O Bank of America elevou a classificação das ações da Coinbase (COIN) para ‘buy’, mantendo preço-alvo de US$ 340. Isso implica um upside de 38% a partir dos níveis atuais próximos a US$ 246, após queda de 40% dos picos de julho de 2025. O movimento reforça sinais institucionais positivos para exposição a cripto via equities, impulsionado pela expansão de produtos e rede Base no Ethereum.
Fundamentos do Upgrade Analítico
O analista Craig Siegenthaler, do BofA, destacou a aceleração na ‘product velocity’ da Coinbase no segundo semestre de 2025, com diversificação para ações, ETFs e mercados de previsão. Essa estratégia visa transformar a exchange em uma ‘everything exchange’, ampliando o total addressable market (TAM).
Um pilar central é a rede Base, Layer-2 sobre Ethereum, que posiciona a Coinbase como provedora de infraestrutura cripto. Um possível token nativo para Base poderia captar bilhões, incentivando desenvolvedores e adoção on-chain, conforme projeções do banco.
Dados on-chain reforçam: Base tem crescido em volume e usuários, beneficiando-se da escalabilidade do Ethereum em meio à maturidade do ecossistema DeFi.
Desempenho e Valuation das Ações COIN
As ações COIN acumulam volatilidade em 2025, variando de US$ 151,8 (mínima) a US$ 419,8 (máxima), fechando o ano em torno de US$ 245,6 — queda de 5,6% em 12 meses. A compressão do P/E desde meados de 2024 melhora o perfil risco-retorno.
Fatores recentes incluem venda por tax-loss harvesting no fim de Q4 2025 e reversão de short interest. Esse é o segundo ‘buy’ em uma semana, após Goldman Sachs, sinalizando rebound potencial no início de 2026.
Gráficos diários mostram COIN acima de US$ 246 na quinta-feira, testando resistências chave em meio a correção cripto.
Catalisadores e Riscos para 2026
O ambiente regulatório favorável sob Donald Trump, com mais três anos de mandato, oferece ‘tailwinds’ significativos. A Coinbase é vista como parceira ideal para TradFi na adoção cripto inicial.
Iniciativas como Coinbase Tokenize integram emissão, custódia e compliance, liderando tokenização de real-world assets (RWAs). Para investidores mistos stock/cripto, COIN oferece proxy diversificado ao mercado on-chain.
Riscos incluem retorno da Binance aos EUA e correções em preços cripto. Dados sugerem monitoramento de volume Base e mNAV da Coinbase para validar upside.
Os números indicam confiança institucional crescente, mas volatilidade persiste. Investidores devem avaliar exposição via COIN como hedge estratégico.
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