Trump cartoon cortando correntes de juros com '10%' no machado, liberando liquidez dourada para Bitcoin sorridente, simbolizando boost cripto

Trump Propõe Teto de 10% nos Juros do Cartão: Boost para Cripto?

O presidente eleito Donald Trump anunciou planos para cortar os juros de cartões de crédito para 10% a partir de 20 de janeiro de 2026. Com americanos pagando 20-30% sobre US$ 1,3 trilhão em dívidas, a medida poderia liberar mais de US$ 100 bilhões anuais em renda familiar. Menos juros no cartão significa mais dinheiro disponível — e potencialmente mais Bitcoin na carteira de investidores? Analistas veem otimismo para ativos de risco como cripto.


Detalhes da Proposta e Impacto Econômico

A proposta visa um setor onde famílias americanas perdem bilhões com juros altos. Atualmente, os 20-30% de taxa média sobre US$ 1,3 trilhão em dívidas de cartão representam uma carga pesada. Reduzir para 10% liberaria recursos mensais significativos para milhões de lares.

Segundo o anúncio analisado por Bull Theory, essa injeção de liquidez poderia impulsionar gastos discricionários. No Brasil, onde o Bitcoin cotiza a R$ 488.364 segundo o Cointrader Monitor (variação -0,1% em 24h), efeitos globais em risco assets merecem atenção.

Dados econômicos reforçam: famílias com mais renda disponível tendem a alocar em investimentos alternativos, especialmente em ciclos de alta como o atual para cripto.

Liberando Renda para Ativos de Risco

Com juros menores, o orçamento familiar ganha folga. Analistas preveem que essa renda extra flua para ações primeiro, seguido por criptomoedas. O mecanismo é simples: maior segurança financeira eleva o risk appetite, levando investidores a ativos voláteis com alto upside como Bitcoin e altcoins.

No cenário otimista, mercados de risco respondem positivamente. Bull Theory destaca que equities lideram, com cripto seguindo o fluxo de confiança. Para brasileiros, isso poderia amplificar rallies globais, especialmente com adoção institucional crescendo.

Histórico mostra: estímulos fiscais passados elevaram alocações em Bitcoin. Aqui, o efeito indireto via consumo pode ser similar, beneficiando holders de longo prazo.

Riscos: Reação dos Bancos e Liquidez

No entanto, nem tudo são flores. Bancos, que lucram bilhões com juros altos, podem reagir apertando o crédito. Isso inclui redução de limites e critérios mais rígidos para aprovações, potencialmente excluindo milhões de borrowers.

Se o crédito se contrair, os benefícios evaporam: menos gastos, economia mais lenta e headwinds para risk assets. A chave está no equilíbrio regulatório — manter acesso ao crédito enquanto protege consumidores.

Especialistas alertam para dois caminhos: estímulo se bancos adaptarem, ou restrição se priorizarem margens. Monitorar aprovações de crédito será crucial nos próximos meses.

Oportunidades para Investidores em Cripto

Para o investidor brasileiro, a proposta é bullish com caveats. Com BTC em R$ 488 mil, um influxo de liquidez americana pode catalisar novos ATHs. É provável que parte dessa renda liberada migre para plataformas globais.

Vale posicionar em ativos resilientes como Bitcoin, enquanto monitora dados de crédito nos EUA. Políticas pró-consumidor como essa reforçam o case de longo prazo para cripto como reserva de valor em cenários inflacionários.

O mercado reage com otimismo inicial — fique atento a volumes e sentimento do mercado.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Mecanismo isométrico de engrenagens cíclicas girando com núcleo dourado e fluxos cyan, ilustrando ciclos de 4 anos persistentes do Bitcoin

Willy Woo: Ciclos de 4 Anos do Bitcoin Ainda Vivos

Ciclos mortos? Willy Woo prova que não. O renomado analista on-chain refuta a narrativa de que os ciclos de quatro anos do Bitcoin acabaram, com base em fluxos de capital que seguem padrões históricos. Seus dados, do modelo Bitcoin Vector Lite, mostram alinhamento com bull markets passados, dando aos investidores confiança para HODL em meio à volatilidade atual. Isso importa agora, com o BTC negociado próximo de R$ 487 mil.


Fluxos de Capital Alinhados ao Histórico

No gráfico divulgado por Woo, os fluxos de capital de longo prazo em Bitcoin crescem durante fases de alta, pico perto dos topos de preço e desaceleram depois. O padrão atual replica isso fielmente, contrariando ideias de que ETFs e instituições romperam o ciclo tradicional.

“Até que a linha laranja suba mais em 2026 e mostre comportamento não cíclico, essa narrativa não é sustentada pelos dados”, alerta o analista em post no X. Os fluxos declinam conforme ciclos passados, indicando que o mercado ainda opera no ritmo de quatro anos.

Esse indicador, parte do Bitcoin Vector Lite, mede entradas líquidas na rede, oferecendo visão precisa além de preço spot. Para Marina Mendes, os números falam por si: o Bitcoin não mudou sua essência cíclica.

Fundamentos que Sustentam os Ciclos

Woo destaca dois pilares. Primeiro, o halving, evento que corta pela metade a emissão de novos BTC a cada ~4 anos, criando choque de oferta. Já ocorreram três: 2012, 2016 e 2020, sempre seguidos de bull runs massivos.

Segundo, o ciclo global de liquidez, com duração similar, que dita apetite por risco. Mercados sobem com dinheiro farto e caem com aperto monetário. “São três ocorrências anteriores, cobrindo 100% da história do Bitcoin”, corrige Woo a céticos.

Esses fatores ignoram narrativas superficiais, ancorando a análise em mecânicas fundamentais da rede e macroeconomia.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para HODLers no Brasil, isso reforça estratégia de longo prazo. Com Bitcoin a R$ 487.412,09 segundo o Cointrader Monitor (variação -0,2% em 24h), o momento testa paciência, mas histórico sugere upside pós-halving de 2024.

Instituições via ETFs absorvem oferta, mas fluxos on-chain mostram demanda orgânica intacta. Woo prevê monitoramento da linha laranja em 2026 como divisor de águas.

Os dados sugerem paciência: ciclos persistem, e o quarto pode estar em gestação.

O Que Monitorar Agora

Vale acompanhar fluxos via ferramentas como Glassnode ou o próprio Vector Lite de Woo. Indicadores como MVRV Z-Score e realized cap também validam padrões cíclicos.

Com volume 24h de 106,51 BTC nas exchanges brasileiras, liquidez suporta trades, mas HODL prevalece. Gráficos históricos empoderam decisões baseadas em dados, não hype.


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Silhuetas colossais de whales geométricas acumulando esferas douradas BTC em oceano digital cyan, com '100+' brilhando em recorde de endereços

Bitcoin Whales Batem Recorde: Endereços 100+ BTC em Alta

O número de endereços Bitcoin com pelo menos 100 BTC atingiu um novo recorde histórico, conforme dados on-chain do Bitcoin Magazine Pro. Apesar do Bitcoin consolidar próximo a US$ 90 mil, essa métrica indica acumulação contínua por whales — grandes holders como indivíduos de alta renda, fundos e corporações. Esse movimento persiste em meio a volatilidade recente, sugerindo confiança de longo prazo. Whales compram na queda: hora de seguir para ganhar edge em trades?


Detalhes dos Dados On-Chain

A métrica monitora endereços únicos com saldos de 100 BTC ou mais, ultrapassando todos os picos anteriores e estendendo um uptrend de múltiplos anos. Segundo o Bitcoin Magazine Pro, isso reflete concentração de capital em holders maiores, interpretada como sinal de confiança estratégica, não especulação de curto prazo.

Embora uma entidade possa controlar múltiplos endereços, variações nessa contagem são usadas para avaliar tendências estruturais. Historicamente, aumentos sustentados coincidem com fases de acumulação e menor pressão vendedora. No momento da análise, o Bitcoin circulante chega a quase 20 milhões de moedas, reforçando narrativas de escassez de longo prazo. Essa resiliência em consolidações passadas dá base para monitoramento atual.

Contexto do Preço Atual

O Bitcoin negociava a cerca de US$ 90.443 recentemente, com queda de 1% em 24 horas e volume diário de US$ 45 bilhões. Após rally inicial no ano, o ativo range-bound entre US$ 90-91 mil, atuando como suporte técnico chave enquanto mercados aguardam catalisadores macro, como adiamentos em políticas tarifárias dos EUA.

Essa consolidação segue queda de 30% dos picos históricos de US$ 125.750, mas acumulação de whales permanece intacta, contrastando com volatilidade geral do criptomercado. A capitalização total do BTC está em torno de US$ 1,8 trilhão, com pouca distribuição por grandes holders.

Comparação com Ciclos Passados

Em ciclos anteriores, como 2021 e 2017, picos em endereços de whales precederam bull runs, com acumulação durante correções. Dados mostram uptrend resiliente mesmo em bear markets parciais, sugerindo padrão similar agora. Diferente de distribuições passadas, a atual fase indica holders estratégicos retendo posições.

Analistas notam que essa métrica on-chain oferece edge sobre gráficos de preço puro, ajudando traders a identificar entradas em zonas de suporte. Comparado a 2024, com adoção institucional via ETFs e tesourarias corporativas, o cenário atual reforça confiança de longo prazo, apesar de incertezas macro.

Implicações para Traders e Cotação Atual

Para traders brasileiros, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 487.437,63, com variação de -0,24% em 24h e volume de 105 BTC nas exchanges locais.

Monitorar essa métrica de whales pode sinalizar pontos de entrada, especialmente em consolidações. Dados objetivos como esses, combinados a suporte técnico em US$ 90k, oferecem base para decisões informadas, sem garantias. Vale acompanhar atualizações on-chain para confirmar tendência.


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Personagem cartoon visionário com barba guiando prisma ADA a novo pico de montanha Bitcoin dourada, simbolizando previsão de rally impulsionado por Hoskinson

Hoskinson: Pico do BTC Pode Impulsionar ADA a Novo Rally

Charles Hoskinson, fundador do Cardano, afirmou que o próximo pico do Bitcoin pode desencadear um rally significativo para a ADA, com potencial vazamento de capital para altcoins. A previsão ocorre após ADA registrar alta de 20% no ano e rebound de US$ 0,33-0,35. Em 8 de janeiro, o tesouro do Cardano aprovou alocação de 70 milhões de ADA (~R$ 70 milhões) para integrações com stablecoins e oráculos. ADA a US$ 10? Hoskinson aposta em dinâmica cíclica, conforme reportagem recente.


Previsão de Hoskinson para Bitcoin e Altcoins

Hoskinson projeta que o Bitcoin alcance US$ 250.000 até o fim de 2026, elevando sua capitalização de mercado para cerca de US$ 5 trilhões. Segundo ele, investidores priorizam BTC por sua liquidez e segurança relativa, mas posteriormente rotacionam lucros para ativos de maior risco como ADA. Essa dinâmica de rotação já foi observada em ciclos anteriores.

Atualmente, o BTC negocia próximo a US$ 121.858. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 487.409 no Brasil, com variação de -0,23% nas últimas 24 horas e volume de 103 BTC. Essa força do BTC pode ser o gatilho para altcoins.

Desempenho Recente e Alocação do Tesouro Cardano

A ADA reboundou de uma zona de suporte em US$ 0,33-0,35, saltando mais de 10% em 2 de janeiro. O ativo acumula ganhos de 20% no acumulado do ano, impulsionado por atividade de whales em spot e futuros. Em 8 de janeiro, a governança aprovou a alocação de 70 milhões de ADA do tesouro para suporte a integrações USDC/USDT, oráculos Pyth Network e ferramentas cross-chain.

Essa injeção de recursos reais demonstra compromisso com ecossistema DeFi, potencializando TVL e adoção. Para traders brasileiros, equivale a cerca de R$ 70 milhões em valor de mercado atual, reforçando a tese bullish técnica.

Ciclos Históricos e Níveis de Suporte Críticos

Em 2021, BTC atingiu US$ 68.000, seguido por surtos em altcoins: ETH a US$ 4.950, XRP US$ 3,66 e ADA acima de US$ 3. No entanto, em outubro de 2025, BTC renovou máxima em US$ 126.198, mas nem todos altcoins acompanharam, destacando que rotação nem sempre é uniforme.

Níveis chave para ADA incluem suporte em US$ 0,33-0,35, testado recentemente com sucesso. Resistências próximas podem ser monitoradas em US$ 0,50-0,60. Dados on-chain sugerem acumulação, alinhando com a visão de Hoskinson de vazamento de valor do BTC.

Implicações para Traders e Próximos Passos

Para quem trade ADA com thesis Cardano, o cenário é promissor: catalisadores internos (tesouro) + macro (BTC peak). Liquidez via ETFs, posicionamento de traders e adoção de features serão decisivos. Riscos incluem competição de L1s e condições macro.

Monitore suportes US$ 0,33 e fluxo de BTC. O potencial para ADA testar US$ 10 depende de confirmação do pico BTC, mas dados atuais suportam upside. Invista com cautela, priorizando gerenciamento de risco.


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Núcleo dourado BTC oscilando sobre linha de suporte geométrica com 90K entalhado, simbolizando teste de preço em US$90 mil

Bitcoin Testa US$ 90k: Suporte Sólido ou Queda?

BTC em US$ 90 mil: comprar agora ou esperar crash? O Bitcoin testa o suporte psicológico em US$ 90.000 após uma tentativa de rally inicial na sexta-feira que falhou, coincidente com fluxos líquidos positivos nas exchanges e um adiamento da decisão do Supremo Tribunal sobre tarifas de Trump. Dados mistos de emprego e inflação nos EUA adicionam incerteza, mas o preço se mantém estável em torno de US$ 90.400-90.500 nesta data de 10 de janeiro de 2026.


Suporte Técnico em US$ 90k Sob Teste

O Bitcoin retraiu de uma máxima local em US$ 94.000 para testar o suporte chave em US$ 90.000, nível psicológico e técnico observado como pivô de curto prazo. Analistas destacam que uma retenção acima desse patamar sinaliza viés altista contínuo, enquanto uma quebra pode expor quedas para US$ 85.000-88.000. Dados on-chain mostram que o movimento coincide com um ajuste de risco leve, não pânico vendedor, após acumulação em dezembro.

No gráfico diário, o BTC negocia próximo a US$ 90.540, com volume de 24h em US$ 45 bilhões e market cap de US$ 1,8 trilhão. A faixa de consolidação entre US$ 89.671 (baixa semanal) e US$ 91.839 (alta) reflete baixa volatilidade pós-rally inicial do ano.

Fluxos Positivos nas Exchanges Indicam Reposicionamento

Os netflows totais nas exchanges mudaram de -11.500 BTC em dezembro para +1.100 BTC, sugerindo entradas moderadas de Bitcoin para venda ou conversão. Apesar de bearish em teoria, o volume é baixo comparado a outflows prévios, apontando para realização parcial de lucros por traders que acumularam na dip de fim de ano, em vez de dump massivo.

Esse shift ocorre enquanto o preço segura US$ 90.000, reforçando o suporte. Se os inflows não acelerarem, o cenário permanece bullish; caso contrário, pressão vendedora pode intensificar, testando a resiliência do nível.

Contexto Macro: Tarifas e Dados Econômicos dos EUA

Dados mistos de emprego e inflação de dezembro nos EUA contribuíram para a cautela inicial, mas o adiamento da decisão do Supremo sobre tarifas globais de Trump aliviou jitters macro. A possível devolução de mais de US$ 130 bilhões a importadores foi postergada, estabilizando ativos de risco como o BTC.

O Bitcoin se comporta cada vez mais como ativo macro-sensível, reagindo a políticas fiscais e liquidez. Analistas monitoram o próximo ruling, que pode catalisar movimentos acima de US$ 92.000 ou abaixo de US$ 89.000.

Níveis Chave para Traders e Cotação em Reais

Para trades: suporte imediato em US$ 90.000, resistência em US$ 92.000-94.000. Quebra abaixo abre US$ 85.000; acima, alvos em US$ 95.000+. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 487.310,13 (variação -0,23% em 24h, volume 103,72 BTC).

Investidores devem pesar dados objetivos: suporte técnico firme, fluxos moderados e macro neutro favorecem consolidação, mas volatilidade persiste.


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Caminhos bifurcados no deserto digital levando a picos BTC com 2.9M e 53M em 2050, simbolizando cenários otimista e base da VanEck

VanEck: BTC a US$ 53Mi ou US$ 2,9Mi até 2050?

Imagine o Bitcoin como reserva global, substituindo parte do ouro e do PIB mundial: sua aposentadoria em risco se não considerar isso? A VanEck projeta até US$ 53 milhões por BTC em 2050 no cenário de hiperbitcoinização, ou US$ 2,9 milhões no cenário base. Com CAGR de 29% (otimista) e 15% (base), essas visões de longo prazo incentivam o HODL cauteloso, mas com riscos macroeconômicos claros.


Cenário Base: US$ 2,9 Milhões por BTC

A projeção base da VanEck estima o Bitcoin alcançando US$ 2,9 milhões até 2050, com uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 15%. Nesse outlook, o BTC capturaria 5% a 10% do comércio global e doméstico, além de 2,5% dos balanços de bancos centrais como reserva de valor. Analistas Matthew Sigel e Patrick Bush argumentam que isso reflete a maturidade do ativo, superando o ouro em apelo institucional.

Do preço atual de cerca de US$ 90 mil, isso representa um múltiplo de aproximadamente 32 vezes. Para brasileiros, equivale a uma valorização explosiva, considerando a inflação fiat e a adoção crescente em emergentes. O cenário assume estabilidade regulatória e integração em finanças tradicionais, mas alerta para volatilidade cíclica inerente ao Bitcoin.

Esses números não são especulação vazia: baseiam-se em modelos de market cap implícito, comparando BTC a reservas globais atuais de US$ 15 trilhões em ouro e M1 monetário mundial.

Hiperbitcoinização: US$ 53 Milhões e Além

No cenário mais bullish, batizado de hiperbitcoinização, o BTC atinge US$ 53,4 milhões com CAGR de 29%. Aqui, o Bitcoin domina 20% das transações internacionais e 10% do PIB doméstico global, representando 30% dos ativos financeiros mundiais. Isso pressupõe paridade total com o ouro e adoção soberana ampla.

Um múltiplo de 586 vezes o preço atual! A VanEck atualizou ligeiramente para cima desde 2024 (era US$ 52,3 milhões), sinalizando confiança crescente pós-ETFs e halving. Para o HODLer brasileiro, isso significa transformar sats em patrimônio geracional, mas exige paciência ante correções como a atual consolidação em US$ 90 mil.

O pessimismo contrasta: apenas US$ 130 mil (CAGR 2%), 43% acima do preço hoje, reforçando que o upside é assimétrico.

Implicações Macro e para o Investidor Brasileiro

Essas projeções destacam o Bitcoin como hedge contra desvalorização fiat, especialmente em países como o Brasil, com histórico inflacionário. Bancos centrais alocando em BTC mudaria o jogo, pressionando yields de títulos e ouro. Contudo, riscos incluem regulação adversarial, competição de CBDCs e choques geopolíticos.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 487.204 às 20h08 de hoje, com variação de -0,21% em 24h e volume de 103 BTC. Equivalente a ~US$ 90 mil, reforça a base para múltiplos de longo prazo.

Para HODLers, diversifique, mas aloque em sats: o risco de não participar da hiperbitcoinização pode custar caro à aposentadoria. Monitore adoção institucional e halvings.

Próximos Passos para o HODLer

Vale monitorar ETF inflows, reservas soberanas e métricas on-chain como HODL waves. A VanEck valida teses de longo prazo: BTC não é trade, é reserva. Com ciclos de 4 anos intactos, 2050 parece distante, mas compounding é rei. Invista com convicção, mas gestão de risco.


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Regulador cartoon com martelo e atacante com wrench pressionando cofre Bitcoin, simbolizando tensões regulatórias e riscos de segurança nos EUA

Tensão Regulatória nos EUA e Riscos de Segurança: O Resumo Cripto

📊 BOLETIM CRIPTO | 10/01/2026 | NOITE

Tensões regulatórias nos Estados Unidos e a escalada de riscos de segurança definem o tom de cautela no mercado cripto. A movimentação do Senado americano para votar a estrutura de mercado na próxima semana colide com ações restritivas estaduais no Tennessee, criando um ambiente de incerteza jurídica imediata. Paralelamente, incidentes graves como o roubo físico de chaves na França e o ressurgimento de dados vazados do Instagram elevam o alerta para a segurança dos investidores. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 487.035,48. O viés bearish moderado prevalece, pois a pressão regulatória e os riscos operacionais pesam mais no curto prazo do que o otimismo gerado pelo novo aporte bilionário da a16z.


🔥 Destaque: Senado dos EUA Avança Pauta Regulatória

Os comitês de Banking e Agriculture do Senado dos Estados Unidos deram um passo decisivo ao marcar para 15 de janeiro a votação da legislação de estrutura de mercado para criptoativos. Após meses de estagnação causada por impasses orçamentários, a confirmação desta data representa um fato novo crítico para a indústria, visando definir finalmente as competências da SEC e da CFTC sobre o setor.

A iniciativa busca resolver a incerteza regulatória que há anos inibe a inovação nos EUA. Contudo, pontos de fricção permanecem, especialmente em relação à supervisão de protocolos DeFi e questões éticas levantadas por democratas. A divulgação dos textos atualizados na próxima segunda-feira será o primeiro teste real para medir a viabilidade de um acordo bipartidário.

Para investidores, o avanço é uma faca de dois gumes. Uma aprovação traria a tão aguardada clareza jurídica, potencialmente destravando capital institucional. Por outro lado, um fracasso ou um texto excessivamente restritivo poderia acelerar o êxodo de projetos para jurisdições offshore, prolongando o período de insegurança jurídica no maior mercado financeiro do mundo.

O mercado deve monitorar atentamente a reação de players institucionais e lideranças políticas nos próximos dias, pois o resultado desta votação moldará o ambiente de negócios para ativos digitais nos próximos anos.


📈 Panorama do Mercado

O ecossistema atravessa um momento de fragmentação regulatória. Enquanto o Senado federal busca organizar o mercado, estados como o Tennessee agem de forma independente para banir plataformas de previsão, evidenciando o risco de um mosaico legal complexo nos EUA. Esse cenário de compliance custoso contrasta com a confiança de longo prazo demonstrada por grandes fundos de venture capital.

A segurança tornou-se um tema urgente com a confirmação de novos vetores de ataque físicos e digitais. Incidentes na França e vazamentos de dados pessoais expõem a vulnerabilidade de modelos de self-custody inadequados. Apesar disso, dados on-chain mostram whales acumulando stablecoins fora das exchanges, sinalizando que o “dinheiro inteligente” se prepara para oportunidades, mesmo em meio ao ruído de curto prazo. O sentimento geral reflete essa cautela: defesa no imediato, mas construção de base para o futuro.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Impasse no Senado: Divergências sobre regulação de DeFi podem travar a votação, frustrando expectativas e aumentando a volatilidade regulatória.
  • Violência contra holders: O aumento de wrench attacks (roubos físicos) na Europa exige revisão urgente de protocolos de segurança pessoal e privacidade.
  • Phishing direcionado: O vazamento de 17,5 milhões de contas do Instagram facilita ataques de engenharia social avançada e SIM swaps contra investidores expostos.
  • Ruído político macro: O vazamento antecipado de dados econômicos por figuras políticas corrói a confiança na neutralidade de indicadores como o NFP.
  • Liquidez em exchanges: Saídas massivas de USDT da Binance podem reduzir a profundidade do mercado, facilitando movimentos bruscos de preço.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Investimento em Infraestrutura: O aporte histórico da a16z valida teses de longo prazo em infraestrutura cripto, IA e aplicações descentralizadas.
  • Soluções de Custódia: O medo gerado por ataques físicos deve impulsionar a demanda por carteiras multi-sig e serviços de custódia institucional segurada.
  • Entradas estratégicas: A acumulação de stablecoins por grandes investidores sugere que quedas de preço podem ser usadas para compras seletivas em breve.

📰 Principais Notícias do Período

1. Senado EUA avança para votação de estrutura de mercado
Comitês marcam para 15 de janeiro a análise de legislação crucial. O texto busca definir papéis da SEC e CFTC, sendo um marco potencial para a clareza regulatória no país.

2. a16z levanta US$ 15 bilhões para crypto e tech
A gigante de venture capital captou seu maior fundo da história, reafirmando o compromisso com o desenvolvimento da Web3 e inteligência artificial nos Estados Unidos.

3. Wrench attack na França alerta sobre custódia física
Criminosos armados roubaram hardware wallet em residência, confirmando a França como foco de violência contra investidores e reforçando a necessidade de sigilo.

4. Vazamento do Instagram ressurge na dark web
Dados de milhões de contas foram expostos novamente, aumentando drasticamente o risco de phishing e golpes direcionados a usuários de criptoativos.

5. Tennessee proíbe plataformas de previsão
Reguladores estaduais emitiram ordens de paralisão contra Polymarket e outras, destacando o conflito entre leis estaduais de apostas e regulação federal de derivativos.

6. Trump vaza dados de emprego antecipadamente
A divulgação prematura de dados do NFP em rede social gerou críticas sobre a integridade das informações econômicas oficiais e volatilidade desnecessária.

7. Saída bilionária de USDT da Binance
A maior exchange do mundo, Binance, registrou fortes retiradas de stablecoins, enquanto carteiras privadas acumularam volumes expressivos.


🔍 O Que Monitorar

  • Rascunhos do Senado: Detalhes do texto que será apresentado na segunda-feira podem definir a reação do mercado pré-votação.
  • Reservas da Binance: Continuar acompanhando se o fluxo de saída de USDT se estabiliza ou se intensifica, impactando a liquidez global.
  • Segurança pessoal: Novos relatos de ataques físicos ou digitais podem pressionar ainda mais o sentimento de varejo.
  • Reação ao NFP: Verificar se os dados oficiais de emprego confirmam os números vazados, medindo o impacto na credibilidade institucional.

🔮 Perspectiva

É provável que o viés bearish moderado persista nas próximas 12 a 24 horas. O mercado deve operar com cautela, aguardando os textos oficiais do Senado americano e digerindo os riscos de segurança recém-expostos. A redução de liquidez nas exchanges, evidenciada pelos fluxos de saída na Binance, pode exacerbar a volatilidade de curto prazo. No entanto, a acumulação por grandes investidores e o aporte massivo da a16z sugerem que quedas acentuadas podem encontrar suporte de compra, limitando o potencial de desvalorização extrema.


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Monolito dourado Bitcoin com rachaduras vazando plasma vermelho e engrenagens enferrujadas na base, simbolizando saídas de ETFs e mineradores em xeque aos 90k

Bitcoin Cai para US$ 90k com Saídas de ETFs e Mineradores em Xeque

BTC 90k: comprar o dip ou vender? Os dados apontam cautela. O Bitcoin recuou para US$ 90.300 após falha no rally inicial na sexta-feira, pressionado por saídas recordes de US$ 934,8 milhões em ETFs nos últimos três dias (Farside) e queda abaixo do breakeven de mineradores em US$ 91k. Dados de emprego mistos nos EUA (50k vagas vs. 60k esperadas) e inflação em alta adicionam incerteza.


Queda do Preço e Níveis Técnicos Críticos

O Bitcoin testou US$ 92k no início da sessão, mas falhou em sustentar o momentum, caindo 1% nas últimas 24 horas para US$ 90.624. Enquanto Nasdaq sobe 1% e S&P 500 ganha 0,8%, o BTC underperforma, sinalizando fraqueza relativa. Suportes chave incluem US$ 89.500 (média móvel 50 dias) e US$ 87k (Fibonacci 61,8% do rally recente). Uma quebra abaixo de US$ 89k pode acelerar vendas para US$ 85k. Dados on-chain da Glassnode indicam pressão de venda na faixa US$ 92k-117k, onde compradores recentes buscam saída sem prejuízo.

Volume spot permanece baixo, sugerindo consolidação. Investidores devem monitorar RSI (atualmente 45, neutro) para sinais de sobrevenda abaixo de 30.

Saídas em ETFs Refletem Mudança de Sentimento

ETFs de Bitcoin nos EUA registraram o terceiro dia consecutivo de saídas, com US$ 205,5 milhões na quinta-feira, totalizando US$ 934,8 milhões (Farside). Fluxo líquido de 7 dias ainda positivo em US$ 240,7 milhões, mas desalavancagem tática pós-fim de ano explica o movimento. Sean Dawson, da Derive, aponta realocação de capital e falha em romper US$ 92k como fatores. Sentimento piora com incertezas macro, como operação EUA-Venezuela e pedidos de auxílio-desemprego em alta.

Entradas superaram saídas em apenas dois dias no ano, reforçando que o otimismo inicial de 2026 esfria. Fluxos de ETFs espelham o mercado spot, ajudando a ditar direção do preço.

Mineradores Sob Pressão: Breakeven e Hashrate Estagnado

O BTC opera abaixo do ponto de equilíbrio full-cycle dos mineradores (US$ 91k-96k em hubs como Texas WAHA), congelando expansão de hashrate após crescimento em 2024-2025. Difficulty ajustou -1,2%, mas rede segura. Glassnode mostra acumulação neta de 663 BTC pelos mineradores, evitando capitulação em massa. Custos operacionais e capex pressionam margens, forçando consolidação interna sem vendas forçadas.

Setor pivota para AI (Hut 8, IREN up 2-4%), enquanto hashrate prioriza sobrevivência. Sem colapso estrutural, mas estresse eleva risco de vendas se preço cair mais.

Cotação em Reais e Implicações para Brasileiros

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 488.807 (+0,19% 24h, volume 198 BTC). Equivalente a ~US$ 90.600 confirma pressão global. Para portfólios brasileiros, níveis de suporte em R$ 480k são chave; stop-loss abaixo de R$ 475k protege contra downside. Dados macro EUA (desemprego 4,4%, inflação 4,2%) sugerem consolidação, com Fed em foco.

Vale monitorar inflows futuros em ETFs e hashrate para reversão.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Policiais cartoon cortando cabos elétricos desviados para rigs de mineração ilegal de BTC, com suspeito fugindo, ilustrando operação policial no DF

Polícia do DF Flagra Furto de Cabos para Mineração Ilegal de Bitcoin

A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou na quarta-feira (7) uma operação no Núcleo Rural Cava de Baixo, em São Sebastião, que flagrou o furto de cabos de internet, telefonia e energia elétrica. Os materiais desviados alimentavam equipamentos de mineração ilegal de Bitcoin, gerando prejuízos à infraestrutura local e interrupções em serviços essenciais. Investigações apontam para possível organização criminosa.


Detalhes da Operação Policial

A 30ª Delegacia de Polícia identificou ligações clandestinas na zona rural de São Sebastião, responsáveis por danos à rede elétrica e degradação de telecomunicações. A ação policial revelou que a energia furtada sustentava estruturas de mineração de criptomoedas, atividade notória por seu alto consumo elétrico contínuo. Embora a quantidade exata de equipamentos não tenha sido divulgada, o padrão de consumo sugere operações em larga escala, compatíveis com a mineração de Bitcoin.

O local foi periciado pelo Instituto de Criminalística, que coletou evidências técnicas para o inquérito. A autoria imediata do furto foi identificada, mas o principal suspeito permanece foragido, com diligências em curso para sua captura. Essa operação expõe vulnerabilidades na fiscalização de infraestruturas críticas em áreas rurais.

Indícios de Organização Criminosa e Lavagem

As investigações vão além do furto simples: há suspeitas de participação de múltiplos envolvidos e um esquema mais amplo. Autoridades buscam mapear a cadeia de suprimentos da infraestrutura usada e a comercialização dos criptoativos gerados ilegalmente. Possíveis ramificações incluem lavagem de dinheiro, comum em operações de mineração clandestina que convertem energia roubada em ativos digitais negociáveis.

Fontes ligadas à investigação indicam que esse tipo de crime organizado explora o anonimato das blockchains para lucrar sem rastreamento imediato. No Brasil, casos semelhantes já foram registrados em outros estados, alertando para uma tendência crescente de criminalidade associada à mineração desregulada.

Riscos para Mineradores Legítimos e Comunidade

Para mineradores honestos no DF e região, essa notícia levanta um alerta: sua fazenda é segura? A proximidade com atividades criminosas pode atrair escrutínio policial indesejado, resultando em fiscalizações rigorosas ou associações indevidas. Além disso, o furto de energia eleva custos indiretos para todos, via tarifas repassadas às concessionárias.

Scams relacionados a mineração ilegal abundam: promessas de retornos fáceis com energia ‘barata’ frequentemente mascaram fraudes ou operações criminosas. Investidores devem evitar qualquer proposta que ignore regulamentações da ANEEL e CVM, priorizando plataformas reguladas. A regularidade energética é crucial para sustentabilidade a longo prazo.

Próximos Passos das Investigações

A PCDF não descarta novas fases da operação, especialmente se surgirem provas de rede criminosa mais extensa. Monitorar movimentações de criptoativos oriundos de endereços suspeitos será chave. Para a comunidade, recomenda-se denunciar irregularidades via canais oficiais, como o e-mail da polícia, contribuindo para desarticular esses esquemas.

Esse caso reforça a necessidade de regulação mais efetiva da mineração no Brasil, equilibrando inovação com segurança pública e energética.


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Relógio monumental de bolsa destacando 12 horas com fluxos BTC, ETH e SOL para traders cartoon, simbolizando expansão de negociação na B3

B3 Amplia Horário de Futuros BTC, ETH e SOL para 12h Diárias

12h de trading cripto na B3: sua estratégia muda agora. A Bolsa brasileira anunciou a extensão do horário de negociação para contratos futuros de Bitcoin (BIT), Ethereum (ETR), Solana (SOL) e ouro (GLD), passando de poucas horas para um período de 12 horas diárias a partir de março e abril de 2026. Isso beneficia traders locais com acesso regulado ampliado, reduzindo gaps overnight e melhorando a liquidez em ambiente supervisionado.


Etapas da Implementação

A ampliação ocorre em duas fases. Na primeira, a partir de 9 de março de 2026, as negociações iniciam às 8h e vão até 18h30, duas horas a mais no início do pregão. Já em 20 de abril de 2026, o encerramento se estende para 20h, totalizando 12 horas de operação de segunda a sexta-feira, incluindo rolagens de contratos.

Essa mudança foi comunicada oficialmente pela B3, que ajustará também a janela de alocação de derivativos para 20h30 na segunda fase. Luiz Masagão, vice-presidente de Produtos e Clientes, destacou que a medida atende à demanda por flexibilidade fora do horário tradicional, mantendo a robustez da infraestrutura regulada.

Os dados de adesão e liquidez serão monitorados para possíveis expansões futuras a outros ativos, demonstrando uma abordagem data-driven da bolsa.

Impacto para Traders Brasileiros

Para investidores locais, o principal ganho é a redução de gaps overnight, comuns em mercados globais 24/7. Com 12 horas de negociação, traders podem ajustar posições durante o dia útil brasileiro, alinhando-se melhor às oscilações internacionais sem exposição excessiva a riscos noturnos em plataformas offshore.

A liquidez local deve aumentar, pois o horário estendido atrai mais participantes institucionais e varejistas. Em um ambiente regulado pela CVM, com contraparte central e transparência de preços, os contratos oferecem segurança superior às exchanges internacionais, minimizando riscos de contraparte e manipulação.

Exemplo prático: um trader pode abrir posição em Bitcoin às 8h, reagindo a notícias asiáticas, e fechar às 20h, capturando movimentos europeus e americanos iniciais, tudo com liquidação financeira garantida.

Características dos Contratos e Ajustes

Os futuros da B3 são mini-contratos, representando frações dos ativos subjacentes: exposição a variações de preço sem custódia física (ouro) ou chaves privadas (criptos). Liquidação é financeira, baseada em índices globais, facilitando hedge e alavancagem para portfólios diversificados.

Para suportar o novo horário, a B3 criará boletins complementares (BVBG.086 e BVBG.187) pós-20h, com estatísticas específicas para esses ativos. O preço de ajuste permanece na sessão regular, garantindo previsibilidade nas margens e liquidações diárias.

Essa estrutura acessível – lotes reduzidos e valor inicial baixo – democratiza o acesso, atraindo desde investidores de varejo até fundos, e fortalece o ecossistema cripto brasileiro regulado.

Próximos Passos para Traders

Monitore o volume inicial em março para avaliar adesão. Teste estratégias de day trading e swing nos novos horários, priorizando gerenciamento de risco via stops e posições dimensionadas. A B3 planeja stablecoin no 1º semestre de 2026, o que pode complementar esses futuros.

Com maior liquidez esperada, spreads devem apertar, beneficiando execuções. Traders devem se cadastrar via corretoras habilitadas na B3 para operar esses códigos: BIT, ETR, SOL e GLD.


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Personagens cartoon de Trump e Cathie Wood abrindo cofre nacional transbordando Bitcoin, simbolizando reserva estratégica dos EUA em 2026

Cathie Wood: Trump Pode Comprar BTC para Reserva EUA em 2026

A CEO da ARK Invest, Cathie Wood, prevê que o presidente Donald Trump pode finalmente iniciar compras diretas de Bitcoin para a reserva estratégica dos EUA em 2026, antes das eleições de meio de mandato. Essa ação, conectada ao plano da senadora Cynthia Lummis de acumular 1 milhão de BTC, poderia destravar um super ciclo de alta, reafirmando a escassez do ativo com apenas 1 milhão de moedas restantes para mineração.


Previsão de Cathie Wood para Ação de Trump

Cathie Wood destacou no podcast Bitcoin Brainstorm da ARK que Trump tem múltiplos incentivos para avançar nas compras de Bitcoin. Além do apoio maciço da comunidade cripto que ajudou na sua vitória eleitoral, a família Trump está profundamente envolvida em ativos digitais. Wood acredita que o presidente não quer ser visto como um “pato manco” e usará o crypto para mostrar resultados concretos antes das midterms de 2026.

Atualmente, a reserva dos EUA só acumula BTC confiscados em ações judiciais, totalizando cerca de 328 mil BTC (US$ 30 bilhões). No entanto, esses ativos estão em disputa, com vítimas como a Bitfinex buscando recuperação. Compras de mercado aberto mudariam o jogo, sinalizando adoção institucional soberana.

Conexão com o BITCOIN Act de Cynthia Lummis

O plano original, proposto pela senadora Cynthia Lummis via BITCOIN Act em 2025, visa que os EUA comprem até 1 milhão de BTC para combater a dívida nacional. Apesar da ordem executiva de Trump limitar aquisições a opções “budget-neutral”, Wood sugere caminhos como investimento em empresas como a MicroStrategy, que já detém mais de 600 mil BTC.

David Sacks, czar de crypto e IA de Trump, deve auxiliar na clareza regulatória, facilitando essa transição. Essa reserva posicionaria os EUA como hodler supremo de Bitcoin, inspirando outras nações e elevando o status do BTC como reserva de valor global.

Impacto em Novo Ciclo de Alta do Bitcoin

Segundo Wood, compras governamentais dos EUA destravariam o valor da escassez do Bitcoin, com 19,97 milhões de moedas em circulação e apenas 1 milhão restantes. Isso catalisaria adesão institucional ainda incipiente, impulsionando um super ciclo. Políticas pró-negócios de Trump, como depreciação acelerada, atrairiam mineração e fábricas de BTC para os EUA, fomentando crescimento econômico forte em 2026.

Analistas bullish veem isso como o gatilho para BTC romper novas máximas, beneficiando holders de longo prazo. Para brasileiros, com exposição via exchanges locais, esse cenário reforça a tese de acumulação em dips.

Cotação Atual e Posicionamento Estratégico

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 488.714,39 na manhã deste sábado, com variação de -0,03% nas últimas 24h e volume de 201 BTC. Em um contexto de possível reserva US, esse nível representa oportunidade para posicionamento ante o esperado rally.

Investidores devem monitorar avanços legislativos e declarações de Trump, preparando carteiras para volatilidade positiva. O super ciclo pode estar mais próximo do que nunca.


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Executivos cartoon celebrando cofre corporativo transbordando moedas BTC douradas e ETH cyan com '1B', sinalizando acumulação bullish da BlackRock

BlackRock Acumula US$ 1 Bilhão em BTC e ETH: Sinal Bullish?

BlackRock lota os ETFs de BTC: o bull run recomeça? A maior gestora de ativos do mundo, sob comando de Larry Fink, acumulou mais de US$ 1 bilhão em Bitcoin e Ethereum em três dias consecutivos no início de janeiro, conforme dados analisados pela Lookonchain. Esse movimento massivo sinaliza apetite renovado por risco e pode impulsionar o ciclo de alta das criptomoedas.


Detalhes da Acumulação Massiva

A compra de 9.619 BTC no valor de cerca de US$ 878 milhões, somada a 46.851 ETH por aproximadamente US$ 149 milhões, representa uma das fases de acumulação mais intensas desde o lançamento dos ETFs spot nos EUA. Esse volume foi distribuído em dias consecutivos, demonstrando estratégia deliberada da BlackRock para posicionar-se no mercado cripto.

No dia 5 de janeiro, o ETF IBIT da BlackRock sozinho atraiu US$ 372 milhões em influxos, mais da metade do total de US$ 697 milhões nos ETFs de Bitcoin spot americanos. Após saídas expressivas no fim de 2025, essa reversão sugere que grandes investidores estão reconstruindo posições long em ativos digitais.

Sinal de Trendwende no Mercado

Essa movimentação da BlackRock indica uma clara trendwende, ou mudança de tendência, no apetite por risco. Enquanto outros gestores registravam abfluxos na semana, o gigante com trilhões sob gestão optou por acumular, reforçando a narrativa de que o Bitcoin continua como reserva de valor premium. Para tesourarias corporativas, isso serve como endosso: empresas como MicroStrategy já pavimentaram o caminho, e agora Wall Street segue.

O contexto é ainda mais bullish com o arquivamento de S-1 pela Morgan Stanley para ETFs de BTC, ETH e Solana. Com US$ 1,8 trilhão em ativos, esse passo consolida a cripto como classe de ativo mainstream, atraindo fluxos institucionais massivos e potencializando um novo ciclo de alta.

Larry Fink e a Visão da BlackRock

Larry Fink, CEO da BlackRock, evoluiu de cético para defensor das criptomoedas. Em cartas anuais aos investidores, ele destacou o Bitcoin como “ouro digital”, defendendo sua alocação em portfólios diversificados. Essa acumulação reflete a confiança interna na tokenização de ativos reais via blockchain, visão que Fink promove desde 2024. Para o brasileiro, isso significa maior liquidez global e estabilidade para posições em BTC.

Conectando a tesourarias corporativas, vemos um padrão: acumular BTC durante correções para capturar ganhos no longo prazo. A BlackRock, com seu ETF IBIT como líder de mercado, inspira outras firmas a adotarem estratégias semelhantes, acelerando a adoção institucional.

Impacto no Mercado Brasileiro e Cotação Atual

No Brasil, onde o interesse por cripto explode, essa notícia é um catalisador perfeito para posições long. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 488.619 na média das exchanges locais, com volume de 201 BTC em 24h e variação de -0,02%. Com influxos globais, é provável que vejamos valorização, beneficiando traders locais.

Investidores devem monitorar influxos nos ETFs como indicador leading para o preço. Esse movimento da BlackRock reforça o case bullish: o bull run de 2026 pode estar apenas começando, com tesourarias se enchendo de BTC para navegar a incertezas macro.


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Executivos cartoon estilizados unindo engrenagens e prismas em ponte luminosa sobre sombras, simbolizando união de Nasdaq, CME e BNY no avanço cripto institucional

Nasdaq e CME Unificam Índices Cripto: Infraestrutura Institucional Avança

📊 BOLETIM CRIPTO | 10/01/2026 | MANHÃ

A unificação dos índices de cripto pela Nasdaq e CME define o tom do período. O momentum positivo se sustenta na robustez da infraestrutura para capital institucional, com avanços significativos também na tokenização bancária pelo BNY Mellon. O viés bullish moderado prevalece, apesar do primeiro grande hack de 2026 no protocolo Truebit atuar como um lembrete dos riscos de segurança em DeFi, mas sem força para reverter a tendência de adoção macro. Adicionalmente, a iminente votação do Clarity Act nos EUA e os planos de ETFs na Coreia do Sul reforçam a perspectiva de liquidez global.


🔥 Destaque: Nasdaq e CME Unificam Índices Cripto

Em um movimento decisivo para a infraestrutura do mercado, a Nasdaq e o CME Group anunciaram a fusão de seus benchmarks, criando o Nasdaq-CME Crypto Index. A iniciativa visa padronizar a referência de preços para ativos digitais, facilitando a criação de produtos de investimento passivo como ETFs e ETPs para investidores institucionais.

O novo índice não se limita ao Bitcoin e Ethereum; ele abrange uma cesta diversificada que inclui SOL, XRP, LINK, ADA e AVAX. Isso representa uma validação institucional para esses ativos, que agora ganham um selo de legitimidade perante gestoras de patrimônio e fundos de pensão que buscam exposição ao setor além das duas maiores criptomoedas.

Para o investidor, isso sinaliza uma provável onda de novos produtos financeiros regulados. A existência de um índice unificado e confiável remove barreiras de compliance para a entrada de capital tradicional (TradFi), permitindo que alocações estratégicas sejam feitas com menor fricção operacional e maior segurança jurídica.


📈 Panorama do Mercado

O avanço institucional é o tema dominante deste sábado. Além da parceria Nasdaq-CME, o mercado observa movimentos estratégicos na Ásia, com a Coreia do Sul planejando ETFs de Bitcoin para 2026, e nos Estados Unidos, com o BNY Mellon avançando em depósitos tokenizados. Esses eventos convergem para uma tese de integração profunda entre sistemas financeiros legados e a tecnologia blockchain.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 488.837,53, apresentando estabilidade com variação de +0,10% nas últimas 24 horas. A sustentação de preços próximo às máximas, mesmo diante de notícias de hacks, reflete um mercado maduro e focado nos fundamentos de longo prazo.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Vulnerabilidades em DeFi: O exploit de US$ 26 milhões na Truebit expõe fragilidades em protocolos de verificação off-chain, exigindo cautela com projetos de menor capitalização.
  • Ética regulatória nos EUA: As compras de Bitcoin por congressistas americanos antes da votação do Clarity Act podem gerar ruído político e acusações de conflito de interesse.
  • Criminalização de código: A perseguição jurídica a desenvolvedores de ferramentas de privacidade, como no caso Tornado Cash, cria um precedente perigoso para a inovação open-source.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Exposição via índices: Ativos incluídos no novo índice Nasdaq-CME, como SOL e LINK, tendem a capturar fluxos de investimento passivo institucional.
  • Infraestrutura de segurança: A crise na Truebit reforça a tese de investimento em oráculos e verificadores estabelecidos, como a Chainlink, que se beneficiam da migração para qualidade.
  • Tokenização de RWA: A iniciativa do BNY Mellon valida o setor de ativos do mundo real, beneficiando protocolos que oferecem infraestrutura para tokenized treasuries e cash digital.

📰 Principais Notícias do Período

1. Truebit sofre hack de US$ 26 milhões e token zera
Protocolo de verificação sofreu o primeiro grande ataque de 2026, com perda total de liquidez no token TRU. O incidente reforça a importância da auditoria e segurança em ecossistemas descentralizados.

2. Votação do Clarity Act agendada com polêmica de insider trading
Senado dos EUA votará marco regulatório em 15 de janeiro. Revelações de que congressistas compraram US$ 300 mil em BTC antes do anúncio levantam questões éticas no momento político.

3. Nasdaq e CME lançam índice cripto unificado
Gigantes do mercado tradicional unem forças para criar benchmark que cobre 80% do mercado cripto, pavimentando o caminho para novos produtos financeiros regulados.

4. Coreia do Sul planeja ETFs de Bitcoin para 2026
Seguindo o exemplo dos EUA e Hong Kong, o governo sul-coreano inclui ETFs spot em sua estratégia econômica, sinalizando abertura de um dos maiores mercados de varejo da Ásia. Para investidores que buscam plataformas globais com liquidez nesses mercados, a Binance oferece acesso aos principais pares de negociação.

5. BNY Mellon inicia tokenização de depósitos institucionais
O maior banco custodiante do mundo lança plataforma para cash digital em parceria com líderes da indústria, visando liquidar transações 24/7 com segurança bancária.

6. Vitalik Buterin defende desenvolvedor do Tornado Cash
Cofundador do Ethereum doa para fundo de defesa legal e critica tese do DOJ que criminaliza a escrita de código, um debate central para o futuro da privacidade on-chain.

7. Trump nega perdão presidencial a Sam Bankman-Fried
Encerrando especulações, o presidente dos EUA confirma que o fundador da FTX cumprirá sua pena, estabelecendo uma linha clara entre inovação cripto e fraude financeira.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxos do Hack Truebit: Acompanhar se os fundos roubados serão movidos para mixers ou corretoras, o que pode gerar pressão vendedora localizada em ETH.
  • Votação em 15/Jan: O resultado no Comitê do Senado definirá a velocidade da clareza regulatória nos EUA; a aprovação é catalisador bullish.
  • Novos Produtos Nasdaq-CME: Fique atento a pedidos de registro de ETFs que utilizem o novo índice como referência nos próximos dias.

🔮 Perspectiva

O mercado projeta um cenário construtivo para as próximas 24 horas. A consolidação da infraestrutura institucional, exemplificada pela união Nasdaq-CME, fornece um suporte fundamental que mitiga o impacto negativo de incidentes isolados como o hack da Truebit. O viés bullish moderado deve se manter, com investidores focados na acumulação de ativos de qualidade e na expectativa de avanços regulatórios na próxima semana.


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Rede hexagonal cyan com nó central rachando em vermelho pulsante, representando vulnerabilidade em Babylon staking de Bitcoin

Babylon Staking: Seu Stake em Risco com Vulnerabilidade?

Seu stake na Babylon está em risco? Uma vulnerabilidade no código de staking da Babylon permite que validadores maliciosos omitam o campo de hash do bloco, causando crashes e slowdown na produção de blocos durante boundaries de epochs. Descoberta recentemente, a falha afeta o esquema BLS vote extension, essencial para o consenso. Stakers de Bitcoin precisam ficar atentos para proteger seus ativos.


Detalhes da Vulnerabilidade Técnica

A falha reside no esquema de assinatura BLS vote extension da Babylon, usado para provar que validadores concordaram com um bloco. Um validador malicioso pode enviar vote extensions sem o block hash field, que informa qual bloco está sendo votado.

Isso leva a um dereference de nil pointer em funções críticas como VerifyVoteExtension, provocando runtime panic e crashes intermitentes. O impacto é maior em epoch boundaries, momentos chave do consenso, potencialmente atrasando a criação de blocos. O bug foi reportado por GrumpyLaurie55348 em um advisory no GitHub, alertando para riscos se não resolvido.

Embora não haja evidências de exploração ativa até o momento, a divulgação pública aumenta a urgência para patches. A Babylon, pioneira em staking nativo de Bitcoin, continua expandindo, mas essa falha expõe fragilidades em protocolos emergentes de BTC DeFi.

Impacto na Rede e nos Stakers

Para a rede Babylon, o risco é um slowdown na produção de blocos, especialmente se múltiplos validadores forem afetados simultaneamente. Isso poderia reduzir recompensas de staking temporariamente e erodir confiança em um ecossistema ainda em maturação. Stakers de Bitcoin, que depositam BTC para gerar yield sem custódia, enfrentam possibilidade de interrupções no consenso.

No contexto mais amplo de BTCFi, impulsionado pelo halving de 2024 e protocolos como Runes, falhas como essa destacam a importância de auditorias rigorosas. Recentemente, a Babylon captou US$ 15 milhões da a16z Crypto e firmou parceria com Aave para lending colateralizado por BTC, sinalizando crescimento, mas também maior escrutínio de segurança.

Stakers individuais podem ver yields voláteis ou necessidade de realocação se a rede enfrentar downtimes prolongados. Monitore métricas como tempo de bloco e taxa de participação de validadores para sinais precoces.

Passos Práticos para Mitigar Riscos

Como staker, adote uma abordagem protetora:

  1. Verifique o advisory oficial no GitHub da Babylon para status de correção;
  2. Acompanhe canais oficiais (Discord, Twitter) por atualizações de patches;
  3. Diversifique stakes em múltiplos protocolos BTCFi para evitar concentração de risco.

Use explorers da rede para checar saúde dos validadores que suportam seu stake. Evite delegar a validadores com histórico suspeito. Se possível, pause stakes até confirmação de resolução. Lembre-se: em DeFi, segurança vem em primeiro lugar — melhor prevenir do que remediar perdas evitáveis.

Acompanhe também parcerias como a com Aave v4, prevista para Q1 2026, mas priorize protocolos auditados múltiplas vezes.

O Que Esperar da Babylon

A Babylon representa um avanço em Bitcoin yield-bearing, mas vulnerabilidades como essa reforçam que o BTC DeFi ainda amadurece. Equipes técnicas estão cientes, e resoluções rápidas são esperadas. Para investidores brasileiros, avalie o impacto em termos de liquidez e yields em BRL-equivalentes.

Fique vigilante: monitore atualizações e ajuste estratégias de acordo. A rede deve emergir mais robusta pós-correção.


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Executivos cartoon depositando BTC dourado e SOL prismático em cofres transbordantes, simbolizando adoção corporativa e tesourarias crescentes

Tesourarias Crescem: BitFuFu +1.780 BTC, Upexi 2,17M SOL

Corporações listadas na Nasdaq estão stackando cripto como nunca: a mineradora BitFuFu expandiu seu tesouro de Bitcoin para 1.780 BTC até o fim de 2025, enquanto a Upexi elevou suas posições em Solana para 2,17 milhões de SOL. Esses movimentos diversificam a adoção além dos ETFs, reforçando a confiança institucional no ecossistema cripto. Bull run confirmado? Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 488.312 – otimismo no ar para 2026.


BitFuFu: Mineradora Fortalece Tesouro em BTC

A BitFuFu, mineradora de Bitcoin sediada em Singapura e listada na Nasdaq, anunciou a adição de 16 BTC em dezembro de 2025, elevando o total para 1.780 BTC. Esse montante, avaliado em mais de US$ 160 milhões a preços atuais, reflete uma estratégia agressiva de acumulação. A empresa também reduziu seu saldo de BTC pledged de 620 BTC para 274 BTC, melhorando significativamente a liquidez e flexibilidade financeira.

No mesmo período, a produção de mineração atingiu 188 BTC, sendo 151 BTC de operações de cloud mining e 37 BTC de self-mining. Ao longo de 2025, a BitFuFu minerou impressionantes 3.662 BTC, consolidando seu tesouro enquanto entregava valor aos clientes de cloud mining. O CEO Leo Lu destacou: “Com a força recente do Bitcoin e nossa posição de liquidez aprimorada, reforçamos nosso otimismo para 2026”.

Esse acúmulo não é isolado: demonstra como mineradoras tradicionais estão se transformando em holders de longo prazo, apostando no appreciation do BTC como reserva de valor corporativa.

Upexi: Estratégia de Alto Rendimento em Solana

A Upexi Inc. (NASDAQ: UPXI), focada em tesourarias de ativos digitais, atualizou suas holdings de Solana para 2.174.583 SOL em 5 de janeiro de 2026 – um crescimento de 3,2% em relação aos 2.106.989 SOL de outubro de 2025. A empresa anunciou uma nova estratégia de high-yield treasury risk-adjusted para 2026, visando maximizar retornos sem comprometer a estabilidade operacional.

Paralelamente, a Upexi executou recompras de 416.226 ações a um preço médio de US$ 1,92, sinalizando confiança na valuation. O CEO Allan Marshall reforçou o compromisso pessoal ao adquirir 200.000 ações em dezembro. “Estamos focados em aumentar o yield total mantendo um perfil de risco prudente”, afirmou Marshall, prevendo um 2026 ativo apesar dos desafios de mercado no Q4 de 2025.

A abordagem da Upexi destaca o potencial da Solana para yields elevados via staking e estratégias DeFi, diversificando o portfólio institucional para além do Bitcoin.

Implicações Bullish para o Mercado Cripto

Esses anúncios da BitFuFu e Upexi são prova tangível da adoção corporativa em expansão. Diferente dos ETFs, que são passivos, tesourarias ativas como essas injetam demanda orgânica no mercado, potencializando rallies de preço. O Bitcoin, com sua narrativa de ‘ouro digital’, atrai miners como a BitFuFu, enquanto a Solana ganha tração por eficiência e ecossistema vibrante.

Investidores institucionais veem cripto não só como hedge contra inflação, mas como gerador de yield. Com o BTC acima de US$ 90.000 recentemente e SOL em alta, esses holdings valem bilhões coletivamente. Para brasileiros, isso significa oportunidades em exchanges locais, onde o BTC negocia a R$ 488 mil – hora de monitorar fluxos corporativos para trades informados.

O hook é claro: corporações stackando cripto confirmam o ciclo bullish. Espere mais compras em 2026, impulsionando preços para novas máximas históricas.

O Que Isso Significa para Investidores?

Para o varejo, esses movimentos validam estratégias de HODL e diversificação. BitFuFu inspira confiança em miners como proxies de BTC, enquanto Upexi abre portas para altcoins de alto potencial como SOL. Monitore balanços trimestrais de empresas Nasdaq para spots de entrada.

A lição? Adoção institucional é o combustível do bull run. Com liquidez melhorando e yields atrativos, 2026 pode ser o ano da maturidade cripto – prepare-se para upside significativo.


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Caminho dourado cósmico com portais 250K e 2.9M no horizonte e silhueta HODLer, ilustrando previsões bullish de Bitcoin até 2050

Previsões bullish: BTC a US$ 250 mil em 2026 e US$ 2,9 milhões até 2050

BTC millionaire em 2050? Experts dizem sim! A VanEck projeta Bitcoin a US$ 2,9 milhões até 2050 com crescimento anual composto de 16%. Tim Draper e Tom Lee reforçam com meta de US$ 250 mil em 2026, impulsionada por adoção mainstream e institucional. Essas visões bullish validam a tese de longo prazo para HODLers brasileiros, onde o BTC hoje vale cerca de R$ 488 mil segundo o Cointrader Monitor.


VanEck: US$ 2,9M até 2050 com 16% CAGR

A gestora de ativos VanEck publicou análise detalhada prevendo que o Bitcoin alcance US$ 2,9 milhões por unidade até 2050. Baseada em um CAGR de 16%, a projeção considera a evolução do BTC como reserva de valor superior ao ouro, com crescente alocação em portfólios institucionais. Esse crescimento composto reflete a maturidade do mercado cripto, onde o BTC pode representar uma fatia significativa de estratégias de diversificação de longo prazo.

A visão impacta a alocação estratégica de ativos, sugerindo que investidores preparem carteiras para um horizonte de décadas. Apesar dos riscos de volatilidade inerentes, a análise destaca benefícios de diversificação e retornos potenciais elevados, alinhando-se à narrativa de adoção global progressiva.

Tim Draper: 2026 como Ano de Bonanza a US$ 250k

Venture capitalist Tim Draper, famoso por apostas precoces em Coinbase e Ledger, declarou 2026 como o ano de bonanza para Bitcoin, com preço atingindo finalmente sua previsão de US$ 250 mil. Feita originalmente em 2018, a meta agora se alinha à adoção mainstream, com IPOs de US$ 1 trilhão, voos comerciais à Lua e avanços em biotecnologia e veículos autônomos acelerando o ecossistema.

Draper enfatiza que o BTC vai “mainstream”, impulsionado por infraestrutura descentralizada e aplicações nativas como empréstimos colateralizados em sats. Sua visão otimista fundamenta-se em investimentos transformadores, validando paciência para quem acumula hoje.

Tom Lee: Quebrando Ciclos de 4 Anos com Adoção

Tom Lee, da Fundstrat, dobra a aposta em US$ 250 mil para BTC em 2026, prevendo ruptura do ciclo tradicional de 4 anos. Tailwinds incluem reset de alavancagem pós-outubro, expansão de produtos Wall Street sobre blockchain e suporte governamental nos EUA. Indicadores macro como rallies de ouro liderando BTC, ratio cobre/ouro e ISM manufatura ascendente sinalizam rally iminente.

Lee nota adoção ainda baixa, criando potencial exponencial. Com BTC negociando abaixo dos picos recentes, essa fase de consolidação pode preceder superciclo, recompensando holders de longo prazo com ganhos históricos.

Por Que HODLers Devem Ficar Otimistas

Essas previsões convergem na adoção como catalisador principal: institucional para Lee, mainstream para Draper e estratégica para VanEck. Para brasileiros, com BTC a R$ 488 mil, o upside multiplica patrimônio ao longo dos anos. Paciência é recompensada em ativos como BTC, que historicamente premia visão de longo prazo. Monitore métricas como TVL em DeFi e ETFs para confirmar tendência.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos Wall Street cartoon abrindo portas para símbolos BTC, ETH e SOL com wallet emergindo, sinalizando adoção bullish por grandes bancos

Morgan Stanley: Wallet Digital e Trading Cripto em 2026

Morgan Stanley, gigante de Wall Street, vira cripto-friendly ao anunciar planos ambiciosos para 2026: lançamento de uma carteira digital para ativos tokenizados no segundo semestre e expansão do trading de Bitcoin, Ethereum e Solana na plataforma E*TRADE já no primeiro semestre. O banco também protocolou ETFs de BTC, ETH e SOL junto à SEC, sinalizando entrada plena no ecossistema cripto e otimismo com a adoção institucional. Isso reforça a maturidade do mercado, beneficiando investidores globais.


Carteira Digital e Trading Direto para Clientes

O lançamento da carteira digital representa um marco na tokenização de ativos tradicionais, incluindo títulos e private equity. Previsto para o segundo semestre de 2026, o produto integrará serviços retail e institucionais, facilitando custódia e transações de criptomoedas e tokens. Paralelamente, a E*TRADE liberará trading spot de Bitcoin, Ethereum e Solana no primeiro semestre, democratizando o acesso para milhões de clientes.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 488.528 com variação de -0,64% nas últimas 24h. Essa cotação em reais destaca o potencial para brasileiros, que veem Wall Street validar o ativo como reserva de valor. A integração reflete confiança na infraestrutura blockchain madura o suficiente para escala bancária.

ETFs de BTC e SOL: Foco em Marca e Talentos

Os pedidos de ETFs para Bitcoin e Solana, além do Ethereum Trust, vão além de captar fluxos: visam valor de marca e atração de talentos, segundo Jeff Park, ex-executivo do banco. Em mercado saturado por BlackRock, o movimento é defensivo, protegendo receitas e posicionando o Morgan Stanley como inovador e edgy.

Park enfatiza que o Bitcoin é “socialmente importante”, atraindo investidores UHNW (ultra-high-net-worth) e profissionais top. Diferente de ETFs de ouro sem branding forte, produtos cripto elevam reputação. Para o leitor brasileiro, isso acelera maturidade regulatória e liquidez, bullish para preços em 2026.

Implicações Bullish para Adoção Mainstream

Esses passos consolidam Wall Street na cripto, após liberações para clientes em outubro. Com pesquisa interna apontando demanda subestimada, o Morgan Stanley migra portfólios existentes para produtos próprios, potencializando crescimento rápido. O foco em distribuição reforça: quem controla canais, domina fluxos.

Para investidores, é sinal de irreversibilidade: bancos tradicionais validam blockchain como futuro financeiro. Solana ganha tração por velocidade, complementando BTC como store of value. Monitore aprovações SEC – aprovações podem impulsionar rally altcoins.

O Que Isso Significa para Brasileiros

No Brasil, onde o BTC já é negociado ativamente, ações como essas inspiram exchanges locais e CVM. Com US$ 90 mil globais no BTC, equivalentes a quase R$ 500 mil, o otimismo é fundamentado. É hora de posicionar para tokenização em massa, mas sempre com due diligence.

Vale acompanhar atualizações, pois 2026 pode ser o ano da adoção plena por gigantes financeiros.


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Balança geométrica abstrata em equilíbrio perfeito com prisma Bitcoin central, ilustrando fase lateral estável prevista para 2026

CryptoQuant: Bitcoin Entra em Fase Lateral ‘Chata’ Sem Crash em 2026

O CEO da CryptoQuant, Ki Young Ju, alerta para uma fase lateral ‘chata’ no Bitcoin, com inflows estagnados e capital rotacionando para ações e commodities. Dados da Glassnode mostram cooldown no realized profit, permitindo breakout acima de US$ 94 mil. Sem crash de mais de 50% em 2026, o mercado sugere range trading paciente, evitando FOMO ou FUD excessivo. Segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 488.679 com variação de -0,59% nas últimas 24h.


Inflows Estagnados e Mudança Estrutural

O Realized Cap do Bitcoin parou de subir, sinalizando ausência de novos capitais. Ki Young Ju destaca que instituições de longo prazo alteraram o ciclo tradicional de venda de whales para varejo. Empresas como MicroStrategy, com 673 mil BTC, não farão dump massivo. Capital migrou para ‘ações e pedras brilhantes’ (commodities), tornando timing de inflows menos previsível. Essa rotação explica a estagnação, com BTC oscilando abaixo de níveis de recuperação chave no fim de 2025.

Dados on-chain reforçam: demanda de varejo em queda de 30 dias, conforme analista Maartunn. Sem influxo fresco, o preço entra em consolidação, desafiando expectativas de bull imediato ou colapso violento.

Cooldown no Realized Profit Precede Breakout

A Glassnode registra queda no realized profit para US$ 183,8 milhões em dezembro, após pico de US$ 3 bilhões em novembro. Essa exaustão de pressão vendedora permitiu estabilização e alta acima de US$ 94 mil na semana 1 de 2026. Holders de longo prazo reduziram distribuição, limpando estrutura de mercado.

O MVRV de short-term holders (STH, <155 dias) abaixo de 1 indica prejuízo não realizado para entrantes recentes, zona de acumulação sem euforia. Relatório semanal da Glassnode descreve ‘mercado mais limpo’, com ETF spot positivos, mas irregulares.

Indicadores NUPL e MVRV: Expectativas Calibradas

O NUPL perto de 0,3 (CryptoZeno) marca zona de holding entre recuperação e risco renovado. Holders médios em lucro modesto, longe de excessos cíclicos. Ki descarta crash de ATH como em bears passados: ‘Shorting aqui? Boa sorte’. Glassnode corrobora com reset em derivatives e profit-taking.

Perspectivas divididas: Bitwise vê rally se regulação e equities ajudarem; Doctor Profit alerta downside limitado curto prazo. Dados sugerem paciência: monitore Realized Cap e MVRV para sinais de rotação reversa.

Estratégia para Range Trade em 2026

Para brasileiros, com BTC a R$ 488 mil, foque em range trading entre suportes/resistências chave. Evite apostas em nuke ou pump imediato. Instituições estabilizam supply, mas volatilidade persiste com Fed e geopolítica. Calibre expectativas on-chain: sideways constrói base para upside sustentável, premiando holders pacientes.


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Personagem CIO cartoon erguendo três pilares luminosos para horizonte 2026, simbolizando fatores para bull run cripto duradouro pela Bitwise

Bitwise: 3 Fatores para Rally Duradouro Cripto em 2026

Será o bull run de 2026 garantido? O CIO da Bitwise, Matt Hougan, lista três fatores vitais para uma recuperação duradoura do mercado cripto. Em meio à volatilidade recente, com o Bitcoin oscilando, ele destaca evitar repetição do crash de 10 de outubro de 2025, aprovação do CLARITY Act e estabilidade no S&P 500. Esses checkpoints oferecem um roadmap institucional claro para investidores otimistas.


Evitando Repetição do Crash de Outubro

O primeiro checkpoint é crucial: o mercado deve superar o trauma da liquidação recorde de US$ 19 bilhões em posições de futuros no dia 10 de outubro de 2025. Esse evento histórico apagou ganhos e gerou temores sobre a saúde de hedge funds e market makers, que poderiam precisar vender ativos para se estabilizar.

No entanto, Hougan é otimista: se grandes players estivessem em risco iminente, o colapso já teria ocorrido. Investidores parecem estar deixando o episódio para trás, impulsionando o rali inicial de 2026. Com Bitcoin consolidando acima de US$ 80 mil, essa resiliência sugere bases sólidas para um movimento ascendente prolongado. Dados recentes de liquidações mostram redução na alavancagem excessiva, um sinal bullish para estabilidade.

Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 488.599 (-0,65% em 24h), refletindo calmaria pós-volatilidade e reforçando confiança no ativo como reserva de valor.

Aprovação do CLARITY Act como Pilar Regulatório

O segundo fator indispensável é a aprovação do CLARITY Act, projeto de lei de estrutura de mercado cripto em tramitação no Congresso americano. O markup está agendado para 15 de janeiro, unificando rascunhos dos comitês de bancos e agricultura.

Hougan enfatiza que sem esse framework legal, a postura pró-cripto atual das agências reguladoras pode evaporar com mudanças administrativas. A lei solidificaria princípios regulatórios, promovendo crescimento sustentável nos EUA. Desafios persistem, como regulação de DeFi e recompensas de stablecoins, mas o progresso é promissor. Para brasileiros, isso abre portas para maior integração global, com exchanges locais se beneficiando de clareza internacional.

Essa vitória legislativa seria um catalisador para influxo institucional, confirmando a maturidade do setor e atraindo capitais de longo prazo.

Estabilidade no Mercado de Ações e Riscos Macro

Por fim, a estabilidade no mercado acionário é essencial. Criptos não seguem stocks em sincronia perfeita, mas uma queda de 20% no S&P 500 derrubaria ativos de risco. Hougan menciona preocupações com uma possível bolha de artificial intelligence (IA), mas mercados de previsão indicam baixa chance de recessão em 2026 e 80% de probabilidade de ganhos no S&P.

Essa visão macro reforça o otimismo: com economia resiliente, cripto pode brilhar independentemente. O market cap total cripto tenta consolidar acima de US$ 3 trilhões, sinalizando força. Investidores devem monitorar esses checkpoints para posicionamento estratégico.

Visão de Longo Prazo para Investidores Bullish

Os três fatores delineados por Hougan formam um roadmap acionável. Superar o crash de outubro, aprovar o CLARITY Act e manter S&P estável pavimentam o caminho para adoção massiva. Para o público brasileiro, isso significa oportunidades em um ciclo expansivo, com BTC liderando. Fique de olho nesses marcos — o rally duradouro parece ao alcance.


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Banqueiro institucional e holder BTC cartoon em balança equilibrada com fluxos ETF bidirecionais, indicando fim do sell-off e otimismo para Bitcoin

JPMorgan: Sell-Off de BTC Acabou? ETFs Equilibram Fluxos

Analistas do JPMorgan afirmam que o recente sell-off de criptomoedas pode estar próximo do fim, com fluxos de ETFs de Bitcoin passando para um padrão bidirecional e preços estabilizando acima de US$ 90.000. Bitcoin negocia em torno de US$ 90.944, com alta de 2,6% na semana, enquanto Ethereum avança 3% para US$ 3.100. A desaceleração nas saídas de ETFs sinaliza exaustão da venda forçada, abrindo caminho para recuperação. Correção BTC over? Os dados institucionais sugerem sim.


Fluxos Bidirecionais nos ETFs de Bitcoin

Nos primeiros dias de 2026, os ETFs de Bitcoin registraram inflows de US$ 1,2 bilhão, incluindo um pico de US$ 697 milhões em um único dia — o maior desde outubro. Posteriormente, saídas de US$ 243 milhões e US$ 476 milhões equilibraram o movimento, caracterizando o que o JPMorgan chama de two-way flow. Esse padrão indica que compradores e vendedores estão ativos, estabilizando o mercado em vez de uma venda unilateral.

Segundo o termo técnico, ETFs spot compram BTC com inflows e vendem com outflows. A alternância reduz a pressão vendedora, um sinal clássico de fundo de mercado. No Brasil, o Bitcoin cotado a R$ 488.708 (Cointrader Monitor), com variação de -0,64% em 24h, reflete essa estabilidade regional.

Contexto Macro e Alívio do MSCI

O sell-off de fim de 2025 foi impulsionado por de-risking macro, com investidores reduzindo exposição devido a temores econômicos, e não por falhas estruturais no mercado cripto. O JPMorgan destaca que o anúncio do MSCI em outubro, sobre possível exclusão de empresas cripto de índices, gerou vendas forçadas. No entanto, a decisão de manter essas firmas até fevereiro de 2026 aliviou a pressão, reduzindo riscos de novas saídas.

Liquidez permanece forte, e posicionamento em futuros sugere que a venda deve concluir até fim de 2025. Bitcoin em US$ 94.000 recentemente reforça a tese de estabilização acima dos US$ 90 mil, com Ethereum seguindo o mesmo padrão.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para holders, esses dados trazem otimismo institucional: o fim do de-risking abre timing para entradas estratégicas em níveis de suporte. Gráficos de fluxos mostram estabilização, não euforia, ideal para acumulação de longo prazo. Analistas como Nikolaos Panigirtzoglou enfatizam que choques econômicos persistem como risco, mas a fase de pânico vendeu.

Investidores devem monitorar outflows semanais e decisões do Fed. Com volume 24h de 234 BTC no Brasil, o mercado local acompanha o global. Estratégia: posições graduais, foco em BTC/ETH como reserva de valor.


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