Trader cartoon observa funil ETF XRP vazando moedas douradas em fluxo vermelho, simbolizando primeiro outflow após 36 dias de entradas

XRP ETFs Registram Primeiro Outflow Após 36 Dias de Inflows

Os ETFs spot de XRP nos EUA registraram seu primeiro dia de saída líquida de US$ 40,8 milhões na quarta-feira, encerrando uma sequência de 36 dias consecutivos de inflows, conforme dados da SoSoValue. O movimento coincide com saídas massivas de quase US$ 600 milhões em ETFs de Bitcoin (US$ 486 milhões) e Ether (US$ 98 milhões), segundo Farside Investors. Apesar de US$ 1,2 bilhão acumulados em XRP ETFs desde novembro de 2025, o preço do XRP caiu 7% para US$ 2,12, sinalizando possível enfraquecimento de momentum.


Detalhes do Primeiro Outflow em XRP ETFs

O fluxo de saída nos ETFs de XRP foi liderado pelo 21Shares XRP ETF (TOXR), com resgates de US$ 47,25 milhões, enquanto Bitwise e Canary registraram inflows modestos de US$ 2,44 milhões e US$ 2,32 milhões, respectivamente. Grayscale adicionou US$ 1,69 milhão, mas o saldo final foi negativo. Os ativos sob gestão permanecem robustos em US$ 1,6 bilhão, após picos de inflows que superaram US$ 1,25 bilhão. Analistas atribuem o movimento a realização de lucros após rally inicial de 2026, com XRP subindo 30% para US$ 2,40 antes da correção.

Dados on-chain reforçam o cenário: o fluxo de baleias XRP em 30 dias (DMA) permaneceu negativo durante a rebound recente, com pressão vendedora diária em torno de US$ 30 milhões. Ripple transferiu 68 milhões de XRP (US$ 148 milhões) para Binance, intensificando o sentimento negativo.

Contexto Amplo: Outflows em BTC e ETH

Os ETFs de Bitcoin sofreram o maior outflow diário desde novembro, com US$ 486 milhões saindo na quarta-feira (Farside), após inflows de US$ 471 milhões na sexta e US$ 697 milhões na segunda. ETH ETFs inverteram para US$ 98 milhões negativos, após entradas positivas nos dias anteriores. Solana e Chainlink ETFs mantiveram inflows modestos, mas Dogecoin estagnou.

Esse padrão misto no início de 2026 reflete normalização após demanda unidirecional. XRP, apelidado de ‘hottest trade‘ pela CNBC em dezembro, acumulou familiaridade institucional, mas inflows não garantem alta sustentada de preço.

Impacto no Preço XRP e Análise Técnica

O XRP negociava a US$ 2,12, com queda de 2,48% em 24h e liquidações de US$ 21 milhões, principalmente longs na faixa de US$ 2,40. Indicadores técnicos mostram RSI em zona neutra (cerca de 50), com médias móveis de 50 e 200 dias convergindo, sugerindo indecisão. Suporte chave em US$ 2,07; resistência em US$ 2,19.

Volume de 24h em US$ 4,79 bilhões reflete volatilidade, mas TVL em DeFi XRP-related permanece estável. On-chain: saldos em exchanges em declínio pré-outflow indicavam acúmulo, mas distribuição de baleias prevaleceu.

Sinal de Topo ou Correção Saudável?

Para traders, um outflow isolado pode ser profit-taking saudável após streak de 36 dias, preservando AUM elevado. Múltiplos dias negativos sinalizariam fading de demanda institucional, favorecendo venda ou hold defensivo. Monitore FOMC e dados macro; inflows retomados validariam correção. Dados sugerem cautela: momentum enfraquecido, mas base sólida persiste. Vale observar próximos fluxos para decidir hold ou rotacionar para BTC/ETH.


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Barragem digital dourada-cyan marcada 94K sob pressao vermelha intensa de liquidez sell-side, simbolizando resistencia critica do Bitcoin

Bitcoin Testa Resistência em US$ 94 Mil com US$ 4,7 Bilhões em Liquidez de Venda

O Bitcoin oscila próximo de US$ 91.000 após teste frustrado da resistência em US$ 94.000, com US$ 4,7 bilhões em liquidez de venda acumulada na Binance. O death cross permanece ativo, enquanto traders monitoram a decisão da Suprema Corte sobre tarifas de Trump marcada para 9 de janeiro. Indicadores como RSI e netflows on-chain divergem, criando um mapa técnico preciso para entradas e saídas em faixa estreita de US$ 90 mil-94 mil.


Resistência Técnica e POC em US$ 85k-94k

O BTC recuperou do Point of Control (POC) em US$ 85.000, mas enfrenta rejeição consistente na zona de suprimento US$ 92.000-94.000. Essa faixa atuou como teto múltiplas vezes, com falhas históricas levando a sweeps de liquidez inferiores. Suporte imediato em US$ 91.000, agora testado após pullback de US$ 94.700. Uma quebra abaixo expõe US$ 87.000, enquanto close acima de US$ 94.000 abre caminho para US$ 98.000.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 492.499, com variação de -0,28% em 24h e volume de 267 BTC.

Liquidez Sell-Side e Netflows na Binance

Dados da CryptoQuant revelam divergência crítica: enquanto preço sobe, netflows de 7 dias na Binance mostram influxo de US$ 3,6 bilhões em BTC e US$ 1,15 bilhão em ETH, totalizando US$ 4,75 bilhões em potencial pressão vendedora. Grandes holders posicionam-se para vender na força ou abrir shorts na resistência, elevando risco de rejeição.

Traders que ignoram esses netflows perdem oportunidades de saída otimizada acima de US$ 92.000, evitando FOMO em falsos breakouts.

Death Cross e Indicadores Momentum

O death cross (EMA 50 abaixo da EMA 200) persiste, sinalizando downside ou consolidação prolongada. RSI em 52,4 indica neutralidade, sem extremos de sobrecompra/venda. ADX em 24,2 sugere tendência fraca, com risco de aceleração baixista se abaixo de US$ 91.000. Mercado cap total cripto em US$ 3,06 trilhões, -1,14%.

Fluxos ETFs mostram volatilidade: US$ 1,2 bilhão entradas iniciais 2026, seguidas de saídas US$ 719 milhões, conforme Portal do Bitcoin.

Implicações Macro: Tarifas Trump e Expiry de Opções

A decisão da Suprema Corte em 9/Jan sobre tarifas globais de Trump pode injetar volatilidade, com reembolso potencial de US$ 133-140 bilhões impactando risco fiscal. BTC como hedge geopolítico ganha relevância, mas expiry de opções pode amplificar swings na faixa estreita.

Para traders brasileiros, monitore POC US$ 85 mil para entradas longas e US$ 94 mil para shorts, evitando pânico em death cross sem confirmação de quebra.


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Barreira de resistência cyan com '94K' sob pressão de ondas vermelhas de liquidez, simbolizando teste crítico do Bitcoin em faixa estreita

Bitcoin Testa Resistência em US$ 94k com US$ 4,7 bi em Liquidez de Venda

O Bitcoin oscila próximo de US$ 90.800, após recuar de máximas em US$ 94.700 no início de 2026. Traders monitoram resistência crítica na faixa US$ 90k-94k, enquanto US$ 4,7 bilhões em liquidez de venda se acumulam na Binance, conforme netflows de 7 dias (BTC +US$ 3,6 bi, ETH +US$ 1,15 bi). O death cross persiste, com decisão da Suprema Corte sobre tarifas de Trump em 9 de janeiro podendo gerar volatilidade. Dados objetivos revelam mapa técnico para evitar FOMO ou pânico.


Resistência Técnica e POC em US$ 85k

O BTC reboundou do Point of Control (POC) em US$ 85.000, zona de alto volume histórico, mas enfrenta rejeição na supply zone US$ 92k-94k. Gráficos semanais mostram consolidação abaixo da média móvel de 50 períodos (mid-US$ 90k), atuando como resistência dinâmica. RSI diário em 52,4 indica neutralidade, sem sobrecompra (acima de 70), mas ADX em 24,2 sugere tendência fraca. Suporte imediato em US$ 88k-90k; quebra expõe US$ 80k, per Bernstein.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 492.386,82 (-0,2% em 24h, volume 268 BTC), refletindo estabilidade local em meio à pressão global.

Sell-Side Liquidity na Binance

Inflows na Binance somam US$ 4,75 bi em 7 dias, sinalizando divergência bearish: preço sobe, mas reservas de exchange crescem, per CryptoQuant. Grandes holders posicionam-se para vender na força ou abrir shorts na resistência. Risco de sweep de liquidez para baixo se US$ 94k não for rompido com close diário forte.

Death Cross e Fluxos de ETF

O death cross (EMA 50 abaixo da 200) permanece ativo pós-rally de Ano Novo, com gap estreito entre médias sinalizando disputa equilibrada. ETFs registraram US$ 1,2 bi em inflows iniciais de 2026 (pico de US$ 697 mi), mas saídas de US$ 243 mi e US$ 476 mi indicam fragilidade institucional. Mercado total em US$ 3,06 tri (-1,14%).

Hedging Trump e Próximos Passos

Decisão da Suprema Corte em 9 de janeiro sobre tarifas de Trump pode injetar volatilidade, com reembolso potencial de US$ 133-140 bi ao Tesouro. BTC como hedge geopolítico ganha tração, mas expiry de opções e netflows priorizam cautela. Traders que ignoram dados on-chain perdem ao otimizar entradas em US$ 88k-90k ou saídas acima de US$ 94k. Monitore close acima de US$ 94k para bullish; abaixo de US$ 91k, risco de US$ 85k POC.


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Sol dourado colossal de Bitcoin emergindo como reserva global com 2.9M luminoso, simbolizando previsão de US$ 2,9 milhões em 2050 pela VanEck

VanEck: Bitcoin Pode Atingir US$ 2,9 Milhões Até 2050

A gestora de ativos VanEck publicou um relatório ambicioso prevendo que o Bitcoin pode alcançar US$ 2,9 milhões por unidade até 2050, impulsionado por um CAGR de 15% a partir dos níveis atuais próximos de US$ 88 mil. A análise, liderada por Matthew Sigel e Patrick Bush, posiciona o BTC como meio de troca global e reserva para bancos centrais, contrastando com a erosão da confiança na dívida soberana do G7. Essa visão estratégica vai além dos ciclos curtos, oferecendo uma tese macro para investidores de longo prazo. (fonte: NewsBTC)


Metodologia e Projeções de Crescimento

O relatório da VanEck adota uma estrutura de valuation baseada em dois mercados endereçáveis totais: Bitcoin como medium of exchange (MoE) e ativo de reserva para instituições centrais. Partindo de um preço base de cerca de US$ 88.000, os analistas projetam um crescimento composto anual de 15%, elevando o BTC a um patamar que o tornaria player significativo na economia global.

Essa trajetória reflete shifts estruturais no sistema financeiro mundial. Diferente de previsões cíclicas focadas em halvings ou adoção retail, a VanEck enfatiza adoção institucional e soberana, ignorar isso significa perder a visão de décadas à frente. Para o investidor brasileiro, isso reforça o apelo do BTC como hedge contra instabilidades fiat locais e globais.

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 492.400, com variação de -0,17% nas últimas 24 horas, evidenciando resiliência em correções recentes.

Pivôs Estruturais: Settlement e Reserve

O primeiro pivô, chamado Settlement Pivot, antecipa que até 2050 o Bitcoin liquide entre 5% e 10% do comércio internacional global, além de 5% das transações domésticas. Isso transformaria o BTC de ativo especulativo em infraestrutura de pagamentos soberanos, capturando frações do trilhão em volumes diários de trade mundial.

O segundo, Reserve Pivot, liga o upside à perda de confiança na dívida G7. Com déficits fiscais crescentes e impressoras monetárias em overdrive, bancos centrais buscariam BTC como hedge imparcial, similar ao ouro mas com supply fixo e portabilidade digital. Essa narrativa bullish contrasta o status quo fiat com a escassez programada do Bitcoin.

Esses pivôs não são especulações; baseiam-se em tendências macro como desdolarização e busca por ativos neutros, posicionando o BTC como reserva global viável.

Cenários: Base, Bull e Bear

No caso base, US$ 2,9 milhões com 15% CAGR. O Bull Case, ou hyper-bitcoinization, eleva para US$ 53,4 milhões (29% CAGR) se BTC capturar 20% do trade internacional e 10% do PIB doméstico, rivalizando o ouro como reserva primária e compondo 30% dos ativos financeiros globais.

Mesmo no Bear Case, o preço chega a US$ 130.000 com modesto 2% CAGR, superando retornos de bonds tradicionais. A VanEck espera correlação baixa com ações, bonds e ouro, mas negativa persistente com o dólar (DXY), reforçando o papel anti-debasement.

Esses cenários ilustram a assimetria: downside limitado, upside exponencial para quem HODLa décadas.

Implicações para o Investidor Visionário

Para o leitor brasileiro, essa tese da VanEck valida alocações estratégicas em BTC além de trades curtos. Com ciclos de 4 anos gerando volatilidade, a visão de 25 anos incentiva paciência e convicção. Monitore adoção soberana e volumes de settlement como indicadores chave.

Os dados sugerem que ignorar essa perspectiva macro é arriscado; o BTC não é mais só ‘ouro digital’, mas potencial pilar do sistema financeiro futuro. Vale posicionar-se cedo nessa narrativa transformadora.


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Cúpula de segurança digital fendida expelindo energia vermelha corrosiva sobre monolito BTC rachado com 90K, simbolizando exploit Truebit e queda do mercado

Exploit da Truebit e Crimes Bilionários Derrubam Mercado; BTC Perde US$ 90k

📊 BOLETIM CRIPTO | 08/01/2026 | NOITE

Uma crise de segurança define o fechamento desta quinta-feira, obscurecendo o cenário com um viés bearish forte. O exploit devastador no protocolo Truebit, somado a um relatório alarmante sobre crimes cripto em 2025, expôs fragilidades sistêmicas que drenaram a confiança do varejo e do institucional no curto prazo. Enquanto o Bitcoin perde o suporte psicológico de US$ 90.000 em meio a liquidações em massa, nem mesmo os avanços institucionais do Morgan Stanley conseguem conter a aversão ao risco. O momento é de cautela extrema, onde a preservação de capital deve prevalecer sobre a busca por retornos rápidos.


🔥 Destaque: Colapso da Truebit e a Fragilidade da Verificação

O evento mais crítico das últimas horas foi, sem dúvida, o exploit sofrido pelo protocolo Truebit. O ataque drenou 8.535 ETH (aproximadamente US$ 26,6 milhões) e resultou na destruição quase total do valor do token nativo TRU, que registrou uma queda catastrófica de 99% em questão de horas. Este incidente não é apenas mais um hack nas estatísticas; ele golpeia o coração da narrativa de segurança em camadas de verificação off-chain, essenciais para a escalabilidade do Ethereum.

O contexto deste ataque é particularmente danoso pois ocorre em uma sequência de falhas de segurança, sucedendo incidentes na Flow e Trust Wallet. A Truebit atua como um mecanismo de verificação para computações complexas, e sua vulnerabilidade coloca em xeque a confiança em modelos de segurança baseados em incentivos econômicos (otimistas) versus provas criptográficas matemáticas (Zero-Knowledge). O mercado reagiu com pânico imediato, interpretando o evento como um sinal de que a infraestrutura DeFi, apesar de madura, ainda carrega riscos de ruína total.

Para os investidores, as implicações são severas. A liquidez do token TRU evaporou, deixando holders com perdas irreparáveis. Mais amplamente, o incidente gera um contágio de desconfiança (FUD) sobre outros protocolos de médio porte que não possuem auditorias múltiplas ou mecanismos de segurança redundantes. É provável que vejamos uma migração acelerada de capital para soluções baseadas em ZK-proofs, que oferecem garantias de segurança superiores, enquanto o prêmio de risco exigido para operar em protocolos menores deve aumentar drasticamente.

A partir de agora, é crucial monitorar o destino dos fundos roubados. A movimentação desses ETH para misturadores como o Tornado Cash ou tentativas de lavagem em exchanges centralizadas ditarão os próximos capítulos desta crise. O silêncio ou a incapacidade da equipe em apresentar um plano de compensação apenas solidifica o cenário de perda total para o projeto.


📈 Panorama do Mercado

O mercado cripto encerra o dia sob intensa pressão vendedora, confirmando a perda de momentum de alta que marcou o início do ano. O Bitcoin rompeu para baixo o suporte crítico de US$ 90.000, acionando uma cascata de liquidações que totalizou US$ 477 milhões, em sua vasta maioria posições compradas (longs). Esse movimento de limpeza de alavancagem expôs a falta de liquidez no livro de ordens, exacerbando a volatilidade.

O sentimento negativo é amplificado pelos fluxos institucionais. Pela primeira vez desde seu lançamento, os ETFs de XRP registraram saídas líquidas (outflows), juntando-se aos resgates massivos observados nos ETFs de Bitcoin e Ethereum. Essa reversão de fluxo sugere que o “dinheiro inteligente” está reduzindo a exposição ao risco (risk-off) antes da divulgação dos dados de emprego nos EUA (NFP) amanhã. Setores como memecoins e tokens de privacidade sentem o impacto com maior intensidade, registrando perdas de dois dígitos.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Regulação de Stablecoins: Com o relatório da Chainalysis apontando que 84% do volume ilícito (US$ 154 bi) ocorre via stablecoins, o risco de sanções draconianas contra emissores como Tether ou Circle aumentou drasticamente.
  • Dump Governamental Chinês: A custódia chinesa de 23.000 BTC ligados ao scammer Chen Zhi cria um overhang de venda considerável. Se a China decidir leiloar esses ativos, US$ 2 bilhões em pressão vendedora podem inundar o mercado.
  • Implosão da Zcash: A saída de toda a equipe da ECC devido a conflitos de governança coloca o futuro do desenvolvimento do ZEC em risco existencial, podendo contaminar a percepção sobre todo o setor de moedas de privacidade.
  • Correção Institucional: A persistência de outflows nos ETFs pode sinalizar uma pausa na alocação institucional de início de ano, removendo o principal suporte de preço das majors.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Rotação para ZK-Rollups: O fracasso da verificação da Truebit reforça a tese de investimento em protocolos Zero-Knowledge (como Polygon zkEVM, zkSync), que devem capturar TVL e mindshare por sua segurança matemática superior.
  • Entradas Escalonadas em Majors: Se o Bitcoin testar a faixa de US$ 85.000 – US$ 87.000 devido a liquidações forçadas, investidores com horizonte de médio prazo podem encontrar pontos de entrada atraentes, dado que a tese macro permanece intacta.
  • Arbitragem de “Fear”: O pânico atual pode ter punido excessivamente ativos sólidos. Monitorar tokens com fundamentos fortes que caíram por correlação (beta) e não por falhas próprias pode oferecer setups de recuperação rápida (bounce).

📰 Principais Notícias do Período

1. Truebit sofre exploit de US$ 26M e token desaba 99%
Protocolo de verificação perdeu 8.535 ETH em ataque confirmado. O valor do token TRU foi praticamente aniquilado, caindo para frações de centavo, gerando um alerta crítico sobre a segurança de camadas de verificação no Ethereum.

2. Bitcoin perde os US$ 90k com liquidações de US$ 477 Milhões
O rompimento do suporte psicológico desencadeou uma cascata de margin calls, limpando posições alavancadas. A baixa liquidez e a aversão ao risco pré-dados macroeconômicos aceleraram o movimento de queda generalizada.

3. Crimes com cripto atingem recorde de US$ 154 Bilhões em 2025
Relatório da Chainalysis revela alta de 162% em atividades ilícitas, impulsionadas por evasão de sanções por países como Rússia e Coreia do Norte. O dado fornece munição pesada para reguladores globais endurecerem regras de compliance.

4. Crise na Zcash: Equipe da ECC abandona o projeto
Conflitos de governança levaram à saída completa da equipe de desenvolvimento da Electric Coin Company. O token ZEC caiu 19%, revertendo o otimismo recente e levantando dúvidas sobre a manutenção futura do protocolo.

5. ETFs de XRP registram primeiro dia de saídas (Outflows)
Após uma sequência histórica de entradas, os ETFs de XRP viram saídas de US$ 40,8 milhões, acompanhando o selloff em BTC e ETH. O movimento indica uma pausa no apetite institucional voraz do último mês.

6. Indefinição sobre 23.000 BTC apreendidos pela China
A prisão do operador de scam Chen Zhi coloca US$ 2 bilhões em Bitcoin sob custódia chinesa. O mercado teme que esses ativos sejam leiloados, criando uma pressão vendedora adicional não precificada.

7. Morgan Stanley avança com Wallet e Trading via E*Trade
Em um contraponto positivo, o gigante bancário confirmou planos para uma carteira de ativos tokenizados e negociação de cripto para 2026. A notícia valida a tese de adoção institucional de longo prazo, apesar do caos atual.


🔍 O Que Monitorar

  • Non-Farm Payrolls (NFP): O relatório de emprego dos EUA será divulgado amanhã e definirá o apetite global por risco. Dados muito fortes podem fortalecer o dólar e punir ainda mais o Bitcoin.
  • Carteiras on-chain do Hack: O rastreamento dos fundos roubados da Truebit é essencial. Se houver tentativa de venda rápida (dump), o impacto no preço do ETH pode ser relevante.
  • Estabilidade nos ETFs: Investidores devem acompanhar se os outflows de hoje foram um evento pontual de rebalanceamento ou o início de uma tendência de saída.
  • Fluxo em Exchanges: Para quem busca oportunidades, plataformas com alta liquidez como a Binance são termômetros importantes para verificar se o volume de compra está retornando nos suportes inferiores.

🔮 Perspectiva

O viés bearish deve predominar nas próximas 12 a 24 horas. A combinação tóxica de falhas de segurança, dados alarmantes de crime e liquidações técnicas criou um ambiente de fragilidade extrema. É provável que o Bitcoin teste suportes mais profundos, na região de US$ 85.000 a US$ 87.000, caso os mercados asiáticos e europeus reajam negativamente à quebra dos US$ 90k.

No entanto, não devemos confundir correção com reversão de tendência macro. O avanço institucional, exemplificado pelo Morgan Stanley, continua nos bastidores. O momento exige paciência: evite tentar adivinhar o fundo (catch the falling knife) e aguarde a estabilização pós-dados de emprego (NFP) amanhã antes de considerar novas alocações de risco.

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Estrutura isométrica DeFi com nüleo BTC conectado a staking e lending, tubo de energia injetando capital da a16z para yields em holders

Babylon Capta US$ 15 Milhões da a16z para Lending e Staking BTC

O protocolo Babylon recebeu US$ 15 milhões da a16z Crypto por meio da compra de tokens BABY, para acelerar o desenvolvimento de infraestrutura de collateral Bitcoin trustless. Fundado em 2022, o projeto permite que holders de BTC gerem yield via staking e lending nativos, sem bridges ou custodians, mantendo o controle total dos ativos na rede Bitcoin. Essa expansão abre portas para DeFi diretamente no BTC.


Tecnologia por Trás do Babylon

Babylon Labs, criado por David Tse da Stanford e Fisher Yu, desenvolveu um sistema de vaults trustless que usa criptografia avançada como witness encryption e garbled circuits. Isso permite que Bitcoin funcione como collateral verificável em protocolos on-chain sem sair da rede principal, evitando riscos de wrapped BTC ou custódia terceirizada.

Originalmente focado em staking, o protocolo já atraiu mais de US$ 2 bilhões em TVL, com parceiros como BitGo e Kraken. Agora, com o investimento, avança para lending nativo via BTCVaults, transformando BTC ocioso — mais de US$ 1,4 trilhão parados — em capital produtivo para DeFi.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 484.427,68 (variação -1,82% em 24h), reforçando seu papel como reserva de valor ideal para essas estratégias.

Parceria com Aave e Expansão DeFi

Em dezembro de 2025, Babylon anunciou parceria com Aave Labs para integrar Bitcoin nativo como collateral no Aave V4. Essa ‘Bitcoin-backed Spoke’ permitirá empréstimos e yields sem wrappers ERC-20, com testes no Q1 2026 e lançamento em abril. Usuários poderão depositar BTC diretamente e acessar liquidez em stablecoins ou outros ativos.

Essa inovação corrige limitações da programmabilidade limitada do Bitcoin, permitindo que ele participe de perpetual futures, stablecoins e primitives financeiras sem comprometer segurança. Para holders brasileiros, isso significa gerar yield em BTC sem vender e pagar impostos sobre ganhos de capital.

Evolução do Lending Bitcoin em 2025

O setor de lending evoluiu após lições do colapso FTX em 2022, priorizando colateralização total e custódia não rehipotecada. Exemplos incluem Coinbase com empréstimos até US$ 100 mil em USDC contra BTC via Morpho, Xapo Bank com até US$ 1 milhão para HODLers, e Ledn focado em BTC-only.

Babylon se destaca por ser nativo e trustless, reduzindo riscos de contraparte. Analistas veem potencial para desbloquear trilhões em liquidez BTC, impulsionando adoção DeFi. O token BABY subiu 5% após o anúncio, sinalizando otimismo do mercado.

Oportunidades para Holders de BTC

Para o leitor brasileiro, a grande vantagem é acessar yield em Bitcoin sem venda: stake ou empreste BTC nativo para ganhos passivos, mantendo exposição ao ativo. Com volatilidade atual — BTC em US$ 89 mil —, estratégias como essas preservam upside enquanto geram renda.

Vale monitorar o progresso da integração Aave e adoção de BTCVaults. Essa tendência bullish posiciona Bitcoin não só como reserva, mas como pilar de DeFi on-chain.


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Executivos cartoon em pódio de índices segurando cofres BTC aprovados por árbitro MSCI, simbolizando otimismo institucional contínuo

MSCI Mantém Empresas de Tesouraria BTC em Índices

A MSCI confirmou a manutenção de empresas de tesouraria Bitcoin, conhecidas como DATCOs, em seus índices globais de mercado investível. A decisão, anunciada em 6 de janeiro de 2026, fez as ações da Strategy (ex-MicroStrategy) subirem até 6% nesta quarta-feira, sinalizando confiança institucional no Bitcoin como reserva de valor corporativa. Investidores celebram a pausa na exclusão proposta, reforçando o bull run das criptomoedas. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 484.530, com variação de -1,94% em 24h.


O Que São DATCOs e a Decisão da MSCI

Empresas classificadas como DATCOs (Digital Asset Treasury Companies) são aquelas com 50% ou mais de seus ativos em criptomoedas, como Bitcoin e Ether. A Strategy lidera essa tendência desde 2020, acumulando bilhões em BTC e atraindo investidores que buscam exposição indireta ao ativo via ações. Em outubro de 2025, especulações sobre exclusão geraram volatilidade, com queda no preço do Bitcoin. A MSCI, provedora de índices usada por fundos globais, pausou a proposta para fevereiro de 2026, mantendo o status quo. Essa medida remove um risco técnico imediato, validando tesourarias BTC para o mercado institucional.

O anúncio alivia pressões regulatórias e contábeis, pois analistas debatem se essas firmas devem ser vistas como holdings ou empresas operacionais. Com isso, o fluxo de capital para DATCOs deve se estabilizar, beneficiando o ecossistema cripto.

Reação das Ações da Strategy e Mercado

As ações da Strategy (MSTR) saltaram de 3,2% a 6% em negociações matinais, recuperando de mínimas de US$ 150 para US$ 166. O movimento reflete otimismo com a permanência nos índices MSCI, que geram demanda passiva de fundos. Apesar da correção parcial com a queda do BTC para US$ 90.900, o ganho anual supera 4,5%. Outras DATCOs também reagiram positivamente, destacando a correlação entre tesourarias BTC e performance acionária.

Essa dinâmica reforça o Bitcoin como ativo estratégico corporativo, especialmente em meio a volatilidade macro. Investidores institucionais veem nas DATCOs uma ponte acessível para alocação em cripto, sem necessidade de custódia direta.

Mudanças nas Regras de Captação de Capital

Embora positiva, a decisão traz ajustes: a MSCI alterou diretrizes para emissões de novas ações. Antes, fundos indexados compravam automaticamente 10% das novas shares, criando demanda forçada — como em emissões de US$ 600 milhões a US$ 300/share. Agora, novas ações não entram nos índices, forçando a Strategy a buscar compradores privados. Isso pode limitar compras agressivas de BTC, mas não altera a inclusão atual.

Analistas como os do Bull Theory apontam desafios, mas o impacto é mitigado pela posição consolidada da Strategy como maior detentora corporativa de Bitcoin. A mudança coincide com planos da Morgan Stanley para ETFs de BTC e Solana, competindo com proxies como MSTR.

Implicações Bullish para o Bull Run Institucional

Essa validação da MSCI é um marco macro para o Bitcoin: tesourarias corporativas ganham legitimidade em benchmarks globais, atraindo trilhões em gestão passiva. Para brasileiros, significa maior liquidez e estabilidade no mercado local, com BTC a R$ 484.530. É provável que mais firmas sigam o exemplo da Strategy, acelerando adoção. O bull run continua firme, com alvos de US$ 150.000 em 2026 por analistas como Bernstein. Monitore emissões e inflows para próximos passos.


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Criador cartoon com headset recebendo gorjetas BTC e USDT de wallet flutuante, simbolizando lançamento da Rumble para conteúdo

Rumble Lança Wallet Cripto para Gorjetas em BTC e USDT

A Rumble anunciou o lançamento da Rumble Wallet, permitindo que criadores de conteúdo recebam gorjetas instantâneas em Bitcoin (BTC), USDT e XAUT. Lançada em 7 de janeiro de 2026, a ferramenta visa oferecer liberdade financeira sem depender de bancos ou grandes techs, posicionando-se como alternativa ao YouTube. Usuários podem ativar ‘potes de gorjeta’ diretamente na plataforma para receber doações cripto de fãs.


Como Ativar e Receber Gorjetas na Prática

Baixar a Rumble Wallet é simples: instale o app, ative os potes de gorjeta e compartilhe com sua audiência. Chris Pavlovski, CEO da Rumble, destacou que fãs enviam BTC ou USDT instantaneamente, sem burocracia. Ideal para quem produz vídeos diários, podcasts ou lives, transformando visualizações em renda real sem taxas abusivas de plataformas tradicionais.

No dia a dia, criadores brasileiros podem usar isso para monetizar conteúdo sobre cripto, games ou política. Com o Bitcoin cotado a R$ 484.984 segundo o Cointrader Monitor (variação de -2,16% em 24h), uma gorjeta de 0,001 BTC já vale cerca de R$ 485, prática para tips recorrentes.

Vantagens Sobre o YouTube e Outras Plataformas

Diferente do YouTube, que limita pagamentos em PYUSD aos EUA, a Rumble Wallet é global e descentralizada. Sem congelamento de contas ou censura, promove ‘liberdade digital’. Paolo Ardoino, CEO da Tether, elogiou o produto por dar controle total aos usuários, rompendo barreiras de fronteiras e governos.

Para o criador prático, isso significa renda estável em stablecoins como USDT (atrelado ao dólar) ou BTC como reserva de valor. Evita demoras em saques fiat e taxas altas, comum em AdSense. Teste com um canal pequeno: uma live semanal pode render gorjetas semanais convertíveis em reais.

Conversões e Parcerias para Uso Diário

A parceria com MoonPay facilita off-ramps: converta cripto para cartões de crédito, Apple Pay, PayPal ou Venmo. Perfeito para brasileiros que querem pagar contas ou investir em equipamentos de produção de conteúdo. A integração com Tether garante suporte a USDT e XAUT desde o lançamento.

Em um cenário volátil, com BTC oscilando, USDT oferece estabilidade para gastos cotidianos. Criadores podem acumular BTC para longo prazo enquanto usam USDT para despesas imediatas, otimizando finanças pessoais.

Próximos Passos para Criadores Brasileiros

Monitore atualizações da Rumble, pois expansões podem incluir mais assets. Para começar, baixe o app e teste com amigos. Essa tendência mostra cripto entrando no content creation diário, reduzindo dependência de big techs. Vale acompanhar como isso impacta monetização local em 2026.


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Plataforma hexagonal dourada testando suporte 90K sob ondas vermelhas de saídas ETFs, sinalizando possível bear trap no Bitcoin

Bitcoin Cai Abaixo de US$ 90k com Saídas de US$ 486 Mi em ETFs

BTC testa US$ 90.000: compra a dip ou bear trap? O Bitcoin caiu abaixo de US$ 90.000 nesta quinta-feira (8/1), corrigindo o rally inicial de 2026 que levou o preço a US$ 94.000. ETFs spot BTC registraram saídas de US$ 486 milhões, o segundo dia consecutivo de outflows em 2026, sinalizando cautela institucional. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 484.192, com variação de -2,26% em 24h.


Correção Após Rally Inicial de Janeiro

O Bitcoin iniciou 2026 com força, superando US$ 94.000 no começo da semana, impulsionado por otimismo pós-eleições nos EUA e expectativas de políticas pró-cripto. No entanto, a correção abaixo de US$ 90.000 reflete profit-taking após o rebound de fim de 2025. Apesar da queda de 2% em 24h, o BTC acumula +3% na semana, enquanto Ether perde 3%. Esse movimento ocorre em um mercado sensível a liquidez pós-férias, com traders fechando posições de fim de ano.

Riscos aumentam: volumes finos podem amplificar volatilidade, e uma quebra abaixo de suportes técnicos pode acelerar vendas. Investidores devem monitorar on-chain para sinais de distribuição por *whales*, como apontado por analistas que veem manipulação para liquidar posições alavancadas.

Outflows Recordes em ETFs BTC

Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA viram US$ 486 milhões em outflows na quarta-feira, marcando o primeiro dia duplo negativo do ano. BlackRock’s IBIT foi o único com inflows, enquanto Fidelity e Grayscale registraram resgates expressivos. Isso contrasta com inflows de US$ 697 milhões há uma semana, sugerindo realização de lucros institucionais após o rally.

Esses fluxos negativos pressionam o preço spot, especialmente em um contexto de dominância BTC elevada. Para traders brasileiros, isso reforça a necessidade de hedges, como *staking* em stablecoins ou diversificação fora de alavancagem excessiva.

Análise Técnica: Suportes e Resistências Críticos

No gráfico diário, US$ 88.000 atua como suporte imediato, seguido de US$ 85.000 (média móvel 50 dias). Uma perda desses níveis pode mirar US$ 80.000, configurando *bear trap* para compradores da dip. Resistência em US$ 94.000, com alvo esticado em US$ 100.000 se Fed confirmar cortes.

Indicadores como RSI em 55 sugerem neutro, mas divergência *bearish* no MACD alerta para fraqueza. Posicione *stops* abaixo de suportes para proteção; evite FOMO em rebounds sem volume.

Impactos Macro: Fed, JOLTS e Tarifas Trump

Dados JOLTS de novembro ficaram abaixo do esperado (41 mil vs. 50 mil vagas), reforçando apostas em cortes de taxa do Fed, com yields do Tesouro a 4,14%. Bonds globais sobem, mas risco de tarifas Trump sobre importações pode elevar inflação e pressionar ativos de risco como BTC.

On-chain mostra whales distribuindo, com manipulação citada para liquidar longs retail. Estratégias corporativas persistem (MicroStrategy +1.286 BTC), mas volatilidade macro exige cautela. Monitore FOMC e CPI para trades acionáveis.


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Vilão cibernético cartoon algemado por agentes DOJ com pilhas de Bitcoin recuperadas, simbolizando prisão de líder de scam de US$12 bi

Chefão de Golpe de US$ 12 bi em BTC Preso no Camboja

US$ 11,6 bilhões em Bitcoin recuperados: o fim de um império criminoso? Chen Zhi, suposto chefão de rede de golpes cripto, foi preso no Camboja e extraditado para a China em operação conjunta com os EUA. Acusado de fraude e lavagem, seu esquema acumulou 127.271 BTC (~R$62 bi) via scams de *pig butchering*, forçando vítimas a perdas bilionárias. O Departamento de Justiça (DOJ) custodia os fundos na maior apreensão civil da história.


Prisão de Chen Zhi e Rede de Fraudes

O cidadão cambojano Chen Zhi, fundador do Prince Holding Group, foi detido na terça-feira (6) no Camboja, conforme reportado pela Decrypt. Indiciado em outubro pelo DOJ por conspiração em fraude eletrônica e lavagem de dinheiro, Zhi gerenciava complexos que traficavam centenas de trabalhadores forçados a operar fraudes cripto. Esses locais no Camboja funcionavam como prisões, com vítimas enganadas em relacionamentos falsos antes do roubo de fundos.

A investigação revela um império construído sobre sofrimento humano e ganância. Zhi mantinha registros detalhados dos complexos e orientava o uso de criptomoedas para ocultar lucros, que financiavam luxos como uma pintura de Pablo Picasso e viagens extravagantes.

Escala Massiva: 127 Mil BTC Apreendidos

A rede de Zhi acumulou mais de 127.271 BTC, avaliados em cerca de US$11,6 bilhões (R$62 bilhões) ao preço atual. Esses fundos, sob custódia do governo americano, são alvo da maior ação de confisco civil do DOJ. O Prince Holding Group foi designado organização criminosa transnacional, com sanções a Zhi e associados.

Segundo o Chainalysis, saldos cripto ligados a crimes on-chain superam US$75 bilhões, com illicit entities detendo US$15 bi em julho passado – alta de 300% desde 2020, majoritariamente roubos.

Vitória Contra Criminosos e Impacto no Mercado

Essa operação EUA-Camboja-China representa uma rara vitória na luta global contra scams cripto. O Bitcoin, cotado a R$484.564 segundo o Cointrader Monitor (variação -2,22% em 24h), pode se beneficiar indiretamente com a redução de pressão vendedora de fundos ilícitos. No entanto, a volatilidade persiste, destacando riscos inerentes.

A prisão expõe vulnerabilidades: golpes *pig butchering* ceifaram bilhões de desavisados, misturando engenharia social e anonimato blockchain.

Lições para Investidores Brasileiros

Para o público brasileiro, isso reforça a necessidade de due diligence rigorosa. Verifique projetos duvidosos, evite promessas de retornos irreais e use exchanges reguladas. Scams globais atingem todos: priorize segurança, wallets não custodiais e educação. A justiça prevaleceu aqui, mas a vigilância deve ser constante para evitar cair em armadilhas semelhantes.


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Balança cartoon equilibrando moedas BTC apreendidas e stablecoins estatais cunhadas por mãos institucionais, marcando avanço da institucionalização crypto

Stablecoins Estatais e Apreensão de BTC: O Avanço Institucional

O avanço estrutural do capital institucional define o tom bullish moderado desta quinta-feira. A entrada inédita de governos estaduais no mercado de stablecoins, combinada com a busca por rendimentos regulados via ETFs, sinaliza uma nova fase de maturidade para o ecossistema. Embora a apreensão recorde de Bitcoin pelo Departamento de Justiça dos EUA traga o fantasma de pressão vendedora no curto prazo, a limpeza de supply ilícito fortalece a tese de longo prazo. O momentum positivo é sustentado por inovações regulatórias, com riscos de liquidez servindo apenas como ponto de atenção, não como fator de reversão imediata.


🔥 Destaque: A Maior Apreensão Civil da História

O mercado amanhece digerindo um marco histórico na luta contra crimes financeiros digitais: a prisão de Chen Zhi e a subsequente apreensão de 127.271 BTC pelo Departamento de Justiça dos EUA (DOJ). Avaliado em cerca de US$ 11,6 bilhões, este montante representa aproximadamente 0,6% do supply circulante do ativo e está ligado a uma gigantesca rede de fraudes conhecida como “pig butchering“.

Este evento é um divisor de águas por dois motivos fundamentais. Primeiro, demonstra a eficácia das ferramenta de rastreamento on-chain em desmantelar operações criminosas transnacionais, o que acaba por legitimar o Bitcoin aos olhos de reguladores e investidores institucionais como um ativo transparente e auditável. A narrativa de que cripto é “terra sem lei” perde força diante de uma ação coordenada dessa magnitude entre EUA, Camboja e China.

Por outro lado, a custódia desses ativos pelo governo americano acende um alerta amarelo imediato sobre a liquidez do mercado. Historicamente, leilões governamentais de ativos confiscados (como no caso Silk Road) geram volatilidade temporária. O mercado agora precisa precificar o risco de um possível despejo (dump) desses ativos, embora processos civis de ressarcimento a vítimas costumem ser morosos, o que pode diluir a pressão vendedora ao longo de meses ou anos.

Investidores podem monitorar qualquer movimentação nas carteiras identificadas pelo DOJ. Enquanto a remoção desses fundos de mãos criminosas é estruturalmente positiva — eliminando atores maliciosos que poderiam manipular preços —, a mera existência de um “ofertante forçado” deste tamanho exige cautela em posições alavancadas de curto prazo, preferindo a liquidez de plataformas robustas como a Binance para mitigar slippage em momentos de incerteza.


📈 Panorama do Mercado

O viés bullish moderado do período é impulsionado por uma clara tendência de institucionalização produtiva. Não estamos vendo apenas “mais do mesmo”, mas sim inovações regulatórias qualitativas. O lançamento do primeiro stablecoin estatal pelos EUA (o FRNT de Wyoming) e a iniciativa brasileira da BRD (lastreada em títulos públicos) mostram governos e ex-reguladores abraçando a tecnologia para eficiência fiscal e distribuição de rendimentos.

No front de Wall Street, a movimentação do Morgan Stanley para registrar um ETF de Ethereum com staking adiciona uma camada extra de atratividade para o capital institucional: o rendimento passivo (yield). Isso diferencia o produto do simples rastreamento de preço e pode destravar bilhões em capital que busca fluxos de caixa previsíveis.

Apesar destes avanços, o cenário mantém ressalvas. A euforia em torno de altcoins específicas, como o XRP recebendo validação da grande mídia (CNBC) e a aproximação da família Trump com o setor bancário tradicional (WLFI), sugere um apetite por risco elevado. Contudo, investidores experientes sabem que validações midiáticas excessivas muitas vezes precedem correções de curto prazo, exigindo gestão de risco apurada.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Leilão de BTC pelo DOJ: A possível liquidação de 127.271 BTC criaria um choque de oferta significativo. Mesmo que feito via OTC, o impacto psicológico pode derrubar preços em 3-8% rapidamente.
  • Conflitos Regulatórios Estaduais: A emissão de moeda por um estado (Wyoming) pode gerar atrito com o Federal Reserve, criando incerteza jurídica sobre o futuro de stablecoins soberanas locais.
  • Correção em XRP: O excesso de cobertura midiática positiva (“indicador de capa de revista”) frequentemente marca topos locais. O risco de “venda no fato” após a validação da CNBC é real.
  • Politização do projeto WLFI: A busca de charter bancário pela família Trump pode enfrentar obstáculos partidários, gerando volatilidade em ativos associados se percebido como conflito de interesse.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Stablecoins com Yield Soberano: Ativos como a BRD (Brasil) e FRNT (Wyoming) oferecem exposição à renda fixa governamental com a agilidade da blockchain, atraindo capital conservador em busca de eficiência.
  • ETFs de Ethereum com Staking: A aprovação provável do produto do Morgan Stanley pode reprecificar o ETH, atraindo investidores institucionais focados em yield real (~3-5%) e não apenas ganho de capital.
  • Rotação para Altcoins Reguladas: Com a consolidação do Bitcoin, o fluxo de capital tende a buscar ativos com narrativas institucionais fortes (XRP, SOL), especialmente aqueles com produtos financeiros (ETFs) em vista.

📰 Principais Notícias do Período

1. Prisão de Chen Zhi: maior apreensão de BTC da história por DOJ
Chen Zhi foi preso e extraditado após o DOJ apreender 127.271 BTC (US$ 11,6 bi) ligados a golpes do tipo “pig butchering“. Este é o maior confisco civil da história, removendo 0,6% do supply ilícito, o que legitima o rastreamento on-chain mas introduz riscos de leilão.

2. Wyoming lança FRNT: primeiro stablecoin estatal dos EUA
O estado de Wyoming lançou o FRNT, primeiro stablecoin emitido por um governo americano, lastreado em dólares e Treasuries na rede Solana. O projeto visa gerar receita para escolas estaduais via juros, marcando um avanço histórico na adoção governamental compliant.

3. Morgan Stanley registra ETF ETH com staking na SEC
O gigante bancário registrou um pedido S-1 para um Ethereum Trust que inclui recompensas de staking. A manobra visa atrair institucionais combinando exposição ao preço spot com renda passiva regulada, potencializando bilhões em ativos sob gestão.

4. WLFI Trump busca charter bancário para emissão de USD1
A World Liberty Financial, ligada à família Trump, solicitou autorização ao OCC para emitir e custodiar seu stablecoin USD1. A estratégia busca reduzir riscos de contraparte e fundir operações cripto com o sistema bancário tradicional.

5. CNBC nomeia XRP como nova queridinha das criptos em 2026
A rede CNBC destacou o XRP como o “trade mais quente de 2026″ após alta de 30% e influxos de US$ 1,25 bi em ETFs. O ativo superou BTC e ETH semanalmente, recuperando o terceiro lugar em valor de mercado impulsionado por validação mainstream.

6. BRD: stablecoin com yield de 15% lastreada em títulos públicos brasileiros
Tony Volpon, ex-diretor do Banco Central, lançou a BRD, uma stablecoin pareada ao Real que oferece rendimento de 15% vindo do Tesouro Nacional. A iniciativa democratiza o acesso global à taxa Selic via blockchain e compete no aquecido mercado local.

7. Polymarket-Dow Jones: prediction markets chegam ao WSJ
A Polymarket fechou parceria com a Dow Jones para integrar dados de previsão no Wall Street Journal. O acordo valida os mercados de previsão como ferramenta de inteligência financeira institucional, ampliando a adoção de dados cripto na mídia tradicional.


🔍 O Que Monitorar

  • Movimentações nas Wallets do DOJ: Qualquer transferência dos 127k BTC apreendidos sinalizará a iminência de um leilão ou custódia de longo prazo.
  • Status Regulatório da WLFI: A resposta do OCC ao pedido de charter bancário definirá o tom para a fusão entre política e cripto nos EUA.
  • TVL das Stablecoins Soberanas: O crescimento de volume no FRNT e BRD indicará se há demanda real do mercado por instrumentos estatais de yield.
  • Influxos em ETFs de Altcoins: Acompanhar se o dinheiro novo continua entrando em produtos de XRP e ETH validará a tese de rotação de capital institucional.

🔮 Perspectiva

É provável que o viés bullish moderado persista nas próximas 12 a 24 horas, sustentado pelo forte fluxo de notícias institucionais que ofusca, por ora, o medo de um despejo de Bitcoins pelo governo americano. A narrativa de “limpeza do mercado” gerada pela prisão de Chen Zhi tende a prevalecer sobre o pânico de liquidez imediata. Contudo, investidores devem esperar volatilidade, especialmente se houver confirmação de datas para leilões. O foco deve permanecer na acumulação estratégica em ativos regulados e stablecoins inovadoras, aproveitando eventuais correções causadas por ruídos de curto prazo.


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Árvore digital colossal com raízes em ativos reais tokenizados e galhos formando rede blockchain, simbolizando superciclo de tokenização em 2026

Bernstein prevê superciclo de tokenização em 2026 para cripto

A renomada corretora de Wall Street Bernstein prevê um ‘superciclo’ de tokenização para impulsionar o próximo ciclo de alta das criptomoedas em 2026. Após um final turbulento em 2025, os analistas afirmam que o mercado já atingiu o fundo, com fundamentos intactos sinalizando uma fase de expansão ampla. O foco está na conversão de ativos reais em tokens blockchain, abrangendo stablecoins, mercados de capitais e previsão.


O Que é Tokenização e Por Que Importa?

A tokenização transforma ativos do mundo real — como imóveis, títulos e commodities — em tokens digitais na blockchain, permitindo fracionamento, negociação 24/7 e liquidez global. Segundo a Bernstein, esse processo está pronto para um supercycle, similar aos ciclos de adoção vistos em ETFs de Bitcoin. Para o investidor brasileiro, isso significa maior acesso a oportunidades antes restritas a grandes players institucionais.

Os fundamentos se fortalecem: em 2025, o valor tokenizado já alcançava US$ 37 bilhões, com projeção de dobrar para US$ 80 bilhões em 2026. Esse movimento conecta o cripto ao status quo financeiro tradicional, acelerando a adoção em massa.

Stablecoins e Pagamentos: O Motor Inicial

Stablecoins lideram o supercycle, com suprimento total esperado em US$ 420 bilhões até o fim de 2026, um crescimento de 56%. Elas transcendem o trading cripto, integrando-se a bancos, remessas e pagamentos cross-border. Fintechs como Block, Revolut e PayPal já adotam, enquanto protocolos como o X402 da Coinbase processam US$ 300 milhões anuais.

No Brasil, onde remessas e pagamentos digitais crescem, stablecoins como USDT e USDC podem revolucionar transações cotidianas, reduzindo custos e volatilidade cambial. O mercado está construindo bases sólidas para essa transição.

Mercados de Previsão e Bitcoin no Horizonte

Além disso, mercados de previsão devem atingir US$ 70 bilhões em volume, gerando US$ 1,4 bilhão em receitas. A Bernstein reitera US$ 150 mil para Bitcoin em 2026 e US$ 200 mil no pico de 2027. Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 494.504,88 mostra variação de -0,72% em 24h.

Empresas como Coinbase (COIN) e Robinhood (HOOD) são proxies ideais, com retornos médios de 59% em 2025 apesar da correção de Q4.

Implicações para o Ecossistema Cripto

Esse supercycle reforça a tese de adoção institucional, onde volatilidade de curto prazo dá lugar a tendências de longo prazo. Investidores devem monitorar fluxos em RWAs e stablecoins, além de halvings passados que contextualizam ciclos atuais. Riscos como regulação persistem, mas os dados sugerem um futuro bullish fundamentado.

Vale acompanhar como tesourarias corporativas e grandes players posicionam-se nessa onda transformadora.


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Personagem investidor cartoon desbloqueando fortaleza Bitcoin para fluxo DeFi cyan, simbolizando captação da a16z em colateral nativo

Babylon Labs capta US$ 15 milhões da a16z: Bitcoin como colateral nativo

A Babylon Labs captou US$ 15 milhões da a16z Crypto via venda de tokens BABY. O investimento financia o desenvolvimento de BTCVaults trustless, uma infraestrutura que permite o uso de Bitcoin nativo como colateral em aplicações financeiras on-chain, sem necessidade de custodiantes ou wrapping. Essa evolução técnica pode desbloquear trilhões em BTC ocioso para DeFi, mantendo a soberania do usuário sobre seus ativos na camada base do Bitcoin. Anunciado em 7 de janeiro de 2026.


O que são os BTCVaults da Babylon?

Os BTCVaults representam uma inovação em protocolos de colateral Bitcoin-native. Diferente de soluções wrapped como WBTC, que transferem o controle para bridges ou custodiantes, o sistema da Babylon permite que BTC permaneça bloqueado diretamente na blockchain do Bitcoin. Métricas on-chain verificam a existência e o status do colateral em tempo real para aplicações externas.

Fundada em 2022 por David Tse e Fisher Yu, a Babylon foca em staking e lending nativos. Os vaults funcionam como um banco de dados distribuído criptográfico: o BTC é “depositado” via transações UTXO, com proofs zero-knowledge ou timestamps para comprovação sem revelar detalhes sensíveis. Isso elimina riscos de custódia centralizada, comum em hacks de DeFi como o da Euler em 2023.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 494.285 (variação -0,73% em 24h), destacando o potencial de um ativo volátil como colateral produtivo.

Como funciona a infraestrutura trustless?

A mecânica central dos BTCVaults usa criptografia de threshold e timelocks do Bitcoin Script para enforcement. Imagine um smart contract que não roda no Bitcoin (devido a limitações de Turing-incompleto), mas usa oráculos ou relayers para sincronizar estado: o colateral é locked com condições de liberação baseadas em eventos on-chain verificáveis.

Integrações como com Aave V4 demonstram viabilidade: um “Bitcoin-backed Spoke” permite empréstimos contra BTC nativo, com testes em Q1/2026 e lançamento em abril. Liquidações ocorrem via mecanismos criptográficos, não custodiantes, reduzindo TVL exposto a chaves privadas únicas.

Commits no GitHub da Babylon mostram atividade rigorosa, com foco em segurança formal verification de proofs. Isso contrasta com protocolos reempacotados, priorizando inovação real sobre hype.

Impacto no ecossistema DeFi e adoção Bitcoin

Essa infraestrutura aborda o gargalo do Bitcoin: programabilidade limitada. Com ~19 milhões de BTC minerados, apenas frações participam de DeFi via wraps arriscados. BTCVaults habilitam lending, borrowing e derivativos nativos, potencializando TVL em protocolos Bitcoin-only.

No contexto de 2025, lending evoluiu para modelos fully collateralized, como Coinbase e Xapo Bank. A Babylon eleva isso a DeFi permissionless, com usuários ativos medidos por transações de lock/unlock. Métricas iniciais sugerem escalabilidade para bilhões em colateral.

Por que importa? Desbloqueia BTC como “capital produtivo”, similar a um banco de dados sharded onde queries externas confirmam saldos sem migração. Investidores devem monitorar mainnet metrics: locks diários, taxa de liquidação e integrações.

Próximos passos para o Bitcoin-native lending

A rodada da a16z, compradora estratégica, acelera scaling. Com BABY +13% pós-anúncio, o mercado sinaliza confiança. Para brasileiros, isso significa opções DeFi acessíveis via wallets como Electrum ou Sparrow, sem KYC forçado.

Vale acompanhar parcerias como Aave e concorrentes como Sovryn. Os dados on-chain ditarão sucesso: não hype, mas usuários reais e TVL verificável.


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Criador cartoon empunhando carteira Rumble emitindo raios BTC e USDT, evitando nuvem de taxas do YouTube para monetização direta

Rumble lança carteira Bitcoin para dicas de criadores

O rival do YouTube, Rumble, lançou nesta quarta-feira (7) a Rumble Wallet, uma carteira non-custodial integrada ao app para receber dicas em Bitcoin (BTC), USDT e XAUT. Desenvolvida com o kit da Tether e infraestrutura da MoonPay, a ferramenta permite que fãs enviem pagamentos diretos a criadores, sem bancos ou cartões. Para quem vive de conteúdo no Brasil, isso significa monetização mais rápida e barata, evitando taxas altas de plataformas tradicionais.


Como funciona a integração com Tether e MoonPay

A carteira cripto do Rumble é o primeiro uso real do Wallet Development Kit (WDK) da Tether, emissora da USDT. Ela fica embutida no app da plataforma, facilitando tips instantâneos. Usuários compram cripto via MoonPay com cartão ou transferência e enviam direto ao criador, que controla as chaves privadas — nada de custódia centralizada.

Imagine gravar um vídeo sobre finanças pessoais e receber uma gorjeta em BTC equivalente a R$ 500, sem esperar dias por liberação. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 493.887 hoje, com variação de -0,82% nas últimas 24h nas exchanges brasileiras. Para criadores, isso abre porta para renda global, já que fãs de qualquer lugar podem pagar sem conversão cambial complicada.

A facilidade é o ponto alto: sem KYC extra no app, basta ativar a wallet e compartilhar o endereço. Mas lembre-se das taxas de rede — em BTC, pode custar uns R$ 20-50 por transação, dependendo do congestionamento.

Vantagens práticas para criadores vs YouTube

Diferente do YouTube, onde criadores perdem até 45% em taxas de AdSense e pagamentos atrasados, o Rumble Wallet corta intermediários. Chris Pavlovski, CEO do Rumble, diz que une ‘livre expressão’ com liberdade financeira da cripto. Paolo Ardoino, da Tether, reforça: dá controle total aos usuários.

Para o brasileiro médio produzindo conteúdo — tipo tutoriais de economia ou games —, isso é ouro. Receba USDT estável (quase R$ 5,70) para evitar volatilidade, ou BTC para apostar na alta. Converta depois em exchanges locais sem IOF alto de cartões internacionais. É como ter uma maquininha de cartão digital, mas global e sem burocracia do BC.

A plataforma já tem 51 milhões de usuários, e Tether investiu mais de US$ 775 milhões nela. Isso garante estabilidade, mas ações RUM subiram 5% hoje, após queda de 50% no ano — sinal de que o mercado ainda testa a adesão.

O que muda no dia a dia dos criadores brasileiros

Praticidade é chave: ative a wallet no app Rumble, divulgue nos vídeos e receba tips em tempo real. Para famílias que dependem de renda extra, como um salário mínimo (R$ 1.412), uma dica de R$ 100 já faz diferença no supermercado. Mas planeje: declare no IRPF como ganho de capital se vender cripto, e fique de olho em taxas de saques para real.

Contra o YouTube, Rumble ganha em pagamentos diretos e foco em liberdade de conteúdo. Sem algoritmos censores, criadores de nichos polêmicos (política, cripto) migram fácil. Teste com vídeos curtos: um tip médio de US$ 10 (R$ 57) pode virar renda passiva mensal de R$ 1.000 com 100 fãs fiéis.

Ainda em fase inicial, monitore atualizações — mais moedas podem vir. Para começar, baixe o app e explore sem risco inicial.


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Nuvem Ichimoku geométrica abstrata com eco de 2018, prisma XRP testando suporte e cristal BTC oscilante, sinalizando análise rara no par XRP/BTC

XRP/BTC: Sinal Ichimoku Raro de 2018 Reaparece

Os dados mostram um sinal técnico raro no par XRP/BTC, com o preço aproximando-se de um rompimento acima da nuvem de Ichimoku no gráfico mensal, configuração ausente desde 2018. Identificado pelo analista The Great Mattsby, esse padrão histórico sugere força relativa do XRP em períodos de rotação de risco. Enquanto isso, o XRP recua 5% para US$ 2,27, com volume elevado de US$ 256 milhões, e o Bitcoin registra cotação atual de R$ 493.928 (Cointrader Monitor), com variação de -0,85% em 24h. Traders monitoram se o suporte aguenta para confirmação.


Situação Atual do Preço do XRP

O XRP opera em US$ 2,28 nesta quarta-feira (7), após queda de cerca de 3-5% nas últimas 24 horas, rompendo o suporte em US$ 2,32 e testando US$ 2,21 como mínima. O volume negociado atingiu US$ 256,3 milhões, 142% acima da média de 24 horas, caracterizando um evento de capitulação com vendas agressivas seguidas de absorção. No gráfico de 60 minutos, compradores defendem US$ 2,25-2,26, formando mínimas mais altas, enquanto recuos mostram volume fraco — padrão construtivo, mas insuficiente para reverter enquanto abaixo de US$ 2,31-2,32.

No semanal, o ativo testa a EMA ribbon em torno de US$ 2,37, zona que manteve o preço sob pressão por meses. O RSI em 64 indica momentum desacelerando de níveis sobrecomprados. Suporte crítico em US$ 2,27 alinha com retração Fibonacci 0.236, com médias móveis ascendentes adicionando suporte.

Análise Técnica do Par XRP/BTC

No gráfico mensal XRP/BTC, o par se aproxima de rompimento acima da nuvem de Ichimoku, último ocorrido em 2018. Esse indicador, composto por Senkou Span A/B, Kijun-sen, Tenkan-sen e Chikou Span, sinaliza mudança de tendência quando o preço cruza a nuvem para cima. Historicamente, tal configuração precede outperform do XRP versus BTC em rotações de altcoins, limpando posições alavancadas e criando bases saudáveis.

A recente queda à vista veio com flush de volume, típico de shakeout, preservando demanda em US$ 2,21. Confirmação do rompimento elevaria probabilidade de correções no XRP serem compradas mais agressivamente que no BTC, especialmente em apetite por risco inicial de ano. On-chain mostra atividade crescente de grandes holders e liquidez, suportada por inflows em ETFs spot de Ripple há dois meses.

Histórico de 2018 e Níveis a Observar

Em 2018, o rompimento similar no XRP/BTC coincidiu com alta relativa do XRP durante bull market de altcoins, superando BTC temporariamente. Os dados replicam esse setup agora, com preço semanal testando EMA ribbon e mensal na Ichimoku. Alvos potenciais incluem US$ 2,49-2,66 (extensões Fibonacci), se romper US$ 2,32. Inverso: perda de US$ 2,27 mira US$ 2,18 (0.382 Fib) e US$ 2,11.

Bitcoin em R$ 493.928 (var. -0,85%, volume 240 BTC) contextualiza: XRP/BTC força relativa independe de USD, focando performance cruzada. Traders observam fechamento semanal acima EMA ribbon e confirmação Ichimoku para direção longa prazo. Estrutura mantém neutralidade até níveis testados.


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Executivos cartoon do MSCI e Strategy apertando mãos sobre cofre BTC aprovado, com gráfico ascendente, celebrando manutenção em índices globais

MSCI Mantém Empresas de BTC nos Índices: MSTR Dispara

A MSCI anunciou que não implementará a exclusão de empresas com tesouraria em criptoativos de seus índices globais na revisão de fevereiro de 2026, evitando uma pressão de venda estimada em US$ 15 bilhões. A decisão alivia fundos passivos e beneficia diretamente a Strategy (MSTR), cujas ações dispararam até 6,9% no after-hours. Os dados mostram remoção de um overhang significativo para holders de MSTR e potencial para novas compras de Bitcoin.


Detalhes da Decisão da MSCI

Os índices da MSCI são benchmarks cruciais para investimentos passivos, gerenciando trilhões de dólares. Em outubro de 2025, a provedora iniciou consulta sobre excluir DATs (empresas de tesouraria de ativos digitais), definidas como aquelas com 50% ou mais de seus ativos em cripto. A proposta visava tratar essas firmas como fundos de investimento, inelegíveis para índices de ações operacionais.

No entanto, após feedback de investidores, a MSCI optou por adiar mudanças, abrindo consulta mais ampla sobre empresas não-operacionais. Isso preserva o acesso da Strategy a capital de índices, com balanço majoritariamente em Bitcoin — cerca de 400.000 BTC, segundo dados recentes. A medida remove risco de outflows forçados, estabilizando o modelo de tesouraria corporativa em cripto.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 494.001,71 às 22:08 de 07/01/2026, com variação de -1,11% em 24h e volume de 240 BTC.

Reação das Ações da Strategy

As ações da MSTR reagiram positivamente: alta de 3,8% reportada inicialmente, evoluindo para 6,7%-6,9% no pós-mercado, atingindo US$ 168,7. A Strategy comemorou publicamente, chamando o resultado de “positivo para indexação neutra e realidade econômica”. Analistas atribuem o movimento ao fim do FUD (medo, incerteza e dúvida) sobre vendas forçadas de BTC.

Os dados mostram que a manutenção nos índices garante influxo de capital passivo. Em 2025, a MSTR captou via ações e dívida para acumular BTC, negociando com prêmio ligado às reservas. Essa decisão reforça a viabilidade do modelo, com mNAV (market net asset value) como métrica chave a monitorar.

Implicações para Compras de Bitcoin

Sem pressão de venda, a Strategy pode acelerar aquisições. Historicamente, Michael Saylor prioriza BTC como reserva de valor, com compras recentes de US$ 116 milhões. Os números indicam que remoção do risco de exclusão libera caixa para mais BTC, potencialmente elevando holdings acima de 400.000 unidades.

No contexto técnico, BTC testa resistência em US$ 94.500 após dip a US$ 91.500. A alta das ações MSTR correlaciona com BTC em 0,85 (Pearson recente), sugerindo suporte indireto. Investidores devem observar volume de MSTR e níveis de suporte em US$ 160 para ações.

Contexto de Mercado e Próximos Passos

A decisão ocorre em meio a volatilidade: BTC em canal de 6 semanas, com alta mensal mas queda diária de 1%. Grupos como BitcoinForCorporations celebraram com 1.500 assinaturas contra a proposta. Futuramente, consulta ampla sobre não-operacionais pode revisitar o tema, mas por ora, status quo favorece adoção corporativa.

Os dados sugerem alívio de curto prazo para MSTR holders, com acesso preservado a trilhões em AUM de índices. Monitore relatórios trimestrais da Strategy e atualizações da MSCI para sinais de novas compras de BTC.


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Monolito Bitcoin dourado com gaps negros sugando energia cyan, simbolizando selloff cripto e gaps no CME futures

Bitcoin cai para US$ 91 mil: análise técnica da queda

O Bitcoin recuou 3% nas últimas 24 horas, atingindo US$ 91.100 em um selloff generalizado no mercado cripto nesta quarta-feira (7). O CoinDesk 20 Index caiu quase 4%, com o XRP liderando as perdas em 8%. Os dados mostram os CME gaps próximos a US$ 90.600 e US$ 88.000 entrando em foco, enquanto a recuperação recente é considerada estruturalmente saudável por demanda spot. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 493.893 (-1,31% em 24h).


Análise da Queda Recente

Os dados indicam que o Bitcoin testou níveis abaixo de US$ 91.000 após fechar o fim de semana com um gap no CME futures. O preço, que oscilava acima de US$ 94.000 recentemente, rompeu suportes intermediários em um movimento de realização de lucros. O volume de negociação aumentou, com o CoinDesk 20 Index refletindo pressão ampla no setor.

No contexto mais amplo, ações de tesouraria em ativos digitais (DATs) como MicroStrategy mostraram desempenho misto, com ganhos de 1% apesar da decisão da MSCI de não excluí-las de índices. Isso sugere que o selloff é mais técnico do que fundamental, impulsionado por realização de lucros após a alta inicial de 2026. O Nasdaq subiu 0,5%, destacando a seletividade do movimento cripto.

Indicadores de volume confirmam aceleração da venda, mas sem pânico generalizado. O RSI diário aproximou-se de 50, zona neutra, após sobrecompra anterior.

Gaps de Preço no CME e ETF

Dois gaps de preço não preenchidos no CME emergem como referências chave: um em torno de US$ 90.600 (formado no fim de semana) e outro em US$ 88.000 (Ano Novo). Historicamente, o BTC tende a retrair para preencher esses gaps em futuros cash-settled, que não operam 24/7.

No iShares Bitcoin Trust (IBIT), gaps em US$ 48-50 reforçam o padrão. Esses níveis atuam como ímãs técnicos, com probabilidade elevada de teste em cenários de fraqueza. Uma queda de 1,6% do atual preencheria o gap superior; 4% adicional, o inferior. Traders monitoram esses pontos como suportes potenciais.

A dinâmica de gaps é auto-reforçante, similar à teoria de max pain em opções, influenciando posicionamento institucional.

Estrutura Saudável da Recuperação

Apesar da volatilidade, a recuperação recente do Bitcoin é vista como estruturalmente saudável. O índice de pressão de derivativos mostra expansão moderada, com demanda spot liderando sobre alavancagem. Open interest (OI) cresce mais devagar que o preço, gerando divergência negativa – sinal de sustentabilidade.

Métricas on-chain reforçam: supply em exchanges em mínimas de 2018 (13,7%), com outflows persistentes. Apenas 3,2% do BTC circulante na Binance. Isso indica acumulação por holders de longo prazo, reduzindo risco de cascatas de liquidação.

O composite derivatives pressure index está positivo, mas abaixo de +1,5, evitando euforia. Essa configuração sugere resiliência, com spot buyers ditando o ritmo.

Níveis Técnicos a Observar

Os dados apontam US$ 91.000 como suporte imediato, com US$ 94.500 como resistência. Preenchimento de gaps pode ocorrer nos próximos dias/semanas. Médias móveis de 50 e 200 dias (próximas a US$ 92.000-93.000) servem de referência.

Volume 24h em exchanges brasileiras reflete variação de -1,31%, alinhada ao global. Traders devem monitorar OI e fluxos para confirmação de tendência. A estrutura atual preserva upside de médio prazo, apesar da correção.


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Personagem cartoon de mineradora soltando moedas BTC para construir data center IA, simbolizando pivot estratégico da Riot Platforms

Riot Vende US$ 200 Mi em BTC para Virar Gigante de IA: Estratégia ou Fraqueza?

A mineradora Riot Platforms vendeu 2.201 BTC em novembro e dezembro, arrecadando cerca de US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão), para financiar a construção de data centers focados em inteligência artificial (IA). O movimento contrasta com 2024, quando a empresa acumulou Bitcoin sem vendas, e reduz suas reservas para 18.005 BTC. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 492.245,90 (-1,93% em 24h) reflete volatilidade em meio a essas pressões de venda.


Detalhes das Vendas Recentes

A Riot, listada em bolsa no Colorado (EUA), divulgou em seu relatório de dezembro a venda de 1.818 BTC por US$ 161,6 milhões, a uma média de US$ 88.870 por unidade. Combinadas com as de novembro, totalizam as 2.201 unidades despejadas no mercado. Isso representa uma queda de mais de 1.300 BTC em relação a outubro (19.324 BTC), deixando holdings em 18.005 BTC — incluindo 3.977 BTC restritos como garantia de dívidas.

Em dezembro, a produção foi de 460 BTC, mas as vendas superaram a mineração, um sinal claro de realocação de caixa. A empresa encerrou os relatórios mensais de produção, migrando para divulgações trimestrais focadas em performance geral e estratégia de data centers. A história mostra que mineradoras frequentemente vendem em picos de preço, como visto em ciclos passados de 2018 e 2022, quando liquidações pressionaram o mercado para baixo.

Pivot para Data Centers de IA: A Estratégia Power-First

O objetivo das vendas é claro: financiar a expansão em infraestrutura de energia para IA. Analistas como Matthew Sigel, da VanEck, destacam que os US$ 200 milhões cobrem o capex da fase 1 de um data center de 112 MW em Corsicana, previsto para Q1 2027. A Riot adota uma abordagem power-first, usando mineração de Bitcoin como ferramenta temporária para monetizar seu portfólio de energia em larga escala antes da conversão total para data centers.

Não é um caso isolado. Mineradoras como CleanSpark, MARA, Bitfarms, Cipher Mining e Hut 8 também pivotam para IA, atraindo gigantes como Google e Microsoft. Pós-halving de abril 2024, que dobrou custos de mineração ao cortar recompensas, o setor busca receitas alternativas. Ações da RIOT subiram 1,3% no dia do anúncio e +23% em seis meses, negociadas a US$ 14,98, sugerindo otimismo dos investidores com a diversificação.

Impacto no Mercado e Sinais de Alerta

O despejo de US$ 200 milhões em BTC adiciona pressão vendedora em um mercado já volátil, com o Bitcoin oscilando próximo de US$ 92.000 recentemente. Embora as vendas sejam modestas frente ao volume global, o mercado está ignorando o padrão histórico: mineradoras acumulam em bull markets e vendem em topos, contribuindo para correções. Em 2022, liquidações semelhantes aceleraram o bear market.

Questiono o timing: vender BTC — visto como reserva de valor de longo prazo — para perseguir o hype da IA, cujos ciclos são igualmente especulativos, como as bolhas dot-com. A Riot rankeia 7ª em holdings corporativos de BTC (bitcointreasuries.net), mas reduzir reservas em um momento de alta pode sinalizar fraqueza operacional ou dúvida na sustentabilidade da mineração pura. Investidores devem monitorar se esse pivot gera retornos superiores à valorização do BTC.

O Que Isso Significa para o Mercado Cripto?

A transição reflete maturidade do setor de mineração, mas também risco de diluição do foco no Bitcoin. Se múltiplas mineradoras venderem para IA, poderemos ver mais pressão descendente no preço do BTC, especialmente com liquidez global apertando via taxas de juros. A história ensina: exuberância em novas narrativas precede ajustes. Vale cautela — proteger capital em ciclos voláteis é prioridade, e essa jogada da Riot pode ser um teste para o ecossistema.


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Executivos cartoon abrindo cofre institucional com feixes BTC dourado, ETH cyan e SOL laranja, simbolizando ETFs pedidos pela Morgan Stanley

Morgan Stanley pede ETFs de BTC, ETH e SOL: Adoção acelera

O Morgan Stanley protocolou pedidos para ETFs de Bitcoin, Ethereum e Solana junto à SEC nesta semana, tornando-se o primeiro grande banco de Wall Street a avançar nessa direção. A sequência começou com Bitcoin e Solana na segunda-feira, seguida pelo trust de Ether na terça. Esse movimento confirma a aceleração da adoção institucional, com influxos em ETFs de BTC atingindo US$ 697 milhões em um dia — o maior desde outubro. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 492.087,85 (-1,95% em 24h).


Detalhes dos Arquivamentos

O banco registrou formulários S-1 para fundos de spot que rastreiam diretamente o preço dos ativos. Para Bitcoin e Solana, os pedidos iniciais destacam a intenção de capturar a demanda crescente por exposição regulada. Já o Ethereum Trust inclui um programa de staking, distribuindo recompensas aos detentores de ações trimestralmente, conforme orientação do IRS. Isso demonstra sofisticação: não só holding, mas geração de yield via rede.

Esses produtos serão gerenciados pela Morgan Stanley Investment Management, com custódia e precificação baseada em venues principais. O timing é crucial — após restrições removidas em outubro de 2025 para assessores recomendarem ETFs cripto, o banco agora lança os seus próprios, aproveitando sua vasta distribuição para RIAs e family offices.

Contexto de Influxos e Demanda

Os ETFs de Bitcoin spot nos EUA registraram US$ 1,16 bilhão em influxos nos dois primeiros dias de 2026, revertendo saídas de Q4 ligadas a impostos. Segunda-feira sozinha viu US$ 697 milhões, sinalizando retorno institucional após volatilidade. Nate Geraci destacou: ‘Morgan via demanda real de clientes’. Isso reforça os fundamentos: o mercado está construindo bases sólidas pós-halving.

Desde outubro, o Morgan abriu acesso cripto a todos os clientes via wealth management, incluindo contas de aposentadoria. Parceria com Zerohash para trading de BTC, ETH e SOL na E-Trade acelera a integração. Esses fluxos ‘pegajosos’ de instituições diferem de varejo volátil, elevando o piso de preço em ciclos de alta.

Implicações para a Adoção Global

Esse passo valida a tese de superciclo: grandes players como Morgan Stanley não entram sem convicção em adoção de longo prazo. ETFs facilitam alocação sem wallets ou custódia complexa — basta comprar ações. Com regulação mais amigável sob Trump, esperamos mais bancos seguindo, expandindo liquidez e maturidade.

Para brasileiros, isso significa tesourarias corporativas e fundos olhando cripto como reserva de valor, similar a MicroStrategy. Monitorar aprovações SEC e fluxos ETF será chave. Os fundamentos se fortalecem: volatilidade curta não apaga tendências macro de adoção.


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Núcleo hexagonal cristalino de Bitcoin com fissura vermelha corrosiva dissipando dados, simbolizando bug crítico no Core v30

Bug Crítico no Bitcoin Core v30 Pode Apagar Carteiras

Os desenvolvedores do Bitcoin Core emitiram um alerta urgente sobre um bug nas versões 30.0 e 30.1 que pode apagar todos os arquivos de carteira em um nó durante a migração de wallets legadas (BDB). Em circunstâncias raras, mas reais, usuários sem backups podem perder fundos permanentemente. A correção chega na v30.2 — não migre agora. Sua carteira está em risco? É importante considerar isso imediatamente.


O Que Causa o Bug no Bitcoin Core v30?

O problema surge especificamente no processo de migração de wallets legadas, o formato padrão até abril de 2022, antes da versão 23.0. Ao atualizar para v30, o software parou de carregar ou criar essas wallets antigas, forçando muitos usuários a migrarem. Em casos raros, como falha na migração após poda do nó sem wallet carregada, o processo ativa um caminho de limpeza que deleta todo o diretório de wallets — incluindo backups de rollback e outras carteiras no mesmo nó.

Segundo o aviso oficial de 5 de janeiro, apenas essa migração é afetada. Outros usos, como rodar um nó sem wallets ou com wallets modernas, funcionam normalmente. O risco aqui é a irreversibilidade: sem backup externo, os fundos somem. Historicamente, falhas semelhantes em softwares cripto, como o bug de descriptor wallets em versões antigas, já causaram perdas evitáveis. Atenção para não subestimar o ‘raro’ — v30 representa 1/5 dos nós Bitcoin.

Quem Está em Risco e Por Quê?

Usuários com wallets legadas BDB em v30.0 ou 30.1 são os principais alvos. Isso inclui quem atualizou recentemente e ainda depende do formato antigo, comum em setups mais velhos. A v30 explicitamente bloqueou o carregamento dessas wallets, criando um funil para migração — e potencial armadilha. Relatos no GitHub e X indicam que vários usuários sinalizaram o issue há semanas, mas a reprodução era difícil.

É possível que o impacto seja maior do que parece: poda de blockchain, migrações interrompidas ou configurações não padrão podem disparar o bug. Comunidade divide opiniões — alguns veem como edge case obscuro, mas outros argumentam que a mudança na v30 torna a migração inevitável para muitos. O risco aqui é duplo: perda imediata e desconfiança no software base do Bitcoin. Vale monitorar se mais casos surgem antes da v30.2.

O Que Fazer para se Proteger Agora?

A orientação clara dos devs: não migre wallets legadas até a v30.2. Continue usando o software normalmente para nós e wallets não legadas. Prioridade absoluta: faça backup completo dos arquivos de wallet (wallet.dat e similares) em local externo seguro — USB offline, hardware wallet ou nuvem criptografada. Teste a restauração do backup para validar.

Se possível, volte para v29.x temporariamente ou use software alternativo como Electrum para acessar fundos legados sem risco. Monitore o repositório oficial Bitcoin Core para a liberação da 30.2. Essa vulnerabilidade reforça uma lição antiga: nunca confie só no software para custódia. Pergunta retórica: você tem backups atualizados? Sem eles, qualquer upgrade é uma roleta-russa. Proteja seu patrimônio — paciência agora evita perdas amanhã.

Debate na Comunidade e Lições do Passado

A reação divide: alguns minimizam, citando apenas um caso reportado apesar de 1/5 dos nós em v30; outros criticam a comunicação, alegando alertas prévios ignorados. Usuários como @barackomaba destacam cenários plausíveis para trigger do bug, questionando se o Bitcoin ainda prioriza usuários legados. Greg Tonoski aponta desconexão entre devs e base.

Casos históricos, como o soft fork de 2017 ou bugs em descriptors, mostram que o ecossistema aprende com falhas — mas sempre há custo. Aqui, o risco é contido pela raridade e aviso rápido, mas realça a necessidade de due diligence em atualizações. Observe o rollout da v30.2 e métricas de adoção para medir confiança restaurada.


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