Traders cartoon analisando queda spot vermelha versus opções bullish para BTC 90K, com silhuetas institucionais, sinalizando recuperação no mercado de derivativos

Derivativos Indicam BTC a US$ 90 mil em Meio a Queda Spot

Os dados de derivativos revelam uma concentração de contratos de compra em US$ 80 mil e US$ 90 mil, apesar do Bitcoin operar na faixa dos US$ 66 mil nesta sexta-feira (27). Plataformas como Deribit indicam redução na volatilidade implícita para 50%, com skew de 25-delta melhorando de -15% para -7%. Traders constroem posições compradas para vencimento em 27 de março, enquanto mantêm puts em US$ 55-60 mil.


Discrepância entre Spot e Derivativos

Os números mostram uma clara divergência: o preço spot do Bitcoin recua 3,2% nas últimas 24 horas, testando suportes em torno de US$ 66 mil, mas o mercado de opções acumula volume em calls para faixas superiores. Segundo a Deribit, o 25-delta skew reflete transição de defesa agressiva para equilíbrio, com volatilidade histórica associada a consolidação, não capitulação.

Contratos com vencimento em 27 de março concentram open interest em strikes de US$ 80 mil e US$ 90 mil, sugerindo projeções de recuperação para US$ 85-95 mil em um mês, condicionado a liquidez. Puts em níveis inferiores indicam proteção, mas sem pânico extremo.

Sinais de Fundo por BlackRock e Bybit

Fluxos de ETF reforçam a tese: após quatro meses de saídas, os últimos três dias registram US$ 1 bilhão em inflows. Na quinta, BlackRock IBIT captou US$ 275 milhões e Bitwise BITB US$ 69 milhões, conforme dados recentes. Isso aponta estabilização institucional.

Bybit destaca US$ 70 mil como resistência psicológica mensal, com risco de quinto mês consecutivo de queda, mas fundamentos intactos. Uma vez que a macroeconomia esteja clara, reversão de fluxos é plausível. Segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 337.346 (-2,76% 24h), alinhado à fraqueza spot.

Liquidez de Risco Persiste: Caso MYX Finance

O rebote de 29% no MYX Finance após queda de 91% exemplifica apetite por risco. Impulsionado por parceria V2 com Consensys (trading gasless, 50x leverage), volume saltou para US$ 55 milhões. RSI em oversold confirma fim de capitulação.

Níveis chave: suporte US$ 0,441-0,430, resistência US$ 0,546. Unlock de 9,72 milhões tokens em 6 de março pode pressionar, mas estrutura sugere upside para US$ 0,70 com inflows maiores.

Níveis Técnicos a Monitorar no BTC

Para Bitcoin, observe suporte em US$ 66 mil e resistência em US$ 70 mil. Acima disso, caminho para US$ 80 mil abre. Abaixo de US$ 60 mil, puts ganham força. Dólar a R$ 5,13 contextualiza: BTC em reais equivale a queda similar.

Os dados indicam transição para otimismo condicionado, com traders posicionados taticamente. Volumes e inflows ETF serão decisivos nos próximos dias.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Mola energética dourada expandindo e rompendo barreira 70K com estilhaços vermelhos, simbolizando liquidação de shorts e recuperação do Bitcoin

Bitcoin Liquida US$ 468 Mi em Shorts e Testa US$ 70 mil Pré-Opções

Os dados mostram que o mercado cripto recuperou 4,29% em 24 horas, liquidando US$ 468,5 milhões em posições vendidas, principalmente em Bitcoin e Ethereum. O BTC testou US$ 70.027 antes de recuar para US$ 68.647, enquanto ETH subiu 8,75% para acima de US$ 2.000. Esse squeeze de shorts surpreendeu os bajistas, conforme rebote para US$ 68.000. Amanhã, opções de BTC/ETH totais de US$ 8,9 bilhões vencem, com potencial para maior volatilidade.


Liquidações Dominam Recuperação

Segundo métricas de mercado, as liquidações atingiram US$ 575,59 milhões no total, com US$ 468,53 milhões em shorts contra US$ 107,06 milhões em longs. O Bitcoin representou cerca de 40% das perdas dos vendidos, com US$ 194,95 milhões liquidados, seguido por ETH com US$ 175,16 milhões em posições curtas encerradas forçadamente. A maior ordem individual foi de US$ 10,41 milhões no par BTC-USD da Hyperliquid.

A capitalização total subiu, impulsionada por DOGE (+9,10%) e STETH (+8,83%). O BTC avançou 4,76%, enquanto o volume spot permanece chave para confirmação de tendência, como notado por analistas. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 346.684 (-2,43% em 24h).

Opções de US$ 8,9 Bi Vencem Amanhã

Dados de opções indicam 116 mil contratos BTC com PCR de 0,76 (mais calls que puts), max pain em US$ 75.000 e notional de US$ 7,9 bilhões. Para ETH, 206 mil contratos, PCR 0,77, max pain US$ 2.200 e US$ 980 milhões. Total: nominal de US$ 8,9 bilhões, 20% do open interest.

IV do BTC em 47% e ETH em 65% subiram com o rebote, enquanto skew reboundou e calls de médio/longo prazo dominaram volume. Isso sugere forças de compra especulativa em baixa, mas mercado ainda em oscilação acima de US$ 60.000 sem demanda estrutural forte.

Contexto Técnico e Níveis a Monitorar

Open interest caiu dos picos, indicando desalavancagem. Fund flow ratio da Binance em 0,012 reflete pressão de venda limitada, mas tendência de médio prazo em queda nas MAs. Dados mostram alívio por squeeze, não reversão: volume spot deve confirmar fundo sólido.

Níveis chave: suporte US$ 66.000-68.000, resistência US$ 70.000-75.000 (max pain). Traders monitoram vencimento de opções para volatilidade, com PCR baixo favorecendo upside se calls prevalecerem.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Palhaço Dogecoin cartoon equilibrando em corda bamba ascendente com plateia vazia saindo, simbolizando alta irônica sem interesse em memecoins

DOGE Sobe, Interesse Desaba: A Ironia das Memecoins em 2026

DOGE cotado a US$ 0,10 (R$ 0,51) e subindo, mas o interesse aberto nos derivativos despencou para abaixo de US$ 1 bilhão, níveis não vistos desde outubro de 2024. Enquanto o preço do Dogecoin desafia a gravidade com uma alta de mais de 6% em reais nas últimas horas, os traders parecem ter fugido em massa dos contratos futuros. Uma divergência clássica que grita: quem ainda acredita na festa eterna das memecoins? (68 palavras)


O Absurdo do Interesse Aberto em DOGE

Curioso como funciona o mercado de memecoins: o preço sobe, mas o interesse some. De acordo com dados recentes, o interesse aberto total do Dogecoin nos futuros acumula 10,63 bilhões de DOGE, equivalentes a US$ 992,65 milhões. Isso representa uma queda de 3,11% só nas últimas 24 horas, com exchanges como Gate.io caindo 13,83% e BingX 24,75%.

Binance detém 19,64% desse bolo encolhido (US$ 195 milhões), enquanto Gate lidera em dólares com 23,06% (US$ 229 milhões). Desde o fim de 2024, o DOGE mantinha o interesse acima de US$ 1 bilhão, mesmo em consolidações. Agora, em fevereiro de 2026, perdeu suportes chave e os apostadores sumiram. Interessante que o preço, em torno de US$ 0,09-0,10, resista – será a vingança do meme ou só inércia de holders antigos? (142 palavras)

XRP Segue o Mesmo Roteiro Trágico

Não é só o cachorro shiba que está sozinho na pista. O interesse aberto do XRP também retrocedeu a novembro de 2024, com 1,65 bilhão de XRP em posições abertas, totalizando US$ 2,27 bilhões. Queda de 0,61% em 24 horas, mas Gate.io apanhou feio (-17,24%) e BingX pior ainda (-31,19%).

CME lidera com US$ 519 milhões (378,89 milhões XRP), seguido por Binance (20,52%, US$ 465 milhões). Isso apaga mais de um ano de acumulação em derivativos. Enquanto XRP negocia a US$ 1,45 (R$ 7,45, +4,8%), o mercado de futuros esfria. Capital mais lento entrando no cripto geral e saídas prolongadas pesam, mas o contraste é irônico: ativos sobem sem o fervor dos traders alavancados. Quem diria que menos especulação poderia coincidir com ganhos? (138 palavras)

Divergência Clássica: Preço vs. Especulação

Essa desconexão entre preço e interesse aberto não é novidade, mas em memecoins como DOGE soa quase poética. Historicamente, picos de OI acompanham euforias – lembre 2021, quando baleias inflavam posições antes do colapso. Agora, com OI encolhido, o preço sobe por funding positivo ou liquidações de posições vendidas recentes (lembram dos US$ 4 milhões?).

Dados atuais mostram DOGE com variação negativa em dólar (-0,62%), mas positiva em real (+6,75%), refletindo dólar fraco. Para o leitor brasileiro, isso significa oportunidade ou armadilha? O mercado reage com deleveraging, sugerindo cautela. Vale monitorar se esse ‘crash’ de interesse vira suporte para uma recuperação ou sinal de exaustão. Afinal, festas de memecoins acabam quando a música para – e o volume está baixando. (132 palavras)

Lições Irônicas para o Trader Brasileiro

Resumindo o absurdo: enquanto você vê DOGE e XRP valorizando, os profissionais saem dos cassinos de derivativos. É o oposto da euforia: menos apostas, mais estabilidade? Para nós, no Brasil, com DOGE a R$ 0,51 e XRP R$ 7,45, isso pode ser um banho de realidade. Monitore exchanges como Binance, onde posições ainda pesam.

O insight real por trás da ironia: divergências assim precedem viradas. Pode ser o fim da festa ou o início de algo mais sustentável. Fique de olho no próximo pump – ou queda. Quem ainda está na pista das memecoins? (108 palavras)


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Balança digital brutalista tensa, lado Max Pain com 75K pesando para baixo contrabalançado por influxos ETF dourados, sinalizando volatilidade em expiração de opções BTC

Expiração de US$ 89 Bilhões em Opções: Máxima Dor em US$ 75 Mil para BTC

Amanhã, às 16h (UTC), a exchange Deribit promove a expiração de opções com nominal de US$ 79 bilhões em Bitcoin e US$ 9,67 bilhões em Ether, totalizando cerca de US$ 89 bilhões. Os dados apontam para pontos de máxima dor (Max Pain) em US$ 75.000 para BTC e US$ 2.200 para ETH, níveis acima das cotações atuais de US$ 68.427 e US$ 2.074, respectivamente. Esse evento contrasta com o influxo recorde de US$ 5,066 bilhões nos ETFs de Bitcoin ontem, criando um cabo de guerra entre derivativos e mercado spot.


Detalhes da Expiração de Opções

De acordo com métricas da Deribit, consultadas em 26 de fevereiro de 2026, o volume nominal de opções de Bitcoin atinge US$ 79 bilhões, com relação put/call de 0,76. Para Ether, o nominal é de US$ 9,67 bilhões, com put/call em 0,77. Esses ratios abaixo de 1 indicam maior volume de opções de compra (call) em relação às de venda (put), sugerindo viés otimista ou estratégias de hedge em posições longas no spot.

A expiração ocorre em um momento de preços estáveis, com Bitcoin negociado a US$ 68.427 (alta de 0,65% no dia) e Ether a US$ 2.074 (alta de 0,89%), conforme cotações em tempo real. No Brasil, o Bitcoin está em torno de R$ 350.748 segundo o Cointrader Monitor, com variação de +4,23% em 24h e volume de 285 BTC.

O Conceito de Máxima Dor (Max Pain)

O Max Pain representa o preço de exercício que minimiza o valor pago pelos detentores de opções na expiração, maximizando os lucros dos vendedores (geralmente market makers). Para amanhã, os cálculos apontam US$ 75.000 para BTC e US$ 2.200 para ETH. Historicamente, preços tendem a gravitar para esses níveis pré-expiração devido a ajustes de gamma pelos dealers, que vendem ou compram o ativo subjacente para neutralizar exposição direcional.

Com BTC 9% abaixo do Max Pain atual (US$ 68.427 vs. US$ 75.000) e ETH 6% abaixo (US$ 2.074 vs. US$ 2.200), é plausível observar pressão altista de curto prazo se o fenômeno se repetir. No entanto, os dados mostram que o efeito é mais pronunciado em expirações acima de US$ 50 bilhões, com desvios médios de 2-5% nos dias anteriores, conforme padrões observados em ciclos passados.

Fluxos Recordes nos ETFs

Em contraste, o mercado spot registra força. Ontem, 25 de fevereiro, os ETFs de Bitcoin captaram US$ 5,066 bilhões líquidos, liderados pelo iShares Bitcoin Trust (IBIT) com US$ 2,974 bilhões e Grayscale Bitcoin Trust (GBTC) com US$ 1,025 bilhão. Para Ether, os ETFs somaram US$ 1,572 bilhão, com Fidelity Ethereum Fund (FETH) em US$ 61,9 milhões. Esses influxos representam o maior volume diário recente para BTC ETFs, sinalizando acumulação institucional.

Desde o lançamento, fluxos positivos em ETFs têm correlacionado com suporte ao preço spot, com coeficiente de 0,72 em análises de 90 dias. Esse volume reforça a demanda orgânica, potencialmente contrabalançando pressões derivativas.

Cabo de Guerra: Derivativos vs. Spot

O confronto entre a expiração de opções e os influxos de ETFs cria dinâmica de volatilidade. Enquanto market makers podem pinçar preços ao Max Pain via hedging, os US$ 6,6 bilhões em entradas de ETFs (BTC + ETH) indicam suporte fundamental. Traders devem monitorar níveis chave: para BTC, resistências em US$ 70.000 e US$ 75.000; suportes em US$ 67.000. Para ETH, US$ 2.100 e US$ 2.200.

Os dados sugerem maior probabilidade de consolidação altista se influxos persistirem, mas eventos de expiração de tal magnitude historicamente elevam volatilidade implícita em 15-25%. Volumes de 24h e open interest na Deribit serão indicadores cruciais nas próximas horas.


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Avalancha de energia dourada e cyan esmagando pilares vermelhos de shorts, representando short squeeze com US$ 1 bi em liquidações no Bitcoin

Short Squeeze: US$ 1 Bi em Shorts Liquidado em 4 Horas no Bitcoin

Os dados da Coinglass registraram liquidações de US$ 1,06 bilhão em contratos de criptomoedas nas últimas 4 horas, sendo US$ 1,01 bilhão em posições vendidas, caracterizando um clássico short squeeze. Esse movimento reflete uma alta rápida do Bitcoin, forçando a cobertura de posições alavancadas contra a tendência. Paralelamente, níveis críticos de liquidação indicam vulnerabilidades em US$ 63.000 para compradas e US$ 67.000 para vendidas adicionais, com intensidades projetadas de US$ 1,054 bilhão e US$ 686 milhões, respectivamente. O fenômeno destaca a dinâmica de liquidez no mercado de derivativos.


Liquidações nas Últimas 4 Horas

De acordo com os registros da Coinglass, consultados em 25 de fevereiro de 2026, o mercado de futuros cripto experimentou um volume expressivo de liquidações. Especificamente, US$ 1,06 bilhão em posições foram fechadas forçadamente, com predominância absoluta das posições vendidas em 95% do total (US$ 1,01 bilhão contra US$ 5,39 milhões em compradas). Esse desequilíbrio quantitativo sinaliza uma pressão compradora intensa, típica de um short squeeze, onde o preço sobe rapidamente, invalidando apostas contra o ativo.

Os dados mostram que tais eventos ocorrem quando o preço rompe resistências técnicas, acionando stops automáticos e coberturas manuais. No caso do Bitcoin, essa alta recente removeu liquidez negativa acumulada, potencializando a tendência de valorização no curto prazo. Traders com posições vendidas de alta alavancagem foram os mais impactados, ilustrando os riscos inerentes ao uso excessivo de margem em mercados voláteis.

Níveis Críticos Projetados pela Coinglass

A ferramenta de mapa de liquidações da Coinglass revela concentrações significativas de posições alavancadas em faixas específicas de preço. Caso o Bitcoin recue abaixo de US$ 63.000, a intensidade de liquidações em posições compradas em exchanges centrais mainstream pode alcançar US$ 1,054 bilhão. Essa métrica não representa o valor exato liquidado, mas a força relativa de impacto no mercado, medida pela proximidade e volume de clusters de liquidação.

Inversamente, uma quebra acima de US$ 67.000 poderia desencadear US$ 686 milhões em liquidações de vendidas adicionais, ampliando o squeeze atual. Esses níveis atuam como ímãs de preço devido à liquidez concentrada, podendo gerar cascatas de volatilidade. Os dados são dinâmicos, alterando-se com ajustes de posições em tempo real.

Cotação Atual do Bitcoin e Contexto Técnico

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 336.676,72 (média ponderada das exchanges brasileiras), com variação de +3,31% nas últimas 24 horas e volume de 320,62 BTC. Em dólares, a cotação está em torno de US$ 65.491, alinhada à máxima diária próxima de US$ 66.268.

Técnicamente, o preço se posiciona acima da média móvel exponencial de 50 períodos (EMA50) em timeframes de 4 horas, reforçando o momentum altista recente. No entanto, o mapa de liquidações indica que o equilíbrio é frágil, com riscos simétricos em ambas as direções. Indicadores como o RSI (Índice de Força Relativa) em níveis neutros sugerem consolidação antes de movimentos direcionais maiores.

Implicações para o Mercado de Derivativos

Eventos de liquidação massiva como o registrado removem participantes excessivamente alavancados, purificando a estrutura de mercado. Historicamente, squeezes de shorts precedem extensões de tendência, mas o risco de reversão persiste se o preço testar suportes inferiores. Traders devem monitorar a profundidade do livro de ordens e taxas de funding para avaliar o sentimento sustentado.

A assimetria atual — com maior exposição em compradas abaixo de US$ 63.000 — sugere potencial para baixa se houver catalisadores macroeconômicos negativos, como decisões de política monetária. Inversamente, rompimentos em alta podem acelerar ganhos. A recomendação implícita nos dados é priorizar gerenciamento de risco, limitando alavancagem em zonas de alta intensidade de liquidação.


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Avalanche vermelha esmagando pilares dourados e cyan, com '500M' fragmentado, simbolizando liquidações massivas em posições long alavancadas

US$ 500 Milhões em Liquidações: Touros Alavancados Sob Pressão

Os dados da CoinGlass registram US$ 507 milhões em liquidações de derivativos nas últimas 24 horas, com 86% em posições compradas (US$ 438 milhões). O Bitcoin caiu de US$ 67.700 para US$ 64.300, limpando apostas alavancadas otimistas. Esse fenômeno acelera a queda do preço à vista, conforme Open Interest despenca para US$ 19,5 bilhões. Segundo o Fear & Greed Index, o pânico atingiu 5/100, nível raro desde 2018.


Liquidações Desproporcionais em Posições Compradas

Os números mostram uma assimetria clara: de US$ 507 milhões liquidados, US$ 438 milhões vieram de contratos comprados, enquanto shorts somaram US$ 69 milhões. O Bitcoin liderou com US$ 233 milhões em posições fechadas forçadamente. Esse padrão ocorre porque movimentos descendentes rápidos, como a queda de 5% em poucas horas, atingem primeiro as alavancagens otimistas.

Plataformas de derivativos acumulam esses eventos durante volatilidade. A taxa de 86% em posições compradas reflete exaustão de touros alavancados, reduzindo pressão compradora e permitindo que vendedores dominem temporariamente o mercado à vista. Altcoins também sofreram, com mapa de calor confirmando predominância de liquidações compradas em múltiplos ativos.

Queda no Open Interest e Sentimento Negativo

O Open Interest do Bitcoin caiu para US$ 19,5 bilhões, metade do pico de janeiro em US$ 38,3 bilhões, segundo Santiment. Essa redução combina liquidações com retração de risco por investidores. Paralelamente, o sentimento negativo em redes sociais atingiu máxima de duas semanas.

No segundo relatório, 144.839 traders foram liquidados, com 92% em posições compradas e perdas realizadas médias de US$ 500 milhões por dia (Glassnode). O Fear & Greed em 5/100 sinaliza pânico extremo, histórico que precedeu estabilizações passadas. Sharpe Ratio em -38,4 reforça zonas de acumulação de baixo risco relativo.

Níveis Técnicos e Próximos Suportes

Os dados sugerem que a limpeza de longs pode marcar exaustão vendedora. Suportes imediatos incluem US$ 64.000 (low recente) e médias móveis semanais em torno de US$ 60.000. Resistências em US$ 66.800 e US$ 68.600 testadas recentemente.

Volume de liquidações indica que downside adicional depende de volume vendedor sustentado. Historicamente, capitulações assim reduzem oferta disponível para vendas futuras, potencializando testes de suporte antes de consolidação.

Cotação Atual do Bitcoin

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 327.228,27 (variação -4,98% em 24h), alinhado à queda global para US$ 63.273 (-2,14%). Dólar em R$ 5,1761. Investidores monitoram se volume brasileiro acompanha o flush global.


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Trader crypto cartoon passando bastão luminoso BTC para executivo CME no skyline de Chicago noturno, com cofres ETFs vazios ao fundo

Bitcoin em Chicago: CME Assume Descoberta de Preço

A descoberta de preço do Bitcoin está migrando para Chicago, com a CME Group expandindo para derivativos 24/7 no início de 2026. Isso elimina gaps de fim de semana e atrai instituições que evitam riscos de contrapartes em exchanges de varejo. Paralelamente, os ETFs spot acumulam 4 meses consecutivos de saídas, totalizando 85.000 BTC desde outubro de 2025, segundo dados de fluxos. Os números indicam maturidade do mercado regulado.


Migração Institucional para a CME

Os dados mostram que a CME já lidera em interesse aberto de contratos futuros de Bitcoin, servindo de base para hedges de ETFs spot nos EUA. A transição para trading contínuo remove a última barreira: pausas de fim de semana que criavam CME gaps. Karl Naim, da XBTO, destaca que gestores de hedge funds preferem instrumentos familiares sem upgrade tecnológico ou risco de contraparte desconhecida.

Essa mudança consolida a influência de mercados regulados na precificação global. Volumes de derivativos cripto podem rivalizar ou superar o spot em exchanges offshore, estreitando janelas de arbitragem. Instituições soberanas e fundos acessam BTC via ETFs antes de estratégias complexas, priorizando clareza regulatória e clearing houses estabelecidas.

Saídas Persistentes nos ETFs Spot

Desde outubro de 2025, os ETFs spot de Bitcoin registram quatro meses de outflows consecutivos, com redução de 85.000 BTC nos saldos totais, de 1,36 milhão para 1,26 milhão de BTC. BlackRock's IBIT caiu 6%, de 806.000 para 759.000 BTC; Fidelity's FBTC, 12,6%, de 213.000 para 186.000 BTC.

Nos últimos sete dias até 19 de fevereiro, saídas líquidas somaram 11.042 BTC, com pico de 6.120 BTC em 12 de fevereiro. Ativos sob gestão encolheram de US$ 170 bilhões para US$ 84,3 bilhões. Fluxos cumulativos caíram de US$ 63 bilhões para US$ 54 bilhões desde julho.

Contexto Macro e Rotação com Ouro

Os fluxos de 90 dias revelam rotação: o ouro capturou US$ 36 bilhões em outubro de 2025, enquanto o Bitcoin teve inflows negativos. Yields reais elevados (10-year em 1,7%-1,8%) e política restritiva do Fed elevam custo de oportunidade do BTC não-yielding. Benjamin Cowen classifica Q1 2026 como "late-cycle restrictive digestion", com BTC enfraquecendo antes de equities em ciclos passados.

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 326.750,75 (-4,11% em 24h, volume 428,84 BTC).

Implicações e Níveis a Observar

A consolidação na CME reflete centralização em infraestrutura regulada, ironia para o BTC descentralizado. Preço reflete mais sentimento de risco global, comportando-se como macro ativo ao lado de equities e commodities. Investidores de longo prazo devem monitorar open interest na CME, fluxos de ETFs para sinais de acumulação (três sessões positivas consecutivas) e yields reais para easing. Suportes técnicos em US$ 63.000 testados recentemente indicam volatilidade persistente.


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Personagem Bitcoin marionete controlada por mãos de Wall Street via fios vermelhos, ilustrando dominância de derivativos no preço on-chain

Fim da Soberania On-Chain? Derivativos Dominam Bitcoin

O Bitcoin despencou abaixo de US$ 70 mil, e um analista aponta o dedo para os derivativos que substituíram a descoberta de preço on-chain. Wall Street, com futuros, swaps e ETFs, criou suprimento sintético ilimitado, anulando a escassez de 21 milhões de moedas. A história mostra que isso aconteceu com ouro e óleo: o preço agora segue posicionamentos e liquidações, não fundamentos da blockchain. Para o varejo brasileiro, é hora de cautela.


Dominância dos Derivativos sobre Fundamentos

A tese original do Bitcoin — limite rígido de 21 milhões de moedas e resistência à rehipotecação — está sob pressão. Analista Danny_Crypton explica que cash-settled futures, swaps perpétuos, opções e ETFs dominam o volume de negociação. Instituições de Wall Street fabricam inventário sintético, permitindo múltiplas reivindicações sobre um único BTC.

Essa estrutura de reserva fracionária contradiz o design original. O mercado evoluiu para um ecossistema onde um coin respalda ETF, contrato futuro, swap e mais. A descoberta de preço migrou da blockchain para fluxos de liquidação, similar ao que ocorreu em commodities tradicionais. A euforia on-chain perdeu soberania.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 359.879 (-1,47% em 24h), refletindo essa dinâmica desconectada dos fundamentos reais.

Synthetic Float Ratio Revela Pressão Artificial

O conceito de Synthetic Float Ratio — relação entre suprimento sintético e on-chain — explica a queda recente abaixo de US$ 70k. Quando o papel excede o real, demanda spot não sustenta altas. Market makers criam BTC ilimitado para shortar altas e cobrir em liquidações forçadas.

Isso não é acidente: é mecânica estrutural. Em ciclos passados, como 2018 e 2022, vimos topos seguidos de correções brutais. O mercado ignora que altas exageradas precedem quedas. Investidores apanhados em narrativas de ‘to the moon’ sofrem mais.

A volatilidade persiste como armadilha para o varejo, que reage a movimentos sem entender o jogo dos grandes players.

Menos Inflows, Mas Volatilidade Persiste

Após 52% de drawdown do ATH e BTC abaixo de US$ 60k em 6 de fevereiro, os inflows para exchanges caíram 90%. Binance: de 25 mil BTC para 8,4 mil; Coinbase Advanced: de 17,6 mil para 1,4 mil. O pânico vendeu, pressão aliviou temporariamente.

Porém, cuidado: estabilização não significa fim da correção. Ciclos econômicos ensinam que baixas se estendem. Demanda precisa superar suprimento restante para recuperação sustentável. Observadores monitoram fluxos por sinais de acumulação ou distribuição.

O varejo deve questionar otimismo precoce. Sobreviver ao bear vale mais que maximizar o bull.

Lições para o Investidor Brasileiro

A história repete: bolhas dot-com, crises asiáticas — exuberância leva a excessos. No cripto, derivativos amplificam isso. Não confie cegamente em altas de futuros; elas mascaram fraquezas on-chain. Proteja capital priorizando liquidez e diversificação macro.

Enquanto Wall Street dita o ritmo, o varejo paga a conta das liquidações. Monitore Synthetic Float Ratio e inflows. O equilíbrio vem de perspectivas contrarian.


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Baleia cartoon de ETH emergindo do oceano digital, liberando moedas douradas de baúl parcial enquanto segura tesouro ETH colossal, simbolizando profit taking estratégico

Baleia de ETH Lucra US$ 1,26 Milhão em Fechamento Parcial e Mantém US$ 160 Milhões

Os dados on-chain mostram que uma baleia com posição longa inicial de 105.000 ETH realizou o fechamento parcial de 28.000 ETH nas últimas 24 horas, gerando lucro de US$ 1,26 milhão a um preço médio de US$ 2.094. Apesar da realização, a entidade mantém 77.000 ETH em posições longas, avaliados atualmente em cerca de US$ 160 milhões. Esse movimento ocorre em meio a uma correção recente do ETH, negociado agora em torno de US$ 2.072 (R$ 10.839).


Detalhes do Fechamento Parcial

De acordo com monitoramento de analistas on-chain, um dos endereços associados à baleia fechou 28.000 ETH de sua posição, com preço médio de execução em US$ 2.094,02. Esse profit taking resultou em ganho realizado de US$ 1,263 milhão. Paralelamente, o endereço ainda detém 32.000 ETH com lucro flutuante de US$ 1,193 milhão, indicando que a estratégia não visa liquidação total.

Os dados revelam um histórico de ajustes dinâmicos: a baleia utilizou múltiplos endereços para gerenciar risco, adicionando posições em níveis abaixo de US$ 2.000 durante quedas recentes, o que reduziu o custo médio da carteira. Essa abordagem de averaging down é comum em derivativos de alta alavancagem, onde volumes elevados demandam precisão para evitar liquidações.

Posição Remanescente e Ordens Pendentes

Atualmente, dois endereços ligados à baleia acumulam 77.000 ETH em posições longas, totalizando valor de mercado próximo a US$ 160 milhões ao preço spot de US$ 2.072. Adicionalmente, há uma ordem limite de venda de 3.000 ETH na faixa de US$ 2.100 a 2.110, sugerindo um alvo de stop-profit definido.

No curto prazo, o ETH registra variação negativa de -0,68% nas últimas 24 horas, com mínima em US$ 2.039 e máxima em US$ 2.101. Esses níveis coincidem com zonas de interesse para a baleia, onde médias móveis de 50 períodos (cerca de US$ 2.050) atuam como suporte imediato.

Estratégia de Gerenciamento de Risco Revelada

Os padrões observados indicam uma operação com alavancagem elevada — possivelmente 20x a 50x —, sujeita a flutuações intensas. Historicamente, a baleia enfrentou prejuízos flutuantes acima de US$ 10 milhões, mas ajustou posições para converter perdas em ganhos. O fechamento parcial exemplifica profit taking seletivo: trava lucros parciais (reduzindo exposição) enquanto preserva upside em uma visão de longo prazo.

Em termos técnicos, o RSI de 14 períodos no gráfico de 4 horas está em 45, neutro, com MACD mostrando leve convergência de baixa. Volume de derivativos reflete cautela, mas influxos em ETFs correlatos, como o SOL spot ETF com US$ 13,17 milhões semanais (liderados por Bitwise), sugerem apetite institucional por altcoins.

Níveis Chave a Monitorar

Para traders, níveis críticos incluem suporte em US$ 2.039 (mínima diária) e resistência em US$ 2.110 (ordem pendente da baleia). Uma quebra acima de US$ 2.150 poderia sinalizar retomada de momentum, alinhando com médias móveis de 200 períodos. Por outro lado, perda de US$ 2.000 ativaria pressões de liquidação em posições alavancadas.

Os dados on-chain enfatizam que movimentos de baleias atuam como indicadores de sentimento, mas volatilidade persiste. Investidores devem acompanhar volumes e ordens abertas para contextualizar impactos potenciais no preço.


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Núcleo dourado Bitcoin comprimido por prismas vermelhos em vista isométrica, rachando com partículas cyan, sinalizando potencial short squeeze

Taxa de Funding do Bitcoin Atinge Mínima em 1 Ano: Short Squeeze?

A taxa de funding do Bitcoin na Binance atingiu um nível crítico, com a média móvel simples de 14 dias (SMA-14) caindo para -0.002, o mais baixo desde setembro de 2024. Esse dado, destacado pela plataforma CryptoQuant, indica excesso de posições vendidas no mercado de derivativos. Historicamente, tais mínimas precedem short squeezes, onde liquidações em cascata impulsionam o preço para cima. O Bitcoin reagiu com alta de mais de 5% nas últimas 24 horas, testando os US$ 69.000.


O Que é a Taxa de Funding?

A taxa de funding é um mecanismo nos contratos perpétuos de derivativos cripto que equilibra as posições longas e curtas, evitando desvios excessivos do preço spot. Calculada a cada 8 horas na Binance, ela representa a taxa periódica paga entre traders. Quando positiva, comprados pagam vendidos, sinalizando viés otimista. Valores negativos, como o atual, invertem o fluxo: vendidos remuneram comprados, refletindo pessimismo excessivo no mercado de futuros.

Os dados mostram que a SMA-14 filtra ruídos de curto prazo, oferecendo uma visão mais estável. Nesse caso, o indicador revela uma acumulação de apostas contra o Bitcoin, com vendidos pagando para manter posições em meio a uma tendência de queda semanal recente.

Nível Atual e Contexto Histórico

De acordo com a análise da CryptoQuant, a SMA-14 de -0.002 é o patamar mais negativo em mais de um ano. Gráficos on-chain confirmam que níveis profundamente negativos, sustentados por 14 dias, coincidem com fundos de tendências baixistas. Em eventos passados, essa configuração precedeu altas de curto prazo, impulsionados por reversões de preço que liquidam posições vendidas alavancadas.

Atualmente, o Bitcoin cotado em torno de US$ 69.000 mostra momentum de alta após o dado do CPI mais suave nos EUA, mas a taxa de funding sugere que o mercado ainda precifica risco descendente excessivo.

Implicações: Potencial Short Squeeze

Um short squeeze ocorre quando uma alta de preço força liquidações automáticas de posições vendidas, criando um ciclo virtuoso de compras. Com vendidos “superlotados”, um rebound modesto pode desencadear cascata de liquidações, atuando como combustível para novas máximas. Analistas observam que taxas negativas extremas funcionam como sinal contrário: o excesso de pessimismo frequentemente marca o ponto de virada.

No entanto, os dados não garantem direção; dependem de catalisadores como volume spot e open interest. Traders devem monitorar o agregado de funding em exchanges como Binance e Bybit para confirmação.

Cotação Atual e Níveis a Observar

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 366.192, com variação de +1,71% nas últimas 24 horas e volume de 150,57 BTC nas exchanges brasileiras. Em dólares, resiste em US$ 69.000, com suporte em US$ 64.000 e resistência em US$ 70.000.

Níveis chave a observar incluem o rompimento de US$ 70.000 para confirmação de força, ou recuo para US$ 64.000 se o squeeze não se materializar. A utilidade reside em integrar esse indicador com RSI, volume e MACD para decisões informadas.


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Neblina de alavancagem dissipando-se revelando prisma Ethereum luminoso com raios ascendentes, simbolizando redução de juros abertos e potencial de alta

Ethereum Limpa Alavancagem: Juros Abertos em Mínima de 3 Anos

Os juros abertos de Ethereum registraram queda superior a 80 milhões de ETH nos últimos 30 dias, atingindo a mínima em três anos conforme dados da CryptoQuant. Essa desalavancagem massiva em exchanges como Binance e Gate.io indica uma limpeza de posições fracas, reduzindo a fragilidade do mercado e o risco de cascatas de liquidações. Os dados sugerem um reset que pode estabilizar o preço em torno de US$ 2.090 (R$ 10.932), pavimentando caminho para recuperação.


Desalavancagem Massiva nos Derivativos

Os números revelam uma contração ampla nos juros abertos de futuros de ETH. Na Binance, o declínio atingiu cerca de 40 milhões de ETH (50% do total), seguido por Gate.io com mais de 20 milhões (25%), Bybit com 8,5 milhões e OKX com 6,8 milhões. Ao todo, as quatro principais plataformas somam 75 milhões de ETH a menos, com o restante distribuído em outros venues.

Essa redução reflete traders reduzindo exposição alavancada em meio à volatilidade, priorizando gerenciamento de risco. Historicamente, tais contrações ocorrem em fases de transição, limpando posições especulativas excessivas e diminuindo a probabilidade de liquidações forçadas abruptas.

Funding Rates em Extremos Negativos

As taxas de funding de futuros na Binance mergulharam para -0,006%, o menor nível desde dezembro de 2022, sinalizando pessimismo extremo entre posições vendidas. Taxas negativas prolongadas em suportes chave como US$ 2.000 frequentemente precedem short squeezes, onde o mercado liquida posições bearish tardias.

Os dados da CryptoQuant mostram que esse capitulation pode espelhar o fundo de 2022, criando condições para estabilidade relativa. Com ETH acumulando acima desse suporte psicológico — reforçado pela média móvel simples de 50 períodos no gráfico de 4 horas —, a base técnica ganha robustez.

Técnica: Breakout e Níveis Críticos

No gráfico de 4 horas, ETH rompeu uma cunha descendente com alvo projetado em US$ 2.150, calculado pela altura máxima da formação adicionada ao ponto de rompimento em US$ 1.950. Acima disso, a média móvel simples de 100 períodos em US$ 2.260 atua como resistência inicial, com potencial extensão a US$ 2.500 se o momentum se mantiver.

O heatmap de custo base da Glassnode indica suporte forte entre US$ 1.880–1.900, onde 1,3 milhão de ETH foram acumulados recentemente. Manter acima de US$ 2.000 é essencial para validar a recuperação semanal positiva, a primeira desde meados de janeiro.

Implicações para o Mercado

A limpeza de alavancagem reduz a sensibilidade a choques de liquidez, estabilizando condições para uma base de preço mais sólida. Atividade de rede em alta e inflows institucionais reforçam tailwinds, mas ETH permanece exposto a macroeconomia e sentimento geral de criptoativos. Traders devem monitorar volume, funding rates e o suporte em US$ 2.000 para sinais de continuação.


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Núcleo dourado de Bitcoin tensionado por filamentos vermelhos puxando para linha 74K, simbolizando pressão de expiração de opções no max pain

Bitcoin sob Pressão: US$ 2,9 bilhões em Opções Expiram Hoje

Cerca de US$ 2,9 bilhões em contratos de opções de criptomoedas expiram nesta sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026, às 08:00 UTC, com destaque para US$ 2,5 bilhões em opções de Bitcoin na Deribit. Os dados mostram um put/call ratio de 0,76, indicando mais calls do que puts, e max pain em torno de US$ 74-75 mil segundo Coinglass. Com o Bitcoin negociado próximo a US$ 66 mil, a discrepância pode gerar volatilidade à medida que market makers ajustam posições.


Detalhes da Expiração nas Principais Exchanges

Os números consolidados revelam que aproximadamente 38 mil contratos de opções de Bitcoin expiram hoje, com valor nocional de US$ 2,53 bilhões apenas na Deribit. O open interest (OI) total em opções de BTC em todas as exchanges atinge US$ 36,6 bilhões, com concentrações elevadas nos strikes de US$ 60 mil e US$ 50 mil, onde ultrapassam US$ 1 bilhão cada. Isso reflete aumento de apostas de baixa, com puts dominando o volume recente — mais de US$ 1 bilhão negociados hoje, 37% do total, majoritariamente out-of-the-money entre US$ 60-65 mil.

Para Ethereum, 217 mil contratos expiram com US$ 406-420 milhões nocionais, put/call de 0,89 e max pain em US$ 2.150. Segundo dados recentes, às 07:32 de hoje, o Bitcoin está cotado a R$ 348.993,58, com variação de -0,65% em 24 horas e volume de 328,79 BTC. Fonte: Cointrader Monitor.

O Conceito de Max Pain e Seu Impacto Potencial

O max pain refere-se ao preço de exercício onde o maior número de opções expira sem valor, maximizando perdas para detentores de opções. Calculado com base no volume de contratos por strike, ele atua como um ‘ímã’ porque market makers, que vendem opções, hedgeiam posições para minimizar prejuízos, comprando ou vendendo spot/futuros. Aqui, com max pain em US$ 74-75 mil — acima do spot atual de ~US$ 66-68 mil —, os dados sugerem pressão para cima se o momentum permitir, mas a tendência de baixa recente pode contrariar.

Análises como a de Laevitas identificam um ‘bear put spread’ na Deribit, comprando put de strike alto e vendendo put baixo. Greeks Live nota dominância de puts OTM, sinalizando visão negativa institucional para 1-2 meses. Historicamente, expirações elevadas como esta (maior que a semana passada) amplificam volatilidade em até 5-10% no dia.

Contexto Técnico e Níveis Críticos a Monitorar

O Bitcoin registra queda de ~50% desde o ATH de US$ 126 mil em outubro, com market cap total em US$ 2,34 trilhões (-1,5% diário). Spot volume de BTC em US$ 47 bilhões (-11%), futures em US$ 63 bilhões (-18%), OI em US$ 44 bilhões (-1,73%). RSI diário em 29 indica oversold, mas sem divergência bullish confirmada; estrutura de baixa com lower highs/lows abaixo da média móvel de 50 dias (US$ 75 mil) e 200 dias (US$ 92,5 mil).

Suportes imediatos: US$ 65-66 mil, seguido de US$ 60 mil psicológico e realized price ~US$ 55 mil. Resistências: US$ 74-76 mil (max pain + 50DMA). Bollinger Bands expansivas e preço no limite inferior sugerem possível extensão da queda ou alívio temporário. Traders devem observar volume pós-expiração às 08:00 UTC para directional bias.

Implicações para o Mercado Brasileiro

No Brasil, com BTC a R$ 349 mil aproximados, a expiração global impacta exchanges locais via arbitragem e fluxos institucionais. Volume 24h de R$ equivalente reflete correlação alta com spot global. Investidores locais monitoram se o max pain impulsiona recuperação ou reforça o mercado de baixa, com OI crescente em strikes baixos sinalizando cautela. Os dados indicam neutralidade direcional até o settlement.


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Reguladores cartoon abrindo portas de jade e ouro para Bitcoin, simbolizando legalizacao de cripto e caminho para ETFs na Tailandia

Tailândia Legaliza Cripto e Abre Caminho para ETFs de Bitcoin

A aprovação do governo tailandês para incluir criptomoedas como ativos subjacentes em derivativos regulamentados marca um avanço histórico para o mercado de capitais asiático. Com isso, o país abre portas para ETFs de Bitcoin e contratos futuros, integrando o ecossistema cripto ao sistema financeiro tradicional. Essa decisão, anunciada recentemente, reforça a tendência de adoção institucional na região, atraindo gestores de fundos e investidores globais em busca de regras claras e proteção regulatória.


Detalhes da Regulamentação

O Gabinete tailandês autorizou que criptoativos sirvam de base para produtos como futuros e opções, com compensação via sistemas licenciados. A Comissão de Valores Mobiliários (SEC) da Tailândia agora elabora normas detalhadas sobre operação de bolsas, compensação de negociações e controles de risco. Bolsas e bancos precisarão de licenças específicas, com padrões elevados de custódia e verificação de clientes (KYC).

Essa estrutura regulatória mitiga preocupações com volatilidade, fraudes e lavagem de dinheiro, limitando alavancagem inicial e impondo regras rigorosas de margem. Projetos prévios, como os G-Tokens — títulos públicos tokenizados em 2025 —, pavimentaram o caminho, demonstrando viabilidade de ativos digitais sob lei tradicional. Além disso, uma isenção temporária de imposto sobre ganhos de capital por cinco anos (2025-2029) incentiva negociações locais em plataformas aprovadas, incluindo stablecoins como USDT e USDC.

Potencial para ETFs e Futuros

A liberação de derivativos lastreados em cripto impulsiona a adoção institucional, com gestores regionais já discutindo listagens de Bitcoin futures. Observadores preveem ETFs vinculados a contratos regulados, similar ao sucesso nos EUA. Firmas de trading veem oportunidade em ferramentas de hedge, enquanto provedores de liquidez desenvolvem produtos adaptados ao mercado tailandês.

Essa integração atrai capital estrangeiro, fortalecendo a liquidez e reduzindo riscos sistêmicos. No contexto global, alinha a Tailândia a nações como Hong Kong e Singapura, posicionando o Sudeste Asiático como hub para derivativos cripto.

Marco para a Ásia e Visão de Longo Prazo

Essa decisão sinaliza o deslocamento do eixo financeiro para o Oriente, onde a Ásia lidera em adoção cripto. Com população jovem e economias emergentes, a região acumula reservas em Bitcoin e expande infraestrutura DeFi. Os fundamentos se fortalecem: fluxos institucionais crescem, e ciclos passados mostram que regulamentações claras aceleram valorização sustentada.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 343.744 às 18:55 de hoje, com variação de -2,45% em 24h — oscilações normais em um mercado em construção. Investidores devem monitorar aprovações de produtos locais, que podem catalisar inflows bilionários.

O Que Isso Significa para Investidores

A Tailândia emerge como possível paraíso cripto na Ásia, testando a maturidade de derivativos regulados. Para o investidor brasileiro, reforça a tese de alta: adoção global constrói resiliência. Vale acompanhar como isso influencia ETFs regionais e fluxos para o Bitcoin, em meio a halvings e políticas monetárias expansionistas. O ecossistema avança, independentemente de correções de curto prazo.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Reguladores cartoon de Hong Kong e Tailândia ativando painel que libera fluxos de derivativos cripto, posicionando Ásia como hub global

Ásia Lidera: Hong Kong e Tailândia Avançam em Derivativos Cripto

Enquanto reguladores ocidentais, como nos EUA, ainda debatem os contornos da regulação cripto, autoridades asiáticas avançam decididamente. O SFC de Hong Kong liberou financiamento de margem para ativos virtuais e definiu o primeiro arcabouço para contratos perpétuos, limitados a investidores profissionais. Já a Tailândia aprovou criptomoedas como subjacentes em mercados de derivativos, sinalizando a Ásia como novo polo para um mercado de trilhões em instrumentos financeiros complexos. Essas medidas, anunciadas em fevereiro de 2026, visam atrair instituições e elevar a liquidez regional.


Infraestrutura em Hong Kong: Margem e Perpétuos

O Securities and Futures Commission (SFC) de Hong Kong publicou diretrizes que permitem a brokers licenciados oferecerem financiamento de margem com criptoativos, inicialmente restrito a Bitcoin e Ethereum como colateral. Clientes com bom perfil de crédito podem usar esses ativos junto a securities tradicionais, sob medidas rigorosas de proteção ao investidor. Essa abertura busca estimular a participação em negociações de VA, controlando riscos e aumentando a liquidez no mercado local.

Além disso, o SFC estabeleceu o primeiro arcabouço regulatório para contratos perpétuos, produtos de alta alavancagem populares globalmente, mas ausentes no ambiente regulado de Hong Kong até agora. Limitados a profissionais, cobrem BTC e ETH, com ênfase em transparência, disclosure de riscos e capacidade de lidar com volatilidade extrema. Plataformas licenciadas também podem ter afiliadas atuando como market makers, desde que com controles para evitar conflitos de interesse, promovendo maior profundidade de mercado.

Tailândia: Cripto Entra nos Derivativos Regulados

A Securities and Exchange Commission (SEC) tailandesa, após aprovação do gabinete, avança na inclusão de criptomoedas como ativos subjacentes em derivativos, ao lado de créditos de carbono. Isso moderniza o mercado local para padrões internacionais, fortalecendo supervisão e proteção. O CEO da Binance Tailândia chamou de ‘momento divisor de águas’, reconhecendo cripto não mais como especulativo, mas como classe de ativo madura.

A emenda à Lei de Derivativos permitirá produtos como futuros e opções lastreados em BTC na Thailand Futures Exchange. A SEC revisará licenças de exchanges e clearing houses para acomodar esses novos instrumentos, colaborando para specs que suportem gerenciamento de risco institucional. Isso alinha com planos da bolsa tailandesa para BTC futures e ETPs em 2026, atraindo investidores ricos e posicionando o país como líder no Sudeste Asiático.

Essas mudanças refletem uma tendência geopolítica: enquanto a SEC americana pondera ETFs de opções e a UE ajusta MiCA, a Ásia constrói ecossistemas completos. Para investidores brasileiros, isso amplia opções globais, mas exige atenção a riscos cambiais e regulatórios locais.


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Iniciante cartoon abrindo portinha 'nano 0.01' para mundo luminoso de BTC e ETH, simbolizando acesso democratizado a futuros

Nano Futuros de Bitcoin e Ethereum: Acesso para Iniciantes

Quer operar futuros de Bitcoin com pouco dinheiro? A Interactive Brokers, corretora global com mais de 4,5 milhões de clientes, lançou nano contratos futuros de Bitcoin e Ethereum em parceria com a Coinbase Derivatives. Esses contratos mini, como 0,01 BTC, democratizam o acesso a derivativos antes restritos a grandes investidores. Pense assim: é como comprar uma fatia pequena de uma pizza gigante, em vez do disco inteiro. Isso abre portas para iniciantes gerenciarem riscos com valores acessíveis. O anúncio veio em 10 de fevereiro de 2026.


O Que São Nano Contratos Futuros?

Em outras palavras, contratos futuros são acordos para comprar ou vender um ativo no futuro a um preço definido hoje. Isso significa que você pode lucrar com a alta ou queda sem possuir o ativo real. Os nano contratos são versões miniatura: para Bitcoin, cada contrato representa 0,01 BTC; para Ethereum, cerca de 0,10 ETH. Isso reduz o capital necessário drasticamente.

Pense assim: um contrato padrão de BTC pode exigir dezenas de milhares de reais em margem. Com nano, você opera com centenas ou milhares, ideal para quem está começando. A Interactive Brokers oferece dois tipos: tradicionais, com vencimento mensal, e “perpetual-style”, sem data de expiração, populares por sua flexibilidade.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 346.736 (variação -3,6% em 24h). Um nano contrato valeria cerca de R$ 3.467 — acessível!

Como Funciona a Parceria com Coinbase?

A Interactive Brokers, com US$ 800 bilhões em ativos sob gestão, usa a infraestrutura da Coinbase Derivatives para esses produtos. Isso permite trading 24/7 em uma plataforma regulada, integrando cripto com ações, opções e bonds na mesma conta. O CEO Milan Galik destacou: “Perpetual-style futures oferecem exposição longa e flexibilidade”.

Para iniciantes, isso significa gerenciar posições cripto ao lado de investimentos tradicionais, sem precisar de múltiplas contas. A corretora já oferecia spot cripto via Paxos e stablecoins para funding — agora expande para derivativos avançados, mas acessíveis.

Exemplos Práticos e Benefícios para Você

Imagine: Bitcoin a R$ 346 mil. Você acha que sobe para R$ 360 mil? Compre um nano futuro por ~R$ 3.500 em margem. Se acertar, lucro proporcional; se errar, perda limitada. Para Ethereum cotada a R$ 10.084, um nano é ainda menor.

Benefícios: menor risco (posições precisas), aprendizado sem grandes perdas, hedge contra volatilidade. TradFi invade cripto: CME lança altcoin futures, bancos recomendam alocação em BTC. Isso empodera o pequeno investidor brasileiro a participar de um mercado de US$ 8 trilhões em perps (2025).

Você sai confiante: comece pequeno, aprenda e cresça!

Por Que Isso Importa Agora?

Com Bitcoin recuperando de quedas (de US$ 100 mil para cerca de US$ 70 mil), esses nano facilitam entradas seguras. Monitore preços e regulamentos. Plataformas como essa constroem pontes entre finanças tradicionais e cripto, beneficiando todos.


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Regulador cartoon abrindo portas de cofre liberando stablecoins bancárias como colateral para traders de futuros, sinalizando aprovação da CFTC

CFTC Abre Portas: Stablecoins Bancárias Viram Garantia em Futuros

A Comissão de Negociação de Futuros de Commodities dos EUA (CFTC) anunciou uma atualização crucial em seus critérios, reconhecendo agora stablecoins emitidas por bancos nacionais de confiança como colateral elegível para margens em contratos de futuros. Publicada em 6 de fevereiro de 2026, essa medida representa um marco de maturidade para o mercado de derivativos cripto, alinhada à agenda pró-cripto do presidente Trump. Grandes investidores ganham um selo de aprovação institucional, abrindo portas para maior liquidez e integração com o sistema financeiro tradicional. Isso muda o jogo, fortalecendo os fundamentos do ecossistema.


Detalhes da Atualização Regulatória

A revisão do CFTC Staff Letter 25-40, inicialmente emitido em dezembro de 2025, expande o escopo de stablecoins de pagamento qualificadas. Anteriormente limitado a emissores estatais como money transmitters ou trust companies, agora inclui bancos nacionais de confiança, autorizados pelo OCC (Office of the Comptroller of the Currency). A Divisão de Participantes de Mercado da CFTC esclarece que não houve intenção de excluir esses bancos, corrigindo uma lacuna regulatória.

O presidente da CFTC, Michael S. Selig, celebrou a mudança, destacando o papel dos EUA como líder global em inovação de stablecoins sob o GENIUS Act. Futures Commission Merchants (FCMs) registrados podem agora aceitar esses ativos em contas de clientes, reduzindo fricções operacionais e elevando a eficiência no mercado de derivativos.

O Que São Bancos Nacionais de Confiança?

Bancos nacionais de confiança são instituições financeiras charterizadas federalmente pelo OCC, focadas em serviços de custódia, trust e emissão de stablecoins, sem as obrigações plenas de bancos comerciais como seguros de depósito. Elas operam sob supervisão federal unificada, evitando licenças estaduais fragmentadas. Anchorage Digital foi a pioneira crypto-native a obter essa licença em janeiro de 2025, seguida por aprovações condicionais a Coinbase, Circle, Ripple e BitGo.

Esses bancos exigem 100% de reservas em ativos líquidos como dólares, treasuries ou fundos governamentais, com auditorias mensais e relatórios transparentes. Paxos e similares exemplificam essa transição, oferecendo credibilidade institucional sem os rigores de bancos tradicionais.

Impacto na Liquidez e Adoção Institucional

Essa aprovação é um catalisador para liquidez. Stablecoins bancárias como colateral facilitam entradas massivas de capital institucional em derivativos cripto, similar à maturidade vista em ações e commodities. O mercado, avaliado em US$ 2,35 trilhões, ganha eficiência, com FCMs retendo esses ativos em contas separadas, minimizando riscos de contraparte.

Fundamentos se fortalecem: mais players institucionais significam fluxos estáveis, reduzindo volatilidade de curto prazo. Para investidores brasileiros, isso sinaliza confiança global, potencializando plataformas locais integradas a ecossistemas regulados. O ecossistema cripto está se construindo sólidamente.

Perspectivas de Longo Prazo

No contexto do GENIUS Act, essa regra acelera a tokenização regulada, posicionando os EUA à frente. Embora riscos como descolamentos persistam, a supervisão federal mitiga-os. Monitorar aprovações adicionais e volumes em derivativos será chave. Essa evolução reforça a tese de adoção gradual, beneficiando holders de longo prazo com maior estabilidade e crescimento orgânico.


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Olho de furacão digital com nüleo BTC calmo e bordas turbulentas em cyan e laranja, simbolizando calmaria antes da volatilidade no Bitcoin

Funding Rate Mínimo e US$ 2,1 Bi em Opções: Volatilidade no BTC

O Bitcoin recuperou de uma mínima de US$ 60.300 para próximo de US$ 69.300 em meio a compras na baixa, mas os dados mostram sinais de tensão nos derivativos. O funding rate em mínima histórica desde 2023 atingiu níveis negativos, enquanto opções no valor de US$ 2,1 bilhões expiram nesta sexta-feira, potencializando a volatilidade. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 359.870 (+4,35% em 24h) reflete essa dinâmica instável no mercado brasileiro.


Recuperação Recente e Queda no Funding Rate

Os dados compilados por plataformas como CoinGlass indicam que o Bitcoin caiu para US$ 60.245 recentemente, partindo de máximas de outubro passado. A recuperação observada ocorreu com volume de negociações elevadas, mas acompanhada por uma redução acentuada no open interest de futuros, sinalizando redução de alavancagem pelos traders.

O funding rate, métrica chave nos contratos perpétuos, despencou para o menor patamar desde 2023. Esse indicador reflete pagamentos periódicos entre posições longas (compradas) e curtas (vendidas). Taxas negativas, como as atuais, ocorrem quando shorts pagam longs, sugerindo expectativa de continuidade da baixa pelos participantes do mercado. Mais de US$ 1 bilhão em posições foram liquidadas nas últimas 24 horas, reforçando essa pressão.

No momento da consulta, o dólar opera a R$ 5,22, enquanto o BTC em USD está em torno de US$ 68.600, alinhando com a cotação local de R$ 359.870.

Funding Rate: Indicador de Sentimento nos Derivativos

O funding rate é calculado com base no prêmio dos contratos perpétuos em relação ao preço spot, ajustando o equilíbrio entre longs e shorts a cada poucas horas. Níveis negativos prolongados, como os atuais, historicamente precedem períodos de baixa contínua ou consolidação, pois indicam domínio de posições de baixa. Os dados mostram que essa mínima coincide com o Crypto Fear and Greed Index em zona de extremo medo, nível que frequentemente marca fundos de ciclos de alta.

Traders experientes monitoram esse indicador para ajustes de risco, especialmente em mercados alavancados. A combinação com queda no volume de futuros sugere uma calmaria aparente, mas com potencial para explosão de volatilidade à medida que posições são realinhadas.

Vencimento de Opções: US$ 2,1 Bilhões em Jogo

O evento principal desta semana é o vencimento de opções de Bitcoin totalizando US$ 2,1 bilhões, concentrado em plataformas como Deribit. O put/call ratio de 0,60 reflete posicionamento de alta pré-queda, com a maioria das calls fora do dinheiro. O max pain está em US$ 82.000, nível onde o maior número de opções expira sem valor, incentivando movimentos de preço para essa zona pré-expiry.

Esses eventos frequentemente geram volatilidade, com dealers hedgeando posições e gamma squeezes amplificando oscilações. Investidores devem observar o fechamento semanal para sinais de direção pós-expiry.

Análise Técnica e Níveis Críticos

No gráfico semanal, o RSI atingiu território de oversold pela primeira vez desde julho de 2022, padrão seguido de rebotes históricos. O preço tocou o alvo de um padrão de rising wedge, medido em 42% do ponto mais largo, projetando exatamente US$ 60.000. Sinais de hammer candlestick emergem, com fechamento acima de US$ 69.000 confirmando potencial reversão.

Níveis a monitorar incluem suporte em US$ 60.000-60.300 e resistências em US$ 69.300 e US$ 82.000 (max pain). No entanto, os dados admitem risco de dead-cat bounce, onde rebotes curtos precedem novas quedas. A média móvel de 200 semanas permanece como referência de longo prazo.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Placa glassmorphic translúcida com gap vertical luminoso no centro, simbolizando abertura técnica de 8% no CME Bitcoin após limpeza de alavancagem

Gap no CME: Sinal Técnico que Pode Definir Bitcoin

O Bitcoin abriu um gap raro de mais de 8% nos futuros do CME, o quarto maior desde 2017, após queda de fim de semana de US$ 84.177 para US$ 75.947. Esse vácuo, entre aproximadamente US$ 77.000 e US$ 84.000, surge porque o CME fecha às sextas e reabre segundas, criando uma desconexão com o preço spot. Traders observam esses gaps por histórico de preenchimento. Paralelamente, a redução de alavancagem nos derivativos indica reset de posições especulativas, com liquidações acima de US$ 5 bilhões desde quinta-feira.


O Que é o Gap no CME e Sua Relevância

Os dados mostram que o CME gap forma-se quando o preço spot do Bitcoin se move significativamente enquanto os futuros do Chicago Mercantile Exchange estão fechados, tipicamente nos fins de semana. Nesse caso, a queda de 10% criou um vácuo entre US$ 77.000 e US$ 84.000, similar ao visto na venda de março de 2020 durante a COVID. Historicamente, 80-90% desses gaps são preenchidos em dias ou semanas, atuando como ímã para o preço devido a algoritmos e traders institucionais que buscam eficiência.

Analistas como Jeff Ko, da CoinEx Research, destacam que o preenchimento depende de variáveis macro, como yields de bonds japoneses e sentimento de risco. Andri Fauzan Adziima, da Bitrue, estima que a retração atual pode adiar o fechamento, mas um alívio oversold poderia direcionar o preço de volta aos US$ 84.000 nas próximas semanas. No momento da redação, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 409.916,36, com variação de -1,73% em 24 horas.

Redução de Alavancagem: Sinal de Limpeza

A alavancagem zerada reflete um mercado em modo defensivo. Open interest agregado nos futuros caiu para US$ 24,17 bilhões, menor em nove meses, após liquidações de US$ 5,42 bilhões. Nos futuros, o volume total é de 677.730 BTC (US$ 52,98 bilhões), com queda de 6,83% em 24 horas. Binance e CME concentram 37% do interesse aberto, com 129.580 BTC e 120.910 BTC, respectivamente.

No mercado de opções, calls representam 55,99% do open interest, mas volume de puts supera calls em 51%, indicando compra de proteção downside. Skews de 25 delta caíram para -12% (7 dias) e -8% (30 dias), com strikes concentrados em US$ 75.000-US$ 85.000 puts e US$ 100.000-US$ 105.000 calls. Max pain em torno de US$ 90.000 (Deribit), sugerindo gravidade em níveis intermediários.

Indicadores de Exaustão de Venda

Os números apontam exaustão: RSI semanal em 32,22, zona oversold. Rompimento abaixo da média móvel de 100 semanas e formação de death cross indicam viés de baixa estrutural, mas combinado com deleveraging, sugere fase de consolidação. Catalisadores incluem shutdown parcial do governo EUA, tensões Irã e Mar do Sul da China, além de yields elevados em bonds japoneses.

Bitcoin negociou abaixo do custo médio dos ETFs spot americanos, com saídas recordes nas últimas semanas. Estratégias corporativas como a da MicroStrategy aproximam-se de seu preço médio de compra em US$ 76.000. Essa limpeza remove posições especulativas excessivas, potencialmente preparando terreno para repique se macro melhorar.

Níveis Chave a Observar

Suportes críticos em US$ 68.000-US$ 70.000, com risco de extensão a US$ 60.000 em cenários adversos. Resistência inicial no gap inferior (US$ 77.000), com preenchimento completo testando US$ 84.000. Traders devem monitorar open interest, skew de opções e dados macro como relatório de emprego dos EUA. A utilidade reside em identificar esses sinais para gerenciamento de risco, sem implicar direção categórica.


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Pêndulo de energia dourado e cyan no ápice da oscilação com partículas dispersas, simbolizando volatilidade de opções de Bitcoin e Ether expirando

US$ 8,9 bilhões em Opções de Bitcoin Vencem na Sexta: Volatilidade à Vista

Traders otimistas com Bitcoin estão adquirindo proteção contra quedas às vésperas do vencimento de opções no valor de US$ 8,9 bilhões na Deribit, nesta sexta-feira (30 de janeiro) às 8h UTC. Apesar do viés de alta evidenciado pelo put-call ratio de 0,56, fluxos recentes mostram compras concentradas de puts em strikes de US$ 88 mil e US$ 85 mil. O evento coincide com reações ao Fed, prometendo volatilidade elevada no curto prazo. No momento, o Bitcoin negocia a US$ 89.235, equivalente a cerca de R$ 463.817 segundo o Cointrader Monitor.


Escala do Vencimento na Deribit

A Deribit, maior exchange de derivativos cripto por volume e posições abertas, concentra o vencimento de US$ 8,5 bilhões em opções de Bitcoin, além de US$ 1,3 bilhão em opções de Ether. Esses valores representam o notional em dólares de contratos ativos, onde cada um equivale a 1 BTC ou 1 ETH. O mercado de opções cresceu exponencialmente desde a crise da COVID-19, impulsionado por instituições em busca de hedge e estratégias de rendimento.

Opções funcionam como contratos que permitem pagar uma taxa hoje por uma escolha futura: calls para compra barata (viés de alta) ou puts para venda alta (hedge de baixa). Com o Bitcoin acumulando apenas 2% em janeiro, traders ajustam posições ante o expiry mensal, que historicamente gera oscilações de curto prazo.

Put-Call Ratio Indica Viés de Alta

O ratio put-call de 0,56 para este vencimento revela posicionamento predominantemente de alta, com mais calls abertas que puts. Isso sugere que traders entraram em janeiro apostando em ganhos expressivos do BTC. Sidrah Fariq, head de vendas retail na Deribit, destacou que o mercado mantém skew para calls, mesmo com o ativo lateralizando em torno de US$ 89 mil.

Dados de open interest por strike mostram concentração acima do preço spot, reforçando otimismo. No entanto, o desempenho modesto do Bitcoin até agora — longe das expectativas iniciais — impulsiona ajustes táticos, sem alterar o viés geral de alta.

Hedge Contra Volatilidade Pós-Fed

Fluxos recentes indicam uso intenso de put diagonal calendar spreads e atividade concentrada em strikes de baixa, como US$ 88 mil e US$ 85 mil para Bitcoin em 30 de janeiro. Traders compram esses puts não por bearish puro, mas para proteger posições longas contra volatilidade em torno da decisão do Federal Reserve, que manteve juros estáveis.

Fariq explica que, com expectativa de hold nas taxas, o hedge mira perturbações macro de curto prazo, não uma venda generalizada. Bitcoin, sensível a liquidez fiat como tech stocks, pode se beneficiar de sinais dovish, mas swings são inevitáveis até o expiry.

Implicações para Investidores

Embora expiries mensais gerem volatilidade, seu impacto duradouro é limitado: os US$ 8,5 bilhões representam menos de 1% da capitalização de mercado do Bitcoin (US$ 1,7 trilhão). Traders spot devem monitorar liquidações de posições, mas o foco permanece em macro. Para brasileiros, com dólar a R$ 5,20, o notional equivale a cerca de R$ 46 bilhões, destacando a escala global.

Vale acompanhar open interest e IV (implied volatility) na Deribit para sinais de rotação. Estratégias de hedge como essas demonstram maturidade institucional no mercado cripto.


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Estruturas isométricas canalizando ondas de volatilidade em tubos BTC dourado e ETH cyan, representando novos contratos no Polymarket

Polymarket Lança Contratos de Volatilidade para BTC e ETH

A plataforma de previsão Polymarket lançou novos contratos vinculados aos índices de volatilidade implícita de 30 dias do Bitcoin (BVIV) e Ethereum (EVIV), desenvolvidos pela Volmex. Lançados em 27 de janeiro de 2026, esses mercados permitem apostas na intensidade das oscilações de preço, independentemente da direção. Bitcoin calmo? Agora traders podem posicionar-se na volatilidade. Em paralelo, o interesse aberto na Hyperliquid atingiu recorde de US$ 793 milhões via HIP-3.


Funcionamento dos Contratos Polymarket

Os contratos “What will the Bitcoin Volatility Index hit in 2026?” e “What will the Ethereum Volatility Index hit in 2026?” pagam “Yes” se qualquer candle de um minuto do índice BVIV ou EVIV atingir ou exceder níveis pré-definidos até 31 de dezembro de 2026, às 23:59. Caso contrário, liquida em “No”.

Comprar “Yes” equivale a um viés otimista na volatilidade, apostando em maior turbulência. “No” reflete expectativa de estabilidade. Essa estrutura simplifica o acesso a estratégias tradicionalmente complexas, como opções ou futuros de volatilidade, usadas por instituições. Cole Kennelly, CEO da Volmex Labs, destacou que a parceria traz benchmarks institucionais para o formato intuitivo de mercados de previsão.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 463.479 (-0,44% em 24h), enquanto o Ethereum cotado a R$ 15.319 reflete baixa volatilidade atual.

Probabilidades Iniciais e Dados de Mercado

No início do trading, os contratos precificam cerca de 35% de chance de o BVIV dobrar para 80% (de atuais 40%), e similar para EVIV atingir 90% (de 50%). Essa correlação negativa entre volatilidade implícita do Bitcoin e preço spot, observada desde o lançamento de ETFs nos EUA, sugere que picos de volatilidade tendem a acompanhar quedas de preço.

Os índices medem volatilidade implícita de 30 dias, derivada de opções. Níveis atuais indicam mercado relativamente calmo, mas eventos macroeconômicos, como decisões do Fed, podem alterar isso. Traders profissionais ganham uma ferramenta binária e acessível para expressar visões sobre swings de preço.

Hyperliquid e Maturidade dos Derivativos On-Chain

A maturidade dos derivativos cripto é evidenciada pelo recorde na Hyperliquid. O HIP-3 (Builder Deployed Perpetuals), ativo desde outubro de 2025, permite criar mercados perpétuos com stake de 500.000 HYPE. O interesse aberto atingiu US$ 793 milhões, impulsionado por commodities como ouro (acima de US$ 5.000) e prata.

TradeXYZ, braço de tokenização da Hyperliquid, domina com US$ 22 bilhões em volume, liderados por XYZ100 (índice top 100 empresas, OI de US$ 165 milhões), prata e Nvidia. Volume total HIP-3: US$ 25 bilhões. Esse crescimento sinaliza adoção de perps permissionless, expandindo além de criptoativos para RWAs.

Implicações para Traders Brasileiros

Essas inovações democratizam o trading de volatilidade e derivativos, antes restritos a players institucionais. No Brasil, com BTC a R$ 463.479, traders podem monitorar esses mercados para hedges ou especulação. Plataformas como Polymarket e Hyperliquid indicam evolução do ecossistema, mas exigem análise de riscos inerentes à volatilidade.

Vale acompanhar se o boom de commodities impulsiona mais adoção de derivativos on-chain em 2026.


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