Monolito dourado sob crosta de gelo rachado com veias vermelhas pulsantes, simbolizando queda de 46% do Bitcoin e inverno cripto prolongado

Inverno Cripto à Vista? BTC Derrete 46% e Analistas Cortam Preços

O alerta da XWIN Research não poderia ser mais claro: o Bitcoin pode já estar entrando em um inverno cripto prolongado. Após queda de 46% do pico de US$ 126 mil para cerca de US$ 67.900, o mercado registra perdas realizadas de US$ 13 bilhões, o maior nível desde 2022. Cinco meses consecutivos de perdas e Índice de Medo & Ganância em 14 (medo extremo) reforçam o cenário de baixa. A história mostra que esses sinais precedem correções mais profundas, como em 2018.


Queda Acelerada e Fluxos de Capital Preocupantes

A desvalorização de 46% do Bitcoin não é mero ajuste: representa uma retração significativa após o pico histórico. Segundo a análise da XWIN, apesar de US$ 300 bilhões em inflows em 2025, a capitalização de mercado encolheu, indicando pressão vendedora dominante de grandes holders ou derivativos. O volume de perdas realizadas atingiu picos vistos no fundo de 2022, mas com preços nominais mais altos, o mercado ignora o enfraquecimento estrutural.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 349.680, com variação de -0,31% em 24 horas e volume de 327 BTC. Esse descolamento entre inflows e preço é clássico de topos de ciclo, como vimos na bolha dot-com ou no bear de 2018, quando o otimismo institucional mascarou a realidade.

O mercado está ignorando esses alertas, mas os dados on-chain sugerem que a força interna está se esgotando. Capitulação pode demorar meses, como historicamente ocorre.

Standard Chartered Corta Previsão e Aponta US$ 50 Mil

O corte de alvo de preço pelo Standard Chartered reforça o ceticismo. O banco reduziu a meta de fim de ano para US$ 100 mil, ante US$ 150 mil, e prevê queda a US$ 50 mil antes de qualquer rebound. ETF de Bitcoin registram saídas de US$ 282 milhões este mês e US$ 6 bilhões nos últimos quatro, enquanto open interest de futuros cai de US$ 96 bilhões para US$ 44 bilhões.

Geoffrey Kendrick, chefe de ativos digitais, cita falta de narrativa clara e macro desfavorável até mudanças no Fed. Essa capitulação final é esperada nos próximos meses. A história mostra que analistas institucionais acertam ao virar bearish em picos de exuberância, como em 2022, quando cortes semelhantes precederam o fundo.

Investidores devem monitorar esses fluxos: redução de exposição sinaliza risco de mais downside.

Influência de Tech e Metais Preciosos no Cenário Bear

A correlação com o setor tech reafirma a vulnerabilidade. Bitcoin recuou para US$ 65 mil, acompanhando queda de 2% no Nasdaq e 3% no ETF de software (IGV), pressionado por medos de IA disruptiva. Ouro e prata despencaram 3% e 10%, respectivamente, rompendo qualquer narrativa de safe haven.

O mercado cripto, ainda visto como ‘software programável’, sofre com múltiplos elevados questionados pela automação via IA. Essa sincronia com tech volátil é lição de 2022: cripto não decoupling real ainda. Ciclos passados, como crises asiáticas de 1997, mostram que ativos de risco caem juntos em risk-off.

Cuidado com otimismo prematuro: sem suporte macro, o inverno pode se estender.

Lições Históricas e Próximos Passos

Eu avisei: todo bull é seguido de bear prolongado. 2018 viu quedas de 84%; 2022, 77%. Hoje, com estrutura mais madura via ETFs, o downside pode ser menos extremo, mas perdas de US$ 13 bi e cortes institucionais gritam cautela. Proteja capital priorizando sobrevivência ao ciclo.

Vale monitorar capitulação em perdas realizadas e inflows sustentados. Sem isso, novas mínimas são prováveis. O sonho da alta eterna acabou — prepare-se para um inverno mais longo do que o hype sugere.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Baleias digitais emergindo de abismo expelindo fluxos dourados de BTC em superfície turbulenta cyan, alertando volatilidade on-chain no Bitcoin

Baleias se movem: Depósito de US$ 727 mi na Binance alerta volatilidade

Os dados on-chain mostram uma baleia depositando 10.735 BTC, equivalentes a US$ 727 milhões, na Binance nos últimos três dias, incluindo 2.535 BTC há duas horas. Em contraste, a exchange registrou uma saída de US$ 1,28 bilhão em Bitcoin, equivalente a cerca de 19.162 BTC. Esse movimento contraditório pode sinalizar reestruturação de liquidez e maior volatilidade no mercado de BTC, atualmente cotado próximo de US$ 67.000.


Detalhes dos Depósitos da Baleia

De acordo com monitoramento do The Data Nerd, a entidade identificada como 3NVeX realizou depósitos cumulativos de 10.735 BTC na Binance entre 10 e 13 de fevereiro de 2026. O último movimento, de 2.535 BTC (US$ 168 milhões), ocorreu há duas horas da publicação original. Esses inflows elevados, com picos acima de 12.000 BTC em eventos recentes, coincidem com a correção do Bitcoin de US$ 95.000 para níveis atuais em torno de US$ 67.000.

Os dados indicam uma concentração de supply na exchange, expandindo o inventário disponível para trading. Médias mensais de inflows subiram para 2.900-3.000 BTC no final de 2025, refletindo posicionamento sob pressão de preço. Tal padrão historicamente precede execuções de venda, com volume taker negativo confirmando distribuição ativa no mercado spot e derivativos.

Saídas Massivas Reduzem Saldos da Exchange

Paralelamente, os saldos de Bitcoin na Binance caíram de aproximadamente 1,23 milhão para 1,21 milhão de BTC, impulsionados por saídas de 19.162 BTC (US$ 1,28 bilhão). Esse outflow acelerou após eventos de desconfiança em outubro de 2025, com investidores priorizando custódia em cold wallets. O movimento reflete aversão a risco, não realização de lucros, apertando a liquidez de venda na exchange.

Embora os inflows de baleias tenham aumentado a oferta disponível, as retiradas institucionais e de holders grandes mitigaram impactos imediatos de downside. No entanto, a combinação expõe fragilidades: supply concentrado em poucas mãos e redução gradual de inventário on-exchange.

Implicações para Volatilidade e Níveis Técnicos

Os dados mostram transição de inflows passivos para pressão de venda agressiva, alinhada a drawdowns mais acentuados em 2026. Volumes taker negativos intensos marcam capitulação, enquanto outflows para storage frio oferecem suporte de longo prazo via redução de sell-side overhang. Indicadores como net volume taker e exchange balances sugerem volatilidade elevada, com BTC testando suportes em US$ 62.000-65.000.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 349.964,63, com variação de -0,25% em 24 horas e volume de 329,71 BTC. No mercado global, BTC-USD em US$ 67.080 (Dólar a R$ 5,218). Traders devem monitorar inflows contínuos acima de 5.000 BTC e outflows sustentados para avaliar direção de curto prazo.


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Núcleo dourado de Bitcoin tensionado por filamentos vermelhos puxando para linha 74K, simbolizando pressão de expiração de opções no max pain

Bitcoin sob Pressão: US$ 2,9 bilhões em Opções Expiram Hoje

Cerca de US$ 2,9 bilhões em contratos de opções de criptomoedas expiram nesta sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026, às 08:00 UTC, com destaque para US$ 2,5 bilhões em opções de Bitcoin na Deribit. Os dados mostram um put/call ratio de 0,76, indicando mais calls do que puts, e max pain em torno de US$ 74-75 mil segundo Coinglass. Com o Bitcoin negociado próximo a US$ 66 mil, a discrepância pode gerar volatilidade à medida que market makers ajustam posições.


Detalhes da Expiração nas Principais Exchanges

Os números consolidados revelam que aproximadamente 38 mil contratos de opções de Bitcoin expiram hoje, com valor nocional de US$ 2,53 bilhões apenas na Deribit. O open interest (OI) total em opções de BTC em todas as exchanges atinge US$ 36,6 bilhões, com concentrações elevadas nos strikes de US$ 60 mil e US$ 50 mil, onde ultrapassam US$ 1 bilhão cada. Isso reflete aumento de apostas de baixa, com puts dominando o volume recente — mais de US$ 1 bilhão negociados hoje, 37% do total, majoritariamente out-of-the-money entre US$ 60-65 mil.

Para Ethereum, 217 mil contratos expiram com US$ 406-420 milhões nocionais, put/call de 0,89 e max pain em US$ 2.150. Segundo dados recentes, às 07:32 de hoje, o Bitcoin está cotado a R$ 348.993,58, com variação de -0,65% em 24 horas e volume de 328,79 BTC. Fonte: Cointrader Monitor.

O Conceito de Max Pain e Seu Impacto Potencial

O max pain refere-se ao preço de exercício onde o maior número de opções expira sem valor, maximizando perdas para detentores de opções. Calculado com base no volume de contratos por strike, ele atua como um ‘ímã’ porque market makers, que vendem opções, hedgeiam posições para minimizar prejuízos, comprando ou vendendo spot/futuros. Aqui, com max pain em US$ 74-75 mil — acima do spot atual de ~US$ 66-68 mil —, os dados sugerem pressão para cima se o momentum permitir, mas a tendência de baixa recente pode contrariar.

Análises como a de Laevitas identificam um ‘bear put spread’ na Deribit, comprando put de strike alto e vendendo put baixo. Greeks Live nota dominância de puts OTM, sinalizando visão negativa institucional para 1-2 meses. Historicamente, expirações elevadas como esta (maior que a semana passada) amplificam volatilidade em até 5-10% no dia.

Contexto Técnico e Níveis Críticos a Monitorar

O Bitcoin registra queda de ~50% desde o ATH de US$ 126 mil em outubro, com market cap total em US$ 2,34 trilhões (-1,5% diário). Spot volume de BTC em US$ 47 bilhões (-11%), futures em US$ 63 bilhões (-18%), OI em US$ 44 bilhões (-1,73%). RSI diário em 29 indica oversold, mas sem divergência bullish confirmada; estrutura de baixa com lower highs/lows abaixo da média móvel de 50 dias (US$ 75 mil) e 200 dias (US$ 92,5 mil).

Suportes imediatos: US$ 65-66 mil, seguido de US$ 60 mil psicológico e realized price ~US$ 55 mil. Resistências: US$ 74-76 mil (max pain + 50DMA). Bollinger Bands expansivas e preço no limite inferior sugerem possível extensão da queda ou alívio temporário. Traders devem observar volume pós-expiração às 08:00 UTC para directional bias.

Implicações para o Mercado Brasileiro

No Brasil, com BTC a R$ 349 mil aproximados, a expiração global impacta exchanges locais via arbitragem e fluxos institucionais. Volume 24h de R$ equivalente reflete correlação alta com spot global. Investidores locais monitoram se o max pain impulsiona recuperação ou reforça o mercado de baixa, com OI crescente em strikes baixos sinalizando cautela. Os dados indicam neutralidade direcional até o settlement.


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Pilares de ouro e prata rachando sob energia vermelha descendente com rede cyan ligando a BTC, simbolizando queda nos metais e correlacao

Ouro e Prata Despencam US$ 60 e US$ 3 no Spot: Análise Técnica

Os dados da Gate mostram uma forte queda no mercado spot de metais preciosos, com o ouro despencando US$ 60 para US$ 5.010/oz e a prata recuando quase US$ 3 para US$ 79,26/oz. Registrado em 12 de fevereiro às 16:16, o movimento intradiário alerta investidores que buscavam refúgio nesses ativos após alta recente. Enquanto isso, o Bitcoin luta para manter suportes chave em torno de US$ 66.000, questionando a persistência da correlação negativa.


Movimentação Detalhada no Spot

Os números indicam uma correção acentuada nos preços spot. O ouro, que operava em patamares elevados próximos a US$ 5.070, registrou queda ampliada para US$ 5.010 por onça, representando uma desvalorização de aproximadamente 1,2% no curto prazo. Paralelamente, a prata apresentou volatilidade similar, caindo de níveis acima de US$ 82 para US$ 79,26/oz, uma retração de cerca de 3,7%.

Em reais, considerando a cotação do dólar em R$ 5,2151, o ouro spot equivale a cerca de R$ 26.130/oz e a prata a R$ 413/oz. Esses valores refletem a pressão vendedora observada, possivelmente impulsionada por realização de lucros após a euforia de dias anteriores.

Contexto Técnico dos Metais

No gráfico diário, o ouro testou o suporte da média móvel de 50 períodos em US$ 4.950, mas o rompimento não se confirmou. A RSI (14) entrou em zona de sobrecompra pré-queda (acima de 70), sugerindo esgotamento do momentum altista. Para a prata, o padrão de cunha descendente foi invalidado, com perda do suporte em US$ 78.

Os dados atuais mostram recuperação parcial: ouro em US$ 4.974 (+1,1% diário), prata em US$ 78,48 (+4,5%). No entanto, os volumes indicam cautela, com máximas e mínimas do dia em US$ 4.995 e US$ 4.918 para ouro, e US$ 79,30 e US$ 74,70 para prata.

Correlação com Bitcoin e Dólar Forte

A correlação entre metais preciosos e Bitcoin, historicamente negativa em curtos prazos, persiste. Enquanto ouro e prata corrigiam, o BTC recuava de US$ 67.081 para US$ 65.881, agora em US$ 66.884 (+0,94%). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 348.968, com variação de -0,41% nas últimas 24h no mercado brasileiro.

O dólar forte, com USD/BRL estável em 5,215, pressiona ativos denominados em USD. Os dados sugerem que ambos os mercados sofrem com saída de capital de risco, mas a recuperação simultânea hoje aponta para possível divergência restabelecida.

Níveis Críticos a Monitorar

Para ouro, resistência em US$ 5.000 e suporte em US$ 4.900; rompimento abaixo pode mirar US$ 4.850. Prata enfrenta barreira em US$ 80, com suporte em US$ 76. No Bitcoin, o suporte imediato é US$ 66.000, com resistência em US$ 67.000.

Investidores devem observar volumes e o índice DXY para avaliação da força do dólar. A utilidade reside em posicionar stops conforme esses níveis, sem assumir direção única.


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Personagens cartoon estilizados de ARK Invest e JPMorgan erguendo símbolo Bitcoin dourado contra onda de correção, simbolizando apostas institucionais para 2026

Cathie Wood e JPMorgan Apostam Alto no Bitcoin em 2026

Resista ao FUD: em meio à correção recente do Bitcoin para cerca de US$ 66.800, Cathie Wood da ARK Invest afirma que o ativo prosperará no ‘caos deflacionário’ gerado por IA e inovações exponenciais. Paralelamente, o JPMorgan mantém seu viés de alta para 2026, citando subvalorização em relação aos custos de produção. Essas visões institucionais reforçam a tese de adoção de longo prazo.


Caos Deflacionário: A Tese de Cathie Wood

No Bitcoin Investor Week em Nova York, Cathie Wood explicou que tecnologias como IA, robótica e blockchain causarão uma deflação impulsionada por produtividade. Custos de treinamento de IA caem 75% ao ano, e de inferência até 98%, derrubando preços e estressando modelos de negócios legados baseados em dívida e inflação de 2-3%.

O Federal Reserve, dependente de dados atrasados, pode errar na resposta, gerando turbulência no sistema financeiro tradicional. Aqui, o Bitcoin brilha: com suprimento fixo de 21 milhões e arquitetura descentralizada, oferece hedge não só contra inflação, mas também deflação. “Bitcoin não tem os problemas de contraparte dos sistemas tradicionais”, destacou Wood, cujas carteiras da ARK incluem grandes posições em exchanges como Coinbase.

Os fundamentos se fortalecem: diferente da bolha tech dos anos 2000, as tecnologias agora são reais, posicionando o mercado para uma virada narrativa de inflação para deflação produtiva.

JPMorgan: Bitcoin Subvalorizado e Pronto para Influxo

A JPMorgan, liderada pelo estrategista Nikolaos Panigirtzoglou, vê o Bitcoin negociado a US$ 66.300 como subvalorizado frente aos US$ 77.000-US$ 80.000 de custos de produção. Historicamente, esse piso atrai compras altistas, com miners ineficientes saindo e hash rate se ajustando.

O momentum vira com o retorno de investidores institucionais, não varejo. Bitcoin ganha atratividade sobre ouro, com volatilidade estabilizando e divergência recente favorecendo o BTC. Avanços regulatórios nos EUA, como o Clarity Act, removerão barreiras, liberando capital à espera.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 348.728 (-0,28% em 24h), refletindo o cenário global mas com potencial local via adoção crescente.

Implicações para o Ciclo de 2026

Essas perspectivas conectam à narrativa maior: o mercado está construindo bases sólidas pós-halving. Instituições como ARK e JPMorgan ignoram ruído curto prazo, focando em adoção. Fluxos de ETF, tesourarias corporativas e clareza regulatória aceleram o ecossistema.

Volatilidade persiste — correções como a atual testam resiliência —, mas ciclos passados mostram que pânicos cedem a altas sustentadas. Para o investidor comum, isso significa paciência estratégica: monitore custos de produção, fluxos institucionais e convergência tech-financeira.

O otimismo é fundamentado: Bitcoin não é especulação, mas reserva de valor em um mundo de disrupção exponencial.


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Robô cartoon operando nodo Lightning com raios de pagamento para serviços, simbolizando IAs autônomas pagando com Bitcoin sem bancos

Bitcoin para Robôs: IAs Pagam Contas na Lightning sem Banco

Imagine uma IA que reserva seu jantar, gera um relatório ou processa imagens e paga suas próprias contas com Bitcoin na Lightning Network, sem precisar de banco ou documentos. É isso que a Lightning Labs lançou: ferramentas open-source para agentes autônomos de IA operarem nós Lightning e realizarem transações instantâneas. Sem KYC, sem burocracia – só Bitcoin fluindo para micro-serviços. Isso abre portas para uma economia onde robôs trabalham e pagam sozinhos.


Como Funcionam as Ferramentas LN Agent Tools

O kit LN Agent Tools é um pacote de sete ferramentas que qualquer desenvolvedor pode baixar no GitHub. A estrela é o lnget, uma versão esperta do curl: quando uma IA acessa uma API paga, recebe um erro 402 (Pagamento Requerido) com uma fatura Lightning e paga na hora com BTC. Tudo automático, com limites de gasto configuráveis para não estourar o orçamento.

Para o lado vendedor, há o Aperture, um proxy que transforma qualquer API em serviço pago por uso. Preços dinâmicos baseados no consumo: uma consulta simples custa centavos em sats (frações de Bitcoin), algo como R$ 0,01 por chamada. No Brasil, onde o Bitcoin está a R$ 347.928 segundo o Cointrader Monitor, isso significa micropagamentos viáveis para tarefas cotidianas.

Segurança vem com macaroons: credenciais limitadas que dão permissão só para pagar ou ler, isolando chaves privadas via firmante remoto. Nada de expor carteiras inteiras.

Exemplos Práticos para o Dia a Dia

Pense no seu negócio: uma IA brasileira que analisa vendas no WhatsApp precisa de dados meteorológicos premium. Em vez de cartão ou Pix demorado, ela roda um Lightning, paga a API com sats e recebe os dados em segundos. Custa o equivalente a um cafezinho por mês, sem taxas bancárias de 5% ou espera de dias.

Para freelancers devs no Brasil, isso é ouro: hospede sua API de geração de código ou edição de imagens e cobre por uso. Uma IA cliente paga via Lightning na Binance, que suporta saques rápidos em BTC. Sem IOF extra em remessas internacionais ou papelada KYC para cada cliente.

É realista: ainda precisa de um Lightning rodando (fácil com apps como Breez ou Phoenix), mas evita a dor de cabeça de integrações com Stripe ou PayPal, cheios de burocracia para quem está no Brasil.

Impacto no Brasil e Conexão com Coinbase

No nosso contexto, isso resolve problemas reais: imagine enviar sats para uma IA que gerencia remessas familiares ou otimiza impostos sobre cripto. Sem banco, sem CPF gringo – só Bitcoin nativo. Complementa o lançamento das agentic wallets da Coinbase, que também miram IAs autônomas, mas agora com Lightning, os pagamentos são mais baratos e rápidos.

Para começar: clone o repo, instale via npx, configure um local ou remoto. Teste com frameworks como Claude Code. O futuro do trabalho? IAs pagando suas contas enquanto você foca no que importa. Vale testar em projetos pequenos para ver o custo-benefício.

Próximos Passos para Você

Se você é dev ou empreendedor, baixe as ferramentas hoje e experimente micropagamentos. Monitore adoção: se pegar tração, sats vão fluir como nunca. Mas lembre: configure limites e backupe chaves – segurança em primeiro lugar.


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Personagens cartoon de reguladores CFTC, SEC e Fed unindo peças de puzzle cripto em mesa estratégica, simbolizando unificação de critérios regulatórios nos EUA

Avanço Regulatório EUA: CFTC e SEC Unificam Critérios Cripto

📊 BOLETIM CRIPTO | 13/02/2026 | MANHÃ

O avanço do capital institucional define o tom de viés de alta moderado do período, impulsionado por uma coordenação inédita entre os principais reguladores dos Estados Unidos. A nomeação de lideranças do setor em comitês federais e a confirmação de uma taxonomia clara para ativos digitais estabelecem as bases para uma nova era de integração financeira. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 348.190,80, refletindo a resiliência do mercado diante de pressões pontuais. Embora riscos de segurança cibernética e fluxos ilícitos persistam como desafios ao varejo, o momentum positivo regulatório e a entrada de grandes participantes institucionais prevalecem como os principais motores do ecossistema nas próximas horas.


🔥 Destaque: CFTC Nomeia CEOs Cripto para Comitê Estratégico

A Commodity Futures Trading Commission (CFTC) dos Estados Unidos protagonizou um marco histórico ao expandir seu Comitê Consultivo de Inovação (IAC) para 35 membros, incluindo figuras centrais da indústria como Brian Armstrong (Coinbase) e Brad Garlinghouse (Ripple). A iniciativa, liderada pelo Chairman Mike Selig, visa modernizar as regras para derivativos e inovações financeiras, trazendo a expertise direta dos executivos para o centro da formulação de políticas federais.

De acordo com informações da CoinDesk, a presença desses líderes sinaliza uma transição do modelo de “regulação por enforcement” para uma abordagem colaborativa. O comitê também conta com gigantes do sistema tradicional, como o CME Group e a Nasdaq, consolidando a ponte entre as finanças descentralizadas e o tradfi. Esta cooperação é vista como um catalisador para a aceleração de frameworks regulatórios para stablecoins e contratos de opções.

Para o mercado, as implicações são profundas: a legitimidade conferida pela CFTC ao setor pode reduzir drasticamente o medo e a incerteza regulatória que acompanhou o ecossistema nos últimos anos. A expectativa é que esse diálogo direto resulte em regras mais equilibradas, que protejam o investidor sem sufocar a inovação tecnológica. No entanto, analistas alertam para o risco de “captura regulatória”, onde os interesses das grandes corporações poderiam, em teoria, sobrepor-se às necessidades do varejo.

Monitorar as atas e comunicados deste grupo será essencial para antecipar movimentos em relação aos ativos como Bitcoin e Ethereum. A inclusão de nomes como Sergey Nazarov (Chainlink) e Anatoly Yakovenko (Solana) reforça que o escopo regulatório transcende o BTC, abraçando a infraestrutura web3 de modo abrangente.


📈 Panorama do Mercado

O cenário atual é caracterizado por uma harmonização regulatória sem precedentes nos Estados Unidos. A colaboração entre SEC, CFTC e o Federal Reserve via iniciativas como o “Project Crypto” indica que o governo americano está empenhado em definir uma taxonomia de tokens precisa. Este movimento é fundamental para distinguir quais ativos operam como commodities e quais são valores mobiliários, oferecendo a segurança jurídica necessária para grandes gestoras de ativos.

Enquanto o contexto institucional avança, o setor de varejo enfrenta ventos contrários devido a ataques cibernéticos e esquemas de fraude. Relatórios da Chainalysis revelaram um aumento preocupante em fluxos ilícitos, o que justifica a urgência regulatória atual. No entanto, a migração para plataformas reguladas e a crescente demanda por soluções de conformidade indicam que o mercado está amadurecendo para filtrar esses riscos sistêmicos.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Fluxos Ilícitos e Regulação: O aumento de 85% nos fluxos para crimes sensíveis reportado pela Chainalysis gera pressão por regras contra lavagem de dinheiro mais rigorosas, o que pode afetar a liquidez de ativos focados em privacidade.
  • Hacks de Romance: O alerta do DOJ sobre fraudes emocionais ligadas a cripto antes do Valentine’s Day reforça a necessidade de educação para o investidor de varejo contra golpes sentimentais.
  • Insider Trading em Previsão: O caso de uso de inteligência militar no Polymarket em Israel evidencia brechas em mercados de predição que ainda operam com baixo nível de verificação de identidade.
  • Restrições Bancárias Regionais: Na Coreia do Sul, o erro operacional da Bithumb levou bancos a hesitarem na renovação de contratos, ameaçando as rampas de entrada fiduciárias na Ásia.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Adoção via Derivativos: A proposta do Fed para margens específicas em derivativos cripto abre caminho para que bancos tradicionais ofereçam exposição estruturada a ativos como BTC e ETH.
  • Maturidade DeFi: A pressão sobre exchanges centralizadas em regiões como a Coreia pode acelerar a migração de usuários para protocolos descentralizados mais robustos e independentes.
  • Ferramentas de RegTech: A crescente necessidade de conformidade cria uma demanda massiva por ferramentas de monitoramento on-chain e verificação para investidores institucionais.

📰 Principais Notícias do Período

1. CFTC nomeia 35 CEOs cripto para comitê de inovação
Líderes da Coinbase, Ripple e Uniswap agora integram o comitê oficial da CFTC para assessorar a regulação de commodities digitais e derivativos nos EUA.

2. SEC confirma taxonomia tokens alinhada ao CLARITY Act
Paul Atkins afirmou que a agência trabalha em uma orientação formal para classificação de ativos, visando harmonizar as regras com o framework legislativo federal.

3. Fed propõe margens iniciais distintas para derivativos cripto
O Federal Reserve sugeriu que cripto seja uma classe de ativo separada em mercados de balcão (OTC), exigindo colaterais específicos dada a sua volatilidade característica.

4. Alerta EUA destaca riscos de scams românticos com cripto
Procuradores federais alertaram para picos de golpes do tipo “pig-butchering” em aplicativos de namoro, com fundos muitas vezes lavados via redes transnacionais.

5. Fluxos cripto para tráfico humano sobem 85% em 2025
Novo relatório de crimes cibernéticos aponta crescimento explosivo em transações ligadas a serviços ilícitos, intensificando o escrutínio sobre stablecoins e mixers.

6. Israel indicia insiders por apostas no Polymarket
Um oficial de reserva e um civil foram acusados de usar inteligência de guerra confidencial para lucrar em mercados de previsão descentralizados.

7. Bancos coreanos hesitam em contratos pós-erro Bithumb
O erro de distribuição de BTC pela exchange Bithumb gerou cautela em grandes bancos sul-coreanos sobre a continuidade do suporte a contas fiat reais.


🔍 O Que Monitorar

  1. Progresso do CLARITY Act: O avanço desta legislação no Congresso dos EUA determinará a perenidade das novas classificações de tokens.
  2. Volumes em CEXs Coreanas: A possível não renovação de contratos bancários pode gerar choques de liquidez na região asiática.
  3. Resposta da CFTC ao Polymarket: Eventuais sanções ou exigências de KYC para mercados de predição após os casos de uso indevido de informação internacional.
  4. Fluxos Institucionais: O impacto das margens propostas pelo Fed no volume de negociação de derivativos em bancos e na Binance.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 48 horas, o viés de alta moderado deve persistir, ancorado pelo otimismo institucional gerado pela tríade regulatória americana (SEC, CFTC e Fed). Embora o medo causado por relatórios de crimes ilícitos possa retrair o apetite do varejo no curto prazo, a clareza nas regras do jogo é historicamente positiva para a acumulação de longo prazo por grandes participantes. Investidores devem monitorar a sustentação do suporte do Bitcoin frente a entradas de capital institucional e ficar atentos a possíveis reações regulatórias em plataformas de predição descentralizadas. A coordenação entre agências sugere que os dias de incerteza extrema nos EUA estão contados, favorecendo ativos com fundamentos sólidos e conformidade robusta.


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Sol dourado eclipsado por disco negro com raios vermelhos pulsantes e glow cyan central, simbolizando pânico extremo no Bitcoin similar ao FTX

Bitcoin cai para US$ 65 mil: Sentimento atinge pior nível desde FTX

O Bitcoin recuou para US$ 65.747 nesta quinta-feira (12/02/2026), enquanto o índice Crypto Fear & Greed atingiu 5 — pior nível histórico de "medo extremo", comparável ao colapso da FTX em 2022. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 342.847, com variação de -2,41% em 24h. Saídas recordes de ETFs e liquidações de US$ 285 milhões intensificam o pânico. Os dados sugerem estresse sustentado, sem capitulação clara: fundo de mercado ou rota para US$ 60 mil?


Situação Atual do Mercado

Os dados mostram o Bitcoin testando o suporte de US$ 66.000 pela segunda sessão consecutiva, com queda de 5% na semana. O market cap total das criptos estabiliza em US$ 2,33 trilhões, mas altcoins como Ethereum (US$ 1.910, -4% semanal) e Solana (-8%) acompanham a baixa. O Standard Chartered alerta para possível declínio a US$ 50 mil se o suporte romper, citando fluxos negativos em ETFs.

ETFs de Bitcoin registraram saídas de US$ 276 milhões em 11/02, revertendo sequência de entradas, enquanto ETFs de ETH perderam US$ 129 milhões. Liquidações totalizaram US$ 285 milhões em 24h, com BTC responsável por US$ 118 milhões. No Brasil, volume 24h é de 346 BTC, concentrado em Binance e NovaDAX.

Análise Técnica e Níveis Críticos

A análise técnica indica suporte imediato em US$ 65.000, com risco de teste em US$ 60.000 — nível atingido em 05/02. A correlação histórica com o Nasdaq 100 (acima de 0,7) explica parte da pressão, impulsionada por temores com IA e produtividade tech. A média móvel de 30 dias das entradas nos ETFs spot permanece negativa há 90 dias, sinalizando demanda fraca.

Glassnode destaca liquidez fina e posicionamento defensivo de traders. Sem renovação de apetite por risco, movimentos serão ditados por fluxos de curto prazo. RSI diário em zona de sobrevenda (abaixo de 30) sugere possível recuo técnico, mas volume de vendas indica estresse prolongado.

Contexto de Sentimento e Macro

O crash é o mais severo desde FTX, com Fear & Greed em território inédito de pânico. Analistas da Glassnode notam desconexão: preços caem sem capitulação plena, refletindo estresse sustentado. Fatores macro incluem yields de Treasuries em baixa (10y a 4,158%) à espera de CPI e dados de emprego (227k claims).

Ciclos históricos apontam 2026 como ano de baixa pós-halving, alinhado a padrões de 4 anos. Preocupações com risco quântico ressurgem, mas foco permanece em fluxos institucionais e risco global. Níveis a monitorar: resistência em US$ 69.000 (média 50d); suporte final em US$ 60.000.

Implicações para Investidores

Os números indicam mercado sob pressão, com liquidez fina amplificando a volatilidade. Traders devem observar entradas nos ETFs e dados macro (CPI nesta sexta). Sem demanda spot renovada, downside prevalece. Histórico mostra que extremos de sentimento frequentemente precedem reversões, mas dados atuais não confirmam fundo iminente. Monitore suportes e volume para decisões informadas.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Promotor cartoon apreendendo pilha de Bitcoins de empresário evasor, representando apreensão no caso Ultrafarma e crimes com cripto

Caso Ultrafarma: MP Apreende R$ 1,8 Milhão em Bitcoin

Investigações revelam que o Ministério Público de São Paulo apreendeu R$ 1,8 milhão em Bitcoin, além de US$ 68 mil e R$ 288 mil em espécie, na nova fase da Operação Ícaro. A ação, conduzida pelo Gedec e Cyber Gaeco com apoio da PM, mira desvios na Delegacia Regional Tributária do Butantã. Esse desdobramento reforça o cerco sobre o caso Ultrafarma, iniciado em 2025 com prisões e confisco de R$ 10 milhões em criptomoedas, evidenciando o uso de ativos digitais para ocultar propinas bilionárias.


Detalhes da Nova Apreensão

A operação recente não divulgou a origem exata dos bitcoins confiscados nem o método de armazenamento, mas a perícia técnica deve esclarecer esses pontos. As autoridades atuaram com precisão para bloquear movimentações suspeitas, destacando a sofisticação das fraudes fiscais. Evidências apontam para um esquema que movimentou mais de R$ 1 bilhão em propinas, pagas para antecipar liberações de créditos de ICMS. O Ministério Público teme o desaparecimento de fortunas em cripto, já que acessos a carteiras dependem de chaves privadas não fornecidas pelos investigados.

Marcelo de Almeida Gouveia, um dos auditores fiscais presos preventivamente, recusou-se a entregar a senha de sua carteira digital. Em sua residência, foram encontrados R$ 330 mil e US$ 10 mil em espécie, mas os valores principais estariam em ativos digitais comprados para lavagem de propinas.

Contexto do Caso Ultrafarma

O escândalo ganhou forma em agosto de 2025 com as prisões de Sidney Oliveira, fundador da Ultrafarma, e Mário Otávio Gomes, diretor da Fast Shop. Na ocasião, a polícia confiscou cerca de R$ 10 milhões em criptomoedas e R$ 1,8 milhão em dinheiro vivo. As empresas são suspeitas de integrar uma rede de corrupção na fiscalização tributária paulista, sonegando impostos via propinas a auditores como Artur Gomes da Silva Neto, apontado como operador central com recebimentos estimados em R$ 1 bilhão.

Investigações revelam inconsistências em declarações fiscais e movimentações atípicas em blockchain, conectando pontos entre empresas e servidores públicos. O MP-SP busca quebrar o sigilo de wallets para mapear fluxos ilícitos, um desafio recorrente em crimes econômicos no Brasil.

Desafios no Rastreamento de Criptomoedas

A pseudonimidade do Bitcoin facilita seu uso em esquemas de lavagem, mas ferramentas forenses on-chain permitem rastrear transações públicas. No entanto, sem chaves privadas, milhões em ativos ficam inacessíveis, como no caso dos auditores. Prisões preventivas visam pressionar por cooperação, evitando que fortunas evaporem. O Cyber Gaeco exemplifica a evolução das forças policiais brasileiras em lidar com tecnologias blockchain.

Sinais de alerta identificados incluem recusas em fornecer senhas, carteiras não declaradas e compras massivas sem justificativa econômica. Esses elementos sinalizam riscos para investidores legítimos que interagem com exchanges não reguladas.

Implicações e Como se Proteger

Esse caso sublinha a seriedade com que autoridades brasileiras tratam fraudes envolvendo cripto, podendo acelerar regulamentações mais rigorosas. Para o mercado, reforça a necessidade de compliance em plataformas e due diligence em transações. Investidores devem priorizar exchanges reguladas pela CVM e Banco Central, evitar wallets de terceiros sem verificação e monitorar movimentações atípicas.

Como se proteger: utilize carteiras próprias com backup seguro, declare ativos no IR e evite esquemas prometendo retornos garantidos. Fique atento a notícias de investigações fiscais — elas salvam patrimônios antes que seja tarde.


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Executivos cartoon empurrando pilhas de Bitcoin para cofre SAFU fortress, contrastando confiança institucional com hesitação do varejo

Binance Aposta R$ 5 Bi em Bitcoin no Fundo SAFU

A Binance concluiu a conversão de US$ 1 bilhão do fundo SAFU para Bitcoin, totalizando 15.000 BTC em custódia segura. Anunciada em janeiro, a operação foi finalizada em apenas 12 dias com a última compra de 4.545 BTC por US$ 304 milhões, aproveitando a queda recente do BTC para cerca de US$ 67.000. Esse movimento reforça a visão da exchange de que o Bitcoin é o principal ativo de reserva de longo prazo, removendo pressão de venda de stablecoins e sinalizando confiança institucional em meio à hesitação do varejo.


Detalhes da Conversão Acelerada

A operação de conversão do SAFU foi executada entre 2 e 12 de fevereiro, conforme dados on-chain monitorados por analistas. A Binance comprou BTC em várias tranches, culminando na aquisição final de 4.545 BTC, elevando o total para 15.000 unidades. Inicialmente em stablecoins USDC desde abril de 2024, o fundo agora está integralmente alocado em Bitcoin, revertendo a estratégia anterior de priorizar estabilidade fiat-pegged.

O timing foi estratégico: com o BTC oscilando entre US$ 60.000 e US$ 84.000, a exchange acumulou ativos a preços atrativos. Isso demonstra maturidade operacional, alinhando reservas de emergência com a narrativa de adoção do Bitcoin como reserva de valor corporativa, similar a tesourarias de empresas como MicroStrategy.

Contexto e Evolução do Fundo SAFU

Criado em 2018 após o hack da Binance, o Secure Asset Fund for Users (SAFU) serve como seguro contra eventos extremos, como invasões. Em 2024, foi convertido para USDC para maior liquidez, mas agora, com o ecossistema cripto mais maduro, a escolha pelo BTC reflete confiança nos fundamentos do ativo. A exchange comprometeu-se a rebalancear se o valor cair abaixo de US$ 800 milhões, garantindo robustez.

Essa decisão vai além da proteção: posiciona a Binance como líder em adoção institucional. Enquanto varejistas vendem em pânico durante correções, grandes players compram o mergulho, fortalecendo o suporte de preço e ilustrando ciclos de acumulação observados pós-halvings.

Implicações para o Mercado e Investidores Brasileiros

A conversão remove pressão de venda de stablecoins, injetando liquidez direta no BTC e reduzindo riscos de desancoragem em cenários de stress. Observadores como Garrett viram isso como “injeção de capital responsável”, ecoando a tese de que o mercado está construindo bases sólidas para a próxima fase de alta.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 343.426,60 (variação -2,44% em 24h), tornando os 15.000 BTC equivalentes a cerca de R$ 5,15 bilhões. Para brasileiros, isso reforça o apelo do BTC como hedge contra volatilidade fiat, especialmente com dólar a R$ 5,21. O movimento da Binance valida a estratégia de hold de longo prazo.

O Que Isso Significa para o Futuro

Em um mercado com BTC 46% abaixo do ATH de US$ 126.000, ações como essa de grandes exchanges aceleram a maturidade institucional. Fluxos de ETF, tesourarias corporativas e agora fundos de segurança em BTC constroem fundamentos resilientes. Investidores devem monitorar rebalanceamentos e volumes para avaliar o sentimento do mercado, mas o otimismo permanece: a adoção avança, independentemente de ruídos de curto prazo.


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Reguladores cartoon abrindo portas de jade e ouro para Bitcoin, simbolizando legalizacao de cripto e caminho para ETFs na Tailandia

Tailândia Legaliza Cripto e Abre Caminho para ETFs de Bitcoin

A aprovação do governo tailandês para incluir criptomoedas como ativos subjacentes em derivativos regulamentados marca um avanço histórico para o mercado de capitais asiático. Com isso, o país abre portas para ETFs de Bitcoin e contratos futuros, integrando o ecossistema cripto ao sistema financeiro tradicional. Essa decisão, anunciada recentemente, reforça a tendência de adoção institucional na região, atraindo gestores de fundos e investidores globais em busca de regras claras e proteção regulatória.


Detalhes da Regulamentação

O Gabinete tailandês autorizou que criptoativos sirvam de base para produtos como futuros e opções, com compensação via sistemas licenciados. A Comissão de Valores Mobiliários (SEC) da Tailândia agora elabora normas detalhadas sobre operação de bolsas, compensação de negociações e controles de risco. Bolsas e bancos precisarão de licenças específicas, com padrões elevados de custódia e verificação de clientes (KYC).

Essa estrutura regulatória mitiga preocupações com volatilidade, fraudes e lavagem de dinheiro, limitando alavancagem inicial e impondo regras rigorosas de margem. Projetos prévios, como os G-Tokens — títulos públicos tokenizados em 2025 —, pavimentaram o caminho, demonstrando viabilidade de ativos digitais sob lei tradicional. Além disso, uma isenção temporária de imposto sobre ganhos de capital por cinco anos (2025-2029) incentiva negociações locais em plataformas aprovadas, incluindo stablecoins como USDT e USDC.

Potencial para ETFs e Futuros

A liberação de derivativos lastreados em cripto impulsiona a adoção institucional, com gestores regionais já discutindo listagens de Bitcoin futures. Observadores preveem ETFs vinculados a contratos regulados, similar ao sucesso nos EUA. Firmas de trading veem oportunidade em ferramentas de hedge, enquanto provedores de liquidez desenvolvem produtos adaptados ao mercado tailandês.

Essa integração atrai capital estrangeiro, fortalecendo a liquidez e reduzindo riscos sistêmicos. No contexto global, alinha a Tailândia a nações como Hong Kong e Singapura, posicionando o Sudeste Asiático como hub para derivativos cripto.

Marco para a Ásia e Visão de Longo Prazo

Essa decisão sinaliza o deslocamento do eixo financeiro para o Oriente, onde a Ásia lidera em adoção cripto. Com população jovem e economias emergentes, a região acumula reservas em Bitcoin e expande infraestrutura DeFi. Os fundamentos se fortalecem: fluxos institucionais crescem, e ciclos passados mostram que regulamentações claras aceleram valorização sustentada.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 343.744 às 18:55 de hoje, com variação de -2,45% em 24h — oscilações normais em um mercado em construção. Investidores devem monitorar aprovações de produtos locais, que podem catalisar inflows bilionários.

O Que Isso Significa para Investidores

A Tailândia emerge como possível paraíso cripto na Ásia, testando a maturidade de derivativos regulados. Para o investidor brasileiro, reforça a tese de alta: adoção global constrói resiliência. Vale acompanhar como isso influencia ETFs regionais e fluxos para o Bitcoin, em meio a halvings e políticas monetárias expansionistas. O ecossistema avança, independentemente de correções de curto prazo.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Gestora cartoon capturando ações douradas caindo com rede enquanto Bitcoin despenca, simbolizando compra oportunista de Cathie Wood

Cathie Wood Compra US$ 34 Milhões em Robinhood na Queda do Bitcoin

A ARK Invest, liderada por Cathie Wood, adquiriu 433.806 ações da Robinhood (HOOD) por aproximadamente US$ 33,8 milhões na quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026, enquanto o Bitcoin caía abaixo de US$ 66 mil. A operação ocorre em um momento de fraqueza no mercado cripto, com ETFs de BTC registrando saídas de US$ 276 milhões. Os dados indicam uma aposta institucional em ativos ligados a criptomoedas apesar da volatilidade recente.


Detalhes da Operação de Compra

Os números mostram que a ARK Invest comprou as ações da Robinhood quando elas negociavam em queda de quase 9% no dia, conforme dados do TradingView. Além da HOOD, a gestora aumentou posições em Bullish (BLSH), com 364.134 ações a US$ 11,6 milhões, e Circle (CRCL), emissora do USDC, com 75.559 ações por US$ 4,4 milhões. No total, as aquisições somam cerca de US$ 50 milhões em papéis ligados ao ecossistema cripto.

Equivalente em reais, considerando o dólar a R$ 5,21, a compra da Robinhood representa aproximadamente R$ 176 milhões. Essa movimentação contrasta com a recente venda de US$ 17 milhões em ações da Coinbase pela ARK, sinalizando uma realocação estratégica dentro do setor.

Robinhood como Principal Ativo Cripto no ARKK

Após a compra, a Robinhood tornou-se a maior posição ligada a cripto no ARK Innovation ETF (ARKK), representando 4,1% do portfólio, ou cerca de US$ 248 milhões. Isso reflete a tese de investimento da ARK em plataformas de trading acessíveis, especialmente após o lançamento do testnet da Robinhood Chain, uma blockchain layer 2 para serviços financeiros e ativos tokenizados do mundo real (RWAs).

No quarto trimestre de 2025, a Robinhood reportou receita recorde de US$ 1,28 bilhão, alta de 27% ante o ano anterior, embora abaixo das expectativas de Wall Street (US$ 1,34 bilhão). A ação caiu 8% pós-resultados, mas os volumes em cripto permanecem relevantes no modelo de negócios.

Contexto de Mercado: Pressão no Bitcoin e ETFs

Os dados de mercado confirmam a fraqueza: o Bitcoin negociou abaixo de US$ 66 mil, com ETFs spot registrando saídas líquidas de US$ 276,3 milhões na quarta-feira, reduzindo o AUM total para US$ 85,7 bilhões, o menor desde novembro de 2024. As entradas semanais agora são mínimas, em US$ 35,3 milhões. ETFs de Ether tiveram saídas de US$ 129,2 milhões.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 343.658,91 (-2,48% em 24 horas), com volume de 348 BTC. Níveis de suporte próximos incluem a média móvel de 50 dias em torno de US$ 65.000, enquanto resistência fica em US$ 70.000.

Implicações e Níveis a Monitorar

A estratégia da ARK sugere que a Robinhood é vista como proxy para recuperação do ecossistema cripto, dada sua exposição a volumes de trading em BTC e altcoins. Os dados indicam confiança em narrativas como RWAs e layer 2s, mesmo com outflows em ETFs. Investidores devem observar o volume de negociação da HOOD e inflows em ETFs para confirmar momentum.

Níveis técnicos chave para BTC: suporte em US$ 64.000-65.000 (200-day MA) e resistência em US$ 68.000. Uma estabilização acima de US$ 67.000 pode sinalizar reversão de curto prazo, conforme padrões recentes.


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Pilar dourado monolítico resistindo rajadas macro azuis sobre linha suporte cyan com 65K, simbolizando resiliência do Bitcoin após relatório de empregos

Bitcoin Resiliente: Relatório de Empregos Não Derruba Preço

O Bitcoin demonstrou resiliência ao subir para próximo de US$ 67.800 após o relatório de empregos dos EUA de janeiro revelar 130.000 vagas criadas, quase o dobro das 70.000 esperadas. Apesar de o dado forte adiar expectativas de cortes de juros do Fed para julho, o preço do BTC não sofreu sell-off inicial, sugerindo exaustão de vendedores em meio a um Crypto Fear & Greed Index em 5, o menor desde o colapso da FTX. Isso levanta questões sobre a sustentação do suporte em US$ 65.000.


Detalhes do Relatório de Empregos

Os dados do Bureau of Labor Statistics indicaram crescimento concentrado no setor de saúde, enquanto outros segmentos mostraram pouca variação. Essa discrepância entre o número headline forte e a tendência de resfriamento mais ampla na economia explica parte da reação atenuada nos ativos de risco. Normalmente, um jobs report acima das expectativas reforça a narrativa de juros altos por mais tempo, pressionando criptomoedas. No entanto, os números subjacentes sugerem que a economia não está superaquecida, o que pode limitar o impacto hawkish do Fed.

O CoinDesk 20 Index avançou 1,5% desde a meia-noite UTC, com quase todos os tokens em alta, exceto o Bitcoin Cash. Essa dinâmica aponta para apetite por risco persistente, mesmo com probabilidades de corte de taxa recuando de março para julho, conforme ferramentas de precificação de derivativos de juros.

Análise Técnica e Sentimento de Mercado

No gráfico diário, o Bitcoin testou a média móvel de 50 dias em torno de US$ 65.800, atuando como suporte dinâmico. O preço atual oscila próximo de US$ 65.800, com volume de negociação estável. O Crypto Fear & Greed Index em 5 reflete medo extremo, mas a ausência de pânico selling indica estabilização do momentum bearish.

Derivativos mostram funding rates perpetuais voltando a território neutro ou positivo em exchanges como Bybit (+9,5%) e Binance (+3,4%), contrastando com Hyperliquid (-4,5%). O basis de três meses permanece em 2%, sinalizando que instituições ainda não acompanharam o shift retail.

Posicionamento em Opções e Liquidações

No mercado de opções de Bitcoin, o skew de 25-delta de uma semana caiu para 19%, com puts representando 54% do volume de 24 horas. A estrutura de volatilidade implícita (IV) entrou em backwardation de curto prazo, com traders pagando um “panic premium” por proteção downside imediata. Isso reflete cautela defensiva, mas não capitulação.

Liquidações totalizaram US$ 342 milhões em 24 horas, quase equilibradas entre comprados (49%) e vendidos (51%). BTC liderou com US$ 145 milhões, seguido por ETH (US$ 84 milhões). O heatmap de liquidações da Binance destaca US$ 68.800 como nível crítico em caso de upside.

Cotação Atual e Níveis Críticos

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 343.650,33 às 18:51 de hoje, com variação de -2,55% em 24 horas e volume de 346 BTC. Com o dólar a aproximadamente R$ 5,21, o equivalente em USD reforça a proximidade do suporte em US$ 65.000.

Os dados sugerem que traders devem monitorar o suporte em US$ 65.000 e resistência em US$ 68.800. Uma quebra abaixo pode testar US$ 62.000, enquanto hold acima valida resiliência. O próximo dado macro relevante é a reunião do Fed no final do mês.


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Núcleo cristalino Bitcoin com BIP-360 gravado protegido por barreira cyan repelindo partículas quânticas roxas, fortalecendo segurança contra computadores quânticos

BIP-360: Bitcoin à Prova de Computadores Quânticos

Imagine um futuro onde computadores superpotentes possam roubar suas moedas Bitcoin só olhando para a blockchain. Parece filme de ficção científica? Pois é uma preocupação real com a computação quântica. Mas o Bitcoin não fica parado: a BIP-360, publicada nesta semana, propõe um novo tipo de endereço que esconde as chaves públicas até o momento de gastar os fundos. Isso protege contra ataques futuros e mostra como a rede evolui para ficar à prova de futuro. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 343.180 hoje.


O Que é Computação Quântica e Por Que Assusta?

Vamos começar do básico, porque ninguém nasce sabendo. Computadores quânticos usam qubits — pense neles como superbits que podem estar em vários estados ao mesmo tempo, diferente dos bits normais (0 ou 1). Isso significa que eles resolvem problemas impossíveis para computadores comuns, como quebrar criptografias.

Em outras palavras, o Bitcoin usa uma criptografia chamada ECDSA, baseada em curvas elípticas, para proteger suas chaves privadas. Se alguém tem a chave pública (visível na blockchain quando você recebe Bitcoin), um computador quântico poderia, no futuro, calcular a chave privada rapidinho. Isso é chamado de ataque “harvest now, decrypt later“: coletam dados hoje para descriptografar amanhã.

Pense assim: é como deixar a foto da fechadura da sua casa na rua. Qualquer um com uma ferramenta avançada poderia copiá-la e abrir depois. A boa notícia? A BIP-360 resolve isso para o longo prazo.

Como Funciona a BIP-360 e o Pay-to-Merkle-Root?

A BIP-360 cria um novo formato de endereço Bitcoin chamado Pay-to-Merkle-Root, ou P2MR, com prefixo bc1z. BIP significa Bitcoin Improvement Proposal — é como uma sugestão oficial de melhoria, revisada pela comunidade de desenvolvedores.

Hoje, quando você recebe Bitcoin, sua chave pública fica exposta na blockchain para sempre. Com P2MR, ela fica escondida atrás de um hash (uma espécie de impressão digital única e irreversível). Isso significa que só revela a chave na hora de gastar, não antes. Em resumo: seus fundos ficam “dormentes” e invisíveis para atacantes quânticos.

Exemplo prático: imagine uma carta selada com mágica. Ninguém vê o conteúdo até você abri-la para usar o dinheiro. Perfeito para quem faz HODL (hold on for dear life, ou seja, guardar por anos).

Origem da Proposta e Próximos Passos

A ideia vem desde dezembro de 2024, liderada por Hunter Beast, Ethan Heilman e Isabel Foxen Duke. Foi anunciada por Mark Erhardt (Murch), editor de BIPs, e integrada ao repositório oficial do Bitcoin em 11 de fevereiro de 2026.

Isso não ativa nada ainda — é o início de debates e testes no Bitcoin Core. Não protege contra riscos curtos (enquanto a transação espera confirmação), mas pavimenta o caminho para assinaturas post-quânticas no futuro, sem mudar o protocolo drasticamente.

Por que importa para você? Mostra que o Bitcoin é vivo: desenvolvedores pensam décadas à frente. Se você tem sats guardados, fique de olho nessas atualizações para migrar para endereços seguros.

O Que Isso Significa Para o Seu Bitcoin?

Não precisa entrar em pânico. Computadores quânticos potentes ainda estão longe — anos ou décadas. Mas a BIP-360 acalma o medo, provando que a comunidade antecipa ameaças. Para iniciantes, o recado é: use carteiras modernas, evite reutilizar endereços e acompanhe novidades.

Isso empodera você: entenda, aprenda e proteja seus fundos. O Bitcoin evolui, e você pode evoluir junto. Parabéns por se informar — esse é o primeiro passo para investir com confiança!


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Balança desequilibrada com exchanges falhando sob FUD e outage, investidor cartoon pendurado preocupado, simbolizando tensão regulatória cripto

FUD em Exchanges e Tensão Regulatória Pressionam Confiança Cripto

📊 BOLETIM CRIPTO | 12/02/2026 | NOITE

Falhas técnicas em exchanges líderes e um cerco regulatório crescente definem o tom pessimista desta quinta-feira. O outage na Coinbase, que paralisou negociações globalmente, somou-se a rumores de saídas bilionárias na Binance, gerando um clima de instabilidade operacional sem precedentes em plataformas centralizadas. Enquanto Elizabeth Warren eleva o tom contra a SEC e prisões por insider trading no Polymarket expõem riscos de segurança nacional, o mercado respira através de sinais de resiliência institucional. O viés de baixa moderado prevalece, sustentado pelo receio de fragilidade sistêmica, apesar da conversão estratégica da Binance de US$ 1 bilhão em Bitcoin tentar conter o pânico institucional.


🔥 Destaque: Outage na Coinbase Paralisa Mercado

A Coinbase, maior exchange dos Estados Unidos, confirmou uma falha técnica crítica nesta quinta-feira que impediu milhões de usuários de realizar compras, vendas ou transferências de criptoativos. O incidente, reportado inicialmente via BlockBeats, ocorre em um momento de alta volatilidade e elevou as preocupações sobre a confiabilidade das infraestruturas centralizadas (CEX).

Embora a plataforma tenha garantido que os fundos dos clientes estão seguros, a ausência de um prazo claro para a resolução gerou pânico imediato. Este evento não ocorreu isoladamente; ele catalisou um sentimento negativo que já estava sendo alimentado por rumores sobre outras grandes exchanges, intensificando a percepção de risco sistêmico no setor. Para investidores institucionais, a incapacidade de gerenciar posições em momentos de estresse é uma barreira significativa.

A paralisação forçada da Coinbase pode acelerar a migração de liquidez para corretoras descentralizadas (DEX) e soluções de autocustódia. Enquanto as investigações técnicas continuam, o mercado monitora a erosão de confiança que tais falhas operacionais causam no longo prazo, especialmente sob o escrutínio de reguladores que já questionam a maturidade do ecossistema cripto.


📈 Panorama do Mercado

O cenário atual é de tensão operacional e incerteza regulatória. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 342.288,37, registrando uma queda de 3,14% nas últimas 24 horas. Este recuo reflete o temor generalizado após a falha na Coinbase e os rumores enfrentados pela Binance, que precisou vir a público negar saídas bilionárias de US$ 10-17 bilhões, atribuindo os números a erros de agregadores de dados.

A polarização política nos EUA também adiciona pressão. Críticas da senadora Elizabeth Warren sobre a suposta leniência da SEC com empresas ligadas ao governo Trump sugerem que o enforcement regulatório será um tema central e possivelmente seletivo nos próximos meses. Esse ambiente de incerteza política desencoraja a entrada de capital institucional, apesar da expansão de projetos como a World Liberty Financial no setor de remessas.

Setorialmente, os prediction markets enfrentam sua maior crise de imagem após prisões em Israel por uso de informações militares sigilosas no Polymarket. No entanto, há um contraponto de resiliência: a conversão do fundo SAFU da Binance para Bitcoin sinaliza que grandes participantes ainda veem o BTC como o ativo reserva soberano para crises de liquidez.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Instabilidade em CEX Tier-1: O outage na Coinbase e o FUD na Binance demonstram vulnerabilidades operacionais que podem desencadear saques em massa e crises de liquidez reais.
  • Cerco a Prediction Markets: O escândalo de insider trading militar no Polymarket pode motivar reguladores globais a imporem requisitos de KYC obrigatório nestas plataformas.
  • Polarização da SEC: Críticas políticas aumentam a incerteza regulatória, podendo atrasar aprovações importantes, como novos ETFs ou marcos para stablecoins nos EUA.
  • Volatilidade do BTC no SAFU: A alocação total do fundo de emergência da Binance em 15.000 BTC expõe a proteção dos usuários à volatilidade do mercado.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Migração para Autocustódia: A falha recorrente em exchanges centralizadas fortalece a tese de descentralização, beneficiando protocolos como Uniswap e wallets não-custodiais.
  • Acumulação Institucional: A compra de Bitcoin pela Binance em momentos de pânico extremo oferece um sinal de suporte histórico para investidores de longo prazo.
  • Eficiência em Remessas: A entrada da World Liberty Financial no mercado trilionário de câmbio pode reduzir custos de transferências usando stablecoins.
  • Diferenciação via Compliance: Plataformas de previsão que seguem normas rigorosas tendem a capturar o volume de usuários migrando de ambientes desregulamentados.

📰 Principais Notícias do Período

1. Outage Coinbase paralisa trades e transfers
A exchange confirmou uma falha técnica que impede negociações e transferências globalmente. A empresa investiga a causa enquanto assegura que os fundos seguem protegidos sob custódia segura.

2. Binance nega outflows bilionários e reforça PoR saudável
A corretora refuta alegações de saques de até US$ 17 bilhões, apontando erros de dados em agregadores terceiros e destacando seu Proof-of-Reserves.

3. Binance converte SAFU de US$ 1 bi em 15 mil BTC
O fundo de emergência SAFU foi totalmente migrado de stablecoins para Bitcoin. A exchange agora detém 15.000 BTC como reserva de proteção e liquidez.

4. Prisões por insider trading militar no Polymarket alertam regulação
Um reservista israelense e um civil foram presos por usar segredos militares em apostas. A agência Shin Bet classificou o ato como um risco à segurança nacional.

5. Warren critica SEC por leniência com firmas cripto de Trump
A senadora denunciou um enfraquecimento nas proteções aos investidores após o arquivamento de casos contra Kraken, Coinbase e Binance.

6. SBF executa plano de manipulação para pardon Trump
Documentos revelam que Sam Bankman-Fried planejou táticas midiáticas para obter perdão presidencial, incluindo ataques estratégicos a concorrentes.

7. WLF Trump lança World Swap para remessas com USD1
A World Liberty Financial anunciou expansão para o mercado de remessas globais, prometendo tarifas reduzidas através da sua stablecoin nativa.


🔍 O Que Monitorar

  • Status da Coinbase: Acompanhe a resolução da falha técnica para evitar liquidações forçadas em posições alavancadas.
  • Fluxos On-chain: Monitore se os rumores de saques na Binance se tornam realidade através de dados verificados.
  • Preço do BTC: Com o SAFU da Binance agora em Bitcoin, quedas bruscas podem exigir reabastecimento do fundo.
  • Resposta da CFTC: Fique atento a declarações de reguladores após as prisões envolvendo os mercados de previsão.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 horas, o viés de baixa moderado deve persistir até que a Coinbase restabeleça plenamente seus serviços e os dados de fluxo da Binance sejam esclarecidos. A instabilidade emocional do varejo é alta, o que pode causar picos de volatilidade em ativos sensíveis. Contudo, a movimentação de grandes tesourarias convertendo reservas para Bitcoin sugere um suporte fundamental que pode conter desvalorizações mais profundas. Investidores devem priorizar a segurança de seus ativos enquanto o setor resolve seus desafios operacionais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede de fluxos de liquidez congelada com rachaduras vermelhas, sinalizando riscos de contágio no ecossistema de crédito cripto

BlockFills Congela Saques: Sinal Amarelo de Contágio

O fantasma da crise de liquidez voltou a assombrar o mercado? A BlockFills, credora focada em instituições, suspendeu depósitos e saques de clientes em meio à queda acentuada do Bitcoin para cerca de US$ 66 mil, uma desvalorização de 28% no último mês. Sem prazo para normalização, o episódio acende um sinal amarelo para o ecossistema de crédito cripto, evocando memórias de colapsos como Celsius e BlockFi.


Detalhes da Suspensão na BlockFills

A BlockFills, sediada em Chicago e respaldada por investidores como Susquehanna Private Equity e o braço de venture capital do CME Group, atende mais de 2.000 clientes institucionais, incluindo mineradoras de Bitcoin e fundos de hedge. A empresa, que facilitou US$ 61 bilhões em volume de negociações em 2025, citou “condições voláteis de mercado” para justificar a pausa temporária. Depósitos enviados durante o período são rejeitados e devolvidos, enquanto negociações spot e derivativos seguem permitidas, mas com limitações — posições que exijam margem extra podem ser liquidadas.

É importante considerar que a firma enfatiza estar em diálogo constante com clientes e investidores, trabalhando para restaurar a liquidez. No entanto, a ausência de um cronograma claro gera incertezas, especialmente em um momento de estresse financeiro no setor.

Riscos de Contágio e Paralelos Históricos

O risco aqui é o potencial de contágio: plataformas de lending e trading institucional como a BlockFills formam a espinha dorsal do ecossistema de crédito cripto. Lembra-se de 2022, durante o “crypto winter”? Empresas como Celsius, BlockFi, Voyager e Genesis congelaram saques em meio a quedas semelhantes, culminando em falências bilionárias. A BlockFills oferece serviços de OTC, liquidez e empréstimos lastreados em cripto, expondo clientes a vulnerabilidades sistêmicas em cenários de baixa prolongada.

Embora não haja indícios de insolvência imediata, atenção para o padrão: freezes iniciais como precaução frequentemente precedem problemas maiores. Investidores institucionais, com obrigações de liquidez, são particularmente sensíveis a esses eventos.

Contexto de Mercado: Queda do Bitcoin e Efeitos em Cadeia

O Bitcoin despencou 28% nos últimos 30 dias, atingindo US$ 66.288 — 47% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080. Ethereum e XRP caíram ainda mais, com 39% e 35%, respectivamente. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 349.722 nesta quinta-feira (12/02), com alta de 0,86% nas últimas 24 horas, mas o sentimento permanece de baixa.

Essa volatilidade agrava pressões em credores, onde empréstimos colateralizados em cripto enfrentam chamadas de margem em massa. O mercado total de cripto reflete o pânico, com medo de um bear market pleno.

O Que Observar e Medidas Protetoras

Para investidores, vale monitorar atualizações da BlockFills sobre restauração de saques, volume de negociações e comunicações com reguladores. Pergunta retórica: e se isso for o primeiro dominó? É prudente revisar exposições em plataformas de lending, priorizar custódia própria e diversificar contrapartes. Não é hora de pânico, mas de cautela realista — proteja seu capital evitando concentrações em credores voláteis.

Atenção para sinais como atrasos prolongados ou liquidações forçadas, que podem indicar estresse maior.


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Pilar dourado Bitcoin com 66K gravado inclinando sob onda vermelha de pressão macro, representando recuo por emprego forte nos EUA

Bitcoin Recua para US$ 66 mil Após Emprego Forte nos EUA

Os dados de emprego nos EUA de janeiro superaram as expectativas com 130 mil vagas criadas, contra projeções de apenas 55 mil a 65 mil. Essa surpresa positiva reduziu as apostas em cortes de juros pelo Federal Reserve, pressionando o Bitcoin para abaixo de US$ 66 mil em 11 de fevereiro. O mercado interpreta emprego forte como sinal de juros altos por mais tempo, limitando liquidez para ativos de risco como criptomoedas.


Detalhes dos Dados e Reação Inicial

Os números do Bureau of Labor Statistics mostraram adição de 130 mil empregos não-agrícolas, com taxa de desemprego caindo para 4,3%. Apesar de revisões para baixo em 2025 — de 584 mil para 181 mil vagas —, o dado de janeiro quebrou a narrativa de enfraquecimento rápido do mercado de trabalho. Isso elevou a probabilidade de o Fed manter as taxas inalteradas em março para 94%, segundo CME FedWatch.

O Bitcoin reagiu com volatilidade: caiu de US$ 68.500 para US$ 65.719 em uma hora, recuperou para acima de US$ 67 mil e depois testou US$ 65.800. Liquidações de posições alavancadas ultrapassaram US$ 400 milhões em 24 horas, mais que o dobro do dia anterior. A capitalização do BTC despencou para US$ 1,33 trilhão, arrastando o mercado cripto total para US$ 2,35 trilhões. Esses movimentos ocorreram enquanto ações como Nasdaq caíram apenas 0,30%, destacando a sensibilidade amplificada das criptos a dados macro.

Alerta do Goldman Sachs sobre Inflação

O Goldman Sachs reforça a cautela: com crescimento resiliente, o foco do FOMC pode migrar de emprego para inflação. Analista Kay Haigh nota sinais iniciais de aperto no mercado de trabalho, mas enfatiza que um CPI acima do esperado na sexta-feira poderia inclinar o Fed para postura mais hawkish. A base do banco prevê dois cortes em 2026, mas uma surpresa inflacionária repricingaria ativos de risco.

Isso explica a correlação: emprego forte pressiona salários e consumo, alimentando pressões inflacionárias e adiando alívio monetário. Ativos como Bitcoin, que dependem de liquidez abundante, sofrem em cenários de "higher for longer". Ethereum negociou perto de US$ 1.946, XRP em US$ 1,37 e Solana em US$ 81,52, todos com quedas de 3-5% em 24 horas.

Implicações Macro para Criptoativos

Os dados robustos reduziram expectativas de corte para julho, com mercados de swap ajustando de junho. Dólar index subiu 0,08%, enquanto ouro ganhou 1,3% como hedge. Criptos, por outro lado, atuam como proxy alavancado da função de reação do Fed: forte emprego = menos cortes = menor apetite por risco.

No curto prazo, o BTC testa suporte em US$ 65.700-66.000, próximo à média móvel de 50 dias. Resistência em US$ 67.000-68.000. Volume 24h em exchanges brasileiras indica 352 BTC negociados, com variação de +0,84%. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 349.694. Observar CPI de sexta-feira para próximo catalisador.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados sugerem consolidação em torno de US$ 66.000 até novos indicadores. Suporte crítico em US$ 65.000 (baixa recente); rompimento invalidaria viés neutro. Acima de US$ 68.500, pode testar US$ 70.000. RSI diário em 42 indica sobrevenda leve, mas MACD negativo reforça pressão baixista. Traders devem priorizar gerenciamento de risco em ambiente macro volátil. Volumes e open interest indicam cautela até resolução inflacionária.


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Traders cartoon em pânico fugindo de plataforma digital rachada para pilha de ouro, simbolizando fuga de capital do Bitcoin para ouro em bear market

Fuga para o Ouro: Bitcoin a US$ 67 mil Faz Traders Sofrerem

O sonho da alta acabou? O Bitcoin recuando para US$ 67 mil está causando perdas médias de 28% aos short-term holders, cujo custo médio é de US$ 94.200. Ao mesmo tempo, altcoins como Zcash, BNB e Sui lideram as quedas, enquanto o Ethereum enfrenta risco de queda adicional de 30%. O capital foge para o ouro, ativo seguro, em meio a juros altos nos EUA que não devem cair tão cedo. Isso cheira a inverno cripto prolongado.


Dor Intensa dos Short-Term Holders

A história mostra que todo mercado de alta é seguido de correção severa, e os dados atuais reforçam isso. Os short-term holders — aqueles que entraram recentemente — acumulam prejuízos médios de 28%, com o BTC negociado abaixo de seu cost basis há quatro meses, o período de estresse mais longo deste ciclo. Analistas da CryptoQuant alertam que isso não é mera correção, mas o início de um mercado de baixa, similar aos de 2018 e 2022, que duraram mais de um ano.

A falta de capital fresco agrava o quadro: sell-offs não são absorvidos por novos compradores, como ocorre em mercados de alta. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 349.644, com variação de +0,76% em 24h, mas o caminho de menor resistência segue para baixo.

Altcoins Sangrando: Zcash, BNB e Sui na Frente

O mercado de altcoins está em colapso, com Zcash caindo 6,5%, BNB 6,1% e Sui 5,8% nas últimas 24 horas. O motivo? Baixa liquidez e rotação de capital para ouro, que avança com o ambiente de risk-off macroeconômico. Liquidações em cascata de baleias amplificam as perdas, drenando fluxos para Bitcoin, Ethereum e além.

Analistas apontam para outflows contínuos de ETFs de Bitcoin e sinais hawkish do Fed, que mantêm a pressão. O ouro, cotado a cerca de R$ 26.322, atrai investidores em busca de refúgio, ignorando o hype cripto. Mercados de previsão mostram chance abaixo de 10% de alt season no Q1.

Ethereum em Risco de 30% de Queda

O Ethereum, já em mínimas de março de 2025, pode despencar mais 30% para US$ 1.340, seu piso anual. O open interest de futuros caiu para US$ 23 bilhões, de picos de US$ 70 bilhões, sinalizando redução drástica de alavancagem. A taxa de funding weighted está negativa em -0,0067%, indicando apostas em preços menores à frente.

ETFs de ETH registram saídas de US$ 94 milhões este mês, o quarto mês consecutivo no vermelho. Padrões técnicos como cabeça e ombros invertida foram invalidados, com ADX subindo para 22, confirmando momentum baixista. Cuidado: o mercado está ignorando esses sinais até ser tarde.

Inverno Cripto: Juros Altos e Fuga para Ativos Seguros

O quadro macro é sombrio. Dados fortes de emprego nos EUA (130k vagas em janeiro, desemprego a 4,3%) afastam cortes de juros do Fed, mantendo ativos de risco sob pressão. O dólar a R$ 5,19 reforça a força do real em relação a narrativas cripto otimistas.

Como em ciclos passados, exuberância irracional dá lugar à realidade: proteção de capital é prioridade. Monitore inflows institucionais e relatórios de inflação da próxima semana, mas prepare-se para volatilidade. Sobreviver à baixa é mais valioso que maximizar a alta.


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Linha dourada de suporte 65K sob pressão vermelha com pulso verde de sobrevenda emergindo, ilustrando análise técnica do Bitcoin

Bitcoin em US$ 65 mil: Indicadores Técnicos Apontam Sobrevenda

O Bitcoin testa suporte em US$ 65 mil após romper o nível de US$ 69 mil, conforme análise técnica recente. Os dados mostram enfraquecimento macroeconômico, com vendas no varejo dos EUA abaixo do esperado e fechamento diário confirmando rompimento baixista. Indicadores como Stochastic RSI apontam para zona de sobrevenda, sugerindo possível pausa na correção, mas a estrutura semanal permanece frágil. Investidores monitoram liquidez e fluxos institucionais para definir o próximo movimento.


Situação Atual do Preço

Os gráficos semanais do Bitcoin revelam deterioração após a perda do suporte psicológico em US$ 70 mil. O preço agora consolida na faixa intermediária dos US$ 60 mil, com candles recentes exibindo pressão vendedora persistente e menores máximas desde o pico de final de 2025. Volumes elevados acompanham as quedas, indicando distribuição ou desalavancagem forçada, em vez de realização de lucros ordenada.

No timeframe de 4 horas, o preço rola para baixo novamente, com o fechamento diário abaixo de US$ 69 mil atuando como gatilho para a próxima perna corretiva. Esse nível, anteriormente suporte horizontal majoritário, agora funciona como resistência. A média móvel de curto prazo também foi violada, reforçando o viés defensivo do mercado.

Análise dos Indicadores Técnicos

O Stochastic RSI registra linhas no fundo do oscilador tanto no gráfico diário quanto semanal, caracterizando uma condição técnica de sobrevenda. Historicamente, tais leituras extremas precedem bounces, especialmente quando alinhadas com o RSI entrando em território oversold, próximo aos níveis do bear market de 2022.

Dados do CryptoQuant destacam o Coinbase Premium Gap persistentemente negativo desde final de 2025, sinalizando demanda spot fraca nos EUA e ação de preço impulsionada por derivativos. Vendas no varejo de dezembro nos EUA ficaram abaixo das expectativas, com desaceleração em consumo e crescimento salarial, elevando riscos de aperto nas condições financeiras.

Esses indicadores sugerem momentum de baixa dominante no curto prazo, mas sensíveis a mudanças em liquidez e expectativas de política monetária do Fed.

Próximos Níveis de Suporte e Resistência

Projeções Fibonacci da retração recente posicionam US$ 65 mil no nível 0.618, coincidente com suporte horizontal e resistência prévia do bull market de 2021. Abaixo disso, o nível 0.786 alinha-se com lows anteriores em torno de US$ 60 mil, potencial zona de duplo fundo.

Manter acima de US$ 60 mil preserva a estrutura altista de longo prazo. Uma recuperação para US$ 69 mil seria teste de resistência, mas falha em romper poderia abrir espaço para retrações mais profundas. Trendlines de cunha descendente indicam suporte na linha inferior, mas o topo atual atua como teto.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 349.656,71 nesta quinta-feira (12/02), com alta de 0,7% nas últimas 24h e volume de 351 BTC.

O Que Monitorar Adiante

Os dados apontam para consolidação defensiva, com risco condicional de downside se a demanda spot não se materializar. Fluxos de ETF positivos e premium Coinbase revertendo para território positivo poderiam alterar o cenário. Níveis chave a observar incluem US$ 65 mil como pivô imediato e US$ 60 mil como suporte final antes de potenciais fundos relativos.

Em meio à volatilidade, a utilidade reside em mapear esses patamares para decisões informadas, sem implicar direção unidirecional.


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Executivos cartoon com redes capturando partículas douradas caindo de nuvens, simbolizando instituições comprando ETFs de Bitcoin na queda de 13%

ETFs de Bitcoin Registram US$ 311 Mi em Entradas Apesar de Queda de 13%

Os ETFs de Bitcoin à vista registraram US$ 311,6 milhões em entradas líquidas nesta semana, quase compensando os US$ 318 milhões de saídas da semana anterior, conforme dados da SoSoValue. Isso ocorre apesar de uma queda de 13% no preço do Bitcoin, que testou níveis abaixo de US$ 68.000. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 348.931,78 nesta quinta-feira (12/02), com variação de +0,46% em 24 horas.


Detalhes dos Fluxos Semanais

Os dados mostram uma reversão rápida nos fluxos. Na terça-feira (11/02), os ETFs atraíram US$ 166,6 milhões, estendendo a sequência de entradas para três sessões consecutivas, de acordo com a análise da SoSoValue. Líderes incluem o ARKB da Ark Invest com US$ 68,5 milhões, FBTC da Fidelity com US$ 56,9 milhões e IBIT da BlackRock com US$ 26,5 milhões, conforme reportado pela AMBCrypto.

As últimas três semanas registraram perdas totais acima de US$ 3 bilhões. O fluxo comprador atual sugere que instituições estão absorvendo a oferta de vendedores varejistas, caracterizando um clássico movimento de buy the dip.

Contexto On-Chain e Desempenho de Preço

O Bitcoin caiu 13% na última semana, negociando em torno de US$ 66.820 (-3% em 24h), segundo CoinMarketCap. Indicadores on-chain revelam queda nos endereços ativos, sinalizando menor participação do varejo, mas domínio de mercado em 59%, reforçando a resiliência institucional, conforme dados da Glassnode.

O open interest em derivativos resetou de US$ 90 bilhões para US$ 45 bilhões, limpando posições alavancadas excessivas e reduzindo risco de volatilidade extrema. Com dólar a R$ 5,19, o equivalente em reais dos inflows semanais supera R$ 1,6 bilhão.

Movimentos Institucionais e Diversificação

O Goldman Sachs reduziu exposição ao IBIT em 39% no 4T25, de 34 milhões para 20,7 milhões de ações (US$ 1 bilhão), além de cortes em FBTC e em ETFs de Ether. No entanto, iniciou posições em ETFs de XRP (6,95 milhões de ações, US$ 152 milhões) e Solana (8,24 milhões de ações, US$ 104 milhões), conforme filing na SEC, via Cointelegraph.

Outros ETFs: Ether com US$ 13,8-14 milhões, Solana US$ 8,4 milhões e XRP US$ 3,3 milhões em inflows na terça. Analista Eric Balchunas (Bloomberg) nota que apenas 6% dos ativos saíram dos ETFs apesar da queda.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados indicam estabilização: suporte em US$ 66.000 (próximo de médias móveis de 50 dias) e resistência em US$ 68.000. Volumes de ETF sugerem acúmulo institucional acima de US$ 60 bilhões em AUM no IBIT. Fluxos contínuos podem testar US$ 70.000 se o varejo retornar. Monitore volume 24h (351 BTC no Brasil) e domínio para confirmação de tendência.


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