Cristal gelado rachando com luz dourada formando 72K, ondas cyan e verde se espalhando, simbolizando recuperação do Bitcoin e mercado cripto

Bitcoin Recupera US$ 72 mil: Fim do Ajuste de Fevereiro?

O Bitcoin recuperou os US$ 72.000, marcando o melhor preço desde a ‘quinta-feira negra’ de 5 de fevereiro de 2026, quando caiu para cerca de US$ 60.000. Simultaneamente, o XRP registrou um rebote com volume de US$ 991 milhões em exchanges principais, enquanto o Ethereum retornou à zona acima de US$ 2.000. Os dados indicam esgotamento de vendedores e possível lateralização em suportes-chave, com o BTC cotado atualmente em torno de US$ 70.500 e R$ 364.232 segundo o Cointrader Monitor.


Situação Atual do Bitcoin

Os dados mostram que o Bitcoin atingiu US$ 72.226 nesta segunda-feira, 9 de fevereiro, após tocar mínimas de US$ 60.000 na semana anterior. Essa recuperação representa uma variação positiva de cerca de 20% em poucos dias, com o preço estabilizando em torno de US$ 70.500 no momento da análise. O gráfico semanal revela um padrão de suporte próximo a US$ 60.000, onde compradores entraram agressivamente.

Fatores externos contribuem para o movimento, como a vitória do oficialismo nas eleições japonesas, sinalizando potencial política monetária expansiva. O índice Nikkei futuro apontou alta, correlacionando com ativos de risco como o BTC. O ouro também subiu para US$ 5.000 por onza, reforçando a tendência de refúgio em ativos reais durante volatilidade.

No mercado brasileiro, o BTC opera a R$ 364.232,50, com variação de -1,03% nas últimas 24 horas e volume de 318 BTC, conforme média das exchanges locais via Cointrader Monitor.

Rebote do XRP e Movimentos das Altcoins

O XRP destacou-se com um volume de trading de quase US$ 991 milhões durante o rebote, concentrado em exchanges como Binance. Esse spike indica entrada de capital significativo, revertendo pressão vendedora que o manteve em canal descendente. O RSI do XRP saiu de território de oversold, curvando para cima, sugerindo alívio temporário dos vendedores.

O Ethereum recuperou a zona verde acima de US$ 2.000, após quase romper suporte psicológico. Cotado em US$ 2.040, o ETH mostra volume crescente em compras, com médias móveis atuando como resistências em US$ 2.300-2.500. Shiba Inu (SHIB), por sua vez, atingiu RSI extremamente baixo, próximo de capitulação, o que historicamente precede rallies de alívio.

Altcoins apresentam movimentos mistos: Humanity Protocol (H) e Decred (DCR) com altas acima de 15% semanais, enquanto outras como Zcash (ZEC) caem mais de 18%.

Contexto Técnico e Níveis Críticos

Analiticamente, o Bitcoin lateraliza entre suportes em US$ 60.000 e resistências em US$ 72.000-75.000, conforme teoria de suportes e resistências. Indicadores como RSI e volume confirmam esgotamento baixista, mas a tendência corretiva maior persiste enquanto médias móveis de 50 e 200 dias não forem rompidas positivamente.

Para XRP, o rebote valida suporte em US$ 1.39 (atual US$ 1.398), com resistência em US$ 1.45. ETH precisa segurar US$ 2.000 para evitar nova queda. Volumes em futuros e spot reforçam interesse comprador, mas liquidez de fim de semana amplifica volatilidade.

Notícias dos EUA, como políticas sob Trump, podem influenciar a direção. Os dados sugerem monitoramento de US$ 72.000 no BTC como pivô para consolidação ou rompimento.

Níveis a Observar

Investidores devem acompanhar: BTC suporte US$ 68.000/resistência US$ 75.000; XRP US$ 1.40; ETH US$ 2.100. Volumes acima de médias indicam força. A correlação com Nikkei e ouro reforça viés de risk on.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Medidor brutalista com agulha em 5 vermelho e rachaduras, simbolizando medo extremo no índice e buscas baixas por cripto

Medo Extremo: Índice de Medo e Ganância em 5 e Buscas por Cripto em Baixa

Os dados do Google Trends mostram que o interesse global por ‘Crypto’ caiu para 30 pontos, uma redução de 70% desde o pico de 100 em agosto de 2025, aproximando-se do mínimo anual de 24. Paralelamente, o Índice de Medo e Ganância atingiu o histórico mínimo de 5 pontos na quinta-feira passada, subindo ligeiramente para 8 no domingo. Esses níveis de medo extremo ecoam o colapso da Terra LUNA em 2022, sinalizando pessimismo generalizado no mercado cripto.


Queda nas Buscas Revela Desinteresse do Público

Os números do Google Trends indicam uma retração acentuada no interesse público. Globalmente, o termo ‘Crypto’ registrou índice de 30, distante do auge de 100 em agosto de 2025. Nos Estados Unidos, o cenário é similar: após pico de 100 em julho do ano passado, o índice caiu para 56 em fevereiro de 2026, próximo ao mínimo de 32 em abril de 2025. Essa queda de 70% no volume de buscas reflete a saída de investidores de varejo, com o mercado total de cripto encolhendo de mais de US$ 4,2 trilhões para cerca de US$ 2,4 trilhões, uma perda de US$ 1,8 trilhão.

O volume de negociações corrobora essa tendência, passando de US$ 153 bilhões em 14 de janeiro para US$ 87,5 bilhões atualmente, uma redução superior a 40%. Esses dados quantitativos apontam para uma contração na participação de mercado, típica de fases de baixa prolongadas.

Índice de Medo e Ganância em Níveis Recorde

O Índice de Medo e Ganância, que agrega volatilidade, momentum de mercado, volume social e pesquisas, marcou 5 pontos na quinta-feira, o menor valor histórico. No domingo, recuperou para 8, ainda na zona de medo extremo (abaixo de 25). Plataformas como Santiment registram o maior volume de comentários negativos desde 1º de dezembro de 2025, reforçando o sentimento de baixa.

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 364.366,45 apresenta variação de -0,87% nas últimas 24 horas, com volume de 321 BTC negociados no Brasil.

Comparação com o Crash da Terra LUNA

A configuração atual lembra o período pós-colapso da Terra LUNA em maio de 2022, quando o pânico levou a liquidações em cascata e aprofundou o bear market. Na ocasião, o índice também mergulhou em níveis extremos, coincidindo com buscas mínimas e capitulação de varejo. Historicamente, esses extremos de medo atuaram como contrários: o desinteresse público e o pessimismo máximo frequentemente precedem reversões, embora sem garantia de timing preciso.

Os dados mostram padrões replicáveis, mas o contexto macroeconômico — como políticas monetárias e adoção institucional — difere de 2022, exigindo monitoramento de níveis de suporte como US$ 85.000 no Bitcoin e médias móveis de 200 dias.

Níveis Técnicos a Observar

Para traders, os indicadores sugerem vigilância em suportes críticos: Bitcoin testando a média móvel de 50 semanas em torno de US$ 90.000, com resistência inicial em US$ 95.000. O RSI semanal em território oversold (abaixo de 30) reforça o cenário de exaustão vendedora. Divergências positivas no MACD podem sinalizar momentum de alta incipiente, mas confirmação requer volume sustentado acima de US$ 100 bilhões diários.

Essas métricas fornecem base factual para decisões, independentemente da direção futura do mercado.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Barreira glassmorphic translúcida marcada 72K pressionada por onda dourada de Bitcoin em 70K com tensão laranja, simbolizando resistência técnica chave

Bitcoin em US$ 70 mil: Sinais de fundo ou armadilha nos US$ 72 mil?

O Bitcoin consolida acima de US$ 70.000 após recuperação de US$ 60.000, mas enfrenta forte resistência na faixa dos US$ 72.000. Paralelamente, ursos de longa data como o Financial Times e Peter Schiff celebram a queda recente, declarando o preço ainda excessivo. Os dados técnicos mostram um cabo de guerra: RSI acima de 50 e MACD com viés de baixa indicam indecisão. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 364.520,29 com variação de -0,79% em 24 horas.


Situação Atual do Preço

Os dados mostram o Bitcoin estável acima da média móvel simples de 100 horas e US$ 70.000, após romper uma linha de tendência de baixa em US$ 69.800. A recuperação partiu de um suporte em US$ 60.500, superando o nível de retração de Fibonacci de 50%. No entanto, o preço reflete consolidação, com volume moderado. Indicadores como o MACD ganham momentum na zona de baixa, sugerindo pressão vendedora persistente, enquanto o RSI horário permanece acima de 50, indicando força relativa dos comprados.

No contexto brasileiro, a cotação atual reflete volatilidade global, com volume de 318,79 BTC negociados nas últimas 24 horas nas principais exchanges locais. Essa estabilidade acima de US$ 70.000 pode ser testada por fluxos macroeconômicos, como decisões de política monetária.

Contexto Técnico: Sinais de Fundo

Analistas identificam sinais de fundo em meio ao pessimismo dos ursos. A celebração de veículos como o Financial Times, que titula “Bitcoin ainda US$ 70.000 alto demais”, e críticas de Peter Schiff à MicroStrategy — underwater em sua tesouraria de BTC — ecoam capitulação. Historicamente, tais declarações extremas coincidem com reversões. O preço recuperou de US$ 60.000, testando a retração de 61,8% Fib em US$ 72.000, derivada do declínio de US$ 78.988 para US$ 60.500.

Suportes imediatos incluem US$ 68.500 e US$ 67.200. Uma queda abaixo de US$ 70.000 poderia mirar US$ 66.000 ou o suporte principal em US$ 65.000. Esses níveis são derivados de padrões gráficos observados no gráfico horário BTC/USD.

Resistências e Níveis Críticos a Observar

A barreira de US$ 72.000 representa o principal obstáculo para os touros. Um fechamento acima desse nível poderia impulsionar o preço para US$ 73.200, seguido de US$ 74.650 e potencialmente US$ 75.500. Esses alvos baseiam-se em extensões Fibonacci e resistências anteriores. Caso o rompimento ocorra com volume crescente, confirma viés de alta; do contrário, risco de recuo.

Os dados sugerem monitoramento de US$ 71.200 como resistência intermediária. Para traders, a indecisão atual — com touros identificando sinais de fundo e ursos em victory laps — reforça a necessidade de paciência. Estrutura consistente: suporte em US$ 68.500 deve segurar quedas iniciais.

Implicações para Investidores Brasileiros

Com BTC a R$ 364.520,29, equivalência a cerca de US$ 70.000 reflete câmbio estável. Variação de -0,79% em 24h indica correção moderada. Investidores locais devem observar exchanges como Binance e Mercado Bitcoin, onde volume concentra-se. A batalha em US$ 72.000 definirá direção: rompimento sugere acumulação; falha reforça cautela.

Os números priorizam análise objetiva: aguarde confirmação técnica antes de posicionamentos.


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Política japonesa cartoon em pose vitoriosa com sol nascente formando pico de 72K, simbolizando impulso do Nikkei ao Bitcoin

Bitcoin Toca US$ 72 Mil: ‘Efeito Japão’ Impulsiona Mercado

Por que o Japão está fazendo o Bitcoin e o ouro dispararem juntos? O Nikkei 225 japonês atingiu recorde de 57.000 pontos com alta de 3,4%, impulsionado pela vitória esmagadora da primeira-ministra Sanae Takaichi nas eleições de domingo. Esse ‘Takaichi Trade’ gerou apetite por risco global, elevando o Bitcoin brevemente a US$ 72.000 e o ouro acima de US$ 5.000 a onça. Os dados mostram correlação entre estímulos fiscais japoneses e ativos de risco.


Vitória de Takaichi e Recorde Histórico do Nikkei

A primeira-ministra Sanae Takaichi obteve supermaioria nas eleições gerais japonesas, sinalizando aprovação para sua agenda expansionista. Isso inclui um pacote de estímulos fiscais de US$ 135 bilhões em gastos com infraestrutura e cortes de impostos, conforme reportado pela Nikkei Asia. O Nikkei 225 subiu 3,4% na segunda-feira, rompendo os 57.000 pontos pela primeira vez — um marco histórico que reflete confiança no mandato político.

Os dados mostram volume elevado e rompimento de resistências técnicas no índice japonês. A média móvel de 200 dias foi superada com convicção, e o RSI (14 períodos) entrou em zona de sobrecompra acima de 70, indicando momentum forte no curto prazo.

O ‘Takaichi Trade’ e Efeito Cascata nos Mercados Globais

O fenômeno apelidado de ‘Takaichi Trade’ propagou-se para ativos globais. Mercados de ações americanos abriram em alta, com futuros do Dow Jones mirando 100.000 pontos até o fim do mandato de Trump, que parabenizou Takaichi publicamente. Apoio também veio do secretário do Tesouro Scott Bessent, reforçando o otimismo.

Essa política monetária japonesa expansionista aumenta o apetite por risco, com fluxos para equities e ativos alternativos. Historicamente, estímulos no Japão correlacionam com altas em índices globais, com coeficiente de correlação de 0,75 entre Nikkei e S&P 500 nos últimos 12 meses.

Correlação Técnica: Bitcoin e Ouro em Alta Conjunta

O Bitcoin tocou US$ 72.000 durante a sessão asiática, recuando para acima de US$ 70.000. Cotação atual: US$ 69.774, com variação de -0,82% em 24h. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 365.096, com volume 24h de 320 BTC e variação de -0,68%.

O ouro superou US$ 5.000/oz, cotado agora em US$ 5.012 (-0,49%). Os dados revelam correlação positiva de 0,62 entre BTC e XAU/USD no último mês, com ambos testando máximas. No gráfico semanal do BTC, suporte em US$ 68.000 (EMA 50) e resistência em US$ 73.000 (ATH recente). MACD mostra divergência altista, com histograma expandindo.

Níveis Críticos a Monitorar no Bitcoin

Os traders devem observar US$ 70.000 como pivô: manutenção acima reforça viés de alta rumo a US$ 75.000. Queda abaixo ativa suporte em US$ 68.500 (Fib 0,618). Volume spot subiu 15% na Ásia, confirmando interesse institucional. Dólar a R$ 5,21 não pressiona altcoins correlacionadas.

Em resumo, os números indicam que o ‘Efeito Japão’ sustenta momentum, mas volatilidade persiste. Monitore Nikkei e fluxos de risco para confirmações.


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Núcleo Bitcoin dourado protegido por barreira hexagonal cyan contra ondas quânticas roxas e filtro de spam, destacando riscos limitados e BIP-110

Bitcoin: Risco Quântico Limitado e BIP-110 Contra Spam On-Chain

Sua carteira de Bitcoin em risco por computadores quânticos? De acordo com a análise da CoinShares, apenas 10.230 BTC estão em endereços vulneráveis, uma fração mínima que não justifica ataques viáveis. Paralelamente, o BIP-110 propõe um soft fork temporário para restringir dados não monetários, combatendo o ‘spam’ on-chain como Ordinals e NFTs. Essas evoluções reforçam a resiliência do protocolo Bitcoin.


O Que é o Risco Quântico no Bitcoin?

Computadores quânticos ameaçam a criptografia do Bitcoin por meio de algoritmos como o de Shor, que pode quebrar assinaturas de curva elíptica (ECDSA), e o de Grover, que acelera buscas em hashes SHA-256. No entanto, conforme a pesquisa da CoinShares, apenas wallets com chaves públicas expostas são vulneráveis: 1,63 milhão de BTC em UTXOs antigos, mas só 10.230 BTC valem o esforço de um atacante.

Imagine a blockchain como um banco de dados distribuído: as chaves privadas protegem os fundos, mas se a pública for revelada prematuramente (em transações antigas da era Satoshi), um quântico poderia derivá-la. Ainda assim, quebrar uma wallet demandaria milhões de qubits tolerantes a falhas – Google Willow tem apenas 105. Isso leva milênios para pequenas quantias (<100 BTC), tornando o risco gerenciável hoje.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 364.845 (-0,77% em 24h), valorizando esses 10 mil BTC em cerca de US$ 700 milhões – um ‘trade rotineiro’ para baleias, não um apocalipse.

Detalhes da Vulnerabilidade: Por Que Não é o Fim?

A CoinShares detalha: dos vulneráveis, 7.000 BTC estão em wallets de 100-1.000 BTC, e 3.230 BTC em 1.000-10.000 BTC. O resto (<100 BTC) é impraticável. Importante: quânticos não alteram o cap de 21 milhões nem o proof-of-work, pilares do Bitcoin.

Figuras como Michael Saylor e Adam Back veem o pânico como exagerado – décadas de distância. Críticos como Charles Edwards pedem upgrades para assinaturas pós-quânticas. A comunidade debate hard forks resistentes, mas o consenso é: migração gradual via soft forks é viável, sem pânico. Para holders, mover fundos para wallets modernas (P2TR Taproot) mitiga riscos agora.

BIP-110: Limpando o ‘Lixo’ da Blockchain

O BIP-110, do Bitcoin Knots (Luke Dashjr), é um soft fork de 1 ano para limitar dados não financeiros. Após Ordinals e Inscriptions inflarem fees em 2023-2024, divide a comunidade: Core defende neutralidade; Knots quer Bitcoin puramente monetário.

Como funciona: limita scripts de output a 34 bytes (exceto OP_RETURN até 83), PUSHDATA/Taproot a 256 bytes. Bloqueia ‘spam’ de NFTs/memecoins. Ativação: MASF (55% mineradores até set/2026) ou UASF (nós forçam). Hoje, só 2,4% dos nós sinalizam apoio, per Clark Moody.

Implicações para o Futuro do Bitcoin

Essas propostas mostram maturidade: risco quântico é nicho, resolvível; BIP-110 testa governança descentralizada. Sucesso depende de consenso – UASF pode chain-split se mineradores resistirem. Para usuários, monitore ativações via explorers como Mempool.space.

O Bitcoin evolui como sistema distribuído robusto: quânticos distantes, spam combatível. Paz de espírito: seu BTC não some amanhã. Foque em custódia própria e atualizações.


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Investidor cartoon erguendo escudo BTC contra três meteoros flamejantes, simbolizando preparação para eventos econômicos que impactarão criptomoedas

Prepare Seu Portfólio: 3 Eventos que Sacudirão Criptos Esta Semana

Uma semana agitada no calendário econômico dos EUA pode trazer volatilidade para as criptomoedas, após a queda de US$ 700 bilhões no mercado na semana passada. De acordo com análise da CryptoPotato, os destaques são o relatório de vendas no varejo na segunda (10h30 BRT), relatório de empregos na quarta (10h30 BRT) e CPI de inflação na sexta (10h30 BRT). Esses dados influenciam as decisões do Fed sobre juros, impactando ativos de risco como o Bitcoin. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 364.537 (-0,88% em 24h), com dólar a cerca de R$ 5,21.


Vendas no Varejo de Dezembro: Segunda-feira, 10h30 BRT

O primeiro evento é o dado de vendas no varejo de dezembro, atrasado pelo shutdown parcial do governo americano. Esse indicador mostra o quanto os consumidores gastaram no fim do ano, refletindo a saúde da economia. Para nós brasileiros, pense assim: se as vendas forem fortes, indica economia aquecida, o que pode atrasar cortes de juros do Fed. Juros altos pressionam criptos, pois investidores preferem renda fixa segura.

Atualmente, com BTC em torno de US$ 69.600 (R$ 364 mil), uma surpresa positiva aqui pode impulsionar o dólar e tornar o Bitcoin mais caro em reais. Monitore o site do Departamento de Comércio dos EUA ou apps como TradingView para alertas. Se você tem exposição em cripto via exchanges locais, verifique taxas de conversão USD-BRL, que estão voláteis.

Relatório de Empregos de Janeiro: Quarta-feira, 10h30 BRT

Na quarta, sai o relatório de empregos (nonfarm payrolls), o mais aguardado da semana segundo analistas como Jim Cramer. Ele mede vagas criadas, taxa de desemprego e salários. Números fracos sugerem economia enfraquecendo, abrindo caminho para o Fed cortar juros – boa notícia para Bitcoin, que sobe em ambientes de dinheiro barato.

Para o investidor brasileiro comum, isso afeta diretamente: juros baixos nos EUA derrubam o dólar (hoje R$ 5,21), barateando importações e possivelmente o BTC em reais. Mas se os dados forem fortes, prepare-se para recuos. Tenha liquidez em stablecoins como USDT para aproveitar dips, sem alavancagem arriscada. Histórico mostra que payrolls ruins em 2024 impulsionaram altas de 10-20% em cripto dias depois.

CPI de Inflação e Pedidos de Seguro-Desemprego: Quinta e Sexta

Quinta tem pedidos iniciais de seguro-desemprego, medindo demissões semanais – outro termômetro do mercado de trabalho. Na sexta, o CPI de janeiro às 10h30 BRT revela a inflação ao consumidor. Se abaixo do esperado (projeção ~2,5% anual), reforça cortes de juros; acima, pressiona para alta.

Esses dados são cruciais pois guiam a política monetária do Fed. Cerca de 5 discursos de diretores do Fed esta semana podem dar pistas extras. No Brasil, inflação alta nos EUA fortalece o real indiretamente, mas criptos sofrem com aversão a risco. Compare: um CPI “frio” em maio/2025 levou o BTC de US$ 60 mil para US$ 70 mil em dias.

Como se Preparar sem Surpresas

Não precisa ser trader pro para lidar com isso.

  1. Marque os horários no celular: 10h30 BRT nas seg., qua. e sex. Use apps gratuitos como Investing.com para notificações.
  2. Revise seu portfólio: se 100% em BTC, considere diversificar em ETH ou stablecoins para reduzir volatilidade – lembre que semana passada o mercado total perdeu US$ 700 bilhões.
  3. Evite decisões emocionais: não venda tudo em pânico nem compre no pico. Para brasileiros, confira saldos em exchanges locais como Mercado Bitcoin ou Binance, atentando a spreads e impostos sobre ganhos.
  4. Monitore BTC/BRL no Cointrader Monitor. Durma bem: mercados cripto reagem rápido, mas oportunidades surgem pós-dados.

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Filtro cristalino hexagonal purificando fluxo dourado de dados em rede digital, simbolizando proposta BIP-110 para Bitcoin puro

Bitcoin ‘Puro’: Entenda a Proposta BIP-110 Para Limitar Dados na Rede

Imagine o Bitcoin como um livro-caixa gigante, onde só deveriam ser registradas transações de dinheiro, mas ultimamente tem gente enchendo as páginas com fotos, vídeos e arquivos de NFTs e tokens como Ordinals. É aí que entra o BIP-110, uma proposta da implementação Bitcoin Knots para um ‘soft fork’ temporário de um ano. O objetivo? Limitar esses dados não monetários e deixar a rede mais leve e focada no que o Bitcoin faz de melhor: ser dinheiro digital. Essa ideia, anunciada recentemente, reacende debates sobre o futuro do protocolo.


O que é um BIP, afinal?

Em outras palavras, BIP significa Bitcoin Improvement Proposal, ou Proposta de Melhoria do Bitcoin. Pense assim: é como uma sugestão formal de mudança no código do Bitcoin, escrita por qualquer um da comunidade, mas que precisa de apoio amplo para virar realidade. Não é lei, mas um documento que explica o problema, a solução e como implementar.

Os BIPs são numerados, como o famoso BIP-39 para carteiras ou BIP-340 para assinaturas Schnorr. O BIP-110, chamado ‘Reduced Data Temporary Softfork’, vem do time do Bitcoin Knots — uma versão alternativa do software Bitcoin Core, mantida por desenvolvedores como Luke Dashjr. Eles querem ‘limpar’ a blockchain de spam, que explodiu com Ordinals em 2023 e 2024, elevando as taxas de transação.

Isso significa que, para iniciantes, um BIP é o jeito democrático de evoluir o Bitcoin: todo mundo lê, discute e, se consensual, adota. Mas nem sempre há acordo, como veremos.

O que o BIP-110 propõe na prática?

A proposta introduz regras mais rígidas por apenas um ano. Por exemplo, limita o tamanho dos scripts de saída das transações a 34 bytes — exceto para OP_RETURN, que pode ir até 83 bytes para dados mínimos. Dados via PUSHDATA ou em assinaturas Taproot ficam capped em 256 bytes, e alguns scripts não padrão viram inválidos.

Pense no Bitcoin como uma rua movimentada: antes, caminhões de ‘fotos e arquivos’ (Ordinals, Runes, memecoins) passavam livremente, entupindo o tráfego e cobrando pedágio alto (taxas). O BIP-110 é como placas de ‘apenas carros leves’ por 12 meses, para aliviar o congestionamento e priorizar transferências de satoshis.

É temporário para testar sem compromisso eterno, mas já gera polêmica por reverter limites antigos removidos pelo Bitcoin Core.

Por que isso divide a comunidade Bitcoin?

Aqui entra o coração do debate. Um lado, liderado pelo Bitcoin Core, defende a neutralidade: o protocolo não deve censurar usos, mesmo se ‘spam’. Dados não monetários sempre existiram, via Stamps ou transações mineradas diretamente, e proibi-los poderia quebrar a essência ‘sem permissão’ do Bitcoin.

Do outro, Bitcoin Knots argumenta que o Bitcoin é para dinheiro peer-to-peer, não para armazenamento de arquivos. Com taxas altas por Ordinals, nós comuns sofrem para validar blocos, centralizando o poder nos mineradores ricos.

Em resumo, é viés purista versus pragmatismo. Muitos no Core admitem que é ‘poluição’, mas preferem soluções como taxas de mercado ou layer 2 para dados.

Como ativar e quais os riscos?

O BIP-110 pode rolar de duas formas. Primeiro, Miner Activated Soft Fork (MASF): se 55% dos blocos em 2.016 blocos sinalizarem apoio antes de setembro de 2026, ativa. Segundo, User Activated Soft Fork (UASF), como na ‘blocksize war’ de 2017: nós usuários impõem as regras, rejeitando blocos inválidos.

Hoje, só 2,4% dos nós rodam com ele. Risco? UASF sem mineradores pode desyncar a rede; com eles, mas minoria, risco de hard fork e split da chain. Para você, leitor, vale monitorar: mudanças assim afetam taxas e usabilidade do Bitcoin no dia a dia.

Esse debate empodera a comunidade — sua voz, via nó ou sinal, conta!


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Fluxo dourado de energia ramificando em feixes coloridos cyan, verde e magenta, ilustrando rotação de capital de Bitcoin para altcoins

Saídas de US$ 264 milhões no BTC: Rotação para Altcoins?

Os dados semanais da CoinShares revelam saídas líquidas de US$ 264 milhões em produtos de investimento em Bitcoin, contribuindo para outflows totais de US$ 187 milhões no mercado cripto. Em contraste, altcoins como XRP (US$ 63,1 milhões), Solana (US$ 8,2 milhões) e Ethereum (US$ 5,3 milhões) registraram entradas. Esse movimento ocorre em um contexto de ‘impressão gradual’ do Federal Reserve, conforme análise de Lyn Alden, sugerindo rotação setorial em ativos escassos.


Fluxos Semanais: Bitcoin sob Pressão

De acordo com o relatório da CoinShares referente à semana encerrada em 9 de fevereiro de 2026, os produtos de investimento em ativos digitais acumularam outflows de US$ 187 milhões. O Bitcoin foi o principal responsável, com saídas de US$ 264 milhões, reduzindo o total de ativos sob gestão (AUM) para US$ 129,8 bilhões — o menor nível desde março de 2025. Regionalmente, houve inflows em Alemanha (US$ 87,1 milhões), Suíça (US$ 30,1 milhões), Canadá (US$ 21,4 milhões) e Brasil (US$ 16,7 milhões).

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 365.544,12, com variação de -0,91% nas últimas 24 horas e volume de 317,19 BTC. Os dados indicam uma desaceleração nos outflows em relação a semanas anteriores, apesar da pressão de preços.

Altcoins Ganham Tração

Enquanto o Bitcoin registra outflows expressivos, altcoins mostram resiliência. XRP liderou com inflows de US$ 63,1 milhões, seguido por Solana (US$ 8,2 milhões) e Ethereum (US$ 5,3 milhões). Em reais, XRP cotado a R$ 7,35 (-3,66%), Solana a R$ 442,60 (-4,53%) e Ethereum a R$ 10.717,72 (-2,95%). Esses fluxos sugerem uma rotação setorial, com investidores diversificando para além do BTC em um ambiente de volatilidade.

O dólar está em R$ 5,2131 (-0,05%), contextualizando os valores em BRL. Tal padrão pode refletir busca por ativos com maior potencial de upside relativo ou hedge contra debasement monetário.

Contexto Macroeconômico: ‘Impressão Gradual’ do Fed

Lyn Alden, em sua análise recente, afirma que o Federal Reserve entrou em modo de ‘impressão gradual’, expandindo o balanço patrimonial no ritmo do PIB nominal ou ativos bancários totais. Isso difere de um ‘big print’ agressivo, estimulando preços de ativos de forma moderada. Alden recomenda posse de ativos escassos de alta qualidade, rebalanceando de áreas eufóricas para subvalorizadas.

A nomeação de Kevin Warsh por Trump como próximo chair do Fed adiciona incerteza, com probabilidades de corte de juros em março caindo para 19,9% no CME FedWatch. A oferta de M2 continua expandindo, alinhando com debasement de longo prazo.

Implicações para Portfólios

Os fluxos observados apontam para uma possível rotação: do Bitcoin para altcoins ou ativos tradicionais como ouro, cotado a R$ 26.208,40 (-0,31%). Investidores devem monitorar níveis de suporte no BTC (próximo a médias móveis de 50 dias) e inflows contínuos em altcoins. Em um cenário de impressão gradual, diversificação em escassez digital pode ser estratégica, mas os dados enfatizam cautela em eufóricos excessivos.

Os números sugerem que o mercado está ajustando posições em resposta a estímulos moderados do Fed, priorizando resiliência setorial.


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Chama dourada tremeluzindo dentro de escudo cyan rachado com vazamento vermelho, representando rally fragil do Bitcoin e riscos de seguranca

Recuperação Frágil do Bitcoin e Riscos de Segurança em Singapura

📊 BOLETIM CRIPTO | 09/02/2026 | MANHÃ

Ataques cibernéticos avançados e tensões macroeconômicas definem o tom de cautela no mercado cripto nesta segunda-feira. O grupo de espionagem UNC3886, ligado à China, desencadeou a maior operação de cibersegurança da história de Singapura ao atingir infraestruturas críticas de telecomunicações, elevando os riscos para hubs digitais asiáticos. Enquanto isso, o Bitcoin luta para sustentar uma recuperação de 12%, enfrentando a pressão do governo chinês que ordenou a venda de títulos do Tesouro dos EUA, gerando um sentimento de aversão ao risco global. Embora o indicador Sharpe aponte para uma capitulação típica de fundos de mercado, a ausência de demanda real sugere que o movimento recente pode ser apenas um alívio técnico passageiro. O viés predominante é bearish moderado, exigindo vigilância redobrada dos investidores.


🔥 Destaque: Sharpe Ratio do BTC em Mínimas de Bear Market

O Sharpe ratio do Bitcoin, métrica que avalia o retorno ajustado ao risco, atingiu o nível alarmante de -10. Esta marca não é vista desde os momentos mais agudos dos mercados de baixa de 2018 e 2022, sinalizando que a relação risco-recompensa para o ativo chegou a um ponto de capitulação extrema. Segundo analistas da Cointelegraph, embora níveis tão baixos historicamente precedam reversões de tendência, o indicador continua a deteriorar no curto prazo.

A queda para o território negativo profundo reflete o pânico residual após o Bitcoin ter testado a região dos US$ 60 mil na última semana. Apesar da recuperação parcial para US$ 71 mil, o preço permanece cerca de 44% abaixo de sua máxima histórica de US$ 126 mil registrada em outubro. O cenário sugere que estamos em uma fase de exaustão vendedora, onde os investidores de mãos fracas já foram eliminados, restando apenas os detentores de longo prazo.

Contudo, a prudência é a palavra de ordem. Analistas alertam que, sem um catalisador institucional ou macroeconômico claro, essa fase de fundo pode se arrastar por meses. O mercado precisa ver uma estabilização nos fluxos de demanda spot para confirmar que o fundo do poço foi efetivamente atingido. No Brasil, o cenário reflete essa incerteza; segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 365.750,27, com uma leve retração de 0,8% nas últimas 24 horas.


📈 Panorama do Mercado

O panorama atual é marcado por uma complexa rede de fatores macroeconômicos e técnicos que desafiam a recuperação dos ativos de risco. O movimento de alta de 12% no Bitcoin, observado desde a mínima de sexta-feira, coincidiu com uma elevação expressiva no Coinbase Premium nos EUA. No entanto, dados de derivativos indicam que esse rali foi impulsionado majoritariamente por fechamento de posições vendidas e short squeezes, e não necessariamente por uma entrada maciça de nova liquidez institucional.

A situação foi agravada pela notícia de que a China instruiu bancos comerciais a reduzirem sua exposição a títulos do Tesouro americano, citando a volatilidade do mercado de dívida dos EUA. Essa manobra elevou as taxas de juros (yields) para cima de 3,52%, um movimento que historicamente retira liquidez de ativos voláteis como as criptomoedas e favorece o ouro, que já opera acima de US$ 5.000.

No setor de DeFi, entretanto, surge um ponto de resiliência. O protocolo Hyperliquid tornou-se o centro de um debate acalorado após críticas do investidor Kyle Samani sobre seu código fechado. A comunidade reagiu em peso, destacando que o protocolo gerou US$ 800 milhões em receita em 2025, destinados integralmente a recompras comunitárias. Esse sucesso isolado mostra que projetos com modelos sólidos de divisão de receita continuam atraindo capital.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Ataques APT em Infraestrutura: A ofensiva do grupo UNC3886 contra operadoras em Singapura revela a vulnerabilidade das redes de comunicação que sustentam exchanges e serviços de custódia.
  • Address Poisoning em Alta: O upgrade Fusaka do Ethereum tornou os ataques de envio de valores ínfimos extremamente baratos, resultando em perdas de US$ 62 milhões em casos recentes.
  • Alívio Técnico Temporário: Existe uma probabilidade elevada de que o rali atual seja apenas uma valorização momentânea após queda brusca, motivada por ajustes de alavancagem.
  • Instabilidade de Yields: A venda de títulos americanos por bancos chineses pressiona os custos de empréstimos globais, o que pode forçar novas vendas em massa para cobertura de margens.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação em Zonas Históricas: Com o Sharpe Ratio em níveis de 2018 e 2022, investidores de longo prazo podem encontrar uma assimetria favorável para montagem gradual de posição.
  • Segurança e Detecção: O aumento de golpes de address poisoning cria uma demanda urgente por tecnologias de verificação on-chain e carteiras com camadas extras de segurança.
  • Modelos de Revenue-Share: Protocolos como o Hyperliquid demonstram que o mercado está migrando da especulação pura para ativos que geram fluxo de caixa real para os detentores.

📰 Principais Notícias do Período

1. BTC Sobe 12% com Alta no Coinbase Premium EUA
Bitcoin recupera terreno chegando a US$ 70.998. O indicador Coinbase Premium subiu 70%, sugerindo interesse de compra americano, embora o movimento pareça ser um short squeeze técnico.

2. Sharpe Ratio do BTC atinge mínimas históricas de bear
Analistas identificam que a métrica de retorno ajustado ao risco caiu para -10, nível que tradicionalmente sinaliza as fases finais de grandes mercados de baixa.

3. Jeff Park explica crash via deleveraging TradFi
O analista Jeff Park aponta que a queda de 13,2% em 5 de fevereiro foi causada por liquidações em fundos multi-ativos tradicionais, e não por fundamentos negativos internos do setor.

4. China ordena venda de Treasuries e pressiona BTC
O governo chinês orientou bancos a limitarem ativos em dólar, gerando um efeito dominó de aversão ao risco que retirou o Bitcoin de sua trajetória imediata.

5. Grupo UNC3886 ataca telcos em Singapura
Uma operação coordenada envolvendo cem especialistas foi necessária para conter a invasão do grupo ligado à China contra quatro operadoras de telecomunicações do hub asiático.

6. Hyperliquid gera US$ 800M em receita e rebate críticas
Líderes do setor DeFi defendem o protocolo após ataques de Kyle Samani, exaltando o modelo de recompras comunitárias financiado por um faturamento recorde em 2025.

7. Address Poisoning causa perdas de US$ 62M no ETH
Relatórios indicam que o upgrade Fusaka reduziu os custos de transação no Ethereum, o que facilitou a execução de ataques de dusting em larga escala.


🔍 O Que Monitorar

  1. Coinbase Premium Index: A permanência deste prêmio em terreno positivo confirmará a entrada de demanda estrutural dos EUA.
  2. Rendimento do Tesouro EUA: Novos aumentos podem forçar a quebra do suporte do Bitcoin em US$ 69.500.
  3. Volumes de Dust no ETH: Verifique se transações abaixo de 1 centavo continuam saturando a rede, sinal de novas ondas de ataques.
  4. Dados de Fluxo dos ETFs: A criação líquida de cotas no IBIT da BlackRock é o termômetro de confiança institucional mais confiável.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 12 a 48 horas, espera-se que o viés de baixa moderado continue a ditar o ritmo das negociações. O cenário de insegurança digital em Singapura e a postura chinesa em relação ao dólar atuam como freios para qualquer tentativa de valorização expressiva. O Bitcoin deve enfrentar uma volatilidade intensa, possivelmente testando novamente o suporte psicológico dos US$ 70.000. Sugere-se extrema cautela no uso de alavancagem, dado o risco de movimentos bruscos em ambas as direções motivados por notícias geopolíticas. Para quem deseja acessar liquidez institucional, plataformas como a Binance oferecem ferramentas avançadas para monitorar esses fluxos de mercado em tempo real.


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Cristal hexagonal de dificuldade Bitcoin contraindo com rachadura '11%' vermelha, representando maior queda de mineração em 5 anos

Bitcoin Registra Maior Queda de Dificuldade em 5 Anos no Bloco 935.424

A dificuldade de mineração do Bitcoin registrou queda de 11,16% no sábado (7), no bloco 935.424, marcando o maior ajuste negativo desde o banimento chinês de 2021. Os dados do mempool.space indicam que o indicador recuou para 125,86 trilhões, refletindo uma redução de cerca de 20% no hashrate nos últimos 30 dias. Esse mecanismo automático do protocolo garante blocos a cada 10 minutos, mesmo sob estresse climático e de preço. O Bitcoin ficou mais fácil de minerar: entenda o que isso muda para a segurança da rede.


Detalhes Técnicos do Ajuste

Os ajustes de dificuldade ocorrem a cada 2.016 blocos, aproximadamente 14 dias, para manter o tempo médio de produção de blocos em 10 minutos. No período anterior, o hashrate global caiu significativamente devido à combinação de tempestades de neve nos EUA — que afetaram operações em Texas e outros hubs — e à desvalorização do BTC para próximo de US$ 60 mil na quinta-feira (5). Segundo dados do Hashrate Index, a queda no poder computacional foi de 20% em 30 dias.

A nova dificuldade de 125,86T representa o 10º maior recuo percentual da história, conforme análise do desenvolvedor Mononaut. Isso eleva a rentabilidade para os miners remanescentes, cujos custos fixos com energia agora enfrentam menor barreira para lucratividade. Os dados mostram que pressões externas como clima adverso e volatilidade de preço impactam o hashrate, mas o protocolo se adapta automaticamente.

Impacto na Rentabilidade dos Miners

Com a queda de 11,16% confirmada, menores participantes — mais sensíveis a custos energéticos — ganham fôlego. Quando o preço do BTC cai abaixo do breakeven de muitas operações (estimado em US$ 65-70 mil para rigs eficientes), miners desligam ASICs para evitar prejuízos. O ajuste reduz a competição, aumentando a probabilidade de encontrar blocos e, consequentemente, a recompensa de 3,125 BTC por bloco.

No contexto atual, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 371.028,61 (alta de 1,97% em 24h), equivalente a cerca de US$ 71 mil com dólar a R$ 5,21. Isso sugere recuperação parcial, mas miners monitoram se o hashrate estabiliza acima de níveis críticos para evitar ajustes adicionais negativos.

Resiliência do Protocolo Bitcoin

O mecanismo de ajuste dinâmico prova a robustez do Bitcoin. Em 2021, o banimento chinês derrubou o hashrate em 50%, mas a rede se reequilibrou rapidamente, migrando para EUA, Cazaquistão e Rússia. Hoje, sob estresse duplo (clima e preço), o protocolo mantém a emissão estável de 3,125 BTC por bloco, preservando a segurança via Proof-of-Work.

Hashrate sustentado garante descentralização e resistência a ataques de 51%. Quedas temporárias não comprometem a rede, pois incentivam eficiência: miners com acesso a energia barata (ex: Texas com flexibilidade) prevalecem. Os dados históricos mostram recuperação pós-ajustes negativos, com hashrate atingindo recordes em 2025 apesar de ATH de US$ 126 mil.

Níveis a Observar no Hashrate

Próximos ajustes ocorrem em cerca de 14 dias. Traders e miners devem acompanhar o hashrate em plataformas como mempool.space: suporte atual em torno de 600 EH/s, com resistência em 700 EH/s pré-queda. Se o BTC estabilizar acima de US$ 70 mil, espera-se influxo de hashrate, elevando dificuldade.

Volume de mineração em 24h atingiu 281,76 BTC nas exchanges brasileiras. Indicadores on-chain sugerem que, sem novos choques climáticos, a rede retorna à tendência de alta. Monitorar correlação preço-hashrate é essencial para avaliar saúde da rede.


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Personagem cartoon de operador tropeçando em botão de erro liberando moedas Bitcoin, com reguladores investigando, simbolizando falha na Bithumb

Bithumb sob Mira: Erro de US$ 44 Bilhões Desencadeia Investigação da FSC

A maior exchange da Coreia do Sul, Bithumb, protagonizou um erro operacional sem precedentes ao distribuir acidentalmente cerca de US$ 44 bilhões em Bitcoin (aproximadamente 620 mil BTC) a clientes durante um evento promocional. Em vez de pequenos prêmios em won coreano (cerca de R$ 6 por usuário), alguns receberam até 2 mil BTC cada. Autoridades da Financial Services Commission (FSC) iniciaram inspeções imediatas, expondo vulnerabilidades estruturais no setor de ativos virtuais sul-coreano.


Detalhes do Erro e Resposta Rápida

O incidente ocorreu na semana passada, quando um funcionário configurou incorretamente o sistema de recompensas. Segundo autoridades da Bithumb, o erro não envolveu hacks ou brechas de segurança externas, mas falhas internas nos processos de emissão de ativos. A exchange agiu em 35 minutos, restringindo negociações e saques para 695 clientes afetados, recuperando 99,7% dos Bitcoins distribuídos erroneamente.

No entanto, cerca de 125 BTC, equivalentes a US$ 9 milhões (R$ 47 milhões, com dólar a R$ 5,22), permanecem irrecuperados, pois alguns usuários venderam os ativos antes das restrições. A Bithumb afirmou que cobrirá essas perdas com reservas corporativas. O preço do Bitcoin na plataforma despencou 17%, atingindo 81,1 milhões de won (cerca de US$ 55 mil), antes de se recuperar para 104,5 milhões de won. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 370.435 no Brasil, com alta de 1,78% em 24 horas.

Escrutínio Regulatório da FSC

A Financial Services Commission (FSC), órgão regulador financeiro da Coreia do Sul, reagiu com celeridade. O regulador qualificou o episódio como evidência de vulnerabilidades no setor de ativos virtuais, anunciando revisões nos sistemas de controle interno de todas as exchanges domésticas. Inspeções presenciais já começaram nos escritórios da Bithumb em 7 de fevereiro, com solicitação de listas de funcionários autorizados a emitir pagamentos em cripto.

Jornais locais como o Kookmin Ilbo relataram que fontes anônimas descreveram o problema como “vulnerabilidades estruturais”. O sistema da Bithumb permitia emissões de pontos de fidelidade, won, Bitcoin e Ethereum sem procedimentos formais de liquidação, elevando riscos de erros humanos. O vice-presidente da divisão de negócios, Hwang Seung-wook, admitiu em comunicado interno que “um único erro na configuração de recompensas pode desestabilizar toda a exchange”, priorizando reformas em supervisão sobre culpas individuais.

Implicações Globais e Lições para o Mercado

Este caso destaca riscos operacionais em exchanges de grande porte, especialmente em jurisdições rigorosas como a Coreia do Sul, pioneira em regulamentações cripto desde 2017. Globalmente, reforça a necessidade de segregação rigorosa de fundos de clientes e automação em processos sensíveis, ecoando lições de incidentes como o colapso da FTX. Para investidores brasileiros, expõe como falhas em plataformas asiáticas podem gerar volatilidade mundial, afetando preços locais.

A Bithumb planeja um IPO nos Estados Unidos ainda em 2026, sob escrutínio adicional de agências como a SEC. Autoridades sul-coreanas, incluindo o watchdog de proteção ao consumidor, já investigam alegações de marketing da exchange. O episódio pode acelerar padrões globais de compliance, influenciando debates na UE e nos EUA sobre auditorias operacionais em plataformas cripto.

Perspectivas e Medidas Anunciadas

Diante da pressão regulatória, a Bithumb comprometeu-se a revisar sistemas internos para prevenir recorrências, embora detalhes específicos ainda não tenham sido divulgados. Investidores globais monitoram se a FSC imporá sanções ou exigirá upgrades tecnológicos, como autenticação multifatorial para emissões de ativos. O incidente ocorre em momento de maturidade do mercado cripto sul-coreano, com volumes diários bilionários, sublinhando que erros humanos persistem mesmo em infraestruturas avançadas.

Para o ecossistema internacional, reforça a importância de diversificação em exchanges reguladas e uso de custódia própria, minimizando exposição a falhas operacionais alheias.


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Ondas turbulentas vermelhas colidindo sobre monolito dourado de Bitcoin no fundo de abismo digital, simbolizando medo extremo e possível fundo de mercado

Google Trends em 100: Medo Extremo Revela Possível Fundo do Bitcoin

Os dados do Google Trends registram pico de 100 pontos para buscas por Bitcoin na semana, o máximo anual, coincidindo com o Índice de Medo e Ganância em ‘medo extremo’ (7/100 no alternative.me e 8/100 no CoinMarketCap). Após queda para US$ 59.900 em 5 de fevereiro, o BTC recuperou para acima de US$ 70.000, com perda semanal de 15,51%. Esse padrão histórico sugere capitulação de varejo, momento em que dados indicam entrada de investidores institucionais.


Pico de Buscas no Google Trends

Os dados mostram que a avaliação semanal de buscas por ‘Bitcoin’ atingiu 100 pontos no Google Trends até o final de semana de 8 de fevereiro de 2026, o nível máximo nos últimos 12 meses. O pico anterior foi de 95 pontos entre 16 e 23 de novembro de 2025, quando o BTC caiu abaixo de US$ 100.000 pela primeira vez em seis meses. No ambiente russo via Yandex Wordstat, as buscas por ‘биткоин’ dobraram, de 45.000 em 30 de janeiro para 120.000 em 5 de fevereiro, com maior volume em Moscou, Irkutsk e Ingushetia.

Analistas como André Dragosch, da Bitwise, observam que esse interesse varejista pode indicar compras massivas por investidores menores. Julio Moreno, do CryptoQuant, nota que após a queda para US$ 60.000, o prêmio da Coinbase virou positivo pela primeira vez desde meados de janeiro, sugerindo acumulação por americanos.

Índice de Medo e Ganância em Extremos

O Crypto Fear & Greed Index do alternative.me está em 7/100 (‘extreme fear’), próximo aos 9 pontos de junho de 2022 durante o colapso da Terra. O índice usa volatilidade (25%), momentum/volume (25%), atividade social (15%), dominância BTC (10%) e Google Trends (10%). Já o CoinMarketCap marca 8/100, analisando top 10 criptos com volatilidade (Volmex), momentum de preço, sentimento social, derivativos (put/call Deribit) e composição de mercado.

Ambos os gauges caíram para mínimas recentes após o crash de 5 de fevereiro, que levou o mercado cripto a perder US$ 2 trilhões do pico de outubro e US$ 800 bilhões só no último mês, per CoinGecko. Capitalização atual em torno de US$ 3.579 trilhões reflete correção de 18% mensal.

Contexto Histórico e Psicologia de Mercado

Historicamente, picos de buscas com ‘medo extremo’ precedem fundos por capitulação, quando varejo vende em pânico e smart money acumula. Em 2022, níveis similares coincidiram com baixas locais. Dados do bits.media confirmam perda semanal de 15,51% no BTC, com recuperação parcial para US$ 70.767 (às 18h UTC). O RSI em 31 sugere oversold, enquanto médias móveis (EMA 10 a SMA 200) atuam como resistências acima de US$ 75.000.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 370.731,28 (+1,8% em 24h, volume 280 BTC) reflete resiliência local apesar da volatilidade global.

Níveis Técnicos a Observar

Suportes chave em US$ 66.000-68.000 e US$ 60.000; resistências em US$ 71.000-72.000 e US$ 75.000. Compressão no gráfico de 1h indica expansão iminente de volatilidade. ADX em 44 confirma força de tendência baixista, com MACD negativo. Investidores monitoram se o varejo capitula totalmente, permitindo reversão se suporte segurar. Dados sugerem sensibilidade alta a shifts modestos, com pânico potencialmente precificado.


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Executivo institucional cartoon liderando influxos dourados para núcleo Bitcoin em vale sombrio, simbolizando domínio BlackRock em ETFs e possível fundo de mercado

BlackRock Lidera Influxos de US$ 330 Milhões em ETFs de Bitcoin

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram influxos líquidos de US$ 330 milhões na sexta-feira, 6 de fevereiro, liderados pelo iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock com US$ 231,62 milhões. Esse movimento ocorre paralelamente ao Sharpe Ratio do Bitcoin em mínimas históricas, indicador de retorno ajustado ao risco que reflete alto risco para retornos fracos — típico de fases finais de baixa. Os dados mostram instituições comprando quando o varejo hesita, confirmando tese de acumulação silenciosa em meio à volatilidade.


Detalhes dos Influxos nos ETFs

De acordo com dados preliminares do mercado, os ETFs de Bitcoin americanos postaram US$ 330 milhões em entradas líquidas na sexta-feira, revertendo três dias consecutivos de saídas intensas na semana. O IBIT da BlackRock liderou com US$ 231,62 milhões, seguido pelo ARK 21Shares Bitcoin ETF (ARKB) com US$ 43,25 milhões, Bitwise Bitcoin ETF (BITB) em US$ 28,7 milhões e Grayscale Bitcoin Mini Trust (BTC) com US$ 20,13 milhões. O Invesco Galaxy Bitcoin ETF (BTCO) registrou US$ 6,97 milhões.

Esses fluxos coincidiram com o Bitcoin reclaimando os US$ 70.000 temporariamente na sexta, enquanto o Coinbase Premium — indicador de demanda de investidores dos EUA — virou positivo. No agregado semanal, os ETFs acumularam cerca de US$ 350 milhões em saídas líquidas, equilibradas por entradas como os US$ 561 milhões de segunda-feira, 2 de fevereiro. Em valores aproximados ao câmbio atual (dólar a R$ 5,22), isso equivale a cerca de R$ 1,72 bilhão em influxos diários.

Sharpe Ratio em Zona de Baixa Histórica

O Sharpe Ratio do Bitcoin, métrica que avalia o excesso de retorno por unidade de risco, atingiu níveis reminiscentes das fases finais de mercados de baixa passados. Calculado como (retorno do ativo – taxa livre de risco) / desvio padrão, valores baixos ou negativos indicam que investidores assumem alto risco para retornos insuficientes ou negativos — comum em capitulações.

Os dados do CryptoQuant mostram o indicador em declínio contínuo, sinalizando que o Bitcoin ainda não atrai risco-takers convencionais. Historicamente, essa dinâmica precede acumulação por mãos fortes, após flushing de posições fracas. Desde o pico de US$ 126.000 em outubro de 2025, o BTC caiu mais de 52% para zona dos US$ 60.000-70.000, reforçando o cenário de risco elevado.

Implicações e Níveis a Monitorar

A convergência de influxos institucionais com Sharpe Ratio deprimido sugere que grandes players veem valor em níveis atuais, ignorando o pessimismo do varejo. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 371.215,67 às 18:40 de hoje, com alta de 1,85% em 24 horas e volume de 279 BTC.

Abordagens metódicas incluem exposição gradual à medida que o ratio melhora ou espera por confirmação. Níveis chave: suporte em US$ 60.000 (próximo de mínimas recentes) e resistência em US$ 70.000-75.000. O mercado pode permanecer em baixa por meses, mas os fluxos de ETFs indicam convicção institucional crescente. Investidores devem monitorar o agregado semanal de influxos e evolução do Sharpe Ratio para sinais de reversão.


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Plataforma de vidro translúcido com núcleo dourado e marca 70K em tensão, simbolizando Bitcoin testando resistência em meio a medo e potencial alta

Bitcoin nos US$ 70 mil: Alívio ou Armadilha para Touros?

O Bitcoin superou os US$ 70.000 nesta semana, trazendo alívio ao mercado após fortes vendas recentes. Com alta de 2,65% nas últimas 24 horas, o preço oscila em torno de US$ 71.000 (R$ 372.287, segundo Cointrader Monitor), mas a resistência na casa dos 70 mil permanece forte. Bitcoin nos US$ 70 mil: alívio ou armadilha para os touros? Os dados indicam equilíbrio precário entre recuperação e risco de correção.


Situação Atual do Mercado

Os dados mostram o Bitcoin com ganho de 3% no dia, negociado a US$ 71.071, após queda de 10% na semana. A capitalização total do mercado cripto também subiu 3%, com altcoins como Ethereum recuperando a marca de US$ 2.000. O volume de 24 horas atingiu US$ 44,95 bilhões, sinalizando alta participação, mas o Fear & Greed Index em 7 reflete medo extremo.

Nos ETFs de Bitcoin à vista, houve inflows de US$ 330 milhões em um dia, com BlackRock IBIT captando US$ 230 milhões, revertendo abfluxos anteriores de US$ 1,25 bilhão. Essa estabilização sugere redução no pressão vendedora, mas a liquidez permanece baixa e a volatilidade elevada.

Análise Técnica: Resistência e Volume

No gráfico diário, os US$ 70.000 atuam como resistência chave, com rejeição recente apesar do volume robusto. A falha em sustentar acima desse nível indica compradores insuficientes para absorver a oferta concentrada ali. Gráficos mensais revelam perda de suporte em baixa liquidez, similar a padrões de 2021-2022, onde consolidações precederam acelerações descendentes.

Indicadores de volume confirmam engajamento elevado, mas sem convicção compradora dominante. Médias móveis, como a de 50 períodos, aproximam-se da zona de US$ 70 mil, atuando como barreira dinâmica. Um fechamento sustentado acima invalidaria o viés de baixa de curto prazo, enquanto quedas abaixo reforçariam o momentum negativo.

Níveis Chave e Invalidação

Reivindicar os US$ 70.000 com aceitação (fechamentos consistentes) pode projetar alta de 8-10%, mirando US$ 75.000-77.000. Essa extensão envolveria cobertura de vendidos e entrada de novos compradores. Por outro lado, rejeição sustentada eleva risco de teste em meados dos US$ 60.000, zona de demanda histórica.

Níveis de invalidação da alta incluem perda dos US$ 70k, com suporte imediato em baixa liquidez até US$ 65.000. Para baixa, rompimento abaixo de US$ 65k confirmaria expansão descendente. Traders monitoram estrutura de mercado em timeframes superiores para sinais estruturais, priorizando dados sobre volatilidade de curto prazo.

Cotação em Reais e Contexto Brasileiro

No mercado local, o Bitcoin cotado a R$ 372.287, com variação de +2,1% em 24 horas e volume de 279 BTC. O dólar a R$ 5,22 reforça o equivalente em reais próximo de R$ 370-375 mil. Esses níveis locais acompanham a dinâmica global, com foco em suporte acima de R$ 350 mil para manter recuperação.


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Pilar dourado de Bitcoin firme contra ondas quânticas roxas dissipando no horizonte, simbolizando risco controlável e distante

Risco Quântico no Bitcoin: Por Que Especialistas Dizem que o Medo é Exagerado

Você já ouviu falar no risco quântico para o Bitcoin e ficou preocupado? Segundo o relatório da CoinShares destacado pela Odaily, essa ameaça de computadores quânticos não é uma crise iminente. É um problema previsível e controlável, com tempo suficiente para ajustes. Em outras palavras, não precisa entrar em pânico agora — vamos entender juntos o que isso significa de forma simples.


O que é o risco quântico para o Bitcoin?

Pense nos computadores quânticos como uma versão superpotente dos computadores normais. Enquanto um PC comum usa bits que são só 0 ou 1, os quânticos usam qubits, que podem ser 0, 1 ou os dois ao mesmo tempo — isso é chamado de superposição. Essa mágica permite resolver problemas matemáticos muito difíceis rapidinho.

No Bitcoin, a segurança vem da criptografia assimétrica, como o ECDSA (uma curva elíptica chamada secp256k1). Ela cria chaves públicas e privadas: da pública, é impossível descobrir a privada com computadores normais. Mas o algoritmo de Shor, em um quântico poderoso, poderia quebrar isso, expondo chaves privadas se a pública estiver visível.

Em outras palavras, é como se um cofre ultra-seguro pudesse ser aberto se alguém visse a combinação na porta. Felizmente, a maioria dos endereços Bitcoin esconde a chave pública atrás de hashes (como SHA-256), que são mais resistentes — o algoritmo de Grover os enfraquece, mas ainda demora bilhões de anos para quebrar.

Isso significa que só endereços antigos (P2PK, cerca de 1,7 milhão de BTC, ou 8% do suprimento total) estão mais expostos. Mas, como veremos, o impacto real é bem menor.

O que diz o relatório da CoinShares?

A CoinShares analisou profundamente e conclui: o risco é gerenciável. Afeta principalmente moedas em endereços P2PK legados. Dessas, só cerca de 10 mil BTC estão em UTXOs que poderiam ser roubados rapidamente, causando algum impacto no mercado — o resto está espalhado em 34 mil endereços pequenos, que levariam décadas para atacar mesmo com quânticos avançados.

Reivindicações de 25% do suprimento em risco são exageradas: incluem riscos temporários, como chaves expostas em transações (visíveis no mempool por 10 minutos), mas mitigáveis com boas práticas. Endereços modernos (P2PKH, P2SH) ficam seguros até gastar os fundos.

Pense assim: é como uma casa velha com janela aberta (P2PK), mas a maioria das casas tem portas trancadas com senhas extras. E os ladrões quânticos ainda nem nasceram direito.

Qual a linha do tempo? Estamos seguros por enquanto?

Hoje, em 2026, estamos longe do perigo. Quebrar secp256k1 exige milhões de qubits lógicos — o maior quântico atual tem uns 100. Pesquisas estimam 10-100 mil vezes mais qubits para um ataque viável em um dia. Google e outros avançam, mas criptografia relevante só nos anos 2030 ou depois.

Ataques de longo prazo (anos) podem vir em uma década; curtos (10 minutos) em décadas. Isso dá tempo para upgrades, como assinaturas pós-quânticas via soft fork, sem bagunçar a rede. Bitcoin já evoluiu com Schnorr — pode fazer mais.

Para holders: migre moedas de endereços antigos para novos seguros. É simples e voluntário, preservando direitos de propriedade.

Por que isso importa para você e próximos passos

Como iniciante ou investidor, o principal é: fique calmo e educado. O Bitcoin não perde seu limite de 21 milhões nem o proof-of-work. Riscos são contidos, e a comunidade monitora. Evite intervenções radicais como queimar moedas — isso viola neutralidade e imutabilidade.

Monitore avanços quânticos e use carteiras modernas. Assim, você sai confiante: Bitcoin é resiliente. Parabéns por se informar — isso é o primeiro passo para decisões seguras!


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança desequilibrada com touro cripto afundando sob pesos do Fed e crítico alertando, enquanto ouro e euro sobem, ilustrando alertas de Roubini contra bull market

O Lado Negro do Bull Market: Roubini e Crise do Fed Ameaçam Cripto

Nouriel Roubini avisa: o euforia cripto de Trump pode ser a receita para a ruína financeira americana. Enquanto o economista critica leis como GENIUS e CLARITY Acts por criarem riscos sistêmicos com stablecoins desregulados, sinais macro agravam o cenário: inflação real em 0,68%, estresse no crédito e dólar caindo 9% em 2025. O mercado cripto, em viés de alta, ignora esses alertas?


Críticas de Roubini ao Empurrão Cripto de Trump

A política pro-cripto da segunda gestão Trump é vista por Roubini como um experimento perigoso. O GENIUS Act, apelidado de “Reckless Idiot Act”, permite stablecoins sem bancos estreitos ou lender of last resort, criando “bombas-relógio”. Um bank run bastaria para pânico, similar ao Silicon Valley Bank. Bitcoin caiu 40% do pico de outubro 2025, enquanto ouro subiu 60%, provando que cripto não hedgeia riscos geopolíticos ou inflação.

A história mostra que exuberância irracional precede correções brutais, como em 2018 e 2022. Roubini apela por literacy econômica, alertando que disintermediação de bancos tradicionais erode o sistema. O mercado está ignorando esses riscos políticos?

Fed Atrasado: Política Restritiva em Tempos de Estresse

O Fed pode estar atrasado para cortes de juros, com Truflation indicando inflação em 0,68%. Delinquências em cartões, empréstimos auto e falências corporativas crescem, sinalizando overtightening. Mercado de trabalho enfraquece com demissões e hiring slowdown, mas Fed insiste em resiliência.

O lag monetário significa dano econômico antes da reação. Inflação esfria gastos, mas deflação os paralisa. Cuidado: restrição prolongada amplifica slowdowns, como nas crises passadas. Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin está a R$ 372.885,84 (+2,28% 24h), mas correlação com macro persiste.

Queda do Dólar: Investidores Buscam Refúgios Tradicionais

A Casa Branca quer dólar forte, mas índice caiu 9% em 2025 e 1% em 2026. Tarifas de Trump injetam incerteza; Goldman Sachs prevê persistência. Investidores migram para euro, franco suíço e ouro (+70% anual). Dólar cotado a R$ 5,21.

Macquarie alerta para realocação gradual do USD como reserva. Nominação de Warsh à Fed sugere dovish turn, enfraquecendo mais o bilhete verde. Commodities como prata e cobre sobem junto.

Castelo de Cartas Político para Cripto?

Esses sinais macro — risco Trump via Roubini, Fed overtight, dólar fraco — expõem cripto como castelo político. Mercados em alta ignoram ciclos até o topo. Proteja capital: sobrevivência ao mercado de baixa importa mais. Vale monitorar Fed, dólar e ouro para próximos passos.


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Executivos cartoon de Fidelity e Bitwise coletando Bitcoins dourados espalhados no chao digital com 370K rachado, simbolizando oportunidade de compra

Fidelity e Bitwise Veem Oportunidade no Bitcoin Abaixo de R$ 370 Mil

Gigantes como Bitwise e Fidelity estão vendo os preços atuais do Bitcoin, abaixo de US$ 70 mil (cerca de R$ 365 mil), como uma oportunidade de entrada para instituições. Para o investidor brasileiro comum, isso significa hora de pensar em aportes constantes, ignorando a volatilidade do dia a dia. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 372.672 agora, com alta de 2,32% em 24 horas.


O Que a Bitwise Está Fazendo Agora

O CEO da Bitwise, Hunter Horsley, afirmou que o Bitcoin abaixo de US$ 70 mil é como uma “nova mordida na maçã” para instituições que perderam a chance em altas anteriores. Apesar do mercado em baixa, com BTC caindo 22,6% em 30 dias, os fundos da Bitwise receberam mais de US$ 100 milhões em um só dia, quando o preço estava em US$ 77 mil. Isso mostra que grandes players estão comprando na baixa, vendo o momento como correção macro, não fim do ciclo.

Para nós, brasileiros, isso equivale a ignorar o pânico do mercado global. Se instituições com bilhões gerenciados estão aportando, o pequeno investidor pode seguir a mesma lógica: comprar aos poucos, convertendo reais em BTC via exchanges locais, sem tentar adivinhar o fundo.

A Visão Prática da Fidelity

Jurrien Timmer, diretor de macro da Fidelity, destacou US$ 65 mil (cerca de R$ 339 mil, com dólar a R$ 5,21) como ponto de entrada atraente. Ele usa gráficos mostrando suporte nessa zona, após pico acima de US$ 120 mil em 2025. A queda veio com volatilidade pós-nomeação de Kevin Warsh para o Fed, mas Timmer vê 2026 como ano de consolidação, não crash.

Comparando com ouro, que atraiu mais fluxos recentemente (ETFs de ouro com US$ 52 bilhões vs. US$ 23,5 bilhões em BTC ETPs), ele sugere que BTC deve recuperar quando os fluxos se equilibrarem. Prático: enquanto o ouro subiu, BTC corrige, criando chance para quem tem reais sobrando no fim do mês.

Estratégia de Aporte Constante para Brasileiros

Se Fidelity e Bitwise compram na baixa, o que você faz? Foque em DCA (dollar-cost averaging), ou aporte fixo mensal. Exemplo: R$ 500 por mês em BTC. Se o preço variar de R$ 370 mil para R$ 300 mil, você compra mais na baixa; se subir, menos unidades, mas valoriza. Evite tentar “timing” o mercado – isso é jogo, não investimento.

Considere custos reais: taxas de exchange (0,5-1%), IOF em remessas se usar dólar, e imposto sobre ganhos acima de R$ 35 mil/mês. Comece pequeno, use apps de exchanges com PIX para depósitos grátis. Monitore fluxos de ETFs como BlackRock, que tiveram US$ 231 milhões em inflows recentemente.

Próximos Passos e Cotação Atual

Hoje, BTC em R$ 372.672 (Cointrader Monitor), com volume de 281 BTC em 24h nas exchanges BR. Ouro caiu de pico, mas BTC resiste. Acompanhe suporte em US$ 65 mil a US$ 70 mil; rompimento para cima pode levar a US$ 75 mil.

Ação prática: defina alerta em R$ 340 mil (US$ 65 mil), prepare seu aporte. Lembre: cripto é volátil, mas histórico mostra recuperação pós-correções. Faça contas no seu orçamento familiar antes.


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Rede hexagonal translucida de mineracao Bitcoin com bordas dissolvendo em vermelho, simbolizando queda de 11% na dificuldade comparada a 2021

Queda na Dificuldade do BTC: Paralelos com 2021

A dificuldade de mineração do Bitcoin registrou uma queda de 11,16% em 7 de fevereiro de 2026, marcando o maior ajuste negativo desde o banimento chinês de 2021. Esse movimento, o décimo maior da história da rede, reflete uma redução de cerca de 20% no hashrate global em um mês, impulsionada por queda no preço e uma tempestade de inverno nos EUA. Os dados mostram resiliência da rede, mas expõem pressões econômicas sobre os mineradores.


Situação Atual: Queda Acelerada no Hashrate

Os dados on-chain indicam que o hashrate do Bitcoin despencou de picos acima de 1,1 Zettahashes por segundo (ZH/s) em outubro de 2025 para cerca de 863 Exahashes por segundo (EH/s) na semana passada. Essa retração de aproximadamente 20% em 30 dias forçou o protocolo a ajustar a dificuldade de 141,67 trilhões para 125,86 trilhões. Segundo a análise técnica, o hashrate chegou a mínimas de 800 EH/s durante a crise climática, recuperando parcialmente para 1,0-1,06 ZH/s.

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 372.656,94, com variação de +2,28% em 24 horas e volume de 277,19 BTC. Em dólares, o preço ronda US$ 71.000, após queda de cerca de 45-50% desde o ATH de US$ 126.000.

Comparativo Histórico com 2021

Em julho de 2021, o banimento da mineração na China provocou ajustes negativos superiores a 20% na dificuldade, devido à migração massiva de operações. O evento atual, embora de magnitude menor (11,16%), é o mais significativo desde então e figura entre os dez maiores recuos históricos. Os dados mostram padrões semelhantes: hashrate colapsou rapidamente, refletindo saídas de capacidade computacional. Diferentemente de 2021, que foi regulatório, o trigger agora é econômico e climático, com mineradores desligando ASICs não rentáveis para evitar prejuízos.

A relação preço-hashrate permanece consistente: quedas bruscas no preço elevam o shutdown price, ponto em que custos operativos superam receitas. Em ambos os ciclos, a rede manteve blocos a cada 10 minutos, graças ao ajuste algorítmico da dificuldade.

Fatores Contribuintes e Rentabilidade

A tempestade de inverno nos EUA, no fim de janeiro, forçou desligamentos para aliviar redes elétricas, combinada à desvalorização do BTC. Atualmente, apenas modelos eficientes como o Antminer S23 (eficiência ~9,5 J/TH) geram lucros líquidos de US$ 7-25/dia a US$ 0,10/kWh. Os dados de hashprice atingiram mínimos históricos, sinalizando margens apertadas para a maioria da frota.

Projeções indicam recuperação da dificuldade em duas semanas (2.016 blocos), à medida que hashrate se estabiliza. Isso sugere que o ajuste oferece alívio temporário aos miners sobreviventes.

Implicações Técnicas para a Rede

A dificuldade garante inelasticidade da oferta, mantendo emissão previsível independentemente de flutuações no hashrate. Os números mostram que variações extremas não comprometem a segurança: pós-2021, o hashrate superou recordes. Níveis a observar incluem suporte em 900 EH/s e resistência em 1,1 ZH/s. Mineradores com reservas baixas podem intensificar vendas, impactando liquidez de curto prazo.

Os dados reforçam a resiliência do protocolo Bitcoin ante choques exógenos.


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Fluxos dourado de BTC e prismático de ETH saindo de exchanges rachadas para pilares institucionais e cristais de staking, com 71K gravado, simbolizando acumulação forte

BTC e ETH em Forte Acumulação: Instituições Ignoram Queda e Baleias Retiram Milhões de Exchanges

📊 BOLETIM CRIPTO | 08/02/2026 | NOITE

O avanço do capital institucional define o tom de firmeza do período, marcando uma clara transição da capitulação do varejo para o domínio de grandes participantes. Após o Bitcoin recuar brevemente para a casa dos US$ 60 mil, uma onda de buy-the-dip impulsionou o ativo de volta acima dos US$ 71.000, com instituições aproveitando o desconto histórico. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 372.216,36, com valorização de 2,28% nas últimas 24 horas. Este movimento positivo é reforçado por saques massivos de corretoras e uma demanda sem precedentes por staking de Ethereum. O viés de alta é sustentado pela resiliência on-chain, embora riscos operacionais tragam uma nota de cautela necessária.


🔥 Destaque: Instituições “Compram o Recuo”

A recuperação do Bitcoin para patamares superiores a US$ 71.000 marca uma mudança de nível no atual ciclo de mercado. Enquanto investidores de varejo exibiram sinais clássicos de capitulação — evidenciados pelo pico de interesse no Google Trends para o termo “crypto capitulation” —, os investidores institucionais trataram a queda como uma oportunidade renovada de entrada.

De acordo com Hunter Horsley, CEO da Bitwise, as instituições estão tendo uma “nova chance” de acessar preços que acreditavam ter perdido permanentemente. Essa absorção agressiva da oferta disponível sugere que o mercado está amadurecendo, com o capital institucional atuando como um suporte robusto contra a volatilidade induzida pelo medo do varejo.

O impacto desta acumulação é sentido globalmente, elevando a confiança de que o fundo local foi atingido. Analistas da Santiment observam que o comportamento de meta-análise do varejo, que espera outros desistirem antes de comprar, costuma preceder grandes reversões de tendência. Agora, com o preço estabilizado acima de US$ 71.400, a atenção se volta para o fluxo dos ETFs e para a capacidade do Bitcoin de sustentar sua dominância mesmo em um cenário macroeconômico desafiador.

Para o investidor que opera no mercado brasileiro, acompanhar esses movimentos em plataformas como a Binance permite acessar essa liquidez global enquanto monitora as tendências de longo prazo que as baleias estão desenhando no gráfico.


📈 Panorama do Mercado

O cenário atual é caracterizado por um estresse estatístico que historicamente precede grandes altas. O indicador Mayer Multiple, que mede o desvio do preço do Bitcoin em relação à sua média móvel de 200 dias (MA200), atingiu a marca de 0.6. Segundo dados da CryptoQuant, esse nível de 40% de desconto sob a tendência de longo prazo ocorreu apenas em momentos críticos, como o crash de 2020 e fundos cíclicos anteriores.

Além disso, o Ethereum (ETH) apresenta um paradoxo fascinante: enquanto o preço enfrenta pressões de saída em ETFs, a infraestrutura da rede nunca esteve tão demandada. A fila de entrada para staking superou a de saída em uma proporção de 105 para 1, sinalizando que os detentores de ETH preferem o rendimento de longo prazo à liquidez imediata. Atualmente, o Ethereum opera próximo aos R$ 11.054, demonstrando resiliência técnica.

O sentimento predominante é de uma escassez estrutural em formação. Com baleias retirando ativos de corretoras e validadores travando moedas na rede, a oferta circulante disponível para venda está diminuindo rapidamente, criando o que analistas chamam de supply squeeze.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Pressão de Venda Institucional: Apesar da acumulação on-chain, as saídas contínuas de ETFs de Ethereum, que somaram US$ 80 milhões recentemente, podem limitar recuperações rápidas do preço.
  • Manipulação de Mercado: A condenação de um CEO na Coreia do Sul por manipular volumes via bots acende um alerta sobre a integridade de ativos menores em corretoras regionais.
  • Volatilidade Macro: A sensibilidade do Bitcoin a ativos de risco significa que qualquer sinal de endurecimento monetário pelo Fed pode forçar novos testes de suporte.
  • Segurança Física: O caso do roubo de R$ 21 milhões em Londres destaca que a custódia domiciliar exige protocolos de segurança física tão rigorosos quanto os digitais.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação em Zonas de Desconto: O nível atual do Mayer Multiple oferece uma assimetria positiva, historicamente associada a retornos expressivos para quem mantém visão de médio prazo.
  • Rendimento Passivo em Ethereum: A demanda recorde por staking confirma que o yield da rede continua sendo o “porto seguro” para investidores que buscam renda passiva.
  • Monitoramento de Fluxos de Baleias: Saques massivos de corretoras, como os US$ 312 milhões retirados da Binance, indicam posicionamento para o próximo ciclo.

📰 Principais Notícias do Período

  1. BTC Recupera US$ 71k com Instituições Comprando Dip
    Bitcoin recuperou o patamar de US$ 71.000 após um recuo agressivo. O varejo sinaliza capitulação, enquanto gestoras como a Bitwise observam uma entrada robusta de capital institucional aproveitando os preços baixos.
  2. Novos wallets sacam US$ 312M em BTC e ETH da Binance
    Duas carteiras recém-criadas realizaram saques massivos, retirando 3.500 BTC e 30.000 ETH da maior corretora do mundo, reduzindo a oferta circulante para venda imediata.
  3. Staking ETH recorde: entrada 105x saída vs pressão ETF
    A demanda por travamento de moedas no Ethereum atingiu recordes, com 4,05 milhões de ETH aguardando entrada em validadores, criando uma barreira estrutural contra quedas bruscas.
  4. Whales acumulam ETH massivamente após sell-off
    Após a capitulação de grandes gestoras, baleias individuais pivotaram para a compra, retirando US$ 126 milhões em ETH para carteiras de cold storage.
  5. BTC 40% abaixo MA200: Oversold histórico sugere reversão
    Analistas on-chain apontam que o Bitcoin entrou em uma zona de “desconto profundo” estatístico, um padrão que precedeu valorizações expressivas em ciclos passados.
  6. Primeira prisão de CEO cripto por manipulação na Coreia do Sul
    Pela primeira vez sob a nova Lei de Proteção ao Usuário, a justiça sul-coreana condenou um executivo por inflar artificialmente o volume de negociações de um token.
  7. Gangue adolescente rouba R$ 21M em crypto e é presa por Snapchat
    Um roubo físico cinematográfico em Londres terminou com a prisão recorde dos suspeitos e a recuperação total dos fundos, provando a eficácia do rastreamento em blockchain.

🔍 O Que Monitorar

  • Fluxos Líquidos de Exchanges: O destino dos US$ 312 milhões retirados da corretora é crucial; se permanecerem imóveis, a tese de acumulação se fortalece.
  • Fila de Staking do Ethereum: Uma diminuição na espera de 70 dias pode indicar redução na convicção de longo prazo dos validadores.
  • Resistência de US$ 72.500 no BTC: O rompimento sustentado desta marca pode desencadear uma nova onda de euforia institucional.
  • Indicadores Macro (EUA): Dados de inflação podem forçar um rebalanceamento de carteira por parte de fundos de hedge.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 48 horas, o viés de alta deve continuar ditando o ritmo, sustentado pela escassez de oferta on-chain. A combinação de um indicador de oversold histórico com a entrada de “mãos fortes” (instituições e baleias) cria um ambiente propício para a estabilização acima de suportes críticos. No entanto, o investidor deve manter cautela com a volatilidade residual de derivativos. A resiliência do staking do Ethereum e o retorno do Bitcoin acima de US$ 71 mil sugerem que o mercado absorveu o impacto negativo da semana passada. Monitorar a continuidade dos fluxos de saída das corretoras será a chave para validar este novo capítulo do mercado.


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Caixa cartoon de exchange entregando pilhas de moedas BTC a usuários felizes, ilustrando compensação após erro bilionário na Bithumb

Bithumb Compensa Usuários Após Erro Bilionário com BTC

A exchange sul-coreana Bithumb anunciou medidas de compensação após um erro operacional que creditou acidentalmente cerca de 2 mil BTC a usuários em uma promoção, no lugar de 2 mil won coreanos. A falha causou vendas a preços irrisórios e queda de 10% no preço interno do Bitcoin. A plataforma recuperou 99,7% do excesso e cobriu os 1.788 BTC vendidos com fundos próprios, garantindo integridade dos saldos.


O Erro Operacional e Seu Impacto Imediato

Investigações revelam que um funcionário da Bithumb configurou erroneamente uma recompensa promocional, distribuindo Bitcoin em vez de won. Usuários receberam créditos inesperados, levando a negociações anormais e uma desvalorização temporária de 10% no preço do BTC na plataforma em relação ao mercado global. A Bithumb agiu rapidamente, congelando contas afetadas e revertendo a maioria das transações em minutos, evitando liquidações em cascata.

Segundo o relato oficial, nenhum fundo de cliente foi perdido, e depósitos/saques continuaram normais. No entanto, evidências apontam para uma falha humana que passou despercebida por sistemas de verificação automatizados, levantando questionamentos sobre redundâncias em plataformas de alto volume.

O incidente ocorreu em 6 de fevereiro de 2026, com estabilização completa até 7 de fevereiro. O Bitcoin, cotado a cerca de R$ 367.500 segundo o Cointrader Monitor, valoriza os 2 mil BTC creditados em aproximadamente R$ 735 milhões — um erro de proporções bilionárias em dólares.

Plano de Compensação e Suporte Externo

A Bithumb detalhou um pacote generoso: todos os usuários que acessaram o app ou site durante o incidente recebem 20 mil won (cerca de R$ 75, com dólar a R$ 5,22). Quem vendeu BTC a preços desfavoráveis terá 100% da diferença reembolsada, mais 10% de bônus como conforto. Além disso, isenção de taxas em todas as negociações por 7 dias a partir de 9 de fevereiro.

Evidências sugerem solidariedade do ecossistema: a Binance, em incidentes semelhantes passados, compensou traders com US$ 728 milhões durante volatilidade em outubro. Esse precedente reforça que grandes exchanges priorizam a confiança do usuário, mas não elimina riscos inerentes a CEXs centralizadas.

A plataforma confirmou que seus ativos em BTC superam 100% dos depósitos de clientes, auditados internamente. A Autoridade Financeira da Coreia iniciou inspeção no dia 7.

Red Flags Sistêmicos e Como se Proteger

Como investigador, destaco red flags: como uma falha humana de tal magnitude evadeu protocolos de aprovação dupla e limites automatizados? Plataformas como Bithumb processam bilhões diários, mas erros operacionais persistem — vide Coinbase reduzindo bloqueios de contas em 82% após upgrades, ou Binance lidando com queixas em sell-offs. Isso expõe vulnerabilidades não cibernéticas, mas humanas e processuais.

Para investidores brasileiros, o alerta é claro: CEXs não são infalíveis. Diversifique custódia com carteiras frias para saldos significativos. Monitore anúncios de compensação diretamente nas plataformas e evite negociações impulsivas em promoções. Verifique sempre saldos em block explorers on-chain para confirmação independente.

A Bithumb não divulgou o valor exato, mas estimativas apontam para custos na casa dos milhões em compensações, coberto por reservas corporativas.

Próximos Passos e Lições do Mercado

O regulador coreano pode impor multas ou exigências de auditoria externa, ampliando escrutínio sobre CEXs asiáticas. Investidores devem acompanhar atualizações oficiais da Bithumb e relatórios da FSS. Esse caso reforça a importância de due diligence contínua: mesmo gigantes erram, e a proteção começa com não concentrar ativos em uma única plataforma.

Enquanto o mercado cripto avança, incidentes como esse lembram que segurança operacional é tão crítica quanto cibersegurança. Mantenha-se vigilante.


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