BlackRock ETF ETH Staking: Adoção Institucional em Alta

📊 BOLETIM CRIPTO | 2025-12-08 | NOITE

O mercado cripto encerra o dia 08/12 com forte momentum bullish moderado, impulsionado pela aceleração da adoção institucional. Destaque para o arquivamento pela BlackRock de um ETF de Ethereum com staking, oferecendo yields de 2.11% APY para atrair capital pós-outflows em produtos existentes. Paralelamente, a Strategy (ex-MicroStrategy) realizou sua maior compra de Bitcoin em meses, adquirindo 10.6k BTC por US$963 milhões e elevando holdings para 660k unidades, sinalizando convicção em preços próximos de US$90k apesar de diluição acionária. A agenda pró-cripto de Trump, eleita a mais influente de 2025 pela CoinDesk, pavimenta avanços como o GENIUS Act, embora enfrente stalls no Senado. Este resumo analisa tendências, riscos como rejeição regulatória e oportunidades em inflows institucionais, oferecendo insights acionáveis para investidores atentos ao suporte em BTC US$86-90k e ETH US$3k.


🔥 Destaque: BlackRock arquiva ETF ETH com staking

A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, arquivou junto à SEC o S-1 para um ETF de Ethereum spot (ETHB) com inovação pioneira: alocação de 70-90% em staking, gerando yields estimados em 2.11% APY. Essa estratégia responde diretamente aos outflows observados no ETF ETHA existente, buscando atrair investidores institucionais em busca de retornos passivos regulados.

Historicamente, produtos de ETH spot enfrentaram desafios de retenção comparados aos de Bitcoin, devido à ausência de yields nativos. O staking em Ethereum, pós-Merge, oferece uma solução orgânica, travando supply e beneficiando o ecossistema com redução de pressão vendedora. Alinhado ao momentum regulatório pró-cripto sob Trump – incluindo o GENIUS Act para stablecoins e nomeações como Paul Atkins na SEC –, este filing sinaliza maturação de veículos regulados.

Para o mercado, as implicações são profundas: aprovação pode canalizar US$5-10 bilhões em inflows anuais, impulsionando ETH acima de US$3k, L2s e DeFi. No entanto, investidores devem monitorar comentários iniciais da SEC, pois inovações em staking podem enfrentar escrutínio por riscos de slashing ou centralização de validadores.

O que vigiar: status do filing em EDGAR, fluxos comparativos ETHA vs. ETHB e total staked em Ethereum via Beaconcha.in. Essa jogada reforça a tese de institucionalização, mas exige cautela com volatilidade regulatória.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento agregado é bullish moderado, com todas análises unitárias classificando positivamente, impulsionadas por adoção corporativa e regulatória. Tendências claras incluem acumulação agressiva de BTC pela Strategy, inovação em ETFs ETH com yield pela BlackRock e momentum Trump via GENIUS Act.

Setores em foco: institucional/BTC aquecido pela tesouraria de 660k unidades (3% do supply); ETFs/Ethereum em alta com staking regulado; regulação EUA favorável apesar stalls; ações proxy como MSTR sob pressão por diluição e mNAV abaixo de 1x.

Contexto macro apoia: correlação positiva com narrativa soberana de reservas BTC proposta por Trump. Contudo, duplicatas em cobertura da Strategy indicam concentração, sugerindo monitoramento de diversidade em news flow para validação sustentada.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Diluição acionária excessiva na Strategy (MSTR): Financiamento via equity recorrente pressiona mNAV abaixo de 1x, podendo pausar acumulação se acionistas resistirem. Severidade alta, muito provável em consolidações, impactando proxies alavancados e confiança em tesourarias corporativas. (52 palavras)
  • Rejeição regulatória do ETF ETH staking BlackRock: SEC pode questionar riscos de staking (slashing, liquidez), atrasando ou negando aprovação. Severidade alta, possível em ambiente pós-Trump inicial, limitando inflows ETH e freando inovação regulada. (48 palavras)
  • Conflitos de interesse familiares de Trump bloqueiam legislação: Stalls no Senado por laços familiares ameaçam GENIUS Act e market structure bill. Severidade moderada, provável, retardando clareza para stablecoins/DeFi e erodindo momentum pró-cripto. (46 palavras)
  • Vulnerabilidade da Strategy em bear market prolongado: Holdings concentrados expostos a drawdowns de 90%, com dívida alavancada ampliando perdas. Severidade alta, provável, questionando resiliência do modelo tesouraria em cenários adversos. (42 palavras)
  • Concentração sistêmica de BTC na Strategy (3% supply): Dependência excessiva em uma entidade corporativa aumenta risco sistêmico se liquidações ocorrerem. Severidade moderada, possível, elevando volatilidade em dumps coordenados. (40 palavras)

💡 Oportunidades Identificadas

  • Inflows institucionais via ETF ETHB BlackRock com yield: Produto diferenciado pode atrair bilhões em capital ocioso, travando ETH staked e beneficiando L2s/DeFi. Potencial alto, janela curta se aprovado, monitorar via SoSoValue. (48 palavras)
  • Conviction play em BTC via acumulação Strategy: 660k holdings sinalizam floor US$90k, inspirando outras corporações. Potencial alto, imediato, com yield BTC 24.7% YTD validando tese reserva de valor. (44 palavras)
  • Adoção soberana alinhada com Trump reservas BTC: GENIUS Act e nomeações pró-cripto posicionam EUA como hub, amplificando demanda orgânica. Potencial alto, médio prazo, via progressos legislativos. (42 palavras)
  • Proxy alavancado MSTR para upside BTC: Apesar diluição, convicção Saylor oferece exposição amplificada. Potencial médio, curto prazo, vigiar mNAV e funding rates. (36 palavras)

📰 Principais Notícias do Período

1. BlackRock pede ETF ETH com staking: yield atrai capital institucional
BlackRock inova com S-1 para ETHB, alocando 70-90% em staking a 2.11% APY, combatendo outflows no ETHA. Alinhado a Trump, pode impulsionar ETH e ecossistema, mas aguarda SEC. Oportunidade para yields regulados em DeFi-like. (58 palavras)

2. Trump: figura mais influente em cripto 2025 por agenda pró-mercado
CoinDesk coroa Trump #1 por GENIUS Act, reservas BTC e nomeações como Atkins na SEC. Apesar conflitos familiares no Senado, acelera clareza regulatória, beneficiando stablecoins e posicionando EUA como líder global em cripto. (56 palavras)

3. Strategy acumula 10.6k BTC por US$ 963M: maior compra em 100 dias
Strategy eleva para 660.6k BTC com compra recorde apesar diluição e MSCI concerns. Sinaliza convicção em US$90k, reforçando BTC como tesouraria, mas expõe a riscos alavancados em correções. (52 palavras)

4. Strategy adquire 10.6k BTC por US$ 963 milhões em retorno a grandes compras
Retorno agressivo de Saylor com 10.6k BTC financiados por equity, apesar quedas MSTR. Holdings totais validam yield 24.7%, mas diluição persiste como risco para proxies. (48 palavras)

5. Strategy eleva holdings para 660k BTC com compra de US$963M
Aporte gigante ignora volatilidade recente; ações sobem 3% em otimismo. Reforça tendência corporativa, mas concentra 3% supply BTC, elevando riscos sistêmicos. (44 palavras)

6. Strategy atinge 660k BTC com aporte recorde de US$ 963 milhões
Saylor destaca resiliência a 90% drawdowns; compra em meio a queda reforça convicção de longo prazo, alinhada a narrativa Trump de reservas soberanas. (46 palavras)

7. Strategy eleva holdings para 660k BTC em meio a diluição acionária
Persistência apesar mNAV <1x e preocupações acionistas; foco em acumulação contínua sinaliza floor preço, mas testa limites do modelo equity-financiado. (44 palavras)


🔍 O Que Monitorar

  • Status filing SEC ETHB BlackRock: Aprovação via EDGAR define inflows e valida staking regulado, impactando ETH supply.
  • Holdings totais e mNAV Strategy/MSTR: Confirma continuidade vs. diluição em SaylorTracker/SEC filings.
  • Fluxos AUM ETHA/ETFs ETH: Antecipa demanda yield em SoSoValue/Bloomberg.
  • Progresso market structure bill Senado: Clareza regulatória em Congress.gov afeta ecossistema.
  • Staking yield Ethereum e total staked: Suporte ETHB em Beaconcha.in, reduzindo supply circulante.

🔮 Perspectiva

É provável que o momentum bullish persista nas próximas 12-24 horas, sustentado pela convicção institucional da Strategy (660k BTC) e inovação BlackRock em ETH staking, mantendo BTC acima de US$90k e ETH próximo a US$3k. Volatilidade pode surgir com FUD sobre diluição MSTR ou comentários iniciais da SEC no ETHB filing; suportes chave em BTC US$86-90k servem como termômetro de força. A narrativa Trump, com GENIUS Act e reservas BTC, pode amplificar upside se houver atualizações legislativas. Fatores macro como apetite por risco global influenciarão, mas correlações positivas com adoção soberana sugerem resiliência. Investidores devem priorizar gestão de risco, acompanhar indicadores prioritários e retornar para atualizações – o cenário favorece paciência estratégica em ativos de alta convicção.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

SUI em Destaque: ETF Alavancado e Cerco Regulatório Agitam Mercado

📊 BOLETIM CRIPTO | 2024-12-07 | NOITE

O mercado cripto encerra o período navegando em uma forte dicotomia, exibindo um cenário de otimismo cauteloso. De um lado, testemunhamos uma aceleração na sofisticação financeira, com o ecossistema SUI se tornando o grande protagonista ao receber a liquidez do Bitcoin via WBTC e, simultaneamente, ser tema de um ETF alavancado em Wall Street. Essa maturação de altcoins representa um vetor de crescimento inegável. Por outro lado, uma onda coordenada de pressão regulatória se avoluma globalmente, com Brasil, Malásia e Coreia do Sul intensificando o combate a atividades ilícitas. Essa força contrária aumenta os custos de conformidade e a incerteza. Este resumo detalha como investidores devem interpretar essas forças opostas, analisando os riscos e as oportunidades que surgem dessa encruzilhada entre inovação e regulação.


🔥 Destaque: A Dupla Face da Maturação do Ecossistema SUI

O ecossistema SUI foi, sem dúvida, a história mais importante do período, encapsulando perfeitamente a jornada de maturação de uma blockchain de camada 1. Em um movimento que representa a busca por fundamentos sólidos, a rede integrou o Wrapped Bitcoin (WBTC), injetando a liquidez mais robusta do mercado em seu crescente ambiente DeFi. Esta iniciativa, viabilizada pela BitGo e pela ponte LayerZero, busca atrair usuários e capital, fortalecendo a utilidade real do ecossistema e criando novas oportunidades de yield.

Quase simultaneamente, SUI foi destaque no mercado tradicional com o lançamento do ETF SUI 2x (TXXS) pela 21Shares na Nasdaq. Este produto financeiro complexo, que busca replicar o dobro dos ganhos diários do token, sinaliza um apetite crescente de Wall Street por exposição a altcoins promissoras. A existência de tal produto valida a relevância da SUI para traders e especuladores, aumentando drasticamente sua visibilidade e potencial de atração de capital especulativo. Investidores interessados na crescente volatilidade e liquidez do token SUI podem encontrá-lo para negociação em grandes plataformas globais, como a Binance.

Essa combinação de eventos é a crônica de um ecossistema amadurecendo em duas frentes: fortalecendo seu núcleo DeFi com liquidez externa e, ao mesmo tempo, tornando-se um ativo negociável e sofisticado no sistema financeiro tradicional. No entanto, essa dupla face traz riscos, como a maior exposição a vulnerabilidades de pontes (bridges) e a volatilidade induzida pelos mecanismos de rebalanceamento diário de ETFs alavancados, exigindo uma análise cuidadosa por parte dos investidores.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento geral do mercado é misto, mas intenso, refletindo a tensão entre avanços tecnológicos e o cerco regulatório. A principal tendência observada é a “financeirização” acelerada de altcoins, onde projetos como SUI transcendem seus ecossistemas nativos para se tornarem a base de produtos financeiros complexos. Essa integração com a TradFi é um sinal de maturação, trazendo liquidez e validação, mas também importando riscos e volatilidade, como os associados a produtos alavancados.

Em contrapartida, uma tendência igualmente forte é a globalização do cerco regulatório contra crimes com criptoativos. Ações coordenadas no Brasil, Malásia e anúncios de maior rigor na Coreia do Sul indicam que a narrativa de combate à lavagem de dinheiro e fraudes está ganhando força. Isso pressiona exchanges, aumenta a demanda por soluções de conformidade (compliance) e pode gerar um sentimento negativo no curto prazo. A indiferença estratégica dos EUA em relação ao tema blockchain, evidenciada na política de segurança nacional, adiciona uma camada de incerteza, deixando um vácuo de liderança que outras nações parecem estar preenchendo com regulação.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Pressão Regulatória Global: Ações coordenadas no Brasil (MPF, Operação Fake Bill) e na Malásia (repressão à mineração ilegal) sinalizam uma ofensiva global. Isso eleva os custos de conformidade para exchanges e pode resultar em regras mais rígidas, afetando a experiência do usuário e a rentabilidade das empresas do setor.
  • Complexidade de Produtos Financeiros: A chegada de ETFs alavancados como o de SUI introduz riscos significativos para o varejo, especialmente o decaimento de volatilidade (volatility decay), que pode levar a perdas mesmo que o ativo subjacente se valorize no longo prazo. A sofisticação desses produtos pode confundir investidores menos experientes.
  • Vulnerabilidade de Pontes (Bridges): A integração do WBTC na rede Sui depende da segurança da ponte LayerZero. Falhas em infraestruturas de interoperabilidade são um risco sistêmico crítico no DeFi, com potencial para perdas massivas de fundos caso sejam exploradas por hackers, impactando todo o ecossistema.
  • Incerteza Geopolítica nos EUA: A omissão de blockchain e criptoativos na Estratégia de Segurança Nacional dos EUA sinaliza falta de prioridade estratégica. Essa postura pode resultar em uma perda de competitividade tecnológica para o país e deixar o mercado global sem uma direção clara de uma de suas principais economias.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Expansão do Setor de RegTech: A intensificação da fiscalização por parte de governos, como visto no Brasil, cria uma demanda urgente por tecnologias de conformidade. Empresas especializadas em rastreamento de transações, KYC/AML e análise de blockchain (RegTech) estão diante de um potencial de crescimento elevado no curto prazo.
  • Adoção via Sistema Bancário Europeu: A notícia de que o BPCE, segundo maior banco da França, ofertará criptoativos a seus clientes é um forte sinal de adoção institucional. Isso pode abrir um canal de entrada de capital significativo e legitimar ainda mais as criptomoedas junto a um público mais conservador no médio prazo.
  • Crescimento de L1s com Liquidez Externa: A estratégia da Sui de importar a liquidez do Bitcoin via WBTC pode servir de modelo para outras blockchains de camada 1. Ecossistemas que conseguirem atrair capital consolidado têm um potencial de crescimento acelerado de seu setor DeFi, criando um ciclo virtuoso de atração de usuários e desenvolvedores.
  • Validação de Altcoins pela TradFi: A escolha da SUI para um ETF alavancado pela 21Shares confere uma chancela de relevância ao projeto. Altcoins que se tornam base para produtos financeiros tradicionais ganham visibilidade e validação, o que pode atrair interesse de investidores institucionais e do varejo no médio prazo, diferenciando-se no mercado.

📰 Principais Notícias do Período

1. ETF de SUI 2x (TXXS): Inovação para traders e novo vetor de risco no mercado
A 21Shares lançou o primeiro ETF alavancado de uma altcoin, buscando o dobro da performance diária de SUI. Este movimento demonstra a crescente demanda do mercado tradicional por exposição a ativos digitais além do Bitcoin. No entanto, produtos alavancados carregam riscos elevados, como o decaimento por volatilidade, podendo gerar perdas significativas e atrair escrutínio regulatório.

2. WBTC na Sui: Injeção de Liquidez Aumenta Potencial DeFi e Exige Cautela
A chegada nativa do WBTC à blockchain Sui, através de uma parceria com BitGo e LayerZero, representa uma injeção de liquidez fundamental para o ecossistema. A iniciativa visa impulsionar a atividade DeFi na rede, mas acende um alerta sobre a dependência de pontes de interoperabilidade e da custódia centralizada do WBTC, que são vetores de risco conhecidos no setor.

3. MPF firma cerco a crimes com cripto via cooperação internacional e CriptoJud
O Ministério Público Federal do Brasil lidera um esforço para ampliar a cooperação internacional no rastreamento de criptoativos usados em atividades ilícitas. Com ferramentas como o sistema CriptoJud, as autoridades buscam mais eficiência no bloqueio judicial de ativos, aumentando a pressão sobre criminosos, mas também a vigilância sobre o ecossistema como um todo.

4. Adoção na Europa vs. Regulação na Ásia: Vetores Opostos no Mercado Cripto
O mercado cripto vive uma divergência geográfica. Enquanto a Europa mostra sinais de adoção, com o 2º maior banco da França, BPCE, planejando ofertar cripto, a Coreia do Sul sinaliza uma regulação mais rígida para exchanges. Essa dinâmica expõe como o sentimento do mercado é influenciado por abordagens regulatórias regionais contrastantes, criando um cenário complexo.

5. Guerra Energética: Malásia combate mineração ilegal de BTC com prejuízo de US$ 1,1 bilhão
Autoridades da Malásia realizaram uma operação de grande escala contra a mineração ilegal de Bitcoin, que causou prejuízos de mais de US$ 1,1 bilhão à rede elétrica do país. A ação repressiva reforça a narrativa negativa sobre o consumo energético da atividade e pode inspirar outros países com problemas similares a adotarem medidas severas contra operações clandestinas.


🔍 O Que Monitorar

  • TVL e volume de WBTC na Sui: Acompanhar o Valor Total Bloqueado (TVL) na rede Sui através de plataformas como o DefiLlama é crucial para medir o sucesso da iniciativa de atrair a liquidez do Bitcoin. O volume de WBTC na ponte LayerZero indicará a demanda real por essa integração.
  • AUM e Volume do ETF TXXS: Monitorar os ativos sob gestão (AUM) e o volume de negociação do ETF da 21Shares na Nasdaq. Esses dados indicarão o apetite do mercado tradicional por exposição alavancada a altcoins e ajudarão a prever o impacto do rebalanceamento diário no preço do token SUI.
  • Atos Normativos no Brasil: Ficar atento a novas instruções normativas da CVM, Banco Central e CNJ. A publicação de detalhes sobre a implementação do CriptoJud e outras ferramentas de fiscalização será fundamental para entender o futuro da conformidade para empresas e investidores no país.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 24-48 horas, é provável que o mercado permaneça em um estado de equilíbrio tenso. A narrativa positiva em torno da inovação de produtos financeiros e da maturação de ecossistemas como o da SUI continuará a sustentar o otimismo de parte dos investidores. No entanto, o peso das notícias sobre repressão regulatória no Brasil e na Ásia age como um freio, podendo limitar qualquer euforia. A volatilidade no token SUI tende a aumentar próximo ao fechamento dos mercados americanos, devido ao rebalanceamento mecânico do ETF TXXS. O sentimento geral permanecerá altamente sensível a qualquer nova declaração de autoridades globais, com um viés de cautela prevalecendo enquanto a narrativa de combate a crimes cripto estiver em destaque na mídia.


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Europa Acelera com MiCA e Bancos, Mas Risco On-Chain Abala Mercado

📊 BOLETIM CRIPTO | 06/12/2025 | NOITE

O mercado cripto apresenta um cenário de duas velocidades nesta noite. De um lado, a Europa dá um passo firme em direção à adoção institucional, com o marco regulatório MiCA dobrando o mercado de stablecoins de euro e incentivando gigantes bancários como o BPCE a oferecer criptoativos para milhões de clientes. Este avanço contrasta fortemente com os riscos persistentes que marcam o setor: no Brasil, a CVM intensifica a fiscalização contra corretoras não autorizadas, gerando incerteza. Globalmente, a movimentação de 2.000 Bitcoins de 2011, parados há mais de uma década, injeta uma alta dose de FUD, enquanto a especulação extrema em ativos como LUNC serve como um lembrete dos perigos do varejo. O sentimento é misto, dividido entre a promessa da regulação clara e a sombra da incerteza on-chain.


🔥 Destaque: Marco Regulatório MiCA Catalisa Adoção Real na Europa

O grande destaque do período é a prova viva de que clareza regulatória é o principal catalisador para a adoção madura de criptoativos. Na União Europeia, os efeitos do marco Markets in Crypto-Assets (MiCA) estão se materializando de forma expressiva. De acordo com um novo estudo, a capitalização de mercado das stablecoins atreladas ao euro simplesmente dobrou no último ano, atingindo aproximadamente US$ 680 milhões. Esse crescimento robusto, impulsionado por emissores regulados como Circle (EURC) e Société Générale (EURCV), demonstra que a segurança jurídica atrai capital e fomenta a inovação em um ecossistema de pagamentos nascente.

Ainda mais impactante é a notícia de que o Grupo BPCE, um dos maiores conglomerados bancários da França, está se preparando para oferecer negociação de criptomoedas diretamente a 2 milhões de seus clientes de varejo. A integração do serviço aos aplicativos bancários existentes remove barreiras técnicas e de confiança, que historicamente impediram a entrada de muitos investidores. A decisão do BPCE não é um experimento isolado; é uma resposta estratégica à crescente demanda e um movimento para se manter competitivo em um cenário onde a clareza do MiCA torna a oferta de serviços cripto não apenas possível, mas desejável.

A combinação desses dois eventos é poderosa. Ela sinaliza a transição da teoria regulatória para a prática de mercado. Enquanto outras regiões, como os EUA, ainda debatem seu framework, a Europa avança, criando um ambiente fértil para que finanças tradicionais (TradFi) e o ecossistema cripto convirjam de forma segura e escalável. A expectativa é que essa tendência se acelere, pressionando outros bancos a seguirem o exemplo e consolidando a UE como um hub global para a próxima fase da economia digital.


📈 Panorama do Mercado

O panorama geral do mercado é de uma nítida fragmentação, tanto em abordagem regulatória quanto no comportamento dos investidores. A tendência mais forte é a consolidação da Europa como um porto seguro regulatório, o que atrai projetos sérios e capital institucional, como visto no crescimento das stablecoins de euro e na iniciativa do BPCE. Em contrapartida, no Brasil, a CVM adota uma postura mais reativa e fiscalizadora, suspendendo operações de corretoras não autorizadas, o que, a longo prazo, fortalece os players locais regulamentados, mas cria turbulência no curto prazo.

Essa divergência ilustra uma correlação importante: o capital e a inovação fluem para onde as regras são claras, enquanto a falta de conformidade em jurisdições mais rigorosas leva à exclusão. Além disso, o mercado vive uma tensão fundamental entre seus ideais. A movimentação dos Bitcoins de 2011, originários das moedas físicas Casascius, representa o ethos da autocustódia e da soberania individual. Isso contrasta diretamente com a adoção em massa facilitada por custodiantes centralizados, como os bancos, exemplificada pelo BPCE. O mercado está amadurecendo através da via institucional, mas isso coexiste com uma forte dose de especulação selvagem, como o rali de 160% do LUNC, mostrando que os bolsões de comportamento de “cassino” ainda são uma realidade.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Volatilidade por Baleia de 2011: A movimentação de 2.000 BTC (~US$ 180 milhões) após 13 anos de inatividade é o maior risco de curto prazo. Se esses fundos forem movidos para exchanges, isso pode ser interpretado como uma intenção de venda, gerando FUD e uma possível cascata de liquidação no mercado.
  • Armadilhas em Ativos Especulativos: O rali de 160% do LUNC, impulsionado por queima de tokens e notícias sobre seu fundador, carece de fundamentos econômicos sólidos. Isso cria uma alta probabilidade de um movimento de “sell the news”, que pode deixar investidores de varejo com perdas significativas em um ativo com baixa liquidez.
  • Incerteza Regulatória no Brasil: A suspensão de corretoras pela CVM, embora positiva para a conformidade, gera risco direto para usuários dessas plataformas. Clientes podem enfrentar dificuldades para sacar fundos, e a incerteza sobre quais serão os próximos alvos pode minar a confiança no acesso ao mercado.
  • Percepção Pública Negativa por Fraudes: A megaoperação da Europol, que desmantelou um esquema de €700 milhões, mostra a sofisticação crescente das fraudes com cripto, utilizando deepfakes e engenharia social. Apesar do sucesso da lei, a notícia reforça a narrativa de que o setor é perigoso para o público geral.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Ecossistema DeFi em Euro: Com a clareza do MiCA, o mercado de stablecoins de euro está apenas começando. Há um potencial significativo para o desenvolvimento de protocolos DeFi, plataformas de lending e soluções de pagamento focadas no euro, criando uma alternativa real ao ecossistema dominado pelo dólar.
  • Consolidação de Players Regulados no Brasil: A ação da CVM contra plataformas irregulares abre uma avenida clara para o crescimento das exchanges e provedores de serviços que já estão em conformidade com as regras locais. Essas empresas podem absorver a demanda e se consolidar como líderes de mercado.
  • Nova Onda de Adoção via Bancos: A iniciativa do banco BPCE na França é um modelo que pode ser replicado. A oportunidade reside em ativos e plataformas que facilitam a integração entre o sistema financeiro tradicional e a criptoeconomia, servindo como a ponte para milhões de novos usuários do varejo.
  • Demanda por Análise On-chain e Segurança: Eventos como a movimentação dos BTCs da Casascius e os golpes sofisticados expostos pela Europol aumentam a demanda por serviços de alta qualidade em segurança, compliance e análise on-chain. Empresas nesse setor se beneficiam diretamente da complexidade e dos riscos do mercado.

📰 Principais Notícias do Período

1. MiCA: Clareza Regulatória Dobra Mercado de Stablecoins de Euro em Um Ano
A implementação do marco regulatório MiCA na União Europeia teve um impacto direto e positivo, dobrando a capitalização de mercado das stablecoins de euro para ~$680 milhões. Este crescimento, liderado por emissores conformes como Circle, valida a tese de que um ambiente jurídico claro é fundamental para atrair confiança e capital para novos ecossistemas de pagamento.

2. BPCE Integra Cripto: Adoção Bancária na Europa Atinge Varejo em Massa
Num movimento que sinaliza um ponto de inflexão para a adoção, o gigante bancário francês BPCE lançará negociação de criptomoedas para 2 milhões de clientes de varejo. Ao integrar o serviço em seus aplicativos existentes, o banco remove barreiras significativas, potencialmente abrindo as portas para uma nova onda de investidores através de um canal confiável e familiar.

3. Baleia de 2011 move 2.000 BTC de moedas raras, gerando incerteza no mercado
Cerca de US$ 180 milhões em Bitcoin, inativos por 13 anos em raras moedas físicas Casascius, foram movimentados. O evento causou calafrios no mercado, pois ninguém sabe a intenção do detentor. A grande questão é se os fundos serão vendidos, o que poderia causar forte pressão vendedora, ou se foi apenas uma migração para uma custódia mais moderna.

4. CVM aperta cerco a corretoras de cripto e suspende 3 por oferta irregular
A Comissão de Valores Mobiliários do Brasil suspendeu três plataformas por captação irregular de clientes. A medida reforça a importância da conformidade regulatória e beneficia players locais que seguem as regras, como a Binance, que buscam operar dentro do arcabouço legal brasileiro, ao mesmo tempo que serve de alerta para investidores que utilizam serviços no exterior.

5. Europol: megaoperação de €700M expõe sofisticação de fraudes cripto
Uma grande operação da Europol desmantelou uma rede criminosa que, usando plataformas de investimento falsas, deepfakes e engenharia social, lesou investidores em mais de €700 milhões. O evento é uma faca de dois gumes: mostra a crescente capacidade da lei em combater crimes no setor, mas também revela o quão sofisticados e perigosos os golpes se tornaram.

6. LUNC: Rali de 160% é impulso especulativo ou renascimento sustentável?
O token Terra Classic (LUNC) disparou de forma impressionante, em um movimento que analistas atribuem a pura especulação. A narrativa de queima de tokens e eventos ligados ao fundador Do Kwon atraiu traders, mas sem fundamentos sólidos, o rali é visto como uma bolha de alto risco, especialmente perigosa para investidores menos experientes.


🔍 O Que Monitorar

  • Análise On-chain dos BTC da Casascius: A prioridade máxima é monitorar os endereços associados aos 2.000 BTC. Movimentos em direção a endereços de depósito de exchanges centralizadas seriam um forte sinal de venda iminente, enquanto a transferência para novas carteiras de autocustódia poderia acalmar o mercado.
  • Volume e Capitalização das Stablecoins de Euro: Acompanhar o crescimento contínuo de tokens como EURC, EURS e EURCV através de plataformas como DefiLlama. Um crescimento sustentado validará a tese de que a clareza do MiCA está, de fato, criando um ecossistema forte na Europa.
  • Novas Ações da CVM no Brasil: Monitorar o site da CVM em busca de novos Atos Declaratórios Executivos. A publicação de novas suspensões indicaria que a fiscalização é uma campanha contínua, o que poderia impactar mais empresas e a forma como os brasileiros acessam o mercado cripto.
  • Adesão ao Serviço Cripto do BPCE: Embora os dados não sejam públicos em tempo real, os próximos relatórios de resultados do banco francês podem dar pistas sobre a taxa de adoção do seu serviço de cripto. Isso será um termômetro crucial para a demanda real do varejo europeu por ativos digitais via canais bancários.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 24 a 48 horas, o mercado cripto deve permanecer em um estado de alta sensibilidade, com a narrativa dominada pela incerteza em torno da “baleia Casascius”. Qualquer nova movimentação desses Bitcoins tem o potencial de desencadear uma volatilidade significativa, sobrepondo-se a outros fatores. O cenário mais provável é de uma lateralização tensa, com o Bitcoin sendo negociado em uma faixa estreita enquanto os traders aguardam um sinal claro da intenção desse antigo detentor. Em paralelo, o sentimento positivo na Europa deve continuar a fornecer um suporte subjacente, especialmente para ativos ligados a esse ecossistema. Ativos altamente especulativos, como o LUNC, correm um risco crescente de reversão acentuada à medida que o hype diminui. Aconselha-se cautela redobrada e um foco estrito na gestão de risco até que a poeira on-chain assente.


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Bitcoin em Tensão: Ameaça do Japão vs. Adoção Real na LatAm

📊 Boletim CRIPTO | Manhã

O mercado de criptomoedas encontra-se em um fascinante cabo de guerra, definindo a noite desta quinta-feira. De um lado, uma onda de otimismo fundamental impulsionada por casos de uso concretos, como a explosão das remessas via stablecoins na América Latina e a maturação da infraestrutura com a nova ponte entre Base e Solana. Do outro, uma sombra macroeconômica massiva vinda do Japão, onde o provável fim da era do dinheiro fácil ameaça a liquidez global e pressiona ativos de risco como o Bitcoin. Este cenário de forças opostas cria uma tensão elevada e um terreno fértil para volatilidade, questionando se a crescente utilidade real pode construir um chão resiliente contra os ventos contrários da política monetária global. A análise a seguir desvenda as camadas deste complexo cenário, detalhando os riscos e as oportunidades.


🔥 Destaque: Ameaça do Fim da Era do Dinheiro Fácil no Japão

O evento de maior impacto potencial para o mercado cripto no curto prazo não vem de dentro do ecossistema, mas da economia global. A possibilidade iminente de o Banco do Japão (BOJ) elevar suas taxas de juros pela primeira vez em décadas ameaça desmantelar o chamado “Yen carry trade”, uma estratégia de investimento que tem injetado liquidez massiva nos mercados globais, incluindo o de criptomoedas. Esta dinâmica representa a força externa mais poderosa e com maior potencial de ditar a direção dos preços, independentemente dos desenvolvimentos positivos internos ao setor.

O “Yen carry trade” consiste em tomar empréstimos a juros quase zero em ienes japoneses e investir esse capital em ativos de maior rendimento e risco em outras geografias, como títulos do tesouro americano ou, como muitos fundos têm feito, Bitcoin. A estratégia floresceu na era do dinheiro fácil do Japão. No entanto, se o BOJ aumentar os juros, o custo de manter esses empréstimos em ienes sobe. Para fechar suas posições e pagar os empréstimos agora mais caros, esses investidores seriam forçados a vender seus ativos — incluindo Bitcoin — em massa.

As implicações para os investidores de cripto são diretas e severas: uma pressão vendedora significativa e repentina sobre o Bitcoin, totalmente descorrelacionada de seus próprios fundamentos ou notícias setoriais. Esse movimento pode desencadear liquidações em cascata no mercado de derivativos, amplificando as perdas. A situação coloca o Bitcoin e, por extensão, todo o mercado cripto, em uma posição de maior correlação com os mercados financeiros tradicionais, tornando-o vulnerável a choques de liquidez globais.

A partir de agora, o monitoramento atento da comunicação do Banco do Japão e, principalmente, da taxa de câmbio USD/JPY (dólar versus iene) torna-se crucial. Uma valorização do iene (queda no par USD/JPY) pode ser o primeiro sinal de que o desmonte do carry trade está começando, antecedendo a potencial volatilidade no mercado de criptoativos.


📈 Panorama do Mercado

O mercado atual exibe uma clara bifurcação. Por um lado, testemunhamos uma maturação notável da infraestrutura e da adoção fundamental. O crescimento de quase 900% no volume de transferências em exchanges na América Latina, saltando de US$ 3 bilhões para US$ 27 bilhões, demonstra uma demanda orgânica e resiliente. O uso dominante de stablecoins (90% dessas transações) para remessas e proteção contra a inflação valida a tese de que as criptomoedas resolvem problemas do mundo real. Paralelamente, o lançamento de uma ponte oficial entre os ecossistemas Base e Solana, com o selo de segurança da Coinbase e Chainlink, sinaliza um avanço na interoperabilidade e na unificação da liquidez, um passo crucial para a consolidação do mercado.

Por outro lado, essa força “bottom-up”, vinda da utilidade real, colide frontalmente com a ameaça “top-down” da macroeconomia. A potencial mudança na política monetária do Japão age como um freio de mão sobre o otimismo tecnológico. Este contraste é perfeitamente ilustrado pela correlação detectada no período: enquanto a ponte Base-Solana representa a construção de “estradas” financeiras de longo prazo, o comportamento especulativo do fan token $MENGO, com seu padrão de “venda a notícia”, lembra que nichos de pura especulação ainda coexistem com a infraestrutura robusta. A grande questão é qual dessas narrativas — a da utilidade fundamental ou a do risco macro — prevalecerá na formação de preços nas próximas semanas.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Contração de liquidez global: O desmonte do “Yen Carry Trade” é o risco mais crítico. Uma alta de juros no Japão pode forçar a venda em massa de ativos de risco, incluindo Bitcoin, para cobrir empréstimos em ienes, gerando uma forte pressão vendedora exógena ao ecossistema cripto.
  • Reação regulatória na LatAm: O crescimento explosivo do uso de cripto para remessas na América Latina pode atrair uma atenção regulatória mais severa. Medidas restritivas em mercados de alta adoção poderiam frear a tendência positiva e criar incerteza para empresas e usuários da região.
  • Dependência de Stablecoins Centralizadas: A adoção na América Latina é quase totalmente dependente de USDT e USDC. Qualquer problema operacional, de confiança ou regulatório com seus emissores (Tether e Circle) representa um risco sistêmico para este caso de uso, com potencial para abalar a confiança do usuário final.
  • Especulação e o padrão ‘Vender na Notícia’: O fan token $MENGO é um exemplo claro de que ativos puramente especulativos seguem padrões arriscados. A euforia pré-evento é quase sempre seguida por quedas abruptas pós-confirmação, um risco que pode causar perdas substanciais para investidores menos experientes que compram no topo do hype.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Sinergia entre Base e Solana: A nova ponte oficial abre um campo para arbitragem, desenvolvimento de DApps cross-chain e estratégias de yield farming que utilizam a liquidez de ambos os ecossistemas. A unificação de dois dos ambientes mais ativos da Web3 pode atrair capital e gerar novas oportunidades de investimento em projetos que se beneficiem dessa infraestrutura.
  • Infraestrutura para Casos de Uso Reais: O sucesso das remessas na LatAm valida a tese de “picks and shovels” (picaretas e pás). Investir em empresas e protocolos que fornecem a infraestrutura para essa adoção — como exchanges, provedores de liquidez e soluções de pagamento — representa uma oportunidade de médio prazo, atrelada ao crescimento de uma demanda fundamental.
  • Acumulação Estratégica em Quedas Macro: Quedas de preço provocadas por eventos macroeconômicos externos, como o aperto monetário no Japão, podem ser vistas como oportunidades de compra para investidores com horizontes de longo prazo. Esses eventos afetam o preço sem degradar os fundamentos da tecnologia, potencialmente oferecendo pontos de entrada atrativos.

📰 Principais Notícias do Período

1. Fim da Era do Dinheiro Fácil no Japão Ameaça Liquidez do Bitcoin
A expectativa de uma alta de juros no Japão, a primeira em décadas, coloca o “Yen carry trade” em risco. Investidores que tomaram ienes emprestados para comprar ativos de risco, como o Bitcoin, podem ser forçados a vender suas posições para cobrir os empréstimos. Este evento macroeconômico é visto como a maior ameaça de pressão vendedora para o mercado no curto prazo.

2. Remessas na América Latina: Adoção Real Impulsiona Stablecoins e Bitcoin
Um mercado de remessas que supera US$ 160 bilhões na América Latina está impulsionando a adoção massiva de criptomoedas, especialmente stablecoins como USDT e USDC. Este fenômeno, motivado pela eficiência, baixo custo e proteção contra a inflação, está criando uma base de demanda forte e resiliente, dissociada da especulação de curto prazo.

3. Ponte Base-Solana: Interoperabilidade com segurança de Chainlink e Coinbase
Foi lançada uma ponte de ativos oficial entre a rede Base (incubada pela Coinbase) e a Solana, com a segurança da infraestrutura reforçada pela Chainlink. A colaboração entre três gigantes do setor visa unificar a liquidez e facilitar o trânsito de ativos entre dois dos ecossistemas mais vibrantes, estabelecendo um novo padrão para a interoperabilidade segura.

4. Vitórias do Flamengo e o ‘Venda a Notícia’: Análise de Risco no $MENGO
O fan token do Flamengo ($MENGO) viu seu preço subir com as vitórias do time, mas a análise do seu comportamento histórico confirma um padrão clássico de “compre o boato, venda o fato”. As quedas de preço que se seguiram às conquistas reforçam a natureza altamente especulativa desses tokens e servem como um estudo de caso sobre gerenciamento de risco em nichos de mercado movidos pelo hype.


🔍 O Que Monitorar

  • Taxa de câmbio USD/JPY: Este é o principal termômetro para o risco do “Yen carry trade”. Uma queda contínua no par (indicando um iene mais forte) pode sinalizar que a pressão vendedora sobre o Bitcoin é iminente. Acompanhe em plataformas de câmbio como Bloomberg ou Reuters.
  • Volume de transações de Stablecoins na LatAm: Monitorar os relatórios de plataformas como Chainalysis, Kaiko ou da exchange Bitso pode validar a força e a continuidade da tendência de adoção real, que serve como contrapeso narrativo ao pessimismo macro.
  • TVL na ponte Base-Solana: O crescimento do Valor Total Bloqueado (TVL) e do volume de transações nesta nova ponte, que pode ser visto em plataformas como DefiLlama, indicará o nível de confiança e adoção inicial da nova infraestrutura de interoperabilidade.
  • Comunicação oficial do Banco do Japão (BOJ): Fique atento a qualquer declaração, ata de reunião ou discurso de membros do BOJ. Suas palavras podem tanto acalmar quanto intensificar a volatilidade, sendo a fonte primária para antecipar os próximos movimentos do banco.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 12 a 24 horas, a perspectiva é de volatilidade crescente. O preço do Bitcoin provavelmente mostrará alta sensibilidade aos movimentos do mercado de câmbio, especificamente do iene japonês. A narrativa macroeconômica do Japão deve continuar a dominar o sentimento do mercado institucional, potencialmente limitando qualquer alta e introduzindo pressão vendedora. Embora a história de adoção fundamental na América Latina forneça um suporte de longo prazo, é improvável que consiga neutralizar um evento de aversão ao risco (risk-off) em escala global. Recomenda-se cautela, com foco nos indicadores-chave mencionados e uma gestão de risco preparada para movimentos bruscos de preço, que podem ser impulsionados por fatores externos ao universo cripto.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Fundos Soberanos Acumulam BTC em Meio à Tolerância Zero Regulatória

📊 RESUMO CRIPTO | 05/12/2025 | NOITE

O mercado cripto amanhece em meio a uma profunda e definidora dicotomia. De um lado, a validação institucional atinge seu ápice com a confirmação de que fundos soberanos, os gigantes do capital global, estão discretamente acumulando Bitcoin como ativo estratégico. Este é um endosso sem precedentes à tese de reserva de valor. Do outro lado, o martelo regulatório bate com força, sinalizando o fim da era do “Velho Oeste”: promotores americanos buscam uma sentença de 12 anos para Do Kwon, enquanto a Europol desmantela uma rede de fraude de quase um bilhão de dólares. Este cenário de “grande bifurcação” força uma fuga para a qualidade, onde a legitimidade institucional e a conformidade regulatória não são mais opcionais, mas sim a principal força que moldará os vencedores e perdedores da próxima fase do mercado.


🔥 Destaque: Fundos Soberanos Estão Acumulando Bitcoin

A revelação feita pelo CEO da BlackRock, Larry Fink, de que múltiplos fundos soberanos estão ativamente comprando Bitcoin, representa a validação mais significativa que o ativo já recebeu. Este movimento transcende a adoção corporativa vista com empresas como a MicroStrategy e até mesmo o sucesso dos ETFs spot. Estamos falando de nações-estado, ou seus braços de investimento, tratando o Bitcoin como um ativo de reserva estratégica, colocando-o no mesmo patamar de discussão que o ouro e os títulos do tesouro americano. Esta é a materialização da tese de “digital gold” em uma escala antes apenas teórica.

A importância deste fato não pode ser subestimada. Fundos soberanos gerenciam trilhões de dólares com horizontes de investimento de longuíssimo prazo, buscando proteger e aumentar a riqueza de suas nações para as próximas gerações. Sua entrada, mesmo que com alocações percentuais pequenas, injeta uma demanda massiva e estável no mercado. Mais importante ainda, ela envia um sinal poderoso para todo o establishment financeiro: o Bitcoin não é mais um ativo especulativo de nicho, mas um componente macroeconômico relevante na nova arquitetura financeira global.

As implicações são profundas. É muito provável que esta notícia estabeleça um piso de avaliação psicológica para o Bitcoin, diminuindo a percepção de risco para outros gestores de capital conservador. A ação destes pioneiros soberanos pode criar um efeito dominó, incentivando outros fundos de pensão, endowments e gestores de reservas a reavaliar suas políticas de alocação de ativos. O principal a ser monitorado agora não são os comunicados oficiais, que provavelmente não virão, mas sim os dados on-chain que podem mostrar a atividade de grandes carteiras de acumulação, confirmando a continuação desta silenciosa, mas poderosa, tendência.


📈 Panorama do Mercado

O panorama atual é definido pela tendência que podemos chamar de “A Grande Bifurcação”. O mercado está se partindo em dois universos distintos. De um lado, um ecossistema que busca a legitimação, marcado pela adoção soberana do Bitcoin e pela aprovação da CFTC para negociação à vista de criptoativos nos EUA. Este é o universo da “qualidade”, onde a clareza regulatória e a infraestrutura robusta atraem capital institucional de longo prazo, solidificando o valor de ativos como o Bitcoin.

Do outro lado, vemos o colapso do universo não regulado e fraudulento. As ações coordenadas contra Do Kwon, redes de lavagem de dinheiro na Europa e o uso ilícito de stablecoins na Índia representam uma “purga” necessária. Essa repressão não é um vento contrário à adoção; é a condição necessária para ela. Ao “limpar o terreno”, as autoridades estão, na prática, tornando o ambiente mais seguro para a entrada de capital conservador. Esta dinâmica cria uma pressão imensa sobre projetos e plataformas que operam em zonas cinzentas, especialmente no setor de stablecoins, forçando uma convergência global em direção a regras mais estritas de transparência e reservas.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Pressão regulatória sistêmica sobre Stablecoins: A junção do precedente do caso Terra/Luna, que expôs os perigos de modelos falhos, com o alerta da Índia sobre o uso de USDT em crimes, cria uma tempestade perfeita. Reguladores globais, alertados pelo FMI sobre riscos à soberania monetária, devem acelerar a criação de um arcabouço rígido, o que pode gerar choques de liquidez e desconfiança em emissores menos transparentes.
  • Dano à reputação por associação com crime: As megaoperações da Europol e os relatórios sobre lavagem de dinheiro, embora positivos para o amadurecimento do mercado, reforçam a narrativa negativa na mídia tradicional. Para o investidor de varejo e para reguladores ainda céticos, essas manchetes podem associar toda a indústria cripto a atividades ilícitas, atrasando a adoção em massa e justificando regulações mais punitivas.
  • Inibição da inovação por medo de litígios: O pedido de uma sentença exemplar para Do Kwon, se acatado, cria um precedente assustador para fundadores e desenvolvedores. O medo de enfrentar consequências legais severas por falhas em projetos experimentais pode gerar um efeito paralisante (chilling effect), diminuindo o apetite por risco e a velocidade da inovação em áreas de ponta como o DeFi.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação estratégica de Bitcoin em quedas: A confirmação de que fundos soberanos estão comprando o ativo oferece uma tese de investimento de longo prazo extremamente sólida. Para investidores com o mesmo horizonte temporal, a volatilidade de curto prazo, causada por notícias regulatórias, pode representar janelas de oportunidade para acumular Bitcoin a preços descontados, seguindo o “smart money” das nações.
  • “Fuga para a Qualidade” em Ativos e Plataformas: A repressão a fraudes e a pressão sobre stablecoins opacas aceleram uma migração de capital. Esta é uma oportunidade para ativos de Layer-1 com governança clara e para stablecoins com reservas auditadas e transparentes (como USDC). Investidores podem se beneficiar ao se posicionar nesses ativos, que tendem a capturar valor em um ambiente que preza pela segurança e conformidade. Para ter acesso a esses criptoativos, plataformas consolidadas como a Binance oferecem um ambiente com alta liquidez e variedade de pares.
  • Crescimento exponencial do setor de RegTech: A intensificação da aplicação da lei não é apenas um risco, mas também uma gigantesca oportunidade de negócio. Empresas especializadas em análise on-chain, compliance, combate à lavagem de dinheiro (AML) e soluções de identidade digital (RegTech) se tornarão essenciais. Investir neste setor “de pás e picaretas” é uma forma de se expor ao crescimento da indústria cripto com um risco assimétrico.

📰 Principais Notícias do Período

1. Adoção Soberana e Clareza da CFTC Contrapõem Volatilidade de Curto Prazo
Notícia de maior impacto do período. A revelação de Larry Fink (BlackRock) de que fundos soberanos estão comprando Bitcoin estabelece um novo patamar de adoção institucional, superior ao corporativo. Somado a isso, a CFTC, importante órgão regulador dos EUA, deu luz verde para a negociação de criptoativos no mercado à vista (spot), um passo fundamental para criar um mercado mais seguro e robusto para grandes investidores.

2. Do Kwon: Pedido de 12 anos de prisão encerra capítulo Terra e sinaliza tolerância zero
Promotores americanos formalizaram um pedido de 12 anos de reclusão para Do Kwon, a figura central do colapso de US$ 40 bilhões do ecossistema Terra/Luna. Este ato não é apenas sobre punir um indivíduo, mas sobre criar um precedente legal poderoso que define fraudes em cripto como crimes graves, sinalizando para todo o mercado que a era da impunidade está chegando ao fim e a responsabilização será a nova norma.

3. Europol desmantela rede de US$ 815 milhões e expõe sofisticação de fraudes cripto
Uma grande operação policial coordenada em múltiplos países europeus, com apoio da Europol, desarticulou uma rede criminosa sofisticada que utilizava criptoativos para lavar mais de US$ 815 milhões. A ação demonstra uma capacidade crescente e colaborativa das autoridades em rastrear e neutralizar operações ilícitas complexas no blockchain, um fator crucial para a “limpeza” do setor e para aumentar a confiança de investidores.

4. Uso de Stablecoins em Crimes na Índia Expõe Lacunas Regulatórias
A agência de inteligência da Índia revelou que criminosos estão abandonando redes informais de transferência de dinheiro (hawala) em favor de stablecoins como o Tether (USDT). Este fato concreto fornece munição para reguladores em todo o mundo que buscam impor regras mais rígidas sobre os emissores de stablecoins, aumentando a pressão por transparência de reservas e mecanismos de combate à lavagem de dinheiro.

5. Beeple na Art Basel: Robôs-cães criticam Big Tech e testam limites dos NFTs
Em uma nota mais cultural, o renomado artista digital Beeple marcou presença na prestigiada feira Art Basel com uma instalação provocativa. Seus cães-robôs, que criticam as gigantes da tecnologia, produzem arte e NFTs, reforçando a legitimidade dos tokens não fungíveis como um meio de expressão artística e cultural. O evento solidifica a ponte entre o mercado de arte tradicional e o ecossistema cripto, mostrando a resiliência cultural do setor.


🔍 O Que Monitorar

  • Decisão da sentença de Do Kwon (11 de dezembro): O veredito final será um momento decisivo, estabelecendo o padrão para a severidade com que as fraudes cripto serão tratadas pelo sistema judiciário americano, com implicações para todo o mundo.
  • Fluxo de grandes transações on-chain: Acompanhar ferramentas como Glassnode e Arkham em busca de padrões de acumulação por grandes carteiras (whales) pode fornecer evidências que corroborem a tese da compra contínua por fundos soberanos.
  • Market share entre stablecoins (USDT vs. USDC/PYUSD): A variação na dominância entre o Tether e suas alternativas mais reguladas será o termômetro da “fuga para a qualidade”, medindo o apetite do mercado por segurança regulatória.
  • Comunicados do G20 e do FSB: Novas diretrizes ou propostas regulatórias vindas destes órgãos globais indicarão o ritmo e a direção da regulamentação coordenada para stablecoins, um dos temas mais críticos para a estabilidade do mercado.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 24 a 48 horas, o mercado cripto deve navegar em águas de alta volatilidade, sendo puxado em direções opostas por duas narrativas extremamente poderosas. O otimismo estrutural de longo prazo, alimentado pela adoção soberana do Bitcoin, fornecerá um forte suporte psicológico. No entanto, o curto prazo será dominado pela sensibilidade a manchetes relacionadas à repressão regulatória, especialmente qualquer novidade sobre o caso Do Kwon. Espera-se que o capital continue sua “fuga para a qualidade”, com o Bitcoin e ativos de primeira linha mostrando maior resiliência em comparação com altcoins de maior risco. Este processo de “limpeza”, embora doloroso e volátil, é a base para um crescimento mais sustentável e para a integração definitiva dos criptoativos ao sistema financeiro global.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Malásia Desmantela 14 Mil Rigs de Mineração Ilegal

📊 RESUMO CRIPTO | 2025-12-04 | Manhã

O mercado cripto enfrenta um período marcado por intensificação de repressões contra mineração ilegal no Sudeste Asiático, com ações na Malásia e Tailândia desmantelando milhares de rigs ligados a furtos de energia e scams. Embora avanços como a ponte Base-Solana tragam otimismo tech, o sentimento agregado é bearish moderado, impulsionado por FUD regulatório e de segurança.


🔥 Destaque: Força-tarefa da Malásia contra 14 mil rigs de mineração ilegal

A Malásia lançou uma força-tarefa massiva, visando 14 mil rigs de mineração de Bitcoin ilegais, responsáveis por furtos estimados em US$ 1,1 bilhão em energia. A operação expõe ligações com crime organizado e scams transnacionais, sinalizando um endurecimento regional contra atividades ilícitas.

É provável que isso cause redução local de hashrate, com migração para jurisdições permissivas como EUA e Texas. Investidores devem monitorar potenciais floods de hardware usado no mercado secundário, pressionando preços de rigs.

O impacto pode se espalhar, inspirando ações semelhantes na Tailândia, Laos e Indonésia, reforçando o estigma para miners legítimos na região.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento bearish moderado reflete predominância de notícias negativas sobre repressões e scams, superando o otimismo com interoperabilidade. Tendências apontam para escalada de crackdowns no Sudeste Asiático e persistência de fraudes sofisticadas com IA.

Setores como mineração e segurança estão sob pressão, enquanto interoperabilidade/L2 aquece com inovações como a ponte Base-Solana via Chainlink. Correlações regionais sugerem coordenação asiática contra mineração criminosa.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Escalada regulatória contra mineração ilegal: Malásia e Tailândia desmantelam rigs em larga escala, potencialmente deslocando hashrate e elevando custos.
  • Fraudes com deepfakes e lavagem via blockchains: Europol combate rede transnacional, mas evolução de scams reforça vulnerabilidades.
  • Flood de rigs confiscados: Hardware apreendido pode inundar mercado secundário, depreciando ativos de miners legais.
  • Vulnerabilidades em pontes cross-chain: Nova ponte Base-Solana, apesar de audits, carrega riscos inerentes.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Mineradores legais em jurisdições permissivas: Podem capturar hashrate deslocado dos crackdowns asiáticos no curto prazo.
  • Ponte Base-Solana via Chainlink: Aumenta liquidez e TVL imediato, impulsionando adoção cross-chain Ethereum-Solana.
  • Ferramentas anti-scam e compliance: Enforcement policial beneficia soluções de rastreamento on-chain e educação.

📰 Principais Notícias do Período

1. Malásia lança força-tarefa contra 14 mil rigs

Operação policial mira mineração ilegal ligada a furtos de US$ 1,1 bilhão em energia, sinalizando crackdown regional massivo.

2. Tailândia apreende US$ 8,6 milhões em rigs de scams chineses

Autoridades desmantelam operações ligadas a fraudes transnacionais, conectando mineração a lavagem de dinheiro.

3. Europol desmantela rede de scams com deepfakes

Agência europeia combate fraudes cripto sofisticadas usando IA, destacando riscos de plataformas falsas.

4. Base lança ponte com Solana via Chainlink

Iniciativa promove interoperabilidade cross-chain, potencializando liquidez entre ecossistemas Ethereum e Solana.

5. Correlações regionais em repressões asiáticas

Ações na Malásia e Tailândia indicam padrão contra mineração criminosa, possível expansão para vizinhos.


🔍 O Que Monitorar

  • Variações no hashrate global de Bitcoin (Blockchain.com)
  • TVL e volume de bridging Base-Solana (DefiLlama)
  • Relatos de raids no Sudeste Asiático (CoinDesk)
  • Atualizações Europol sobre scams (relatórios oficiais)

🔮 Perspectiva

É improvável impacto imediato no mercado global pelos crackdowns regionais. A ponte Base-Solana pode gerar volume inicial, mas FUD de scams e mineração limita upside. Monitore hashrate BTC e TVL Base para sinais de migração e adoção nas próximas horas.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Procura por Bitcoin

As 10 exchanges mais procuradas em Outubro de 2022

No mês de Outubro de 2022, as exchanges que operam no Brasil declararam ter negociado mais de R$ 2,8 bilhões em Bitcoin. Em um mês de queda no volume de negociações, a criptomoeda encerrou o mês cotada em R$ 106.931,82, desvalorizando 0,89% no período.

As exchanges mais procuradas no Cointrader Monitor em outubro de 2022 foram:

PosiçãoEmpresaProcuraMudança
1NovaDAX12,17%
2Binance8,21%+3
3MercadoBitcoin7,92%
4Liqi7,77%
5B2U Pro4,99%+4
6Nox Bitcoin4,69%+7
7BitPreço4,11%-5
8Bitso3,52%+4
9BitcoinToYou3,37%-2
10Foxbit3,08%-2

O site Cointrader Monitor avalia a procura das empresas através da análise estatística do clique dos usuários. Cada clique espontâneo do usuário nos nomes das exchanges é registrado em banco de dados para processamento. A coluna mudança revela quantas posições a exchange ganhou ou perdeu em relação ao mês anterior.

Por fim, ressaltamos que a pesquisa não utiliza todas as páginas do site. Apenas as páginas abaixo coletam os cliques dos usuários:

Volumes das exchanges de Outubro de 2022

INTRODUÇÃO

Este relatório apresenta um resumo dos dados de VOLUME de operações de compra e venda de Bitcoin (BTC) coletados das API disponibilizadas pelas exchanges de 1 a 31/10/2022. A metodologia utilizada para produzir o relatório tem como objetivo reunir e apresentar os dados de forma organizada, deixando a informação disponível para a análise dos especialistas.

Foram coletadas informações de volume das seguintes exchanges: B2U Pro, Binance, Biscoint, BitCambio, BitcoinToYou, BitcoinTrade, Bitnuvem, bitPreço, Bitrecife, Bitso, Blocktane, BrasilBitcoin, BrasilBitcoin OTC, BULLGAIN, Citcoin, Coinext, CointradeCX, ComprarBitcoin, CryptoMKT, flowBTC, Foxbit, FTX, Liqi, Makes Exchange, MercadoBitcoin, NovaDAX, Nox Bitcoin, P2PTrading, PagCripto, PagCripto OTC, Stonoex, UpCâmbio, Walltime e YouBTrade.


RESULTADOS

As exchanges brasileiras declararam ter movimentado 27.664,47 Bitcoins de 1 a 31/10/2022, que equivale a aproximadamente R$ 2.882.485.027,92 (2,8 Bi). Há mais de 1 ano, a exchange com maior volume tem sido a Binance, que, neste último mês, negociou 13.148,39 Bitcoins. A Binance foi responsável por 47,53% das negociações de Bitcoins no Brasil durante o mês de outubro. A NovaDAX teve a segunda maior participação, sendo responsável por 11,37% das negociações de Bitcoin neste último mês.

No período, o dia que registrou a maior movimentação de Bitcoin foi 03/10/2022 com 1.628,67 BTC negociados, o equivalente a R$ 165.903.899,81. E o dia com menor movimentação foi o dia 09/10/2022, com 244,31 BTC (R$ 25.032.313,61). O volume médio diário do mês de outubro de 2022 foi de 892,40 BTC.

Meses anteriores

Em comparação com o mês de Setembro (36.591,81 Bitcoin), o volume negociado de Bitcoins em Outubro recuou relevantes 24,40%. Da mesma forma, o volume de moeda fiduciária (R$) necessária para realizar a movimentação dessa quantidade de Bitcoins variou negativamente em 24,02%.

Em comparação com Outubro do ano anterior, o volume movimentado de BTC recuou 22,03%, pois o volume daquele mês foi de 35.482,50 Bitcoins. Apesar disso, o volume de Reais necessários para movimentar a quantidade de Bitcoins em Outubro de 2022 foi 74,96% menor do que Outubro de 2021. O volume em Reais foi expressivamente menor devido à desvalorização do Bitcoin em relação ao Real. Em 31/10/2021 o valor do Bitcoin era de R$ 350.183,89.

Preço Bitcoin Brasil

No dia 01/10/2022 o valor do Bitcoin era de R$ 103.816,77 e, no dia 31/10/2022, era de R$ 106.931,82, valorizando 3,00% no período.

Preço Bitcoin Brasil em Outubro de 2022

ARQUIVO DE APOIO

As informações coletadas foram disponibilizadas em um arquivo OpenOffice que contém 3 planilhas. A primeira apresenta uma tabela com os volumes diários de cada exchange, do dia 01/10/2022 a 31/10/2022. Nesta planilha é possível clicar nas datas da primeira coluna para abrir o navegador padrão na página do “PREÇO BITCOIN BRASIL” na hora 23:59:59 UTC deste mesmo dia. Na segunda planilha há um resumo gráfico do volume diário da primeira planilha. Na terceira planilha há um gráfico diário do “PREÇO BITCOIN BRASIL”. A utilização das informações destes arquivos, para quaisquer fins, somente está autorizada se houver indicação expressa de que a fonte é o “Cointrader Monitor”, através da ferramenta “PREÇO BITCOIN BRASIL”, além do link “https://cointradermonitor.com/preco-bitcoin-brasil”.

Procura por Bitcoin

As 10 exchanges mais procuradas em Setembro de 2022

No mês de Setembro de 2022, as exchanges que operam no Brasil declararam ter negociado mais de R$ 3,8 bilhões em Bitcoin. Em um mês de queda no volume de negociações, a criptomoeda encerrou o mês cotada em R$ 104.672,87, desvalorizando 0,89% no período.

As exchanges mais procuradas no Cointrader Monitor em setembro de 2022 foram:

PosiçãoEmpresaProcuraMudança
1NovaDAX9,73%
2Liqi8,11%+2
3Binance7,88%+2
4BitPreço5,68%-2
5MercadoBitcoin5,45%-2
6Nox Bitcoin4,63%+7
7Walltime4,40%+7
8BitcoinToYou4,17%-1
9Bitso3,82%+3
10B2U Pro3,59%-1

O site Cointrader Monitor avalia a procura das empresas através da análise estatística do clique dos usuários. Cada clique espontâneo do usuário nos nomes das exchanges é registrado em banco de dados para processamento. A coluna mudança revela quantas posições a exchange ganhou ou perdeu em relação ao mês anterior.

Por fim, ressaltamos que a pesquisa não utiliza todas as páginas do site. Apenas as páginas abaixo coletam os cliques dos usuários:

Volumes das exchanges de Setembro de 2022

INTRODUÇÃO

Este relatório apresenta um resumo dos dados de VOLUME de operações de compra e venda de Bitcoin (BTC) coletados das API disponibilizadas pelas exchanges de 1 a 30/09/2022. A metodologia utilizada para produzir o relatório tem como objetivo reunir e apresentar os dados de forma organizada, deixando a informação disponível para a análise dos especialistas.

Foram coletadas informações de volume das seguintes exchanges: B2U Pro, Binance, Biscoint, BitCambio, BitcoinToYou, BitcoinTrade, Bitnuvem, bitPreço, Bitrecife, Bitso, Blocktane, BrasilBitcoin, BrasilBitcoin OTC, BULLGAIN, Citcoin, Coinext, CointradeCX, ComprarBitcoin, CryptoMKT, flowBTC, Foxbit, FTX, Liqi, Makes Exchange, MercadoBitcoin, NovaDAX, Nox Bitcoin, P2PTrading, PagCripto, PagCripto OTC, Stonoex, UpCâmbio, Walltime e YouBTrade.


RESULTADOS

As exchanges brasileiras declararam ter movimentado 36.591,81 Bitcoins de 1 a 30/09/2022, que equivale a aproximadamente R$ 3.793.753.795,80 (3,8 Bi). Há mais de 1 ano, a exchange com maior volume tem sido a Binance, que, neste último mês, negociou 16.255,14 Bitcoins. A Binance foi responsável por 44,43% das negociações de Bitcoins no Brasil durante o mês de setembro. A NovaDAX teve a segunda maior participação, sendo responsável por 16,54% das negociações de Bitcoin neste último mês.

No período, o dia que registrou a maior movimentação de Bitcoin foi 09/09/2022 com 2.397,54 BTC negociados, o equivalente a R$ 264.654.682,12. E o dia com menor movimentação foi o dia 04/09/2022, com 373,34 BTC (R$ 38.925.978,57). O volume médio diário do mês de setembro de 2022 foi de 1.219,73 BTC.

Volumes da exchanges que operam no Brasil em setembro de 2022

Meses anteriores

Em comparação com o mês de Agosto (31.489,38 Bitcoin), o volume negociado de Bitcoins em Setembro avançou 16,2%. Da mesma forma, o volume de moeda fiduciária (R$) necessária para realizar a movimentação dessa quantidade de Bitcoins variou positivamente em 4,21%.

Em comparação com Setembro do ano anterior, o volume movimentado de BTC avançou 29,59%, pois o volume daquele mês foi de 28.236,66 Bitcoins. Apesar disso, o volume de Reais necessários para movimentar a quantidade de Bitcoins em Setembro de 2022 foi 44,97% menor do que Setembro de 2021. O volume em Reais foi menor devido à desvalorização do Bitcoin em relação ao Real. Em 30/09/2021 o valor do Bitcoin era de R$ 238.115,07.

Preço Bitcoin Brasil

No dia 01/09/2022 o valor do Bitcoin era de R$ 105.613,39 e, no dia 30/09/2022, era de R$ 104.672,87, desvalorizando 0,89% no período.

Preço Bitcoin Brasil em Setembro de 2022

ARQUIVO DE APOIO

As informações coletadas foram disponibilizadas em um arquivo OpenOffice que contém 3 planilhas. A primeira apresenta uma tabela com os volumes diários de cada exchange, do dia 01/09/2022 a 30/09/2022. Nesta planilha é possível clicar nas datas da primeira coluna para abrir o navegador padrão na página do “PREÇO BITCOIN BRASIL” na hora 23:59:59 UTC deste mesmo dia. Na segunda planilha há um resumo gráfico do volume diário da primeira planilha. Na terceira planilha há um gráfico diário do “PREÇO BITCOIN BRASIL”. A utilização das informações destes arquivos, para quaisquer fins, somente está autorizada se houver indicação expressa de que a fonte é o “Cointrader Monitor”, através da ferramenta “PREÇO BITCOIN BRASIL”, além do link “https://cointradermonitor.com/preco-bitcoin-brasil”.

Procura por Bitcoin

As 10 exchanges mais procuradas em Agosto de 2022

No mês de Agosto de 2022, as exchanges que operam no Brasil declararam ter negociado mais de R$ 3,6 bilhões em Bitcoin. Em um mês de queda no volume de negociações, a criptomoeda encerrou o mês cotada em R$ 103.770,07, desvalorizando 14,17% no período.

As exchanges mais procuradas no Cointrader Monitor em agosto de 2022 foram:

PosiçãoEmpresaProcuraMudança
1NovaDAX12,28%+1
2BitPreço9,06%-1
3MercadoBitcoin8,70%+1
4Liqi8,10%+1
5Binance6,79%-2
6BitcoinTrade5,13%+7
7BitcoinToYou4,89%-1
8Foxbit3,93%
9B2U Pro3,22%+1
10Coinext2,62%-3

O site Cointrader Monitor avalia a procura das empresas através da análise estatística do clique dos usuários. Cada clique espontâneo do usuário nos nomes das exchanges é registrado em banco de dados para processamento. A coluna mudança revela quantas posições a exchange ganhou ou perdeu em relação ao mês anterior.

Por fim, ressaltamos que a pesquisa não utiliza todas as páginas do site. Apenas as páginas abaixo coletam os cliques dos usuários:

Volumes das exchanges de Agosto de 2022

INTRODUÇÃO

Este relatório apresenta um resumo dos dados de VOLUME de operações de compra e venda de Bitcoin (BTC) coletados das API disponibilizadas pelas exchanges de 1 a 31/08/2022. A metodologia utilizada para produzir o relatório tem como objetivo reunir e apresentar os dados de forma organizada, deixando a informação disponível para a análise dos especialistas.

Foram coletadas informações de volume das seguintes exchanges: B2U Pro, Binance, Biscoint, BitCambio, BitcoinToYou, BitcoinTrade, Bitnuvem, bitPreço, Bitrecife, Bitso, Blocktane, BrasilBitcoin, BrasilBitcoin OTC, BULLGAIN, Citcoin, Coinext, CointradeCX, ComprarBitcoin, CryptoMKT, flowBTC, Foxbit, FTX, Liqi, Makes Exchange, MercadoBitcoin, NovaDAX, Nox Bitcoin, P2PTrading, PagCripto, PagCripto OTC, Stonoex, UpCâmbio, Walltime e YouBTrade.


RESULTADOS

As exchanges brasileiras declararam ter movimentado 31.489,38 Bitcoins de 1 a 31/08/2022, que equivale a aproximadamente R$ 3.640.481.674,15 (3,6 Bi). Há 1 ano, a exchange com maior volume tem sido a Binance, que, neste último mês, negociou 14.188,58 Bitcoins. A Binance foi responsável por 45,06% das negociações de Bitcoins no Brasil durante o mês de agosto. A bitPreço – exchange nacional – teve a segunda maior participação, sendo responsável por 13,52% das negociações de Bitcoin neste último mês.

No período, o dia que registrou a maior movimentação de Bitcoin foi 19/08/2022 com 1.756,36 BTC negociados, o equivalente a R$ 191.724.183,57. E o dia com menor movimentação foi o dia 07/08/2022, com 396,56 BTC (R$ 47.706.050,36). O volume médio diário do mês de agosto de 2022 foi de 1.015,79 BTC.

Volumes da exchanges que operam no Brasil em agosto de 2022

Meses anteriores

Em comparação com o mês de Julho (34.728,75 Bitcoin), o volume negociado de Bitcoins em Agosto sofreu uma redução de 9,33%. Da mesma forma, o volume de moeda fiduciária (R$) necessária para realizar a movimentação dessa quantidade de Bitcoins variou -10,05%.

Em comparação com Agosto do ano anterior, o volume movimentado de BTC avançou 9,74%, pois o volume daquele mês foi de 31.647,06 Bitcoins. Apesar disso, o volume de Reais necessários para movimentar a quantidade de Bitcoins em Agosto de 2022 foi 52,17% menor do que Agosto de 2021. O volume em Reais foi menor devido à desvalorização do Bitcoin em relação ao Real. Em 31/08/2021 o valor do Bitcoin era de R$ 246.288,12.

Preço Bitcoin Brasil

No dia 01/08/2022 o valor do Bitcoin era de R$ 120.903,73 e, no dia 31/08/2022, era de R$ 103.770,07, desvalorizando 14,17% no período.

Preço Bitcoin Brasil em Agosto de 2022

ARQUIVO DE APOIO

As informações coletadas foram disponibilizadas em um arquivo OpenOffice que contém 3 planilhas. A primeira apresenta uma tabela com os volumes diários de cada exchange, do dia 01/08/2022 a 31/08/2022. Nesta planilha é possível clicar nas datas da primeira coluna para abrir o navegador padrão na página do “PREÇO BITCOIN BRASIL” na hora 23:59:59 UTC deste mesmo dia. Na segunda planilha há um resumo gráfico do volume diário da primeira planilha. Na terceira planilha há um gráfico diário do “PREÇO BITCOIN BRASIL”. A utilização das informações destes arquivos, para quaisquer fins, somente está autorizada se houver indicação expressa de que a fonte é o “Cointrader Monitor”, através da ferramenta “PREÇO BITCOIN BRASIL”, além do link “https://cointradermonitor.com/preco-bitcoin-brasil”.

Procura por Bitcoin

As 10 exchanges mais procuradas em Julho de 2022

No mês de Julho de 2022, as exchanges que operam no Brasil declararam ter negociado mais de R$ 4 bilhões em Bitcoin. Em um mês de queda no volume de negociações, a criptomoeda encerrou o mês cotada em R$ 103.032,19, valorizando 16,27% no período.

As exchanges mais procuradas no Cointrader Monitor em julho de 2022 foram:

PosiçãoEmpresaProcuraMudança
1BitPreço9,00%
2NovaDAX8,92%
3Binance8,11%+1
4MercadoBitcoin7,31%-1
5Liqi5,46%
6BitcoinToYou4,74%
7Coinext4,34%+7
8Foxbit4,18%
9Walltime4,02%+11
10B2U Pro3,69%-3

O site Cointrader Monitor avalia a procura das empresas através da análise estatística do clique dos usuários. Cada clique espontâneo do usuário nos nomes das exchanges é registrado em banco de dados para processamento. A coluna mudança revela quantas posições a exchange ganhou ou perdeu em relação ao mês anterior.

Por fim, ressaltamos que a pesquisa não utiliza todas as páginas do site. Apenas as páginas abaixo coletam os cliques dos usuários:

Volumes das exchanges de Julho de 2022

INTRODUÇÃO

Este relatório apresenta um resumo dos dados de VOLUME de operações de compra e venda de Bitcoin (BTC) coletados das API disponibilizadas pelas exchanges de 1 a 31/07/2022. A metodologia utilizada para produzir o relatório tem como objetivo reunir e apresentar os dados de forma organizada, deixando a informação disponível para a análise dos especialistas.

Foram coletadas informações de volume das seguintes exchanges: Alterbank, B2U Pro, Binance, Biscoint, BitCambio, BitcoinToYou, BitcoinTrade, Bitnuvem, bitPreço, Bitrecife, Bitso, Blocktane, BrasilBitcoin, BrasilBitcoin OTC, BULLGAIN, Citcoin, Coinext, CointradeCX, ComprarBitcoin, CryptoMKT, flowBTC, Foxbit, FTX, Liqi, Makes Exchange, MercadoBitcoin, NovaDAX, Nox Bitcoin, P2PTrading, PagCripto, PagCripto OTC, Stonoex, UpCâmbio, Walltime e YouBTrade.


RESULTADOS

As exchanges brasileiras declararam ter movimentado 34.728,75 Bitcoins de 1 a 31/07/2022, que equivale a aproximadamente R$ 4.047.014.591,63 (4 Bi). Há 1 ano, a exchange com maior volume tem sido a Binance, que, neste último mês, negociou 13.659,57 Bitcoins. A Binance foi responsável por 39,33% das negociações de Bitcoins no Brasil durante o mês de julho. A bitPreço – exchange nacional – teve a segunda maior participação, sendo responsável por 14,41% das negociações de Bitcoin no período.

É importante ressaltar que foi noticiado que o banco Capitual, a partir de 16/06/2022, não seria mais o parceiro da Binance no Brasil. Em junho, a Binance foi responsável por 46,22% das negociações de Bitcoin no país. Os números indicam que a empresa ainda não se recuperou do fim da parceria com o banco pois, de junho para julho, houve uma redução de 14,9% na participação do mercado.

No período, o dia que registrou a maior movimentação de Bitcoin foi 19/07/2022 com 1.776,51 BTC negociados, o equivalente a R$ 225.719.700,99. E o dia com menor movimentação foi o dia 02/07/2022, com 454,05 BTC (R$ 46.723.647,47). O volume médio diário do mês de julho de 2022 foi de 1.120,28 BTC.

Meses anteriores

Em comparação com o mês de Junho (39.769,74 Bitcoin), o volume negociado de Bitcoins em Julho sofreu uma redução de 12,68%. Da mesma forma, o volume de moeda fiduciária (R$) necessária para realizar a movimentação dessa quantidade de Bitcoins variou -15,15%.

Em comparação com Julho do ano anterior, o volume movimentado de BTC avançou 15,23%, pois o volume daquele mês foi de 30.137,41 Bitcoins. Apesar disso, o volume de Reais necessários para movimentar a quantidade de Bitcoins em Julho de 2022 foi 25,75% menor do que Julho de 2021. O volume em Reais foi menor devido à desvalorização do Bitcoin em relação ao Real. Em 31/07/2021 o valor do Bitcoin era de R$ 217.304,64.

Preço Bitcoin Brasil

No dia 01/07/2022 o valor do Bitcoin era de R$ 103.032,19 e, no dia 31/07/2022, era de R$ 121.780,37, valorizando 16,27% no período.

Preço Bitcoin Brasil em Julho de 2022

ARQUIVO DE APOIO

As informações coletadas foram disponibilizadas em um arquivo OpenOffice que contém 3 planilhas. A primeira apresenta uma tabela com os volumes diários de cada exchange, do dia 01/07/2022 a 31/07/2022. Nesta planilha é possível clicar nas datas da primeira coluna para abrir o navegador padrão na página do “PREÇO BITCOIN BRASIL” na hora 23:59:59 UTC deste mesmo dia. Na segunda planilha há um resumo gráfico do volume diário da primeira planilha. Na terceira planilha há um gráfico diário do “PREÇO BITCOIN BRASIL”. A utilização das informações destes arquivos, para quaisquer fins, somente está autorizada se houver indicação expressa de que a fonte é o “Cointrader Monitor”, através da ferramenta “PREÇO BITCOIN BRASIL”, além do link “https://cointradermonitor.com/preco-bitcoin-brasil”.

Procura por Bitcoin

As 10 exchanges mais procuradas em Junho de 2022

No mês de Junho de 2022, as exchanges que operam no Brasil declararam ter negociado mais de R$ 4,8 bilhões em Bitcoin. Em um mês de recuperação de volume de negociações, a criptomoeda encerrou o mês cotada em R$ 104.739,24, tendo desvalorizado 27,36% no período.

As exchanges mais procuradas no Cointrader Monitor em junho de 2022 foram:

PosiçãoEmpresaProcuraMudança
1BitPreço9,11%+1
2NovaDAX8,30%+1
3MercadoBitcoin7,80%+3
4Binance6,18%-3
5Liqi5,18%+2
6BitcoinToYou4,56%+2
7B2U Pro4,06%-3
8Foxbit3,68%+2
9BitcoinTrade3,62%+3
10Makes Exchange3,06%+5

O site Cointrader Monitor avalia a procura das empresas através da análise estatística do clique dos usuários. Cada clique espontâneo do usuário nos nomes das exchanges é registrado em banco de dados para processamento. A coluna mudança revela quantas posições a exchange ganhou ou perdeu em relação ao mês anterior.

Por fim, ressaltamos que a pesquisa não utiliza todas as páginas do site. Apenas as páginas abaixo coletam os cliques dos usuários:

Volumes das exchanges de Junho de 2022

INTRODUÇÃO

Este relatório apresenta um resumo dos dados de VOLUME de operações de compra e venda de Bitcoin (BTC) coletados das API disponibilizadas pelas exchanges de 1 a 30/06/2022. A metodologia utilizada para produzir o relatório tem como objetivo reunir e apresentar os dados de forma organizada, deixando a informação disponível para a análise dos especialistas.

Foram coletadas informações de volume das seguintes exchanges: Alterbank, B2U Pro, Binance, Biscoint, BitCambio, BitcoinToYou, BitcoinTrade, Bitnuvem, bitPreço, Bitrecife, Bitso, Blocktane, BrasilBitcoin, BrasilBitcoin OTC, BULLGAIN, Citcoin, Coinext, CointradeCX, ComprarBitcoin, CryptoMKT, flowBTC, Foxbit, FTX, Liqi, Makes Exchange, MercadoBitcoin, NovaDAX, Nox Bitcoin, P2PTrading, PagCripto, PagCripto OTC, Stonoex, UpCâmbio, Walltime e YouBTrade.


RESULTADOS

As exchanges brasileiras declararam ter movimentado 39.769,74 Bitcoins de 1 a 30/06/2022, que equivale a aproximadamente R$ 4.769.438.125,54 (4,8 Bi). Há 1 ano, a exchange com maior volume tem sido a Binance, que, neste último mês, negociou 18.384,74 Bitcoins. A Binance foi responsável por 46,22% das negociações de Bitcoins no Brasil durante o mês de junho. A bitPreço – exchange nacional – teve a segunda maior participação, tendo negociado 16,71%.

É importante ressaltar que foi noticiado que o banco Capitual, a partir de 16/06/2022, não seria mais o parceiro da Binance no Brasil. Considerando que o volume negociado na Binance entre os dias 1º a 15 foi de 11.722,40 (53,81% do mercado), e que o volume entre os dias 16 e 30 foi de 6.662,34 (37,04%), a quebra da parceria com o banco teria reduzido a participação no mercado em 31,17% – negociação de Bitcoin. Com o episódio, estima-se que a Binance no Brasil tenha deixado de negociar R$ 322.720.200,61 em Bitcoins (preço médio de R$ 107.025,43 aplicado) pois, se mantivesse 53,81% de participação, teria negociado 21.400,09 BTC (3.015,36 BTC a mais).

No período, o dia que registrou a maior movimentação de Bitcoin foi 13/06/2022 com 3.997,67 BTC negociados, o equivalente a R$ 464.418.522,30. E o dia com menor movimentação foi o dia 05/06/2022, com 311,42 BTC (R$ 44.795.764,57). O volume médio diário do mês de junho de 2022 foi de 1.325,66 BTC.

Volumes da exchanges que operam no Brasil em junho de 2022

Meses anteriores

Em comparação com o mês de Maio (33.673,53 Bitcoin), o volume negociado de Bitcoins em Junho cresceu 18,10%. No entanto, devido à desvalorização do Bitcoin frente ao Real, o volume de moeda fiduciária (R$) necessária para realizar a movimentação dessa quantidade de Bitcoins variou -9,57%.

Em comparação com Junho do ano anterior, o volume movimentado de BTC avançou 6,64%, pois o volume daquele mês foi de 37.291,99 Bitcoins. Apesar disso, o volume de Reais necessários para movimentar a quantidade de Bitcoins em Junho de 2022 foi 29.16% menor do que Junho de 2021. O volume em Reais foi menor devido à desvalorização do Bitcoin. Em 30/06/2021 o valor do Bitcoin era de R$ 176.243,64.

Preço Bitcoin Brasil

No dia 01/06/2022 o valor do Bitcoin era de R$ 144.197,60 e, no dia 30/06/2022, era de R$ 104.739,24, desvalorizando 27,36% no período.

Preço Bitcoin Brasil em Junho de 2022

ARQUIVO DE APOIO

As informações coletadas foram disponibilizadas em um arquivo OpenOffice que contém 3 planilhas. A primeira apresenta uma tabela com os volumes diários de cada exchange, do dia 01/06/2022 a 30/06/2022. Nesta planilha é possível clicar nas datas da primeira coluna para abrir o navegador padrão na página do “PREÇO BITCOIN BRASIL” na hora 23:59:59 UTC deste mesmo dia. Na segunda planilha há um resumo gráfico do volume diário da primeira planilha. Na terceira planilha há um gráfico diário do “PREÇO BITCOIN BRASIL”. A utilização das informações destes arquivos, para quaisquer fins, somente está autorizada se houver indicação expressa de que a fonte é o “Cointrader Monitor”, através da ferramenta “PREÇO BITCOIN BRASIL”, além do link “https://cointradermonitor.com/preco-bitcoin-brasil”.

Procura por Bitcoin

As 10 exchanges mais procuradas em Maio de 2022

No mês de Maio de 2022, as exchanges que operam no Brasil declararam ter negociado mais de R$ 5,3 bilhões em Bitcoin. Em um mês de recuperação de volume de negociações, a criptomoeda encerrou o mês cotada em R$ 151.507,91, tendo desvalorizado 21,26% no período.

As exchanges mais procuradas no Cointrader Monitor em maio de 2022 foram:

PosiçãoEmpresaProcuraMudança
1Binance9,22%+1
2BitPreço7,56%-1
3NovaDAX7,10%
4B2U Pro4,97%
5ComprarBitcoin4,72% +4
6MercadoBitcoin4,66%
7Liqi4,51%-2
8BitcoinToYou3,73%
9Coinext3,42%+1
10Foxbit2,90%-3

O site Cointrader Monitor avalia a procura das empresas através da análise estatística do clique dos usuários. Cada clique espontâneo do usuário nos nomes das exchanges é registrado em banco de dados para processamento. A coluna mudança revela quantas posições a exchange ganhou ou perdeu em relação ao mês anterior.

Por fim, ressaltamos que a pesquisa não utiliza todas as páginas do site. Apenas as páginas abaixo coletam os cliques dos usuários:

Volumes das exchanges de Maio de 2022

INTRODUÇÃO

Este relatório apresenta um resumo dos dados de VOLUME de operações de compra e venda de Bitcoin (BTC) coletados das API disponibilizadas pelas exchanges de 1 a 31/05/2022. A metodologia utilizada para produzir o relatório tem como objetivo reunir e apresentar os dados de forma organizada, deixando a informação disponível para a análise dos especialistas.

Foram coletadas informações de volume das seguintes exchanges: Alterbank, B2U Pro, Binance, Biscoint, BitCambio, BitcoinToYou, BitcoinTrade, Bitnuvem, bitPreço, Bitrecife, Bitso, Blocktane, BrasilBitcoin, BrasilBitcoin OTC, BULLGAIN, Citcoin, Coinext, CointradeCX, ComprarBitcoin, CryptoMKT, flowBTC, Foxbit, FTX, Liqi, Makes Exchange, MercadoBitcoin, NovaDAX, Nox Bitcoin, P2PTrading, PagCripto, PagCripto OTC, Stonoex, UpCâmbio, Walltime e YouBTrade.


RESULTADOS

As exchanges brasileiras declararam ter movimentado 33.673,53 Bitcoins de 1 a 31/05/2022, que equivale a aproximadamente R$ 5.274.427.157,07 (5,3 Bi). Há 1 ano, a exchange com maior volume tem sido a Binance, que, neste último mês, negociou 17.451,07 Bitcoins. A Binance foi responsável por 51,82% das negociações de Bitcoins no Brasil durante o mês de maio, tendo alcançado, novamente, a maior participação mensal de uma exchange já registrada pelo Cointrader Monitor. A Binance já havia quebrado o recorde de participação no volume de negociações em março e abril. A bitPreço – exchange nacional – teve a segunda maior participação, tendo negociado 15,52% dos Bitcoins no mês de maio.

No período, o dia que registrou a maior movimentação de Bitcoin foi 12/05/2022 com 3.138,17 BTC negociados, o equivalente a R$ 471.549.758,44. E o dia com menor movimentação foi o dia 29/05/2022, com 338,38 BTC (R$ 47.501.173,57). O volume médio diário do mês de maio de 2022 foi de 1.086,24 BTC.

Volumes da exchanges que operam no Brasil em maio de 2022

Em comparação com o mês de Abril (22.079,97 Bitcoin), o volume negociado de Bitcoins em Maio cresceu 52,51%. De forma semelhante, o volume de Reais necessários para realizar a movimentação dessa quantidade de Bitcoins variou positivamente 20,15%.

Em comparação com Maio do ano anterior, o volume movimentado de BTC recuou 35,98%, pois o volume daquele mês foi de 52.595 Bitcoins. Além disso, o volume de Reais necessários para movimentar a quantidade de Bitcoins em Maio de 2022 foi 57,53% menor do que Maio de 2021.

No dia 01/05/2022 o valor do Bitcoin era de R$ 192.410,86 e, no dia 31/05/2022, era de R$ 151.507,91, desvalorizando 21,26% no período.

Preço Bitcoin Brasil em Maio de 2022

ARQUIVO DE APOIO

As informações coletadas foram disponibilizadas em um arquivo OpenOffice que contém 3 planilhas. A primeira apresenta uma tabela com os volumes diários de cada exchange, do dia 01/05/2022 a 31/05/2022. Nesta planilha é possível clicar nas datas da primeira coluna para abrir o navegador padrão na página do “PREÇO BITCOIN BRASIL” na hora 23:59:59 UTC deste mesmo dia. Na segunda planilha há um resumo gráfico do volume diário da primeira planilha. Na terceira planilha há um gráfico diário do “PREÇO BITCOIN BRASIL”. A utilização das informações destes arquivos, para quaisquer fins, somente está autorizada se houver indicação expressa de que a fonte é o “Cointrader Monitor”, através da ferramenta “PREÇO BITCOIN BRASIL”, além do link “https://cointradermonitor.com/preco-bitcoin-brasil”.

Procura por Bitcoin

As 10 exchanges mais procuradas em Abril de 2022

No mês de Abril de 2022, as exchanges que operam no Brasil declararam ter negociado mais de R$ 4,4 bilhões em Bitcoin. Em um cenário de persistente queda de volume, a criptomoeda encerrou o mês cotada em R$ 188.807,56, tendo desvalorizado 12,48% no período.

As exchanges mais procuradas no Cointrader Monitor em abril de 2022 foram:

PosiçãoEmpresaProcuraMudança
1BitPreço8,85%
2Binance8,09%
3NovaDAX7,40%+1
4B2U Pro5,03%+2
5Liqi4,65%
6MercadoBitcoin4,27%-3
7Foxbit3,89%+2
8BitcoinToYou3,81%+2
9ComprarBitcoin3,74%-1
10Coinext3,59%-3

O site Cointrader Monitor avalia a procura das empresas através da análise estatística do clique dos usuários. Cada clique espontâneo do usuário nos nomes das exchanges é registrado em banco de dados para processamento. A coluna mudança revela quantas posições a exchange ganhou ou perdeu em relação ao mês anterior.

Por fim, ressaltamos que a pesquisa não utiliza todas as páginas do site. Apenas as páginas abaixo coletam os cliques dos usuários:

Volumes das exchanges de Abril de 2022

INTRODUÇÃO

Este relatório apresenta um resumo dos dados de VOLUME de operações de compra e venda de Bitcoin (BTC) coletados das API disponibilizadas pelas exchanges de 1 a 30/04/2022. A metodologia utilizada para produzir o relatório tem como objetivo reunir e apresentar os dados de forma organizada, deixando a informação disponível para a análise dos especialistas.

Foram coletadas informações de volume das seguintes exchanges: Alterbank, B2U Pro, Binance, Biscoint, BitCambio, BitcoinToYou, BitcoinTrade, Bitnuvem, bitPreço, Bitrecife, Bitso, Blocktane, BrasilBitcoin, BrasilBitcoin OTC, BULLGAIN, Citcoin, Coinext, CointradeCX, ComprarBitcoin, CryptoMKT, flowBTC, Foxbit, FTX, Liqi, Makes Exchange, MercadoBitcoin, NovaDAX, Nox Bitcoin, P2PTrading, PagCripto, PagCripto OTC, Stonoex, UpCâmbio, Walltime e YouBTrade.


RESULTADOS

As exchanges brasileiras declararam ter movimentado 22.079,97 Bitcoins de 1 a 30/04/2022, que equivale a aproximadamente R$ 4.389.958.251,65 (4,4 Bi). Há 1 ano, a exchange com maior volume tem sido a Binance, que, neste último mês, negociou 10.973,83 Bitcoins. A Binance foi responsável por 49,70% das negociações de Bitcoins no Brasil durante o mês de abril, tendo alcançado, novamente, a maior participação mensal de uma exchange já registrada pelo Cointrader Monitor. A Binance já havia quebrado o recorde de participação no volume de negociações no mês anterior.

No período, o dia que registrou a maior movimentação de Bitcoin foi 04/04/2022 com 1.228,44 BTC negociados, o equivalente a R$ 265.620.839,42. E o dia com menor movimentação foi o dia 16/04/2022, com 212,93 BTC (R$ 40.872.560,17). O volume médio diário do mês de abril de 2022 foi de 736 BTC.

Volumes da exchanges que operam no Brasil em abril de 2022

Em comparação com o mês de Março (23.181,44 Bitcoin), o volume negociado de Bitcoins em Abril apresentou um leve recuo de 4,75%. De forma semelhante, o volume de Reais necessários para realizar a movimentação dessa quantidade de Bitcoins sofreu retração, tendo variado -9,93%.

Agora, em comparação com Abril do ano anterior, o volume movimentado de BTC recuou 27,07% pois o volume daquele mês foi de 30.276 Bitcoins. Porém, o volume de Reais necessários para movimentar a quantidade de Bitcoins em Abril de 2022 foi 54,78% menor do que Abril de 2021.

No dia 01/04/2022 o valor do Bitcoin era de R$ 215.651,88 e, no dia 30/04/2022, era de R$ 188.807,56, desvalorizando 12,48% no período.

Preço Bitcoin Brasil em Abril de 2022

ARQUIVO DE APOIO

As informações coletadas foram disponibilizadas em um arquivo OpenOffice que contém 3 planilhas. A primeira apresenta uma tabela com os volumes diários de cada exchange, do dia 01/04/2022 a 30/04/2022. Nesta planilha é possível clicar nas datas da primeira coluna para abrir o navegador padrão na página do “PREÇO BITCOIN BRASIL” na hora 23:59:59 UTC deste mesmo dia. Na segunda planilha há um resumo gráfico do volume diário da primeira planilha. Na terceira planilha há um gráfico diário do “PREÇO BITCOIN BRASIL”. A utilização das informações destes arquivos, para quaisquer fins, somente está autorizada se houver indicação expressa de que a fonte é o “Cointrader Monitor”, através da ferramenta “PREÇO BITCOIN BRASIL”, além do link “https://cointradermonitor.com/preco-bitcoin-brasil”.