Analistas cartoon de Citi e Matrixport alertando investidor eufórico sobre miragem de alta falsa, representando risco de armadilha no mercado cripto

Alívio ou Armadilha? Citi e Matrixport Alertam Riscos no Cripto

Não se engane com o rebound recente: o Citi cortou o preço-alvo da Coinbase para US$ 400 após queda de 65% da ação desde o pico, citando volumes fracos e atrasos regulatórios. Já a Matrixport classifica a recuperação do Bitcoin como mero alívio, não reversão de tendência, enquanto o CEO da CryptoQuant alerta para risco de venda institucional em cascata. A história mostra que esses sinais precedem correções mais profundas.


Citi Revisa Expectativas para Coinbase em Meio a Risco-Off

O banco de Wall Street Citigroup ajustou sua previsão para a exchange Coinbase (COIN), reduzindo o target de US$ 505 para US$ 400. A ação fechou ontem em US$ 146, após despencar 65% do recorde de US$ 450 em julho de 2025. Analistas citam volumes de trading mais fracos, atividade institucional reduzida e atrasos na legislação de estrutura de mercado nos EUA, como o projeto CLARITY.

Apesar do corte, o rating buy/high risk foi mantido, com regulação como principal catalisador. Previsões de receita do 4T25 foram reduzidas 10% para US$ 1,69 bilhão, e EPS ajustado para perda de US$ 2,64, considerando mark-to-market negativo em holdings cripto. Coinbase divulga balanço em 12 de fevereiro. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 374.055 (+10,67% em 24h).

Alerta da CryptoQuant: Venda em Cascata Institucional

Ki Young Ju, CEO da CryptoQuant, adverte que grandes depósitos de BTC em exchanges sinalizam liquidações forçadas de instituições. Sem rebound significativo em um mês, o efeito dominó pode atingir ETFs, miners e trusts, pressionando preços para baixo e elevando risco de falências entre mineradoras.

“Todo analista de Bitcoin está com viés de baixa agora”, tuitou Ju. Instituições capitulando nos lows terão dificuldade para retornar, demorando a reconstruir confiança. ETFs spot viram outflows recentes, ampliando volatilidade. O mercado ignora esses riscos, mas a história de 2018 e 2022 mostra que vendas institucionais em cadeia prolongam bears.

Matrixport: Rebound é Apenas ‘Repouso Técnico’

A Matrixport analisa que o Bitcoin perdeu suportes chave, como a média de 21 semanas, transformando-os em resistências. O atual otimismo macro — crescimento nos EUA, dólar fraco — não se reflete em momentum sustentável. ETF holders acumularam US$ 54,3 bilhões a custo médio de US$ 90k, gerando prejuízos bilionários que viram pressão de venda em rebounds.

A estrutura lembra o topo do ciclo anterior: consolidação fraca antes de nova perna de baixa. “US$ 73.000 não é o fundo final”, alerta o relatório. Cuidado com bull trap: o viés de baixa persiste até prova em contrário.

Lições Históricas: Sobrevivência no Bear é Prioridade

A história repete: bolhas como dot-com e bear de 2022 seguiram euforia com correções de 70-80%. Citi, Matrixport e CryptoQuant ecoam que exuberância atual mascara fragilidades. Mercado está ignorando volumes decrescentes e posições ‘lotadas’. Proteja capital: monitore ETF flows, suportes técnicos e macro (Fed). No cripto, sobreviver ao inverno vale mais que caçar topos.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Poço brutalista com bloco dourado rachado emitindo luz cyan no fundo, simbolizando capitulação extrema do Bitcoin próximo ao fundo do poço

Capitulação do Bitcoin Atinge Recordes: Fundo Próximo?

Os dados on-chain do Bitcoin registraram níveis recordes de capitulação na quinta-feira, 6 de fevereiro de 2026, com queda de 14% no preço, de US$ 73.000 para US$ 62.000 — maior drawdown diário desde o colapso da FTX em novembro de 2022. Quase 10 milhões de BTC estão em perda, o quarto maior patamar histórico, enquanto o RSI atingiu o terceiro nível mais sobrevendido e o Fear & Greed Index caiu abaixo de 10. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 373.756 às 19h43, com alta de 10,59% em 24 horas após rebote para US$ 68.000.


Métricas de Supply em Perda Alcançam Extremos

O total de supply em perda subiu para quase 10 milhões de BTC, nível comparável aos fundos de 2015, 2019 e 2022, conforme Glassnode. Para holders de longo prazo (LTH), o supply em perda chegou a 4,6 milhões de BTC, aproximando-se dos picos acima de 5 milhões vistos em mercados de baixa anteriores. Supply em lucro e perda convergiram em torno de 10 milhões cada, padrão alinhado historicamente com bottoms de ciclos.

Esses indicadores sugerem exaustão vendedora, onde posições em prejuízo forçam liquidações, mas também limpam excesso de alavancagem. No ciclo de 2018, supply em perda similar precedeu recuperação de 300%; em 2022, pós-FTX, marcou o fundo de US$ 15.500.

Perdas Realizadas: Pico Desde o Crash da FTX

A média móvel de 7 dias de perdas realizadas ajustadas por entidade atingiu US$ 889 milhões na quarta-feira, maior pico desde novembro de 2022, segundo Glassnode. Essa métrica soma diferenças entre preço de custo e venda para transações inter-entidades, filtrando movimentos internos. O pico reflete capitulação institucional e varejo em meio à queda semanal de 21%, com preço em US$ 66.700.

Em contextos passados, picos de realized loss sinalizam fim de pânico vendedor. No crash FTX, US$ 889 milhões marcou o fundo; ciclos de 2018 e 2020 mostraram padrões semelhantes, com reversões médias de 150% nos 6 meses seguintes.

Medo Extremo como Sinal Histórico de Reversão

A análise da Bitwise destaca o medo extremo atual como paralelo aos invernos de 2018 e 2022, onde índices abaixo de 10 precederam altas expressivas. RSI em território sobrevendido extremo (terceiro pior nível histórico) reforça o cenário de sobrevendido técnico. Convergentemente, esses fatores indicam proximidade de capitulação total.

No ciclo 2018, Fear & Greed em 5 levou a alta de US$ 3.200 para US$ 13.800; em 2022, pós-FTX, de 6 para novo ATH em 2025. Os dados mostram que tais extremos marcam esgotamento emocional e técnico.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados posicionam o Bitcoin próximo de suportes críticos: média móvel de 200 semanas em US$ 58.011, testado em quedas passadas. Volumes elevados de capitulação, com US$ 889 milhões em perdas realizadas, sugerem redução de pressão vendedora. Investidores devem observar convergência de supply em perda acima de 5 milhões para LTH e estabilização do RSI acima de 30 como sinais de reversão potencial.

Com dólar a R$ 5,22, o BTC/BRL reflete volatilidade similar, mas dados on-chain priorizam análise global.


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Torre cibernética com fluxo dourado-vermelho escorrendo para portal negro, simbolizando outflows de US$ 434 mi em ETFs Bitcoin e transferências institucionais

Outflows nos ETFs: US$ 434 Milhões Saem e BlackRock Move BTC/ETH

Os dados mostram que os ETFs de Bitcoin registraram saídas líquidas de US$ 434 milhões na quinta-feira, contribuindo para um saldo semanal negativo de US$ 690 milhões, enquanto o preço do BTC tocou brevemente US$ 60.000. No mesmo período, a BlackRock transferiu US$ 291 milhões em BTC e ETH para a Coinbase, coincidindo com a expiração de US$ 2,5 bilhões em opções cripto no Deribit. Esses fluxos institucionais ocorrem em meio a uma queda acentuada no mercado.


Detalhes dos Outflows nos ETFs de Bitcoin

De acordo com dados da SoSoValue, os ETFs spot de Bitcoin acumularam US$ 434 milhões em resgates na quinta-feira, seguindo US$ 545 milhões no dia anterior. Apesar de entradas de US$ 561 milhões na segunda-feira, o saldo semanal negativo alcançou US$ 690 milhões até a manhã de sexta-feira. Os ativos totais sob gestão nos ETFs atingiram cerca de US$ 81 bilhões, com fluxos cumulativos líquidos de US$ 54,3 bilhões desde o lançamento em janeiro de 2024.

Esses outflows coincidem com uma correção no preço do Bitcoin, que testou US$ 60.000 pela primeira vez desde outubro de 2024, segundo CoinGecko. Analistas destacam críticas ao modelo dos ETFs, com menções a um suposto "paper Bitcoin", onde o mesmo BTC suporta múltiplos instrumentos derivados simultaneamente, potencialmente diluindo a escassez inerente ao ativo.

Movimentação da BlackRock para a Coinbase

A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, realizou transferências significativas: 4.248 BTC e 5.734 ETH, totalizando US$ 291 milhões, para carteiras da Coinbase, conforme dados da Arkham. Essa ação segue outflows em seus próprios ETFs: US$ 175,33 milhões no IBIT (Bitcoin) e US$ 8,52 milhões no ETH ETF na quinta-feira.

O IBIT registrou volume diário recorde de US$ 10 bilhões, um aumento de 169% em relação ao pico anterior, enquanto seu preço caiu 13%, o segundo pior dia desde o lançamento. Tais movimentações sugerem possível preparação para vendas, em um contexto de liquidação de posições alavancadas no mercado.

Expiração de Opções e Volatilidade Esperada

A movimentação ocorre no dia da expiração de US$ 2,5 bilhões em opções cripto na Deribit. O "max pain" para Bitcoin está em US$ 82.000, e para Ethereum em US$ 2.550. Esses níveis representam pontos de equilíbrio onde a maioria das opções expira sem valor, podendo influenciar o preço spot para convergir a eles.

Fundador da CryptoQuant, Ki Young Ju, comentou que vendas institucionais em tal escala seriam raras sem pressão forçada, alertando para risco de cascata: liquidações de fundos, falências de mineradores e vendas retail. Sem rebound significativo nos próximos níveis, o risco de vendas estruturais aumenta.

Contexto Técnico e Cotação Atual

O Bitcoin registrou a maior queda diária de sua história, superior a US$ 10.000, superando liquidações recordes anteriores. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 374.292,38 às 19:38 de sexta-feira, com alta de 11,15% em 24 horas e volume de 1.185 BTC nas exchanges brasileiras.

Os dados sugerem pressão vendedora institucional, com ETFs e grandes players como BlackRock contribuindo. Níveis a monitorar incluem suportes em torno de US$ 60.000 e resistências próximas a US$ 70.000-72.000, conforme médias móveis de 50 e 200 dias. Investidores devem observar fluxos semanais e expiração de opções para avaliação da direção.


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Personagens cartoon HBAR, SUI e XLM liderando ascensão por montanha digital com Bitcoin atrás, simbolizando recuperação liderada por altcoins

HBAR, SUI e XLM Disparam: Altcoins Lideram Recuperação

As altcoins HBAR e XLM disparam com ganhos de 15% e 10%, respectivamente, liderando a recuperação do mercado após o Bitcoin cair para US$ 60 mil e voltar aos US$ 70 mil. Paralelamente, o SUI avança 14% graças à parceria com a Coinbase, que adota seu padrão de token. Esses movimentos sinalizam que os fundamentos das redes estão se fortalecendo em meio à volatilidade macro.


Recuperação Rápida Após o Crash

O mercado cripto vive um alívio após a queda acentuada de quinta-feira, quando mais de US$ 2,6 bilhões em posições alavancadas foram liquidadas. O Bitcoin, que despencou para US$ 60 mil — maior tombo diário desde o colapso da FTX em 2022 —, recuperou terreno e agora negocia acima de US$ 71 mil. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 371.682 no Brasil, com variação positiva de +10,27% nas últimas 24 horas.

Esse rebound impulsiona altcoins, com volume de negociação explodindo. No caso do HBAR, o volume saltou 65% para mais de US$ 420 milhões, enquanto o XLM viu alta de 56% em seu volume diário. O dólar, cotado a R$ 5,21, reforça a atratividade para investidores brasileiros em busca de proteção contra incertezas econômicas.

HBAR e XLM: Momentum Técnico Forte

O HBAR recuperou de US$ 0,073 para acima de US$ 0,093, mirando a resistência em US$ 0,10 e até os máximos do ano em US$ 0,13. Compradores entram com força após o dip, refletindo confiança nos casos de uso da Hedera em transações empresariais rápidas e de baixo custo.

Já o XLM, influenciado pela alta de 18% do XRP para US$ 1,52, sobe de US$ 0,13 para US$ 0,17, com potencial para US$ 0,20 se o momentum persistir. Stellar continua relevante para pagamentos cross-border, especialmente em regiões emergentes. Esses ganhos mostram altcoins se descolando do Bitcoin, com o mercado construindo bases sólidas para o próximo ciclo de adoção.

Parceria Sui-Coinbase Acelera Adoção

A adoção do padrão de token Sui pela Coinbase é um marco para a rede layer-1 de alto desempenho. A parceria facilita o acesso institucional e retail, construindo sobre a listagem para residentes de Nova York em dezembro e o pedido de ETF pela Bitwise, que usa custódia da Coinbase.

SUI saltou 14% para cerca de US$ 1 após tocar US$ 0,78 na queda. Essa integração expande o ecossistema Sui, atraindo builders e usuários cotidianos. Movimentos como esse reforçam a narrativa de adoção global, similar aos fluxos iniciais de ETFs de Bitcoin que pavimentaram altas históricas.

Perspectivas Otimistas de Longo Prazo

Embora analistas como Rekt Capital alertem para possível correção após a alta de alívio, fatores de alta predominam: volumes recordes em ETPs, pausa nas vendas de baleias e BTC abaixo dos custos de mineração, segundo CoinShares. O mercado está construindo, com altcoins como HBAR, SUI e XLM demonstrando resiliência.

Para investidores brasileiros, esses desenvolvimentos destacam a importância de focar em fundamentos como parcerias e adoção, em vez de ruído de curto prazo. Vale monitorar resistências chave e fluxos institucionais nos próximos dias.


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Desenvolvedora cartoon saindo do nüleo Bitcoin Core com chave PGP dissolvendo e blocos mempool luminosos, marcando saída de Gloria Zhao após contribuições

Gloria Zhao Sai do Bitcoin Core Após Revogar PGP

A mantenedora do Bitcoin Core Gloria Zhao revogou sua chave PGP de assinatura e deixou o projeto após seis anos de contribuições significativas, especialmente em políticas de mempool. Anunciado em seu perfil no GitHub em 5 de fevereiro de 2026, o passo encerra sua trajetória como uma das principais engenheiras responsáveis por revisar e aprovar atualizações críticas do software Bitcoin. Sua saída ocorre em meio a debates internos sobre políticas de bloco.


Trajetória de Gloria Zhao no Bitcoin Core

Gloria Zhao ingressou nas contribuições ao Bitcoin Core em 2020 e, em julho de 2022, tornou-se a primeira mulher conhecida como mantenedora oficial, coincidindo com a saída de Pieter Wuille. Sua chave PGP foi adicionada ao arquivo de chaves confiáveis por consenso da comunidade. Financiada pela Brink — organização sem fins lucrativos apoiada pela Human Rights Foundation e Spiral (de Jack Dorsey) —, Zhao atuou como fellow desde janeiro de 2021.

Até agosto de 2025, ela acumulou 837 contribuições no último ano em repositórios relacionados, incluindo revisões de pull requests e participação no Bitcoin Core PR Review Club, onde mentoreou novos desenvolvedores. Sua dedicação full-time ao protocolo open-source a colocou entre os poucos engenheiros pagos publicamente para aprimorar o Bitcoin.

Contribuições em Políticas de Mempool e Relay

O foco principal de Zhao foi o mempool — o “sala de espera” das transações em nós Bitcoin —, políticas de relay de transações e estimação de taxas. Ela projetou e implementou o package relay (BIP 331), que permite propagar pacotes de transações interdependentes, e o TRUC (BIP 431), que restringe topologicamente transações até confirmação, reduzindo vetores de censura.

Outras melhorias incluem upgrades no replace-by-fee (RBF), facilitando bumps de taxa para aceleração de transações, e otimizações no protocolo peer-to-peer (P2P). Essas mudanças tornam o relay mais eficiente, combatendo ineficiências e riscos de censura em uma rede distribuída como o Bitcoin.

Como se Organiza o Desenvolvimento do Bitcoin Core

O Bitcoin Core é mantido por um pequeno grupo de mantenedores, responsáveis por revisar código, aprovar pull requests e assinar releases com chaves PGP para verificar integridade. Diferente de projetos centralizados, o processo é conservador: mudanças exigem consenso amplo via discussões públicas, IRC e GitHub. Qualquer um pode contribuir, mas apenas mantenedores assinam tags de release.

A revogação da chave PGP por Zhao formaliza sua saída, removendo-a da lista de confiáveis. Isso reflete a natureza voluntária e meritocrática: mantenedores saem ou são substituídos por rotação natural, garantindo continuidade sem hierarquia rígida.

Implicações da Saída e Contexto Atual

A partida de Zhao ocorre após disputas sobre limites de OP_RETURN e divergências com Bitcoin Knots, levando-a a deletar sua conta no X em 2025 após ataques pessoais. Reações variam: críticos celebram, mas aliados lamentam o “bullying” que a teria forçado a sair, vendo precedente negativo para atração de talentos.

Apesar disso, o Bitcoin Core segue robusto com outros mantenedores. Sua ausência pode desacelerar avanços em mempool, mas destaca a resiliência: o protocolo evolui por contribuições descentralizadas, não indivíduos. Vale monitorar novos fellows da Brink para preencher lacunas em políticas de transação.


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Personagens cartoon sincronizando engrenagens bancárias tradicionais e digitais neon, simbolizando cripto como colateral em empréstimos da Sberbank

Sberbank: Cripto como Garantia em Empréstimos Bancários

Imagine poder usar seu Bitcoin como garantia para pegar um empréstimo no banco, sem precisar vendê-lo. É exatamente isso que o Sberbank, maior banco da Rússia, planeja oferecer a empresas a partir de 2026. Em vez de liquidar ativos digitais, as companhias poderão depositá-los como colateral e receber rublos emprestados. Segundo o DiarioBitcoin, o banco já testou isso com sucesso em um piloto no final de 2025. Essa ponte entre bancos tradicionais e cripto é um movimento que você precisa entender.


O que é colateral em criptomoedas?

Em outras palavras, colateral é uma garantia que você oferece ao banco para assegurar o empréstimo. Pense assim: é como quando você hipoteca a casa ou o carro para conseguir dinheiro emprestado. Se não pagar, o banco fica com a garantia. No caso das criptomoedas, como Bitcoin ou Ether, você transfere os ativos para a custódia do banco — eles ficam “trancados” em uma carteira segura controlada pela instituição.

Isso significa que você mantém a propriedade potencial dos seus criptoativos, mas usa seu valor atual para obter liquidez imediata. Por exemplo, se você tem 1 BTC valendo cerca de R$ 370 mil — segundo o Cointrader Monitor —, poderia usá-lo como colateral para um empréstimo de, digamos, 50% desse valor em moeda fiduciária, sem vender e pagar impostos sobre ganho de capital agora.

É uma forma inteligente de acessar capital sem abrir mão do potencial de valorização futura dos seus investimentos em cripto. Mas atenção: se o preço do Bitcoin cair muito, o banco pode pedir mais colateral ou liquidar parte dele para cobrir o risco — isso se chama margin call, ou chamada de margem.

O plano do Sberbank e o teste pioneiro

O Sberbank anunciou que está finalizando preparativos para esses empréstimos corporativos. Clientes empresariais, não só mineradoras, mostram grande interesse. O banco usará sua própria infraestrutura de custódia digital e soluções de hardware como o Rutoken para proteger os ativos durante o período do empréstimo.

Para validar o modelo, eles já realizaram um empréstimo piloto no final de 2025 à Intelion Data, uma empresa de mineração de Bitcoin. Nessa operação, criptomoedas mineradas serviram de colateral. Anatoly Popov, vice-presidente do banco, destacou que o teste avaliou mecanismos de custódia e pode influenciar futuras regras regulatórias. O foco agora é expandir para outros setores corporativos que acumulam cripto.

Esse passo amplia esforços do Sberbank desde 2020, quando lançaram plataforma para ativos digitais. Em 2025, emitiram DFA (ativos financeiros digitais) no valor de 408 bilhões de rublos — um salto de 5,6 vezes em relação a 2024.

Contexto regulatório russo e desafios

Na Rússia, criptomoedas são vistas como “ativos de troca estrangeira”: pode comprar e vender, mas não usar em pagamentos internos. Um novo marco legal deve sair em julho de 2026. Isso é impulsionado por sanções ocidentais pós-intervenção na Ucrânia, que limitaram transações em dólares e euros. Cripto vira alternativa para comércio exterior.

O Sberbank colabora com o Banco Central para criar regras seguras. Outros bancos russos, como Sovkombank, já oferecem produtos similares. Pense na analogia brasileira: é como o PIX revolucionando pagamentos, mas aqui cripto entra no core do banking tradicional.

Tendências globais: bancos e cripto se encontram

Esse movimento não é isolado. Mundialmente, vemos “banking meet crypto”: bancos como o americano Signature ou o suíço SEBA oferecem custódia e empréstimos com colateral cripto. No Brasil, exchanges como Mercado Bitcoin já exploram isso, mas bancos tradicionais avançam devagar por regulação do BC.

Para você, iniciante, isso significa mais opções: empresas (e futuramente pessoas?) acessam crédito sem vender cripto, estabilizando mercados. Monitore: se o Sberbank escalar, pode inspirar o mundo. Saia confiante: cripto não é mais “coisa de nerd”, está batendo à porta dos bancos.


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Rede digital hexagonal com brecha vermelha liberando fluxo enevoado roxo, simbolizando lavagem via privacy coins pós-hacks

Lavagem Pós-Hack: Privacy Coins e o Mito Szabo-Epstein

Investigações on-chain revelam que privacy coins como Monero e Zcash aparecem rotineiramente nos fluxos de fundos após hacks, atuando como uma camada temporária de ofuscação em uma cadeia maior de lavagem que inclui swaps, bridges e off-ramps. Paralelamente, rumores conspiratórios ligando Jeffrey Epstein à criação do Bitcoin foram desmentidos diretamente por Nick Szabo, pioneiro dos smart contracts, que classifica a ideia como ‘verdadeiramente idiota’. Esses padrões expõem vulnerabilidades persistentes no ecossistema cripto.


Fluxo Típico de Lavagem Após Ataques

Evidências apontam para um processo meticuloso pós-hack: primeiro, a consolidação de fundos roubados em poucas carteiras; depois, ofuscação via mixers e múltiplas transações; em seguida, chain-hopping por bridges para quebrar rastreabilidade em uma única blockchain. Só então entra a camada de privacy coins, reduzindo a visibilidade on-chain e adiando blacklists automáticas por exchanges.

Analistas observam que essas moedas não são o destino final, mas um ‘black box’ estratégico. Hackers evitam envios diretos para exchanges, optando por OTC e P2P para cash-out. Essa sequência complica investigações, mas não as impede completamente, como mostram recuperações recentes por firmas de analytics.

O uso imediato pós-roubo é crucial: com monitoramento intenso nos dias iniciais, a privacidade quebra cadeias de atribuição, dando tempo para reorganização. No entanto, volumes baixos e escrutínio regulatório limitam seu papel em grandes somas.

Limitações e Evolução das Técnicas de Ocultação

Apesar das vantagens, privacy coins enfrentam restrições: baixa liquidez, poucas listagens em CEXs e pressão regulatória crescente. Grandes hacks ainda dependem de BTC, ETH e stablecoins para saídas finais, integrando privacidade como ferramenta híbrida em estratégias maiores.

Ações contra mixers, como as dos EUA, deslocam fluxos para alternativas, elevando o uso de privacy coins. Red flags incluem layering rápido, latência estratégica e preferência por OTC. Investigadores focam em entradas/saídas dessas redes, onde sinais são mais claros.

Essas tendências dinâmicas mostram adaptação criminal: proibições a uma rota apenas diversificam caminhos, tornando a lavagem um alvo móvel para reguladores.

Desmentindo Conspirações: A Negativa de Nick Szabo

Em meio a mistérios cripto, teorias ligando Epstein — financista condenado por esquemas Ponzi em fiat — à gênese do Bitcoin ganharam tração com arquivos vazados em janeiro de 2026. Documentos revelam doações a MIT via Joi Ito, reacendendo especulações sobre Wall Street.

Nick Szabo, criador do Bit Gold (precursor direto do BTC), rebateu veementemente em postagem no X: Epstein e aliados como Wexner e Black eram ‘finanças tradicionais até a medula’, interessados só em lucros via alavancagem, sem visão para um dinheiro descentralizado. Seu interesse tardio veio da valorização, não da tecnologia.

Adam Back, da Blockstream, também negou laços atuais, esclarecendo ações antigas desfeitas por conflito de interesses. Sem evidências on-chain ou documentais, essas alegações permanecem infundadas.

Implicações e Medidas de Proteção

Privacy coins têm usos legítimos — proteção em regimes opressores, sigilo comercial —, mas seu abuso em crimes exige equilíbrio regulatório. Exchanges devem aprimorar monitoramento, enquanto usuários priorizam custódia própria e verificação de projetos.

Para investidores: evite FOMO em narrativas conspiratórias; foque em auditorias on-chain e due diligence. Exposições como essas reforçam: no cripto, ceticismo salva patrimônios. Monitore fluxos suspeitos e reporte a analytics firms.


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Baleias cartoon emergindo de mar volátil para depositar BTC dourado e ETH cyan no cofre SAFU, sinalizando acumulação institucional

Binance Acumula US$ 434 Milhões em BTC via SAFU: Baleias Compram ETH

Enquanto muitos investidores vendem na queda de 21% do Bitcoin, gigantes como a Binance contra-atacam com compras agressivas. A exchange adquiriu mais 3.600 BTC (US$ 233 milhões) para seu fundo SAFU, elevando o total para 6.230 BTC (US$ 434,5 milhões). Ao mesmo tempo, baleias antigas retiram US$ 23 milhões em ETH da plataforma, sinalizando confiança no ciclo de acumulação.


Estratégia SAFU: Compra na Baixa em Escala Bilionária

A Binance está convertendo cerca de US$ 1 bilhão do seu Secure Asset Fund for Users (SAFU) em Bitcoin, como anunciado em 29 de janeiro. Essa terceira compra em uma semana, financiada por US$ 250 milhões em stablecoins, reforça a tesouraria de emergência da exchange. O SAFU, criado para proteger usuários em cenários adversos como hacks, agora aposta no BTC como ativo fundamental do ecossistema cripto.

Essa movimentação ocorre em meio a uma correção acentuada: o Bitcoin despencou de US$ 71.800 para US$ 60.000, com queda de 9,3% nas últimas 24 horas na época. No entanto, o volume de negociações explodiu 78%, indicando que outros participantes também acumulam na baixa. Para Bruno Barros, os fundamentos se fortalecem: instituições veem o dip como oportunidade de longo prazo.

Baleias Dormindo Acordam para Acumular ETH

Não é só a Binance: endereços inativos há anos voltaram à ação. Um wallet dormente por dois anos retirou 10.000 ETH (US$ 19,24 milhões) da Binance em seis horas, enquanto outro, parado há um ano, sacou 1.892 ETH (US$ 3,75 milhões). Esses grandes holders, com custo médio baixo, demonstram paciência estratégica.

Esses movimentos de baleias antigas confirmam uma tese clássica: durante correções, os players experientes constroem posições. Diferente de traders de curto prazo, essas acumulações sinalizam visão otimista para o Ethereum, especialmente com upgrades em andamento e adoção DeFi crescendo.

Contexto de Mercado: Volatilidade como Oportunidade

O Bitcoin negociava em torno de US$ 64.600-US$ 66.600 durante as compras, com analistas divididos: alguns preveem queda a US$ 38.000, outros veem suporte em US$ 60.000. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 369.773, com alta de 10,49% em 24 horas e volume de 1.210 BTC. O ETH segue similar, a R$ 10.773 (+10,5%). Essa recuperação pós-dip reforça a resiliência.

Em ciclos passados, fluxos institucionais como esses precederam rallies. A Binance, maior exchange global, lidera pela ação, transmitindo confiança aos usuários brasileiros e globais.

Implicações para o Investidor de Longo Prazo

Esses sinais de acumulação por gigantes validam a narrativa de adoção: volatilidade de curto prazo não altera tendências macro. O mercado está construindo bases sólidas, com tesourarias corporativas e baleias posicionando para a próxima perna de alta. Vale monitorar endereços SAFU e fluxos on-chain para confirmar o momentum.

Para o investidor comum, o recado é claro: dips são momentos de oportunidade para holders convictos. Os fundamentos do Bitcoin e Ethereum — escassez, rede e utilidade — permanecem intactos.


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Bitcoin atleta cartoon aprovado por executivos de bancos após teste de força na queda, com equilíbrio ouro-BTC simbolizando maturidade institucional

Bitcoin ‘Ofensivo’: Deutsche Bank Vê Queda como Teste de Maturidade

Fim do pânico? O Deutsche Bank classifica a recente queda do Bitcoin como uma ‘reinicialização’ saudável, um teste de maturidade para reconquistar a confiança institucional. Em paralelo, a Bitwise reforça que o BTC atua como ativo ofensivo, capturando upside em rebounds, enquanto o ouro oferece proteção em quedas. Essa visão complementar está moldando portfólios de grandes players, sinalizando maturidade do mercado cripto mesmo após correção de mais de 40% desde outubro.


Bitcoin Ofensivo versus Ouro Defensivo

Durante o Digital Assets Forum em Londres, Bradley Duke, diretor da Bitwise na Europa, explicou o papel distinto do Bitcoin em relação ao ouro tradicional. Enquanto o ouro serve como cushion em mercados em queda, protegendo contra downside e incertezas, o Bitcoin brilha nos rebounds, oferecendo maior potencial de valorização. “Um é mais upside risk, o outro protege contra downside“, resumiu Duke.

Essa distinção ganha relevância após o ouro subir 46% nos últimos seis meses, atingindo máximas históricas, enquanto o BTC recuou 40%. Duke atribui isso à muscle memory dos investidores, que recorrem ao metal precioso com histórico milenar, mas prevê transição para o ‘melhor dinheiro’ que é o Bitcoin, à medida que a confiança cresce. No mercado de predições Myriad, há 67% de chance de o BTC equivaler a 10 oz de ouro em breve.

A tese reforça a alocação conjunta: ouro para defesa, BTC para ofensiva, otimizando portfólios em ciclos voláteis.

Deutsche Bank: Reinicialização, Não Colapso

Analistas do Deutsche Bank veem o atual estado do Bitcoin não como colapso, mas como uma ‘perezagruzka’ — reinicialização gradual. Fatores como saques massivos de ETFs, redução de liquidez e atrasos regulatórios erodiram confiança temporariamente, sem chocar fundamentos macroeconômicos.

Curiosamente, o BTC exibiu baixa correlação com ativos tradicionais como ouro e índices acionários, atingindo mínimos históricos. Isso o isolou parcialmente do apetite geral por risco. Apesar da queda de mais de 40% desde outubro de 2025, o preço permanece 370% acima dos níveis de início de 2023, comprovando resiliência de longo prazo.

Essa perspectiva bullish fundamentada alinha com ciclos passados, onde correções precedem novas fases de adoção.

Impacto nos Portfólios Institucionais

O mercado cripto está ‘crescendo’, como diz Duke: de cypherpunks para estados soberanos. Fluxos de ETFs, basis trades e tesourarias corporativas ofuscaram o impacto dos halvings, reduzindo volatilidade. Anatoly Crachilov, da Nickel Digital, nota que novos suprimentos de BTC são dwarfed por esses influxos institucionais.

Para portfólios tradicionais, isso significa diversificação estratégica: BTC como ativo macro de longo prazo, complementando ouro. Matthew Le Merle, da Fifth Era, alerta que timing de mercado é arriscado; o foco deve ser em peer-to-peer cash global, apesar de desafios como escassez de desenvolvedores blockchain.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 369.339,83 (+10,1% em 24h) reflete rebound, com volume de 1.213 BTC. Em dólares, cerca de US$ 70.320 (R$ 5,22/USD).

Perspectiva de Longo Prazo para Investidores

Os fundamentos se fortalecem: adoção institucional, redução de correlações e maturidade macro. Volatilidade persiste, mas ciclos de quatro anos perdem relevância com ETFs absorvendo oferta. Para o investidor comum, isso valida hold de longo prazo, monitorando fluxos e regulação.

Ouro a US$ 4.965/oz reforça hedge, mas BTC promete superioridade em bull markets. Mercados constroem maturidade; correções como essa testam convicção, preparando terreno para próxima expansão.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investidor cartoon elevando pilha de Bitcoin a 71K enquanto regulador bloqueia stablecoins com barreira vermelha, contrastando rebound institucional e regras chinesas

Bitcoin recupera US$ 71 mil em forte rebound institucional, enquanto China endurece regras contra stablecoins e RWA

📊 BOLETIM CRIPTO | 06/02/2026 | NOITE

O mercado cripto registra uma recuperação histórica nesta sexta-feira, com o Bitcoin retomando o patamar de US$ 71 mil após uma breve capitulação em US$ 60 mil. Este movimento de alta expressiva é impulsionado por um forte suporte institucional, evidenciado pelos volumes recordes de US$ 10 bilhões no ETF IBIT da BlackRock e pela valorização de 25% nas ações da MicroStrategy. Enquanto o Ocidente avança em direção à clareza regulatória com o CLARITY Act nos EUA, a China intensifica seu enclausuramento ao banir stablecoins em yuan e a tokenização de ativos reais. O viés de alta moderado prevalece, sustentado pela resiliência dos grandes detentores corporativos e pelo alívio nas taxas de liquidação, apesar de incidentes operacionais na Ásia terem causado volatilidade temporária. O cenário atual sugere que a força institucional está reabsorvendo a oferta após o pânico macro recente.


🔥 Destaque: Bitcoin retoma US$ 71 mil após crash para US$ 60 mil

O Bitcoin protagonizou uma das recuperações diárias mais impressionantes do ciclo atual, saltando 15% após encostar na mínima de US$ 60 mil em 5 de fevereiro. O movimento, desencadeado por uma combinação de liquidações alavancadas e medo macroeconômico, foi rapidamente reabsorvido por investidores institucionais. O iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock registrou um volume recorde de negociação, sinalizando que o capital profissional utilizou a queda para acumular posições.

Diferente de quedas anteriores, o suporte em US$ 60 mil demonstrou ser uma barreira psicológica e técnica robusta. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 366.473,47, refletindo uma valorização substancial de 8,14% nas últimas 24 horas no mercado brasileiro. Esse movimento alinha-se à narrativa de que o pior da correção já ficou para trás, com o sentimento de medo extremo sendo substituído por um otimismo cauteloso.

No entanto, a volatilidade não foi isenta de causas operacionais. Um erro na exchange sul-coreana Bithumb, que creditou inadvertidamente milhares de Bitcoins a usuários, catalisou uma desvalorização localizada de 10% no início do sell-off global. A rápida contenção por parte da exchange e do mercado global reforça a maturidade do ecossistema, que não permitiu que a falha regional se transformasse em um risco sistêmico prolongado.

Para o investidor, o foco agora volta-se para a sustentação acima dos US$ 70 mil. A recuperação não apenas limpou o excesso de alavancagem, mas também testou a convicção de grandes participantes corporativos, que reafirmaram seu compromisso institucional com o ativo digital mesmo diante de quedas agressivas.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento dominante é de recuperação após um teste crítico de suporte. A resiliência institucional é o grande motor deste ciclo; enquanto mineradoras de Bitcoin como a MARA viram suas ações subirem mais de 21%, a MicroStrategy (MSTR) de Michael Saylor recuperou todas as perdas da sessão anterior, subindo 25%. Esse impulso positivo nas ações ligadas ao setor cripto sugere que o mercado de capitais tradicional continua apostando na tese de longo prazo do Bitcoin como reserva de valor.

O cenário geopolítico também apresenta uma clara divergência regulatória. Enquanto a China endurece as regras contra stablecoins privadas para proteger a soberania do yuan digital, os EUA veem o Secretário Scott Bessent pressionar por marcos regulatórios claros, como o CLARITY Act. Esse contraste está acelerando uma migração de capital para jurisdições ocidentais, beneficiando stablecoins atreladas ao dólar e protocolos DeFi que operam sob conformidade regulatória.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Reversão Macro: A valorização atual permanece vulnerável a novas quedas nos índices acionários e à busca por segurança se os dados de inflação americanos surpreenderem negativamente.
  • Repressão Chinesa: O banimento de stablecoins em yuan pode forçar liquidações preventivas em projetos com exposição asiática, gerando novos surtos de volatilidade em moedas regionais.
  • Fragilidade em CEXs: O erro operacional na Bithumb reforça os perigos de manter fundos em exchanges centralizadas, onde falhas humanas podem causar desalinhamentos de preço severos.
  • Temor Quântico: Embora Michael Saylor minimize o risco, o debate sobre computação quântica pode ser usado para gerar pânico especulativo entre investidores de varejo menos informados.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Ações Proxy: Empresas como MSTR e mineradoras listadas oferecem exposição alavancada ao Bitcoin, capturando valorizações superiores ao ativo spot durante recuperações agressivas.
  • Altcoins Subvalorizadas: O XRP disparou 18% após o rebote do BTC, indicando que o efeito cascata pode beneficiar ativos que sofreram desvalorizações desproporcionais na queda.
  • Autocustódia: Os riscos operacionais em exchanges tradicionais impulsionam a demanda por hardware wallets, beneficiando empresas que fornecem soluções de self-custody.
  • Stablecoins USD: O banimento na China fortalece o domínio global do dólar digital regulado, tornando ativos como USDT e USDC ainda mais centrais para a liquidez global.

📰 Principais Notícias do Período

1. Bitcoin rebota acima de US$ 71 mil pós-queda para US$ 60 mil
O Bitcoin recuperou 15% de seu valor em apenas 24 horas, subindo de US$ 60 mil para acima de US$ 71 mil. O movimento foi sustentado por volumes recordes nos ETFs americanos e sinaliza uma forte resiliência institucional após o pânico macro inicial.

2. MSTR avança 25% com rebound do Bitcoin apesar de US$ 12,4 bi em perdas
As ações da MicroStrategy saltaram 25% após reportar prejuízo contábil bilionário no quarto trimestre. A confiança dos executivos na estratégia de acumulação de longo prazo serviu como catalisador para a recuperação das ações.

3. MicroStrategy lidera programa de segurança quântica para Bitcoin
Michael Saylor anunciou um programa global para coordenar a defesa do Bitcoin contra futuras ameaças quânticas. A iniciativa visa elevar o nível de planejamento técnico da rede, consolidando a MSTR como líder tecnológica no setor.

4. BTC atinge US$ 71k e XRP +18% em recuperação ampla
A recuperação não se limitou ao Bitcoin; altcoins como XRP, Ethereum (+5,9%) e Cardano apresentaram altas expressivas. Analistas da Bitwise sugerem que o fundo local já foi atingido e precificado pelo mercado.

5. Erro Bithumb envia milhares BTC e catalisa crash 10%
A exchange sul-coreana creditou erroneamente Bitcoins no valor de milhões de won a usuários, provocando uma queda local de 10%. O incidente serviu para testar os sistemas de prevenção de liquidação em cascata da plataforma.

6. China bane stablecoins CNY e tokenização RWA sem aprovação
O Banco Popular da China reafirmou sua postura hostil ao banir stablecoins privadas e a tokenização de ativos reais não autorizada. A medida visa conter o risco de fuga de capitais através de trilhos digitais privados.

7. China barra stablecoins yuan offshore; EUA urge CLARITY Act
Enquanto a China aperta o cerco, o Tesouro dos EUA defende a aprovação do CLARITY Act para consolidar a liderança tecnológica americana no mercado global de criptoativos e stablecoins privados.


🔍 O Que Monitorar

  • Volumes de ETF Spot: A continuidade das entradas no IBIT após o recorde de volume será fundamental para sustentar o preço acima de US$ 70 mil.
  • Níveis de Liquidez em Exchanges: A recuperação das reservas da Bithumb após o erro operacional dará pistas sobre a confiança dos investidores locais.
  • Ações de Mineradoras: O desempenho de MARA e RIOT serve como um indicador antecedente para o apetite por risco operacional no setor.
  • Progresso do CLARITY Act: Qualquer movimentação legislativa nos EUA poderá atrair fluxos massivos de capital institucional para o ecossistema USD.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 12 a 48 horas, a perspectiva é de um viés de alta moderado, condicionado à capacidade do Bitcoin de consolidar suporte acima da região de US$ 70.500. A limpeza de posições alavancadas durante a queda para US$ 60 mil criou uma base técnica mais saudável para novas tentativas de rompimento das máximas recentes. É provável que as altcoins continuem apresentando uma volatilidade superior, capturando o fluxo de rotação de lucros do Bitcoin. Entretanto, o investidor deve permanecer atento a eventos macro e regulatórios, especialmente notícias vindas da Ásia, que podem servir de freio para o momentum atual. O foco deve estar em ativos com forte lastro institucional e protocolos que ofereçam segurança contra falhas operacionais e avanços regulatórios.


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Executivos cartoon de BitMine e MicroStrategy tropeçando com pilhas de BTC/ETH derretendo em vermelho, simbolizando perdas bilionárias no crash do Bitcoin

Gigantes Cripto no Vermelho: Perdas Bilionárias no Crash do BTC e ETH

Os dados mostram que a queda do Ether abaixo de US$ 2.000 gerou perdas não realizadas de US$ 8 bilhões para a BitMine Immersion, tesouraria com 4,29 milhões de ETH adquiridos por US$ 16,4 bilhões. Paralelamente, o Bitcoin em US$ 65.000 pressiona empresas como a MicroStrategy, cujas ações caíram 77% desde julho. Apesar da desvalorização de 40% no BTC desde outubro, ETFs spot registram saídas de apenas 6,6% em ativos sob gestão.


BitMine: Déficit de US$ 8 bilhões em Exposição ETH

A BitMine Immersion Technologies (BMNR), liderada por Thomas Lee, acumulou 4,29 milhões de ETH a um custo médio de US$ 16,4 bilhões. Com o Ether negociado em torno de US$ 1.910, o portfólio vale agora US$ 8,4 bilhões, resultando em perdas não realizadas de aproximadamente US$ 8 bilhões, ou 49% do valor investido. As ações BMNR despencaram 88% desde o pico de julho, atingindo mínima histórica na quinta-feira, com queda adicional de 9% no dia.

Apesar do impacto, a empresa afirma ausência de covenants de dívida e geração de receita via staking de 2,9 milhões de ETH, além de caixa de US$ 538 milhões. Segundo o Cointrader Monitor em 06/02/2026 às 07:06, o Bitcoin opera a R$ 346.583, com variação de -7,62% em 24 horas e volume de 1.523 BTC.

Pressão em Tesourarias Bitcoin: MicroStrategy e Outras

O Bitcoin, em US$ 65.000 — queda de 40% desde outubro —, expõe vulnerabilidades corporativas. A MicroStrategy, maior detentora com mais de 700.000 BTC, viu ações migrarem de US$ 457 para US$ 106, perda de 77%. A empresa revisou guidance para 2025, prevendo lucro de US$ 6,3 bilhões ou prejuízo de US$ 5,5 bilhões, contra lucro anterior projetado de US$ 24 bilhões. Criou reserva para dividendos em meio à volatilidade.

Outras afetadas incluem Smarter Web Company (-18%), Nakamoto Inc. (-9%), Metaplanet (-7%), Alt5 Sigma (-8,4% em WLFI), SharpLink Gaming (-8% em ETH) e Forward Industries (-6% em SOL). O Ether, por sua vez, registra -9,45% em 24h, cotado a R$ 10.105.

Resiliência dos ETFs Spot Bitcoin

Em contraste, os ETFs spot de Bitcoin demonstram estabilidade. Apesar da desvalorização de 40% no ativo subjacente desde outubro, saídas somam apenas 6,6% do AUM, segundo Eric Balchunas da Bloomberg. Investidores institucionais tratam BTC como alocação de 1-2% em portfólios diversificados, suportados por equities fortes. Diferente de traders nativos cripto em ‘crise existencial’.

Histórico do ouro mostra recuperação pós-quedas semelhantes: ETFs de ouro perderam 33% em seis meses há uma década, mas atingem US$ 160 bilhões hoje. BTC ETFs rivalizaram brevemente com ouro antes do selloff.

Implicações para Confiança Institucional

Os dados indicam ‘sangramento’ em tesourarias corporativas agressivas, erodindo confiança em estratégias concentradas. Níveis chave: BTC suporte em US$ 60.000-65.000; ETH em US$ 1.900. Volumes em ETFs sugerem ancoragem institucional, mas monitorar se saídas aceleram abaixo de 6,6%. Volatilidade persiste como custo dos retornos históricos do BTC, com sete drawdowns similares em 17 anos.


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Burocrata cartoon trancando cofre gigante de Bitcoins com '15B' gravado, simbolizando reserva estratégica do Tesouro EUA sem resgate

Washington vs Bitcoin: Sem Resgate, Mas Reserva Cresce para US$ 15 Bi

O Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou ao Congresso que Washington não possui autoridade para realizar um resgate do Bitcoin ou obrigar bancos privados a comprarem a criptomoeda em caso de colapso de mercado. Ao mesmo tempo, a reserva estratégica de Bitcoin estabelecida por Donald Trump cresceu para mais de US$ 15 bilhões, graças à valorização de ativos apreendidos. Esse choque de narrativas — ‘o governo não salva, mas acumula’ — sinaliza tensões na abordagem regulatória americana.


Declaração de Bessent no Congresso

Durante audiência no Congresso americano, em 5 de fevereiro de 2026, Scott Bessent respondeu diretamente ao deputado Brad Sherman, conhecido crítico das criptomoedas. Sherman questionou se o Tesouro ou o Financial Stability Oversight Council (FSOC) poderiam intervir para estabilizar o Bitcoin ou alterar requisitos de reservas bancárias para forçar aquisições de BTC ou até memecoins ligados a Trump.

"Eu sou o Secretário do Tesouro. Não tenho autoridade para isso, e como presidente do FSOC, tampouco", declarou Bessent. Essa posição reforça limites legais claros, diferenciando o Bitcoin de ativos tradicionais que já receberam bailouts, como bancos em crises passadas. Autoridades americanas enfatizam que intervenções estatais em mercados privados não se aplicam a criptoativos descentralizados.

O depoimento ocorre em meio a uma correção de mercado, com o Bitcoin testando níveis abaixo de US$ 70 mil, destacando a relevância prática da declaração para investidores globais.

Reserva Estratégica: De US$ 500 Mi para US$ 15 Bi

A ironia reside na reserva estratégica de Bitcoin, criada por ordem executiva de Trump em março de 2025. Bessent confirmou que os EUA mantêm Bitcoins apreendidos em operações de confisco, cujo valor saltou de cerca de US$ 500 milhões para mais de US$ 15 bilhões graças à apreciação do ativo.

A política restringe aquisições adicionais a confisco ou trocas orçamentariamente neutras — como conversão de reservas de petróleo ou metais preciosos em BTC —, vedando compras no mercado aberto com fundos públicos. Essa estratégia posiciona os EUA como detentor significativo de Bitcoin, alinhando-se a tendências globais onde nações como El Salvador e potenciais reservas em outros países emergem.

Para o Brasil e América Latina, isso contextualiza debates locais sobre regulação, mostrando como potências globais navegam entre ceticismo e acumulação estratégica de criptoativos.

Implicações Geopolíticas e Regulatórias

Esse dualismo reflete um reposicionamento geopolítico: enquanto o Tesouro nega resgates, a reserva estratégica sinaliza reconhecimento do Bitcoin como reserva de valor soberana. Analistas internacionais veem nisso um teste para a maturidade regulatória americana, influenciando jurisdições como a União Europeia e China, que monitoram de perto.

Investidores devem observar como essa narrativa afeta a percepção de risco sistêmico. Sem bailout governamental, o mercado cripto reforça sua natureza descentralizada, mas a acumulação estatal pode estabilizar preços indiretamente. Globalmente, decisões em Washington ecoam em bolsas de valores, exchanges e políticas monetárias emergentes.

No contexto macro, com inflação persistente e tensões comerciais, o Bitcoin ganha contornos de ativo geopolítico, demandando monitoramento contínuo por parte de portfólios diversificados.


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Domo hexagonal dourado-cyan rachando com fluxo vermelho volumoso contendo '10B', simbolizando capitulação no ETF BlackRock

Capitulação no ETF BlackRock? Volume de US$ 10 Bi Acende Alerta

O volume recorde de mais de US$ 10 bilhões no ETF IBIT da BlackRock registrado na quinta-feira levanta alertas sobre possível capitulação institucional. Enquanto isso, o Bitcoin despencou para abaixo de US$ 67 mil, com o mercado cripto perdendo US$ 570 bilhões em 2026 e liquidações superando US$ 1 bilhão em 24 horas. Onde está o fundo desse poço? É importante considerar os riscos em meio a esse pânico.


Recorde de Volume no Maior ETF de Bitcoin

O fundo spot Bitcoin da BlackRock, IBIT, negociou mais de 284 milhões de ações na quinta-feira, superando os US$ 10 bilhões em valor nocional, segundo dados da Nasdaq. Esse patamar representa um aumento de 169% em relação ao recorde anterior de novembro. O preço do IBIT caiu 13%, para abaixo de US$ 35, estendendo a perda no ano para 27%.

Redenções de US$ 175 milhões foram processadas, equivalendo a 40% do outflow líquido total de US$ 434 milhões entre 11 fundos. Esse movimento coincide com o Bitcoin testando níveis baixos de US$ 60 mil, destacando a preferência institucional por exposição regulada ao ativo, mas também a vulnerabilidade em quedas acentuadas.

Capitulação Generalizada e Liquidações Massivas

O mercado cripto como um todo perdeu US$ 570 bilhões em capitalização em 2026, uma queda de 19% no ano. Em 24 horas, US$ 1,06 bilhão em posições foram liquidadas, impactando mais de 216 mil traders, com posições compradas dominando as perdas. O maior single trade liquidado foi de US$ 11,36 milhões em BTCUSDT.

A métrica de capitulação do Bitcoin registrou seu segundo maior pico em dois anos, sinalizando vendas forçadas por holders enfraquecidos. Historicamente, esses eventos marcam fases de de-risking acelerado e maior volatilidade, mas o risco aqui é de prolongamento do mercado de baixa se o pânico persistir.

Indicadores de Pânico e Suportes Técnicos

O Fear & Greed Index mergulhou para 5, o menor registro histórico, indicando medo extremo — níveis que frequentemente coincidem com fundos de mercado. No gráfico semanal, o BTC testa a média móvel de 200 períodos, com padrão head-and-shoulders similar ao de 2021-2022.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 346.511,09, com variação de -7,83% em 24 horas e volume de 1.525 BTC. Atenção para o suporte na 200MA: rompimentos abaixo podem gerar wicks, mas sustentação pode sinalizar reversão.

Como Observar e se Proteger Nesse Cenário

Capitulação pode indicar fundo, mas mercados de baixa arrastam além do esperado. É importante considerar diversificação, redução de alavancagem e monitoramento de outflows em ETFs. Observe o viés para put options no IBIT, premiums recordes de 25 pontos acima de calls, reforçando pico de medo.

Casos históricos, como 2022, mostram que picos de volume e medo extremo precedem bottoms lentos. O risco de falsos rebounds é alto; priorize preservação de capital. Vale monitorar estabilização na 200MA semanal e redução de liquidações para sinais de alívio.


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Sol dourado do Bitcoin eclipsado por sombra negra brutalista com rachaduras vermelhas, ilustrando previsões de queda extrema da Bloomberg e Stifel

Bitcoin a US$ 10 mil? Bloomberg e Stifel Preveem Queda Extrema

O quão baixo podemos chegar? Analistas da Bloomberg Intelligence preveem Bitcoin em US$ 10 mil em 2026, enquanto o banco Stifel alerta para US$ 38 mil, conforme relatório recente. Essas projeções surgem em meio a uma queda de 20% na semana, com BTC negociado abaixo de US$ 70 mil e saques recordes de ETFs. A história mostra que picos exuberantes, como os US$ 126 mil de outubro de 2025, são seguidos por correções profundas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 347.604, com variação de -7,66% em 24h.


Alerta Extremo da Bloomberg: Semelhanças com 2008

Mike McGlone, estrategista sênior da Bloomberg, compara o atual estresse macro ao da crise financeira de 2008 e ao estouro da bolha dot-com em 2000-2001. Ele aponta deflação pós-inflação, liquidez reduzida dos bancos centrais e reversão de anos de risco excessivo como gatilhos para uma queda adicional de mais de 85% dos atuais níveis.

O mercado cripto já perdeu quase 50% desde o pico de 2025, com BTC em torno de US$ 63 mil no momento da análise. Saques de ETFs, baixa apetite por risco e volatilidade implícita elevada reforçam o cenário. McGlone já havia alertado no fim de 2025 sobre bolhas especulativas, e agora liga o risco diretamente à fraqueza macro global. A história mostra que esses ciclos de exuberância irracional terminam mal para ativos de alto risco como o Bitcoin.

Capitulação parece iminente, com volume recorde na Coinbase (US$ 3,34 bilhões) e RSI em níveis de crash pandêmico. O mercado está ignorando esses sinais?

Stifel Aponta US$ 38 Mil em Ciclo Histórico

O banco de investimentos Stifel projeta queda para US$ 38 mil, mais 43% abaixo dos atuais US$ 67 mil, alinhado a padrões cíclicos passados. Após o topo de US$ 126 mil, o BTC segue o script de mercados de baixa profundos, como em 2018 e 2022.

Fatores incluem política apertada do Fed, estagnação regulatória nos EUA, liquidez encolhendo e saques líquidos de ETFs: 7.925 BTC no dia (US$ 533 milhões) e 19.090 BTC na semana (US$ 1,28 bilhão). Demanda institucional evapora, enquanto derivativos entram em deleveraging forçado.

Técnicos destacam US$ 68 mil (EMA 200 semanas) como teste crucial. Perda abre caminho para US$ 58 mil. Cuidado: o mercado está subestimando a força desses ventos contrários macro.

Sinais On-Chain e Acumulação de Baleias

A perda da True Market Mean, suporte on-chain desde setembro de 2023, expõe BTC a colapso de 37% para US$ 51.511 via padrão cabeça e ombros. Pressão vendedora acelera liquidações.

No entanto, baleias (10k-100k BTC) acumularam 50 mil BTC em quatro dias (US$ 3,5 bilhões), comprando o medo perto de US$ 70 mil. Isso pode absorver vendas e estabilizar, mas depende do varejo e momentum macro. Preço realizado em US$ 55.800 é próximo suporte de longo prazo.

US$ 68 mil é pivotal: perda acelera baixa; retenção abre US$ 75 mil. Mas com Fed hawkish e liquidez baixa, o viés permanece de baixa.

O Que Monitorar no Pior Cenário

Essas previsões não são certezas, mas riscos reais embasados em macro e histórico. Mercados ignoram liquidez global e ciclos até ser tarde. Proteja capital: sobreviver ao mercado de baixa vale mais que lucros no mercado de alta. Acompanhe saques de ETFs, IV e suportes técnicos. Se US$ 60 mil ceder, o caminho para US$ 38 mil ou pior fica livre. A história repete: exuberância tem preço alto.


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Investidores cartoon retirando barras douradas de cofre BTC pressionando ETH e SOL, enquanto depositam em cofre XRP, ilustrando saídas e influxos de ETFs

ETFs de Bitcoin Perdem US$ 545 Milhões em Saídas Diárias

A debandada institucional continua: ETFs spot de Bitcoin registraram saídas líquidas de US$ 545 milhões em um único dia, conforme dados recentes. Os fundos de Ether e Solana também viram outflows significativos, enquanto os de XRP foram os únicos a atrair influxos modestos. Esse movimento reflete um viés de baixa generalizado, com o Bitcoin testando níveis próximos a US$ 65.000 e impactando altcoins correlacionadas. Os dados mostram pressão vendedora ampliando a volatilidade de fevereiro.


Fluxos Detalhados nos ETFs de Bitcoin

Os ETFs spot de Bitcoin lideraram as saídas, com US$ 544,94 milhões em resgates líquidos distribuídos por seis fundos principais, segundo relatório consolidado. O iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock sofreu o maior impacto, com US$ 373,44 milhões em outflows, seguido pelo Fidelity Wise Origin Bitcoin Fund (FBTC) com US$ 86,44 milhões. Grayscale Bitcoin Trust (GBTC) registrou US$ 41,77 milhões em saídas.

Outros fundos como ARK 21Shares Bitcoin ETF (ARKB), Franklin Bitcoin ETF (EZBC) e VanEck Bitcoin ETF (HODL) contribuíram com adicionais US$ 43,3 milhões em resgates. Apesar de volume de negociação de US$ 7,15 bilhões, os ativos líquidos totais caíram para US$ 93,51 bilhões. Year-to-date, os fundos acumulam inflows de US$ 3,5 bilhões contra redemptions de US$ 5,4 bilhões, resultando em saldo negativo de US$ 1,8 bilhão.

Desempenho de ETH, SOL e XRP ETFs

Os ETFs de Ether registraram US$ 79,48 milhões em outflows, com BlackRock ETHA respondendo por US$ 58,95 milhões e Fidelity FETH por US$ 20,53 milhões. Ativos totais fecharam em US$ 12,71 bilhões após volume de US$ 2,27 bilhões.

Solana spot ETFs tiveram US$ 6,71 milhões em saídas, lideradas pelo Grayscale Solana Trust (GSOL) com US$ 5,22 milhões. XRP ETFs, por outro lado, atraíram US$ 4,83 milhões em inflows, com Franklin XRPZ (+ US$ 2,51 milhões), Bitwise XRP (+ US$ 1,72 milhões) e 21Shares TOXR (+ US$ 600 mil). Esses fluxos seletivos destacam rotação defensiva em meio à pressão ampla.

Contexto Técnico e Níveis Críticos

Os dados de fluxos correlacionam-se com quedas recentes: Bitcoin cotado a aproximadamente US$ 66.000, com variação de -8% em 24 horas. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 347.246,40, com -7,57% no dia e volume de 1.522 BTC. Ethereum opera em torno de R$ 10.129 (-9,4%), Solana a R$ 428 (-11,7%) e XRP a R$ 6,98 (-6,5%).

No gráfico diário, BTC testa suporte em US$ 65.000, com média móvel de 50 dias em US$ 68.500 atuando como resistência imediata. ETH e SOL mostram padrões semelhantes de recuo, com correlação beta acima de 1,2 em relação ao BTC. Vale monitorar o volume de ETF para sinais de exaustão vendedora.

Implicações para Investidores

Analistas como James Seyffart e Eric Balchunas notam resiliência: apenas 6% dos ativos saíram dos ETFs BTC desde o pico, com inflows cumulativos de US$ 54,8 bilhões. A rotação para XRP sugere posicionamento seletivo. Os números indicam cautela, com foco em níveis técnicos para entradas ou saídas estratégicas.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investidor cartoon alarmado vendo monolito Bitcoin cair abaixo linha 70K rachada em meio a tempestade vermelha geopolítica

Tensões EUA-Irã Derrubam Bitcoin Abaixo de US$ 70k: Risco Geopolítico

O aviso urgente dos EUA para cidadãos deixarem o Irã intensificou as tensões geopolíticas, derrubando o Bitcoin para próximo de US$ 66 mil e o mercado cripto em 5,2%. Em vez de porto seguro, o BTC reage como ativo de risco em cenário risk-off, com queda de 6% no dia e 20% na semana. É o preço da guerra batendo no seu portfólio cripto — atenção para os riscos agora.


Contexto das Tensões EUA-Irã

A Embaixada Virtual dos EUA em Teerã emitiu um alerta de segurança máxima na sexta-feira, ordenando que americanos deixem o Irã imediatamente. O comunicado destaca riscos de cancelamentos de voos, bloqueios de internet e fechamento de estradas, recomendando planos de saída sem depender do governo americano. Essa medida ocorre às vésperas de reuniões em Omã entre EUA e Irã, envolvendo figuras como Steve Witkoff e Abbas Araghchi, sem consenso prévio na agenda.

Historicamente, ameaças semelhantes, como as de Donald Trump contra o Irã, já provocaram quedas acentuadas no BTC, como a perda do suporte em US$ 90 mil. É importante considerar que eventos geopolíticos imprevisíveis amplificam a volatilidade, transformando criptomoedas em alvos de venda rápida em momentos de incerteza global.

Impacto Imediato no Mercado Cripto

O mercado total encolheu para US$ 2,28 trilhões, com o Bitcoin cotado a US$ 66.656 (-6% diário, -28% mensal). Ethereum caiu 5,5% e XRP 7,2%, atingindo mínimas multimês. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 346.465 (-7,74% em 24h), refletindo pânico no mercado brasileiro.

Investidores migram para ativos seguros como dólar (R$ 5,28) e ouro, expondo a vulnerabilidade das criptos a choques externos. O risco aqui é uma correlação crescente com ações e commodities em cenários de aversão ao risco, questionando a narrativa de ‘ouro digital’ em crises reais.

US$ 70k: Nível Crítico de Suporte

Na análise técnica, o US$ 70 mil emerge como suporte psicológico chave, após quebra da mínima anual em US$ 74 mil. Gráficos diários mostram canal baixista, com possível consolidação entre US$ 70k-80k se demanda absorver vendas. Falha nesse nível abre caminho para US$ 63 mil.

Atividade de baleias reforça o interesse nesse patamar, com ordens grandes aparecendo em futures. No gráfico de 4h, o preço testa a borda inferior do canal, sugerindo pausa para correção. Atenção para volume de baleias: presença de ‘pontos verdes’ indica acumulação estratégica, mas volatilidade persiste.

O Que Observar para Proteger Seu Capital

Em conflitos geopolíticos, o risco de liquidações em cascata é alto — lembre-se de 2022, quando guerras regionais aceleraram quedas de 50%. Monitore talks EUA-Irã, volume em US$ 70k e fluxos para stablecoins. Diversificação em reservas fiduciárias ou ouro pode mitigar exposições, mas avalie seu perfil de risco.

Não é FUD: é realismo. Pergunte-se: seu portfólio resiste a mais 10-20% de downside? Priorize preservação de capital em tempos incertos, observando sinais de estabilização antes de reposicionar.


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Balança cartoon com trabalhadores desempregados puxando um lado e burocrata Fed elevando juros baixos com investidor cripto, sinalizando impacto bullish no Bitcoin

Fed: Dados Fracos de Emprego Elevam Odds de Corte de Juros

Os dados fracos de jobless claims e JOLTS divulgados nos EUA elevaram a probabilidade de um corte de juros pelo Federal Reserve (Fed) na reunião de março para 18%, segundo o CME FedWatch Tool. Anteriormente em 10%, o aumento reflete um mercado de trabalho enfraquecido, com claims em 231 mil (acima dos 212 mil esperados) e vagas em 6,5 milhões (abaixo de 7,2 milhões projetados). Esse cenário pode proporcionar o impulso necessário ao Bitcoin, que registra queda de 7,58% nas últimas 24 horas.


Detalhes dos Indicadores de Emprego

Os pedidos iniciais de seguro-desemprego para a semana encerrada em 31 de janeiro atingiram 231 mil, superando as estimativas de 212 mil e os 209 mil da semana anterior, conforme dados do Departamento do Trabalho. Simultaneamente, o relatório JOLTS de dezembro apontou 6,5 milhões de vagas de emprego, uma redução ante os 7,2 milhões aguardados pelos analistas. O ADP, por sua vez, registrou apenas 22 mil empregos criados no setor privado em janeiro, bem abaixo dos 45 mil previstos e revisados para baixo de dezembro (37 mil).

Esses números sinalizam uma desaceleração no mercado laboral, atribuída em parte a condições climáticas adversas, mas reforçam a narrativa de enfraquecimento estrutural. O Fed, que pausou os cortes de juros na última reunião do FOMC, citando estabilização do emprego e inflação acima da meta de 2%, pode rever sua postura diante desses indicadores.

Reação dos Mercados Tradicionais e Cripto

Nos mercados tradicionais, os yields dos Treasuries de 10 anos recuaram ligeiramente, refletindo apostas em política monetária mais acomodatícia. O S&P 500 e o Nasdaq exibiram volatilidade mista, com foco no relatório oficial de empregos de janeiro, agora agendado para 11 de fevereiro devido ao shutdown governamental nos EUA.

No criptomercado, o Bitcoin caiu para cerca de US$ 65 mil, equivalente a R$ 347.184 segundo o Cointrader Monitor, com variação de -7,58% em 24 horas e volume de 1.524 BTC. O dólar opera a R$ 5,28. Apesar da correção, um corte de juros tende a favorecer ativos de risco como criptomoedas, reduzindo o apelo de rendimentos fixos e estimulando fluxos para Bitcoin.

Contexto do Fed e Níveis a Observar

O presidente do Fed de Richmond, Tom Barkin, e o chair Jerome Powell sinalizaram cautela, priorizando a inflação. No entanto, o governador Chris Waller, que dissentiu favoravelmente a um corte de 25 bps na última reunião, destacou fraquezas persistentes no emprego comparado à média de 10 anos. A probabilidade de 18% para março permanece baixa, mas o relatório nonfarm payrolls de 11/02 será pivotal.

Para traders, níveis técnicos no Bitcoin incluem suporte em US$ 60-65 mil e resistência em US$ 70 mil. Os dados macro sugerem monitoramento de yields e CME FedWatch para sinais adicionais de flexibilização monetária, que historicamente correlacionam com altas em cripto.

Implicações para Investidores Cripto

Uma flexibilização pelo Fed pode aliviar a pressão vendedora atual no Bitcoin, impulsionando uma recuperação de curto prazo. No entanto, a correlação com macroeconomia persiste: yields elevados e inflação resistente limitam o upside. Investidores devem acompanhar o payrolls e declarações do FOMC, priorizando gerenciamento de risco em meio à volatilidade.


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Policiais cartoon algemando suspeito sombrio com moedas Bitcoin derramando, simbolizando prisão por golpe de R$ 360 mil em Goiás

Polícia de Goiás Prende Suspeito de Golpe com Bitcoin de R$ 360 Mil

A Polícia Civil de Goiás prendeu um suspeito acusado de aplicar golpe financeiro de cerca de R$ 360 mil usando Bitcoin. A ação, parte da Operação Chave Mestra conduzida pela Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC), ocorreu na quarta-feira (4). O investigado se passava por consultor financeiro, prometendo lucros fáceis com ‘renda fixa em Bitcoin’ – uma impossibilidade técnica que já levanta bandeiras vermelhas. Este caso serve de alerta: promessas de rendimento garantido em cripto frequentemente escondem fraudes.


Modus Operandi do Golpe

Investigações revelam que o suspeito conquistou a vítima se apresentando como especialista em operações na B3 e day trade. Ele firmou contratos de ‘prestação de serviços’ para gerir investimentos, começando com R$ 50 mil em uma consultoria básica. Em seguida, um segundo contrato de R$ 132 mil prometia administração e devolução com rendimentos. A etapa final envolveu a transferência de cerca de R$ 175 mil em Bitcoin para uma carteira criada em nome da vítima – mas cujas chaves privadas estavam sob controle exclusivo do golpista.

Durante o período, ele enviava relatórios unilaterais e não verificáveis, mantendo a confiança da vítima enquanto retinha acesso total aos fundos. Evidências apontam para uma estratégia clássica de fraudes: criar ilusão de profissionalismo com documentos falsos e promessas irrealistas, como ‘renda fixa em Bitcoin’, que ignora a volatilidade inerente da criptomoeda.

Red Flags e Ocultação de Fundos

O esquema apresenta múltiplas inconsistências que investidores atentos poderiam identificar. Primeiro, a oferta de ‘renda fixa’ em um ativo volátil como Bitcoin é uma contradição óbvia – produtos reais como Renda Fixa Digital existem, mas não garantem retornos fixos em BTC puro. Segundo, a entrega de chaves privadas ao suposto consultor viola princípios básicos de custódia: você nunca transfere controle total de seus ativos.

Após receber os valores, o suspeito iniciou a fase de lavagem, gerando múltiplos endereços Bitcoin e realizando transações em cadeia para ofuscar o rastro. Apesar disso, a DERCC logrou êxito no rastreamento on-chain, identificando concentração dos fundos em uma corretora brasileira regulamentada. Este detalhe destaca a importância de ferramentas de análise blockchain em investigações policiais.

Ação da DERCC e Implicações

A delegada Bárbara Natal Buttini, responsável pelo caso, detalhou ao Jornal Anhanguera como a polícia cumpriu prisão em flagrante e mandado de busca. As investigações prosseguem para mapear outras vítimas e possíveis cúmplices. Este não é um caso isolado: fraudes com cripto crescem no Brasil, explorando o entusiasmo com Bitcoin, atualmente cotado a R$ 346 mil segundo o Cointrader Monitor.

A operação reforça o papel das delegacias especializadas em crimes cibernéticos, equipadas para lidar com transações pseudônimas do blockchain. Para o mercado, é um lembrete de que a adoção institucional não isenta riscos de amadores mal-intencionados.

Como se Proteger de Golpes Semelhantes

Para evitar cair em armadilhas como esta, verifique sempre credenciais: consultores legítimos não pedem chaves privadas nem prometem retornos fixos em cripto. Use exchanges reguladas pela CVM ou Banco Central, mantenha custódia própria e valide relatórios com ferramentas independentes como Etherscan ou block explorers. Suspeite de pressões para transferências rápidas ou narrativas de ‘oportunidade única’. Denuncie à polícia ou plataformas como o Reclame Aqui ao primeiro sinal de irregularidade. A proteção começa com ceticismo: se parece bom demais, provavelmente é golpe.


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Medidor de medo e ganância com agulha no extremo 9 vermelho, representando pânico no mercado cripto e oportunidades para investidores

Pânico Extremo: Índice de Medo e Ganância em 9 no Mercado Cripto

O Índice de Medo e Ganância do mercado cripto despencou para 9, nível de pânico extremo não visto desde junho de 2022. Pense assim: é como se o mercado todo estivesse com frio na barriga, após a liquidação de US$ 2,7 bilhões em posições alavancadas. O Bitcoin testou os US$ 60 mil e agora oscila acima de US$ 65 mil. O que isso significa para você, investidor? Em outras palavras, momentos assim historicamente precedem viradas. Vamos entender juntos.


O Que é o Índice de Medo e Ganância?

Imagine um termômetro que mede o “humor” do mercado cripto. Esse é o Índice de Medo e Ganância, criado para mostrar se os investidores estão com medo (vendendo tudo) ou ganância (comprando sem parar). Ele varia de 0 a 100: abaixo de 25 é “medo extremo”, acima de 75 é “ganância extrema”.

Em outras palavras, o índice analisa dados como volatilidade dos preços, volume de negociações, pesquisas de opinião e o domínio do Bitcoin sobre altcoins. Pense assim: se todo mundo está vendendo por pânico, o índice cai; se a euforia reina, ele sobe. Atualmente em 9, conforme o sentimento mais baixo em 3,5 anos, estamos no vermelho total.

Por que importa? Porque ele ajuda a evitar decisões emocionais. Ninguém nasce sabendo, mas entender isso é o primeiro passo para investir com calma.

Por Que o Índice Caiu para 9 Agora?

O gatilho recente foi a liquidação de US$ 2,7 bilhões em alavancagem nas últimas 24 horas, com o Bitcoin caindo mais de 10%. Fatores globais pesam: incertezas com o Federal Reserve, dólar forte (DXY em alta), tensões geopolíticas e até estresse em títulos japoneses e no setor de tech/AI.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 344.303,43 (fonte), com variação de -8,7% em 24h. Isso significa que o mercado está reagindo a pressões macroeconômicas, como um investidor comum fugindo de ativos de risco. Exemplo prático: é como o real desvalorizando ante o dólar em tempos de crise — todo mundo corre para o “porto seguro”.

Analistas da Hashdex apontam que, apesar do drawdown, o Bitcoin deve ganhar como “ouro digital” com mais adoção e clareza regulatória, como o CLARITY Act nos EUA.

Lições do Passado: 2022 e as Viradas do Mercado

Lembra 2022? O colapso da Terra Luna levou o índice a níveis parecidos, com pânico generalizado. Mas o que veio depois? Uma recuperação forte em 2023-2025, com Bitcoin atingindo US$ 126 mil. Histórico mostra: extremos de medo costumam ser fundos — pontos de fundo onde o excesso de vendas cria oportunidades.

Pense assim: no Brasil, é como comprar ações baratas após uma crise política. O sentimento atual ecoa aquela era, mas com open interest de futuros em baixa (US$ 21,96 bilhões), sinal de que especuladores saíram, deixando espaço para investidores de longo prazo.

Isso significa que pânico é normal, mas reagir com inteligência emocional é chave. Monitore, não venda no desespero.

O Que Fazer em Momentos de Pânico Extremo?

Primeiro, respire. Use o índice como guia, não como pânico. Defina sua estratégia: diversifique, invista o que pode perder e foque no longo prazo. Exemplo: em vez de alavancagem arriscada, opte por hold (manter) em carteiras seguras.

Vale monitorar desenvolvimentos como integração de ativos digitais na infraestrutura financeira. Saia daqui confiante: você agora entende o medo como sinal, não como fim. Parabéns pelo aprendizado!


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Sol dourado eclipsado por disco negro com aura vermelha pulsante e suporte 60K rachado, representando pânico BVIV recorde e teste de Bitcoin em crash macro

Pânico BVIV em Níveis Recordes: Bitcoin Testa US$ 60 Mil em Crash Macro global

📊 BOLETIM CRIPTO | 06/02/2026 | MANHÃ

Pânico e capitulação definem o cenário macro das criptomoedas nesta manhã de sexta-feira. O Bitcoin testou o suporte crítico de US$ 60 mil, impulsionado por um ambiente de aversão ao risco global que elevou indicadores de volatilidade e medo a níveis não vistos desde os colapsos da FTX e da rede Terra (LUNA). Enquanto mineradoras como a MARA e fundos institucionais como a Trend Research enfrentam pressões extremas de liquidação, participantes de peso, como a BlackRock, registram volumes recordes que sugerem uma absorção massiva da oferta em níveis de pânico. O viés de baixa forte predomina no curto prazo, sustentado por correlações diretas com o setor tech e uma crise de liquidez global, embora métricas sobrecarregadas comecem a sinalizar uma possível exaustão vendedora.


🔥 Destaque: Pânico BVIV e Fear recordam FTX

O mercado cripto experimenta um dos momentos de maior estresse psicológico e técnico dos últimos anos. O índice BVIV, que mensura a volatilidade implícita do Bitcoin, disparou para a marca de 100%, atingindo seu nível mais alto desde a quebra da exchange FTX em 2022. Este salto de quase 45 pontos percentuais em poucos dias reflete uma corrida desesperada por proteção, com traders comprando opções de venda (puts) em massa para tentar se proteger de quedas ainda mais profundas.

Acompanhando a volatilidade, o índice Crypto Fear & Greed despencou para apenas 9/100, sinalizando “medo extremo”. Historicamente, pontuações abaixo de 10 são raras e marcam períodos de capitulação profunda, onde o desespero do investidor de varejo atinge o ápice. No contexto atual, essa queda é amplificada pelo rompimento da média móvel exponencial de 200 semanas do Bitcoin, um indicador técnico que costuma separar mercados de alta de invernos cripto prolongados.

Para o investidor, este cenário representa um risco elevado de liquidações em cascata, à medida que garantias em protocolos DeFi e contas de margem são forçadas a vender. Por outro lado, o exagero estatístico dessas métricas frequentemente precede fundos de mercado. O grande desafio agora é identificar se o volume institucional será capaz de frear a inércia vendedora antes que novos suportes psicológicos sejam testados.


📈 Panorama do Mercado

O atual colapso não é um evento isolado do ecossistema cripto, mas sim o reflexo de um aperto de liquidez macroeconômico global. Segundo análises de mercado, o Bitcoin está se movendo em sincronia quase perfeita com ativos líquidos tradicionais, como o Nasdaq 100 e até mesmo o ouro, em um movimento de aversão ao risco provocado por dados de emprego fracos nos EUA e incertezas sobre a bolha de Inteligência Artificial.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 342.720,24, refletindo uma desvalorização de 8,76% nas últimas 24 horas no mercado brasileiro. Essa queda acentuada forçou a saída de investidores alavancados, com liquidações totais superando a marca de US$ 2,7 bilhões globalmente. A transição de ativos das mãos de investidores de varejo para grandes instituições parece ser a narrativa dominante deste ciclo de baixa.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Liquidações em DeFi: O fundo Trend Research enfrenta risco iminente de liquidação de 396.000 ETH se o preço do Ethereum cair abaixo de US$ 1.560, o que poderia desencadear um efeito dominó em protocolos como Aave.
  • Capitulação de Mineradoras: Com o preço do Bitcoin abaixo do custo médio de produção de US$ 87.000, empresas como a MARA podem ser forçadas a vender suas reservas para manter o fluxo de caixa.
  • Contágio Macro: A persistência da queda em ações de big techs como a Amazon pode continuar arrastando o setor cripto, impedindo qualquer tentativa de descolamento.
  • Atraso Legislativo: Apesar de avanços na conversa entre a senadora Lummis e o Tesouro, a demora na aprovação de isenções tributárias pode manter a incerteza fiscal para usuários finais.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação Institucional: O volume recorde de quase US$ 10 bilhões no ETF IBIT da BlackRock sugere que grandes gestoras estão aproveitando o pânico para acumular ativos em preços descontados.
  • Compra em Capitulação: Níveis de medo extremo (Fear & Greed abaixo de 10) historicamente oferecem janelas de entrada com assimetria positiva para investidores de longo prazo.
  • Compressão de Volatilidade: O pico de 100% no BVIV está “esticado”, abrindo espaço para estratégias de venda de volatilidade visando uma estabilização nos próximos dias.

📰 Principais Notícias do Período

1. BVIV atinge pico pós-FTX com BTC caindo a US$ 60 mil
O índice de volatilidade BVIV subiu para 100%, patamar não visto desde o colapso da FTX em 2022. Traders buscam proteção massiva em puts enquanto o Bitcoin luta para manter o suporte nos US$ 60.000 após cair do topo de US$ 70 mil.

2. Fear & Greed em 9 leva BTC a US$ 60 mil, mínima desde 2022
O sentimento do mercado atingiu o nível de medo extremo, o pior desde o crash da Terra (LUNA). Com mais de US$ 2,7 bilhões em liquidações de posições compradas, o Bitcoin operou abaixo da média de 200 semanas, confirmando o momentum de baixa.

3. Volume recorde IBIT reflete resiliência institucional em crash BTC
Contrariando o pânico do varejo, o ETF IBIT da BlackRock registrou seu maior volume diário da história, movimentando cerca de US$ 10 bilhões. O dado sugere que o capital institucional está atuando na ponta compradora durante a queda de 15%.

4. MARA move US$ 87M BTC: pressão vendedora em capitulação de mineradora
A mineradora Marathon Digital (MARA) transferiu 1.318 BTC para mesas de negociação. O movimento ocorre em um momento crítico, com o preço do Bitcoin 20% abaixo do custo de produção estimado para mineradoras.

5. Trend Research perde US$ 7,6 bi em ETH e enfrenta risco de liquidação
O participante institucional registrou perdas massivas em posições alavancadas de Ethereum. A venda forçada de 255 mil ETH pressionou a rede, e 396 mil ETH restantes ainda correm risco se o suporte de US$ 1.560 falhar.

6. Bitwise CEO: Crash cripto é reflexo de pânico macro global
Hunter Horsley, da Bitwise, afirma que a queda é impulsionada pela busca global por liquidez. Ele destaca que, apesar da volatilidade, instituições veem o momento atual como uma segunda chance rara de entrada no mercado.

7. Lummis e Tesouro buscam clareza tributária para Bitcoin
Em meio ao caos, a senadora Cynthia Lummis sinalizou avanços com o Tesouro americano para criar isenções tributárias em pequenas transações de Bitcoin, buscando facilitar o uso cotidiano da criptomoeda via Lightning Network.


🔍 O Que Monitorar

  • Indicador BVIV: Uma queda abaixo de 80% será o primeiro sinal de que o pânico institucional está arrefecendo.
  • Suporte de US$ 60.000: O fechamento diário acima deste nível é vital para evitar um teste rápido nos US$ 50.000.
  • Fluxos dos ETFs: Monitorar se o volume recorde da BlackRock resultará em entradas líquidas ou se há saída de capital institucional.
  • Preço do ETH em US$ 1.560: A defesa deste nível é fundamental para evitar uma crise de liquidez sistêmica no ecossistema DeFi.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12 a 24 horas, o viés de baixa forte deve persistir, com o mercado ainda processando as perdas massivas de fundos institucionais e o estresse de mineradoras. A correlação com o mercado tradicional continua sendo o principal vento contrário; sem uma estabilização no Nasdaq, o Bitcoin dificilmente encontrará fôlego para uma recuperação sustentada. Entretanto, a intensidade histórica dos indicadores de medo sugere que estamos em uma fase de exaustão vendedora. Investidores podem acompanhar o volume de negociação em exchanges como a Binance, que oferece ampla liquidez para enfrentar momentos de volatilidade extrema. Caso o suporte institucional em ETFs se confirme nos relatórios de fluxo, o cenário para um fundo local torna-se mais provável, embora a cautela deva ser a regra principal.


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