Fortaleza dourada de ETFs vertendo líquido vermelho por drenos, com '74K' rachado na base, simbolizando saídas bilionárias e queda do Bitcoin

ETFs de Bitcoin no Prejuízo: Saída de US$ 2,8 Bi Derruba BTC a US$ 74k

O Bitcoin caiu para US$ 74.600 nesta segunda-feira, marcando o menor valor em nove meses, após investidores retirarem US$ 2,8 bilhões dos ETFs spot de Bitcoin nas últimas duas semanas. Esse valor está abaixo do custo médio de aquisição dos fundos, estimado em US$ 87.830 por BTC, deixando as posições médias underwater. Os dados mostram uma reação em cadeia de vendas institucionais e liquidações, elevando temores de mercado baixista.


Saídas Recordes dos ETFs Spot

Os onze ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram as segunda e terceira maiores semanas de saídas no mês passado, totalizando US$ 1,49 bilhão na última semana e US$ 1,32 bilhão na anterior, conforme CoinGlass. O ativo sob gestão (AUM) totalizou cerca de US$ 113 bilhões, com os fundos detendo aproximadamente 1,28 milhão de BTC.

Desde o pico de outubro, em US$ 165 bilhões, o AUM caiu 31,5%, enquanto o preço do BTC recuou 40%. Apesar disso, as entradas cumulativas dos ETFs declinaram apenas 12% do pico, indicando que investidores institucionais mantêm posições de longo prazo, ou hodling, conforme Alex Thorn, head de pesquisa da Galaxy.

Impacto Psicológico do Preço Underwater

Quando o preço do ativo cai abaixo do custo médio de aquisição, ocorre um fenômeno psicológico conhecido como underwater, que pressiona os gestores de fundos a considerar reduções de exposição para preservar capital. No caso dos ETFs, o custo médio de US$ 87.830 reflete compras realizadas em níveis mais altos, entre US$ 85.000 e US$ 95.000 recentemente.

Essa situação amplifica a pressão vendedora, pois algoritmos e políticas de risco automáticos podem acionar vendas. Os dados indicam que o BTC perdeu 11% desde US$ 84.000 no sábado, rompendo suportes chave em torno de US$ 76.000, o que acelerou o movimento descendente.

Liquidações Massivas e Sentimento de Mercado

Paralelamente, o mercado viu liquidações massivas de posições compradas em Bitcoin, totalizando mais de US$ 243 milhões em 24 horas, com 80% compradas. O Open Interest caiu 10%, sinalizando deleveraging rápido após forte posicionamento comprador prévio.

O Fear & Greed Index registrou 15 pontos, indicando medo extremo. O mercado cripto total encolheu 5% para US$ 2,54 trilhões, com correlação de 58% com o ouro, sugerindo drivers macroeconômicos como tensões geopolíticas no Oriente Médio e dados fracos de PMI nos EUA.

Níveis Técnicos a Observar

Os dados técnicos mostram suporte imediato em torno de US$ 74.000, com próxima zona crítica em US$ 70.000-72.000, alinhada a médias móveis de 200 dias. Resistências aparecem em US$ 76.000 e US$ 80.000. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 409.065,95 às 07:23, com variação de -1,94% em 24h.

Investidores devem monitorar volumes de ETF e indicadores de liquidação para avaliar a pressão vendedora. A recuperação depende de estabilização macro e redução do deleveraging.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Caminhos geométricos bold dourado e cyan divergindo em abismo negro com rachaduras vermelhas, simbolizando descolamento entre Bitcoin e ouro

Bitcoin vs Ouro: Por Que a Narrativa de Refúgio Falhou Agora

Os dados mostram o Bitcoin negociado abaixo de US$ 80.000, com queda para US$ 76.540, enquanto ouro e prata registraram alta inicial seguida de unwind acentuado devido a notícias sobre o Irã. A pressão de venda persistente abaixo de US$ 90.000 no order book reflete comportamento de ativo de risco, não de refúgio como o ouro digital. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 409.299, com variação de -1,88% em 24h. ARK Invest destaca correlação baixa de 0,14 desde 2020.


Dinâmica do Order Book Pressiona BTC

Os dados de liquidez revelam ondas repetidas de ordens de venda visíveis logo acima dos preços spot, suprimindo o momentum altista do Bitcoin. Ferramentas como FireCharts indicam uma estratégia de liquidity herding por um grande player, concentrando bids entre US$ 85.000 e US$ 87.500. Essa zona atuou como suporte temporário, mas a quebra acelerou a venda para US$ 74.000US$ 76.000.

Um fechamento mensal abaixo de US$ 87.500 — nível de abertura de 2026 — sinalizaria falha técnica, potencializando momentum baixista em um cenário de baixa liquidez. Isso contrasta com o comportamento esperado de refúgio seguro, onde o BTC seguiria ouro em momentos de estresse.

Unwind de Commodities e BTC como Risco

Notícias sobre o Irã deflaram o prêmio de risco geopolítico, levando ouro a US$ 4.535 (abaixo da retração de 38,2% em US$ 4.652) e prata em queda livre. Moedas de commodities como AUD, NZD e CAD enfraqueceram, enquanto o Bitcoin, na casa dos US$ 70.000, reflete pressão de liquidações elevadas.

Os dados mostram o BTC correlacionado a ativos de risco, não como hedge. Retração de 50% no ouro em US$ 4.360 é o próximo suporte; abaixo, US$ 4.206. No Brasil, ouro está a R$ 24.822 por onça, dólar a R$ 5,26.

Perspectiva de Longo Prazo da ARK Invest

A ARK Invest reafirma visão estrutural: correlação BTC-ouro de 0,14 desde 2020, com ouro liderando os dois ciclos de alta anteriores do Bitcoin. Níveis extremos de ouro vs M2 (semelhantes a 1930 e 1980) sugerem possível reversão histórica, mas papéis distintos — BTC por adoção, ouro por debasement.

Apesar da queda de 35% do pico de outubro/2025, ARK enfatiza ciclos independentes. Volatilidade atual reforça necessidade de monitorar fluxos ETF e liquidez global.

Níveis Chave e Fatores Macro

Juros no front-end não mostram flight to quality clássico, limitando alta do USD. Geopolítica (Irã), liquidez fina e opções expiry pressionam. Para BTC, bids em US$ 85.00087.500 definem próximo movimento; ouro testa US$ 4.360. Investidores devem observar volume 24h (472 BTC no Brasil) e variação macro.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Holder cartoon antigo soltando saco de Bitcoin dourado de pilha colossal em meio a nuvens de tensão e chuva de ouro, sinalizando alerta de vendas e liquidações

Holder de 12 Anos Vende US$ 265 Mi em BTC: Sinais de Alerta

Um holder de Bitcoin que acumulou 5.000 BTC há 12 anos, quando o preço era de apenas US$ 332, vendeu 2.500 BTC desde dezembro de 2024, totalizando cerca de US$ 265 milhões a um preço médio de US$ 106 mil. Essa distribuição ocorre em meio a uma queda global sincronizada, com liquidações de US$ 2,5 bilhões e perda de apetite por risco. Se quem entrou na era Satoshi está saindo, o mercado deveria prestar atenção. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 410.333,81 (-1,46% em 24h).


Venda Estratégica de um OG Holder

A história mostra que holders antigos, aqueles que compraram na fase inicial do Bitcoin, tendem a distribuir quando o preço supera múltiplos do custo original. Esse wallet, inativo por mais de uma década, realizou vendas concentradas desde dezembro, vendendo 2.500 BTC por US$ 265 milhões. O lucro acumulado já ultrapassa US$ 500 milhões, mas ainda restam 2.500 BTC no endereço, avaliados em cerca de US$ 237 milhões.

O mercado está ignorando esse sinal? Grandes distribuidores introduzem pressão de venda concentrada, que pode sobrecarregar a liquidez spot se a demanda não absorver rapidamente. Historicamente, movimentos semelhantes coincidem com transições de altas fortes para consolidações ou correções, como visto em 2018 e 2022. Cuidado com a euforia: o que parece força pode ser exaustão de supply antigo.

Os 5 Sinais de Alerta no Mercado Global

Não é só o Bitcoin: cinco sinais de alerta emergem simultaneamente.

  1. Liquidações de US$ 2,5 bilhões forçaram o BTC abaixo de níveis técnicos chave, atingindo US$ 76.444.
  2. O BTC age como ativo de risco, caindo junto com ações em vez de porto seguro.
  3. O ouro e a prata recuaram cerca de 9%, após altas exageradas por temores geopolíticos.
  4. Tensões EUA-Irã impulsionam volatilidade impulsionada por manchetes.
  5. Títulos do Tesouro (Treasuries) atraem fluxo com yields em queda, sinal de rotação para segurança.

Esses fatores sincronizados sugerem perda de equilíbrio, com volume de negociações acima de US$ 130 bilhões indicando estresse, não participação orgânica. O mercado cripto, com capitalização de US$ 2,6 trilhões, esconde fragilidade sob a superfície.

Implicações Macro e Lições Históricas

A história repete padrões: bolhas como dot-com e crises asiáticas mostram que exuberância leva a correções. Aqui, a distribuição de baleias antigas transfere risco para novos entrantes a valuations elevados. Geopolítica volta ao volante, amplificando volatilidade cross-asset. Títulos de dívida enviam mensagem quieta de fuga para qualidade, enquanto petróleo segura prêmio mas é limitado por oferta.

Para fevereiro, o relatório de empregos dos EUA pode pressionar yields ou aprofundar defesa. Tecnicamente, falha em reclaim US$ 80 mil trata rallies como bounces de alívio. Preciosos metais enfrentam encruzilhada similar. Flexibilidade é chave: sobreviver ao bear importa mais que maximizar o bull. O mercado pisca, mas não quebra — ainda.

O Que Monitorar Agora

Vale monitorar absorção da oferta de baleias: se demanda falhar, movimentos de baixa adicionais são prováveis. Indicadores macro como Fed (próxima em março, sem corte esperado) e relatório de empregos ditarão rotação. Dentro do cripto, reset de alavancagem reduz rebuild rápido. Holders como esse sinalizam topo de ciclo? Não definitivamente, mas ignorar é arriscado. Proteja capital priorizando liquidez sobre FOMO.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Placa glassmorphic translúcida com gap vertical luminoso no centro, simbolizando abertura técnica de 8% no CME Bitcoin após limpeza de alavancagem

Gap no CME: Sinal Técnico que Pode Definir Bitcoin

O Bitcoin abriu um gap raro de mais de 8% nos futuros do CME, o quarto maior desde 2017, após queda de fim de semana de US$ 84.177 para US$ 75.947. Esse vácuo, entre aproximadamente US$ 77.000 e US$ 84.000, surge porque o CME fecha às sextas e reabre segundas, criando uma desconexão com o preço spot. Traders observam esses gaps por histórico de preenchimento. Paralelamente, a redução de alavancagem nos derivativos indica reset de posições especulativas, com liquidações acima de US$ 5 bilhões desde quinta-feira.


O Que é o Gap no CME e Sua Relevância

Os dados mostram que o CME gap forma-se quando o preço spot do Bitcoin se move significativamente enquanto os futuros do Chicago Mercantile Exchange estão fechados, tipicamente nos fins de semana. Nesse caso, a queda de 10% criou um vácuo entre US$ 77.000 e US$ 84.000, similar ao visto na venda de março de 2020 durante a COVID. Historicamente, 80-90% desses gaps são preenchidos em dias ou semanas, atuando como ímã para o preço devido a algoritmos e traders institucionais que buscam eficiência.

Analistas como Jeff Ko, da CoinEx Research, destacam que o preenchimento depende de variáveis macro, como yields de bonds japoneses e sentimento de risco. Andri Fauzan Adziima, da Bitrue, estima que a retração atual pode adiar o fechamento, mas um alívio oversold poderia direcionar o preço de volta aos US$ 84.000 nas próximas semanas. No momento da redação, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 409.916,36, com variação de -1,73% em 24 horas.

Redução de Alavancagem: Sinal de Limpeza

A alavancagem zerada reflete um mercado em modo defensivo. Open interest agregado nos futuros caiu para US$ 24,17 bilhões, menor em nove meses, após liquidações de US$ 5,42 bilhões. Nos futuros, o volume total é de 677.730 BTC (US$ 52,98 bilhões), com queda de 6,83% em 24 horas. Binance e CME concentram 37% do interesse aberto, com 129.580 BTC e 120.910 BTC, respectivamente.

No mercado de opções, calls representam 55,99% do open interest, mas volume de puts supera calls em 51%, indicando compra de proteção downside. Skews de 25 delta caíram para -12% (7 dias) e -8% (30 dias), com strikes concentrados em US$ 75.000-US$ 85.000 puts e US$ 100.000-US$ 105.000 calls. Max pain em torno de US$ 90.000 (Deribit), sugerindo gravidade em níveis intermediários.

Indicadores de Exaustão de Venda

Os números apontam exaustão: RSI semanal em 32,22, zona oversold. Rompimento abaixo da média móvel de 100 semanas e formação de death cross indicam viés de baixa estrutural, mas combinado com deleveraging, sugere fase de consolidação. Catalisadores incluem shutdown parcial do governo EUA, tensões Irã e Mar do Sul da China, além de yields elevados em bonds japoneses.

Bitcoin negociou abaixo do custo médio dos ETFs spot americanos, com saídas recordes nas últimas semanas. Estratégias corporativas como a da MicroStrategy aproximam-se de seu preço médio de compra em US$ 76.000. Essa limpeza remove posições especulativas excessivas, potencialmente preparando terreno para repique se macro melhorar.

Níveis Chave a Observar

Suportes críticos em US$ 68.000-US$ 70.000, com risco de extensão a US$ 60.000 em cenários adversos. Resistência inicial no gap inferior (US$ 77.000), com preenchimento completo testando US$ 84.000. Traders devem monitorar open interest, skew de opções e dados macro como relatório de emprego dos EUA. A utilidade reside em identificar esses sinais para gerenciamento de risco, sem implicar direção categórica.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Reservatórios glass cyan de stablecoins canalizando energia para núcleo BTC dourado pulsante, simbolizando acumulação estratégica para alta do Bitcoin

Dominância de Stablecoins: Pólvora Seca para Touros do Bitcoin

Os dados de dominância de stablecoins em exchanges revelam fluxos divergentes que apontam para reposicionamento institucional controlado, não um modo de aversão ao risco, conforme análise baseada em CryptoQuant. Enquanto a dominância cai na Binance, sobe em outras plataformas durante a queda do Bitcoin para abaixo de US$ 85.000. Esse padrão sugere ‘pólvora seca’ – capital em dólares sintéticos pronto para deployment em ativos de risco como o BTC ao final da capitulação de posições fracas. A métrica atual indica preparação para movimento direcional significativo.


Padrões Divergentes nas Exchanges

A dominância de stablecoins, calculada como proporção do market cap de stablecoins em relação ao total do mercado cripto, serve como indicador de liquidez disponível. Recentemente, os números mostram divergência clara: na Binance, a dominância declinou à medida que o Bitcoin se aproximava de US$ 96.000 e prosseguia na correção subsequente. Em contrapartida, plataformas como OKX, Bybit e outras registraram aumento na métrica.

Esse comportamento seletivo contradiz cenários de pânico generalizado, onde todas as exchanges mostrariam redução similar em exposição a risco. A profundidade de mercado permaneceu estável fora da Binance, com liquidez se acumulando em venues alternativas. Os dados do CryptoQuant indicam que participantes institucionais estão gerenciando exposição taticamente, concentrando redução de risco em uma exchange específica enquanto mantêm acumulação sistêmica.

Volume de trading reflete essa estratégia: atividade seletiva em vez de vendas em massa. A métrica de dominância crescente fora da Binance sugere realocação de capital para deployment futuro, alinhada com padrões históricos de bottoms de mercado.

Reversão Estratégica Abaixo de US$ 85.000

A queda do Bitcoin para abaixo de US$ 85.000 marcou o ponto de inflexão. Inicialmente, a dominância de stablecoins na Binance continuou declinando, mas reverteu direção logo após o rompimento desse nível. Segundo o analista BorisD, essa reversão indica flush sistemático de posições longas sobre-alavancadas.

O movimento permitiu liquidação de mãos fracas, limpando o livro de ordens para acumulação mais limpa. Stablecoin ratios inverteram, com influxo de liquidez em dólares sintéticos sinalizando readiness para compras. O padrão atual permanece em estágio inicial, com pressão contínua sobre longs, mas crescimento sustentado da dominância sistêmica.

Níveis críticos a observar incluem suporte em torno de US$ 75.000, onde capitulação final poderia ocorrer antes de reversão de tendência. A métrica de dominância atua como leading indicator: crescimento contínuo reforça tese de preparação controlada.

Contexto Atual e Níveis a Monitorar

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 408.653,04 por BTC na média das exchanges brasileiras, com variação de -1,75% nas últimas 24 horas e volume de 468 BTC. Em dólares, o ativo testa suportes próximos a US$ 80.000, alinhado com o flush descrito.

Os dados sugerem que o mercado está em fase de redistribuição de liquidez. Traders devem monitorar:

  1. dominância de stablecoins sistêmica acima de picos recentes;
  2. estabilização de ratios na Binance;
  3. volume de influxo em BTC spot pós-flush.

Resistências iniciais em US$ 85.000 e US$ 90.000 definem próximos testes.

Essa configuração metódica difere de correções passadas com dominância em queda uniforme, reforçando viés de acumulação estratégica sobre deleveraging amplo.


💰 Negocie stablecoins e Bitcoin: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse ferramentas avançadas de trading.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Ponte digital cyan com fissura vermelha emitindo ondas de choque e monolito Bitcoin inclinado, simbolizando exploit na CrossCurve e queda abaixo de 80k

Exploit na CrossCurve e BTC abaixo de $80k: O Dia em que o DeFi Tremeu

📊 BOLETIM CRIPTO | 02/02/2026 | MANHÃ

O exploit na CrossCurve de US$ 3 milhões marca o início desta segunda-feira, expondo falhas críticas em bridges enquanto a volatilidade do Bitcoin testa a resiliência do mercado. O ataque, que utilizou mensagens forjadas para drenar múltiplos protocolos, ocorre em um momento de fragilidade nos preços, com o Bitcoin lutando para se manter acima de suportes psicológicos após um fim de semana de liquidações massivas. No entanto, o viés de baixa moderado encontra um contraponto robusto na acumulação institucional agressiva da Binance e na sinalização de compra estratégica da MicroStrategy. O cenário atual reflete uma queda de braço entre a insegurança técnica no setor DeFi e a convicção inabalável de grandes tesourarias em relação ao valor de longo prazo dos ativos digitais.


🔥 Destaque: Exploit CrossCurve e a Crise de Confiança Cross-Chain

O setor de finanças descentralizadas (DeFi) enfrenta um novo revés crítico com a confirmação de um exploit de US$ 3 milhões no protocolo CrossCurve (anteriormente conhecido como EYWA). O ataque explorou uma vulnerabilidade de validação no contrato ReceiverAxelar, permitindo que atacantes manipulassem mensagens para destravar ativos do PortalV2 em diversas redes blockchain. O incidente não apenas gerou prejuízos imediatos, mas também reativou traumas do mercado, sendo comparado por especialistas ao histórico hack da Nomad em 2022.

A reação da equipe foi imediata, pausando todas as interações com a bridge para conter a drenagem, que foi monitorada em tempo real pela Arkham Intelligence. A gravidade do fato levou a Curve Finance a emitir um alerta urgente para seus usuários reverem posições em pools relacionadas à EYWA, temendo um efeito dominó de liquidez. O CEO da CrossCurve, Boris Povar, já identificou dez endereços envolvidos e estabeleceu um prazo de 72 horas para a devolução dos fundos antes de iniciar uma ofensiva judicial criminal e cível.

Este evento ocorre em um momento de extrema sensibilidade, onde a confiança do investidor em infraestruturas cross-chain já estava abalada. A falha técnica demonstra que, apesar da promessa de segurança multicamada, a validação de mensagens continua sendo um ponto único de falha perigoso. Para o investidor, o recado é claro: a custódia e o trânsito de ativos entre cadeias exigem escrutínio sobre a robustez das auditorias e a redundância dos validadores.

Monitorar a recuperação desses fundos será essencial para definir o sentimento do setor DeFi nas próximas semanas. Se a estratégia legal de Povar for bem-sucedida em compelir a devolução ou o congelamento dos ativos via exchanges, poderemos ver um precedente importante para a maturidade regulatória do ecossistema. Caso contrário, a migração para alternativas mais consolidadas e auditadas parece ser o caminho inevitável para a liquidez remanescente.


📈 Panorama do Mercado

O mercado cripto opera sob um viés de baixa moderado, catalisado por um fim de semana que eliminou mais de US$ 500 milhões em posições alavancadas operando na compra. O Bitcoin recuou para a casa dos US$ 76 mil, refletindo o nervosismo institucional após a nomeação de Kevin Warsh para o Fed, interpretada como um sinal de política monetária mais rígida. Esse movimento de aversão ao risco foi exacerbado pela baixa liquidez noturna, forçando capitulações significativas em derivativos.

Apesar do FUD (medo, incerteza e dúvida) gerado pelos hacks e liquidações, a estrutura de mercado mostra sinais de exaustão vendedora. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 407.985,39, registrando uma variação negativa de 1,73% nas últimas 24 horas. É notável que, enquanto o varejo entra em pânico — com o índice Fear & Greed despencando para 14 — grandes participantes utilizam os níveis atuais para acumulação agressiva, sinalizando que o fundo local pode estar próximo.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Vulnerabilidades em Bridges: O exploit na CrossCurve expõe que falhas de validação de mensagens podem comprometer saldos multi-chain instantaneamente, exigindo cautela extra em protocolos cross-chain.
  • Cascata de Liquidações: A manutenção do preço do Bitcoin abaixo de US$ 80 mil mantém a pressão sobre posições alavancadas, com risco de novas vendas forçadas se o suporte de US$ 75 mil for testado.
  • Pressão Hawkish do Fed: A perspectiva de Kevin Warsh no comando do Fed sugere um ambiente de liquidez restrita, o que pode limitar o fôlego de recuperação dos ativos de risco no médio prazo.
  • Contágio em Piscinas DeFi: O alerta na Curve Finance indica que problemas em protocolos parceiros podem drenar liquidez de pools antes seguras, afetando yields e retiradas.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Hold Institucional em Recuos: A atuação do fundo SAFU da Binance e o sinal de Michael Saylor sugerem que o nível atual é visto como uma oportunidade de compra institucional com alta convicção.
  • Migração para Bridges Auditadas: O capital em fuga de protocolos vulneráveis tende a se concentrar em soluções como Wormhole e LayerZero, que podem ver um aumento súbito em seus valores totais bloqueados (TVL).
  • Capitulação de Vendidos em ETH: A liquidação massiva de um short de US$ 250 milhões em Ethereum pode indicar o fim da pressão vendedora alavancada, abrindo espaço para um repique técnico de curto prazo.
  • Integração Jupiter e Polymarket: A expansão da Jupiter na Solana para o setor de prediction markets cria um novo polo de utilidade on-chain que pode atrair capital especulativo resiliente.

📰 Principais Notícias do Período

1. Exploit CrossCurve drena US$ 3M em falha ReceiverAxelar
O protocolo sofreu uma perda de US$ 3 milhões devido a mensagens falsificadas que contornaram a validação do contrato. O incidente afetou múltiplas redes e forçou a equipe a pausar operações, ecoando falhas clássicas de infraestrutura cross-chain.

2. CrossCurve ameaça judicializar exploit e identifica endereços
Após o hack, a equipe identificou 10 endereços envolvidos e o CEO Boris Povar ameaçou ação legal célere. O protocolo deu 72 horas para a devolução dos fundos, sinalizando uma postura de tolerância zero contra crimes cibernéticos no DeFi.

3. Bitcoin abaixo de US$ 80k e o descompasso dos Prediction Markets
O BTC opera em queda após um recuo acentuado de US$ 500 milhões em liquidações. Curiosamente, mercados de predição como o Polymarket ajustaram suas chances de alta com lentidão, contrastando com a reação violenta dos derivativos.

4. Whale de ETH sofre perda recorde de US$ 250 milhões
Uma baleia icônica na Hyperliquid teve sua posição vendida em Ethereum liquidada catastroficamente. A perda milionária ilustra os perigos da alavancagem extrema em um mercado de alta volatilidade e baixa liquidez spot.

5. Binance SAFU compra US$ 100M em BTC em meia hora
Em uma demonstração de força, a Binance utilizou seu fundo de emergência para adquirir 1.315 BTC durante o estresse de mercado. O movimento agiu como um suporte psicológico crucial em meio ao pânico generalizado.

6. Michael Saylor sinaliza nova compra de Bitcoin no fundo
Com o preço caindo brevemente abaixo do custo médio da MicroStrategy, Saylor indicou uma nova aquisição. A postura do executivo reforça a estratégia institucional de comprar o recuo, ignorando o FUD macro temporário.

7. Jupiter DEX unifica Polymarket e Solana com novo aporte
A Jupiter captou US$ 35 milhões para integrar predições on-chain ao seu ecossistema. O investimento da ParaFi Capital traz otimismo para a rede Solana, focando em ferramentas de inovação financeira e descoberta de mercado.


🔍 O Que Monitorar

  • Endereços do Hacker: Acompanhar qualquer movimentação nos 10 endereços listados pela CrossCurve via Arkham Intel para sinais de lavagem ou devolução.
  • Suporte de US$ 76k: Este nível é o custo médio da MicroStrategy; um fechamento sustentado abaixo dele pode gerar nervosismo nos mercados acionários.
  • Volume em DEXes de Solana: Verificar se a integração da Jupiter elevará o volume on-chain de forma significativa nas próximas 48 horas.
  • Funding Rates: Observar se as taxas de financiamento de derivativos permanecem negativas, o que prepararia o terreno para um short squeeze.

🔮 Perspectiva

Apesar da atmosfera pessimista gerada pela crise de segurança na CrossCurve e pela queda técnica do Bitcoin, a janela de 24 a 48 horas sugere uma estabilização vinda de mãos fortes. A agressividade da Binance e da MicroStrategy na compra gera uma rede de proteção contra quedas mais profundas. O viés de baixa deve persistir enquanto os ecos do hack não forem silenciados por ações de remediação, mas a exaustão dos vendedores alavancados em ETH e a entrada de capital institucional em Solana (Jupiter) pintam um quadro de recuperação seletiva. Investidores devem monitorar atentamente o TVL em protocolos DeFi e o suporte psicológico do Bitcoin para confirmar se o pior da volatilidade semanal já ficou para trás. A Binance continua sendo um termômetro vital de liquidez a ser observado neste período de reequilíbrio.


📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Vórtice vermelho sugando fragmentos digitais frágeis em abismo negro, com núcleo Bitcoin dourado intacto no centro, ilustrando liquidações de US$ 2,5 bi

Liquidações de US$ 2,5 Bi: 10º Maior Crash Histórico do Cripto

O mercado de criptomoedas registrou o 10º maior evento de liquidações da história, com US$ 2,5 bilhões em posições alavancadas evaporados em 24 horas. O Bitcoin caiu para US$ 75 mil, menor nível em nove meses, enquanto altcoins como Ethereum e Solana desabaram até 14%. Esse flush removeu alavancagem excessiva, preparando o terreno para um mercado mais saudável com menor risco sistêmico, segundo analistas do CoinGlass e Kobeissi Letter. A capitalização total perdeu US$ 200 bilhões.


Magnitude das Liquidações

Os dados do CoinGlass revelam que US$ 2,53 bilhões em posições foram liquidadas, com US$ 2,41 bilhões em longs — apostas na alta. O Ethereum liderou as perdas com US$ 1,14 bilhão, seguido pelo Bitcoin com US$ 765 milhões, conforme reportado pelo Portal do Bitcoin. Três ondas de liquidação em 12 horas somaram US$ 1,3 bilhão, criando ‘bolsões de ar’ nos preços devido à liquidez fina e alavancagem extrema.

O evento ocorreu em um sábado de baixa liquidez, amplificando o impacto. Mais de US$ 1 bilhão foi liquidado em apenas cinco minutos quando o BTC testou US$ 76 mil. Esse ranking histórico destaca a vulnerabilidade a cascades de liquidações em mercados alavancados.

Impacto nos Preços e Capitalização

O mercado total perdeu US$ 200 bilhões em capitalização, caindo para US$ 2,7 trilhões. Bitcoin recuou 8% para US$ 75 mil, patamar inédito desde maio de 2025, enquanto Ethereum despencou 13% para US$ 2.362 e Solana 14% para US$ 101.

Segundo o AMBCrypto, o BTC negociou abaixo das médias móveis principais pela primeira vez desde 2022, sinalizando possível fase de consolidação prolongada. No Brasil, o Bitcoin está em R$ 403.679, queda de 2,31% em 24 horas, conforme o Cointrader Monitor.

Causas: Liquidez e Alavancagem Excessiva

Analistas do Kobeissi Letter descartam Fed ou tensões no Oriente Médio, atribuindo o crash puramente à liquidez choppy e alavancagem extrema. Sentimento de manada oscilou de euforia para pânico, gerando swings agressivos. O evento faz parte de um reset global de US$ 12 trilhões em risco, incluindo quedas em metais preciosos.

Exchanges elevaram requisitos de margem, forçando mais vendas em cascata. ETFs de Bitcoin nos EUA registraram saídas de US$ 1,5 bilhão na semana, reforçando a pressão vendedora.

Limpeza Necessária para Saúde do Mercado

Esse flush removeu posições sobrealavancadas, reduzindo o risco sistêmico. Histórico mostra que pós-liquidações massivas, o mercado estabiliza com bases mais sólidas. Investidores devem monitorar suportes em US$ 76 mil para BTC e adotar gestão de capital gradual, como dollar-cost averaging em zonas de medo extremo.

Os dados sugerem oportunidade em polaridade emocional, mas volatilidade persiste. Vale acompanhar volume e open interest para sinais de recuperação.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem cartoon de Saylor como guardião resiliente em fortaleza BTC contra tempestade vermelha de liquidações, testando pressão em US$76k

Estratégia de Saylor Sob Pressão: BTC a US$ 76k Testa Resiliência

O Bitcoin despencou para US$ 76.000 neste sábado, apagando US$ 111 bilhões de capitalização e liquidando US$ 2,5 bilhões em posições alavancadas. A queda de 10% coloca o preço médio de aquisição da MicroStrategy (MSTR), de cerca de US$ 76.000, sob teste de estresse. No entanto, analistas da CryptoQuant veem resiliência: sem vendas por Michael Saylor, um colapso de 70% é improvável. O momento crítico reforça a solidez da maior detentora corporativa de BTC, com 712 mil moedas em tesouraria.


Queda do Bitcoin e Liquidações Recordes

A desvalorização de 30% desde abril de 2025 reflete realização de lucros por detentores antigos, colidindo com baixa liquidez e ausência de capital fresco, conforme o choque de liquidações de US$ 2,5 bilhões. Ki Young Ju, CEO da CryptoQuant, destaca que o Realized Cap está planificado, sinalizando fim de inflows institucionais que ancoraram o BTC perto de US$ 100.000.

Grandes participantes como Kraken (17 mil BTC), Binance (12 mil BTC) e Coinbase despejaram volumes significativos, acelerando o movimento. Ether e Solana caíram até 17%, evidenciando fragilidade setorial. Segundo o CoinDesk, o rally impulsionado pela MSTR esgotou compradores, mas sem pânico generalizado.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 403.557, com variação de -2,29% em 24h e volume de 345 BTC.

Posição da MicroStrategy no breakeven

A detentora de 712.647 BTC, comprados a média de US$ 76.037, viu seu tesouro cair para US$ 54,2 bilhões. A posição ficou brevemente no vermelho, mas reservas de US$ 2,2 bilhões em caixa eliminam pressão de dívida de curto prazo. Todas as obrigações são longas, permitindo hold firme.

Desde a adoção do “Bitcoin Standard” há 2.000 dias, a MSTR conectou seu desempenho ao BTC. Uma queda adicional de 3% colocaria perdas não realizadas, mas Saylor reforça: a empresa é “construída para o longo prazo”. Isso diferencia a tese institucional de traders especulativos.

Proteção Contra Crash Profundo, Diz CryptoQuant

O CEO da CryptoQuant afirma que o BTC está protegido de queda de 70% a menos que Saylor venda. Diferente de ciclos passados, sem alavancagem forçada, o suporte da MSTR atua como piso. Ju prevê consolidação lateral ampla, não rebound rápido ou capitulação.

Analista Anıl concorda: tentativas de pressionar Saylor perto do custo são de curto prazo. Com caixa abundante, acumulação adicional é plausível, transformando fraqueza em oportunidade.

Perspectivas Otimistas para o Suporte Institucional

A resiliência da MicroStrategy valida a adoção corporativa de Bitcoin como reserva de valor. Investidores devem monitorar o Realized Cap e movimentos de MSTR. Apesar da volatilidade, a ausência de vendas institucionais sugere base sólida para recuperação. Vale observar se inflows de ETFs retornam, ancorando preços acima do breakeven de Saylor. O viés de alta permanece fundamentado na convicção de longo prazo.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Monolito dourado Bitcoin descendo em vácuo negro de liquidez rumo à plataforma de suporte 73K, ilustrando teste crítico de preço e liquidações

Bitcoin Enfrenta Vácuo de Liquidez: Suporte em US$ 73 mil em Teste

O Bitcoin registrou queda abaixo dos US$ 80 mil após liquidações de US$ 1,3 bilhão em 12 horas, expondo um vácuo de liquidez entre US$ 73 mil e US$ 80 mil. Métricas on-chain da CryptoQuant confirmam baixa densidade de ordens de compra, UTXOs e custo médio de investidores de ETFs nessa faixa. Contraponto positivo: detentores de longo prazo (LTH) acumularam 186 mil BTC recentemente. Apostas em opções no Deribit equiparam puts de US$ 75 mil a calls de US$ 100 mil, refletindo cautela do mercado em 1º de fevereiro de 2026.


Vácuo de Liquidez Confirmado por Três Métricas

Os dados mostram um espaço vazio de liquidez no order book spot da Binance entre US$ 73.000 e US$ 80.000, formado entre outubro e novembro de 2025. Apesar da alta para US$ 100 mil no fim de 2025, essa zona permaneceu intocada, atuando como ímã em cenários de volatilidade elevada.

O histograma de preços de UTXOs reforça a tese: transações nessa faixa foram mínimas, indicando ausência de base de custo consolidada. Ademais, o custo médio de investidores de spot ETFs está em torno de US$ 79.000. Esses elementos sugerem que o preço pode gravitar para US$ 73.000, nível não revisitado desde abril de 2025, equivalendo a uma desvalorização de cerca de 40% do pico recente.

Análises baseadas em CryptoQuant QuickTake destacam que tais vácuos frequentemente atraem preço em correções, embora a reação dependa de volume e sentimento.

Detentores de Longo Prazo Aceleram Acúmulo

Em meio à dinâmica de baixa, os LTH acumularam aproximadamente 186.000 BTC em média mensal, conforme métrica LTH Supply Change (Coinbase fix). Essa transição reduz a oferta de short-term holders, sinal histórico de convicção em fases de acumulação ou fim de correções.

No entanto, a demanda spot permanece fraca, com risco de capitulação adicional. O padrão ecoa abril de 2025, durante retração similar. Dados da CryptoQuant indicam que LTH absorvem supply, potencialmente limitando downside, mas sem recuperação de demanda, o suporte pode ser testado.

Traders monitoram se esse acúmulo sustenta níveis chave ou se pressão vendedora prevalece.

Queda Abaixo de US$ 80 Mil Amplifica Riscos

A perda do suporte em US$ 80.000, custo médio dos ETFs e True Market Mean, eleva preocupações, conforme análise de Burak Kesmeci. Retestes prévios em outubro de 2025 reforçaram o nível, mas rompimento abre caminho para US$ 72.000, US$ 68.000 e US$ 62.000, clusters de volume profile.

Para reversão, rebound para US$ 90.000, SMA111 em US$ 95.000 e US$ 100.000. No Deribit, open interest de puts US$ 75.000 atinge US$ 1,159 bilhão, paridade com calls US$ 100.000, invertendo otimismo pós-eleição Trump.

Put activity supera calls em strikes inferiores, sinalizando hedge contra declínio adicional.

Níveis a Observar e Cotação em Reais

Os dados apontam US$ 73.000-80.000 como zona crítica, com LTH oferecendo contrapeso. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 405.094 às 18:53 de 1º de fevereiro, com variação de -1,9% em 24h e volume de 344 BTC.

Investidores atentam a fechamentos semanais abaixo de US$ 80.000 para confirmar bearish, ou rebound acima de US$ 90.000 para bullish. Métricas de liquidez, on-chain e opções fornecem base factual para decisões autônomas.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Agente federal cartoon algemando redemoinho de moedas Bitcoin misturadas, representando apreensão do DOJ de US$400 milhões do mixer Helix

DOJ Apreende US$ 400 Milhões do Mixer Helix: Entenda o Caso

O Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) finalizou a apreensão de mais de US$ 400 milhões em criptomoedas, dinheiro e imóveis ligados ao mixer Helix, um serviço famoso por lavar Bitcoin de atividades ilegais. A decisão veio em janeiro de 2026, após anos de processo contra Larry Dean Harmon, operador da plataforma que funcionou de 2014 a 2017. Isso mostra que o anonimato prometido por esses serviços está cada vez mais frágil diante da tecnologia forense.


O Que é um Mixer de Bitcoin, Como o Helix?

Imagine que você tem moedas sujas de lama — como as que vêm de transações ilegais. Um mixer, ou tumbler, é como uma máquina de lavar coletiva: junta o seu Bitcoin com o de outros usuários, embaralha tudo e devolve uma quantia equivalente de moedas “limpas”, sem ligação aparente com a origem. Em outras palavras, isso significa que o histórico de transações fica ofuscado, dificultando o rastreamento.

O Helix, operado por Larry Dean Harmon, processou mais de 354 mil Bitcoins, equivalentes a cerca de US$ 300 milhões na época. Ele se conectava diretamente a mercados da darknet, como os de drogas e hacks, cobrando comissões. Pense assim: era um serviço conveniente para criminosos, mas prometia privacidade também para usuários legítimos que querem proteger sua identidade financeira — algo comum em um mundo onde bancos rastreiam tudo.

Por que importa? Porque mixers desafiam o equilíbrio entre privacidade e transparência no blockchain do Bitcoin, que é público por natureza. Ninguém nasce sabendo: o Bitcoin não é anônimo, só pseudônimo, e mixers tentam adicionar camadas de anonimato.

Como as Autoridades Rastrearam o Helix?

Autoridades como o DOJ usam ferramentas de análise forense blockchain — softwares que mapeiam padrões de transações, mesmo em mixers. No caso do Helix, investigadores ligaram fluxos de fundos de darknets diretamente ao serviço. Harmon foi acusado em 2020 de conspiração de lavagem e operação sem licença, confessou em 2021 e foi sentenciado em 2024 a 36 meses de prisão.

Em 21 de janeiro de 2026, a juíza Beryl A. Howell emitiu a ordem final de confisco. Isso significa que, apesar do embaralhamento, padrões como volumes, horários e integrações via API traíram o serviço. É como seguir pegadas na lama: mesmo misturadas, experts encontram pistas. Segundo o recap semanal do mercado, essa foi uma das maiores vitórias regulatórias recentes.

Hoje, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 404.919,67, com variação de -1,93% em 24h. Esses valores apreendidos valem ainda mais agora.

O Que Isso Significa para a Privacidade no Bitcoin?

Para iniciantes, isso é uma lição chave: o sigilo total em mixers está sendo desafiado. Ferramentas como Chainalysis e avanços em IA permitem desmascarar até os mais sofisticados. Plataformas como Tornado Cash já foram sancionadas, e o DOJ foca em usos criminosos, mas advogados cripto argumentam que privacidade legítima é um direito.

Em outras palavras, pense no PIX ou TED: você quer que todos saibam de onde veio seu salário? No cripto, a transparência é força, mas também risco. O caso Helix incentiva alternativas legais, como coinjoins colaborativos ou moedas focadas em privacidade, como Monero — sempre com cautela legal.

Saia confiante: entenda seu risco, use wallets não custodiais e fique de olho em regulamentações. O ecossistema evolui, e conhecimento é sua melhor proteção.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Regulador Fed cartoon em balança desequilibrada com blockchain florescendo e Bitcoin pressionado, ilustrando paradoxo de Warsh

Fed com Warsh: Paradoxo Apoia Blockchain, Mas Restringe Cripto

A nomeação de Kevin Warsh como presidente do Federal Reserve cria um paradoxo para o mercado de criptomoedas: apoio entusiástico à tecnologia blockchain e ao Bitcoin como “novo ouro” para jovens investidores, mas compromisso com uma política monetária restritiva, sem expansão quantitativa (QE). Em paralelo, dados alternativos da Truflation indicam resfriamento acentuado da inflação nos EUA, com CPI em 0,86% ao ano, pressionando por cortes de juros que podem beneficiar ativos de risco como o Bitcoin.


Warsh: Entusiasta da Tecnologia Blockchain

O futuro chair do Fed, Kevin Warsh, posiciona-se como defensor raro da inovação em cripto entre líderes financeiros tradicionais. Ele descreve o Bitcoin como “seu novo ouro” para investidores abaixo de 40 anos, reconhecendo-o como reserva de valor legítima. Warsh vê a blockchain como “o software mais novo e legal” para economias globais, enfatizando a necessidade de liderança americana nessa área para competir com rivais internacionais.

Essa visão marca uma ruptura com antecessores mais cautelosos. No entanto, o suporte tecnológico não se traduz em estímulos monetários ilimitados, gerando tensão no mercado cripto que depende de liquidez abundante para altas expressivas.

Política Monetária Restritiva Sem QE

Apesar de prever cortes agressivos na taxa de juros, Warsh planeja reduzir o balanço patrimonial do Fed, eliminando as injeções de liquidez via QE que impulsionaram o Bitcoin a recordes históricos. Essa abordagem de “cortes sem expansão” cria um ambiente inédito: empréstimos mais baratos, mas sem o “muro de dinheiro” que alimentava compras institucionais.

O fortalecimento do dólar sob essa estratégia reduz o apelo de ativos alternativos como o BTC. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 406.555 (-1,31% em 24h), refletindo ajuste a esse novo regime.

Inflação em Queda Pressiona por Mudanças no Fed

Dados da Truflation mostram resfriamento drástico: CPI dos EUA em 0,86% YoY (de 1,24% anterior) e core PCE em 1,38%, abaixo da meta de 2%. Isso contrasta com números oficiais (CPI 2,7% em dezembro), sugerindo que o Fed pode estar descompassado.

O dólar enfraquece, com o US Dollar Index rompendo suportes de longo prazo. Investidores como Raoul Pal argumentam que um dólar mais fraco alivia dívidas globais e apoia liquidez, beneficiando cripto. No contexto geopolítico, isso equilibra o paradoxo de Warsh, favorecendo infraestrutura blockchain mesmo com restrições monetárias.

Implicações para Cripto e Bitcoin em 2026

O cenário macro sob Warsh testa a maturidade das criptomoedas: suporte regulatório e tecnológico pode impulsionar desenvolvimento (ex: bancos servindo clientes cripto), mas preços de tokens enfrentam ventos contrários sem QE. Para brasileiros, com dólar a R$ 5,25, o BTC em queda exige monitoramento do Fed.

Investidores devem posicionar-se para um Fed focado em produtividade (IA e semicondutores com viés de alta; metais e cripto com viés de baixa no curto prazo). O paradoxo moldará 2026: blockchain avança, mas Bitcoin depende de inflação baixa forçando cortes efetivos.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Mineradores cartoon lutando contra nevasca furiosa ao redor de rigs de Bitcoin, com '-12%' soprado pelo vento, ilustrando queda no hashrate por tempestades nos EUA

Hashrate do Bitcoin Cai 12% com Nevascas nos EUA

Os dados mostram que o hashrate do Bitcoin registrou sua maior queda desde o banimento na China em 2021, recuando 12% para cerca de 970 EH/s desde 11 de novembro, impulsionado por condições climáticas extremas nos EUA. Tempestades de inverno forçaram mineradoras a desligarem equipamentos para preservar infraestrutura e atender demandas de redução de carga elétrica, impactando diretamente a produção e receita do setor.


Queda Acelerada no Hashrate

O hashrate, métrica que representa o poder computacional total da rede Bitcoin, caiu para o menor nível desde setembro de 2025, conforme dados da CryptoQuant. A retração de 12% ocorreu em meio a nevascas intensas que afetaram polos de mineração nos Estados Unidos, principais hubs após a migração pós-China. Mineradoras listadas em bolsa, como Core Scientific e Marathon Digital, optaram por pausas operacionais voluntárias para evitar sobrecarga na rede elétrica local.

Esta é a maior drawdown desde outubro de 2021, destacando a vulnerabilidade do setor a eventos climáticos em regiões dependentes de energia estável. Apesar da queda, a rede Bitcoin mantém segurança robusta, com ajustes automáticos de dificuldade previstos para compensar a redução no poder de processamento.

Impacto na Produção e Receita Diária

A produção de mineradoras públicas monitoradas pela CryptoQuant despencou de uma média de 70-90 BTC por dia para 30-40 BTC no pico da disrupção climática. Paralelamente, a receita diária do setor caiu de US$ 45 milhões em 22 de janeiro para US$ 28 milhões dois dias depois, com recuperação parcial para US$ 34 milhões.

As maiores mineradoras reduziram emissão diária de 77 BTC para 28 BTC, enquanto as demais caíram de 403 BTC para 209 BTC. Em média móvel de 30 dias, trata-se da retração mais intensa pós-halving de abril de 2024, refletindo não só o clima, mas também a oscilação do preço do Bitcoin em torno de US$ 83 mil.

Hashprice em Mínimas Anuais Pressiona Mineradoras

O hashprice, indicador que mede a rentabilidade diária por exahash (receita estimada por unidade de hashrate), atingiu níveis próximos às mínimas anuais, conforme análise de mercado. Isso agrava a crise financeira para mineradoras menores, que operam com margens apertadas e custos energéticos elevados.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 406.625,76 às 18:36 de 1º de fevereiro (variação 24h de -1,26%), equivalente a cerca de US$ 77.400 ao câmbio de R$ 5,25. Essa combinação de baixa rentabilidade e disrupções externas força consolidação no setor, com players menores potencialmente desligando rigs permanentemente.

Implicações para a Rede e Níveis a Observar

A rede Bitcoin permanece resiliente, com o protocolo ajustando a dificuldade de mineração a cada 2016 blocos (cerca de duas semanas) para manter o tempo médio de bloco em 10 minutos. Os dados sugerem recuperação parcial do hashrate à medida que o clima melhora, mas vale monitorar: níveis de suporte em 950 EH/s, recuperação da receita acima de US$ 40 milhões/dia e impacto no preço do BTC abaixo de US$ 80 mil.

Traders devem observar o volume de mineração (342 BTC em 24h no Brasil) e métricas on-chain como taxa de hash de mineradoras públicas. A crise destaca a dependência energética do setor, mas reforça a descentralização global da rede.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Sol dourado eclipsado por sombra negra com raios vermelhos bold e orbitas concêntricas, simbolizando 4 meses de queda consecutiva do Bitcoin

Bitcoin Fecha Janeiro com 4 Meses Seguidos no Vermelho

O Bitcoin fechou janeiro com queda de 10,17%, marcando o quarto mês consecutivo no vermelho e a maior perda mensal desde novembro de 2018. Os dados mostram uma desvalorização acumulada de cerca de 20% nos últimos quatro meses, com o ativo caindo de US$ 95.500 para US$ 75.000 em menos de duas semanas. Esse padrão evoca o mercado de baixa de 2018, quando o BTC registrou seis meses seguidos de queda antes de encontrar suporte. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 406.138,04 às 18h28 de 1º de fevereiro, com variação de -1,25% em 24 horas.


Desempenho Mensal e Contexto Histórico

Os números indicam que janeiro representou a pior performance mensal em oito anos, com o Bitcoin testando mínimas de US$ 75.500, último patamar visto em abril de 2025. De acordo com dados da CoinGlass, o fechamento vermelho consecutivo é inédito desde o final de 2018, período em que o ativo acumulou perdas prolongadas antes de uma recuperação em 2019. Naquele ciclo, o BTC formou seis meses negativos seguidos, atingindo fundo em janeiro após sucessivos rompimentos de suportes.

Em 2026, o movimento acelerou após rejeição em US$ 95.000 no meio do mês, levando a uma cascata de liquidações bilionárias. A análise da Bloomberg aponta que a queda abaixo de US$ 80.000 reflete contração de liquidez e redução de confiança, com ETFs de spot registrando saídas contínuas. A capitalização de mercado encolheu, e o volume negociado caiu mais de 30% em relação ao pico de outubro de 2025.

Indicadores de Sentimento e Medo Extremo

O Índice de Medo e Ganância do Bitcoin despencou para 14, o menor nível desde meados de dezembro de 2025, sinalizando medo extremo entre investidores. Esse indicador, que pondera volatilidade (25%), momentum de mercado (25%), dominância do BTC (10%), tendências sociais (15%) e pesquisas (5%), reflete o impacto da queda de US$ 20.000 em duas semanas. A métrica da Alternative.me está abaixo de 30 desde 22 de janeiro, alinhada à liquidação de posições alavancadas superior a US$ 2,5 bilhões no último sábado.

Volume de 24 horas no mercado brasileiro, conforme Cointrader Monitor, foi de 343,49 BTC, com dominância das exchanges locais como Binance (185,27 BTC) e NovaDAX (53,64 BTC). Esses dados sugerem consolidação em patamares baixos, com suportes testados em US$ 75.000 e resistências iniciais em US$ 84.000.

Comparação com 2018 e Padrões Técnicos

Em 2018, o Bitcoin acumulou perdas de até 80% do pico, com médias móveis de 200 semanas atuando como suporte final. Atualmente, os dados mostram similaridades: quatro meses vermelhos seguidos, mas diferenças notáveis, como maior maturidade do mercado e inflows institucionais prévios via ETFs. A retração de 40% do pico de 2025 (acima de US$ 126.000) posiciona o BTC próximo à média móvel de 200 dias, em torno de US$ 72.000-75.000.

Analistas como os da Kaiko estimam 6 a 9 meses para recuperação substancial, enquanto métricas on-chain indicam que 70% da oferta permanece em lucro, longe de capitulação total. Níveis a observar incluem suporte em US$ 75.000 (próximo à MM200 semanal) e resistência em US$ 90.000. O RSI mensal está em zona de sobrevenda (abaixo de 30), padrão visto antes de rebotes históricos.

Implicações para Investidores

Os padrões históricos sugerem que correções prolongadas precedem fases de consolidação ou reversão, como ocorrido pós-2018. No entanto, fatores macro como política monetária do Fed e fluxos de ETF continuarão influenciando. Traders devem monitorar volume de liquidações e dominância do BTC, atualmente em 55%, para avaliar a força relativa. A utilidade reside em posicionar stops abaixo de suportes chave e observar cruzamentos de médias móveis para sinais de momentum.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Políticos cartoon europeu da direita e Trump-inspired hasteando bandeira BTC sobre Atlântico, simbolizando adoção política de cripto na Europa e EUA

Efeito Trump: Cripto Virou Arma Política na Europa e EUA

Líderes da direita europeia adotam cripto como estratégia política, inspirados na campanha de Donald Trump que posicionou Bitcoin como pilar central. No Atlântico, a Casa Branca organiza reuniões para resolver disputas sobre stablecoins e destravar o projeto Clarity Act no Senado. O fenômeno revela cripto como peça geopolítica, atraindo eleitores e moldando regulações em múltiplas jurisdições.


Estratégia de Trump Ecoa na Europa

Desde a vitória de Trump em 2024, partidos conservadores europeus incorporam cripto em suas plataformas. No Reino Unido, o Reform UK de Nigel Farage tornou-se o primeiro a aceitar doações em criptomoedas e propõe limitar impostos sobre ganhos de capital a 10%. Farage anunciou isso na Bitcoin Conference, conectando-se a aliados de Trump como David Bailey, da BTC Inc.

Essa abordagem atrai eleitores jovens e investidores, em um contexto de adoção crescente: 12% dos franceses e 19% dos poloneses detêm criptoativos, segundo relatórios locais. Autoridades europeias observam o potencial para inovação financeira sem intervenção estatal excessiva.

França e Polônia Apostam em Reservas de Bitcoin

Na França, Marine Le Pen evoluiu de opositora para defensora da mineração de Bitcoin com energia nuclear excedente. O Reagrupamento Nacional e a Reconquête propõem reservas estratégicas de Bitcoin, ecoando ordens executivas americanas. Na Polônia, Sławomir Mentzen, com portfólio pessoal de US$ 1,5 milhão em BTC, obteve 15% dos votos prometendo um “paraíso cripto” com baixos impostos.

Essas iniciativas contextualizam tendências globais: Bitcoin como ferramenta de soberania financeira, alinhada a visões libertárias. Líderes conectam regulação amigável à atração de investimentos estrangeiros, impactando mercados além das fronteiras nacionais.

Casa Branca Media Disputa sobre Stablecoins nos EUA

Paralelamente, o governo Trump prioriza legislação cripto. A Casa Branca planeja reuniões entre bancos e firmas de cripto para resolver impasse no Clarity Act. Bancos temem perda de US$ 500 bilhões em depósitos para plataformas que oferecem recompensas em stablecoins, enquanto o setor cripto defende incentivos para competição.

O conselho cripto da Casa Branca media, visando aprovação antes das eleições. Essa urgência reflete o compromisso de Trump em posicionar os EUA como capital global de cripto, influenciando jurisdições aliadas.

Implicações para Investidores Globais

Para investidores brasileiros, esses movimentos sinalizam convergência regulatória transatlântica. Decisões em Washington e Bruxelas afetam fluxos de capital, liquidez de stablecoins e adoção de Bitcoin como reserva. Monitorar negociações é essencial, pois regulações favoráveis podem impulsionar valorizações, enquanto disputas prolongadas geram volatilidade. Cripto transcende finanças: é agora vetor de poder geopolítico.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Cúpula cyan neon protegendo núcleo cristalino dourado contra partículas quânticas roxas, simbolizando defesas pós-quânticas de Ethereum e Coinbase

Cripto vs Quantum: Ethereum e Coinbase Blindam Redes Contra Supercomputadores

A Ethereum Foundation elevou a segurança pós-quântica a prioridade estratégica, criando uma equipe dedicada ao Post-Quantum (PQ) para proteger o consensus layer contra computadores quânticos. Paralelamente, a Coinbase formou um conselho consultivo independente sobre riscos quânticos ao blockchain, enquanto o banco Jefferies removeu Bitcoin de seu portfólio modelo por temores de longo prazo. Esses movimentos sinalizam que a ameaça, antes teórica, agora exige ação concreta nos protocolos.


O Que é a Ameaça Quântica aos Blockchains?

Blockchains como Ethereum e Bitcoin dependem de criptografia assimétrica, como o algoritmo ECDSA, onde chaves públicas derivam de chaves privadas via curvas elípticas. Um computador quântico, usando o algoritmo de Shor, pode resolver o problema do logaritmo discreto nessas curvas em tempo polinomial, expondo chaves privadas a partir de chaves públicas reveladas on-chain.

Imagine um banco de dados distribuído onde cada entrada é assinada com uma chave que um supercomputador clássico não quebra, mas um quântico faz em minutos. No Bitcoin, endereços P2PKH revelam a chave pública ao gastar; no Ethereum, validadores assinam blocos. Assinaturas post-quantum (PQ), baseadas em lattices ou hashes, resistem a isso, mas são maiores e mais computacionalmente intensas — até 10x o tamanho das atuais.

Por que importa? Estima-se que 20-50% do Bitcoin circulante (4-10 milhões BTC) fique vulnerável se chaves forem expostas, segundo análises técnicas recentes.

LeanVM: Inovação da Ethereum para Escala PQ

A equipe PQ da Ethereum foca no consensus layer, onde milhares de validadores assinam atestados. Substituir ECDSA por PQ criaria overhead: assinaturas maiores incham blocos e aumentam latência. A solução é a leanVM, uma máquina virtual especializada que agrega múltiplas assinaturas PQ em uma única prova compacta, verificável on-chain sem sobrecarregar a rede.

Como funciona? Pense em um Merkle tree otimizado para agregação: validadores geram assinaturas individuais off-chain; leanVM as combina em uma prova zero-knowledge, reduzindo os dados para ~1-2 KB por bloco. Testnets já rodam com PQ signatures, provando viabilidade. Isso preserva a eficiência do Ethereum — TVL de mais de US$ 100 bilhões e milhões de transações diárias — enquanto migra para criptografia quântica-resistente.

O roadmap visa upgrades antes de 2030, alinhado com avanços quânticos como os da Google.

Bitcoin e Coinbase: Medidas Proativas

No Bitcoin, a ameaça é similar, mas o upgrade requer coordenação global via soft/hard forks — 5-10 anos. Tipos de endereço variam: Taproot expõe chaves imediatamente; P2PKH só ao gastar. Cerca de metade dos BTC permanece segura se nunca gasta.

A Coinbase, custodiante de bilhões em BTC, criou um board com criptógrafos quânticos para mapear migrações. Já em janeiro, Jefferies retirou 10% de alocação em BTC do portfólio “Greed & Fear” por risco assimétrico: hardware quântico avança não-linearmente, enquanto upgrades são lentos.

Optimism, L2 Ethereum, planeja 10 anos de transição na Superchain, facilitada por forks no OP Stack.

Por Que Agir Agora?

A computação quântica passou de teoria para engenharia: avanços constantes aceleram os prazos. Ethereum e Bitcoin não estão em risco imediato — não nesta década —, mas preparação antecipada evita pânico. Usuários ganham monitorando: migre para endereços não-reutilizados; devs, priorizem PQ em wallets e L2s.

Esses esforços diferenciam inovação real de hype: código é lei, e protocolos que evoluem tecnicamente perduram.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Analista cartoon alertando rachadura em barra de prata com '60' gravado sob pressão de dólar e yields, sinalizando riscos macro para Bitcoin

Prata para US$ 60? Alerta da Bloomberg Sinaliza Riscos Macro

Um estrategista da Bloomberg Intelligence alerta que a prata, negociada acima de US$ 85 por onça, ainda enfrenta risco de correção severa para US$ 60, mesmo após queda de 31% em um dia. Mike McGlone destaca o ratio prata/cobre elevado, sugerindo exuberância irracional. Em um cenário de dólar forte e yields em alta, o mercado cripto — sensível a esses ventos macro — deve prestar atenção, pois a história mostra que commodities voláteis precedem ajustes em ativos de risco.


Ratio Prata/Cobre Revela Sobrevalorização

O ratio prata/cobre permanece nos mid-teens, bem acima da média histórica de cerca de 6 e picos em torno de 10 desde 1988. McGlone argumenta que o cobre, metal industrial ancorado em demanda real de manufatura e infraestrutura, serve como benchmark estável contra a volatilidade investment-driven da prata.

Gráficos logarítmicos de longo prazo confirmam: mesmo com a prata estabilizando em US$ 78-80 após colapso, o ratio sugere que uma queda para US$ 60 ainda deixaria o metal precioso caro em termos relativos. A correlação de 100 semanas entre os metais é de 0.51, ampliando-se em fases especulativas — um padrão familiar em bolhas passadas, como as tulipas ou dot-com.

Segundo o AwesomeAPI, a prata spot está em US$ 85,11 (bid), com variação diária de -27,65% — reflexo do pico recente acima de US$ 118.

Queda Brutal: Triggers Macroeconômicos

A prata despencou mais de 31% em 30 de janeiro — pior dia desde 1980 —, saindo de picos acima de US$ 118 para US$ 84, estabilizando em US$ 78-80. O catalisador: nomeação de Kevin Warsh como chair do Fed por Trump, impulsionando dólar e yields dos Treasuries, enquanto liquidações forçadas varreram posições alavancadas.

O aumento de 36% nos requisitos de margem da CME acelerou o unwind. O mercado está ignorando esses sinais de topo de ciclo? A história mostra que, em 2018 e 2022, euforia em commodities precedeu correções cripto profundas, com Bitcoin caindo 80%+.

Hoje, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 404.601, com variação de -1,33% em 24h — sintoma de apetite por risco em baixa.

Correlação com Criptomoedas: Um Sinal de Alerta?

Se a prata — apelidada de ‘ouro digital’ original — revela fragilidades em valuations extremos, o que dizer dos criptoativos? Ambos sofrem com volatilidade amplificada por momentum e expectativas monetárias, ignorando âncoras fundamentais em fases de alta.

Cuidado com a narrativa de ‘novo paradigma’: ciclos existem, e liquidez global apertando (Fed hawkish) pressiona ativos especulativos. Em crises asiáticas de 1997 ou dot-com 2000, commodities deram o primeiro grito antes do contágio. O Bitcoin, correlacionado com prata em riscos sistêmicos, pode testar suportes se yields continuarem subindo.

Não é FUD: é ceticismo embasado. Proteção de capital sempre prevalece sobre maximizar bull markets efêmeros.

O Que Monitorar no Horizonte Macro

Vale acompanhar: decisões do Fed sob Warsh, dados de PMI chinês (já em contração), estoques COMEX de prata drenando em short squeezes passados, e fluxos para dólar como safe haven.

Para brasileiros, com dólar em R$ 5,255 (+1,42%), a prata em R$ 447/oz amplifica o impacto local. Investidores cripto devem questionar: estamos em outro pico de exuberância irracional? A resposta virá dos dados, não das narrativas.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Elevador digital em queda livre com traders cartoon em pânico segurando gráfico de 77K vermelho, chuva de liquidações e nuvens de FUD político

BTC e ETH em Queda Livre: Liquidações Bilionárias e Crise Política nos EUA

📊 BOLETIM CRIPTO | 01/02/2026 | NOITE

O mercado de criptomoedas enfrenta um domingo de capitulação severa, marcado pelo maior volume de liquidações em cascata desde eventos históricos como a queda da FTX. O Bitcoin recuou para a faixa de US$ 77 mil, seu menor patamar em nove meses, enquanto o índice de medo atingiu níveis alarmantes de pânico extremo. Além da pressão vendedora em derivativos, o cenário é agravado por uma crise política em Washington, onde a senadora Elizabeth Warren exige investigações sobre um investimento de US$ 500 milhões dos Emirados Árabes Unidos (UAE) na corretora cripto ligada à família Trump. Com saídas institucionais recorrentes nos ETFs e tensões geopolíticas no Oriente Médio, o viés de baixa forte predomina no curto prazo, testando a resiliência dos maiores suportes técnicos do setor.


🔥 Destaque: Liquidações de US$ 2,6 bi e BTC em Mínima de 9 Meses

O encerramento do primeiro mês de 2026 despejou uma pressão vendedora brutal sobre o ecossistema cripto. O Bitcoin rompeu suportes psicológicos importantes, atingindo mínimas de US$ 77.000 em um movimento que eliminou mais de US$ 2,5 bilhões em posições compradas apenas nas últimas 24 horas. Esse evento de desalavancagem forçada entra para o top 10 histórico do setor, superando em magnitude o crash da era Covid e o colapso da exchange FTX.

A queda não foi isolada. O Ethereum sofreu um recuo ainda mais agressivo, perdendo cerca de 17% de valor e registrando liquidações que somam US$ 1,15 bilhão. A dinâmica foi acelerada pela baixa liquidez típica do fim de semana, onde ordens de venda automáticas (stop-loss) foram executadas em sequência, sem compradores suficientes para sustentar os preços. Grandes exchanges, como a Binance e Bybit, processaram fluxos massivos de saída de capital.

De acordo com o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 404.467,54 no mercado brasileiro, refletindo a desvalorização global. A queda atual representa um recuo de 35% desde o pico histórico de outubro, colocando investidores institucionais e o varejo em um estado de vigilância máxima quanto aos próximos suportes em US$ 75.000 e US$ 72.000.

O que monitorar a partir de agora é o comportamento dos ETFs spot nos EUA. Na última semana, esses veículos registraram resgates de US$ 1,5 bilhão, sinalizando que o apetite institucional por risco está diminuindo diante da incerteza macroeconômica e do medo de uma bolha tecnológica global.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento atual é de medo extremo, com o índice Fear & Greed despencando para 14 — o nível mais baixo desde dezembro do ano passado. Essa deterioração é alimentada por uma convergência perigosa de fatores: tensões geopolíticas no Estreito de Ormuz, a paralisação parcial do governo dos Estados Unidos e o início de investigações parlamentares sobre a relação entre o capital estrangeiro e o mercado cripto americano.

O cenário otimista de outrora deu lugar a um viés de baixa dominante, com investidores migrando para a segurança do dólar e ativos de baixo risco. A queda do Bitcoin abaixo do custo base dos ETFs (estimado em US$ 80.000) cria um risco sistêmico de resgates adicionais, forçando gestoras a venderem ativos no mercado à vista para honrar saques. Setores como o de finanças descentralizadas (DeFi) também sofrem com a redução do TVL, à medida que a confiança na infraestrutura de segurança e liquidez é testada.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Cascata de Liquidações: A alta alavancagem em posições compradas ainda remanescentes pode desencadear novas vendas forçadas se o nível de US$ 76.000 não for defendido pelas baleias.
  • Escrutínio Regulatório: As demandas da senadora Elizabeth Warren por audiências sobre o financiamento dos UAE podem resultar em sanções ou novas restrições a investimentos estrangeiros em empresas cripto dos EUA.
  • Resgates em ETFs: Se os fluxos negativos continuarem, a pressão vendedora institucional pode prolongar a correção para alvos inferiores em torno de US$ 62.000.
  • Escalada Geopolítica: Conflitos no Oriente Médio elevam a aversão ao risco global, historicamente desfavorável a ativos voláteis como o Bitcoin e altcoins de beta elevado.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação no Pânico: Historicamente, níveis de medo extremo (abaixo de 20) marcam fundos locais de mercado. Investidores de longo prazo enxergam a queda de US$ 20.000 em duas semanas como uma zona de entrada estratégica.
  • Resiliência da Strategy: A empresa de Michael Saylor está próxima ao seu ponto de equilíbrio (US$ 76.037). Uma defesa bem-sucedida desse patamar reafirmaria a tese do HODL institucional pacientemente.
  • Migração para Protocolos Apolíticos: O escrutínio sobre projetos ligados a políticos americanos pode favorecer a rotação de capital para redes verdadeiramente descentralizadas e permissionless, como o Bitcoin e Layer 1s independentes.

📰 Principais Notícias do Período

1. BTC atinge US$ 77k, menor em 9 meses; liquidações US$ 2,5 bi
O Bitcoin despencou 8% para a faixa de US$ 77 mil, seu menor nível em nove meses. A queda arrastou altcoins, com perdas de até 14% em nomes como Solana e XRP. O movimento foi catalisado por riscos geopolíticos no Oriente Médio e liquidações massivas que superaram US$ 2,5 bilhões.

2. Liquidações pressionam Strategy ao breakeven
A maior detentora institucional de Bitcoin, a Strategy, viu sua posição de 712.647 BTC ficar a apenas 1,8% do lucro com a queda para US$ 78,5k. Se o preço cair mais 3%, a empresa de Michael Saylor entrará em território de prejuízo não realizado após meses de ganhos recordes.

3. Trader perde US$ 222M em posição de ETH
Em um único evento de liquidação na exchange Hyperliquid, um trader perdeu mais de US$ 222 milhões em uma posição comprada de Ether. O ETH liderou as perdas do mercado, com US$ 1,15 bilhão liquidados em 24 horas durante uma queda de 17% que testou o suporte de US$ 2.300.

4. Warren exige investigação em investimento UAE em empresa de Trump
A senadora Elizabeth Warren demandou audiências urgentes após revelações de que um oficial de inteligência dos Emirados Árabes Unidos adquiriu 49% da World Liberty Financial. A suspeita de corrupção envolve a aprovação posterior de venda de chips de IA aos UAE pelo governo Trump.

5. Bitcoin atinge medo extremo após queda de US$ 20k
O preço do Bitcoin recuou US$ 20.000 em apenas duas semanas, saindo de US$ 95.500 para mínimas locais recordes. O índice de medo caiu para 14, refletindo pânico total no varejo, enquanto analistas citam Warren Buffett para incentivar compras de oportunidade durante o crash.

6. Queda abaixo de US$ 80k ativa riscos para investidores institucionais
Analistas alertam para o risco de um “fosso profundo” (deep pit) após o Bitcoin violar o custo médio de aquisição dos ETFs à vista. A quebra deste patamar pode forçar resgates massivos por instituições, empurrando o preço para níveis próximos de US$ 62.000 se o suporte não for retomado.

7. Investimento de US$ 500M dos UAE injeta capital em firma da família Trump
A Aryam Investment 1, ligada ao xeique Tahnoon dos UAE, finalizou um aporte milionário na World Liberty Financial dias antes da posse presidencial. O acordo eleva tensões sobre transparência e influência estrangeira nas políticas de ativos digitais dos EUA.


🔍 O Que Monitorar

  • Liquidações Acumuladas: Acompanhar se o volume de liquidações diário cai abaixo de US$ 1 bilhão, o que sinalizaria o esgotamento da força vendedora.
  • Fluxos Institucionais: Verificar os relatórios da Farside Investors sobre os ETFs Spot para checar se os resgates foram interrompidos.
  • Níveis de Suporte: Manter atenção rigorosa no suporte de US$ 75.000 no BTC e US$ 2.300 no Ethereum.
  • Notícias de Washington: Qualquer avanço no Comitê Bancário do Senado sobre as audiências de Elizabeth Warren trará volatilidade política adicional.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 12 a 24 horas, o viés de baixa forte deve persistir conforme o mercado processa o choque das liquidações recordes. A baixa liquidez de domingo costuma amplificar picos de volatilidade, e o risco de um teste rápido em US$ 75.000 no Bitcoin é real se novas ordens de venda forem acionadas. Contudo, o estado de medo extremo histórico muitas vezes serve como prelúdio para um repique técnico de curto prazo. Investidores devem evitar alavancagem excessiva (leverage) e focar na preservação de capital em plataformas robustas como a Binance, aguardando a abertura dos mercados globais na segunda-feira para confirmar se a capitulação encontrou um piso sustentável.


📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede neural digital fragmentando com explosões vermelhas em cascata, simbolizando liquidações de US$ 2,5 bi e crash no mercado cripto

Liquidações de US$ 2,5 Bi: Crash no Mercado Cripto

Os dados do mercado mostram que US$ 2,58 bilhões em posições foram liquidadas nas últimas 24 horas, com destaque para uma perda individual de US$ 222,65 milhões em uma posição de Ether no Hyperliquid. O Ether liderou com US$ 1,15 bilhão liquidados após queda de até 17%, seguido por Bitcoin (US$ 788 milhões) e Solana (US$ 200 milhões). Paralelamente, ETFs cripto registraram saídas de US$ 1,7 bilhão, o maior volume desde novembro, em um fim de semana de baixa liquidez que acelerou a cascata de liquidações.


Escala das Liquidações por Exchange e Ativo

No Hyperliquid, a exchange de derivativos descentralizada registrou US$ 1,09 bilhão em liquidações, quase todas em posições longas, representando mais de 40% do total. Bybit somou US$ 574,8 milhões e Binance US$ 258 milhões. Ao todo, 434.945 traders foram impactados, com US$ 2,42 bilhões de longs liquidados contra apenas US$ 163 milhões de shorts.

Dois grandes participantes no Hyperliquid sofreram perdas combinadas de US$ 284 milhões em posições de Ether: um endereço conhecido como ‘CZ opponent whale’ perdeu US$ 54 milhões em uma posição de US$ 181 milhões, enquanto o ‘BTC OG insider whale’ registrou US$ 230 milhões de prejuízo em uma posição de US$ 660 milhões. Esses eventos ocorreram em meio a uma queda acentuada do Ether para níveis próximos de US$ 2.436, conforme dados recentes.

Saídas Recordes dos ETFs Cripto

Os ETFs de criptomoedas enfrentaram a maior retirada desde novembro, totalizando US$ 1,7 bilhão na semana. Bitcoin ETFs lideraram com US$ 1,1 bilhão em resgates, seguidos por Ethereum com US$ 630 milhões e XRP com US$ 18 milhões. Nos dois últimos dias, Bitcoin ETFs viram saídas de US$ 817 milhões em 29 de janeiro e US$ 510 milhões no dia seguinte, marcando quatro dias consecutivos de resgates.

Essa contração de liquidez reflete uma rotação de capital, com a capitalização de mercado do USDT registrando aumento de menos de US$ 1 bilhão nos últimos 60 dias — níveis associados a condições de mercado de baixa tardias. Detentores de curto prazo absorveram a maior pressão, vendendo abaixo do custo base em meio à volatilidade.

Baixa Liquidez de Fim de Semana e Riscos da Alavancagem

A liquidez reduzida típica de fins de semana amplificou o impacto das liquidações. Movimentos de preço iniciais, como a queda de 17% no Ether, acionaram fechamentos forçados além dos thresholds de margem, criando um efeito cascata. Posições alavancadas, especialmente longs, provaram vulneráveis em mercados com order books finos.

Indicadores como open interest elevado e funding rates positivos prévios sinalizavam sobreposicionamento bullish. Picos em liquidações frequentemente marcam resets de posicionamento, com dados on-chain mostrando transferência gradual de supply de mãos fracas para detentores de longo prazo. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 417.596,88 (-4,58% em 24h), enquanto Ether está em torno de R$ 12.855,48 (-7,76%). Traders devem monitorar volumes de liquidação, níveis de suporte em ETH próximo de US$ 2.400 e BTC em US$ 79.000, além de fluxos de ETF para avaliação do sentimento.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Pedestal dourado rachado com '80K' emitindo luz vermelha, ultrapassado por silhueta vermelha de carro Tesla, simbolizando perda de top 10 em market cap

Bitcoin Perde para Tesla e Sai do Top 10 Ativos Globais

O Bitcoin despencou para a faixa de US$ 75 mil, rompendo suportes técnicos cruciais em US$ 82.500 e US$ 80 mil em meio a uma venda massiva no mercado cripto. A capitalização de mercado caiu para US$ 1,57 trilhão, tirando o BTC do top 10 ativos globais e colocando-o atrás da Tesla de Elon Musk. Esse movimento sinaliza o fim da lua de mel institucional no curto prazo, com otimismo dando lugar à realidade volátil.


Quebra de Suportes e Venda Intensa

O preço do Bitcoin caiu de uma máxima de 24 horas em US$ 84.356 para uma mínima de US$ 75.644, apagando mais de 10% dos ganhos recentes. A perda do suporte em US$ 82.500 acelerou o movimento, atravessando zonas de liquidez fina e gerando liquidações em massa nos mercados de derivativos. No gráfico diário, o BTC rompeu uma linha de tendência de alta desde dezembro e ficou abaixo da média móvel exponencial de 50 dias, próxima a US$ 90 mil, transformando-a em resistência.

O volume de negociações explodiu durante a quebra, indicando saídas forçadas por margem e não uma rotação gradual de risco. No momento da redação, o Bitcoin negociava a US$ 77.825, com queda de 7% nas últimas 24 horas e volume diário de US$ 75 bilhões. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC em reais está em R$ 416.988,59, com variação de -4,73% em 24 horas.

Perda do Top 10: Tesla Ultrapassa Bitcoin

A capitalização de mercado do Bitcoin encolheu para cerca de US$ 1,57 trilhão, posicionando-o em 13º lugar global, atrás da Saudi Aramco e da ação da Tesla. Recentemente, em outubro, o BTC chegou ao 7º lugar com pico acima de US$ 126 mil e valuation próximo a US$ 2,5 trilhões, superando gigantes como Google e Amazon.

O Ethereum também sofreu, caindo 14,5% na semana para market cap de pouco mais de US$ 300 bilhões, despencando ao 56º lugar, atrás de empresas como Caterpillar e Coca-Cola. Essa inversão destaca a fragilidade das criptomoedas frente a ativos tradicionais em momentos de correção.

Contexto Macroeconômico Agrava a Queda

A venda foi impulsionada pela força do dólar americano após a nomeação de Kevin Warsh, hawkish, para cadeira do Fed por Trump, causando o maior rali do USD desde maio. Ouro caiu 9%, para abaixo de US$ 4.900 e prata 26,3%, para US$ 85,3, mostrando correlação em ativos de risco. Tensões geopolíticas, como explosões no Irã, e o shutdown parcial do governo dos EUA adicionaram pressão.

Dados on-chain mostram aumento em novos endereços, sugerindo entrada de compradores, mas o risco de baixa persiste até reconquista de US$ 82-84 mil. O próximo suporte fica na faixa baixa dos US$ 70 mil.

Implicações para Investidores

Essa correção expõe os limites do otimismo institucional: entradas de ETFs e acumulações corporativas não blindaram o BTC de choques macro. Traders alertam para downside elevado, com foco em estabilização. Para brasileiros, a cotação em R$ 417 mil reforça a necessidade de cautela em um mercado volátil. Vale monitorar o Fed e liquidez global para sinais de reversão ou aprofundamento da baixa.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de gigantes institucionais com braços cruzados sobre pilhas de Bitcoin em meio a nuvens vermelhas turbulentas, simbolizando resiliência e adoção de longo prazo

Saylor no Vermelho: Por Que Gigantes Não Vendem em Queda

A posição de Bitcoin da MicroStrategy de Michael Saylor está ligeiramente no vermelho após o preço cair abaixo de US$ 76.037, seu custo médio de aquisição. Paralelamente, a BitMine de Tom Lee registra perdas não realizadas de US$ 6 bilhões em Ethereum, com o valor de sua posição caindo de US$ 14 bilhões para US$ 9,6 bilhões. Essas são perdas no papel – sem vendas forçadas à vista.


MicroStrategy: Sem Estresse no Balanço

A MicroStrategy (agora Strategy) detém 712.647 BTC completamente livres de ônus, sem colateralização que force vendas em quedas. Com US$ 2,25 bilhões em caixa reservados para dividendos e dívida conversível de US$ 8,2 bilhões com vencimentos flexíveis – o primeiro put só em 2027 –, não há risco imediato de insolvência ou liquidação.

O impacto real da queda é na captação de recursos. Historicamente, a empresa emite ações via ATM offerings quando negociam acima do mNAV (múltiplo ao valor dos BTC). Com o Bitcoin em torno de US$ 75.500 e ações em desconto, novas emissões diluiriam acionistas, freando compras adicionais. Em 2022, durante meses underwater, adicionaram apenas 10 mil BTC. Ainda assim, Saylor mantém a convicção: o mercado está construindo bases para o próximo ciclo.

BitMine e a Aposta em Ethereum

A BitMine Immersion acumulou 4,24 milhões de ETH, comprando mais de 40 mil na semana passada – bem antes da derrocada para US$ 2.300. Isso ampliou perdas não realizadas para além de US$ 6 bilhões. Tom Lee, chairman, adotou tom cauteloso de curto prazo, alertando para deleveraging contínuo até início de 2026, mas reforça visão construtiva de longo prazo.

Parte da posição está em staking, gerando cerca de US$ 164 milhões anuais em receita – um colchão modesto ante volatilidade. Como na MicroStrategy, não há sinais de pânico ou vendas. Essas tesourarias testam a resiliência institucional em correções cíclicas.

Perdas no Papel vs. Realizadas: Lição de Longo Prazo

A diferença chave: prejuízos não realizados só viram reais se venderem. Saylor e Lee, gigantes do otimismo cripto, veem volatilidade como ruído em ciclos maiores. Histórico mostra halvings e adoção (ETFs, corporates) superando quedas. Hoje, fundamentos se fortalecem: fluxos institucionais persistem apesar de correções.

Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin cotado a R$ 416.832 (-4,9% 24h), Ethereum R$ 12.829. Para o investidor comum, isso reforça: foque adoção, não ruído diário. Gigantes não apertam pânico porque sabem onde estamos no ciclo.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.