Plataforma de vidro translúcido com núcleo dourado e marca 70K em tensão, simbolizando Bitcoin testando resistência em meio a medo e potencial alta

Bitcoin nos US$ 70 mil: Alívio ou Armadilha para Touros?

O Bitcoin superou os US$ 70.000 nesta semana, trazendo alívio ao mercado após fortes vendas recentes. Com alta de 2,65% nas últimas 24 horas, o preço oscila em torno de US$ 71.000 (R$ 372.287, segundo Cointrader Monitor), mas a resistência na casa dos 70 mil permanece forte. Bitcoin nos US$ 70 mil: alívio ou armadilha para os touros? Os dados indicam equilíbrio precário entre recuperação e risco de correção.


Situação Atual do Mercado

Os dados mostram o Bitcoin com ganho de 3% no dia, negociado a US$ 71.071, após queda de 10% na semana. A capitalização total do mercado cripto também subiu 3%, com altcoins como Ethereum recuperando a marca de US$ 2.000. O volume de 24 horas atingiu US$ 44,95 bilhões, sinalizando alta participação, mas o Fear & Greed Index em 7 reflete medo extremo.

Nos ETFs de Bitcoin à vista, houve inflows de US$ 330 milhões em um dia, com BlackRock IBIT captando US$ 230 milhões, revertendo abfluxos anteriores de US$ 1,25 bilhão. Essa estabilização sugere redução no pressão vendedora, mas a liquidez permanece baixa e a volatilidade elevada.

Análise Técnica: Resistência e Volume

No gráfico diário, os US$ 70.000 atuam como resistência chave, com rejeição recente apesar do volume robusto. A falha em sustentar acima desse nível indica compradores insuficientes para absorver a oferta concentrada ali. Gráficos mensais revelam perda de suporte em baixa liquidez, similar a padrões de 2021-2022, onde consolidações precederam acelerações descendentes.

Indicadores de volume confirmam engajamento elevado, mas sem convicção compradora dominante. Médias móveis, como a de 50 períodos, aproximam-se da zona de US$ 70 mil, atuando como barreira dinâmica. Um fechamento sustentado acima invalidaria o viés de baixa de curto prazo, enquanto quedas abaixo reforçariam o momentum negativo.

Níveis Chave e Invalidação

Reivindicar os US$ 70.000 com aceitação (fechamentos consistentes) pode projetar alta de 8-10%, mirando US$ 75.000-77.000. Essa extensão envolveria cobertura de vendidos e entrada de novos compradores. Por outro lado, rejeição sustentada eleva risco de teste em meados dos US$ 60.000, zona de demanda histórica.

Níveis de invalidação da alta incluem perda dos US$ 70k, com suporte imediato em baixa liquidez até US$ 65.000. Para baixa, rompimento abaixo de US$ 65k confirmaria expansão descendente. Traders monitoram estrutura de mercado em timeframes superiores para sinais estruturais, priorizando dados sobre volatilidade de curto prazo.

Cotação em Reais e Contexto Brasileiro

No mercado local, o Bitcoin cotado a R$ 372.287, com variação de +2,1% em 24 horas e volume de 279 BTC. O dólar a R$ 5,22 reforça o equivalente em reais próximo de R$ 370-375 mil. Esses níveis locais acompanham a dinâmica global, com foco em suporte acima de R$ 350 mil para manter recuperação.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Pilar dourado de Bitcoin firme contra ondas quânticas roxas dissipando no horizonte, simbolizando risco controlável e distante

Risco Quântico no Bitcoin: Por Que Especialistas Dizem que o Medo é Exagerado

Você já ouviu falar no risco quântico para o Bitcoin e ficou preocupado? Segundo o relatório da CoinShares destacado pela Odaily, essa ameaça de computadores quânticos não é uma crise iminente. É um problema previsível e controlável, com tempo suficiente para ajustes. Em outras palavras, não precisa entrar em pânico agora — vamos entender juntos o que isso significa de forma simples.


O que é o risco quântico para o Bitcoin?

Pense nos computadores quânticos como uma versão superpotente dos computadores normais. Enquanto um PC comum usa bits que são só 0 ou 1, os quânticos usam qubits, que podem ser 0, 1 ou os dois ao mesmo tempo — isso é chamado de superposição. Essa mágica permite resolver problemas matemáticos muito difíceis rapidinho.

No Bitcoin, a segurança vem da criptografia assimétrica, como o ECDSA (uma curva elíptica chamada secp256k1). Ela cria chaves públicas e privadas: da pública, é impossível descobrir a privada com computadores normais. Mas o algoritmo de Shor, em um quântico poderoso, poderia quebrar isso, expondo chaves privadas se a pública estiver visível.

Em outras palavras, é como se um cofre ultra-seguro pudesse ser aberto se alguém visse a combinação na porta. Felizmente, a maioria dos endereços Bitcoin esconde a chave pública atrás de hashes (como SHA-256), que são mais resistentes — o algoritmo de Grover os enfraquece, mas ainda demora bilhões de anos para quebrar.

Isso significa que só endereços antigos (P2PK, cerca de 1,7 milhão de BTC, ou 8% do suprimento total) estão mais expostos. Mas, como veremos, o impacto real é bem menor.

O que diz o relatório da CoinShares?

A CoinShares analisou profundamente e conclui: o risco é gerenciável. Afeta principalmente moedas em endereços P2PK legados. Dessas, só cerca de 10 mil BTC estão em UTXOs que poderiam ser roubados rapidamente, causando algum impacto no mercado — o resto está espalhado em 34 mil endereços pequenos, que levariam décadas para atacar mesmo com quânticos avançados.

Reivindicações de 25% do suprimento em risco são exageradas: incluem riscos temporários, como chaves expostas em transações (visíveis no mempool por 10 minutos), mas mitigáveis com boas práticas. Endereços modernos (P2PKH, P2SH) ficam seguros até gastar os fundos.

Pense assim: é como uma casa velha com janela aberta (P2PK), mas a maioria das casas tem portas trancadas com senhas extras. E os ladrões quânticos ainda nem nasceram direito.

Qual a linha do tempo? Estamos seguros por enquanto?

Hoje, em 2026, estamos longe do perigo. Quebrar secp256k1 exige milhões de qubits lógicos — o maior quântico atual tem uns 100. Pesquisas estimam 10-100 mil vezes mais qubits para um ataque viável em um dia. Google e outros avançam, mas criptografia relevante só nos anos 2030 ou depois.

Ataques de longo prazo (anos) podem vir em uma década; curtos (10 minutos) em décadas. Isso dá tempo para upgrades, como assinaturas pós-quânticas via soft fork, sem bagunçar a rede. Bitcoin já evoluiu com Schnorr — pode fazer mais.

Para holders: migre moedas de endereços antigos para novos seguros. É simples e voluntário, preservando direitos de propriedade.

Por que isso importa para você e próximos passos

Como iniciante ou investidor, o principal é: fique calmo e educado. O Bitcoin não perde seu limite de 21 milhões nem o proof-of-work. Riscos são contidos, e a comunidade monitora. Evite intervenções radicais como queimar moedas — isso viola neutralidade e imutabilidade.

Monitore avanços quânticos e use carteiras modernas. Assim, você sai confiante: Bitcoin é resiliente. Parabéns por se informar — isso é o primeiro passo para decisões seguras!


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança desequilibrada com touro cripto afundando sob pesos do Fed e crítico alertando, enquanto ouro e euro sobem, ilustrando alertas de Roubini contra bull market

O Lado Negro do Bull Market: Roubini e Crise do Fed Ameaçam Cripto

Nouriel Roubini avisa: o euforia cripto de Trump pode ser a receita para a ruína financeira americana. Enquanto o economista critica leis como GENIUS e CLARITY Acts por criarem riscos sistêmicos com stablecoins desregulados, sinais macro agravam o cenário: inflação real em 0,68%, estresse no crédito e dólar caindo 9% em 2025. O mercado cripto, em viés de alta, ignora esses alertas?


Críticas de Roubini ao Empurrão Cripto de Trump

A política pro-cripto da segunda gestão Trump é vista por Roubini como um experimento perigoso. O GENIUS Act, apelidado de “Reckless Idiot Act”, permite stablecoins sem bancos estreitos ou lender of last resort, criando “bombas-relógio”. Um bank run bastaria para pânico, similar ao Silicon Valley Bank. Bitcoin caiu 40% do pico de outubro 2025, enquanto ouro subiu 60%, provando que cripto não hedgeia riscos geopolíticos ou inflação.

A história mostra que exuberância irracional precede correções brutais, como em 2018 e 2022. Roubini apela por literacy econômica, alertando que disintermediação de bancos tradicionais erode o sistema. O mercado está ignorando esses riscos políticos?

Fed Atrasado: Política Restritiva em Tempos de Estresse

O Fed pode estar atrasado para cortes de juros, com Truflation indicando inflação em 0,68%. Delinquências em cartões, empréstimos auto e falências corporativas crescem, sinalizando overtightening. Mercado de trabalho enfraquece com demissões e hiring slowdown, mas Fed insiste em resiliência.

O lag monetário significa dano econômico antes da reação. Inflação esfria gastos, mas deflação os paralisa. Cuidado: restrição prolongada amplifica slowdowns, como nas crises passadas. Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin está a R$ 372.885,84 (+2,28% 24h), mas correlação com macro persiste.

Queda do Dólar: Investidores Buscam Refúgios Tradicionais

A Casa Branca quer dólar forte, mas índice caiu 9% em 2025 e 1% em 2026. Tarifas de Trump injetam incerteza; Goldman Sachs prevê persistência. Investidores migram para euro, franco suíço e ouro (+70% anual). Dólar cotado a R$ 5,21.

Macquarie alerta para realocação gradual do USD como reserva. Nominação de Warsh à Fed sugere dovish turn, enfraquecendo mais o bilhete verde. Commodities como prata e cobre sobem junto.

Castelo de Cartas Político para Cripto?

Esses sinais macro — risco Trump via Roubini, Fed overtight, dólar fraco — expõem cripto como castelo político. Mercados em alta ignoram ciclos até o topo. Proteja capital: sobrevivência ao mercado de baixa importa mais. Vale monitorar Fed, dólar e ouro para próximos passos.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon de Fidelity e Bitwise coletando Bitcoins dourados espalhados no chao digital com 370K rachado, simbolizando oportunidade de compra

Fidelity e Bitwise Veem Oportunidade no Bitcoin Abaixo de R$ 370 Mil

Gigantes como Bitwise e Fidelity estão vendo os preços atuais do Bitcoin, abaixo de US$ 70 mil (cerca de R$ 365 mil), como uma oportunidade de entrada para instituições. Para o investidor brasileiro comum, isso significa hora de pensar em aportes constantes, ignorando a volatilidade do dia a dia. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 372.672 agora, com alta de 2,32% em 24 horas.


O Que a Bitwise Está Fazendo Agora

O CEO da Bitwise, Hunter Horsley, afirmou que o Bitcoin abaixo de US$ 70 mil é como uma “nova mordida na maçã” para instituições que perderam a chance em altas anteriores. Apesar do mercado em baixa, com BTC caindo 22,6% em 30 dias, os fundos da Bitwise receberam mais de US$ 100 milhões em um só dia, quando o preço estava em US$ 77 mil. Isso mostra que grandes players estão comprando na baixa, vendo o momento como correção macro, não fim do ciclo.

Para nós, brasileiros, isso equivale a ignorar o pânico do mercado global. Se instituições com bilhões gerenciados estão aportando, o pequeno investidor pode seguir a mesma lógica: comprar aos poucos, convertendo reais em BTC via exchanges locais, sem tentar adivinhar o fundo.

A Visão Prática da Fidelity

Jurrien Timmer, diretor de macro da Fidelity, destacou US$ 65 mil (cerca de R$ 339 mil, com dólar a R$ 5,21) como ponto de entrada atraente. Ele usa gráficos mostrando suporte nessa zona, após pico acima de US$ 120 mil em 2025. A queda veio com volatilidade pós-nomeação de Kevin Warsh para o Fed, mas Timmer vê 2026 como ano de consolidação, não crash.

Comparando com ouro, que atraiu mais fluxos recentemente (ETFs de ouro com US$ 52 bilhões vs. US$ 23,5 bilhões em BTC ETPs), ele sugere que BTC deve recuperar quando os fluxos se equilibrarem. Prático: enquanto o ouro subiu, BTC corrige, criando chance para quem tem reais sobrando no fim do mês.

Estratégia de Aporte Constante para Brasileiros

Se Fidelity e Bitwise compram na baixa, o que você faz? Foque em DCA (dollar-cost averaging), ou aporte fixo mensal. Exemplo: R$ 500 por mês em BTC. Se o preço variar de R$ 370 mil para R$ 300 mil, você compra mais na baixa; se subir, menos unidades, mas valoriza. Evite tentar “timing” o mercado – isso é jogo, não investimento.

Considere custos reais: taxas de exchange (0,5-1%), IOF em remessas se usar dólar, e imposto sobre ganhos acima de R$ 35 mil/mês. Comece pequeno, use apps de exchanges com PIX para depósitos grátis. Monitore fluxos de ETFs como BlackRock, que tiveram US$ 231 milhões em inflows recentemente.

Próximos Passos e Cotação Atual

Hoje, BTC em R$ 372.672 (Cointrader Monitor), com volume de 281 BTC em 24h nas exchanges BR. Ouro caiu de pico, mas BTC resiste. Acompanhe suporte em US$ 65 mil a US$ 70 mil; rompimento para cima pode levar a US$ 75 mil.

Ação prática: defina alerta em R$ 340 mil (US$ 65 mil), prepare seu aporte. Lembre: cripto é volátil, mas histórico mostra recuperação pós-correções. Faça contas no seu orçamento familiar antes.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede hexagonal translucida de mineracao Bitcoin com bordas dissolvendo em vermelho, simbolizando queda de 11% na dificuldade comparada a 2021

Queda na Dificuldade do BTC: Paralelos com 2021

A dificuldade de mineração do Bitcoin registrou uma queda de 11,16% em 7 de fevereiro de 2026, marcando o maior ajuste negativo desde o banimento chinês de 2021. Esse movimento, o décimo maior da história da rede, reflete uma redução de cerca de 20% no hashrate global em um mês, impulsionada por queda no preço e uma tempestade de inverno nos EUA. Os dados mostram resiliência da rede, mas expõem pressões econômicas sobre os mineradores.


Situação Atual: Queda Acelerada no Hashrate

Os dados on-chain indicam que o hashrate do Bitcoin despencou de picos acima de 1,1 Zettahashes por segundo (ZH/s) em outubro de 2025 para cerca de 863 Exahashes por segundo (EH/s) na semana passada. Essa retração de aproximadamente 20% em 30 dias forçou o protocolo a ajustar a dificuldade de 141,67 trilhões para 125,86 trilhões. Segundo a análise técnica, o hashrate chegou a mínimas de 800 EH/s durante a crise climática, recuperando parcialmente para 1,0-1,06 ZH/s.

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 372.656,94, com variação de +2,28% em 24 horas e volume de 277,19 BTC. Em dólares, o preço ronda US$ 71.000, após queda de cerca de 45-50% desde o ATH de US$ 126.000.

Comparativo Histórico com 2021

Em julho de 2021, o banimento da mineração na China provocou ajustes negativos superiores a 20% na dificuldade, devido à migração massiva de operações. O evento atual, embora de magnitude menor (11,16%), é o mais significativo desde então e figura entre os dez maiores recuos históricos. Os dados mostram padrões semelhantes: hashrate colapsou rapidamente, refletindo saídas de capacidade computacional. Diferentemente de 2021, que foi regulatório, o trigger agora é econômico e climático, com mineradores desligando ASICs não rentáveis para evitar prejuízos.

A relação preço-hashrate permanece consistente: quedas bruscas no preço elevam o shutdown price, ponto em que custos operativos superam receitas. Em ambos os ciclos, a rede manteve blocos a cada 10 minutos, graças ao ajuste algorítmico da dificuldade.

Fatores Contribuintes e Rentabilidade

A tempestade de inverno nos EUA, no fim de janeiro, forçou desligamentos para aliviar redes elétricas, combinada à desvalorização do BTC. Atualmente, apenas modelos eficientes como o Antminer S23 (eficiência ~9,5 J/TH) geram lucros líquidos de US$ 7-25/dia a US$ 0,10/kWh. Os dados de hashprice atingiram mínimos históricos, sinalizando margens apertadas para a maioria da frota.

Projeções indicam recuperação da dificuldade em duas semanas (2.016 blocos), à medida que hashrate se estabiliza. Isso sugere que o ajuste oferece alívio temporário aos miners sobreviventes.

Implicações Técnicas para a Rede

A dificuldade garante inelasticidade da oferta, mantendo emissão previsível independentemente de flutuações no hashrate. Os números mostram que variações extremas não comprometem a segurança: pós-2021, o hashrate superou recordes. Níveis a observar incluem suporte em 900 EH/s e resistência em 1,1 ZH/s. Mineradores com reservas baixas podem intensificar vendas, impactando liquidez de curto prazo.

Os dados reforçam a resiliência do protocolo Bitcoin ante choques exógenos.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Fluxos dourado de BTC e prismático de ETH saindo de exchanges rachadas para pilares institucionais e cristais de staking, com 71K gravado, simbolizando acumulação forte

BTC e ETH em Forte Acumulação: Instituições Ignoram Queda e Baleias Retiram Milhões de Exchanges

📊 BOLETIM CRIPTO | 08/02/2026 | NOITE

O avanço do capital institucional define o tom de firmeza do período, marcando uma clara transição da capitulação do varejo para o domínio de grandes participantes. Após o Bitcoin recuar brevemente para a casa dos US$ 60 mil, uma onda de buy-the-dip impulsionou o ativo de volta acima dos US$ 71.000, com instituições aproveitando o desconto histórico. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 372.216,36, com valorização de 2,28% nas últimas 24 horas. Este movimento positivo é reforçado por saques massivos de corretoras e uma demanda sem precedentes por staking de Ethereum. O viés de alta é sustentado pela resiliência on-chain, embora riscos operacionais tragam uma nota de cautela necessária.


🔥 Destaque: Instituições “Compram o Recuo”

A recuperação do Bitcoin para patamares superiores a US$ 71.000 marca uma mudança de nível no atual ciclo de mercado. Enquanto investidores de varejo exibiram sinais clássicos de capitulação — evidenciados pelo pico de interesse no Google Trends para o termo “crypto capitulation” —, os investidores institucionais trataram a queda como uma oportunidade renovada de entrada.

De acordo com Hunter Horsley, CEO da Bitwise, as instituições estão tendo uma “nova chance” de acessar preços que acreditavam ter perdido permanentemente. Essa absorção agressiva da oferta disponível sugere que o mercado está amadurecendo, com o capital institucional atuando como um suporte robusto contra a volatilidade induzida pelo medo do varejo.

O impacto desta acumulação é sentido globalmente, elevando a confiança de que o fundo local foi atingido. Analistas da Santiment observam que o comportamento de meta-análise do varejo, que espera outros desistirem antes de comprar, costuma preceder grandes reversões de tendência. Agora, com o preço estabilizado acima de US$ 71.400, a atenção se volta para o fluxo dos ETFs e para a capacidade do Bitcoin de sustentar sua dominância mesmo em um cenário macroeconômico desafiador.

Para o investidor que opera no mercado brasileiro, acompanhar esses movimentos em plataformas como a Binance permite acessar essa liquidez global enquanto monitora as tendências de longo prazo que as baleias estão desenhando no gráfico.


📈 Panorama do Mercado

O cenário atual é caracterizado por um estresse estatístico que historicamente precede grandes altas. O indicador Mayer Multiple, que mede o desvio do preço do Bitcoin em relação à sua média móvel de 200 dias (MA200), atingiu a marca de 0.6. Segundo dados da CryptoQuant, esse nível de 40% de desconto sob a tendência de longo prazo ocorreu apenas em momentos críticos, como o crash de 2020 e fundos cíclicos anteriores.

Além disso, o Ethereum (ETH) apresenta um paradoxo fascinante: enquanto o preço enfrenta pressões de saída em ETFs, a infraestrutura da rede nunca esteve tão demandada. A fila de entrada para staking superou a de saída em uma proporção de 105 para 1, sinalizando que os detentores de ETH preferem o rendimento de longo prazo à liquidez imediata. Atualmente, o Ethereum opera próximo aos R$ 11.054, demonstrando resiliência técnica.

O sentimento predominante é de uma escassez estrutural em formação. Com baleias retirando ativos de corretoras e validadores travando moedas na rede, a oferta circulante disponível para venda está diminuindo rapidamente, criando o que analistas chamam de supply squeeze.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Pressão de Venda Institucional: Apesar da acumulação on-chain, as saídas contínuas de ETFs de Ethereum, que somaram US$ 80 milhões recentemente, podem limitar recuperações rápidas do preço.
  • Manipulação de Mercado: A condenação de um CEO na Coreia do Sul por manipular volumes via bots acende um alerta sobre a integridade de ativos menores em corretoras regionais.
  • Volatilidade Macro: A sensibilidade do Bitcoin a ativos de risco significa que qualquer sinal de endurecimento monetário pelo Fed pode forçar novos testes de suporte.
  • Segurança Física: O caso do roubo de R$ 21 milhões em Londres destaca que a custódia domiciliar exige protocolos de segurança física tão rigorosos quanto os digitais.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação em Zonas de Desconto: O nível atual do Mayer Multiple oferece uma assimetria positiva, historicamente associada a retornos expressivos para quem mantém visão de médio prazo.
  • Rendimento Passivo em Ethereum: A demanda recorde por staking confirma que o yield da rede continua sendo o “porto seguro” para investidores que buscam renda passiva.
  • Monitoramento de Fluxos de Baleias: Saques massivos de corretoras, como os US$ 312 milhões retirados da Binance, indicam posicionamento para o próximo ciclo.

📰 Principais Notícias do Período

  1. BTC Recupera US$ 71k com Instituições Comprando Dip
    Bitcoin recuperou o patamar de US$ 71.000 após um recuo agressivo. O varejo sinaliza capitulação, enquanto gestoras como a Bitwise observam uma entrada robusta de capital institucional aproveitando os preços baixos.
  2. Novos wallets sacam US$ 312M em BTC e ETH da Binance
    Duas carteiras recém-criadas realizaram saques massivos, retirando 3.500 BTC e 30.000 ETH da maior corretora do mundo, reduzindo a oferta circulante para venda imediata.
  3. Staking ETH recorde: entrada 105x saída vs pressão ETF
    A demanda por travamento de moedas no Ethereum atingiu recordes, com 4,05 milhões de ETH aguardando entrada em validadores, criando uma barreira estrutural contra quedas bruscas.
  4. Whales acumulam ETH massivamente após sell-off
    Após a capitulação de grandes gestoras, baleias individuais pivotaram para a compra, retirando US$ 126 milhões em ETH para carteiras de cold storage.
  5. BTC 40% abaixo MA200: Oversold histórico sugere reversão
    Analistas on-chain apontam que o Bitcoin entrou em uma zona de “desconto profundo” estatístico, um padrão que precedeu valorizações expressivas em ciclos passados.
  6. Primeira prisão de CEO cripto por manipulação na Coreia do Sul
    Pela primeira vez sob a nova Lei de Proteção ao Usuário, a justiça sul-coreana condenou um executivo por inflar artificialmente o volume de negociações de um token.
  7. Gangue adolescente rouba R$ 21M em crypto e é presa por Snapchat
    Um roubo físico cinematográfico em Londres terminou com a prisão recorde dos suspeitos e a recuperação total dos fundos, provando a eficácia do rastreamento em blockchain.

🔍 O Que Monitorar

  • Fluxos Líquidos de Exchanges: O destino dos US$ 312 milhões retirados da corretora é crucial; se permanecerem imóveis, a tese de acumulação se fortalece.
  • Fila de Staking do Ethereum: Uma diminuição na espera de 70 dias pode indicar redução na convicção de longo prazo dos validadores.
  • Resistência de US$ 72.500 no BTC: O rompimento sustentado desta marca pode desencadear uma nova onda de euforia institucional.
  • Indicadores Macro (EUA): Dados de inflação podem forçar um rebalanceamento de carteira por parte de fundos de hedge.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 48 horas, o viés de alta deve continuar ditando o ritmo, sustentado pela escassez de oferta on-chain. A combinação de um indicador de oversold histórico com a entrada de “mãos fortes” (instituições e baleias) cria um ambiente propício para a estabilização acima de suportes críticos. No entanto, o investidor deve manter cautela com a volatilidade residual de derivativos. A resiliência do staking do Ethereum e o retorno do Bitcoin acima de US$ 71 mil sugerem que o mercado absorveu o impacto negativo da semana passada. Monitorar a continuidade dos fluxos de saída das corretoras será a chave para validar este novo capítulo do mercado.


📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Caixa cartoon de exchange entregando pilhas de moedas BTC a usuários felizes, ilustrando compensação após erro bilionário na Bithumb

Bithumb Compensa Usuários Após Erro Bilionário com BTC

A exchange sul-coreana Bithumb anunciou medidas de compensação após um erro operacional que creditou acidentalmente cerca de 2 mil BTC a usuários em uma promoção, no lugar de 2 mil won coreanos. A falha causou vendas a preços irrisórios e queda de 10% no preço interno do Bitcoin. A plataforma recuperou 99,7% do excesso e cobriu os 1.788 BTC vendidos com fundos próprios, garantindo integridade dos saldos.


O Erro Operacional e Seu Impacto Imediato

Investigações revelam que um funcionário da Bithumb configurou erroneamente uma recompensa promocional, distribuindo Bitcoin em vez de won. Usuários receberam créditos inesperados, levando a negociações anormais e uma desvalorização temporária de 10% no preço do BTC na plataforma em relação ao mercado global. A Bithumb agiu rapidamente, congelando contas afetadas e revertendo a maioria das transações em minutos, evitando liquidações em cascata.

Segundo o relato oficial, nenhum fundo de cliente foi perdido, e depósitos/saques continuaram normais. No entanto, evidências apontam para uma falha humana que passou despercebida por sistemas de verificação automatizados, levantando questionamentos sobre redundâncias em plataformas de alto volume.

O incidente ocorreu em 6 de fevereiro de 2026, com estabilização completa até 7 de fevereiro. O Bitcoin, cotado a cerca de R$ 367.500 segundo o Cointrader Monitor, valoriza os 2 mil BTC creditados em aproximadamente R$ 735 milhões — um erro de proporções bilionárias em dólares.

Plano de Compensação e Suporte Externo

A Bithumb detalhou um pacote generoso: todos os usuários que acessaram o app ou site durante o incidente recebem 20 mil won (cerca de R$ 75, com dólar a R$ 5,22). Quem vendeu BTC a preços desfavoráveis terá 100% da diferença reembolsada, mais 10% de bônus como conforto. Além disso, isenção de taxas em todas as negociações por 7 dias a partir de 9 de fevereiro.

Evidências sugerem solidariedade do ecossistema: a Binance, em incidentes semelhantes passados, compensou traders com US$ 728 milhões durante volatilidade em outubro. Esse precedente reforça que grandes exchanges priorizam a confiança do usuário, mas não elimina riscos inerentes a CEXs centralizadas.

A plataforma confirmou que seus ativos em BTC superam 100% dos depósitos de clientes, auditados internamente. A Autoridade Financeira da Coreia iniciou inspeção no dia 7.

Red Flags Sistêmicos e Como se Proteger

Como investigador, destaco red flags: como uma falha humana de tal magnitude evadeu protocolos de aprovação dupla e limites automatizados? Plataformas como Bithumb processam bilhões diários, mas erros operacionais persistem — vide Coinbase reduzindo bloqueios de contas em 82% após upgrades, ou Binance lidando com queixas em sell-offs. Isso expõe vulnerabilidades não cibernéticas, mas humanas e processuais.

Para investidores brasileiros, o alerta é claro: CEXs não são infalíveis. Diversifique custódia com carteiras frias para saldos significativos. Monitore anúncios de compensação diretamente nas plataformas e evite negociações impulsivas em promoções. Verifique sempre saldos em block explorers on-chain para confirmação independente.

A Bithumb não divulgou o valor exato, mas estimativas apontam para custos na casa dos milhões em compensações, coberto por reservas corporativas.

Próximos Passos e Lições do Mercado

O regulador coreano pode impor multas ou exigências de auditoria externa, ampliando escrutínio sobre CEXs asiáticas. Investidores devem acompanhar atualizações oficiais da Bithumb e relatórios da FSS. Esse caso reforça a importância de due diligence contínua: mesmo gigantes erram, e a proteção começa com não concentrar ativos em uma única plataforma.

Enquanto o mercado cripto avança, incidentes como esse lembram que segurança operacional é tão crítica quanto cibersegurança. Mantenha-se vigilante.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Onda vermelha colossal varrendo plataforma digital com silhueta de baleia intacta e luz cyan emergente, simbolizando liquidações recorde na Coinbase

Limpa Global: Coinbase Registra Liquidações Recorde de US$ 170 Milhões

Os dados mostram uma desalavancagem intensa no mercado cripto, com a Coinbase registrando liquidações recordes de US$ 170 milhões em garantias na última semana, impulsionadas pela queda de 17% no Bitcoin e 26% no Ethereum. Paralelamente, uma baleia retirou 20.520 ETH (US$ 41,92 milhões) da Binance via Gnosis Safe, e short-term holders enviaram mais de 94.000 BTC em prejuízo para exchanges, marcando a maior capitulação da correção atual. Métricas on-chain sugerem esgotamento de pressão vendedora.


Liquidações Recordes na Plataforma DeFi da Coinbase

Na plataforma Morpho integrada à Coinbase, cerca de 2.000 usuários perderam US$ 90,7 milhões em garantias apenas na quinta-feira, conforme painel da Dune Analytics. O produto de empréstimos lastreados em cripto, lançado em janeiro de 2025, originou US$ 1,8 bilhão até agora, mas quedas recentes elevaram o risco de liquidação em posições supercolateralizadas.

Os dados indicam que 3.300 usuários permaneceram inativos enquanto suas posições foram liquidadas. A Coinbase notifica clientes a cada 30 minutos sobre riscos, aplicando buffers adicionais. Apesar disso, a volatilidade expôs vulnerabilidades em estratégias alavancadas, com potencial para perdas adicionais de US$ 600 milhões se as garantias caírem mais 50%.

Movimentação de Baleia via Gnosis Safe

Monitoramento on-chain da Onchain Lens detectou a transferência de 20.520 ETH, equivalente a US$ 41,92 milhões na data, de uma wallet marcada como Gnosis Safe para fora da Binance em 7 de fevereiro. Gnosis Safe é amplamente usado por grandes investidores para multisig seguro, sugerindo acumulação ou realocação estratégica em meio à correção.

Essas movimentações de baleias frequentemente precedem mudanças de tendência, pois indicam confiança em níveis de preço atuais. O volume retirado representa uma fração significativa do fluxo diário de ETH, destacando influência institucional.

Capitulação de Short-Term Holders

Short-term holders (STH), detentores há menos de 155 dias, enviaram em média 94.000 BTC diários para exchanges em prejuízo, totalizando cerca de US$ 6 bilhões, o pico de capitulação desta correção conforme Bitcoin caiu abaixo de US$ 65.000. Fluxos para exchanges sinalizam intenção de venda sob pânico.

Bitcoin exibe correlação de 0,731 com Nasdaq e 0,727 com S&P 500 nos últimos 30 dias, com leads de 4-10 dias de equities e dólar. Exposição gamma negativa em opções reforça volatilidade, com 15% do gamma expirando em 13 de fevereiro.

Divergência com Valuation de Longo Prazo

Modelos power-law colocam o valor justo do Bitcoin acima de US$ 120.000, com preço atual 40% abaixo da tendência e Z-score negativo indicando sobrevenda. Enquanto macro pressiona curto prazo, métricas estruturais sugerem mean-reversion gradual até meados de 2026.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 367.547,93 (+2,85% em 24h) reflete recuperação inicial. Traders profissionais monitoram esses níveis de capitulação como potenciais sinais de fundo.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Cristal de gelo colossal rachando com '11%' nas fissuras revelando núcleo dourado, simbolizando queda recorde na dificuldade de mineração Bitcoin por neve nos EUA

Bitcoin: Maior Queda de Dificuldade em 5 Anos por Neve nos EUA

A rede Bitcoin registrou sua maior redução de dificuldade desde 2021, com queda de 11,16% no bloco 935.424, passando de 141,84 trilhões para 125,86 trilhões. Tempestades de neve nos EUA forçaram miners a desligarem equipamentos para aliviar a rede elétrica, alongando os tempos de bloco além de 12 minutos. Esse ajuste automático, confirmado por múltiplas fontes como a Blocktempo, demonstra a resiliência técnica da rede, tornando a mineração mais acessível e rentável em meio ao crash de preços.


O Que é o Ajuste de Dificuldade?

Imagine a rede Bitcoin como um relógio preciso: ela precisa produzir um bloco a cada 10 minutos, em média, independentemente do número de computadores (miners) competindo. O ajuste de dificuldade é o mecanismo que calibra essa precisão. Toda época de 2.016 blocos — cerca de duas semanas —, o protocolo recalcula o alvo de dificuldade com base no tempo real gasto para minerar os blocos anteriores.

A fórmula é simples: nova_dificuldade = dificuldade_anterior × (2016 × 10 minutos) / tempo_real_blocos. Se os blocos demoram mais (hashrate baixo), a dificuldade cai; se mais rápidos, sobe. Isso garante a previsibilidade e a segurança da rede, protegendo contra ataques ou variações de poder computacional. Sem ele, a blockchain poderia acelerar ou parar, comprometendo sua integridade como sistema distribuído.

Por Que a Neve nos EUA Causou Essa Queda?

Os EUA concentram grande parte do hashrate global pós-2021, com pools como Foundry USA liderando. Uma frente ártica recente varreu dezenas de estados, forçando miners a reduzir operações para priorizar o grid elétrico. O hashrate despencou, de picos acima de 1 ZH/s para cerca de 948 EH/s, esticando blocos para mais de 12 minutos.

Combinado ao preço do Bitcoin, que caiu mais de 45% desde outubro de 2025 (de US$ 126 mil para abaixo de US$ 60 mil), o hashprice — receita por petahash — atingiu mínima histórica de US$ 28,70/PH/s. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 367.740 (+2,97% em 24h), aliviando um pouco, mas o impacto climático foi decisivo para o recorde.

Comparação com o Banimento Chinês de 2021

Em julho de 2021, a China baniu mineração, removendo 60-70% do hashrate global e causando queda de 27,94% na dificuldade — o maior até então. Miners migraram para EUA, Cazaquistão e Texas, restaurando a rede em meses. Agora, a queda de 11,16% é a maior em quase 5 anos, mas temporária: dura até 20 de fevereiro, com próximo ajuste previsto para alta, conforme blocos aceleram (atualmente ~9min22s).

Diferente de 2021 (política), isso é conjuntura climática+econômica, acelerando consolidação: miners ineficientes desligam, sobreviventes ganham margem. Alguns pivotam para AI computing, diversificando.

Resiliência da Rede e Próximos Passos

Esse autoajuste prova a robustez do Bitcoin: adapta-se a choques sem intervenção central, mantendo segurança via proof-of-work. Para miners, é alívio — blocos mais fáceis elevam receitas, reduzindo venda de BTC. Monitore hashrate em mempool.space: recuperação pode sinalizar alta de dificuldade. A rede sobreviveu piores; essa é só uma calibração técnica para eficiência.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem Fed cartoon fechando válvula de liquidez dourada sobre Bitcoin murchando, com traders ansiosos, simbolizando temores de aperto pelo FOMC

Fator Fed: Liquidez do Bitcoin nas Mãos de Warsh e FOMC

O Bitcoin recuou para mínimas abaixo de US$ 70.000 após a nomeação de Kevin Warsh como próximo presidente do Federal Reserve, gerando temores de aperto de liquidez global. Segundo o relatório da Binance, o mercado cripto está na ponta da cadeia de liquidez, sofrendo primeiro em cenários de desalavancagem. Mais de 23% dos traders agora esperam um corte de juros no FOMC de março, mas a história mostra que otimismo excessivo ignora riscos macro de Washington. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 367.859 (+2,9% em 24h).


Nomeação de Warsh Desencadeia Crise de Liquidez

A crise de liquidez apontada pela Binance reflete o pânico inicial com Warsh, visto como linha-dura contra inflação. Conhecido por defender redução agressiva do balanço patrimonial do Fed — atualmente trilhões acima do necessário —, ele pode anular efeitos de cortes de juros. O BTC testou US$ 60.300 na quinta-feira, com alavancagem agregada em ~5,8 (acima da média histórica de 4,88). Liquidações de US$ 2,56 bilhões em um dia lembram eventos raros, mas a mediana histórica sugere enfraquecimento médio prazo, não fundos imediatos. O mercado está ignorando o fim da paralisação governamental, focando no risco de margin calls em ativos de risco.

Dados do Deutsche Bank revelam queda na adoção cripto nos EUA: de 24% para 18% entre jovens de 18-34 anos. Isso ecoa ciclos passados, como 2018 e 2022, onde exuberância cedeu a correções profundas.

23% dos Traders Apostam em Corte do FOMC

Apesar dos temores, a probabilidade de corte de 25 bps em março subiu para 23%, de 18,4%, per CME FedWatch. Traders precificam um Fed hawkish sob Warsh, mas easing de liquidez é visto como catalisador positivo para cripto. Cuidado: políticas de juros impactam ativos de risco negativamente quando apertam financiamento. A história mostra que o mercado precifica cortes prematuros em topos de ciclo, levando a decepções. Com NAAIM em percentis extremos de exposição, crowding sugere rotação para fora de risco.

Analistas como Nic Puckrin alertam: encolhimento do balanço do Fed força venda de cripto primeiro para liquidez.

Riscos Macro no SPY e Correlação com BTC

A análise com viés de baixa para o SPY alinha com cripto via macro. Tarifas em 13,5% — mais altas desde 1946 — podem elevar CPI a 3% no Q2, per RBC. Alvos de queda: US$ 675 (1.0 Fib), US$ 662 (1.618). Ouro acima de US$ 5.000 sinaliza hedge institucional; Deutsche Bank mira US$ 6.000. Tech distribui: Alphabet capex AI pressiona FCF, AMD cai 17%. Economia real diverge: freight volumes caem, Maersk corta jobs. BTC, correlacionado, sente o peso.

Catalisadores: CPI, Tarifas e SCOTUS

Próximos passos definem o ciclo. CPI de 11/02 pode acelerar bear se quente (>2,8% core). SCOTUS julga IEEPA em 20/02: se mantiver tarifas, risco persiste; se derrubar, alívio bullish. FOMC só em março, com Warsh no horizonte. O mercado cripto não está em bolha — reage a medos reais de Washington. Proteja capital: ciclos mostram que sobreviver ao bear vale mais que capturar bull. Monitore liquidez global.


💰 Negocie com confiança: Abra sua conta na Binance, fonte de análises macro como esta.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança editorial com influxo dourado elevando prato direito sobre saídas vermelhas vazias, executivo institucional absorvendo medo em ETFs de Bitcoin

ETFs de Bitcoin Revertem: US$ 330 Mi Influxo Após Saídas Bilionárias

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram influxo líquido de US$ 330,7 milhões em 6 de fevereiro, revertendo uma sequência de três dias de saídas que totalizaram US$ 1,25 bilhão. O BlackRock IBIT liderou com US$ 231,6 milhões, coincidindo com o Taker Buy Ratio do Bitcoin atingindo 0,48, mínima histórica desde outubro de 2025, indicando pico de pessimismo no mercado. Esses dados sugerem que fluxos institucionais estão absorvendo oferta em meio ao ‘medo extremo’.


Detalhes da Reversão nos Fluxos de ETFs

Os dados da SoSoValue mostram que o IBIT da BlackRock captou US$ 231,62 milhões em 6 de fevereiro, seguido pelo ARKB da Ark & 21Shares com US$ 43,25 milhões e BITB da Bitwise com US$ 28,70 milhões. Grayscale Mini BTC Trust registrou US$ 20,13 milhões, enquanto produtos como Valkyrie BRRR e Franklin EZBC tiveram fluxo zero.

Nos três dias anteriores, as saídas foram intensas: US$ 272 milhões em 3 de fevereiro, US$ 544,94 milhões em 4 de fevereiro (maior dia único) e US$ 434,15 milhões em 5 de fevereiro. Os ativos sob gestão (AUM) caíram de US$ 100,38 bilhões para US$ 80,76 bilhões antes de recuperar para US$ 105 bilhões. O IBIT acumulou US$ 61,84 bilhões em influxos líquidos desde o lançamento, contrastando com os US$ 25,88 bilhões de saídas do GBTC.

No mesmo dia, ETFs de Ethereum viram saídas de US$ 21,37 milhões, lideradas pelo ETHA da BlackRock com US$ 45,44 milhões em resgates.

Taker Buy Ratio Sinaliza Pico de Vendas Agressivas

O Taker Buy Ratio (média móvel de 14 dias) na Binance, calculado como proporção de volume de compradores agressivos (takers) versus vendedores, caiu para 0,48 — o menor nível desde outubro de 2025. Valores abaixo de 1 indicam domínio de vendas agressivas, com sellers sobrecarregando o order book sem resistência compradora suficiente.

Essa mínima coincidiu com a correção recente do Bitcoin para US$ 61.000, refletindo esgotamento de compradores. Para uma reversão local, os dados mostram necessidade de estabilização e alta no indicador, sinalizando exaustão de vendas e retorno de compradores. O BTC recuperou acima de US$ 70.000 em 24 horas, com ganho de 11%.

Contexto Técnico e Níveis Relevantes

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 369.119,88 nesta manhã, com alta de 2,72% em 24 horas e volume de 328,79 BTC. O dólar opera a R$ 5,22.

O IBIT registrou volume recorde de US$ 10 bilhões em 5 de fevereiro, com queda de 13% — segunda maior perda diária desde o lançamento. Indicadores como Fear & Greed em 6 (medo extremo) e baixa no Taker Buy Ratio sugerem capitulação, com instituições absorvendo oferta via ETFs.

Níveis a observar incluem suporte em US$ 67.000 e resistência em US$ 71.000, conforme ação recente do preço.

Implicações para Fluxos Institucionais

Os influxos de US$ 330,7 milhões em todos os spot ETFs de Bitcoin indicam que smart money institucional pode estar posicionando em baixas, revertendo a tendência de saídas. Influxos cumulativos totais atingem US$ 54,65 bilhões, com AUM em US$ 105 bilhões. Essa dinâmica ocorre após perda de US$ 1 trilhão em capitalização de mercado desde meados de janeiro.

Os dados mostram estabilização possível, mas momentum permanece bearish até o Taker Buy Ratio reverter. Investidores monitoram se essa absorção sustenta recuperação acima de US$ 70.000.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de Ark vendendo ações COIN em queda e MSTR celebrando alta de 25% com Bitcoin central, ilustrando correlações de ações cripto

Cripto na Bolsa: Lições das Vendas da Ark e Alta da MSTR

Enquanto a Ark Invest de Cathie Wood vendeu mais de 119 mil ações da Coinbase por US$ 19 milhões em meio à queda do Bitcoin para abaixo de US$ 63 mil, a MicroStrategy viu suas ações dispararem 25% com a recuperação do BTC para US$ 70 mil. Essa dança dos gigantes mostra a forte correlação entre ações como COIN e MSTR com o preço do Bitcoin. Para o investidor de varejo brasileiro, é hora de observar e ajustar o portfólio sem pânico? Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 369 mil hoje (+2,48%).


Ark Invest rebalanceia em meio à turbulência

A Ark Invest, conhecida por apostas ousadas em tech e cripto, vendeu 119.236 ações da Coinbase na quinta-feira passada, totalizando mais de US$ 19 milhões — valor que, com o dólar a cerca de R$ 5,20, equivale a uns R$ 100 milhões. Isso veio logo após eles terem aumentado a posição na exchange. O motivo? Queda brusca do Bitcoin de US$ 78 mil para menos de US$ 63 mil, arrastando o preço da COIN para o menor nível desde março do ano passado.

Mas calma: a Coinbase ainda é a sétima maior posição da Ark, com US$ 425 milhões em ETFs. Ao mesmo tempo, eles compraram ações da Bullish (US$ 19 milhões, totalizando US$ 138 milhões) e da Brera Holdings, focada em Solana. Para o brasileiro comum, que talvez invista via BDRs ou apps de corretora, isso sinaliza rebalanceamento: gigantes vendem em picos de volatilidade para comprar oportunidades.

MicroStrategy acelera com recuperação do BTC

Em contraste, as ações da MicroStrategy (MSTR) subiram 25% em 24 horas, de US$ 107 para US$ 134, puxadas pelo BTC voltando a US$ 70 mil (+5%). A empresa detém 713.502 BTC, o que faz sua ação funcionar como um "proxy" amplificado do Bitcoin — sobe mais na alta, cai mais na baixa.

No fim de 2025, eles reportaram prejuízo de US$ 12,4 bilhões por causa do crash do BTC, mas o CEO Phong Le e Michael Saylor mantêm a fé: só haveria risco real se BTC caísse para US$ 8 mil e ficasse lá meses. Para nós no Brasil, imagine isso no seu portfólio de ações tech: uma alta de 25% na MSTR pode turbinar seu saldo em corretoras como XP ou Clear, mas lembre que é volátil como o próprio Bitcoin.

Correlação COIN e MSTR com Bitcoin: o que observar

Analistas notam padrões: a Coinbase pode ter uma alta acima de US$ 200, segundo experts, após rebote de 19% para US$ 165. Isso segue histórico de suportes em US$ 158 (2024/2025). Já a MSTR amplifica movimentos do BTC. O mercado cripto como um todo subiu 5,47% para US$ 2,34 trilhões, com Robinhood +13% e COIN +10%.

Para o varejo, a lição é simples: ações como COIN e MSTR são "cripto na bolsa", acessíveis via home broker sem wallet. Mas correlacionam forte com BTC — quando ele cai 20%, elas despencam mais. No Brasil, com IOF e IR sobre ganhos, calcule custos: R$ 369 mil no BTC hoje pode virar R$ 300 mil amanhã.

Guia prático para o investidor brasileiro

Situação: gigantes rebalanceiam, BTC oscila. Impacto: seu BDR de COIN ou ETF tech sente o tranco — uma alta de 25% na MSTR pode render o equivalente a 3 meses de salário mínimo no seu portfólio pequeno. O que fazer?

  1. Monitore correlação via apps como TradingView;
  2. Defina stop-loss para proteger capital;
  3. Diversifique: não mais de 10% em cripto-proxy;
  4. Acompanhe BTC em R$ via Cointrader;
  5. Evite FOMO — espere estabilização acima de US$ 70 mil.

Não é hora de pular fora só porque Ark vendeu, nem comprar eufórico pela MSTR. Seja como um vizinho esperto: observe, ajuste devagar e foque no longo prazo, considerando impostos e taxa do dólar.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de executivo e regulador fortalecendo torre Bitcoin com blocos e escudo, simbolizando avanços institucionais da Nasdaq e CFTC

Avanço Institucional: Nasdaq e CFTC fortalecem ecossistema BTC

📊 BOLETIM CRIPTO | 08/02/2026 | MANHÃ

O mercado cripto inicia este domingo sob o arquétipo de avanço institucional e maturidade regulatória nos Estados Unidos. A equalização de limites de posição pela Nasdaq para ETFs de Bitcoin menores e a nova orientação da CFTC para stablecoins bancárias estabelecem um alicerce sólido para o capital institucional. Enquanto o Ethereum enfrenta pressões de saída e liquidações massivas de fundos asiáticos, o Bitcoin demonstra resiliência notável, sustentado por inflows de US$ 87 milhões e novas movimentações para cold storage. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 369.931,63, com valorização de 2,82% nas últimas 24 horas. O viés de alta é moderado, focado na seletividade de ativos e na transição para um ecossistema mais regulado.


🔥 Destaque: Nasdaq equaliza jogo nos ETFs Bitcoin

A Nasdaq deu um passo fundamental para consolidar a infraestrutura de derivativos cripto ao submeter um filing à SEC que equaliza os limites de posição de opções em diversos ETFs de Bitcoin. Com a mudança, produtos como FBTC (Fidelity), ARKB (Ark Invest) e HODL (VanEck) passam a ter um limite de 250 mil contratos, alinhando-se ao padrão estabelecido pelo IBIT da BlackRock. Esta medida elimina assimetrias competitivas que anteriormente restringiam emissores menores, promovendo um campo de jogo mais equilibrado para investidores institucionais.

De acordo com o Blockonomi, analistas de mercado agiram rapidamente para desmentir rumores gerados por inteligência artificial que sugeriam a remoção total de limites de alavancagem. O fato concreto é que, embora os limites tenham sido padronizados, a BlackRock ainda aguarda aprovação para elevar seu teto individual para 1 milhão de contratos, um pedido que permanece sob cautelosa análise dos reguladores americanos desde novembro de 2024.

Para o investidor, essa padronização representa um ganho direto em liquidez e eficiência de preço. Ao permitir que mais emissores operem com volumes substanciais em derivativos, o mercado reduz o risco de estrangulamento de posições e facilita estratégias complexas de hedging. O impacto esperado é um aumento no volume total negociado de opções, o que tende a suavizar a volatilidade do Bitcoin ao oferecer mais ferramentas de gestão de risco para grandes carteiras.

Em suma, o ajuste regulatório da Nasdaq não é apenas uma formalidade técnica, mas um sinal de maturidade do setor. A integração de ativos digitais ao sistema financeiro tradicional avança através de regras claras, mitigando o impacto de narrativas especulativas e preparando o terreno para uma nova fase de adoção via produtos regulados na maior bolsa de derivativos do mundo.


📈 Panorama do Mercado

O cenário atual é definido por uma dicotomia latente entre a força do Bitcoin e a fragilidade temporária do ecossistema Ethereum. Enquanto o BTC registra entradas líquidas significativas e acumulação por grandes investidores, o Ethereum sofre com o rescaldo de liquidações massivas. Contudo, essa volatilidade no cenário de contratos perpétuos destaca plataformas emergentes como a Hyperliquid, que superou redes consolidadas em geração de taxas, sinalizando uma migração de usuários para ambientes de trading on-chain mais eficientes.

O sentimento institucional permanece construtivo, impulsionado por avanços regulatórios coordenados. Além da Nasdaq, a CFTC expandiu a lista de emissores qualificados de stablecoins para incluir bancos nacionais federais, permitindo que esses ativos sejam usados como margem em derivativos. Segundo dados da Coinglass, a dominância do Bitcoin tende a se fortalecer à medida que o capital flui de altcoins para a reserva de valor principal em busca de segurança.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Liquidações em DeFi: A recente perda de US$ 1,35 bilhão em ETH pela Trend Research evidencia os riscos sistêmicos de estratégias de alavancagem em cascata.
  • Desinformação Regulatória: A proliferação de rumores falsos baseados em interpretações errôneas de documentos da SEC pode gerar volatilidade artificial e induzir investidores ao erro.
  • Concentração de Baleias: Retiradas massivas para custódia própria, como os 630 BTC retirados da Binance, aumentam a concentração e podem preceder choques de oferta seletiva.
  • Escrutínio do FDIC: A entrada de bancos nacionais no setor de stablecoins atrai supervisão bancária rigorosa, o que pode atrasar a implementação de novos serviços financeiros.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação em BTC: O fluxo constante de entrada nas exchanges spot (US$ 87,2 milhões em 24h) oferece um suporte robusto para quem busca exposição à dominância da principal criptomoeda.
  • Tokens Deflacionários: A estratégia da Hyperliquid de queimar tokens através de recompra financiada pelo faturamento das taxas cria um fundamento sólido de escassez para o token HYPE.
  • Metais e Dinheiro Forte: A narrativa de Robert Kiyosaki reforça a tese de hodling de longo prazo em BTC e ouro, ignorando oscilações de curto prazo em favor do valor intrínseco.

📰 Principais Notícias do Período

1. Nasdaq equaliza limites de posição em ETFs Bitcoin
A bolsa ajustou os limites de contratos de opções para ETFs da Fidelity e Ark Invest para 250 mil, nivelando o mercado institucional. BlackRock ainda busca expansão para 1 milhão de contratos.

2. ETH registra saída de US$ 185mi; BTC entrada de US$ 87mi em 24h
Movimentação sugere uma clara rotação de capital. Enquanto o Ethereum perde liquidez em exchanges spot, o Bitcoin absorve novas entradas em meio à estabilização de preços.

3. Nova carteira acumula US$ 44M em BTC da Binance
Um endereço recém-criado retirou 630 BTC da maior exchange do mundo. O movimento é interpretado como autocustódia institucional, reforçando a tese de acumulação.

4. CFTC inclui bancos nacionais em emissores de stablecoins
Nova orientação da agência permite que bancos regulados federalmente emitam stablecoins usadas como colateral, aproximando o mercado cripto e as finanças tradicionais.

5. Hyperliquid supera ETH em taxas; HYPE ganha tração
Com US$ 5,5 milhões em taxas diárias, o protocolo de perpétuos on-chain demonstra força estrutural. O token nativo valorizou 60% desde o fundo recente.

6. Li Lin nega laços com Trend Research em perda de US$ 373M ETH
O fundador da Huobi esclareceu que suas posições pessoais e as do Avenir Group estão intactas, mitigando receios de insolvência de grandes participantes asiáticos.

7. Kiyosaki defende acumulação BTC e ouro ignorando o momento exato
O influenciador financeiro reafirmou seu plano de compras em quedas agressivas, destacando a importância de acumular quantidade em ativos escassos.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxos spot na Binance: Continue acompanhando se grandes retiradas persistem para validar a tendência de acumulação.
  • Aprovação IBIT 1M: A decisão da SEC sobre o limite de 1 milhão de contratos da BlackRock será um catalisador de volatilidade para opções.
  • Participação de mercado em DEX de perpétuos: Monitore se a Hyperliquid mantém dominância acima de 30% contra rivais centralizados e descentralizados.
  • Decisões do FDIC: Novas regras para subsidiárias bancárias operando cripto podem destravar bilhões em liquidez institucional.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12 a 48 horas, esperamos que o Bitcoin mantenha seu viés de alta moderado, testando resistências próximas aos US$ 72 mil se o fluxo de entrada institucional se mantiver estável. A limpeza de posições alavancadas no Ethereum, embora dolorosa no curto prazo, cria um piso mais saudável para o mercado DeFi, onde a seletividade será a palavra de ordem. Investidores devem estar atentos aos indicadores de derivativos regulados e à efetivação dos novos limites da Nasdaq para ajustes finos em suas carteiras. A dominância do Bitcoin acima de 55% parece ser o cenário base, o que favorece estratégias de conservação de capital antes de uma nova tentativa de rompimento das máximas.

💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Escudo digital cyan com reparo laranja marcado por 99.7 protegendo núcleo dourado, simbolizando recuperação de erro massivo na Bithumb

Bithumb Confirma: Recuperou 99,7% Após Erro de 620 Mil BTC

A exchange sul-coreana Bithumb emitiu comunicado oficial confirmando a recuperação de 99,7% dos 620.000 BTC creditados por erro a 695 usuários durante um evento promocional. Em vez de 2.000 KRW (cerca de R$ 7,50), cada conta recebeu 2.000 BTC, totalizando bilhões em ativos fictícios no livro contábil. O incidente, detectado em 20 minutos e bloqueado em 35, causou queda de 10% no preço do Bitcoin na plataforma, para US$ 55.000. Evidências apontam para falha humana nos controles internos, sem indícios de hack.


O Erro Técnico e a Resposta Rápida

Investigações revelam que o erro ocorreu às 19h (horário local) de 6 de fevereiro, durante o pagamento de recompensas. A Bithumb admitiu o fat-finger, um equívoco de digitação que inflou saldos artificialmente. Às 19:20, a equipe identificou o problema; às 19:35, iniciou o bloqueio de saques; e às 19:40, completou a restrição para todas as carteiras afetadas.

De imediato, alguns usuários venderam porções dos BTC ‘gratuitos’, gerando pressão vendedora. A exchange recuperou 618.212 BTC diretamente, equivalente a 99,7% do total. Dos 1.788 BTC vendidos, 93% foram recuperados em KRW e outros ativos digitais. O restante será coberto com recursos próprios da empresa.

A Bithumb enfatiza que não houve violação de segurança externa: “Este incidente não está relacionado a hacking ou brecha de segurança”. Sistemas de custódia e operações normais prosseguem inalterados.

Fragilidades nos Controles Internos Expostas

Evidências apontam para sérias lacunas nos processos de pagamento da Bithumb, uma das maiores exchanges da Coreia do Sul. Como uma plataforma com alto volume permite que um erro de entrada libere bilhões em ativos digitais? A ausência de validações em tempo real, como alertas para valores discrepantes ou aprovações em dupla, revela controles internos débeis.

O crash de preço — Bitcoin caiu para 81,1 milhões de KRW (US$ 55.000), 10% abaixo de outras plataformas — demonstra o impacto em cascata. Usuários rápidos lucraram temporariamente, mas a recuperação forçada levanta questões sobre a integridade do livro contábil e a confiança no sistema. A promessa de “redesenhar todo o processo de pagamento de ativos” soa reativa, mas tardia para uma exchange experiente.

Sinais de alerta incluem: falta de simulações pré-pagamento, dependência excessiva de entradas manuais e tempo de reação inicial de 20 minutos para um erro bilionário. Tais falhas expõem riscos sistêmicos em exchanges centralizadas (CEX).

Impactos no Mercado e Lições para Investidores

O episódio ocorreu em meio a volatilidade global, com Bitcoin oscilando após quedas semanais de 15%. Na Bithumb, o pânico amplificou a desvalorização local, afetando traders coreanos — mercado conhecido por alta alavancagem. Felizmente, a recuperação rápida evitou colapso maior, mas reforça a fragilidade de CEX frente a erros operacionais.

Para se proteger:

  1. Prefira exchanges com histórico sólido e auditorias on-chain;
  2. Mantenha fundos em carteiras não-custodiais;
  3. Monitore anúncios de eventos promocionais, mas verifique saldos imediatamente;
  4. Diversifique plataformas para mitigar riscos localizados.

Incidente como este valida a tese de não deixar mais do que o necessário em CEX.

A Bithumb comprometeu-se a aprimorar controles, mas investidores céticos aguardam ações concretas. Fique atento a atualizações oficiais e evite pânico em promoções suspeitas.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Touro Bitcoin cartoon enfraquecido segurando escudo ETF rachado vazando energia vermelha, com silhueta corporativa ao fundo simbolizando saídas da BlackRock

Queda do Bitcoin: Hedging BlackRock e Saídas de ETFs

Por que os ETFs de Bitcoin, vistos como salvadores do preço, aceleram a queda? Dados on-chain mostram uma pressão de venda institucional intensa, com saídas recordes do IBIT da BlackRock totalizando US$ 12,4 bilhões na semana. Arthur Hayes, cofundador da BitMEX, atribui o movimento a hedging mecânico de produtos estruturados ligados ao ETF, gerando vendas automáticas em spot e derivativos. O BTC despencou de US$ 84.000 para US$ 60.000, com recuperação parcial para US$ 68.500 (-16% semanal).


Situação Atual dos Preços e Fluxos On-Chain

Os dados revelam uma queda máxima de aproximadamente 30%, com o Bitcoin testando níveis abaixo de US$ 60.000 antes de rebote para US$ 68.500. A métrica UTXO Exchange Inflow SMA 7D registrou picos: 14.900 BTC em 4 de fevereiro, 20.800 BTC em 5 de fevereiro, atingindo 22.800 BTC — maior desde outubro, quando BTC superava US$ 122.000. Isso indica envios massivos de carteiras de baleias para exchanges, sinalizando realização de lucros ou redução de exposição.

Na Binance, netflows de BTC atingiram +US$ 727 milhões em 5 de fevereiro, enquanto USDT registrou -US$ 450 milhões, reforçando um ambiente risk-off. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 364.065,82 às 18:53 de hoje, com variação de -1,4% em 24 horas e volume de 466,82 BTC.

Saídas Recordes dos ETFs Spot

O IBIT da BlackRock, maior ETF de Bitcoin, sofreu resgates de US$ 4,7 bilhões em 2 de fevereiro e US$ 7,7 bilhões em 5 de fevereiro, totalizando US$ 12,4 bilhões na semana. O GBTC da Grayscale registrou outflow de US$ 2,1 bilhões no mesmo período. Esses fluxos negativos invertem o padrão de alta anterior, onde inflows institucionais sustentavam compras.

Os dados do CryptoQuant mostram que esses resgates coincidem com o aumento de inflows em exchanges, sugerindo que instituições estão reduzindo posições via ETFs e transferindo para vendas spot. Isso cria pressão descendente, especialmente em mercados com liquidez limitada.

Hedging Mecânico: Teoria de Arthur Hayes

Arthur Hayes explica que dealers e bancos que emitem notas estruturadas e produtos ligados ao IBIT hedgeiam exposição vendendo BTC spot e derivativos. Quando há outflows ou redemptions, ajustes rápidos nos hedges geram vendas mecânicas em cascata, amplificando quedas. “A queda provavelmente deve-se ao hedging de dealers nos produtos estruturados do IBIT”, postou Hayes no X.

Essa dinâmica técnica, não fundamental, diferencia a queda atual de problemas inerentes ao ativo. Picos de volume e rebalanceamentos rápidos observados confirmam o padrão, com liquidez fina exacerbando o movimento.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados sugerem suporte próximo de US$ 65.000-68.000, testado recentemente. Resistência em US$ 74.000-US$ 80.000, com médias móveis de 50 e 200 dias como referências chave. Fluxos de ETFs e inflows de exchanges permanecem métricas críticas: reversão para inflows positivos pode sinalizar alívio.

Com dólar a R$ 5,21, o equivalente em reais reforça volatilidade para investidores brasileiros. Vale observar netflows diários e UTXO inflows para avaliação da pressão sustentada.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Termômetro de medo marcando 6 rachado segurado por personagem cartoon confiante com sol rompendo tempestade, simbolizando maturação do Bitcoin

Bitcoin em Medo Extremo: Maturação Evita Novo Crash?

O Índice de Medo e Ganância do Bitcoin despencou para 6, o menor nível desde 2019, após uma queda de US$ 30 mil que levou o preço a US$ 60 mil. Esse pessimismo extremo pode sinalizar o fundo do ciclo, especialmente quando contraposto à visão de Matt Hougan, CIO da Bitwise, que argumenta que o mercado amadureceu e quedas de 77% como no passado são improváveis. O pior já passou? Essa pode ser a oportunidade estratégica para quem foca no longo prazo.


O Medo Extremo Revela Capitulação?

O Bitcoin viveu semanas turbulentas, caindo de acima de US$ 90 mil para toques em US$ 60 mil em menos de dez dias. Essa correção de dois dígitos gerou pânico generalizado, refletido no Índice de Medo e Ganância, que mede volatilidade, momentum e sentiment. Níveis abaixo de 10 indicam medo extremo, frequentemente um sinal contrarian de reversão.

Segundo o CryptoPotato, o índice atingiu 6 pela primeira vez desde agosto de 2019, após o pico de US$ 95 mil em janeiro. Hoje, o BTC oscila em torno de US$ 68 mil, equivalente a cerca de R$ 364.162 segundo o Cointrader Monitor. Historicamente, esses lows precedem rebounds, mas o contexto geopolítico e macro adiciona cautela.

O mercado está construindo resiliência, com holders de longo prazo reduzindo vendas agressivas. Essa exaustão pode marcar o fim da fase de pânico.

Matt Hougan: Por Que o Bitcoin Amadureceu

No relatório da Bitwise, Matt Hougan explica as causas da queda atual: front-running do ciclo de quatro anos, perda de atenção para IA e metais, liquidações massivas pós-tarifas de Trump sobre China em outubro de 2025, temores com Kevin Warsh no Fed e riscos quânticos. Apesar disso, ele destaca sinais positivos: open interest em mínimas de 2024 e holders acumulando nas bordas.

Hougan enfatiza que os mercados em baixa de cripto terminam em exaustão, não euforia. Crucial: o Bitcoin é agora um ativo mais maduro, com adoção institucional via ETFs e tesourarias corporativas. Quedas de 77% como em ciclos passados são menos prováveis, graças a fundamentos fortalecidos. “O tempo é o catalisador”, conclui o CIO.

Essa maturidade reflete a narrativa maior de transição para reserva de valor global, similar a ouro digital.

Lições do Passado e Ciclos de Mercado

Em 2019, o Fear & Greed em lows semelhantes veio após o bear de 2018, com BTC em US$ 3.500. Houve recuperação, mas levou meses para romper US$ 10 mil, agravada pelo crash da COVID em 2020. Dali em diante, nunca mais voltou a quatro dígitos, iniciando o bull run atual.

Hoje, com halvings passados e fluxos institucionais recordes, o contexto é diferente. A volatilidade persiste, mas a base de holders institucionais estabiliza o preço. Como estrategista, vejo esses momentos como testes de paciência: o mercado recompensa quem ignora ruído de curto prazo e foca em adoção.

Geopolítica e macro (tarifas, Fed) adicionam ruído, mas os fundamentos se fortalecem com cada ciclo.

O Que Monitorar para Confirmar o Fundo

Indicadores chave: estabilização de holders de longo prazo, queda em open interest e volume de liquidações. Se o BTC sustentar acima de US$ 65 mil, pode testar resistências em US$ 80 mil. No Brasil, o preço em R$ 364 mil reflete variação de -1,2% em 24h, com volume de 466 BTC.

Para investidores estratégicos, esse medo extremo é oportunidade de posicionamento de longo prazo. Mercados maduros oscilam menos drasticamente. Vale monitorar fluxos de ETF e movimentos de baleias nos próximos dias.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Plataforma digital dourada rachando na marca 70K e desabando em abismo sombrio, simbolizando perda de suporte do Bitcoin em vendas intensas

Bitcoin Perde Suporte dos US$ 70 mil em Rotina de Vendas

O Bitcoin perdeu o patamar de suporte dos US$ 70.000 nesta semana, apagando os ganhos acumulados após a eleição de Donald Trump em novembro de 2024. A queda, que levou o preço a testar mínimas próximas de US$ 60.000 antes de uma recuperação limitada para cerca de US$ 69.000, foi impulsionada por uma rotina de liquidações descrita como ‘venda a qualquer preço’. Fatores como o anúncio de fechamento de operações da Gemini em regiões chave e fluxos negativos nos ETFs de Bitcoin spot contribuíram para o enfraquecimento do sentimento de mercado. Os dados indicam uma correção de 16,5% em sete dias.


Situação Atual do Preço

Os dados mostram que o Bitcoin registrou uma desvalorização de aproximadamente 16,5% na última semana, com o índice CoinDesk 20 caindo mais de 17%. O preço tocou mínimas próximas de US$ 60.000 na quinta-feira, em um dos piores drawdowns diários desde o colapso da FTX. Apesar de uma recuperação parcial para US$ 69.352 na atualização mais recente, o ativo permanece abaixo do suporte psicológico de US$ 70.000.

No mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 363.630,99 às 18:46 de hoje, com variação de -1,43% nas últimas 24 horas e volume de 465,94 BTC negociados.

Outros ativos sofreram quedas mais acentuadas: Ethereum perdeu 22,4%, BNB 23,4% e Solana 25,2%, refletindo uma pressão ampla no setor.

Contexto da Rotina de Liquidações

A movimentação foi caracterizada por liquidações em cascata, com mesas institucionais reportando ordens de ‘venda a qualquer preço’, conforme análise da Wintermute. A profundidade de mercado em 1% para Bitcoin caiu para cerca de US$ 5 milhões, ante mais de US$ 8 milhões em 2025, tornando os movimentos de preço mais abruptos, segundo dados da Kaiko.

No âmbito das opções, a volatilidade implícita atingiu o 99º percentil, com skew favorecendo puts caros, especialmente em Ethereum, epicentro da pressão. O posicionamento em Bitcoin sugere expectativas de turbulência entre US$ 55.000 e US$ 75.000.

Esse cenário se alinhou a uma deleveraging cross-asset, com o Nasdaq 100 caindo 500 pontos base em três sessões e metais preciosos distantes de máximas cíclicas.

Impactos no Sentimento de Mercado

O anúncio da Gemini sobre o fechamento de operações no Reino Unido, União Europeia e Austrália, com corte de 25% no quadro de funcionários, agravou o pessimismo. A exchange entrará em modo de saques apenas para usuários afetados, com parceria com a eToro para transferências.

Adicionalmente, os ETFs de Bitcoin spot registraram saques líquidos de cerca de US$ 1,25 bilhão nos últimos três dias, conforme SoSoValue. O custo médio de aquisição nesses veículos está próximo de US$ 90.000, gerando perdas não realizadas de US$ 15 bilhões, estima Jim Bianco da Bianco Research.

Correlações com ações de software, como Salesforce (-8%), Adobe (-9%) e ServiceNow (-13%), reforçam a visão de que o Bitcoin negocia como um ‘ativo de software programável’ em meio a pressões setoriais.

Níveis Técnicos a Monitorar

Do ponto de vista técnico, o suporte imediato testado em US$ 60.000 atuou como piso tático, conforme Jonathan Krinsky da BTIG. Para confirmação de um fundo negociável, os dados apontam a necessidade de recuperação acima de US$ 73.000, nível de rompimento chave.

Abaixo de US$ 70.000, níveis relevantes incluem a mínima recente em US$ 60.000, potencial suporte na média móvel de 200 dias (próxima de US$ 65.000 em timeframes semanais) e zona de US$ 55.000, alinhada a expectativas de opções. Acima, resistências em US$ 75.000 e o patamar pré-correção de US$ 90.000 merecem atenção.

Esses patamares, baseados em volume de perfil e históricos de suporte, oferecem referência objetiva para traders monitorarem a evolução do preço.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Torre cyberpunk com rachaduras '23' vermelhas e energia BTC dourada vazando, alertando premium negativo persistente no Coinbase

Coinbase Premium Negativo há 23 Dias: Alerta nos EUA

O sinal negativo da Coinbase: por que os americanos pararam de comprar Bitcoin? Os dados mostram que o Coinbase Bitcoin Premium Index permanece em território negativo há 23 dias consecutivos, com valor atual de -0.0878%. Isso indica que o preço do BTC na principal exchange americana está abaixo da média global, sinalizando maior pressão de venda nos EUA. Em 2026 até o momento, apenas dois dias registraram valores positivos: 6 de janeiro (0.011%) e 15 de janeiro (0.0023%).


O Que é o Coinbase Premium Index?

O Coinbase Premium Index, disponível em plataformas como CoinGlass, mede a diferença percentual entre o preço spot do Bitcoin na Coinbase e a média ponderada dos preços em exchanges globais. A fórmula aproximada é: (Preço Coinbase – Média Global) / Média Global × 100.

Valores positivos refletem demanda superior nos EUA, com americanos pagando um “prêmio” pelo BTC, frequentemente associado a entradas de capital institucional. Já o território negativo, como os atuais -0.0878%, aponta para vendas líquidas predominantes, com preços mais baixos na Coinbase em relação ao resto do mundo. Essa métrica é um indicador chave de apetite por risco entre investidores americanos.

Os dados confirmam consistência: desde o início de 2026, o índice exibiu apenas breves momentos de positividade, reforçando uma tendência de aversão ao risco ou realocação de posições nos EUA.

Dados Atuais e Histórico Recente

De acordo com a análise da Odaily, o índice acumulou 23 dias consecutivos negativos até 7 de fevereiro de 2026. O valor mais recente, -0.0878%, ocorre em um contexto de volatilidade moderada no BTC, com o ativo oscilando próximo a níveis de suporte globais.

No ano corrente, a predominância negativa sugere saída de fundos ou redução de posições longas por participantes institucionais americanos. Comparativamente, em períodos de euforia (como pós-halving), o premium pode ultrapassar +2%, contrastando com o atual viés de baixa.

Essa persistência — superior a três semanas — é estatisticamente rara, ocorrendo em menos de 10% dos ciclos observados desde 2020, conforme padrões históricos da métrica.

Implicações para Fluxos Globais

Um premium negativo prolongado implica que os EUA atuam como fonte de liquidez para outros mercados. Regiões como Ásia e Europa podem estar acumulando BTC a preços “descontados” da Coinbase, equalizando os preços globais via arbitragem.

Para investidores brasileiros, isso reforça a relevância de monitorar fluxos regionais. Enquanto exchanges locais refletem médias globais, a pressão vendedora americana pode pressionar cotações em BRL indiretamente. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 364.674,08, com variação de -1,15% nas últimas 24 horas e volume de 467 BTC.

Os números sugerem cautela em narrativas de alta imediata nos EUA, priorizando análise de volumes e open interest em derivados.

Níveis Técnicos a Observar

Traders devem acompanhar se o premium romper -0.10%, potencialmente sinalizando aceleração de vendas. Níveis de suporte para BTC incluem US$ 85.000 (média móvel 200-dias) e resistência em US$ 95.000.

Uma reversão para positivo exigiria influxos institucionais ou catalisadores macro, como decisões do Fed. A métrica permanece um termômetro preciso de sentiment regional, recomendando cruzamento com indicadores como funding rates e inflows de ETF.

Manter vigilância sobre atualizações diárias do índice para decisões informadas.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Figura cartoon da Casa Branca apresentando cubo quântico a personagem Bitcoin alarmado com escudo glitchando, alertando sobre ameaça à criptografia

Ameaça Quântica ao Bitcoin? Casa Branca Prepara Ordem Executiva

A Casa Branca dos Estados Unidos está preparando uma ordem executiva para tornar o país líder global em tecnologias quânticas, como computadores superpotentes. Em outras palavras, isso significa um esforço nacional para investir em pesquisa, infraestrutura e segurança nessa área emergente. Para nós, no mundo das criptomoedas, surge a dúvida: isso ameaça a segurança do Bitcoin? Vamos descomplicar o tema passo a passo, como se fosse a primeira vez que você ouve falar disso.


O que é essa ordem executiva da Casa Branca?

Pense na computação quântica como uma versão turbinada dos computadores atuais. Enquanto seu notebook usa bits (0 ou 1), os quânticos usam qubits, que podem ser 0, 1 ou os dois ao mesmo tempo — isso permite resolver problemas impossíveis hoje. A ordem, chamada de “Introduzindo a Próxima Fronteira da Inovação Quântica”, coordena todo o governo americano: da Escritório de Política Científica e Tecnológica (OSTP) aos departamentos de Comércio, Energia e Defesa.

O objetivo? Fortalecer a economia, reduzir riscos de segurança nacional e acelerar a passagem da pesquisa para produtos reais, como um computador quântico nacional para ciências. Em 180 dias, eles atualizam a Estratégia Quântica Nacional. Isso é como o governo brasileiro investindo em pré-sal: uma aposta estratégica no futuro.

Por que importa para você? Países como EUA e China competem nessa corrida, e avanços rápidos podem mudar tudo, inclusive a proteção dos seus investimentos em cripto.

Computação quântica: uma ameaça real ao Bitcoin?

Agora, vamos ao que interessa: o Bitcoin usa criptografia de curva elíptica para proteger transações. Imagine uma fechadura gigante (chave pública) que todo mundo vê, mas só o dono tem a chave secreta (privada). Um computador quântico, com algoritmos como o de Shor, poderia testar bilhões de chaves em segundos e quebrar isso.

Em outras palavras, endereços de Bitcoin expostos poderiam ser roubados. Mas calma: hoje, não existe máquina quântica capaz disso. Especialistas estimam 10 anos ou mais. O borrador da ordem nem menciona criptografia pós-quântica, que são soluções resistentes já em desenvolvimento.

Exemplo prático: é como preocupar-se com um furacão em 2035 enquanto organiza a casa para a chuva de amanhã. Ainda assim, vale ficar de olho.

O que a comunidade Bitcoin está fazendo?

No ecossistema cripto, ninguém está parado. Michael Saylor, da MicroStrategy (dona de milhares de BTC), minimiza o risco: “Bitcoin é atualizável, como um software que recebe updates”. A empresa vai lançar um programa de segurança quântica com experts globais.

Isso significa que a rede Bitcoin pode evoluir via soft fork ou hard fork — mudanças no código aprovadas pela comunidade. Pense como atualizar o WhatsApp para nova versão. Governos e empresas preparam criptografia pós-quântica, como algoritmos do NIST (EUA).

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 364.769,58 agora (queda de 1,13% em 24h), mostrando que o mercado foca no presente, mas planeja o futuro.

Próximos passos: o que você deve fazer?

Como iniciante, comece protegendo o básico: use carteiras frias, nunca exponha chaves privadas e diversifique. Monitore atualizações da Bitcoin Core e notícias sobre padrões pós-quânticos. Essa ordem acelera a inovação, mas o Bitcoin foi feito para sobreviver — é resiliente por design.

Saia daqui confiante: entender isso te coloca à frente. A corrida quântica é empolgante, mas seu Bitcoin está seguro por enquanto. Continue aprendendo!


Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Figuras cartoon de exchanges unindo rede cyan e mão para resgatar energia dourada BTC, com selo 99.7%, simbolizando cooperação Binance-Bithumb

Solidariedade Cripto: Binance Ajuda Bithumb a Recuperar 99,7% do Erro

Imagine distribuir acidentalmente 3% de todo o Bitcoin existente para usuários de uma exchange. Isso aconteceu com a Bithumb, exchange sul-coreana, que errou um airdrop — uma distribuição gratuita de criptomoedas. Felizmente, a Binance, liderada por CZ, ajudou a recuperar 99,7% dos fundos, evitando um prejuízo bilionário. Essa união mostra o lado positivo do ecossistema cripto em momentos de crise.


O Que Foi Esse Erro na Bithumb?

Vamos começar do básico, porque ninguém nasce sabendo. Um airdrop é como uma promoção: uma empresa distribui moedas digitais grátis para atrair usuários ou recompensar fiéis. Pense nisso como amostras grátis em uma feira no Brasil — você leva pra casa sem pagar.

Na Bithumb, algo deu errado no sistema. Em vez de dar uma quantia pequena, eles lançaram 630 mil BTC — isso é 3% do suprimento total de Bitcoin, que é limitado a 21 milhões de unidades. Em outras palavras, era como se toda a riqueza de uma cidade pequena fosse jogada no ar por acidente. O valor? Bilhões de dólares, dependendo do preço do BTC.

Usuários receberam esses Bitcoins de surpresa, mas a exchange agiu rápido: congelou contas com ganhos indevidos e começou a rastrear os fundos. Hoje, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 364.552 por unidade às 18:22 de hoje. Multiplique por 630 mil e você entende o tamanho do susto.

Como a Binance e CZ Entraram em Cena?

Aqui entra a solidariedade que tanto precisamos ver. CZ, fundador da Binance, postou no X (antigo Twitter) que sua equipe forneceu ajuda técnica para a recuperação. Isso significa que, em outras palavras, experts da Binance rastrearam os Bitcoins na blockchain — o “livro-caixa” público das criptos, onde toda transação fica registrada para sempre.

Pense assim: é como a Polícia Federal pedindo ajuda à Interpol para seguir o rastro de dinheiro sujo. A Binance, uma das maiores exchanges do mundo, tem ferramentas avançadas para monitorar fluxos suspeitos. Juntas, elas bloquearam os fundos antes que fossem “lavados” — ou seja, misturados em transações para esconder a origem.

Essa cooperação não é comum em negócios tradicionais, mas no cripto, onde todos dependem da confiança no sistema, gigantes como Binance e Bithumb se unem. CZ ainda sugeriu: todo airdrop precisa de um “freio de mão”, como um limite máximo automático. Ótima lição!

Lições de Segurança para Iniciantes

Esse caso ensina muito para quem está começando, como você. Primeiro, exchanges têm poderes enormes: podem congelar saldos. É por isso que carteiras próprias (self-custody) são recomendadas — você controla suas chaves, ninguém mais.

Segundo, erros humanos acontecem, mas checks automáticos salvam o dia. CZ propôs “máximo valor” em airdrops, evitando desastres. Em termos simples: programe o computador para não deixar você errar feio.

Terceiro, o ecossistema cripto tem solidariedade. Diferente de bancos rivais, exchanges compartilham inteligência contra fraudes. Isso fortalece todos nós. Monitore sempre: ferramentas como Etherscan mostram transações em tempo real.

O Que Isso Significa para o Mercado Brasileiro?

No Brasil, onde usamos exchanges como Binance e Mercado Bitcoin, isso reforça: segurança coletiva importa. Um erro na Coreia afeta confiança global, inclusive aqui. Com BTC variando -0,96% nas últimas 24h, estabilidade conta.

Se você é novo, comece devagar: estude, use plataformas seguras e nunca invista o que não pode perder. Essa história mostra que, unidos, recuperamos quase tudo — 99,7%! Saia daqui confiante: o cripto aprende com erros.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.