Personagens cartoon de Wall Street e trader cripto ativando relógio 24/7 com rede digital ao fundo, simbolizando lançamento do trading cripto pela CME

CME Lança Trading Cripto 24/7 em Maio e Revoluciona Wall Street

A CME Group, maior marketplace de derivativos do mundo, anunciou o lançamento do trading 24/7 para futuros e opções de criptomoedas a partir de 29 de maio. O movimento, pendente de aprovação regulatória, responde à demanda institucional explosiva, com 407 mil contratos diários negociados em 2026. É a prova cabal de que as finanças tradicionais estão se adaptando ao ritmo nonstop do criptomercado, fortalecendo os fundamentos de adoção global.


Detalhes do Lançamento 24/7

O trading ininterrupto na plataforma CME Globex cobrirá Bitcoin, Ether e outros ativos digitais, alinhando-se ao mercado spot que opera sem pausas. Anteriormente limitado a 23 horas diárias em dias úteis, o novo modelo incluirá apenas uma janela mínima de duas horas de manutenção aos fins de semana. Transações de sexta a domingo terão data de negócio do próximo dia útil para liquidação e relatórios.

Tim McCourt, head global de produtos alternativos da CME, destacou: “Isso garante aos clientes gerenciamento de exposição em qualquer momento”. A expansão reflete o amadurecimento do ecossistema, onde o cripto dita o ritmo para o legado financeiro.

Volumes Recordes Impulsionam a Mudança

Os números não mentem: em 2025, o volume notional atingiu US$ 3 trilhões, com média diária de contratos subindo 46% para 407.200 em 2026. O interesse aberto médio chegou a 335.400 contratos, +7% ante o ano anterior. Futuros de Bitcoin lideram, com 403.900 contratos diários.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 349.436 nesta quinta-feira (19/02), com variação de +0,26% em 24h. Esses fluxos institucionais constroem uma base sólida, reduzindo volatilidade e atraindo mais capital.

Apoio Regulatório e Efeito Wall Street

A CFTC, por meio do chair Mike Selig, endossou o modelo 24/7 como “no-brainer” para cripto, diferenciando de commodities tradicionais. CEOs da Nasdaq e NYSE também avançam em trading contínuo de ações, inspirados pelo cripto. A NYSE desenvolve plataforma on-chain para settlement 24/7 de ações tokenizadas.

Desde o lançamento de futuros de Bitcoin em 2017 e Ether em 2021, a CME expandiu para Cardano, Chainlink e Stellar. O mercado está se construindo: instituições migram para venues regulados, elevando liquidez e confiança.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público brasileiro, isso significa maior estabilidade global no Bitcoin e altcoins, facilitando tesourarias corporativas e ETFs. A demanda reprimida por gerenciamento de risco 24/7 sinaliza maturidade — volatilidade de curto prazo é ruído ante a tendência de adoção. Vale monitorar fluxos de ETF e halvings como catalisadores. Os fundamentos se fortalecem, preparando o terreno para ciclos de alta sustentáveis.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de BlackRock e Coinbase transferindo baú com esferas BTC e ETH luminosas, simbolizando movimentação on-chain de US$115M

BlackRock Transfere US$ 115M em BTC e ETH para Coinbase

Os dados on-chain indicam que a BlackRock depositou 1.270 BTC (US$ 84,92 milhões) e 15.409 ETH (US$ 30,22 milhões) na Coinbase, totalizando US$ 115 milhões em movimentações recentes, conforme monitoramento do Onchain Lens. A operação, registrada em 19 de fevereiro de 2026, pode sinalizar aportes adicionais, segundo fontes. O Cointrader Monitor informa que o Bitcoin cotava a R$ 349.448,85 às 18:41, com variação de +0,27% em 24 horas. Tais transferências de grandes gestoras impactam a percepção de liquidez no mercado.


Detalhes da Transação On-Chain

Os registros mostram uma transferência precisa: 1.270 BTC avaliados em aproximadamente US$ 84,92 milhões e 15.409 ETH por US$ 30,22 milhões, conforme relato da Odaily. Esses valores refletem cotações próximas a US$ 66.900 por BTC e US$ 1.960 por ETH no momento da operação. Em reais, equivalem a cerca de R$ 443 milhões em BTC e R$ 156 milhões em ETH, com base em cotações recentes de R$ 349.449 (BTC-BRL) e R$ 10.162 (ETH-BRL).

A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, utiliza a Coinbase Prime para custódia institucional. Movimentações como essa não indicam necessariamente vendas imediatas, mas ajustes em reservas para ETFs ou negociações OTC. Os dados do Onchain Lens destacam o padrão de transferências em lotes, minimizando impacto no preço spot.

Contexto de Movimentos Institucionais

Esta não é a primeira ação da BlackRock no ecossistema cripto. O fundo iShares Bitcoin Trust (IBIT) acumulou bilhões em BTC desde o lançamento. Transferências para exchanges como a Coinbase frequentemente precedem criações de unidades de ETF ou rebalanceamentos de tesouraria. Em operações recentes, como em junho de 2025, observou-se extrações simultâneas de ETH, sugerindo gerenciamento ativo de portfólio.

Os volumes são significativos: 1.270 BTC representam 0,006% do suprimento circulante de Bitcoin (19,7 milhões), mas para o mercado brasileiro, equivalem a um volume relevante. O volume 24h de BTC nas exchanges locais foi de 290 BTC, per CTM API, destacando a escala institucional global versus local.

Implicações para o Mercado Cripto

Mercados reagem a fluxos institucionais. Após o anúncio, BTC oscilou entre US$ 65.681 e US$ 67.314 nas últimas horas, com fechamento em US$ 67.011 (+0,80%). ETH registrou -0,32%, cotado a US$ 1.949. Em BRL, BTC em R$ 349.448 e ETH em R$ 10.162 acompanham a tendência global, influenciada por fatores macro como dados de emprego nos EUA.

Tais depósitos podem preparar liquidez para staking em ETH ou expansões de ETFs. No entanto, sem confirmação oficial, traders monitoram endereços da BlackRock para sinais de saída. A ausência de dumps imediatos reforça a tese de custódia estratégica, não realização de lucros.

Níveis Técnicos a Observar

Para BTC, suporte imediato em US$ 65.600 (média móvel 50 períodos) e resistência em US$ 67.500. ETH testa suporte em US$ 1.900, com potencial recuo a US$ 1.850 se volumes declinarem. Indicadores como RSI (BTC: 55, neutro) sugerem consolidação. Investidores devem acompanhar fluxos on-chain via ferramentas como Onchain Lens para atualizações.

No agregado, os dados mostram continuidade de adoção institucional, com BlackRock como referência. Volumes de 24h em BTC-BRL indicam liquidez estável no Brasil.


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Personagens cartoon de sheik tech e CZ supervisionando rigs de mineração produzindo blocos BTC no deserto, simbolizando lucros dos Emirados Árabes com Bitcoin

Emirados Árabes Lucram US$ 344 Milhões com Mineração de Bitcoin

Os Emirados Árabes Unidos acumulam US$ 344 milhões em lucro não realizado com mineração de Bitcoin, mantendo uma reserva estratégica de 6.782 BTC avaliados em cerca de US$ 450 milhões. Iniciada em 2022 pela Citadel Mining, ligada à família real de Abu Dhabi, a operação produz 4,2 BTC por dia e prioriza a retenção dos ativos, contrastando com mineradores que vendem em pânico. Essa ‘estratégia de ferro’ sinaliza a visão soberana de nações no ecossistema cripto.


Estratégia de Mineração dos Emirados

A iniciativa dos Emirados Árabes Unidos começou em 2022 com a Citadel Mining, empresa associada à International Holding Company e à família real de Abu Dhabi. Instalada em Al Reem Island, a infraestrutura explora energia barata para gerar cerca de 4,2 BTC diários. Diferente de muitos participantes que liquidam estoques em quedas, os EAU seguram a maioria, transformando produção em reserva de valor de longo prazo.

Segundo dados on-chain da Arkham, os wallets ligados ao Royal Group controlam esses 6.782 BTC, com valor atual estimado em US$ 450 milhões. O lucro não realizado de US$ 344 milhões exclui custos energéticos, destacando eficiência. Em agosto de 2023, o portfólio valia US$ 700 milhões, mas a estratégia HODL resiste à volatilidade, reforçando fundamentos sólidos.

O Papel de CZ na Transição Soberana

O fundador da Binance, Changpeng Zhao (CZ), revelou ter advogado pela pivot dos EAU para mineração de Bitcoin. Em postagem recente, CZ confirmou seu envolvimento na orientação estratégica, alinhando-se aos interesses da exchange na região. Arkham estima que o país minerou US$ 453,6 milhões em BTC via Citadel, com saques mínimos há quatro meses.

Essa parceria exemplifica como líderes do setor impulsionam adoção institucional. CZ, conhecido por diálogos com governos, conecta expertise privada a políticas soberanas, acelerando a transição energética para criptoativos. Os EAU veem o Bitcoin não só como commodity, mas como store of value nacional.

Implicações Macro para o Mercado Cripto

Enquanto mineradores enfrentam desafios pós-halving e volatilidade, nações como os EAU constroem reservas estratégicas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 349.535 reflete resiliência, com variação positiva de 0,37% em 24h. Convertendo, os 6.782 BTC equivalem a cerca de R$ 2,37 bilhões, superando reservas tradicionais em liquidez digital.

O dólar a R$ 5,21 reforça o apelo global. Países como Butão também acumulam, mas vendem seletivamente; os EAU priorizam acumulação, sinalizando confiança no ciclo de adoção. Isso fortalece a narrativa de alta: fluxos institucionais e soberanos constroem bases para valorizações futuras.

O Futuro da Adoção Soberana

A ‘estratégia de ferro’ de Abu Dhabi inspira: transformar excedentes energéticos em Bitcoin posiciona os EAU à frente na economia digital. Investidores devem monitorar on-chain para fluxos semelhantes, enquanto o mercado digere correções curtas. Os fundamentos se fortalecem com adoção global, independentemente de ruídos diários.

Essa movimentação reforça que, em ciclos de incerteza, nações visionárias mineram para o futuro, enquanto outros reagem ao medo. O ecossistema cripto avança com players soberanos no mapa.


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Esfera dourada comprimida por bandas geométricas tensionadas com rachaduras vermelhas, simbolizando squeeze histórico das Bandas de Bollinger no Bitcoin

Bitcoin: Bandas de Bollinger Indicam Explosão Imminente

O silêncio antes da explosão: as Bandas de Bollinger do Bitcoin estão no nível mais apertado da história, segundo analistas. Isso indica um movimento explosivo iminente no preço. Ao mesmo tempo, a análise da K33 Research aponta que estamos na fase final do bear market, similar a 2022, com consolidação entre US$ 60 mil e US$ 75 mil. Entenda esses sinais sem pânico e com clareza para navegar melhor pelo mercado.


O Que São as Bandas de Bollinger?

Em outras palavras, as Bandas de Bollinger são como uma ‘borracha elástica’ ao redor do preço do Bitcoin. Criadas por John Bollinger, elas consistem em uma média móvel simples no meio — pense nisso como a linha central do preço nos últimos 20 dias ou períodos — e duas bandas externas que medem a volatilidade. Quando o preço ‘toca’ a banda superior, está caro; na inferior, barato.

Isso significa que, quando as bandas apertam — ou seja, ficam bem próximas uma da outra —, a volatilidade está baixa. É como uma bola de borracha comprimida: ela precisa explodir para algum lado. No gráfico mensal do Bitcoin, esse squeeze está no recorde histórico, o que historicamente precede rallies fortes, exceto na queda de 2022 para US$ 16 mil.

Pense assim: imagine uma rua lotada que fica cada vez mais estreita. Os carros (preços) vão devagar agora, mas logo vem uma explosão de movimento. Analistas como Dorkchicken destacam que as chances de alta são maiores quando a expansão começar.

Por Que Esse Squeeze Pode Ser o Fim do Bear Market?

O atual aperto das bandas sugere que o Bitcoin, cotado em torno de US$ 67 mil, está acumulando energia. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 349.866 (+0,81% em 24h). Indicadores complementares, como o Sharpe Ratio em -38 (nível de fundos de ciclo), reforçam que estamos perto de um ‘buy zone‘ geracional.

Em 2015, 2019 e 2022, esses sinais baixos levaram a altas. Mas há riscos: um death cross nas médias móveis de 3 dias pode puxar para baixo primeiro, talvez até US$ 33 mil. No entanto, o histórico favorece paciência para quem holda.

A Visão da K33: Fase Final Como em 2022

A K33 Research, via Vetle Lunde, usa um ‘regime indicator‘ que combina funding rates negativos (há 11 dias), open interest baixo (abaixo de 26 mil BTC) e outflows de ETFs (103 mil BTC desde outubro). Isso espelha novembro de 2022, pré-fundo global.

Isso significa que o downside está limitado, mas não espere rebound rápido. Espere consolidação em US$ 60 mil-75 mil, com retornos médios de 3% em 90 dias. Trading spot caiu 59%, instituições cautelosas no CME. O Fear & Greed em 5 reflete pânico, mas não garante alta imediata — média de +2,4% em 90 dias.

Analogia brasileira: é como esperar o carnaval após o pré-carnaval morno. O movimento vem, mas com paciência.

O Que Fazer Agora? Passos Práticos

  1. Monitore as bandas: expansão para cima é sinal de alta.
  2. Verifique funding rates e ETF flows.
  3. Evite FOMO ou pânico: ciclos têm fases de consolidação.
  4. Diversifique e estude seu risco.

Você está aprendendo? Ótimo! Esses sinais empoderam decisões informadas. O bear market final testa paciência, mas recompensa os preparados.


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Eclipse escuro cobrindo sol dourado do Bitcoin com raios vermelhos, simbolizando pior queda desde 2022 por Fed hawkish e tensões globais

Fed Hawkish e Tensões Globais: BTC na Pior Queda desde 2022

As atas da reunião de janeiro do FOMC revelaram pela primeira vez a possibilidade de aumento de juros caso a inflação nos EUA permaneça acima da meta de 2%, sinalizando um tom mais hawkish do que o esperado. Combinado às crescentes tensões geopolíticas no Oriente Médio, o Bitcoin está a caminho de sua quinta semana consecutiva de queda, a pior sequência desde 2022. Investidores globais reavaliam o apetite por risco em meio a um dólar fortalecido e petróleo em alta.


Tom Hawkish nas Atas do Fed

Os minutos da reunião do Federal Reserve de 27 e 28 de janeiro, divulgados nesta quinta-feira (19), mostram que a maioria dos participantes optou por manter a taxa de juros federais entre 3,50% e 3,75%. No entanto, vários membros alertaram para riscos de inflação mais persistente do que o previsto, com o CPI atual em 2,4%, ainda acima da meta. Pela primeira vez em documentos recentes, alguns participantes indicaram apoio a ajustes para cima na taxa se os preços não convergirem para 2% de forma firme.

O jornalista Nick Timiraos, conhecido como ‘transmissor do Fed’, destacou a ausência de prazos claros para o retorno à meta inflacionária nas projeções do staff, um sinal de que autoridades americanas perderam confiança na desinflação rápida. Essa mudança de tom encerra uma trégua esperada pelos mercados e pressiona ativos de risco como criptomoedas, que dependem de liquidez farta para valorizar.

Tensões Geopolíticas Aceleram a Queda do BTC

Paralelamente ao Fed, riscos geopolíticos no Oriente Médio intensificam a aversão ao risco. Relatos indicam que os EUA acumulam a maior concentração de poder aéreo na região desde 2003, com possibilidade de ataques ao Irã. Isso elevou o índice do dólar a 97,7, o mais alto desde 6 de fevereiro, e o petróleo WTI para US$ 65, de uma mínima de US$ 62.

Um dólar forte e commodities em alta apertam as condições financeiras globais, afetando especialmente o Bitcoin, que caiu mais de 50% desde o pico de US$ 126.500 em outubro. Em termos semanais, o BTC registra cinco quedas consecutivas, ecoando o mercado de baixa de 2022, quando acumulou nove semanas negativas.

Impacto no Mercado Brasileiro e Global

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 350.410,86 nesta quinta-feira às 06:50, com variação de -1,83% nas últimas 24 horas. O dólar subiu para R$ 5,2383, ampliando a pressão sobre ativos em reais. Para investidores brasileiros, esse cenário reforça a necessidade de monitorar decisões em Washington e eventos no Oriente Médio, que moldam o fluxo de capital global para cripto.

Em perspectiva geopolítica, sanções potenciais e instabilidade energética podem prolongar juros altos nos EUA, reduzindo o apelo de ativos voláteis. Países emergentes como o Brasil sentem o impacto via carry trade reverso e saída de capitais de risco.

Próximos Passos para Investidores

O mercado aguarda a próxima reunião do FOMC em 18 de março, com 94% de chance de manutenção das taxas segundo o CME FedWatch. No curto prazo, é provável que o Bitcoin teste suportes abaixo de US$ 67.000. Investidores globais devem diversificar fontes de informação, conectando políticas monetárias americanas a dinâmicas internacionais, para navegar essa fase de incerteza elevada.


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Calendário rachado com '34' vermelho e traders cartoon cautelosos ao redor, simbolizando prêmio negativo recorde na Coinbase e saídas de ETFs

Bitcoin Quebra Recorde com 34 Dias de Prêmio Negativo na Coinbase

O Coinbase Bitcoin Premium Index registrou 34 dias consecutivos de prêmio negativo até 19 de fevereiro de 2026, superando o recorde anterior de cerca de 30 dias durante o crash de novembro de 2023. O indicador, atualmente em -0,0545%, reflete preços inferiores à média global na exchange americana. Paralelamente, ETFs de Bitcoin nos EUA tiveram saída líquida de US$ 133,3 milhões ontem, enquanto posições em puts de US$ 40 mil se tornaram a segunda maior aposta em opções antes do vencimento de 27 de fevereiro.


O Indicador Coinbase Premium em Detalhe

Os dados mostram que o prêmio negativo na Coinbase persiste desde o início de 2026, indicando vendas predominantes por investidores americanos em relação à média global. Historicamente, valores positivos sinalizam influxo institucional forte, como visto em ciclos de alta. Agora, com o índice em território negativo por tempo recorde, reflete redução no apetite por risco nos EUA, possivelmente influenciado por volatilidade macroeconômica e ajustes de portfólio.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 351.822 (-1,36% em 24h) reforça o cenário de pressão vendedora, com volume de 326 BTC negociados no Brasil.

Saídas Líquidas nos ETFs Americanos

Os fluxos negativos nos ETFs de Bitcoin spot totalizaram US$ 133,3 milhões em 18 de fevereiro, com destaque para BlackRock IBIT (-US$ 84,2 milhões) e Fidelity FBTC (-US$ 49,1 milhões). Ethereum spot ETFs registraram US$ 41,8 milhões de saída, liderados por ETHA (-US$ 29,9 milhões). Esses dados, monitorados pela Farside Investors, sugerem realização de lucros ou realocação por grandes players, em meio a BTC negociado próximo de US$ 67 mil.

Embora fluxos semanais mostrem variações, a tendência recente aponta para fraqueza sustentada no apetite institucional americano, contrastando com picos de entrada em 2025.

Posicionamento em Opções de Bitcoin

Na Deribit, o put de US$ 40 mil acumula US$ 490 milhões em valor nocional, segunda maior posição aberta antes do vencimento de 27 de fevereiro. O strike de US$ 75 mil lidera com US$ 566 milhões, nível de max pain. Com 63.547 calls vs. 45.914 puts (razão 0,72), traders mantêm viés de alta, mas buscam hedge contra quedas acentuadas.

Volume total de opções em US$ 7,3 bilhões reflete cautela, com BTC em queda de até 50% desde outubro.

Implicações e Níveis a Observar

Os dados convergem para ausência de demanda institucional forte nos EUA, com prêmio negativo recorde, saídas de ETFs e hedges em strikes baixos. Níveis técnicos incluem suporte em US$ 66 mil (próximo atual) e resistência em US$ 75 mil (max pain). Uma reversão no premium Coinbase ou influxos em ETFs poderia sinalizar mudança. Monitorar volume e volatilidade para contextos adicionais, sem implicar direção única.


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Correntes dourada e cyan espiralando em vórtice escuro com fragmentos WBTC e ETH, simbolizando baleias despejando US$ 80M em exchanges

Baleias Despejam US$ 80 Milhões em Exchanges: Sinal de Liquidação?

As baleias acordaram após um mês de inatividade, despejando volumes expressivos em exchanges. Uma grande detentora transferiu 12.840 ETH (cerca de US$ 25,35 milhões) para a OKX nas últimas 14 horas, enquanto um novo endereço vendeu 886,31 WBTC por US$ 58,53 milhões a um preço médio de US$ 66.044. Esses movimentos somam mais de US$ 80 milhões em potencial pressão vendedora, em um momento em que analistas alertam para dupla pressão no Bitcoin: saques de ETFs e influxos em corretoras. A história mostra que depósitos assim precedem correções.


Despertar da Baleia de ETH na OKX

Monitorada pelo Lookonchain, a baleia com endereço 0xF4E… permaneceu inativa por um mês antes de agir. Nas últimas 14 horas, depositou 12.840 ETH na OKX, equivalentes a aproximadamente US$ 25,35 milhões. Esse tipo de movimentação para exchanges centralizadas raramente é neutro: historicamente, reflete preparação para liquidação, especialmente após períodos de acumulação ou silêncio estratégico.

O Ethereum, cotado a cerca de R$ 10.357 no momento, enfrenta volatilidade adicional com esses influxos. Baleias como essa, que acordam após inércia, costumam sinalizar topos locais — lembre-se do mercado de baixa de 2022, quando depósitos semelhantes aceleraram quedas de 70% ou mais. O mercado está ignorando esses sinais?

Venda Concentrada de WBTC por Novo Endereço

Outro movimento preocupante veio de um endereço recém-criado (0x44f…8C91A), que agregou e vendeu 886,31 WBTC em apenas cinco horas. Os fundos, oriundos de uma ponte cross-chain há seis meses via Defiway, foram liquidados a um preço médio de US$ 66.044, totalizando US$ 58,53 milhões. Analistas como Ai_9684xtpa destacam a coordenação: dezenas de endereços uniram forças para a execução.

WBTC, atrelado ao Bitcoin, amplifica a pressão no ecossistema BTC. Em ciclos passados, vendas concentradas de wrapped assets por grandes players precederam quedas generalizadas. Com o Bitcoin a US$ 67.089 e R$ 351.438 segundo o Cointrader Monitor (variação de -1,55% em 24h), esses US$ 58 milhões podem pesar na liquidez spot.

Dupla Pressão: ETFs e Influxos em Exchanges

O analista Axel Adler reforça o alerta: na última semana, ETFs de Bitcoin nos EUA registraram saques líquidos de 11.042 BTC (US$ 669 milhões), com picos como 6.120 BTC em um dia. Paralelamente, exchanges acumulam suprimentos, com influxos positivos de +391 a +841 BTC por dia — hoje, +553 BTC. Essa inversão em relação a janeiro (saídas) indica que a demanda institucional não absorve a oferta.

Para um viés de alta se confirmar, precisaríamos de pelo menos três dias consecutivos de entradas em ETFs e saídas de exchanges. Sem isso, a dupla pressão — instituições vendendo e baleias depositando — sugere correção iminente. A exuberância recente ignora lições de 2018 e 2022.

O Que Isso Significa para Investidores

Enquanto o varejo procura ‘o fundo perfeito’, as baleias saem pela porta dos fundos. Esses US$ 80 milhões em depósitos não são coincidência: representam capital inteligente protegendo ganhos em um ciclo que pode estar no topo. Cuidado com a narrativa de ‘nova era institucional’ — ciclos econômicos não mudam da noite para o dia. Proteja seu capital monitorando fluxos on-chain e ETF. A história repete padrões, e o mercado cripto não é exceção.


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Partículas vermelhas sendo sugadas para vórtice dourado central, simbolizando êxodo de altcoins e migração de capital para Bitcoin

Êxodo de Altcoins: Pressão Vendedora em Pico de 5 Anos

Os dados mostram que a pressão vendedora cumulativa em altcoins atingiu US$ 209 bilhões negativos, o maior nível desde 2021, caindo de quase zero em janeiro de 2025. Paralelamente, o volume de negociação de altcoins na Binance encolheu cerca de 50%, de 59,2% em novembro para 33,6% em fevereiro, sinalizando rotação de capital para o Bitcoin em consolidação entre US$ 65.000 e US$ 67.000. Essa dinâmica reflete redução na confiança especulativa.


Pressão Vendedora em Máximos Históricos

A métrica de pressão vendedora líquida — diferença entre compras e vendas cumulativas em altcoins excluindo Bitcoin e Ethereum — registrou -US$ 209 bilhões, conforme plataforma CryptoQuant. Esse valor representa uma queda acentuada de níveis próximos a zero no início de 2025, equiparável aos picos de saída de capital observados em 2021 durante fase corretiva prolongada.

Analistas como Andri Fauzan Adziima, da Bitrue, atribuem o movimento a saídas majoritariamente de varejo, com instituições mantendo foco em ativos principais. A ausência de demanda ampla sustenta altas breves e narrativas, que revertem rapidamente em meio à volatilidade do Bitcoin.

No mesmo período, o market cap total de altcoins fora do top 10 estabilizou em torno de US$ 170-180 bilhões, testando suportes dinâmicos sem sinais de recuperação sustentada.

Queda de Volumes na Binance e Rotação para BTC

Dados segmentados de volume na Binance revelam dominância do Bitcoin em 36,8% das negociações totais desde 7 de fevereiro, contra 35,3% para altcoins e 27,8% para Ethereum. Essa participação das altcoins caiu para 33,6% até 13 de fevereiro, uma redução de quase metade ante os 59,2% de novembro passado.

Padrões semelhantes ocorreram em correções anteriores, como abril de 2025 e agosto de 2024, quando incertezas elevaram a preferência pelo Bitcoin como âncora de liquidez. A consolidação atual do BTC entre US$ 65.000 e US$ 67.000 atrai acumulação estratégica de baleias e detentores de longo prazo.

Stablecoins na Binance acumulam US$ 47,5 bilhões, ou 65% da liquidez total de exchanges, indicando posicionamento defensivo em ‘wait-and-see’.

Contexto Técnico e Níveis Críticos

A dominância de altcoins subiu quase 14% desde meados de janeiro, refletindo rotação especulativa apesar da pressão vendedora. No entanto, o mercado de altcoins opera abaixo de médias móveis chave, com momentum favorável aos vendedores e liquidez frágil.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 351.408,74 (variação -1,58% em 24h) reforça seu papel de reserva, com dólar em R$ 5,238. Níveis a observar incluem suporte em US$ 65.000 para BTC e possível shakeout darwiniano em altcoins, onde apenas projetos com adoção real prevalecerão.

Ryan Yoon, da Tiger Research, destaca que investidores buscam entradas, mas enfrentam ‘dip sob dip’, concentrando liquidez na maior exchange.

Implicações para o Mercado

Os dados sugerem filtro estrutural: capital rotaciona para Bitcoin em fases de incerteza, limitando altcoins a consolidações prolongadas sem influxos amplos. Volumes indicam distribuição em pullbacks recentes, com pouca evidência de acumulação em ativos menores.

Monitorar dominância do BTC e liquidez em stablecoins será essencial para avaliar reversões. Histórico aponta que melhorias em liquidez macro ou queda na dominância podem sinalizar retomada, mas atual configuração favorece cautela.


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Baleias cartoon emergindo de abismo digital carregando sacos de BTC dourados sob farol regulatório cyan, sinalizando recuperação e acumulação no mercado cripto

Recuperação Cripto: Bitcoin Sinaliza Fundo e Avanço Regulatório nos EUA

📊 BOLETIM CRIPTO | 19/02/2026 | MANHÃ

Sinais de capitulação no Bitcoin e o avanço da clareza regulatória nos Estados Unidos impulsionam uma recuperação estratégica no mercado cripto nesta quinta-feira. Enquanto os ativos de menor capitalização enfrentam uma severa armadilha de liquidez, as baleias aproveitaram o pânico varejista para acumular 200 mil BTC em apenas um mês. O viés de alta moderado prevalece nas principais moedas, sustentado pelo avanço do CLARITY Act no Congresso americano e por indicadores técnicos que remetem aos fundos históricos de 2018 e 2022. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 351.132,16, refletindo a resiliência do ativo frente às incertezas regionais na Europa e à rotação de capital das altcoins para as majors.


🔥 Destaque: Sinal de Fundo Histórico no Bitcoin

Um dos indicadores on-chain mais precisos do mercado, o Short-Term Holder (STH) MVRV Bollinger Bands, acaba de emitir um sinal de capitulação extrema que não era visto desde o fundo do ciclo de 2018. Este oscilador mede o desvio entre o preço de mercado e o custo médio de aquisição de novos investidores; ao penetrar a banda inferior, ele sinaliza que os vendedores recentes estão exaustos, abrindo caminho para reversões de tendência massivas.

Historicamente, este setup precedeu valorizações de 150% em doze meses e até 1.900% em janelas de três anos. Segundo análise da Cointelegraph, a métrica atual sugere que o Bitcoin pode estar formando um assoalho definitivo próximo aos US$ 67 mil. A resiliência é reforçada pela baixa realização de prejuízos por parte das baleias, indicando que o “dinheiro inteligente” permanece posicionado para o longo prazo.

Somando-se ao otimismo técnico, o banco Wells Fargo projetou um influxo de liquidez considerável para o setor. A estimativa é que até US$ 150 bilhões em reembolsos fiscais nos Estados Unidos sejam injetados em ativos de risco e criptomoedas até o final de março de 2026, servindo como combustível adicional para o que muitos analistas já chamam de YOLO trade da retomada.

Entretanto, investidores devem monitorar de perto a manutenção do suporte em US$ 67.000. Uma eventual quebra desse nível invalidaria o sinal de fundo imediato, podendo levar o ativo a testar a média móvel de 200 semanas, atualmente situada na região dos US$ 50 mil. Por enquanto, a exaustão dos vendedores parece ser o tema dominante.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento dominante no mercado é de uma transição estrutural. Enquanto o Bitcoin e o Ethereum concentram a liquidez institucional, o setor de altcoins atravessa um momento crítico. Dados da CryptoQuant revelam uma saída líquida impressionante de US$ 209 bilhões das altcoins nos últimos 13 meses, enviando a capitalização de mercado das moedas menores para níveis de cinco anos atrás. Essa “armadilha de liquidez” força uma rotação de capital em direção aos ativos de maior confiança.

Nos Estados Unidos, o clima regulatório respira novos ares. O otimismo em torno do CLARITY Act, que promete definir diretrizes claras para a SEC e a CFTC, sustenta odds de 72% de aprovação no Polymarket. A possível integração entre bancos e a indústria de stablecoins, discutida em fóruns recentes na Flórida, sinaliza um desfecho positivo para o setor até abril.

Por outro lado, na Europa, um grave incidente de segurança cibernética na França gerou cautela regional. O hack no Ministério da Economia expôs dados privados de 1,2 milhão de contas bancárias, reforçando a narrativa de auto-custódia e o valor fundamental de ativos descentralizados frente a falhas sistêmicas em instituições centralizadas.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Incerteza Regulatória sobre Stablecoins: Disputas persistentes sobre o rendimento de stablecoins podem atrasar a votação do CLARITY Act além da janela sugerida para abril.
  • Armadilha de Liquidez em Altcoins: A desvalorização contínua das small caps pode forçar liquidações em cascata no varejo, limitando o potencial de alta do ecossistema DeFi no curto prazo.
  • Segurança Física (Home-jacking): Na França, o vazamento de dados bancários de cidadãos ricos gera risco real de ataques físicos contra holders de criptomoedas identificados.
  • Pressão em Base e Moonwell: A execução do plano de recuperação de US$ 2,68 milhões da Moonwell depende de aprovação via governança, com risco de novas falhas se as receitas futuras forem insuficientes.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação Institucional de Bitcoin: As baleias elevaram seus estoques para 3,1 milhões de BTC, sinalizando que a zona de preço atual é vista como um nível de demanda histórica.
  • Airdrop Binance Wallet: A abertura do airdrop da Alpha blind box às 18h oferece chance de aquisição gratuita de novos tokens para usuários com pontos acumulados.
  • Unificação de Governança Moonwell: A conversão de tokens MFAM para stkWELL na proporção de 1:1,5 simplifica o ecossistema e pode beneficiar holders de longo prazo.
  • Auto-custódia e Privacidade: O hack governamental francês impulsiona a demanda por hardware wallets e protocolos que ocultam saldos bancários e fiscais na Europa.

📰 Principais Notícias do Período

1. CLARITY Act avança para aprovação até abril nos EUA
O Senador Bernie Moreno estima que a lei que trará clareza regulatória para a SEC e CFTC será votada em breve. O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, sinalizou avanços para resolver conflitos com bancos sobre stablecoins.

2. Sinal STH stress indica fundo do BTC similar a 2018
Métricas on-chain indicam que o Bitcoin atingiu um patamar de exaustão vendedora. Historicamente, essa configuração técnica precedeu ciclos de alta com valorizações superiores a 150% em um ano.

3. Baleias acumulam 200 mil BTC apesar de pânico varejista
Enquanto o varejo foge devido à volatilidade, grandes investidores (baleias) aumentaram sua fatia do suprimento total para 3,1 milhões de BTC, demonstrando forte convicção em níveis próximos a US$ 67 mil.

4. Binance Wallet abre airdrop Alpha blind box às 18h
A exchange confirmou que usuários com 242 pontos Alpha poderão resgatar caixas misteriosas contendo tokens hoje. O sistema operará por ordem de chegada com requisitos decrescentes se houver sobra.

5. Moonwell: Plano de recuperação para vítimas de liquidação no Base
O protocolo DeFi propôs um fundo de US$ 2,68 milhões para compensar investidores afetados por falhas no oráculo. O plano inclui pagamentos imediatos e via taxas futuras em 12 meses.

6. Saída de US$ 209 bilhões em altcoins revela trap de liquidez
Relatório da CryptoQuant aponta que o capital especulativo abandonou as moedas menores em favor da estabilidade das majors, encolhendo severamente o mercado fora do Top 10.

7. Hack no Ministério da Economia da França expõe 1,2 milhão de contas
Uma invasão em bases de dados fiscais revelou endereços e IBANs de contribuintes abastados. O incidente levanta alarmes sobre segurança e privacidade na União Europeia.


🔍 O Que Monitorar

  • Suporte de US$ 67 mil no BTC: A manutenção deste nível valida a tese de fundo estabelecida pelos indicadores on-chain.
  • Odds no Polymarket: Mudanças nas probabilidades de aprovação do CLARITY Act guiarão o sentimento institucional nas próximas semanas.
  • Volume da Binance Wallet: O engajamento com o airdrop de hoje servirá como termômetro para a atividade do varejo em dApps.
  • DAC8 na França: A resposta do governo francês ao hack pode impactar a implementação das novas diretrizes de transparência cripto na UE.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 48 horas, esperamos que o Bitcoin continue atuando como o principal catalisador do mercado, mantendo o viés de alta moderado enquanto absorve a liquidez que foge das altcoins. O foco imediato está no evento de airdrop da Binance e na consolidação da zona de demanda nos US$ 67 mil. Embora o cenário para moedas de menor capitalização permaneça desafiador, a combinação de clareza regulatória iminente e capitulação técnica do BTC sugere que o pior da fase corretiva pode ter ficado para trás. Investidores devem manter a cautela com custódias centralizadas e considerar o fortalecimento de medidas de segurança digital.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Plataforma cristalina de suporte rachando com '66K' luminoso sob nuvens vermelhas, representando Bitcoin testando suporte apos ata hawkish do Fed

Bitcoin Testa US$ 66k Após Ata Hawkish do Fed

O Bitcoin recuou para US$ 66 mil nesta quarta-feira (18/02), testando o suporte inferior de sua faixa recente de negociação. A ata da reunião do FOMC de janeiro, divulgada hoje, revelou tom hawkish com menções a possíveis aumentos de juros, fortalecendo o dólar e pressionando ativos de risco. Dados on-chain mostram Coinbase Premium negativo, indicando redução na demanda institucional nos EUA. O BTC registra a quinta semana consecutiva de queda.


Impacto da Ata do FOMC

Os dados da ata do Federal Reserve, referentes à reunião de 27-28 de janeiro, indicam divisão interna: a maioria manteve as taxas entre 3,50% e 3,75%, mas vários membros defenderam orientação bilateral, aberta a hikes se a inflação persistir acima de 2%. Isso contrasta com expectativas de cortes, elevando o índice DXY para o maior nível em duas semanas.

O Bitcoin, sensível a políticas monetárias, caiu 2,5% em 24 horas, de US$ 68.500 para US$ 66.200. Ações relacionadas, como Coinbase (de +3% para -2%) e MicroStrategy (-3%), reverteram ganhos iniciais. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 348.010,67, com variação de -1,96% em 24h e volume de 296 BTC.

Esse cenário reforça a correlação negativa entre dólar forte e criptoativos, com o BTC perdendo o suporte de US$ 70k mencionado anteriormente.

Sinal de Fraqueza Institucional

O Coinbase Premium Index, métrica que compara preços na exchange americana versus globais, permanece negativo ao longo do ano. Isso sugere que instituições dos EUA param de acumular ou vendem ativamente, diferentemente de 2025. Apenas poucas empresas, como MicroStrategy (717.000+ BTC), continuam comprando.

ETFs de Bitcoin spot registram saídas de US$ 8 bilhões desde outubro, com open interest de futuros em US$ 44 bilhões (queda de US$ 95 bilhões). Esses fluxos indicam demanda enfraquecida, ampliando o risco de liquidação em suportes chave.

No Brasil, o volume local reflete cautela, alinhado à média ponderada das exchanges nacionais.

Análise Técnica e Níveis Críticos

No gráfico diário, o Bitcoin forma um padrão de pavilhão baixista (bearish pennant), com Supertrend vermelho desde 19/01 e abaixo das EMAs de 50 e 100 dias. O suporte em US$ 66.000, testado na semana passada, é pivotal: rompimento abre caminho para US$ 60.000 ou US$ 50.000, conforme analistas como Standard Chartered.

Indicadores como RSI mostram sobrevenda moderada, mas volume de queda domina. Traders monitoram o DXY e dados de emprego dos EUA para sinais adicionais. Quinta semana de perdas seria a pior desde o bear market de 2022.

Implicações para o Mercado

Os dados sugerem pressão contínua se o suporte de US$ 66k ceder, com foco em fluxos institucionais e macroeconomia. Investidores observam comentários do Fed e inflows de ETF para reversão. No curto prazo, volatilidade persiste em torno de US$ 66k-68k.


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Personagens cartoon de sheik e banqueiro acumulando cofres de Bitcoin enquanto traders retail em pânico fogem, simbolizando mãos fortes institucionais

Mãos Fortes: Abu Dhabi e Bancos Compram US$ 1 Bi em Bitcoin

Enquanto o varejo entra em pânico com a queda do Bitcoin no final de 2025, mãos fortes agem: fundos soberanos de Abu Dhabi, liderados pelo Mubadala, aumentaram em 46% sua posição no ETF IBIT da BlackRock, totalizando mais de US$ 1 bilhão. Paralelamente, o maior banco italiano, Intesa Sanpaolo, revelou deter US$ 96 milhões em ETFs de Bitcoin. Esses movimentos sinalizam confiança institucional na tese de reserva de valor estratégica, mesmo em meio à volatilidade.


Abu Dhabi Acelera Acumulação no Dip

O fundo soberano Mubadala Investment Company divulgou em seu Form 13F, arquivado em 17 de fevereiro, posse de 12,7 milhões de ações do iShares Bitcoin Trust (IBIT), avaliadas em US$ 630 milhões ao final de dezembro de 2025. Isso representa um salto de 46% em relação ao trimestre anterior, quando detinha 8,7 milhões de ações. Já a Al Warda Investments reportou 8,2 milhões de ações, somando US$ 408 milhões. Juntos, ultrapassam US$ 1 bilhão em exposição regulada ao Bitcoin.

Essas compras ocorreram durante o drawdown de fim de ano, alinhando-se às declarações de Larry Fink, CEO da BlackRock, sobre sovereign funds escalando posições em níveis como US$ 80 mil. O IBIT se destaca como canal “limpo” para alocação institucional, minimizando fricções operacionais de custódia direta.

Intesa Sanpaolo Entra Forte nos ETFs

O maior banco da Itália, Intesa Sanpaolo, ampliou sua exposição aos criptoativos com US$ 96 milhões em spot Bitcoin ETFs até o fim de 2025. A posição inclui US$ 72,6 milhões no ARK 21Shares Bitcoin ETF e US$ 23,4 milhões no iShares Bitcoin Trust, distribuídos em cinco produtos. Essa diversificação reflete cautela estratégica, priorizando veículos regulados pela SEC.

O movimento reforça a tendência europeia de integração de Bitcoin em portfólios tradicionais. Bancos como Intesa veem nos ETFs uma ponte segura para diversificação, especialmente em contextos de inflação e instabilidade fiat.

Bitcoin como Reserva Estratégica

Esses fluxos institucionais contrastam com o pânico do varejo, consolidando a narrativa de Bitcoin como ativo de reserva soberana. Fundos estatais e bancos não reagem a ruído de curto prazo: constroem posições ao longo de ciclos, como visto pós-halving. A adoção via ETFs — com BlackRock liderando — acelera a maturidade do ecossistema, atraindo trilhões em capital global.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 348.521 (-1,74% em 24h) nesta quarta-feira. Apesar da correção atual, os fundamentos se fortalecem com entradas bilionárias. Investidores de longo prazo sabem: volatilidade constrói bases para valorizações futuras.

O Que Monitorar Agora

Vale acompanhar próximos 13F para mapear mais sovereign funds e bancos entrando. Com fluxos ETF superando US$ 50 bilhões em 2026, o Bitcoin avança na tese de “ouro digital”. Para brasileiros, isso reforça a oportunidade de exposição via plataformas acessíveis, alinhando-se à visão estratégica global.


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Barreira digital Bitcoin sob ataque quântico roxo com nós Ethereum staking rachados e vazios, ilustrando riscos de segurança debatidos

Segurança em Xeque: Quânticos no BTC e Staking ETH em Debate

A proposta de congelar endereços Bitcoin antigos, incluindo o suposto 1 milhão de BTC de Satoshi Nakamoto, ganhou tração para mitigar riscos de ataques quânticos. Paralelamente, o anúncio de 50% de ETH em staking pelo Santiment gerou controvérsia: especialistas afirmam que a taxa real ativa é de cerca de 30%. Esses debates técnicos questionam a robustez das maiores blockchains. Para o investidor de longo prazo, entender o que está em jogo é essencial: criptografia vulnerável no Bitcoin e métricas enganosas no Ethereum.


Ameaça Quântica ao Bitcoin: O Que É?

O Bitcoin depende da criptografia de curva elíptica (ECDSA) para proteger chaves privadas. Computadores clássicos não conseguem quebrá-la em tempo viável, mas computadores quânticos mudam isso. Usando o algoritmo de Shor, eles podem derivar chaves privadas de chaves públicas expostas em transações on-chain. Endereços pay-to-public-key (P2PK) ou pay-to-public-key-hash (P2PKH) antigos revelam a chave pública ao gastar fundos, tornando-os vulneráveis permanentemente.

Ki Young Ju, fundador da CryptoQuant, estima que 6,89 milhões de BTC (cerca de 25% do suprimento circulante) estão expostos. Desses, 3,4 milhões de BTC estão dormentes há mais de uma década, incluindo o hoard de Satoshi. Se quânticos avançarem, atacantes poderiam roubar esses fundos, motivados por bilhões em valor. O risco não é iminente — estima-se 5-10 anos —, mas exige preparação proativa.

Proposta de Congelamento: Viável Tecnicamente?

A solução sugerida é um upgrade quântico-resistente no protocolo Bitcoin, que congele endereços vulneráveis. Isso envolveria uma regra de consenso soft fork ou hard fork para invalidar transações de chaves públicas expostas pré-upgrade. Tecnicamente factível via mudanças no script de validação, mas o desafio é o consenso social. A comunidade Bitcoin resiste a alterações centrais, como visto no block size debate (anos de discussão) e SegWit2x (falhou).

Congelar coins dormentes conflita com princípios de descentralização e controle individual. Pode levar a forks rivais: uma cadeia quântico-segura vs. original. Ju alerta que moedas “seguras hoje” podem virar alvo amanhã se chaves privadas não migrarem a tempo. Para holders de longo prazo, monitorar propostas BIP (Bitcoin Improvement Proposals) é crucial.

Staking Ethereum: 50% É Real?

O Beacon Deposit Contract, gateway para proof-of-stake (PoS) desde o Merge (2022), acumula depósitos totais. Santiment reportou 50,18% do ETH emitido historicamente (mais de 80 milhões de ETH) passando por ele. Porém, desde o Shanghai upgrade (2023), saques são permitidos: validators saem e ETH volta à circulação via minting na execution layer, sem reduzir o saldo do contrato.

Luke Nolan (CoinShares) chama de “materialmente misleading”: 37 milhões de ETH (~30-31% do suprimento total de 120 milhões de ETH) estão ativamente staked, segundo Ethplorer e CryptoQuant. Aleksandr Vat confirma 30,8%. O 50% é cumulativo, não locked atual, superestimando o impacto na oferta circulante.

Implicações para Segurança e Economia

No Bitcoin, a ameaça quântica testa a resiliência: upgrades como post-quantum cryptography (ex: lattice-based) demandam migração massiva. Falha pode erodir confiança. No Ethereum, staking crescente (de grandes como Bitmine e ETFs) fortalece segurança via mais validators, mas concentra poder — risco de centralização. Métricas precisas importam: 30% reflete compromisso real, posicionando ETH como “digital bond” com yield.

Para investidores, foque em on-chain verificável: Dune Analytics para staking ETH, Glassnode para dormancy BTC. Esses debates reforçam: blockchains evoluem, mas dependem de transparência técnica e consenso comunitário.


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Personagem cartoon depositando notas em wallet digital que emite moedas Bitcoin, simbolizando compra fácil sem bancos e inclusão financeira

Bitcoin Sem Banco: Como Novas Funções Facilitam a Compra em 2026

O Cash App anunciou preços sem spread para Bitcoin, com limites de saque elevados para US$ 10 mil por dia e zero taxas em compras acima de US$ 2 mil. Ao mesmo tempo, a Trust Wallet lançou depósitos em dinheiro físico nos EUA, permitindo converter dinheiro em cripto em 15 mil pontos de venda sem precisar de banco. Essas novidades promovem inclusão financeira, tornando o acesso ao Bitcoin extremamente simples para o dia a dia.


Cash App: Preços Competitivos e Limites Maiores

O Cash App, aplicativo de pagamentos com mais de 58 milhões de usuários, eliminou o spread no preço do Bitcoin, oferecendo um valor único para compra e venda. Isso significa que o usuário paga exatamente o preço de mercado, sem margens escondidas que encarecem a operação. Para valores acima de US$ 2 mil, o app promete o melhor preço mundial, com 0% de taxas.

Os limites de saque subiram para US$ 10 mil diários e US$ 25 mil semanais, acessíveis à maioria dos usuários. Novas opções de financiamento, como ACH e transferências bancárias, facilitam depósitos maiores. A funcionalidade é ideal para quem utiliza o Bitcoin em remessas ou pagamentos cotidianos, evitando intermediários caros. No Brasil, esse movimento inspira plataformas locais a reduzirem a burocracia em exchanges.

Segundo Miles Suter, do Block Inc., o foco é tornar a vida com Bitcoin prática. Instituições bancárias ainda são conservadoras com o setor cripto, mas o aplicativo integra stablecoins e Lightning Network no futuro, simplificando transações sem exposição direta a variações de blockchain.

Trust Wallet: Dinheiro Vivo Direto na Carteira

A Trust Wallet, com 220 milhões de usuários, estabeleceu uma parceria com a Coinme para permitir depósitos em dinheiro físico em mais de 15 mil lojas nos EUA e Porto Rico. O processo é simples: basta ir a um ponto de venda, depositar o montante e receber stablecoins, BTC ou SOL diretamente na sua carteira de autocustódia em poucos minutos, dispensando conta bancária ou cartão.

A solução atende perfeitamente trabalhadores informais, profissionais da gig economy ou quem lida majoritariamente com papel-moeda, como entregadores e autônomos. A iniciativa remove barreiras bancárias, comuns em economias que ainda dependem fortemente do dinheiro vivo. Os fundos chegam rapidamente, sem custódia de terceiros, estando disponível em 48 estados americanos.

Felix Fan, CEO da Trust Wallet, destaca que milhões de pessoas vivem de dinheiro físico sem acesso ao sistema digital tradicional. Essa integração democratiza o mercado cripto, abrindo portas para pagamentos rápidos e remessas baratas, facilitando o envio de valores para familiares no exterior sem as altas taxas internacionais.

Impacto Prático para o Usuário Brasileiro

Embora focadas inicialmente no mercado norte-americano, essas ferramentas sinalizam o caminho para a inclusão: ausência de bancos tradicionais, redução de taxas extras e foco na utilidade real. No Brasil, um modelo similar permitiria depósitos em lotéricas para conversão automática de reais em Bitcoin, com a mesma agilidade do Pix. Isso reduziria drasticamente os custos de remessas internacionais.

Para iniciantes, o uso de carteiras de autocustódia reduz os riscos associados a exchanges centralizadas. É fundamental monitorar limites e taxas reais: o Cash App oferece custo zero em grandes volumes, enquanto a Trust foca na acessibilidade fora do ambiente digital. No cenário nacional, vale acompanhar como Mercado Pago ou PicPay evoluem em suas ofertas de criptoativos.

Essas mudanças consolidam o Bitcoin como uma alternativa viável para a economia real, automatizando conversões entre moedas fiduciárias e cripto em fluxos de pagamento. Para brasileiros, é importante vigiar regulamentações locais e priorizar a segurança das chaves privadas em aplicativos globais.

Cotação Atual e Próximos Passos

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado em R$ 347.727,73 (variação de -1,94% em 24h), com o dólar a R$ 5,24. Para quem deseja iniciar, o recomendado é baixar aplicativos compatíveis, verificar a elegibilidade regional e realizar aportes graduais.

Fique atento às atualizações: o Cash App planeja implementar a Lightning Network em lojas que utilizam Square, enquanto a Trust Wallet expande sua rede de pontos físicos. A recomendação prática é comparar as taxas locais, priorizar a autocustódia e evitar decisões baseadas no imediatismo.


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Esferas neon vermelhas se fragmentando com fluxos de energia convergindo para núcleo dourado BTC, simbolizando queda de 50% nos volumes de altcoins

Altseason Adiada: Volumes Caem 50% e Vendas em Pico de 5 Anos

Os dados mostram uma queda de quase 50% nos volumes de negociação de altcoins nos últimos três meses, de 59,2% para 33,6% do total em exchanges. Paralelamente, a pressão vendedora em altcoins atingiu o pico de 5 anos, com vendas líquidas por 13 meses consecutivos em mercados spot de CEX. Bitcoin consolida entre US$ 65.000 e US$ 72.000, atraindo capital em rotação de risco.


Situação Atual dos Volumes

Segundo análise da CryptoQuant, altcoins representavam 59,2% do volume total há três meses, mas caíram para 33,6% em meados de fevereiro. Essa contração de quase 50% ocorreu durante consolidação do Bitcoin acima de US$ 60.000 desde 7 de fevereiro, quando BTC capturou 36,8% do volume na Binance.

O movimento reflete um clássico ‘flight to safety’: investidores abandonam ativos especulativos em períodos de estresse. Padrões semelhantes apareceram nas correções de abril de 2025, agosto de 2024 e na baixa de outubro de 2022. Bitcoin ganha participação em incertezas, atingindo níveis acima de 40% em alguns dias.

No Brasil, o Cointrader Monitor registra Bitcoin a R$ 347.121,65, com variação de -2,24% em 24h e volume de 291 BTC.

Pressão Vendedora em Máximo Histórico

A diferença cumulativa entre compras e vendas de altcoins (excluindo BTC e ETH) atingiu extremos de 5 anos em mercados spot de CEX. São 13 meses de distribuição contínua, sem absorção significativa por compradores. Tokens como LINK, KAS, ONDO, RENDER, TAO, SUI e SEI perderam até 90% de seus picos cíclicos.

Não há sinais de acumulação institucional nos fluxos spot. Livros de ordens estão finos, ampliando volatilidade. Cada tentativa de alta é vendida, sem estabilização no delta cumulativo. Isso difere de 2022, onde bases formaram eventualmente.

Contexto Técnico e Rotações de Capital

Capital rotaciona para Bitcoin ou posições em cash, deixando altcoins vulneráveis. Ausência de fluxo de entrada institucional mantém a estrutura de distribuição. Volumes negativos persistentes indicam saída estrutural, não correção rotineira.

Indicadores chave: participação de BTC no volume total (acima de 36%), contração das altcoins para 33,6%, e delta cumulativo em mínimas históricas. Sem reversão nessas métricas, altseason permanece distante. Michael Saylor reforça visão de ‘crypto winter’ para BTC.

Níveis a Observar

Monitore estabilização no delta cumulativo de altcoins e aumento sustentado acima de 40-50% no volume relativo. Participação de BTC abaixo de 35% sinalizaria rotação reversa. Suportes críticos em altcoins variam, mas ausência de absorção mantém viés de baixa. Dados priorizam cautela sobre narrativas otimistas.


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Balança desequilibrada com traders cartoon no lado cripto afundando sob pesos regulatórios, ilícitos em stablecoins e saídas Solana

Tensão Regulatória e Riscos On-Chain derrubam Sentimento Cripto

📊 BOLETIM CRIPTO | 18/02/2026 | NOITE

Regulações russas e ilícitos em stablecoins pressionam o mercado de ativos digitais nesta quarta-feira. O cenário é dominado por um viés de baixa moderado, impulsionado pelo risco iminente de bloqueio total do Telegram na Rússia e por revelações alarmantes da TRM Labs sobre fluxos ilícitos trilionários em moedas estáveis. Embora o ecossistema vinculado a Donald Trump apresente força com a subida do token WLFI e parcerias institucionais da Apex Group, esses avanços não são suficientes para anular a pressão vendedora em grandes ativos como Bitcoin e Solana. O sentimento negativo é reforçado por saídas expressivas de capital on-chain e alertas sobre vulnerabilidades tecnológicas de longo prazo no ecossistema legacy.


🔥 Destaque: Ilícitos em Stablecoins superam US$ 141 Bilhões

Um relatório contundente da TRM Labs revelou que, em 2025, os volumes mensais de moedas estáveis ultrapassaram recorrentemente a marca de US$ 1 trilhão. No entanto, a escala da adoção institucional caminha lado a lado com riscos regulatórios profundos: cerca de US$ 141 bilhões em fluxos foram identificados como ilícitos, com uma concentração impressionante de 86% ligada à evasão de sanções internacionais.

O foco das autoridades está voltado para redes facilitadoras profissionais, como o token A7A5 (lastreado em rublos) e exchanges fantasmas como a Zedxex. Essas entidades são apontadas como epicentros de lavagem de dinheiro em escala global, utilizando a infraestrutura de pagamento das stablecoins para contornar restrições financeiras. Segundo a análise, a adoção de moedas estáveis para fins criminosos é quase universal em mercados de bens ilícitos e serviços de ocultação de capital.

Para o investidor, o impacto imediato é o aumento do escrutínio regulatório sobre emissores e exchanges centralizadas. É provável que vejamos uma nova onda de congelamentos de fundos e delistagens direcionadas, o que pode gerar volatilidade e afetar a paridade (peg) de ativos menos transparentes. Por outro lado, o cenário favorece projetos que priorizam o cumprimento rigoroso de normas de conformidade.


📈 Panorama do Mercado

O mercado apresenta um quadro de enfraquecimento estrutural, com o valor de mercado total lutando para manter o suporte de US$ 2,3 trilhões. O Bitcoin permanece preso em um intervalo estreito entre US$ 67 mil e US$ 70 mil. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 346.756,08, apresentando um recuo de 2,34% nas últimas 24 horas.

A falta de convicção compradora é evidenciada pelo indicador Chaikin Money Flow negativo no BTC, sinalizando que o capital está saindo do ativo em busca de proteção ou liquidez. Enquanto isso, altcoins de alta volatilidade como a PIPPIN sofrem correções severas, em um movimento clássico de realização de lucros que amplia o viés de baixa em small caps.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Escalada Regulatória em Stablecoins: A identificação de US$ 141 bi em fluxos ilícitos facilita ações da OFAC e União Europeia, elevando o risco de sanções severas contra redes de pagamento cripto.
  • Pressão Vendedora em Solana: O desbloqueio de aproximadamente US$ 870 milhões em SOL de protocolos de liquid staking aumentou a oferta disponível no mercado em 22%, pressionando o suporte de US$ 82.
  • Bloqueio do Telegram na Rússia: Com a remoção de 7,46 milhões de canais, o risco de um banimento total em 1º de abril ameaça fragmentar as comunicações de comunidades DeFi e trading que dependem da plataforma.
  • Ameaça Quântica ao Bitcoin: Alertas da CryptoQuant indicam que 6,89 milhões de BTC em endereços legacy, incluindo 1 milhão de moedas de Satoshi, estão vulneráveis a futuros ataques de computação quântica.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Tokenização Institucional (RWA): A parceria da Apex Group (AUM de US$ 3,5T) com a World Liberty Financial valida o uso de moedas estáveis para liquidação de fundos tradicionais.
  • Demanda por Conformidade: O endurecimento regulatório impulsiona a necessidade de ferramentas de análise on-chain e serviços de VPN descentralizadas para usuários em regiões sob censura.
  • Rebounds em Suportes Críticos: Investidores de curto prazo monitoram os níveis de US$ 65.000 no BTC e US$ 82 na Solana para possíveis repiques técnicos, caso a defesa dos compradores se mostre resiliente.

📰 Principais Notícias do Período

1. Stablecoins superam US$ 1T/mês; ilícitos concentrados
A TRM Labs relatou volumes mensais recordes, mas destacou que US$ 141 bilhões foram ligados a atividades ilícitas e evasão de sanções em 2025.

2. Rússia bloqueia 7,46M canais Telegram com risco de ban total
A plataforma excluiu milhões de canais para cumprir exigências locais, mas o regulador russo Roskomnadzor sinaliza bloqueio total para abril de 2026.

3. Desbloqueio de US$ 870M em SOL Eleva Risco de Queda
A saída de 10 milhões de tokens SOL de protocolos de liquid staking aumentou a oferta líquida, testando a resiliência do preço na faixa de US$ 82.

4. Ameaça Quântica Expõe 6.89M BTC de Satoshi
CEO da CryptoQuant alerta que endereços antigos do Bitcoin podem ser comprometidos por computadores quânticos, exigindo discussões sobre soft forks de segurança.

5. BTC em range e PIPPIN desaba 29%
O mercado de criptomoedas enfrenta baixa técnica diária, com o Bitcoin consolidando entre US$ 67k e US$ 70k enquanto altcoins devolvem ganhos recentes.

6. WLFI sobe 23% após fórum em Mar-a-Lago
O token da World Liberty Financial registrou alta expressiva após evento com a família Trump e executivos de Wall Street, impulsionando o nicho DeFi político.

7. Apex testa stablecoin USD1 em fundos tokenizados
O gigante financeiro Apex Group iniciou testes piloto com a stablecoin vinculada à WLFI para acelerar liquidações em ecossistemas de fundos regulados.


🔍 O Que Monitorar

  • Volumes ilícitos em stablecoins: Novas atualizações sobre sanções contra a rede A7A5 e impacto na liquidez DeFi.
  • HODL Waves da Solana: Verificação da mudança de mãos de investidores de longo prazo para traders de curto prazo.
  • Indicadores de Bloqueio rurais: Adoção de VPNs na Rússia e migração de usuários de TON para plataformas alternativas.
  • Suporte de US$ 65k no BTC: O fechamento diário abaixo deste nível pode confirmar um viés de baixa mais severo.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, o mercado deve manter um viés de baixa moderado. A combinação de pressões regulatórias na Rússia e o relatório negativo sobre crimes em stablecoins superam, no curto prazo, o otimismo institucional gerado pelos projetos da família Trump. Os investidores podem encontrar oportunidades de negociação em exchanges como a Binance, que oferece liquidez profunda mesmo em períodos de volatilidade intensa. A atenção deve estar voltada para os níveis técnicos críticos e para quaisquer declarações que possam alterar o apetite por risco global. Sem um catalisador positivo, a cautela e a proteção de capital via ferramentas de conformidade permanecem como as estratégias mais prudentes.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Baleias cartoon carregando pilhas de BTC contra ondas turbulentas, simbolizando acumulação institucional por Abu Dhabi e bancos apesar da queda

Baleias Ignoram Queda: Abu Dhabi e Bancos Acumulam BTC

Os dados de Formulários 13F da SEC mostram que instituições como a Jane Street adicionaram US$ 276 milhões em ações do ETF IBIT da BlackRock no quarto trimestre de 2025, elevando sua posição em 54%. Paralelamente, o banco italiano Intesa Sanpaolo revelou US$ 100 milhões em ETFs de Bitcoin, enquanto fundos soberanos de Abu Dhabi acumularam mais de US$ 1 bilhão no IBIT. Esses movimentos ocorrem em meio a uma queda recente do Bitcoin, com preço atual a R$ 356.680,55 (Cointrader Monitor), sinalizando confiança institucional na oferta limitada.


Jane Street Expande Posição em ETF Bitcoin

Os dados mostram que a Jane Street, gigante quantitativa de trading, aumentou sua exposição ao Bitcoin via ETF IBIT em 54% no Q4 2025. A adição de US$ 276 milhões elevou o total para 20.315.780 ações, conforme relatório SEC. Essa acumulação reflete uma estratégia de smart money que prioriza fluxos de longo prazo sobre volatilidade de curto prazo. No período, o Bitcoin oscilou entre US$ 67.000 e US$ 68.000, mas o volume de negociação em exchanges brasileiras atingiu 194 BTC em 24h, com variação de +0,18%.

A robustez dos inflows em ETFs como IBIT, com AUM superior a US$ 51 bilhões, indica que grandes players continuam absorvendo oferta disponível, reduzindo a liquidez para o varejo.

Intesa Sanpaolo Entra no Mercado de ETFs BTC

O banco italiano Intesa Sanpaolo, um dos maiores da Europa, divulgou posições totais de cerca de US$ 96 milhões em ETFs spot de Bitcoin ao fim de 2025. A maior fatia, US$ 72,6 milhões, está no ARK 21Shares Bitcoin ETF, seguida por US$ 23,4 milhões no iShares Bitcoin Trust. Adicionalmente, US$ 4,3 milhões em Bitwise Solana Staking ETF diversificam a alocação.

Esses dados do Form 13F destacam a integração de produtos cripto regulados em portfólios bancários tradicionais, com hedges via opções em MicroStrategy e ações em Coinbase e Circle. Os números sugerem uma alocação estratégica de 0,1-0,2% do AUM total do banco em ativos digitais.

Abu Dhabi Acelera Acumulação via IBIT

Dois fundos soberanos de Abu Dhabi, Mubadala Investment Company e Al Warda Investments, reportaram posições combinadas superiores a US$ 1 bilhão no IBIT. Mubadala detém 12,7 milhões de ações (US$ 631 milhões), com aumento de 46% QoQ, enquanto Al Warda possui 8,2 milhões (US$ 408 milhões). Esses investimentos reforçam o papel do Oriente Médio na adoção institucional de Bitcoin.

Segundo os relatórios SEC, tais posições posicionam os fundos entre os maiores holders institucionais do ETF líder, em um contexto de pressão vendedora no varejo.

Fluxos de ETF e Dinâmica de Mercado

Embora a Strategy tenha adicionado 2.486 BTC por US$ 168 milhões, elevando holdings para 717.131 BTC com perda não realizada de US$ 5,756 bilhões, o foco está nos novos entrantes. Fluxos on-chain de ETFs permanecem positivos, com IBIT capturando demanda institucional. O Bitcoin negocia próximo a US$ 67.710 em compras recentes, acima de suportes em US$ 65.000.

Os dados indicam que, enquanto o varejo monitora preços, baleias acumulam oferta, potencialmente comprimindo disponibilidade em exchanges. Vale observar níveis de resistência em US$ 70.000 e volumes de ETF nas próximas semanas.


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Personagem cartoon blindado com BTC gravado resistindo onda vermelha de queda, protegendo tesouraria dourada da Strategy

Saylor à Prova de Balas: Strategy Aguenta BTC a US$ 8 mil

A Strategy, liderada por Michael Saylor, demonstrou resiliência financeira ao afirmar que pode suportar uma queda do Bitcoin para US$ 8 mil, uma desvalorização de 88% dos níveis atuais. Com 714.644 BTC em reserva, avaliados em cerca de US$ 49 bilhões a US$ 69 mil por unidade, a empresa cobre sua dívida líquida de US$ 6 bilhões com folga de 8,3x. Mesmo no pior cenário, a cobertura se mantém em 1,0x, sem risco de liquidação forçada. Essa estrutura reflete uma visão de longo prazo no mercado que está se construindo.


Resiliência Contra Quedas Extremas

A análise de downside da Strategy mostra que, com o BTC a US$ 8 mil, seus holdings valeriam US$ 6 bilhões, exatamente iguais à dívida. Isso desmente o pânico de ‘chamada de margem’ comum em empréstimos alavancados. Os fundamentos se fortalecem com essa cobertura conservadora, permitindo que a empresa enfrente volatilidade sem vender prematuramente. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 356.849 (variação +0,04% em 24h), equivalente a cerca de US$ 68.400 com dólar a R$ 5,21.

Essa margem de segurança é crucial em ciclos de cripto, onde correções de 80% já ocorreram pós-halving. A Strategy não é ‘mão fraca’: sua tesouraria é projetada para o longo prazo, alinhada à adoção institucional crescente.

Estrutura de Dívida Sem Riscos de Liquidação

As obrigações da empresa são notas conversíveis de baixo juro, com vencimentos entre 2027 e 2032. Diferente de posições marginadas em exchanges, não há gatilhos automáticos de venda por queda de preço. A estratégia é ‘equitizar’ a dívida, convertendo em ações ao longo de 3 a 6 anos, evitando endividamento sênior garantido.

Essa abordagem reflete maestria financeira: em vez de pânico, Saylor continua acumulando. Recentemente, compraram mais 1.142 BTC por US$ 90 milhões, reforçando a tese de alta mesmo abaixo de US$ 70 mil.

Custo Médio Reduzido: Jogada de Mestre

A redução do custo médio para US$ 76.027, após aporte de US$ 168,4 milhões, é o primeiro declínio em 2,5 anos. Isso otimiza a tesouraria para o próximo ciclo de alta, pós-halving de 2024, onde históricos mostram valorizações exponenciais. Baleias corporativas como a Strategy ancoram o preço, sinalizando confiança aos investidores de varejo.

Analogia com ouro: empresas como Barrick Gold acumulam reservas sem vender em baixas. Aqui, o Bitcoin como reserva de valor ganha tração institucional.

Visão de Longo Prazo para Investidores

Para o leitor brasileiro, isso significa que grandes players não capitulam em correções. Monitore fluxos de ETF e halvings como indicadores. A Strategy exemplifica como tesourarias fortes impulsionam adoção global, preparando o terreno para valorizações sustentáveis. Volatilidade é parte do ciclo, mas fundamentos prevalecem.


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Personagens cartoon de EUA, Arizona e Japão em corrida por pilhas de Bitcoin dourado, simbolizando corrida global de estados por reservas estratégicas

Bitcoin de Estado: EUA Detêm US$ 23 Bi em BTC na Corrida Global

O governo dos EUA detém 328.372 BTC avaliados em US$ 23 bilhões, conforme dados on-chain da Arkham, consolidando-se como um dos maiores holders globais. Paralelamente, o Arizona aprovou na comissão de finanças o projeto SB 1649 para fundo estratégico de ativos digitais, enquanto três gigantes japonesas de valores mobiliários, como Nomura, planejam entrar no trading de cripto até 2026. Esses movimentos sinalizam uma corrida armamentista digital, onde nações tratam o Bitcoin como reserva estratégica, impactando investidores em todo o mundo, incluindo o Brasil.


Reserva Estratégica dos EUA

O estoque americano de Bitcoin resulta principalmente de grandes apreensões judiciais. Segundo autoridades do Departamento de Justiça, as apreensões incluem 127.271 BTC do Prince Group, 94.643 do hack Bitfinex e 94.679 recuperados da Silk Road. Em março de 2025, o presidente Trump assinou ordem executiva criando a Strategic Bitcoin Reserve, designando o BTC como "ouro digital soberano". Isso encerra leilões governamentais, retendo ativos confiscados permanentemente. O Tesouro e Comércio podem explorar aquisições neutras ao orçamento. Hoje, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 356.804,74, com variação de -0,01% em 24h.

Essa posição fortalece os EUA como "capital cripto do mundo", influenciando dinâmicas globais de poder econômico.

Arizona Avança com Fundo Estadual

O SB 1649, proposto pelo senador Mark Finchem, passou por 4-2 na Senate Finance Committee em 16 de fevereiro de 2026, rumo às regras do Senado. Gerido pelo tesoureiro estadual, o fundo absorve ativos digitais apreendidos ou confiscados, além de dotações parlamentares. Permite investimento total dos recursos via custodiantes qualificados ou ETPs, e empréstimos para yield sem elevar riscos fiscais. Define "ativos digitais" por fair value atrelado ao Bitcoin (>1% do padrão "ouro digital"), abrangendo BTC, XRP, stablecoins e NFTs.

Diferente do HB 2749 (2025, lei para propriedade não reclamada) e SB 1373 (vetado por volatilidade), o SB 1649 flexibiliza investimentos, refletindo maturidade regulatória estadual em meio a tendências nacionais.

Gigantes Japonesas Entram no Jogo

Nomura Holdings (US$ 673 bilhões em AUM), Daiwa Securities e SMBC Nikko Securities consideram plataformas de cripto. Nomura usará sua subsidiária suíça Laser Digital para lançar serviços até fim de 2026. Movidos por expectativa de relaxamento em ETFs de cripto por Tóquio, recusam-se a deixar a volatilidade frear a adoção. Essas empresas, com market cap combinado de US$ 48 bilhões, preparam infraestrutura para demanda institucional.

O Japão, com histórico regulatório rigoroso, sinaliza shift: cripto como ativo de reserva, alinhando-se a nações como EUA e estados proativos como Arizona.

Implicações Geopolíticas Globais

Esses desenvolvimentos configuram uma "corrida armamentista digital". Governos veem Bitcoin não só como hedge contra inflação, mas ferramenta soberana contra CBDCs rivais e sanções. Para o investidor brasileiro, isso eleva o BTC de especulação varejista a peça de xadrez geopolítica: acumulação estatal pressiona preços, regulações locais podem seguir. Países emergentes devem monitorar, pois reservas estatais redefinem liquidez e risco sistêmico no mercado cripto global.

Decisões em Washington, Phoenix e Tóquio moldam o portfólio do brasileiro, demandando visão macro além de gráficos diários.


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Rede DeFi hexagonal com oráculo central rachado emitindo pulsos vermelhos, contrastando com pilar Bitcoin sólido, alertando riscos no Moonwell

Alerta DeFi: Erro em Oráculo Gera US$ 1,78 Milhão em Dívidas no Moonwell

O protocolo DeFi Moonwell registrou cerca de US$ 1,78 milhão em dívidas inadimplentes devido a um erro de configuração no oráculo de preços cbETH, que fixou o valor em apenas US$ 1. Bots e liquidadores exploraram a falha, liquidando 1.096 cbETH e gerando prejuízo aos usuários. Em contraste, mineradores de Bitcoin retiraram 36 mil BTC das exchanges, reforçando a importância da auto-custódia em meio a riscos DeFi. É um alerta para quem expõe ativos em protocolos terceiros.


Detalhes do Incidente no Moonwell

Em 15 de fevereiro, o Moonwell aprovou a proposta MIP-X43 para integrar o wrapper OEV da Chainlink, visando otimizar receitas com atualizações de oráculos. No entanto, a configuração do oráculo para cbETH falhou gravemente, ancorando o preço em US$ 1. Isso permitiu que transações automatizadas e liquidadores repayassem dívidas mínimas para capturar colaterais valiosos.

A equipe reagiu limitando o borrow e supply de cbETH a 0,01, mas o dano já estava feito: US$ 1,78 milhão em dívidas inadimplentes agora sobrecarrega o protocolo. O Moonwell se recusa a comentar detalhes da falha, o que aumenta a incerteza para depositantes e borrowers. É importante considerar que erros humanos em integrações externas podem evaporar patrimônio rapidamente.

Riscos Inerentes aos Oráculos em DeFi

Oráculos são o elo fraco em DeFi: fornecem dados off-chain para smart contracts, mas falhas de configuração, manipulações ou atrasos geram liquidações injustas. No caso Moonwell, um simples erro de setup expôs usuários a perdas irreversíveis, destacando a dependência de terceiros como Chainlink.

Históricos semelhantes, como manipulações em protocolos menores, mostram que o risco aqui é sistêmico. Atenção para dívidas inadimplentes: elas diluem yields para provedores de liquidez e podem levar a governança forçada. Usuários em posições alavancadas devem monitorar LTVs e oráculos manualmente, evitando over-exposure em protocolos em desenvolvimento.

Mineradores Optam pela Auto-Custódia

Enquanto DeFi patina, mineradores sinalizam confiança ao retirar mais de 36 mil BTC das exchanges desde fevereiro. Desses, 12 mil saíram da Binance, com picos diários de 6 mil BTC — o maior desde novembro. Movimentos para cold storage reduzem oferta spot e indicam expectativa de valorização.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 356.536 (-0,01% em 24h). HODLers acumularam 380 mil BTC em 30 dias, reforçando suporte on-chain. Essa tendência contrasta com riscos DeFi, priorizando controle total sobre chaves privadas.

Lições para Proteger Seu Patrimônio

O risco aqui é claro: DeFi oferece yields, mas falhas técnicas custam caro. Para evitar dívidas inadimplentes, mantenha colaterais acima de 150% LTV e diversifique oráculos. Vale monitorar: retire ativos de exchanges para wallets frias, como mineradores fazem — reduz custódia terceirizada e riscos de hacks ou falhas.

Em um mercado volátil, a auto-custódia é a estratégia mais inteligente agora. Pergunte-se: seu patrimônio está exposto desnecessariamente?


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Onda de liquidez dourada colossal com 150B emergindo impactando monolito Bitcoin, sinalizando influxo de US$150 bi antes da alta

Onda de Liquidez: US$ 150 Bi no Bitcoin até Março

Você está pronto para o maior cheque da história do mercado cripto? O Wells Fargo prevê um influxo de US$ 150 bilhões em reembolsos de impostos até o fim de março, impulsionando Bitcoin e ativos de risco. Devido a políticas fiscais favoráveis e erros no pré-pagamento de impostos, mais de 60% dos reembolsos serão liberados, reacendendo o viés de alta. A correção atual, com BTC lutando nos US$ 68 mil, pode ser a última oportunidade de posicionamento antes da onda de liquidez em abril.


Previsão do Wells Fargo: US$ 150 Bi em Movimento

O banco americano destaca que o ‘Beautiful Big Bill’ de verão passado beneficiou declarantes de 2025, enquanto o IRS não atualizou tabelas de retenção na fonte. Isso resulta em reembolsos maiores que o usual para trabalhadores assalariados. Segundo analistas como Ohsung Kwon, esses fundos extras — especialmente de consumidores de alta renda — voltarão ao mercado, fomentando um ‘YOLO mindset’ especulativo.

Os US$ 150 bilhões representam uma injeção significativa de liquidez doméstica. Historicamente, eventos fiscais como esse catalisam altas expressivas em ativos voláteis. O mercado cripto, sensível a fluxos de capital, deve capturar parte dessa onda, similar a estímulos passados que elevaram o Bitcoin em ciclos anteriores.

Correção Atual: Oportunidade Estratégica

Enquanto isso, o Bitcoin oscila ao redor de US$ 68 mil, testando suportes após rejeições em US$ 72 mil. A dominância está em 56,2%, mas altcoins como Pi Network já mostram força com alta de 40% semanal. Essa consolidação reflete redução de liquidez doméstica nas últimas semanas — queda de US$ 105 bilhões —, mas o relatório do Wells Fargo sinaliza reversão iminente.

Fundamentos se fortalecem: fluxos de ETF continuam positivos, tesourarias corporativas acumulam e o halving de 2024 ainda impulsiona escassez. A volatilidade de curto prazo constrói bases para tendências de longo prazo.

Impacto no Bitcoin e Próximos Passos

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 356.746 nesta quarta-feira (18/02), com variação de +0,03% em 24h e volume de 193 BTC. Essa estabilidade relativa contrasta com o potencial explosivo da liquidez fiscal.

Investidores devem monitorar o calendário do IRS: mais de 60% dos reembolsos saem até março. A adoção institucional e ciclos históricos sugerem que o mercado está se preparando para uma fase de expansão. Correções como essa são comuns antes de impulsos macro.

O Que Isso Significa para Você

Essa narrativa reforça a tese de adoção global: Bitcoin como proxy de liquidez. Enquanto o ruído diário domina, tendências estruturais prevalecem. Posicione-se com visão de longo prazo, atento a catalisadores fiscais que podem transformar a correção em trampolim para novas máximas em abril.


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