Executivo cartoon VanEck abrindo cofre VAVX com chave taxa zero e personagem AVAX emergindo, celebrando lançamento de ETF com staking

VanEck Lança ETF de Avalanche com Taxa Zero: Detalhes VAVX

A gestora VanEck lançou nesta segunda-feira (26 de janeiro) o primeiro ETF spot de Avalanche (AVAX) listado nos EUA, com ticker VAVX. O fundo oferece exposição direta ao token AVAX, atualmente cotado em torno de US$ 11,70, além de potenciais recompensas de staking. Com isenção total de taxas para os primeiros US$ 500 milhões em ativos ou até 28 de fevereiro de 2026, o produto sinaliza o amadurecimento institucional das altcoins, abrindo portas para diversificação além de Bitcoin e Ethereum.


Detalhes do Lançamento do VAVX

O VanEck Avalanche ETF (VAVX) foi listado na Nasdaq sob padrões genéricos existentes, dispensando aprovação específica da SEC via rule change. Não registrado sob a Investment Company Act de 1940, o fundo rastreia passivamente o preço do AVAX somado a rendimentos de staking de parte de suas holdings. Lançado em um momento de volatilidade no mercado cripto, com AVAX subindo cerca de 3% no dia do anúncio, o ETF reflete a confiança da VanEck na infraestrutura de alta performance da Avalanche.

A rede Avalanche destaca-se por suas sub-redes customizáveis (Layer 1), ideais para casos empresariais. Parcerias com instituições como FIFA e testes de fundos tokenizados pelo Citigroup reforçam seu apelo para adoção institucional. Kyle DaCruz, diretor de ativos digitais da VanEck, enfatizou que a blockchain “posiciona-se para unir finanças tradicionais à economia on-chain”.

Incentivos Atrativos: Taxa Zero e Staking

Um dos maiores diferenciais é a isenção de taxas de administração para os primeiros US$ 500 milhões em AUM ou até 28 de fevereiro de 2026 — o que ocorrer primeiro. Após isso, a taxa será de 0,20%, competitiva no segmento. Essa estratégia visa acelerar a captação inicial, similar a táticas usadas em ETFs de Bitcoin e Ethereum.

Além da exposição spot, o fundo pode gerar staking rewards, proporcionando rendimento passivo aos detentores de cotas. No lançamento, VAVX abriu em US$ 24,58 e negociava em US$ 24,25, queda de 1,3%. Apesar da volatilidade inerente — com alerta de possível perda total do principal —, o produto democratiza o acesso a AVAX via corretoras tradicionais, sem necessidade de wallets ou exchanges cripto.

Amadurecimento Institucional e Impacto no Mercado

Este lançamento expande o portfólio cripto da VanEck, que já inclui ETFs de Bitcoin (HODL) e Ethereum (ETHV), além de outros produtos para transformação digital. Representa um marco para altcoins, indicando que gestores tradicionais veem valor em ecossistemas como Avalanche, com TVL dobrando para US$ 2,1 bilhões recentemente e atividade recorde em games e DEXs.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 463.660,42 (-0,48% em 24h), em um mercado cauteloso. O VAVX pode catalisar inflows para AVAX, impulsionando uma alta expressiva se replicar o sucesso dos ETFs de BTC/ETH, que acumularam bilhões em AUM.

O Que Isso Significa para Investidores Brasileiros

Para brasileiros em busca de diversificação, o VAVX oferece uma ponte acessível via bolsas americanas, com benefícios fiscais e liquidez. Monitorar o AUM inicial e performance de staking será chave. Com o foco em utilidade real — RWAs, enterprise —, Avalanche posiciona-se como candidata a múltiplos dígitos em adoção. Este é um gatilho de alta clássico: quando instituições entram, o varejo segue, potencializando valorizações sustentadas.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon estilizados fundindo lingotes de ouro, prata e Bitcoin em forma unificada, simbolizando lançamento do ETF BPRO pela Bitwise na NYSE

Bitwise Lança BPRO: ETF com Bitcoin e Ouro na NYSE

A Bitwise lançou o Bitwise Proficio Currency Debasement ETF (BPRO), listado na NYSE desde 22 de janeiro de 2026. Este produto inovador combina Bitcoin com ouro, prata, paládio, platina e ações de mineradoras, oferecendo uma cesta diversificada contra a desvalorização de moedas fiduciárias. Diferente de ETFs puros como o ARKB da ARK, o BPRO adota estratégia ativa para proteção patrimonial em era de expansão monetária.


Características do BPRO

O BPRO mantém exposição mínima de 25% em ouro, com Bitcoin como única criptomoeda, complementado por outros metais preciosos e ações de mineradoras. A gestão ativa permite ajustes conforme o mercado, unindo a expertise da Bitwise em ativos digitais à experiência da Proficio em commodities.

Matt Hougan, CIO da Bitwise, destacou: “A combinação de ouro e Bitcoin oferece proteção poderosa contra a desvalorização persistente das moedas”. Bob Haber, CIO da Proficio, reforçou que ouro ainda é subvalorizado nos portfólios, representando apenas 0,17% dos ativos segundo o Goldman Sachs.

Essa abordagem visa suprir lacunas das estratégias tradicionais de ações e títulos, que falham em cenários de inflação acelerada. O fundo já está disponível para negociação, atraindo investidores institucionais e de varejo.

Comparação com ARK e BlackRock

Enquanto o ARKB da ARK 21Shares foca exclusivamente em Bitcoin spot, com custódia na Coinbase e atualizações rotineiras à SEC, o BPRO diversifica riscos. O ARKB compete com o IBIT da BlackRock, líder em AUM, e FBTC da Fidelity, mas cobra fees competitivas em um mercado saturado.

BlackRock domina com escala, ARK aposta em inovação via Cathie Wood, mas ambos expõem 100% à volatilidade do BTC. Dados mostram bilhões em inflows para spot ETFs desde 2024, estabilizando preços em faixas estreitas. O BPRO diferencia-se ao mitigar correlações com commodities tradicionais.

Para investidores, isso significa opções: puro BTC para upside agressivo ou BPRO para hedge balanceado.

Implicações para Investidores Brasileiros

No Brasil, com inflação histórica e real volátil, o BPRO surge como alternativa acessível via corretoras internacionais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 463.608, com variação de -0,38% em 24h e volume de 259 BTC.

Comparado a ETFs locais ou diretos, o BPRO oferece diversificação sem complexidade de custódia. No entanto, fees anuais e exposição indireta demandam análise. Volume global de ETFs reforça maturidade, mas volatilidade persiste: quedas no BTC impactam todos.

Investidores devem monitorar inflows e ajustes do fundo para avaliar performance inicial.

Considerações Finais e Riscos

O lançamento do BPRO sinaliza evolução nos ETFs, integrando cripto a ativos tangíveis comprovados. Diferente de competidores como ARK e BlackRock, prioriza resiliência sobre especulação pura. Ainda assim, riscos incluem oscilações de preço, custos operacionais e regulação.

Posse indireta via ETF evita chaves privadas, mas não elimina perdas em bear markets. DYOR é essencial antes de alocar.


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Executivos cartoon abrindo cofre dourado para ecossistema AVAX e altcoins, simbolizando ETF da VanEck e aposta da ARK em diversificação cripto

VanEck Lança ETF de Avalanche: ARK Invest Aposta em Índice Altcoin

A gestora VanEck lançou o primeiro ETF spot de Avalanche (AVAX) listado nos EUA, sob o ticker VAVX, abrindo portas para exposição direta ao token em bolsas tradicionais. Em paralelo, a ARK Invest de Cathie Wood protocolizou dois ETFs atrelados ao índice CoinDesk 20, um incluindo Bitcoin e outro sem ele. Essa movimentação sinaliza a diversificação institucional além do duo BTC/ETH, beneficiando investidores brasileiros com opções mais amplas.


VanEck Inova com ETF Spot de AVAX

O novo fundo VAVX rastreia o preço do AVAX e pode gerar retornos via staking, isentando taxas de patrocínio nos primeiros US$ 500 milhões em ativos até 28 de fevereiro. Após isso, a taxa será de 0,20%. Kyle DaCruz, diretor de ativos digitais da VanEck, destacou que o produto facilita o acesso para RIAs, gestores de patrimônio e instituições, sem a complexidade de gerenciar infraestrutura blockchain.

Avalanche, rede lançada em 2020 pela Ava Labs, tem capitalização de US$ 5,1 bilhões e AVAX cotado a US$ 11,76, apesar de queda de 92% desde o ATH de 2021. Esse lançamento segue tentativas regulatórias desde março de 2025, pavimentando caminho para ETFs semelhantes da Grayscale e Bitwise.

ARK Invest e o Índice CoinDesk 20

A ARK protocolizou S-1 para dois ETFs no NYSE Arca: um espelhando o CoinDesk 20 — benchmark de ativos líquidos como BTC, ETH, SOL, XRP e ADA — e outro excluindo Bitcoin via futuros longos no índice e curtos em BTC. Usando contratos futuros regulados, evitam custódia direta, simplificando para investidores tradicionais.

Cathie Wood reforça sua visão de alta no ecossistema cripto diversificado. Esses produtos seguem propostas semelhantes da WisdomTree e ProShares, indicando maturidade no mercado de índices cripto.

Diversificação Institucional em Alta

Esses lançamentos e arquivamentos marcam a quebra do monopólio BTC/ETH nos ETFs. BlackRock arquivou um ETF de renda premium em Bitcoin com opções, enquanto Amplify lançou ETFs em stablecoins e tokenização. Bitwise planeja 11 ETFs de estratégia em altcoins como NEAR, SUI e UNI. Para brasileiros, isso significa maior liquidez e opções via corretoras globais.

O mercado reage com otimismo: AVAX subiu 3% recentemente, refletindo confiança na adoção. Instituições buscam yield e diversificação, reduzindo riscos concentrados.

Próximos Passos para o Mercado Cripto

Aprovações pendentes da SEC definirão o ritmo. Grayscale e Bitwise aguardam para AVAX, enquanto ARK aguarda 19b-4 do NYSE. Investidores devem monitorar fluxos: ETFs BTC tiveram saídas recentes, mas altcoins ganham tração. Essa expansão valida cripto como classe de ativo madura, atraindo trilhões em capital institucional.

Com volume 24h de AVAX em alta e CoinDesk 20 como referência confiável, o cenário é promissor para diversificação estratégica.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Personagens cartoon de BTC, ETH e XRP marchando unidos por ponte luminosa rumo ao mundo institucional sob aprovação da SEC

SEC Analisa ETF com Bitcoin, Ethereum e XRP Unidos

A proposta de ETF cripto indexado ao S&P apresentada à SEC pela Cyber Hornet ETFs une Bitcoin, Ethereum e XRP em um único produto financeiro. Com Bitcoin representando cerca de 70% da carteira, seguido por Ethereum (15%) e XRP (5%), o fundo visa atrair investidores tradicionais ao ‘empacotar’ os principais ativos digitais de forma simples e regulada. Arquivado em janeiro de 2026, reflete mudanças na regulação que aceleram aprovações.


O Que é um ETF Indexado?

Um ETF indexado é um fundo negociado em bolsa que replica o desempenho de um índice específico, como o S&P Cryptocurrency Top 10 Index neste caso. Em vez de gerir ativamente os investimentos, o fundo compra os ativos na mesma proporção do índice: os 10 maiores criptoativos por capitalização de mercado, rebalanceados trimestralmente.

Para iniciantes, pense assim: é como comprar uma ‘cesta pronta’ de criptomoedas. A Cyber Hornet S&P Crypto 10 ETF usa custódia institucional pela BitGo e opera como spot ETF, ou seja, detém os criptoativos reais, não contratos futuros. Taxa anual de 0,95%, acessível via ações em corretoras tradicionais.

Isso democratiza o acesso: sem precisar abrir conta em exchange ou gerenciar carteiras, o investidor varejista ganha exposição diversificada com liquidez diária.

Por Que BTC, ETH e XRP São o ‘Feijão com Arroz’?

Bitcoin é visto como ‘ouro digital’, reserva de valor com maior liquidez. Ethereum lidera em smart contracts e DeFi. XRP complementa com foco em pagamentos transfronteiriços rápidos. Juntos, somam quase 90% do índice, oferecendo equilíbrio entre estabilidade, inovação e utilidade prática.

Institucionais preferem essa combinação por ter clareza regulatória: são commodities, não securities, evitando riscos judiciais. Moedas como BNB e Tron foram excluídas por critérios internos da Cyber Hornet, priorizando ativos vetted (aprovados).

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 465.643 (+1,38% em 24h), reforçando seu apelo como âncora.

Mudanças na SEC Aceleram Aprovações

Em 2025, pós-Gary Gensler, a SEC adotou regras padronizadas para ETFs cripto. Bolsas listam spot ETFs sem aprovação individual, bastando vigilância anti-manipulação. Isso reduz de meses para semanas o processo, fomentando inovação sem abrir mão da proteção ao investidor.

O filing de 12 de janeiro mostra maturidade: Wall Street ‘empacota’ cripto para aposentadorias e fundos mútuos, atraindo bilhões de dólares tradicionais.

O Que Isso Significa para Você?

Para brasileiros, abre portas via corretoras globais. Monitore aprovações, mas lembre: cripto é volátil. ETFs indexados facilitam entrada, mas diversificação é chave. Vale acompanhar rebalanceamentos e elegibilidade de ativos para ajustar expectativas.


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Executivos cartoon japoneses abrindo porta shoji com 2028 gravado, revelando horizonte cripto, simbolizando planos de ETFs por Nomura e SBI

Japão Planeja ETFs de Cripto em 2028 Liderados por Nomura e SBI

A Agência de Serviços Financeiros do Japão (FSA) planeja autorizar ETFs de criptomoedas até 2028, abrindo o Tokyo Stock Exchange para esses produtos. Gigantes como Nomura Holdings e SBI Holdings lideram a corrida, com projeções de captação de US$ 6,4 bilhões (cerca de R$ 33,8 bilhões). Essa movimentação facilita o acesso regulado a ativos como Bitcoin para investidores japoneses, sinalizando maturidade no mercado asiático.


Cronograma Regulatório e Proteções ao Investidor

A FSA pretende incluir criptomoedas na lista de ativos elegíveis para ETFs, com medidas reforçadas de proteção ao investidor. Diferente de mercados spot diretos, esses produtos negociam como ações tradicionais, eliminando barreiras como gerenciamento de carteiras digitais. A mudança segue aprovações nos EUA e Hong Kong em 2024, onde ETFs de Bitcoin acumularam US$ 120 bilhões.

Para o investidor prático, isso significa exposição simples e regulada a criptoativos via corretoras familiares. No Japão, regulado pela FSA desde 2017, essa evolução equilibra inovação com segurança, evitando riscos de custódia direta.

Liderança de Nomura e SBI no Mercado Japonês

Nomura e SBI estão posicionadas como pioneiras, graças à infraestrutura existente em gestão de ativos. A SBI já anunciou planos para um ETF duplo de Bitcoin e XRP, além de estruturas híbridas com ouro. Ambas aguardam aprovação da bolsa de Tóquio.

Essas instituições tradicionais trazem credibilidade, facilitando a entrada de fundos de pensão e investidores institucionais japoneses. Para brasileiros monitorando tendências globais, isso reforça o Japão como hub cripto amigável na Ásia.

Projeções de Mercado e Impacto Global

Analistas estimam 1 trilhão de ienes (US$ 6,4 bilhões) em ativos iniciais, impulsionados pela capitalização global de cripto em US$ 3 trilhões. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 464.035 (+1,02% em 24h), refletindo apetite por ativos regulados.

Com dólar a R$ 5,28, o potencial em reais é atrativo. ETFs japoneses podem acelerar adoção institucional na região, beneficiando liquidez global e preços de altcoins como Ethereum e Solana.

O Que Monitorar a Partir de Agora

Investidores devem acompanhar consultas regulatórias da FSA e aprovações da bolsa. Sinais positivos, como discursos pró-fintech da ministra das Finanças, indicam aceleração. Para o varejo brasileiro, isso é um lembrete: mercados maduros expandem opções seguras, mas volatilidade persiste.


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Executivos cartoon institucionais girando engrenagem conectada a cristais BTC e AVAX, simbolizando lancamento de ETFs e aceleracao no mercado cripto

Aceleração Institucional: VanEck lança ETF spot de AVAX e BlackRock inova em Renda BTC

📊 BOLETIM CRIPTO | 26/01/2026 | NOITE

ETFs inovadores e aportes bilionários marcam a aceleração institucional definitiva do ecossistema cripto nesta segunda-feira. Enquanto a BlackRock expande sua oferta com fundos focados em geração de renda e a VanEck inaugura o mercado de ETFs spot para altcoins com o Avalanche, o setor de infraestrutura demonstra vigor com a Zero Hash atingindo valuation de US$ 1,5 bilhão. Embora o viés de alta moderado prevaleça no sentimento agregado, incidentes de segurança na Binance e em protocolos DeFi da rede Base servem como lembretes críticos dos riscos que ainda permeiam a fronteira digital, exigindo cautela e higiene cibernética rigorosa dos investidores.


🔥 Destaque: VanEck empossa Avalanche no Wall Street

O lançamento do ETF de Avalanche (VAVX) pela VanEck nos Estados Unidos marca um ponto de inflexão histórico para a adoção institucional de altcoins. Pela primeira vez, investidores tradicionais têm acesso a um produto que oferece não apenas exposição direta ao preço do AVAX, mas também repassa rendimentos provenientes de staking. Este movimento solidifica a narrativa de que o mercado de ETFs está evoluindo rapidamente para além do duopólio Bitcoin e Ethereum.

A iniciativa da VanEck é estratégica: ao focar no mercado de gestores de patrimônio (RIAs), a gestora remove as barreiras técnicas e de custódia que impediam a entrada de trilhões de dólares em ativos de Camada 1. No contexto atual, o Avalanche se posiciona como um ativo legítimo para alocação institucional, o que deve aumentar sua liquidez e estabilidade de preço no médio prazo.

Contudo, a estrutura regulatória adotada — fora do Investment Company Act of 1940 — exige atenção. Essa configuração pode implicar menos proteções ao investidor em cenários de crise extrema. Além disso, a concentração de poder de validação nas mãos de um único emissor de ETF levanta debates sobre a descentralização futura da rede Avalanche, um pilar fundamental para sua segurança.

O sucesso do VAVX servirá como termômetro para a próxima onda de produtos focados em Solana (SOL) e Chainlink (LINK). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 463.775,91, refletindo um mercado que observa com otimismo a expansão institucional para o setor de altcoins.


📈 Panorama do Mercado

O viés de alta moderado é sustentado por uma convergência inédita entre clareza regulatória e sofisticação de produtos. A análise do banco Jefferies sobre o projeto de lei CLARITY Act aponta que Wall Street está pronta para destravar a tokenização de ativos do mundo real (RWA) assim que a estrutura de mercado nos EUA for formalizada. Este cenário é reforçado pelo aporte massivo na Zero Hash, que optou pela independência em vez de uma aquisição pela Mastercard.

Paralelamente, o mercado de derivativos ganha profundidade com as novas estratégias de covered calls da BlackRock, atraindo capital conservador focado em fluxo de caixa. No ambiente on-chain, a movimentação de uma baleia antiga acumulando US$ 343 milhões em Ethereum no Aave sinaliza forte convicção de alta, embora eleve o risco de liquidações em cascata caso o preço sofra correções súbitas.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Vazamento de Credenciais na Binance: Exposição de 420 mil senhas via malware exige troca imediata de credenciais e ativação de 2FA para evitar roubos de conta.
  • Exploits em Contratos Inteligentes: O ataque de US$ 16,8 milhões na SwapNet (Base) reforça o perigo de aprovações ilimitadas em protocolos DeFi.
  • Alavancagem Sistêmica no Aave: Uma queda no preço do ETH pode forçar a liquidação de posições massivas, gerando volatilidade extrema e slippage no mercado.
  • Incerteza Legislativa: O atraso na aprovação de leis de estrutura de mercado nos EUA pode paralisar investimentos institucionais em ativos tokenizados.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Geração de Renda em Cripto: Novos ETFs de covered calls e staking permitem capturar rendimentos passivos em veículos regulados pela SEC.
  • Infraestrutura de Tokenização: Empresas como a Zero Hash estão se tornando os “picaretas e pás” da nova economia, oferecendo exposição ao crescimento dos RWA.
  • Sinalização de Smart Money: A alavancagem agressiva de grandes investidores no Ethereum sugere um momentum positivo para a rede no curto prazo.
  • Higiene de Segurança: O uso de ferramentas como o Revoke.cash após o hack na Base pode proteger fundos contra vulnerabilidades ocultas em contratos.

📰 Principais Notícias do Período

1. BlackRock Expande Oferta com ETF de Renda em Bitcoin via Covered Calls
A BlackRock protocolou o ETF iShares Bitcoin Premium Income, que utiliza uma estratégia de venda de opções para gerar renda sobre sua exposição em Bitcoin. O produto visa atrair investidores focados em rendimentos frequentes, embora limite o potencial de lucro em cenários de alta explosiva do ativo.

2. VanEck lança ETF spot de Avalanche, abrindo as portas para Altcoins
Com o ticker VAVX, a VanEck inaugurou o primeiro ETF spot de Avalanche nos EUA. O fundo inclui a funcionalidade de repasse de yield de staking, oferecendo uma forma simplificada para institucionais acessarem a rede sem a complexidade de gerir a própria infraestrutura.

3. Jefferies: Lei de Estrutura de Mercado é o Gatilho para Tokenização TradFi
O banco de investimento Jefferies identificou no CLARITY Act o elo que faltava para a entrada massiva de Wall Street na tokenização. A legislação deve definir regras claras para stablecoins e ativos digitais, criando um ambiente seguro para gigantes financeiros operarem on-chain.

4. Zero Hash: Valuation de US$ 1,5B e independência sinalizam mercado aquecido
A provedora de infraestrutura Zero Hash negocia um aporte de US$ 250 milhões após desistir de ser adquirida pela Mastercard. A aposta na independência valida a demanda institucional por plataformas neutras para liquidação de ativos digitais e stablecoins em escala global.

5. Baleia ‘BTC OG’ Alavanca US$ 343M em ETH no Aave
Uma baleia proeminente depositou 118.000 ETH no protocolo Aave para tomar um empréstimo de US$ 180 milhões em USDC. O movimento demonstra uma alavancagem agressiva e sinaliza uma expectativa otimista para o Ethereum nas próximas semanas.

6. Vazamento Massivo de Credenciais Exige Ação Imediata de Usuários da Binance
Um banco de dados exposto contendo 420 mil credenciais associadas à Binance foi identificado. Os dados originam-se de infostealers nos dispositivos de usuários. Recomenda-se a troca imediata de senhas e uso obrigatório de autenticação de dois fatores.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxos dos Novos ETFs: O AUM inicial nos fundos da BlackRock e VanEck servirá como prova real do apetite institucional.
  • Votações no Senado dos EUA: A evolução do CLARITY Act é o principal catalisador regulatório para o setor de RWA.
  • Saúde da Posição Aave: Monitorar o fator de saúde da carteira da baleia de 118k ETH para antecipar riscos de liquidação sistêmica.
  • Relatos de Invasão: Atividade incomum de suporte na Binance após o vazamento de dados.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, o viés de alta moderado deve persistir, impulsionado pela euforia em torno dos novos instrumentos institucionais e pelos aportes pesados em infraestrutura. É provável que o AVAX apresente volatilidade positiva com o início das negociações do ETF da VanEck, enquanto o Ethereum (ETH) testará suportes importantes sustentados pela alavancagem de grandes participantes. Contudo, investidores devem permanecer vigilantes: o vazamento de dados na Binance pode gerar tentativas de ataques de phishing direcionados, exigindo cautela extra em interações com e-mails e plataformas de negociação. A atenção deve se voltar também para a rede Base, onde a resposta ao exploit da SwapNet determinará a resiliência da liquidez no ecossistema.


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Executivos cartoon saindo de vault com sacos de energia dourada, simbolizando saídas recordes de US$ 1,33 bi em ETFs de Bitcoin

Êxodo Institucional: ETFs de Bitcoin Têm Saída Recorde de US$ 1,33 Bilhão

Os ETFs de Bitcoin à vista registraram uma saída recorde de US$ 1,33 bilhão na semana encerrada em 23 de janeiro de 2026, a maior da história desde o lançamento em janeiro de 2024. Nenhum dia apresentou fluxo positivo, refletindo reatividade institucional ao declínio do Bitcoin, que negociava a US$ 88.901 no período. Esse movimento contrasta com a entrada de US$ 1,42 bilhão na semana anterior, sinalizando baixa confiança de longo prazo em Wall Street.


Detalhes dos Resgates em ETFs de Bitcoin

O fluxo negativo diário foi implacável: segunda-feira registrou US$ 483,38 milhões em saídas, terça-feira o pico de US$ 708,71 milhões, seguida por US$ 32,11 milhões na quarta e US$ 103,57 milhões na quinta. O IBIT da BlackRock liderou com resgates de US$ 537,49 milhões, seguido pelo FBTC da Fidelity com US$ 451,50 milhões. O GBTC da Grayscale, o BITB da Bitwise e o ARKB da Ark Invest somaram perdas de US$ 172,09 milhões, US$ 66,25 milhões e US$ 76,19 milhões, respectivamente.

Os ativos sob gestão (AUM) totais caíram para US$ 115,88 bilhões, com IBIT detendo 54% do mercado. O fluxo acumulado netto é de US$ 56,49 bilhões. Em reais, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 461.057,67 às 18h27 de 25/01, com queda de 2,62% em 24h e volume de 198,82 BTC.

Ethereum e Outros ETFs Seguem o Mesmo Caminho

Os ETFs de Ethereum à vista não escaparam, com saídas de US$ 611,17 milhões. O ETHA da BlackRock respondeu por US$ 431,50 milhões (71% do total), enquanto os AUM caíram para US$ 17,70 bilhões, ou 4,99% da capitalização do ETH. Fluxo acumulado netto: US$ 12,30 bilhões. Diariamente, os resgates foram consistentes: US$ 229,95 milhões na segunda, US$ 297,51 milhões na terça, e cerca de US$ 41 milhões nas quinta e sexta.

Outros fundos como os ETFs de XRP registraram a primeira saída semanal de US$ 40,64 milhões, quebrando a sequência positiva. Os ETFs de Solana, porém, contrariaram a tendência com entradas de US$ 9,57 milhões, o único ponto positivo entre os principais.

Sentimento de Wall Street e Implicações On-Chain

Os dados de SoSoValue destacam um padrão de oscilação: após US$ 1,42 bilhão em entradas na semana de 16/01, o reverso veio com a queda do BTC. Isso sugere investidores institucionais reativos, vendendo em baixas sem visão de longo prazo. On-chain, os outflows pressionam a liquidez spot, potencializando correções. No Brasil, com dólar a R$ 5,29 (AwesomeAPI), os US$ 1,33 bilhão equivalem a cerca de R$ 7,04 bilhões em resgates.

Vale monitorar a próxima semana: entradas anteriores precederam rallies, mas saídas prolongadas podem aprofundar o viés de baixa. Investidores devem acompanhar AUM e volumes para sinais de estabilização.


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Executivos cartoon de cripto e bancos em handshake sobre ponte luminosa com símbolo BNB, representando ETF Grayscale e parceria Coinbase-JP Morgan

Grayscale Arquiva ETF de BNB e Coinbase Fecha com JP Morgan

A Grayscale arquivou pedido de ETF spot de BNB junto à SEC em 23 de janeiro, visando oferecer exposição direta ao token nativo da Binance para investidores americanos. No mesmo ritmo, o CEO da Coinbase, Brian Armstrong, revelou parcerias com JP Morgan e PNC Bank no Fórum de Davos para integrar infraestrutura cripto em produtos bancários. Esses movimentos sinalizam a segunda onda de adoção, com cripto se tornando o novo motor do sistema financeiro global.


Grayscale Aposta em BNB como Próxima Fronteira

A gestora de ativos pioneira no espaço cripto deu mais um passo ousado ao registrar um S-1 para o Grayscale BNB Trust, que negociará na Nasdaq sob o ticker GBNB. O fundo manterá BNB diretamente, rastreando seu valor de mercado e permitindo que investidores acessem a quarta maior criptomoeda por capitalização sem custódia direta. Isso segue o sucesso dos ETFs de Bitcoin e Ethereum, ampliando o portfólio institucional.

Não é a primeira iniciativa: a VanEck já havia solicitado aprovação em abril de 2025. O ex-CEO da Binance, CZ, celebrou o filing como “um pequeno passo para tornar os EUA a capital das criptos”, destacando o acesso à terceira maior cripto (por alguns rankings). Analistas como James Seyffart, da Bloomberg, indicam que uma aprovação pode classificar o BNB como commodity, abrindo portas regulatórias. Atualmente, o BNB oscila em torno de US$ 888 (R$ 4.706), com queda de 0,4% nas últimas 24 horas, mas potencial de alta com influxos institucionais.

Coinbase Integra Cripto aos Bancos Tradicionais

Em Davos, Armstrong detalhou colaborações estratégicas com JP Morgan e PNC Bank, gigantes do setor financeiro, para incorporar blockchain em ofertas bancárias existentes. Essa integração representa uma virada: bancos que outrora viam cripto como ameaça agora buscam sua infraestrutura para eficiência e inovação. BlackRock, maior gestora do mundo, manifestou interesse em tokenizar fundos, acelerando a migração para ativos on-chain.

O CEO enfatizou tendências como negociações de “tudo on-chain”, pagamentos B2B via stablecoins e mercados de previsão em expansão. Com 52 milhões de americanos já usando cripto, a relevância política é inegável, especialmente sob uma administração pró-clareza regulatória. A Genius Act, que exige reservas 100% em treasuries para stablecoins reguladas, pavimenta o caminho para adoção massiva.

Segunda Onda: Tese de Alta para 2026

Esses anúncios consolidam a tese de alta: após a primeira onda com BTC e ETH, altcoins como BNB ganham tração institucional. Grayscale e Coinbase não são isolados; refletem um ecossistema onde Wall Street injeta bilhões via ETFs e tokenização. Para brasileiros, o BNB em R$ 4.706 (cotação AwesomeAPI) oferece exposição acessível via exchanges como Binance.

Investidores devem monitorar a revisão da SEC, esperada em meses, e volumes de parcerias bancárias. Com Bitcoin a R$ 473.545 (Cointrader Monitor), o mercado exibe resiliência. Adeus ao mercado baixista: cripto ascende ao topo de Wall Street.

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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo cartoon da Grayscale correndo para linha de chegada BNB ETF com staking rewards e personagem BNB celebrando, simbolizando corrida institucional por ETF spot

Grayscale Entra na Corrida por ETF de BNB: Staking em Vista

A Grayscale protocolou na SEC um pedido de ETF spot de BNB, seguindo a iniciativa da VanEck e sinalizando a segunda onda de ETFs cripto nos EUA após o êxito de Bitcoin e Ethereum. Com capitalização de US$ 122 bilhões, o BNB — quarta maior cripto — ganha validação institucional. Destaque para o plano inovador de staking da Grayscale, que pode remunerar investidores com rendimentos extras, algo inédito em ETFs spot americanos.


Detalhes do Pedido da Grayscale

O Form S-1 da Grayscale, registrado na sexta-feira (23), propõe o Grayscale BNB Trust (ticker GBNB), para negociação na Nasdaq. O fundo deterá BNB diretamente, refletindo seu valor de mercado menos taxas. Segundo o documento à SEC, investidores terão exposição regulada ao token nativo da BNB Chain sem custódia direta.

A Grayscale, que gerencia US$ 18,9 bilhões em ETFs de Bitcoin e US$ 4,9 bilhões em Ethereum, expande portfólio para altcoins. O BNB, usado para taxas na Binance e governança na BNB Smart Chain, cotado a cerca de US$ 892 (R$ 4.729 via AwesomeAPI), reforça ecossistema da maior exchange global.

Avanço depende de filing 19b-4 da Nasdaq e aprovação da SEC, processo similar ao de BTC/ETH, que acumulam mais de US$ 100 bilhões em AUM.

Corrida com VanEck e Legado dos ETFs BTC/ETH

A Grayscale entra na disputa com a VanEck, que em abril pediu ETF BNB (ticker VBNB) e avançou com emenda S-1 em novembro, removendo staking por incertezas regulatórias. O movimento reflete estratégia agressiva pós-aprovação de spot ETFs de Bitcoin (janeiro 2024) e Ethereum (julho 2024).

Esses produtos capturaram demanda institucional, com ETFs BTC/ETH superando US$ 100 bilhões. Para Bruno Barros, isso indica amadurecimento: “Wall Street não ignora mais altcoins maduras como BNB, com utilidade comprovada em DeFi e pagamentos.”

BNB destaca-se por descontos em trades na Binance e suporte a dApps, posicionando-o como ponte entre CeFi e DeFi.

Inovação do Staking e Validação Institucional

O diferencial da Grayscale é o staking de BNB para gerar receita extra aos cotistas, similar a rendimentos em protocolos on-chain. Apesar de VanEck recuar, Grayscale aposta na viabilidade regulatória sob novo cenário pós-eleições.

Isso valida BNB como reserva de valor corporativa, atraindo family offices e fundos de pensão. Com US$ 122 bilhões em capitalização de mercado, o token impulsiona adoção, especialmente no Brasil, onde Binance lidera volumes.

Os dados sugerem viés de alta: ETFs expandem liquidez e reduzem volatilidade, beneficiando holders de longo prazo.

O Que Esperar da Aprovação

Aprovação pode ocorrer em 2026, catalisando inflows bilionários e alta no BNB. Monitore SEC e Nasdaq; staking pioneiro pode redefinir ETFs cripto, misturando preço spot com rendimento passivo.

Para investidores brasileiros, oportunidade de exposição via corretoras como Binance. Vale monitorar: se aprovado, BNB pode testar US$ 1.000, impulsionado por ecossistema Binance.


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Personagens cartoon regulador e banqueiro removendo correntes de cofre digital, liberando fluxo de ETFs, simbolizando avanços SEC e OCC em crypto banking

Avanço Institucional: SEC Libera Opções de ETF e OCC Impulsiona Crypto Banking

📊 BOLETIM CRIPTO | 24/01/2026 | MANHÃ

O avanço do capital institucional define o tom de alta moderado deste sábado, marcado por decisões históricas nos Estados Unidos. A SEC removeu os limites para opções de ETFs de Bitcoin e Ethereum na Nasdaq, enquanto a OCC sinaliza neutralidade ao prosseguir com a licença bancária da World Liberty Financial. Embora as repressões globais a crimes cibernéticos e as proibições de moedas de privacidade na Índia tragam volatilidade, o momentum institucional prevalece como o principal motor do mercado. O viés de alta é sustentado pela maturação dos instrumentos financeiros e pela resiliência dos grandes participantes, estabelecendo um cenário de otimismo cauteloso para o fim de semana em meio à consolidação de novos fluxos.


🔥 Destaque: SEC Elimina Limites para Opções de ETF

A Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) aprovou, com efeito imediato, a proposta da Nasdaq para remover os limites de posição em opções de ETFs de Bitcoin e Ethereum. Anteriormente restritos a 25.000 contratos, esses instrumentos agora podem ser negociados em escala institucional massiva, abrangendo produtos de gestoras como BlackRock, Fidelity e Grayscale. O movimento é um divisor de águas que equipara os criptoativos às commodities tradicionais no mercado de derivativos.

Para o mercado, a remoção dessas barreiras significa um aprofundamento drástico da liquidez e da sofisticação trader. Instituições financeiras e gestores de fundos agora possuem liberdade total para implementar estratégias complexas de em>hedging e especulação, o que deve reduzir em>spreads e aumentar a eficiência na formação de preços. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 474.903, com o mercado monitorando de perto o impacto desses novos volumes.

Contudo, a liberdade operacional traz novos vetores de atenção. A capacidade de abrir posições gigantescas pode induzir picos de volatilidade, especialmente em eventos de em>gamma squeeze próximos aos vencimentos de contratos. Especialistas alertam que, embora a medida legitime a classe de ativos atrelada às redes Ethereum e Bitcoin, ela também exige maior fiscalização contra possíveis manipulações de mercado em larga escala.

Investidores devem acompanhar o crescimento do open interest nas próximas 48 horas como indicador de adoção institucional. O sucesso desse novo arcabouço técnico será fundamental para consolidar o Bitcoin e o Ethereum como pilares permanentes do sistema financeiro tradicional, transformando o modo como o varejo e as instituições interagem com a volatilidade cripto.


📈 Panorama do Mercado

O cenário atual é de maturação institucional acelerada nos Estados Unidos, que contrasta com uma postura de repressão técnica em outras frentes globais. Enquanto a SEC e a OCC (Office of the Comptroller of the Currency) avançam na integração de serviços bancários e derivativos, a narrativa de rastreabilidade ganha força com a apreensão histórica de 60.000 BTC no Reino Unido e prisões envolvendo o uso de em>Tether em atividades ilícitas.

Este contraste reforça a tese de que o mercado está sendo “limpo” para a entrada de grandes fluxos de capital. A dominância do Bitcoin permanece sólida, mas o setor de moedas de privacidade sofre pressão severa após banimentos na Índia, sinalizando uma bifurcação clara: ativos regulados e transparentes ganham infraestrutura oficial, enquanto projetos focados em anonimato total enfrentam isolamento crescente das exchanges centralizadas.


⚠️ Riscos a Monitorar

  1. Overhang de Liquidação: A posse de 60.000 BTC pelo governo do Reino Unido cria um risco de venda massiva que pode pressionar o preço se despejada em mercado aberto.
  2. Contágio Regulatório: A proibição de Monero e Zcash na Índia pode incentivar outros países do G20 a adotarem descontinuações semelhantes para cumprir regras de AML.
  3. Volatilidade de Derivativos: A ausência de limites em opções de ETF na Nasdaq pode exacerbar movimentos de preço súbitos em datas de expiração de contratos.
  4. Pressão sobre Stablecoins: Casos criminais de alto perfil usando USDT fornecem munição para legisladores acelerarem regulações restritivas sobre emissores de moedas estáveis.

💡 Oportunidades Identificadas

  1. Adoção Institucional: A nova estrutura de opções e a análise de licença bancária pela OCC facilitam o fluxo de bilhões de dólares para o ecossistema.
  2. Migração para Compliance: Projetos e stablecoins que demonstram conformidade fiduciária tendem a ganhar participação de mercado sobre competidores menos transparentes.
  3. Arbitragem de Liquidez: O isolamento de moedas de privacidade em DEXs pode criar janelas de oportunidade para usuários resilientes focados em soberania financeira.

📰 Principais Notícias do Período

1. SEC Libera Opções de ETF Cripto na Nasdaq para Operação em Larga Escala
A SEC aprovou a remoção de limites em opções de ETFs de BTC e ETH na Nasdaq. A medida visa atrair capital institucional pesado e aprofundar a liquidez, sinalizando a aceitação definitiva de derivativos cripto em solo americano.

2. Reino Unido e 60.000 BTC: Risco de Overhang e Teste para o Mercado
A maior apreensão da história britânica resultou no controle estatal de 60.000 BTC. A incerteza sobre como ou quando esses ativos serão liquidados gera cautela entre investidores devido ao potencial impacto no preço.

3. OCC Mantém Análise de Charter para Banco Cripto Ligado a Trump
A OCC prossegue com a análise do pedido de licença bancária da World Liberty Financial. A decisão reforça a neutralidade técnica do órgão e pode abrir caminho para o primeiro grande banco fiduciário cripto integrando TradFi.

4. CZ Nega Laços com Trump: Análise do Risco Político da Binance
Changpeng Zhao (CZ) negou relações de negócios com a família Trump ou acordos para seu perdão. A declaração tenta proteger a Binance de riscos políticos e incertezas regulatórias crescentes nos EUA.

5. Índia Proíbe Moedas de Privacidade: Risco de Contágio Regulatório Global
A FIU-IND baniu a negociação de XMR, ZEC e DASH em exchanges registradas. A decisão isola moedas de privacidade em um dos maiores mercados do mundo, alimentando discussões sobre vigilância vs. privacidade.

6. Uso de Tether em Narcotráfico: Implicações Regulatórias e de Reputação
A prisão de um ex-atleta olímpico por operar um cartel usando USDT para lavagem de dinheiro valida as ferramentas de análise em>on-chain, mas aumenta a pressão por supervisão sobre stablecoins emissores.


🔍 O Que Monitorar

  • Volume em Opções de ETF: Saltos no em>open interest na Nasdaq confirmarão a entrada dos fundos de cobertura.
  • Movimentação On-chain UK Gov: Rastrear carteiras do governo britânico para antecipar qualquer liquidação de BTC.
  • Decisão da OCC: O avanço do charter bancário da WLF definirá o novo padrão de Crypto Banking nos EUA.
  • Fluxo USDT vs USDC: Monitorar se investidores institucionais migram capital para USDC após os escândalos criminais envolvendo Tether.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, o viés de alta marginal deve prevalecer, impulsionado pelo otimismo institucional gerado pela SEC e pela abertura da OCC. O mercado demonstra resiliência ao absorver as notícias negativas vindas da Índia e os riscos de em>overhang do Reino Unido, focando na construção de infraestrutura de longo prazo. A estabilidade do Bitcoin acima de suportes importantes e a valorização de 1,72% do Ethereum nas últimas horas sugerem que o apetite por risco permanece intacto. Investidores devem manter cautela com a volatilidade de curto prazo em derivativos, mas a tendência de fundo aponta para uma consolidação institucional que beneficia a legitimidade de todo o setor cripto.


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Executivos cartoon estilizados conectando ponte luminosa com BNB central, simbolizando ETF Grayscale e adoção institucional em altcoins

Grayscale Arquiva ETF de BNB: Wall Street Mira Altcoins Blue Chip

A Grayscale arquivou na SEC um ETF spot de BNB para negociar na Nasdaq sob o ticker GBNB, seguindo o sucesso dos ETFs de Bitcoin e Ether que acumulam mais de US$ 100 bilhões em ativos. Em paralelo, o gigante suíço UBS, com US$ 6,6 trilhões sob gestão, planeja oferecer trading de Bitcoin e Ether a clientes privados selecionados na Suíça. Esses movimentos marcam a ‘segunda onda’ de adoção institucional, preparando o terreno para altcoins blue chips como BNB.


Detalhes do ETF de BNB da Grayscale

A gestora de ativos registrou o Form S-1 para converter seu BNB Trust em ETF spot, com custódia pela Coinbase e listagem na Nasdaq. O fundo deterá BNB diretamente, refletindo o valor de mercado menos taxas, e pode incluir staking para yields extras. BNB, quarta maior criptomoeda com capitalização de US$ 120,5 bilhões, é o token nativo da Binance, usado em taxas, governança e descontos na BNB Smart Chain.

Segundo a CoinGape, Grayscale é a segunda após VanEck a buscar aprovação para BNB ETF. Atualmente, BNB cotado a cerca de R$ 4.717 via AwesomeAPI, com viés de alta de 0,34% no dia. Esse passo expande as ofertas da Grayscale, que já tem ETFs de BTC, ETH, XRP, SOL e DOGE.

UBS Entra no Mercado Cripto para Grandes Fortunas

O UBS, maior banco da Suíça, avaliará parceiros para oferecer Bitcoin e Ether a clientes de alta renda, impulsionado por demanda crescente. Anteriormente cauteloso, o banco agora segue rivais como JPMorgan e Morgan Stanley, monitorando regulação e riscos. A CoinDesk destaca que isso reflete a estratégia de ativos digitais do UBS, incluindo experimentos com blockchain como tokenização de fundos.

Para brasileiros, isso sinaliza maturidade global: enquanto BTC está a R$ 473.576 segundo Cointrader Monitor (+0,21% em 24h), a entrada de gigantes como UBS reforça a tese de reserva de valor.

Implicações para o Mercado e Próximo Rali

Esses anúncios indicam que Wall Street está pronto para altcoins blue chips além de BTC e ETH. Com ETFs de BNB potencializando liquidez e adoção, espera-se influxo de capitais institucionais. Grayscale e VanEck competem, mas aprovação pode catalisar alta em BNB, similar ao boom pós-ETFs de BTC.

A expansão do UBS na Europa complementa o otimismo: cripto não é mais nicho, mas ativo mainstream. Investidores devem monitorar aprovações da SEC e demanda por BNB em ecossistemas DeFi. Plataformas como Binance oferecem acesso imediato ao token. O cenário é de alta: infraestrutura montada para o próximo ciclo de valorização.


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Cachorro Doge cartoon com gravata Nasdaq e carimbo ETF aprovado, pulando sobre Bitcoin estagnado na cruz da morte, celebrando ascensão dos memecoins

Dogecoin na Nasdaq: ETF do Meme Desafia Bitcoin

O cão que late agora morde na Nasdaq: o primeiro ETF físico de Dogecoin (DOGE), da 21Shares, estreou nesta sexta-feira sob o ticker TDOG, com aprovação da SEC e preço inicial de US$ 0,125. Enquanto o ‘sério’ Bitcoin segue estagnado abaixo da cruz da morte em torno de US$ 90 mil, o Axie Infinity sobe 131% na semana. Memecoins se vingando de Wall Street ou só mais um truque de mágica financeira?


Do Meme ao Mercado: ETF TDOG Chega com Força

Esqueça as piadas de 2013. O Dogecoin, outrora rei das memecoins, agora tem seu ETF à vista na Nasdaq. Emitido pela 21Shares, com custódia da Coinbase e taxa de 0,50% ao ano, o TDOG permite que investidores tradicionais comprem exposição ao DOGE sem mexer em carteiras ou exchanges. Volume inicial? Perto de US$ 1,2 bilhão, com alta de 1,8% nas 24 horas. Para brasileiros, isso significa mais liquidez global, possivelmente reduzindo spreads nas corretoras locais. Mas, ironicamente, o DOGE ainda consolida entre US$ 0,118 e US$ 0,135, longe do ATH de US$ 0,73. Quem diria que o cachorro correria mais que o lobo de Wall Street?

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 473.886 agora, mas sem a euforia do Doge.

Bitcoin Estagnado, Axie em Alta

Enquanto isso, o Bitcoin patina. Preso abaixo da cruz da morte (EMA 50 abaixo da EMA 200), ele oscila em US$ 90.895, com RSI neutro em 48,3. Sem momentum para romper resistências em US$ 91.353. O ‘ouro digital’ perdeu o ímpeto? Em contraste, o Axie Infinity (AXS) é pura adrenalina: +131% na semana, +251% no mês, negociando a US$ 2,88. Culpa da Origins Season 16 da Sky Mavis, com bAXS anti-bot e recompensas novas, atraindo baleias e revivendo o GameFi. ADX em 50 indica tendência forte de alta, mas RSI 82,4 indica sobrecomprado. Atenção, FOMO tardio pode resultar em perdas.

Legitimação das Memecoins ou Bolha 2.0?

É maturidade ou circo? A SEC aprovando ETF de Doge legitima memecoins, criando precedente para outros como DOJE da REX-Osprey. Mas DOGE emite 5 bilhões de moedas/ano, sem escassez como BTC. 67% do supply em baleias? Volatilidade garantida. Axie, apesar do pump, caiu 99% do ATH. Wall Street ama euforia: jovens ricos via ações, mas fundamentos? Questionáveis. Para traders BR, monitore fluxo on-chain e macro (Fed, ouro em US$ 4.900). Memes lucram, mas o cão pode morder de volta.

O Que Monitorar?

DOGE testa resistência em US$ 0,135; rompimento pode ir a US$ 0,15. Axie precisa corrigir o sobrecomprado antes de mais ganhos. BTC? Aguarde cruz dourada. Diversifique, mas em cripto, o meme pode surpreender. Monitore volumes e RSI para entradas seguras.


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Personagens cartoon de ouro clássico e Bitcoin digital erguendo escudo bipartido contra tempestade inflacionária, simbolizando ETF BPRO da Bitwise

Bitwise Lança ETF BPRO: Bitcoin e Ouro Contra Inflação

A Bitwise lançou o Bitwise Proficio Currency Debasement ETF (BPRO), um fundo negociado em bolsa que une Bitcoin e ouro como proteção contra a desvalorização das moedas fiduciárias. Listado na NYSE em 22 de janeiro de 2026, o produto gerenciado ativamente visa preservar o poder de compra em cenários de inflação e expansão monetária excessiva. Ideal para quem busca diversificar e se blindar contra riscos econômicos globais, como a perda de valor do dólar.


O Que é um Debasement ETF?

Um Debasement ETF é um fundo de investimento projetado especificamente para combater o ‘debasement’, ou desvalorização das moedas fiat causada por impressão excessiva de dinheiro, déficits fiscais e políticas expansionistas. Diferente de ETFs tradicionais de ações ou renda fixa, ele foca em ativos que historicamente mantêm valor em tempos de crise monetária.

No caso do BPRO, a estratégia ativa ajusta dinamicamente a alocação entre Bitcoin, ouro, prata, platina, paládio e ações de mineradoras. É obrigatório manter pelo menos 25% em ouro, garantindo uma base sólida. Essa rotação evita alocações fixas, adaptando-se às condições de mercado para maximizar a proteção do patrimônio.

Para iniciantes, pense assim: enquanto governos imprimem mais dinheiro, reduzindo seu poder de compra, esses ativos atuam como ‘moedas duras’ – escassos e independentes de políticas centrais.

Por Que Combinar Bitcoin e Ouro?

O ouro é o hedge clássico contra inflação há milênios, com demanda crescente de bancos centrais – que compraram toneladas nos últimos anos, elevando seu preço em 79% no último ano. Já o Bitcoin, com suprimento limitado a 21 milhões de unidades, é o ‘ouro digital’: escasso, portátil e divisível, complementando o metal físico.

A combinação inteligente reduz riscos: ouro oferece estabilidade em crises geopolíticas, enquanto Bitcoin captura upside em adoção institucional via ETFs. Matt Hougan, CIO da Bitwise, alerta que a desvalorização do dólar acelerou nos últimos 15 anos, tornando essa dupla essencial para famílias preservarem riqueza a longo prazo.

Em resumo, ouro protege o ‘chão’, Bitcoin impulsiona o ‘teto’ – juntos, formam um escudo diversificado contra erosão fiat.

Funcionamento do BPRO e Desempenho Inicial

Parceria com Proficio Capital Partners, o BPRO cobra 0,96% de taxa anual – razoável para gestão ativa. No primeiro dia de negociação (22 de janeiro de 2026), registrou US$ 13,2 milhões em volume e US$ 52,4 milhões em AUM, sinalizando interesse inicial apesar de menor que ETFs spot de Bitcoin.

A gestão combina expertise em cripto da Bitwise com metais preciosos da Proficio, rotacionando ativos conforme volatilidade. Diferente de portfólios tradicionais (ações + bonds), que falharam em preservar o poder de compra, o BPRO prioriza ‘armazenamento de valor’ em era de dívida alta.

Para brasileiros, expostos à inflação crônica e dólar volátil, é uma opção acessível via corretoras internacionais, ajudando a dolarizar e proteger poupança.

Proteção Contra Inflação: Lições Práticas

A inflação fiduciária erode patrimônio silenciosamente – no Brasil, vimos isso com planos econômicos passados. O BPRO educa sobre diversificação: aloque parte em ativos reais, não só reais (R$). Ray Dalio sugere 15% em ouro + Bitcoin; aqui, um ETF facilita isso para iniciantes.

Monitore: se ETFs de Bitcoin absorvem +100% da mineração diária, como ouro com bancos centrais, espere valorizações parabólicas. Mas lembre: volatilidade existe; use como complemento, não 100% do portfólio. Comece pequeno, estude e proteja seu futuro financeiro.


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Personagem Doge cartoon subindo escadarias da Nasdaq com selo TDOG dourado, celebrando estreia histórica do ETF spot na bolsa

Dogecoin Faz História: ETF Spot TDOG da 21Shares Estreia na Nasdaq

Wall Street agora pode comprar Dogecoin com um clique. A 21Shares lançou o primeiro ETF spot de Dogecoin (TDOG) na Nasdaq nesta quinta-feira (22/01), com sinal verde formal da SEC e apoio oficial da Dogecoin Foundation. Este marco valida o DOGE como ativo regulado, abrindo portas para investidores institucionais e de varejo sem necessidade de carteiras ou exchanges. Com market cap de US$ 21 bilhões, o movimento sinaliza maturidade para a principal memecoin.


O Que é um ETF Spot e Por Que TDOG é Histórico

Um ETF spot detém o ativo real — neste caso, Dogecoin físico — em custódia institucional, oferecendo exposição 1:1 sem derivativos. O TDOG, com taxa de gestão de 0,50%, começou a negociar hoje na Nasdaq, tornando-se o terceiro ETF de DOGE nos EUA, mas o primeiro com aprovação explícita da SEC. Diferente dos lançamentos de Grayscale e Bitwise em novembro, via processo automatizado, o TDOG passa por escrutínio regulatório total, confirmando que DOGE não é security.

Atualmente, o DOGE cotado a cerca de R$ 0,66 (variação de -3,5% em 24h), reflete otimismo com o lançamento, apesar da volatilidade recente.

Apoio Crucial da Dogecoin Foundation

O endosso da Dogecoin Foundation, sem fins lucrativos que gerencia o desenvolvimento descentralizado desde 2014, é pivotal. Parceria com a 21Shares e o braço corporativo House of Doge — apoiado pelo advogado de Elon Musk, Alex Spiro — visa transformar o DOGE de meme em uma rede de pagamentos global. Duncan Moir, presidente da 21Shares, destaca apelo para jovens investidores abastados, que buscam crypto via brokers tradicionais após sucessos de BTC e ETH ETFs.

Essa validação institucional eleva o DOGE, com sua comunidade massiva e imagem “Do Only Good Everyday”, a um patamar estratégico.

Implicações para Investidores e Mercado Cripto

Para brasileiros, o TDOG facilita acesso indireto via brokers globais, sem complicações de custódia. Estratégico em um ciclo de alta, onde ETFs de BTC e ETH atraíram bilhões, o DOGE pode capturar fluxo similar. Analistas veem potencial rali, impulsionado por adoção merchant e utility crescente. Federico Brokate, da 21Shares, enfatiza a comunidade global e casos reais de uso como drivers.

O lançamento expande portfólio da 21Shares, que já oferece ETFs de BTC, ETH, XRP e SOL, consolidando sua liderança em ETPs cripto.

Próximos Passos: Pagamentos e Expansão

A House of Doge planeja lançar o app de pagamentos “Such” no primeiro semestre de 2026, boostando utility do DOGE. Com ETPs na Europa e parcerias como FalconX para liquidez, o ecossistema ganha tração. Investidores devem monitorar inflows no TDOG e reações de mercado — sinal de que memecoins estão maduras para Wall Street.

Esse é o momento: DOGE deixa o meme para trás, rumo à adoção mainstream.


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Personagens cartoon bancário com ouro e tech com Bitcoin/DeFi elevando plataforma híbrida, simbolizando novos fundos institucionais de BTC com rendimento

Novos Fundos de Bitcoin com Rendimento e Ouro Elevam o Mercado em 2026

A Laser Digital, braço digital da Nomura, anunciou o Bitcoin Diversified Yield Fund (BDYF), um produto tokenizado que gera rendimentos para investidores institucionais via estratégias DeFi market-neutral. Paralelamente, a Bitwise lançou o ETF BPRO, combinando Bitcoin, ouro, prata e ações de mineração para proteção contra desvalorização fiduciária. Esses lançamentos sinalizam o amadurecimento do mercado cripto em 2026.


Detalhes do Fundo Yield-Bearing da Laser Digital

O BDYF difere de fundos tradicionais de Bitcoin ao buscar renda adicional por meio de estratégias diversificadas em DeFi, mantendo exposição ao BTC. Gerido ativamente, o fundo usa tokenização via Kaio e custódia pela Komainu, exclusivo para investidores qualificados.

Jez Mohideen, CEO da Laser Digital, destacou que a volatilidade recente reforça a demanda por produtos yield-bearing e market-neutral. "É a evolução natural da gestão de ativos cripto", afirmou. Ao contrário do fundo de adoção de BTC lançado em 2023, o BDYF visa menor correlação com o mercado spot e volatilidade reduzida.

Dados indicam crescente apetite institucional: o fundo responde à preferência por estruturas tokenizadas sobre posições compradas simples, com foco em renda independente de oscilações de preço.

ETF Híbrido da Bitwise Contra Desvalorização

O Bitwise Proficio Currency Debasement ETF (BPRO) aloca no mínimo 25% em ouro, complementado por Bitcoin, metais preciosos e equities de mineração. Listado na NYSE com taxa de 0,96% ao ano, o produto une expertise cripto da Bitwise à experiência em metais da Proficio Capital Partners.

Bob Haber, CIO da Proficio, enfatizou: "A desvalorização cambial é um imposto sobre poupanças; BPRO preserva riqueza". Ajustes dinâmicos visam hedge contra déficits fiscais e impressão monetária global, com alocações flexíveis baseadas em condições de mercado.

O lançamento reflete tendência: ativos resistentes à inflação ganham tração, impulsionando demanda por Bitcoin e ouro em portfólios diversificados.

Implicações para o Mercado Cripto em 2026

Esses produtos marcam transição do Bitcoin como reserva de valor pura para gerador de yield e hedge híbrido. Institucionais buscam retornos além da apreciação spot, com DeFi e commodities tradicionais reduzindo riscos sistêmicos.

No Brasil, onde inflação persiste, equivalentes em BRL podem atrair family offices e fundos de pensão. Volumes globais de ETFs cripto superam US$ 100 bilhões em 2025, projetando um crescimento de 30% em 2026, segundo analistas.

Regulação amadurece: aprovações SEC para ETFs spot pavimentam híbridos, mas volatilidade DeFi exige diligência.

O Que Isso Significa para Investidores Brasileiros

Com BTC a R$ 580.000 (média Cointrader Monitor), esses fundos oferecem diversificação acessível via corretoras globais. Yield em BTC via Laser pode render 5-10% anual em cenários neutros; BPRO protege contra real fraco.

Monitore alocações: ouro mínimo 25% no BPRO equilibra upside cripto com estabilidade tradicional. Para brasileiros, exposição indireta via ETFs reduz custódia e tributação direta.

Esses lançamentos consolidam Bitcoin como pilar institucional, evoluindo de especulação para alocação estratégica.


📌 Nota: Uma das fontes originais estava temporariamente indisponível; conteúdo complementar obtido de cobertura equivalente.

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Executivos cartoon tailandês, BitGo e Bitwise abrindo caminhos institucionais para Bitcoin ETF e NYSE, com baleia ao fundo simbolizando riscos

Avanço Institucional: Tailândia Aprova ETFs e BitGo Estreia na NYSE

📊 BOLETIM CRIPTO | 22/01/2026 | NOITE

O mercado de criptoativos consolida sua transição para a maturidade institucional nesta quinta-feira, impulsionado por uma tríade de avanços regulatórios e financeiros. A finalização das regras para ETFs na Tailândia, o lançamento de novos produtos híbridos pela Bitwise e o IPO bem-sucedido da BitGo na NYSE sinalizam um forte apetite por infraestrutura regulada. Embora o cenário enfrente a pressão de baleias adormecidas e o escrutínio rigoroso sobre stablecoins ligadas a sanções, o viés de alta moderado prevalece. A jornada para a integração com as finanças tradicionais ganha tração, enquanto eventos de debanking político reforçam a necessidade intrínseca de sistemas descentralizados e resistentes à censura. O dia marca um ponto de inflexão onde o plumbing institucional começa a superar as incertezas pontuais do varejo.


🔥 Destaque: Tailândia Consolida Marco para 2026

Dando um passo decisivo para se tornar o principal centro de criptoativos do Sudeste Asiático, a Comissão de Valores Mobiliários (SEC) da Tailândia confirmou a finalização das regras para o lançamento de ETFs de criptomoedas e contratos futuros para o primeiro trimestre de 2026. Este marco não é apenas burocrático; ele representa a abertura de um canal direto de capital institucional em uma das maiores economias da região, permitindo que fundos de pensão e grandes gestores acessem o Bitcoin e o Ethereum via veículos regulados na bolsa local.

A nova estrutura legal reconhecerá formalmente os ativos digitais sob a Lei de Derivativos, permitindo a negociação de produtos simplificados que eliminam barreiras críticas de custódia e segurança. A estratégia tailandesa inclui isenções fiscais até 2029, o que deve gerar um efeito dominó regulatório em nações vizinhas como Malásia e Vietnã, acelerando a criação de um mercado regional robusto e interconectado.

Para o investidor global, o sucesso deste modelo servirá como barômetro para a adoção asiática. É muito provável que a disponibilidade de futuros na bolsa TFEX aumente a liquidez e permita estratégias de proteção mais sofisticadas. O destaque do período reside na clareza: a Tailândia deixa de apenas discutir diretrizes para estabelecer um status oficial de implementação, o que deve atrair gestoras internacionais de peso nos próximos meses.

Contudo, o mercado deve monitorar a concorrência agressiva de centros como Hong Kong e Singapura. A capacidade da Tailândia de atingir uma massa crítica dependerá da agilidade das gestoras licenciadas em oferecer produtos competitivos antes que a liquidez se fragmente em outros polos financeiros da Ásia.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento de mercado apresenta um viés de alta moderado, sustentado por uma convergência inédita de produtos regulados na maior bolsa de valores do mundo. O IPO da BitGo na NYSE, que registrou uma valorização imediata de 25% sobre o preço inicial, valida a tese de que a infraestrutura cripto é agora vista como uma aposta segura pelo capital tradicional. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 472.940,61, apresentando uma leve correção de 1,3% nas últimas 24 horas, enquanto investidores digerem movimentações on-chain.

Dados da AwesomeAPI mostram que o Ethereum (ETH) é negociado a R$ 15.626,41, refletindo uma volatilidade típica de períodos de consolidação institucional. A tendência identificada é de migração para ativos de porto seguro dentro do ecossistema, com o lançamento do ETF BPRO da Bitwise fortalecendo a narrativa do Bitcoin como ouro digital frente à desvalorização das moedas fiduciárias globais. O mercado de capitais tradicional parece estar absorvendo o risco cripto através de infraestrutura e veículos híbridos, criando uma base de suporte mais sólida para os ciclos futuros.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Pressão de Baleias Adormecidas: A movimentação de 909 BTC de uma carteira inativa há 13 anos gera temor de realização de lucros massiva. Se esses fundos migrarem para corretoras, podem causar uma pressão vendedora de US$ 81 milhões no curto prazo.
  • Sanções e Compliance em Stablecoins: O bloqueio da stablecoin russa A7A5 revela riscos de contágio regulatório para o USDT. Usuários com histórico on-chain contaminado podem sofrer congelamentos de fundos em exchanges centralizadas.
  • Debanking e Risco Político: O processo de Donald Trump contra o JPMorgan expõe a censura financeira como uma arma política. Isso pode tornar os bancos ainda mais avessos ao setor cripto, restringindo o acesso bancário para empresas do setor.
  • Exposição à Volatilidade Sistêmica: Mesmo empresas públicas como a BitGo enfrentam o risco de correlação indireta. Um eventual mercado de baixa prolongado pode reduzir a demanda por custódia, impactando diretamente o preço das ações no mercado aberto.

💡 Oportunidades Identifiedas

  • Hedge Macro com ETFs Híbridos: O novo ETF BPRO da Bitwise combina Bitcoin e ouro, simplificando a alocação para investidores tradicionais que buscam proteção contra a inflação via ativos escassos em um único produto regulado.
  • Demanda por Compliance On-chain: O rastreamento bem-sucedido de fluxos bilionários abre uma janela para o crescimento de empresas de análise blockchain. Protocolos que adotarem ferramentas de transparência tendem a atrair mais capital institucional.
  • Fortalecimento do HODL: A reativação de carteiras da era Satoshi serve como prova social extrema do sucesso da estratégia de longo prazo, atraindo investidores resilientes que buscam no Bitcoin uma reserva de valor geracional.

📰 Principais Notícias do Período

1. Tailândia Consolida Marco Regulatório Cripto para 2026: ETFs e Futuros
A SEC tailandesa finalizou as diretrizes operacionais para ETFs de criptoativos e futuros na TFEX para o primeiro trimestre de 2026. A medida visa mitigar riscos de segurança e atrair grandes fundos de investimento para o ecossistema local.

2. ETF Híbrido da Bitwise (BPRO) Valida Bitcoin como Macro Ativo
Lançado na NYSE, o BPRO combina Bitcoin, ouro e ações de mineração. Gerido ativamente, o fundo foca na proteção contra a desvalorização da moeda, consolidando a tese do BTC como ativo de reserva patrimonial ao lado do metal precioso.

3. IPO da BitGo na NYSE: Validação Institucional e o Teste do Mercado Público
A BitGo, gigante da custódia digital, estreou na bolsa de Nova York com alta de 25%. A listagem em uma das plataformas mais rigorosas do mundo valida a infraestrutura cripto como uma classe de ativos viável para Wall Street.

4. A7A5: O Teste de Estresse de US$ 100 Bilhões para Sanções em Cripto
A stablecoin russa A7A5, que servia como ponte para o USDT, teve sua liquidez drenada após sanções dos EUA e da UE. O caso demonstra o poder do rastreamento on-chain em desarticular redes financeiras sob restrição.

5. Movimentação de Baleia Adormecida Aumenta Incerteza no Curto Prazo
Uma carteira inativa desde 2013 moveu 909 BTC (R$ 430 milhões). A transação de um investidor pioneiro levanta dúvidas sobre uma possível realização de lucros ou apenas um reposicionamento estratégico de custódia.

6. Processo Trump vs JPMorgan: Risco Político no Sistema Financeiro Tradicional
Donald Trump processou o JPMorgan em US$ 5 bilhões por debanking motivado politicamente. O litígio reforça a narrativa de que o sistema fiduciário pode ser usado como ferramenta de censura, favorecendo alternativas cripto.


🔍 O Que Monitorar

  • Volume de Negociação na SET: A liquidez inicial dos ETFs na Tailândia indicará a força real da demanda institucional asiática.
  • Preço da Ação BitGo (NYSE): Uma estabilidade acima do valor do IPO sinalizará confiança contínua na infraestrutura do setor.
  • Fluxos On-chain da Baleia de 2013: Monitorar se os fundos chegam a endereços de exchanges como a Binance ou se permanecem em carteiras privadas de holding.
  • AUM do ETF BPRO: O crescimento do patrimônio sob gestão do fundo da Bitwise medirá o apetite por hedges macro combinados.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, esperamos que o mercado mantenha um movimento de sustentação impulsionado pelo otimismo institucional das bolsas americanas e asiáticas. Embora novas sanções on-chain ou vendas pontuais de grandes investidores possam gerar volatilidade local, a fundação de produtos regulados cria um suporte psicológico e técnico importante para o Bitcoin. O viés otimista moderado prevalece, condicionado à ausência de novos congelamentos massivos em protocolos de staking ou stablecoins. Investidores devem manter atenção ao fluxo de notícias sobre regulação financeira, que continua sendo o principal motor de volatilidade. A integração com o sistema tradicional está em curso acelerado, e plataformas globais como a Binance continuam sendo as principais portas de entrada para quem busca liquidez nestas novas narrativas institucionais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança desequilibrada com cofres ETFs Wall Street vs nuvem vaporosa tokenização, personagens cartoon debatendo desafio SEC

Tokenização de ETFs: O Próximo Desafio da SEC para Wall Street

Tokens de ETF: Wall Street quer transformar ações em ativos digitais 24/7. A gestora F/m Investments, com US$ 18 bilhões em ativos, protocolou na SEC o primeiro pedido para tokenizar cotas de seu ETF de Treasuries de 3 meses (TBIL) em uma blockchain permissionada. A proposta visa eficiência operacional, mas enfrenta ceticismo, como a crítica de um professor de Columbia ao plano similar da NYSE, chamado de vaporware. Isso é a ponte para o futuro ou apenas hype regulatório?


O Que é Tokenização de Cotas de ETF?

A tokenização de cotas de ETF significa converter as frações tradicionais de um fundo negociado em bolsa em tokens digitais registrados em uma blockchain. Imagine um ETF de Treasuries americanos, como o TBIL da F/m, onde cada cota é um token único na rede blockchain. Isso permite registro imutável de propriedade, liquidação instantânea de transações e potencial para negociações 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem depender dos horários da bolsa tradicional.

Para iniciantes: ETFs são fundos que replicam índices ou ativos, como Treasuries (títulos do Tesouro dos EUA). Hoje, as cotas são registradas em sistemas centralizados, suscetíveis a erros humanos e delays. Com blockchain permissionada — rede privada acessível só a participantes autorizados —, a F/m busca modernizar sem abrir mão de proteções regulatórias. As cotas tokenizadas seriam trocadas 1:1 pelas tradicionais, preservando direitos de voto e econômicos. Negociações secundárias continuariam via corretoras registradas.

A Proposta da F/m Investments à SEC

A F/m Investments gerencia US$ 18 bilhões e vê na tokenização uma forma de eficiência. O CEO Alexander Morris enfatiza: criar um “on-ramp regulado” que una inovação à proteção ao investidor de 85 anos. A blockchain atuaria só como camada de registro e liquidação, com transferências restritas a atividades autorizadas. Isso suporta interfaces digitais modernas e alocações automáticas, preparando o fundo para mercados tokenizados emergentes.

O pedido à SEC é pioneiro, mantendo arbitragem e trading tradicionais enquanto testa a viabilidade. Instituições globais já exploram produtos tokenizados, e a F/m quer liderar dentro das regras, evitando um futuro sem salvaguardas.

Críticas: NYSE e o Rótulo de ‘Vaporware’

Nem todos estão convencidos. O professor Omid Malekan, da Columbia Business School, classificou o plano da NYSE para tokenização de ações e ETFs com trading 24/7 como vaporware — produto anunciado sem detalhes concretos. Faltam infos sobre a chain usada, se permissionada ou não, tokenomics e fees. Malekan argumenta que o modelo centralizado da NYSE choca com a arquitetura descentralizada da tokenização.

Ele compara à AT&T nos anos 90, pioneira em telecom mas fraca na internet. Apesar disso, executivos cripto veem potencial: trading on-chain nativo sem wrappers. ARK Invest projeta mercado de RWA (ativos do mundo real tokenizados) de US$ 22 bilhões para US$ 11 trilhões até 2030.

Revolução ou Marketing? O Que Vem a Seguir

Para investidores brasileiros, isso sinaliza maturidade: Wall Street se “blockchainiza”, podendo baratear acesso a ativos globais via tokens. Mas riscos persistem — regulação da SEC é lenta, e vaporware pode frustrar expectativas. Monitore aprovações: se F/m avançar, abre portas para ETFs tokenizados acessíveis. Vale acompanhar como isso equilibra inovação e proteção, definindo se tokenização é ponte para o futuro ou buzzword.


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Executivo cartoon abrindo portas douradas da NYSE para personagem NEAR shard cyan, simbolizando avanço do ETF spot pela Grayscale

Grayscale Avança com ETF Spot de NEAR na NYSE Arca

A gestora de ativos cripto Grayscale protocolou junto à SEC um prospecto preliminar para converter seu NEAR Protocol Trust em um ETF spot listado na NYSE Arca. Lançado em setembro de 2025 no mercado OTCQB sob o ticker GSNR, o fundo gerencia US$ 900 mil em ativos, apesar de uma queda de 45% no NAV por ação desde o início. Essa conversão formal segue o padrão da Grayscale de transformar trusts privados em produtos acessíveis a investidores institucionais, destacando o potencial do NEAR como infraestrutura Layer 1 para o futuro do DeFi e agentes de IA. O movimento ocorre em 21 de janeiro de 2026, reforçando a maturidade institucional do ecossistema cripto.


Detalhes da Conversão do NEAR Trust

O arquivamento na SEC marca um passo decisivo para o Grayscale NEAR Trust, que oferece ações representando frações de tokens NEAR. Diferente de um simples filing inicial, essa solicitação de conversão visa listar o produto diretamente na NYSE Arca, facilitando acesso via corretoras tradicionais. O trust, com NAV atual de US$ 2,19 por ação, reflete o desempenho desafiador do NEAR, que caiu 92% em dois anos, de US$ 20 para cerca de US$ 1,54.

Essa estratégia não é nova para a Grayscale. Em 2025, a empresa converteu trusts de Chainlink (LINK), XRP e seu Digital Large Cap Fund em ETFs. Recentemente, formou novos trusts para BNB e Hyperliquid (HYPE), sinalizando expansão para altcoins de alto potencial técnico. Analistas como James Seyffart, da Bloomberg, notam que os filings de ETPs cripto continuam chegando à mesa da SEC, indicando um pipeline robusto de produtos regulados.

Por Que o NEAR? A Arquitetura de Sharding Explicada

A escolha do NEAR pela Grayscale reflete sua arquitetura técnica avançada, centrada no sharding dinâmico via Nightshade. Diferente de blockchains monolíticas como Ethereum pré-sharding, o NEAR divide a rede em shards independentes que processam transações em paralelo. Cada shard gerencia seu próprio estado, permitindo escalabilidade horizontal sem comprometer a segurança ou descentralização.

Em termos acessíveis: imagine a blockchain como uma rodovia. Sem sharding, todo tráfego passa por uma única pista, causando congestionamentos. Com Nightshade, o NEAR cria múltiplas pistas (shards) que se comunicam via cross-shard transactions, alcançando até 100.000 TPS teóricos. Essa eficiência é crucial para dApps de DeFi de alto volume e agentes de IA autônomos, que demandam baixa latência e custos previsíveis. O protocolo é nativo para IA, suportando computação descentralizada e oráculos integrados, posicionando-o como infraestrutura para a próxima onda de adoção Web3.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 478.657 (alta de 0,67% em 24h) reflete o apetite por risco, favorecendo altcoins como NEAR em ciclos de recuperação.

Implicações para DeFi Institucional e Investidores Brasileiros

Essa conversão impulsiona a adoção institucional de DeFi, permitindo que fundos de pensão e family offices exponham portfólios ao NEAR sem custódia direta de tokens. Para brasileiros, o ETF na NYSE Arca significa acesso via BDRs ou corretoras internacionais como Avenue e XP, democratizando investimentos em Layer 1s inovadores. No contexto de inflação e juros altos no Brasil, ativos como NEAR oferecem diversificação além do Bitcoin.

O ecossistema NEAR cresce com upgrades como o Noble (interoperabilidade com Cosmos) e parcerias em IA, reforçando sua relevância. Apesar da queda recente dos altcoins, o padrão histórico da Grayscale sugere confiança em rebounds fundamentais. Investidores devem monitorar a aprovação da SEC, esperada em meses, e o desempenho do fundo pós-listing.

Próximos Passos e Oportunidades

A Grayscale planeja redenção diária de shares por NEAR subjacente, alinhando o ETF ao preço spot. Com o mercado cripto maduro, essa iniciativa pode catalisar inflows para NEAR, similar aos US$ 2,2 bilhões em ETPs cripto recentes. Para traders brasileiros, vale acompanhar volumes no OTC atual e preparar posições para listagem. O sharding do NEAR não é só técnica: é o alicerce para um DeFi escalável e acessível globalmente.


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Executivos cartoon construindo ponte dourada-cyan entre finanças tradicionais e montanha Bitcoin, com aposentado atravessando confiante, simbolizando anuidade protegida da BlackRock

BlackRock Lança Anuidade Bitcoin com Capital Protegido para Aposentados

A parceria entre BlackRock e Delaware Life marca um marco na adoção institucional do Bitcoin: o lançamento da primeira anuidade fixa indexada (FIA) nos EUA com exposição ao BTC e proteção total do capital principal. Anunciado em 21 de janeiro de 2026, o produto usa o ETF IBIT para oferecer retornos do Bitcoin a investidores conservadores próximos da aposentadoria, sem risco de perda do investimento inicial. É o sonho realizado para quem quer cripto na previdência sem medo de quedas de 90%.


Detalhes do Produto Revolucionário

A anuidade segue o BlackRock U.S. Equity Bitcoin Balanced Risk 12% Index, que mistura ações americanas com alocação dinâmica ao Bitcoin via ETF IBIT. O controle de volatilidade limita oscilações a 12%, protegendo o principal enquanto captura o upside do BTC. Disponível em três produtos FIA da Delaware Life, oferece crescimento tributariamente diferido, ideal para planos de aposentadoria.

Investidores aportam capital fixo, que nunca é perdido, e recebem créditos baseados no desempenho do índice. Em anos de alta do Bitcoin, como os recentes que levaram o ativo a US$ 89 mil, o ganho é compartilhado; em quedas, o principal permanece intacto. Essa estrutura híbrida une estabilidade tradicional com potencial exponencial das criptomoedas.

Parceria BlackRock-Delaware: Potência Institucional

BlackRock, maior gestora global, impulsiona isso com seu IBIT, lançado em 2024 e hoje com mais de US$ 70 bilhões em AUM — o maior ETF spot de Bitcoin. Robert Mitchnick, head de ativos digitais da BlackRock, destacou: "Isso permite que clientes de seguros adicionem exposição ao Bitcoin sem custódia direta". Delaware Life, subsidiária da Group 1001 com US$ 40 bilhões em vendas de anuidades, entra no ecossistema cripto respondendo à demanda por diversificação segura.

O sucesso do IBIT prova a maturidade institucional: em 2025, cripto foi tema top da BlackRock ao lado de T-Bills e tech stocks. Essa FIA é ponte perfeita entre finanças tradicionais e Bitcoin como reserva de valor de longo prazo.

Implicações para a Aposentadoria com Cripto

Para aposentados avessos a risco, essa inovação elimina a barreira da volatilidade. Historicamente, quedas de 80-90% no BTC afastavam conservadores; agora, eles capturam ganhos sem downside. Tendência crescente: Meanwhile Group levanta US$ 82 milhões para seguros em BTC, e Trump assina ordem para cripto em 401(k)s. Nos EUA, trilhões em fundos de pensão podem fluir para Bitcoin indiretamente.

No Brasil, onde a previdência privada busca alternativas à Selic baixa, isso inspira. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 479.197 nesta quarta (21/01), com volume 24h de 332 BTC. ETFs como IBIT abrem portas globais.

O Que Isso Significa para Investidores Brasileiros

Brasileiros podem acessar via ETFs listados em bolsas americanas ou plataformas locais. Com adoção assim, o Bitcoin consolida-se como ativo previdenciário global. Monitore aprovações locais para produtos similares — o futuro da aposentadoria agora inclui cripto com segurança. Essa é a narrativa altista: instituições validam o BTC como pilar de riqueza geracional.


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Executivos cartoon de Grayscale e SEC abrindo portas cyan para ecossistema NEAR staking com rewards dourados, simbolizando ETF filing

Grayscale Arquiva ETF de NEAR com Staking na SEC

A Grayscale Investments protocolou Form S-1 na SEC para converter o Grayscale Near Trust, lançado em 2021, em um ETF spot de NEAR Protocol. Com listagem prevista na NYSE Arca sob ticker GSNR e custódia da Coinbase, o fundo inclui cláusula opcional de staking, algo ainda em disputa para o ETF de Ethereum. Apesar do mercado em baixa, NEAR subiu mais de 3%, sinalizando demanda institucional em meio à volatilidade.


Detalhes da Conversão do Trust em ETF

O processo de conversão transforma o trust OTCQB em um veículo regulado, alinhado aos padrões de ETFs spot de Bitcoin. Autorizados participantes poderão criar ou resgatar cestas de 10.000 unidades com NEAR ou caixa, rastreando o preço spot via índice CoinDesk NEAR. A estrutura proposta usa Coinbase como custodiante e corretora principal, com Bank of New York Mellon como administrador. CSC Delaware Trust atuará como trustee, garantindo conformidade regulatória.

Essa migração reflete a estratégia da Grayscale de converter trusts legados em produtos acessíveis a investidores tradicionais, similar aos ETFs de BTC aprovados. O filing ocorre após iniciativa similar da Bitwise em maio de 2025, em um ambiente regulatório mais favorável sob a administração atual.

Staking como Diferencial Competitivo

O destaque do filing é a cláusula de staking, permitindo recompensas via provedores terceirizados, sujeito a aprovação da SEC. Isso introduz rendimento passivo raro em ETFs spot, contrastando com o ETF de Ethereum, que ainda enfrenta barreiras para staking. Se aprovado, o fundo poderia gerar yield adicional, atraindo alocações institucionais em busca de retorno além da apreciação de preço.

Para o ecossistema NEAR, conhecido por escalabilidade e baixa latência, o staking integrado reforça sua proposta como blockchain de alto desempenho, potencializando adoção em DeFi e aplicações Web3.

Reação do Mercado e Suporte Técnico

O anúncio impulsionou NEAR de US$ 1,44 para US$ 1,80, com volume 24h saltando 100% para US$ 316 milhões. Open interest em futuros cresceu 1%, atingindo US$ 226 milhões em Binance e Bybit. Apesar da retração para ~US$ 1,52, o token resiste à pressão de baixa geral, com o NEAR -70% no ano.

Analiticamente, o suporte técnico em US$ 2,30 atua como piso crítico, alinhado às médias móveis de 50 e 200 dias. Um rompimento poderia validar bids institucionais, mirando US$ 2-3, conforme padrões observados em aprovações prévias de ETFs altcoin.

Implicações para Investidores Brasileiros

A aprovação abriria portas na NYSE para exposição regulada a NEAR, beneficiando brasileiros via corretoras internacionais. Com capitalização de US$ 1,94 bilhão e volume diário robusto, o ETF poderia catalisar inflows, elevando liquidez e precificação. Investidores devem monitorar atualizações da SEC, pois o timing regulatório impacta diretamente a dinâmica de preço.

Os dados sugerem potencial de valorização se o suporte de US$ 2,30 se mantiver, mas volatilidade persiste em contexto macro de tensões comerciais globais.


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