Farol dourado cortando névoa sobre mar digital turbulento rumo a aurora verde, simbolizando holders guiando Bitcoin para alta histórica em fevereiro

Não Entre em Pânico: Histórico Aponta Fevereiro de Alta para Bitcoin

O histórico de 13 anos do Bitcoin revela um padrão claro: após quedas médias de 5,53% em janeiro, como a de agora, fevereiro costuma trazer valorizações expressivas de 14,3% em média. Isso acalma iniciantes que veem o preço caindo para perto de US$ 83.000. Não é o fim do ciclo, mas uma ‘limpeza de mercado’ típica, comprovada por dados on-chain recentes.


O Padrão Histórico de Janeiro e Fevereiro

Analisando os dados desde 2013, janeiro tem sido um mês de correção para o Bitcoin em várias ocasiões, com perdas médias de 5,53%. Mas o que acontece em fevereiro? Em nove dos últimos 13 anos, o ativo registrou ganhos, com uma média de +14,3% e mediana de +12,2%. Por exemplo, em 2022, após -16,9% em janeiro, veio +12,2% em fevereiro. Em 2020, queda de 8,21% seguida de +21,5%.

Esses números não são coincidência sazonal aleatória. Mesmo em mercados de baixa, como 2023, fevereiro trouxe +12,2%. Em fases de alta, como 2021, a valorização chegou a +36%. O Bitcoin atualmente segura um suporte em torno de US$ 80.600, dentro de um range estável desde o segundo trimestre de 2025, entre US$ 80.600 e US$ 107.000. Isso sugere potencial para uma reversão estatisticamente provável.

Movimentação dos Holders de Longo Prazo

Enquanto o preço oscila, os holders de longo prazo (LTHs) moveram cerca de 370.000 BTC nos últimos 30 dias. Isso parece alarmante à primeira vista, mas os dados brutos on-chain mostram que não se trata de uma saída estrutural do mercado. Pelo contrário, é uma rotação de capital.

Métricas líquidas, como a variação net da posição LTH, indicam declínio de apenas 144.000 BTC porque, simultaneamente, cerca de 226.000 BTC maturaram de holders de curto prazo (STHs) para longo prazo. Essa ‘limpeza’ remove participantes fracos durante volatilidade, como a recente queda para US$ 81.000, preparando o terreno para novos compradores. Indicadores de sentimento, como o Fear and Greed Index em zona de medo extremo, reforçam que o pânico atual é oportunidade para quem entende ciclos.

Cotação Atual e Contexto Brasileiro

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 443.118,53 (alta de 0,87% em 24 horas), com volume de 554 BTC nas exchanges brasileiras. Com o dólar a R$ 5,255, isso equivale a cerca de US$ 84.300. O preço segura acima do suporte crítico, e a história sugere que pressões de venda, como saídas de ETFs, podem arrefecer em breve.

Para brasileiros, esse range é familiar: oscilações em reais refletem não só o BTC global, mas fluxos locais. Manter a calma evita vendas em pânico, comum entre iniciantes.

Lições para Iniciantes: Evite o Pânico

Como iniciante, lembre: mercados cripto são cíclicos. Janeiro limpa excessos, fevereiro recompensa paciência. Os LTHs, que holdam há meses ou anos, usam quedas para reposicionar, não abandonar o ativo. Monitore suportes como US$ 80.600 e métricas on-chain para sinais de reversão.

Invista tempo aprendendo: use ferramentas como Glassnode para gross flows e históricos sazonais. A história está do seu lado – 13 anos de dados provam que fevereiro pode transformar desespero em oportunidade.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Tempestade brutal com raios '8.3B' rachando fortaleza Bitcoin e vazamentos vermelhos, simbolizando expiração de opções e outflows em ETFs

Boleto Cripto: Choques Macro e Expiração de US$ 8,3 bi balançam o mercado

📊 BOLETIM CRIPTO | 30/01/2026 | NOITE

Choques macroeconômicos e a postura agressiva do Federal Reserve (Fed) apagam trilhões de dólares em valor de mercado, contaminando o ecossistema cripto em um movimento de aversão ao risco global. A combinação de um índice de inflação (PPI) acima das expectativas e a expiração massiva de US$ 8,3 bilhões em contratos de opções de Bitcoin atua como uma tempestade perfeita para os investidores. Com a prata registrando quedas históricas e o capital institucional fugindo via outflows recordes em ETFs, o mercado enfrenta um profundo processo de desalavancagem. O viés de baixa forte predomina, elevando a cautela enquanto o setor busca um piso de sustentação em meio a rumores de mudanças drásticas na política monetária dos Estados Unidos.


🔥 Destaque: Expiração de US$ 8,3 bi em Opções de Bitcoin

O mercado de derivativos vive um dia de extrema volatilidade com a expiração de 91 mil contratos de opções de Bitcoin, totalizando um valor nocional de aproximadamente US$ 8,3 bilhões. Este evento, de magnitude incomum para o calendário mensal, coincide com uma retração de 8% no preço do Bitcoin, que testou patamares próximos a US$ 81.300, níveis não vistos por investidores desde abril do ano passado.

A dinâmica de mercado sugere uma pressão acentuada devido ao mecanismo de hedging dos negociadores (dealers). Como o preço spot se distanciou significativamente do max pain de US$ 90.000, os intermediários foram forçados a realizar vendas agressivas no mercado à vista para equilibrar suas posições em contratos que perderam valor. Esse movimento amplifica as quedas geradas por fatores macroeconômicos externos.

Apesar do pessimismo, o encerramento desses contratos pode oferecer uma janela de estabilização. A remoção do enorme interesse aberto (open interest) tende a aliviar a gravidade vendedora que pairava sobre o ativo. Contudo, a superação deste cenário depende diretamente da defesa do suporte psicológico na zona dos US$ 80.000.

Para o investidor brasileiro, o cenário exige vigilância redobrada. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 443.140,44. Com a variação do dólar, o preço em reais apresenta nuances que exigem uma gestão de risco criteriosa, especialmente para quem opera com alavancagem.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento dominante é de viés de baixa forte, impulsionado por uma convergência inédita de fatores de risco. O anúncio de inflação no atacado (PPI) nos EUA em 3% YoY — superando a estimativa de 2,7% — reforçou a narrativa de que o Fed pode manter as taxas de juros elevadas por mais tempo do que o mercado antecipava. Essa perspectiva de “juros altos por mais tempo” drena a liquidez de ativos de risco como as criptomoedas.

Além dos dados oficiais, a especulação de que Kevin Warsh possa assumir a presidência do Fed em maio gerou um pânico sistêmico nas últimas 24 horas. Warsh é conhecido por ser um crítico ferrenho da expansão monetária desenfreada (QE), o que levou os mercados globais a apagarem US$ 6 trilhões em valor em apenas 60 minutos, afetando desde o S&P 500 até o mercado de ativos digitais.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Cascata de Liquidações: O crash na prata gerou chamadas de margem que se propagaram para o cripto, liquidando US$ 770 milhões em posições compradas rapidamente.
  • Capitulação Institucional: Os ETFs de Bitcoin registraram saídas recordes de US$ 818 milhões, lideradas por gigantes como BlackRock e Fidelity, indicando uma pausa no apetite institucional.
  • Pressão Inflacionária: Um PPI quente a 3% sustenta a postura hawkish do Fed, aumentando o custo de oportunidade de manter ativos voláteis sem rendimento fixo.
  • Insegurança em DeFi: A fuga de Andean Medjedovic, acusado de um hack de US$ 65 milhões, reacende o medo de impunidade e vulnerabilidade em protocolos descentralizados.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Recuperação Pós-Flush: Historicamente, grandes limpezas de alavancagem como a atual costumam ser seguidas por repiques técnicos de 5% a 15% após a exaustão vendedora.
  • Acumulação de Baleias: Apesar das quedas, grandes endereços continuam em fase de acumulação em níveis de suporte chave, sinalizando confiança no valor de longo prazo.
  • Arbitragem no Dólar: O fortalecimento do índice dólar (DXY) oferece oportunidades em pares de moedas para quem utiliza stablecoins em corretoras globais.

📰 Principais Notícias do Período

1. Expiração de US$ 8,3 bi em opções ameaça Bitcoin
A expiração em massa de 91 mil contratos na Deribit gera um cenário de incerteza técnica, com o mercado monitorando se o suporte de US$ 80 mil resistirá ao hedging agressivo dos operadores.

2. Crash na prata liquida US$ 770 milhões em comprados cripto
A volatilidade extrema nos metais preciosos funcionou como um gatilho para a remoção de alavancagem sistêmica, forçando a liquidação de posições em Bitcoin, Ethereum e Solana.

3. Saídas recordes de US$ 818 milhões em ETFs spot
Pela primeira vez, todos os ETFs de criptoativos nos EUA registraram venda em massa sincronizada. O Bitcoin liderou a debandada institucional, fechando um dia de capitulação clara.

4. PPI dos EUA a 3% derruba cotação do BTC
Dados de inflação acima do esperado sugerem que o Fed pode atrasar cortes de juros. O Bitcoin reagiu imediatamente caindo para a faixa de US$ 82 mil sob o peso macro.

5. Especulação Warsh provoca perda de US$ 6 trilhões
Rumores sobre o provável novo Chair do Fed, com perfil contrário à expansão monetária, geraram pânico nos mercados tradicionais e cripto, elevando o VIX e a aversão global ao risco.

6. Hacker de US$ 65 milhões foge de custódia
Andean Medjedovic, mentor de ataques ao KyberSwap, escapou das autoridades sérvias. Embora os fundos estejam imóveis, a caçada internacional mantém o setor DeFi sob cautela.


🔍 O Que Monitorar

  • Volume de Liquidações: Monitorar picos acima de US$ 1 bilhão/dia pode sinalizar o fundo da atual capitulação.
  • Taxas de Financiamento: Taxas de financiamento (funding rates) negativas no mercado futuro indicariam pessimismo excessivo e potencial para um short squeeze.
  • Índice Dólar (DXY): A permanência do dólar acima de 105 pontos é um fator de pressão contínua para o preço do Bitcoin.
  • Fluxos dos ETFs: A interrupção dos resgates (outflows) é essencial para o retorno da confiança no curto prazo.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, o viés de baixa deve permanecer dominante enquanto o mercado absorve o impacto da expiração das opções e digere as sinalizações do Fed. A volatilidade continuará elevada, com o Bitcoin tentando consolidar uma base acima dos US$ 80.000. Caso esse suporte seja rompido, patamares na região de US$ 75 mil podem entrar no radar. O cenário de incerteza macro exige que investidores evitem alavancagem excessiva e foquem em ativos com fundamentos sólidos. A estabilização das commodities e o comportamento do setor institucional nos ETFs serão os principais termômetros para indicar se o pior da tempestade já passou.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Monolito dourado Bitcoin rachando com '81K' na base sob avalanche vermelha de liquidações, simbolizando desaba e US$ 1.7 bi liquidados

Bitcoin Desaba para US$ 81 mil e Liquida US$ 1,68 Bilhão em Posições Compradas

O Bitcoin despencou para US$ 81 mil, seu menor nível em nove meses, desencadeando US$ 1,68 bilhão em liquidações de posições alavancadas em 24 horas. Cerca de 93% das perdas vieram de posições compradas, afetando 267 mil traders, com BTC e ETH liderando os prejuízos. O movimento foi amplificado pela expiração de opções de US$ 8,3 bilhões e catalisadores macro como Fed e tensões geopolíticas.


Escala das Liquidações

As liquidações totalizaram US$ 1,68 bilhão, com US$ 780 milhões em Bitcoin e US$ 414 milhões em Ether. Plataformas como Hyperliquid (US$ 598 milhões, 94% compradas), Bybit (US$ 339 milhões) e Binance (US$ 181 milhões) concentraram o impacto. A maior posição liquidada foi de US$ 80,57 milhões em BTC-USDT na HTX.

Esse fenômeno ocorre quando margens não são atendidas, forçando fechamentos que pressionam preços para baixo, criando um ciclo reflexivo. Dados da CoinGlass mostram 267 mil traders afetados, evidenciando posicionamento unilateral em longs antes da queda.

A desalavancagem removeu excesso especulativo, resetando taxas de funding e interesse aberto, mas não garante fundo imediato.

Expiração de Opções Amplifica Volatilidade

Nesta sexta-feira, 91 mil contratos de opções de Bitcoin, com valor nocional de US$ 8,3 bilhões, expiram, superando o resto do mês. Razão put/call de 0,54 indica predominância de calls (otimistas). Max pain em US$ 90 mil, acima do spot, sugere muitos out-of-the-money.

Open interest é alto em strikes de US$ 100 mil (US$ 1,9 bi), US$ 75-85 mil (acima de US$ 1 bi cada). Total OI de BTC opções: US$ 58 bilhões. Para ETH, US$ 1,3 bilhão expira, com max pain em US$ 3,1 mil e put/call 0,74.

Segundo Deribit, expirações podem intensificar movimentos em zonas de dor, como visto na queda atual para suporte mensal crucial em torno de US$ 81 mil.

Catalisadores Macro e Geopolíticos

O pânico foi alimentado por decisões do Fed mantendo juros em 3,5-3,75%, longe da meta de 2%, e especulações sobre cadeira do Fed. Tensões no Oriente Médio escalaram com envio de navios dos EUA ao Irã e declarações de Trump sobre confronto.

Tarifas anunciadas por Trump contra países vendendo óleo a Cuba geraram receios globais. Ouro caiu 9% de pico de US$ 5.600/onça, prata 11,5%. Earnings tech decepcionaram: Microsoft -10% após gastos recordes e cloud fraco, levando a derisking.

Mercado cripto perdeu US$ 215 bilhões na semana, capitalização abaixo de US$ 3 trilhões pela primeira vez desde dezembro.

Implicações e Próximos Passos

A queda reflete o desmonte de alavancagem superlotada, não uma convicção de baixa fresca. Limpeza de mãos fracas reduz distorções por fluxos forçados. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin cotava a R$ 431.539,75 (-5,53% em 24h), com volume de 646 BTC.

Investidores devem monitorar pós-expiração: funding rates, OI e suporte em US$ 81k. Se romper, próximo alvo US$ 75k. Dados sugerem possível estabilização após desalavancagem, mas volatilidade persiste com macro incerto.


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Agentes federais cartoon confiscando mixer digital sombrio com moedas Bitcoin fluindo para balança da justiça, simbolizando ação do DOJ contra Helix

Fim de Era: EUA Confiscam US$ 400 Milhões do Mixer Helix

Cai o martelo: o Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) finalizou o confisco de mais de US$ 400 milhões em ativos ligados ao mixer cripto Helix, operado na dark web para lavar proventos de mercados ilegais de drogas e fraudes. Uma juíza federal emitiu a ordem final em 21 de janeiro, transferindo a propriedade para o governo após anos de investigação. O caso expõe como autoridades rastrearam transações supostamente anônimas, sinalizando o fim da ilusão de anonimato total em criptomoedas.


Como o Helix Operava na Dark Web

O Helix funcionava como um serviço de mistura de Bitcoin desde 2014, processando cerca de 354.468 BTC, equivalentes a US$ 311 milhões na época. Projetado especificamente para usuários de darknet markets como AlphaBay, o mixer que fazia o pooling de fundos de múltiplas fontes e os redistribuía, obscurecendo origens e destinos das transações. Larry Dean Harmon, seu criador, integrou o Helix ao motor de busca Grams, facilitando lavagem em escala.

Harmon cobrava comissões sobre cada operação, movimentando mais de 1,2 milhão de transferências. Autoridades destacam que grande parte dos bitcoins vinha de vendas de drogas, fraudes e exploração infantil, reforçando que o serviço não era uma ferramenta neutra de privacidade, mas infraestrutura criminosa dedicada.

A Investigação do DOJ e IRS

O cerco ao Helix começou com violações à Bank Secrecy Act. Harmon operou sem registrar o serviço como money services business (MSB), sem programa anti-lavagem de dinheiro (AML) e sem relatar atividades suspeitas (SARs). Investigadores do DOJ e IRS rastrearam fluxos apesar das misturas, usando análise de blockchain avançada para ligar endereços a crimes na dark web.

Em 2019, Harmon foi indiciado criminalmente e declarou-se culpado em 2021 por conspiração em lavagem de mais de US$ 300 milhões. Sentenciado a três anos de prisão em 2024, ele também liderou a Coin Ninja, promovendo mixing sem KYC. Seu irmão, Gary, foi indiciado por roubar ativos apreendidos do IRS em 2022.

Implicações para Mixers e Anonimato

Este confisco marca o fim de uma era para mixers centralizados. Ari Redbord, da TRM Labs, compara a derrubada do Helix a remover um hub de lavagem purpose-built, forçando criminosos a rotas mais expostas e rastreáveis. Casos semelhantes, como Samourai Wallet, mostram que autoridades veem esses serviços como facilitadores de crime, não privacidade legítima.

A anonimidade total prometida por mixers está sob ataque pesado. Com ferramentas forenses evoluindo, transações ‘limpas’ revelam-se ilusórias. Usuários legítimos devem ponderar riscos regulatórios, enquanto reguladores globais intensificam escrutínio sobre ferramentas de ofuscação.

Lições para o Ecossistema Cripto

O caso Helix reforça a necessidade de compliance em serviços financeiros digitais. Plataformas não registradas enfrentam multas civis, como a impaga de FinCEN a Harmon, e confisco de ativos. Para brasileiros, isso alerta sobre riscos de usar mixers internacionais, especialmente com cooperação crescente entre DOJ, IRS e autoridades locais.

Investidores e traders devem priorizar exchanges reguladas e ferramentas transparentes, evitando armadilhas da dark web que atraem investigações implacáveis.


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Personagem cartoon da Binance abrindo cofre SAFU liberando moedas Bitcoin em meio a nuvens de volatilidade, simbolizando otimismo na queda do mercado

Binance Aposta US$ 1 bilhão em Bitcoin Durante Queda do Mercado

A Binance, maior exchange do mundo, demonstra ‘mão de ferro’ ao converter seu fundo de proteção SAFU de US$ 1 bilhão de stablecoins para Bitcoin nos próximos 30 dias, justamente em meio à queda do mercado. Enquanto muitos entram em pânico, o smart money institucional aposta no BTC como reserva de valor superior a longo prazo, com compromisso de rebalanceamento caso o valor caia abaixo de US$ 800 milhões. Essa jogada reforça a confiança no bottom do ciclo.


Detalhes da Conversão do SAFU para Bitcoin

A conversão gradual do fundo Secure Asset Fund for Users (SAFU) será concluída em 30 dias, com auditorias regulares para transparência. O SAFU, criado para proteger usuários contra hacks e eventos imprevistos, deixa as stablecoins — vistas como temporárias — para abraçar o Bitcoin como ativo definitivo de reserva. Essa decisão ocorre apesar da volatilidade recente, com BTC caindo abaixo de US$ 82.000, sinalizando visão estratégica de longo prazo.

Segundo o anúncio oficial, a Binance monitorará o valor de mercado e reporá até US$ 1 bilhão se oscilações do BTC levarem o fundo abaixo de US$ 800 milhões. Essa garantia demonstra compromisso inabalável com a segurança dos usuários, especialmente em tempos de pressão de mercado.

Proof-of-Reserves e Proteção de Usuários em 2025

A transparência da Binance é comprovada pelo proof-of-reserves, revelando US$ 162,8 bilhões em ativos de usuários totalmente respaldados em 45 criptomoedas. Em 2025, a exchange preveniu US$ 6,69 bilhões em perdas por scams para 5,4 milhões de usuários e recuperou US$ 48 milhões em depósitos errados, totalizando mais de US$ 1 bilhão desde o início do programa.

Parcerias com autoridades globais resultaram na confiscação de US$ 131 milhões em fundos ilícitos. Esses números destacam a robustez da plataforma, construindo confiança enquanto o ecossistema amadurece.

Implicações de Alta para o Mercado Cripto

Essa movimentação reforça o viés de alta no Bitcoin como ativo soberano. Ao priorizar BTC sobre stablecoins no fundo de emergência, a Binance sinaliza que o ‘ouro digital’ é a escolha ideal para proteção duradoura, mesmo em quedas. Para brasileiros, isso é especialmente relevante: segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 431.479,94 (-5,61% em 24h), com dólar a R$ 5,19 — uma oportunidade para quem segue o smart money.

Com expansão como licenças MiCA na UE e listagens em 21 blockchains, a Binance impulsiona o crescimento setorial. Investidores devem monitorar esse movimento como indício de que o bottom está próximo, preparando o terreno para valorização sustentada.


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Executivos cartoon ocidental e japonês enchendo cofre com Bitcoin dourado, simbolizando tesouraria da Metaplanet como MicroStrategy da Ásia

Metaplanet Levanta US$ 137 Milhões para Bitcoin: MicroStrategy da Ásia

A Metaplanet, conhecida como a MicroStrategy da Ásia, aprovou uma emissão de ações e warrants para captar até US$ 137 milhões (¥21 bilhões), destinados principalmente à compra de Bitcoin. Apesar da queda de 3,5% nas ações por temores de diluição, a estratégia reforça o compromisso de longo prazo com o BTC como reserva de valor, ignorando volatilidades de curto prazo. O pagamento está marcado para 13 de fevereiro.


Detalhes da Nova Captação

A operação envolve alocação a terceiros de novas ações e os 25º Direitos de Aquisição de Ações da empresa, uma estrutura comum para levantar capital minimizando impactos imediatos. O CEO Simon Gerovich confirmou que os recursos serão usados prioritariamente para aquisições de Bitcoin, com uma porção menor para redução de dívidas. De acordo com a anúncio oficial, cerca de ¥14 bilhões (US$ 115 milhões) vão para compras de BTC entre fevereiro de 2026 e 2027, ¥1,56 bilhão para estratégias de renda relacionadas ao ativo e ¥5,19 bilhões para quitar créditos existentes.

Os warrants exercíveis acima de ¥547 permitem captar mais em valorizações futuras, protegendo acionistas de diluição excessiva. Cantor Fitzgerald intermediou a colocação com investidores institucionais offshore, como Anson Opportunities e Alyeska Master Fund, sem compromissos de longo prazo, mas com lock-up de 30 dias.

Holdings Atuais e Desempenho

Desde o pivô para tesouraria Bitcoin em abril de 2024, a Metaplanet acumulou 35.102 BTC, com custo médio de US$ 107.600 por unidade e base total de US$ 3,77 bilhões. Com o BTC negociado abaixo desse patamar, há perda não realizada de mais de US$ 695 milhões, mas a gestão prioriza escala sobre trades táticos. Em 2025, os holdings saltaram de 1.762 para 35.102 BTC, gerando 568% de yield em BTC.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 431.784 nesta sexta-feira (variação -5,59% em 24h), equivalente a cerca de US$ 83.300 pelo dólar a R$ 5,19. Essa nova injeção pode adicionar 1.500 a 1.600 BTC, reduzindo o custo médio e elevando BTC por ação.

Paralelos com a MicroStrategy

Assim como a MicroStrategy de Michael Saylor, a Metaplanet usa emissões de equity para acumular Bitcoin, transformando o balanço patrimonial em hedge contra a desvalorização do iene. Ambas apostam no BTC como ativo superior ao fiat em horizontes longos, tolerando drawdowns para capturar upside. As ações da Metaplanet subiram 25% no ano até agora em 2026 e mais de 80% desde novembro de 2025, apesar da recente correção de 56% nos últimos seis meses e queda atual por diluição.

Essa abordagem de alta reforça a adoção institucional na Ásia, onde o iene fraco impulsiona tesourarias cripto. Investidores veem potencial em resistências nos US$ 3,80-4,00, com suporte em US$ 2,80.

Perspectivas de Longo Prazo

A estratégia da Metaplanet sinaliza convicção em um ciclo de alta para o Bitcoin, posicionando-a como proxy atrativo para exposição ao ativo sem custódia direta. Ao ignorar ruídos de curto prazo como diluição, a empresa fortalece seu balanço para 2026, potencialmente baixando o custo médio e ampliando retornos para holders pacientes. Vale monitorar o impacto no mNAV (market net asset value) e a execução dos planos ’21 Million’ e ‘555 Million’.

Em um mercado volátil, com BTC em viés de alta estrutural, movimentos como esse aceleram a narrativa de corporações como ‘baleias’ estratégicas.


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Personagem holder cartoon sob sol dourado eclipsado por sombra hawkish, simbolizando queda do Bitcoin com medo de chair hawkish no Fed

Bitcoin Desaba com Medo de Warsh no Fed e Perde Brilho de Ouro Digital

O Bitcoin despencou para cerca de US$ 81 mil nesta quinta-feira (30), à medida que crescem as apostas na nomeação de Kevin Warsh como próximo presidente do Federal Reserve por Donald Trump. Visto como hawkish, Warsh pode endurecer a política monetária, elevando juros e reduzindo liquidez — um cenário tóxico para ativos de risco como o BTC. Pior: a criptomoeda mimetizou a queda do Nasdaq, reforçando dúvidas sobre sua narrativa de ‘ouro digital’ e expondo holders a uma correlação arriscada com tech stocks.


Kevin Warsh: O Fantasma hawkish do Fed

Relatos indicam que Trump anunciará sua escolha para substituir Jerome Powell nesta sexta-feira, com Kevin Warsh emergindo como favorito. Ex-governador do Fed (2006-2011), Warsh é conhecido por priorizar riscos inflacionários mesmo na crise financeira global, defendendo disciplina fiscal e saída do quantitative easing. Apesar de ter elogiado o Bitcoin como ‘polícia’ para políticas fiscais em entrevista recente, o mercado interpreta sua possível nomeação como negativa para cripto.

Odds no Polymarket saltaram para 95% a favor de Warsh, derrubando rivais como Rick Rieder. Analistas como Markus Thielen, da 10x Research, alertam que taxas reais mais altas sob Warsh sufocariam especulações, tratando BTC não como hedge contra debasement, mas como excesso especulativo. O dólar se fortaleceu e yields de Treasuries subiram, pressionando ativos de risco. Para holders, isso questiona o rali institucional: BlackRock e afins ainda compram em quedas prolongadas?

Correlação com Nasdaq: Armadilha para Holders

A queda do Bitcoin para US$ 83 mil acompanhou o tombo do Nasdaq, que perdeu 600 pontos em meio a earnings ruins de tech giants como Microsoft (-11%). Investidores punem gastos excessivos em IA sem retornos imediatos, e o BTC, high-beta do índice, sofreu com liquidações de US$ 860 milhões. Gold subiu 30% no ano, silver 65%, enquanto BTC falha como safe haven em tensões geopolíticas no Oriente Médio.

Essa simbiose com tech stocks é uma armadilha: em mercados de alta, BTC amplifica ganhos; em baixas, amplifica perdas. A narrativa de ‘ouro digital’ desmorona, pois BTC age como ‘mais uma tech’. Observadores notam que, sem independência, holders enfrentam volatilidade dupla — macro dos juros e micro de earnings. Fevereiro pode consolidar em US$ 80-88 mil, com odds abaixo de 10% para US$ 100 mil.

Implicações e Cotação Atual no Brasil

O rali institucional pode estar no fim? Entradas em ETFs caíram, e saídas recentes somam bilhões. Warsh no Fed sinaliza menos liquidez global, beneficiando dólar e ouro, mas punindo risco. Traders monitoram earnings de Apple e Nvidia; quedas aí podem testar suportes em US$ 80 mil.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 431.640,78 às 08:13 de hoje, com variação de -5,71% em 24h e volume de 646 BTC. Para brasileiros, isso reforça: diversifique além de narrativas. Vale monitorar se o ceticismo persiste ou se Trump pivota para doveish.


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Baleias cartoon mergulhando para acumular cristais ADA em oceano digital, enquanto peixes varejo fogem, simbolizando divergência on-chain em Cardano

Baleias Acumulam US$ 160 Milhões em ADA no Suporte Crucial

Baleias de Cardano (ADA) acumularam mais de US$ 160 milhões em tokens nos últimos dois meses, aproveitando o teste do suporte em US$ 0,32, enquanto o varejo realiza vendas. Essa divergência sugere acumulação inteligente em meio ao caos de mercado, com BTC, ETH e XRP também tentando recuperação após correções semanais de até 14%. Investidores monitoram se esses níveis representam pontos de entrada ou armadilhas.


Acumulação de Baleias em ADA Contrasta com Vendas do Varejo

Carteiras grandes de ADA, com saldos entre 100 mil e 100 milhões de tokens, adicionaram 454 milhões de ADA nos últimos dois meses, equivalendo a cerca de US$ 160 milhões a preços atuais. Dados on-chain da Santiment revelam essa movimentação, enquanto holders menores, com até 100 ADA, venderam 22 mil tokens nas últimas três semanas. No dia 29 de janeiro, houve saída líquida de US$ 3,36 milhões em ADA das exchanges, sinalizando transferência para carteiras frias ou staking.

Essa dinâmica reforça o padrão clássico de ‘siga o dinheiro inteligente’: baleias compram na fraqueza, posicionando-se para uma potencial reversão. O preço do ADA negocia próximo a US$ 0,34, após queda de 6% em 24 horas e 5% na semana, alinhado à fraqueza geral do mercado cripto.

Análise Técnica: Suporte de US$ 0,32 em Teste Decisivo

No gráfico semanal, ADA posiciona-se no suporte S1 em torno de US$ 0,32, abaixo das médias móveis de 21 e 50 semanas, indicando tendência de baixa ainda dominante. O Stochastic RSI aguarda cruzamento altista para confirmar momentum. No diário, o ativo opera em canal descendente, testando resistências nas EMAs de 20 e 50 dias (US$ 0,37-0,38).

Analistas como Crypto Crew University e Mr. CryptoCeek destacam essa zona como ‘nível de decisão’. Um rompimento acima da linha de tendência descendente pode mirar US$ 0,50; perda do suporte retestaria US$ 0,33. O RSI em 44 reflete momentum fraco, mas a acumulação on-chain pode sustentar o piso.

Recuperação de BTC, ETH e XRP: Suportes em Foco

Paralelamente, Bitcoin (BTC) supera US$ 87.700, testando o canal horizontal em US$ 87.787 após correção semanal de 7,48%. Suporte imediato em US$ 86.000-87.000, com RSI em 39 e MACD negativo. Segundo o Cointrader Monitor, BTC vale R$ 431.702 (-5,59% em 24h).

Ethereum (ETH) segura US$ 2.852 próximo ao suporte de 61,8% Fibonacci em US$ 2.749, mirando US$ 3.017 se confirmar. XRP retesta US$ 1,83 após quedas semanais de 7%. O Índice de Medo e Ganância em 29 reforça cautela, com liquidez comprimida.

Implicações e Próximos Passos para Investidores

A divergência em ADA sugere que o varejo pode estar sendo ‘sacudido’ antes de uma alta, especialmente com eventos de fevereiro como upgrades de governança, testes de privacidade e lançamento de futuros ADA na CME (9/02). Charles Hoskinson prometeu ‘mês louco’. Para BTC/ETH/XRP, fechamentos acima de resistências diárias validariam reversão.

Investidores devem monitorar volume, RSI acima de 50 e saídas de exchanges. Esses suportes representam oportunidades potenciais, mas volatilidade geopolítica (tensões EUA-Irã) exige gestão de risco. Dados on-chain priorizam acumulação sobre pânico varejista.


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Personagens cartoon de Trump e Powell em cabo de guerra sobre corda de juros com Bitcoin central e ETH/SOL oscilando, ilustrando tensão Fed no trade cripto

Fed Pausa Juros: Trump vs Powell no Centro do Trade Cripto

O Federal Reserve manteve as taxas de juros estáveis, em torno de 3,6%, conforme anúncio de Jerome Powell nesta quarta-feira (29/01/2026). Powell destacou estabilização econômica e progresso na inflação, que recuou dos picos de 2022, mas segue acima da meta de 2%. Essa pausa intensifica o confronto com Donald Trump, que pressiona por cortes mais agressivos, posicionando Bitcoin e altcoins como termômetros macro de liquidez e apetite por risco. Investidores cripto monitoram o embate para ajustar posições.


Decisão do Fed: Economia Estável, Mas Cautela Persiste

A decisão do FOMC reflete uma economia em expansão sólida, com crescimento anualizado de 4,4% no terceiro trimestre de 2025 e sinais de equilíbrio no mercado de trabalho. Powell enfatizou que as taxas atuais não estão freando o crescimento de forma notável, mas a inflação permanece “um pouco elevada”. Dois governadores dissentiram em favor de um corte de 0,25 ponto percentual, sinalizando divisões internas.

O comitê adota abordagem meeting-by-meeting, dependente de dados, sem curso pré-definido. Isso contrasta com expectativas de cortes mais rápidos, especialmente após três reduções em 2025. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 431.653 (-5,62% em 24h), refletindo volatilidade em ativos de risco.

Trump vs. Powell: Tensões Políticas no Horizonte

O embate Trump-Powell ganha centro do palco macro. Trump critica publicamente a falta de cortes mais profundos e sinaliza substituir Powell quando seu mandato acabar em maio de 2026. Há investigações do Departamento de Justiça sobre reformas no prédio-sede do Fed (US$ 2,5 bilhões) e disputa judicial sobre demissão de governadora Lisa Cook.

Assessores como Kevin Hassett defendem independência do Fed, mas alertam que pressão política pode erodir confiança nos mercados. Para cripto, isso eleva incerteza: políticas frouxas impulsionam risco, mas rigidez freia altas. Trump disse não ter planos de demitir Powell “por enquanto”, mantendo tensão latente.

Cripto como Barômetros de Risco Macro

Bitcoin, Ethereum e Solana atuam como proxies de liquidez global. Dados atuais mostram BTC em US$ 82.249 (-6,3% 24h), ETH em R$ 14.259 (-6,87%) e SOL em R$ 604 (-5,68%), com dólar a R$ 5,185. Mercados absorvem a pausa sem pânico, mas quedas semanais indicam cautela.

Analistas veem BTC testando suportes em US$ 81.000-87.000, sensível a sinais do Fed. Se Trump prevalecer em cortes, liquidez pode impulsionar ativos de risco; caso contrário, consolidação ou correção. Volumes em BTC somam US$ 91 bi em 24h, com altcoins sensíveis a apetite global.

Próximos Passos para Investidores

Monitore dados de emprego (payrolls), CPI e próxima reunião do FOMC em março. Indicadores de liquidez, como M2 e yield curve, guiarão rumos. Para brasileiros, com BTC em queda, posições compradas demandam stops apertados; posições vendidas curtas visam volatilidade política. Estratégia: diversificar em stablecoins durante tensão, aguardando clareza no mandato de Powell.

Dados sugerem pausa prolongada se inflação persistir, limitando upside cripto de curto prazo. Vale acompanhar dissidências no FOMC para sinais de virada.


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Torre dourada digital rachando com veias vermelhas e fragmentos caindo, simbolizando perda de US$240B e liquidações no crash cripto

Crash Cripto: US$240B Perdidos e Liqs de US$2Bi

📊 BOLETIM CRIPTO | 30/01/2026 | MANHÃ

A queda de US$ 240 bilhões e liquidações recordes sob pressão do Fed restritivo e tensões geopolíticas EUA-Irã definem o tom de baixa moderado desta manhã. O Bitcoin despencou para US$ 81 mil, eliminando US$ 2 bilhões em posições compradas alavancadas que afetaram 267 mil investidores, com BTC e ETH liderando as perdas em corretoras como Hyperliquid e Bybit. Apesar do pânico imediato, com o índice Fear & Greed em 16, sinais contrários emergem: Binance aloca US$ 1 bilhão do fundo SAFU em BTC e SEC/CFTC avançam em harmonização regulatória pró-cripto via memorando de entendimento e taxonomia comum. O viés de baixa moderado prevalece, impulsionado por desalavancagem e instabilidade macro, mas fundamentos institucionais limitam quedas prolongadas.


🔥 Destaque: Queda Cripto com US$ 240 Bi Perdidos e US$ 2 Bi Liquidados

O mercado cripto sofreu uma perda de capitalização de US$ 240 bilhões em poucas horas, caindo de US$ 3,04 trilhões para US$ 2,80 trilhões — uma desvalorização de aproximadamente 7,9%. Bitcoin quebrou suportes-chave ao atingir US$ 81.087 (-7%), enquanto Ethereum recuou 8% para US$ 2.689. O índice Fear & Greed mergulhou para 16, nível de pânico extremo, refletindo saídas institucionais de ETFs (US$ 817 milhões ontem) e liquidações totais de US$ 2 bilhões em 48 horas.

O contexto revela um mercado saturado de posições compradas alavancadas, amplificado por fatores macroeconômicos: o Fed manteve juros em 3,5-3,75% sem cortes, a nomeação restritiva de Kevin Warsh para presidente e a escalada Irã-EUA impulsionaram aversão global a risco. Ouro e prata também caíram, sincronizando cripto com ativos tradicionais. Opções de BTC no valor de US$ 8,3 bilhões vencem hoje, com viés de venda, exacerbando a cascata via hedging dos formadores de mercado.

As implicações incluem um reinício da alavancagem excessiva, removendo investidores fragilizados e distorções por vendas forçadas, mas expõem vulnerabilidade à gravidade em movimentos unidirecionais. Institucionais descarregam, BTC perde média móvel de 2 anos, e altcoins como SOL, XRP e HYPE sofrem quedas de 6-13%. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 431.091 (-5,58% em 24h), alinhado à pressão global.

Monitorar liquidações residuais, fluxos de ETFs e vencimento de opções para sinais de estabilização. Capitulação extrema historicamente precede recuperações, mas persistência macroeconômica pode testar US$ 75-80 mil em BTC.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento geral é de cautela dominante, com viés de baixa moderado justificado por desalavancagem massiva e correlação macroeconômica elevada. Tendências como liquidações de US$ 1,7 bilhão em posições compradas (93% do total) reiniciam contratos em aberto (open interest) inflados, enquanto a harmonização SEC/CFTC e o memorando de entendimento sinalizam clareza regulatória favorável ao mercado. Setor à vista e de perpétuos sob pressão intensa, com capitalização abaixo de US$ 3 trilhões pela primeira vez desde abril.

O contraponto otimista emerge na adoção institucional: Binance converte US$ 1 bilhão do fundo SAFU para reservas em BTC apesar da queda, alinhando-se a tesourarias de estados como Dakota do Sul. A regulação nos EUA aquece com taxonomia comum e zonas de proteção (safe harbors), posicionando o país como polo cripto. No entanto, a ação do DOJ contra misturadores como Helix reforça incerteza em ferramentas de privacidade.

O câmbio USD-BRL em R$ 5,19 contextualiza perdas locais, com BTC-BRL refletindo variação global negativa. O mercado se prepara para volatilidade, mas o reinício técnico sugere estabilização condicionada ao cenário macroeconômico.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Cascata de liquidações adicionais: Alavancagem remanescente e hedging de formadores de mercado no vencimento de opções de US$ 8,3 bilhões podem acionar mais vendas forçadas se BTC romper US$ 80 mil, ampliando volatilidade e testando suportes em US$ 75 mil. Probabilidade alta em momento de baixa persistente, afetando todo o ecossistema.
  • Pressão macroeconômica e geopolítica: Fed restritivo sem cortes e tensões Irã-EUA elevam aversão a risco, sincronizando cripto com quedas em ouro/S&P. Saídas de ETFs de US$ 2,5 bilhões em 9 dias sinalizam redução institucional, prolongando correção. Impacto sistêmico provável.
  • Atrasos legislativos na regulação dos EUA: A harmonização SEC/CFTC depende do polarizado CLARITY Act (votação 12-11 no Senado), prolongando incertezas jurisdicionais. Congresso lento pode frear influxos, mantendo volatilidade em corretoras e DeFi.
  • Endurecimento contra misturadores/privacidade: O confisco pelo DOJ de US$ 400 milhões do Helix reforça escrutínio em ferramentas anônimas sem compliance antilavagem, elevando incerteza em BTC associado a ilícitos e pressionando moedas de privacidade como XMR.
  • Volatilidade em reservas de BTC: A alocação do fundo SAFU da Binance exposta a quedas pode erodir valor abaixo de US$ 800 milhões, questionando solidez e atraindo regulação se o rebalanceamento falhar.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Reinício de alavancagem para recuperação de sobrevenda: A eliminação de US$ 2 bilhões em posições compradas remove especulação excessiva, com Fear & Greed em 16 historicamente precedendo recuperações. Janela de curto prazo em suportes de BTC a US$ 80 mil, ideal para acumulação sem distorções de vendas forçadas.
  • Clareza regulatória atrai institucionais: A harmonização SEC/CFTC com taxonomia e memorando de entendimento facilita listagens em conformidade e exposição limitada em planos 401(k). Médio prazo com alto potencial para ETFs e valor total bloqueado em DeFi, beneficiando BTC/ETH.
  • Sinal de reserva em BTC da Binance: A conversão de US$ 1 bilhão do fundo SAFU durante a queda valida reserva estratégica, catalisando imitações por corretoras e estados americanos. Curto prazo com demanda orgânica que estabiliza preço.
  • Gravitação para dor máxima (max pain) de opções a US$ 90 mil: O vencimento na Deribit tende a puxar o preço à vista para zona de perda máxima, criando recuo imediato pós-hedging. Médio potencial para BTC/ETH se o cenário macro não escalar.

📰 Principais Notícias do Período

1. Queda Cripto: US$ 240 Bi Perdidos e US$ 2 Bi Liquidados
Mercado perde US$ 240 bilhões em capitalização para US$ 2,8 T, BTC US$ 81 mil (-7%), ETH US$ 2.689 (-8%). US$ 2 bi liquidados afetam 267 mil investidores via saídas de ETF de US$ 817 mi, Fed restritivo, Irã-EUA e vencimento de opções. Fear & Greed em 16 indica capitulação extrema.

2. Liquidações de US$ 1,7 bi reiniciam alavancagem excessiva em BTC
BTC a US$ 81 mil liquida US$ 1,68 bi em posições compradas (93%), US$ 780 mi BTC/414 mi ETH em Hyperliquid/Bybit. 267 mil investidores eliminados por desmonte de mercado saturado, amplificado por instabilidade do Fed. Limpa investidores fragilizados, reduzindo fluxos forçados futuros.

3. Vencimento de US$ 8,3 bi em opções BTC ameaça volatilidade
91 mil contratos de BTC (US$ 8,3 bi) vencem na Deribit hoje (razão venda/compra de 0,54, dor máxima em US$ 90 mil). BTC a US$ 81,3 mil (-8%) + Fed/geopolítica pressionam queda via hedging para US$ 75 mil. Potencial recuperação rumo à dor máxima.

4. Binance aloca US$ 1 bi do SAFU em BTC apesar de queda
Binance converte US$ 1 bi do fundo SAFU em stablecoins para BTC em 30 dias, com rebalanceamento se <US$ 800 mi. Decisão contrária à tendência durante queda para US$ 81 mil, reforça movimento de reserva em tesouraria junto a estados americanos. Prova de reservas de US$ 162,8 bi respaldados.

5. SEC e CFTC harmonizam agenda regulatória pró-cripto
Atkins/Seelig em evento conjunto delineiam taxonomia de senso comum, colateral tokenizado, mercados de previsão, zonas de proteção para desenvolvedores e cripto para varejo em mercados de contratos. Medidas interinas reduzem fricção enquanto Congresso legisla, atraindo institucionais.

6. SEC e CFTC assinam memorando para unificar supervisão cripto
Memorando de entendimento iminente coordena jurisdições (SEC valores mobiliários, CFTC commodities), alinhado ao CLARITY Act em avanço no Senado. Meta de tornar os EUA a capital cripto com exposição limitada em planos 401(k) e rendimentos de stablecoins resolvidos.

7. DOJ confisca US$ 400 mi do misturador Helix da darknet
DOJ finaliza confisco de mais de US$ 400 mi em BTC do Helix (US$ 311 mi processados na darknet entre 2014-17 sem conformidade antilavagem). Reforça repressão a ilícitos, beneficiando plataformas em conformidade e empresas de análise.


🔍 O Que Monitorar

  • Liquidações em 24h e contratos em aberto: Desalavancagem completa via Coinglass; queda sustentada indica estabilização.
  • Fluxos de ETFs de BTC: Reversão de saídas em Farside/SoSoValue sinaliza retorno de institucionais.
  • Índice Fear & Greed: Acima de 16 em Alternative.me confirma capitulação para identificar momento de recuperação.
  • Progresso do CLARITY Act/regulamentações SEC/CFTC: Concretiza harmonização em Congresso/SEC.gov.
  • Valor do fundo SAFU e prova de reservas da Binance: Execução da alocação em BTC no blog da Binance valida confiança.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12-24 horas, o viés de baixa moderado persiste com o vencimento de opções de US$ 8,3 bilhões potencializando quedas adicionais via hedging para o BTC entre US$ 75-80 mil, agravado pelo cenário macroeconômico do Fed e fatores geopolíticos. A liquidação forçada remove investidores fragilizados, o índice Fear & Greed em 16 sugere capitulação, e sinais de segurança da Binance e da SEC/CFTC atraem compradores oportunistas caso haja estabilização. Volatilidade extrema é provável hoje, com possível gravitação para a dor máxima (max pain) de US$ 90 mil antes da liquidação; fatores como fluxos positivos de ETF ou uma calmaria com o Irã podem reverter o cenário. Priorize a gestão de risco e acompanhe os indicadores para identificar reversão.


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Personagens cartoon de Fed e Trump em braço de ferro sobre mesa de juros, com Bitcoin flutuando tenso acima, simbolizando confronto político nos EUA

Fed Mantém Juros e Trump Pressiona Cortes: Embate nos EUA

O Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) manteve as taxas de juros inalteradas na faixa de 3,50% a 3,75% nesta quarta-feira (28), em decisão amplamente esperada. Em resposta, o presidente Donald Trump exigiu cortes imediatos, criticando Jerome Powell e anunciando que revelará o nome do próximo presidente do Fed na próxima semana. Trump vs. Powell: quem definirá o rumo dos mercados? O embate reacende debates sobre a independência do banco central em um contexto geopolítico tenso.


Detalhes da Decisão do FOMC

O Federal Reserve optou por uma postura cautelosa, mantendo a taxa básica de juros após três cortes de 25 pontos-base no fim de 2025. O comunicado destacou incertezas elevadas na economia, com ganhos de emprego baixos, desemprego estabilizando em 4,4% e inflação em 2,7%. Jerome Powell adotou tom neutro a hawkish, enfatizando decisões baseadas em dados e sinalizando que novas reduções dependem do mercado de trabalho e da inflação persistente.

Dois membros do FOMC, indicados por Trump, divergiram pela redução imediata, ecoando divisões vistas em dezembro (9-3). Analistas do Mercado Bitcoin notaram mudança na linguagem de Powell, de enfraquecimento para estabilização do emprego, reduzindo apostas em cortes rápidos. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 440.010 (-5,37% em 24h), refletindo cautela global.

Pressão Política de Trump sobre o Fed

Trump intensificou o confronto via Truth Social, chamando Powell de “Too Late” e argumentando que juros altos custam centenas de bilhões aos EUA, prejudicando segurança nacional. Ele defendeu tarifas como fonte de receita, ignorando Powell, que atribuiu parte da inflação overrun às políticas tarifárias, com pico esperado em meados de 2026.

Esse braço de ferro questiona a independência do Fed, pilar desde sua criação. Trump vê cortes como essenciais para crescimento, enquanto Powell prioriza o duplo mandato (emprego e inflação). Geopoliticamente, tarifas e imigração complicam projeções econômicas, ampliando incertezas para emergentes como o Brasil.

Expectativa pela Nomeação do Novo Chair

A revelação do sucessor de Powell, cujo mandato acaba em maio, é o foco da próxima semana. Rumores apontam nomes pró-cripto como Chris Waller. Expectativas de mercado via Polymarket: corte em março (10%), abril (25%), junho (67%). Um chair dovish poderia acelerar afrouxamento, favorecendo ativos de risco.

Bitcoin e Ethereum mantiveram estabilidade inicial (~US$ 88.900 e US$ 2.996), mas caíram ~2% após o anúncio, lutando para superar US$ 90.000. Juros altos elevam yields de Treasuries, atraindo capital de risco como cripto para ativos seguros.

Implicações para Bitcoin e Mercados Globais

Juros elevados seguram o Bitcoin ao fortalecer o dólar e pressionar ativos especulativos. Com Dólar a R$ 5,19, emergentes sentem influxo reverso. No Brasil, isso tensiona câmbio e inflação importada, impactando adoção cripto como hedge.

Geopoliticamente, o embate EUA influencia fluxos globais: S&P 500 acima de 7.000, ouro acima de US$ 5.000/oz contrastam com cripto range-bound. Investidores monitoram nomeação para sinais de liquidez farta, essencial para fases de alta. Vale acompanhar dados de emprego e inflação para próximas pistas.


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Avalanche de fragmentos dourados despencando de pico 90K para base 85K rachada em vermelho, simbolizando queda do Bitcoin e liquidações de US$ 800 mi

Bitcoin Despenca para US$ 85 Mil: Liquidações e Techs em Queda

O Bitcoin despencou para US$ 85.200, marcando a mínima do ano de 2026, em uma queda de cerca de 6% nas últimas 24 horas após rejeição no suporte psicológico de US$ 90 mil. O movimento gerou um efeito cascata com mais de US$ 800 milhões em liquidações de posições alavancadas, majoritariamente compradas, enquanto a Microsoft caiu 12% pós-earnings, pressionando o Nasdaq em 2%. O rompimento dos US$ 85 mil nos diz que 2026 pode trazer maior volatilidade em ativos de risco.


Rompimento do Suporte e Liquidações Massivas

O Bitcoin negociava acima de US$ 88 mil no início da sessão, mas falhou em sustentar o nível de US$ 90 mil, conforme relatado pela Bitcoin Magazine. A rejeição desencadeou vendas aceleradas, levando a uma mínima de dois meses em torno de US$ 85.200. Esse rompimento de suporte psicológico ampliou a pressão vendedora, com volume de negociação saltando para US$ 48 bilhões em 24 horas.

As liquidações cripto atingiram picos, com US$ 800 milhões em posições compradas forçadas a fechar, segundo dados da CoinGlass citados no Decrypt. Plataformas como Hyperliquid registraram liquidações individuais de US$ 31 milhões. Altcoins sofreram mais: Ethereum caiu 6,8% para US$ 2.800, Solana 6,4% para US$ 117. A capitalização total do mercado cripto encolheu 4%, para US$ 1,72 trilhão.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 439.486, com variação de -5,43% em 24 horas e volume de 509 BTC.

Conexão com Techs: Microsoft e Nasdaq Pesam

A queda do Bitcoin coincidiu com turbulência no setor de tecnologia tradicional. A Microsoft reportou earnings acima das expectativas, mas crescimento lento no cloud e gastos elevados com CapEx geraram pânico, derrubando as ações em 12% — pior dia desde março de 2020. Isso arrastou o Nasdaq Composite para baixa de 1,5% a 2%, apagando ganhos do ano.

Ações ligadas a cripto também sofreram: MicroStrategy (-8%), Coinbase, Circle e Bullish caíram 4-8%. O VIX do S&P 50 subiu 16% para 19, sinalizando aversão ao risco. Há uma correlação evidente entre Bitcoin e techs, ambos sensíveis a expectativas de IA e política monetária.

Ouro, que atingiu US$ 5.600 na quarta, reverteu quase 10% para abaixo de US$ 5.200, e prata caiu de US$ 121 para US$ 108, reforçando o movimento risk-off amplo.

Próximos Suportes e Contexto do Fed

Analistas identificam US$ 85 mil como suporte crítico imediato. Uma quebra pode mirar US$ 83 mil a US$ 80 mil, com risco de retração maior para US$ 72-68 mil se o momentum bearish persistir, conforme CoinDesk e Bitcoin Magazine. O DXY subiu para 96,6, pressionando ativos de risco.

O Federal Reserve, em reunião recente, pausou cortes de juros com desemprego em 4,4%, sem sinal de urgência em afrouxamento, frustrando apostas em easing agressivo. ETFs de Bitcoin registraram saídas de US$ 1,8 bilhão em nove dias, apesar de inflows anuais de US$ 56 bilhões.

Tensões geopolíticas EUA-Irã e prazo para evitar shutdown governamental adicionam incerteza. Na próxima semana, a Casa Branca reúne executivos de bancos e cripto para discutir legislação.

O Que o Rompimento Revela para 2026?

Esse movimento destaca a fragilidade da estrutura de mercado atual, com alavancagem elevada e dependência de fluxos de ETF. Os dados sugerem que o Bitcoin permanece correlacionado a techs e macro, mas sua resiliência como reserva de valor pode brilhar em cenários de dólar fraco — DXY reverteu de mínima recente. Investidores devem monitorar US$ 85k: sustentação pode indicar recuo saudável; quebra, correção mais profunda. Vale observar volume on-chain e posições em exchanges para sinais de capitulação ou acumulação por baleias.


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Banqueiro suíço cartoon operando máquina de yield BTC com 8.9% exibido, simbolizando fundo market-neutral da Sygnum

Sygnum Capta 750 BTC para Fundo com 8,9% de Yield Anual

O banco suíço Sygnum completou a fase seed de seu Starboard Sygnum BTC Alpha Fund, captando mais de 750 BTC de investidores profissionais e institucionais em apenas quatro meses desde o lançamento em outubro de 2025. O fundo registrou um rendimento anualizado de 8,9% no quarto trimestre, mesmo com o Bitcoin caindo cerca de 25% no período. Essa performance destaca a demanda crescente por estratégias reguladas que geram rendimentos independentes da direção do preço.


Detalhes da Captação e Desempenho

O fundo, lançado em parceria com a Starboard Digital, atraiu aportes equivalentes a cerca de US$ 66 milhões na cotação atual, demonstrando confiança de grandes investidores em produtos cripto regulados na Suíça. Segundo Markus Hämmerli, head de gerenciamento de portfólio da Sygnum, o movimento reflete Bitcoin se tornando uma alocação central em portfólios institucionais, com demanda por retornos além da simples valorização.

No quarto trimestre de 2025, o BTC Alpha Fund superou o mercado spot, que enfrentou volatilidade. Os retornos são acumulados em Bitcoin, permitindo que os holdings cresçam ao longo do tempo, resgatáveis pelo valor patrimonial líquido (NAV). Essa estrutura beneficia investidores que buscam exposição ao ativo sem a necessidade de vendas periódicas.

Estratégia Market-Neutral em Ação

A abordagem market-neutral do fundo foca em arbitragem e estratégias de valor relativo entre mercados spot e derivativos em exchanges centralizadas (CEXs). Inclui leveraged carry trades e arbitragem cross-exchange, capturando ineficiências em perpétuos, futuros, opções e spot.

“O objetivo é superar o desempenho do BTC”, conforme a página do fundo. Nikolas Skarlatos, fundador da Starboard Digital, enfatiza que tais estratégias visam 8-10% de retornos anuais em qualquer condição de mercado, validando a gestão profissional de Bitcoin mesmo em fases de queda.

Atração de Institucionais e Contexto Global

Bancos suíços como a Sygnum estão liderando a oferta de produtos regulados, atraindo baleias de Bitcoin que priorizam rendimentos estáveis. Regulamentações favoráveis na Suíça facilitam isso, contrastando com mercados mais restritivos. O sucesso inicial sugere um shift para estratégias estruturadas, especialmente após Nomura’s Laser Digital lançar fundo similar de yield em Bitcoin.

Para investidores brasileiros, o Bitcoin opera a R$ 439.536 segundo o Cointrader Monitor, com os 750 BTC equivalendo a cerca de R$ 330 milhões. O dólar a R$ 5,19 reforça o apelo de ativos em BRL para hedging.

Implicações para Investidores Sofisticados

Essa tendência indica maturidade no ecossistema cripto, onde institucionais lucram com volatilidade sem apostar na alta. Investidores devem monitorar o NAV do fundo e expansões semelhantes, ponderando riscos de liquidez em derivativos e dependência de CEXs. Para brasileiros, fundos regulados offshore oferecem diversificação, mas exigem análise de tributação e acesso.

Os dados sugerem que rendimentos market-neutral podem se tornar padrão, superando HODL em cenários laterais ou de baixa.


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Personagens cartoon de empresas estilizadas empilhando torre de BTC dourados sob aurora cyan, simbolizando tesouraria Bitcoin da Metaplanet inspirando Ásia

Metaplanet Ataca: US$ 137 Milhões para Bitcoin e Dívida no Japão

A Ásia já tem sua própria máquina de Bitcoin: a Metaplanet, listada em Tóquio, aprovou um aumento de capital de até US$ 137 milhões (21 bilhões de ienes) para acumular mais Bitcoin e quitar dívidas. Inspirada na MicroStrategy de Michael Saylor, a empresa usa emissão de ações e warrants para injetar liquidez diretamente no mercado de BTC, demonstrando confiança no ativo como reserva de valor de longo prazo. A operação reforça o viés de alta corporativo global.


Estrutura da Captação Agressiva

A Metaplanet emitirá 24,53 milhões de novas ações comuns a 499 ienes por unidade — cerca de 5% acima do preço de fechamento anterior —, gerando 12,24 bilhões de ienes (aproximadamente US$ 78 milhões) em recursos iniciais. Cada ação vem acompanhada de 0,65 warrants, totalizando 15,94 milhões de direitos que podem ser exercidos a 547 ienes em um ano, adicionando mais 8,9 bilhões de ienes (US$ 59 milhões).

Essa estrutura de warrants fixos, segundo Dylan LeClair, diretor de estratégia Bitcoin da empresa, permite captar capital hoje, capitalizando a volatilidade das ações, vendendo a prêmio sem diluição excessiva imediata. O conselho aprovou a operação em 29 de janeiro de 2026, com pagamento em 13 de fevereiro e warrants exercíveis de 16 de fevereiro de 2026 a 15 de 2027. Apesar da queda de 4% nas ações para 456 ienes, o prêmio reflete otimismo dos investidores.

Alocação Focada em Acumulação de BTC

Dos recursos, 5,2 bilhões de ienes serão usados para amortizar parte da dívida atual de cerca de US$ 280 milhões, restaurando capacidade de endividamento. O grosso, porém, vai para o cerne da estratégia: 14 bilhões de ienes (US$ 91,2 milhões) diretamente para compras de Bitcoin, mais 1,5 bilhão de ienes (US$ 9,8 milhões) em negócios de geração de renda com BTC, como opções e empréstimos.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 440.012,85 às 19:59 de hoje, com queda de 5,31% em 24h. Com iene a R$ 0,0339, os 21 bilhões de ienes equivalem a cerca de R$ 712 milhões, potência de fogo para acumular em um mercado volátil próximo de US$ 87.800.

Paralelo com MicroStrategy e Holdings Atuais

Com 35.102 BTC em tesouraria — quarto maior entre empresas públicas, avaliados em mais de US$ 3 bilhões —, a Metaplanet é a MicroStrategy asiática. Assim como Saylor usou dívida conversível para stackar mais de 700 mil BTC, a japonesa adota alavancagem estratégica, mas com warrants fixos para mitigar riscos aos acionistas minoritários.

A meta declarada é ousada: acumular até 210 mil BTC até 2027, ou 1% do suprimento total, via subsidiária Metaplanet Lightning Capital. Essa abordagem demonstra que a tese de Bitcoin como proteção contra debasement monetário — especialmente no Japão de iene fraco — está se espalhando globalmente, inspirando corporações além dos EUA.

Implicações e Próximos Passos

A captação diversifica fontes de financiamento da Metaplanet, após emissões de ações preferenciais com dividendos e revisões altistas de receita para 2026, apesar de prejuízos não-caixa em BTC. Investidores devem monitorar a execução: se os warrants forem exercidos plenamente, a diluição fica controlada, e o stack de BTC cresce exponencialmente.

Em um cenário de Bitcoin estabilizando após pullback, essa injeção de US$ 137 milhões sinaliza confiança institucional. Para brasileiros, com BTC a R$ 440 mil, vale observar como tesourarias asiáticas impulsionam o preço de médio prazo, reforçando o ciclo virtuoso de adoção.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Tabuleiro de xadrez com peças Coreia apertando exchanges e Russía abrindo para Bitcoin, simbolizando contraste regulatório global

Xadrez Regulatório: Coreia Aperta, Rússia Abre Bitcoin

Enquanto a Coreia do Sul aperta o cerco regulatório sobre exchanges de criptomoedas, com verificações ampliadas para acionistas e mais poder à unidade antifraude, a Rússia avança na legalização do trading de Bitcoin a partir de julho de 2027, mas sob limites rígidos de US$ 4 mil anuais para investidores comuns. Esse xadrez geopolítico sinaliza um mundo onde a adoção cripto ocorre sob vigilância estatal intensificada, impactando fluxos globais de capital e inovação.


Coreia do Sul: Barreiras Elevadas para VASPs

A Assembleia Nacional sul-coreana aprovou emenda à Lei de Relatórios e Uso de Informações de Transações Financeiras Específicas, marco do combate à lavagem de dinheiro (AML). Agora, reguladores vetam não só executivos, mas acionistas controladores de provedores de ativos virtuais (VASPs). A lista de infrações disqualificantes expandiu para incluir tráfico de drogas, evasão fiscal, violações antitruste e crimes econômicos graves.

A Unidade de Inteligência Financeira (FIU) ganha discricionariedade para avaliar finanças, controles internos e credibilidade geral das firmas. Licenças condicionais serão possíveis, com exigências para mitigar riscos de lavagem e proteção ao usuário. Ex-funcionários sancionados por AML devem ser notificados, fechando brechas antigas. Paralelamente, a Comissão de Serviços Financeiros (FSC) endossa limites de propriedade em exchanges — entre 15% e 20% —, tratando-as como infraestrutura de mercado.

Essas medidas, efetivas seis meses após promulgação, visam alinhar o setor cripto ao rigor das bolsas de valores tradicionais, em um país pioneiro em adoção retail de Bitcoin.

Rússia: Framework com Portas Entreabertas

O Comitê de Mercado Financeiro da Duma Estatal, liderado por Anatoly Aksakov, mira aprovação do primeiro arcabouço regulatório para cripto até junho, com vigência em julho de 2027. Investidores varejistas poderão negociar, limitados a 300 mil rublos anuais (cerca de US$ 4 mil), restritos às criptomoedas mais líquidas, como Bitcoin e Ether — possivelmente Solana ou TON.

Investidores qualificados operam sem teto, exceto moedas privadas como Monero. O Banco Central definirá a lista aprovada. Regras cobrirão emissão, mineração e circulação, mantendo proibição de pagamentos domésticos. Compras no exterior via contas estrangeiras serão permitidas, com declaração fiscal. Exchanges existentes adaptarão licenças; novas precisarão de aprovação específica.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negociava a R$ 439.937 (-5,36% em 24h), refletindo volatilidade global em meio a esses shifts regulatórios.

Contrastes Geopolíticos e Implicações Globais

A Coreia do Sul exemplifica o “cerco ocidental”: regulação protetora, inspirada em modelos como MiCA europeu, priorizando estabilidade financeira sobre inovação desregulada. Já a Rússia, sob sanções ocidentais, vê cripto como ferramenta de soberania econômica — mineração já é pilar, com energia barata na Sibéria. O limite de US$ 4 mil para varejo equilibra inclusão com controle estatal.

Próximos Passos no Tabuleiro Mundial

Em Seul, detalhes de implementação virão da FIU sob FSC. Em Moscou, sanções por operações ilegais equipararão crypto a banking ilícito. Investidores globais devem acompanhar: rigidez coreana pode elevar padrões internacionais; abertura russa atrair mineradoras e traders. Vale observar se privacy coins pressionarão exceções ou reforçarão bans.

O xadrez regulatório de 2026 sugere maturidade, mas com peões controlados pelo Estado. O Bitcoin, rei do tabuleiro, adapta-se, mas sua mobilidade diminui sob olhares atentos.


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Balança surreal com massa de ouro pesado superando cristais Bitcoin fragmentados, simbolizando ouro superando narrativa de reserva de valor cripto

Ouro Supera Bitcoin: Adiciona Market Cap Equivalente em 1 Dia

Enquanto o Bitcoin trava abaixo de US$ 90 mil, o ouro deu uma aula de reserva de valor nesta quinta-feira (29), adicionando cerca de US$ 1,6 trilhão ao seu valor nominal em um único dia – praticamente o tamanho total do market cap do BTC. O metal precioso rompeu US$ 5.500 por onça, com índices de sentimento atingindo “extrema ganância”, enquanto o criptoativo patina como um ativo de risco. Essa divergência instiga questionamentos sobre a narrativa do “ouro digital”.


O Rally Explosivo do Ouro

O ouro subiu 4,4% em 24 horas, elevando seu market cap estimado para cerca de US$ 34 trilhões. Esse ganho diário de US$ 1,5 trilhão a US$ 1,6 trilhão equivale ao valor total do Bitcoin, segundo dados do Infinite Market Cap e análises de mercado. No Brasil, o preço do ouro chegou a R$ 27.932,60 por onça (bid)

A prata acompanha o movimento, com alta de 21,5% na semana e market cap de US$ 6,6 trilhões, superando até gigantes como a Nvidia. Esse debasement trade reflete preocupações com inflação e dívida pública, atraindo investidores para ativos tangíveis em tempos de expansão monetária desenfreada.

Bitcoin em Estagnação

Em contraste, o Bitcoin oscila nos US$ 84 mil, abaixo do pico de outubro, agindo como ativo de alto beta sensível a liquidez e catalisadores. No mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 439.664,71, com variação de -5,29% em 24 horas e volume de 511 BTC.

Nos últimos cinco anos, o ouro acumula alta de 185%, superando os 164% do BTC. Institucionais veem o criptoativo como subvalorizado entre US$ 85k-95k, mas o fluxo marginal prefere o metal físico.

Sentimentos em Extremos Opostos

O Crypto Fear & Greed Index marca 26 (fear), enquanto o do ouro da JM Bullion explode em 99 (extreme greed). Fatores como prêmios físicos, volatilidade e buscas no Google impulsionam o otimismo no precioso, sinalizando possível topo contrarian.

Essa polarização evidencia que, em crises de confiança fiduciária, o comprador marginal opta por barras e moedas, não tokens. O BTC precisa provar seu papel como reserva de valor em cenários reais de debasement.

Implicações para a Proteção contra Inflação

Essa grande divergência macro reforça a resiliência do ouro como hedge clássico contra inflação e instabilidade fiscal. Para brasileiros, com dólar a R$ 5,1884, diversificar em ativos reais pode ser prudente. No entanto, o Bitcoin mantém apelo de longo prazo, com outperform histórico. Vale monitorar se o criptoativo recupera o fôlego ou se o ouro continua dominando o debate sobre preservação de riqueza.


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Personagens cartoon de carro Tesla e cofre Coinbase reagindo a Bitcoin derretendo e afundando, simbolizando prejuízos e queda de ações cripto

Tesla Registra Prejuízo de US$ 239 milhões em Bitcoin; Ações Cripto Caem

A conta chegou: por que as empresas que investiram em Bitcoin estão sofrendo agora? A Tesla registrou prejuízo contábil de US$ 239 milhões em seus 11.509 BTC no quarto trimestre de 2025, devido à queda do ativo de US$ 114 mil para US$ 88 mil. Paralelamente, as ações ligadas a cripto despencam em 2026, com a Coinbase em mínima desde maio e volumes spot reduzidos pela metade. Isso reflete um ambiente de incerteza macro para investidores de capital aberto.


Prejuízo Contábil da Tesla no Q4/25

A Tesla manteve sua posição intacta em 11.509 BTC durante o quarto trimestre de 2025, sem realizar vendas. No entanto, a volatilidade do Bitcoin forçou o registro de uma perda após impostos de aproximadamente US$ 239 milhões, decorrente da desvalorização do preço de mercado do ativo digital. O Bitcoin oscilou de US$ 114.000 para US$ 88.000 no período, destacando os riscos contábeis inerentes à adoção corporativa de criptomoedas.

Apesar do impairment, as ações da Tesla subiram 3,4% no after-hours, sugerindo que o mercado priorizou os fundamentos operacionais da empresa sobre as oscilações em sua tesouraria de Bitcoin. Ainda assim, analistas alertam que futuras quedas no BTC podem pressionar ainda mais os balanços trimestrais, especialmente em um contexto de margens operacionais apertadas.

Queda das Ações de Exchanges e Volumes em Baixa

A Coinbase lidera as perdas, caindo 7% nesta quinta-feira (29/01), acumulando 17% negativos no ano e atingindo o menor nível desde maio de 2025 após oito sessões consecutivas de queda. Concorrentes como Gemini (-8% hoje, -21% YTD), Bullish e Circle também sofrem, com o setor refletindo o Bitcoin abaixo de US$ 84 mil.

Os volumes de negociação spot caíram pela metade, de US$ 1,7 trilhão no ano anterior para US$ 900 bilhões em janeiro, sinalizando resfriamento do entusiasmo e cautela dos investidores diante de tensões geopolíticas e incertezas macroeconômicas. “O Bitcoin está preso nos US$ 85 mil, e a hesitação é palpável”, comentou Eric He, da exchange LBank.

Contexto Macro e Riscos para Instituições

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 439.306,45, com variação de -5,28% em 24 horas (média das exchanges brasileiras). Em dólares, o par BTC-USD registra US$ 84.405, alinhado à retração global.

Empresas de capital aberto enfrentam dupla exposição: contábil, via impairments, e de mercado, via correlação com ações. Mineradoras que pivotaram para IA, como Hut 8 e CleanSpark, resistem melhor, com ganhos YTD, mas o setor cripto puro sofre. Tensões geopolíticas e dados macro, como volumes em queda, reforçam o ceticismo: a adoção institucional não imuniza contra a volatilidade inerente ao Bitcoin.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o varejo brasileiro, esses eventos lembram que o HODL corporativo tem custos reais em relatórios trimestrais. Com o dólar a R$ 5,19, a conversão agrava impactos locais. Investidores devem monitorar suportes do BTC em US$ 84 mil e sinais macro, como volumes e políticas monetárias, pois prolongadas quedas testarão a resiliência das tesourarias expostas. O moon deu lugar à realidade: cripto é ativo de risco, não reserva estável.


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Personagens cartoon de SEC e CFTC apertando mãos sobre ponte luminosa conectando mundos tradicional e cripto, sinalizando clareza regulatória nos EUA

Projeto Cripto Une SEC/CFTC: Reset Regulatório nos EUA

📊 BOLETIM CRIPTO | 29/01/2026 | NOITE

Projeto Cripto une SEC/CFTC e Senado avança bill em dia de regulação positiva. Apesar da correção aguda do Bitcoin para mínima de 2026 em US$ 85.200, impulsionada por risk-off macro com Nasdaq e reversão do ouro, os avanços regulatórios nos EUA prevalecem e sustentam o viés de alta moderado. A iniciativa conjunta da CFTC e SEC para taxonomia unificada e portos seguros DeFi, somada ao momentum pró-cripto de Chris Waller para Fed Chair e aprovação partidária de bill no Senado, sinaliza um reset regulatório que pode atrair bilhões em capital institucional. Eventos como short massivo em ETH na Hyperliquid e efeito Binance em altcoins adicionam volatilidade, mas reforçam crescimento de derivativos. Investidores ganham clareza sobre o que monitorar para navegar essa transição estrutural.


🔥 Destaque: CFTC e SEC lançam “Projeto Cripto” para supervisão unificada

A CFTC, sob novo presidente Michael Selig, retirou proposta de ban em mercados de previsão e lançou o “Projeto Cripto” em parceria com a SEC de Paul Atkins. A iniciativa visa taxonomia comum de ativos, jurisdições claras e fim de duplicações que empurraram atividade offshore.

Essa colaboração marca um reset histórico na abordagem regulatória americana, alinhando a visão de que “a maioria dos criptoativos não são securities“. Selig apoia onshoring de perpetual futures verdadeiros e criação de categoria para trading alavancado retail, além de explorar portos seguros para DeFi e carteiras não-custodiais.

As implicações são profundas: redução de incerteza legal pode redefinir o mercado dos EUA, atraindo liquidez e inovação. Para DeFi, safe harbors representam ramo de oliveira a desenvolvedores, acelerando TVL em protocolos on-chain sancionados. No entanto, risco de super-regulamentação ou atrasos burocráticos persiste.

Monitorar rascunhos de regras do Projeto Cripto e volume de perps em exchanges reguladas como CME. Este marco supera volatilidade macro pontual, posicionando os EUA como hub competitivo.


📈 Panorama do Mercado

O período reflete viés de alta moderado, impulsionado por coordenação regulatória acelerada nos EUA. Tendências como Projeto Cripto, bill no Senado e odds crescentes para Waller no Fed indicam clareza iminente, superando risk-off macro que levou BTC a US$ 85.200.

Crescimento de derivativos descentralizados destaca-se, com short de US$ 84 milhões em ETH na Hyperliquid e listagens Binance para GWEI/BIRB. Correlação BTC-Nasdaq reforçada por queda MSFT expõe BTC como ativo de risco, mas acumulação em mínimas favorece recuperação.

Setores de regulação e DeFi aquecem, enquanto spot BTC/ETH enfrenta pressão. Segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 439.446 com queda de 5,19% em 24h reflete impacto local da correção global.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Impasse político em bills e nomeações: Aprovação partidária 12-11 no Senado e odds Waller em 14% criam risco de diluição ou bloqueio, prolongando incerteza e limitando influxo institucional. Probabilidade alta em ambiente polarizado.
  • Squeeze de ETH e liquidações BTC: Posição de 30k ETH short na Hyperliquid e correção BTC para US$ 85 mil podem desencadear cascata de liquidações, ampliando volatilidade com funding rates negativos. Alvo primário em risk-off macro.
  • Super-regulamentação Projeto CFTC/SEC: Colaboração pode gerar regras pesadas combinando proteção SEC e estabilidade CFTC, elevando custos para startups DeFi e exchanges menores. Possível perda de competitividade global.
  • Volatilidade CEX como Binance: Delistings esmagam BOOST (-70%), enquanto listagens impulsionam GWEI (+30%). Centralização expõe fragilidade de altcoins dependentes de liquidez única.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Clareza regulatória DeFi/perps via Projeto Cripto/Senado: Taxonomia unificada e safe harbors atraem TVL para protocolos on-chain nos EUA, onshoring de volume offshore em médio prazo com potencial alto para UNI, AAVE.
  • Nomeação Waller acelera cortes de juros: Dissidente dovish em 14% odds pode pivotar política monetária, beneficiando ativos de risco como BTC/ETH em curto prazo via liquidez extra.
  • Acumulação BTC/ETH em mínimas macro: Queda por fatores externos cria pontos de entrada para HODLers; histórico favorece recuperações pós-risk-off em curto prazo.
  • Crescimento DEX derivativos: Visibilidade Hyperliquid e efeito Binance migram volume CEX-DEX, com arb em funding rates negativos de ETH em curto prazo.

📰 Principais Notícias do Período

1. CFTC e SEC lançam “Projeto Cripto” para supervisão unificada
CFTC retira ban em mercados de previsão e lança Projeto Cripto com SEC para taxonomia/jurisdição unificada. Iniciativa promove onshoring de perps/DeFi com portos seguros. Marco positivo para inovação nos EUA.

2. Nomeação de Novo Fed Chair: Chris Waller, Pró-Cripto, Ganha Força
Trump anuncia nomeação de Fed Chair para próxima semana; Waller pró-cripto sobe para 14% odds após dissidência por corte de juros. Potencial pivot dovish beneficia ativos de risco. Risco de nomeação conservadora persiste.

3. Avanço de Lei Cripto no Senado: Clareza ou Impasse Partidário?
Comitê de Agricultura do Senado aprova 12-11 bill dando CFTC autoridade sobre spot em commodities digitais. Avanço partidário requer fusão com Comitê Bancário. Sinal positivo apesar dos riscos de impasse.

4. Correlação com Macro Acentua Queda do Bitcoin a Nova Mínima de 2026
BTC cai para US$ 85.200 em risk-off com Nasdaq -1,5% (MSFT -11%) e reversão do ouro. Correlação com ativos de tecnologia reforçada; risco de liquidações em cascata. Oportunidade de acumulação em mínimas macro.

5. Lucro de US$ 84 Milhões em Short de ETH: Risco de Plataforma e Sinais de Mercado
Trader ETHMegaBear lucra US$ 84 milhões com short de 30k ETH 25x na Hyperliquid em queda de mercado. Valida DEX de derivativos, mas risco de squeeze massivo. Funding rates negativos criam oportunidades de arb.

6. Efeito Binance: Listagens Impulsionam GWEI, Delistings Esmagam BOOST
Binance lista perps GWEI/BIRB (+30% GWEI); delista 12 tokens Alpha (BOOST -70%). Reforça poder de CEX em altcoins; risco de centralização/volatilidade extrema. Plataformas como a Binance dominam liquidez de altcoins.


🔍 O Que Monitorar

  • Rascunhos do Projeto Cripto e fusão de bills no Senado: Detalhes de taxonomia/jurisdição em sites da CFTC/SEC e Congress.gov definem direção regulatória.
  • Odds da Polymarket para Fed Chair Waller: Termômetro para nomeação pró-cripto impactando macro, via Polymarket.
  • Funding rates/OI de ETH na Hyperliquid/Binance: Sinaliza risco de squeeze em Coinglass/Hyperliquid.
  • Correlação BTC-Nasdaq/DXY: Força risk-off em TradingView/CoinMetrics.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12-24h, viés de alta moderado prevalece com foco em regulação positiva do Projeto Cripto e odds de Waller, mas volatilidade persiste via risk-off macro e potencial squeeze de ETH. É provável que BTC teste US$ 84 mil antes de estabilizar, com ETH pressionado por short na Hyperliquid. Fatores como funding negativo de ETH e notícias do Fed/Senado podem catalisar recuperações. Acumule em mínimas se regulação se confirmar, mantendo gestão de risco em correlação Nasdaq/DXY elevada. Acompanhe indicadores para navegar transição regulatória.


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Balança precária com figura do Fed adicionando pesos de 3.5% contra Bitcoin em suporte 88K, ilustrando decisão do FOMC

Fed Mantém Juros em 3,50%: Bitcoin Testa Suporte em US$ 88 Mil

O Federal Reserve manteve as taxas de juros estáveis entre 3,50% e 3,75% na reunião do FOMC, confirmando o fim das apostas por cortes imediatos que animavam o mercado cripto. O Bitcoin, que chegou a testar US$ 90 mil, agora trava próximo de US$ 88.500, pressionado pela redução na liquidez para ativos de risco. O sonho do corte de juros acabou? Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 457.245 (-1,68% em 24h), refletindo o impacto macroeconômico.


Decisão do Fed: Manutenção e Dissidências

A decisão foi tomada por 10 votos a 2, com dissidências de Stephen Miran e Chris Waller favoráveis a um corte de 25 pontos-base, conforme reportado pela CoinGape. O comunicado oficial destacou que a atividade econômica expande de forma sólida, mas o desemprego estabiliza em níveis baixos e a inflação permanece elevada. Jerome Powell, em coletiva, reforçou que aumentos de juros estão fora de cogitação, marcando o fim do ciclo de aperto, como detalhado pela Blockonomi.

Expectativas de mercado, via CME FedWatch, indicam apenas 16% de chance de corte em março e 30% em abril. Essa reversão de apostas, de mais de 40% em novembro para quase zero agora, gela o otimismo e reduz a liquidez disponível para investimentos especulativos como criptomoedas.

Impacto Imediato no Bitcoin e Ativos de Risco

O BTC recuou de picos próximos a US$ 90 mil para a faixa de US$ 88.500-89.500 logo após o anúncio, com pouca variação nas ações americanas e dólar fortalecido. No Brasil, com dólar a R$ 5,20 (AwesomeAPI), o suporte em US$ 88 mil equivale a cerca de R$ 457.600, alinhado à cotação atual de R$ 457.245. A manutenção dos juros em patamares restritivos limita o apetite por risco, adiando o ‘rali’ impulsionado por liquidez farta.

Dados on-chain mostram que 63% do suprimento investido em BTC tem custo acima de US$ 88 mil, aumentando a vulnerabilidade se o suporte falhar. Ouro, por outro lado, avança 3,7% para US$ 5.300/onça, atraindo fluxo de investidores avessos a risco.

Análise Técnica: Suporte Crítico em US$ 88k

Gráficos diários revelam suporte chave entre US$ 85k-90k, com baixa liquidez abaixo de US$ 80k. O BTC testa essa zona após rejeitar resistências em US$ 90k-95k nas últimas semanas. Indicadores como RSI mostram neutralidade (próximo de 50), mas MACD indica momentum de baixa moderado. Uma quebra abaixo de US$ 88k pode levar a US$ 85k, enquanto manutenção abre caminho para US$ 92k.

No contexto brasileiro, com volume 24h de 261 BTC nas exchanges locais, a estabilidade em R$ 457 mil é crucial. Investidores devem monitorar o payroll de fevereiro e dados de inflação PCE excluindo tarifas, projetados para pico em meados de 2026.

O Que Esperar: Liquidez Restrita e Paciência

A estratégia do Fed de ‘higher for longer‘ adia cortes até sinais claros de enfraquecimento no emprego ou queda na inflação subjacente (core PCE ~2% sem tarifas). Para cripto, isso significa consolidação em vez de euforia. Mercados precificam pausa até junho, coincidindo com fim do mandato de Powell. Estratégia acionável: acumular em dips acima de US$ 88k, com stops abaixo de US$ 85k, priorizando preservação de capital em ambiente de liquidez escassa.

Os dados sugerem volatilidade de curto prazo, mas resiliência macro favorece BTC como reserva de valor a médio prazo.


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Bloco de ouro derretendo em rede de tokens PAXG translúcidos, eclipsando cristal BTC estagnado, simbolizando rally do ouro sobre Bitcoin

Ouro Adiciona Market Cap do BTC em 24h: Lições de Reserva de Valor

O ouro adicionou quase US$ 1,5 trilhão à sua capitalização de mercado em 24 horas, valor equivalente à do Bitcoin, atingindo recorde acima de US$ 5.400 por onça enquanto o BTC permanece travado em torno de US$ 89.000. Nos últimos cinco anos, o metal precioso superou o Bitcoin com alta de 185% contra 164%. Essa disparidade questiona o papel do BTC como reserva de valor em meio a incertezas macroeconômicas.


Desempenho Explosivo do Ouro vs Estagnação do BTC

O ouro disparou 4,4% em um dia, elevando sua capitalização total para cerca de US$ 34 trilhões, conforme dados do Infinite Market Cap. Esse ganho isolado quase iguala a market cap do Bitcoin, atualmente em US$ 1,75 trilhão. A prata também valorizou 21,5% na semana, ampliando sua liderança sobre gigantes como Nvidia.

Em contrapartida, o Bitcoin opera em faixa estreita desde o crash de outubro, com pouca reação a tailwinds como dólar fraco e riscos geopolíticos. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 456.568,27 (Cointrader Monitor) recuou 1,73% em 24 horas, refletindo comportamento de ativo de risco.

Contexto Macro e Sentimento Divergente

O rally ganhou força após comentários de Jerome Powell, chair do Fed, que manteve juros em 3,50%-3,75% e minimizou o bull market em metais preciosos como sinal macroeconômico. Apesar disso, investidores interpretaram como perda de credibilidade inflacionária, impulsionando o ouro em 90% em 12 meses.

Índices de sentimento capturam o abismo: Crypto Fear & Greed em 26 (medo), contra 99 no Fear & Greed do ouro (ganância extrema). Institucionais veem BTC subvalorizado entre US$ 85k-95k, mas o mercado prefere o metal tradicional em tempos incertos.

Tokenized Gold: Ponte para Investidores Cripto

Enquanto o BTC patina, o PAXG da Paxos atrai influxos recordes de US$ 248 milhões em janeiro, elevando sua market cap para US$ 2,2 bilhões. O mercado de ouro tokenizado ultrapassou US$ 5,5 bilhões, oferecendo utility aprimorada via blockchain: transferibilidade e divisibilidade.

James Harris, CEO da Tesseract Group, nota que tokens como PAXG melhoram a usabilidade do ouro, enquanto BTC age como risco em incertezas macro. Para criptoinvestidores, representa refúgio híbrido, combinando estabilidade do metal com eficiência on-chain.

Implicações para Maturidade do Bitcoin

Essa inversão reforça a maturidade do ouro como reserva de valor comprovada, testada por séculos, contra a volatilidade do BTC. Dados de cinco anos mostram ouro à frente, sugerindo que investidores buscam proteção real em ‘debasement trades‘. No entanto, 71% dos institucionais em pesquisa Coinbase creem no BTC subvalorizado, apontando potencial de longo prazo. Vale monitorar se o BTC recupera o status de hedge ou se tokenized gold ganha tração permanente.


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