Reguladores cartoon abrindo portas de jade e ouro para Bitcoin, simbolizando legalizacao de cripto e caminho para ETFs na Tailandia

Tailândia Legaliza Cripto e Abre Caminho para ETFs de Bitcoin

A aprovação do governo tailandês para incluir criptomoedas como ativos subjacentes em derivativos regulamentados marca um avanço histórico para o mercado de capitais asiático. Com isso, o país abre portas para ETFs de Bitcoin e contratos futuros, integrando o ecossistema cripto ao sistema financeiro tradicional. Essa decisão, anunciada recentemente, reforça a tendência de adoção institucional na região, atraindo gestores de fundos e investidores globais em busca de regras claras e proteção regulatória.


Detalhes da Regulamentação

O Gabinete tailandês autorizou que criptoativos sirvam de base para produtos como futuros e opções, com compensação via sistemas licenciados. A Comissão de Valores Mobiliários (SEC) da Tailândia agora elabora normas detalhadas sobre operação de bolsas, compensação de negociações e controles de risco. Bolsas e bancos precisarão de licenças específicas, com padrões elevados de custódia e verificação de clientes (KYC).

Essa estrutura regulatória mitiga preocupações com volatilidade, fraudes e lavagem de dinheiro, limitando alavancagem inicial e impondo regras rigorosas de margem. Projetos prévios, como os G-Tokens — títulos públicos tokenizados em 2025 —, pavimentaram o caminho, demonstrando viabilidade de ativos digitais sob lei tradicional. Além disso, uma isenção temporária de imposto sobre ganhos de capital por cinco anos (2025-2029) incentiva negociações locais em plataformas aprovadas, incluindo stablecoins como USDT e USDC.

Potencial para ETFs e Futuros

A liberação de derivativos lastreados em cripto impulsiona a adoção institucional, com gestores regionais já discutindo listagens de Bitcoin futures. Observadores preveem ETFs vinculados a contratos regulados, similar ao sucesso nos EUA. Firmas de trading veem oportunidade em ferramentas de hedge, enquanto provedores de liquidez desenvolvem produtos adaptados ao mercado tailandês.

Essa integração atrai capital estrangeiro, fortalecendo a liquidez e reduzindo riscos sistêmicos. No contexto global, alinha a Tailândia a nações como Hong Kong e Singapura, posicionando o Sudeste Asiático como hub para derivativos cripto.

Marco para a Ásia e Visão de Longo Prazo

Essa decisão sinaliza o deslocamento do eixo financeiro para o Oriente, onde a Ásia lidera em adoção cripto. Com população jovem e economias emergentes, a região acumula reservas em Bitcoin e expande infraestrutura DeFi. Os fundamentos se fortalecem: fluxos institucionais crescem, e ciclos passados mostram que regulamentações claras aceleram valorização sustentada.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 343.744 às 18:55 de hoje, com variação de -2,45% em 24h — oscilações normais em um mercado em construção. Investidores devem monitorar aprovações de produtos locais, que podem catalisar inflows bilionários.

O Que Isso Significa para Investidores

A Tailândia emerge como possível paraíso cripto na Ásia, testando a maturidade de derivativos regulados. Para o investidor brasileiro, reforça a tese de alta: adoção global constrói resiliência. Vale acompanhar como isso influencia ETFs regionais e fluxos para o Bitcoin, em meio a halvings e políticas monetárias expansionistas. O ecossistema avança, independentemente de correções de curto prazo.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Gestora cartoon capturando ações douradas caindo com rede enquanto Bitcoin despenca, simbolizando compra oportunista de Cathie Wood

Cathie Wood Compra US$ 34 Milhões em Robinhood na Queda do Bitcoin

A ARK Invest, liderada por Cathie Wood, adquiriu 433.806 ações da Robinhood (HOOD) por aproximadamente US$ 33,8 milhões na quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026, enquanto o Bitcoin caía abaixo de US$ 66 mil. A operação ocorre em um momento de fraqueza no mercado cripto, com ETFs de BTC registrando saídas de US$ 276 milhões. Os dados indicam uma aposta institucional em ativos ligados a criptomoedas apesar da volatilidade recente.


Detalhes da Operação de Compra

Os números mostram que a ARK Invest comprou as ações da Robinhood quando elas negociavam em queda de quase 9% no dia, conforme dados do TradingView. Além da HOOD, a gestora aumentou posições em Bullish (BLSH), com 364.134 ações a US$ 11,6 milhões, e Circle (CRCL), emissora do USDC, com 75.559 ações por US$ 4,4 milhões. No total, as aquisições somam cerca de US$ 50 milhões em papéis ligados ao ecossistema cripto.

Equivalente em reais, considerando o dólar a R$ 5,21, a compra da Robinhood representa aproximadamente R$ 176 milhões. Essa movimentação contrasta com a recente venda de US$ 17 milhões em ações da Coinbase pela ARK, sinalizando uma realocação estratégica dentro do setor.

Robinhood como Principal Ativo Cripto no ARKK

Após a compra, a Robinhood tornou-se a maior posição ligada a cripto no ARK Innovation ETF (ARKK), representando 4,1% do portfólio, ou cerca de US$ 248 milhões. Isso reflete a tese de investimento da ARK em plataformas de trading acessíveis, especialmente após o lançamento do testnet da Robinhood Chain, uma blockchain layer 2 para serviços financeiros e ativos tokenizados do mundo real (RWAs).

No quarto trimestre de 2025, a Robinhood reportou receita recorde de US$ 1,28 bilhão, alta de 27% ante o ano anterior, embora abaixo das expectativas de Wall Street (US$ 1,34 bilhão). A ação caiu 8% pós-resultados, mas os volumes em cripto permanecem relevantes no modelo de negócios.

Contexto de Mercado: Pressão no Bitcoin e ETFs

Os dados de mercado confirmam a fraqueza: o Bitcoin negociou abaixo de US$ 66 mil, com ETFs spot registrando saídas líquidas de US$ 276,3 milhões na quarta-feira, reduzindo o AUM total para US$ 85,7 bilhões, o menor desde novembro de 2024. As entradas semanais agora são mínimas, em US$ 35,3 milhões. ETFs de Ether tiveram saídas de US$ 129,2 milhões.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 343.658,91 (-2,48% em 24 horas), com volume de 348 BTC. Níveis de suporte próximos incluem a média móvel de 50 dias em torno de US$ 65.000, enquanto resistência fica em US$ 70.000.

Implicações e Níveis a Monitorar

A estratégia da ARK sugere que a Robinhood é vista como proxy para recuperação do ecossistema cripto, dada sua exposição a volumes de trading em BTC e altcoins. Os dados indicam confiança em narrativas como RWAs e layer 2s, mesmo com outflows em ETFs. Investidores devem observar o volume de negociação da HOOD e inflows em ETFs para confirmar momentum.

Níveis técnicos chave para BTC: suporte em US$ 64.000-65.000 (200-day MA) e resistência em US$ 68.000. Uma estabilização acima de US$ 67.000 pode sinalizar reversão de curto prazo, conforme padrões recentes.


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Pilar dourado monolítico resistindo rajadas macro azuis sobre linha suporte cyan com 65K, simbolizando resiliência do Bitcoin após relatório de empregos

Bitcoin Resiliente: Relatório de Empregos Não Derruba Preço

O Bitcoin demonstrou resiliência ao subir para próximo de US$ 67.800 após o relatório de empregos dos EUA de janeiro revelar 130.000 vagas criadas, quase o dobro das 70.000 esperadas. Apesar de o dado forte adiar expectativas de cortes de juros do Fed para julho, o preço do BTC não sofreu sell-off inicial, sugerindo exaustão de vendedores em meio a um Crypto Fear & Greed Index em 5, o menor desde o colapso da FTX. Isso levanta questões sobre a sustentação do suporte em US$ 65.000.


Detalhes do Relatório de Empregos

Os dados do Bureau of Labor Statistics indicaram crescimento concentrado no setor de saúde, enquanto outros segmentos mostraram pouca variação. Essa discrepância entre o número headline forte e a tendência de resfriamento mais ampla na economia explica parte da reação atenuada nos ativos de risco. Normalmente, um jobs report acima das expectativas reforça a narrativa de juros altos por mais tempo, pressionando criptomoedas. No entanto, os números subjacentes sugerem que a economia não está superaquecida, o que pode limitar o impacto hawkish do Fed.

O CoinDesk 20 Index avançou 1,5% desde a meia-noite UTC, com quase todos os tokens em alta, exceto o Bitcoin Cash. Essa dinâmica aponta para apetite por risco persistente, mesmo com probabilidades de corte de taxa recuando de março para julho, conforme ferramentas de precificação de derivativos de juros.

Análise Técnica e Sentimento de Mercado

No gráfico diário, o Bitcoin testou a média móvel de 50 dias em torno de US$ 65.800, atuando como suporte dinâmico. O preço atual oscila próximo de US$ 65.800, com volume de negociação estável. O Crypto Fear & Greed Index em 5 reflete medo extremo, mas a ausência de pânico selling indica estabilização do momentum bearish.

Derivativos mostram funding rates perpetuais voltando a território neutro ou positivo em exchanges como Bybit (+9,5%) e Binance (+3,4%), contrastando com Hyperliquid (-4,5%). O basis de três meses permanece em 2%, sinalizando que instituições ainda não acompanharam o shift retail.

Posicionamento em Opções e Liquidações

No mercado de opções de Bitcoin, o skew de 25-delta de uma semana caiu para 19%, com puts representando 54% do volume de 24 horas. A estrutura de volatilidade implícita (IV) entrou em backwardation de curto prazo, com traders pagando um “panic premium” por proteção downside imediata. Isso reflete cautela defensiva, mas não capitulação.

Liquidações totalizaram US$ 342 milhões em 24 horas, quase equilibradas entre comprados (49%) e vendidos (51%). BTC liderou com US$ 145 milhões, seguido por ETH (US$ 84 milhões). O heatmap de liquidações da Binance destaca US$ 68.800 como nível crítico em caso de upside.

Cotação Atual e Níveis Críticos

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 343.650,33 às 18:51 de hoje, com variação de -2,55% em 24 horas e volume de 346 BTC. Com o dólar a aproximadamente R$ 5,21, o equivalente em USD reforça a proximidade do suporte em US$ 65.000.

Os dados sugerem que traders devem monitorar o suporte em US$ 65.000 e resistência em US$ 68.800. Uma quebra abaixo pode testar US$ 62.000, enquanto hold acima valida resiliência. O próximo dado macro relevante é a reunião do Fed no final do mês.


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Núcleo cristalino Bitcoin com BIP-360 gravado protegido por barreira cyan repelindo partículas quânticas roxas, fortalecendo segurança contra computadores quânticos

BIP-360: Bitcoin à Prova de Computadores Quânticos

Imagine um futuro onde computadores superpotentes possam roubar suas moedas Bitcoin só olhando para a blockchain. Parece filme de ficção científica? Pois é uma preocupação real com a computação quântica. Mas o Bitcoin não fica parado: a BIP-360, publicada nesta semana, propõe um novo tipo de endereço que esconde as chaves públicas até o momento de gastar os fundos. Isso protege contra ataques futuros e mostra como a rede evolui para ficar à prova de futuro. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 343.180 hoje.


O Que é Computação Quântica e Por Que Assusta?

Vamos começar do básico, porque ninguém nasce sabendo. Computadores quânticos usam qubits — pense neles como superbits que podem estar em vários estados ao mesmo tempo, diferente dos bits normais (0 ou 1). Isso significa que eles resolvem problemas impossíveis para computadores comuns, como quebrar criptografias.

Em outras palavras, o Bitcoin usa uma criptografia chamada ECDSA, baseada em curvas elípticas, para proteger suas chaves privadas. Se alguém tem a chave pública (visível na blockchain quando você recebe Bitcoin), um computador quântico poderia, no futuro, calcular a chave privada rapidinho. Isso é chamado de ataque “harvest now, decrypt later“: coletam dados hoje para descriptografar amanhã.

Pense assim: é como deixar a foto da fechadura da sua casa na rua. Qualquer um com uma ferramenta avançada poderia copiá-la e abrir depois. A boa notícia? A BIP-360 resolve isso para o longo prazo.

Como Funciona a BIP-360 e o Pay-to-Merkle-Root?

A BIP-360 cria um novo formato de endereço Bitcoin chamado Pay-to-Merkle-Root, ou P2MR, com prefixo bc1z. BIP significa Bitcoin Improvement Proposal — é como uma sugestão oficial de melhoria, revisada pela comunidade de desenvolvedores.

Hoje, quando você recebe Bitcoin, sua chave pública fica exposta na blockchain para sempre. Com P2MR, ela fica escondida atrás de um hash (uma espécie de impressão digital única e irreversível). Isso significa que só revela a chave na hora de gastar, não antes. Em resumo: seus fundos ficam “dormentes” e invisíveis para atacantes quânticos.

Exemplo prático: imagine uma carta selada com mágica. Ninguém vê o conteúdo até você abri-la para usar o dinheiro. Perfeito para quem faz HODL (hold on for dear life, ou seja, guardar por anos).

Origem da Proposta e Próximos Passos

A ideia vem desde dezembro de 2024, liderada por Hunter Beast, Ethan Heilman e Isabel Foxen Duke. Foi anunciada por Mark Erhardt (Murch), editor de BIPs, e integrada ao repositório oficial do Bitcoin em 11 de fevereiro de 2026.

Isso não ativa nada ainda — é o início de debates e testes no Bitcoin Core. Não protege contra riscos curtos (enquanto a transação espera confirmação), mas pavimenta o caminho para assinaturas post-quânticas no futuro, sem mudar o protocolo drasticamente.

Por que importa para você? Mostra que o Bitcoin é vivo: desenvolvedores pensam décadas à frente. Se você tem sats guardados, fique de olho nessas atualizações para migrar para endereços seguros.

O Que Isso Significa Para o Seu Bitcoin?

Não precisa entrar em pânico. Computadores quânticos potentes ainda estão longe — anos ou décadas. Mas a BIP-360 acalma o medo, provando que a comunidade antecipa ameaças. Para iniciantes, o recado é: use carteiras modernas, evite reutilizar endereços e acompanhe novidades.

Isso empodera você: entenda, aprenda e proteja seus fundos. O Bitcoin evolui, e você pode evoluir junto. Parabéns por se informar — esse é o primeiro passo para investir com confiança!


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Balança desequilibrada com exchanges falhando sob FUD e outage, investidor cartoon pendurado preocupado, simbolizando tensão regulatória cripto

FUD em Exchanges e Tensão Regulatória Pressionam Confiança Cripto

📊 BOLETIM CRIPTO | 12/02/2026 | NOITE

Falhas técnicas em exchanges líderes e um cerco regulatório crescente definem o tom pessimista desta quinta-feira. O outage na Coinbase, que paralisou negociações globalmente, somou-se a rumores de saídas bilionárias na Binance, gerando um clima de instabilidade operacional sem precedentes em plataformas centralizadas. Enquanto Elizabeth Warren eleva o tom contra a SEC e prisões por insider trading no Polymarket expõem riscos de segurança nacional, o mercado respira através de sinais de resiliência institucional. O viés de baixa moderado prevalece, sustentado pelo receio de fragilidade sistêmica, apesar da conversão estratégica da Binance de US$ 1 bilhão em Bitcoin tentar conter o pânico institucional.


🔥 Destaque: Outage na Coinbase Paralisa Mercado

A Coinbase, maior exchange dos Estados Unidos, confirmou uma falha técnica crítica nesta quinta-feira que impediu milhões de usuários de realizar compras, vendas ou transferências de criptoativos. O incidente, reportado inicialmente via BlockBeats, ocorre em um momento de alta volatilidade e elevou as preocupações sobre a confiabilidade das infraestruturas centralizadas (CEX).

Embora a plataforma tenha garantido que os fundos dos clientes estão seguros, a ausência de um prazo claro para a resolução gerou pânico imediato. Este evento não ocorreu isoladamente; ele catalisou um sentimento negativo que já estava sendo alimentado por rumores sobre outras grandes exchanges, intensificando a percepção de risco sistêmico no setor. Para investidores institucionais, a incapacidade de gerenciar posições em momentos de estresse é uma barreira significativa.

A paralisação forçada da Coinbase pode acelerar a migração de liquidez para corretoras descentralizadas (DEX) e soluções de autocustódia. Enquanto as investigações técnicas continuam, o mercado monitora a erosão de confiança que tais falhas operacionais causam no longo prazo, especialmente sob o escrutínio de reguladores que já questionam a maturidade do ecossistema cripto.


📈 Panorama do Mercado

O cenário atual é de tensão operacional e incerteza regulatória. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 342.288,37, registrando uma queda de 3,14% nas últimas 24 horas. Este recuo reflete o temor generalizado após a falha na Coinbase e os rumores enfrentados pela Binance, que precisou vir a público negar saídas bilionárias de US$ 10-17 bilhões, atribuindo os números a erros de agregadores de dados.

A polarização política nos EUA também adiciona pressão. Críticas da senadora Elizabeth Warren sobre a suposta leniência da SEC com empresas ligadas ao governo Trump sugerem que o enforcement regulatório será um tema central e possivelmente seletivo nos próximos meses. Esse ambiente de incerteza política desencoraja a entrada de capital institucional, apesar da expansão de projetos como a World Liberty Financial no setor de remessas.

Setorialmente, os prediction markets enfrentam sua maior crise de imagem após prisões em Israel por uso de informações militares sigilosas no Polymarket. No entanto, há um contraponto de resiliência: a conversão do fundo SAFU da Binance para Bitcoin sinaliza que grandes participantes ainda veem o BTC como o ativo reserva soberano para crises de liquidez.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Instabilidade em CEX Tier-1: O outage na Coinbase e o FUD na Binance demonstram vulnerabilidades operacionais que podem desencadear saques em massa e crises de liquidez reais.
  • Cerco a Prediction Markets: O escândalo de insider trading militar no Polymarket pode motivar reguladores globais a imporem requisitos de KYC obrigatório nestas plataformas.
  • Polarização da SEC: Críticas políticas aumentam a incerteza regulatória, podendo atrasar aprovações importantes, como novos ETFs ou marcos para stablecoins nos EUA.
  • Volatilidade do BTC no SAFU: A alocação total do fundo de emergência da Binance em 15.000 BTC expõe a proteção dos usuários à volatilidade do mercado.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Migração para Autocustódia: A falha recorrente em exchanges centralizadas fortalece a tese de descentralização, beneficiando protocolos como Uniswap e wallets não-custodiais.
  • Acumulação Institucional: A compra de Bitcoin pela Binance em momentos de pânico extremo oferece um sinal de suporte histórico para investidores de longo prazo.
  • Eficiência em Remessas: A entrada da World Liberty Financial no mercado trilionário de câmbio pode reduzir custos de transferências usando stablecoins.
  • Diferenciação via Compliance: Plataformas de previsão que seguem normas rigorosas tendem a capturar o volume de usuários migrando de ambientes desregulamentados.

📰 Principais Notícias do Período

1. Outage Coinbase paralisa trades e transfers
A exchange confirmou uma falha técnica que impede negociações e transferências globalmente. A empresa investiga a causa enquanto assegura que os fundos seguem protegidos sob custódia segura.

2. Binance nega outflows bilionários e reforça PoR saudável
A corretora refuta alegações de saques de até US$ 17 bilhões, apontando erros de dados em agregadores terceiros e destacando seu Proof-of-Reserves.

3. Binance converte SAFU de US$ 1 bi em 15 mil BTC
O fundo de emergência SAFU foi totalmente migrado de stablecoins para Bitcoin. A exchange agora detém 15.000 BTC como reserva de proteção e liquidez.

4. Prisões por insider trading militar no Polymarket alertam regulação
Um reservista israelense e um civil foram presos por usar segredos militares em apostas. A agência Shin Bet classificou o ato como um risco à segurança nacional.

5. Warren critica SEC por leniência com firmas cripto de Trump
A senadora denunciou um enfraquecimento nas proteções aos investidores após o arquivamento de casos contra Kraken, Coinbase e Binance.

6. SBF executa plano de manipulação para pardon Trump
Documentos revelam que Sam Bankman-Fried planejou táticas midiáticas para obter perdão presidencial, incluindo ataques estratégicos a concorrentes.

7. WLF Trump lança World Swap para remessas com USD1
A World Liberty Financial anunciou expansão para o mercado de remessas globais, prometendo tarifas reduzidas através da sua stablecoin nativa.


🔍 O Que Monitorar

  • Status da Coinbase: Acompanhe a resolução da falha técnica para evitar liquidações forçadas em posições alavancadas.
  • Fluxos On-chain: Monitore se os rumores de saques na Binance se tornam realidade através de dados verificados.
  • Preço do BTC: Com o SAFU da Binance agora em Bitcoin, quedas bruscas podem exigir reabastecimento do fundo.
  • Resposta da CFTC: Fique atento a declarações de reguladores após as prisões envolvendo os mercados de previsão.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 horas, o viés de baixa moderado deve persistir até que a Coinbase restabeleça plenamente seus serviços e os dados de fluxo da Binance sejam esclarecidos. A instabilidade emocional do varejo é alta, o que pode causar picos de volatilidade em ativos sensíveis. Contudo, a movimentação de grandes tesourarias convertendo reservas para Bitcoin sugere um suporte fundamental que pode conter desvalorizações mais profundas. Investidores devem priorizar a segurança de seus ativos enquanto o setor resolve seus desafios operacionais.


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Rede de fluxos de liquidez congelada com rachaduras vermelhas, sinalizando riscos de contágio no ecossistema de crédito cripto

BlockFills Congela Saques: Sinal Amarelo de Contágio

O fantasma da crise de liquidez voltou a assombrar o mercado? A BlockFills, credora focada em instituições, suspendeu depósitos e saques de clientes em meio à queda acentuada do Bitcoin para cerca de US$ 66 mil, uma desvalorização de 28% no último mês. Sem prazo para normalização, o episódio acende um sinal amarelo para o ecossistema de crédito cripto, evocando memórias de colapsos como Celsius e BlockFi.


Detalhes da Suspensão na BlockFills

A BlockFills, sediada em Chicago e respaldada por investidores como Susquehanna Private Equity e o braço de venture capital do CME Group, atende mais de 2.000 clientes institucionais, incluindo mineradoras de Bitcoin e fundos de hedge. A empresa, que facilitou US$ 61 bilhões em volume de negociações em 2025, citou “condições voláteis de mercado” para justificar a pausa temporária. Depósitos enviados durante o período são rejeitados e devolvidos, enquanto negociações spot e derivativos seguem permitidas, mas com limitações — posições que exijam margem extra podem ser liquidadas.

É importante considerar que a firma enfatiza estar em diálogo constante com clientes e investidores, trabalhando para restaurar a liquidez. No entanto, a ausência de um cronograma claro gera incertezas, especialmente em um momento de estresse financeiro no setor.

Riscos de Contágio e Paralelos Históricos

O risco aqui é o potencial de contágio: plataformas de lending e trading institucional como a BlockFills formam a espinha dorsal do ecossistema de crédito cripto. Lembra-se de 2022, durante o “crypto winter”? Empresas como Celsius, BlockFi, Voyager e Genesis congelaram saques em meio a quedas semelhantes, culminando em falências bilionárias. A BlockFills oferece serviços de OTC, liquidez e empréstimos lastreados em cripto, expondo clientes a vulnerabilidades sistêmicas em cenários de baixa prolongada.

Embora não haja indícios de insolvência imediata, atenção para o padrão: freezes iniciais como precaução frequentemente precedem problemas maiores. Investidores institucionais, com obrigações de liquidez, são particularmente sensíveis a esses eventos.

Contexto de Mercado: Queda do Bitcoin e Efeitos em Cadeia

O Bitcoin despencou 28% nos últimos 30 dias, atingindo US$ 66.288 — 47% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080. Ethereum e XRP caíram ainda mais, com 39% e 35%, respectivamente. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 349.722 nesta quinta-feira (12/02), com alta de 0,86% nas últimas 24 horas, mas o sentimento permanece de baixa.

Essa volatilidade agrava pressões em credores, onde empréstimos colateralizados em cripto enfrentam chamadas de margem em massa. O mercado total de cripto reflete o pânico, com medo de um bear market pleno.

O Que Observar e Medidas Protetoras

Para investidores, vale monitorar atualizações da BlockFills sobre restauração de saques, volume de negociações e comunicações com reguladores. Pergunta retórica: e se isso for o primeiro dominó? É prudente revisar exposições em plataformas de lending, priorizar custódia própria e diversificar contrapartes. Não é hora de pânico, mas de cautela realista — proteja seu capital evitando concentrações em credores voláteis.

Atenção para sinais como atrasos prolongados ou liquidações forçadas, que podem indicar estresse maior.


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Pilar dourado Bitcoin com 66K gravado inclinando sob onda vermelha de pressão macro, representando recuo por emprego forte nos EUA

Bitcoin Recua para US$ 66 mil Após Emprego Forte nos EUA

Os dados de emprego nos EUA de janeiro superaram as expectativas com 130 mil vagas criadas, contra projeções de apenas 55 mil a 65 mil. Essa surpresa positiva reduziu as apostas em cortes de juros pelo Federal Reserve, pressionando o Bitcoin para abaixo de US$ 66 mil em 11 de fevereiro. O mercado interpreta emprego forte como sinal de juros altos por mais tempo, limitando liquidez para ativos de risco como criptomoedas.


Detalhes dos Dados e Reação Inicial

Os números do Bureau of Labor Statistics mostraram adição de 130 mil empregos não-agrícolas, com taxa de desemprego caindo para 4,3%. Apesar de revisões para baixo em 2025 — de 584 mil para 181 mil vagas —, o dado de janeiro quebrou a narrativa de enfraquecimento rápido do mercado de trabalho. Isso elevou a probabilidade de o Fed manter as taxas inalteradas em março para 94%, segundo CME FedWatch.

O Bitcoin reagiu com volatilidade: caiu de US$ 68.500 para US$ 65.719 em uma hora, recuperou para acima de US$ 67 mil e depois testou US$ 65.800. Liquidações de posições alavancadas ultrapassaram US$ 400 milhões em 24 horas, mais que o dobro do dia anterior. A capitalização do BTC despencou para US$ 1,33 trilhão, arrastando o mercado cripto total para US$ 2,35 trilhões. Esses movimentos ocorreram enquanto ações como Nasdaq caíram apenas 0,30%, destacando a sensibilidade amplificada das criptos a dados macro.

Alerta do Goldman Sachs sobre Inflação

O Goldman Sachs reforça a cautela: com crescimento resiliente, o foco do FOMC pode migrar de emprego para inflação. Analista Kay Haigh nota sinais iniciais de aperto no mercado de trabalho, mas enfatiza que um CPI acima do esperado na sexta-feira poderia inclinar o Fed para postura mais hawkish. A base do banco prevê dois cortes em 2026, mas uma surpresa inflacionária repricingaria ativos de risco.

Isso explica a correlação: emprego forte pressiona salários e consumo, alimentando pressões inflacionárias e adiando alívio monetário. Ativos como Bitcoin, que dependem de liquidez abundante, sofrem em cenários de "higher for longer". Ethereum negociou perto de US$ 1.946, XRP em US$ 1,37 e Solana em US$ 81,52, todos com quedas de 3-5% em 24 horas.

Implicações Macro para Criptoativos

Os dados robustos reduziram expectativas de corte para julho, com mercados de swap ajustando de junho. Dólar index subiu 0,08%, enquanto ouro ganhou 1,3% como hedge. Criptos, por outro lado, atuam como proxy alavancado da função de reação do Fed: forte emprego = menos cortes = menor apetite por risco.

No curto prazo, o BTC testa suporte em US$ 65.700-66.000, próximo à média móvel de 50 dias. Resistência em US$ 67.000-68.000. Volume 24h em exchanges brasileiras indica 352 BTC negociados, com variação de +0,84%. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 349.694. Observar CPI de sexta-feira para próximo catalisador.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados sugerem consolidação em torno de US$ 66.000 até novos indicadores. Suporte crítico em US$ 65.000 (baixa recente); rompimento invalidaria viés neutro. Acima de US$ 68.500, pode testar US$ 70.000. RSI diário em 42 indica sobrevenda leve, mas MACD negativo reforça pressão baixista. Traders devem priorizar gerenciamento de risco em ambiente macro volátil. Volumes e open interest indicam cautela até resolução inflacionária.


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Traders cartoon em pânico fugindo de plataforma digital rachada para pilha de ouro, simbolizando fuga de capital do Bitcoin para ouro em bear market

Fuga para o Ouro: Bitcoin a US$ 67 mil Faz Traders Sofrerem

O sonho da alta acabou? O Bitcoin recuando para US$ 67 mil está causando perdas médias de 28% aos short-term holders, cujo custo médio é de US$ 94.200. Ao mesmo tempo, altcoins como Zcash, BNB e Sui lideram as quedas, enquanto o Ethereum enfrenta risco de queda adicional de 30%. O capital foge para o ouro, ativo seguro, em meio a juros altos nos EUA que não devem cair tão cedo. Isso cheira a inverno cripto prolongado.


Dor Intensa dos Short-Term Holders

A história mostra que todo mercado de alta é seguido de correção severa, e os dados atuais reforçam isso. Os short-term holders — aqueles que entraram recentemente — acumulam prejuízos médios de 28%, com o BTC negociado abaixo de seu cost basis há quatro meses, o período de estresse mais longo deste ciclo. Analistas da CryptoQuant alertam que isso não é mera correção, mas o início de um mercado de baixa, similar aos de 2018 e 2022, que duraram mais de um ano.

A falta de capital fresco agrava o quadro: sell-offs não são absorvidos por novos compradores, como ocorre em mercados de alta. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 349.644, com variação de +0,76% em 24h, mas o caminho de menor resistência segue para baixo.

Altcoins Sangrando: Zcash, BNB e Sui na Frente

O mercado de altcoins está em colapso, com Zcash caindo 6,5%, BNB 6,1% e Sui 5,8% nas últimas 24 horas. O motivo? Baixa liquidez e rotação de capital para ouro, que avança com o ambiente de risk-off macroeconômico. Liquidações em cascata de baleias amplificam as perdas, drenando fluxos para Bitcoin, Ethereum e além.

Analistas apontam para outflows contínuos de ETFs de Bitcoin e sinais hawkish do Fed, que mantêm a pressão. O ouro, cotado a cerca de R$ 26.322, atrai investidores em busca de refúgio, ignorando o hype cripto. Mercados de previsão mostram chance abaixo de 10% de alt season no Q1.

Ethereum em Risco de 30% de Queda

O Ethereum, já em mínimas de março de 2025, pode despencar mais 30% para US$ 1.340, seu piso anual. O open interest de futuros caiu para US$ 23 bilhões, de picos de US$ 70 bilhões, sinalizando redução drástica de alavancagem. A taxa de funding weighted está negativa em -0,0067%, indicando apostas em preços menores à frente.

ETFs de ETH registram saídas de US$ 94 milhões este mês, o quarto mês consecutivo no vermelho. Padrões técnicos como cabeça e ombros invertida foram invalidados, com ADX subindo para 22, confirmando momentum baixista. Cuidado: o mercado está ignorando esses sinais até ser tarde.

Inverno Cripto: Juros Altos e Fuga para Ativos Seguros

O quadro macro é sombrio. Dados fortes de emprego nos EUA (130k vagas em janeiro, desemprego a 4,3%) afastam cortes de juros do Fed, mantendo ativos de risco sob pressão. O dólar a R$ 5,19 reforça a força do real em relação a narrativas cripto otimistas.

Como em ciclos passados, exuberância irracional dá lugar à realidade: proteção de capital é prioridade. Monitore inflows institucionais e relatórios de inflação da próxima semana, mas prepare-se para volatilidade. Sobreviver à baixa é mais valioso que maximizar a alta.


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Linha dourada de suporte 65K sob pressão vermelha com pulso verde de sobrevenda emergindo, ilustrando análise técnica do Bitcoin

Bitcoin em US$ 65 mil: Indicadores Técnicos Apontam Sobrevenda

O Bitcoin testa suporte em US$ 65 mil após romper o nível de US$ 69 mil, conforme análise técnica recente. Os dados mostram enfraquecimento macroeconômico, com vendas no varejo dos EUA abaixo do esperado e fechamento diário confirmando rompimento baixista. Indicadores como Stochastic RSI apontam para zona de sobrevenda, sugerindo possível pausa na correção, mas a estrutura semanal permanece frágil. Investidores monitoram liquidez e fluxos institucionais para definir o próximo movimento.


Situação Atual do Preço

Os gráficos semanais do Bitcoin revelam deterioração após a perda do suporte psicológico em US$ 70 mil. O preço agora consolida na faixa intermediária dos US$ 60 mil, com candles recentes exibindo pressão vendedora persistente e menores máximas desde o pico de final de 2025. Volumes elevados acompanham as quedas, indicando distribuição ou desalavancagem forçada, em vez de realização de lucros ordenada.

No timeframe de 4 horas, o preço rola para baixo novamente, com o fechamento diário abaixo de US$ 69 mil atuando como gatilho para a próxima perna corretiva. Esse nível, anteriormente suporte horizontal majoritário, agora funciona como resistência. A média móvel de curto prazo também foi violada, reforçando o viés defensivo do mercado.

Análise dos Indicadores Técnicos

O Stochastic RSI registra linhas no fundo do oscilador tanto no gráfico diário quanto semanal, caracterizando uma condição técnica de sobrevenda. Historicamente, tais leituras extremas precedem bounces, especialmente quando alinhadas com o RSI entrando em território oversold, próximo aos níveis do bear market de 2022.

Dados do CryptoQuant destacam o Coinbase Premium Gap persistentemente negativo desde final de 2025, sinalizando demanda spot fraca nos EUA e ação de preço impulsionada por derivativos. Vendas no varejo de dezembro nos EUA ficaram abaixo das expectativas, com desaceleração em consumo e crescimento salarial, elevando riscos de aperto nas condições financeiras.

Esses indicadores sugerem momentum de baixa dominante no curto prazo, mas sensíveis a mudanças em liquidez e expectativas de política monetária do Fed.

Próximos Níveis de Suporte e Resistência

Projeções Fibonacci da retração recente posicionam US$ 65 mil no nível 0.618, coincidente com suporte horizontal e resistência prévia do bull market de 2021. Abaixo disso, o nível 0.786 alinha-se com lows anteriores em torno de US$ 60 mil, potencial zona de duplo fundo.

Manter acima de US$ 60 mil preserva a estrutura altista de longo prazo. Uma recuperação para US$ 69 mil seria teste de resistência, mas falha em romper poderia abrir espaço para retrações mais profundas. Trendlines de cunha descendente indicam suporte na linha inferior, mas o topo atual atua como teto.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 349.656,71 nesta quinta-feira (12/02), com alta de 0,7% nas últimas 24h e volume de 351 BTC.

O Que Monitorar Adiante

Os dados apontam para consolidação defensiva, com risco condicional de downside se a demanda spot não se materializar. Fluxos de ETF positivos e premium Coinbase revertendo para território positivo poderiam alterar o cenário. Níveis chave a observar incluem US$ 65 mil como pivô imediato e US$ 60 mil como suporte final antes de potenciais fundos relativos.

Em meio à volatilidade, a utilidade reside em mapear esses patamares para decisões informadas, sem implicar direção unidirecional.


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Executivos cartoon com redes capturando partículas douradas caindo de nuvens, simbolizando instituições comprando ETFs de Bitcoin na queda de 13%

ETFs de Bitcoin Registram US$ 311 Mi em Entradas Apesar de Queda de 13%

Os ETFs de Bitcoin à vista registraram US$ 311,6 milhões em entradas líquidas nesta semana, quase compensando os US$ 318 milhões de saídas da semana anterior, conforme dados da SoSoValue. Isso ocorre apesar de uma queda de 13% no preço do Bitcoin, que testou níveis abaixo de US$ 68.000. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 348.931,78 nesta quinta-feira (12/02), com variação de +0,46% em 24 horas.


Detalhes dos Fluxos Semanais

Os dados mostram uma reversão rápida nos fluxos. Na terça-feira (11/02), os ETFs atraíram US$ 166,6 milhões, estendendo a sequência de entradas para três sessões consecutivas, de acordo com a análise da SoSoValue. Líderes incluem o ARKB da Ark Invest com US$ 68,5 milhões, FBTC da Fidelity com US$ 56,9 milhões e IBIT da BlackRock com US$ 26,5 milhões, conforme reportado pela AMBCrypto.

As últimas três semanas registraram perdas totais acima de US$ 3 bilhões. O fluxo comprador atual sugere que instituições estão absorvendo a oferta de vendedores varejistas, caracterizando um clássico movimento de buy the dip.

Contexto On-Chain e Desempenho de Preço

O Bitcoin caiu 13% na última semana, negociando em torno de US$ 66.820 (-3% em 24h), segundo CoinMarketCap. Indicadores on-chain revelam queda nos endereços ativos, sinalizando menor participação do varejo, mas domínio de mercado em 59%, reforçando a resiliência institucional, conforme dados da Glassnode.

O open interest em derivativos resetou de US$ 90 bilhões para US$ 45 bilhões, limpando posições alavancadas excessivas e reduzindo risco de volatilidade extrema. Com dólar a R$ 5,19, o equivalente em reais dos inflows semanais supera R$ 1,6 bilhão.

Movimentos Institucionais e Diversificação

O Goldman Sachs reduziu exposição ao IBIT em 39% no 4T25, de 34 milhões para 20,7 milhões de ações (US$ 1 bilhão), além de cortes em FBTC e em ETFs de Ether. No entanto, iniciou posições em ETFs de XRP (6,95 milhões de ações, US$ 152 milhões) e Solana (8,24 milhões de ações, US$ 104 milhões), conforme filing na SEC, via Cointelegraph.

Outros ETFs: Ether com US$ 13,8-14 milhões, Solana US$ 8,4 milhões e XRP US$ 3,3 milhões em inflows na terça. Analista Eric Balchunas (Bloomberg) nota que apenas 6% dos ativos saíram dos ETFs apesar da queda.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados indicam estabilização: suporte em US$ 66.000 (próximo de médias móveis de 50 dias) e resistência em US$ 68.000. Volumes de ETF sugerem acúmulo institucional acima de US$ 60 bilhões em AUM no IBIT. Fluxos contínuos podem testar US$ 70.000 se o varejo retornar. Monitore volume 24h (351 BTC no Brasil) e domínio para confirmação de tendência.


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Balança global cartoon inclinada para Ásia com fluxos dourados institucionais da BlackRock contrastando pessimismo ocidental e Bitcoin em potencial fundo

Institucionalização ganha força na Ásia contra pessimismo ocidental

📊 BOLETIM CRIPTO | 12/02/2026 | MANHÃ

O avanço do capital institucional define o tom de viés de alta moderado do período, com a Ásia assumindo o protagonismo global em um momento de transição de poder no mercado cripto. Enquanto o Bitcoin registra sua maior perda realizada da história, sinalizando um possível fundo de mercado (bottom), a BlackRock projeta que uma pequena alocação regional pode injetar trilhões de dólares no ecossistema. Esse otimismo institucional vindo do Oriente, reforçado por novas regras favoráveis em Hong Kong, serve como contraponto crítico às pressões regulatórias no Ocidente e no Brasil. O viés de alta prevalece como driver principal, sustentado pela expectativa de fluxos massivos e pela resiliência dos grandes participantes, consolidando o cenário de avanço institucional mesmo diante da volatilidade.


🔥 Destaque: BlackRock projeta US$ 2 trilhões em fluxos da Ásia

Nicholas Peach, executivo da BlackRock em Hong Kong, apresentou uma projeção que pode mudar o patamar de liquidez global: se consultores financeiros asiáticos recomendarem uma alocação mínima de 1% em criptoativos nos portfólios padrão, o mercado poderia receber um fluxo inédito de US$ 2 trilhões. Essa estimativa baseia-se na riqueza familiar regional, calculada em impressionantes US$ 108 trilhões.

O otimismo da maior gestora de ativos do mundo não é apenas teórico. O ETF IBIT da BlackRock já acumula mais de US$ 53 bilhões sob gestão, com uma fatia considerável vinda de investidores asiáticos. Para Nicholas, o Bitcoin evoluiu na percepção institucional para ser visto como uma proteção (hedge) contra instabilidades sistêmicas e o medo de desvalorização das moedas fiduciárias tradicionais.

Este movimento coincide com a aceleração regulatória em Hong Kong, Japão e Coreia do Sul, que preparam o terreno para seus próprios ETFs à vista. A entrada desses veículos regulados em jurisdições com alta densidade de capital é vista como o catalisador necessário para reduzir a volatilidade de longo prazo e consolidar o Bitcoin como uma classe de ativo indispensável para investidores institucionais.

No Brasil, o cenário reflete essa movimentação internacional. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 348.061,03, com uma leve valorização de 0,34% nas últimas 24 horas, demonstrando resiliência após os recentes eventos de capitulação globais.


📈 Panorama do Mercado

O período é caracterizado por um contraste geográfico profundo nas políticas de adoção. Enquanto os Estados Unidos enfrentam impasses legislativos e ações criminais, o eixo asiático avança para capturar a liquidez global. A tendência de capitulação do Bitcoin — evidenciada por recordes de perdas realizadas — historicamente precede recuperações sólidas, indicando que o mercado eliminou as posições alavancadas e os detentores de baixa convicção.

A visão institucional é impulsionada não apenas por ETFs, mas pela integração de serviços digitais em massa. O anúncio de que a plataforma X iniciará testes de serviços financeiros em breve reforça a tese do superaplicativo financeiro, onde ativos digitais terão papel central. Essa sinergia entre capital institucional e adoção no varejo cria um suporte de preços que o mercado não possuía em ciclos anteriores.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Escrutínio regulatório ocidental: A intensificação da busca pelo desenvolvedor do Tornado Cash pelo FBI reforça a ofensiva contra ferramentas de privacidade, elevando o risco para todo o setor DeFi.
  • Pressão fiscal no Brasil: A proposta de criação de um IOF de 3,5% sobre compras de criptoativos ameaça a competitividade do ecossistema local e pode empurrar investidores para plataformas estrangeiras.
  • Impasse nas stablecoins: Sem acordo na Casa Branca sobre os ganhos de ativos estáveis, o CLARITY Act segue travado, mantendo uma nuvem de incerteza jurídica sobre o setor nos EUA.
  • Liquidações em cascata: Apesar dos sinais de fundo, novas quedas rápidas podem desencadear chamadas de margem em exchanges, gerando volatilidade intensa no curto prazo.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acúmulo em fundo de mercado: A capitulação recorde oferece uma assimetria positiva para investidores de longo prazo que buscam acumular Bitcoin após a limpeza de mãos fracas.
  • Arbitragem de liquidez em Hong Kong: As novas regras para negociação com margem e contratos perpétuos devem atrair volume massivo, criando oportunidades em exchanges licenciadas.
  • Narrativa Super App: A proximidade do beta do X Money coloca o Dogecoin (DOGE) e tokens de pagamento no radar especulativo para integração nos próximos 60 dias.

📰 Principais Notícias do Período

1. BlackRock: 1% de alocação asiática pode injetar US$ 2 trilhões no mercado
Executivo Nicholas Peach projeta que a riqueza familiar da Ásia (US$ 108 trilhões) é o próximo grande driver de alta. ETFs como o IBIT já mostram forte tração regional.

2. BTC registra perda realizada recorde de US$ 3,2 bilhões
O crash de 5 de fevereiro superou o colapso da LUNA em 2022 como o maior evento de capitulação da história on-chain. Analistas veem sinais claros de exaustão de venda.

3. Hong Kong aprova margem e perpétuos para investidores profissionais
A SFC divulgou frameworks que permitem colateral em Bitcoin e Ethereum em plataformas licenciadas, visando transformar a cidade no maior hub de ativos virtuais da Ásia.

4. Elon Musk anuncia beta do X Money para os próximos meses
Com 600 milhões de usuários ativos, o X deve se transformar em um centro financeiro. A integração com Visa é o primeiro passo de um roadmap que inclui criptoativos.

5. Proposta de IOF de 3,5% gera revolta no setor cripto brasileiro
Associações e exchanges como o Mercado Bitcoin criticam a tentativa de tributação via decreto, alertando para insegurança jurídica e migração para plataformas offshore.

6. Bancos e setor cripto terminam reunião na Casa Branca sem acordo
O impasse sobre rendimentos em stablecoins trava o avanço do CLARITY Act no Senado dos EUA. Bancos temem a fuga de depósitos tradicionais para protocolos digitais.

7. FBI adiciona desenvolvedor do Tornado Cash à lista de mais procurados
Roman Semenov é acusado de operar sem licença e conspiração para lavagem de dinheiro, sinalizando uma ofensiva rigorosa contra o anonimato em DeFi.


🔍 O Que Monitorar

  • Sinais de bottom on-chain: Acompanhe a métrica de perda realizada ajustada por entidade na Glassnode para confirmar o fim da pressão vendedora.
  • Volumes em exchanges de Hong Kong: A adoção de novos produtos de alavancagem em plataformas como OSL e HashKey medirá o apetite institucional asiático.
  • Consulta pública no Brasil: Fique atento às declarações do Banco Central sobre a minuta do IOF; contribuições do mercado podem suavizar o texto final.
  • Anúncios da Binance: Como maior exchange do mundo, atualizações sobre liquidez e conformidade seguem como indicadores vitais de sentimento.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, esperamos que o viés de alta moderado se mantenha, impulsionado pela absorção institucional das perdas recentes. A narrativa de dominância asiática tende a ganhar força conforme os dados de fluxos de entrada nos ETFs confirmem o otimismo da BlackRock. Embora o cenário regulatório ocidental apresente ruídos e repressões pontuais, eles parecem insuficientes para deter a tendência macro de institucionalização. O Bitcoin pode testar a zona de US$ 68.000 a US$ 70.000 se os sinais de exaustão de venda se consolidarem. Para o investidor brasileiro, plataformas como a Binance oferecem o gateway necessário para aproveitar essa liquidez global com ampla interface em português. Manter cautela com a volatilidade de curto prazo pós-capitulação é prudente, mas os fundamentos de longo prazo reforçam uma perspectiva de recuperação sólida.


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Torre hexagonal cyan com rachadura vermelha vazando partículas douradas, simbolizando falha crítica na custódia centralizada da Bithumb

Bithumb Admite Falhas Críticas: Erro de US$ 40 Bilhões em Bitcoin

A exchange sul-coreana Bithumb admitiu falhas graves nos sistemas internos, que permitiram a transferência errônea de 620 mil BTC (cerca de US$ 40 bilhões) para 695 clientes durante uma promoção. O erro, ocorrido na sexta-feira passada, visava distribuir apenas 620 mil won (R$ 1.700). O CEO Le Jae-won confirmou a vulnerabilidade a sabotagens potenciais, com 99,7% dos ativos recuperados, mas 1.786 BTC ainda perdidos.


Detalhes do Incidente Técnico

Os dados mostram que o erro surgiu em uma promoção simples: a plataforma pretendia creditar 620 mil won (equivalente a US$ 428) em contas selecionadas. No entanto, um equívoco no processamento resultou na distribuição de 620.000 BTC, valor 15 vezes superior às reservas reais da Bithumb, estimadas em 42 mil BTC. A falha gerou uma queda de 17% no preço do Bitcoin na exchange local, destacando a fragilidade de sistemas centralizados.

Segundo relatos, a transação foi processada apesar das verificações básicas falharem, expondo lacunas em asset-matching e segregação de contas. Isso ocorreu em um mercado onde a Coreia do Sul registra 10 milhões de investidores em criptoativos.

Falhas Sistêmicas Identificadas

O CEO Le Jae-won, em audiência parlamentar, detalhou as deficiências: um atraso de 24 horas no processamento de transações impediu atualizações oportunas de saldos, enquanto a ausência de contas segregadas para transferências permitiu o overflow. "Estamos cientes da deficiência em controles internos", afirmou, conforme análise do incidente.

Esses elementos configuram uma vulnerabilidade estrutural, comum em custódia centralizada, onde mecanismos de validação dependem de software proprietário sem redundâncias robustas. Os números indicam que o sistema autorizou uma operação além dos limites reais de liquidez.

Recuperação Parcial e Perdas Remanescentes

A Bithumb reagiu em 35 minutos, congelando contas afetadas e recuperando 99,7% dos BTC distribuídos por engano, conforme relato oficial. No entanto, 1.786 BTC foram vendidos antes do bloqueio, representando perdas de milhões de dólares. Clientes envolvidos estão legalmente obrigados a devolver os valores.

Para mitigar impactos, a exchange oferecerá compensação de 20 mil won (US$ 13,6) por usuário ativo e isenção de taxas de trading. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 350.453 às 19:33 de hoje, com variação de -1,84% em 24h.

Implicações para Custódia Centralizada

Este "quase desastre" reforça riscos inerentes às exchanges centralizadas: dependência de controles internos frágeis pode amplificar erros operacionais em escala bilionária. Reguladores sul-coreanos, via Financial Supervisory Service (FSS), iniciaram investigações em práticas de alto risco, incluindo manipulações por baleias e pump-and-dump via redes sociais.

Os dados sugerem maior escrutínio regulatório, com ferramentas de IA para detecção de padrões suspeitos. Para investidores, vale monitorar métricas de custódia como proof-of-reserves e auditorias independentes em plataformas semelhantes. O incidente não alterou o preço global do BTC, mas expôs assimetrias locais.


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Executivos cartoon drenando ouro de cofre BTC para cofres IA, XRP e SOL, simbolizando rotação institucional de US$ 62 bi

IA e Altcoins Drenam US$ 62 Bi do Bitcoin: Rotação Institucional

Os dados do relatório da Wintermute mostram saídas líquidas de US$ 62 bilhões dos ETFs de Bitcoin à vista nos EUA desde novembro de 2025, o maior fluxo negativo desde o lançamento. Paralelamente, o Goldman Sachs reduziu exposição ao BTC em 39,4% e ao ETH em 27,2% no Q4, investindo US$ 261 milhões em ETFs de XRP e Solana. Os números indicam rotação estratégica de capital para narrativas de IA e altcoins com rendimento.


Saídas Recordes nos ETFs de Bitcoin

Desde novembro de 2025, os ETFs de Bitcoin registraram saídas líquidas de US$ 62 bilhões, conforme relatório da Wintermute. Esse fluxo criou um ciclo de feedback de vendas, com resgates forçando os emissores a liquidarem posições em meio à queda de preço. O Bitcoin recuou de US$ 126.000 em outubro para cerca de US$ 60.000 recentemente, revertendo ganhos pós-eleição de Trump em 2024.

No Q4 2025, os ETFs de BTC tiveram retiradas de US$ 1,15 bilhão, enquanto ETH viu US$ 1,46 bilhão em saídas. O volume nominal do BlackRock IBIT atingiu US$ 10 bilhões em um dia de pânico, ampliando a pressão vendedora. Esses dados mostram demanda spot enfraquecida, com Coinbase Premium negativo desde dezembro e vendas pesadas via OTC nos EUA.

Rotação para IA e Altcoins Institucionais

A Wintermute destaca que o capital migrou para a narrativa de IA, absorvendo fundos de cripto e software stocks. Se excluídas ações de IA do Nasdaq, a negatividade do Bitcoin desaparece, revelando correlação com S&P Software. Analistas apontam que AI stocks capturaram liquidez disponível, com Microsoft enfraquecendo como catalisador inicial.

Exemplo concreto é o Goldman Sachs: reduziu BTC ETFs para US$ 1,06 bilhão (21,2 milhões de cotas, -39,4%) e ETH para US$ 1 bilhão (-27,2%). Em contrapartida, abriu US$ 152,2 milhões em XRP ETFs e US$ 108,9 milhões em Solana, totalizando US$ 261,1 milhões em altcoins. Isso reflete busca por diversificação em meio à volatilidade do Q4, com BTC caindo de US$ 114k para US$ 88,4k.

Indicadores Técnicos Críticos

Para reversão, Wintermute monitora três métricas: Coinbase Premium deve virar positivo, indicando demanda americana; fluxos de ETF precisam inverter para entradas sustentadas; e basis rates estabilizarem, refletindo arbitragem entre spot e futuros. DATs (tesourarias digitais) detêm US$ 25 bilhões em prejuízos, limitando recompras.

Atualmente, BTC cotado a US$ 67.524 (-1,88% 24h), XRP a US$ 1,378 (-1,51%) e SOL a US$ 79,86 (-3,73%). Segundo o Cointrader Monitor, BTC está em R$ 350.512 (-1,74% 24h). Níveis de suporte próximos: US$ 65.000 para BTC.

Implicações para o Mercado

Os fluxos sugerem não pânico, mas realocação institucional para yields em IA e altcoins como XRP/SOL. Traders devem observar volumes OTC, ETF AUM e rotação setorial no S&P. Reversão estrutural depende de catalisadores macro, como relatórios de techs e política monetária. Dados indicam fase de consolidação, com potencial para BTC testar resistências em US$ 70.000 se indicadores alinharem.


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Pilar dourado com 66K gravado na base resistindo ondas vermelhas de pressão macro, simbolizando teste de suporte do Bitcoin em volatilidade elevada

Bitcoin Recua para US$ 66 mil Após Falsa Alta com Dados de Emprego

O Bitcoin recuou para abaixo de US$ 66 mil após uma falsa partida em direção a US$ 68 mil, impulsionada pelos dados de emprego nos EUA que superaram expectativas. Os números fortes, com 130 mil vagas criadas em janeiro e taxa de desemprego em 4,3%, frustraram apostas em cortes de juros pelo Fed, conforme reportado pela CoinDesk. A volatilidade de curto prazo atingiu o maior nível desde 2022, destacando a influência macro no mercado cripto.


Situação Atual do Preço

Os dados mostram que o Bitcoin testou mínimas próximas a US$ 66.000 nesta quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026, após um rebound efêmero de sexta-feira que levou o preço a quase US$ 72.000. Atualmente, o BTC registra queda de mais de 4% nas últimas 24 horas, negociando em torno de US$ 66.500. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 351.052,81, com variação de -1,7% em 24 horas e volume de 397,51 BTC.

Ether (ETH) e Solana (SOL) caem cerca de 5,5%, enquanto XRP perde 3,5%. O open interest em futuros perpétuos de BTC na Binance caiu 51% desde o pico de outubro de 2025, sinalizando retração de convicção entre traders.

Impacto dos Dados de Emprego

O relatório Non-Farm Payrolls (NFP) de janeiro revelou criação de 130 mil empregos, quase o dobro das estimativas de 70 mil, com desemprego caindo para 4,3%. Isso reduziu as probabilidades de corte de juros em março para 6% (de 21%) e em abril para 23% (de 52%), conforme CME FedWatch. Os dados indicam uma economia resiliente, adiando expectativas de afrouxamento monetário e pressionando ativos de risco como o Bitcoin.

Liquidations no mercado cripto ultrapassaram US$ 340 milhões em 24 horas, com 66,7% em posições compradas, reforçando o viés de baixa de curto prazo.

Volatilidade e Indicadores Técnicos

A volatilidade anualizada de 7 dias na Binance atingiu 1,51, o maior nível em quase três anos, último visto em reestruturações de mercado e deleveraging amplo. Já a volatilidade de 30 dias está em 0,81 e de 90 dias em 0,56, sugerindo que os swings recentes são isolados, não estruturais.

Suportes técnicos em teste incluem US$ 66.000 (próximo suporte imediato) e US$ 60.000 (fundo semanal recente). Resistências em US$ 68.000 e US$ 70.000 falharam repetidamente. A média móvel de 50 dias atua como barreira dinâmica em torno de US$ 69.000.

Contexto Macro e Níveis a Observar

O mercado macro dita o ritmo: enquanto ações como Kospi disparam (volume +221% YoY), crypto vê saída de capital, com volumes em exchanges coreanas caindo 65%. Ações relacionadas, como Robinhood (-12,5%) e Coinbase (-7%), refletem o desinteresse.

Níveis chave a monitorar: suporte em US$ 66.000 — quebra pode levar a US$ 64.000; recuperação acima de US$ 68.000 sinaliza pausa no recuo. Indicadores como RSI (próximo de 40) e MACD negativo reforçam pressão vendedora, mas volume declinante sugere exaustão.


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Banqueiro cartoon rompendo corrente com '8' para libertar BTC e ETH de cofre, simbolizando Danske Bank liberando investimentos após restrições e MiCA

Danske Bank Libera Bitcoin Após 8 Anos de Banimento

O maior banco da Dinamarca, Danske Bank, acaba de reverter uma proibição de oito anos sobre criptomoedas, liberando acesso a produtos negociados em bolsa (ETPs) vinculados ao Bitcoin e Ethereum para clientes de varejo. A decisão, anunciada em 11 de fevereiro de 2026, reflete a crescente demanda dos investidores e o amadurecimento regulatório na Europa, impulsionado pela MiCA. Esse movimento sinaliza que a resistência das instituições financeiras tradicionais ao Bitcoin está derretendo, fortalecendo os fundamentos de adoção em massa.


Detalhes da Nova Oferta

Clientes do Danske eBanking e Danske Mobile Banking agora podem investir em três ETPs: dois atrelados ao Bitcoin e um ao Ethereum. Os produtos são oferecidos por gigantes como BlackRock e WisdomTree, integrados à plataforma de trading do banco com mais de 15.000 ativos. Essa estrutura permite exposição aos ativos digitais sem a necessidade de carteiras ou chaves privadas, simplificando o acesso e reduzindo riscos operacionais.

Antes de negociar, os investidores passam por uma avaliação de adequação, confirmando compreensão dos riscos elevados. Kerstin Lysholm, head de Produtos de Investimento do banco, destacou o aumento nas consultas de clientes que buscam diversificar portfólios com criptoativos regulados, conforme reportado pelo Diário Bitcoin.

Reversão Histórica e Impacto da MiCA

Em 2018, o Danske Bank vetou serviços cripto, classificando-os como especulativos e alertando clientes contra investimentos. A proibição foi renovada em 2021. Agora, oito anos depois, o banco reverte a posição, citando demanda crescente e avanços regulatórios. A MiCA (Markets in Crypto-Assets), regulação europeia, trouxe transparência, proteção ao investidor e integridade de mercado, dando confiança às instituições.

Esse é um marco na narrativa de adoção: bancos tradicionais, outrora céticos, agora integram Bitcoin aos canais digitais. Na Dinamarca, 1,2% da população já detém cripto, e fluxos institucionais globais, como ETFs nos EUA, reforçam o momentum.

Fundamentos se Fortalecem na Europa

O movimento do Danske Bank prova que o mercado está construindo bases sólidas. Com regulação clara, gigantes bancários europeus veem o Bitcoin não como ameaça, mas como classe de ativo complementar. Para investidores brasileiros, isso é acionável: monitore tesourarias corporativas e fluxos de ETF, indicadores chave de ciclos de alta.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 352.050 (variação -1,33% em 24h), com volume de 397 BTC. Apesar da volatilidade de curto prazo, a adoção institucional sustenta a visão de longo prazo.

O Que Isso Significa para o Investidor

A integração de Bitcoin em bancos como o Danske acelera a maturidade do ecossistema. Investidores comuns ganham canais regulados e seguros, enquanto o mercado ganha liquidez e legitimidade. Vale acompanhar aprovações semelhantes na Europa e fluxos globais — sinais de que os fundamentos de alta prevalecem sobre ruídos diários. O trem da adoção não para.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Estrutura cristalina no fundo de abismo digital com '60K' esculpido rachando e liberando luz dourada, sinalizando capitulação do Bitcoin em US$60 mil

Bitcoin Tocou o Fundo? K33 Vê Sinais de Capitulação

Os dados mostram que o Bitcoin pode ter atingido um suporte histórico em torno de US$ 60.000, conforme análise da K33 Research. Indicadores como RSI em 15,9 — sexto menor desde 2015 — e volumes spot no 95º percentil sugerem capitulação técnica. Paralelamente, o CEO da Bitfury, Val Vavilov, enxerga a queda de 47% desde o pico de US$ 126.000 como oportunidade de acumulação para carteiras institucionais.


Indicadores de Spot e Momentum em Extremos

No início de fevereiro, o volume de negociação de Bitcoin no spot atingiu o 95º percentil histórico por dois dias consecutivos, situação vista apenas durante o colapso da FTX nos últimos cinco anos. O RSI diário caiu para 15,9, o sexto menor nível desde 2015, comparável apenas à queda pandêmica de 2020 e ao fundo de 2018 — ambos marcos de reversão cíclica.

Segundo o relatório da K33, essa convergência de volume extremo e momentum super-vendido indica esgotamento de vendedores de varejo. Os dados sugerem que a pressão de baixa foi exaurida, com o preço estabilizando próximo a US$ 60.000 após o teste de suporte.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 352.113,67 às 18:57 de 11/02/2026, com variação de -1,33% em 24h e volume de 400 BTC.

Derivativos e ETFs Refletem Pressão Máxima

No mercado de derivativos, as taxas de funding perpétuas viraram negativas, no menor nível desde a crise bancária de 2023. O skew de opções entrou em território de defesa extrema, similar a eventos como Luna e FTX, com investidores comprando puts para proteção.

ETFs de Bitcoin nos EUA registraram volume recorde de US$ 10 bilhões no IBIT e o quinto maior outflow diário. Apesar de fluxos negativos líquidos de milhares de BTC na semana, esses picos históricos frequentemente marcam o fim de fases de pânico.

A K33 destaca que esses sinais coordenados — de spot a derivativos — reforçam a tese de capitulação, com menor probabilidade de quebra abaixo dos recentes lows.

Smart Money Acumula em Meio ao Pânico do Varejo

Enquanto indicadores apontam pânico generalizado, participantes institucionais mostram resiliência. Val Vavilov, CEO da Bitfury com fortuna de US$ 1,1 bilhão, declarou que a correção oferece chance de reequilibrar carteiras comprando Bitcoin a preços baixos. A empresa, pioneira em hardware de mineração, diversificou para IA, mas mantém exposição significativa ao BTC.

Vavilov não revelou volumes, mas enfatizou crença no crescimento de longo prazo, alinhando-se a baleias que acumulam durante quedas. Dados on-chain corroboram: endereços de grandes holders aumentaram posições recentes, contrastando com saques de varejo.

Níveis Chave e Próximos Passos a Monitorar

A K33 projeta consolidação entre US$ 60.000 e US$ 75.000 nas próximas semanas, sem sinais claros de quebra inferior. Traders devem observar RSI acima de 30 para confirmação de momentum positivo, funding rates estabilizando e inflows em ETFs.

O suporte em US$ 60.000 testado recentemente, aliado a acumulação institucional, sugere que o varejo em pânico pode estar cedendo espaço ao smart money. Volumes e volatilidade decrescentes serão confirmatórios de estabilização.


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Âncora USDT contraindo em oceano digital turbulento com silhueta Bitcoin afetada, simbolizando redução na capitalização e liquidez

Cap. da USDT Encolhe Após 2 Anos

Os dados da CryptoQuant indicam que a média móvel de 60 dias da variação da capitalização de mercado da USDT ficou negativa em fevereiro de 2026, pela primeira vez em dois anos. A capitalização recuou de US$ 187 bilhões para US$ 184,3 bilhões desde janeiro, com queimas recordes de 3,5 bilhões de USDT em 10 de fevereiro. Essa contração levanta preocupações sobre a liquidez disponível para sustentar uma próxima alta do Bitcoin.


Crescimento Negativo da Capitalização da USDT

A média móvel de 60 dias da variação da capitalização da maior stablecoin do mercado cruzou o limiar negativo, um evento raro ocorrido pela última vez no terceiro trimestre de 2023. Dados da CryptoQuant mostram correlação direta entre o crescimento da USDT e a entrada de liquidez no ecossistema cripto.

Desde o início de janeiro, a capitalização da Tether registrou queda, passando de mais de US$ 187 bilhões para US$ 184,3 bilhões, conforme CoinGecko. Esse movimento reflete queimas significativas: 3,5 bilhões de USDT em 10 de fevereiro e 3 bilhões no mês anterior, as maiores consecutivas já registradas. Essas ações ocorrem quando investidores resgatam a stablecoin por fiat, reduzindo o suprimento circulante para manter a paridade 1:1.

Implicações para a Liquidez do Mercado

Historicamente, expansões na capitalização da USDT sinalizam influxo de capital fresco, fortalecendo suportes em quedas e permitindo rallies sustentados. Quando o crescimento se torna negativo, como agora, o oposto ocorre: o poder de compra diminui, os suportes enfraquecem e as altas são rapidamente vendidas.

Analistas como Crypto Tice destacam que movimentos de alta prolongados no Bitcoin raramente ocorrem durante retrações no suprimento de stablecoins. A liquidez sai do mercado, em vez de aguardar oportunidades, fragilizando o ecossistema. No médio prazo, isso representa um sinal de alerta para traders monitorarem volumes e influxos.

Contexto Histórico dos Períodos de Contração

Dados históricos da CryptoQuant revelam que fases com média móvel negativa duram em média dois meses. Exemplos incluem novembro de 2022 a janeiro de 2023 e agosto a outubro de 2023, períodos de lateralização ou quedas acentuadas no Bitcoin, formando fundos locais antes de recuperações.

Atualmente, o cenário sugere possível estagnação em baixas ou correção adicional nos próximos 60 dias. Investidores devem observar se a tendência persiste, pois recuperações só se materializam após estabilização do suprimento de stablecoins.

Níveis Técnicos e Cotação Atual do Bitcoin

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 352.375,76, com variação de -1,25% nas últimas 24 horas e volume de 397,61 BTC. Níveis críticos incluem suporte em US$ 63 mil; rompimento pode levar a US$ 43 mil.

Os dados sugerem cautela no médio prazo. Traders devem priorizar métricas on-chain como suprimento de stablecoins e volume de transações para avaliar a força do próximo movimento direcional.


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Baleia colossal cristalina dourada emergindo de abismo digital com 'BTC' luminoso, fragmentos vermelhos XRP caindo em capitulação, movimento on-chain

Baleia BTC Acorda Após 7 Anos em Meio a Capitulação no XRP

As baleias estão abandonando o barco ou apenas trocando de posição? Uma carteira de Bitcoin inativa há sete anos movimentou 2.043 BTC (cerca de US$ 143 milhões) para um novo endereço, conforme dados on-chain da ZyCrypto. O fato ocorre em meio à capitulação de holders de XRP, com perdas semanais de até US$ 1,2 bilhão, e queda do Bitcoin abaixo de US$ 67 mil. Os dados sugerem possível realocação estratégica em suportes psicológicos.


Movimento da Baleia de Bitcoin Após 7 Anos

Os dados on-chain revelam que a baleia adquiriu os 2.043 BTC em fevereiro de 2019 via mesa OTC da Cumberland. A carteira, originalmente com cerca de 39.000 BTC, consolidou depósitos de 2.113 BTC (7 anos) e 757 BTC (2 anos), ambos de Cumberland, em dois novos endereços. Não há indícios de transferência para exchanges conhecidas, o que aponta para medida de segurança ou mudança de custódia, em vez de venda imediata.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 346.785,62 às 07:31 de hoje, com variação de -3,54% em 24 horas. Em dólares, o preço está em US$ 66.858, testando o suporte psicológico de US$ 67.000.

Capitulação no XRP: Perdas de US$ 1,2 Bilhão

O Spent Output Profit Ratio (SOPR) do XRP caiu para 0,96, indicando que holders estão realizando prejuízos. Desde agosto de 2025, gastos de holders de longo prazo subiram 580%, de US$ 38 milhões para US$ 260 milhões diários. A oferta em lucro despencou para 58,5%, o menor desde novembro de 2024.

Perdas realizadas semanais variam de US$ 500 milhões a US$ 1,2 bilhão em retests de US$ 2,00. Atualmente, XRP negocia a R$ 7,06 (US$ 1,36), abaixo do custo médio dos holders, reforçando o pânico em zona psicológica crítica de US$ 1,40.

Queda do Bitcoin e Impacto nas Altcoins

O Bitcoin perdeu o piso de US$ 67.000 após falhar em romper US$ 72.000, caindo de US$ 90.000 em 28 de janeiro. A dominância recuou para abaixo de 57%, enquanto market cap total do criptomercado encolheu para US$ 2,35 trilhões, perda de US$ 50 bilhões em 24 horas.

Altcoins como Ethereum (abaixo de US$ 2.000), BNB (US$ 600) e SOL registram quedas de 3-5%. O XRP, com -4,34% em 24 horas, reflete fragilidade estrutural, mas padrões históricos de SOPR <1 sugerem consolidação prolongada, como visto em 2021-2022.

Níveis de Suporte Psicológicos a Monitorar

Para Bitcoin, suportes chave são US$ 67.000 (atual), US$ 65.000 (recente baixa) e US$ 60.000 (fundo semanal). No XRP, US$ 1,40 atua como barreira imediata, com US$ 2,00 como resistência histórica de capitulação. Movimentos de baleias como esse podem sinalizar reposicionamento para compras em novos suportes, mas os dados on-chain não confirmam vendas em exchanges. Traders devem observar fluxos para plataformas de negociação e indicadores de volume.


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Monolito Bitcoin desgastado em platô árido sob barreira vermelha de resistência 69K e rio seco de capital, alertando influxos negativos

Bitcoin Travado: Seca de Capital Novo, Segundo a CryptoQuant

A análise da CryptoQuant revela um sinal alarmante: os influxos de novos investidores no Bitcoin viraram negativos. O sell-off atual não é absorvido por capital fresco, como ocorre em mercados de alta verdadeiros. Em vez disso, a fraqueza atrai mais saídas, com o BTC estagnado abaixo de US$ 70.000 — cerca de R$ 346.244 segundo o Cointrader Monitor. Touros mostram cansaço em US$ 69k, questionando a narrativa eterna de alta.


Fluxos Negativos: Sem Capital para Segurar a Queda

A história mostra que, em ciclos passados como 2018 e 2022, a ausência de compradores novos marca o início de mercados de baixa prolongados. A CryptoQuant destaca que o Bitcoin caiu cerca de 23% nos últimos 80 dias após romper a média móvel de 365 dias pela primeira vez desde 2022. O Sharpe ratio, indicador de risco ajustado, entrou em zona associada a fases finais de alta ou mercados de baixa entrincherados.

Spot e demanda institucional permanecem fracos. Sem influxos acelerados nas quedas, o mercado ignora o padrão clássico: drawdowns saudáveis atraem capital; aqui, eles só geram mais withdrawal. Analistas externos confirmam: sem demanda renovada, a fraqueza pode endurecer em mercado de baixa pleno. Ethereum e Solana também caem, com BTC em US$ 68.979 (-2% diário, -12% semanal).

Grayscale: Bitcoin Como Ação Tech, Não Ouro Digital

O mercado está ignorando outro alerta: o Bitcoin se comporta como ação tecnológica, sensível ao apetite por risco, afirma a Grayscale. Longe de reserva de valor estável, ele segue vendas em software stocks — maior queda desde 2022. Correção de 50% do ATH de US$ 126.000 em outubro de 2025 levou BTC a US$ 60.000, com saída de mais de US$ 6 bilhões de ETFs nos últimos três meses.

Enquanto majors estagnam em US$ 69.000 (-0,6% 24h, -10,4% semanal), memecoins e tokens de IA como Worldcoin disparam. Índice Fear & Greed em “medo extremo”, liquidações de US$ 260 milhões. Grayscale vê adoção ampla como chave para decoupling do risco, mas por ora, BTC é growth asset volátil, não hedge.

Resistência em US$ 69k: Touros Sem Momentum

Keith Alan, da Material Indicators, alerta no Cointelegraph: US$ 69.000 pode virar resistência de longo prazo. Consolidação de 8 meses em 2024 e topo de 2021 criaram força estrutural. BTC caiu 3% para US$ 66.500, sem compradores para romper.

Fevereiro acumula -14,4% — quase pior que 2025 e maior risco desde 2014. Segundas-feiras foram lucrativas para posições vendidas nos últimos 4 meses (18/19 trades). Histórico sugere que sem momentum forte, essa faixa resiste meses. Killa nota padrões mensais de lows entre dias 4-7.

O Que Monitorar no Ciclo Atual

Cuidado com exuberância: todo bull tem bear. Mercado ignora saídas de ETF, funding negativo (-7% Binance) e correlação com tech. Proteja capital monitorando influxos on-chain, Sharpe ratio e suporte US$ 66.500. Se fraqueza persistir, correção para US$ 50.000 não é improvável, como em ciclos passados. Diversifique opiniões — equilíbrio evita vieses.


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Executivo cartoon abrindo cofre bancário com explosão de luzes Bitcoin e Ethereum, 2.36B gravado, sinalizando adoção institucional pela Goldman Sachs

Goldman Sachs Confirma Exposição de US$ 2,36 Bi em Bitcoin e Altcoins

O gigante de Wall Street Goldman Sachs revelou em seu Formulário 13F à SEC exposição de US$ 2,36 bilhões em criptoativos no quarto trimestre de 2025. Com US$ 1,1 bilhão em Bitcoin, US$ 1 bilhão em Ethereum, além de posições em XRP e Solana, o banco demonstra confiança nos fundamentos digitais enquanto o varejo hesita na volatilidade. Isso representa 0,29% do portfólio de US$ 811 bilhões, um passo concreto na adoção institucional.


Detalhes da Alocação via ETFs Regulamentados

A exposição totalizou US$ 2,36 bilhões, acessada exclusivamente por meio de ETFs spot regulados, evitando riscos operacionais diretos como custódia. Bitcoin domina com cerca de US$ 1,1 bilhão, principalmente via iShares Bitcoin Trust da BlackRock, Fidelity e KraneShares. Ethereum segue com US$ 1 bilhão, refletindo otimismo com sua infraestrutura DeFi.

XRP e Solana completam o quadro: US$ 153 milhões em ETFs de XRP e US$ 108 milhões em Solana, sinalizando diversificação além dos líderes de mercado. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 346.239 (-3,7% em 24h), enquanto dólar a R$ 5,20 reforça o valor em reais acima de R$ 12 bilhões.

O aumento de 15% em relação ao trimestre anterior, destacado por CZ da Binance, mostra que os fundamentos se fortalecem mesmo em dips.

Mudança Histórica na Postura do Goldman

Historicamente cético, o Goldman Sachs evoluiu desde 2020, restabelecendo mesa de cripto e reconhecendo Bitcoin como reserva de valor anti-inflação. Após o inverno de 2022, adotou abordagem cautelosa via produtos regulados. Hoje, com US$ 3,6 trilhões em AUM, essa alocação reflete maturidade: ETFs spot aprovados liberaram demanda institucional represada.

Comparado a metais preciosos — ouro em US$ 163 milhões e prata em US$ 378 milhões —, cripto ganha espaço como ativo de risco com potencial assimétrico. O mercado está construindo bases sólidas para ciclos futuros.

Implicações para Adoção e Mercado Brasileiro

Para brasileiros, isso valida tesourarias em BTC e alts. Ethereum a R$ 10.070, Solana a R$ 419 e XRP a R$ 7,05 mostram acessibilidade. Enquanto varejo vende dips, instituições compram, ecoando halvings e fluxos de ETF como indicadores bullish de longo prazo.

Simon Dedic nota o peso quase igual ETH/BTC como viés de alta em Ethereum. Goldman participa da reunião da Casa Branca sobre stablecoins, sinalizando integração regulada. Volatilidade é ruído; adoção é tendência.

Próximos Passos e Perspectiva de Longo Prazo

Investidores devem monitorar trimestrais futuras: crescimento dependerá de demanda clientes, clareza regulatória e condições macro. Com alocações em opções de ETFs, Goldman gerencia risco com flexibilidade. Essa validação institucional reforça que cripto não é fringe, mas sleeve de portfólio essencial. O ecossistema avança, e quem foca no longo prazo sai na frente.


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