitcoin drenaram US$ 3,8 bilhões em cinco semanas, a maior racha negativa em um ano. Os dados revelam cautela institucional em meio à correção de preços do BTC abaixo de US$ 70.000.


Detalhes dos Fluxos Semanais

De acordo com a CoinShares, o volume de trading caiu para US$ 17 bilhões, o menor desde julho de 2025. Na última semana, as saídas atingiram US$ 288 milhões, com Bitcoin respondendo por US$ 215 milhões em saídas. Produtos vendidos em Bitcoin, por outro lado, captaram US$ 5,5 milhões, a maior entrada individual. O acumulado de cinco semanas reforça um padrão de retração, com os dados mostrando uma redução consistente no apetite por exposição direta ao BTC.

Nos EUA, os ETFs spot acumularam US$ 316 milhões em saídas na semana de quatro dias (devido ao feriado). O BlackRock IBIT liderou com US$ 2,13 bilhões em resgates totais no período. Esses números, rastreados pela SoSoValue, indicam que os fluxos líquidos desde janeiro de 2024 somam US$ 54 bilhões em entradas, mas com AUM atual em US$ 85,3 bilhões, queda de quase 50% ante o pico de US$ 170 bilhões em outubro.

Divisão Regional e por Ativo

A regionalização destaca os EUA como epicentro da sangria, com US$ 347 milhões em saídas na semana da CoinShares, contrastando com entradas de US$ 59 milhões na Europa e Canadá. Isso sugere divergências em apetites regionais, possivelmente ligadas a expectativas macroeconômicas distintas.

Além do BTC, ETFs de Ethereum registraram US$ 123 milhões em saídas na semana, totalizando US$ 1,39 bilhão em cinco semanas. Em contrapartida, produtos Solana e XRP viram entradas modestas de US$ 14,3 milhões e US$ 1,8 milhão, respectivamente, apontando para uma rotação setorial em meio à fraqueza geral.

Contexto de Preços e Mercado

As saídas coincidem com a correção do Bitcoin, que caiu quase 50% desde o ATH de US$ 126.000 em outubro, negociando abaixo de US$ 70.000 desde fevereiro. Fatores incluem tensões geopolíticas EUA-Irã e anúncios de aranceles por Trump. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 335.666,67 (-4,16% em 24h), equivalendo a cerca de US$ 64.900 no câmbio atual de R$ 5,17.

Desde o lançamento dos ETFs há dois anos, os influxos históricos foram robustos, mas o atual episódio — o mais longo desde fevereiro de 2025 — sinaliza maturidade do mercado, com maior sensibilidade a ciclos macro.

Níveis Técnicos a Observar

Os dados sugerem monitoramento de US$ 65.000 como suporte crítico para o BTC, conforme destacado por analistas da 21Shares. Uma defesa bem-sucedida poderia estabilizar fluxos; rompimento ampliaria a pressão vendedora. Indicadores de volume confirmam baixa liquidez, com potencial para maior volatilidade. Investidores institucionais parecem priorizar preservação de capital em meio a incertezas, mas entradas regionais indicam oportunidades pontuais em altcoins.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Times institucionais cartoon em cabo de guerra por corda dourada de Bitcoin com GBTC no escudo, simbolizando saídas de ETFs vs confiança

ETFs de Bitcoin Registram Saídas de US$ 3,8 Bilhões em 5 Semanas: Fuga ou Rebalanceamento?

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registram saídas recordes de US$ 3,8 bilhões em cinco semanas consecutivas, o maior bleed desde fevereiro de 2025. Liderados pelo IBIT da BlackRock, com US$ 2,13 bilhões em resgates, os fluxos negativos refletem cautela institucional pós-queda de outubro. No entanto, gigantes como a Susquehanna sinalizam compromisso de longo prazo, sugerindo rebalanceamento em meio a tarifas Trump e tensões globais.


Escala das Saídas nos ETFs

A sequência de cinco semanas de saídas totaliza quase US$ 3,8 bilhões, com a semana passada sozinha registrando US$ 316 milhões em resgates, conforme SoSoValue. O IBIT da BlackRock liderou, perdendo US$ 2,13 bilhões. Já em 2026, os ETFs acumulam saques de US$ 2,6 bilhões, incluindo US$ 166 milhões em um único dia. Analistas atribuem isso à aversão ao risco após o crash de outubro, exacerbada por tensões EUA-Irã e anúncios de tarifas globais de Trump.

Embora o volume seja menor que os US$ 5 bilhões de 2025, o Bitcoin negocia abaixo de US$ 65.000, pressionado por fatores técnicos e macroeconômicos. O mercado está construindo resiliência, mas os fluxos negativos testam a adoção institucional.

Susquehanna Reafirma Aposta de Longo Prazo

Em contraste, a Susquehanna International Group, com US$ 870 bilhões em AUM, revela US$ 1,3 bilhão em ETFs spot de Bitcoin, sendo o GBTC o carro-chefe com mais de 17 milhões de ações (US$ 1,09 bilhão). A gestora enfatiza convicção quantitativa no Bitcoin como reserva de valor principal, moldada por modelos de liquidez e fees, não trades de curto prazo.

Essa posição persiste apesar do crash recente, destacando que o ‘Big Money’ vê além da volatilidade. A Susquehanna construiu sua carteira ao longo de anos, incluindo ETH, SOL e XRP, mas prioriza GBTC como núcleo.

Contexto Macro e Implicações

As saídas ocorrem em meio a incertezas: tarifas Trump globais, tensões geopolíticas e sentimento de extreme fear. Desenvolvedores Bitcoin descartam medos quânticos como causa principal. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 344.377, com variação de -2,44% em 24h e volume de 218 BTC.

Para investidores brasileiros, isso reforça a tese de longo prazo: fluxos negativos podem ser rebalanceamentos, abrindo espaço para entradas oportunas. A entrada de novos gestores como Susquehanna fortalece os fundamentos da adoção.

Perspectiva de Adoção Institucional

O cabo de guerra revela maturidade: saques de curto prazo vs. convicções duradouras. Assim como ciclos passados, onde halvings e inflows semanais pavimentaram altas, o ecossistema Bitcoin se expande. Monitorar inflows semanais e decisões macro será chave. Os fundamentos se fortalecem, e o investidor paciente colhe os frutos da narrativa de adoção global.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Figura cartoon estilizada retirando ETH de cofre Ethereum rachado com vazamento e placa 50% no staking, sinalizando riscos e pressão vendedora

Ethereum sob Risco: Staking Despenca 50% e Vitalik Segue Vendendo

O Ethereum enfrenta uma tempestade perfeita de pressões vendedoras. Vitalik Buterin acelerou as vendas, transferindo 1.869 ETH (cerca de US$ 3,67 milhões) para exchanges nos últimos dias, coincidindo com queda de 5,7% no preço. Ao mesmo tempo, a demanda por staking despencou 50%, liberando oferta líquida, enquanto ETFs spot registraram saídas de US$ 123 milhões na última semana, marcando cinco semanas consecutivas de perdas. É importante considerar: isso compromete a defesa do ETH contra quedas?


Vendas Aceleradas de Vitalik Buterin

Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, retirou fundos de protocolos como Aave e vendeu 1.869 ETH em dois dias, totalizando US$ 3,67 milhões. O movimento acelerou após uma pausa de duas semanas, com o preço do ETH caindo de US$ 1.988 para US$ 1.875. Historicamente, vendas semelhantes precederam quedas maiores, como os 22,7% após alienar 6.958 ETH anteriormente.

O risco aqui é a percepção de distribuição por uma figura central. Carteiras ligadas ao fundador são monitoradas de perto, e fluxos para exchanges podem amplificar a pressão vendedora em um mercado já volátil. Atenção para volumes adicionais: se persistirem, podem testar suportes chave como US$ 1.800.

Queda de 50% na Demanda por Staking

A demanda por staking de ETH caiu drasticamente: depósitos líquidos acumulados reduziram quase 50%, de 1,99 milhão para 1,008 milhão de ETH em seis meses. Isso libera ETH para circulação, elevando saldos em exchanges em 2,4% para 14,58 milhões de ETH. Baleias venderam 230 mil ETH em três dias durante uma tentativa de recuperação.

Menos ETH bloqueado significa maior oferta disponível, contrariando narrativas de escassez. É possível que isso neutralize divergências de alta no RSI, pressionando o preço contra resistências em US$ 2.020-2.070. O que observar: se saldos em exchanges continuarem subindo, a recuperação fica em dúvida.

Saques Contínuos nos ETFs de Ethereum

ETFs spot de ETH tiveram saídas líquidas de US$ 123 milhões na semana de 16 a 20 de fevereiro, com BlackRock (ETHA) liderando em -US$ 102 milhões e Fidelity (FETH) em -US$ 7,88 milhões. São cinco semanas seguidas de perdas, totalizando AUM de US$ 11,14 bilhões (4,68% do market cap).

Fluxos negativos de ETFs sinalizam redução de apetite institucional, agravando a oferta vendedora. Em um contexto de staking em baixa, isso reforça vulnerabilidades. Investidores devem monitorar o próximo relatório semanal: entradas poderiam contrabalançar, mas persistência de saídas amplia riscos de teste em mínimas recentes.

Riscos e Pontos de Atenção para Investidores

Essa combinação — vendas de Vitalik, staking enfraquecido e ETFs sangrando — cria um viés de baixa técnico. O ETH cotado a cerca de US$ 1.916 (R$ 9.929) testa suportes em US$ 1.890; rompimento pode levar a US$ 1.740. Pergunta retórica: sem absorção de oferta, a defesa do Ethereum resiste?

É prudente considerar diversificação e stops. Monitore saldos em exchanges, fluxos de ETFs e atividade de baleias. Histórico mostra que pressões cumulativas como essa demandam cautela para evitar perdas evitáveis.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Estrutura brutalista com linha 80K acima de núcleo Bitcoin tensionado, fluxos vermelhos e gauge MVRV no vermelho sinalizando estresse em ETFs

Bitcoin abaixo do custo dos ETFs: MVRV acende alerta

Os dados on-chain revelam que o Bitcoin (BTC) está negociando abaixo do custo médio de aquisição dos ETFs de spot, estimado em US$ 80.000. O indicador MVRV (Market Value to Realized Value) para esses veículos caiu abaixo de 1, configurando um cenário de pressão crescente sobre investidores institucionais, conforme análise recente. Paralelamente, os ETFs registram cinco semanas consecutivas de saídas líquidas, totalizando US$ 3,8 bilhões (Cointelegraph). Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 354.541,58 às 18:54 de hoje, com alta de 0,88% em 24 horas. Esse setup técnico levanta questões sobre possível capitulação ou armadilha de baixa.


O Indicador MVRV e Seu Significado Técnico

O MVRV compara o valor de mercado do Bitcoin ao seu valor realizado, calculado como a média dos preços de aquisição dos detentores. Quando abaixo de 1, indica que o preço atual está inferior ao custo médio, gerando prejuízos não realizados generalizados. Para os ETFs de Bitcoin, esse patamar reflete estresse entre grandes players institucionais, que acumularam posições acima de US$ 80.000.

Historicamente, MVRV sustentado abaixo de 1 sinaliza condições de alta pressão vendedora, com tentativas de recuperação enfrentando resistência na região do custo realizado. Analistas observam que estabilização entre 0,8 e 0,9 pode preceder exaustão da venda, mas declínio adicional ampliaria saídas, conforme os dados da CryptoQuant. No atual ciclo, com BTC em US$ 68.000 (R$ 352.000 a R$ 5,18/US$), esse nível atua como barreira imediata.

Os números exatos mostram MVRV dos ETFs em queda, reforçando a dominância de perdas sobre ganhos no coorte institucional. Traders monitoram essa métrica para avaliação de capitulação.

Saídas Consecutivas dos ETFs de Spot

Desde o final de janeiro, os ETFs de Bitcoin nos EUA acumulam US$ 3,8 bilhões em saídas líquidas ao longo de cinco semanas, com a semana encerrada registrando US$ 315,9 milhões em resgates, segundo SoSoValue. A maior saída ocorreu na semana de 30 de janeiro, com US$ 1,49 bilhão saindo dos fundos.

Embora haja influxos pontuais — como US$ 88 milhões na sexta-feira —, os resgates superam, refletindo redução de risco institucional em meio a incertezas macro, como tensões geopolíticas e dados econômicos. Ativos líquidos totais nos ETFs somam US$ 85,31 bilhões, ou 6,3% da capitalização do BTC. Esse fluxo negativo pressiona o preço spot, alinhando-se ao MVRV deprimido.

Analistas apontam que, apesar dos US$ 54 bilhões em influxos acumulados desde o lançamento, o ritmo recente sugere cautela entre gestores de ativos.

Pressões Regulatórias e Níveis a Observar

O ambiente regulatório adiciona camadas de complexidade. Na Europa, autoridades holandesas ameaçam o mercado de previsões Polymarket com multa semanal de €420.000 por operação sem licença, classificando-o como jogo ilegal. Embora não diretamente ligado a ETFs, esse escrutínio reflete maior aversão a risco em ativos digitais.

No gráfico diário, suporte imediato em US$ 67.000 (próximo da mínima recente); resistência em US$ 80.000 (custo ETF). Médias móveis de 50 e 200 dias convergem em zona de US$ 75.000. Volume 24h indica baixa convicção compradora. Traders atentam para estabilização do MVRV e reversão de saídas para sinal de fundo.

Em resumo, os dados mostram pressão técnica e fundamental, mas sem viés direcional claro. Monitorar claims de desemprego nos EUA e índice de medo e ganância (atual em extremo medo) para próximos movimentos.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon liberando fluxo dourado que transforma mar volátil em ondas calmas, simbolizando influxo de US$ 88 mi em ETFs de Bitcoin

Maré Vira para ETFs de Bitcoin: Influxo de US$ 88 Milhões Sinaliza Resiliência

Os ETFs de Bitcoin registraram um influxo positivo de US$ 88 milhões na sexta-feira, 20 de fevereiro, encerrando uma semana marcada por resgates. O movimento foi liderado pelo iShares Bitcoin Trust (IBIT), da BlackRock, com US$ 64,46 milhões, seguido pelo Fidelity FBTC. Paralelamente, a BlackRock transferiu US$ 270 milhões em Bitcoin e Ethereum para a Coinbase, sinalizando ajustes estratégicos para demanda futura. A maré parece estar virando para os institucionais.


Detalhes do Influxo nos ETFs de Bitcoin

Após dias de resgates consistentes, os fundos de Bitcoin captaram US$ 88,04 milhões líquidos na última sessão da semana. O IBIT, da BlackRock, concentrou a maior parte do capital, atraindo US$ 64,46 milhões, enquanto o FBTC da Fidelity adicionou US$ 23,59 milhões. O volume negociado atingiu US$ 3,7 bilhões, elevando os ativos totais dos ETFs para US$ 85,31 bilhões.

Esse rebote demonstra a resiliência do “dinheiro inteligente”. Apesar da volatilidade recente, com o Bitcoin oscilando próximo dos US$ 68 mil, os fluxos positivos indicam que investidores institucionais estão aproveitando quedas para acumular. ETFs de Ether ficaram quase estáveis, com ganho marginal de US$ 17 mil, enquanto ETFs de Solana somaram US$ 3,78 milhões em entradas.

Movimentações da BlackRock e Preparativos Institucionais

A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, movimentou cerca de US$ 270 milhões (R$ 1,5 bilhão) em Bitcoin e Ethereum para a Coinbase Prime. Dados da Arkham Intelligence mostram que isso ocorreu logo após outflows em seus ETFs spot, como resposta a resgates de cotistas. Tais transferências de carteiras frias para exchanges são comuns para gerir liquidez e negociações.

Não se trata de venda em pânico, mas de rotação estratégica. A gestora continua expandindo sua exposição, recentemente comprando UNI para entrar no DeFi. Esse padrão reforça que os institucionais não abandonaram o barco — estão ajustando velas para o vento favorável da adoção.

Impacto no Mercado Brasileiro e Cotação Atual

Para investidores brasileiros, esses fluxos institucionais ditam tendências globais que ecoam no BRL. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.669,18, com alta de 1,12% nas últimas 24 horas e volume de 117 BTC. O dólar em R$ 5,17 amplifica os ganhos locais.

Com vencimento de US$ 2,4 bilhões em opções de cripto, a volatilidade persiste, mas influxos como esse criam janelas de acumulação. O suporte atual do BTC deve segurar, alinhado à narrativa de longo prazo pós-halving.

Perspectiva de Alta: Adoção Institucional se Fortalece

O mercado está construindo bases sólidas. Fluxos de ETF são o termômetro da adoção real — mais confiável que ruído de curto prazo. Historicamente, reversões após outflows iniciais precedem rallies. BlackRock e Fidelity acumulam, sinalizando confiança no Bitcoin como reserva de valor.

Enquanto varejo reage a manchetes, institucionais focam no ciclo maior: halvings, ETFs e tesourarias corporativas. Os fundamentos se fortalecem, e essa resiliência sugere que o próximo movimento é de alta. Vale monitorar os próximos fluxos semanais.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Baleia cartoon colossal emergindo de oceano turbulento com rede de BTC dourados, ignorando ondas vermelhas de queda e simbolizando acumulação institucional

Baleias Acumulam US$ 2 Bilhões em Bitcoin Ignorando Queda para US$ 67 Mil

Os dados on-chain mostram que baleias acumularam mais de 30.000 BTC na última semana, equivalendo a cerca de US$ 2 bilhões ao preço médio de US$ 67.000. Apesar da queda recente do Bitcoin para essa zona de suporte, grandes holders demonstram convicção compradora. Paralelamente, a BlackRock transferiu US$ 270 milhões em BTC e ETH para a Coinbase Prime, em meio a resgates nos ETFs. Esse contraste entre pânico no varejo e ação da mão forte levanta questões sobre o próximo movimento de preço.


Acumulação Massiva por Baleias

De acordo com análise on-chain divulgada pelo analista Ali Martinez e reportada em múltiplas fontes, baleias — endereços com pelo menos 1.000 BTC — adicionaram mais de 30.000 unidades às suas carteiras nos últimos sete dias. Ao preço médio de negociação de aproximadamente US$ 67.000, essa atividade representa um volume de aquisição superior a US$ 2 bilhões.

Os dados, extraídos de plataformas como Glassnode ou similares, indicam que essa acumulação ocorreu precisamente durante a queda atual, com o Bitcoin testando o suporte em torno de US$ 67.000. Historicamente, compras agressivas por grandes holders em níveis de baixa têm precedido estabilizações ou reversões, embora não haja garantia de repetição. A intensidade da acumulação semanal sugere posicionamento para um possível reset de liquidez.

No curto prazo, o volume de transações de baleias contrasta com o varejo, que registra maior aversão ao risco abaixo dos US$ 70.000. Métricas como o Net Unrealized Profit/Loss (NUPL) podem estar sinalizando um ponto de capitulação para holders menores.

Movimentações Institucionais da BlackRock

A gestora BlackRock, maior emissora de ETFs de Bitcoin nos EUA, depositou 2.563 BTC (US$ 173 milhões) e 49.852 ETH (US$ 97 milhões) na Coinbase Prime na sexta-feira, 20 de fevereiro. Essa transferência ocorre em contexto de saídas significativas: o ETF IBIT registrou saídas líquidas de US$ 368 milhões nos últimos três dias, contribuindo para os US$ 404 milhões totais dos 11 ETFs de Bitcoin americanos.

O fundo ETHA perdeu US$ 104 milhões no mesmo período. Tais movimentações são rotineiras para criação e resgate de shares de ETF, ajustando o suprimento conforme demanda institucional. Não necessariamente indicam venda no mercado aberto, mas refletem realocação de ativos custodiais. Plataformas como Arkham Intelligence rastreiam essas transações em tempo real, transparentizando fluxos de grandes players.

Esses depósitos reforçam o papel das instituições na liquidez do Bitcoin, mesmo em fases de retração semanal.

Contexto Técnico e Cotação Atual

O Bitcoin negocia atualmente em torno de US$ 67.746, com alta de 1,14% nas últimas 24 horas. Em reais, segundo o Cointrader Monitor, o preço médio ponderado é de R$ 351.574,36, com variação positiva de 0,83% no dia e volume de 261,82 BTC.

Técnicamente, US$ 67.000 atua como suporte chave, próximo à média móvel de 50 dias. Resistências imediatas estão em US$ 68.000 e US$ 70.000. Indicadores como RSI (14) em zona neutra (~45) sugerem ausência de sobrevendido extremo, alinhando-se à acumulação observada.

O dólar está cotado a R$ 5,1765, influenciando a paridade BTC/BRL.

Implicações para o Mercado

A divergência entre acumulação de baleias e outflows de ETFs ilustra a dinâmica bipolar do mercado: mão forte aproveitando dips, enquanto fluxos spot refletem ajustes institucionais. Dados on-chain priorizam a oferta em cold wallets, onde 30.000 BTC a menos em circulação reforçam pressão de alta potencial.

Investidores devem monitorar níveis de US$ 67.000 (suporte) e US$ 68.000 (resistência), além de inflows semanais em ETFs. A continuidade da acumulação por baleias pode estabilizar o preço, preparando terreno para o próximo ciclo de liquidez.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Reservatório dourado de ETFs drenando fluxo vermelho controlado por silhuetas de baleias, simbolizando saídas recordes e pressão vendedora no Bitcoin

ETFs de Bitcoin Drenam US$ 4 Bilhões: Pior Início de Ano da História

Os ETFs de Bitcoin spot nos EUA acumularam saídas de quase US$ 4 bilhões em cinco semanas, marcando o pior início de ano da história da criptomoeda, com BTC caindo 22% em 2026. O barco está afundando? Dez baleias controlam 64% dos influxos para exchanges, segundo dados recentes, preparando um possível despejo em massa. A história mostra que esses sinais precedem correções prolongadas.


Saídas Recordes dos ETFs de Bitcoin

Nos últimos dias, os ETFs spot de Bitcoin registraram mais uma sessão de saídas, com US$ 165,7 milhões drenados na quarta-feira, elevando o total semanal para US$ 403,9 milhões. Em cinco semanas consecutivas de perdas, o montante acumulado ultrapassa US$ 3,9 bilhões, pressionando os ativos sob gestão (AUM) para US$ 84,3 bilhões — bem abaixo do pico de quase US$ 170 bilhões em outubro de 2025.

O iShares Bitcoin Trust, da BlackRock, liderou as retiradas com US$ 368 milhões na semana, enquanto fundos como o Fidelity Wise Origin viram saídas diárias de US$ 50 milhões. Instituições como Brevan Howard reduziram exposição em até 85% no quarto trimestre. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 351.535 às 18:55 desta sexta, com variação positiva de 0,67% nas últimas 24 horas, mas o contexto macro permanece incerto.

A história de ciclos passados, como 2018 e 2022, sugere que fluxos negativos prolongados corroem o otimismo institucional, ignorado pelo mercado em meio à euforia residual de 2025.

Baleias Dominam Fluxos para Exchanges

A razão de baleias em exchanges centralizadas (CEX) atingiu 0,64, o nível mais alto desde 2015, com apenas 10 carteiras responsáveis por 64% dos influxos de Bitcoin. Esse padrão indica preparação para vendas em massa por grandes detentores, ampliando a pressão vendedora em um momento de fragilidade.

Dados da CryptoQuant mostram transferências recordes para a Binance desde o início de 2026, totalizando 363.000 BTC. Baleias historicamente acumulam em baixas e despejam em topos, como visto nos mercados de baixa de 2018 (-84%) e 2022 (-77%). O mercado está ignorando esse alerta clássico, mas cuidado: liquidez spot limitada pode acelerar quedas.

Em paralelo, o preço do BTC oscila em torno de US$ 67.000-68.000, com volume de trading em ETFs caindo 21% na semana, refletindo baixa convicção compradora.

Medo Extremo e Subvalorização Questionável

Mesmo com ganhos de 2% nas últimas 24 horas, o Bitcoin permanece em ‘extreme fear’ pelo 20º dia consecutivo no Fear & Greed Index, conforme análise da Bitwise. A gestora vê o ativo como ‘significativamente subvalorizado’ em relação à oferta global de moeda e ouro, mas recuperações em V são raras pós-capitulações — exceto na Covid.

Fluxos fracos para ETPs e consolidação lateral para baixo são o cenário mais provável. Previsões otimistas citam o Clarity Act (80% de chance de aprovação), mas o ceticismo prevalece: liquidez global cresce 10% ao ano, mas recessão nos EUA caiu para 20% de probabilidade, sem impulsionar risco ainda. Analistas alertam para volatilidade com dados de PCE hoje.

Implicações e Próximos Passos para Investidores

Esses fluxos sinalizam risco de baixa prolongada, ecoando topos de ciclo passados. ETFs acumulam entradas totais de US$ 53,9 bilhões desde 2024, mas resgates de US$ 2,7 bilhões em 2026 revertem ganhos. Baleias preparam o terreno para mais quedas, com BTC 50% abaixo do ATH de US$ 126.000.

Monitore influxos on-chain, decisões do Fed e suporte em US$ 60.000. A proteção de capital é prioridade: sobreviver ao bear vale mais que capturar o bull. O mercado ignora lições históricas a seu próprio risco.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Estrutura digital instável sob mão política cartoon e avalanche vermelha de liquidações, com suporte 65K no BTC simbolizando pressão no mercado cripto

Liquidações de US$ 200 milhões e Pressão de Warren: Cripto em Risco

O mercado de criptomoedas enfrenta uma tempestade perfeita: liquidações diárias superiores a US$ 200 milhões, pressão regulatória da senadora Elizabeth Warren contra qualquer bailout público e o fracasso do lançamento de ETFs de staking de SUI em conter a queda abaixo de US$ 1. Os dados mostram o Bitcoin consolidando em faixa estreita próxima a US$ 65.600, com analistas alertando para teste de suportes inferiores se não houver reação compradora. O que acontece quando o suporte quebra e os reguladores fecham a porta?


Liquidações Massivas e Pressão Bearish no Bitcoin

Os dados de liquidações cruzadas no mercado cripto ultrapassaram US$ 210 milhões nas últimas 24 horas, com o Bitcoin liderando as perdas. Apesar da faixa de preço apertada entre US$ 65.620 e US$ 67.000, posições alavancadas longas continuam sendo liquidadas, refletindo sentimento de baixa extremo. Analistas como Michaël van de Poppe destacam máximas mais baixas constantes no gráfico de 4 horas, sugerindo ausência de momentum altista.

Mapas de liquidez indicam clusters significativos entre US$ 68.000-US$ 71.000, três vezes maiores que os de US$ 64.000-US$ 66.000, o que eleva a probabilidade de movimento descendente para capturar esses níveis. O suporte de US$ 65.000 atua como última linha de defesa antes de correção mais severa, conforme padrões observados. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 348.602 (+0,21% em 24h), mas o volume de 292 BTC reflete baixa convicção.

Fundações institucionais agravam o quadro: fundos cripto registram quarta semana consecutiva de saídas, totalizando US$ 3,74 bilhões em quatro semanas, com Bitcoin e Ethereum liderando as retiradas de US$ 133 milhões e US$ 85 milhões, respectivamente.

Elizabeth Warren Contra Bailout para Bilionários Cripto

A senadora democrata Elizabeth Warren enviou carta ao Tesouro e ao Fed pedindo confirmação de que não haverá intervenção com fundos públicos para estabilizar o Bitcoin. Ela alerta para transferência de riqueza de contribuintes a bilionários cripto como Michael Saylor (MicroStrategy) e Changpeng Zhao (Binance), citando perdas de 20% nas ações da MSTR no ano e US$ 30 bilhões de CZ.

Warren menciona a queda de 50% do Bitcoin desde o pico de outubro, agravada por liquidações em cascata, e riscos a investidores de varejo, com US$ 17 bilhões perdidos em fraudes em 2025. A carta refere audiência no Congresso onde o Tesouro evitou resposta direta sobre uso de ativos cripto confiscados, reforçando incerteza regulatória em momento crítico.

Fracasso do ETF de SUI: Institucional Não Basta

Mesmo com o lançamento dos primeiros ETFs de staking de SUI nos EUA por Grayscale (GSUI) e Canary Capital (SUIS), o token despencou 40% no mês, negociando abaixo de US$ 0,95. Os produtos integram recompensas de staking ao NAV, mas indicadores de mercado mostram cautela: interesse aberto caiu 30%, volumes enfraqueceram e TVL no ecossistema DeFi de Sui recuou para US$ 565 milhões.

Suporte técnico entre US$ 0,88-US$ 0,90 está em teste, com risco de queda a US$ 0,70 se rompido. Um unlock de 43 milhões de SUI em 1º de março adiciona pressão vendedora. O caso ilustra que avanços institucionais não superam condições macro de liquidez reduzida e sentimento negativo generalizado.

Queda Generalizada e Níveis a Monitorar

O índice CoinDesk 20 reflete a correção ampla, com altcoins como SUI exemplificando falha em romper resistências apesar de catalisadores. Bitcoin deve observar US$ 65.000 como pivô: manutenção pode levar a recuo para US$ 71.000, mas quebra abre caminho a US$ 64.000. Saídas institucionais em 11 de 16 semanas sinalizam cautela prolongada.

Os dados sugerem consolidação volátil, com volume e TVL como métricas chave. Traders devem priorizar gerenciamento de risco em cenários de baixa liquidez.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Plataforma glass cyan translúcida rachando no suporte 80 sobre abismo com sombra de 50, simbolizando correção e risco na Solana

Solana Perde US$ 84 e Testa Suporte em US$ 80: Rumo aos US$ 50?

Os dados mostram que o preço do Solana (SOL) perdeu o suporte em US$ 84 e agora testa a zona de US$ 80, conforme análise técnica recente. Cotado a aproximadamente US$ 81,69 (R$ 428,20), o ativo confirma padrões de baixa como cabeça e ombros semanal, com alvos projetados em torno de US$ 50 a US$ 60. Apesar disso, métricas on-chain como MVRV sugerem um possível fundo próximo. Investidores monitoram esses níveis críticos em meio a inflows contínuos de ETFs de SOL.


Situação Atual do Preço

O preço do SOL falhou em sustentar acima de US$ 86 e iniciou correção abaixo da média móvel simples de 100 horas. No gráfico horário, uma linha de tendência bearish forma resistência em US$ 84, com o preço negociando abaixo desse nível. O ativo testou o suporte em US$ 80, alinhado ao nível de retração Fib de 61,8% da onda ascendente de US$ 76,55 para US$ 91,20.

Indicadores confirmam o momentum negativo: o MACD horário perde força na zona de alta, enquanto o RSI horário permanece abaixo de 50. Esses dados indicam pressão vendedora contínua, com o caminho imediato de menor resistência apontando para baixo.

Análise Técnica e Padrões Bearish

No timeframe semanal, o padrão cabeça e ombros foi validado, com rompimento da neckline em US$ 120 em 30 de janeiro. O alvo projetado, calculado pela altura da cabeça adicionada ao ponto de breakdown, situa-se entre US$ 50 e US$ 60, representando potencial queda de 30% do nível atual.

Em gráfico diário, uma bandeira de baixa tem sua borda inferior em US$ 80. Um fechamento abaixo desse suporte confirmaria o padrão, projetando alvo em US$ 48 — queda adicional de 41%. Esses padrões técnicos reforçam o viés de baixa em múltiplos timeframes.

Dados On-Chain: Sinais de Fundo?

Contrapondo a análise técnica, as bandas de MVRV extremas do Solana indicam que o preço está próximo da borda inferior em US$ 73. Historicamente, toques nessa zona precederam rallies significativos, como o de 87% em março de 2022 após teste em US$ 75. Exceções ocorreram em cenários extremos, como o colapso da FTX em 2022, com queda adicional de 70% para US$ 7.

Os dados on-chain sugerem que holders de longo prazo podem estar em zona de realização de lucros reduzida, potencialmente limitando downside adicional. No entanto, esse indicador é outlier em relação aos padrões gráficos.

Níveis Críticos a Observar

Suportes imediatos incluem US$ 80, US$ 79 e retração Fib de 76,4% em zona similar a US$ 76,50. Rompimentos sucessivos poderiam mirar US$ 72. Resistências chave estão em US$ 85 (próxima barreira), US$ 88 e US$ 92.

Fluxos de ETFs spot de Solana registram inflows em 66 de 74 dias, totalizando US$ 877 milhões, com US$ 2,9 milhões na terça-feira. Esses dados apontam demanda institucional persistente, mesmo com preço em baixa. Monitorar fechamentos diários nesses níveis definirá o próximo movimento.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Calendário rachado com '34' vermelho e traders cartoon cautelosos ao redor, simbolizando prêmio negativo recorde na Coinbase e saídas de ETFs

Bitcoin Quebra Recorde com 34 Dias de Prêmio Negativo na Coinbase

O Coinbase Bitcoin Premium Index registrou 34 dias consecutivos de prêmio negativo até 19 de fevereiro de 2026, superando o recorde anterior de cerca de 30 dias durante o crash de novembro de 2023. O indicador, atualmente em -0,0545%, reflete preços inferiores à média global na exchange americana. Paralelamente, ETFs de Bitcoin nos EUA tiveram saída líquida de US$ 133,3 milhões ontem, enquanto posições em puts de US$ 40 mil se tornaram a segunda maior aposta em opções antes do vencimento de 27 de fevereiro.


O Indicador Coinbase Premium em Detalhe

Os dados mostram que o prêmio negativo na Coinbase persiste desde o início de 2026, indicando vendas predominantes por investidores americanos em relação à média global. Historicamente, valores positivos sinalizam influxo institucional forte, como visto em ciclos de alta. Agora, com o índice em território negativo por tempo recorde, reflete redução no apetite por risco nos EUA, possivelmente influenciado por volatilidade macroeconômica e ajustes de portfólio.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 351.822 (-1,36% em 24h) reforça o cenário de pressão vendedora, com volume de 326 BTC negociados no Brasil.

Saídas Líquidas nos ETFs Americanos

Os fluxos negativos nos ETFs de Bitcoin spot totalizaram US$ 133,3 milhões em 18 de fevereiro, com destaque para BlackRock IBIT (-US$ 84,2 milhões) e Fidelity FBTC (-US$ 49,1 milhões). Ethereum spot ETFs registraram US$ 41,8 milhões de saída, liderados por ETHA (-US$ 29,9 milhões). Esses dados, monitorados pela Farside Investors, sugerem realização de lucros ou realocação por grandes players, em meio a BTC negociado próximo de US$ 67 mil.

Embora fluxos semanais mostrem variações, a tendência recente aponta para fraqueza sustentada no apetite institucional americano, contrastando com picos de entrada em 2025.

Posicionamento em Opções de Bitcoin

Na Deribit, o put de US$ 40 mil acumula US$ 490 milhões em valor nocional, segunda maior posição aberta antes do vencimento de 27 de fevereiro. O strike de US$ 75 mil lidera com US$ 566 milhões, nível de max pain. Com 63.547 calls vs. 45.914 puts (razão 0,72), traders mantêm viés de alta, mas buscam hedge contra quedas acentuadas.

Volume total de opções em US$ 7,3 bilhões reflete cautela, com BTC em queda de até 50% desde outubro.

Implicações e Níveis a Observar

Os dados convergem para ausência de demanda institucional forte nos EUA, com prêmio negativo recorde, saídas de ETFs e hedges em strikes baixos. Níveis técnicos incluem suporte em US$ 66 mil (próximo atual) e resistência em US$ 75 mil (max pain). Uma reversão no premium Coinbase ou influxos em ETFs poderia sinalizar mudança. Monitorar volume e volatilidade para contextos adicionais, sem implicar direção única.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de sheik e banqueiro acumulando cofres de Bitcoin enquanto traders retail em pânico fogem, simbolizando mãos fortes institucionais

Mãos Fortes: Abu Dhabi e Bancos Compram US$ 1 Bi em Bitcoin

Enquanto o varejo entra em pânico com a queda do Bitcoin no final de 2025, mãos fortes agem: fundos soberanos de Abu Dhabi, liderados pelo Mubadala, aumentaram em 46% sua posição no ETF IBIT da BlackRock, totalizando mais de US$ 1 bilhão. Paralelamente, o maior banco italiano, Intesa Sanpaolo, revelou deter US$ 96 milhões em ETFs de Bitcoin. Esses movimentos sinalizam confiança institucional na tese de reserva de valor estratégica, mesmo em meio à volatilidade.


Abu Dhabi Acelera Acumulação no Dip

O fundo soberano Mubadala Investment Company divulgou em seu Form 13F, arquivado em 17 de fevereiro, posse de 12,7 milhões de ações do iShares Bitcoin Trust (IBIT), avaliadas em US$ 630 milhões ao final de dezembro de 2025. Isso representa um salto de 46% em relação ao trimestre anterior, quando detinha 8,7 milhões de ações. Já a Al Warda Investments reportou 8,2 milhões de ações, somando US$ 408 milhões. Juntos, ultrapassam US$ 1 bilhão em exposição regulada ao Bitcoin.

Essas compras ocorreram durante o drawdown de fim de ano, alinhando-se às declarações de Larry Fink, CEO da BlackRock, sobre sovereign funds escalando posições em níveis como US$ 80 mil. O IBIT se destaca como canal “limpo” para alocação institucional, minimizando fricções operacionais de custódia direta.

Intesa Sanpaolo Entra Forte nos ETFs

O maior banco da Itália, Intesa Sanpaolo, ampliou sua exposição aos criptoativos com US$ 96 milhões em spot Bitcoin ETFs até o fim de 2025. A posição inclui US$ 72,6 milhões no ARK 21Shares Bitcoin ETF e US$ 23,4 milhões no iShares Bitcoin Trust, distribuídos em cinco produtos. Essa diversificação reflete cautela estratégica, priorizando veículos regulados pela SEC.

O movimento reforça a tendência europeia de integração de Bitcoin em portfólios tradicionais. Bancos como Intesa veem nos ETFs uma ponte segura para diversificação, especialmente em contextos de inflação e instabilidade fiat.

Bitcoin como Reserva Estratégica

Esses fluxos institucionais contrastam com o pânico do varejo, consolidando a narrativa de Bitcoin como ativo de reserva soberana. Fundos estatais e bancos não reagem a ruído de curto prazo: constroem posições ao longo de ciclos, como visto pós-halving. A adoção via ETFs — com BlackRock liderando — acelera a maturidade do ecossistema, atraindo trilhões em capital global.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 348.521 (-1,74% em 24h) nesta quarta-feira. Apesar da correção atual, os fundamentos se fortalecem com entradas bilionárias. Investidores de longo prazo sabem: volatilidade constrói bases para valorizações futuras.

O Que Monitorar Agora

Vale acompanhar próximos 13F para mapear mais sovereign funds e bancos entrando. Com fluxos ETF superando US$ 50 bilhões em 2026, o Bitcoin avança na tese de “ouro digital”. Para brasileiros, isso reforça a oportunidade de exposição via plataformas acessíveis, alinhando-se à visão estratégica global.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon de Wall Street apostando fichas ETFs em mesa de cassino com símbolos eleitorais, satirizando prediction markets para eleições EUA

Cassino Wall Street: ETFs para Apostar na Eleição dos EUA

Interessante como Wall Street transforma até palpites eleitorais em produto financeiro. A Bitwise protocolou na SEC os “PredictionShares”, ETFs que pagam se democratas ou republicanos vencem a eleição presidencial de 2028 ou controlam Câmara e Senado nas midterms de 2026. GraniteShares e Roundhill entram na disputa, oferecendo o mesmo: exposição regulada a contratos binários de eventos políticos. Agora você pode perder dinheiro com política direto do home broker, sem sujar as mãos em sites de apostas.


Os Produtos: Palpites Empacotados em ETF

Curioso como o que era febre em plataformas como Polymarket agora vira ETF de luxo. Os fundos da Bitwise investem 80% em contratos binários regulados pela CFTC: pagam US$ 1 se o evento acontece (ex: democratas na Casa Branca em 2028), ou US$ 0 caso contrário. O preço das cotas oscila entre 0 e 1, refletindo a probabilidade implícita do mercado — tipo uma roleta com gráficos bonitos.

GraniteShares copia a jogada com seis ETFs idênticos, enquanto Roundhill abriu fogo dias antes. Nada de ações de empresas de prediction markets: puro derivativo político, acessível via corretoras tradicionais. A Bitwise justifica com “demanda de clientes” e crescimento do setor, mas soa mais como a financialização do óbvio: todo mundo adora apostar em eleições.

A Corrida pela Aprovação da SEC

Não é a primeira vez que Wall Street testa limites. Analistas como James Seyffart, da Bloomberg, notam que “a financialização de tudo continua”. A Roundhill iniciou a fila em 14 de fevereiro, e Bitwise/GraniteShares aceleram para capturar liquidez pré-midterms. Plataformas como Polymarket batem recordes de volume em eventos políticos, atraindo hedge funds e quants.

O CFTC entra na briga, defendendo jurisdição federal sobre esses mercados contra estados que os veem como jogo ilegal. Nevada e Massachusetts já barraram Kalshi e Polymarket. Aprovados ou não, esses ETFs sinalizam maturidade — ou loucura — dos prediction markets, que Vitalik Buterin chama de “apostas especulativas extremas”.

Riscos: Do Cassino ao Colapso

Por trás da ironia, o risco é palpável. Se o palpite erra, o fundo vira pó: “perderá substancialmente todo valor”, avisa o prospecto da Bitwise. Especialistas alertam para manipulação, insider trading e volatilidade insana — eleições viram referendo ao governo, com histórico de surpresas. No Myriad, aprovação de Trump ronda 50%; no Polymarket, volumes explodem.

Para brasileiros, é um espelho: enquanto discutimos regulação cripto, gringos ETF-izam palpites. Hedge funds babam pela liquidez, mas retail? É cassino com terno e gravata. Ganesh Mahidhar, da Further Ventures, vê apelo em volatilidade; Kadan Stadelmann, da Komodo, teme manipulação eleitoral.

O Que Isso Muda para Você?

No fim, é o comportamento humano: euforia por narrativas quentes. Prediction markets preveem melhor que pesquisas, mas embrulhados em ETF, viram produto para institucionais fugirem de cripto “sem graça”. Monitore a SEC — aprovação abre porta para mais absurdos, tipo ETF de memes ou impeachment. Ria, mas não aposte a casa: o mercado adora vender ilusões reguladas.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Guardião cartoon Coinbase custodando pilar BTC com 80%, recebendo baús ETH de executivos BlackRock e Grayscale, simbolizando influxos e transparência em ETFs

Coinbase Garante Lastro Total em ETFs de BTC com Influxos ETH em Alta

Seu ETF é real? A Coinbase garante que sim. Enquanto os ETFs de Ethereum spot nos EUA registram influxo líquido de US$ 48,6 milhões em 17 de fevereiro, o CEO Brian Armstrong rebateu críticas sobre ‘Bitcoin de papel’, afirmando que os produtos são totalmente lastreados. Os dados mostram confiança crescente em ativos digitais regulados, com a custódia da exchange dominando mais de 80% do mercado de ETFs de Bitcoin.


Influxos em ETFs de Ethereum Ganham Tração

Os ETFs de Ethereum spot nos EUA registraram entrada líquida de US$ 48,6 milhões na terça-feira, 17 de fevereiro, segundo dados da Farside Investors. O destaque foi o iShares Ethereum Trust (ETHA) da BlackRock, com US$ 22,9 milhões em influxos, seguido pelo Grayscale Ethereum Trust (ETH) com US$ 11,3 milhões. Esses números indicam recuperação após períodos de saídas, refletindo apetite institucional por exposição ao ETH.

No contexto brasileiro, o Ethereum cotado a R$ 10.562,48 (alta de 2,18% no dia) reforça o interesse local. Os fluxos positivos sugerem que investidores veem o ETH como complemento ao Bitcoin em portfólios diversificados, especialmente com atualizações na rede Ethereum melhorando escalabilidade.

Defesa da Coinbase Sobre Lastro dos ETFs de Bitcoin

Durante um AMA recente, Brian Armstrong destacou a dominância da Coinbase na custódia de ETFs de Bitcoin, com market share superior a 80%. Ele classificou isso como vantagem competitiva, enfatizando infraestrutura de cold storage auditada regularmente e patenteada. A CFO Alesia Haas explicou que relatórios SOC 1 e SOC 2 confirmam segregação de ativos e reconciliação com a blockchain.

Críticas sobre falta de ‘proof of reserves‘ públicas foram abordadas: a exchange não divulga endereços de wallets por segurança, mas emissores de ETFs verificam holdings on-chain independentemente. Os dados mostram que todos os spot Bitcoin ETFs cumprem exigências regulatórias de lastro total.

Transparência e Confiança no Mercado de Custódia

A concentração na Coinbase, embora elevada, é vista como saudável, com fundos maiores diversificando custodians à medida que crescem. Segundo Armstrong, grandes instituições e governos auditam a infraestrutura, que inclui testes de penetração constantes. Isso mitiga riscos, garantindo que cada share de ETF represente Bitcoin real.

Atualmente, o Bitcoin vale R$ 356.639,19 segundo o Cointrader Monitor (variação +0,11% em 24h), com volume de 193 BTC. Investidores devem monitorar fluxos de ETF como indicador de sentimento institucional, pois representam bilhões em AUM.

Implicações para Investidores Institucionais

Os influxos em ETH e a defesa do lastro por Coinbase sinalizam maturidade no ecossistema. Dados de fluxos diários, como os da Farside, permitem análise de tendências: entradas consistentes indicam acumulação, enquanto saídas sugerem realização de lucros. Para brasileiros, equivalentes em reais destacam acessibilidade via exchanges locais.

Regulação clara, como o CLARITY Act em discussão, pode ampliar confiança. Os números mostram que transparência operacional sustenta adoção.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de Grayscale e Bitwise disputando prisma Aave luminoso, simbolizando competição por ETF e avanço DeFi institucional

Grayscale e Bitwise Disputam ETF de Aave: DeFi Ganha Força

A Grayscale avançou em sua estratégia de altcoins ao protocolar a conversão de seu Aave Trust em um ETF spot na NYSE Arca, com ticker GAVE, custódia da Coinbase e taxa de 2,5%. Bitwise também entra na disputa com proposta similar, enquanto a Nexo retorna aos EUA após três anos via parceria com a Bakkt, oferecendo yield, crédito e exchange regulados. Esses movimentos reforçam a institucionalização do DeFi.


Corrida pelo ETF de Aave: Grayscale vs Bitwise

O mercado está construindo uma ponte sólida entre finanças tradicionais e DeFi. A Grayscale, pioneira em produtos cripto, protocolou o Form S-1 para transformar seu Aave Trust em ETF spot, detendo diretamente tokens AAVE. Com custódia pela Coinbase e listagem na NYSE Arca sob GAVE, o produto mira exposição regulada ao maior protocolo de lending descentralizado, com mais de US$ 27 bilhões em TVL segundo DeFiLlama.

A Bitwise não ficou para trás: em dezembro, submeteu proposta com até 60% em tokens diretos e 40% em securities. Essa competição entre gigantes sinaliza confiança crescente em ativos DeFi, mesmo com AAVE negociado a cerca de US$ 126, 80% abaixo do pico de 2021. Fundamentos como staking e governança fortalecem a tese de longo prazo, similar aos ETFs de Bitcoin que pavimentaram a adoção institucional.

Aave: Protocolo Líder no DeFi Institucional

O Aave se destaca com TVL robusto em múltiplas chains, utility em staking e mecanismos que reduzem supply. Analistas veem o ETF como catalisador para visibilidade institucional, especialmente com visões como a do fundador Stani Kulechov sobre tokenização de US$ 50 trilhões em ativos como energia solar. O preço orbita US$ 124-129, com suporte no EMA-20 (~US$ 123,81) e resistência em US$ 129,34. Um rompimento pode levar a US$ 135-145.

Esses filings seguem precedentes europeus de 21Shares e Global X, mostrando apetite global. Para o ecossistema, é um passo rumo a yield on-chain acessível a fundos de pensão e family offices, diversificando além de Bitcoin e Ethereum.

Retorno da Nexo: Yield Regulamentado nos EUA

A Nexo, com US$ 11 bilhões em AUM, reentra nos EUA após saída em 2022 por atritos regulatórios. Parceria com Bakkt habilita yield fixo/flexível, linhas de crédito lastreadas em cripto, exchange integrada e ramps fiat via ACH/wire. Isso ocorre em meio a expansão global, com US$ 371 bilhões processados e aquisições como Buenbit.

O timing é perfeito: políticas pró-cripto sob Trump facilitam compliance. Investidores agora acessam rendimentos on-chain sem barreiras geográficas, provando que o DeFi não é mais nicho — é infraestrutura financeira em ascensão.

Implicações para Adoção e Investidores Brasileiros

Esses eventos confirmam: o capital institucional migra para yield DeFi regulamentado. ETFs de Aave democratizam acesso, enquanto Nexo traz serviços maduros aos EUA. No Brasil, com crescente interesse em altcoins, monitorar aprovações SEC é chave. Os fundamentos se fortalecem, e ciclos passados mostram que adoção precede valorização sustentada. Vale acompanhar fluxos e TVL para posicionamento estratégico.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Abismo digital com rede on-chain cyan no fundo e monolito Bitcoin dourado emergindo, simbolizando fundo proximo apos queda de 22%

Bitcoin: Dados On-Chain Indicam Fundo Próximo Apesar de Queda de 22%

Capitulação ou oportunidade? Os dados on-chain estão sinalizando um possível fundo próximo para o Bitcoin, apesar da queda de 22% no ano e saídas recordes de ETPs de US$ 8,2 bilhões. Analistas como Maartunn (CryptoQuant) destacam o MVRV de short-term holders em 0,72 — nível raro visto em fundos passados — e corte de 50% no open interest. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 358.331, com variação de -2,73% em 24h.


Pressão de ETFs e Deleveraging

Os ETPs spot registraram o maior drawdown histórico de US$ 8,2 bilhões desde o pico, com o preço atual 17% abaixo do custo médio de compra dos holders. Isso cria uma pressão estrutural de venda, mas os dados mostram um processo de limpeza necessário. O open interest em derivativos foi reduzido pela metade, de US$ 45,5 bilhões para US$ 21,7 bilhões, com queda de 27% na última semana. Essa deleveragem ampla, segundo a análise da CryptoQuant, elimina excesso especulativo e prepara o terreno para um fundo sustentável.

O Bitcoin negocia cerca de 50% abaixo do ATH, drawdown menor que os 70%+ de bears anteriores, indicando resiliência relativa.

Sinais On-Chain de Capitulação

O MVRV ratio de short-term holders atingiu 0,72, implicando perdas médias de 28% — o menor nível desde julho de 2022, alinhado a capitulações históricas. Já o MVRV Adaptive Z-Score, com janela de 365 dias, está em -2,66, na zona de capitulação (0 a -3), aproximando-se da fase de acumulação histórica. Níveis abaixo de -3 sinalizam esgotamento de vendedores.

O múltiplo de Mayer em 0,6 reforça compras em lows históricos. Esses indicadores sugerem que o risco-recompensa melhora, embora fundos sejam processos graduais, não eventos isolados.

Visão de Analistas e Suporte Técnico

Scott Melker alerta para uma reversão súbita que pode surpreender, recomendando evitar vendas nos níveis atuais devido a forte suporte. Ele compara o BTC a ouro e prata, vendo-o subvalorizado. Maartunn enfatiza apatia no sentimento social como confirmação final de fundo, com reteste de suporte no ATH do ciclo anterior.

Ciclos passados indicam janelas de fundo entre junho e dezembro de 2026, com clusters em setembro-novembro. Correlação com Nasdaq persiste, mas dados frios da blockchain priorizam sobre narrativas.

Níveis a Monitorar

Investidores devem observar o MVRV Z-Score, open interest e sentimento. Qualquer estabilização acima da EMA de 200 semanas (próxima de US$ 68.000) pode validar acumulação. No Brasil, com BTC a R$ 358 mil, volume 24h de 172 BTC, os dados on-chain oferecem base objetiva em meio ao medo macro.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem político cartoon apresenta ETFs BTC ETH CRO à SEC enquanto regulador investiga baú árabe de $500M, alertas de segurança nacional

ETFs de Trump sob Fogo: US$ 500 Mi Árabes na Mira do Tesouro

Os ETFs propostos pela Trump Media, dona da rede Truth Social, colocam a empresa de Donald Trump no centro de um debate geopolítico intenso. Paralelamente, senadores como Elizabeth Warren pressionam o Tesouro dos EUA por uma investigação sobre US$ 500 milhões investidos pelos Emirados Árabes Unidos na World Liberty Financial (WLFI), plataforma cripto ligada à família Trump. O caso une ambições regulatórias com temores de segurança nacional, podendo influenciar o ritmo da aprovação de produtos cripto em Washington.

\n\n


\n\n

Trump Media Busca Aprovação de ETFs Cripto

\n

A Trump Media, controladora da Truth Social, protocolou na Comissão de Valores Mobiliários (SEC) documentos para dois fundos negociados em bolsa (ETFs) focados em criptomoedas. O primeiro, Truth Social Bitcoin (BTC) and Ether (ETH) ETF, rastreará a performance das duas maiores criptos por capitalização de mercado, com promessas de retornos via staking de Ether.

\n

O segundo, Truth Social Cronos (CRO) Yield Maximizer ETF, concentra-se no token CRO da blockchain Cronos, da exchange Crypto.com, também com rendimentos de staking. A Crypto.com assumirá custódia, liquidez e serviços de staking, enquanto a Foris Capital US atuará como corretora. A taxa de administração proposta é de 0,95%.

\n

Essa iniciativa segue parcerias anunciadas em 2025 com Crypto.com e Yorkville America Digital, sob o slogan “Made in America”. Em setembro, planejava-se adquirir 684,4 milhões de CRO (US$ 105 milhões), pagos em ações e dinheiro. A família Trump já lucrou cerca de US$ 1,4 bilhão com projetos cripto durante a presidência.

\n\n

Investigação sobre Capital Árabe na WLFI

\n

Dois senadores democratas, Elizabeth Warren e Andy Kim, enviaram carta ao Secretário do Tesouro, Scott Bessent, exigindo revisão pelo Comitê de Investimento Estrangeiro nos EUA (CFIUS) de um aporte de US$ 500 milhões da Aryam Investment 1, entidade dos Emirados Árabes Unidos ligada ao xeique Tahnoon bin Zayed Al Nahyan. Essa operação teria garantido 49% da WLFI, com US$ 187 milhões fluindo para entidades Trump pouco antes da posse em 2025.

\n

Trump negou envolvimento direto, atribuindo a gestão aos filhos. Os senadores alertam para riscos de segurança nacional, pois a WLFI coleta dados sensíveis como endereços de carteiras, IPs e localizações. Há preocupações com laços passados da G42 (ligada ao investidor) com firmas chinesas, demandando investigação até 5 de março.

\n

A WLFI emite a stablecoin USD1, com US$ 5 bilhões em circulação, e lista Trump como cofundador honorário.

\n\n

Geopolítica e Regulação em Xeque

\n

O entrelaçamento entre ETFs da Trump Media e o escrutínio sobre WLFI evidencia tensões geopolíticas na criptoeconomia. Autoridades em Washington veem plataformas DeFi e stablecoins como infraestrutura crítica, sujeita a controles rigorosos sobre capitais estrangeiros — especialmente do Golfo Pérsico. Warren questiona ética e soberania de dados, ecoando debates globais sobre influência externa em finanças digitais.

\n

Decisões do CFIUS podem acelerar ou frear aprovações de ETFs, influenciando não só os EUA, mas marcos regulatórios em Bruxelas e Pequim. Investidores internacionais, incluindo brasileiros, devem monitorar como esses fluxos de capital árabe moldam o ambiente para adoção institucional de criptoativos.

\n\n

Implicações para o Mercado Global

\n

Enquanto a SEC analisa os ETFs, o caso WLFI reforça que o mercado cripto não opera isolado de dinâmicas estatais. Precedentes como esse afetam a confiança em projetos com viés político, potencialmente elevando padrões de compliance. Para portfólios diversificados, o desfecho sinalizará o equilíbrio entre inovação e segurança nacional nos EUA, com reverberações mundiais.

\n\n


\n\n

💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

\n\n

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

\n\n

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.