Vórtice cyberpunk sugando energia dourada com fina saída cinza e silhueta humana, simbolizando perda de US$ 3,7M por slippage no Yield Protocol

Slippage Mortal: Yield Protocol Perde US$ 3,7M em Swap Acidental

O Yield Protocol registrou uma perda de US$ 3,73 milhões em uma operação de swap rotineira, transformando US$ 3,84 milhões em stkGHO em apenas US$ 122 mil em USDC. Não se trata de hack ou exploit, mas de um erro operacional agravado por slippage extremo devido à baixa liquidez em pools DeFi. O incidente, alertado pela PeckShield, reforça os perigos invisíveis do DeFi para usuários e protocolos.


O Que Aconteceu no Swap Desastroso

Durante uma operação no vault do Yield Protocol — um otimizador de yields que agrega pools de mais de 50 protocolos —, o time tentou converter stkGHO (versão stakada do stablecoin GHO da Aave) para USDC. A transação principal enviou 3,84 milhões de GHO para pools da Uniswap V4 e Bancor, mas recebeu apenas 122 mil USDC devido a slippage extremo.

Transferências internas de ETH (até 24,99 ETH, ~US$ 78 mil) foram usadas para rotear o swap via agregadores. Pequenas quantidades adicionais de stkGHO foram processadas, mas o impacto principal veio da falta de liquidez profunda. A taxa de gás foi irrisória (US$ 1,03), confirmando que o problema foi puramente de execução em pools ilíquidos.

Firmas de segurança como PeckShield e BlockSec classificaram como “bizarro”, sem evidências de manipulação maliciosa. O protocolo pausou temporariamente o mercado YoUSD no Pendle para recapitalização.

Riscos da Baixa Liquidez no DeFi

No DeFi, slippage ocorre quando grandes ordens executam a preços piores que o esperado, especialmente em pools com baixa liquidez. Aqui, o roteamento via hooks da Uniswap V4 pode ter contornado proteções padrão de slippage, permitindo que o erro humano virasse prejuízo milionário.

Usuários depositados no vault afetado enfrentam redução de saldos, embora o impacto individual não tenha sido detalhado. Isso expõe vulnerabilidades operacionais: sem limites rígidos de slippage ou simulações prévias, protocolos arriscam perdas catastróficas. Em 2025, hacks dominaram (US$ 2,67 bi), mas erros como esse lembram que falhas humanas custam caro.

Comparado a incidentes passados, como Yearn Finance (perdas por slippage de 63% em LP), o caso do Yield destaca a necessidade de ferramentas de mitigação em roteadores DeFi.

Resposta do Protocolo e Lições para Usuários

O Yield reagiu rápido: enviou mensagem on-chain para o LP da Uniswap V4 que capturou o surplus, propondo 10% como bug bounty e devolução do resto. Via multisig, recompraram US$ 3,71 milhões em GHO no CoW Swap e redepositam stkGHO no vault, reactivando o YoUSD no Pendle.

Para usuários DeFi, lições claras: monitore liquidez mínima (thresholds), use limites de slippage conservadores (1-5%), simule trades em ferramentas como 1inch ou Paraswap, e diversifique vaults. Protocolos devem implementar checks automáticos e auditorias em roteadores complexos.

Esse episódio reforça: no DeFi, o maior risco pode ser a confiança excessiva em automação sem salvaguardas humanas robustas. Fique atento aos sinais de baixa liquidez antes de grandes posições.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

📌 Nota: A fonte original estava temporariamente indisponível no momento da redação.

Trader cartoon operando wallet transformada em console de futuros alavancados com alavancas e chains, simbolizando controle DeFi na Binance Wallet

Binance Wallet Lança Futuros Alavancados Direto no App

Sua Binance Wallet virou um terminal de trading profissional. A partir de agora, usuários podem negociar futuros alavancados diretamente no app via integração com a DEX Aster, segunda maior em perpetuais descentralizados. Sem precisar transferir fundos para exchanges centralizadas, você mantém controle total dos assets na BNB Smart Chain. Ideal para traders brasileiros que buscam simplicidade e segurança.


Como Funciona a Integração com Aster

A Binance Wallet, uma carteira de autocustódia para Web3, agora conecta-se nativamente à Aster. Disponível na interface web para usuários da BNB Smart Chain, a feature permite abrir posições alavancadas em perpetuais sem sair do app. Isso elimina a necessidade de bridges ou depósitos em CEX, reduzindo riscos como os vistos no colapso da FTX em 2022.

Segundo Winson Liu, líder global da Binance Wallet, essa é uma “passo chave para ferramentas sofisticadas com controle total de assets”. A Aster registra US$ 6,74 bilhões em volume 24h, atrás apenas da Hyperliquid, garantindo liquidez robusta para trades rápidos.

Vantagens Práticas para Traders Brasileiros

Não transferir fundos significa menos taxas de rede, menos esperas e zero exposição a hacks em exchanges. Para o usuário brasileiro, isso é ouro: evite conversões desnecessárias de BRL para stablecoins e gerencie tudo em uma interface familiar. Com o Bitcoin a R$ 521.062 segundo o Cointrader Monitor, traders podem usar BTC diretamente como colateral sem vender.

A simplicidade atrai quem opera no dia a dia: posicione longs ou shorts em criptos voláteis diretamente da wallet, combinando velocidade CeFi com segurança DeFi. Perfeito para scalpers ou holders que querem hedge rápido.

Mercados e Colaterais Disponíveis

A Aster suporta uma gama ampla: criptomoedas como BTC, ETH e altcoins, além de ações como Apple (AAPL) e Nvidia (NVDA), e até o ETF Invesco QQQ. Colaterais incluem BNB, USDT, BTC e ETH, facilitando diversificação sem múltiplas wallets.

Essa variedade é um diferencial: enquanto a Binance exchange tem sua própria plataforma de futuros, a wallet foca em DeFi puro. Usuários da BNB Chain acessam tudo on-chain, com transparência total e sem intermediários.

Como Começar a Usar Hoje

  1. Acesse a interface web da Binance Wallet.
  2. Conecte sua conta na BNB Smart Chain.
  3. Selecione a aba de trading via Aster.
  4. Escolha par, alavancagem e colateral.
  5. Abra sua posição com um clique.

Monitore volumes e liquidações em tempo real. Lembre-se: alavancagem amplifica ganhos e perdas, então use com gestão de risco. Essa update posiciona a Binance Wallet como hub completo para traders mobile.


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Estrutura isométrica de wallet com alavanca conectada a rede de futuros DeFi, representando trading alavancado direto no app da Binance

Binance Wallet Abre Futuros: Trading Alavancado Direto no App

Sua carteira cripto virou um terminal de derivativos: a Binance Wallet anunciou integração com a Aster, segunda maior DEX de perpetuais descentralizados, permitindo trading de futuros alavancados diretamente no app. Usuários da BNB Smart Chain agora fazem apostas alavancadas em criptos e ações sem transferir fundos para exchanges centralizadas, mantendo controle total dos ativos. A novidade facilita trades rápidos, mas exige cautela com os riscos da alavancagem. (72 palavras)


O Que É Essa Integração Binance Wallet + Aster?

A integração com a Aster é um marco para quem usa a Binance Wallet, uma carteira de autocustódia para explorar Web3 e DeFi. Até agora, para negociar futuros alavancados — contratos que permitem lucrar (ou perder) mais com menos capital —, era preciso conectar a wallet a plataformas externas ou usar exchanges centralizadas como a própria Binance.

Agora, tudo roda dentro da interface web da wallet, exclusiva para a BNB Smart Chain. Você usa colaterais como BNB, USDT, BTC ou ETH diretamente dos seus fundos. A Aster, com volume diário de US$ 6,74 bilhões, oferece mercados variados: criptomoedas, ações como Apple (AAPL) e Nvidia (NVDA), até ETFs como Invesco QQQ. É a primeira parceria desse tipo no ecossistema Binance, misturando velocidade CeFi com segurança DeFi. Para iniciantes, isso significa menos passos e mais controle, evitando riscos como o colapso da FTX em 2022.

Como Facilitar Seus Trades Rápidos no App?

Imagine ver uma oportunidade no mercado e agir em segundos, sem sair da wallet. A facilidade de uso é o grande atrativo: abra a Binance Wallet no navegador, conecte à BNB Chain, selecione o par de futuros (ex: BTC/USDT perpétuo) e defina alavancagem (até o limite da plataforma). Não há necessidade de bridges ou aprovações extras — trades on-chain instantâneos.

Para quem faz day trading ou scalping, isso acelera tudo: monitore posições, ajuste stops e feche deals sem trocar de app. Winson Liu, líder global da Binance Wallet, destaca que é um passo para ferramentas avançadas com segurança total. Iniciantes ganham com a interface intuitiva, mas comece com posições pequenas para aprender. A disponibilidade web garante acesso de qualquer dispositivo compatível.

Riscos da Alavancagem em Carteiras DeFi

Embora prática, a alavancagem amplifica riscos. Em futuros perpétuos, uma variação de 1% no preço pode gerar ganhos ou perdas de 10x (com 10x de alavancagem), levando a liquidações rápidas se o mercado virar contra você. Em DeFi, há ainda smart contract risks, impermanent loss indireto e volatilidade extrema.

Para novatos: sempre use stop-loss, nunca mais de 1-2% do portfólio por trade e entenda funding rates. A Aster é robusta, mas monitore gas fees na BNB Chain. Essa feature é para quem já conhece basics de trading — teste em modo demo se disponível. Lembre-se: controle total significa responsabilidade total pelos seus fundos.

O Que Isso Significa Para Iniciantes no Cripto?

Essa novidade democratiza o trading avançado, trazendo usuários da Binance (200 milhões+) para DeFi sem fricções. Monitore atualizações, pois pode expandir para outros chains. Para começar, baixe a Binance Wallet e explore com cuidado. É um gateway seguro para derivativos, mas educação é chave.


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Estrutura de swap DeFi hexagonal rachada liberando fluxo vermelho violento, representando perda por slippage extremo no Yield Protocol

Slippage Mortal: Swap Acidental Custa US$ 3,7 Milhões ao Yield Protocol

Um swap acidental de US$ 3,84 milhões em stkGHO resultou em apenas US$ 122 mil em USDC para o Yield Protocol, gerando uma perda de US$ 3,73 milhões na terça-feira, 13 de janeiro de 2026. Confirmado por PeckShield e BlockSec, o incidente destaca os perigos do slippage extremo em pools DeFi com baixa liquidez no Ethereum. Não houve hack, mas um erro operacional que alerta para riscos invisíveis na descentralização.


Detalhes do Swap Desastroso

O Yield Protocol tentou converter stkGHO — a versão staked do stablecoin GHO da Aave — para USDC em um pool possivelmente roteado via Uniswap v4 com hooks. O slippage, diferença entre preço esperado e executado, foi tão severo que o valor evaporou quase completamente. QuillAudits observou que esses hooks inovadores, embora úteis, aumentam a imprevisibilidade em trades de grande volume.

Em mercados com liquidez fina, como esse pool stkGHO/USDC, ordens massivas desencadeiam um efeito cascata: o preço desliza dramaticamente durante a execução. Isso não foi um ataque malicioso, mas expõe como falhas operacionais podem custar fortunas em DeFi. Usuários comuns enfrentam o mesmo risco ao negociar sem precauções adequadas, especialmente em momentos de volatilidade.

A lição inicial é clara: protocolos e indivíduos devem simular trades grandes antes de executar, usando ferramentas de previsão de slippage.

Riscos de Liquidez e Bots MEV no DeFi

O slippage surge da insuficiência de liquidez em pools para absorver trades sem impactar preços. No caso do Yield Protocol, proteções contra slippage foram insuficientes para o volume, transformando um swap de stablecoins — supostamente seguro — em prejuízo milionário. Bots de MEV (Miner Extractable Value) agravam isso: eles monitoram mempools, front-running swaps grandes para lucrar com o deslize de preço induzido.

Imagine um bot detectando sua transação pendente: ele insere sua própria ordem à frente, capturando liquidez melhor e forçando seu trade a piorar. No Ethereum, isso é rotina em DEXs como Uniswap. Para o Yield Protocol, embora não confirmado diretamente, tais bots podem ter explorado o pânico do slippage, ampliando a perda. Investidores DeFi precisam entender que baixa liquidez + volume alto = oportunidade para predadores automatizados.

Verifique sempre a profundidade do pool via DefiLlama ou Dune Analytics antes de swaps acima de US$ 10 mil. Agregadores como 1inch otimizam rotas, reduzindo exposição.

Resposta da Equipe e Críticas Recebidas

A equipe reagiu rápido: enviou mensagem on-chain ao recebedor, oferecendo 10% como bug bounty e pedindo devolução do resto. Recompraram US$ 3,7 milhões em GHO, redepositando stkGHO no vault, e pausaram o mercado YoUSD no Pendle para recapitalizar. Ações ágeis mitigaram danos maiores, mas geraram críticas nas redes por negligência em controles de risco.

Como um trade tão arriscado foi aprovado sem simulações prévias ou limites rígidos de slippage? Isso questiona governança em protocolos DeFi. Para usuários retail, o episódio reforça: nunca confie cegamente em automações de protocolos. Sempre defina tolerâncias conservadoras, como 0,5% para stablecoins, e evite horários de baixa liquidez.

Protocolos profissionais devem adotar multi-simulações e alertas de liquidez em tempo real para evitar repetições.

Lições Protetoras para Evitar Perdas

Este erro custou uma fortuna, mas ensina: no DeFi, você carrega os riscos.

  1. Monitore liquidez mínima (ideal >10x seu trade);
  2. Use slippage tolerance baixa;
  3. Prefira agregadores;
  4. Evite swaps isolados em pools novos como Uniswap v4 hooks.

Bots MEV vigiam — proteja-se com privacidade via Flashbots ou roteiros privados.

Diversifique e teste pequeno. O Yield recapitalizou, mas imagine se fosse seu capital. Fique alerta: DeFi premia os cautelosos.


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Personagens cartoon DAO e Labs debatendo ao redor de pilar AAVE luminoso intacto, simbolizando disputa mas fundamentos sólidos em DeFi

AAVE x DAO Labs: Disputa Derruba Preço, mas Protocolo Segue Sólido

Caos no topo do DeFi: uma disputa pública entre Aave DAO e Aave Labs em dezembro abalou o ecossistema, derrubando o preço do token AAVE e apagando cerca de US$ 500 milhões de sua capitalização de mercado. Apesar do pânico inicial, com sentimento negativo em alta, os fundamentos do protocolo de empréstimos permanecem sólidos, com TVL próximo de US$ 36 bilhões. Mas e o seu dinheiro stakado? Vamos destrinchar se essa briga afeta a segurança dos usuários.


A Disputa que Abalou o Mercado

A briga interna no Aave ganhou holofotes no final de dezembro de 2024, quando divergências entre a governança descentralizada (DAO) e a equipe de desenvolvimento (Aave Labs) vieram à tona publicamente. Essa tensão gerou um reset de sentimento no mercado, com traders reagindo à incerteza sobre o futuro da governança. O preço do AAVE despencou, refletindo a perda de confiança imediata, mas analistas notam que o pior da volatilidade pode já ter sido precificado.

Enquanto o FUD (medo, incerteza e dúvida) se espalhava, sinais de resolução começaram a surgir no início de janeiro. Menções positivas superaram as negativas, e o preço parou de fazer mínimas mais baixas. Essa dinâmica mostra como disputas de governança, comuns em protocolos DeFi, podem impactar o token de governança sem necessariamente comprometer o núcleo operacional.

Atividade On-Chain Revela Resiliência

Mesmo com o drama nas headlines, os números on-chain contam outra história. Picos em endereços ativos diários e breves surtos de crescimento de rede coincidiram com as mínimas locais do preço no fim de dezembro. A circulação de tokens aumentou durante os dips, sugerindo que holders estavam reposicionando ativos em vez de panic selling em massa.

Desde o início de janeiro, a atividade se manteve estável ou até cresceu, com compras fortes sustentando uma tendência de alta nos preços. Isso indica que o ecossistema Aave continuou funcionando sem interrupções, com usuários depositando, emprestando e staking normalmente. Governança DAO pode gerar ruído, mas o protocolo subjacente – baseado em smart contracts auditados – opera de forma autônoma.

Fundamentos Sólidos: TVL e Receitas Intactas

O verdadeiro teste de um protocolo DeFi está nos fundamentos. O TVL do Aave permanece em torno de US$ 36 bilhões, apenas ligeiramente abaixo do pico recente e bem acima dos níveis de meados de ano. Isso demonstra que capital não fugiu em volumes significativos, apesar do barulho.

As receitas também impressionam: taxas anualizadas próximas de US$ 700 milhões garantem fluxo constante para o tesouro do protocolo. Usuários continuam engajados, depositando liquidez e utilizando as pools de empréstimo. Para quem tem ativos stakados no Aave – seja em safety modules ou propostas de governança –, a segurança permanece alta, pois a disputa é mais sobre alocação de tesouro e direções estratégicas do que falhas técnicas ou riscos de exploit. Os smart contracts centrais não foram alterados.

O Que Monitorar e Perspectivas Futuras

Se a disputa DAO-Labs for resolvida de forma limpa, o Aave pode emergir mais forte, com lições aprendidas em governança. Investidores devem acompanhar o progresso das negociações, volumes de staking e eventuais propostas de AIP (Aave Improvement Proposals). Uma resolução rápida poderia impulsionar o preço de volta aos níveis pré-disputa.

Para usuários brasileiros, vale lembrar que o Aave é acessível via bridges como Polygon ou Arbitrum, com baixas taxas. No entanto, em cenários de alta volatilidade, diversifique riscos. O episódio reforça: em DeFi, separe token de governança do valor do protocolo.


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Líder político cartoon erguendo stablecoin USD1 atraindo capital, confrontado por senadora com documentos regulatórios, simbolizando DeFi polêmico de Trump

World Liberty Markets: DeFi de Trump Atrai US$ 20 milhões

A World Liberty Financial (WLFI), projeto DeFi apoiado pela família Trump, lançou a plataforma World Liberty Markets na segunda-feira (12/01/2026). Alimentada pelo protocolo Dolomite, ela já atraiu US$ 20 milhões em depósitos, impulsionada por incentivos de 27% para fornecer liquidez com a stablecoin USD1. No entanto, a iniciativa enfrenta escrutínio regulatório da senadora Elizabeth Warren.


Como Funciona a Plataforma de Empréstimos

A World Liberty Markets opera como um protocolo de lending multichain, permitindo que usuários emprestem ativos ou tomem empréstimos usando portfólios como garantia. Os ativos suportados incluem o token nativo WLFI, a stablecoin USD1, USDC, USDT, Ethereum (ETH) e cbBTC (Wrapped Bitcoin da Coinbase).

Construída sobre o Dolomite, uma DEX de empréstimos, a plataforma facilita o fornecimento de liquidez para ganhar yields ou desbloquear borrowing. Inicialmente como app web, planeja integração móvel. Governança é descentralizada: detentores de WLFI votam em novos ativos e incentivos.

Isso representa uma expansão da utilidade da USD1, lançada em março de 2025 e hoje a sétima maior stablecoin, com mais de US$ 3,4 bilhões em circulação, segundo DeFiLlama. O token WLFI negocia a cerca de US$ 0,17, com alta de 18% nos últimos 14 dias.

Incentivos Agressivos e Adoção Inicial

O principal atrativo é o yield de 27% para quem fornece USD1, mais pontos de recompensa para depósitos acima de US$ 1.000. Zak Folkman, cofundador e COO da WLFI, destacou que a USD1 “superou expectativas” e agora ganha novas aplicações produtivas.

Em menos de um dia, a plataforma acumulou US$ 20 milhões em TVL (Total Value Locked), liderados pela USD1. A empresa planeja mais produtos nos próximos 18 meses, incluindo ativos do mundo real (RWAs) tokenizados, ampliando o ecossistema WLFI.

No entanto, yields tão altos em DeFi frequentemente sinalizam subsídios iniciais via emissões de tokens, que podem diluir valor ao longo do tempo. Usuários devem avaliar a sustentabilidade desses retornos.

Polêmica Regulatória com Elizabeth Warren

A expansão coincide com o pedido da senadora Elizabeth Warren ao OCC para pausar a análise do charter bancário da World Liberty Trust Co., ligada à WLFI. Warren argumenta conflitos de interesse: Trump, co-fundador emérito, controlaria regulação de sua própria empresa.

Na carta ao Comptroller Jonathan Gould, ela alerta que aprovar o charter permitiria emissão direta de USD1 sob supervisão presidencial, comprometendo a integridade. Isso ocorre antes de markup no Senado sobre legislação cripto.

Críticos veem risco de corrupção; a família Trump reduziu participação em junho de 2025, mas mantém proeminência.

Riscos e O Que Monitorar

Embora inovadora, a plataforma carrega riscos típicos de DeFi: smart contract exploits, volatilidade de yields e dependência de governança. Altos incentivos podem atrair liquidez especulativa, mas exigem due diligence sobre auditorias e liquidez subjacente.

Regulatoriamente, o halt pedido por Warren pode atrasar ambições bancárias, impactando escalabilidade da USD1. Investidores brasileiros devem considerar exposição cambial e conformidade local ao explorar tais protocolos.

Vale acompanhar TVL, preço WLFI e desdobramentos no OCC para avaliar viabilidade de longo prazo.


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Vórtice neon de liquidez sugando partículas douradas, simbolizando slippage extremo no swap acidental do Yield Protocol em DeFi

Slippage Extremo: Yield Protocol Perde US$ 3,7 milhões em Swap Acidental

O Yield Protocol registrou uma perda de cerca de US$ 3,73 milhões na terça-feira, 13 de janeiro de 2026, após um swap não intencional de US$ 3,84 milhões em stkGHO (versão staked do stablecoin GHO da Aave) resultar em apenas US$ 122 mil em USDC. Firmas de segurança como PeckShield e BlockSec confirmaram que o incidente ocorreu devido a slippage extremo em uma transação no Ethereum, sem envolver hack ou exploit de contrato inteligente. Isso alerta para os perigos da baixa liquidez em pools DeFi.


O Detalhe do Swap Desastroso

A operação envolveu a conversão de stkGHO para USDC em um pool que, segundo analistas, pode ter sido roteado via Uniswap v4, utilizando hooks que complicam a execução de swaps. O slippage — diferença entre o preço esperado e o executado — foi tão acentuado que o valor trocado evaporou quase que completamente. QuillAudits destacou que tais mecanismos, embora inovadores, aumentam a imprevisibilidade em trades grandes, especialmente em mercados com liquidez fina.

Não se tratou de uma invasão maliciosa, mas de um erro de execução que expõe vulnerabilidades inerentes às DEXs descentralizadas. Usuários e protocolos DeFi precisam estar atentos a esses riscos operacionais, que podem ocorrer em qualquer momento de volatilidade ou baixa profundidade de mercado.

Entendendo o Slippage e Seus Perigos

O slippage é um risco clássico em finanças descentralizadas, ocorrendo quando há insuficiência de liquidez em um pool para absorver um trade sem alterar significativamente o preço. No caso do Yield Protocol, o swap de stablecoins — teoricamente de baixo risco — resultou em uma perda catastrófica porque as proteções de slippage foram contornadas ou inadequadas para o volume envolvido.

Em pools com baixa liquidez, como possivelmente o stkGHO/USDC, grandes ordens causam um efeito cascata: o preço piora à medida que o trade é executado, levando a retornos muito abaixo do esperado. Para investidores DeFi, isso reforça a necessidade de verificar a profundidade dos pools antes de swaps significativos, usando ferramentas como o próprio simulador da Uniswap ou agregadores como 1inch.

Resposta Rápida da Equipe e Críticas

A equipe do Yield Protocol reagiu prontamente: enviou uma mensagem on-chain ao destinatário dos fundos, descrevendo o evento como “swap não intencional” e propondo que ele ficasse com 10% como bug bounty, devolvendo o restante. Em seguida, recompraram cerca de US$ 3,7 milhões em GHO e redepositaram stkGHO no vault, pausando temporariamente o mercado YoUSD no Pendle para recapitalização.

Apesar da ação ágil, o episódio gerou críticas nas redes sociais, com acusações de negligência nos controles de risco. Observadores questionam como um trade tão arriscado foi autorizado, destacando a importância de simulações prévias e limites rigorosos de slippage em protocolos profissionais.

Lições para Investidores DeFi

Este incidente serve como alerta protetor: mesmo sem hacks, os riscos de execução em DEXs como Uniswap v4 podem destruir capital rapidamente. Recomenda-se sempre definir tolerâncias de slippage conservadoras (abaixo de 0,5% para stablecoins), monitorar liquidez via Dune Analytics ou DefiLlama, e considerar rotas via agregadores para minimizar impactos.

Para quem opera em DeFi, diversificar pools e evitar trades isolados em baixa liquidez é essencial. O Yield Protocol recapitalizou, mas o susto reforça: na descentralização, o usuário final carrega o peso dos riscos técnicos.


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Senadores cartoon entregando escudo BRCA luminoso a devs DeFi estilizados, simbolizando proteção regulatória para desenvolvedores não custodiais

Lei BRCA: Porto Seguro para Devs DeFi Não Custodiais

Código não é crime: senadores americanos Cynthia Lummis e Ron Wyden apresentaram o Blockchain Regulatory Certainty Act (BRCA) em 12 de janeiro de 2026. A lei isenta desenvolvedores de protocolos não custodiais de regras de money transmitter, ou transmissores de dinheiro. Isso protege quem escreve código aberto para DeFi, sem controle sobre fundos dos usuários, acabando com a ‘caça às bruxas’ regulatória. Para brasileiros, significa ecossistema DeFi mais estável e inovador.


O Que Diz o Blockchain Regulatory Certainty Act?

O projeto de lei bipartidário define claramente que desenvolvedores não custodiais não são money transmitters. Em termos simples, money transmitters são empresas como exchanges ou bancos que recebem, armazenam ou transferem fundos de clientes, sujeitas a licenças rigorosas para prevenir lavagem de dinheiro.

Desenvolvedores DeFi, por outro lado, criam software aberto onde usuários controlam suas chaves privadas. Atividades protegidas incluem escrever código, manter redes descentralizadas e ferramentas de self-custody. Sem isso, devs enfrentam risco criminal por uso indevido de seu código por terceiros, como visto em casos como Tornado Cash.

A lei surge após anos de incerteza, com projetos migrando para fora dos EUA. Lummis argumenta que classificar código como transmissão financeira inibe inovação sem reduzir riscos reais.

Non-Custodial vs. Custodial: Entendendo a Diferença

Imagine um protocolo DeFi como uma receita de bolo: o desenvolvedor fornece a receita (non-custodial), mas você assa o bolo em sua cozinha. Se alguém usa a receita para fins ruins, o criador não é culpado.

Custodial seria como um chef que guarda seus ingredientes e cozinha por você, controlando tudo. A lei distingue isso, protegendo quem não tem controle unilateral sobre ativos. Wyden destaca preocupações com privacidade e liberdade de expressão: punir escritores de código é um equívoco tecnológico.

Para iniciantes, isso significa que protocolos como Uniswap ou Aave podem continuar evoluindo sem medo de processos judiciais nos EUA, beneficiando usuários globais que interagem com eles diariamente.

Impacto para Brasileiros e o Ecossistema DeFi Global

No Brasil, milhões usam DeFi para empréstimos, trocas e yields sem intermediários tradicionais. Uma lei como essa nos EUA — berço de muita inovação blockchain — mantém talentos locais, evitando êxodo para jurisdições mais permissivas.

Isso é esperançoso: reduz o risco legal, atrai investimento e estabiliza o setor. Grupos da indústria apoiam, dizendo que clareza entre construtores de infraestrutura e intermediários financeiros preserva a competitividade americana — e global.

Embora focada em devs, a proposta alinha com movimentos mais amplos, como drafts que equiparam XRP, Solana e Dogecoin ao Bitcoin em status regulatório via ETFs, promovendo clareza para altcoins.

Próximos Passos e Perspectivas

O BRCA é legislação standalone no Senado, mas pode integrar pacotes maiores de estrutura de mercado. Negociações continuam, com foco em neutralidade tecnológica: regular função, não código.

Não afeta regulação de exchanges ou corretoras — impostos e trading rules seguem firmes. Para o futuro do DeFi, isso sinaliza maturidade regulatória, incentivando adoção. Monitore o progresso: se aprovada, pode ser modelo para outros países, incluindo o Brasil.

Usuários DeFi devem ficar atentos a atualizações, mas o horizonte é positivo para inovação segura.


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Fluxo de energia cyan-dourada formando pilar cristalino com 9.6T integrado, simbolizando volume recorde do Circle USDC e adoção de stablecoins

Circle Registra US$ 9,6 Trilhões em Volume On-Chain e Cresce 680%

A Circle registrou mais de US$ 9,6 trilhões em volume de transações on-chain no terceiro trimestre de 2025, um crescimento impressionante de 680% em relação ao ano anterior. Esse marco reflete a aceleração da adoção de stablecoins como USDC em pagamentos e finanças institucionais. Paralelamente, a parceria com a Franklin Templeton adapta fundos de mercado monetário para atuar como reservas, reforçando a utilidade prática do USDC no dia a dia financeiro global. Isso indica uma transformação profunda no sistema de liquidez digital.


Crescimento Acelerado do Volume On-Chain da Circle

O relatório “Beyond Stablecoins: The Rise of the Internet Financial System”, lançado pela Circle, destaca o avanço notável do USDC e EURC ao longo de 2025. A stablecoin atrelada ao dólar processou cerca de US$ 217 bilhões em resgates, demonstrando alta liquidez e integração com o sistema bancário tradicional. Já o EURC ampliou sua participação de mercado em 50%, impulsionado pela conformidade com a regulação MiCA na Europa.

A Circle Payments Network (CPN), lançada em maio de 2025, já alcançou US$ 3,4 bilhões em volume anualizado, expandindo-se para mercados emergentes como Brasil e Nigéria. Parcerias com gigantes como BNY Mellon, JPMorgan, Bank of America e Goldman Sachs aceleram essa adoção, tornando o USDC uma ferramenta prática para transferências rápidas e de baixo custo no comércio internacional e remessas cotidianas.

Franklin Templeton Adapta Fundos para Reservas de Stablecoins

A Franklin Templeton, gestora de US$ 1,6 trilhão em ativos, atualizou dois fundos da Western Asset para suportar reservas de stablecoins. O Western Asset Institutional Treasury Obligations Fund agora investe exclusivamente em Treasuries dos EUA com vencimentos de até 93 dias e repurchases lastreados, atendendo aos requisitos da GENIUS Act aprovada em 2025.

O Western Asset Institutional Treasury Reserves Fund ganhou uma classe de ações digitais, permitindo distribuição via plataformas blockchain. Esses fundos, registrados na SEC sob a Rule 2a-7, mantêm rigorosos padrões de liquidez e qualidade de crédito, mas agora funcionam como infraestrutura para emissores de stablecoins e distribuidores institucionais. Roger Bayston, head de ativos digitais da Franklin, enfatiza que isso conecta mercados monetários tradicionais à finança digital de forma regulada.

USDC como Padrão de Liquidez Institucional

Esses desenvolvimentos posicionam o USDC como o “padrão ouro” da liquidez institucional digital. Para empresas e indivíduos, isso significa pagamentos mais eficientes: imagine remessas instantâneas para o Brasil sem taxas exorbitantes ou conversões demoradas. A Circle também avança com a blockchain Arc em testnet, visando se tornar o “Economic OS” da internet, com mais de 100 empresas participantes.

Dante Disparte, Chief Strategy Officer da Circle, descreve 2025 como o “ponto de inflexão” para o sistema financeiro global, graças à GENIUS Act e MiCA. Para o brasileiro médio, isso se traduz em mais opções práticas para poupança em dólares estáveis, hedge contra inflação e transações comerciais seguras via apps como Binance ou exchanges locais.

Implicações Práticas para o Mercado Brasileiro

No Brasil, onde o real enfrenta volatilidade, o boom do USDC facilita o comércio e investimentos cotidianos. Com a expansão da CPN para o país, traders podem usar stablecoins para arbitragem rápida entre exchanges. A adaptação de fundos pela Franklin reforça a confiança, permitindo que reservas sejam gerenciadas on-chain com segurança regulada. Vale monitorar como isso impacta o volume local de cripto e integra stablecoins ao Pix e finanças pessoais.


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Senadores cartoon erguendo escudo cyan-dourado sobre rede DeFi pulsante, simbolizando proteção do CLARITY Act no Senado EUA

Senado dos EUA Avança CLARITY Act com Proteção a DeFi

O Senado dos EUA avançou com um rascunho emendado do CLARITY Act, parte de um projeto amplo de estruturação do mercado cripto. A proposta, liderada por senadores como Cynthia Lummis e Ron Wyden, busca proteger desenvolvedores de software não-custodiais (non-custodial devs) de serem classificados como transmissores de dinheiro. Essa distinção é crucial para o ecossistema DeFi, separando criadores de código de obrigações financeiras impostas a exchanges centralizadas. O texto, divulgado nesta semana, sinaliza clareza regulatória aguardada há anos pelo setor.


Detalhes do Rascunho Legislativo

O novo rascunho do CLARITY Act define jurisdições claras entre SEC e CFTC, tratando a maioria dos ativos digitais como commodities sob supervisão da CFTC. Isso reduz a incerteza que paira sobre tokens como Bitcoin, que não seriam considerados securities. Adicionalmente, há um compromisso sobre recompensas de stablecoins, permitindo yields baseados em atividades, mas proibindo juros simples por mera custódia, equilibrando interesses de bancos tradicionais e inovação cripto.

Senadores Lummis e Wyden introduziram uma cláusula bipartidária que exclui devs de blockchains distribuídos de leis anti-lavagem de dinheiro, desde que não controlem fundos. Essa medida responde a casos como o de Roman Storm, do Tornado Cash, condenado por conspiração em serviço de transmissão sem licença.

Proteções para Desenvolvedores DeFi

A proposta de Lummis blinda explicitamente provedores de carteiras autocustódia e mineradores, que suportam infraestrutura sem controle sobre ativos. ‘Desenvolvedores que não tocam, movem ou controlam criptomoedas não devem ser regulados como se o fizessem’, afirmou Lummis. Vitalik Buterin, fundador do Ethereum, apoia, destacando a importância da privacidade em ferramentas como Tornado Cash.

Essa blindagem evita interpretações abusivas do DOJ e FinCEN, que ameaçavam criminalizar open-source DeFi. Para devs brasileiros e globais, isso reduz riscos de extradição ou sanções ao contribuir para protocolos permissionless.

Implicações para Regulação Global

Do ponto de vista geopolítico, o CLARITY Act reforça os EUA como hub regulatório amigável, contrastando com abordagens mais restritivas na UE (MiCA) ou Ásia. Ao atrair capital institucional, pode estabilizar mercados globais, beneficiando economias emergentes como o Brasil, onde DeFi cresce apesar de incertezas fiscais.

Analistas veem o texto como teste para adoção corporativa, com stablecoins emitidas por bancos sob supervisão federal. No entanto, ausências como ética para oficiais públicos (ex: Trump family ties) geram críticas democratas, podendo atrasar aprovação.

Próximos Passos e Perspectivas

A Comissão Bancária do Senado marca audiência quinta-feira (15/01), com emendas até terça. A Agricultura adia para fim de janeiro. Aprovação conjunta pode levar a lei até março, alinhando com ETF approvals e política monetária do Fed.

Investidores devem monitorar debates sobre DeFi e stablecoins. Para o Brasil, maior clareza nos EUA impulsiona fluxos via Binance e exchanges locais, mas exige harmonização com CVM e BC.


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Rede Ethereum cartoon expandindo com nó '811K' luminoso enquanto burocrata simula vácuo com '0', contrastando recorde de endereços e risco regulatório

Ethereum Bate Recorde de Endereços Ativos Enquanto Banco da Itália Simula Colapso

A rede Ethereum acaba de bater recordes históricos com mais de 811.500 endereços ativos em média de sete dias e 2,2 milhões de transações diárias, graças ao upgrade Fusaka que reduziu drasticamente os custos de uso. No entanto, enquanto a adoção explode, o Banco da Itália alerta para um ‘cenário apocalíptico’: se o Ether cair a zero, validadores podem abandonar a rede, paralisando DeFi e stablecoins. Os dados on-chain revelam saúde robusta, mas expõem vulnerabilidades tokenizadas.


Recorde Histórico de Atividade On-Chain

A rede principal do Ethereum registrou um pico inédito em endereços ativos, superando 811.500 na média móvel de sete dias, conforme dados analisados por especialistas como Joseph Young. Esse marco reflete não apenas especulação, mas uso real: transações diárias atingiram 2,2 milhões, novo ATH contra o pico anterior de 1,89 milhão em 10 de janeiro.

O upgrade Fusaka, implementado recentemente, impulsionou essa escalabilidade. Com mais de 10 anos de histórico, a blockchain processa agora volumes massivos com eficiência superior. Custos caíram para níveis acessíveis: trocas (swaps) a US$ 0,04, vendas de NFTs a US$ 0,06, empréstimos (borrowing) a US$ 0,03 e bridging a apenas US$ 0,01. Esses números indicam maturidade técnica, atraindo desenvolvedores e usuários para dApps em DeFi, NFTs e gaming.

Leon Waidmann, do On-Chain Foundation, destacou essa onda de atividade como prova de utilidade prática, superando a performance de preço do ETH, que negociava em torno de US$ 3.128.

O Stress Test do Banco da Itália

Em contraste com esse otimismo, a economista Claudia Biancotti, do Banco da Itália, publicou uma análise técnica simulando o colapso do Ether para zero. No paper "What if Ether goes to zero?", ela explora como a perda persistente de valor do ETH desincentivaria validadores do proof-of-stake, pagos nativamente em Ether.

Se validadores saírem em massa, o stake total encolhe, reduzindo a segurança da rede. Produção de blocos desacelera, finality de transações compromete-se e ataques ficam viáveis. O cenário doomsday transforma risco de mercado em risco infraestrutural: blockchains permissionless como Ethereum carecem de mecanismos formais de shutdown ordenado.

Biancotti enfatiza que isso afeta não só holders de ETH, mas ecossistemas dependentes: stablecoins tokenizadas, securities e contratos DeFi que usam Ethereum para settlement.

Implicações para DeFi e o Ecossistema

Hoje, Ethereum é hub financeiro com bilhões em TVL em DeFi. Um colapso de ETH impactaria stablecoins fully backed e lending on-chain, degradando liquidez e confiabilidade. O paper alerta para ausência de contingency plans: mitigações dependem de ações voluntárias de validadores ou protocol upgrades comunitários.

Reguladores europeus, como ECB e FMI, ecoam preocupações semelhantes sobre stablecoins sistemicamente importantes. Para o Brasil, onde adoção DeFi cresce, isso sinaliza necessidade de diversificação: layer-2s como Polygon ou Arbitrum mitigam riscos base layer, mas herdam dependências.

Dados on-chain atuais sugerem resiliência: atividade recorde indica convicção em fundamentos, mas volatilidade token é inerente. ETH a US$ 3.300 reforça otimismo técnico.

O Que os Dados On-Chain Nos Dizem?

Ethereum bate recordes enquanto bancos testam fins hipotéticos. Métricas saudáveis — endereços, txs, custos baixos — validam progressos pós-Fusaka, posicionando a rede como infraestrutura financeira viável. Contudo, o stress test recorda: tokenomics é pilar crítico.

Vale monitorar validator churn, TVL DeFi e propostas EIP para resiliência. Investidores devem pesar adoção real contra riscos sistêmicos, priorizando due diligence em protocolos tokenizados.


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Senadores cartoon erguendo escudo DeFi protetor sobre desenvolvedores blockchain, simbolizando lei para blindar devs de regulação excessiva nos EUA

Lummis Propõe Lei para Proteger Devs DeFi: Fim da Caça às Bruxas?

Finalmente uma lei que entende a diferença entre um código e uma corretora: a senadora republicana Cynthia Lummis, ao lado do democrata Ron Wyden, propôs o Blockchain Regulatory Certainty Act (BRCA). O projeto standalone protege desenvolvedores de software blockchain e DeFi que não tocam fundos de clientes de serem classificados como “money transmitters”, aliviando o medo de processos judiciais. Isso surge em meio às negociações finais do maior bill de estrutura de mercado cripto no Senado, prometendo clareza regulatória para inovadores.


O Que Diz o Blockchain Regulatory Certainty Act?

O BRCA esclarece, de forma técnica mas acessível, que escrever código ou manter redes open-source não equivale a operar como transmissor de dinheiro. Desenvolvedores que não custodiam, controlam ou acessam fundos de usuários ficam isentos das rigorosas exigências federais e estaduais de licenciamento. Essa distinção é crucial em blockchains permissionless, onde o código é público e qualquer um pode usá-lo.

Como explica a proposta, o foco está em atividades sem risco de lavagem de dinheiro: “Blockchain developers who have simply written code and maintain open-source infrastructure” não devem ser tratados como bancos. Lummis destacou que a incerteza atual expulsou inovação para fora dos EUA, submetendo devs a regras conflitantes entre estados. Com essa lei, programadores ganham segurança para construir protocolos DeFi sem o espectro de sanções criminais.

A medida responde a casos reais, como os desenvolvedores do Tornado Cash, processados por supostamente operarem um mixer sem licença, apesar de o software ser não-custodial. O bill preserva ferramentas anti-lavagem existentes, equilibrando inovação e compliance.

Contexto nas Negociações do Market Structure Bill

Essa provisão já aparecia em drafts do amplo crypto market structure bill do Senado, que define regras para mercados digitais. No entanto, com negociações apertadas — envolvendo illicit finance, stablecoins com yields e lucros de oficiais governamentais —, Lummis e Wyden optaram pelo bill standalone para reforçar apoio bipartidário.

O texto principal vai para markup na Senate Banking Committee nesta quinta-feira, liderada por Tim Scott. Já o Senate Agriculture Committee adiou sua audiência para fim de janeiro, dando mais tempo para alinhamentos. Lobbyistas cripto aguardam o draft final, que pode sair até terça-feira, testando se republicanos priorizam consenso ou avançam sozinhos.

Democratas buscam emendas sobre conflitos de interesse, enquanto a Casa Branca participa ativamente. A indústria, dividida entre DeFi puro e plataformas centralizadas como Coinbase, uniu-se em carta com mais de 100 signatários defendendo essa proteção.

Implicações para Desenvolvedores e a Indústria Cripto

Para devs brasileiros e globais mirando os EUA, o BRCA significa alívio: sem medo de serem equiparados a exchanges só por deployar smart contracts. Grupos como DeFi Education Fund e Blockchain Association aplaudiram, chamando-o de “essencial para inovação nos EUA”. Paradigm reforçou que regras claras atraem desenvolvimento blockchain doméstico.

Se incorporado ao market structure bill, pode pavimentar adoção institucional, contrastando com a abordagem punitiva da SEC. No entanto, críticos temem isenções amplas facilitarem ilícitos — mas defensores argumentam que custódia é o divisor de águas, não o código em si.

Em um mercado volátil, com Bitcoin acima de US$ 91 mil, clareza regulatória impulsiona confiança. Investidores devem monitorar o markup: sucesso bipartidário pode acelerar ETFs e DeFi compliant.

Próximos Passos e Perspectivas Esperançosas

O futuro depende do markup: emendas democratas podem diluir o texto, mas o momentum bipartidário é forte. Para o ecossistema, essa lei sinaliza maturidade regulatória, convidando talentos de volta aos EUA. Brasileiros no DeFi ganham indiretamente, com protocolos globais mais seguros.

Vale acompanhar: se aprovada, marca o fim da “caça às bruxas” e o início de uma era onde código é liberdade, não crime.


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Banqueiro cartoon e personagem Ethereum caminhando para horizonte com 40K dourado luminoso, simbolizando previsão bullish de US$40 mil até 2030

Standard Chartered: Ethereum a US$ 40 mil até 2030

Enquanto muitos traders focam no curto prazo, o Standard Chartered olha até 2030, prevendo Ethereum a US$ 40 mil no fim da década. O banco revisou para baixo o alvo de 2026 para US$ 7.500, mas vê 2026 como ponto de inflexão para o ETH, similar a 2021, impulsionado por melhorias técnicas e catalisadores regulatórios como o CLARITY Act. Essa visão bullish relativa ao Bitcoin reflete confiança nos fundamentos do ecossistema Ethereum.


Previsões Anuais Revisadas

O Standard Chartered ajustou suas projeções para o Ethereum, mantendo otimismo de longo prazo apesar da pressão do Bitcoin no curto prazo. Para o fim de 2026, o preço esperado cai de US$ 12.000 para US$ 7.500. Em 2027, sobe para US$ 15.000 (reduzido de US$ 18.000), US$ 22.000 em 2028 (de US$ 25.000), US$ 30.000 em 2029 (elevado de US$ 25.000) e culmina em US$ 40 mil até 2030.

Essa trajetória reflete a fraqueza absoluta dos preços em dólares devido ao BTC, mas uma recuperação relativa do par ETH/BTC, que deve voltar aos picos de 2021. O analista Geoff Kendrick destaca 2026 como “o ano do Ethereum”, com fundamentos específicos ganhando tração.

Fundamentos Técnicos e Demanda Estrutural

O banco enfatiza o papel central do Ethereum em stablecoins, tokenized real-world assets (RWAs) e DeFi, que sustentam demanda orgânica. Além disso, planos para aumentar o throughput da layer-1 em 10x nos próximos dois a três anos são vistos como chave para expansão de market cap, já que análises mostram correlação direta entre capacidade e valor de mercado.

Empresas como a Bitmine Immersion Technologies, maior tesouraria focada em ETH, continuam acumulando, mesmo com inflows de ETFs pausados. Essa acumulação corporativa reforça a tese de valor como reserva de ativos digitais.

Catalisadores Regulatórios e ETH vs BTC

A regulação emerge como tailwind potencial. O US CLARITY Act, em revisão no Senado em 15 de janeiro, pode desbloquear nova fase de atividade DeFi, beneficiando particularmente o ETH. Passagem no Q1 seria um marco para clareza regulatória no setor.

No gráfico, ETH precisa superar a retração Fib 0.618 para confirmar momentum, negociando atualmente por volta de US$ 3.126. A visão do banco prioriza performance relativa ao BTC, sugerindo trades no par ETH/BTC como maior convicção.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público brasileiro, essa previsão institucional valida o Ethereum como alocação de longo prazo em portfólios cripto. Com staking rendendo yields atrativos e L2s escalando, o ETH se posiciona para capturar valor em finanças tokenizadas. Monitore inflows de ETFs e aprovações regulatórias globais, que podem acelerar essa rota para US$ 40k. O otimismo fundamentado do Standard Chartered reforça: o futuro do ETH brilha além da volatilidade atual.


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Personagens cartoon de Trump lançando DeFi e SEC abrindo livro Clarity Act, iluminando caminho para otimismo cripto nos EUA

Timeline do Clarity Act e DeFi de Trump: O Novo Panorama Cripto nos EUA

📊 BOLETIM CRIPTO | 13/01/2026 | MANHÃ

O Clarity Act define o tom do período como um arquétipo de avanço institucional acelerado. Apesar de riscos secundários representados por fraudes isoladas, a confiança expressa pela SEC na aprovação da nova lei cripto para 2026 prevalece e sustenta o viés de alta moderado no mercado. O cenário é marcado por uma convergência inédita entre o apoio regulatório federal e o lançamento de infraestruturas financeiras ligadas a figuras políticas, como o projeto DeFi da família Trump. Enquanto o investidor institucional vislumbra o fim da incerteza jurídica com a timeline concreta oferecida pelo regulador, o varejo recebe um lembrete severo sobre os riscos de tokens promocionais após um rug pull milionário envolvendo o ex-prefeito de Nova York. O viés bullish moderado é sustentado pela expectativa legislativa, com o monitoramento do Congresso americano como ponto central de atenção.


🔥 Destaque: SEC prevê assinatura do Clarity Act em 2026

Paul Atkins, atual presidente da SEC, trouxe uma dose massiva de clareza ao mercado ao declarar, em entrevista à Fox Business, sua confiança de que o Clarity Act será assinado por Donald Trump ainda em 2026. Este é um fato novo e concreto que altera a percepção de risco regulatório global, estabelecendo uma timeline oficial para a transição de um regime de punição para um de fomento legislativo.

Historicamente, a falta de distinção clara entre as jurisdições da SEC e da CFTC tem sido o maior entrave para a entrada de grandes bancos e fundos de pensão no setor cripto. O projeto de lei visa precisamente resolver esse impasse, criando regras sólidas para stablecoins e exchanges. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 495.138,77, refletindo a absorção gradual dessa narrativa otimista pelo mercado brasileiro.

As implicações desta notícia são profundas para ativos como Bitcoin e Ethereum, que deixam de ser alvos de incerteza jurídica para se tornarem componentes de uma infraestrutura financeira nacional americana. Se a maior economia do mundo consolidar essa legislação amigável, é muito provável que vejamos um efeito cascata em outras jurisdições que aguardavam o modelo norte-americano para legislar.

Investidores devem agora monitorar a movimentação da versão do projeto no Senado. Embora o otimismo do regulador seja um catalisador potente, o processo legislativo pode enfrentar resistências pontuais. Contudo, o alinhamento direto entre a SEC e a Casa Branca sugere que o caminho para os EUA se tornarem o centro global de criptomoedas está mais pavimentado do que nunca.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento geral do mercado é de bullish moderado, impulsionado pela percepção de que a institucionalização definitiva do setor não é mais uma questão de “se”, mas de “quando”. A sincronia entre a fala de Paul Atkins e o lançamento de protocolos DeFi com capital político demonstra que o ecossistema está se movendo para uma nova fase de maturidade. A redução do prêmio de risco regulatório atrai fluxos para os ETFs, servindo como base para a sustentação dos preços.

Além do cenário americano, os mercados olham com cautela para a geopolítica. A discussão sobre supostas reservas de 600.000 BTC na Venezuela, embora careça de evidências on-chain em carteiras identificadas, serve como catalisador para que a SEC enfatize a urgência de leis de custódia e apreensão. O setor DeFi, especificamente, está aquecido com a entrada de novos players de peso, apesar da pressão contínua em segurança devido a golpes em tokens promocionais.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Atraso no Clarity Act: O processo legislativo americano é complexo e sujeito a disputas. Qualquer trava nas comissões do Senado pode frustrar a expectativa de assinatura em 2026, gerando volatilidade.
  • Fraudes em Tokens Políticos: O recente golpe de US$ 3,43 milhões envolvendo figuras públicas eleva o risco de desconfiança generalizada em memecoins e tokens de celebridades, atraindo escrutínio regulatório severo.
  • Escrutínio em Protocolos Trump: O envolvimento direto da família presidencial no DeFi coloca projetos como o World Liberty sob a mira constante de opositores políticos e agências federais por possíveis conflitos de interesse.
  • FUD Geopolítico: Rumores sobre reservas soberanas venezuelanas sem prova técnica podem causar liquidações forçadas em operações alavancadas, baseadas puramente em boatos sem fundamentos reais.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Entrada Institucional via ETFs: A clareza regulatória deve acelerar a alocação de capital bancário. Investidores podem antecipar fluxos posicionando-se em ativos blue-chip como BTC e ETH antes da consolidação legislativa.
  • Yield em World Liberty Markets: A nova plataforma de empréstimos oferece rendimentos iniciais de até 27% em stablecoins como o USD1, uma janela atrativa para quem busca maximizar ganhos em DeFi institucional.
  • Projetos de Compliance e RWA: A nova lei beneficiará projetos focados em ativos reais (RWA) e conformidade jurídica, como Chainlink (LINK) e Ondo (ONDO), que já possuem infraestrutura pronta para o mercado americano.

📰 Principais Notícias do Período

1. SEC prevê aprovação de lei cripto nos EUA em 2026
Paul Atkins expressou confiança na assinatura do Clarity Act ainda este ano. A legislação deve definir clareza total sobre o que é commodity ou valor mobiliário, atraindo instituições financeiras tradicionais para o ecossistema.

2. Trump entra em DeFi: World Liberty lança plataforma de empréstimos
Apoiada pelo presidente eleito, a plataforma já capturou US$ 20 milhões em valor total bloqueado. A estratégia utiliza a stablecoin USD1 para oferecer empréstimos colateralizados, visando a integração futura com ativos do mundo real.

3. SEC aborda rumor de apreensão de BTC venezuelano
O regulador comentou a incerteza sobre os supostos 600 mil BTC do regime de Maduro. Embora sirva como narrativa política, a falta de dados on-chain sugere que o impacto imediato é mais legislativo do que na oferta direta do mercado.

4. Rug pull de ex-prefeito de NYC drena US$ 3,43 milhões
Eric Adams viu seu nome envolvido em um escândalo no token NYC. O pool de liquidez foi drenado em menos de uma hora após o lançamento, afetando investidores atraídos por promessas de combate ao antissemitismo via blockchain.


🔍 O Que Monitorar

  • Progresso no Congresso: Acompanhe as votações parciais do Clarity Act no site do Congresso americano para confirmar a sustentação do otimismo regulatório.
  • TVL no World Liberty Markets: O aumento do valor bloqueado em exchanges como a Binance e em protocolos DeFi indica o apetite por yield institucional.
  • Fluxos de ETFs: Dados diários da Farside Investors sobre entradas em ETFs de Bitcoin servirão como termômetro da reação de Wall Street aos avisos da SEC.
  • Carteiras das Baleias: Monitore ferramentas como Whale Alert para identificar se o rumor venezuelano se traduz em movimentações de carteiras antigas.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12 a 24 horas, o viés bullish moderado deve persistir, sustentado pela repercussão positiva da timeline dada pela SEC. Embora o mercado possa enfrentar volatilidade pontual causada por desdobramentos negativos de fraudes políticas como a de Eric Adams, esses eventos não possuem peso sistêmico suficiente para reverter o momentum institucional. É provável que vejamos o Bitcoin testar suportes superiores à medida que a narrativa de clareza regulatória se consolida. Contudo, investidores prudentes devem ter cautela com memecoins e focar em projetos com auditoria e utilidade real. O momentum favorável é real, mas exige atenção aos detalhes legislativos que podem surgir do Congresso nas próximas sessões de votação.


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Personagens cartoon de líder político e tech DeFi ativando alavanca de plataforma de empréstimos com USD1, lançamento World Liberty Financial

Trump no DeFi: World Liberty Lança Plataforma de Empréstimos com USD1

A World Liberty Financial, plataforma de finanças descentralizadas apoiada pela família Trump, lançou o World Liberty Markets, um protocolo de depósitos e empréstimos on-chain. Usuários podem fornecer ativos como a stablecoin USD1, WLFI, ETH, cbBTC, USDC e USDT para ganhar rendimentos ou tomar empréstimos. Em poucas horas, atraiu cerca de US$ 20 milhões em ativos totais, impulsionando o ecossistema DeFi.


Arquitetura Técnica da Plataforma

O World Liberty Markets é construído sobre o protocolo multi-chain Dolomite, um DEX especializado em lending. Funciona de forma simples: usuários depositam colaterais e recebem yields variáveis — por exemplo, USD1 oferece inicialmente 27% de incentivos mais pontos de recompensa para depósitos acima de US$ 1.000. Taxas de empréstimo para USD1 giram em torno de 0,83%, enquanto suprimentos rendem cerca de 0,08%, ajustando-se com a liquidez.

A integração permite que a stablecoin USD1, com supply circulante superior a US$ 3,4 bilhões (7ª maior do mercado), seja produtiva em todo o ecossistema WLFI. Futuramente, conectará ao app mobile e suportará RWAs (ativos do mundo real) tokenizados, votados pela governança via token WLFI. Isso democratiza o acesso a finanças tokenizadas, explicando conceitos como over-collateralization de forma acessível a iniciantes.

Impacto no Mercado: Tokens Disparam

O anúncio gerou euforia: o token DOLO do Dolomite saltou 57%, enquanto WLFI subiu 4,8%, negociado a cerca de US$ 0,17 (alta de 1,2% em 24h). Após levantar US$ 590 milhões na venda de WLFI, o projeto posiciona USD1 como hub DeFi, competindo com gigantes como USDT e USDC.

Para o leitor brasileiro, isso significa yields atrativos em stablecoins dolarizadas, úteis contra volatilidade do real. No entanto, mercados iniciais são finos, exigindo monitoramento de liquidez para evitar liquidations em cenários de alta volatilidade.

Jump Trading Entra como Market Maker

Em paralelo, a World Liberty Financial transferiu 500 milhões de WLFI (US$ 83,12 milhões) para a Jump Trading, player chave em liquidez cripto. Essa movimentação sugere preparação para market making, estabilizando negociações e suportando listagens em exchanges. Jump Crypto já depositou WLFI em plataformas como Binance, sinalizando expansão.

O envolvimento de Trump acelera adoção DeFi ao atrair hype político, mas equilibra com avanços técnicos como governança descentralizada.

Oportunidades e Cautelas Regulatórias

Usuários ganham acesso a DeFi produtivo: yields em USD1, empréstimos flexíveis e exposição a RWAs. O pedido recente de charter bancário nacional pela WLFI visa compliance federal, similar a Circle e Ripple.

Cautela é essencial: laços com Trump atraem escrutínio regulatório da SEC, além de riscos de rug pulls ou manipulação em projetos hypados. Monitore TVL, APYs e votações de governança antes de expor capital. O tom otimista vem da tração inicial, mas regulação iminente pode moldar o futuro.


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Personagens cartoon de banqueiro tradicional e dev DeFi apertando mãos sobre ponte blockchain, simbolizando tokenização de depósitos pelo BNY Mellon

BNY Mellon Tokeniza Depósitos: Fim dos Bancos Tradicionais?

O BNY Mellon, maior banco custodiante do mundo com US$ 57,8 trilhões em ativos sob custódia, anunciou o lançamento de representações digitais de depósitos de clientes em sua blockchain privada. A iniciativa, revelada em 9 de janeiro de 2026, permite movimentar ‘dinheiro programável’ para usos como colateral e margem, marcando um passo histórico na integração de finanças tradicionais com tecnologia blockchain. Isso pode sinalizar o início do fim do modelo bancário convencional, ao trazer eficiência inédita para liquidez institucional.


O Que São Depósitos Tokenizados?

Tokenização de depósitos consiste na criação de tokens digitais que representam 1:1 os saldos reais de clientes no banco. Diferentemente de uma simples digitalização, esses tokens operam em uma blockchain permissionada desenvolvida pelo próprio BNY, acessível apenas a participantes autorizados. Os clientes institucionais e ‘nativos digitais’ podem usar esses ativos para transações rápidas, reduzindo o atrito de liquidação — o tempo e custo entre negociações.

Inicialmente, os tokens serão aplicados em cenários de colateral e margem, como garantias em derivativos ou empréstimos. Importante: apesar de estarem na blockchain, os saldos continuam registrados nos sistemas legados do banco para fins regulatórios, garantindo conformidade com normas globais. Essa abordagem híbrida une a imutabilidade da blockchain à confiança de um custodiante com mais de 240 anos de história.

A tecnologia permite automações via contratos inteligentes, tornando o dinheiro ‘programável’ — capaz de executar condições pré-definidas sem intermediários manuais.

Diferenças em Relação às Stablecoins Tradicionais

Diferentemente de stablecoins como USDT ou USDC, emitidas por empresas privadas como Tether ou Circle, os depósitos tokenizados do BNY são lastreados diretamente por depósitos bancários regulados. Stablecoins dependem de reservas off-chain divulgadas periodicamente, sujeitas a auditorias independentes, mas sem o escudo regulatório pleno de um banco como o BNY.

Aqui, o token é uma extensão nativa do passivo bancário, com resgate imediato em fiat tradicional. Isso elimina riscos de descolamento de paridade (depeg) comuns em stablecoins durante crises, como visto em eventos passados. Para usuários finais, significa maior segurança e interoperabilidade com ecossistemas DeFi, sem abandonar a infraestrutura bancária consolidada.

O BNY posiciona isso como ‘tecido conectivo’ de sua infraestrutura digital, integrando-se a produtos como o fundo de mercado monetário tokenizado lançado com o Goldman Sachs em julho de 2025.

Parcerias e Contexto Institucional em Expansão

A iniciativa conta com endossos de players cripto como Anchorage Digital, Circle, Paxos, Securitize (BlackRock) e Ripple Prime. Carolyn Weinberg, Chief Product Officer do BNY, enfatiza a confiabilidade dos depósitos como base para inovação. No cenário mais amplo, movimentos institucionais aceleram: empresas de tesouraria Bitcoin ligadas a Adam Back, como H100 Group (com 1.046 BTC) e Future Holdings, assinam acordo para fusão, expandindo operações na Suíça.

Essa convergência reforça a maturidade do setor, com tradicionais como BNY e JPMorgan adotando tokenização para eficiência, enquanto nativos escalam tesourarias corporativas.

Implicações para Bancos, DeFi e Usuários Finais

Para o sistema bancário tradicional, isso ameaça o status quo ao reduzir dependência de trilhos lentos como CHIPS ou SWIFT, potencializando liquidez 24/7. No DeFi, abre portas para colaterais regulados, atraindo trilhões em TVL. Usuários brasileiros, por exemplo, podem indiretamente beneficiar-se via fundos globais mais eficientes, com menores custos em remessas ou investimentos.

Vale monitorar aprovações regulatórias e escalabilidade da blockchain privada. Analistas veem isso como catalisador para adoção massiva, questionando: será o prenúncio de bancos tokenizados?


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Pico cristalino dourado com 1.3M gravado no topo sobre rede DeFi cyan, celebrando recorde de receita da Binance Smart Chain

BSC Bate Recorde: US$ 1,3 Milhão em Receita Diária

A Binance Smart Chain (BSC) registrou seu recorde histórico de receita diária, alcançando US$ 1,3 milhão em 8 de janeiro de 2026. Esse valor superou o pico anterior de US$ 1,27 milhão, de 30 de novembro, sinalizando um surto de atividade na rede. Métricas de fees refletem maior engajamento em protocolos DeFi, com volumes de transações elevados impulsionando o crescimento. Para traders brasileiros, isso destaca a atratividade da BSC por custos baixos em comparação a outras L1s.


Métricas de Receita Mostram Expansão da Rede

A receita de fees na blockchain é um indicador confiável de uso real da rede. Usuários pagam essas taxas para executar transações, negociar ativos e interagir com dApps. Na BSC, isso inclui exchanges descentralizadas (DEXs), plataformas de empréstimo e aplicações DeFi variadas. O pico de US$ 1,3 milhão em um único dia demonstra demanda crescente, com correlação direta entre volumes de trading e transfers on-chain.

Dados de analytics como CryptoQuant confirmam que, após semanas de estabilidade, a BSC experimentou um breakout. Essa métrica filtra ruído especulativo, focando em atividade orgânica. Comparada a outras L1s, a BSC se beneficia de fees modestos por transação, que se acumulam rapidamente em picos de volume, tornando-a competitiva em cenários de alta demanda.

Aumento de Atividade Revela Padrões de Acumulação

O surto coincide com elevação em trading e transfers em protocolos baseados na Binance. Comportamentos como esse surgem em fases de interesse concentrado, frequentemente ligados a acumulação por whales ou instituições. Quando grandes players posicionam, volumes disparam, pressionando fees e elevando receita total.

A análise on-chain aponta assinaturas típicas de acumulação: transações acima da média e retenção de usuários. Isso sugere adoção crescente de DeFi na BSC, possivelmente impulsionada por yields atrativos em pools de liquidez e farming, embora NFTs e jogos play-to-earn também contribuam para o ecossistema diversificado.

Implicações para BNB e Competição entre L1s

Como token nativo, o BNB é usado para pagar fees na BSC, com parte queimada para reduzir suprimento. Receitas recordes fortalecem a utilidade do BNB, potencializando valor a longo prazo via deflação. No contexto competitivo, BSC supera muitas L1s em custo-benefício: enquanto Ethereum cobra fees elevadas em picos, BSC mantém acessibilidade, atraindo volume de DeFi e migração de usuários.

Comparações recentes mostram BSC liderando em TVL relativa e atividade diária em certos nichos, desafiando Solana e Base. Para o ecossistema brasileiro, isso significa oportunidades em bridges e wrappers locais.

Sustentabilidade e Próximos Passos

A sustentabilidade depende de retenção além do hype. Crescimento sustentado validaria BSC como hub DeFi escalável. Investidores devem monitorar métricas como TVL, usuários ativos diários (DAU) e taxa de queima de BNB. Competição com L2s Ethereum e L1s emergentes exige inovação contínua em EVM-compatibilidade e segurança.

Vale observar se o momentum persiste pós-janeiro, com potenciais catalisadores como upgrades ou parcerias. Para traders, a BSC oferece entrada acessível ao ecossistema Binance.


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Metrópole isométrica DeFi com torre exibindo 69% dominando fluxo de traders geométricos migrando de CEX cinzenta, simbolizando liderança da Hyperliquid em perpétuos DEX

Hyperliquid Domina 69% dos Perpétuos em DEXes

A Hyperliquid agora controla 69% dos usuários ativos diários em negociações de perpétuos em exchanges descentralizadas (DEXes), superando plataformas centralizadas como a Binance. Lançada há menos de três anos, a DEX registrou volumes diários acima de US$ 27 bilhões e open interest de US$ 15 bilhões no terceiro trimestre de 2025, sinalizando uma disrupção no mercado de derivativos cripto.


Ascensão Rápida e Métricas On-Chain

A Hyperliquid surgiu no início de 2023 e ganhou tração explosiva após o airdrop de seu token nativo HYPE em novembro de 2024, atraindo centenas de milhares de traders. Dados recentes da Coinglass mostram que ela domina o mercado de perpétuos DEX, com 69% dos usuários ativos diários migrando para sua plataforma em busca de liquidez superior e execução rápida.

O volume diário atingiu picos de US$ 27 bilhões em agosto de 2025, enquanto o open interest — valor total de posições abertas — alcançou US$ 15 bilhões no Q3 do mesmo ano. Essas métricas on-chain destacam como a Hyperliquid se tornou o hub preferido para derivativos descentralizados, deixando rivais como dYdX e GMX para trás do top 10.

Traders valorizam a concentração de liquidez, que reduz slippage e melhora o preenchimento de ordens, especialmente em ativos voláteis como memecoins de Solana.

Vantagens Técnicas da Plataforma

O segredo da Hyperliquid reside em sua arquitetura técnica. Diferente de AMMs tradicionais, ela adota um central limit order book (CLOB) on-chain, similar aos usados por exchanges centralizadas. Nesse sistema, ordens são organizadas por preço, permitindo negociações precisas e spreads apertados sem intermediários.

Como DEX, a Hyperliquid oferece settlement on-chain, onde usuários mantêm custódia total de seus fundos, eliminando riscos de hacks comuns em CEXs. A execução rápida e ferramentas familiares atraem traders profissionais, que migram de plataformas centralizadas em busca de performance comparável com descentralização verdadeira.

Essa inovação técnica explica o crescimento: em menos de três anos, ela passou de zero a líder absoluta, com dados confirmando superioridade em velocidade e eficiência.

Disrupção para Exchanges Centralizadas

A dominância da Hyperliquid desafia o reinado das CEXs como Binance e Coinbase. Enquanto centralizadas oferecem conveniência, sofrem com vulnerabilidades de segurança — histórico de hacks bilionários — e custos elevados de custódia. DEXes como essa proporcionam segurança inerente via não-custódia, custos mais baixos em fees e melhor UX para traders experientes.

Implicações futuras incluem migração em massa para DeFi, pressionando CEXs a inovar em híbridos ou perder market share. Para usuários brasileiros, isso significa acesso global a perpétuos sem barreiras regulatórias locais, mas com necessidade de wallets compatíveis.

O token HYPE, negociado a cerca de US$ 25 (+3% em 24h), reflete o otimismo, apesar de unlocks programados como os US$ 331 milhões em janeiro de 2026.

Perspectivas e Monitoramento

Analistas veem potencial de alta para HYPE se o suporte em US$ 22,5 se mantiver, impulsionado por expansão contínua. No entanto, volatilidade e emissões mensais demandam cautela. Traders devem monitorar métricas on-chain via Coinglass para capturar tendências precoces nessa revolução DeFi.

Essa virada reforça: o futuro do trading cripto é descentralizado, com protocolos como Hyperliquid redefinindo padrões de eficiência e segurança.


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Fluxos cyan convergindo em funil Pump.fun expelindo jato dourado com 2.4B, representando recorde de receita de apps na Solana

Solana Fatura US$ 2,4 Bi em Apps 2025: Pump.fun Lidera o Ranking

A rede Solana registrou um marco histórico em 2025, faturando US$ 2,4 bilhões em receita de aplicativos, um aumento de 46% em relação ao ano anterior. Pump.fun dominou como o principal launchpad de meme coins, enquanto o ecossistema processou 33 bilhões de transações não-voto. Solana supera Ethereum em fees? Os dados sugerem uma força impressionante para trades e memes, atraindo traders brasileiros atentos a oportunidades práticas.


Pump.fun e Launchpads Dominam Receitas

O Pump.fun emergiu como estrela, liderando sete aplicativos que geraram mais de US$ 100 milhões cada. Junto a outros launchpads, eles dobraram a receita para US$ 762 milhões YoY, impulsionados por 11,6 milhões de tokens criados – mais que o dobro do ano anterior. Apesar de apenas 0,89% avançarem além da bonding curve, o volume de meme coins atingiu US$ 482 bilhões, queda de 10% YoY, mas 80 vezes maior que há dois anos.

Esses números destacam a resiliência do setor de memes na Solana, oferecendo aos traders um ecossistema dinâmico para lançamentos rápidos e especulação controlada. Comparado a plataformas como Raydium, os launchpads capturaram uma fatia desproporcional da atividade, sinalizando maturidade no nicho.

Top Apps e Métricas de Rede em Alta

Além do Pump.fun, Axiom Exchange, Meteora, Raydium, Jupiter, Photon e Bullx também ultrapassaram US$ 100 milhões em receita. Apps menores somaram mais de US$ 500 milhões. No protocolo, a REV da rede subiu para US$ 1,4 bilhão, multiplicada por 48 em dois anos, com fees medianas caindo para US$ 0,0011.

A rede processou 33 bilhões de transações não-voto, média de 1.054 TPS, e 3,2 milhões de wallets ativos diários (+50% YoY). DEXs como Raydium, Orca e Meteora lideraram US$ 1,5 trilhão em volume, com agregadores como Jupiter ganhando tração. Stablecoins dobraram para US$ 14,8 bilhões em supply, transferindo US$ 11,7 trilhões.

ETFs e Stake: Sinais de Maturidade

ETFs de Solana atraíram US$ 1,02 bilhão em inflows líquidos, refletindo demanda institucional. Staked SOL atingiu recordes, enquanto tokenized equities debutaram com US$ 1 bilhão em supply. Raydium se destaca no volume de DEXs, mas launchpads como Pump.fun roubam o show em inovação de memes.

Para traders, isso significa custos baixos e alta liquidez. Gráficos de receita YoY mostram uma curva ascendente: de apps a protocolo, Solana consolida liderança em eficiência, superando rivais em velocidade e fees reduzidas. Monitore DEXs para arbitragem e launchpads para alpha em memes.

O Que Esperar em 2026

Com fees em queda e atividade em alta, Solana posiciona-se para mais adoção. Traders práticos podem explorar agregadores como Jupiter para melhores rates e Pump.fun para lançamentos iniciais. Os dados on-chain confirmam: o ecossistema é robusto, ideal para estratégias de curto prazo em trades e memes, mesmo com volatilidade em volumes de meme coins.


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Vitalik cartoon apontando falhas críticas em torre instável de stablecoin descentralizada, com luz ZK sugerindo soluções no DeFi

Vitalik Alerta Falhas Críticas em Stablecoins Descentralizadas

Sua stablecoin favorita é realmente segura? Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, alerta que não, apontando falhas profundas em stablecoins descentralizadas. Em post no X nesta semana, ele destaca três problemas: dependência do dólar americano, oráculos vulneráveis a captura de capital e competição com yields de staking. Esses entraves comprometem a resiliência de longo prazo no ecossistema DeFi do Ethereum, exigindo inovações como provas ZK para oráculos mais robustos.


Dependência do Dólar: Risco de Inflação a Longo Prazo

A primeira falha identificada por Buterin é a referência ao preço do USD, comum em stablecoins como DAI ou USDC. Analogamente a um barco ancorado em uma corrente instável, esses ativos funcionam bem no curto prazo, mas sofrem com inflação moderada do dólar ao longo de décadas. Buterin argumenta por um índice alternativo, independente de moedas fiat, para garantir soberania e resiliência contra choques macroeconômicos.

No contexto do Ethereum, essa dependência limita a adoção em nações com moedas voláteis, como o Brasil. Soluções potenciais incluem cestas de commodities ou índices cripto-nativos, protegendo o valor sem expor a riscos geopolíticos dos EUA. Essa mudança poderia impulsionar o TVL em protocolos DeFi, fortalecendo a rede principal.

Oráculos Capturáveis: A Porta para Ataques

Oráculos, responsáveis por trazer dados externos on-chain, são o segundo calcanhar de Aquiles. Buterin explica que designs atuais são capturáveis por grandes pools de capital, como um castelo com portões fracos. Para resistir, protocolos elevam custos de captura via extração excessiva de valor — taxas altas ou incentivos inflacionários —, prejudicando usuários comuns.

Ele critica a governança financializada pela falta de assimetria entre defesa e ataque. No Ethereum, oráculos como Chainlink enfrentam esses desafios, mas provas de conhecimento zero (ZK) emergem como solução: verificam dados sem revelar fontes, tornando manipulação economicamente inviável. Isso elevaria a confiança em lending e derivatives, pilares do DeFi. Desenvolvedores devem priorizar oráculos ZK para stablecoins nativas.

Competição com Yields de Staking: Trade-offs Econômicos

O terceiro problema é a competição com yields de staking, que oferecem retornos de vários pontos percentuais anuais. Stablecoins, visando estabilidade, pagam menos, migrando liquidez para ETH staked. Buterin propõe três saídas:

  1. reduzir yields de staking a 0,2% (nível hobby);
  2. criar categorias com slashing reduzido;
  3. compatibilizar staking slashable com colateral.

Slashing arriscado inclui auto-contradição e vazamento por inatividade em ataques de censura 51%. No Ethereum pós-Merge, isso afeta diretamente LSTs como stETH. Analogia: é como escolher entre uma poupança segura e um investimento volátil — usuários optam pelo último. Soluções híbridas, com ZK para validação segura, poderiam equilibrar, atraindo capital para stablecoins e ampliando o ecossistema DeFi.

Impacto no Ethereum e Caminho Adiante

Esses alertas impactam diretamente o Ethereum, onde stablecoins sustentam 70% do DeFi. Sem avanços, protocolos enfrentam despeg e perdas. Buterin defende DAOs para integridade, mas urge inovação. Provas ZK e índices cripto-nativos são promissores, testados em L2s como Optimism. Desenvolvedores brasileiros podem explorar isso para stablecoins locais, resistentes a flutuações do real. Monitore atualizações de Vitalik para pistas sobre upgrades ETH.


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