Executivos cartoon de tech e governo apertando mãos enquanto nuvens de boatos se dissipam, simbolizando negação de conflito no CLARITY Act

Brian Armstrong Nega Racha com Casa Branca e Otimista com Lei Cripto

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, quebrou o silêncio sobre os rumores de um racha com a Casa Branca nesta sexta-feira (17). Ele negou veementemente que a administração Trump esteja considerando retirar o apoio ao projeto de lei de estrutura de mercado cripto, afirmando que as negociações estão avançando de forma construtiva. A declaração chega após uma semana de tensão legislativa, com a indústria aliviada pela perspectiva de correção de rumo no CLARITY Act.


Origem dos Rumores e Retirada de Apoio da Coinbase

A confusão começou na semana passada, quando a Coinbase anunciou a retirada de seu apoio ao CLARITY Act, citando preocupações com impactos negativos no DeFi, proibição de ações tokenizadas e compartilhamento de rendimentos de stablecoins. Essa decisão gerou pânico no setor, levando ao cancelamento de uma audiência no Senado marcada para quinta-feira.

Os rumores escalaram com relatos de uma jornalista próxima à administração Trump, sugerindo que a Casa Branca poderia abandonar o bill se a Coinbase não retornasse à mesa de negociações com um acordo sobre yields que satisfizesse os bancos. O episódio alimentou narrativas de um embate “cripto versus bancos”, polarizando o debate regulatório nos EUA em um momento crucial para a maturidade do mercado digital.

No contexto geopolítico mais amplo, essa tensão reflete as dinâmicas de poder entre Wall Street tradicional e o emergente ecossistema cripto, com Washington tentando equilibrar inovação e estabilidade financeira em meio a pressões eleitorais.

White House Construtiva e Foco em Community Banks

Armstrong rebateu as especulações em postagem no X (antigo Twitter), destacando que a Casa Branca tem sido “super construtiva”. Segundo ele, o governo solicitou que a Coinbase buscasse um acordo com os bancos, com ênfase especial em beneficiar community banks – instituições menores frequentemente excluídas das discussões sobre ativos digitais.

“Estamos trabalhando nisso atualmente e cozinhando boas ideias para ajudar especificamente os community banks neste bill”, escreveu o CEO, sinalizando otimismo. Essa abordagem diplomática sugere que as negociações não estão rompidas, mas evoluindo para acomodar interesses de múltiplos stakeholders, incluindo o setor bancário comunitário que busca participação no boom cripto.

Essa mediação é vital em um cenário onde os EUA competem globalmente com jurisdições mais amigáveis à cripto, como a União Europeia com sua MiCA e Hong Kong com suas licenças para stablecoins.

Implicações para o CLARITY Act e o Futuro Regulatório

O CLARITY Act visa estabelecer regras claras para mercados cripto, mas versões recentes geraram críticas por potencialmente sufocar inovação, especialmente no compartilhamento de yields de stablecoins com clientes. Armstrong espera um novo markup no Senado em poucas semanas, após refinamentos que evitem “uma lei ruim”.

A indústria está dividida: alguns veem o bill como avanço necessário apesar das falhas, enquanto outros o consideram protetor de interesses bancários em detrimento da fintech. O desmentido de Armstrong traz alívio, restaurando confiança nas tratativas com o Congresso e a administração Trump.

Para investidores brasileiros, isso reforça a importância de monitorar avanços regulatórios nos EUA, que influenciam mercados globais e fluxos de capital para o Brasil, onde a CVM e o Banco Central avançam em frameworks semelhantes.

Próximos Passos e Perspectivas

Com negociações em curso, o foco agora é em um equilíbrio que promova clareza regulatória sem sacrificar a essência descentralizada das criptomoedas. A intervenção de Armstrong corrige o curso, evitando um impasse que poderia atrasar a adoção institucional. O mercado reage positivamente, com otimismo renovado por um marco regulatório pró-inovação.

Vale acompanhar atualizações do Senado e declarações de lobistas cripto, pois o desfecho do CLARITY Act pode definir o ritmo da integração cripto na economia americana pelos próximos anos.


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Personagens cartoon de burocrata governamental e executivo tech virando as costas em mesa de negociações quebrada, simbolizando briga entre Casa Branca e Coinbase sobre lei cripto

Casa Branca Ameaça Abandonar Lei Cripto Após Briga com Coinbase

A Casa Branca ameaça retirar todo o apoio político ao CLARITY Act, principal projeto de lei para estruturação do mercado cripto nos EUA, após a Coinbase surpreendeu com a retirada de seu suporte na véspera de uma markup no Senado. A administração Trump, furiosa com o que chama de rug pull, pode abandonar as negociações a menos que haja compromisso sobre yields de stablecoins, gerando incerteza regulatória e queda no mercado cripto.


Conflito Explode: Coinbase Abandona o Barco

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, anunciou na quarta-feira que a exchange não endossaria o draft atual do CLARITY Act, citando riscos graves. Entre as preocupações, destaca-se uma proibição de fato a equities tokenizadas, restrições amplas ao DeFi e o fim de recompensas em stablecoins, que poderiam atrair depósitos para fora dos bancos tradicionais. A decisão unilateral pegou a Casa Branca de surpresa, que reagiu com veemência, afirmando que "este é o projeto de lei do Presidente Trump, não de Brian Armstrong".

A tensão reflete uma guerra fria geopolítica no ecossistema cripto: de um lado, interesses bancários temendo saques em massa para stablecoins com yields de cerca de 5%; do outro, a indústria cripto defendendo inovação sem amarras excessivas da SEC.

Nuances Políticas e Divisão na Indústria

Fonte próxima à administração descreveu a manobra da Coinbase como um rug pull contra o governo e o setor, sinalizando que sem retorno às mesas de negociação, a Casa Branca pode boicotar o projeto. Isso concentraria mais poder na SEC, criticada por sua abordagem punitiva, enquanto enfraqueceria a CFTC. Bancos argumentam que yields em stablecoins ameaçam a economia, reduzindo liquidez para empréstimos empresariais.

A comunidade está dividida: enquanto alguns apoiam a Coinbase por priorizar DeFi e privacidade, outros veem a exchange como não representativa do todo. Empresas como Robinhood, Kraken e Galaxy Digital mantêm otimismo, prevendo aprovação em semanas.

Impacto no Mercado e Perspectivas Futuras

O mercado reagiu com queda: Bitcoin testou US$ 95.000, e a capitalização total recuou para US$ 3,2 trilhões. Senadores como Mark Warner e Cynthia Lummis prometem continuidade, mas o markup pode se estender a fevereiro. Mercados de previsão como Polymarket dão 55% de chance de aprovação, subindo de 40%.

Esse impasse geopolítico em Washington pode atrasar a clareza regulatória ansiada pelo setor, afetando inovação e atração de capitais. Investidores monitoram se negociações ressuscitarão o bill ou se ele se tornará vítima de interesses conflituosos.


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Personagens cartoon federal e estaduais blindando fortaleza digital de Bitcoin com lingotes dourados, sinalizando reservas estratégicas nos EUA

Fortaleza Digital: EUA Blindam Reservas de Bitcoin

A Casa Branca confirmou que o Bitcoin apreendido no caso Samourai não será vendido, integrando-o à Reserva Estratégica nacional por ordem executiva de Trump. Paralelamente, Tennessee e West Virginia avançam com leis para alocar até 10% dos fundos estatais em Bitcoin como proteção contra inflação. A era das vendas precipitadas de BTC estatais acabou? Os EUA constroem uma fortaleza digital.


Retenção Federal: Fim das Vendas de BTC Apreendido

O assessor de cripto da Casa Branca, Patrick Witt, esclareceu rumores de que o Departamento de Justiça (DOJ) teria vendido 57,55 BTC (~US$ 6,4 milhões) do caso Samourai Wallet via Coinbase Prime. A ordem executiva EO 14233, assinada por Trump, proíbe liquidações de ativos digitais apreendidos em processos criminais ou civis, direcionando-os à Strategic Bitcoin Reserve.

Os fundadores da Samourai, Keonne Rodriguez e William Lonergan Hill, foram condenados por operar um mixer que lavou mais de US$ 237 milhões em transações ilícitas, incluindo tráfico de drogas e fraudes. Essa retenção reforça a visão do Bitcoin como reserva de valor soberana, alinhando-se à geopolítica de acumulação estratégica nos EUA.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 513.037 às 23:25 de hoje, estável em 0% nas últimas 24h.

Tennessee: Pioneira na Reserva Estadual de BTC

O estado do Tennessee apresentou o projeto de lei HB1695, autorizando o tesoureiro a investir até 10% dos fundos estatais exclusivamente em Bitcoin. Com protocolos de custódia segura, a iniciativa segue o pioneirismo do Texas, que investiu US$ 10 milhões em BTC em novembro de 2025, via ETF da BlackRock e autocustódia.

Apadrinhado por legisladores bipartidários, o movimento reflete uma corrida do ouro digital entre estados americanos, buscando hedge contra inflação fiat. Texas aprovou sua lei com ampla maioria (25-5 no Senado, 101-42 na Câmara), sinalizando viabilidade para Tennessee.

Essa tendência estadual complementa a reserva federal, posicionando os EUA como líder geopolítico na adoção de Bitcoin como ativo estratégico.

West Virginia Entra na Corrida com SB143

West Virginia introduziu o SB143, o Inflation Protection Act, permitindo ao tesouro alocar até 10% dos fundos em Bitcoin (market cap superior a US$ 750 bilhões, qualificando apenas BTC), metais preciosos e stablecoins. Regras rigorosas de custódia incluem custodians qualificados ou ETPs, minimizando riscos de perda.

Senador Chris Rose lidera a proposta, inspirada em Texas, New Hampshire (5%) e Arizona (rainy day funds para até 16.212 BTC). Missouri avança com HB 2080. Esses projetos transformam o Bitcoin de especulação em ferramenta de tesouraria pública.

Geopoliticamente, isso sinaliza uma blindagem contra desvalorização monetária, com BTC como "ouro digital" em um mundo de déficits fiscais crescentes.

Implicações Geopolíticas: Corrida Global pelo Bitcoin

A mudança de política sob Trump marca o fim da liquidação rotineira de BTCs apreendidos, acumulando reservas que podem rivalizar com holdings corporativos como MicroStrategy. Com mais de 20 estados considerando projetos de lei semelhantes desde 2024, os EUA constroem supremacia em ativos digitais.

No contexto global, isso pressiona nações como China (ban) e El Salvador (reserva nacional) a repensarem estratégias. Para investidores brasileiros, a cotação estável em R$ 513 mil reforça o apelo de BTC como proteção soberana. Vale monitorar aprovações legislativas para impactos em preço e adoção.

Essa "fortaleza digital" redefine o poder econômico, com Bitcoin no centro da geopolítica do século XXI.


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