Silhueta de baleia mergulhando em poça rasa de liquidez cyan, gerando espiral vermelho com 47K distorcido, simbolizando flash crash no BTC da DEX Lighter

Flash Crash na Lighter: Baleia Derruba BTC para US$ 47.510

O susto do dia abalou traders na DEX Lighter: uma baleia executou venda a mercado de 1.000 BTC no contrato perpétuo de Bitcoin, derrubando o preço para US$ 47.510 em questão de segundos, enquanto o mercado spot mantinha-se firme próximo a US$ 67.000. O fenômeno, conhecido como flash crash ou ‘插針’, destaca os riscos de baixa liquidez em plataformas descentralizadas de derivativos. Felizmente, a Lighter confirmou que não se trata de hack ou manipulação, mas de um impacto natural de grande ordem em ambiente de pouca profundidade de mercado.


O Que Aconteceu na Lighter

Na madrugada de 26 de fevereiro (horário de Taiwan), o contrato perpétuo BTC na Lighter sofreu uma queda extrema, formando uma longa sombra inferior no gráfico. A explicação oficial veio rápida via Discord: um grande participante, possivelmente uma baleia ou market maker, optou por uma venda agressiva a mercado de cerca de 1.000 BTC. Em uma plataforma com liquidez limitada, essa ordem consumiu todos os bids disponíveis, empurrando o preço artificialmente para baixo.

Enquanto o mercado global de BTC oscilava em torno de US$ 67.000, o ‘buraco negro de liquidez’ na Lighter criou um descolamento temporário. O preço recuperou rapidamente, mas não sem consequências: posições alavancadas próximas ao suporte foram liquidadas, gerando perdas inesperadas para quem confiava em stop-loss.

É importante considerar: em DEX de perpétuos como a Lighter, o mecanismo de precificação é sensível a ordens grandes. Diferente de CEX centralizadas com books mais profundos, aqui uma única transação pode distorcer o preço marcado.

Riscos da Baixa Liquidez em DEX

O risco aqui é claro: baixa liquidez amplifica impactos. Em mercados com poucos participantes, uma venda de US$ 67 milhões (valor aproximado dos 1.000 BTC) pode ‘derreter’ o preço além do esperado. Traders de alavancagem são os mais vulneráveis, pois liquidações são baseadas no mark price, que pode ser manipulado por ‘stop hunting’ — caça intencional a stops.

Histórico mostra precedentes: flash crashes semelhantes ocorreram em outras DEX durante picos de volatilidade. Na Lighter, o volume diário ainda é modesto comparado a gigantes como Binance ou Bybit. Atenção para o fato de que, mesmo sem malícia, baleias rotineiras podem causar esses eventos ao gerenciar posições.

Para o leitor brasileiro, vale refletir: plataformas DeFi prometem descentralização, mas trazem armadilhas como essa. O que observar? Profundidade do order book e volume 24h antes de entrar pesado.

Stop-Loss Podem Falhar e Lições Práticas

Um dos perigos mais sutis é o stop-loss sendo pulado. Em cenários de baixa liquidez, o preço pode formar um wick abaixo do seu stop-loss sem volume real, acionando liquidação antes de recuperar. Isso aconteceu aqui: posições long foram varridas injustamente, enquanto o BTC spot nem piscou.

Lições para proteção ao capital:

  1. Prefira DEX com liquidez comprovada (verifique TVL e depth);
  2. Use alavancagem conservadora (máx. 5x em ambientes incertos);
  3. Monitore funding rates e open interest para sinais de estresse;
  4. Diversifique entre CEX e DEX.

Não é pânico, mas realismo: cripto é volátil, e DeFi multiplica riscos.

Casos históricos como o flash crash de 2010 no BTC ou liquidações em massa na Black Thursday reforçam: baixa liquidez é inimiga do trader retail.

Cotação Atual e Perspectiva

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 353.922,86 (alta de 7,1% em 24h), equivalente a cerca de US$ 69.000 com dólar a R$ 5,12. O incidente na Lighter não afetou o mercado amplo, mas serve de alerta.

Vale monitorar: se mais baleias migrarem para perp DEX, episódios assim podem se repetir. Proteja seu capital priorizando liquidez.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede descentralizada cyan atraindo rios dourados de torre centralizada, simbolizando Hyperliquid superando Coinbase em volume de trading

Hyperliquid Supera Coinbase em Volume: Nova Era das DEXs?

Os dados da Artemis revelam que a plataforma on-chain Hyperliquid superou a Coinbase em volume notional de trading, registrando US$ 2,6 trilhões contra US$ 1,4 trilhão da exchange centralizada. Esse marco, ocorrido em fevereiro de 2026, evidencia uma migração acelerada de traders para DEXs focadas em perpetual futures, impulsionadas por liquidez profunda e execução eficiente. A performance YTD reforça a tendência: Hyperliquid +31,7%, enquanto a ação da Coinbase recua 27%.


Volumes Detalhados e Comparação

De acordo com a análise da Artemis, divulgada em 9 de fevereiro de 2026, o volume notional da Hyperliquid alcançou praticamente o dobro do registrado pela Coinbase no mesmo período. Essa métrica reflete o valor total negociado em derivativos perpétuos, excluindo alavancagem efetiva, e destaca a capacidade da DEX de atrair fluxos significativos sem intermediários centralizados.

Desde o início do ano, o token nativo da Hyperliquid valorizou 31,7%, contrastando com a desvalorização de 27% das ações da Coinbase (COIN). Os números sugerem que fatores técnicos, como profundidade de liquidez e baixa latência de execução, superam a marca consolidada da CEX regulada. No entanto, o volume notional representa apenas parte do negócio da Coinbase, que inclui custódia institucional, como para ETFs de Bitcoin.

Sinalizando Migração para DEXs de Alta Performance

A supremacia da Hyperliquid aponta para uma mudança estrutural no ecossistema de trading. Traders profissionais priorizam plataformas on-chain com order books transparentes e execução sub-milissegundo, reduzindo riscos de custódia centralizada. Dados indicam que DEXs como essa capturam participação de mercado em derivativos, onde o volume global supera a negociação spot.

Analistas observam que a combinação de inovação em L1s otimizadas para DeFi e demanda por alavancagem elevada impulsiona essa mudança. A Hyperliquid, focada exclusivamente em perpetuals, exemplifica como especialização atrai volume, desafiando o modelo híbrido de CEXs tradicionais. Traders devem monitorar métricas como TVL e taxa de preenchimento de ordens para avaliar sustentabilidade.

Resposta da Coinbase: Listagem de Superform (UP)

Em movimento para reconquistar relevância, a Coinbase anunciou a listagem do token Superform (UP), com o par UP-USD sujeito a condições de liquidez e suporte a trading, previsto para 10 de fevereiro de 2026. Essa adição visa diversificar oferta em DeFi e atrair liquidez para protocolos emergentes.

A estratégia reflete adaptação a tendências on-chain, onde tokens de infraestrutura DeFi ganham tração. No curto prazo, a listagem pode impulsionar volume spot na Coinbase, mas compete com DEXs nativas. Observadores notam que integrações reguladas fortalecem confiança institucional, equilibrando o avanço das plataformas descentralizadas.

Implicações e Pontos de Atenção

Embora os volumes favoreçam a Hyperliquid, críticas emergem: Kyle Samani, da Multicoin Capital, questionou a governança e conformidade da DEX em postagem no X, alegando promoção de atividades ilícitas. Isso ressalta riscos regulatórios em plataformas permissionless.

Para o mercado, os dados sugerem diversificação: CEXs mantêm domínio em custódia e onboarding fiat, enquanto DEXs lideram em derivativos de alta frequência. Traders devem acompanhar indicadores como variação de volume 24h e níveis de resistência em HYPE e COIN para avaliar o momentum setorial.


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Rede de trilhos cyan luminosos conectando hubs dourados DeFi e Lightning, simbolizando inovação Uniswap UNIfication e RailsX Amboss

Uniswap Reinventa DEX e Amboss Lança RailsX na Lightning

A maior DEX do mercado, Uniswap, aprovou uma reestruturação profunda com a UNIfication, unificando fundação e labs para ativar taxas de protocolo e novo modelo de leilões. Em paralelo, a Amboss lançou o RailsX, exchange P2P nativa de Bitcoin sobre a Lightning Network, resolvendo custódia em trocas sem intermediários. Essas inovações prometem maior soberania financeira para usuários técnicos, com volumes bilionários e foco em eficiência on-chain.


Reestruturação da Uniswap: UNIfication e Governança

A Uniswap, líder em volume de negociações descentralizadas com cerca de 1 trilhão de dólares nos últimos 12 meses, está se reinventando. A proposta UNIfication, aprovada por 98,8% dos detentores de UNI em dezembro de 2025, funde a Uniswap Foundation e Uniswap Labs. Isso ativa taxas de protocolo, direcionando parte das receitas para mecanismos como queima de tokens (UNI burn), fortalecendo o valor do UNI além dos provedores de liquidez tradicionais.

Essa mudança aborda críticas de centralização, mas promete decisões mais ágeis frente a exchanges centralizadas (CEX). O ambiente regulatório favorece: a SEC encerrou investigação em fevereiro de 2025, e um ETF Bitwise Uniswap foi registrado em Delaware. Para o leitor técnico, isso significa governança mais eficiente, com pools v4 otimizados e liquidez aprimorada, impactando diretamente a formação de preços on-chain.

Novo Modelo de Leilões na Uniswap

Outro pilar da reestruturação é o modelo de leilões contínuos para lançamentos de tokens. Em vez de listagens instantâneas propensas a volatilidade extrema, bots e sniping, tokens são distribuídos em blocos. O preço de mercado se forma gradualmente, com liquidez direcionada automaticamente para pools Uniswap v4. Os smart contracts já estão ativos, com integração na web app prevista para fevereiro de 2026.

Essa arquitetura resolve problemas clássicos de DEX: reduz manipulações iniciais e melhora a descoberta de preços. Com 4 bilhões de dólares em volume histórico, Uniswap evolui de plataforma de swap para sistema de mercado autônomo, beneficiando desenvolvedores e traders em DeFi. O UNI negocia a US$ 4,26, em tendência de baixa técnica (RSI 23,1 sobrevendido), mas com suporte em US$ 4,18.

RailsX da Amboss: P2P sem Custódia na Lightning

A Amboss, especializada em infraestrutura Lightning, lançou o RailsX no PlanB Forum, em El Salvador. Essa exchange P2P permite trocas diretas de Bitcoin e stablecoins emitidas via Taproot Assets, sem custódia ou order books centralizados. Usando canais Lightning, usuários mantêm controle total, evitando riscos de congelamento ou altas taxas em CEX.

O RailsX integra o Rails (liquidez em canais), democratizando o FX global (US$ 9,5 trilhões/dia) para quem tem wallet Lightning. Parcerias com Magnolia e Bringin oferecem ramps fiat nos EUA e Europa. Para técnicos, isso significa swaps instantâneos e baratos dentro da rede Bitcoin, sem sair para outras chains, impulsionando pagamentos e trocas cotidianas.

Implicações para Soberania e Redes

Essas novidades reforçam a inovação em redes: Uniswap otimiza DeFi com governança híbrida e leilões justos; RailsX traz P2P nativo ao Bitcoin via Lightning, resolvendo custódia com Taproot. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 443.241 (+0,89% 24h), contexto ideal para adoção.

Usuários ganham soberania: trocas sem intermediários, liquidez eficiente e proteção contra volatilidade. Vale monitorar integrações e adoção para medir impacto real em ecossistemas DeFi e Bitcoin.


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Fábrica cartoon de memes cuspindo moedas de ouro com 2.3M no medidor, enquanto robô DEX desafia elefante corporativo sob bolha de liquidez

Fábrica de Memes Lucrativa: Pump.fun Fatura US$ 2,3 Milhões e DEX Desafia Binance

Em um plot twist digno de comédia cripto, a fábrica de memecoins Pump.fun faturou US$ 2,32 milhões em receita diária, superando até o pomposo Hyperliquid. Enquanto isso, o fundador Jeff Yan ostenta que sua DEX é mais líquida que a Binance em perpétuos de Bitcoin, mas críticos gritam ‘phantom orders’ – ordens fantasmas que evaporam como fumaça. Onde está o dinheiro de verdade no circo atual? Nos degenerados, aparentemente. Isso em 27 de janeiro de 2026.


Pump.fun: A Fábrica de Memes que Imprime Dinheiro

No mundo onde protocolos ‘sérios’ sonham com adoção institucional, entra Pump.fun, a plataforma Solana que transforma qualquer ideia idiota em memecoin por uma taxa irrisória. Dados do DefiLlama mostram que, em 24 horas, gerou US$ 2,32 milhões em receita de taxas de lançamento e trading – mais que o Hyperliquid (US$ 2,16 milhões). É a vingança dos degenerados: enquanto Bitcoin consolida em US$ 88-90 mil, memes explodem, com fees totais batendo US$ 5,4 milhões. Quem diria que lançar um token de cachorro raivoso renderia mais que derivativos sofisticados? O token PUMP sobe 16%, comprando de volta sua própria supply com os lucros. Ironia fina: a bolha de liquidez está nos tokens que morrem em horas.

Para o investidor médio brasileiro, isso significa: esqueça as narrativas grandiosas. O hype está na febre meme, e Pump.fun é a roleta que fatura na casa.

Hyperliquid vs Binance: Liquidez Real ou Ilusão de Óptica?

Do outro lado do ringue, Hyperliquid, a DEX de perpétuos no seu L1 customizado, alega ter virado a Binance em liquidez para BTC perps. Jeff Yan postou prints: spreads de US$ 1 vs mais largos na Binance, book de 140 BTC profundo. Graças ao HIP-3, staking de 500k HYPE cria mercados trustless, elevando open interest de US$ 260 milhões para US$ 790 milhões – puxado por commodities como ouro e prata on-chain.

Mas aí vem o plot twist irônico: críticos chamam de ‘phantom orders‘. Market makers cancelam ordens instantaneamente para fugir de flow tóxico, criando uma ilusão de profundidade. Na Binance, bots agressivos forçam conservadorismo real. Volume diário? Binance ainda esmaga com US$ 10 bilhões vs 50% da Hyperliquid. É liquidez de verdade ou truque de mágica para screenshots bonitos?

Bolha de Liquidez: Memes vs Gigantes, Quem Ganha?

Essa dança reflete a bolha atual: Pump.fun (#3 em receita atrás de USDT e USDC) prova que memes movem dinheiro rápido, mas volátil. Hyperliquid cresce 14% vs Binance em volume, mas questionamentos sobre metodologia expõem fragilidades DeFi. Para traders, lição prática: monitore DefiLlama para receita real, não hype. No Brasil, com dólar a R$ 5,70 (AwesomeAPI), esses US$ 2,3 milhões viram fortuna – mas lembre: 95% dos memes morrem.

Próximos passos? Pump.fun pode sustentar se meme mania durar; Hyperliquid precisa provar liquidez além de prints. O mercado ri por último.


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Fluxos de energia dourada e cyan migrando de estruturas Ethereum/BNB para Base L2 pulsante em verde, simbolizando superação em volume DEX

DEX Shock: Base Supera Ethereum e BNB Chain em Volume pela 1ª Vez

A Base, rede Layer 2 da Coinbase, registrou um marco histórico ao superar Ethereum e BNB Chain em volume de DEX semanal pela primeira vez, alcançando cerca de US$ 16,5 bilhões (aproximadamente R$ 87 bilhões) em 22 de janeiro de 2026. Esse crescimento reflete a migração de liquidez para soluções de escalabilidade com taxas mais baixas e integração nativa com a exchange líder, impulsionado por protocolos como Uniswap e o recente airdrop do token FUN do jogo FootballFun.


Marco Histórico no Volume DEX

O volume de negociações em exchanges descentralizadas (DEX) na Base saltou para US$ 16,5 bilhões na semana encerrada em 22 de janeiro, de acordo com dados do DefiLlama. Para comparação, a Ethereum registrou US$ 13 bilhões e a BNB Chain, US$ 15,6 bilhões no mesmo período. Solana continua liderando com mais de US$ 26,6 bilhões, mas o feito da Base sinaliza uma mudança na dinâmica das blockchains para DeFi.

Essa ascensão demonstra como as Layer 2, como a Base — construída sobre o optimistic rollup do OP Stack —, oferecem transações rápidas e econômicas, atraindo traders que buscam eficiência sem abrir mão da segurança do Ethereum. No Brasil, onde as taxas em reais importam, isso equivale a uma economia significativa em comparação com a mainnet.

Protocolos que Impulsionam o Crescimento

Dois protocolos dominam o ecossistema da Base: a versão local da Uniswap, com US$ 11,3 bilhões em volume semanal, e o Aerodrome, com US$ 2,94 bilhões. A Uniswap beneficia-se da familiaridade dos usuários e liquidez profunda, enquanto o Aerodrome, um AMM (Automated Market Maker) otimizado para Base, atrai com incentivos de yield e baixa latência.

Esses números destacam a rotação de liquidez: traders migram de redes congestionadas para onde as taxas de gas são mínimas, permitindo mais operações com o mesmo capital. Para desenvolvedores brasileiros, isso abre portas para dApps acessíveis, integrando facilmente com carteiras como MetaMask ou a própria app da Coinbase.

Impacto do Airdrop FUN e GameFi

O catalisador imediato foi o lançamento do token FUN do protocolo de jogos FootballFun, apoiado pelo Base Ecosystem Fund da Coinbase Ventures. Na semana do lançamento, a equipe anunciou um airdrop de 20 milhões de FUN e recompensas de liquidez, gerando especulação e influxo de capital. Promoções no X pela Base e Jesse Pollak, líder do projeto, amplificaram o hype.

Embora o FUN tenha caído cerca de 7% após o Token Generation Event (TGE), o volume gerado foi substancial, posicionando FootballFun como o maior protocolo de games na Base por volumes. Esse fenômeno de GameFi ilustra como narrativas temáticas — aqui, futebol, relevante para o público brasileiro — combinadas com incentivos, direcionam liquidez para L2 emergentes.

Implicações para o Mercado DeFi

A supremacia temporária da Base levanta questões sobre sustentabilidade: será que o volume se mantém após o pico especulativo? Investidores devem monitorar métricas como TVL (Total Value Locked), retenção de usuários e concorrência de outras L2 como Arbitrum ou Optimism. Para o ecossistema brasileiro, isso reforça a importância de bridges eficientes e suporte a reais via onramps locais.

Enquanto Solana domina em velocidade, a Base prova que integração com CEXs como Coinbase acelera adoção. Vale acompanhar se Uniswap e Aerodrome expandem features, como leilões de tokens via CCA recentemente lançado na Base.


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Traders cartoon eufóricos em montanha-russa de token no pico com '300%' neon, capturando euforia irônica do SKR na Solana

300% em Um Dia: Token SKR do Celular Solana Faz Ricos (Por Enquanto)

Ah, a vingança dos nerds com celular Solana: o token SKR do smartphone Seeker subiu 300% em 24 horas, batendo US$ 265 milhões de market cap a US$ 0,049. Enquanto isso, a Base atropelou Ethereum e BNB Chain em volume DEX semanal com US$ 16,5 bilhões. 300% em um dia? O dinheiro flui para o barulho maior, mas será que dura ou é só a clássica euforia do primeiro dia?


O Furacão SKR: De Airdrop a Top Gainer

O lançamento do token SKR, nativo do Seeker – o novo celular web3 da Solana Mobile, sucessor do Saga – veio com airdrop para mais de 100 mil usuários e 188 desenvolvedores. Elegíveis claimam direto na wallet embutida do aparelho. Supply fixo de 10 bilhões, com 5,7 bilhões circulando já. Tokenomics divide: 30% para o airdrop, 25% ecossistema, time e labs pegam o resto. Listado em Coinbase, Bybit e Meteora, virou o maior gainer do top 1000 no CoinGecko. Solana Mobile comemora, mas lembre: Saga prometeu mundos e virou poeira.

Base no Comando: Uniswap e Aerodrome Turbinam Volumes

A Base, L2 do Coinbase, registrou US$ 16,5 bilhões em volume DEX na semana, deixando Ethereum (US$ 13 bilhões) e BNB Chain (US$ 15,6 bilhões) comendo poeira pela primeira vez. Solana ainda reina com US$ 26,6 bilhões, mas Uniswap na Base (US$ 11,3 bilhões) e Aerodrome (US$ 2,94 bilhões) carregaram o piano. Motivo? Lançamento do token FUN do jogo FootballFun, backed pela Coinbase Ventures, com airdrop de 20 milhões e promoções no X. Volumes explodiram, mas FUN já cai 7% do TGE. Clássico: euforia rotaciona liquidez.

Sustentável ou Bolha de Celular e Jogos?

SKR grita ‘governança do ecossistema mobile Solana’, mas celulares cripto historicamente flopam pós-airdrop. Saga? Apoio cortado em 2025. Seeker quer mudar isso, mas 90 dias para o claim e tokens não reclamados voltam para o pool. Na Base, o surto veio com gaming, mas FootballFun é o maior por volumes – e já desliza. O mercado adora barulho: airdrops, celulares web3, L2s baratas. Dinheiro segue a euforia, não fundamentos. Gigantes DeFi humilhados? Por enquanto. Amanhã, quem sabe um memecoin novo reina.

O Dinheiro Vai Onde o Barulho É Maior

No cripto, sustentabilidade é piada: 300% faz ricos instantâneos, volumes bilionários viram manchete. Base prova que L2s acessíveis (e Coinbase-backed) comem market share de ETH e BSC. SKR? Teste para Solana Mobile provar que web3 mobile não é só gimmick. Leitores espertos: monitore quedas pós-euforia. O resto? Aproveite a festa enquanto dura. No fim, o mercado ri por último – e geralmente vende na alta.


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Pilar de suporte com '20' gravado rachando sob cascata vermelha de tokens HYPE, silhuetas de baleias sombrias, alertando risco no Hyperliquid

Hyperliquid: Venda de US$ 9,8 milhões pela Equipe Ameaça Suporte de US$ 20

Nove carteiras ligadas à equipe da Hyperliquid despejaram 450 mil tokens HYPE, totalizando US$ 9,8 milhões (aproximadamente R$ 52 milhões, com dólar a R$ 5,32). O movimento ocorreu em meio a uma queda de 9,21% no preço do HYPE, que testou US$ 20,80 antes de uma leve recuperação para US$ 21,02. Dados on-chain revelam pressão vendedora intensa de insiders, questionando a narrativa de crescimento da DEX descentralizada e alertando traders sobre a fragilidade do suporte crítico em US$ 20.


Detalhes das Vendas pelas Carteiras da Equipe

As transações foram identificadas por analistas on-chain e reportadas via Qwantify.io. Dos 1,125 milhão de HYPE distribuídos para janeiro, 62,4% foram vendidos via OTC para a Flowdesk, enquanto 33,14% foram em staking. Após as operações, restaram apenas 50 mil HYPE (cerca de US$ 1 milhão) nas carteiras spot.

Esse padrão sugere que a equipe tem priorizado vendas de tokens desbloqueados e não stakeados, aumentando a oferta circulante em um momento de domínio baixista no mercado. Historicamente, tal comportamento de insiders pode sinalizar falta de confiança interna, ampliando a volatilidade para holders comuns. Para traders brasileiros, isso equivale a um despejo de mais de R$ 52 milhões em valor de mercado, pressionando o preço em exchanges locais e globais.

Baleias Viram para o Lado Baixista

Não são apenas insiders: grandes investidores seguem o mesmo caminho. Uma baleia abriu posição vendida de 928.898 HYPE, no valor de US$ 19,89 milhões, conforme dados do Onchain Lens. O volume de derivativos na Hyperliquid subiu 79,8% para US$ 1,46 bilhão, com Open Interest (OI) crescendo 1,17% para US$ 1,2 bilhão.

O Long/Short Ratio em 0,89 confirma o viés baixista predominante, com a maioria dos participantes apostando na continuação da queda. Esse aumento simultâneo de volume e OI indica maior participação no mercado de futuros, mas inclinada para posições vendidas, o que pode acelerar perdas em cenários de liquidação em cascata.

Indicadores Técnicos Reforçam o Risco

Na análise técnica, o MACD cruzou abaixo da linha de sinal, atingindo -1,1, domínio claro dos vendedores. O Directional Movement Index (DMI) caiu para 13 na zona baixista, sinalizando estrutura de tendência enfraquecida. Esses indicadores, combinados com o teste recente de mínimas de oito meses em US$ 20,80, apontam para momentum descendente sustentado.

Em contexto mais amplo, o Bitcoin opera a R$ 476.968 segundo o Cointrader Monitor, com variação positiva de 0,31% em 24h, mas altcoins como HYPE sofrem mais em correções generalizadas.

Suporte de US$ 20 em Xeque: O Que Traders Devem Fazer

Se a pressão vendedora persistir, o HYPE arrisca romper o suporte de US$ 20, mirando US$ 18,70 como próximo alvo. Traders que utilizam a DEX Hyperliquid para negociações de perpétuos devem monitorar liquidez nesse nível, ajustando stops e posições para evitar liquidações. A venda por insiders fragiliza a confiança na plataforma, especialmente quando o token nativo perde tração.

Recomenda-se cautela: aguarde confirmação de reversão acima de US$ 22 para entradas compradas, ou prepare posições vendidas com alvo em US$ 18. Dados on-chain continuam cruciais para antecipar movimentos de baleias e equipe.


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Insiders cartoon despejando tokens HYPE sobre linha de suporte '20' rachando, ilustrando pressão de venda na Hyperliquid

Hyperliquid: Equipe Vende US$ 9,8 Milhões em HYPE e Pressiona Suporte Crucial

Hyperliquid em alerta: Nove carteiras ligadas à equipe despejaram 450 mil tokens HYPE no mercado, totalizando US$ 9,8 milhões. A venda massiva, reportada por analistas on-chain, coincide com uma queda de 9,21% no preço do token, que agora testa US$ 21. O suporte crucial de US$ 20 está por um fio, levantando suspeitas de insider selling em meio a um mercado já em baixa. Isso expõe a fragilidade por trás da narrativa de crescimento da DEX.


Rastreando as Carteiras: As Vendas da Equipe

Investigação on-chain revela que, de 1,125.766 HYPE distribuídos em janeiro, 62,4% foram vendidos via OTC para a Flowdesk, enquanto apenas 33,14% foram stakeados. Sobraram apenas 50 mil HYPE, avaliados em cerca de US$ 1 milhão, nas carteiras spot. Esse padrão sugere que a equipe Hyperliquid prioriza liquidez imediata sobre compromisso de longo prazo, despejando tokens recém-liberados.

O comportamento histórico reforça a preocupação: a equipe tem vendido consistentemente os unstaked e desbloqueados. Em um contexto de baixa generalizada, essa injeção de suprimento circulante acelera a pressão vendedora, traindo a confiança dos holders retail que ainda apostam na plataforma de perpétuos.

Baleias Adotam Viés de Baixa e Ampliam a Queda

Não são só os insiders: grandes players seguem o exemplo. Uma baleia abriu uma posição vendida de 928.898 HYPE, no valor de US$ 19,89 milhões, sinalizando expectativa de continuidade da baixa. O volume de derivativos da Hyperliquid explodiu 79,8%, atingindo US$ 1,46 bilhão, com Open Interest subindo 1,17% para US$ 1,2 bilhão.

A razão comprada/vendida está em 0,89, confirmando domínio de baixa entre traders. Essa virada das baleias para posições vendidas reflete pessimismo generalizado, agravado pelo dump da equipe. Participantes do mercado agora apostam em mais quedas, transformando a Hyperliquid em um campo minado para compradores na baixa.

Indicadores Técnicos Sinalizam Risco Elevado

O HYPE despencou para uma mínima de US$ 20,80, nível não visto desde maio de 2025, antes de uma leve recuperação para US$ 21,02. O MACD cruzou abaixo da linha de sinal, atingindo -1,1, enquanto o Directional Movement Index (DMI) caiu para 13, na zona bearish extrema.

Esses sinais técnicos, aliados à pressão vendedora dominante, indicam risco real de rompimento do suporte de US$ 20, com alvo em US$ 18,70. A estrutura fraca do token expõe vulnerabilidades que insiders parecem explorar sem piedade.

Insider Selling: Lição para Investidores Cripto

Esse caso da Hyperliquid é um lembrete clássico de manipulação interna nas criptos: equipes prometem inovação enquanto vendem nos picos para retail. Rastrear carteiras on-chain é essencial para evitar armadilhas. Com o suporte de US$ 20 ameaçado, holders devem monitorar unlocks futuros e posições de baleias. É provável que mais dumps venham, aprofundando a tendência de baixa. Fique vigilante – o mercado cripto não perdoa ingenuidade.


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Rede hexagonal cyan com nó falho expondo vórtice de zeros vermelhos, simbolizando falha na Paradex com BTC a zero e rollback

Bitcoin a Zero na Paradex: Falha Causa Liquidações e Rollback

Mesmo no Bitcoin, o erro de uma plataforma pode zerar seu saldo em segundos. A Paradex, DEX de perpetuals no Starknet, sofreu uma falha crítica em migração de banco de dados na madrugada de 19 de janeiro de 2026, fazendo o preço do BTC cair para US$ 0. Isso desencadeou liquidações em massa, afetando traders. A exchange confirmou rollback da blockchain para o bloco 1.604.710, restaurando fundos, mas expondo riscos operacionais graves em plataformas de camada 2.


O Glitch que Zera o Bitcoin

A falha começou por volta das 00:36 ET (05:36 BRT), impactando a blockchain Paradex, explorador de blocos, bridge e API. Um problema na migração de dados do banco fez o oráculo precificar o Bitcoin em zero, disparando uma cascata de liquidações automáticas em posições alavancadas. Com US$ 641 milhões em open interest e volume de US$ 37 bilhões nos últimos 30 dias, o impacto foi imediato e severo.

Usuários relataram em redes sociais o pânico inicial, com capturas de tela mostrando BTC a US$ 0 e milhares de posições liquidadas. A Paradex, construída sobre o Starknet — uma solução de camada 2 do Ethereum —, destacou-se pela eficiência em trades de perpetuals, mas esse incidente revela vulnerabilidades em integrações de dados e oráculos.

Impacto Direto nos Usuários

Traders que mantinham posições longas em BTC viram suas garantias evaporarem instantaneamente devido à precificação errônea. As liquidações injustas geraram perdas reais antes do rollback, com ordens abertas canceladas forçadamente — exceto take-profit e stop-loss. Apesar da confirmação de que “todos os fundos estão SAFU”, o episódio gerou desconfiança e perdas emocionais para quem não monitorava 24/7.

Em um mercado volátil, com BTC caindo de US$ 95.000 para US$ 92.000 nas horas anteriores, o glitch amplificou o caos. Liquidações globais de cripto ultrapassaram US$ 875 milhões em 24h, e esse incidente local na Paradex contribuiu para o nervosismo geral, afetando especialmente usuários de alavancagem em DEXs.

Rollback: Solução ou Risco?

O rollback de rede é uma reversão do estado da blockchain para um bloco anterior (1.604.710, pré-manutenção), anulando transações defeituosas. Usado como medida emergencial, restaurou saldos após 8 horas offline, com trading retomando às 12:10 UTC. No entanto, isso compromete a imutabilidade — pilar das blockchains —, gerando críticas por centralização velada em DEXs.

Paradex já enfrentou problemas: ataque de bots em setembro causou latência. Fundada pela Paradigm, que perdeu bilhões no colapso FTX, a plataforma destaca fragilidades em L2s, onde bugs em DB ou oráculos podem propagar falhas sistêmicas.

Lições de Proteção para Traders

Esse alerta reforça: evite alavancagem excessiva em plataformas emergentes. Monitore status pages, diversifique exchanges e prefira posições conservadoras. Mesmo DEXs prometem descentralização, dependem de camadas centrais suscetíveis a falhas humanas. Usuários devem priorizar segurança sobre yields altos, verificando auditorias e histórico operacional antes de expor grandes somas.

Vale questionar: em um ecossistema maduro, rollbacks deveriam ser raros. Fique atento a atualizações da Paradex e STRK, que caiu 3,6% pós-incidente.


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Fluxo verde neon fragmentando em piscina azul de liquidez com vazamentos vermelhos, representando perda por slippage em swap DeFi

Slippage Mortal: Yield Protocol Perde US$ 3,7 Milhões em Swap

Imagine transformar US$ 3,84 milhões em apenas US$ 122 mil em um único swap. Foi exatamente o que aconteceu com o Yield Protocol, um otimizador de yields em DeFi, devido a um erro operacional agravado por slippage extremo. Não foi hack ou exploit, mas uma lição cara sobre os riscos invisíveis das corretoras descentralizadas (DEXes). Firmas como PeckShield confirmaram o incidente em 14 de janeiro de 2026.


O Que Aconteceu no Incidente

Durante uma operação rotineira no vault do Yield Protocol, a equipe tentou converter stkGHO — a versão stakada do stablecoin GHO da Aave — para USDC. O vault agrega pools de mais de 50 protocolos DeFi para maximizar yields. No entanto, o swap enviou 3,84 milhões de stkGHO para pools na Uniswap V4 e Bancor, mas recebeu só US$ 122 mil em USDC.

A baixa liquidez nesses pools causou slippage extremo, onde o preço executado piorou drasticamente. Transferências internas de ETH (até 24,99 ETH, cerca de US$ 78 mil) foram usadas para rotear o trade via agregadores. A taxa de gás foi mínima (US$ 1,03), provando que o problema foi de execução, não de custo. O protocolo pausou o mercado YoUSD no Pendle para recapitalizar.

O Que é Slippage e Por Que Ele Acontece

Slippage é a diferença entre o preço esperado de um trade e o preço real executado. Em DEXes como Uniswap, trades ocorrem em pools de liquidez automatizados via AMM (Automated Market Maker). Quando você faz um grande swap, consome a liquidez disponível, alterando o preço instantaneamente pela curva de preço do pool.

Imagine um pool com pouco USDC: uma ordem grande de stkGHO “esgota” a liquidez barata, forçando o trade a preços ruins. Fatores agravantes incluem volatilidade alta, pools rasos ou roteamento via hooks complexos na Uniswap V4, que podem contornar proteções. Para iniciantes, slippage é o “imposto invisível” do DeFi — evite pools com TVL abaixo de US$ 1 milhão para trades grandes.

Como Configurar Proteções em DEXes

Evite o erro do Yield com passos simples:

  1. Defina limite de slippage: Em Uniswap ou 1inch, ajuste para 0,5-5% (nunca acima de 10%). Acima disso, o trade falha automaticamente.
  2. Simule o trade: Use ferramentas como o simulador da DEX ou agregadores (1inch, Paraswap) para prever slippage antes de confirmar.
  3. Verifique liquidez: Confira o TVL e profundidade do pool em DefiLlama ou Dune Analytics. Prefira pools profundos.
  4. Divida ordens grandes: Faça swaps em partes menores ao longo do tempo para minimizar impacto.
  5. Use agregadores: Plataformas como Cow Protocol ou 1inch roteiam pelo melhor caminho, reduzindo slippage.

Essas proteções são essenciais para vaults e trades pessoais. Protocolos como Yield devem adicionar checks automáticos em roteadores.

Resposta do Protocolo e Lições Finais

O Yield reagiu enviando mensagem on-chain ao LP da Uniswap V4 que capturou o surplus, oferecendo 10% como bug bounty e pedindo devolução. Via multisig, recompraram US$ 3,71 milhões em GHO no Cow Swap e redepositam stkGHO, reactivando o YoUSD.

Para você, iniciante em DeFi: sempre simule, limite slippage e monitore liquidez. Erros humanos custam caro, mas com educação, você navega seguro. Em 2025, hacks levaram US$ 2,67 bilhões, mas falhas como essa lembram: automação sem safeguards falha. Fique atento!


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Metrópole isométrica DeFi com torre exibindo 69% dominando fluxo de traders geométricos migrando de CEX cinzenta, simbolizando liderança da Hyperliquid em perpétuos DEX

Hyperliquid Domina 69% dos Perpétuos em DEXes

A Hyperliquid agora controla 69% dos usuários ativos diários em negociações de perpétuos em exchanges descentralizadas (DEXes), superando plataformas centralizadas como a Binance. Lançada há menos de três anos, a DEX registrou volumes diários acima de US$ 27 bilhões e open interest de US$ 15 bilhões no terceiro trimestre de 2025, sinalizando uma disrupção no mercado de derivativos cripto.


Ascensão Rápida e Métricas On-Chain

A Hyperliquid surgiu no início de 2023 e ganhou tração explosiva após o airdrop de seu token nativo HYPE em novembro de 2024, atraindo centenas de milhares de traders. Dados recentes da Coinglass mostram que ela domina o mercado de perpétuos DEX, com 69% dos usuários ativos diários migrando para sua plataforma em busca de liquidez superior e execução rápida.

O volume diário atingiu picos de US$ 27 bilhões em agosto de 2025, enquanto o open interest — valor total de posições abertas — alcançou US$ 15 bilhões no Q3 do mesmo ano. Essas métricas on-chain destacam como a Hyperliquid se tornou o hub preferido para derivativos descentralizados, deixando rivais como dYdX e GMX para trás do top 10.

Traders valorizam a concentração de liquidez, que reduz slippage e melhora o preenchimento de ordens, especialmente em ativos voláteis como memecoins de Solana.

Vantagens Técnicas da Plataforma

O segredo da Hyperliquid reside em sua arquitetura técnica. Diferente de AMMs tradicionais, ela adota um central limit order book (CLOB) on-chain, similar aos usados por exchanges centralizadas. Nesse sistema, ordens são organizadas por preço, permitindo negociações precisas e spreads apertados sem intermediários.

Como DEX, a Hyperliquid oferece settlement on-chain, onde usuários mantêm custódia total de seus fundos, eliminando riscos de hacks comuns em CEXs. A execução rápida e ferramentas familiares atraem traders profissionais, que migram de plataformas centralizadas em busca de performance comparável com descentralização verdadeira.

Essa inovação técnica explica o crescimento: em menos de três anos, ela passou de zero a líder absoluta, com dados confirmando superioridade em velocidade e eficiência.

Disrupção para Exchanges Centralizadas

A dominância da Hyperliquid desafia o reinado das CEXs como Binance e Coinbase. Enquanto centralizadas oferecem conveniência, sofrem com vulnerabilidades de segurança — histórico de hacks bilionários — e custos elevados de custódia. DEXes como essa proporcionam segurança inerente via não-custódia, custos mais baixos em fees e melhor UX para traders experientes.

Implicações futuras incluem migração em massa para DeFi, pressionando CEXs a inovar em híbridos ou perder market share. Para usuários brasileiros, isso significa acesso global a perpétuos sem barreiras regulatórias locais, mas com necessidade de wallets compatíveis.

O token HYPE, negociado a cerca de US$ 25 (+3% em 24h), reflete o otimismo, apesar de unlocks programados como os US$ 331 milhões em janeiro de 2026.

Perspectivas e Monitoramento

Analistas veem potencial de alta para HYPE se o suporte em US$ 22,5 se mantiver, impulsionado por expansão contínua. No entanto, volatilidade e emissões mensais demandam cautela. Traders devem monitorar métricas on-chain via Coinglass para capturar tendências precoces nessa revolução DeFi.

Essa virada reforça: o futuro do trading cripto é descentralizado, com protocolos como Hyperliquid redefinindo padrões de eficiência e segurança.


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