Balança em impasse com personagens cartoon: Executivo puxando impostos IOF 3,5% vs Legislativo elevando reserva soberana de Bitcoin no Brasil

Brasil em Impasse Regulatório: IOF de 3,5% vs Reserva Estratégica Soberana de Bitcoin

O governo brasileiro planeja impor um IOF de 3,5% sobre compras de criptomoedas acima de R$ 10 mil, conforme minuta da Receita Federal, enquanto na Câmara dos Deputados o relator propõe uma Reserva Estratégica Soberana de Bitcoins (RESBit) e o fim da tributação sobre o setor. Essa queda de braço entre Executivo e Legislativo reflete tensões globais sobre como nações posicionam-se diante do Bitcoin como ativo de reserva ou operação financeira tradicional, impactando diretamente investidores locais em um mercado que saltou 338% em valor declarado desde 2020.


Proposta do Executivo: Equiparando Cripto a Câmbio

A Receita Federal defende a incidência do IOF para garantir “neutralidade fiscal”, equiparando transações com criptoativos a remessas internacionais ou compras de moeda estrangeira, que já pagam a alíquota de 3,5%. A medida, ainda em minuta para consulta pública, prevê isenção para pessoas físicas em aquisições até R$ 10 mil mensais, com expectativa de vigência em 2026.

Segundo o órgão, o boom do mercado — de R$ 94,9 bilhões declarados em 2020 para R$ 415,8 bilhões em 2024 — cria brechas para arbitragem tributária, prejudicando a concorrência no sistema financeiro. A proposta alinha-se às recentes regras do Banco Central, que classificam certas operações cripto como câmbio, reacendendo debates sobre a natureza híbrida desses ativos em jurisdições como Brasil e União Europeia.

Autoridades fiscais argumentam que a tributação corrige disparidades, mas o setor questiona a equiparação automática, defendendo debate legislativo amplo em vez de decreto executivo.

Iniciativa da Câmara: Bitcoin como Reserva Estratégica Soberana

No Projeto de Lei 4.501/2024, o deputado Luiz Gastão (PSD/CE), relator na Comissão de Desenvolvimento Econômico, apresentou substitutivo que autoriza o Executivo a acumular até 5% das reservas internacionais em Bitcoin, gerido pelo Banco Central e Ministério da Fazenda com carteiras frias para máxima segurança.

O texto revoga a Instrução Normativa 1.888/2019, eliminando a obrigatoriedade de reporte de transações ao fisco, e permite pagamento de tributos federais em BTC, com conversão ao preço de mercado. Relatórios semestrais ao Congresso garantiriam transparência, posicionando o Brasil ao lado de pioneiros como El Salvador, onde o Bitcoin é moeda legal desde 2021.

O autor original, deputado Eros Biondini (PL-MG), vê na RESBit uma blindagem contra riscos geopolíticos e flutuações cambiais, inclusive como lastro potencial ao Drex, o real digital.

Contexto Global e Implicações para o Brasil

Essa dicotomia brasileira ecoa tendências mundiais: enquanto EUA avançam com ETFs de Bitcoin aprovados pela SEC e nações como Alemanha e Suíça acumulam cripto em tesourarias, governos emergentes debatem tributação para capturar receitas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 355.971,67 (-2,22% em 24h), destacando volatilidade que justifica tanto cautela fiscal quanto adoção soberana.

Para investidores brasileiros, o desfecho definirá custos operacionais e confiança institucional. Uma vitória legislativa poderia atrair fluxos globais, mas resistência executiva sinaliza priorização de arrecadação em meio a déficits fiscais.

Próximos Passos na Batalha Regulatória

A consulta pública sobre o IOF e a tramitação do PL na Câmara marcam o calendário de 2026. O mercado monitora se o conflito escalará para o STF ou se emergirá consenso, influenciado por pressões internacionais como o G20 sobre stablecoins e CBDCs. Investidores devem acompanhar atualizações, ponderando diversificação em cenários de incerteza regulatória.


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Personagens cartoon diversos cruzando ponte luminosa cyan-dourada para cidade cripto com portais BTC e ETH, simbolizando democratização via nano futuros e pagamentos instantâneos

Cripto para Todos: Nano Futuros na IBKR e Pagamentos Instantâneos na Binance

Boa notícia para quem quer entrar no mundo dos derivativos cripto sem precisar de um capital gigante: a Interactive Brokers (IBKR) lançou nano contratos futuros de Bitcoin (0,01 BTC) e Ethereum (0,10 ETH) em parceria com a Coinbase Derivatives. Ao mesmo tempo, a Binance integrou o sistema Bre-B na Colômbia, permitindo depósitos e saques instantâneos em pesos colombianos 24/7. Isso facilita a vida de investidores comuns, reduzindo barreiras de entrada e burocracia.


Nano Futuros: Menos Dinheiro para Operar BTC e ETH

Imagine especular no preço do Bitcoin sem precisar comprar um BTC inteiro, que hoje vale cerca de R$ 355.838, segundo o Cointrader Monitor. Com os nano futuros da IBKR, um contrato representa só 0,01 BTC — uns R$ 3.558 — ou 0,10 ETH. São contratos mensais ou perpétuos, negociados 24/7 em ambiente regulado pela CFTC.

Para o brasileiro médio, isso muda tudo. Antes, futures exigiam margens altas, equivalentes a meses de salário mínimo. Agora, você ajusta posições com precisão, gerencia risco melhor e opera tudo na mesma corretora onde tem ações ou renda fixa. A CEO Milan Galik destacou a flexibilidade, e o co-CEO da Coinbase Institutional, Greg Tusar, reforçou o acesso regulado. Ideal para quem quer exposição a cripto sem sair do conforto da conta existente. A expansão segue o lançamento de depósitos em stablecoins em janeiro.

Binance e Bre-B: Transferências Rápidas na Colômbia

Na Colômbia, a Binance acabou de integrar o Bre-B, sistema de pagamentos instantâneos similar ao nosso Pix. Usuários depositam ou sacam pesos colombianos (COP) em segundos, 24 horas por dia, usando só uma “chave” única — sem digitar agência, conta ou CPF toda vez.

Daniel Acosta, gerente da Binance Latam, explica que isso elimina esperas de dias em transferências bancárias. Para um colombiano mandando remessas ou protegendo poupança da inflação, é prático: fundos disponíveis imediatamente para comprar cripto ou converter de volta. Tarifas competitivas, mas cheque com seu banco por eventuais custos extras. No app ou site, basta selecionar “Transferência Bancária (Bre-B)” e copiar a chave gerada. Isso acelera a adoção cripto no dia a dia.

Impacto Prático para Brasileiros e Próximos Passos

Embora o Bre-B seja colombiano, inspira: no Brasil, com Pix já consolidado, quando veremos integrações semelhantes em exchanges locais? Já a IBKR é acessível globalmente — brasileiros com conta lá podem usar nano futuros agora, diversificando sem grandes aportes. Comece verificando elegibilidade na sua corretora IBKR; para Binance, fique de olho em novidades Latam.

Essas mudanças democratizam cripto: menos capital para derivativos, pagamentos fluidos para fiat-cripto. Monitore volatilidade — BTC caiu 2,76% nas últimas 24h — e use para hedge ou especulação cautelosa. Sempre avalie riscos e impostos no Brasil.


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Rei cartoon Bitcoin perdendo coroa ouro enquanto entidade IA ascende sugando capital, com analistas alertando sobre perda do status de ouro digital

Bitcoin Perde para IA: Adeus ao Ouro Digital?

A análise da Grayscale expõe a dura verdade: o Bitcoin não é ouro digital, mas um ativo de crescimento volátil, caindo em sincronia com tech stocks de alto risco. Enquanto o ouro físico bate recordes, o BTC despenca para US$ 60 mil, perdendo liquidez para a febre da IA, conforme Wintermute alerta. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 357.734 (-2,19% em 24h) reflete essa realidade macro incômoda.


Bitcoin age como tech stock, não reserva de valor

A história mostra que narrativas como “ouro digital” desmoronam em ciclos de estresse. A Grayscale destaca que a recente queda do Bitcoin para US$ 60 mil seguiu o sell-off de ações de software de alto crescimento, não o padrão de safe haven do ouro. Com apenas 17 anos, o BTC ainda é imaturo comparado aos milênios do ouro físico, que atrai influxos enquanto ETFs de Bitcoin registram saídas contínuas.

O mercado ignora isso: em vez de hedge, o BTC correlaciona com risco, sensível ao apetite por crescimento. Saídas de centenas de milhões dos ETFs spot nos EUA sinalizam resfriamento institucional. Deleveraging em derivativos reforça: isso é retração de growth, não crise de confiança na rede.

Febre da IA suga liquidez das criptos

A Wintermute cutuca o elefante na sala: a mania por IA absorve capital há meses, limitando o upside das criptos. Removendo a IA do Nasdaq 100, o subdesempenho das criptos desaparece. “Para o crypto outperformar, o ar precisa sair do trade de IA”, diz o trader Jasper De Maere.

Enquanto BTC oscila abaixo de US$ 70 mil, o dólar turismo está em R$ 5,19. Investidores rotacionam para IA, deixando cripto em skew negativo: sobe menos nas altas, cai mais nas quedas. Cuidado: exuberância em um setor esmaga os outros, como na bolha dot-com.

Pressões estruturais: saídas de ETFs e venda dos EUA

No relatório detalhado da Wintermute, o quadro piora: BTC apagou ganhos pós-Trump ao cair para US$ 60 mil. Coinbase Premium negativo desde dezembro (-167,8 pontos mais baixo) indica venda persistente dos EUA via OTC. ETFs spot viraram net sellers em 2026, reduzindo 10.600 BTC, criando gap de demanda de 56 mil BTC vs. ano passado.

Explosão de liquidações de US$ 2,7 bilhões foi capitulation por leverage, não spot. Sem demanda real, preços entram em rangebound volátil. Institucionais ditam via ETFs e derivativos, enquanto retail dispersa.

Quatro condições para uma possível reversão

Wintermute lista os sinais cruciais para virada:

  1. Coinbase Premium positivo (instituições comprando);
  2. ETF inflows revertem;
  3. basis rate estabiliza;
  4. spot demand retorna.

Sem isso, alta sustentável é ilusória. A história de 2018 e 2022 avisa: ciclos de euforia cedem a correções. Proteja capital monitorando macro: liquidez global, yields japoneses e Fed.

No longo prazo, BTC pode amadurecer com regulação e scaling, mas hoje é bet em adoção, não reserva de valor pronta. Mercado cético deve prevalecer até provas concretas.


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Cérebro de IA etéreo envolto em véus ZK translúcidos com nós cyan Ethereum e dourados Bitcoin, simbolizando privacidade descentralizada

Vitalik Propõe IA Privada no Ethereum e Bitcoin Adota ZK com Sigbash

A visão de Vitalik Buterin para IA no Ethereum posiciona a rede como infraestrutura para interações privadas e verificáveis, desafiando a corrida por AGI centralizada. Paralelamente, o Sigbash v2 lança beta aberta de firmas programáveis no Bitcoin usando provas de conhecimento zero (ZK) para ocultar dados de transações do servidor. Essas inovações destacam a privacidade como padrão técnico unificador entre as duas maiores blockchains, com foco em verificação criptográfica e coordenação autônoma.


Visão de Vitalik: Ethereum como Base para IA Descentralizada

Vitalik Buterin critica a narrativa de ‘trabalhar em AGI’ como simplista, comparando-a a rotular o Ethereum apenas como ‘finanças’. Em vez de aceleração cega, propõe IA privada e verificável. O que é: ferramentas locais de LLMs rodando em dispositivos do usuário, combinadas com pagamentos ZK para chamadas anônimas a APIs remotas.

Como funciona: provas criptográficas e atestações de Trusted Execution Environments (TEE) permitem verificar saídas de IA sem confiança cega. Ethereum atua como camada econômica para agentes autônomos: bots pagam uns aos outros via smart contracts em rollups e L2s, com depósitos de segurança e resolução de disputas. Por quê importa: resolve vazamentos de dados e exposição de identidade em modelos centralizados, alinhando com o ethos ‘não confie, verifique’.

Exemplos incluem auditoria de contratos inteligentes e interpretação de provas formais on-chain, elevando a usabilidade sem sacrificar soberania.

Sigbash v2: Firmas Programáveis e Privacidade no Bitcoin

O Sigbash v2 introduz Oblivious Signing, firmas inconscientes onde o servidor co-assina transações sem acessar chaves privadas, montantes ou destinos. O que é: políticas de gasto customizáveis, como limites semanais ou heranças, representadas em árvores de sintaxe abstrata.

Como funciona: integra MuSig2 para multifirmas eficientes, WebAssembly e ZKP. O usuário gera prova ZK local provando conformidade com a política, sem revelar detalhes ao servidor. Um chatbot de IA gera essas políticas via prompts naturais. Por quê importa: elimina espionagem em custódia colaborativa, mantendo neutralidade e privacidade mesmo com listas de bloqueio opcionais.

Testado na Signet, o código está aberto no GitHub, convidando revisão comunitária.

ZK-Proofs: O Elo Técnico entre Ethereum e Bitcoin

Ambas as propostas convergem em provas ZK como pilar da privacidade. No Ethereum, habilitam pagamentos anônimos e verificação de IA; no Bitcoin, ocultam políticas de transação em multifirmas. Essa unificação técnica sinaliza maturidade: blockchains UTXO e account-based adotam criptografia avançada para o mesmo fim.

Desafios persistem: overhead computacional de ZK exige otimizações como rollups no Ethereum e Schnorr/MuSig2 no Bitcoin. Métricas on-chain, como transações diárias e TVL em L2s, validarão adoção real. Para desenvolvedores, isso abre portas a aplicações híbridas, como coordenação AI-Bitcoin via pontes seguras.

Implicações para Desenvolvedores e Usuários

Para usuários, significa controle granular: gaste apenas sob condições verificadas, sem expor histórico. Desenvolvedores ganham primitives para dApps resistentes a censura, com IA auxiliando governança via mercados de predição e votação quadrática.

Vale monitorar commits no GitHub do Sigbash e propostas ERC como 8004. Esses avanços reforçam: código é lei, e privacidade é o novo padrão técnico nas blockchains líderes.


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Fortaleza cripto cartoon cercada por tentáculos malware IA e regulador com algemas, simbolizando ataques cibernéticos e cerco regulatório

Malware com IA e Condenações de Fraudes: O Cerco Regulatório se Fecha

📊 BOLETIM CRIPTO | 10/02/2026 | NOITE

O mercado cripto enfrenta uma noite de forte tensão, marcada por uma ofensiva coordenada de reguladores globais e alertas críticos de segurança digital. O sentimento predominante é de cautela, após a condenação emblemática do fundador da SafeMoon e a revelação de ataques sofisticados da Coreia do Norte utilizando inteligência artificial. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera em queda de 2,18% nas últimas 24 horas, cotado a R$ 358.047. Embora avanços regulatórios como a Clarity Act nos EUA e o registro da Blockchain.com no Reino Unido ofereçam um contraponto positivo, o peso dos riscos cibernéticos sistêmicos e do endurecimento do enforcement contra fraudes gera um viés de baixa moderado que deve ditar o ritmo das negociações nas próximas 48 horas.


🔥 Destaque: IA Norte-Coreana Ameaça DeFi

Uma nova e perigosa fronteira no crime cibernético foi exposta hoje. A equipe de segurança da Mandiant, divisão do Google, emitiu um alerta urgente sobre o grupo UNC1069, vinculado à Coreia do Norte. Os hackers estão utilizando deepfakes gerados por IA em reuniões falsas no Zoom para enganar executivos e desenvolvedores de protocolos DeFi.

O modus operandi envolve engenharia social altamente aprimorada: após comprometer contas no Telegram, os atacantes convidam alvos para videochamadas onde personificam CEOs do setor. Por meio de uma técnica chamada ClickFix, eles induzem as vítimas a executar comandos que instalam sete famílias diferentes de malware, capazes de drenar credenciais, tokens e chaves privadas diretamente dos navegadores.

As implicações são críticas, dado o histórico alarmante do regime norte-coreano, que roubou cerca de US$ 2,02 bilhões em criptomoedas somente em 2025. Esse cenário eleva drasticamente o risco para investidores de varejo e institucionais que utilizam plataformas de finanças descentralizadas, erodindo a confiança nas interações remotas que são rotineiras no ecossistema.

Para o mercado brasileiro, essa ameaça reforça a necessidade de implementação imediata de sistemas de autenticação avançada e verificação biométrica. A sofisticação tecnológica empregada pelos atacantes sugere que métodos tradicionais de defesa podem ser insuficientes, podendo desencadear uma retração temporária no TVL em protocolos DeFi mais vulneráveis.


📈 Panorama do Mercado

O período atual é definido pelo arquétipo de tensão regulatória. Observamos uma fase de maturação dolorosa para o setor, onde ações punitivas internacionais estão sendo utilizadas para “limpar” o mercado de participantes mal-intencionados. A condenação de Braden Karony e a investigação massiva em Chipre sinalizam que a era da impunidade para golpes de liquidez está chegando ao fim.

Contudo, essa limpeza ocorre simultaneamente a um enfraquecimento preocupante da capacidade fiscalizadora nos Estados Unidos. A eliminação da equipe de enforcement da CFTC em Chicago, enquanto a agência ganha jurisdição sobre mais ativos, cria um vácuo de supervisão que pode ser explorado por novos esquemas fraudulentos, elevando a percepção de risco sistêmico.

A dualidade regulatória também se manifesta no Reino Unido: enquanto a FCA pune corretoras offshore por promoções ilegais, ela acolhe investidores tradicionais que cumprem as normas. Essa tendência favorece a consolidação de exchanges regulamentadas como a Binance e Blockchain.com, que tendem a capturar o volume de negociação de plataformas que operam à margem da lei.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Ameaças Estatais com IA: A sofisticação de ataques via deepfakes aumenta a superfície de exploração em protocolos de finanças descentralizadas, podendo levar a furtos massivos de ativos digitais.
  • Pânico em Memecoins: A sentença contra o CEO da SafeMoon gera um efeito cascata de medo em projetos na rede BSC com mecânicas de taxas de reflexão, temendo desvios de liquidez.
  • Vácuo de Fiscalização: A redução drástica no corpo jurídico da CFTC pode atrasar processos contra fraudes complexas, permitindo que novos scams operem por mais tempo.
  • Bloqueio de Exchanges: A ação judicial da FCA contra a HTX pode resultar na remoção de aplicativos das lojas da Apple e Google no Reino Unido, servindo de alerta para usuários de plataformas offshore sem registro local.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Cibersegurança e Identidade: Projetos focados em verificação de identidade descentralizada e proteção contra deepfakes devem ver um aumento expressivo na demanda e valorização de seus tokens nativos.
  • Migração para o Compliance: Aprovações como a da Blockchain.com no Reino Unido indicam que capitais institucionais cautelosos estão buscando abrigo em exchanges reguladas.
  • Reserva Estratégica de Bitcoin: A confirmação de que o Tesouro dos EUA planeja reter o Bitcoin apreendido para uma reserva estratégica oferece um suporte fundamental de longo prazo para o preço do ativo.

📰 Principais Notícias do Período

1. Malware NK com IA ameaça crypto e DeFi
Hackers norte-coreanos do grupo UNC1069 utilizam deepfakes em videochamadas falsas para instalar malwares de roubo em empresas do setor. O impacto estimado envolve perdas bilionárias em segurança cibernética.

2. FCA inicia ação judicial contra HTX por promoções ilegais no UK
Regulador britânico processa a corretora HTX por violar regras de publicidade financeira. A ação pode levar ao bloqueio de contas em redes sociais e remoção de aplicativos no Reino Unido.

3. CEO SafeMoon condenado a 8 anos por fraude milionária
Braden Karony recebeu sentença de 100 meses de prisão por desviar milhões de dólares de fundos de liquidez para bens de luxo. A decisão reforça o cerco do Departamento de Justiça dos EUA contra fraudes em tokens.

4. CFTC elimina equipe de enforcement em Chicago
A agência reduziu significativamente suas equipes após cortes de advogados especializados. A medida ocorre enquanto a CFTC tenta expandir sua supervisão sobre o mercado de previsões, gerando incertezas.

5. Chipre força abertura de cofres em investigação de € 700M
Investigação conjunta da Europol desmantelou uma rede de lavagem de dinheiro ligada a scams de investimento cripto. A justiça autorizou a abertura de cofres privados em busca de dispositivos e ativos.

6. Tesouro EUA urge aprovação da Clarity Act
O Secretário Scott Bessent pressiona o Congresso pela aprovação imediata de leis de clareza regulatória. O objetivo é estabelecer regras de mercado estruturadas para o Bitcoin e moedas estáveis.

7. Blockchain.com conquista registro FCA no Reino Unido
A exchange obteve licença para corretagem e custódia institucional, expandindo sua presença regulada na Europa. A aprovação sinaliza a maturidade de participantes que investem em compliance.


🔍 O Que Monitorar

  • Variação do BTC em Reais: Acompanhe o suporte do Bitcoin em R$ 355.000 via Cointrader Monitor após a queda recente.
  • Evolução do Caso HTX: Possíveis remoções de aplicativos podem indicar o nível de agressividade regulatória da FCA.
  • Fluxos em Memecoins: Reduções agressivas de liquidez em moedas da rede BSC podem sinalizar contágio do caso SafeMoon.
  • Autenticação de Vídeo: Relatos de novas tentativas de phishing via reuniões Zoom corporativas em empresas de tecnologia.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, esperamos que o viés de baixa persista, impulsionado pelo fluxo negativo de notícias de segurança e o avanço de ações punitivas regulatórias. O Bitcoin pode encontrar volatilidade adicional se os investidores reagirem com medo à redução do poder de fiscalização da CFTC. Contudo, a perspectiva de médio prazo para o setor regulado permanece robusta, conforme a Clarity Act ganha tração política nos Estados Unidos. É provável que vejamos uma migração contínua de capital para plataformas autorizadas, como a Binance, conforme o cerco da FCA e de outros reguladores se fecha contra irregularidades promocionais.


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Barreira bold com 71K rachando sob pressão vermelha, base 68K frágil tremendo, simbolizando resistência técnica e suporte sob risco no Bitcoin

Bitcoin Enfrenta Resistência em US$ 71.000 Após Rebote para US$ 70.000

O Bitcoin recuperou os US$ 70.000 após queda para os US$ 60.000 na semana passada, mas os dados mostram uma resistência fresca em US$ 71.000, com o índice Fear & Greed atingindo mínimas desde 2022 e volumes spot em queda de 30% desde o final de 2025. Analistas alertam para um possível dead cat bounce, enquanto o preço luta abaixo da média móvel de 100 semanas. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 358.308 (-0,3% em 24h). A zona de defesa em US$ 68.000 será crucial.


Resistência Técnica e Sentimento Extremamente Baixo

Os dados de trading revelam um amplo unwind de risco, com o Bitcoin estagnando próximo aos US$ 70.000 após o rebote. O preço permanece abaixo da média móvel de 100 semanas pela terceira semana consecutiva, um padrão histórico associado a downturns prolongados — em média, 267 dias abaixo desse nível. O Crypto Fear and Greed Index caiu para 6 no fim de semana, equiparável aos níveis do colapso FTX em 2022, antes de se recuperar para 14.

Analistas como Alex Kuptsikevich destacam suprimento pesado acima de US$ 71.000, com momentum perdido no fim de semana. Essa resistência representa um muro crítico que o BTC precisa romper para sinalizar força, mas o viés atual sugere mais testes da média móvel de 200 semanas.

Queda de Volumes e Liquidez Fina Amplificam Riscos

Volumes agregados em exchanges centralizadas caíram cerca de 30% desde outubro/novembro de 2025, passando de US$ 1 trilhão mensal para US$ 700 bilhões em spot. Essa redução gradual na participação, especialmente retail, indica saída ordenada em vez de capitulação total, o que pode prolongar a consolidação ou levar a swings acentuados.

A liquidez fina agrava o quadro: livros de ordens mais esparsos permitem que vendas modestas gerem movimentos desproporcionais, ativando stops e liquidações em loop. Kaiko Research contextualiza isso no ciclo pós-halving, com retração de mais de 50% dos picos de US$ 126.000 no fim de 2025/início de 2026.

Indicadores On-Chain Revelam Suportes Críticos

Dados on-chain apontam para fragilidade no rebote. Glassnode identifica um cluster de absorção em US$ 66.900-US$ 70.600, onde o preço atual se equilibra após limpar liquidações. No entanto, opções de fevereiro concentram proteção em US$ 60.000-US$ 50.000, com skew de risco em -13% e funding rates negativos.

A zona de US$ 68.000, alinhada à EMA 200 semanal, é o suporte imediato a defender. Perda desse nível abre caminho para US$ 60.000 ou até a banda MVRV Z-Score de -1.0 em US$ 52.040. Holder supply em perda cresce, ecoando bears de 2018/2022.

Níveis Chave e Estratégia de Monitoramento

Os números não mentem: US$ 71.000 é o muro decisivo. Rompimento com volume sustentado pode invalidar o cenário bear, mas falha reforça risco de reteste em US$ 68.000-US$ 60.000. No macro, o triângulo descendente mensal sugere rally de alívio limitado abaixo de US$ 82.500.

Investidores devem monitorar:

  1. retenção acima de US$ 68.000;
  2. recuperação do Fear and Greed acima de 25;
  3. volumes spot acima de US$ 800 bi mensais.

Até lá, cautela estratégica prevalece, com acumulação potencial em suportes históricos.


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Inspetores reguladores cartoon examinando cofre de exchange com glitch liberando 43B em BTC ilusório, simbolizando investigação na Bithumb

Bithumb Sob Investigação Após Erro de US$ 43 Bi em Bitcoin

O Financial Supervisory Service (FSS) da Coreia do Sul lançou uma investigação completa contra a exchange Bithumb após um erro operacional que creditou acidentalmente 620 mil BTC, equivalentes a cerca de US$ 43 bilhões, em contas de usuários durante um evento promocional em 6 de fevereiro de 2026. O incidente, conhecido como fat-finger, expôs fragilidades sistêmicas e acelerou demandas por um arcabouço regulatório mais rígido, com potencial efeito dominó global.


O Erro Operacional na Bithumb

Durante a promoção ‘Random Box’, destinada a recompensas em won coreano, um funcionário inseriu valores em unidades de Bitcoin em vez da moeda fiduciária. Isso resultou na distribuição de saldos fantasmas 13 a 14 vezes superiores às reservas reais da exchange, estimadas em 46 mil BTC. A Bithumb congelou contas afetadas em 35 minutos, recuperando a maior parte, mas alguns usuários venderam milhões antes da intervenção.

Segundo autoridades financeiras, o erro destaca problemas estruturais nos sistemas eletrônicos de ativos virtuais. A exchange recuperou 99,7% dos 620 mil BTC distribuídos e 93% dos 1.786 BTC negociados ilicitamente, mas o dano reputacional e regulatório é significativo em um país com alta adoção de cripto.

Reação do FSS e Pressão Regulatória

O governador do FSS, Lee Chan-jin, afirmou em coletiva que o caso revela fraquezas em controles internos e ledgers eletrônicos, exigindo melhorias urgentes no sistema regulatório. A investigação examina violações à Virtual Asset User Protection Act, de julho de 2024, e pode resultar em multas ou suspensão de operações. Usuários que venderam os ghost coins enfrentam obrigação legal de devolução por enriquecimento ilícito.

O regulador coreano planeja legislação adicional para stablecoins em won e adota cautela com ETFs spot de Bitcoin, priorizando estabilidade antes de integrar cripto ao sistema financeiro tradicional. Analistas notam que o incidente atrasa fusões e aquisições no setor, apesar de apoios prévios.

Implicações Globais e Riscos para Exchanges

A Coreia do Sul, com uma das maiores adoções de cripto per capita, serve de precedente para jurisdições globais. Eventos como esse reforçam narrativas regulatórias em EUA, UE e Brasil, onde soberania financeira colide com inovação descentralizada. Exchanges centralizadas (CEX) enfrentam escrutínio crescente por riscos operacionais que podem gerar pânico sistêmico.

Países asiáticos, líderes em volume de trading, influenciam padrões internacionais. O ‘efeito dominó’ pode acelerar frameworks como MiCA na Europa ou leis anti-lavagem no G20, impactando liquidez global e estratégias de tesouraria corporativa em Bitcoin.

O Que Investidores Devem Monitorar

Para brasileiros expostos a exchanges globais, o caso Bithumb sublinha a importância de diversificação e due diligence em plataformas estrangeiras. Autoridades coreanas sinalizam que falhas operacionais não serão toleradas, potencializando sanções que afetam mercados interconectados. Vale acompanhar atualizações do FSS e tendências regulatórias asiáticas, que frequentemente ditam o ritmo mundial.


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Tubarões cartoon poderosos emergindo de oceano turbulento para acumular tesouro dourado BTC, ignorando medo com adoção institucional

Tubarões Ignoram Medo: MicroStrategy, Ark e ETFs Acumulando Bitcoin

Enquanto o varejo vende no pânico com o Bitcoin testando suportes abaixo de US$ 70.000, os tubarões institucionais estão em campo aberto, montando as maiores posições da história. A MicroStrategy expandiu suas reservas com a compra de 1.142 BTC por US$ 90 milhões, elevando o total para 714.644 BTC. Ao mesmo tempo, a Ark Invest de Cathie Wood continua acumulando ativos proxy de cripto, e os ETFs de Bitcoin nos EUA registram influxos consecutivos pela primeira vez em um mês, totalizando US$ 616 milhões. Os fundamentos se fortalecem.


MicroStrategy e Bitmine: Baleias Corporativas em Ação

A MicroStrategy não vacila apesar das perdas não realizadas em sua tesouraria de Bitcoin. Entre 2 e 8 de fevereiro, a empresa adquiriu 1.142 BTC a um preço médio de US$ 78.815, elevando suas reservas para 714.644 BTC, avaliados em cerca de US$ 49 bilhões. O custo médio de aquisição é de US$ 76.056 por BTC, acima dos níveis atuais, mas o CEO Phong Le afirma que seria necessária uma queda de 90% para pressionar a dívida conversível. Esse movimento demonstra confiança inabalável no Bitcoin como reserva de valor corporativa.

Paralelamente, a Bitmine Immersion Technologies, presidida por Tom Lee, divulgou US$ 10 bilhões em ativos, incluindo 4,3 milhões de ETH (3,58% do suprimento total) a US$ 2.125 cada, mais 193 BTC e stakes em empresas. Com 2,89 milhões de ETH em staking (US$ 6,2 bilhões), a companhia adicionou 40.613 ETH na semana, vendo o recuo como oportunidade. Esses fluxos corporativos sinalizam que o mercado está construindo bases sólidas para o próximo ciclo.

Ark Invest: Cathie Wood Apostando na Convergência

Cathie Wood e sua Ark Invest executaram nova rodada de compras em ativos proxy de cripto com viés de alta, dias após a última acumulação. Focando em infraestrutura digital como exchanges e provedores de liquidez, a gestora ignora a volatilidade de curto prazo. Seu ARKK e ARKF posicionam-se para a fusão de tecnologias disruptivas: IA, blockchain e robótica. Wood vê desalinhamento entre valuations atuais e a curva de adoção real do ecossistema cripto.

Essa estratégia conecta-se à tendência de interoperabilidade, como projetos L3 unindo Bitcoin, Ethereum e Solana. Com influxos institucionais persistentes, a Ark reforça a tese de que o varejo reage ao ruído, enquanto profissionais focam no longo prazo. Os dados sugerem que os fundamentos do Bitcoin estão mais robustos do que nunca.

ETFs de Bitcoin: Fim da Seca de Influxos

Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA romperam uma sequência de resgates desde meados de janeiro, registrando US$ 471 milhões na sexta e US$ 145 milhões na segunda, total de US$ 616 milhões. Apesar de queda de 50% dos picos de outubro, o AUM caiu apenas 6-7%, de 1,37 milhão para 1,29 milhão de BTC. Isso reflete confiança de longo prazo dos investidores institucionais.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 358.250 (variação -0,48% em 24h) beneficia-se dessa resiliência. Com dólar a cerca de R$ 5,19, equivalentes em reais destacam o apetite brasileiro por exposição regulada via ETFs.

O Que Isso Significa para o Ciclo Atual

A confluência de MicroStrategy, Bitmine, Ark e ETFs é um indicador clássico de maturidade: adoção institucional acelera independentemente de correções. Historicamente, fluxos de baleias precedem valorizações expressivas pós-halving. Embora volatilidade persista, esses movimentos constroem o assoalho para a próxima perna de alta. Vale monitorar o mNAV da MicroStrategy e volumes de ETF — os tubarões ditam o ritmo, e o varejo sábio segue.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Figura política cartoon cortando correntes de impostos com tesouras douradas, libertando Bitcoin alado, celebrando corte tributário no Japão

Japão Corta Impostos do Bitcoin: Paraíso Cripto Asiático

A vitória expressiva de Sanae Takaichi como primeira-ministra do Japão, com o Partido Liberal Democrata (LDP) conquistando maioria absoluta no Parlamento, acende um sinal verde para as criptomoedas. A nova liderança promete cortar impostos sobre ganhos com criptoativos de 55% para 20%, criando um ambiente fiscal favorável que pode transformar o país em um paraíso cripto na Ásia. Menos impostos significam mais capital retido por investidores e empresas, impulsionando a adoção institucional e proporcionando liquidez ao mercado global. O Nikkei subiu 3% e o Bitcoin valorizou 5% contra o iene logo após o anúncio, mostrando que os fundamentos se fortalecem.


Reforma Tributária: De 55% para 20% nos Ganhos Cripto

A agenda de Takaichi foca na redução drástica da tributação sobre criptomoedas, atualmente uma das mais pesadas do mundo em até 55%. A proposta é adotar uma alíquota fixa de 20%, alinhada a mercados maduros, e permitir a compensação de prejuízos — algo inédito para criptoativos no Japão. Essa mudança não só alivia a carga fiscal para investidores individuais, mas atrai tesourarias corporativas, semelhantes às estratégias de Bitcoin vistas em empresas americanas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 358.331 nesta terça-feira, com variação de -0,69% em 24 horas no mercado brasileiro. Imagine o impacto se o iene mais fraco e impostos menores direcionarem fluxos asiáticos para BTC: o mercado está construindo bases sólidas para o próximo ciclo de adoção.

Essa reforma posiciona o Japão em competição direta com Hong Kong e Singapura, disputando o hub de inovação blockchain na região. Empresas de staking e tokenização já sinalizam interesse em expandir operações no arquipélago.

Estabilidade Política e Regulatório Claro

Com mais de 300 cadeiras na Câmara Baixa, o LDP de Takaichi garante governabilidade e acelera reformas regulatórias. Para o setor cripto, isso significa previsibilidade: regras claras para exchanges, stablecoins lastreadas em iene e projetos de tokenização de ativos reais. O governo discute reclassificar criptomoedas consolidadas como produtos financeiros, pavimentando o caminho para ETFs de Bitcoin e Ethereum no Tokyo Stock Exchange.

Em um mundo onde EUA e Europa patinam em debates regulatórios, o Japão emerge como farol de clareza. Essa estabilidade reduz riscos para grandes players institucionais, que priorizam jurisdições previsíveis antes de alocar bilhões em ativos digitais.

A vitória eleitoral elimina bloqueios legislativos, permitindo que inovações como stablecoins nacionais ganhem tração rápida. O ecossistema japonês, pioneiro em exchanges reguladas, pode liderar a próxima onda de adoção na Ásia.

Impacto no Mercado: Liquidez Asiática Despertando

O ‘Takaichi trade’ já se materializa: bolsas asiáticas em alta e Bitcoin ganhando tração contra o iene. Analistas veem essa dinâmica injetando liquidez fresca no mercado cripto global, especialmente com estímulos fiscais que incentivam alocação em ativos de risco. Baleias japonesas, historicamente cautelosas com impostos altos, agora têm motivos para acumular.

No contexto de ciclos passados, essa notícia reforça a tese de adoção: assim como ETFs americanos catalisaram fluxos em 2024-2025, o Japão pode ser o gatilho asiático para 2026. Menos fricção fiscal acelera a entrada de capital institucional, fortalecendo a narrativa de longo prazo para Bitcoin como reserva de valor corporativa.

Embora haja riscos como pressão no iene e volatilidade cambial, o saldo é positivo: o mercado recompensa jurisdições pró-inovação.

Próximos Passos para o Bull Market Japonês

A receita do Japão para o bull market é simples: menos impostos e mais Bitcoin na economia. Takaichi deve priorizar o corte tributário em 2026, seguido de aprovações regulatórias para ETFs e stablecoins. Investidores globais devem monitorar aprovações parlamentares e fluxos de capital do Nikkei para cripto.

Essa mudança não é isolada — conecta-se à adoção mundial, de tesourarias nos EUA a hubs na Ásia. Para o investidor brasileiro, é um lembrete: fundamentos geopolíticos impulsionam ciclos. O Japão, outrora pioneiro em blockchain, reconquista o protagonismo.


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Investidores cartoon em pânico ao redor de termômetro Fear & Greed em 7, com figura Fed acalmando e Bitcoin central, sinalizando oportunidade contrarian

Medo Máximo no Bitcoin: Fear & Greed em Recorde Histórico

O mercado de Bitcoin está apavorado: o Fear & Greed Index, indicador de sentimento que mede medo e ganância, atingiu o menor nível histórico de 7 pontos. Analistas contrarian sugerem que os US$ 60 mil foram o fundo, enquanto o governador do Fed, Christopher Waller, afirmou que a volatilidade é parte do jogo e não ameaça o sistema financeiro. Pense assim: o pânico pode ser seu melhor aliado para investir com calma.


O que é o Fear & Greed Index?

Em outras palavras, o Fear & Greed Index é como um termômetro do humor do mercado de criptomoedas. Ele varia de 0 a 100: números baixos indicam medo extremo, quando todos vendem por pânico, e altos mostram ganância excessiva, com compras eufóricas. Pense na feira livre: quando todo mundo corre para comprar manga barata, os preços sobem demais; quando fogem achando que estragou, sobra para quem sabe que está boa.

Esse índice usa dados como volatilidade de preços, volume de buscas no Google, enquetes em redes sociais e pesquisas de momentum. No caso do Bitcoin, ele caiu para 7 recentemente, o pior registro desde 2018. Isso significa que o mercado está em pânico total, similar à crise do COVID em 2020.

Por que importa para você? Indicadores de sentimento ajudam iniciantes a evitar armadilhas emocionais. O medo é um indicador, não uma sentença — historicamente, níveis assim precedem rebounds fortes.

Por que US$ 60 mil pode ser o fundo?

Analistas como Michaël van de Poppe notam que o RSI diário do Bitcoin (outro indicador de sobrevendido) está em 15, nível visto só em crashes passados. Há mais de US$ 5,5 bilhões em posições vendidas que podem ser liquidadas se o preço subir, criando um efeito cascata de alta.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 358.240,50 (variação -0,55% em 24h), equivalente a cerca de US$ 69 mil com o dólar a R$ 5,19. Apesar de abaixo das médias móveis de 50 e 200 dias, a estrutura sugere base sólida em US$ 60 mil.

Exemplo prático: em 2018 e 2020, fundos semelhantes levaram a altas de 300% em meses. Mas cuidado: pressões de venda em derivativos podem testar mais baixo.

A visão equilibrada do Fed

Governador Christopher Waller falou em evento recente: "Ups and downs no mundo cripto são comuns, chamam de ‘invernos’. É parte do jogo." Ele compara quedas para US$ 63 mil como normais hoje — há 8 anos, US$ 10 mil era "loucura". Para Waller, crashes cripto não afetam bancos: "O resto acorda bem no dia seguinte. Bancos abertos, pagamentos feitos."

Isso significa que, embora volátil, o Bitcoin está desconectado do sistema tradicional. Tecnologias como blockchain (rede descentralizada que registra transações) são só ferramentas, não ameaças. Waller pede clareza regulatória, mas vê adoção crescendo, forçando bancos a melhorarem pagamentos cross-border.

Para o leitor brasileiro, imagine: volatilidade como o samba — tem altos e baixos, mas a festa continua.

Como usar o medo a seu favor (estratégia contrarian)

Ser contrarian é comprar quando outros vendem em pânico, e vender na euforia. Passos simples:

  1. Verifique indicadores como Fear & Greed abaixo de 20;
  2. Confirme suporte técnico (ex: US$ 60 mil);
  3. Invista só o que pode perder, diversificando.

Você ganha confiança para decisões racionais. Lembre: ninguém nasce sabendo, mas aprendendo com paciência, você sai na frente. Monitore e celebre cada passo!


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Balança cartoon com investidor tradicional segurando ouro superando trader cripto com Bitcoin caindo, sob nuvens de shutdown EUA

Ouro Supera Bitcoin como Refúgio Seguro em 2026

Bitcoin falha no teste de proteção: por que os investidores estão correndo de volta para o ouro real? Em 2026, o metal precioso surpreende com alta forte, enquanto o BTC perde momentum diante de volatilidade. O medo de shutdown do governo americano derrubou o mercado cripto em 2%, com Bitcoin caindo para US$ 69.400. A história mostra que narrativas como ‘ouro digital’ não resistem a crises reais.


Ouro Dispara, Bitcoin Desaba

A análise comparativa de volatilidade e rendimentos revela o ouro assumindo a liderança. Nos últimos meses, o metal precioso registrou ganhos consistentes, impulsionado por busca por segurança em meio a incertezas macroeconômicas. Bitcoin, por outro lado, exibe oscilações extremas, típicas de ativo especulativo. A capitalização de mercado do ouro, muito superior, estabiliza movimentos, enquanto o BTC amplifica quedas. Dados atuais confirmam: ouro a R$ 26.247,90, alta de 0,40%; Bitcoin a US$ 69.019,79, baixa de 1,59%.

O mercado está ignorando lições de ciclos passados, como 2018 e 2022, quando criptoativos despencaram enquanto ouro se mantinha resiliente. Essa inversão reforça que o ‘ouro digital’ é mais mito do que realidade em testes de estresse.

Shutdown EUA Pressiona Cripto

O mercado cripto perdeu 2% nesta terça, com capitalização em US$ 2,44 trilhões. Bitcoin oscilou entre US$ 68.400 e US$ 71.000, fechando em US$ 69.400 (-2,4%). Ethereum caiu 1,2%, estendendo perdas semanais a 12%. Temores de paralisação parcial do governo a partir de 13 de fevereiro, com odds de 69% no Polymarket, geram pânico. Investidores recordam o shutdown anterior de 43 dias em 2025, que criou vácuo de dados para o Fed.

Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin cotado a R$ 358.859,31 (-0,07% em 24h), refletindo pressão local. Liquidações de US$ 300 milhões agravam a baixa.

Correlação com Risco, Não Proteção

Bitcoin se comporta como ativo de risco, correlacionado a tech stocks em queda. Ouro e prata sobem como refúgios verdadeiros, enquanto cripto sofre com atrasos no Clarity Act e nomeação hawkish de Kevin Warsh ao Fed. ETFs de Bitcoin registram saídas líquidas de US$ 173 milhões no mês, sinal de demanda institucional fraca. A história mostra: em crises, fluxo vai para ativos testados, não especulativos.

Cuidado com exuberância: bolhas como dot-com terminaram mal. Bitcoin ignora isso, mas correções iminentes protegem capital.

Lições para Investidores

Diversifique além da narrativa cripto. Ouro prova resiliência em 2026, enquanto BTC falha em proteção. Monitore shutdown, Fed e liquidez global. Sobreviver ao mercado baixista é prioridade — alta exagerada precede quedas. Perspectiva realista equilibra FOMO, preparando para ciclos reais.


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Fortaleza brutalista rachada emitindo luz vermelha com silhuetas de baleias fugindo, representando crise de confiança e baleias abandonando Cardano

Crise de Confiança: Cardano Cai 10% e Baleias Fogem

Cardano em queda e baleias em fuga: a crise de confiança no Bitcoin é real? Analistas da Bernstein classificam a queda recente do BTC, de cerca de 44% desde o pico, como uma mera ‘crise de confiança’ — a mais fraca da história —, mantendo o alvo otimista de US$ 150 mil até 2026. No entanto, enquanto pedem calma, a ADA despenca mais de 10% em uma semana, com grandes participantes abandonando posições na Binance. A história mostra que exuberância institucional nem sempre sustenta preços.


A ‘Crise de Confiança’ Segundo Bernstein

Em nota aos clientes, os analistas da Bernstein defendem os fundamentos do Bitcoin, argumentando que a correção atual não se assemelha a mercados de baixa passados como 2018 ou 2022. Sem colapsos institucionais, leverage oculto ou falhas sistêmicas, a firma atribui a baixa — BTC em torno de US$ 70.627, com perdas de 20% em 14 dias e 22% em 30 — a uma perda passageira de confiança. Fatores positivos incluem presidente pró-BTC nos EUA, expansão de ETFs spot e adoção por tesourarias corporativas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 359.438 nesta terça-feira (10/02), com variação de -0,14% em 24h, reflete essa volatilidade. Mas o mercado está ignorando riscos macro, como juros altos e foco em IA, que historicamente corroem ativos especulativos.

Baleias Abandonam Cardano: Padrão Preocupante

A realidade imediata é mais dura para altcoins. A Cardano perdeu mais de 10% em uma semana, caindo de US$ 0,30 para US$ 0,23 e consolidando em US$ 0,26. O open interest (OI) despencou de US$ 1,6 bilhão para US$ 334 milhões, com baleias fechando posições agressivamente. Pior: a dominância da Binance no OI de ADA caiu de 80% para 22%, enquanto Gate.io assumiu 31% — um padrão similar ao de Solana, onde fragmentação precedeu perda de momentum.

Analista Joao Wedson alerta que, sem concentração de leverage na Binance, altas expressivas de altcoins enfraquecem. Isso questiona a narrativa de ‘suporte institucional forte’: se baleias fogem de ADA, o que impede uma correção mais ampla?

Instituições Sustentam? Cuidado com Wishful Thinking

Eu avisei: promessas de Wall Street soam como wishful thinking. Bernstein minimiza riscos de mineração e tesourarias, citando diversificação para IA e balanços preparados para downturns longos — só uma queda para US$ 8 mil por cinco anos forçaria reestruturações. Mas a história mostra que ciclos de exuberância levam a capitulações: lembre 2022, quando FTX implodiu apesar de ‘fundamentos intactos’.

Hoje, com BTC testando US$ 70 mil e ADA sinalizando fragilidade, o mercado ignora liquidez global apertada e correlações com ações. Holders podem aguentar, mas retail e alavancados sofrem primeiro. A ‘crise de confiança’ pode evoluir para algo estrutural se instituições hesitarem.

O Que Monitorar Adiante

Vale monitorar se ADA segura US$ 0,13 semanalmente para manter viés de alta de longo prazo, mirando US$ 0,44 e além. Para BTC, rompimento acima de US$ 70 mil pode validar otimismo Bernstein; abaixo, cuidado com testes de suportes históricos. Ciclos existem: todo bull tem seu bear. Proteja capital priorizando sobrevivência sobre ganhos rápidos.


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Wallet digital hexagonal translúcida com rachadura permitindo gás tóxico verde drenar energia dourada, simbolizando scams de phishing e address poisoning

Scams de Phishing Drenam US$ 62M: Vulnerabilidades em Wallets e Alerta Macro Dominam o Mercado

📊 BOLETIM CRIPTO | 10/02/2026 | MANHÃ

Scams de phishing e falências expõem vulnerabilidades críticas no ecossistema cripto nesta manhã de terça-feira. Conforme o CryptoPotato, o mercado foi abalado por perdas de US$ 62 milhões decorrentes de erros de usuário e ataques sofisticados de phishing. O sentimento predominante é de forte pessimismo, alimentado por uma sequência de incidentes de segurança que afetam desde investidores individuais até grandes operações de mineração. Enquanto o Federal Reserve tenta avançar em soluções de infraestrutura, os alertas macroeconômicos de Ray Dalio sobre a dívida dos EUA adicionam uma camada extra de incerteza global. O viés de baixa forte define o período, exigindo cautela máxima de quem opera no varejo.


🔥 Destaque: Perdas de US$ 62M por Erros de Transação

O período é marcado por uma estatística alarmante: dois incidentes isolados resultaram na perda irreversível de US$ 62 milhões em ativos digitais. Segundo dados compilados pela Scam Sniffer, as vítimas cometeram erros fatais ao copiar endereços maliciosos de seus históricos de transações, uma tática conhecida como address poisoning.

Este cenário de vulnerabilidade humana foi agravado pela popularização do signature phishing, que registrou um salto de 207% em janeiro. Atacantes utilizam assinaturas maliciosas para obter aprovações ilimitadas em protocolos DeFi, permitindo a drenagem posterior de fundos. Um único usuário chegou a perder US$ 12,25 milhões em uma única operação, sublinhando que até mesmo detentores de grandes saldos não estão imunes a táticas de engenharia social.

Especialistas apontam que a recente redução de taxas na rede Ethereum, após a atualização Fusaka, facilitou a execução de ataques de “poeira” (dust attacks) em larga escala. Com custos operacionais menores, criminosos conseguem poluir milhares de históricos de transações, aumentando a probabilidade de erro por parte dos usuários. O momento exige a adoção urgente de ferramentas de monitoramento on-chain e wallets com verificação dupla.


📈 Panorama do Mercado

O mercado apresenta um viés de baixa acentuado, com o sentimento pessimista sendo alimentado pela fragilidade da custódia própria. A confiança dos investidores de varejo está sob teste, especialmente em ecossistemas de alta atividade como Solana e Ethereum. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 359.118,79, apresentando uma desvalorização de 0,85% nas últimas 24 horas.

Além dos riscos de segurança, o setor de mineração enfrenta sua própria crise. A falência da NFN8 Group, após um incêndio e a queda na rentabilidade pós-halving, sinaliza uma fase de consolidação forçada. No campo macroeconômico, Ray Dalio elevou o tom de alerta, sugerindo que os EUA estão à beira de um colapso de dívida, o que pode forçar investidores a buscarem proteção em ativos como ouro e Bitcoin, embora a volatilidade inicial possa causar saídas temporárias de capital de risco.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Proliferação de Address Poisoning: Tática que usa endereços falsos semelhantes aos legítimos no histórico de transações; já causou US$ 62 milhões em prejuízos diretos.
  • Surto de Signature Phishing: Aumento de 207% em assinaturas maliciosas visando drenar protocolos DeFi e wallets não custodiais.
  • Stress na Mineração de BTC: O hashprice operando em níveis historicamente baixos (US$ 33/PH/dia) ameaça a solvência de mineradoras com altos custos fixos.
  • Crise de Dívida dos EUA: Alerta de Ray Dalio sobre a fase 5 do ciclo de dívida americana pode aumentar a correlação negativa com mercados tradicionais.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Segurança em Wallets: Aumento da demanda por soluções como a Binance, que oferece custódia protegida, e wallets com filtros de spam avançados.
  • Hedge Contra Moedas Fiat: A visão de Dalio reforça o Bitcoin e o Ouro como ferramentas de preservação de valor em cenários de impressão monetária excessiva.
  • Consolidação na Mineração: A falência de mineradoras ineficientes abre espaço para a aquisição de equipamentos a preços descontados por operadores de baixo custo.

📰 Principais Notícias do Período

1. Perdas de US$ 62M por erros de wallet evidenciam riscos humanos
Relatório da Scam Sniffer detalha perdas massivas de usuários que copiaram endereços errados. O incidente em janeiro custou US$ 12,2 milhões a um único investidor através de address poisoning.

2. Address Poisoning Drena Milhões em Scams no Início de 2026
O upgrade Fusaka do Ethereum facilitou ataques em massa ao reduzir as taxas de rede. Campanhas de dusting estão poluindo históricos de transações para enganar usuários desatentos.

3. EUA condena fugitivo a 20 anos por scam de US$ 73 milhões
Daren Li foi sentenciado in absentia por liderar um esquema de pig butchering operado no Camboja. A condenação sinaliza um endurecimento das autoridades contra fraudes globais.

4. ZachXBT alerta para riscos de poisoning no Phantom
O renomado investigador ZachXBT expôs a falta de filtros contra spam na wallet Phantom após um roubo de 3,5 WBTC. A nova função de chat para 2026 preocupa pela segurança da interface.

5. NFN8 Group declara falência após incêndio no Texas
A mineradora de Bitcoin pediu proteção judicial após perder 50% de sua capacidade operacional em um incêndio. O baixo hashprice pós-halving tornou o modelo de negócio insustentável.

6. Ray Dalio avisa: EUA está no estágio 5 de colapso de dívida
O fundador da Bridgewater sugere alocar de 5% a 15% em ouro como hedge. Dalio acredita que CBDCs terão escala limitada devido aos riscos de confisco e privacidade.

7. FED planeja contas de pagamento limitadas até 2026
O Banco Central americano avança com as “skinny master accounts” para permitir que empresas não bancárias, incluindo as de cripto, acessem o sistema de pagamentos de forma restrita.


🔍 O Que Monitorar

  • Volume de Dust Transactions: Indicador precoce de novas campanhas de address poisoning no Ethereum e Solana.
  • Hashrate Global: Monitorar se a falência de mineradoras causará uma queda significativa no poder de processamento da rede BTC.
  • Yield dos Treasuries de 10 anos: Um dos principais termômetros para o estresse de dívida mencionado por Dalio.
  • Atualizações de Segurança: Anúncios oficiais de wallets como a Phantom sobre novos filtros de spam e segurança.

🔮 Perspectiva

O cenário para as próximas 48 horas permanece sob forte pressão vendedora. A ausência de catalisadores positivos imediatos e a sequência de notícias sobre perdas milionárias devem manter o investidor de varejo em modo defensivo. É provável que vejamos uma migração de fundos para exchanges regulamentadas como a Binance, onde camadas adicionais de segurança podem mitigar riscos operacionais humanos. No longo prazo, a “limpeza” de mineradoras ineficientes e o amadurecimento das ferramentas de proteção on-chain fortalecerão o ecossistema, mas o curto prazo exige vigilância absoluta contra fraudes e volatilidade macro.


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Fortaleza de exchange com brecha expondo pilhas de Bitcoin dourado, reguladores cartoon investigando, simbolizando crise da Bithumb e FSC

Bithumb em Crise: Investigação FSC Avança Após Erro de US$ 44 Bi

A exchange sul-coreana Bithumb enfrenta investigação da Financial Services Commission (FSC) após um erro operacional que creditou equivocadamente cerca de US$ 44 bilhões em Bitcoin a centenas de clientes na sexta-feira, 6 de fevereiro. Apesar de ter recuperado 99,7% dos fundos, o incidente expôs vulnerabilidades graves nos sistemas de ledger, gerando quedas locais no preço do BTC e pressão regulatória imediata.


O Erro Operacional e a Recuperação Rápida

Durante um evento promocional, um funcionário da Bithumb inseriu acidentalmente valores em Bitcoin no lugar de 2.000 won sul-coreanos (cerca de US$ 1,37). Isso resultou na distribuição de até 2.000 BTC por conta afetada, totalizando aproximadamente 620.000 BTC — um valor equivalente a US$ 44 bilhões na época. A Bithumb agiu rapidamente, restringindo negociações e saques em 695 contas impactadas.

Segundo comunicado oficial, 99,7% dos ativos foram recuperados no mesmo dia, com os 0,3% restantes (cerca de 1.788 BTC, ou US$ 123 milhões) cobertos pelos recursos da própria exchange. Não houve movimentações on-chain reais, mas o erro interno gerou pânico e vendas de “Bitcoin de papel”, derrubando o preço na plataforma para US$ 55.000 temporariamente — uma queda de 17% local.

Plano de Compensação e Impacto no Mercado

O CEO Lee Jae-won anunciou medidas paliativas: todos os usuários conectados durante o incidente recebem 20.000 won (US$ 13,73); quem vendeu BTC a preços baixos terá 100% do valor ressarcido mais 10% de “consolação”; e taxas zero de trading por uma semana. É importante considerar, no entanto, que esses paliativos não apagam o risco de insolvência temporária em cenários semelhantes.

O episódio ocorreu em meio a volatilidade global do Bitcoin, que segundo o Cointrader Monitor está cotado a R$ 367.152,51 às 19h17 desta segunda-feira (9), com variação de -1,21% em 24h. Na Bithumb, o preço local chegou a 81,1 milhões de won antes de se recuperar para 104,5 milhões.

Pressão Regulatória da FSC e Autoridades

A Financial Services Commission (FSC) classificou o erro como revelador de “problemas estruturais” nos sistemas de exchanges de ativos virtuais. Reguladores planejam multas punitivas por incidentes de TI, inspeções presenciais e exigências de disclosure de segurança. Uma task force foi criada para revisar salvaguardas em fundos de usuários e controles internos em todo o setor.

O risco aqui é claro: mesmo a segunda maior exchange da Coreia do Sul, atrás apenas da Upbit, não está imune a falhas humanas que podem comprometer a confiança e a liquidez. Políticos do Partido Democrático chamaram o caso de “vulnerabilidades estruturais” que demandam verificação em tempo real entre ledgers e blockchain.

Riscos Operacionais e Lições para Investidores

Para o leitor brasileiro, esse fiasco reforça a necessidade de diversificar custódia. Atenção para pontos de falha como erros de inserimento em promoções ou sistemas de ledger não auditados em tempo real. É possível que isso acelere legislações mais rígidas na Ásia, impactando fluxos globais de capital cripto. O que observar: relatórios da FSC sobre inspeções e eventuais sanções à Bithumb, que prometeu reforçar proteções, mas a confiança se reconquista com ações, não palavras.

Históricos semelhantes, como falhas em outras exchanges, ensinam que riscos operacionais podem levar a perdas reais mesmo sem hacks. Diversifique exchanges, priorize plataformas com histórico sólido e ative autenticação multifator para mitigar exposições.


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Personagem cartoon de Saylor coletando Bitcoins em pilha crescente durante tempestade de queda, simbolizando resiliência e compras institucionais de 714K BTC

Saylor Ignora Queda: Strategy Compra US$ 90 Milhões em Bitcoin

Michael Saylor, líder da Strategy, demonstrou resiliência ao comprar 1.142 BTC por US$ 90 milhões (R$ 468 milhões) na semana passada, logo após a maior queda do Bitcoin em dois anos. A empresa agora detém 714.644 BTC, avaliados em cerca de US$ 49 bilhões, mesmo com perdas não realizadas de US$ 5,2 bilhões. Esse movimento reforça a confiança dos grandes participantes no ativo como reserva de valor de longo prazo, enquanto o varejo hesita.


Detalhes da Aquisição Durante o Crash

A compra foi realizada entre 2 e 8 de fevereiro, a um preço médio de US$ 78.815 por BTC, antes do mergulho mais profundo que levou o Bitcoin aos US$ 60 mil na quinta-feira. Financiada pela venda de 616.715 ações MSTR, que renderam US$ 89,5 milhões, essa é a sétima aquisição semanal consecutiva da Strategy. O custo médio total das holdings agora é de US$ 76.056 por unidade, totalizando US$ 54,35 bilhões investidos.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 366.556 às 19:10 desta segunda-feira (9), com variação de -1,22% em 24 horas. Em dólares, oscila próximo a US$ 70 mil, abaixo do custo médio da Strategy, mas os fundamentos de adoção se fortalecem.

Resiliência Frente às Perdas Não Realizadas

Apesar das perdas em papel de US$ 5,2 bilhões, Saylor mantém o curso. Representando mais de 3,4% do suprimento total de Bitcoin (21 milhões), as reservas da empresa testam a tese de tesouraria corporativa. O CEO Phong Le afirmou que só haveria problema real se o BTC caísse para US$ 8 mil e ficasse lá por anos, destacando a visão de longo prazo.

Esse ‘braço forte’ ignora o pânico do varejo, comprando no desconto. Historicamente, ciclos de correção como esse precedem recuperações, impulsionadas por halvings e fluxos institucionais. A Strategy continua emitindo ações para captar recursos, com US$ 7,97 bilhões ainda disponíveis.

Estratégia de Financiamento e Adoção Institucional

A venda de ações MSTR financia as compras sem diluir caixa operacional, uma jogada estratégica que atrai investidores alinhados à tese Bitcoin. Saylor compartilhou em redes: “Orange Dots Matter”, referindo-se aos pontos de aquisição no gráfico. Essa persistência sinaliza ao mercado que instituições veem o mergulho como oportunidade, não ameaça.

No Brasil, empresas como OranjeBTC também recompra ações, aproveitando descontos. O mercado cripto está construindo bases sólidas: ETFs acumulam, corporações adotam e baleias posicionam para o ciclo de alta pós-halving.

O Que Isso Significa para Investidores Brasileiros

Para o leitor brasileiro, a ação da Strategy é um farol: enquanto o dólar está em R$ 5,19, o Bitcoin em R$ 366 mil oferece proteção contra inflação fiat. Monitorar fluxos institucionais como esse ajuda a navegar volatilidade. Os fundamentos — adoção global, suprimento fixo — prevalecem sobre ruído de curto prazo. Fique de olho nos próximos ‘orange dots’.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Analistas cartoon de Wall Street recomendando mineradoras Cipher, TeraWulf e MSTR com thumbs up enquanto Bitcoin cai, vendo oportunidade na baixa

Wall Street Recomenda Compras: MS e Citi Apostam em Mineradoras e MSTR

Os dados mostram Wall Street divergindo do varejo em meio à queda do Bitcoin para US$ 69 mil (R$ 366.030, variação de -1,44% em 24h). Morgan Stanley iniciou cobertura de mineradoras com Overweight para Cipher Mining (CIFR) e TeraWulf (WULF), mas Underweight para Marathon (MARA). Paralelamente, Citigroup reiterou Buy para MicroStrategy (MSTR) com preço-alvo de US$ 325. As reações das ações revelam seletividade institucional em infraestrutura de Bitcoin, em 9 de fevereiro de 2026.


Cobertura Inicial de Morgan Stanley nas Mineradoras

Morgan Stanley, sob análise de Stephen Byrd, atribuiu ratings Overweight a CIFR (preço-alvo US$ 38) e WULF (US$ 37), com MARA em Underweight (US$ 8). No dia, CIFR subiu 134% para US$ 16,50, WULF avançou 13% para US$ 16,20, enquanto MARA teve leve alta para US$ 8,28.

Os dados indicam preferência por mineradoras com transição para data centers. CIFR destaca-se por facilities adaptáveis a contratos de longo prazo, gerando fluxos de caixa estáveis semelhantes a REITs como Equinix e Digital Realty. WULF planeja expansão de 250 MW anuais até 2032, com cenários base de 50% e otimista de 75% de sucesso em leasing.

Em contraste, MARA mantém foco híbrido em mineração e aquisição de BTC via notas conversíveis, resultando em alta dependência do preço do Bitcoin e retornos historicamente baixos no capital investido em mineração.

Transformação em Infraestrutura: REIT Endgame

A tese central valoriza sites de mineração como ativos de data center. Uma vez com data center construído e contrato de leasing de longo prazo com contraparte confiável, o ativo gera receitas previsíveis, minimizando exposição ao Bitcoin. Byrd compara a “REIT endgame“, onde facilities operam como pedágios com múltiplos elevados por escala e recorrência.

CIFR posiciona-se no centro dessa framework, com histórico de adaptação. WULF demonstra expertise em infraestrutura energética. Mineradoras como Bitfarms (rebatizada Keel Infrastructure) e IREN sinalizam saídas parciais da mineração para AI e HPC, pressionadas por margens encolhidas pós-halving.

Os números sugerem que mineradoras puras enfrentam volatilidade, enquanto as diversificadas oferecem upside via contratos hyperscaler. Níveis a observar: suportes em US$ 16 para CIFR/WULF e resistência em US$ 20 no curto prazo.

Citigroup Bullish na MicroStrategy

Citigroup, via Peter Christiansen, manteve Buy para MSTR apesar de ajuste de alvo de US$ 485 para US$ 325 pós-queda de outubro. MSTR caiu 4% pré-mercado em 9 de fevereiro, mas fechou 26,11% acima em US$ 134,93 na sexta, após volume de 56 milhões (vs. média de 22 milhões).

A confiança persiste apesar de prejuízo de US$ 12,4 bilhões no Q4 2025. Michael Saylor e CEO Phong Le afirmam compras contínuas de BTC, sem risco de liquidação até US$ 8.000 por 5 anos. CFO Andrew Kang destaca estrutura de capital resiliente. Outros como Canaccord, Maxim e TD Cowen mantêm Buy, com alvos reduzidos.

MSTR caiu >50% em 3 meses, correlacionada à BTC (-14% para US$ 65 mil recentemente), mas dados mostram resiliência institucional.

Implicações para Investidores

Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin negocia a R$ 366.030,33 (-1,44% 24h, volume 396 BTC). Wall Street diferencia: overweight em infraestrutura (CIFR, WULF), cautela em mineração pura (MARA) e otimismo em tesourarias (MSTR).

Níveis técnicos: BTC suporte em US$ 68.389 (24h low), resistência US$ 72.206 (high). Para ações, monitorar mNAV de MSTR e taxas de leasing das mineradoras. Os dados apontam seletividade: fluxos estáveis superam bets voláteis.


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Guardião cartoon empilhando blocos BTC em cofre SAFU, protegendo usuários felizes, sinalizando reservas seguras da Binance

Binance Adiciona US$ 300 Milhões em BTC ao Fundo SAFU

A Binance adicionou US$ 300 milhões em Bitcoin ao seu fundo Secure Asset Fund for Users (SAFU), elevando as reservas em BTC para 10.455 unidades, equivalente a cerca de US$ 730 milhões. A compra de 4.225 BTC representa 73% da meta de conversão de US$ 1 bilhão anunciada em 30 de janeiro, demonstrando confiança na estabilidade de longo prazo do ativo em meio à volatilidade recente do mercado.


Detalhes da Operação e Progresso do SAFU

Os dados on-chain confirmam a transação no endereço dedicado 1BAuq7Vho2CEkVkUxbfU26LhwQjbCmWQkD, com preço médio de aquisição de US$ 70.214 por BTC. Essa movimentação eleva o fundo SAFU, criado em 2018 para proteger usuários contra hacks ou falhas técnicas, de stablecoins para Bitcoin, visando uma reserva mais alinhada ao ecossistema cripto.

A Binance planeja concluir a conversão nos próximos dias, dentro do prazo de 30 dias do anúncio inicial. Caso o valor caia abaixo de US$ 800 milhões, a exchange comprometeu-se a rebalancear para US$ 1 bilhão, conforme comunicado oficial.

Contexto de Mercado: Timing da Compra

A aquisição ocorre após uma correção acentuada, com o Bitcoin testando US$ 59.930 na sexta-feira, nível visto pela última vez em outubro de 2024. Atualmente, o preço estabiliza próximo a US$ 70.000, em zona de suporte crítica, mas com estrutura técnica de baixa enquanto não romper US$ 86.000.

Indicadores mostram sentimento frágil: “smart money” acumula posições vendidas em US$ 109 milhões líquidos no Bitcoin via Hyperliquid, segundo a Nansen. A volatilidade expõe o fundo a riscos de downside, mas reforça a tese de BTC como reserva de valor corporativa.

Implicações e Níveis a Monitorar

Para usuários da Binance, isso sinaliza compromisso com proteção de ativos, mas introduz exposição à oscilação do BTC. Os dados sugerem potencial reteste de US$ 60.000 se o suporte atual falhar, enquanto resistência em US$ 86.000 define viés de recuperação.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 366.441,76 apresenta variação de -1,23% nas últimas 24 horas, com volume de 394,67 BTC no mercado brasileiro.


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Executivos cartoon redirecionando energia dourada de Bitcoin para prisma XRP, simbolizando outflows institucionais e inflows recordes

Instituições Sacam US$ 264 Mi de BTC, mas XRP Atrai US$ 63 Mi em Inflows

Os dados do relatório semanal da CoinShares mostram outflows de US$ 264,4 milhões em produtos de investimento em Bitcoin, enquanto XRP registra inflows de US$ 63,1 milhões, liderando altcoins. O total de saídas em ETPs cripto caiu para US$ 187 milhões na semana, após US$ 3,43 bilhões nas duas anteriores. Volumes de negociação atingiram recorde de US$ 63,1 bilhões, sugerindo estabilização após correção de preços.


Fluxos Negativos Concentrados em Bitcoin

Bitcoin foi o único ativo com perdas significativas em ETPs, com saídas de US$ 264,4 milhões, incluindo US$ 318 milhões apenas em ETFs spot nos EUA. Isso representa uma desaceleração em relação às semanas anteriores, mas reforça a pressão vendedora sobre o BTC, que tocou US$ 60.000 na quinta-feira. Ativos sob gestão (AuM) em ETPs de Bitcoin caíram para US$ 102,7 bilhões.

No curto prazo, dados diários de ETFs americanos mostram inflow líquido de 3.286 BTC em 9 de fevereiro, contrastando com outflow de 6.069 BTC nos últimos 7 dias. Tal divergência entre fluxos semanais globais e diários nos EUA indica possível recuperação pontual, mas os números semanais dominam a tendência.

XRP e Altcoins Ganham Tração

XRP continua dominante em inflows year-to-date, com US$ 109 milhões acumulados, incluindo US$ 63,1 milhões na semana. Solana atraiu US$ 8,2 milhões e Ethereum US$ 5,3 milhões, enquanto Chainlink e Litecoin registraram US$ 1,5 milhão e US$ 1 milhão, respectivamente. Produtos multi-ativos captaram US$ 9,3 milhões.

Os dados sugerem rotação de capital de Bitcoin para altcoins, especialmente em um contexto de incerteza macroeconômica e correção de preços. XRP, cotado a aproximadamente R$ 7,52 (AwesomeAPI), destaca-se como destino preferido do smart money institucional.

Volumes Recordes e Sinais de Estabilização

O volume de ETPs atingiu US$ 63,1 bilhões, superando o pico anterior de US$ 56,4 bilhões em outubro de 2025. AuM total em produtos digitais caiu para US$ 129,8 bilhões, menor nível desde março de 2025, coincidindo com tarifas americanas anunciadas.

Regiões mostram padrões mistos: saídas concentradas nos EUA (US$ 214 milhões), Suécia (US$ 135 milhões) e Austrália (US$ 1,2 milhão), mas inflows na Alemanha (US$ 87,1 milhões), Suíça (US$ 30,1 milhões), Canadá (US$ 21,4 milhões) e Brasil (US$ 16,7 milhões). Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin está a R$ 364.950, com variação de -1,44% em 24h.

Implicações para o Mercado

A desaceleração nas saídas, combinada a volumes elevados, pode sinalizar um ponto de inflexão no sentimento investidor, conforme James Butterfill, head de research da CoinShares. Investidores devem monitorar níveis de suporte em BTC próximo a US$ 69.000 e continuidade dos inflows em XRP e Solana. Year-to-date, ETPs cripto acumulam outflows de US$ 1,2 bilhão.


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Executivos cartoon estilizados transferindo baûs BTC e ETH sobre ponte digital, representando movimentação on-chain da BlackRock para Coinbase

BlackRock Transfere US$ 247 Milhões em BTC e ETH para Coinbase Prime

Os dados on-chain mostram que a BlackRock transferiu 2.268 BTC (US$ 156 milhões) e 45.324 ETH (US$ 92 milhões) para a Coinbase Prime, totalizando US$ 247 milhões. A movimentação ocorreu após resgates nos ETFs IBIT e ETHA, com outflows semanais de US$ 115 milhões no Bitcoin ETF. Tal fluxo para custódia institucional frequentemente precede liquidações, elevando a vigilância sobre pressão de venda no mercado spot. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 364.038 às 18h43 de 9 de fevereiro, com variação de -1,96% em 24h.


Detalhes da Transferência On-Chain

De acordo com monitoramento do Onchain Lens via Arkham Intelligence, as transferências partiram de endereços vinculados aos ETFs iShares Bitcoin Trust (IBIT) e iShares Ethereum Trust (ETHA). Os 2.268,02 BTC equivaliam a US$ 155,96 milhões, enquanto os 45.324 ETH somavam US$ 91,78 milhões no momento da operação. O agregado supera os US$ 247 milhões reportados.

Os dados indicam que pelo menos oito transações para Coinbase Prime ocorreram em janela temporal restrita, alinhadas a outflows líquidos de US$ 115,14 milhões no IBIT para a semana encerrada em 6 de fevereiro. Isso corresponde a cerca de 1.600-1.700 BTC, considerando preços médios da época. Diferenças entre depósitos e outflows refletem buffers operacionais e liquidações brutas típicas de ETFs.

No contexto técnico, o Bitcoin recuou de máximas próximas a US$ 85.000 para mínimas acima de US$ 68.000, com RSI diário entrando em território de sobrevenda antes de estabilizar abaixo de 50. Cotação atual em USD: US$ 70.025 (variação -0,46% em 24h).

Contexto de Resgates e Mercado

A Coinbase Prime atua como camada de custódia e execução para criações e resgates de ETFs. Transferências para lá não implicam venda imediata no mercado spot, mas servem a processos de settlement. Contudo, em cenários de outflows elevados, como os observados, o fluxo pode preceder ordens de venda no livro de ofertas da exchange.

Os dados mostram que o sell-off recente foi impulsionado por liquidações, com volume de trading em pico e momentum descendente. O rebote para US$ 70.000 careceu de follow-through forte, sugerindo rebote de alívio em vez de reversão confirmada. ETH, por sua vez, oscilou entre US$ 2.010 e US$ 2.142, fechando em US$ 2.100 (+0,46%).

No Brasil, equivalentes em reais: BTC R$ 363.994 (-1,96%), ETH R$ 10.912 (-0,75%). Volumes 24h no mercado local somam 398,6 BTC.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados sugerem sensibilidade contínua dos fluxos ETF a oscilações de preço. Suportes imediatos para BTC em USD: US$ 68.400 (mínima recente) e US$ 65.000 (próxima zona de volume). Resistências: US$ 71.400 (máxima diária) e US$ 72.300 (nível psicológico). Para ETH: suporte US$ 2.010, resistência US$ 2.142.

Investidores devem observar inflows/outflows diários dos ETFs via plataformas como SoSoValue, atividade no livro de ofertas da Coinbase Prime e indicadores de volume on-chain. Ausência de vendas discricionárias além de mechanics de ETF indica que a pressão é reativa a estresse de mercado, não shift direcional de convicção institucional.

Em resumo, a estrutura metódica revela movimentações de settlement, com potencial para amplificar volatilidade se resgates persistirem.


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Fortaleza de mina digital brutalista rachando com fluxo dourado-vermelho de BTC despejado em vórtice, sinalizando capitulação das mineradoras

Mineradoras Despejam BTC: Pressão de Venda Aumenta em 2026

A mineradora Cango vendeu 4.451 BTC por US$ 305 milhões durante a recente queda de preços, usando os recursos para quitar dívidas e financiar a transição para infraestrutura de IA. Paralelamente, mineradores enviaram 90 mil BTC para a Binance, o maior fluxo desde 2024, gerando forte pressão de venda. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 363.856, com queda de 1,96% em 24h. Isso levanta dúvidas: a mineração está se tornando inviável?


Venda Massiva da Cango Revela Fragilidade

A Cango Inc. confirmou a liquidação de 4.451 BTC entre 7 e 8 de fevereiro, a um preço médio de cerca de US$ 68.524 — próximo das mínimas multianuais. O montante, equivalente a US$ 305 milhões em USDT, serviu para reduzir alavancagem financeira e pagar um empréstimo colateralizado em Bitcoin. A empresa, que ainda detém 3.645 BTC (mais de US$ 250 milhões), planeja implantar unidades modulares de GPU em mais de 40 sites globais para oferecer capacidade de inferência de IA a pequenas e médias empresas.

Esse movimento não é isolado. A história mostra que, em ciclos de baixa, mineradoras recorrem a vendas para sobreviver. A Cango já havia vendido 550 BTC em janeiro, reduzindo suas reservas em 60%. Analistas alertam para riscos na transição para IA, como execução incerta e competição acirrada, enquanto o mercado ignora esses sinais de estresse.

Fluxo Recorde de 90 Mil BTC para Exchanges

Dados on-chain indicam que mineradores depositaram mais de 90.000 BTC na Binance desde o início de fevereiro, o pico desde 2024. Um único dia registrou 24.000 BTC, coincidente com a correção que levou o Bitcoin abaixo de US$ 60.000 pela primeira vez desde outubro de 2024 — uma desvalorização de mais de 50% do pico recente.

Esses fluxos refletem capitulação: conversão de holdings para cobrir custos operacionais em meio à volatilidade. Enquanto isso, varejistas (detentores de menos de 1 BTC) aumentaram envios para exchanges, mas o pânico arrefeceu com a estabilização acima de US$ 70.000. No entanto, o mercado está ignorando o risco de oferta excessiva, similar a 2018 e 2022.

Hashprice Baixo e Capitulação em Massa

O hashprice deprimido — receita diária por unidade de poder computacional — pressiona margens, apesar da alta dificuldade de mineração. Preços abaixo do break-even forçam vendas seletivas:

  • Riot Platforms liquidou 1.080 BTC em janeiro para expansão;
  • Cleanspark liquidou 159 BTC para operações;
  • Marathon transferiu 1.300 BTC, possivelmente para venda.

Embora algumas mineradoras apostem em recuperação ou diversificação para IA/HPC, o padrão é claro: em bull markets exagerados, a exuberância leva a alavancagem excessiva, seguida de capitulação. Cuidado com a narrativa de pivot para IA — muitos falharam em transições passadas, como na bolha dot-com.

Implicações para o Preço do Bitcoin

Com 90 mil BTC em exchanges e vendas confirmadas como a da Cango, a pressão de venda é palpável. Baleias acumulam (67 mil BTC em um dia), mas o equilíbrio é frágil. O Bitcoin oscila em torno de US$ 70.000, mas quedas prolongadas podem forçar mais liquidações. Investidores devem monitorar hashprice e inflows de miners — sinais de que o ciclo pode estar no topo, ecoando correções históricas de 70-80%.


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