Núcleo dourado Bitcoin com rachaduras quânticas roxas sendo selado por escudo cyan pós-quântico, simbolizando defesa contra ameaça quântica

Ameaça Quântica: Startup Capta US$ 20 Milhões para Blindar Bitcoin

Computadores quânticos podem quebrar o Bitcoin? A startup Project Eleven respondeu com ação: captou US$ 20 milhões em uma rodada que valoriza a empresa em US$ 120 milhões. O foco é proteger os US$ 718 bilhões em Bitcoin expostos à ameaça do ‘Q-Day‘, quando a criptografia atual pode ser comprometida. Backers incluem Variant Fund e Quantonation, sinalizando a urgência desse risco existencial para as criptomoedas. A corrida para blindar carteiras já começou, conforme reportado pela U.Today.


O Que é o ‘Q-Day’ e a Ameaça Quântica

O ‘Q-Day‘ refere-se ao momento hipotético em que computadores quânticos poderosos quebrarão a criptografia que protege a internet e sistemas financeiros, incluindo o Bitcoin. O Bitcoin e a maioria das blockchains dependem da Elliptic Curve Cryptography (ECC) para gerar chaves públicas e privadas. Um quantum computer rodando o Algoritmo de Shor poderia inverter esse processo, expondo chaves privadas a partir de chaves públicas reveladas.

Isso permitiria que atacantes esvaziassem carteiras onde a chave pública foi exposta em transações passadas. De acordo com estimativas da Project Eleven, cerca de US$ 718 bilhões em Bitcoin estão em wallets vulneráveis exatamente por esse motivo. Para contextualizar, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 520.876,59 nesta quarta-feira (14/01), equivalendo a um valor aproximado de US$ 94.000 por unidade.

A ameaça não é nova — medos quânticos datam de 2011 —, mas avança com o progresso em hardware quântico. Agências governamentais e criptógrafos monitoram de perto, preparando migrações para algoritmos resistentes.

A Solução da Project Eleven: Yellowpages

A Project Eleven desenvolve infraestrutura post-quantum para blockchains existentes. Seu produto principal, o ‘Yellowpages‘, atua como um registro criptográfico. Usuários assinam uma mensagem provando ownership de um endereço Bitcoin vulnerável e o vinculam a uma identidade quantum-secure.

Isso cria um ‘fallback‘ de propriedade, permitindo recuperação de fundos caso a rede principal seja comprometida por um ataque quântico. A abordagem é proativa: não altera o protocolo Bitcoin, mas oferece uma camada de proteção para holders atuais. Financiada por VCs crypto-nativos como Variant e fundos quânticos como Quantonation, desde a seed de junho de 2025, a startup acelera o desenvolvimento.

Essa inovação é crucial porque upgrades no Bitcoin exigem consenso comunitário, que pode demorar anos. Soluções como Yellowpages preenchem a lacuna imediatamente.

A Ameaça é Real ou Exagerada?

Embora o consenso atual entre criptógrafos e analistas seja de que o ‘Q-Day‘ não ocorrerá em breve — possivelmente não neste ano —, vozes influentes alertam. Vitalik Buterin, criador do Ethereum, recentemente estimou que a Elliptic Curve Cryptography pode ser comprometida antes de 2028. Isso impulsiona a transição para criptografia pós-quântica no ecossistema Ethereum também.

Para o Bitcoin, a vulnerabilidade afeta principalmente endereços P2PKH antigos, onde chaves públicas estão expostas. Endereços modernos (P2WPKH, Taproot) ocultam chaves públicas até o gasto, reduzindo riscos. Ainda assim, bilhões em valor histórico demandam ação urgente.

Esforços preventivos incluem propostas como BIP para signatures pós-quânticas e pesquisas em NIST para padrões quântico-resistentes.

Implicações para Investidores Brasileiros

No Brasil, onde o Bitcoin é negociado acima de R$ 520 mil, holders devem monitorar desenvolvimentos quânticos. Ferramentas como Yellowpages podem ser acessíveis via wallets compatíveis. A longo prazo, a adoção de padrões pós-quânticos fortalecerá a resiliência do BTC como reserva de valor. Fique atento: a interseção de quantum computing e cripto redefine a segurança digital.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Banqueiro cartoon abrindo cofre com chave MiCA liberando moedas BTC e ETH para clientes com apps, simbolizando aprovação regulatória alemã

DZ Bank Ganha Licença MiCA para Cripto na Alemanha

Imagine o banco do seu avô na Alemanha agora oferecendo Bitcoin e Ether diretamente no app. É real: o DZ Bank, um dos maiores grupos bancários da Europa, obteve licença sob a regulação MiCA para lançar a plataforma meinKrypto. Anunciado nesta quarta-feira (14/01), o serviço permitirá que clientes de bancos cooperativos comprem, vendam e guardem criptomoedas como BTC, ETH, Litecoin e Cardano de forma segura e regulada. Isso marca a adoção oficial em escala massiva na maior economia europeia.


O Que é a Plataforma meinKrypto?

O DZ Bank atua como operador central da meinKrypto, uma infraestrutura desenvolvida em parceria com a Atruvia, provedora de TI para bancos cooperativos alemães. Inicialmente, a plataforma suporta quatro criptomoedas principais: Bitcoin (BTC), Ether (ETH), Litecoin (LTC) e Cardano (ADA).

Os clientes não acessam diretamente pelo DZ Bank, mas via seus bancos locais participantes, integrados à VR Banking App. Cada banco cooperativo deve notificar separadamente a BaFin, a autoridade financeira alemã, antes de ativar o serviço para seus correntistas. Isso garante conformidade individual e proteção ao investidor iniciante.

Para quem está começando, pense assim: é como adicionar uma aba de ações ou fundos no seu home banking, mas para criptoativos regulados pela União Europeia.

MiCA: A Regulação que Muda o Jogo

A MiCA (Markets in Crypto-Assets) é o marco regulatório da UE que unifica regras para criptomoedas em todos os 27 países membros. Antes, cada nação tinha normas fragmentadas, o que complicava operações em escala. Agora, com a licença MiCA, o DZ Bank pode operar legalmente sua infraestrutura cripto.

Em termos simples: MiCA exige transparência, custódia segura e proteção contra lavagem de dinheiro. Para o investidor brasileiro acompanhando, é como se a CVM europeia criasse regras claras para atrair bancos tradicionais ao ecossistema cripto. Essa aprovação sinaliza o fim da fase de planejamento e o início da execução prática.

O anúncio segue uma parceria de setembro de 2024 com a Boerse Stuttgart Digital, visando 700 bancos cooperativos.

Como Isso Afeta Clientes e o Mercado?

Para clientes alemães, significa acesso facilitado a cripto sem precisar de exchanges especializadas. Basta o app do banco para comprar BTC ou ETH como uma opção de investimento autodirigida. Isso reduz barreiras para iniciantes, que antes enfrentavam plataformas complexas ou riscos de custódia.

No contexto europeu, o DZ Bank se posiciona como pioneiro entre grandes grupos bancários. Com ativos bilionários, ele representa a ponte entre finanças tradicionais e digitais. Para o mundo, reforça que a adoção cripto não é mais nicho: está chegando aos bancos do “seu avô”.

Os próximos meses serão cruciais, com rollout gradual à medida que bancos ativam o serviço.

Implicações para a Adoção Global

Essa licença valida anos de preparação regulatória. Enquanto bancos espanhóis investem em fintechs cripto, a Alemanha mostra escala: potencial para milhões de clientes via rede de cooperativos. Monitore atualizações, pois isso pode inspirar modelos semelhantes no Brasil e América Latina.

Investidores devem avaliar riscos de volatilidade, mesmo em plataformas reguladas.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Karts cartoon de Strive ultrapassando Tesla em pista de ranking BTC, simbolizando Strive como 11ª maior detentora corporativa de Bitcoin

Strive Ultrapassa Tesla no Ranking de BTC Corporativo

A Strive Asset Management, liderada por Vivek Ramaswamy, acaba de ultrapassar a Tesla de Elon Musk no ranking dos maiores detentores corporativos de Bitcoin. Após aprovarem a aquisição da Semler Scientific em uma transação all-stock, a Strive alcançou 12.798 BTC, garantindo o 11º lugar global. O movimento reforça a aceleração da adoção institucional, com empresas comprando três vezes mais BTC do que os mineradores produzem, intensificando a escassez on-chain. Isso ocorreu nesta semana, enquanto o Bitcoin supera US$ 96 mil.


Aquisição Estratégica da Semler Scientific

A transação, aprovada pelos acionistas em 13 de janeiro de 2026, integra os 5.048 BTC da Semler aos 7.750 BTC da Strive, totalizando 12.798 BTC — valor equivalente a cerca de R$ 6,68 bilhões segundo o Cointrader Monitor (cotação média R$ 522.582). A Strive também comprou mais 123 BTC por US$ 11,26 milhões, demonstrando compromisso contínuo com a tesouraria em Bitcoin.

Eric Semler, ex-CEO da Semler, ingressará no conselho da Strive, fortalecendo a visão bullish. Apesar da queda de 17% nas ações ASST no dia do anúncio — devido a um reverse split 1-para-20 —, o papel acumula alta de 15% no mês, refletindo otimismo fundamentado na estratégia de tesouraria pura.

Segundo o BitcoinTreasuries.net, essa posição coloca a Strive à frente da Trump Media (11.542 BTC, 12º) e Tesla (11.509 BTC, 13º), redefinindo a ordem dos gigantes corporativos.

Aceleração da Adoção Corporativa

Enquanto a MicroStrategy lidera com 687.410 BTC após comprar 13.627 na semana, empresas públicas absorvem três vezes mais Bitcoin do que a produção mineradora diária (cerca de 450 BTC pós-halving). Essa dinâmica cria pressão altista sustentável, com tesourarias atuando como compradores consistentes em meio à volatilidade.

A Strive planeja monetizar os negócios operacionais da Semler em 12 meses, focando exclusivamente em Bitcoin via emissões de ações preferenciais (SATA), que captaram US$ 200 milhões em IPO. Essa estrutura minimiza diluição e maximiza yield — Q1 2026 projetado em 15% —, atraindo investidores institucionais.

O otimismo é palpável: analistas veem upside de 145% para ações ligadas a BTC, como MSTR mirando US$ 455.

Implicações para o Mercado Brasileiro

Para investidores brasileiros, o topo do ranking corporativo sinaliza maturidade: Strive exemplifica como tesourarias em BTC geram valor superior a ativos tradicionais. Com BTC a R$ 522.582 (Cointrader Monitor), exposição via ações como ASST ou ETFs pode ser estratégica.

Os dados sugerem que a adoção corporativa acelera ciclos bullish, com escassez on-chain impulsionando preços. Vale monitorar próximos movimentos, como emissões SATA para mais compras.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Onda dourada colossal quebrando barreira cristalina 97K em oceano digital cyan, simbolizando rali histórico do Bitcoin por ETFs e short squeeze

Bitcoin atinge US$ 97k em Rali Histórico impulsionado por ETFs e Short Squeeze

📊 BOLETIM CRIPTO | 14/01/2026 | NOITE

O Bitcoin explode para a marca de US$ 97 mil, impulsionado por um short squeeze massivo e fluxos institucionais sem precedentes. O rompimento da barreira psicológica de US$ 96 mil foi catalisado por entradas recordes de US$ 754 milhões nos ETFs spot americanos e dados de inflação que reforçam o apetite pelo risco. Enquanto o momentum bullish domina o cenário global, com vitórias regulatórias da Ripple na Europa e o encerramento de investigações da SEC contra a Zcash, os Estados Unidos enfrentam uma crise de unidade no setor após a Coinbase retirar seu apoio ao principal projeto de lei cripto do país. O viés é majoritariamente positivo, sustentado por capital institucional real que ignora o ruído político de curto prazo em prol da valorização do Bitcoin.


🔥 Destaque: Bitcoin a US$ 97k e o Squeeze de US$ 800 Milhões

O Bitcoin atingiu US$ 96.867 nesta quarta-feira, marcando seu maior nível desde novembro e revertendo a estagnação observada nos últimos dias. O movimento foi alimentado por uma combinação explosiva de influxos recordes em ETFs — liderados por Fidelity e BlackRock — e a capitulação forçada de traders apostando na queda. Nas últimas 24 horas, o mercado testemunhou liquidações de US$ 800 milhões em posições short (venda), forçando uma onda de recompra que acelerou o rally.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 521.227,83, refletindo a força da demanda no mercado brasileiro. Esse movimento não é apenas especulativo; o relatório de CPI nos EUA indicou inflação estável em 2,7%, aliviando temores de novas altas de juros pelo Federal Reserve. Com a redução da incerteza macroeconômica, o Bitcoin assume seu papel como o principal ativo de risk-on da atualidade.

De uma perspectiva institucional, o cenário mudou radicalmente: o fluxo diário de US$ 754 milhões para ETFs spot é o maior desde outubro. Isso indica que, apesar de o preço ainda estar abaixo da máxima histórica (ATH) de outubro (US$ 126 mil), a base de suporte está se fortalecendo. O mercado agora olha para a marca de US$ 100 mil, com 89% de probabilidade apontada em mercados de previsão, enquanto o open interest crescente sugere que o momentum ainda tem fôlego.

Para o investidor, o ponto de atenção reside na sobrealavancagem. Embora o rally seja sustentado por entradas no mercado à vista (spot), o volume de liquidações recorde mostra que a volatilidade pode punir ambos os lados. A consolidação acima de US$ 95 mil agora é crucial para transformar a antiga resistência em um novo suporte sólido, preparando o terreno para a próxima perna de alta.


📈 Panorama do Mercado

O retorno agressivo do capital institucional define o tom do período. O avanço da Ripple na União Europeia, conquistando uma licença EMI no hub financeiro de Luxemburgo, demonstra que a clareza regulatória fora dos EUA está atraindo empresas globais. Enquanto isso, o encerramento de uma investigação da SEC contra a Zcash trouxe um alívio inesperado para o setor de privacy coins, impulsionando o ativo em 12,5%.

Contudo, a fragilidade técnica de redes de alta performance voltou ao centro do debate com a falha na rede Sui, que deixou a mainnet instável e afetou aplicações DeFi. Esse contraste entre o rally dos ativos consolidados e as dores de crescimento de novas blockchains reforça uma migração de liquidez para portos seguros como Bitcoin e Ethereum, este último subindo 7% com influxos de US$ 130 milhões em seus próprios ETFs.


⚠️ Riscos a Monitorar

Politização Regulatória: A retirada de apoio da Coinbase ao Digital Asset Market Clarity Act ameaça atrasar a clareza legislativa nos EUA, deixando o setor à mercê de decisões ad hoc.

Instabilidades em Layer 1: O incidente na Sui serve como alerta para investidores de redes emergentes que priorizam velocidade em detrimento de redundância operacional.

Squeeze Reverso: O aumento massivo de posições long alavancadas após o rally cria o risco de uma cascata de liquidações se houver uma correção técnica inesperada.

Erosão de Confiança: A pressão da senadora Elizabeth Warren contra stablecoins ligadas a figuras políticas, como o projeto USD1, pode gerar FUD regulatório em ativos de menor compliance.


💡 Oportunidades Identificadas

Acumulação Institucional: Entradas líquidas consistentes em ETFs sinalizam uma janela de suporte para holders de longo prazo, com o alvo de US$ 100 mil cada vez mais próximo.

Arbitragem de Jurisdição: O passporting da Ripple na UE abre precedentes para operações reguladas em um bloco de € 18 trilhões, impulsionando a utilidade do XRP.

Recuperação em Privacy: O encerramento da probe da SEC reduz o prêmio de risco sobre a ZEC, permitindo que a fundação foque em inovação pós-instabilidade interna.


📰 Principais Notícias do Período

1. Bitcoin atinge US$ 97k e causa US$ 800M em liquidações
O BTC liderou uma onda de short covering forçado, atingindo US$ 96.867. A alta puniu investidores baixistas e foi acompanhada por ganhos de 7% no Ethereum e 4% na Solana.

2. Ripple conquista licença EMI preliminar em Luxemburgo
A Ripple obteve aprovação preliminar para emitir dinheiro eletrônico na UE. A licença permite operar em 27 países através do regime passporting, consolidando sua rede de pagamentos transfronteiriços.

3. Coinbase abandona apoio a projeto de lei cripto nos EUA
A maior exchange americana retirou seu suporte ao Clarity Act. O CEO Brian Armstrong citou problemas críticos no texto sobre stablecoins e DeFi, expondo fraturas no lobby do setor.

4. Falha na rede Sui paralisa transações em dApps
A mainnet da Sui enfrentou dificuldades técnicas que tornaram transações lentas ou impossíveis. O incidente afetou exploradores como o SuiScan e dApps do ecossistema, gerando cautela técnica.

5. SEC encerra investigação na Zcash sem recomendações
A Zcash Foundation recebeu confirmação de que a SEC não buscará enforcement. A notícia fez o ZEC saltar 12,5%, trazendo clareza jurídica após meses de incerteza operacional.


🔍 O Que Monitorar

Volume da Binance: O acompanhamento da liquidez em plataformas como a Binance é essencial para validar se o volume sustentará o Bitcoin acima de US$ 97 mil.

Markup no Senado: O destino do Clarity Act amanhã determinará se o sentimento de desunião trazido pela Coinbase pesará no preço dos ativos.

Uptime da Sui: A restauração plena da rede é necessária para evitar uma migração de TVL para concorrentes como Solana ou Aptos.

Fluxos de ETFs: Entradas diárias acima de US$ 500 milhões continuam sendo o principal motor da alta atual do mercado.


🔮 Perspectiva

Nas próximas 12 a 24 horas, o viés bullish moderado deve prevalecer, com o mercado em modo de descoberta de preço buscando testar a resistência psicológica de US$ 100 mil. O momentum gerado pelo short squeeze residual e o retorno da confiança institucional via ETFs dominam a narrativa, apesar das turbulências regulatórias em Washington. É provável que vejamos uma maior volatilidade nos ativos de média capitalização, como XRP e ZEC, que agora operam sob menor pressão jurídica. Contudo, investidores devem ter cautela com ajustes técnicos; um pullback para a região de US$ 94 mil é possível e saudável após uma subida tão íngreme. A saúde da rede Sui e a reação política à carta de Elizabeth Warren serão os contrapontos a serem observados em um cenário que, por ora, pertence aos touros.


📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Onda dourada esmagando cristais vermelhos com '96K' emergente, simbolizando short squeeze histórico do Bitcoin superando US$ 96 mil

Bitcoin Rompe US$ 96 Mil com Short Squeeze de US$ 591 Milhões

Quem apostou contra o Bitcoin acaba de pagar a conta: um short squeeze massivo liquidou US$ 591 milhões em posições vendidas nas últimas 24 horas, propelindo o BTC acima de US$ 96.000 — máxima em dois meses. O rali de 5,5% limpou resistências em US$ 94k-95k, acelerado por compras spot e dados de inflação mais frios nos EUA. Binance concentrou metade das liquidações.


Rompimento Técnico e Dados de Mercado

O preço do Bitcoin subiu 5,5% para US$ 96.000 nesta terça-feira (13/01), saindo de um range de consolidação entre US$ 85k e US$ 94k. Volume 24h saltou para US$ 55 bilhões, com market cap em US$ 1,92 trilhão e suprimento circulante próximo a 19,98 milhões de BTC. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC negocia a R$ 510.507,61, alta de 3,09% em 24h com volume de 304 BTC.

ETH acompanhou com +8% para US$ 3.350, enquanto alts como XRP, DOGE e ADA subiram. O movimento marca o maior preço desde novembro, com BTC +9% no ano.

Mecânica do Short Squeeze

Os dados on-chain revelam o epicentro: liquidações de shorts atingiram US$ 591 milhões (CoinGlass), com Binance responsável por ~50%. No Bitstamp, BTC furou US$ 95k, forçando fechamentos forçados que injetaram liquidez compradora. Funding rates negativos em perps contrastam com spot buying em alta, sinalizando acumulação de shorts que agora viram combustível para o rali.

Analistas como Will Clemente notam: open interest sobe enquanto funding rates viram negativos, setup clássico para squeeze. Isso limpou o caminho acima de US$ 94.500, resistência chave testada múltiplas vezes.

Contexto Corporativo e Macro

A Strategy (MSTR) impulsionou o otimismo: comprou 13.627 BTC por US$ 1,25 bilhão (total 687.410 BTC), ação subiu 8% para US$ 173. Investidores precificam a tese de tesouraria em BTC. Macro: CPI core mais frio que esperado (2,7%), mas Fed mantém rates até meados de 2026. Trump pressiona Powell por cortes, elevando apetite por risco.

Regulatório: atraso no CLARITY Act no Senado, mas markup em 27/01 pode trazer clareza.

Indicadores Bull e Próximos Passos

O BTC se aproxima da 50-week EMA em US$ 97.600, divisor bull/bear histórico. Analistas como Daan Crypto preveem reteste de suporte bull; rompimento abre US$ 98k-104k, rumo aos US$ 100k. Stockmoney Lizards: "Não é bear market ainda". Sustentação acima US$ 96k é pivotal; falha pode testar US$ 94.5k como suporte.

Dados sugerem momentum: volume crescente, spot vs perps. Monitore liquidações e Fed em 28/01.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Fortaleza de rede on-chain rachada liberando fluxo vermelho de BTC, simbolizando holders de 2021 em capitulação ou rotação com volatilidade

Holders de 2021 Movem BTC: Capitulação ou Saída?

As mãos fortes do ciclo de 2021 estão desistindo? Dados on-chain revelam a movimentação de 2.105 BTC parados há 3 a 5 anos, abrangendo o bull market de 2021 e o bear de 2022-2023. Paralelamente, o LTH SOPR caiu abaixo de 1, sinalizando que holders de longo prazo estão vendendo com prejuízo. Esse movimento precoce levanta dúvidas sobre a resiliência do suporte em níveis atuais próximos de US$ 92.000.


Movimentação de Coins do Ciclo Anterior

Duas transações recentes chamaram a atenção no blockchain do Bitcoin. A métrica Spent Output Age Bands registrou spikes com 539 BTC e 1.566 BTC de moedas inativas entre 3 e 5 anos. Esses tokens foram acumulados durante o pico de 2021, quando o BTC superou US$ 69.000, e resistiram ao colapso de 2022.

Analistas como Maartunn destacam que o despertar de oferta dormente pode indicar smart money rotacionando posições ou holders antigos saindo precocemente. No atual patamar de preço, essas moedas estão com desvalorização significativa em relação ao custo de aquisição, sugerindo pressão vendedora em vez de realização de lucros robustos.

Esse fluxo adiciona ao cenário de redução de posições por grandes endereços, com 220.000 BTC saindo de carteiras de 1.000 a 10.000 BTC no último ano – o ritmo mais rápido desde 2023.

LTH SOPR Sinaliza Capitulação Precoce

O Long-Term Holder Spent Output Profit Ratio (LTH SOPR) é um indicador chave para medir o sentimento dos holders acima de 6 meses. Quando abaixo de 1, significa que as moedas gastas estão sendo vendidas com prejuízo. Recentemente, o índice mergulhou brevemente sob esse limiar, especialmente entre “jovens” LTHs que compraram nos últimos 9 meses.

A média de 30 dias permanece em 1.18, mas bem abaixo da anual de 2.0, indicando queda na realização de lucros. Esse padrão é típico de fases bearish, onde a estabilidade dos veteranos é testada. Observadores como Darkfost alertam que isso reflete incerteza crescente, mesmo com BTC oscilando entre US$ 90.000 e US$ 92.400.

Para investidores brasileiros, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 511.160 às 09:45 de hoje, com alta de 3,17% em 24h e volume de 316 BTC nas exchanges locais.

Implicações para o Mercado Atual

Embora haja narrativas otimistas como divergências bullish no RSI semanal, o ceticismo prevalece. O Sell-Side Risk Ratio voltou a níveis de outubro de 2023, sugerindo distribuição sem convicção forte. Resistências repetidas em US$ 92.000-94.000 podem esgotar o momentum, abrindo espaço para correção mais profunda.

Short-term holders aproximam-se da rentabilidade, mas a saída de LTHs antigos reforça a tese de fraqueza estrutural. Em um mercado dominado por poucas exchanges, como a Binance com 41% do volume spot global em 2025, esses fluxos on-chain podem amplificar a volatilidade.

Vale monitorar se mais dormientes acordam, potencializando downside em cenários de aversão ao risco global.

O Que Isso Significa para Você

Para holders brasileiros, esses sinais constroem um caso cauteloso: capitulação de 2021 pode limpar impurezas, mas também testar suportes chave. Não é hora de euforia; priorize gerenciamento de risco e posições dimensionadas. O histórico mostra que mercados maduros sobrevivem a saídas, mas transições custam caro aos despreparados.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon debatendo cofre 401(k) abrindo para Bitcoin dourado, simbolizando controvérsia sobre cripto na aposentadoria institucional

Morgan Stanley e 401(k): Bitcoin na Aposentadoria?

O lançamento de uma carteira cripto própria pela Morgan Stanley no segundo semestre de 2026 coincide com o debate acirrado sobre incluir Bitcoin em planos 401(k), os fundos de aposentadoria americanos. Enquanto o CIO da Bitwise, Matt Hougan, defende a adoção, a senadora Elizabeth Warren alerta para riscos. Para brasileiros, surge a dúvida: o BTC na previdência privada é uma promessa de crescimento ou um risco desnecessário? Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 511.307 (+3,26% em 24h).


O Que São Planos 401(k) e Por Que o Bitcoin Entra no Jogo?

Os planos 401(k) são contas de aposentadoria nos EUA, semelhantes à previdência privada complementar no Brasil. Funcionam com contribuições automáticas do salário, isentas de impostos até a aposentadoria, e investimentos em ações, fundos e agora, possivelmente, criptomoedas. Em maio de 2025, o Departamento do Trabalho revogou uma orientação contra cripto em 401(k)s. Já em agosto, um decreto executivo de Trump facilitou ativos alternativos como Bitcoin.

Para iniciantes, isso significa diversificação: ao invés de só renda fixa ou ações voláteis como Nvidia, o BTC pode entrar com limites prudentes, como 5-10% da carteira. Dados de 2025 mostram o Bitcoin com volatilidade recorde baixa de 2,24%, menor que algumas tech stocks.

A Carteira Cripto da Morgan Stanley e a Onda Institucional

A iniciativa da Morgan Stanley permite que clientes guardem e negociem Bitcoin, Ethereum e Solana diretamente no banco, reduzindo riscos de custódia externa. O banco já aprovou ETFs spot desses ativos, com US$ 130 bilhões em gestão e US$ 1,6 trilhão em volume desde o lançamento.

Essa institucionalização traz liquidez e segurança regulada. Para brasileiros investindo via plataformas globais, significa mais opções confiáveis. Com BTC acima de US$ 92.000, o mercado consolida entre US$ 90.000 e US$ 94.500, apoiado por médias móveis fortes.

Debate Hougan vs. Warren: Benefícios x Riscos

Matt Hougan argumenta que proibições a BTC em 401(k)s são “ridículas”, comparando sua volatilidade à de ações comuns. Gigantes como Vanguard já flexibilizam regras. Já Elizabeth Warren escreveu à SEC destacando volatilidade, falta de transparência e conflitos de interesse, temendo que aposentadorias virem “playground de risco”.

Prós do BTC: proteção contra inflação, potencial de alta longa prazo. Contras: oscilações curtas podem afetar resgates. Legisladores apoiam Trump, propondo leis para codificar a inclusão regulada.

O Que Fazer na Sua Previdência Brasileira?

No Brasil, previdência privada (PGBL/VGBL) permite cripto via fundos ou ETFs. Comece pequeno: avalie tolerância a risco, horizonte de 10+ anos e diversifique. Monitore aprovações locais e globais, como essa da Morgan Stanley. Consulte um planejador financeiro para simulações. O futuro pode normalizar BTC como ativo de reserva, mas paciência é chave para iniciantes.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Pilar monolítico dourado com 96K gravado recebendo fluxos de energia de ETFs, aurora otimista e raios de tensão, simbolizando alta do Bitcoin e influxos institucionais

Bitcoin a US$ 96k: ETFs Recorde e o Novo Cenário Institucional

📊 BOLETIM CRIPTO | 14/01/2026 | MANHÃ

O avanço do capital institucional define o tom bullish moderado do período, com o Bitcoin rompendo a barreira histórica dos US$ 96 mil após influxos recordes nos ETFs. O momentum positivo é impulsionado por uma nova escalada na tensão política entre a administração Trump e o Federal Reserve, solidificando a narrativa do BTC como hedge contra instabilidade institucional. Enquanto o mercado celebra a expansão de produtos como o novo ETF de Chainlink e a agressiva estratégia de tesouraria da BitMine em Ethereum, um alerta crítico surge no horizonte: os crimes cibernéticos apoiados por inteligência artificial explodiram, exigindo cautela redobrada dos investidores. O viés de alta prevalece, sustentado pelo fluxo institucional, com o mercado monitorando de perto a barreira psicológica dos US$ 100 mil. Este cenário exige uma análise criteriosa das métricas de on-chain e dos fluxos de capitais globais para antecipar possíveis correções ou a continuidade desta trajetória ascendente histórica que redesenha o mapa financeiro global.


🔥 Destaque: Bitcoin rompe US$ 96k com ETFs recorde

O Bitcoin ultrapassou a marca de US$ 96.000 em um movimento explosivo catalisado por um influxo recorde de US$ 753,8 milhões nos ETFs spot em um único dia. Gigantes como BlackRock (IBIT) e Fidelity (FBTC) lideraram as entradas, sinalizando que a acumulação institucional não apenas persiste, mas está se intensificando conforme o ativo se aproxima de seis dígitos. Este volume representa o maior fluxo líquido diário desde o lançamento desses veículos de investimento em 2024.

O gatilho para esta disparada foi o discurso do presidente Donald Trump em Detroit, onde renovou ataques diretos a Jerome Powell e ao Federal Reserve, questionando a independência do banco central norte-americano. A percepção de que o governo executivo pode tentar coagir a política monetária fortaleceu a tese do Bitcoin como reserva de valor apolítica. Como resultado, a capitalização total do ecossistema cripto saltou para US$ 3,33 trilhões.

Além do fundamento institucional, o preço foi propelido por um massivo short squeeze. Liquidações de posições vendidas totalizaram US$ 590 milhões em 24 horas, forçando traders pessimistas a recomprarem o ativo em níveis cada vez mais altos. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 510.738,56, refletindo o forte otimismo que agora mira o nível psicológico de US$ 100.000.

Para os próximos dias, investidores devem observar se este influxo nos ETFs é uma alocação estratégica de longo prazo ou apenas FOMO institucional. Caso os fluxos desacelerem, o mercado pode testar suportes próximos a US$ 90.000, especialmente se a volatilidade política em Washington apresentar sinais de arrefecimento temporário.


📈 Panorama do Mercado

O cenário atual é de institucionalização acelerada, expandindo-se para além do Bitcoin. O sentimento geral é impulsionado pela aprovação de novos produtos regulados, como o ETF de Chainlink da Bitwise, que abre caminho para ativos de infraestrutura DeFi serem adotados por fundos de pensão e family offices. A votação da BitMine para ampliar sua tesouraria em Ethereum também reforça o papel corporativo como principal motor de escassez de oferta em exchanges.

Contudo, este momentum encontra um contraponto preocupante na segurança. O uso de IA por criminosos industrializou a fraude, tornando os ataques de personificação 4,5 vezes mais lucrativos. Investidores podem acompanhar o volume de negociação em exchanges como a Binance, que oferece ampla liquidez, mas devem manter vigilância máxima sobre comunicações de suporte e promessas de rendimentos fáceis.


⚠️ Riscos a Monitorar

    • Volatilidade por Reversão Política: A alta atual é dependente da narrativa Trump vs. Fed. Se a disputa esfriar, o suporte técnico em US$ 95 mil pode ser testado rapidamente.
    • Industrialização da Fraude: O aumento de 1.400% em golpes com IA coloca o setor sob pressão regulatória e pode minar a confiança do varejo global.
    • Diluição em Tesourarias Corporativas: A proposta da BitMine de emitir bilhões de ações pode gerar diluição massiva, afetando a correlação entre os papéis e o ETH em carteira.
    • Disputas de Custódia Física: O caso do roubo de XRP de uma hardware wallet física destaca que o armazenamento offline ainda exige segurança perimetral rigorosa.

💡 Oportunidades Identificadas

    • Acumulação Pré-100k: A ausência de resistência técnica significativa até os US$ 100.000 oferece uma janela estratégica para posicionamentos táticos em Bitcoin.
    • Infraestrutura DeFi: Com a aprovação do ETF da Chainlink, tokens como LINK ganham legitimidade, beneficiando-se da tese de tokenização de ativos reais (RWA).
    • Segurança Automatizada: O aumento de fraudes abre mercado para projetos focados em segurança proativa e oráculos de identidade descentralizada (DID).

📰 Principais Notícias do Período

1. Bitcoin a US$ 96k: Trump desencadeia recorde de ETFs
O Bitcoin rompeu níveis históricos impulsionado por entradas de US$ 753,8 milhões nos ETFs em um dia. O movimento foi intensificado pela liquidação de US$ 590 milhões em posições vendidas após ataques presidenciais à independência do Fed.

2. Votação da BitMine pode definir futuro do ETH institucional
Acionistas decidem hoje a expansão de capital da empresa, que já detém 3,36% do suprimento total de Ethereum. A aprovação permitirá compras agressivas, acelerando o squeeze de oferta no mercado spot.

3. NYSE aprova ETF de Chainlink da Bitwise
A Bitwise obteve sinal verde para listar seu ETF de Chainlink (CLNK). Com taxa de 0,34%, o fundo consolida a entrada de tokens de infraestrutura no mercado de capitais tradicional, seguindo os passos de BTC e ETH.

4. Golpes de personificação com IA disparam 1.400%
Relatório da Chainalysis revela que criminosos estão usando IA para automatizar fraudes, resultando em prejuízos médios 600% maiores. Operações apoiadas por algoritmos mostram-se muito mais eficientes em enganar vítimas simultaneamente.

5. Disputa de US$ 11 mi em XRP chega aos tribunais
Um caso complexo envolvendo o furto de uma Ledger expõe as vulnerabilidades de custódia em relacionamentos pessoais. O acusado agora alega direito aos fundos por investimentos sábios, criando um precedente jurídico relevante.


🔍 O Que Monitorar

    • Fluxos Diários de ETFs: Entradas acima de US$ 300 milhões/dia são o principal sinal de sustentação para o rally do Bitcoin.
    • Resultado BitMine: A Proposta 2 é o termômetro para a pressão compradora institucional no Ethereum nas próximas semanas.
    • Taxas de Funding: Monitorar se o custo de manter posições long aumenta após o short squeeze, o que pode sinalizar exaustão local.
    • Comunicados do Fed: Qualquer resposta oficial de Powell às pressões de Trump pode reverter o viés de curto prazo.

🔮 Perspectiva

O viés bullish moderado deve persistir nas próximas 24 a 48 horas, impulsionado pela combinação poderosa de momentum técnico e fluxo institucional. O Bitcoin está em território de descoberta de preço, e a proximidade com os US$ 100 mil deve gerar volatilidade intensa e possíveis squeezes adicionais. No entanto, o investidor prudente deve equilibrar o entusiasmo com a realidade dos riscos cibernéticos; a industrialização da fraude mencionada pela Chainalysis não é um risco teórico, mas uma ameaça ativa que pode gerar repercussões regulatórias inesperadas. Para quem busca exposição regulada, o surgimento de ETFs de ativos como Chainlink oferece uma diversificação bem-vinda além do duopólio BTC/ETH. Mantenha os stop-losses ajustados e foco nos indicadores de fluxo.


📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Raio dourado rasgando rede vermelha de shorts liquidados com cristal 96K no ápice, simbolizando explosão altista do Bitcoin

Bitcoin Atinge US$ 96 Mil: US$ 500 Milhões em Shorts Liquidados

O Bitcoin atingiu US$ 96.240, sua maior cotação em dois meses, nesta terça-feira (13), desencadeando mais de US$ 500 milhões em liquidações de posições short em apenas quatro horas. A quebra da resistência em US$ 94.500, após três tentativas fracassadas, foi amplificada por um short squeeze clássico, onde traders forçados a cobrir apostas contra o BTC impulsionaram o rali. Quem apostou na queda pagou caro, enquanto altcoins superaram o rei das criptos.


Breakout Após Consolidação Prolongada

O Bitcoin rompeu a faixa de resistência entre US$ 93.000 e US$ 94.000, que o continha há cerca de 57 dias — equivalente a 114 candles de 12 horas no gráfico TradingView. Essa consolidação criou uma ‘câmara de pressão’, acumulando liquidez e ordens de stop-loss em ambos os lados. Quando o preço escapou para cima, o movimento se acelerou, atingindo picos de US$ 96.250 antes de uma leve correção para perto de US$ 95.360.

Essa dinâmica não foi puramente orgânica: dados da CoinDesk mostram que o open interest de futuros de BTC caiu de US$ 31,5 bilhões para US$ 30,6 bilhões, sinalizando cobertura agressiva de shorts e compras no spot. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 510.794, com alta de 3,25% em 24 horas e volume de 318 BTC.

Liquidações de Shorts: O Catalisador do Rali

As liquidações de mais de US$ 500 milhões em posições vendidas ocorreram majoritariamente em derivativos, conforme Coinglass. Na janela de 12 horas analisada pela AMBCrypto, short liquidations somaram quase US$ 250 milhões, enquanto longs foram mínimos. Esse desequilíbrio reflete apostas pesadas contra o BTC após semanas de lateralização.

Traders bearish posicionaram-se esperando que a resistência segurasse, mas a quebra triggerou margin calls e compras forçadas, criando um loop de feedback que elevou o preço. Analistas destacam que condições de ‘sobreventa’ pós-outubro (com cascata de US$ 19 bilhões em liquidações) prepararam o terreno para esse rebote, punindo os céticos.

Altcoins Disparam e Dominância Cai

Enquanto o BTC liderava, altcoins roubaram os holofotes: DASH atingiu o maior nível desde 2021 em volume significativo, OP subiu 18,5%, TIA e PENGU +14%. O CoinDesk 80 Index (ex-BTC) avançou 8%, superando o CD20 em 6,35%. A dominância do Bitcoin caiu de 59,3% para 58,6%.

Índices de RSI sugerem que o mercado pode estar esticado, mas o otimismo renovado pós-correção indica apetite por risco. Para brasileiros, essa volatilidade reforça a importância de monitorar exchanges locais, onde o volume 24h reflete o movimento global.

Suportes, Resistências e Próximos Passos

O novo suporte técnico situa-se em US$ 94.500-US$ 93.000, com resistência em US$ 96.000-US$ 98.000 — antigo suporte de junho-novembro. Manter acima de US$ 94.500 pode abrir caminho para US$ 99.000; falha nisso arrisca recuo a US$ 85.000-94.500. O fear & greed index em ‘extreme fear’ recente favorece compras em dips.

Dados objetivos apontam para volatilidade extrema retornando: volumes de liquidação e queda no open interest confirmam o short squeeze. Investidores devem observar esses níveis para posicionamentos acionáveis.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon transferindo baûs de BTC e ETH para cofre digital, com ETFs murchando ao fundo, simbolizando movimentação de BlackRock para Coinbase

BlackRock Transfere US$ 320 Milhões em BTC e ETH para Coinbase

A maior gestora de ativos do mundo, BlackRock, transferiu US$ 320 milhões em Bitcoin e Ethereum para carteiras da Coinbase Prime em 13 de janeiro de 2026, conforme dados on-chain da Arkham Intelligence. O movimento, que incluiu 3.290 BTC (US$ 303 milhões) e 5.692 ETH (US$ 18 milhões), ocorre paralelamente ao rali do Bitcoin rumo aos US$ 96 mil, levantando questionamentos sobre possíveis resgates de ETFs ou mera gestão de liquidez institucional.


Detalhes da Transferência On-Chain

Os dados da Arkham revelam que as carteiras associadas à BlackRock enviaram os ativos diretamente para a Coinbase Prime, plataforma dedicada a clientes institucionais. Essa transferência não é isolada: posts recentes monitorados indicam padrões semelhantes nos dias 11 e 12 de janeiro, com saídas de BTC de carteiras ligadas à gestora. No entanto, volumes como esse raramente indicam vendas imediatas, mas sim movimentações para otimização operacional.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negociava a R$ 510.628 nesta quarta-feira (14/01), com alta de 3,18% nas últimas 24 horas e volume de 321 BTC nas exchanges brasileiras. Isso reforça o contexto de alta no preço do BTC, contrastando com as ações da BlackRock.

Saídas Consecutivas nos ETFs

Em paralelo, os ETFs de cripto da BlackRock enfrentam pressões. O IBIT (Bitcoin ETF) registrou US$ 71 milhões em saídas líquidas na terça-feira (13/01), marcando o quarto dia consecutivo de retiradas. Já o ETF de Ethereum acumulou perdas de US$ 80 milhões no período recente, segundo dados da Farside Investors. Coletivamente, os ETFs de cripto listados nos EUA perderam US$ 1,2 bilhão em ativos líquidos nas últimas três semanas.

Esses outflows sugerem hesitação institucional em meio à volatilidade macroeconômica, impulsionada por políticas de bancos centrais e tensões geopolíticas. Pension funds e seguradoras, alvos principais desses produtos regulados, priorizam preservação de capital sobre exposição prolongada.

Motivos Prováveis: Liquidez ou Resgates?

Analistas on-chain apontam que transferências para a Coinbase Prime tipicamente servem à gestão de liquidez ou hedging de riscos, permitindo negociações de grande porte sem impacto no mercado varejista. Não há evidências diretas de liquidações, mas o timing coincide com resgates nos ETFs, o que pode indicar rebalanceamento de portfólios. A BlackRock, com US$ 9 trilhões em ativos sob gestão, usa essas plataformas para manter flexibilidade operacional durante fases incertas.

É possível que os movimentos reflitam ajustes táticos, não um abandono do setor. A gestora mantém posições dominantes nos ETFs de BTC e ETH, mas o mercado interpreta cada transação como sinal de cautela institucional.

Implicações para o Mercado Cripto

Esse episódio destaca a maturidade do ecossistema cripto, onde ações de gigantes como BlackRock reverberam globalmente. No Brasil, onde o BTC avança, investidores devem monitorar fluxos on-chain para antecipar tendências. A adoção institucional prossegue, mas exige retornos consistentes e frameworks de risco alinhados ao status quo financeiro tradicional.

Os próximos trimestres esclarecerão se essa cautela é transitória ou recalibração duradoura. Traders atentos a carteiras de baleias como a BlackRock ganham vantagem em um mercado que premia paciência sobre impulsos.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Cena cartoon: Powell sob investigação DOJ com Trump acusando, Bitcoin rompendo barreira 94K, ilustrando prêmio de risco em tensão Fed-Trump

Investigação contra Powell Cria ‘Prêmio de Risco’ no Bitcoin

O Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) abriu uma investigação criminal contra Jerome Powell, chair do Federal Reserve, por supostas irregularidades em renovações de prédios custando mais de US$ 2,5 bilhões. Powell classificou a ação como politicamente motivada, em meio a pressões do presidente Trump por cortes agressivos de juros. O Bitcoin reagiu com vigor, rompendo US$ 94.000 em alta de 3% nas últimas 24 horas, enquanto ações despencam e ouro atinge recordes — sinalizando um ‘prêmio de risco’ para o ativo não-soberano.


O Choque da Subpoena do DOJ

A investigação ganhou tração após Powell revelar, em post nas redes sociais, que o DOJ emitiu subpoenas a um grande júri contra o Fed, ligadas a seu testemunho congressional de junho de 2025 sobre as renovações. O chair argumentou que a probe reflete a frustração da administração Trump com a relutância do banco central em afrouxar a política monetária de forma mais agressiva, priorizando dados econômicos sobre demandas políticas.

Trump tem criticado publicamente Powell, chamando por sua remoção e maior alinhamento com metas de crescimento. Mercados tradicionais sentiram o impacto: futuros de ações deslizaram, enquanto investidores rotacionaram para ativos de refúgio como ouro e prata, que bateram máximas históricas. O Bitcoin, nesse contexto, emerge como hedge alternativo contra incertezas institucionais.

Independência do Fed: Um Mito Desmascarado

Analistas como Rob Arnott, da Bloomberg, e Erik Voorhees, da ShapeShift, questionam a narrativa de independência do Fed. Arnott afirma que os governadores são nomeados pelo presidente em rodízio, garantindo ‘tomada lenta’ alinhada ao Executivo. Voorhees vai além: o Fed seria ‘tentáculo’ do establishment bancário, criado em 1913 como criatura do Congresso em conluio com o Money Trust de Wall Street.

Estudos corroboram: um paper de 2020 posiciona os EUA no quartil inferior global de independência bancária central. Historicamente, o Fed monetizou dívidas em guerras e crises, operando como extensão do Tesouro. A atual disputa expõe fissuras no status quo fiduciário, beneficiando narrativas descentralizadas.

Bitcoin e o Prêmio de Risco Macroeconômico

Com capitalização em US$ 1,88 trilhão e suprimento circulante de 19,97 milhões de BTC, o preço saltou para US$ 94.435, volume de US$ 52 bilhões em 24h. No Brasil, Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 510.132, com alta de 3,11% e volume de 320 BTC.

Essa dinâmica cria um ‘prêmio de risco’ para o BTC: em cenários de instabilidade soberana, investidores buscam ativos imunes a manipulações políticas. A rotação de risco fiat para blockchain reforça o BTC como reserva de valor global, especialmente com resistências técnicas em US$ 94k agora testadas como suporte.

Implicações Geopolíticas Globais

O embate Trump-Fed sinaliza erosão da credibilidade institucional americana, ecoando em emergentes como o Brasil, onde inflação e câmbio amplificam apelo do BTC. Investidores devem monitorar volatilidade macro, expectativas de juros e rotações setoriais. Uma falha em sustentar US$ 94k pode revisitar a faixa US$ 84k-94k, mas o momentum bullish sugere upside para US$ 98k-103k se o drama persistir.

Em um mundo de moedas fiduciárias sob pressão, o Bitcoin consolida-se como antídoto soberano, impulsionado por falhas sistêmicas nos EUA.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede luminosa de Bluetooth conectando silhuetas ugandesas na escuridão, com nó BTC central simbolizando Bitchat contra censura eleitoral

Bitchat Offline: Tecnologia Bitcoin Contra Blackout na Uganda

Internet cortada nas eleições presidenciais da Uganda? O app Bitchat está salvando a comunicação. Líder absoluto nos charts da Apple App Store e Google Play, o mensageiro offline usa Bluetooth mesh e protocolo Nostr para conectar usuários sem depender de rede centralizada. Com o blackout imposto pelo governo na terça-feira, ugandeses seguem o apelo do opositor Bobi Wine para baixar o app e manter a troca de informações durante as votações de quinta-feira. É a cripto na prática: resistência tecnológica em tempo real.


Como o Bitchat Funciona Offline

O Bitchat não é só mais um mensageiro: é uma solução prática para cenários extremos. Desenvolvido com base em princípios Bitcoin e lançado em beta por Jack Dorsey em julho de 2025, ele cria redes mesh via Bluetooth, permitindo que dispositivos se conectem diretamente uns aos outros. Sem internet, sem servidores centrais — mensagens criptografadas saltam de celular para celular em um raio de até 100 metros por hop.

Isso resolve problemas reais: em áreas rurais ou urbanas com sinal bloqueado, usuários formam redes locais espontâneas. Na Uganda, os downloads explodiram após Bobi Wine, rival do presidente Yoweri Museveni há 38 anos no poder, incentivar a adoção. Dados internos mostram mais de 400 mil instalações só em janeiro, provando utilidade imediata para coordenar eleitores e compartilhar atualizações eleitorais.

Para o dia a dia, imagine furacões, protestos ou falhas de infraestrutura: o app garante continuidade sem depender de big techs vulneráveis a censura.

Blackout Eleitoral: Terceira Vez na Uganda

Quarta-feira, 14 de janeiro de 2026: pela terceira vez consecutiva, o governo ugandês cortou o acesso à internet antes das eleições. Em 2016 e 2021, blackouts semelhantes foram justificados como prevenção à ‘desinformação’, mas críticos veem supressão de vozes opositoras. Desta vez, o corte começou às 18h de terça, confirmado pelo diretor da Uganda Communications Commission, Nyombi Thembo.

Thembo chegou a ameaçar bloquear o Bitchat, dizendo: ‘Sabemos como fazer não funcionar. Não se empolguem’. Mas o desenvolvedor Calle rebateu: sua natureza descentralizada torna impossível um shutdown total. VPNs também subiram nos charts, mas o Bitchat lidera por ser verdadeiramente offline — prático para quem precisa de comunicação agora, sem truques.

Esse padrão revela o poder da cripto: ferramentas resistentes surgem onde o controle estatal falha, empoderando cidadãos comuns.

Do Local ao Global: Usos Práticos do Bitchat

A Uganda não está sozinha. Em setembro de 2025, quase 50 mil nepaleses usaram o app durante protestos contra corrupção, driblando banimento de redes sociais. Três semanas depois, Madagascar viu um aumento similar em manifestações. Na Jamaica, o Furacão Melissa derrubou comunicações em novembro, e o Bitchat ficou em segundo lugar nos downloads.

Esses casos mostram cripto além dos preços: é infraestrutura soberana. Para brasileiros, pense em blackouts em favelas ou greves — apps como esse podem ser salvavidas cotidianas. O protocolo Nostr, integrado, garante mensagens permanentes e resistentes, enquanto Bluetooth mesh escala organicamente.

Desenvolvedores estimam crescimento exponencial: cada novo usuário expande a rede. Na Uganda, isso significa eleições mais transparentes, provando que tecnologia Bitcoin resolve problemas reais de liberdade.

O Que Isso Significa para o Futuro

O sucesso do Bitchat reforça: cripto é ferramenta prática de resistência. Enquanto governos cortam cabos, redes peer-to-peer mantêm a sociedade conectada. Monitore atualizações pós-eleição — se Museveni vencer, espere mais pressão sobre apps descentralizados. Para usuários globais, baixe agora e teste em cenários offline: a liberdade digital começa localmente.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança desequilibrada com executivo cartoon empilhando três blocos BTC contra minerador exausto com um pequeno, simbolizando empresas comprando 3x mais que mineradores

Empresas Compram 3x Mais BTC do que Mineradores: Escassez On-Chain

Enquanto você hesita, as empresas estão limpando o estoque de Bitcoin dos mineradores. Dados on-chain da Glassnode mostram que tesourarias corporativas acumularam cerca de 260 mil BTC nos últimos seis meses, três vezes mais do que os 82 mil BTC produzidos pela mineração. Isso representa um aumento de US$ 25 bilhões em balanços empresariais, sinalizando um choque de oferta real que pode sustentar preços acima de US$ 94 mil — ou R$ 508 mil no Brasil.


Crescimento Rápido das Tesourarias Corporativas

As holdings de Bitcoin em tesourarias públicas e privadas saltaram de 854 mil para 1,11 milhão de BTC no período analisado. Esse ritmo equivale a cerca de 43 mil BTC por mês, demonstrando confiança crescente das empresas no BTC como reserva de valor estratégica. A expansão adicionou aproximadamente US$ 25 bilhões aos balanços corporativos, em um contexto de volatilidade macroeconômica favorável a ativos de risco como o Bitcoin.

A MicroStrategy lidera com 687 mil BTC, representando 60% do total corporativo — valorado em US$ 65 bilhões. A empresa retomou compras em janeiro, adquirindo 13.627 BTC entre os dias 5 e 11, sua maior operação desde julho. Outros players como MARA Holdings, com 53 mil BTC, reforçam essa tendência de acumulação por mineradoras e firmas tradicionais.

Produção Mineradora Não Accompanha a Demanda

Mineradores produziram em média 450 BTC por dia, totalizando 82 mil no semestre — menos de um terço das aquisições corporativas. Essa disparidade cria um desequilíbrio de oferta, onde a demanda institucional absorve todo o fluxo novo e mais. Com mineradores optando por hodlar porções de sua produção, a liquidez disponível no mercado diminui, potencializando pressões altistas no preço.

No Brasil, onde o BTC negocia a R$ 508.606 segundo o Cointrader Monitor (alta de 2,84% em 24h), esse fenômeno on-chain ganha relevância para investidores locais atentos a ciclos de adoção.

ETFs Amplificam o Efeito Institucional

Spot Bitcoin ETFs nos EUA registraram inflows de US$ 22 bilhões em 2025, com BlackRock liderando. Esse apetite remove ainda mais BTC da circulação, complementando as tesourarias corporativas. Analistas como Matt Hougan, da Bitwise, preveem que, se persistir, a demanda de ETFs esgotará vendedores existentes, impulsionando o preço de forma parabólica.

Início de 2026 mostra inflows líquidos de US$ 500 milhões, apesar de outflows iniciais. Combinado às compras corporativas, isso reforça a narrativa de escassez estrutural, beneficiando holders de longo prazo.

Implicações para Investidores e o Ciclo Bullish

Esse ‘despertar das baleias corporativas’ não é teoria: é realidade mensurável on-chain. Para brasileiros, significa monitorar tesourarias como MicroStrategy e ETFs globais, que sustentam o BTC em faixas elevadas. Com volume 24h robusto nas exchanges locais, o momento favorece estratégias de acumulação gradual.

Os dados sugerem que o suporte de preço em US$ 90-94 mil é sólido, com potencial para novas máximas se o ritmo institucional continuar. Vale acompanhar atualizações da Glassnode para ajustes táticos.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon despejando baldes de ouro líquido em núcleo Bitcoin animado, celebrando inflows recordes de US$ 753M em ETFs spot

ETFs de Bitcoin Atraem US$ 753,7 Milhões em Maior Dia desde Outubro

A torneira institucional abriu: os ETFs spot de Bitcoin nos EUA atraíram US$ 753,7 milhões em entradas líquidas na terça-feira (13 de janeiro), o maior volume diário em três meses, desde 7 de outubro. Após semanas de saídas recordes reportadas em 11 e 12 de janeiro, o fluxo marca uma reversão clara de sentimento, impulsionada por dados de CPI estáveis e rebalanceamento pós-ano novo. Fidelity liderou com US$ 351 milhões.


Detalhes dos Inflows Recordes

Os dados da SoSoValue, compilados pela CoinDesk, mostram que o total de US$ 753,7 milhões representa o influxo mais forte desde outubro. Esse movimento sinaliza o retorno do apetite institucional por ativos de risco, após um fim de 2025 marcado por vendas tributárias e posicionamento defensivo.

No Brasil, o Bitcoin negocia a R$ 508.895, segundo o Cointrader Monitor, com alta de 2,93% em 24 horas e volume de 319 BTC. A valorização global de cerca de 3% levou o BTC a US$ 95 mil, refletindo o impacto direto dos fluxos nos ETFs.

Os ETFs de ether também captaram US$ 130 milhões, ampliando a recuperação para além do Bitcoin em um mercado que ganha tração.

Líderes do Fluxo: Fidelity, Bitwise e BlackRock

A Fidelity FBTC despontou como líder absoluto, atraindo US$ 351,3 milhões, seguida por Bitwise BITB com US$ 159,4 milhões e BlackRock IBIT com US$ 126,2 milhões. Outros produtos como ARKB, Grayscale Bitcoin Mini ETF, VanEck HODL e WisdomTree BTCW também registraram entradas positivas.

Esses números destacam a concentração em emissores de peso, cujos produtos respondem por grande parte dos ativos sob gestão em ETFs de Bitcoin. O volume spot saltou 60% para US$ 68 bilhões, com open interest crescendo 6% para US$ 64 bilhões, indicando novas posições no mercado.

Analistas veem nisso uma rotação de capital de volta aos criptoativos, reduzindo a pressão vendedora de futures, que caiu de -US$ 489 milhões para -US$ 51 milhões em net taker volume, conforme CryptoQuant.

Contexto Macro: CPI e Rebalanceamento

O turnaround coincide com dados de consumer price index (CPI) dos EUA mostrando inflação em queda, reforçando apostas em cortes de juros pelo Fed ao longo de 2026. Esse cenário macro favorece ativos de risco como o Bitcoin, que subiu 3% para perto de US$ 94.600-US$ 95.000 nas últimas 24 horas.

Após rebalanceamento de portfólios no fim de ano, investidores institucionais parecem estar recomprando, revertendo as saídas recentes. O rally também impulsionou altcoins, com Ether avançando mais de 6% para US$ 3.320.

No agregado, os inflows reduzem a oferta disponível em exchanges, sustentando preços em correções e sinalizando confiança renovada no BTC como reserva de valor.

Implicações e Próximos Passos

Técnica e fundamentalmente, o BTC recuperou médias móveis de 10, 20 e 50 dias, com suporte em US$ 90 mil. Resistência imediata em US$ 96-97 mil abre caminho para US$ 100 mil se mantida a estrutura bullish, conforme análise da Crypto.news.

Para investidores brasileiros, esses fluxos reforçam a maturidade do mercado institucional global, com potencial para mais entradas se o macro continuar favorável. Vale monitorar volumes semanais e decisões do Fed para projeções de médio prazo. O RSI em 65 sugere força sem sobrecompra excessiva.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Orbes luminosos de ouro dourado, prata prateada e Bitcoin cyan conectados em cosmos turbulento, simbolizando fuga para ativos reais amid fraqueza do dólar

Ouro e Prata em Recordes Históricos: Fuga para Ativos Reais?

Recorde atrás de recorde: o novo máximo histórico do ouro em US$ 4.640 nesta quarta-feira (14/01) reflete o desespero do mercado por ativos reais em meio à instabilidade macroeconômica. A prata também avança rumo a US$ 88, enquanto o Bitcoin oscila próximo dos US$ 94 mil após tentar romper US$ 92 mil com dados de CPI abaixo do esperado nos EUA. Esses movimentos questionam se o BTC é mesmo o ‘ouro digital’ ou apenas uma carona na desvalorização do dólar, conforme análise de traders. O que isso diz sobre o futuro do sistema financeiro global?


Recordes do Ouro e Prata: Sede por Segurança Máxima

O ouro (XAUUSD) registrou um novo patamar inédito em US$ 4.640 durante a sessão asiática, com Londres testando repetidamente essa máxima. Traders observam que, apesar da força altista geral, falhas na consolidação acima desse nível podem levar a recuos para suportes em US$ 4.620, US$ 4.612 ou até US$ 4.600. A prata acompanha o movimento, aproximando-se de US$ 88, reforçando a narrativa de fuga para safe havens tradicionais.

Esse ímpeto ocorre em um contexto de desconfiança institucional, onde o índice Dólar (DXY) mostra fraqueza correlacionada inversamente aos metais preciosos. Investidores buscam proteção contra a erosão do poder de compra fiat, ecoando padrões históricos de crises. No entanto, o ceticismo persiste: esses recordes nominais são sustentáveis ou apenas um pico especulativo antes de correções mais profundas?

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 509.164 (alta de 2,94% em 24h) tenta acompanhar, mas sua volatilidade contrasta com a resiliência dos metais físicos.

Contexto Macro: CPI Baixa e Pressões sobre o Fed

Os dados de inflação americana divulgados ontem impulsionaram o otimismo inicial: o CPI geral ficou em 2,7% nos 12 meses até dezembro de 2025, alinhado às expectativas, mas o núcleo veio em 2,6%, 0,1pp abaixo do previsto pelo BLS. Isso levou o S&P 500 a novas máximas acima de 6.990, apesar das tensões entre Trump e Powell.

O presidente eleito reiterou pedidos por cortes de juros, citando tarifas comerciais como freio à inflação. No entanto, o Fed sinaliza manutenção das taxas na reunião de 28 de janeiro, com probabilidades baixas de redução imediata. Essa spat pública eleva incertezas, beneficiando ouro e prata como hedges contra políticas monetárias expansionistas.

Mercados reagem com euforia de curto prazo, mas o histórico sugere cautela: inflação ‘plana’ em dezembro pode mascarar pressões subjacentes, como déficits fiscais crescentes.

Bitcoin: Ouro Digital ou Bolha Especulativa?

O Bitcoin tenta romper a resistência em US$ 92.600-94.000, aproximando-se de médias móveis ponderadas por volume (VWAP) em US$ 94 mil e US$ 96 mil. Traders alertam para liquidez acumulada em ambos os lados, com liquidações cruzadas de cripto próximas a US$ 170 milhões em 24h.

Enquanto alguns veem o BTC como reserva de valor alternativa, sua correlação com ações de risco questiona o rótulo de ‘ouro digital’. Em cenários de debasement monetário, metais físicos prevalecem pela tangibilidade e liquidez eterna. O BTC pode surfar a fraqueza do dólar agora, mas pullbacks profundos — para US$ 88.700 — não são descartados se o momentum falhar.

Investidores devem monitorar o DXY e decisões do Supremo sobre tarifas, que podem redefinir fluxos de capital.

Implicações para Investidores Brasileiros

No Brasil, onde o real enfrenta pressões semelhantes, esses recordes globais reforçam a diversificação em ativos reais. O ouro e prata oferecem proteção contra inflação importada, enquanto o Bitcoin — apesar do preço atual acima de R$ 500 mil — carrega riscos de volatilidade extrema. Uma estratégia precavida prioriza alocações modestas em cripto, com foco em hedges tradicionais durante essa fuga para segurança.

Vale questionar: o ‘ouro digital’ resiste à próxima crise de confiança ou revela-se apenas especulação passageira?


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Núcleo cristalino dourado de Bitcoin protegido por barreira quântica translúcida repelindo partículas caóticas, simbolizando criptografia pós-quântica contra ameaças quânticas

Bitcoin Quantum: Testnet que Blinda BTC Contra Ataques Quânticos

A BTQ Technologies lançou o Bitcoin Quantum, primeira testnet fork quântico-segura do Bitcoin, substituindo o algoritmo ECDSA vulnerável por ML-DSA, padrão NIST para segurança nacional. Isso protege cerca de 6 milhões de BTC (US$ 650-750 bilhões) em endereços expostos. Paralelamente, Vitalik Buterin alerta que o Ethereum deve adotar criptografia pós-quântica agora, evitando uma corrida contra o tempo quando computadores quânticos chegarem.


O Que é o Bitcoin Quantum

A testnet Bitcoin Quantum mantém o modelo econômico e arquitetura do Bitcoin original, mas implementa criptografia resistente a quânticos. O ECDSA, usado no Bitcoin desde 2009, pode ser quebrado pelo algoritmo de Shor em computadores quânticos futuros. O ML-DSA (Module-Lattice Digital Signature Algorithm), padronizado pelo NIST como FIPS 204, oferece segurança pós-quântica de 128 bits. Assinaturas ML-DSA são 38-72x maiores, justificando o aumento do limite de bloco para 64 MiB.

Existem ferramentas como explorador de blocos em explorer.bitcoinquantum.com e pool de mineração em pool.bitcoinquantum.com. Mineradores, devs, pesquisadores e usuários podem testar transações seguras sem risco à mainnet Bitcoin. A BTQ planeja acumular tokens como reserva estratégica, prevendo 100 mil BTQ em 12 meses via pool (taxa 3%).

Ameaça Quântica e Vulnerabilidades Atuais

Cerca de 6,26 milhões de BTC (25% do suprimento) estão em endereços P2PK com chaves públicas expostas, vulneráveis a ataques "Harvest Now, Decrypt Later". Inclui possivelmente 600-1,1 milhão de BTC de Satoshi Nakamoto. Avanços como chip Willow do Google (2024) e Majorana 1 da Microsoft (2025) aceleram timelines: roadmaps miram 1 milhão de qubits até 2030.

Vitalik Buterin enfatiza o "teste walkaway": redes como Ethereum devem ser seguras por décadas sem atualizações constantes. Ele alerta contra adiar migração pós-quântica, pois protocolos não têm o luxo de usuários individuais. Charles Hoskinson (Cardano) nota que pós-quântica é 10x mais lenta e com provas maiores.

Implicações e Resposta Institucional

Relatório Delphi Digital chama Bitcoin Quantum de "canário quântico", validando risco para US$ 2 trilhões em BTC. BlackRock triplicou disclosure de risco quântico no IBIT (US$ 64 bilhões); VanEck avisa saída se Bitcoin quebrar. Mandatos DoD (2030) e NSA CNSA 2.0 exigem ML-DSA em sistemas nacionais.

Bitcoin Core avança lento: BIP 360 em draft desde 2024. Bitcoin Quantum permite testes reais, honrando visão de Satoshi 17 anos após genesis block (3 de janeiro de 2009).

Próximos Passos para o Ecossistema

Bitcoin Quantum é permissionless:

  1. minere blocos,
  2. crie wallets,
  3. audite implantações.

BTQ captura valor via pool e QSSN para enterprises. Com tokenização projetada em US$ 16 tri até 2030, infraestrutura quântico-segura é essencial. Usuários devem monitorar: migração pré-2030-2035 é crucial para BTC/ETH sobreviverem à era quântica.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Baleia surreal emergindo de abismo digital com olhos cyan abertos e '2010' gravado, simbolizando wallet antiga transferindo BTC para Coinbase

Bitcoin de 2010 Acorda: Baleia Move US$ 182 Milhões para Coinbase

Do túmulo tecnológico para a Coinbase: por que uma baleia mineradora de 2010 resolveu mover 2.000 BTC (cerca de US$ 182 milhões ou R$ 1,02 bilhão) hoje? Detectada pelos dados on-chain, a transação envolveu 40 endereços P2PK dormentes desde 2010, enviando lotes de 50 BTC para a exchange. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 512.935, uma alta de 4,37% em 24h. O movimento reacende debates sobre pressão de venda em um mercado volátil.


Origem dos Bitcoins: Minerados na Era Satoshi

Os 2.000 BTC saíram de 40 endereços Pay-to-Public-Key (P2PK), formato usado nos primórdios da rede Bitcoin, inclusive por Satoshi Nakamoto em transações para Hal Finney. Cada endereço recebeu exatamente 50 BTC em 2010, quando o bloco rendia essa quantia e o preço era irrisório — cerca de US$ 3,50 por BTC. Hoje, cada lote vale milhões, totalizando US$ 182 milhões a US$ 91 mil por unidade.

A movimentação ocorreu em lotes precisos de 50 BTC, preservando a estrutura original. Dados on-chain mostram inatividade total por 15 anos, sugerindo um minerador antigo ativando chaves legadas. Esse padrão é raro: baleias da era Satoshi raramente se movem, e quando o fazem, coincidem com pontos de inflexão de mercado.

Para Coinbase: Venda Iminente ou Estratégia?

Depósitos em exchanges como a Coinbase frequentemente sinalizam sell pressure, mas os dados sugerem nuances. Julio Moreno, da CryptoQuant, nota que mineradores antigos emergem em preços altos como os atuais (~US$ 91K). No entanto, fluxos para exchanges podem servir a múltiplos fins: hedging, colateral para derivativos, OTC ou simples custódia moderna.

Rachel Lin, da SynFutures, enfatiza que exchanges oferecem “optionalidade” — não necessariamente venda spot. O mercado reagiu com cautela: Bitcoin está estável em 24h, mas com liquidez sensível a narrativas on-chain. Movimentações assim ampliam spreads e eliminam traders alavancados, independentemente de vendas reais.

Riscos e Mistério Tecnológico

O timing intriga: por que agora, com BTC próximo de US$ 100 mil? Possíveis motivos incluem de-risking de chaves antigas, planejamento sucessório ou rotação para ativos como ETH, visto em casos prévios. P2PK é obsoleto e vulnerável; migrar para custódia institucional mitiga riscos operacionais.

Em termos de mercado, o influxo cria sombra de venda: se convertido em oferta ativa, pode pressionar preços para baixo. Historicamente, no entanto, muitos depósitos dormentes não resultam em dumps imediatos. Investidores devem monitorar saldos na Coinbase e fluxos subsequentes via ferramentas on-chain.

Implicações para o Mercado Brasileiro

No Brasil, onde o BTC negocia a R$ 512.935 com volume de 281 BTC em 24h, esse evento reforça a vigilância. Baleias OG influenciam volatilidade global, afetando exchanges locais. Com variação positiva de 4,37%, o ativo resiste, mas traders devem observar níveis de suporte em US$ 90K.

Vale monitorar: conversão em pressão real ou mera atualização de custódia? Os dados on-chain ditarão o próximo capítulo desse mistério da era Satoshi.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Trump cartoon pressionando Powell com CPI 2.7%, impulsionando Bitcoin rompendo barreira 94K, simbolizando alta por dados macro positivos

Bitcoin Rompe US$ 94 Mil com CPI em 2,7% e Pressão Trump no Fed

A inflação nos EUA de dezembro veio em linha com as expectativas, com CPI em 2,7% ao ano e núcleo em 2,6%, abaixo do projetado. Isso impulsionou o Bitcoin a romper os US$ 94 mil, recuperando a resistência chave após disputa entre Trump e Powell no DOJ. O mercado precifica 95% de chance de taxas estáveis em janeiro, mas dados reforçam cortes futuros, elevando o BTC como hedge macro. Até onde vai esse rally?


Dados do CPI Reforçam Soft Landing

Os números do Bureau of Labor Statistics (BLS) mostraram CPI geral em 2,7% YoY, igual a novembro e em linha com forecasts. Já o core CPI, excluindo alimentos e energia, subiu 2,6% YoY, contra 2,7% esperado e estável ante o mês anterior. Mensalmente, headline foi 0,3% e core 0,2%.

Esses indicadores dissipam temores de recaída inflacionária, fortalecendo a narrativa de soft landing. O CME FedWatch Tool indica 95% de probabilidade de manutenção das taxas em janeiro, mas chances de cortes em 2026 crescem com inflação controlada. Yields do Tesouro 10 anos caíram para 4,175%, sinalizando alívio monetário.

Analistas como Matt Mena da 21Shares destacam que dados alinhados ao mandato dual do Fed (inflação e emprego) elevam otimismo para BTC, visto como reserva neutra em meio a tensões geopolíticas.

Reação do Mercado: BTC Reclama Resistência

O Bitcoin testava US$ 92 mil pré-dados, mas saltou para US$ 92.800 logo após o release, consolidando acima de US$ 94 mil à tarde. Volume 24h atingiu US$ 52 bilhões, com market cap em US$ 1,88 trilhão (+3%).

De range US$ 88k-94k em janeiro, o rompimento da resistência em US$ 94k abre caminho para US$ 98k-103k. Indicadores on-chain mostram acumulação por whales, com supply circulante em 19,97 milhões BTC. Ações como MSTR subiram 8%, refletindo apetite por risco.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 513.252 (+4,47% 24h, volume 282 BTC).

Pressão Política: Trump vs. Powell e DOJ

Paralelamente, Trump cobrou cortes agressivos via Truth Social, chamando Powell de “Too Late”. A investigação DOJ em Powell, ligada a testimony sobre renovação de US$ 2,5 bi em prédios do Fed, intensifica tensões. Powell vê motivação política para forçar easing.

Gold e prata bateram máximas, mas BTC se destaca como hedge soberano, indiferente a borders. Goldman Sachs adia cortes para junho/setembro 2026, mas CPI suave pode acelerar expectativas. Traders monitoram se US$ 94k vira suporte.

Implicações e Próximos Passos

O cenário macro favorece BTC: inflação em trégua reduz risco de hikes, enquanto pressão Trump erode independência do Fed, atraindo capital para ativos hard money. On-chain, métricas como mNAV e ETF inflows sugerem upside se hold acima US$ 94k.

Investidores devem vigiar FOMC janeiro e dados jobs. Vale monitorar resistência US$ 95k; break abre ATH path. Dados sugerem rally sustentável, mas volatilidade persiste em eleições e policy shifts.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon sul-coreanos celebrando aprovação regulatória com siglas BTC ETH XRP SOL flutuando, simbolizando liberação para investimentos corporativos

Coreia do Sul Libera Empresas para Investir em Cripto

A Coreia do Sul está revertendo uma proibição de nove anos imposta em 2017, permitindo que empresas listadas e investidores profissionais aloquem até 5% de seu patrimônio líquido em criptomoedas das top 20 por capitalização, como Bitcoin, Ethereum, XRP e Solana. Paralelamente, o plano de crescimento econômico de 2026 prevê a aprovação de ETFs spot de Bitcoin, sinalizando uma virada geopolítica que posiciona a quarta maior economia asiática na corrida global por adoção institucional de ativos digitais.


Fim das Restrições Corporativas

A Comissão de Serviços Financeiros (FSC) da Coreia do Sul anunciou que revisará suas diretrizes para autorizar a participação institucional no mercado cripto. As novas regras, esperadas para janeiro ou fevereiro, limitam a exposição a 5% do patrimônio líquido e exigem transações via as cinco maiores exchanges reguladas localmente. Stablecoins como USDT e USDC permanecem sob escrutínio.

Essa mudança reverte preocupações antigas com lavagem de dinheiro e instabilidade, abrindo portas para tesourarias corporativas. Como exemplo, a gigante Naver, com patrimônio de 27 trilhões de won, poderia adquirir cerca de 10.000 BTC, injetando dezenas de trilhões de won no ecossistema.

ETFs Spot e o Risco do Kimchi Premium

Além da liberação corporativa, o governo sul-coreano planeja lançar ETFs de Bitcoin à vista em 2026, contrariando a oposição anterior da FSC. Essa iniciativa faz parte da “Fase 2” de legislação sobre ativos digitais, incluindo regras para stablecoins com reservas integrais e resgates garantidos.

Analistas alertam para o possível retorno do kimchi premium, o prêmio de preço em exchanges locais devido a controles de capital. Atualmente em 0,61%, ele pode se ampliar com a demanda institucional, especialmente com reformas no mercado FX para trading 24 horas a partir de julho de 2026.

Posição Geopolítica na Ásia

Como quarta maior economia asiática, a Coreia do Sul alinha-se à estratégia de finanças digitais, visando processar 25% das transações do tesouro nacional via moeda digital do banco central até 2030. Esse movimento contrasta com vizinhos como China (repressão) e Japão (adoção cautelosa), posicionando Seul como hub institucional na região.

O influxo de capital corporativo pode acelerar o crescimento de empresas de blockchain locais, que antes operavam no exterior para contornar restrições. Globalmente, reforça a narrativa de maturidade do cripto, atraindo fluxos de capitais soberanos e fundos de pensão.

Impacto nos Principais Ativos

A decisão beneficia diretamente BTC, ETH, XRP e SOL, elegíveis como top 20. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 513.049,82 (+4,51% em 24h), refletindo otimismo global. Espera-se maior liquidez e redução de volatilidade com entrada institucional sul-coreana.

Investidores devem monitorar a finalização da legislação e desafios como benchmark indices e market makers, essenciais para a viabilidade dos ETFs.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança cartoon com barras de ouro e prata em recordes superando prédio Federal Reserve rachado, Bitcoin resistindo, em crise econômica

Ouro e Prata Batem Recordes em Meio a Crise no Fed

A fuga para ativos tangíveis ganha força: ouro ultrapassa US$ 4.624 por onça e prata bate US$ 88 em máximas históricas. Tensões entre Trump e Powell, com subpoena ao Fed, sinalizam um voto de desconfiança no sistema tradicional americano. Inflação via CPI abaixo do esperado impulsiona metais, mas o dólar fraqueja. Bitcoin oscila em torno de US$ 92 mil – porto seguro genuíno ou mera carona na liquidez global? Isso expõe fragilidades na economia dos EUA em 13 de janeiro de 2026.


Recordes Históricos de Ouro e Prata

O preço da prata superou US$ 88 após o CPI dos EUA registrar 2,7% anual e núcleo em 2,6%, abaixo das expectativas. O metal acumula alta de 21% no ano e se aproxima de US$ 100, beneficiado por inflação branda que reduz temores de juros altos. Ouro, por sua vez, avança 71% desde janeiro de 2025, atingindo US$ 4.624, impulsionado por demanda retail em meio a volatilidade geopolítica.

A prata já subiu 145% em 2025 e mais 20% no início de 2026, com volumes recordes em contratos Micro Silver da CME. Esses ganhos refletem fuga de investidores para ativos físicos, contrastando com a narrativa otimista de Wall Street sobre recuperação econômica.

Tensões Políticas Ameaçam Independência do Fed

O conflito Trump vs. Powell escalou com subpoena do Departamento de Justiça ao Fed, alegando irregularidades em reformas. Powell rebateu em vídeo, defendendo autonomia monetária contra pressões políticas. Senadores republicanos condenam a interferência, mas o episódio erode confiança no dólar como reserva global.

Geopolítica agrava: desafios à Venezuela, tensões no Irã e ambições na Groenlândia alimentam incerteza. FedWatch indica 95% de chance de juros estáveis em 3,50%-3,75%, mas qualquer sinal de politização pode disparar rendimentos e pressionar o status quo financeiro americano.

Bitcoin: Refúgio Real ou Bolha Inflacionária?

Bitcoin resiste próximo de US$ 92 mil, com ETFs registrando inflows iniciais de US$ 1,5 bi em 2026, mas outflows posteriores deixam saldo quase neutro. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 513.035, com alta de 4,53% em 24h e volume de 281 BTC.

Ceticismo prevalece: enquanto metais tangíveis brilham, BTC parece surfar liquidez frouxa do Fed, não substituindo ouro como hedge soberano. Volatilidade implícita cai, mas Dimon do JPM alerta subestimação de riscos macro. É provável que BTC sofra se o dólar colapsar de vez.

Implicações para o Mercado Global

A disparada de ouro e prata questiona saúde da economia americana: inflação “controlada” mascara fragilidades fiscais e políticas. Investidores devem monitorar reunião do Fed em 28 de janeiro. Para brasileiros, exposição a metais via ETF ou BTC local faz sentido, mas diversificação é chave em tempos de bearish no fiat.

Vale observar CME lançando futuros de 100 onças de prata em fevereiro, sinal de institucionalização. No entanto, narrativas de “refúgio seguro” para cripto merecem escrutínio – história mostra bolhas estourando primeiro em ativos especulativos.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.