Personagens cartoon em reunião do Senado com pergaminho CLARITY, SEC e CFTC harmonizando enquanto executivo tech hesita, simbolizando markup regulatório cripto

Senado agenda markup decisivo para estrutura cripto em 27 de janeiro

O Comitê de Agricultura do Senado dos EUA lançou novo draft do projeto de estrutura de mercado cripto, agendando markup para 27 de janeiro. A medida coincide com anúncio de harmonização entre SEC e CFTC, avançando a agenda de Trump para posicionar os EUA como capital cripto. Coinbase retirou apoio ao bill anterior por falhas em yields de stablecoins, sinalizando xadrez regulatório em Washington.


Novo Draft do Comitê de Agricultura

O projeto, conhecido como Digital Commodity Intermediaries Act, expande autoridade da CFTC sobre ativos como Bitcoin e Ethereum, tratando-os como commodities. Diferente do draft do Banking Committee, este exclui regulamentação de yields de stablecoins, resolvendo impasse que travou votação anterior. Aloca US$ 150 milhões à CFTC para implementação, criando caminho para DeFi evitar regulação excessiva. Chair John Boozman destacou colaborações, apesar de diferenças partidárias, priorizando avanço bipartidário.

Geopoliticamente, isso alinha EUA com nações como Hong Kong, que avança em licenças stablecoins, fortalecendo liderança americana em inovação financeira descentralizada.

Retirada de Apoio da Coinbase

A Coinbase retirou apoio ao bill do Banking Committee horas antes do markup, citando “falhas fatais”. VP Kara Calvert criticou proibição de recompensas a clientes por saldos em stablecoins e limitação à flexibilidade da SEC para novas tecnologias. Bancos tradicionais pressionam contra yields, temendo fuga de depósitos, mas executivos argumentam que isso prejudica consumidores comuns, reduzindo acessibilidade.

O draft foi apressado, com menos de 24 horas para análise, expondo tensões entre finanças tradicionais e cripto. Isso reflete disputa global por soberania monetária, onde yields competitivos democratizam retornos.

Harmonização SEC e CFTC

Em paralelo, SEC e CFTC marcam reunião conjunta em 27/01 para alinhar jurisdições, superando silos regulatórios legados. Chair Paul Atkins e Michael Selig visam blueprint para liderança financeira cripto sob Trump, eliminando incertezas que paralisam inovação.

Polymarket mostra probabilidades caindo para aprovação em 2026, mas otimismo persiste com draft Ag Committee. Banking adia para fevereiro/março, priorizando housing.

Implicações para BTC, ETH e Mercado Global

Para brasileiros, aprovação pode estabilizar fluxos globais, beneficiando negociações em BRL. Bill testa adoção institucional, com CFTC regulando spot markets. Se passar antes das midterms 2026, sinaliza maturidade regulatória, atraindo capital estrangeiro e contrastando com rigidez europeia via MiCA.

Investidores devem monitorar markup: sucesso impulsiona preços; impasse prolonga volatilidade.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Trump cartoon assinando pergaminho Clarity em Davos, luz cyan-dourada iluminando EUA como hub cripto sobre China sombreada

Trump em Davos: Lei Cripto para EUA Superarem China

Em discurso no Fórum Econômico Mundial em Davos, nesta quarta-feira (21), o presidente Donald Trump prometeu assinar ‘em breve’ uma lei abrangente para o mercado de criptomoedas nos EUA. A iniciativa visa posicionar os Estados Unidos como a capital global cripto, superando a China na corrida por inovação financeira. Trump enquadrou a regulação como prioridade de segurança nacional, citando apoio político e disputa geopolítica.


Detalhes da Promessa no Davos

No evento suíço, Trump destacou que o Congresso avança em legislação de estrutura de mercado cripto, incluindo Bitcoin e outros ativos. Ele mencionou o GENIUS Act, já sancionado no ano passado para regular stablecoins, como passo inicial. ‘O Congresso trabalha duro nisso, e espero assinar muito em breve’, afirmou, ligando a medida à ‘liberdade financeira’ americana.

A fala ocorre em meio a negociações no Senado, com comitês preparando rascunhos. Trump admitiu motivação política: ‘Foi bom politicamente, ganhei apoio enorme’. Empresas cripto investiram centenas de milhões em PACs eleitorais em 2024, mirando 2026.

O Clarity Act e Marco Regulatório

O foco é o Clarity Act, que define regras claras: conformidade financeira, divisão de competências entre SEC e CFTC. Isso resolveria incertezas sobre se tokens são securities ou commodities, atraindo inovação e investimentos para os EUA.

Trump enfatizou segurança jurídica para empresas, impulsionando expansão. Sem regulação clara, o setor migra para jurisdições amigáveis, como visto com saídas da China em 2021.

Disputa Geopolítica com a China

O cerne da declaração é geopolítico: ‘China quer esse mercado também, como quer IA. Temos que impedir que controlem’. Trump compara cripto a setores estratégicos, onde EUA lideram. Beijing minerava 65% do Bitcoin pré-banimento, mas agora foca em yuan digital e controle estatal.

Para americanos, isso significa priorizar EUA como hub, com reservas estratégicas de Bitcoin e políticas pró-inovação. Analistas veem risco de ‘nova Guerra Fria tecnológica’ em ativos digitais.

Impactos no Mercado e Próximos Passos

A notícia impulsionou Bitcoin acima de US$ 90.000, refletindo otimismo regulatório. Investidores monitoram rascunhos do Senado, esperados nesta semana. Aprovação aceleraria adoção corporativa e institucional.

Para o mundo, consolida EUA como líder, pressionando Europa e Ásia. Brasileiros atentos: regulação americana influencia fluxos globais, podendo elevar liquidez em exchanges locais.


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Personagens cartoon de Hoskinson e Garlinghouse debatendo CLARITY Act em Davos, enquanto projetos cripto migram para Europa

Fuga de Cérebros Cripto: Coinbase Alerta Expulsão de Projetos dos EUA

A Coinbase alertou que os limiares drasticamente mais altos de disclosure no projeto CLARITY Act podem empurrar projetos cripto para fora dos Estados Unidos. Karaca Calvert, head de política americana da exchange, comparou as regras a padrões internacionais como o MiCA europeu, prevendo custos de compliance que incentivem desenvolvedores a migrarem para jurisdições mais amigáveis. O alerta ocorre em meio a um racha entre líderes, com Charles Hoskinson criticando o apoio de Brad Garlinghouse ao texto.


Disclosures Excessivos Ameaçam Inovação nos EUA

Os requisitos de divulgação propostos no CLARITY Act impactam diretamente a listagem, emissão e venda de ativos digitais em mercados públicos. Segundo Calvert, esses thresholds superam normas globais, como as da União Europeia, gerando despesas proibitivas para startups em estágio inicial. Projetos que não atendam aos critérios enfrentariam tratamento como securities pela SEC, elevando barreiras regulatórias.

Essa abordagem contrasta com o objetivo do projeto de lei de definir papéis da SEC e CFTC, mas a Coinbase defende que a maioria dos tokens se enquadra melhor como commodities. O risco é uma fuga de cérebros cripto, com devs optando por Europa ou Ásia para evitar burocracia americana. Analistas apontam que isso enfraqueceria a liderança dos EUA em inovação blockchain.

Armstrong Negocia com Bancos em Davos

Enquanto isso, o CEO da Coinbase, Brian Armstrong, agenda reuniões com executivos bancários no Fórum Econômico Mundial em Davos. O foco é renegociar o projeto de lei sobre estrutura de mercado, após a exchange retirar suporte ao draft recente do Senado. Críticas incluem limites a yields de stablecoins e maior acesso governamental a dados financeiros.

Armstrong busca um ‘win-win’ entre bancos tradicionais e cripto, promovendo stablecoins em igualdade de condições. A pausa indefinida na votação do Senado abriu espaço para diálogos globais, onde Trump também participa. Essa estratégia diplomática reflete tensões geopolíticas, com os EUA arriscando perder terreno para hubs como Dubai e Singapura.

Racha Ideológico: Hoskinson vs. Garlinghouse

O embate ganhou contornos ideológicos com Charles Hoskinson, fundador da Cardano, atacando Brad Garlinghouse, da Ripple, por endossar o CLARITY Act apesar de falhas. Hoskinson argumenta que o texto, após 137 emendas, presume todos os novos projetos como securities por default, exigindo isenções da SEC – pior que o status quo sob Gensler.

‘Não é melhor que o caos’, disparou ele, acusando líderes de trocarem princípios revolucionários por poder oligárquico. Garlinghouse defende pragmatismo: ‘Não é perfeito, mas precisamos de algo’. Essa divisão interna expõe fraturas no ecossistema, entre puristas e conciliadores.

Implicações Geopolíticas para o Mercado Global

No contexto global, o CLARITY Act pode redefinir a competitividade americana. Países como Emirados Árabes e Suíça atraem talentos com regulações equilibradas, enquanto os EUA debatem. Investidores monitoram Davos por sinais de consenso, mas o risco de overregulation persiste, potencialmente acelerando a descentralização real para além das fronteiras.

Para brasileiros, isso reforça a importância de diversificar em exchanges internacionais, atentos a migrações de projetos que impactem liquidez e inovação local.


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Personagens cartoon cripto e executivo Coinbase fugindo de muralha com selo CLARITY para horizonte europeu, alertando riscos do ato regulatório nos EUA

Fuga de Cérebros? Coinbase Alerta: CLARITY Act Pode Expulsar Cripto dos EUA

A Coinbase alerta que o CLARITY Act, em sua forma atual, pode causar uma debandada de projetos cripto dos Estados Unidos. Brian Armstrong e executivos como Karaca Calvert criticam os limiares de divulgação ‘drasticamente altos’ para stablecoins e ativos digitais, superiores aos da MiCA europeia. O embate com a Casa Branca revela tensões estratégicas: sem ajustes, inovação pode migrar para solos regulatórios mais hospitaleiros, comprometendo a liderança americana em cripto.


Tensões Negadas, Mas Críticas Mantidas

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, nega um racha com a Casa Branca sobre o Digital Asset Market Clarity Act, mas reitera oposição a provisões prejudiciais. Após retirar apoio público em 15 de janeiro, Armstrong argumenta que o projeto introduz estruturas regulatórias com efeito líquido negativo, especialmente no compartilhamento de rendimentos de stablecoins. Bancos americanos resistem, temendo fuga de depósitos mesmo com taxas baixas de 5%.

Jornalista Eleanor Terrett rebateu, afirmando que a administração Trump condicionou apoio ao sucesso de negociações com bancos. Apesar disso, Armstrong descreve reuniões com o governo como ‘super construtivas’, focando em soluções que beneficiem todos os atores.

Limiares de Divulgação: Barreiras Excessivas

Karaca Calvert, Head de Política nos EUA da Coinbase, destaca que os requisitos de divulgação no CLARITY Act superam padrões internacionais como a MiCA da Europa. Esses limiares afetam diretamente o listing, emissão e venda de ativos cripto em mercados públicos, gerando custos de compliance proibitivos para desenvolvedores iniciais.

A executiva alerta que tais exigências podem forçar empresas americanas a lançar projetos no exterior, onde regras são mais proporcionais. ‘Não todos os devs podem arcar com relatórios complexos e caros’, enfatiza, defendendo que muitos tokens funcionam como commodities, não securities, via teste Howey.

Impacto Geopolítico e Competitividade Global

Do ponto de vista estratégico, o CLARITY Act define papéis da SEC e CFTC, mas na visão da Coinbase, prioriza proteções excessivas em detrimento da inovação. Isso contrasta com a Europa, que equilibra regulação e crescimento via MiCA, atraindo talentos e capitais. Ásia e outros hubs emergentes também avançam com frameworks ágeis.

Os EUA arriscam perder soberania digital: uma ‘fuga de cérebros’ cripto poderia ceder liderança tecnológica a rivais geopolíticos. Coinbase advoga por CFTC como regulador principal para trades, alinhando o país a padrões globais e mantendo competitividade de exchanges americanas.

Próximos Passos no Embate Legislativo

O futuro depende de negociações: equilíbrio entre proteção ao investidor e fomento à inovação. Críticos como Charles Hoskinson questionam apoios parciais, enquanto Coinbase pressiona por ‘regulação certa’. A aprovação sem ajustes pode redesenhar o mapa global de cripto, com os EUA como espectadores de sua própria debandada.

Investidores monitoram o Congresso, onde o projeto de lei visa clareza regulatória, mas arrisca o oposto: ambiguidade competitiva.


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Líderes cripto cartoon debatendo intensamente em mesa caótica com papéis regulatórios, expondo divisões sobre CLARITY Act e SEC

Coinbase x Casa Branca: Armstrong Nega Tensões Sobre CLARITY Act

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, negou publicamente relatos de tensões com a Casa Branca sobre o projeto de lei CLARITY Act, afirmando que as discussões são construtivas. Em paralelo, democratas do Congresso acusam a SEC de abandonar processos contra exchanges como Coinbase e Ripple após doações a Trump, enquanto Charles Hoskinson critica o apoio de Brad Garlinghouse ao texto, que prevê vigilância de transações. Essa guerra legislativa pode impactar o uso de plataformas cripto globalmente.


Armstrong Desmente Conflitos com Governo

Brian Armstrong rebateu especulações de atrito administrativo via rede social X, destacando que a Casa Branca tem sido “super construtiva”. A administração pediu à Coinbase para negociar com bancos comunitários afetados pelo CLARITY Act, e a exchange está desenvolvendo propostas para atender essas demandas. No dia 14 de janeiro de 2026, a Coinbase retirou seu apoio ao projeto devido a falhas graves, como restrições a stablecoins e impacto no DeFi. Isso levou ao adiamento da audiência de markup no Comitê Bancário do Senado, 12 horas antes do previsto.

O posicionamento de Armstrong busca esclarecer que divergências sobre o texto não equivalem a discórdia governamental. Ele prefere atrasar a aprovação a aceitar uma versão falha, priorizando proteção a protocolos descentralizados e negociação de ações tokenizadas. Negociações com o setor bancário prosseguem, com ideias promissoras para emendas que beneficiem instituições menores.

Democratas Acusam SEC de Influência Política

Em carta de 15 de janeiro ao chair da SEC, Paul Atkins, democratas da Câmara das Representantes criticaram o abandono de mais de uma dúzia de casos cripto desde 2025, incluindo contra Binance, Coinbase, Kraken e Ripple. Eles apontam que as empresas doaram pelo menos US$ 1 milhão cada à posse de Trump, sugerindo um esquema de pay-to-play que compromete a integridade do mercado.

O caso contra Justin Sun permanece em stay há 11 meses, com laços ao Trump family business (WLFI) sob escrutínio. Advogado Bill Morgan rebate rumores de reabertura de ações como a do Ripple, invocando res judicata: casos encerrados não podem ser retomados nos mesmos termos. A carta questiona a independência da SEC e pede detalhes sobre conexões chinesas de Sun.

Hoskinson vs. Garlinghouse: Divisões na Indústria

Charles Hoskinson, fundador da Cardano, atacou o apoio de Brad Garlinghouse ao CLARITY Act, chamando-o de produto de Elizabeth Warren e questionando cooperação com agências que processaram a indústria. Garlinghouse defende: “Não é perfeito, mas melhor que nada”, enfatizando progresso regulatório.

Críticos como Paul Barron alertam para monitoramento em tempo real sem mandado, congelamento de assets por ‘risco’ e extensão da Bank Secrecy Act a carteiras não custodiais, violando privacidade. Polymarket indica 43% de chance de aprovação em 2026, com flutuações recentes.

Implicações para Investidores Globais

Esse triângulo de tensão — Coinbase, Casa Branca e Congresso — expõe conflitos de interesse na regulação cripto dos EUA, influenciando mercados mundiais. Para brasileiros, mudanças no CLARITY Act podem afetar compliance de exchanges e privacidade em transações. Vale monitorar negociações, pois equilíbrio entre inovação e supervisão definirá o futuro do setor. O mercado reage com cautela, priorizando clareza regulatória sem excessos.


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Personagens cartoon em impasse: Casa Branca ultimata executivos de Coinbase e bancos sobre documento CLARITY e stablecoins

Ultimato da Casa Branca ao CLARITY Act: Acordo ou Fim da Lei Cripto

A Casa Branca emitiu ultimato à Coinbase: feche acordo com bancos sobre yields de stablecoins ou o apoio ao CLARITY Act, principal projeto de estruturação do mercado cripto nos EUA, será retirado. O CEO Brian Armstrong negou conflito direto, mas confirmou negociações intensas após a exchange abandonar as discussões iniciais por receios de regulamentação excessiva em DeFi e stablecoins. Esse impasse legislativo coloca em risco a rentabilidade de dólares digitais para investidores globais, incluindo brasileiros.


Pressão da Casa Branca e Saída da Coinbase

A tensão explodiu quando a Casa Branca classificou a retirada da Coinbase como ‘rug pull, alertando que uma única empresa não representa o setor. Fontes próximas à administração Trump revelaram fúria com a ação unilateral, exigindo compromisso com bancos comunitários. Armstrong rebateu, afirmando que o governo foi ‘super construtivo’ e que ideias para ajudar bancos estão em elaboração.

O Senado adiou o markup do bill pela quinta vez, originalmente previsto para quinta-feira. Negociações recomeçaram na sexta, com democratas buscando consenso. Para o cenário geopolítico, esse atraso reflete o xadrez entre Casa Branca, Senado e lobistas bancários versus cripto.

Bancos vs. Yields de Stablecoins

Bancos temem o CLARITY Act por permitir yields em stablecoins, prevendo fuga de US$ 6,6 trilhões em depósitos. A American Bankers Association pressionou o Senado para proibir rendimentos, argumentando risco à liquidez tradicional. CEO do Bank of America ecoou: stablecoins rentáveis drenariam capital dos bancos comunitários.

Stablecoins como USDC ou USDT com yields atraem usuários por proteção contra inflação, mas sem regulação similar à FDIC. Para brasileiros, isso ameaça retornos em dólares digitais, usados para hedge cambial. Coinbase propõe soluções para bancos locais, equilibrando inovação cripto e estabilidade financeira.

Críticas ao Texto: DeFi e Reguladores

Além de yields, o bill alarmou por restrições a DeFi e tokenized stocks. Coinbase saiu citando proibições catastróficas para consumidores, como banimento de ações tokenizadas e supervisão excessiva da SEC sobre CFTC. Indústria teme centralização forçada de blockchains.

Geopoliticamente, o texto reflete tensão Trump: pro-cripto, mas pressionado por bancos. Senado debateu +130 emendas, incluindo ética para evitar lucros presidenciais com cripto. Para o Brasil, impacto indireto via adoção global e fluxos de capital.

Implicações Globais e Próximos Passos

Investidores monitoram: bill pode definir era regulatória ou travar inovação. Coinbase negocia ‘meio-termo’, mas falha enterra CLARITY. Para brasileiros, yields em stablecoins financiam remessas e proteção; restrições elevam custos. Markup pode ocorrer em semanas; acompanhe evolução no Cointrader Monitor.


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Executivo tech e representante governamental cartoon apertando mãos sobre pergaminho CLARITY, simbolizando negociações para lei de regulação cripto

Armstrong Nega Crise com Casa Branca e Busca Salvar Lei CLARITY Act

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, negou categoricamente rumores de que a Casa Branca ameaçou retirar apoio ao CLARITY Act, projeto de lei para estruturar o mercado cripto nos EUA. Em post nas redes sociais, ele afirmou que o governo Trump tem sido “super construtivo” e pediu negociações com bancos, especialmente community banks. O ‘racha’ pode ter sido apenas pressão de bastidores para avançar o diálogo. O fim da novela?


Origem dos Rumores e Retirada da Coinbase

Na semana passada, a Coinbase retirou seu apoio ao projeto, citando preocupações com proibições a yields de stablecoins, restrições ao DeFi e banimento de ações tokenizadas. A decisão gerou caos no setor, levando o Senado a cancelar uma audiência de markup prevista para quinta-feira. Rumores explodiram após jornalista Eleanor Terrett relatar que a Casa Branca considerava abandonar o bill se a exchange não voltasse à mesa com acordo sobre yields.

Essa tensão reflete o embate geopolítico entre inovação cripto e interesses bancários tradicionais nos EUA, com o governo Trump posicionado como pró-cripto, mas sensível a pressões do lobby financeiro. A American Bankers Association alertou para risco de fuga de US$ 6,6 trilhões em depósitos bancários para stablecoins com rendimento.

Resposta de Armstrong: Diplomacia em Ação

Armstrong rebateu as especulações, destacando que a Casa Branca solicitou explicitamente um acordo com bancos. “Estamos trabalhando nisso”, disse ele, prometendo “boas ideias” para beneficiar community banks, frequentemente excluídos de debates sobre ativos digitais. Essa diplomacia corporativa da Coinbase visa resgatar o bill, evitando que ele se torne “catastrófico” para consumidores e inovação.

O tom conciliador contrasta com a fúria inicial atribuída ao governo, que teria chamado a manobra da Coinbase de rug pull. No contexto global, essa negociação pode definir o equilíbrio regulatório entre EUA e rivais como UE e Ásia, onde clareza legislativa atrai investimentos.

Negociações com Bancos e Foco em Community Banks

A Coinbase cozinha um compromisso com bancos, priorizando community banks para mitigar perdas de depósitos. O impasse gira em torno de stablecoins com yield, vistas como ameaça aos bancos locais. Analistas apontam que um acordo equilibrado poderia destravar o markup em poucas semanas, restaurando momentum pró-cripto no Congresso.

Geopoliticamente, o CLARITY Act reforçaria a liderança americana em cripto, contrapondo-se à MiCA europeia. Para o Brasil e América Latina, um marco regulatório claro nos EUA sinaliza estabilidade global, beneficiando exchanges locais e adoção institucional.

Implicações e Próximos Passos

O setor cripto permanece dividido: alguns veem o bill como avanço apesar de falhas; outros, como retrocesso à inovação. Armstrong espera novo markup em breve, monitorando CFTC vs. SEC. Investidores globais devem acompanhar, pois o desfecho influencia mercados emergentes.

Vale monitorar se o compromisso atende DeFi e yields sem sacrificar bancos. Os dados sugerem que a pressão de bastidores acelerou o diálogo, provando maturidade do lobby cripto em Washington.


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Executivos cartoon de tech e governo apertando mãos enquanto nuvens de boatos se dissipam, simbolizando negação de conflito no CLARITY Act

Brian Armstrong Nega Racha com Casa Branca e Otimista com Lei Cripto

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, quebrou o silêncio sobre os rumores de um racha com a Casa Branca nesta sexta-feira (17). Ele negou veementemente que a administração Trump esteja considerando retirar o apoio ao projeto de lei de estrutura de mercado cripto, afirmando que as negociações estão avançando de forma construtiva. A declaração chega após uma semana de tensão legislativa, com a indústria aliviada pela perspectiva de correção de rumo no CLARITY Act.


Origem dos Rumores e Retirada de Apoio da Coinbase

A confusão começou na semana passada, quando a Coinbase anunciou a retirada de seu apoio ao CLARITY Act, citando preocupações com impactos negativos no DeFi, proibição de ações tokenizadas e compartilhamento de rendimentos de stablecoins. Essa decisão gerou pânico no setor, levando ao cancelamento de uma audiência no Senado marcada para quinta-feira.

Os rumores escalaram com relatos de uma jornalista próxima à administração Trump, sugerindo que a Casa Branca poderia abandonar o bill se a Coinbase não retornasse à mesa de negociações com um acordo sobre yields que satisfizesse os bancos. O episódio alimentou narrativas de um embate “cripto versus bancos”, polarizando o debate regulatório nos EUA em um momento crucial para a maturidade do mercado digital.

No contexto geopolítico mais amplo, essa tensão reflete as dinâmicas de poder entre Wall Street tradicional e o emergente ecossistema cripto, com Washington tentando equilibrar inovação e estabilidade financeira em meio a pressões eleitorais.

White House Construtiva e Foco em Community Banks

Armstrong rebateu as especulações em postagem no X (antigo Twitter), destacando que a Casa Branca tem sido “super construtiva”. Segundo ele, o governo solicitou que a Coinbase buscasse um acordo com os bancos, com ênfase especial em beneficiar community banks – instituições menores frequentemente excluídas das discussões sobre ativos digitais.

“Estamos trabalhando nisso atualmente e cozinhando boas ideias para ajudar especificamente os community banks neste bill”, escreveu o CEO, sinalizando otimismo. Essa abordagem diplomática sugere que as negociações não estão rompidas, mas evoluindo para acomodar interesses de múltiplos stakeholders, incluindo o setor bancário comunitário que busca participação no boom cripto.

Essa mediação é vital em um cenário onde os EUA competem globalmente com jurisdições mais amigáveis à cripto, como a União Europeia com sua MiCA e Hong Kong com suas licenças para stablecoins.

Implicações para o CLARITY Act e o Futuro Regulatório

O CLARITY Act visa estabelecer regras claras para mercados cripto, mas versões recentes geraram críticas por potencialmente sufocar inovação, especialmente no compartilhamento de yields de stablecoins com clientes. Armstrong espera um novo markup no Senado em poucas semanas, após refinamentos que evitem “uma lei ruim”.

A indústria está dividida: alguns veem o bill como avanço necessário apesar das falhas, enquanto outros o consideram protetor de interesses bancários em detrimento da fintech. O desmentido de Armstrong traz alívio, restaurando confiança nas tratativas com o Congresso e a administração Trump.

Para investidores brasileiros, isso reforça a importância de monitorar avanços regulatórios nos EUA, que influenciam mercados globais e fluxos de capital para o Brasil, onde a CVM e o Banco Central avançam em frameworks semelhantes.

Próximos Passos e Perspectivas

Com negociações em curso, o foco agora é em um equilíbrio que promova clareza regulatória sem sacrificar a essência descentralizada das criptomoedas. A intervenção de Armstrong corrige o curso, evitando um impasse que poderia atrasar a adoção institucional. O mercado reage positivamente, com otimismo renovado por um marco regulatório pró-inovação.

Vale acompanhar atualizações do Senado e declarações de lobistas cripto, pois o desfecho do CLARITY Act pode definir o ritmo da integração cripto na economia americana pelos próximos anos.


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Personagens cartoon de burocrata governamental e executivo tech virando as costas em mesa de negociações quebrada, simbolizando briga entre Casa Branca e Coinbase sobre lei cripto

Casa Branca Ameaça Abandonar Lei Cripto Após Briga com Coinbase

A Casa Branca ameaça retirar todo o apoio político ao CLARITY Act, principal projeto de lei para estruturação do mercado cripto nos EUA, após a Coinbase surpreendeu com a retirada de seu suporte na véspera de uma markup no Senado. A administração Trump, furiosa com o que chama de rug pull, pode abandonar as negociações a menos que haja compromisso sobre yields de stablecoins, gerando incerteza regulatória e queda no mercado cripto.


Conflito Explode: Coinbase Abandona o Barco

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, anunciou na quarta-feira que a exchange não endossaria o draft atual do CLARITY Act, citando riscos graves. Entre as preocupações, destaca-se uma proibição de fato a equities tokenizadas, restrições amplas ao DeFi e o fim de recompensas em stablecoins, que poderiam atrair depósitos para fora dos bancos tradicionais. A decisão unilateral pegou a Casa Branca de surpresa, que reagiu com veemência, afirmando que "este é o projeto de lei do Presidente Trump, não de Brian Armstrong".

A tensão reflete uma guerra fria geopolítica no ecossistema cripto: de um lado, interesses bancários temendo saques em massa para stablecoins com yields de cerca de 5%; do outro, a indústria cripto defendendo inovação sem amarras excessivas da SEC.

Nuances Políticas e Divisão na Indústria

Fonte próxima à administração descreveu a manobra da Coinbase como um rug pull contra o governo e o setor, sinalizando que sem retorno às mesas de negociação, a Casa Branca pode boicotar o projeto. Isso concentraria mais poder na SEC, criticada por sua abordagem punitiva, enquanto enfraqueceria a CFTC. Bancos argumentam que yields em stablecoins ameaçam a economia, reduzindo liquidez para empréstimos empresariais.

A comunidade está dividida: enquanto alguns apoiam a Coinbase por priorizar DeFi e privacidade, outros veem a exchange como não representativa do todo. Empresas como Robinhood, Kraken e Galaxy Digital mantêm otimismo, prevendo aprovação em semanas.

Impacto no Mercado e Perspectivas Futuras

O mercado reagiu com queda: Bitcoin testou US$ 95.000, e a capitalização total recuou para US$ 3,2 trilhões. Senadores como Mark Warner e Cynthia Lummis prometem continuidade, mas o markup pode se estender a fevereiro. Mercados de previsão como Polymarket dão 55% de chance de aprovação, subindo de 40%.

Esse impasse geopolítico em Washington pode atrasar a clareza regulatória ansiada pelo setor, afetando inovação e atração de capitais. Investidores monitoram se negociações ressuscitarão o bill ou se ele se tornará vítima de interesses conflituosos.


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Executivos cartoon em mesa de negociações tensa no Senado EUA, Coinbase retirando apoio ao CLARITY Act pela 5ª vez, adiando lei cripto

Coinbase Trava 5ª Votação de Lei Cripto no Senado dos EUA

A retirada de apoio da Coinbase ao projeto de lei de estrutura de mercado cripto provocou o quinto adiamento consecutivo da votação no Comitê de Bancos do Senado dos EUA, marcada inicialmente para quinta-feira. O CEO Brian Armstrong criticou restrições ao DeFi e yields de stablecoins, além de maior vigilância governamental. Apesar da pausa, democratas e indústria retomam negociações nesta sexta, sob pressão bipartidária.


Motivo da Crise: Pressões da Coinbase

O Senador Tim Scott, presidente do Comitê de Bancos, confirmou o adiamento na quarta-feira, destacando que negociações bipartidárias prosseguem. A decisão da Coinbase gerou críticas da comunidade cripto, acusando a exchange de priorizar interesses próprios. Segundo Armstrong, o rascunho atual impõe um ban de facto em tokenized equities, proibições ao DeFi com acesso ilimitado do governo a dados financeiros, e erode a autoridade da CFTC em favor da SEC.

Essas objeções surgem em meio a debates sobre o poder de lobby da Coinbase em Washington, revelando tensões entre inovação e regulação. David Sacks, czar de cripto da Casa Branca, afirmou que o bill está “mais próximo do que nunca” de consenso bipartidário.

Restrições a Stablecoins no Centro do Debate

Um ponto crítico é a proibição de yields em stablecoins sem vínculo a contas bancárias ou atividades como staking e liquidez. Armstrong argumentou que isso beneficia bancos tradicionais, bloqueando competição de emissores cripto. A senadora Cynthia Lummis revelou que este é o quinto adiamento por falta de apoio unânime no comitê.

Essas limitações visam proteger depósitos bancários, mas levantam preocupações sobre inovação sufocada. Analistas veem o impasse como reflexo de concessões a democratas, complicadas pela exigência de 60 votos no Senado em ano eleitoral.

Retomada de Negociações e Implicações Globais

Democratas dos Comitês de Bancos e Agricultura se juntarão a representantes da indústria em chamada nesta sexta. Senadores Lummis e Hagerty expressam otimismo, prevendo consenso “em breve”. Kraken’s Arjun Sethi alertou que abandonar agora perpetuaria incerteza regulatória.

No contexto geopolítico, o atraso pode custar à liderança dos EUA em criptoativos. Enquanto rivais como UE e Ásia avançam, a ‘clareza regulatória’ prometida pelo CLARITY Act arrisca sacrificar privacidade e DeFi, essenciais para a soberania financeira global. Investidores monitoram se o preço será alto demais.

O Que Esperar Agora

O Comitê de Agricultura marca audiência para 27 de janeiro. Uma pausa estratégica pode fortalecer o bill, mas divergências persistem. Para o ecossistema cripto, o equilíbrio entre clareza e liberdade definirá o futuro nos EUA — e sua influência mundial.


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Executivo bancário cartoon em pânico segurando cofre vazando ouro para stablecoin confiante, simbolizando alerta de fuga de US$ 6 tri

Bancos em Pânico: CEO do BofA Alerta Fuga de US$ 6 Tri para Stablecoins

O CEO do Bank of America, Brian Moynihan, alertou que stablecoins com rendimento podem sugar até US$ 6 trilhões dos depósitos bancários americanos, representando 30% a 35% do total. Essa migração reduziria a capacidade de empréstimos dos bancos, elevando custos para consumidores e empresas, especialmente PMEs. O aviso, feito em teleconferência de resultados, destaca o pânico do setor tradicional diante da concorrência cripto.


O Alerta Direto do CEO do BofA

Durante a chamada de resultados do quarto trimestre, Moynihan citou estudos do Departamento do Tesouro americano para embasar sua preocupação. Ele comparou as stablecoins remuneradas a fundos de mercado monetário, onde os recursos ficam parados em reservas do banco central ou Treasuries de curto prazo, sem circular na economia real via empréstimos bancários.

O executivo enfatizou que o Bank of America está preparado para demandas de clientes, mas o impacto seria devastador para bancos menores, que dependem mais de depósitos para financiar empréstimos a pequenas e médias empresas.

A fuga de depósitos não só encolheria balanços, mas forçaria os bancos a recorrer a funding wholesale mais caro, repassando custos aos tomadores de crédito. Para o leitor brasileiro, isso sinaliza instabilidade global que pode afetar fluxos de capital e câmbio.

Riscos Sistêmicos para o Sistema Bancário

Os US$ 6 trilhões em jogo equivalem a uma porção crítica dos depósitos comerciais nos EUA. Sem esses recursos, os bancos perdem margem para emprestar, freando o crescimento econômico. Moynihan alertou que isso criaria um ciclo vicioso: menos empréstimos, crescimento menor e custos de borrowing mais altos para todos.

Para investidores em cripto, o risco é duplo. Stablecoins como USDC ou USDT com yields atraem capital em busca de retornos melhores que as contas correntes tradicionais (próximas de zero). No entanto, sem regulação clara, há vulnerabilidades como falta de seguro FDIC, expostas em crises passadas como o colapso da Silicon Valley Bank.

O alerta reforça que bancos veem stablecoins não como complemento, mas como ameaça existencial, pressionando por regras que limitem yields e mantenham o status quo.

Conflito Regulatório e a Briga da Coinbase

O debate esquenta no Congresso americano com o CLARITY Act, projeto que visa estruturar o mercado cripto. O draft recente proíbe yields passivos em stablecoins para emissores, mas deixa brechas para exchanges. Bancos exigem fechamento total, alegando que isso cria produtos de investimento não regulados.

A Coinbase ameaça retirar apoio ao bill, com CEO Brian Armstrong declarando: prefere “nenhum bill a um ruim”. Ele critica emendas que “matariam recompensas em stablecoins”, permitindo que bancos banquem concorrentes. O markup no Senado foi adiado esta semana para negociações, evidenciando a resistência bancária travando avanços.

Outros líderes cripto, como Chris Dixon da a16z, veem o bill como necessário apesar de imperfeito, mas a divisão cresce. Para brasileiros, isso atrasa clareza regulatória global, impactando adoção local.

O Que Investidores Devem Monitorar

Esse embate revela conflito de interesses: bancos protegem seu monopólio de depósitos, enquanto cripto busca inovação. Riscos incluem atrasos regulatórios, volatilidade em stablecoins e retaliações bancárias contra plataformas cripto.

Vale ficar atento a negociações no Senado, decisões da CFTC/SEC e yields reais oferecidos por stablecoins. Diversifique depósitos, priorize plataformas com transparência e evite expor todo capital a ativos não segurados. O pânico bancário pode ser oportunidade para cripto, mas exige cautela sistêmica.


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Personagens cartoon de cripto e lobby bancário puxando corda com pergaminho rasgando, simbolizando racha no Clarity Act por emendas contra stablecoins

Coinbase Freia Clarity Act: Conflito com Lobby Bancário Trava Lei Cripto

A Coinbase retirou seu apoio ao Clarity Act, projeto de lei que prometia clareza regulatória para criptomoedas nos EUA, forçando o Senado a adiar a votação marcada para esta quinta-feira (15/01/2026). CEO Brian Armstrong denunciou ‘problemas demais’ no texto, incluindo emendas impulsionadas pelo lobby bancário que proíbem recompensas em stablecoins e restringem o DeFi. O impasse revela tensões geopolíticas entre inovação cripto e interesses tradicionais, impactando investidores globais em busca de segurança jurídica.


Posição Crítica da Coinbase e Problemas no Texto

Brian Armstrong, CEO da maior exchange americana, publicou uma thread no X detalhando as falhas do Clarity Act. Entre os pontos contestados, destaca-se a proibição efetiva de ações tokenizadas, restrições ao DeFi que concederiam ao governo acesso ilimitado a registros financeiros, eliminando a privacidade dos usuários, e o enfraquecimento da autoridade da CFTC em favor da SEC. Ademais, emendas preliminares visam acabar com as recompensas em stablecoins, mecanismo que permite yields atrativos sem intermediação bancária tradicional.

Armstrong foi categórico: ‘Esta versão seria substancialmente pior que o status quo. Preferimos não ter projeto algum a um ruim’. A reação imediata veio do Comitê Bancário do Senado, que retirou a pauta da sessão, conforme reportado por jornalistas como Eleanor Terrett. Esse movimento ocorre logo após o Genius Act, focado em stablecoins, ter avançado no ano anterior, sinalizando um retrocesso na agenda regulatória pró-cripto.

A perda de apoio da indústria coloca o bill em limbo, com o presidente do comitê, Tim Scott, descrevendo o adiamento como uma ‘pausa breve’ para negociações. No entanto, analistas veem nisso um sinal de fraturas profundas no lobby cripto.

Lobby Bancário Contra Yields em Stablecoins

O cerne do conflito reside nas recompensas de stablecoins, que oferecem yields de cerca de 3,5% — muito acima dos 0,1% médios das contas de cheque nos EUA. Bancos como JPMorgan, Citigroup e outros enviaram cartas aos legisladores, argumentando que isso equivale a depósitos de alto rendimento sem as rigorosas exigências regulatórias, como capital mínimo e seguro FDIC. O Tesouro americano estima que stablecoins possam drenar até US$ 6,6 trilhões dos depósitos bancários totais de US$ 18,7 trilhões.

Essa ofensiva bancária, reportada pelo Wall Street Journal, sabotou o texto com emendas de vigilância excessiva, protegendo seu monopólio sobre a criação de crédito. Grandes bancos, ironicamente, desenvolvem produtos cripto próprios, como stablecoins internas, revelando hipocrisia: querem regular o concorrente, mas não abrir mão da inovação quando beneficia seus balanços.

Para o leitor brasileiro, isso ecoa debates locais sobre regulação da CVM e BC, onde interesses tradicionais também resistem à desintermediação cripto.

Implicações Geopolíticas e para o Mercado Global

Como correspondente global, vejo esse embate como definidor do padrão regulatório mundial. Os EUA, epicentro financeiro, exportam normas via Dodd-Frank e MiCA europeu. Um Clarity Act enfraquecido ou adiado perpetua incertezas, beneficiando jurisdições como Dubai e Singapura, que atraem fluxos cripto com clareza pró-inovação.

Enquanto Ripple e Kraken mantêm otimismo e diálogo com o Senado, a retirada da Coinbase — listada na Nasdaq — sinaliza risco sistêmico. Mesmo aprovado, o bill demandaria anos de rulemaking, com 45 regras pendentes em SEC e CFTC, possivelmente atravessando mandatos presidenciais.

Investidores perdem segurança jurídica imediata, mas ganham proteção contra uma lei ‘ruim’ que poderia sufocar o DeFi e tokenização, pilares da Web3. O Bitcoin, em alta de 10,9% em janeiro, ignora o ruído político, mas altcoins e stablecoins yields enfrentam volatilidade regulatória.

Próximos Passos e Lições para Investidores

O Senado pode remarcar markup para fim de janeiro, mas divisões partidárias — com SEC e CFTC sob controle republicano — complicam quóruns democráticos. Gabriel Gomes alerta: monitore o lobby em Washington, pois define o tabuleiro global. Para brasileiros, diversifique em exchanges globais e auto-custódia, evitando dependência de regulações estrangeiras instáveis.

A batalha expõe: cripto não é mais outsider; é player geopolítico disputando soberania monetária com bancos centenários.


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Torrente dourada rompendo barreira cristalina com 97K entalhado, simbolizando Bitcoin superando US$97K com US$1,7 bi em inflows de ETFs

Bitcoin Rompe US$ 97.000 com ETFs em US$ 1,7 Bilhão de Inflow

Se você esperava o crash após os US$ 90 mil, as baleias de Wall Street acabaram de te atropelar. O Bitcoin superou os US$ 97.000 nesta quarta-feira (14), impulsionado por US$ 1,7 bilhão em inflows recordes em ETFs spot nos últimos três dias. BlackRock liderou com US$ 648 milhões no IBIT, enquanto um short squeeze de US$ 678 milhões destruiu posições vendidas. O rali reflete força institucional, não especulação.


Recordes de Inflow nos ETFs Spot Bitcoin

Os ETFs de Bitcoin spot registraram o maior fluxo de 2026 até agora, com US$ 843,6 milhões apenas na quarta-feira, revertendo saídas anteriores de janeiro. Em três dias consecutivos, o total chegou a US$ 1,7 bilhão, compensando perdas de US$ 1,4 bilhão entre 6 e 9 de janeiro. BlackRock’s IBIT atraiu US$ 648 milhões, seguido por Fidelity FBTC com US$ 125,4 milhões e ARK 21Shares ARKB com US$ 30 milhões.

Esses dados, fornecidos por plataformas como SoSoValue e Farside, sinalizam reversão de tendência. O volume total de inflows em janeiro já atinge US$ 1,5 bilhão em nove dias de negociação, o maior desde outubro de 2025. O BTC atingiu US$ 97.957 antes de corrigir para US$ 96.642, com o Crypto Fear & Greed Index saltando para 61 (“greed”).

Short Squeeze Acelera o Rompimento Técnico

O rompimento acima de US$ 96.000-US$ 97.000 desencadeou liquidações massivas de US$ 678 milhões em 24 horas, sendo US$ 591 milhões em posições curtas. Isso criou um ciclo virtuoso: preço sobe, shorts são liquidados, FOMO atrai mais compradores. O open interest de futuros caiu de US$ 31,5 bilhões para US$ 30,6 bilhões, indicando redução de alavancagem e domínio spot.

Dados de inflação mais brandos nos EUA e tensões geopolíticas posicionaram o BTC como “ouro digital”, com suporte em US$ 94.500 e alvo em US$ 99.000-US$ 100.000. Ações como MicroStrategy subiram 8%, reforçando o momentum.

Demanda Spot no Coinbase e Clarity Act

O rali é sustentado por compras reais spot na Coinbase, conforme Adjusted Coinbase Premium e Cumulative Volume Delta. Isso diferencia o movimento de apostas alavancadas, refletindo convicção compradora em meio a narrativas bearish. Paralelamente, o Clarity Act avança no Senado americano em 15 de janeiro, visando esclarecer jurisdições SEC-CFTC e atrair instituições como bancos e fundos de pensão.

Essa clareza regulatória pode catalisar influxos maiores, beneficiando o BTC primeiro entre ativos digitais.

Cotação Atual e Perspectivas para Brasileiros

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 514.574,87 (queda de 1,26% em 24h, volume 233 BTC). No Brasil, o rali reforça o BTC como reserva de valor em cenário volátil. Monitore suportes em US$ 94.500 e liquidações para sinais de continuação. Os dados sugerem momentum sustentável se o volume spot persistir.


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Executivo cartoon bloqueando rolo compressor burocrático com mão de stop, protegendo rede DeFi, simbolizando veto da Coinbase ao CLARITY Act

Coinbase Veta CLARITY Act: Senado Adia Lei Cripto dos EUA

O Comitê de Bancos do Senado dos EUA adiou a votação do CLARITY Act, projeto bipartidário para regular criptomoedas, após a Coinbase retirar seu apoio. CEO Brian Armstrong declarou preferir ‘nenhuma lei a uma ruim’, criticando emendas que impõem restrições a DeFi e stablecoins com yields. A decisão revela tensões entre inovação cripto e lobby bancário, atrasando a segurança jurídica tão aguardada pelo mercado. Isso afeta investidores globais em busca de clareza regulatória.


Motivos da Retirada de Apoio da Coinbase

A posição da Coinbase mudou após análise do draft recente, liberado pelo Comitê de Bancos após consultas democratas. Armstrong listou problemas graves: um ban de facto em tokenized equities, proibições em DeFi que dariam ao governo acesso ilimitado a registros financeiros, e eliminação de recompensas em stablecoins, favorecendo bancos tradicionais.

“Essa versão seria materialmente pior que o status quo atual”, afirmou o CEO em post no X. Ele elogiou o esforço bipartidário, mas insistiu em correções. Senadora Cynthia Lummis confirmou o adiamento, citando feedback negativo de líderes da indústria e prometendo ajustes.

Essas emendas, inspiradas no GENIUS Act, visam proibir yields em crypto-ativos, alegando riscos sistêmicos como fuga de depósitos bancários. Para a Coinbase, isso sufoca inovação e competição.

Conflito com o Lobby Bancário e Contexto Regulatório

O racha expõe o embate geopolítico: exchanges como Coinbase defendem um framework que equilibre CFTC e SEC, enquanto bancos pressionam por restrições que protejam seu domínio. O CLARITY Act (Digital Asset Market Clarity Act) busca classificar tokens como securities ou commodities, resolvendo anos de incerteza judicial.

Historicamente, a falta de clareza levou a ações da SEC contra plataformas. Agora, com Trump no poder, havia otimismo por regulação pró-mercado, mas emendas democratas reacenderam debates. Indústria dividida: a16z Crypto apoia avançar apesar de falhas, priorizando liderança dos EUA em Web3.

Para o Brasil, onde exchanges crescem sob CVM, esse impasse americano influencia: atrasos nos EUA podem encorajar jurisdições como Europa (MiCA) ou Ásia a liderarem, alterando fluxos globais de capital.

Implicações Geopolíticas e para Investidores

Geopoliticamente, o adiamento sinaliza fragmentação regulatória nos EUA, potencialmente beneficiando rivais como China (com yuan digital) ou UE (com MiCA em vigor). Sem clareza, inovações em DeFi e tokenized assets migram para offshore, elevando riscos para usuários.

Investidores brasileiros devem monitorar: segurança jurídica atrasa adoção institucional, impactando preços de BTC e altcoins. Volumes em exchanges locais podem subir com incerteza global, mas volatilidade aumenta. Analistas preveem nova markup em janeiro, possivelmente 27.

O episódio reforça: regulação cripto é batalha por soberania financeira. Coinbase, outrora apoiadora, agora lidera resistência contra concessões que priorizem bancos sobre inovação descentralizada.

Próximos Passos no Congresso

Comitês de Bancos e Agricultura adiam markup; Lummis planeja negociações. Mercado reage com cautela: BTC oscila acima de US$ 96 mil, mas queda em ações de exchanges reflete incerteza. Traders globais aguardam draft revisado.

Para o ecossistema cripto, lição clara: lobby unificado é essencial. Brasileiros, atentos à agenda Trump 2.0, veem oportunidade em diversificar para jurisdições maduras enquanto EUA resolve impasse.


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Olho gigante de vigilância governamental sobre rede cripto protetora, com executivo cartoon alertando, criticando projeto de lei do Senado EUA

Galaxy Digital Alerta: Senado dos EUA Quer Vigilância Total Sobre Cripto

A Galaxy Digital criticou duramente um projeto de lei do Senado dos EUA que ampliaria os poderes de vigilância do Tesouro americano sobre transações em criptomoedas. A proposta cria mecanismos para congelar fundos por até 30 dias sem ordem judicial, comparados aos do Patriot Act pós-11 de setembro. Bitcoin se manteve estável próximo a US$ 42 mil após a notícia, em 14 de janeiro de 2026, sinalizando que o mercado não entrou em pânico imediato, mas especialistas alertam para riscos à privacidade dos usuários.


O Que o Projeto do Senado Muda na Prática?

O draft, oriundo do Comitê Bancário do Senado, vai além do CLARITY Act já aprovado na Câmara. Ele introduz “medidas especiais”, permitindo que o Tesouro classifique países, plataformas ou tipos de transações como de alto risco, aplicando bloqueios ou atrasos automáticos. Plataformas de cripto seriam obrigadas a monitorar carteiras e bloquear atividades ligadas a sanções, equiparando-as a bancos tradicionais.

Segundo a análise da Galaxy, isso representa uma expansão sem precedentes do controle governamental sobre finanças digitais, afetando não só empresas, mas usuários cotidianos que utilizam apps e sites de cripto como alternativas a contas bancárias convencionais.

Para brasileiros, que negociam em exchanges locais, o impacto pode ser indireto via conformidade global, já que grandes plataformas como Binance operam internacionalmente e seguem regras americanas.

Poderes de Vigilância Semelhantes ao Patriot Act

A Galaxy compara as novas regras às criadas pelo Patriot Act, que após os ataques de 2001 concederam amplos poderes de rastreamento financeiro. O Tesouro poderia exigir que emissores de stablecoins e exchanges pausem transferências por até 30 dias, mesmo antes de intervenção judicial. Isso atinge plataformas DeFi e wallets não custodiais, que podem ser reclassificadas como entidades financeiras reguladas.

Grupos de direitos civis, como a ACLU, criticaram historicamente essas medidas por violarem privacidade. No contexto cripto, o risco é que transações peer-to-peer percam sua essência anônima, tornando o Bitcoin mais rastreável que dinheiro físico.

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 520.466 reflete otimismo macro, com alta de 2,19% em 24h, mas regulamentações como essa podem frear adoção em massa.

Quem Ganha e Quem Perde com Essa Mudança?

Reguladores e agências como o Tesouro ganham agilidade para combater crimes financeiros, rastreando fluxos ilícitos com mais eficiência. Grandes instituições financeiras, já acostumadas a compliance, podem se beneficiar de um campo de jogo nivelado.

Por outro lado, usuários comuns e desenvolvedores de ferramentas abertas perdem privacidade e flexibilidade. Plataformas menores enfrentam custos elevados de conformidade, potencialmente saindo do mercado. A Coinbase já se pronunciou contra aspectos do projeto de lei, destacando o equilíbrio delicado entre segurança e inovação.

Equipes de DeFi e self-custody wallets correm risco de serem tratadas como bancos, elevando barreiras legais. Para o ecossistema global, isso reforça a narrativa de centralização, contrariando o ethos descentralizado das criptos.

Não É Banimento, Mas Debate Continua Aberto

Apesar das críticas, o Crypto Council for Innovation vê progresso em regras claras para investidores institucionais. O Senado adiou votação para ajustes, abrindo espaço para lobby e pressão pública – algo que já moldou leis cripto anteriores.

A Galaxy recomenda boicotar o draft atual, defendendo o CLARITY Act como alternativa equilibrada. Usuários devem monitorar o processo, pois regras americanas influenciam o mundo todo. No Brasil, onde o volume de BTC em 24h foi de 280 BTC (Cointrader Monitor), privacidade permanece crucial contra riscos locais e globais.

Investidores atentos: fique de olho em atualizações do Congresso, pois isso pode redefinir como usamos cripto diariamente.


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Personagens cartoon de Coinbase defendendo pergaminho contra avalanche de emendas de banqueiros Wall Street, simbolizando sabotagem ao CLARITY Act

CLARITY Act em Xeque: Coinbase Recua e Acusa Bancos de Sabotagem

A Coinbase retirou abruptamente seu apoio ao CLARITY Act, projeto de lei que promete regular o mercado de ativos digitais nos EUA, horas antes do markup crucial no Comitê de Bancos do Senado nesta quinta-feira (15/01). O CEO Brian Armstrong denunciou que o lobby bancário sabotou o texto com emendas restritivas, criando um cenário pior que o status quo regulatório atual. A briga entre Wall Street e exchanges ameaça travar o influxo de trilhões institucionais para o cripto.


Mudança de Postura da Coinbase

O recuo da Coinbase veio após análise do rascunho final do Senado. Armstrong destacou em post no X preocupações graves: um de facto banimento de tokenized equities, proibições ao DeFi que dariam ao governo acesso irrestrito a dados financeiros de usuários, enfraquecimento da CFTC e expansão da autoridade da SEC. “Prefiro nenhuma lei a uma ruim”, afirmou o executivo, sinalizando que o bill, originalmente apoiado pela indústria, foi desvirtuado.

Essa virada ocorre em meio a negociações intensas. A exchange, que lucrou bilhões com stablecoins como USDC em 2025, vê ameaças diretas a seu modelo de negócios. Rewards em stablecoins, permitidos pela GENIUS Act assinada por Trump em julho, agora enfrentam restrições que favorecem bancos tradicionais.

Lobby Bancário e as 137 Emendas

O ápice do conflito é a enxurrada de 137 emendas de última hora submetidas pelos senadores antes do prazo de 17h de quarta-feira. Muitas visam stablecoin rewards: o draft proíbe yields em saldos ociosos, permitindo apenas em atividades como transações ou staking. Bancos argumentam risco de “fuga de depósitos”, enquanto exchanges contrapõem que isso sufoca inovação e empurra usuários para plataformas offshore.

Emendas bipartidárias, como as de Thom Tillis (R-NC) e Angela Alsobrooks (D-MD), agravam as restrições pró-bancos. Insiders veem a jogada da Coinbase como tática negocial, mas críticos a chamam de “arrogante”. A exchange investiu centenas de milhões em lobby, incluindo projetos de Trump, e monitorará votos via super PAC Fairshake, com US$ 116 milhões arrecadados.

Implicações Geopolíticas para o Cripto

Globalmente, o embate reflete a guerra por supremacia financeira: Wall Street resiste à desintermediação cripto, temendo perda de hegemonia. Sem clareza regulatória equilibrada, os EUA arriscam ceder terreno a jurisdições como UE (MiCAR) ou Ásia, onde adoção avança. O CLARITY Act, evolução do FIT21 (aprovado na Câmara em 2024), divide supervisão entre SEC e CFTC, mas emendas o tornam tóxico.

Para brasileiros, o impacto é indireto: atrasos nos EUA freiam influxo institucional global, afetando liquidez em exchanges locais. O “trilhão institucional” prometido por ETFs e corporates fica em xeque, perpetuando volatilidade.

Markup no Horizonte: O Que Esperar?

O markup desta quinta-feira (15/01) será decisivo. Republicanos liberaram fact sheets, mas divisões persistem. Armstrong se diz otimista com negociações contínuas, apoiado por figuras como Michael Saylor. Investidores devem monitorar: aprovação enfraquecida pode sinalizar vitória parcial do lobby bancário, adiando maturidade regulatória. Sem bill, o cripto segue no limbo, beneficiando apenas os incumbentes tradicionais.


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Balança desequilibrada com burocrata cartoon empilhando pesos de vigilância sobre usuário cripto defendendo privacidade, alertando sobre regulação do Senado EUA

Galaxy Alerta: Senado Pode Criar ‘Patriot Act’ para Vigilância Cripto

O preço da clareza será a sua privacidade? Um relatório da Galaxy Digital alerta que o novo projeto de lei de estrutura de mercado cripto do Senado dos EUA concede ao Tesouro poderes de vigilância em massa sobre transações digitais, reminiscentes do controverso Patriot Act. Usuários de cripto podem enfrentar congelamentos sem ordem judicial e monitoramento obrigatório de wallets, ameaçando a autonomia financeira em nome da ‘segurança’ regulatória. Isso vai além do CLARITY Act da Câmara e pode mudar o jogo para privacidade no ecossistema.


Novos Poderes de ‘Medidas Especiais’ do Tesouro

A Galaxy destaca uma autoridade inédita de “medidas especiais” no draft liberado pelo Comitê de Bancos do Senado. Essa ferramenta permitiria ao Tesouro designar jurisdições estrangeiras, instituições financeiras ou até classes inteiras de transações em cripto como preocupações primárias de lavagem de dinheiro. Com isso, o governo poderia impor restrições ou condições a transferências de fundos digitais de forma ampla.

Comparado ao Patriot Act pós-11 de setembro, que expandiu a vigilância governamental para combater terrorismo, essa provisão representa a maior ampliação de poderes de supervisão financeira desde então. Para traders e holders brasileiros acessando plataformas globais, isso significa risco de bloqueios em transações offshore sem aviso prévio, limitando a liberdade de movimentação de ativos.

O relatório enfatiza que o texto vai muito além das disposições de finanças ilícitas do CLARITY Act, aprovado na Câmara, priorizando controle sobre inovação.

Congelamento Temporário e Obrigações AML em Interfaces

Outro ponto crítico é o framework de “hold temporário” para transações em ativos digitais. O Tesouro ou agências afins poderiam exigir que emissores de stablecoins e provedores de serviços cripto congelem operações por até 30 dias, prorrogáveis, sem necessidade de ordem judicial inicial. Isso cria um mecanismo de interrupção rápida que pode afetar liquidez em momentos de volatilidade.

Além disso, o projeto puxa interfaces web — os “front ends” para blockchains e protocolos DeFi — para o escopo de sanções e conformidade Anti-Money Laundering (AML). Essas camadas de aplicação distribuída terão de implementar triagem de wallets, bloqueio de atividades sancionadas e controles de risco baseados em AML, conforme orientação do Tesouro.

Para o usuário comum, isso implica monitoramento constante de interações com dApps, erodindo a pseudonimidade que atrai muitos ao cripto. A Galaxy adverte sobre o impacto em ferramentas acessíveis usadas por milhões globalmente.

Ameaças ao DeFi e Reações do Mercado

O projeto de lei também mira protocolos “DeFi apenas no nome”, impondo obrigações da Bank Secrecy Act a indivíduos ou grupos que mantenham controle significativo sobre funcionalidades ou acesso de um protocolo DeFi. Isso pode forçar desenvolvedores a revelar identidades e submeter-se a regulações bancárias, sufocando a descentralização verdadeira.

Enquanto a Galaxy soa o alarme sobre essa expansão de vigilância, o Crypto Council for Innovation (CCI) vê progresso no draft, mas promete revisar e engajar policymakers para preservar escolha do consumidor e competição responsável. O Comitê de Agricultura do Senado adiou o markup para o fim de janeiro, buscando apoio bipartidário amplo.

Investidores devem monitorar esses desenvolvimentos, pois regulação excessiva pode migrar inovação para jurisdições mais amigáveis, afetando acessibilidade de cripto para brasileiros.

O Que Isso Significa para Sua Privacidade?

Em resumo, o preço da ‘clareza regulatória’ pode ser a perda irreversível de privacidade transacional. Usuários enfrentam um futuro onde o governo acessa dados sensíveis sem barreiras judiciais, priorizando controle sobre liberdade. Vale avaliar estratégias de proteção, como uso de mixers ou jurisdições offshore, mas sempre com cautela regulatória. O mercado cripto precisa equilibrar compliance sem sacrificar os princípios fundadores de autonomia financeira.


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Lobista bancário cartoon bloqueando porta 'CLARITY' enquanto personagens cripto empurram, simbolizando lobby de Wall Street contra regulação nos EUA

Lobby Bancário Sabota CLARITY Act? Cripto Acusa Wall Street de Traição

A indústria cripto nos EUA acusa gigantes de Wall Street de sabotar o CLARITY Act, projeto de lei que promete clareza regulatória para o mercado de ativos digitais. Bancos tradicionais, via lobby intenso, impulsionaram mais de 75 emendas no Senado para restringir stablecoins e proibir yields, temendo fuga de depósitos para plataformas como Coinbase. A batalha, que mancha o bill às vésperas da votação, revela tensões geopolíticas entre finanças tradicionais e inovação digital.


Batalha pelo Yield em Stablecoins

Após a aprovação do GENIUS Act em 2025, que regulou stablecoins mas permitiu rewards por terceiros, bancos como os representados pela American Bankers Association (ABA) e Bank Policy Institute entraram em cena. Eles alegam que programas de yield em stablecoins, como os da Coinbase, ameaçam o sistema de depósitos, essencial para empréstimos em community banks. “É uma disrupção multitrilionária”, argumentam, mas a cripto rebate: os bancos mascaram interesses em dominância de pagamentos.

Kara Calvert, da Coinbase, chama de farcical a narrativa, destacando que saldos em stablecoins não são depósitos segurados pelo FDIC, pois não são reinvestidos pelos emissores. Brian Armstrong, CEO da exchange, ameaçou retirar apoio ao bill se yields forem banidos, após faturar US$ 355 milhões com stablecoins no Q3. O draft liberado na segunda-feira impõe compromisso: sem yield para holdings estáticos, mas liberado para transações ativas.

As 75 Emendas: De Yield a Anti-Corrupção

Senadores de ambos os partidos, incluindo Thom Tillis e Angela Alsobrooks, propuseram mais de 75 emendas ao Digital Asset Market Clarity Act. Muitas miram o yield: remoção de exceções, proibições totais e novas regras de risco. Outras vão além, como anti-corrupção (Chris Van Hollen), proteção a DeFi, mixers e até quorum em agências reguladoras.

Democratas como Elizabeth Warren e Ruben Gallego pressionam por ética, citando laços de Trump com cripto. Republicanos como Cynthia Lummis defendem o bill. O markup no Senate Banking Committee ocorre quinta-feira, com Agriculture Committee adiado para fim de janeiro. A maioria das emendas deve cair, mas o lobby bancário já forçou mudanças.

Implicações Geopolíticas para o Mercado Global

Para brasileiros, essa guerra em Washington ecoa: regulação clara atrai investimentos, mas monopólios bancários globais resistem à desintermediação. Se o bill avançar sem concessões excessivas, stablecoins ganham legitimidade; caso contrário, incerteza persiste. Summer Mersinger, da Blockchain Association, alerta: os bancos priorizam incumbency sobre inovação. Investidores devem monitorar o vote, pois afeta DeFi, custódia e adoção nos EUA, epicentro regulatório mundial.

O risco é alto: sem clareza, o setor cripto perde terreno para rivais como UE (MiCA). Plataformas como Coinbase preparam respostas, mas o lobby de Wall Street testa a resiliência da indústria.


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Legislador cartoon empurrando balança regulatória para transformar yields passivos de stablecoins em atividades ativas no CLARITY Act

Senado dos EUA Proíbe Yields Passivos em Stablecoins no CLARITY Act

O Senado dos EUA liberou uma versão emendada do CLARITY Act, proibindo plataformas crypto de oferecer yields ou juros apenas por holding de stablecoins como USDC e USDT. A medida, que passará por markup no Comitê Bancário em 15 de janeiro, permite recompensas só por atividades ativas, como staking ou provisão de liquidez. Bancos pressionam para proteger depósitos tradicionais, enquanto empresas como Coinbase ameaçam retirar apoio ao projeto.


Detalhes da Proibição no CLARITY Act

O novo draft bipartidário do Digital Asset Market Clarity Act expande a restrição do GENIUS Act, lei de julho de 2025 que vetou stablecoins geradores de yield pelos emissores. Agora, crypto service providers — incluindo exchanges — não podem pagar rendimentos passivos em payment stablecoins. Isso visa diferenciar stablecoins de contas de poupança bancárias, sujeitas a regulação federal.

Recompensas ficam restritas a ações como fornecer liquidez em DeFi, staking em redes ou governança. O texto reflete meses de negociações lideradas pelo senador Tim Scott, com foco em clareza regulatória após anos de zonas cinzentas no mercado crypto.

Tensões entre Bancos, Coinbase e Reguladores

Bancos americanos lobbyam intensamente, argumentando que yields de 3,5% em USDC — oferecidos por plataformas como Coinbase — competem deslealmente com depósitos tradicionais, sem as proteções do FDIC. Grupos bancários veem isso como risco sistêmico, potencialmente drenando liquidez dos bancos para o ecossistema crypto.

Do outro lado, Coinbase alerta que a proibição inibe inovação e pode levar a retirada de apoio ao bill. Analistas como Jake Chervinsky criticam a concessão aos bancos, ecoando o GENIUS Act que já matou produtos inovadores de yield-bearing stablecoins. A briga reflete o equilíbrio delicado entre fomentar crypto e preservar o status quo financeiro.

Implicações Globais para o Mercado Crypto

Para usuários brasileiros e globais, a mudança transforma stablecoins de ‘contas poupança digitais’ em ferramentas ativas de DeFi. Plataformas centralizadas perdem atratividade para holders passivos, empurrando capital para protocolos permissionless onde yields vêm de participação real. Isso pode beneficiar redes como Ethereum, mas elevar riscos para iniciantes sem conhecimento técnico.

No contexto geopolítico, regulação americana dita padrões mundiais: Europa (MiCA) e Brasil (PL 4.401) observam de perto. Se aprovado, o CLARITY Act sinaliza era de maturidade, mas com concessões que favorecem incumbentes bancários sobre inovação disruptiva.

Markup e Perspectivas Futuras

O markup de 15 de janeiro é crítico: emendas são devidas até 13 de janeiro, e desacordos sobre ética e eleições midterm podem atrasar para 2027. Investidores devem monitorar ajustes — especialmente se Coinbase prevalecer em lobby por exceção em yields. Longo prazo, a lei pode estabilizar o mercado, atraindo instituições, mas limitar retornos passivos para varejo.

Enquanto isso, volumes de USDC e USDT seguem resilientes, com BTC acima de US$ 94 mil. O cenário reforça: regulação avança, mas com trade-offs que definem o futuro das finanças híbridas.


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Senadores cartoon erguendo escudo cyan-dourado sobre rede DeFi pulsante, simbolizando proteção do CLARITY Act no Senado EUA

Senado dos EUA Avança CLARITY Act com Proteção a DeFi

O Senado dos EUA avançou com um rascunho emendado do CLARITY Act, parte de um projeto amplo de estruturação do mercado cripto. A proposta, liderada por senadores como Cynthia Lummis e Ron Wyden, busca proteger desenvolvedores de software não-custodiais (non-custodial devs) de serem classificados como transmissores de dinheiro. Essa distinção é crucial para o ecossistema DeFi, separando criadores de código de obrigações financeiras impostas a exchanges centralizadas. O texto, divulgado nesta semana, sinaliza clareza regulatória aguardada há anos pelo setor.


Detalhes do Rascunho Legislativo

O novo rascunho do CLARITY Act define jurisdições claras entre SEC e CFTC, tratando a maioria dos ativos digitais como commodities sob supervisão da CFTC. Isso reduz a incerteza que paira sobre tokens como Bitcoin, que não seriam considerados securities. Adicionalmente, há um compromisso sobre recompensas de stablecoins, permitindo yields baseados em atividades, mas proibindo juros simples por mera custódia, equilibrando interesses de bancos tradicionais e inovação cripto.

Senadores Lummis e Wyden introduziram uma cláusula bipartidária que exclui devs de blockchains distribuídos de leis anti-lavagem de dinheiro, desde que não controlem fundos. Essa medida responde a casos como o de Roman Storm, do Tornado Cash, condenado por conspiração em serviço de transmissão sem licença.

Proteções para Desenvolvedores DeFi

A proposta de Lummis blinda explicitamente provedores de carteiras autocustódia e mineradores, que suportam infraestrutura sem controle sobre ativos. ‘Desenvolvedores que não tocam, movem ou controlam criptomoedas não devem ser regulados como se o fizessem’, afirmou Lummis. Vitalik Buterin, fundador do Ethereum, apoia, destacando a importância da privacidade em ferramentas como Tornado Cash.

Essa blindagem evita interpretações abusivas do DOJ e FinCEN, que ameaçavam criminalizar open-source DeFi. Para devs brasileiros e globais, isso reduz riscos de extradição ou sanções ao contribuir para protocolos permissionless.

Implicações para Regulação Global

Do ponto de vista geopolítico, o CLARITY Act reforça os EUA como hub regulatório amigável, contrastando com abordagens mais restritivas na UE (MiCA) ou Ásia. Ao atrair capital institucional, pode estabilizar mercados globais, beneficiando economias emergentes como o Brasil, onde DeFi cresce apesar de incertezas fiscais.

Analistas veem o texto como teste para adoção corporativa, com stablecoins emitidas por bancos sob supervisão federal. No entanto, ausências como ética para oficiais públicos (ex: Trump family ties) geram críticas democratas, podendo atrasar aprovação.

Próximos Passos e Perspectivas

A Comissão Bancária do Senado marca audiência quinta-feira (15/01), com emendas até terça. A Agricultura adia para fim de janeiro. Aprovação conjunta pode levar a lei até março, alinhando com ETF approvals e política monetária do Fed.

Investidores devem monitorar debates sobre DeFi e stablecoins. Para o Brasil, maior clareza nos EUA impulsiona fluxos via Binance e exchanges locais, mas exige harmonização com CVM e BC.


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