Cúpula cyan fragmentando sob partículas quânticas roxas/vermelhas, lingote dourado intacto ao lado, simbolizando temores quânticos e migração para ouro

Alerta Quântico: Jefferies Abandona Bitcoin por Ouro

Sua carteira cripto tem medo do computador quântico? O gigante de Wall Street Jefferies acaba de abandonar o Bitcoin, removendo sua alocação de 10% no portfólio modelo Greed & Fear. O estrategista Christopher Wood substituiu o BTC por ouro físico e ações de mineradoras, citando riscos à criptografia do Bitcoin. A decisão alerta investidores sobre ameaças de longo prazo, mas devs minimizam pânico imediato. (68 palavras)


A Decisão Estratégica da Jefferies

Christopher Wood, chefe global de estratégia de ações da Jefferies, anunciou a eliminação total do Bitcoin de seu influente boletim Greed & Fear. Incluído em dezembro de 2020 com 10% de alocação, o BTC rendeu cerca de 325% desde então, superando os 145% do ouro no mesmo período. Apesar do desempenho superior, Wood optou por realocar para 5% em ouro físico e 5% em equities de mineração de ouro.

A mudança reflete preocupações com a sustentabilidade do Bitcoin como reserva de valor em portfólios de longo prazo, como fundos de pensão. Wood enfatiza que, embora não haja impacto dramático no preço no curto prazo, a base conceitual está menos sólida diante de avanços tecnológicos acelerados. Essa é uma das primeiras movimentações institucionais explícitas motivadas por quantum computing. (142 palavras)

O Risco da Computação Quântica ao Bitcoin

A segurança do Bitcoin depende de algoritmos criptográficos como ECDSA, resistentes a computadores clássicos. No entanto, computadores quânticos poderosos poderiam usar o algoritmo de Shor para derivar chaves privadas a partir de chaves públicas expostas, permitindo ataques a carteiras. Pesquisas estimam que 20% a 50% do suprimento total — ou 4 a 10 milhões de BTC — estaria vulnerável em cenários extremos.

A Coinbase identificou cerca de 6,5 milhões de BTC em formatos de wallet antigos, cujas chaves públicas já estão visíveis na blockchain, facilitando ataques de longo alcance. Grandes players como BlackRock listam esse risco em disclosures de ETFs de Bitcoin, sinalizando que o debate chegou ao mainstream financeiro. (128 palavras)

Contraponto Técnico: Ameaça Distante?

Desenvolvedores como Adam Back, CEO da Blockstream, contrapõem que a ameaça quântica está a 20 a 40 anos de distância. Há tempo suficiente para migrar para assinaturas quantum-resistant, como algoritmos pós-quânticos já em estudo pela comunidade Bitcoin. Back defende trabalho preparatório silencioso, sem alarmar investidores desnecessariamente.

Outros, como o cofundador da Solana, Anatoly Yakovenko, veem 50% de chance de avanço significativo em cinco anos, mas o consenso técnico é de resiliência de médio prazo. Wood reconhece a ausência de risco imediato ao preço, mas prioriza cautela institucional. (112 palavras)

Implicações para o Investidor Brasileiro

Para portfólios brasileiros expostos a cripto, essa movimentação reforça a necessidade de diversificação. Ouro tem histórico comprovado como hedge geopolítico e tecnológico, atingindo recordes acima de US$ 4.600/oz recentemente. Monitore avanços quânticos via fontes confiáveis e considere alocações híbridas: BTC para upside de curto prazo, ouro para proteção de longo prazo.

Evite pânico — o mercado BTC segue bullish acima de US$ 95.000 —, mas proteja ativos usando wallets modernas com chaves não expostas. Consulte profissionais para ajustes personalizados. (98 palavras)


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Âncora Bitcoin dourada conectando casal cartoon com casa nos EUA e jovem com cartão na Argentina, simbolizando uso como garantia financeira

Bitcoin como Garantia: Hipotecas nos EUA e Cartão na Argentina

Imagine usar seu Bitcoin como garantia para comprar a casa dos sonhos nos EUA ou pagar contas na Argentina, sem precisar vender um satoshi sequer. A Newrez, um dos maiores credores hipotecários americanos, anunciou que a partir de fevereiro de 2026 aceitará BTC, Ethereum e stablecoins para qualificação de financiamentos. Já na Argentina, a Lemon lançou o primeiro cartão Visa de crédito backed por Bitcoin. Essas inovações tornam a crypto uma ferramenta prática para o mercado imobiliário e crédito cotidiano.


Newrez Aceita Crypto para Hipotecas

A Newrez, posicionada entre os top 25 credores dos EUA, permite que compradores de imóveis usem holdings de Bitcoin, Ethereum, ETFs spot de BTC/ETH e stablecoins lastreados em USD na verificação de renda e ativos. O processo começa em fevereiro de 2026 e elimina a necessidade de liquidação prévia dos ativos.

Para qualificar, os criptoativos devem estar em exchanges, corretoras ou bancos regulados nos EUA. Uma avaliação ajustada pela volatilidade será aplicada, mas todos os pagamentos de parcelas e fechamento continuam em dólares americanos. Baron Silverstein, presidente da Newrez, destaca que com o mercado crypto acima de US$ 3 trilhões e 45% dos millennials e Gen Z investindo em crypto, é hora de adaptar os produtos hipotecários à nova geração de riqueza.

Leslie Gillin, Chief Commercial Officer, reforça: “Estamos criando caminhos flexíveis para a casa própria, preservando investimentos enquanto acessamos financiamento inovador.” Isso significa que holders de crypto podem manter sua exposição ao mercado enquanto realizam o sonho da casa própria.

Lemon Inova com Cartão Bitcoin na Argentina

Na Argentina, onde a inflação ainda pressiona o peso apesar de quedas recentes para 31,5% ao ano, a Lemon — segunda maior exchange local com 5,5 milhões de usuários — lançou o primeiro cartão de crédito Visa backed por Bitcoin. Anunciado nos dias 14-15 de janeiro de 2026, o produto permite depositar apenas 0,01 BTC para acessar até 1 milhão de ARS (cerca de US$ 700) em crédito para gastos diários.

O BTC fica bloqueado como colateral até o pagamento da fatura, sem exigência de histórico de crédito. Marcelo Cavazzoli, CEO da Lemon, chama o Bitcoin de “melhor reserva de valor da história da humanidade”. Dados da plataforma mostram BTC representando 34,54% das reservas dos usuários, superando stablecoins e o próprio peso, refletindo a preferência por hedge contra a desvalorização local.

Essa solução é ideal para o contexto argentino, marcado por hiperinflação passada (acima de 200% em 2023-2024) e eventos como o “corralito” de 2001, que fomentaram desconfiança no sistema bancário tradicional.

Comparação e Vantagens Práticas

Ambas as iniciativas compartilham o princípio: usar crypto como garantia sem venda, preservando o potencial de valorização. A Newrez foca no alto valor — hipotecas milionárias —, enquanto a Lemon atende necessidades cotidianas como aluguel ou supermercado, com limite inicial modesto mas escalável.

Para argentinos, a facilidade é imediata: sem burocracia de crédito e proteção contra inflação. Nos EUA, beneficia holders que evitam impostos sobre ganhos de capital ao não vender. No Brasil, onde a adoção crypto cresce, isso sinaliza tendências globais: crypto saindo do especulativo para o utilitário real.

Vale monitorar expansões, como aceitação em mais países ou ativos adicionais. Usuários devem verificar requisitos regulatórios locais e riscos de volatilidade.

Passos Práticos para Aproveitar

  1. Verifique se sua exchange é regulada (EUA para Newrez; Lemon para argentinos).
  2. Calcule o colateral necessário com ajuste de volatilidade.
  3. Planeje pagamentos em fiat para evitar liquidações forçadas.
  4. Considere diversificação: stablecoins reduzem risco em garantias.

Essas ferramentas democratizam o acesso a crédito, transformando Bitcoin em ativo produtivo no dia a dia.


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Cruz dourada neon rompendo barreira vermelha com 98K estilizado, simbolizando Golden Cross contra defesa bearish do Bitcoin

Bitcoin Forma Golden Cross, Mas Bears Defendem US$ 98 Mil

Bitcoin está em encruzilhada: a formação da cruz dourada, sinal técnico de alta mais confiável, apareceu nos gráficos apesar de queda diária de 1,3%. No entanto, os ursos defendem firmemente a barreira de US$ 98 mil, rejeitando avanços recentes. Traders projetam alvo de US$ 113 mil se o fechamento diário superar essa resistência, em um clássico cabo de guerra entre touros e bears.


O Que é a Cruz Dourada e Seu Histórico

A cruz dourada, ou Golden Cross, ocorre quando a média móvel exponencial (EMA) de 50 dias cruza acima da EMA de 200 dias, sinalizando momentum de curto prazo superando a tendência de longo prazo. No Bitcoin, esse padrão tem histórico robusto: em setembro de 2023, gerou alta de 148%; em 2024, 64%; e em 2025, 35%. A confirmação veio após recuperação de US$ 80 mil para níveis atuais próximos a US$ 95 mil.

Indicadores reforçam o viés bullish: ADX em 33,5 confirma tendência forte; RSI em 63 indica alta sem sobrecompra; e o Squeeze Momentum mostra expansão positiva. Contudo, breves falsos cruzamentos passados, como em outubro de 2025, alertam para necessidade de consolidação.

Pressão dos Ursos na Resistência de US$ 98 Mil

Apesar do sinal otimista, a defesa dos ursos em US$ 98 mil esgotou a demanda spot. O premium do Coinbase reverteu, com divergência no CVD: compras agressivas absorveram vendas, mas sem suporte passivo. Ratio bid-ask permaneceu negativo, e open interest caiu após liquidações.

Short-term holders (STHs) realizaram lucros: mais de 40 mil BTC enviados a exchanges perto do custo base de US$ 98.300. Essa realização preservou capital, limitando follow-through. Nível alinha com retração Fibonacci da máxima de US$ 126 mil, criando dupla resistência com US$ 100 mil psicológico.

Projeções Bullish: Alvo de US$ 113 Mil

Traders veem potencial de strong run-up com a projeção para US$ 113 mil via triângulo ascendente no diário. Fechamento acima de US$ 98 mil invalida bears, com alvo medido em 18% de ganho. Bounce de trendline semanal desde 2023 reforça, similar a rally de 172% pós-outubro 2023.

RSI em 64 e divergência bullish hidden no semanal sugerem espaço para alta. Acima da 21-day MA (US$ 91.200), trend é up. Whale accumulation e demanda institucional adicionam combustível.

Indicadores Atuais e Cotação em Reais

Bitcoin negocia em torno de US$ 95 mil, com suporte em US$ 91.353 e resistência imediata em US$ 98 mil. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 513.726, com variação de -0,09% em 24h e volume de 144 BTC.

Realização da STH cost basis sinaliza momentum reacelerando. Monitore US$ 100 mil para confirmação. Estratégia: otimista curto prazo, cauteloso até rompimento.


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Mineradores cartoon ativando rigs de mineração Bitcoin iluminados em dourado, com névoa dissipando, simbolizando recuperação de lucratividade segundo JPMorgan

JPMorgan: Mineradores de Bitcoin Recuperam Lucratividade em 2026

Ventos favoráveis para os mineradores? O JPMorgan detecta sinal de alívio na dificuldade de mineração do Bitcoin. Mineradores listados nos EUA iniciaram 2026 com receitas crescentes, margens melhorando para cerca de 47% e valor de mercado somando US$ 62 bilhões após ganho de US$ 13 bilhões em janeiro. A queda no hashrate da rede impulsiona a lucratividade, contrastando com o fim desafiador de 2025.


Fundamentos Melhoram com Queda no Hashrate

O relatório do JPMorgan, publicado em 16 de janeiro de 2026, aponta que os 14 principais mineradores listados nos EUA viram sua capitalização de mercado crescer significativamente nas duas primeiras semanas do ano. Esse avanço de US$ 13 bilhões reflete uma combinação de preços modestos do Bitcoin em alta e, principalmente, a redução no hashrate médio da rede, que caiu cerca de 2% na primeira quinzena de janeiro.

A receita diária média por exahash por segundo (EH/s) aumentou, enquanto as margens brutas de mineração subiram aproximadamente 300 pontos-base em relação a dezembro, atingindo 47%. O hashprice, métrica que inclui taxas de transação, avançou 11% desde o fim de 2025. Esses dados sugerem um alívio competitivo, essencial para a sustentabilidade do setor após pressões no ano anterior.

Relação Inversa: Hashrate Baixo Eleva Lucros

No universo da mineração de Bitcoin, existe uma relação inversa clara entre hashrate da rede — poder computacional total dedicado à validação de blocos — e a lucratividade por unidade de hashrate. Com menos competição, cada EH/s gera mais recompensas em BTC, elevando receitas por máquina mesmo com preços estáveis do ativo.

O banco estima que o hashrate global permaneça abaixo dos picos de outubro de 2025, o que pode sustentar essa dinâmica. Para mineradores brasileiros, isso é particularmente relevante: com energia hidrelétrica abundante e custos competitivos, operações locais podem capitalizar essa tendência. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negociava a R$ 513.719,38 às 22:54 de sexta-feira, com variação diária de -0,07%.

Analistas Reginald Smith e Charles Pearce enfatizam que, apesar da melhora, receitas por EH/s ainda estão abaixo dos níveis de um ano atrás, demandando ganhos de eficiência contínuos.

Expansão de Capacidade e Diversificação

Paralelamente, os mineradores expandiram capacidade em cerca de 12 EH/s desde novembro, liderados por Bitdeer (BTDR) e Riot Platforms (RIOT). Juntos, representam 419 EH/s, ou 41% do hashrate global — recorde histórico. Isso reforça o papel estratégico das empresas públicas.

Outro vetor de crescimento é a diversificação para inteligência artificial (IA) e computação de alto desempenho (HPC). Operadores buscam monetizar infraestrutura ociosa pós-halving, reduzindo dependência de recompensas de bloco. Para o Brasil, com potencial em energia renovável, essa pivotagem abre portas para investimentos híbridos.

Perspectivas para 2026 e o Mercado Brasileiro

O JPMorgan vê um cenário construtivo para 2026, com valuations elevadas mas não esticadas, permitindo upside se tendências persistirem. Estabilidade no preço do Bitcoin e normalização do hashrate são chaves. Mineradores brasileiros, enfrentando custos energéticos variáveis, devem monitorar esses indicadores globais.

Os dados indicam que 2026 começa melhor que o fim de 2025, com foco em eficiência e expansão disciplinada. Investidores no setor podem aguardar relatórios trimestrais para confirmar a trajetória.


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Rede hexagonal cyan com brecha vermelha central propagando ondas de choque ao sol dourado do Bitcoin, ilustrando crise de segurança e queda do mercado

Crise de Segurança: Roubo de US$ 282M e Queda do Bitcoin Agitam o Mercado

📊 BOLETIM CRIPTO | 16/01/2026 | NOITE

O roubo de US$ 282 milhões em Bitcoin e Litecoin marca o ápice de uma crise de segurança que abala a confiança nas hardware wallets neste início de 2026. O ataque, fundamentado em um vazamento prévio de dados da Ledger, expõe o fator humano como a vulnerabilidade central do ecossistema. Somado a isso, o recuo estratégico da Coinbase em Washington provocou a queda do Bitcoin para a casa dos US$ 95 mil, enquanto a Binance emite alertas críticos de perda de fundos para usuários de redes específicas. O viés bearish forte prevalece no período, exigindo cautela imediata dos investidores diante de riscos operacionais e regulatórios coordenados que testam a resiliência do mercado nas últimas horas.


🔥 Destaque: Roubo de US$ 282M via Engenharia Social

Um ataque de engenharia social em escala massiva resultou no roubo de aproximadamente US$ 282 milhões em ativos digitais no dia 16 de janeiro. O criminoso explorou informações sensíveis obtidas em um vazamento recente da Ledger para enganar uma vítima e subtrair 1.459 BTC e 2,05 milhões de LTC. Este evento não é apenas uma perda financeira monumental, mas uma demonstração da fragilidade das soluções de autocustódia quando o elo humano é comprometido por dados expostos.

Para ofuscar o rastro dos fundos, o atacante utilizou bridges via o protocolo Thorchain e converteu a maior parte do saque para a moeda de privacidade Monero (XMR). Esse movimento causou uma valorização atípica de 70% no preço do XMR em apenas quatro dias, o que deve atrair o escrutínio imediato de agências reguladoras como o GAFI. O uso de moedas anônimas para lavagem de grandes
quantias de crimes cibernéticos fornece munição política para novas restrições a esses ativos.

A lição central deste incidente é a urgência de migração para modelos de governança mais robustos, como a Multi-Party Computation (MPC). Fabricantes de hardware estão sob pressão para revisar como gerenciam dados de clientes, enquanto investidores institucionais reavaliam o risco de manter grandes volumes sob chaves privadas individuais. O monitoring de fluxos em exchanges instantâneas é agora vital para rastrear a liquidação final deste roubo.


📈 Panorama do Mercado

O cenário é de incerteza regulatória e pressão vendedora. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 514.269,32, tentando encontrar suporte em meio às notícias negativas vindas dos EUA. O adiamento do Clarity Act no Senado americano, após a Coinbase retirar seu apoio, frustrou as expectativas de clareza legal para ativos tokenizados e stablecoins, interrompendo o momentum de alta.

Enquanto o capital institucional aguarda definições em Washington, vemos um endurecimento das autoridades estaduais, como exemplificado pela multa de US$ 500 mil e migração forçada de ativos imposta à Nexo na Califórnia. Este ambiente hostil para plataformas centralizadas de lending cria um fluxo natural para alternativas DeFi puras, embora estas também sofram com a volatilidade geral do sentimento bearish dominante no curto prazo.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Engenharia Social e Phishing: O vazamento de dados da Ledger continua sendo um vetor crítico de ataques direcionados. Investidores cujos dados foram expostos devem redobrar a vigilância contra contatos que peçam informações de segurança ou assinaturas de transações.
  • Perda Permanente de Fundos: O prazo da Binance para encerrar o suporte a redes específicas (como ARB via Ethereum) termina em 22 de janeiro. Erros operacionais após esta data resultarão em perda total de ativos para o usuário.
  • Escrutínio de Privacy Coins: O uso explícito de Monero para lavar milhões de dólares roubados aumenta a probabilidade de delistings forçados e ações agressivas da SEC contra moedas de
    anonimato total.
  • Malware Mobile: O trojan BeatBanker, disseminado via aplicativos falsos do FGC, representa um risco de roubo de dados e degradação de hardware através de mineração clandestina para usuários brasileiros.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação Técnica de Bitcoin: A correção para a zona de US$ 95 mil pode oferecer pontos de entrada para investidores de longo prazo, considerando que o supply de BTC em exchanges permanece em níveis historicamente baixos (11,8%).
  • Crescimento de Soluções MPC: A falha sistemática do modelo de hardware wallet tradicional abre uma enorme oportunidade para empresas de segurança cibernética e custódia multifator que mitiguem o erro humano.
  • Adoção via Creator Economy: O investimento de US$ 200 milhões da Bitmine no projeto “MrBeast Financial” sinaliza um futuro gateway massivo de entrada para a Geração Z no ecossistema Ethereum e DeFi, embora traga riscos reputacionais associados.

📰 Principais Notícias do Período

1. Roubo de US$ 282 Milhões e o Colapso da Segurança Ataque de social engineering após vazamento da Ledger resultou na perda de 1.459 BTC. O hacker utilizou o protocolo Thorchain para fragmentar os ativos enquanto o Monero apresenta forte alta devido ao fluxo de lavagem.

2. Coinbase veta Clarity Act e BTC sofre pressão A retirada de apoio da exchange ao projeto de lei em Washington causou o adiamento da votação no Senado. O recuo institucional empurrou o Bitcoin para baixo de suportes importantes nas últimas 24 horas.

3. Alerta Urgente da Binance sobre ARB e 1INCH A exchange descontinuará redes específicas para depósitos de ARB, TURBO e 1INCH a partir de 22 de janeiro. Usuários devem redistribuir seus fundos para evitar a perda definitiva de capital por erro operacional.

4. Malware no Banco Master via App Falso do FGC Criminosos utilizam o trojan BeatBanker em um aplicativo falso para enganar clientes que buscam ressarcimento. O vírus rouba senhas e realiza cryptojacking no processador do celular das vítimas.

5. Nexo é multada pela Califórnia e forçada a migrar A Nexo Capital foi multada em US$ 500 mil por operar sem licença estadual. O regulador exigiu a transferência total de fundos para uma afiliada licenciada, impondo barreiras burocráticas ao modelo de lending.


🔍 O Que Monitorar

  • Suporte de US$ 94.800: Nível técnico crítico para o Bitcoin evitar uma correção mais profunda em direção aos US$ 80 mil.
  • Prazo Binance (22/jan): Usuários devem verificar se possuem tokens ARB ou 1INCH vinculados a redes que serão descontinuadas.
  • Movimentações ZachXBT: Acompanhar o rastreio on-chain dos 1.459 BTC roubados para identificar possíveis liquidações em exchanges.
  • Status do App FGC: Clientes do Banco Master devem baixar o aplicativo exclusivamente por links oficiais do Portal do Fundo Garantidor de Crédito.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 48 horas, o viés bearish forte deve ditar a direção dos preços, com o mercado ainda digerindo os prejuízos do hack massivo e a frustração regulatória nos Estados Unidos. A sustentação do Bitcoin acima da marca de US$ 95 mil é vital para evitar uma capitulação de curto prazo. Embora o investimento de US$ 200 milhões da Bitmine na infraestrutura de MrBeast ofereça uma luz no fim do túnel para a adoção massiva em redes Layer 2, a prioridade imediata dos investidores deve ser a segurança operacional e a readequação de carteiras diante dos alertas de exchanges. Espere por volatilidade agressiva em moedas de privacidade e protocolos de staking enquanto a poeira desses incidentes não baixa.


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Plataforma de vidro flutuante com marcas 94k rachada, 96k central e 107k dourada, simbolizando suporte crítico do Bitcoin em análise técnica

Bitcoin Recua para US$ 96k: Suporte US$ 94k Decide Rali até US$ 107k

Bitcoin: O suporte de US$ 94k é a linha na areia. O preço recuou abaixo de US$ 96 mil na abertura do mercado americano, após alívio nas tensões geopolíticas no Oriente Médio com declarações do presidente Trump sobre o Irã. Traders alertam que manter esse nível separa o bull market de uma correção profunda, enquanto o breakout da consolidação aponta para US$ 107k como próximo alvo. Dados on-chain mostram realização de lucros por holders de curto prazo.


Queda na Abertura dos EUA e Suporte Crítico

O Bitcoin caiu mais de 1% na abertura de Wall Street, atingindo mínimas de US$ 95.563. A desvalorização veio após notícias de que o presidente Trump comunicou ao Irã não querer guerra, aliviando temores no Oriente Médio e pressionando ativos de risco como o BTC para baixo, enquanto ações e metais preciosos subiram.

Analistas como Daan Crypto Trades enfatizam que o suporte em torno de US$ 94k é essencial. Uma quebra abaixo desse nível poderia invalidar o uptrend local, expondo o preço à média móvel exponencial de 200 dias (200EMA) em US$ 99.555 e potenciais suportes semanais em US$ 93.500, coincidente com a abertura anual de 2025. Manter acima de US$ 94k preserva a estrutura altista.

Breakout da Consolidação Rumo a US$ 107k

Em contrapartida, o Bitcoin rompeu a consolidação entre US$ 94k e US$ 96k, transformando a antiga resistência de US$ 94.800 em suporte. Compradores defendem pullbacks nesse patamar, sinalizando confiança crescente. O próximo objetivo de alta é US$ 107.300, onde o momentum será testado.

Enquanto o BTC consolida acima de US$ 96k, altcoins aguardam confirmação. Um avanço sustentado para US$ 107k pode desencadear apetite por risco mais amplo, beneficiando o mercado como um todo. No entanto, falha em manter acima de US$ 94k invalidaria o breakout, convidando vendas e retorno à faixa inferior.

Realização de Lucros e Cotação no Brasil

Dados da CryptoQuant revelam que short-term holders (STHs) enviaram 40.000 BTC para exchanges em 24 horas, com 37.800 em lucro, próximo ao custo médio de US$ 99.600. Isso reforça US$ 100k como resistência futura, mas também indica necessidade de mais upside para reconstruir confiança.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 514.587,68 às 11:28 de hoje, com variação de -1,4% em 24 horas e volume de 205 BTC. Investidores brasileiros monitoram esses níveis em dólares, convertendo riscos globais para reais.

O Que Traders Devem Observar

Washington continua influenciando: declarações de Trump sobre Irã e potenciais políticas monetárias do Fed impactam o sentimento. Para quem pondera comprar a queda, US$ 94k oferece risco-recompensa atrativo se segurar; abaixo disso, cautela até confirmação de fundo. Acima de US$ 100k, o caminho para US$ 107k se abre. Monitore volume e EMAs para sinais claros.


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Janela geométrica estreita se fechando com '70%' bold e luz dourada escapando, simbolizando rallys de altcoins 70% mais curtos em 2026

Janela Estreita: Rallys de Altcoins 70% Mais Curtos em 2026

Os rallys de altcoins estão dramaticamente mais curtos, caindo de cerca de 60 dias em 2024 para apenas 19-20 dias em 2025, segundo relatório da Wintermute. Essa redução de 70% reflete a migração de capital para Bitcoin e Ethereum, onde a liquidez é maior. Traders enfrentam janelas de oportunidade estreitas, com movimentos intensos, mas efêmeros, alertando para o fim do hype especulativo em tokens menores.


Dados da Wintermute: Rallys Efêmeros em 2025

O relatório da market maker Wintermute sobre mercados OTC de ativos digitais em 2025 pinta um quadro cético para altcoins. Os rallys, antes sustentados por narrativas amplas, agora duram em média 19 dias, contra os 60 dias de 2024. Essa contração deve-se a fluxos de mercado mais apertados, com capital retornando rapidamente aos grandes nomes.

Um gatilho chave foi a deleveraging em outubro de 2025, que reduziu o open interest em contratos futuros de altcoins em cerca de 55%. Mesas de negociação relatam menor liquidez, tornando difícil sustentar ganhos além de poucas semanas. Movimentos que antes eram multimensais viraram explosões curtas, seguidas de retrações rápidas.

Institucionais, via ETFs e canais dedicados, concentram fluxos em BTC e ETH, priorizando ativos com execução sem impacto drástico nos preços. Essa dinâmica sugere uma maturação do mercado, mas pune especuladores de altseason prolongada.

Colapso em Massa: 11,6 Milhões de Tokens Zerados

Complementando o cenário, 11,6 milhões de tokens zeraram em 2025, representando 86,3% do total desde 2021, com 7,7 milhões só no quarto trimestre. Isso eleva para 53,2% a fatia de criptomoedas historicamente sem valor, expondo a fragilidade de shitcoins e memecoins.

Plataformas como Solana facilitaram lançamentos baratos, mas o ciclo de hype — impulsionado por FOMO, whales e narrativas virais — leva ao inevitável colapso. Projetos sem tokenomics sólidos ou utilidade real evaporam, arrastando bilhões em capital perdido. Essa depuração reforça a migração para ativos maduros.

Para brasileiros, expostos a volatilidade, esses números são um alerta: especulação pura é roleta-russa, enquanto BTC como reserva de valor ganha tração.

Por Trás da Mudança: Liquidez e Institucionais

A concentração de liquidez explica o encurtamento dos rallys. Traders descrevem movimentos como “hair-trigger”: subidas rápidas em memecoins ou temas de exchange, mas queimam sem sustentação. Bandas de liquidez apertaram, com stops acionados mais cedo.

Fluxos institucionais priorizam o “top tier”, onde ordens executam sem slippage excessivo. Narrativas amplas deram lugar a táticas curtas, sem momentum duradouro. A capitalização total de mercado em US$ 3,22 trilhões reflete essa polarização.

Em 2026, sem retail renovado, suporte institucional a menores e macro calmo, os padrões persistem. A institucionalização acelera a autocorreção, punindo o excesso de risco.

Lições Céticas para Traders em 2026

Não caia na falácia do sobrevivente: sucessos raros como DOGE ofuscam milhões de falhas. A “morte das altcoins” pode ser hiperbólica, mas os dados gritam cautela. Monitore TVL, volume orgânico e fundamentos; diversifique em BTC/ETH/DeFi comprovado.

A janela estreita exige timing preciso — entrar cedo, sair rápido. 2026 testa se o hype resiste ou se a maturidade prevalece. Proteja o capital: o risco real é perda total em buscas por unicórnios.


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Figuras cartoon Ivy League e Strive canalizando raios dourados e cyan para cofre BTC, ultrapassando Tesla, simbolizando acumulação institucional bullish

Ivy League e Strive: Smart Money Acelera em Bitcoin

O prestigiado Dartmouth College da Ivy League revelou aportes de US$ 15 milhões em ETFs de Bitcoin e Ethereum via Form 13F, enquanto a Strive Inc. superou a Tesla ao alcançar 12.798 BTC em sua tesouraria corporativa após aprovação de aquisição. Esses movimentos sinalizam uma aceleração impressionante do smart money institucional no ecossistema cripto, validando o Bitcoin como reserva de valor de elite e impulsionando otimismo para novas máximas históricas. Revelações de 15 de janeiro de 2026 reforçam a maturidade do mercado.


Entrada Histórica da Ivy League em ETFs Cripto

O endowment da Dartmouth, gerido com rigor acadêmico, divulgou posições novas em 201.531 ações do iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock, avaliadas em US$ 10 milhões, e 178.148 ações do Grayscale Ethereum Mini Trust, totalizando US$ 5 milhões. Ao final de dezembro de 2025, essas alocações representam cerca de 3,8% do portfólio total de US$ 393 milhões, atuando como hedge contra inflação e diversificador frente a ativos tradicionais como o SPDR S&P 500 ETF.

Essa é uma posição inédita para Dartmouth, confirmando aquisições recentes em meio à valorização do Bitcoin para US$ 96.284. A escolha por ETFs spot regulados minimiza riscos operacionais, facilitando a adoção por instituições conservadoras. Outras Ivies como Harvard (US$ 442,9 milhões em IBIT), Brown e Emory já pavimentaram o caminho, formando uma tendência bullish entre endowments que gerenciam bilhões com foco em preservação de longo prazo.

Strive Supera Gigantes: 12.798 BTC em Tesouraria

Liderada por Vivek Ramaswamy, a Strive obteve aprovação dos acionistas da Semler Scientific para uma aquisição all-stock, integrando 5.048 BTC à sua tesouraria. Somados aos 7.750 BTC existentes, o total agora é de 12.798 BTC, posicionando-a como a 11ª maior detentora corporativa global.

A transação, anunciada em 13 de janeiro, eleva o yield de Bitcoin da Strive para mais de 15% no Q1 2026. Apesar de volatilidade nas ações (queda de 11,82% para US$ 0,97), o movimento reforça a estratégia de tesouraria pura em BTC, com planos de monetizar ativos da Semler para quitar dívidas e potencializar dividendos. Eric Semler ingressará no conselho, fortalecendo a governança.

Rebalanceamento no Ranking Corporativo

A Strive agora ultrapassa a Tesla, pioneira com US$ 1,5 bilhão em 2021 mas que reduziu posições, ilustrando o shift para empresas dedicadas como DATCOs. Dados on-chain mostram corporações acumulando três vezes mais BTC que a mineração mensal (~13.500 moedas), acelerando a escassez e sustentando rallies de preço.

Essa dinâmica cria um ciclo virtuoso: maior adoção eleva liquidez e estabilidade, atraindo mais capital. Para brasileiros, equivale a cerca de R$ 6,58 bilhões na tesouraria Strive, destacando o BTC como reserva superior em cenários inflacionários.

Cotação Atual e Perspectivas Bullish

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 512.870 (-1,95% em 24h, volume 209 BTC) confirma maturidade mesmo em correções. Com endowments Ivy e tesourarias corporativas alinhadas, o momentum sugere rompimento da retração Fibonacci 0,618 semanal rumo a ATHs.

Investidores devem monitorar próximos 13Fs e fechamentos de deals. Plataformas como a Binance facilitam exposição via spot ou ETFs brasileiros. Essa onda institucional é o catalisador definitivo para o próximo ciclo de valorização sustentada.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon da Lemon entregando cartão de crédito respaldado por pilha de Bitcoin intacta, simbolizando nova liquidez na Argentina

Lemon Lança Cartão de Crédito Respaldado em Bitcoin na Argentina

A exchange argentina Lemon anunciou o lançamento do primeiro cartão de crédito Visa respaldado em Bitcoin no país. Usuários depositam apenas 0,01 BTC para acessar um limite de 1 milhão de pesos argentinos (cerca de US$ 700 ou R$ 3.800). Sem necessidade de vender o BTC, a solução oferece liquidez imediata para gastos cotidianos, evitando impostos sobre ganhos de capital e preservando o potencial de valorização do ativo. Ideal para quem acumula satoshis como reserva.


Como Funciona o Cartão Bitcoin-Backed

A mecânica é simples e prática: você transfere 0,01 BTC da sua carteira para a Lemon como colateral. Em troca, ganha um cartão Visa com limite inicial de 1 milhão de ARS. Os gastos são debitados em pesos, mas o BTC fica bloqueado como garantia, rendendo em uma sidechain como a Rootstock.

Nos primeiros três meses, não há taxa de manutenção – subsidiada pela Rootstock. Depois, cobra-se uma taxa fixa de US$ 5 mensais. Na fase 2, prevista para breve, será possível ajustar o colateral e o limite de gastos conforme sua necessidade, tornando o produto mais flexível para o dia a dia.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 513.063 hoje, o que significa que 0,01 BTC vale cerca de R$ 5.130 – um colateral conservador que cobre o limite em dólares.

Vantagens Práticas para o Usuário Cotidiano

O maior ganho é a liquidez sem venda. Em vez de liquidar BTC e pagar impostos sobre lucros (no Brasil, até 22,5% IR), você usa o ativo como garantia e gasta em reais ou pesos. Isso preserva sua posição longa no Bitcoin, beneficiando-se de eventuais altas de preço enquanto usa o dinheiro para contas, compras ou investimentos.

Na Argentina, onde o peso desvaloriza rapidamente, o BTC é o ativo mais usado para poupança, superando stablecoins. A Lemon, com 5 milhões de usuários, resolve um problema real: acessar crédito sem histórico bancário tradicional. Para brasileiros, é uma lição – imagine pagar supermercado ou combustível com cartão garantido em sats, sem vender nada.

Marcelo Cavazzoli, CEO da Lemon, destaca: “Bitcoin é a melhor reserva de valor da história”. Essa abordagem transforma cripto em ferramenta financeira prática, não especulativa.

Funcionaria no Brasil? Desafios e Oportunidades

No Brasil, com economia instável similar à argentina, um produto assim faria sentido. Plataformas como Mercado Bitcoin ou Binance já oferecem empréstimos colateralizados em cripto, mas um cartão Visa físico seria inovador. Questões regulatórias surgem: o Banco Central autorizaria emissores de cartão a aceitarem BTC como colateral? A CVM veria como security?

Concorrentes como Nubank e Iti dominam cartões de crédito, mas nenhum integra cripto nativamente. Com a Lei das Criptos em vigor, há espaço para inovação. Se uma exchange brasileira lançasse isso, poderia atrair holders de BTC que querem HODL mas precisam de liquidez para o cotidiano, como reformar a casa ou viajar.

Vale monitorar: se der certo na Argentina, exchanges daqui podem copiar o modelo, democratizando o uso de Bitcoin além do trading.

Próximos Passos para Testar no Brasil

Enquanto isso não chega, opções semelhantes existem: empréstimos P2P em DeFi (como Aave) ou plataformas CeFi com colateral em BTC. Para gastos reais, cartões como o da Binance ou Crypto.com convertem cripto em fiat na hora da compra, mas exigem venda parcial.

A lição da Lemon é clara: cripto pode financiar a vida real sem sacrificar o futuro. Fique de olho em novidades locais – o Brasil, com alta adoção de stablecoins, está pronto para isso.


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Medidor brutalista com agulha em 61 na zona ganância e rachaduras vermelhas, sinalizando risco de FOMO e topo local no Bitcoin

Ganância Retorna: Fear & Greed do Bitcoin Atinge 61 Após 3 Meses

O Fear & Greed Index do Bitcoin atingiu 61 pontos, entrando na zona de "ganância" pela primeira vez em três meses, após rally para quase US$ 98.000. Paralelamente, o Bull Score caiu para 20, nível visto apenas sete vezes em seis anos. Esses indicadores mistos sugerem confiança crescente, mas alertam para risco de FOMO e correção iminente no mercado.


O Que é o Fear & Greed Index?

O Fear & Greed Index é uma métrica composta que mede o sentimento dos investidores em relação ao Bitcoin, agregando dados como volatilidade de preço, momentum, pesquisas de opinião, atividade em redes sociais, dominância do BTC e tendências de busca no Google. Valores de 0 a 24 indicam "extreme fear"; 25-49, "fear"; 50-74, "greed"; e acima de 75, "extreme greed".

Nos últimos três meses, o índice permaneceu em zonas de medo, refletindo cautela após correções. Agora em 61, ele sinaliza apetite por risco, impulsionado pela alta recente para US$ 98.000, influenciada por tensões geopolíticas como operações militares dos EUA na Venezuela e no Irã. No entanto, históricos mostram que entradas em "ganância" frequentemente precedem topos locais, com investidores movidos por euforia em vez de fundamentos sólidos.

Segundo o CryptoPotato, isso pode indicar mercado aquecido, propenso a pullback de curto prazo, especialmente com o BTC estabilizando em torno de US$ 96.000.

Bull Score: Sinal Histórico Raro

O Bull Score, da plataforma CryptoQuant, é um índice on-chain que avalia condições bullish com base em múltiplos indicadores, como suprimento de holders de longo prazo, atividade de mineração e fluxos de exchanges. Um valor de 20 reflete pessimismo extremo, com poucos sinais positivos ativos.

Esse patamar ocorreu apenas sete vezes nos últimos seis anos, geralmente em fases transitórias de correção, quando a pressão vendedora se esgota. O NewsBTC destaca que tais extremos precedem reversões, com compradores absorvendo oferta após de-risking generalizado. Com BTC testando resistências próximas a US$ 100.000, o índice sugere fragilidade no downside, mas requer confirmação de volume.

Gráficos semanais mostram recuperação abaixo da média móvel de 50 semanas, reforçando potencial de consolidação antes de impulsos maiores.

Contexto Atual e Cotação em Reais

O rally recente coincide com acumulação por whales e sharks (endereços com 10-10.000 BTC), que adicionaram mais de 32.600 BTC desde 10 de janeiro, contrastando com vendas de shrimps. Tensões com Trump e Irã impulsionaram o movimento, mas amenização reduziu volatilidade.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 511.918,43 (média das exchanges brasileiras), com variação de -1,82% em 24h e volume de 210 BTC. Para brasileiros, isso contextualiza o otimismo global em termos locais, onde liquidez em BRL influencia decisões.

Análises apontam alvos em US$ 100.000-105.000 se resistências cederem, mas falha pode testar US$ 80.000.

Implicações: Bússola Contra o FOMO

Esses indicadores oferecem uma bússola valiosa: "ganância" no Fear & Greed sugere otimismo, mas o Bull Score baixo alerta para extremos contrários. Investidores experientes veem "greed" como sinal de venda potencial, evitando compras no pico emocional.

Dados objetivos recomendam monitorar volume, médias móveis e acumulação on-chain. Para o público brasileiro, acompanhe cotações locais e evite decisões baseadas em hype. Vale observar se o BTC consolida acima de US$ 95.000 para confirmar força.

Esses sinais mistos reforçam a importância de análise multifatorial em ciclos voláteis.


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Banqueiro cartoon abrindo cofre com selo MiCAR liberando Bitcoins para clientes retail, simbolizando lançamento pioneiro KBC na Bélgica

Efeito MiCAR: KBC Lança Trading de Bitcoin para Varejo na Bélgica

O segundo maior banco da Bélgica, KBC Group, anunciou que será o primeiro no país a oferecer trading de Bitcoin diretamente a clientes varejo via sua plataforma online Bolero. O serviço inicia na semana de 16 de fevereiro de 2026, sob o regulamento europeu MiCAR, marcando um marco na adoção institucional de cripto na Europa. Essa iniciativa responde à crescente demanda por acesso regulado, sinalizando o fim da resistência bancária tradicional ao Bitcoin.


Detalhes do Lançamento via Bolero

A plataforma Bolero, focada em investimentos execution-only, permitirá que investidores privados comprem e vendam Bitcoin (BTC) e Ether (ETH) sem aconselhamento personalizado. O KBC submeteu notificação completa como Provedor de Serviços de Ativos Cripto (CASP), cumprindo todos os requisitos da MiCAR e posicionando-se à frente de concorrentes belgas.

Erik Luts, Chief Innovation Officer do KBC, destacou: “Ao oferecer a oportunidade de comprar e vender cripto em um framework regulado, estamos tornando a inovação concreta e acessível”. A base de clientes da Bolero é jovem — 60% com menos de 40 anos — e “Bitcoin” é um dos termos mais buscados, refletindo o apetite do varejo por ativos digitais.

Estudos citados pelo banco indicam que 45% dos belgas na faixa dos 30 anos já investem em criptomoedas, impulsionando essa expansão. Inicialmente limitado a BTC e ETH, o serviço pode evoluir com a demanda.

Segurança e Modelo Closed-Loop

O trading regulado prioriza segurança com um modelo “closed-loop”: clientes só podem comprar e vender dentro da Bolero, sem transferências para wallets externas ou exchanges. A custódia fica sob responsabilidade do KBC, eliminando a necessidade de gerenciar chaves privadas.

Antes de negociar, usuários devem passar por um teste de conhecimento e experiência, avaliando riscos como volatilidade e possibilidade de perda total. Controles rigorosos de KYC (Know Your Customer) e KYT (Know Your Transaction) minimizam fraudes e lavagem de dinheiro. Materiais educacionais da Bolero Academy estarão disponíveis para orientar iniciantes.

Essa abordagem conservadora, mas inovadora, equilibra acessibilidade com proteção, atraindo investidores cautelosos que buscam exposição regulada ao Bitcoin sem os riscos de plataformas não bancárias.

MiCAR: Catalisador da Adoção Europeia

A MiCAR, regulamento da União Europeia para mercados de criptoativos, está provando seu valor ao capacitar bancos tradicionais como o KBC a entrarem no espaço. Similarmente, o DZ Bank alemão obteve aprovação para uma plataforma retail de cripto em sua rede cooperativa, expandindo o acesso via apps bancários existentes.

Essa tendência bullish reforça o bull case institucional: com regulação clara, barreiras caem e capital flui para o Bitcoin. Na Bélgica, onde o varejo já demonstra entusiasmo, o KBC pavimenta o caminho para outros bancos seguirem, acelerando a maturidade do mercado europeu.

Para brasileiros acompanhando o cenário global, isso sinaliza que a adoção bancária é inevitável, potencializando valorizações futuras à medida que mais instituições integram cripto.

Implicações para Investidores Globais

Esse movimento do KBC é um vento a favor para o ecossistema Bitcoin. Com demanda retail crescendo e regulação facilitando a entrada de gigantes bancários, esperamos maior liquidez e estabilidade. Investidores devem monitorar o lançamento em fevereiro, que pode inspirar ações semelhantes em outros países europeus.

Vale a pena observar como o volume na Bolero impactará preços globais, reforçando a narrativa de adoção massiva. O futuro parece promissor para quem posicionou cedo no Bitcoin.


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Torrente dourada rompendo barreira cristalina com 97K entalhado, simbolizando Bitcoin superando US$97K com US$1,7 bi em inflows de ETFs

Bitcoin Rompe US$ 97.000 com ETFs em US$ 1,7 Bilhão de Inflow

Se você esperava o crash após os US$ 90 mil, as baleias de Wall Street acabaram de te atropelar. O Bitcoin superou os US$ 97.000 nesta quarta-feira (14), impulsionado por US$ 1,7 bilhão em inflows recordes em ETFs spot nos últimos três dias. BlackRock liderou com US$ 648 milhões no IBIT, enquanto um short squeeze de US$ 678 milhões destruiu posições vendidas. O rali reflete força institucional, não especulação.


Recordes de Inflow nos ETFs Spot Bitcoin

Os ETFs de Bitcoin spot registraram o maior fluxo de 2026 até agora, com US$ 843,6 milhões apenas na quarta-feira, revertendo saídas anteriores de janeiro. Em três dias consecutivos, o total chegou a US$ 1,7 bilhão, compensando perdas de US$ 1,4 bilhão entre 6 e 9 de janeiro. BlackRock’s IBIT atraiu US$ 648 milhões, seguido por Fidelity FBTC com US$ 125,4 milhões e ARK 21Shares ARKB com US$ 30 milhões.

Esses dados, fornecidos por plataformas como SoSoValue e Farside, sinalizam reversão de tendência. O volume total de inflows em janeiro já atinge US$ 1,5 bilhão em nove dias de negociação, o maior desde outubro de 2025. O BTC atingiu US$ 97.957 antes de corrigir para US$ 96.642, com o Crypto Fear & Greed Index saltando para 61 (“greed”).

Short Squeeze Acelera o Rompimento Técnico

O rompimento acima de US$ 96.000-US$ 97.000 desencadeou liquidações massivas de US$ 678 milhões em 24 horas, sendo US$ 591 milhões em posições curtas. Isso criou um ciclo virtuoso: preço sobe, shorts são liquidados, FOMO atrai mais compradores. O open interest de futuros caiu de US$ 31,5 bilhões para US$ 30,6 bilhões, indicando redução de alavancagem e domínio spot.

Dados de inflação mais brandos nos EUA e tensões geopolíticas posicionaram o BTC como “ouro digital”, com suporte em US$ 94.500 e alvo em US$ 99.000-US$ 100.000. Ações como MicroStrategy subiram 8%, reforçando o momentum.

Demanda Spot no Coinbase e Clarity Act

O rali é sustentado por compras reais spot na Coinbase, conforme Adjusted Coinbase Premium e Cumulative Volume Delta. Isso diferencia o movimento de apostas alavancadas, refletindo convicção compradora em meio a narrativas bearish. Paralelamente, o Clarity Act avança no Senado americano em 15 de janeiro, visando esclarecer jurisdições SEC-CFTC e atrair instituições como bancos e fundos de pensão.

Essa clareza regulatória pode catalisar influxos maiores, beneficiando o BTC primeiro entre ativos digitais.

Cotação Atual e Perspectivas para Brasileiros

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 514.574,87 (queda de 1,26% em 24h, volume 233 BTC). No Brasil, o rali reforça o BTC como reserva de valor em cenário volátil. Monitore suportes em US$ 94.500 e liquidações para sinais de continuação. Os dados sugerem momentum sustentável se o volume spot persistir.


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Personagem cartoon passando cartão Visa conectado por corrente dourada a pilha de BTC intacta, simbolizando crédito com colateral cripto na Argentina

Lemon Lança Cartão Visa com BTC na Argentina: Lição para Brasil?

A exchange argentina Lemon lançou o primeiro cartão de crédito Visa lastreado em Bitcoin do país, permitindo que usuários bloqueiem 0,01 BTC (cerca de US$ 960 ou R$ 5.140) como garantia para um limite inicial de 1 milhão de pesos argentinos. Sem precisar vender seus satoshis, é possível acessar crédito em moeda local para gastos cotidianos. Essa inovação prática pode inspirar o mercado brasileiro, onde holders buscam formas de usar cripto no dia a dia sem liquidar posições.


Como Funciona o Cartão da Lemon

O produto da Lemon transforma Bitcoin em ferramenta de crédito rotativo. Ao bloquear 0,01 BTC na plataforma, o usuário ganha limite de 1 milhão de pesos para compras com o cartão Visa. O BTC fica imobilizado como garantia, mas não é vendido ou convertido em fiat imediatamente. Isso evita tributação sobre ganhos de capital e mantém o ativo como reserva de valor.

A exchange planeja expandir: usuários poderão ajustar o colateral e limite ao longo do tempo. Futuramente, será possível liquidar compras em dólares diretamente com stablecoins como USDC ou USDT. Ideal para quem quer gastar sem comprometer holdings de longo prazo, especialmente em economias voláteis como a Argentina.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 514.370 no Brasil, com variação de -1,69% nas últimas 24 horas. Isso torna o colateral acessível para quem acumulou sats ao longo dos anos.

Contexto Argentino: Dólares no Colchão e Crises Bancárias

Argentina tem histórico de desconfiança no sistema financeiro. O “corralito” de 2001 congelou depósitos e destruiu poupanças, empurrando famílias para guardar US$ 271 bilhões em dólares “no colchão” ou contas offshore, segundo dados do FMI. Mesmo com a anistia fiscal de Javier Milei, que trouxe US$ 20 bilhões declarados, o hábito persiste.

Com inflação ainda na casa dos 30% anuais, apesar de Milei ter reduzido de níveis de três dígitos, o cartão da Lemon atende quem prefere BTC a pesos. É uma ponte entre cripto e gastos diários, sem expor ao risco bancário tradicional ou desvalorização fiat.

Lições Práticas para o Brasil

No Brasil, exchanges como Mercado Bitcoin e Binance já oferecem empréstimos colateralizados em cripto, mas um cartão Visa lastreado em BTC seria um passo adiante para adoção cotidiana. Imagine bloquear sats para limite em reais, pagando no supermercado ou por combustível sem vender Bitcoin em momento ruim.

Para o leitor prático: monitore seu portfólio. Se você tem BTC acumulado, produtos assim evitam FOMO em picos de preço. No longo prazo, com regulação avançando via CVM e BC, algo similar pode chegar. Fluxos cripto na Latam cresceram 9x em três anos, atingindo US$ 27 bilhões em 2024 – o Brasil representa fatia crescente.

Crypto como Colateral: Tendência Global

Mundialmente, crédito colateralizado em cripto é comum nos EUA e Europa, com plataformas como Nexo emitindo cartões. A diferença da Lemon é o foco em peso argentino e ambiente dollarizado. Para brasileiros, é sinal de maturidade: use BTC para alavancar vida real, mantendo upside do ativo.

Vale acompanhar atualizações da Lemon e concorrentes regionais. Quem sabe o próximo lançamento não é por aqui, facilitando o uso prático de cripto sem abrir mão dos ganhos potenciais.


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Balança glassmorphism inclinada para ganância dourada com barreira de resistência vermelha, representando índice Fear & Greed do Bitcoin em zona de cautela

Bitcoin em ‘Ganância’ pela 1ª Vez Desde Outubro: Hora de Cautela?

O índice de medo e ganância do Bitcoin voltou a marcar ‘ganância’, com 61 pontos, pela primeira vez desde outubro de 2025. Isso ocorre enquanto o BTC supera os US$ 96 mil (cerca de R$ 514 mil), impulsionado por entradas recordes em ETFs. Para iniciantes, esse sinal sugere otimismo, mas também alerta para possíveis correções em zonas de resistência como US$ 98.000-110.000. Entenda o que isso significa para sua estratégia.


O Que é o Índice de Medo e Ganância?

O Fear & Greed Index, mantido por sites como Alternative.me e CoinMarketCap, mede o sentimento do mercado cripto em uma escala de 0 a 100. Valores baixos (0-24) indicam medo extremo, quando investidores vendem por pânico, criando oportunidades de compra. Já acima de 75 é ganância extrema, com compras eufóricas que podem preceder quedas.

Atualmente em 61 pontos no Alternative.me, o índice mostra ganância moderada. No CoinMarketCap, também sobe, mas ainda não chegou lá. Essa métrica didática ajuda iniciantes a evitar decisões emocionais, combinando dados como volatilidade, volume e pesquisas sociais.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 513.842 às 21h desta quinta (15), com variação de -1,74% em 24h e volume de 234 BTC.

Por Que o Sentimento Mudou Agora?

Após meses de medo extremo, pós-crash de outubro de 2025 — a maior liquidação da história das criptomoedas —, o BTC saiu de consolidação e quebrou os US$ 96 mil. Esse movimento psicológico elevou o moral, saindo de ‘medo’ para ganância.

O crash de 10/10 abalou market makers, mas entradas recentes em ETFs sinalizam recuperação. São US$ 753 milhões no dia 13 e US$ 843 milhões no 14, entre as 30 maiores desde o lançamento. Fluxos consistentes podem sustentar a alta, mas volatilidade persiste.

Altcoins como Ethereum (+8,6% em 7 dias), BNB (+6,4%) e Solana acompanham, reforçando o otimismo geral.

Zona de Resistência: 98k a 110k Dólares

Analistas apontam a faixa de US$ 98.000 a 110.000 como resistência histórica. Se o BTC romper, pode mirar ATHs anteriores; caso contrário, correção para suportes como US$ 85k-90k é plausível. Iniciantes devem observar volume e RSI para confirmar força.

Em reais, US$ 96k equivalem a cerca de R$ 514 mil (taxa aproximada R$ 5,35/US$). Monitore exchanges brasileiras para entradas locais.

Lições para Iniciantes: Lucro ou Entrada?

Ganância moderada (61) sugere momentum positivo, mas cautela: realize lucros parciais se estiver em ganho, ou entre com DCA (Dollar Cost Averaging) em dips. Evite FOMO — compre medo, venda ganância.

Estude o índice diariamente para calibrar emoções. Ferramentas como TradingView ajudam a visualizar resistências. Lembre: cripto é volátil; diversifique e use auto-custódia.


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Leiloeiro cartoon erguendo martelo sobre mineradoras Bitcoin e carteira hardware em leilão da Receita Federal, investidores com plaquinhas

Receita Leiloa Mineradoras de BTC: Lances de R$800 a R$11.500

A Receita Federal do Brasil abre novo leilão eletrônico com equipamentos de mineração de Bitcoin e outras criptos, além de uma carteira hardware. São cinco lotes disponíveis no Aeroporto de Viracopos (SP), com lances mínimos entre R$ 800 e R$ 11.500. As propostas começam em 29 de janeiro e vão até 2 de fevereiro de 2026, com sessão de lances no dia 3. Comprar hardware cripto do governo pode ser barganha, mas exige cautela com condição dos itens.


Os Cinco Lotes em Detalhe

Os lotes incluem ASICs populares para mining de Bitcoin e altcoins. O mais acessível é o lote 190, com uma Canaan Avalon Nano 3 por R$ 800. Esse é um equipamento caseiro de baixa potência (4 TH/s), ideal para iniciantes que querem testar mineração em casa como aquecedor portátil que gera satoshis.

O lote 208 oferece uma Antminer S19 da Bitmain para Bitcoin, com lance inicial de R$ 7.000. Já o lote 220 tem duas Iceriver KS5L para Kaspa (KAS), partindo de R$ 10.000. O lote 234 reúne uma Bitmain Antminer T21 de BTC e outra ASIC similar, por R$ 8.800.

O pacote premium é o lote 157 (R$ 11.500), com duas Antminer L7 (Litecoin), uma Antminer K7 (CKB), S19 (BTC), mineradora Helium (HNT) e uma carteira Cypherock, além de componentes extras. Todos os itens foram apreendidos em Viracopos, o que sugere origem em importações irregulares.

Como Participar: Passo a Passo Prático

Para dar lances, acesse o e-CAC da Receita e selecione “Participar de leilão eletrônico”. Exige conta com nível Prata ou Ouro de confiabilidade. Certifique-se de ter certificado digital ou código de acesso.

  1. Consulte o edital completo para regras e fotos dos lotes.
  2. Verifique lotes disponíveis: Pessoas físicas só podem licitar nos 190, 208, 220 e 234. O 157 é exclusivo para PJ.
  3. Faça propostas online de 29/01 a 02/02. A melhor proposta vence na sessão de 03/02.
  4. Pague em até 24h após arremate, via DARF ou PIX. Retire os bens em Viracopos em 15 dias.

Calcule custos extras: frete de SP, energia para mining (S19 consome ~3kW) e possível manutenção, já que são usados/apreendidos.

Custo-Benefício: Vale a Pena?

Para entusiastas, sim: uma S19 nova custa R$20k+, e aqui sai por R$7k se ganhar o lance. A Nano 3 é barata para hobby. Mas riscos incluem: condição física (poeira, desgaste), garantia zero e conformidade fiscal – itens apreendidos podem ter problemas aduaneiros residuais.

Compare potência vs. custo atual de eletricidade (R$0,80/kWh). Exemplo: KS5L nova ~R$15k/unidade; lote com duas por R$10k é atrativo se funcionarem. Monitore concorrência: leilões passados tiveram arremates próximos ao mínimo.

Alternativas? Mercado secundário como Mercado Livre tem ASICs usadas, mas sem o apelo de “do governo”. Se minerar, priorize eficiência energética pós-halving BTC.

Dicas Finais para Arrematar

Estude fotos e descrições nos links dos lotes. Teste ferramentas como WhatToMine para ROI. Tenha plano B para retirada logística. Pessoas físicas evitem o lote 157. Fique de olho em leilões recorrentes da RFB – ano passado foram 55 mineradoras.

Essa é chance prática para montar home mining baratos, mas DYOR e calcule tudo antes de lances impulsivos.


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Esfera dourada Bitcoin impulsionada por fluxos institucionais rumo ao portal 100K, simbolizando FOMO e Fear & Greed em alta

Bitcoin Rompe US$ 97k: Institucionais Impulsionam para 100k?

O Bitcoin explodiu para US$ 97.700, maior nível em oito semanas, impulsionado por US$ 700 milhões em liquidações de shorts e retorno do sentimento greed. Segundo o Crypto Fear & Greed Index, o mercado cripto entrou em território de ganância pela primeira vez desde outubro, com o índice em 61 após semanas de medo. Você está preparado para os seis dígitos do BTC?


Rompimento Técnico e Liquidações Recordes

O BTC rompeu a resistência de US$ 94.000-96.000, saindo de um range de consolidação de semanas. Essa quebra técnica gerou um squeeze massivo, liquidando US$ 700 milhões em posições short, o maior evento desde outubro. Dados on-chain mostram que o rally acelerou no fim de semana, com o preço subindo de US$ 90k para US$ 97k em dias.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 520.807 (+1,97% em 24h, volume de 280 BTC). Esse movimento reflete convergência de fatores técnicos e macro, com Polymarket precificando 73% de chance de US$ 100k em janeiro.

Entrada Institucional: O Combustível Real

Diferente de bolhas passadas, desta vez a entrada de capital institucional via ETFs spot é o driver principal. Inflows recentes foram os maiores desde o fim de 2025, sinalizando alocação de capital de longo prazo. A MicroStrategy anunciou compra de US$ 1,3 bilhão em BTC, reforçando a tese de reserva de valor corporativa.

Fatores macro ajudam: CPI dos EUA mais moderado aliviou temores de aperto monetário, enquanto tensões geopolíticas (protestos no Irã) e investigação do DOJ contra Jerome Powell impulsionam ativos de risco como BTC. Os dados sugerem sustentabilidade maior que em ciclos especulativos anteriores.

Sentimento Mercado: De Fear para Greed

O Fear & Greed Index subiu para 61 (greed), após tocar 26 (extreme fear) na terça. É a primeira vez no território positivo desde o selloff de outubro, que liquidou US$ 19 bi. Já o índice específico do BTC atingiu 48 (neutral), confirmando melhora rápida alinhada ao rally.

Histórico mostra que greed moderado (não extremo) precede extensões de alta, mas exige cautela: picos de euforia frequentemente coincidem com topos. Traders hesitam em abraçar totalmente o bull run, o que pode sustentar o momentum.

FOMO Cresce: Próximos Passos para US$ 100k

Com resistências em US$ 97k-100k, o teste crucial virá nos próximos dias. Inflows contínuos em ETFs e liquidez institucional podem quebrar essa barreira, ampliando FOMO retail. Vale monitorar volume on-chain e mNAV da MicroStrategy para sinais de força.

Os dados indicam euforia controlada, mas volatilidade persiste. Investidores devem observar CPI e Fed para cues macro que impactam risco-on assets como BTC.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Barreira digital '100K' vazando energia dourada para prismas cyan e roxo de ICP e Dash, ilustrando rotação de capital para altseason

Dash e ICP Disparam: Rotação de Capital para Altcoins?

O Bitcoin falhou em romper os US$ 100 mil, recuando para cerca de US$ 96 mil após pico em US$ 98 mil. Apesar de influxos recordes em ETFs (US$ 843 milhões) e short squeeze de US$ 700 milhões, dados on-chain alertam para fragilidade. Nesse cenário, altcoins como ICP (+30%) e Dash (+40%) disparam, sinalizando possível rotação de capital para ativos alternativos.


Bitcoin Enfrenta Resistência Histórica

O avanço do Bitcoin para os US$ 100 mil foi impulsionado por um massivo short squeeze, com liquidações superiores a US$ 700 milhões. No entanto, o preço estagnou em uma zona de oferta significativa, conforme análise da Glassnode. Detentores de longo prazo podem vender, exigindo absorção pelo mercado antes de qualquer continuação da alta.

Dados da CryptoQuant revelam ausência de suporte retail: carteiras com menos de US$ 10 mil mostram demanda negativa nos últimos 30 dias. O rali é sustentado principalmente por grandes investidores, o que aumenta o risco de correções. Fatores políticos, como o adiamento do CLARITY Act e a decisão sobre tarifas de Trump, adicionam volatilidade.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 520.685 (+2,14% em 24h), reflete otimismo moderado no Brasil.

ICP e Dash Lideram Ganhos em Altcoins

O Internet Computer (ICP) lidera o Top 100 com alta de 30%, impulsionado por atualização de tokenomics que reduzirá a inflação em 70% até o fim de 2026. Essa medida fortalece fundamentos, atraindo capital para infraestrutura blockchain.

Já o Dash, veterano das criptos, avança 40% e flerta com o retorno ao Top 100. O privacy narrative reacende, beneficiando Dash ao lado de ZEC e XMR. Esses movimentos ocorrem enquanto majors como ETH e SOL mostram fraqueza relativa.

O Que é Rotação de Liquidez?

A rotação de capital descreve o fluxo de investimentos de Bitcoin para altcoins quando o BTC entra em consolidação. Gráficos de paridade Alt/BTC, foco da análise de Marina Mendes, mostram sinais iniciais de força relativa: ICP/BTC e DASH/BTC em ascensão, sugerindo sustentabilidade se o BTC não romper resistência.

Historicamente, essa dinâmica precede altseasons, onde alts superam BTC. No entanto, dados on-chain indicam fragilidade; varejo ausente pode limitar o ciclo. Investidores devem monitorar influxos ETF e suporte em US$ 95k para BTC.

Implicações e Próximos Passos

Se o Bitcoin estagnar abaixo de US$ 100k, altcoins como ICP e Dash podem assumir o palco principal. Para brasileiros, a rotação oferece oportunidades em exchanges locais, mas com cautela ante volatilidade. Análise de paridade sugere movimento sustentável curto-prazo, mas confirmação virá com volume retail.

Vale acompanhar atualizações tokenomics de ICP e privacy coins. O mercado testa resiliência: absorção de oferta BTC decidirá se altseason decola ou corrige.


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Figura regulatória cartoon abrindo portão com '3.8K' para investidor comum recebendo Bitcoin, simbolizando lei russa de cripto ao varejo

Rússia Abre Cripto ao Varejo: Limite de US$ 3.800 em Lei

A Rússia avança em projeto de lei que abre o mercado de criptomoedas para investidores de varejo, permitindo compras até 300 mil rublos (cerca de US$ 3.800). Anunciado por Anatoly Aksakov, presidente do Comitê de Mercados Financeiros da Duma Estatal, o texto será discutido na sessão parlamentar de primavera de 2026. A medida busca normalizar os ativos digitais como parte das finanças cotidianas, em meio a pressões geopolíticas e sanções ocidentais.


Detalhes do Projeto de Lei

O novo marco regulatório remove as criptomoedas de um regime especial de supervisão, tratando-as como instrumentos financeiros comuns. Investidores não qualificados — aqueles sem critérios de alta renda ou expertise profissional — poderão adquirir ativos digitais dentro do limite estabelecido. Essa abordagem reflete uma evolução na postura russa, que historicamente manteve controles rígidos sobre o setor.

Anatoly Aksakov destacou que a iniciativa integra cripto ao sistema financeiro nacional, tornando sua posse e transações mais acessíveis. A proposta surge após discussões com o Banco Central da Rússia, que em dezembro de 2025 propôs regras semelhantes, incluindo testes de conscientização de risco para participantes varejistas. Privacy coins e transações anônimas continuarão proibidas, priorizando a gestão de riscos sistêmicos.

Contexto Geopolítico e Sanções Ocidentais

No cenário global, a lei representa o Bitcoin como ferramenta geopolítica. Com sanções impostas pelo Ocidente desde a invasão da Ucrânia em 2022, a Rússia busca alternativas aos canais financeiros tradicionais. Criptomoedas emergem como solução para cross-border settlements, permitindo emissões de tokens russos em mercados estrangeiros e facilitando o comércio internacional.

Essa estratégia alinha Moscou a outras nações emergentes, como Irã e Venezuela, que adotam cripto por necessidade. Diferente de economias ocidentais, onde a regulação é cautelosa por especulação, países sob pressão externa lideram uma adoção forçada. O limite de US$ 3.800 equilibra inovação com proteção ao varejo, evitando excessos especulativos em uma população economicamente vulnerável.

Implicações para o Mercado Global

A normalização na Rússia pode acelerar a adoção em economias BRICS, onde capitais fogem de moedas fiduciárias instáveis. Para investidores brasileiros, isso sinaliza tendências: nações soberanas usando cripto para soberania financeira. Vale monitorar se o rublo digital ou stablecoins lastreados influenciarão o ecossistema global.

Reguladores russos enfatizam limites para prevenir bolhas, com o Banco Central alertando contra riscos sistêmicos. A lei não liberaliza totalmente o mercado, mas marca um passo pragmático, testando integração sem comprometer estabilidade macroeconômica.

Próximos Passos e Oportunidades

O projeto entra em debate na primavera, com aprovação esperada até meados de 2026. Para o varejo russo, significa exposição controlada a ativos como Bitcoin e Ethereum, potencialmente via exchanges locais reguladas. Globalmente, reforça cripto como reserva de valor geopolítica, desafiando o domínio do dólar.

Nações emergentes lideram essa transição, forçadas por realpolitik. Investidores devem observar como essa dinâmica impacta preços e liquidez, em um mundo multipolar.


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Carro de corrida Bitcoin cartoon abastecido por influxos dourados de executivos institucionais, acelerando para linha de chegada 100K

ETFs de Bitcoin Batem Recorde de US$ 1,7 bi: Corrida para os US$ 100k Acelera

📊 BOLETIM CRIPTO | 15/01/2026 | MANHÃ

O avanço do capital institucional define o tom bullish moderado do período, com os ETFs de Bitcoin registrando influxos recordes que impulsionam o preço rumo à barreira histórica dos US$ 100 mil. Dados de inflação benignos nos Estados Unidos serviram como o combustível necessário para um rally de risk-on global, elevando o Bitcoin acima de US$ 97.000 e puxando altcoins para ganhos expressivos. No entanto, o cenário regulatório nos EUA apresenta fissuras importantes: o racha entre a Coinbase e o Senado sobre novas leis de estrutura de mercado, somado a escândalos políticos envolvendo memecoins na Solana, gera um contraponto de cautela. O viés positivo prevalece, sustentado por um suporte comprador institucional inédito em 2026, com o momentum favorável mitigando tensões legislativas e ruídos de segurança locais.


🔥 Destaque: ETFs Bitcoin batem recorde rumo aos US$ 100k

O mercado institucional de criptoativos registrou um marco histórico nos últimos três dias, com os ETFs de Bitcoin nos EUA atraindo uma entrada líquida extraordinária de US$ 1,7 bilhão. Esse movimento reverteu completamente as perdas registradas no início de janeiro e foi liderado de forma agressiva pelo fundo IBIT, da BlackRock, que sozinho captou centenas de milhões em uma única sessão. A magnitude desses aportes sinaliza que as grandes gestoras não estão apenas comprando correções, mas perseguindo o momentum de alta em direção aos US$ 100.000.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 521.529,80, refletindo a força da moeda em solo nacional acompanhando o rali global. A confluência de um cenário macroeconômico favorável — impulsionado por dados de inflação (CPI) abaixo do esperado nos EUA — transformou o Bitcoin em um termômetro direto do apetite por risco institucional. A liquidação massiva de posições vendidas (shorts) criou um vácuo de liquidez que acelerou o preço, consolidando o ativo como um hedge estratégico de política monetária.

As implicações desse fluxo são profundas: o Bitcoin agora é negociado como um ativo macro de primeira linha, correlacionando-se com recordes nas bolsas globais e provocando um “choque de oferta” nas exchanges. Para o investidor, o sucesso dos ETFs valida o suporte institucional em níveis de preço elevados, embora o índice de Fear & Greed já entre na zona de ganância, sugerindo que períodos de volatilidade para limpeza de alavancagem podem ocorrer brevemente.

O que monitorar a partir de agora é a capacidade de manutenção desses influxos diários acima de US$ 500 milhões. Se o ritmo da BlackRock e Fidelity persistir, a resistência psicológica de seis dígitos pode ser testada antes do final do mês, consolidando o Bitcoin em um novo patamar de preço de piso.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento de risk-on domina o cenário global após o Core CPI dos EUA atingir seu menor patamar em quase cinco anos. Essa desaceleração inflacionária reduziu a pressão sobre as taxas de juros, empurrando investidores para ativos de crescimento. O Bitcoin superou os US$ 97.000, enquanto altcoins blue chips como Solana e Cardano dispararam entre 8% e 9%, sinalizando uma possível rotação de capital para ativos de maior volatilidade e potencial de retorno.

Em paralelo, a Europa prepara seu próprio evento institucional de peso: a exchange Bitpanda planeja um IPO em Frankfurt com avaliação de até US$ 5,8 bilhões. Sob a égide da regulação MiCA, o movimento contrasta com as dificuldades regulatórias nos EUA e reforça a diversificação geográfica da indústria. Na rede Binance, observa-se uma tendência de “institucionalização de memes”, com a fundação da BNB Chain aportando capital em ativos de nicho para atrair volume para o ecossistema.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Incerteza Regulatória nos EUA: O racha entre a Coinbase e o Senado sobre o rascunho da lei de estrutura de mercado pode prolongar o regime de “regulação por execução” da SEC.
  • Sobrealavancagem de Derivativos: Liquidações de shorts somam US$ 688 milhões. O acúmulo de novas posições de compra (longs) alavancadas cria risco de picos de volatilidade para correção técnica.
  • Impacto de Airdrops Massivos: O lançamento de 1,8 bilhão de tokens SKR pela Solana Mobile em 21 de janeiro pode gerar forte pressão vendedora inicial de usuários buscando lucro imediato.
  • Fraudes e Rug Pulls: O escândalo do NYC Token e operações policiais no Brasil contra golpes eletrônicos elevam o risco reputacional e o FUD para o investidor de varejo.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acompanhamento de Momentum BTC: O suporte institucional via ETFs oferece uma janela histórica para a quebra do nível de US$ 100 mil, beneficiando investidores de spot e ETFs regulados.
  • Staking Nativo Solana Mobile: O mecanismo de staking imediato pós-airdrop do token SKR oferece yields potenciais para holders do smartphone Seeker que buscam recompensas de longo prazo.
  • Setor de Fintechs Europeias: O anúncio do IPO da Bitpanda em Frankfurt abre caminho para teses de investimento em infraestrutura cripto regulada fora do eixo americano.
  • Flight to Quality: Escândalos com memecoins políticas tendem a rotacionar capital de varejo para ativos com fundamentos verificáveis, como DeFi blue-chips (AAVE, UNI) e redes de infraestrutura.

📰 Principais Notícias do Período

1. Invasão Institucional: Fluxo de ETFs de Bitcoin bate recorde de 2026
Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram entrada líquida recorde de US$ 1,7 bilhão em apenas três dias. O movimento, liderado pela BlackRock, reverteu as perdas iniciais do ano e impulsionou o BTC para a zona de preços acima de US$ 97 mil, validando o suporte institucional contínuo.

2. Bitcoin desafia os US$ 95k com inflação abaixo do esperado
Após o Core CPI dos EUA atingir 2,6%, o Bitcoin consolidou-se em nova máxima histórica de 2026. A notícia de inflação benigna desencadeou compras agressivas, resultando na liquidação de US$ 688 milhões em apostas de queda (shorts) em um cenário de otimismo macro.

3. Racha Legislativo: Coinbase retira apoio a projeto de lei nos EUA
A Coinbase abandonou seu apoio ao projeto de lei de estrutura de mercado do Senado, alegando que o texto atual é pior que o status quo por banir ações tokenizadas (RWA). A decisão cria um racha na indústria, já que a Ripple mantém o apoio ao texto.

4. Airdrop Solana Mobile: 1,8 bilhão de tokens SKR para usuários
A Solana Mobile anunciou a distribuição massiva de tokens SKR (20% do supply) para donos do smartphone Seeker. O airdrop ocorre dia 21 de janeiro e introduz staking imediato, premiando usuários por sua atividade on-chain no ecossistema mobile.

5. Escândalo NYC Token: Eric Adams nega lucros após rug pull de 80%
O ex-prefeito de Nova York negou publicamente ter lucrado com o NYC Token, que derreteu 80% do valor em apenas uma hora após o lançamento. O caso é investigado como um possível rug pull político na rede Solana, gerando crise de imagem e pressão regulatória.

6. Bitpanda prepara IPO de US$ 5,8 bilhões em Frankfurt
A exchange líder na Europa, Bitpanda, trabalha com Goldman Sachs e JPMorgan para abrir capital no primeiro semestre de 2026. A listagem em Frankfurt é vista como uma validação da regulação MiCA e uma alternativa estratégica aos mercados americanos.

7. Brasil: Operação Mirage bloqueia carteiras cripto em fraude milionária
A Polícia Civil do RS deflagrou ação contra um esquema de fraudes eletrônicas que simulava investimentos cripto. Mais de 85 contas e carteiras foram bloqueadas em SP e GO para recuperar prejuízos de 40 vítimas que somam R$ 4 milhões.


🔍 O Que Monitorar

  • ETFs Net Inflows: Verifique se a BlackRock mantém o ritmo de compras acima de US$ 500 milhões no final da semana.
  • Desenrolar Legislativo EUA: Acompanhe a votação do Comitê Bancário do Senado nesta quinta-feira após a oposição da Coinbase.
  • Funding Rates em BTC: Taxas muito altas podem indicar superaquecimento e risco de correção iminente.
  • Atividade dApp Store Solana: Se o airdrop SKR converterá em uso real do smartphone ou apenas liquidação financeira.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12-48 horas, o viés bullish moderado deve persistir, sustentado pela poderosa absorção de supply exercida pelos ETFs. A consolidação acima de US$ 95.000 é um sinal de força técnica considerável, transformando antigas resistências em novos suportes de preço. Entretanto, a volatilidade pode ser intensificada pelos ruíduos regulatórios em Washington e pela reação do mercado ao fechamento da semana operacional. Embora o momentum macro seja francamente positivo devido ao CPI benigno, o índice de ganância elevado exige cautela para quem opera alavancado. O cenário provável é de novas tentativas de teste rumo aos US$ 98k-100k, condicionado à manutenção dos fluxos institucionais e à ausência de novos FUDs regulatórios críticos.


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Mola dourada expandindo esmagando barreiras vermelhas com 97K luminoso emergindo, simbolizando short squeeze e rally do Bitcoin acima de US$ 97 mil

Bitcoin Rompe US$ 97 Mil em Short Squeeze de US$ 678 Mi

O Bitcoin rompeu os US$ 97.000 nesta quarta-feira (14), destruindo posições vendidas em um clássico short squeeze. Mais de US$ 678 milhões em liquidações foram registradas em 24 horas, com US$ 591 milhões em shorts, após o rompimento acima de US$ 96.000. O movimento ganhou força com dados de inflação americanos mais brandos que o esperado, mudando o sentimento de mercado e atraindo investidores para ativos de refúgio como BTC, ouro e prata. Se você apostou no topo em US$ 90 mil, este rally prova o contrário.


O Rompimento Técnico Acima de US$ 96.000

O Bitcoin testou repetidamente a resistência em US$ 95.000 nas últimas semanas, com rejeições em 3 de dezembro, 10 de dezembro e 5 de janeiro. Desta vez, a pressão compradora prevaleceu, impulsionando o preço para US$ 96.450, o maior nível em dois meses, conforme dados do mercado de futuros.

Esse rompimento reestruturou o mercado de curto prazo, invalidando setups de baixa. O open interest de futuros caiu de US$ 31,5 bilhões para US$ 30,6 bilhões em um dia, sinalizando redução de alavancagem e domínio de demanda spot. Empresas ligadas ao BTC, como MicroStrategy (MSTR), subiram mais de 8%, enquanto Metaplanet ganhou 15% em Tóquio.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 520.452, com alta de 1,68% em 24h e volume de 296 BTC.

Liquidações Massivas Aceleram o Rally

As liquidações de US$ 678 milhões foram dominadas por posições curtas, forçando traders alavancados a cobrir apostas contra o BTC. Isso criou um ciclo virtuoso: o preço sobe, mais shorts são liquidados, compradores entram atraídos pela FOMO, elevando ainda mais o preço.

Dados on-chain mostram que o domínio do Bitcoin caiu de 59,3% para 58%, com capital rotacionando para altcoins. Ethereum subiu 6,52% para US$ 3.327, Optimism (OP) avançou 13%, e DASH atingiu o maior nível desde 2021, com alta de 33% em 24h. Esse efeito cascata reforça a tese de mudança estrutural no sentimento.

Analiticamente, o short squeeze é evidenciado pela queda abrupta no open interest, típico de desmontagem de posições bearish excessivas após períodos de consolidação.

Mudança de Sentimento Após Dados de Inflação

O catalisador imediato veio dos dados de inflação americanos mais suaves, aliados a tensões geopolíticas e investigação criminal contra o chair do Fed, Jerome Powell. Investidores migraram para ativos de refúgio: ouro perto de US$ 4.600/onça, prata acima de US$ 91, e BTC como ‘ouro digital’.

Enquanto tech stocks (QQQ) caem 1%, BTC sobe 10% no ano. O Fear & Greed Index saiu de ‘extreme fear’ pós-outubro 2025 (US$ 19 bi em liquidações), sinalizando estabilização. Lukman Otunuga, da FXTM, destaca: ‘ativos de risco frágeis, mas safe havens brilham’.

David Morrison, da Trade Nation, aponta preocupação com independência do Fed e política externa dos EUA como drivers de volatilidade.

Próximos Níveis e Implicações

Suporte chave agora em US$ 94.500; hold abre caminho para US$ 99.000-US$ 100.000. Falha pode retestar US$ 85.000-US$ 94.500. Para brasileiros, com BTC a R$ 520 mil, o rally reforça adoção como reserva de valor em meio a incertezas globais.

Dados sugerem momentum sustentável se volume spot persistir. Monitore liquidações e domínio BTC para sinais de continuação ou reversão.


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