Avalanche de fragmentos vermelhos desabando sobre monolito Bitcoin rachado em 90K, simbolizando US$ 580 mi em liquidações por pânico macro

Pânico Macro e Queda do BTC: US$ 580 Milhões em Liquidações Hoje

📊 BOLETIM CRIPTO | 20/01/2026 | NOITE

A ameaça principal domina o cenário cripto nesta terça-feira. O pânico vindo do mercado de títulos japoneses, combinado com as agressivas ameaças de tarifas comerciais do presidente Trump, desencadeou uma tempestade perfeita de aversão ao risco. O Bitcoin rompeu o suporte psicológico de US$ 90.000, acionando uma cascata devastadora de US$ 580 milhões em liquidações de posições compradas. Enquanto titãs como a MicroStrategy tentam sustentar o suporte com compras bilionárias e a CFTC sinaliza um futuro regulatório mais claro, esses esforços institucionais ainda são insuficientes para conter o fluxo de saída global. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 482.038,31, refletindo o pessimismo que tomou conta das últimas 24 horas.


🔥 Destaque: Colapso nos Títulos Japoneses Sacode Liquidez Cripto

O mercado de títulos do governo japonês (JGB) sofreu um colapso sem precedentes nesta terça-feira, com o rendimento dos papéis de 30 anos disparando 31 pontos-base para atingir 3,91%, a maior alta diária em décadas. Este movimento sinaliza o fim de um dos suportes de liquidez mais confiáveis do mundo — o capital barato japonês. O impacto foi sentido instantaneamente no Bitcoin, que despencou de US$ 95.000 para patamares abaixo de US$ 91.000 em poucas horas.

Especialistas alertam que este salto nos rendimentos eleva drasticamente o custo de financiamento do chamado carry trade, onde investidores tomam iene (JPY) emprestado para investir em ativos de risco. Com a repatriação acelerada desse capital para o Japão, a liquidez global está sendo drenada, o que amplia a volatilidade em criptoativos e ações. O pânico levou o Nikkei a cair 2,5%, enquanto metais preciosos como o ouro dispararam para recordes acima de US$ 4.700 por onça.

Para o ecossistema cripto, o cenário é de alerta crítico. A correlação com os mercados tradicionais voltou a subir, e a pressão vendedora em derivativos pode persistir até que o Banco do Japão (BoJ) consiga estabilizar os mercados internos. Investidores devem monitorar a paridade USD/JPY e a continuidade da subida nos rendimentos dos JGBs, pois o “aperto” na liquidez mundial está apenas começando a mostrar suas garras na alavancagem das exchanges.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento de viés de baixa moderado prevalece, sustentado por um contágio macroeconômico que ignora desenvolvimentos técnicos positivos. A narrativa central mudou de “descoberta de preço” para “sobrevivência à liquidez”, com a capitalização de mercado total recuando 3% para a faixa de US$ 3,1 trilhões. O desequilíbrio é visível: enquanto o varejo e participantes alavancados são liquidados, baleias antigas começam a mover fundos de 2013, possivelmente antecipando uma correção mais profunda.

Por outro lado, o setor institucional tenta atuar como um amortecedor. A estratégia agressiva da MicroStrategy e os planos da CFTC para uma estrutura “à prova de futuro” mostram que a fundação de longo prazo do mercado está sendo fortalecida. Contudo, no curto prazo, a aversão ao risco gerada pelas tarifas comerciais de Donald Trump sobre a Europa e a Groenlândia atua como um teto pesado para qualquer tentativa de recuperação expressiva do Bitcoin nas próximas horas.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Cascata de Liquidações: O rompimento de suportes técnicos em US$ 90 mil gerou US$ 580 milhões em liquidações. Novas quedas podem forçar mais coberturas de margem, criando um ciclo vicioso de vendas automáticas.
  • Reversão de Carry Trade: A alta nos rendimentos dos JGBs encarece o financiamento global. Se a liquidez continuar voltando para o Japão, ativos voláteis como altcoins podem sofrer correções superiores a 15%.
  • Vulnerabilidade DeFi: O exploit de US$ 4,1 milhões no protocolo Makina via flash loan e manipulação de oracle acende o alerta para pools similares no Curve sob estresse de liquidez.
  • Pressão Vendedora de Baleias: Fluxos de mais de US$ 110 milhões em ETH para exchanges e o despertar de carteiras inativas desde 2013 sugerem uma possível realização de lucros institucional em larga escala.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Compra Pós-Exaustão: Picos de liquidação acima de US$ 500 milhões historicamente limpam o excesso de alavancagem, criando configurações de compra tática para rebotes de 5% a 10% no curto prazo.
  • Clareza Regulatória nos EUA: O plano “Future Safeguard” da CFTC promete estabelecer regras formais estáveis, o que pode atrair capital institucional reprimido para produtos regulados nos próximos meses.
  • Refúgio em Ativos Escassos: A valorização recorde do ouro e da prata impulsiona a narrativa de “reserva de valor”, beneficiando indiretamente o Bitcoin em uma perspectiva de longo prazo pós-pânico macro.

📰 Principais Notícias do Período

1. Pânico JGB yields aperta liquidez global em cripto
Rendimentos dos títulos japoneses de 30 anos disparam, forçando o fechamento de posições alavancadas em todo o mundo. O aperto na liquidez drenou o Bitcoin para patamares abaixo de US$ 91.000, enquanto investidores buscam segurança no ouro.

2. BTC abaixo de US$ 90k aciona US$ 580M em liquidações
A forte desvalorização global, impulsionada pelas tensões tarifárias de Trump, resultou na liquidação de US$ 580 milhões em posições compradas. O mercado cripto total recuou 3% nas últimas horas.

3. Makina perde US$ 4,1 mi em exploit de oracle no Curve
O protocolo DeFi Makina foi vítima de um ataque de US$ 4,13 milhões focado em seu feed de preços. O invasor utilizou flash loans para manipular o oracle da pool DUSD/USDC no Curve.

4. Baleias ETH depositam US$ 110M em exchanges
Grandes investidores e instituições moveram mais de US$ 110 milhões em Ethereum para exchanges como Gemini e Binance. O movimento eleva a oferta disponível e coloca pressão vendedora sobre o ETH.

5. MicroStrategy compra US$ 2,13 bi em BTC; totaliza 709k BTC
A empresa de Michael Saylor adicionou 22.305 BTC ao seu balanço por US$ 2,13 bilhões. Apesar da queda no preço, a MicroStrategy reforça sua convicção institucional no ativo.

6. CFTC inicia ‘Future Safeguard’ pró-indústria cripto
Mike Selig, novo presidente da CFTC, anunciou um plano para criar regras formais “à prova de futuro” para criptomoedas. A iniciativa visa encerrar a era de regulação por punição e estabelecer segurança jurídica.

7. Carteira BTC 2013 transfere 909 BTC após 13 anos
Uma carteira inativa desde 2013 movimentou US$ 84,6 milhões em Bitcoin para um novo endereço. O investidor original viu seu aporte de US$ 6.400 valorizar mais de 13.900 vezes, confirmando a tese de reserva de valor.


🔍 O Que Monitorar

  • Liquidações de 24h: Acompanhe o limite de US$ 500 milhões no Coinglass; novos picos sinalizam exaustão vendedora.
  • Yield JGB de 30 anos: O motor primário do mercado atual. Subidas verticais acima de 4% indicam risco de contágio prolongado.
  • TVL Makina: A velocidade dos saques pós-exploit no DefiLlama indicará a saúde e a confiança no setor DeFi do ecossistema Curve.
  • Decisões do BoJ: Qualquer intervenção do Banco do Japão para conter os rendimentos pode trazer um respiro imediato para ativos de risco.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12-24 horas, o viés de baixa forte deve persistir conforme o mercado processa a drenagem de liquidez causada pela reversão de carry trades. É provável que vejamos o Bitcoin testar suportes inferiores na zona de US$ 88.000, especialmente se novos anúncios de tarifas intensificarem o medo no comércio global. Embora os aportes da MicroStrategy ofereçam um suporte psicológico, o driver macro institucional japonês e americano domina a trajetória de preços no momento. A estabilização dependerá da exaustão das liquidações forçadas e de uma possível intervenção nos mercados de dívida pelo BoJ. Para investidores, o período exige cautela extrema e monitoramento contínuo dos volumes on-chain, priorizando a proteção de capital contra picos de volatilidade sistêmica.


📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rastro de fundos roubados serpenteando túneis cibernéticos com poeira tóxica contaminando rede Ethereum, pela investigação ZachXBT

Investigação ZachXBT: Rastro de US$ 282 Milhões Roubados e Dusting no ETH

Uma investigação conduzida pelo renomado ZachXBT revelou o rastro de US$ 282 milhões em Bitcoin e Litecoin roubados de uma única vítima em 10 de janeiro. Os fundos passaram por THORChain e Tornado Cash, enquanto no Ethereum, ataques de address poisoning — ou transações de poeira — explodem a atividade da rede, explorando taxas de gás reduzidas. Esses golpes expõem vulnerabilidades humanas e técnicas no ecossistema cripto.


O Roubo Bilionário e Seu Rastro Cross-Chain

O ataque ocorreu via engenharia social sofisticada: um impostor se passou por suporte da Trezor Value Wallet, convencendo a vítima a revelar sua seed phrase. Assim, mais de US$ 282 milhões em BTC e LTC foram drenados de uma carteira de hardware, considerada o padrão ouro em segurança.

ZachXBT e PeckShield monitoraram os movimentos em tempo real. O ladrão usou o protocolo THORChain para converter cerca de 928,7 BTC (US$ 71 milhões) em Ethereum e XRP, sem necessidade de KYC. No Ethereum, 1.468,66 ETH (US$ 4,9 milhões) foram enviados ao Tornado Cash, um mixer de privacidade que ofusca origens dos fundos. Adicionalmente, trocas para Monero causaram um pico temporário no preço da moeda focada em anonimato.

Esse fluxo demonstra como protocolos de liquidez cross-chain se tornaram ferramentas involuntárias para lavagem de dinheiro em larga escala.

Ameaça do Address Poisoning no Ethereum

Paralelamente, um pesquisador de segurança associou o surto recorde de atividade na rede Ethereum a ataques de address poisoning. Desde o upgrade Fusaka em dezembro, que reduziu fees em mais de 60%, esses golpes ficaram mais baratos e viáveis em massa.

A atividade dobrou para 8 milhões de endereços ativos, com 2,9 milhões de transações diárias e 2,7 milhões de novos endereços na semana de 12 de janeiro — 170% acima da média. Andrey Sergeenkov identificou “dust distributors”: endereços que enviam quantias mínimas (menos de US$ 1 em stablecoins) para milhões de vítimas, poluindo históricos de transações.

Os principais distribuidores atingiram mais de 400 mil alvos, resultando em US$ 740 mil roubados de 116 vítimas até agora. O truque: endereços falsos semelhantes aos legítimos levam usuários a copiar o errado ao transferir fundos.

Como Identificar e se Proteger do Dusting

Transações de poeira são pequenas envios indesejados para envenenar seu histórico. Sinais de alerta incluem:

  • valores ínfimos de fontes desconhecidas;
  • endereços com prefixos/sufixos idênticos aos seus (exceto o meio);
  • atividade suspeita pós-upgrade de fees baixas.

Proteções práticas:

  1. sempre verifique os primeiros e últimos caracteres do endereço antes de copiar;
  2. use carteiras com detecção de poeira (como as que ignoram transações mínimas);
  3. ative notificações de transações suspeitas;
  4. evite interagir com dust — isso confirma atividade e atrai mais ataques.

Ferramentas como Etherscan ajudam a rastrear padrões de distribuidores.

Esses incidentes reforçam: segurança cripto depende mais de vigilância humana do que de tecnologia infalível. Monitore seu histórico regularmente e reporte padrões suspeitos a investigadores como ZachXBT.

Implicações para o Mercado Cripto

O roubo coincidiu com quedas de mercado — BTC caiu 2,26% para US$ 93.075, LTC 7,19% —, amplificando o caos. Apesar disso, avanços como o desligamento de uma rede de fraudes de €700 milhões pela Europol mostram progresso na repressão global.

Investidores devem priorizar educação contra engenharia social e poisoning. A escalabilidade do Ethereum avança, mas sem segurança reforçada, inchaços de spam minam a confiança.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Baleias traders cartoon em rede de alavancagem rompendo sobre abismo com suporte 91K, ilustrando liquidações de US$ 800M em Bitcoin

Massacre de Posições Compradas: US$ 800 Milhões Liquidados em 24 Horas Voláteis

O mercado de derivativos cripto registrou um massacre com liquidações de US$ 800 milhões em apenas 24 horas, impulsionado por temores de guerra comercial entre EUA e UE. Posições compradas representaram 96% das perdas (US$ 768 milhões), criando um efeito cascata de fechamentos forçados. Hyperliquid e Bybit lideraram com US$ 241 milhões e US$ 220 milhões, respectivamente. O Bitcoin testou suportes críticos em torno de US$ 91,5 mil, linha de defesa vital contra quedas mais profundas.


Escala e Catalisadores das Liquidações

As liquidações de US$ 800 milhões ocorreram overnight, coincidindo com headlines sobre novas tarifas americanas contra a Europa e retaliações da UE. Analistas como Darkfost destacam que o abertura do CME amplificou a volatilidade, com fluxos institucionais acelerando a venda. Traders posicionados para alta foram pegos desprevenidos, pois o Bitcoin rejeitou a zona de resistência em US$ 96-97 mil, caindo para US$ 93,1 mil.

Esse fenômeno não reflete apenas pânico, mas um mecanismo estrutural: liquidações forçadas em posições alavancadas geram vendas automáticas, pressionando preços e acionando mais fechamentos em cascata. Plataformas como Hyperliquid registraram o maior volume, evidenciando exposição elevada em futuros perpétuos.

Exemplos Concretos: Baleias no Epicentro

Uma baleia conhecida como ‘BTC OG insider’ acumulou prejuízos de US$ 16,85 milhões em posições alavancadas: US$ 15,42 milhões em ETH (5x), US$ 650 mil em BTC (5x) e US$ 780 mil em SOL (10x), mais US$ 7,92 milhões em funding fees. Sua posição total vale US$ 848 milhões, ilustrando como alavancagem amplifica riscos mesmo para grandes players.

O trader ‘Mazee’ (Huang Licheng) exemplifica o perigo da alavancagem 25x: perdas cumulativas atingiram US$ 23,6 milhões em posição comprada de ETH, com nova liquidação parcial após ETH romper US$ 3.100. Esses casos educativos mostram que ‘arrastar’ posições em baixa consome margens rapidamente via fees e margin calls.

Suporte de US$ 91,5k: Linha de Defesa Crítica

Para o Bitcoin, o suporte dinâmico próximo a US$ 91,5 mil — alinhado à média móvel de longo prazo — tornou-se pivotal. Manter acima desse nível preserva a estrutura de higher lows pós-queda de US$ 110 mil. Uma quebra poderia direcionar liquidez para pools inferiores, exacerbando o ciclo vicioso.

Altcoins, sensíveis a BTC, sofrem mais em cenários range-bound. Monitorar atualizações políticas é essencial, pois narrativas macro como trade wars ditam o fluxo de risco. Institucionais via CME sugerem potencial para bounces, mas cautela prevalece com leverage elevado.

Lições para Traders: Gerenciando Alavancagem

Dados objetivos revelam padrões: 25x ou 5x em trends incertos leva a liquidações rápidas. Estratégias como stop-loss e redução de leverage mitigam cascades. Mesmo baleias sucumbem a funding fees acumuladas e timing ruim. O mercado atual exige position sizing conservador, priorizando preservação de capital sobre apostas agressivas.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Entidade colossal surreal como baleia digital despertando de abismo com olhos cyan e aura BTC dourada, simbolizando baleia da era Satoshi movendo US$ 84 milhões

Baleia da Era Satoshi Acorda Após 12 Anos e Move US$ 84 Milhões em BTC

Após 12 anos de silêncio, uma carteira da era Satoshi movimentou 909 BTC, avaliados em cerca de US$ 84 milhões, para um novo endereço, conforme dados on-chain rastreados por Whale Alert e Lookonchain. Adquiridos quando o Bitcoin valia menos de US$ 7, os ativos representam um ganho irrealizado superior a 13.000 vezes. O mercado especula: consolidação ou preparação para venda?


Detalhes do Movimento On-Chain

O endereço original, identificado como 1A2hqHVSUERAT3t1yJ7ggYCQccvH6pZGZm, permaneceu inativo desde 2013, acumulando os 909 BTC em uma única transação inicial. Na noite de segunda-feira (19/01/2026), os fundos foram transferidos para bc1qk…sxaeh, um endereço nativo SegWit moderno, sugerindo possível atualização de segurança, segundo análise da Arkham Intelligence.

Até o momento, não há depósitos em exchanges conhecidas, o que reduz a probabilidade imediata de liquidação. No entanto, movimentos semelhantes de baleias antigas, como a venda de 80.000 BTC pela Galaxy Digital em 2025, geraram volatilidade temporária no preço do Bitcoin.

Valorização Histórica Absurda

Em 2013, o Bitcoin negociava abaixo de US$ 7, tornando o custo original dos 909 BTC inferior a US$ 6.400. Hoje, com o BTC a aproximadamente US$ 92.000, o portfólio vale US$ 84 milhões — um retorno de 13.900 vezes, conforme destacado pela Cointelegraph.

Para contextualizar: o mesmo investimento em um fundo S&P 500 renderia cerca de US$ 37.000 (ganho de 481%), enquanto o ouro subiria 150%. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 491.198,27 (variação -1,96% em 24h), elevando o valor local para cerca de R$ 446 milhões.

Implicações para o Mercado

Despertares de baleias da era Satoshi não são isolados: em 2024-2025, carteiras antigas movimentaram mais de US$ 50 bilhões em BTC, com parte convertida em vendas. Analistas on-chain monitoram fluxos para exchanges, pois uma liquidação de 909 BTC (0,004% do suprimento total) poderia pressionar o preço em um mercado já volátil, influenciado por tensões comerciais e política monetária.

Dados da CryptoQuant indicam pressão vendedora de baleias americanas recentes, ampliando o mistério: o novo endereço sugere precaução, mas o timing coincide com BTC abaixo de US$ 92.000.

Lições para Holders de Longo Prazo

Esse caso reforça a tese HODL: suportar ciclos de 70-80% de quedas, falências de exchanges e forks rendeu retornos inalcançáveis em ativos tradicionais. No entanto, riscos quânticos emergentes — com chaves públicas expostas em UTXOs antigos — incentivam migrações para carteiras modernas, como visto aqui. Para investidores brasileiros, diversificação e monitoramento on-chain são essenciais em meio à valorização contínua do BTC.

Os dados sugerem paciência: a baleia não vendeu ainda, sinalizando confiança de longo prazo.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança cartoon com ouro elevado e Bitcoin fragmentado caindo em geleira, simbolizando efeito Groenlândia de Trump em ouro e BTC

Efeito Groenlândia: Ouro Bate Recorde e Bitcoin Perde US$ 91k

O ouro superou US$ 4.700 pela primeira vez na história, marcando o segundo recorde em duas sessões, enquanto o Bitcoin despencou abaixo de US$ 91 mil. A reafirmação do presidente Trump de anexar a Groenlândia, feita ao chegar ao Fórum Econômico Mundial em Davos, gerou fuga para o porto seguro tradicional em meio a tensões comerciais e geopolíticas crescentes. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 491.072, com queda de 2,05% em 24 horas.


Declarações de Trump Acirram Tensões Geopolíticas

Ao desembarcar em Davos para o Fórum Econômico Mundial, o presidente Donald Trump reiterou sua intenção de incorporar a Groenlândia aos Estados Unidos, afirmando que o país “tem que ter” a ilha e minimizando oposição europeia. Essa declaração ocorre em contexto de escalada: Trump impôs tarifas de 10% a oito nações da UE que enviaram tropas à região, enquanto a França ameaça ativar sua “bazuca comercial” para restringir acesso americano aos mercados europeus.

Trump também revelou uma “ótima ligação” com o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, e aceitou reuniões com várias partes em Davos. Ademais, recebeu convite de Macron para encontro em Paris com representantes de Ucrânia, Dinamarca, Rússia e Síria. Esses movimentos sinalizam uma reorganização do tabuleiro geopolítico, apelidado de “nova ordem mundial” pelo primeiro-ministro canadense Mark Carney, impulsionando incerteza global.

Os mercados reagiram imediatamente: o ouro no COMEX para fevereiro atingiu US$ 4.715, beneficiado pela busca por ativos refúgio em meio à guerra tarifária renovada.

Ouro como Porto Seguro Tradicional em Ascensão

O ouro iniciou 2026 com performance excepcional, valorizando mais de US$ 120 desde a abertura de segunda-feira. Essa alta expressiva reflete a preferência de investidores por reservas tangíveis durante crises geopolíticas, contrastando com a volatilidade dos ativos digitais. Histórico de safe-haven, o metal precioso ganha tração quando tensões internacionais elevam o risco sistêmico, como visto em conflitos passados e agora com a disputa pela Groenlândia.

Analistas apontam que a acumulação de ouro por bancos centrais e investidores institucionais acelera essa tendência. Peter Schiff, crítico ferrenho do Bitcoin, previu que a alta da prata precederia quedas no BTC, ecoando o padrão atual onde o ouro lidera a rotação de portfólios para defesas conservadoras.

No curto prazo, a proximidade de Davos pode sustentar essa dinâmica, com traders monitorando discursos que possam agravar o confronto EUA-UE.

Bitcoin se Comporta como Ativo de Risco

Diferentemente do ouro, o Bitcoin atuou como ativo de risco, caindo para US$ 90.723 na Bitstamp após rejeição em US$ 95.500. De quase US$ 93.500, o BTC perdeu o piso de US$ 91 mil, refletindo desmonte de posições em cenário de aversão ao risco. Liquidações superaram US$ 900 milhões na escalada da guerra comercial.

Embora promovido como “ouro digital”, o BTC ainda correlaciona com ações e criptoativos em momentos de estresse macro. A rotação para ouro destaca limitações da narrativa safe-haven do Bitcoin, especialmente ante eventos imprevisíveis como a saga Groenlândia. No Brasil, a cotação reflete essa pressão, com volume de 225 BTC em 24h.

Investidores observam se o suporte em US$ 90k resiste ou se perdas se aprofundam.

Davos como Catalisador de Volatilidade Semanal

A reunião em Davos emerge como pivô para a semana, potencializando volatilidade. Com Trump, líderes europeus e OTAN na pauta, qualquer sinal de escalada tarifária ou recuo pode reverter fluxos. Para o Bitcoin, recuperação depende de apaziguamento; para o ouro, persistência de tensão favorece novas máximas.

Monitorar indicadores como mNAV corporativo e fluxos ETF ajudará a avaliar o sentimento. Em macroeconomia, esse episódio reforça como geopolítica dita alocações, testando resiliência do ecossistema cripto ante choques tradicionais.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de chef e investidor capturando moedas Bitcoin em queda, simbolizando investimentos institucionais durante o dip

Comprando o Dip: US$ 20 milhões em Bitcoin por Steak ‘n Shake e Cardone Capital

Enquanto o varejo se assusta com tensões geopolíticas e tarifas, empresas tradicionais dos EUA estão comprando a queda do Bitcoin. A rede de hambúrgueres Steak ‘n Shake e o fundo imobiliário Cardone Capital anunciaram investimentos de US$ 10 milhões cada em exposição ao BTC, totalizando US$ 20 milhões. Movimentos que reforçam a visão do ativo como reserva estratégica de valor, em meio a um dip de cerca de 2% no preço do Bitcoin.


Steak ‘n Shake Acelera Adoção do Bitcoin

A Steak ‘n Shake, famosa rede americana de hambúrgueres, dobrou sua aposta no Bitcoin ao adicionar US$ 10 milhões em exposição ao ativo. Há oito meses, a empresa começou a aceitar pagamentos em BTC, o que resultou em um aumento expressivo nas vendas das lojas. Todos os pagamentos recebidos em Bitcoin são direcionados para sua Strategic Bitcoin Reserve, criando um ciclo virtuoso de crescimento.

O movimento inclui o lançamento do Bitcoin Steakburger, um hambúrguer com logo do BTC no pão, em parceria com a Fold. A empresa credita o Bitcoin pelo impulso nas vendas e planeja expandir essa estratégia, demonstrando confiança na adoção do criptoativo no varejo tradicional. Esse investimento ocorre apesar da volatilidade recente, com o BTC oscilando abaixo de US$ 92.000.

Cardone Capital Usa Imóveis para Acumular BTC

Do outro lado do espectro, a Cardone Capital, gerenciadora de US$ 5,3 bilhões em imóveis multifamily, adicionou mais US$ 10 milhões em Bitcoin. Fundada por Grant Cardone, a firma usa fluxo de caixa de aluguéis para financiar aquisições de BTC durante quedas de mercado, evitando dívidas e apostando em uma estratégia de longo prazo.

Com holdings próximos a 1.000 BTC, a empresa lançou fundos híbridos que combinam imóveis e Bitcoin, gerando renda recorrente para compras automáticas. Essa abordagem mecânica ignora volatilidade de curto prazo, focando na acumulação sistemática. Cardone planeja até uma empresa listada em bolsa dedicada a isso em 2026.

Confiança Institucional em Meio ao Dip Geopolítico

Esses investimentos chegam em um momento de tensão, com Bitcoin caindo 2% para cerca de US$ 91.000 devido a tarifas anunciadas por Trump contra nações europeias. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 490.658 no Brasil, com variação de -2,06% em 24h. Enquanto investidores de varejo vendem pelo pânico, instituições veem oportunidade.

Empresas como MicroStrategy e agora Steak ‘n Shake e Cardone sinalizam maturidade do mercado. Elas transformam receitas tradicionais em reservas digitais, protegendo contra inflação e diversificando tesourarias. Para brasileiros, isso reforça o apelo do BTC como hedge global.

O Que Isso Significa para Investidores

Esses movimentos indicam que o Bitcoin transcende especulação, tornando-se reserva corporativa viável. Investidores individuais podem se inspirar nessa confiança: dips são chances de acumulação, não pânico. Monitore tesourarias corporativas para sinais de força. Com adoção crescente, quedas como essa podem ser precursoras de valorizações expressivas. Vale acompanhar próximos passos dessas firmas.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Fluxo de liquidez dourada do Fed nutrindo estrutura cristalina de RWAs com 21B e Bitcoin emergente no topo, sinalizando nova alta

Fed Injeta US$ 8,3 Bi: Liquidez Nova e RWAs em US$ 21 Bi

Cadê a crise? Enquanto tensões geopolíticas geram pessimismo, o Federal Reserve injeta US$ 8,3 bilhões em liquidez nesta terça-feira (20/01/2026), com liquidações amanhã. Ao mesmo tempo, o setor de ativos tokenizados (RWAs) bate US$ 21,35 bilhões, recorde histórico impulsionado por Treasuries americanos. Esse influxo de capital sugere rotação para ativos de risco como Bitcoin.


Injeção de Liquidez do Fed em Detalhes

A operação do New York Fed foca em títulos do Tesouro com vencimentos entre fevereiro e maio, totalizando US$ 8,306 bilhões nesta rodada. Esse movimento faz parte de injeções mensais que já somam US$ 55,4 bilhões, garantindo reservas amplas nos bancos sem reabrir debates sobre QE. É uma manutenção cara, mas essencial para evitar estresse de funding.

Esse dinheiro fresco reduz custos de empréstimo e estimula apetite por risco. Fundos conservadores começam a realocar quando o caixa abunda. Historicamente, liquidez do Fed força capital para ativos como Bitcoin, especialmente após o ouro bater ATH em US$ 4.717 por onça.

Ouro em Alta e Bitcoin se Posicionando

O ouro renovou máxima histórica em meio a compras de bancos centrais (previsão de 755 toneladas em 2026 pelo J.P. Morgan), tarifas e geopolítica. Mas Bitcoin, testando suporte em US$ 95 mil, mostra resiliência com dominância em 60% e TVL em DeFi crescendo.

Dados on-chain indicam pressão acumulada: liquidações baixas e dólar enfraquecido criam condições para rompimento. ETFs facilitam entrada institucional, acelerando ciclos passados. Com liquidez chegando, BTC deve capturar a segunda onda após o ouro.

Recorde dos Ativos Tokenizados em 2026

Os RWAs saltaram de US$ 20,33 bilhões para US$ 21,35 bilhões em semanas, com dívida pública dos EUA liderando em US$ 9,05 bilhões. Ethereum domina infraestrutura com US$ 12,8 bilhões em TVL, seguido por BNB Chain, Solana e Stellar acima de US$ 1 bilhão cada.

Commodities como ouro (XAUT da Tether e PAXG da Paxos) brilham, e holders cresceram 9% para 636.898. BlackRock’s BUIDL exemplifica convergência TradFi-blockchain. 2026 promete escala massiva na tokenização.

O Que Esperar para Cripto Agora

Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin negocia a R$ 520.000 com variação positiva. Essa liquidez do Fed, aliada ao boom de RWAs, contraria narrativas de baixa. Monitore dominância BTC e TVL DeFi para sinais de rotação. O viés de alta ganha força com capital novo no sistema.

💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon em carrinho de montanha-russa subindo com +2.2B e descendo com -394M, simbolizando volatilidade de fluxos em ETFs de Bitcoin

ETFs de Bitcoin: De US$ 2,2 Bi em Entradas a Saídas de US$ 394 Mi

Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram entradas recordes de US$ 2,2 bilhões na semana passada, impulsionados por gigantes como BlackRock e Fidelity. No entanto, uma reversão abrupta ocorreu com saídas de US$ 394 milhões na sexta-feira, refletindo tensões geopolíticas como disputas na Groenlândia e ameaças tarifárias. Essa montanha-russa institucional destaca a vulnerabilidade do capital a choques macroeconômicos, mesmo com apetite inicial forte.


Inflows Recorde na Semana Passada

De acordo com dados da CoinShares, produtos de investimento em criptoativos atraíram US$ 2,17 bilhões na semana encerrada em 19 de janeiro, o maior volume desde outubro de 2025. O Bitcoin dominou com US$ 1,55 bilhão, representando 71% do total, graças aos ETFs spot americanos. BlackRock liderou com US$ 1,3 bilhão em entradas, seguido por Fidelity e Grayscale.

Altcoins como Ethereum registraram apenas US$ 25 milhões, enquanto Solana e Avalanche tiveram fluxos mínimos. Essa concentração no Bitcoin reflete a preferência de gestores tradicionais por ativos percebidos como mais seguros, em meio a um mercado volátil. Os EUA capturaram US$ 2,05 bilhões das entradas globais, com Alemanha e Suíça em posições secundárias.

Reversão por Tensões Geopolíticas

O otimismo inicial evaporou no final da semana devido a tensões diplomáticas na Groenlândia, renovadas ameaças de tarifas comerciais e expectativas de continuidade de política dovish no Fed com Kevin Hassett. Sexta-feira viu saídas de US$ 378 milhões, invertendo o fluxo positivo e sinalizando cautela.

Essa mudança reflete um comportamento de aversão ao risco amplo, com investidores migrando para ativos tradicionais como ouro. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 491.761, com variação de -1,98% em 24 horas, alinhado à pressão vendedora.

Desempenho dos Principais ETFs e Implicações

Na abertura da nova semana, os Bitcoin ETFs registraram saída líquida de US$ 394,68 milhões em 16 de janeiro, com Fidelity liderando perdas em US$ 205 milhões. BlackRock, porém, atraiu US$ 15 milhões, mantendo resiliência. Inflows cumulativos ainda somam US$ 57,82 bilhões, equivalentes a 6,53% do suprimento circulante de Bitcoin.

Esses fluxos voláteis demonstram que o capital institucional de BlackRock e Fidelity não é imune a eventos macro. Analistas veem realização de lucros de curto prazo, mas a adoção estrutural persiste. Investidores devem monitorar decisões do Fed, escaladas geopolíticas e indicadores como mNAV para avaliar o apetite futuro.

O Que Esperar Adiante

A sustentabilidade dessa tendência depende de resolução de riscos externos. Se os inflows retomarem, pode sinalizar força para 2026; caso contrário, correções mais profundas são possíveis. O mercado cripto, agora integrado aos fluxos tradicionais, amplifica impactos macroeconômicos, reforçando a necessidade de diversificação e monitoramento constante.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Fluxo de energia dourada desviado de rigs de mineração Bitcoin para torres de IA, simbolizando queda no hashrate por realocação de recursos

Guerra de Grades: IA Rouba Energia do Bitcoin e Derruba Hashrate

O hashrate do Bitcoin caiu abaixo de 1 ZH/s (993 EH/s) pela primeira vez desde setembro de 2025, não por falta de confiança na rede, mas devido à intensa competição por energia barata com centros de dados de IA. Mineradores estão realocando capacidade para serviços de computação de inteligência artificial, que oferecem margens maiores. Um ajuste negativo de dificuldade de 4,34% é esperado em três dias, aliviando temporariamente a pressão sobre a rentabilidade. Essa ‘guerra de grades’ redefine a economia da mineração em 2026.


Queda do Hashrate: Pressão na Rentabilidade dos Mineradores

A métrica de hashrate, que mede o poder computacional total dedicado à segurança da rede Bitcoin, registrou uma média de sete dias em 978-993 EH/s, o menor nível desde setembro de 2025. Segundo o CEO da StandardHash, Leon Lyu, grandes mineradoras estão desconectando rigs de mineração para priorizar contratos de energia com data centers de IA. Em 2025, o setor enfrentou o ano mais difícil de sua história, com o hashprice — receita por unidade de poder computacional — caindo de US$ 55 para US$ 35, agravado pela queda do BTC de US$ 126 mil para cerca de US$ 93 mil atuais.

Empresas como Bitdeer e Bitmain expandem operações próprias, mas o êxodo geral reflete margens apertadas. A eletricidade, principal custo (até 70% das despesas), torna-se escassa em regiões como EUA e Europa, onde reguladores como o PJM propõem regras para gerenciar a demanda explosiva de IA.

Competição Energética: IA Ganha Terreno sobre Bitcoin

A ‘guerra de grades’ surge porque data centers de IA demandam energia contínua e pagam prêmios por contratos de longo prazo, superando a mineração de Bitcoin, que opera em ciclos variáveis. Mineradoras listadas em bolsa, como Riot Platforms, alugam infraestrutura para chips de IA, transformando fazendas de mineração em hubs híbridos. Relatórios indicam que IA gera receita por megawatt até 3-5 vezes maior que BTC em períodos de baixa rentabilidade.

Políticas intervêm: o presidente Trump e governadores pressionam tech giants a arcar com custos de expansão de rede, incluindo leilões emergenciais para novas usinas. Isso força mineradores a retrofitar sites com GPUs, diversificando receitas e reduzindo dependência do preço do Bitcoin.

Ajuste de Dificuldade: Mecanismo Técnico de Equilíbrio

O protocolo Bitcoin ajusta a dificuldade de mineração a cada 2.016 blocos (~2 semanas) para manter o tempo médio de bloco em 10 minutos. Com hashrate em queda, blocos demoram mais — média atual de 10,43 minutos —, levando a um redução estimada de 4,15-4,34%. Esse alívio torna blocos mais fáceis de minerar, elevando recompensas temporariamente e ajudando mineradores menores a sobreviverem.

Consequências técnicas incluem maior estabilidade de blocos, mas risco de centralização se grandes players dominarem regiões com energia barata. O mecanismo é autônomo, garantindo segurança da rede mesmo com oscilações.

Implicações Estratégicas para Mineradores e Rede

Essa transição estratégica posiciona mineração como parte de um ecossistema de computação mais amplo. Mineradores ágeis podem lucrar com IA sem abandonar BTC, mas o hashrate prolongadamente baixo pode sinalizar para investidores menor segurança percebida. Vale monitorar se o BTC acima de US$ 93 mil atrai retorno de rigs. Para o ecossistema, reforça a resiliência: dificuldade se adapta, blocos prosseguem, mas o setor evolui para híbrido IA-BTC.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Sol dourado colossal dominando cosmos digital com estrelas altcoins desvanecendo, ilustrando dominância do Bitcoin no mercado cripto

Bitcoin Domina: Altcoin Season Index Cai para 25 Pontos

O Índice de Altcoin Season caiu para 25 pontos, sinalizando oficialmente uma ‘Bitcoin Season’ prolongada no mercado cripto. Apesar de quedas recentes, o Bitcoin mantém dominância entre 58% e 61%, negociado próximo de US$ 93.000. O movimento reflete a preferência por ativos maduros em tempos de incertezas macroeconômicas, com capital institucional fluindo via ETFs. Para brasileiros, isso sugere recalibrar exposições a altcoins.


O Que Mede o Altcoin Season Index?

O Índice de Altcoin Season do CoinMarketCap compara o desempenho das 100 principais altcoins (excluindo stablecoins e wrapped tokens) com o Bitcoin nos últimos 90 dias. Valores acima de 75 indicam ‘altseason’, quando altcoins superam o BTC em massa. Leituras abaixo disso, como os atuais 25 pontos, confirmam dominância bitcoinista: apenas 25% das altcoins batem o BTC no período.

Essa métrica é crucial para alocação de portfólio. Historicamente, índices persistentes abaixo de 30 coincidem com fluxos de capital concentrados no Bitcoin, reduzindo volatilidade para holders conservadores. No Brasil, onde o acesso a altcoins é via exchanges locais, o dado orienta evitar sobrecarga em ativos de alto risco.

Indicadores Técnicos Reforçam Força do Bitcoin

Além do índice, dados técnicos apontam momentum positivo para o BTC. No gráfico diário, opera acima das médias móveis de 50 e 200 dias, com RSI em 61 (força sem sobrecompra) e MACD positivo. Volume à vista supera US$ 32 bilhões diários, contrastando com queda de liquidez em altcoins.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 492.328,83 nesta terça-feira (20/01), com variação de -1,57% em 24h e volume de 226 BTC. O influxo institucional via ETFs sustenta essa resiliência, mesmo em cenário macro volátil com temores de recessão global.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público local, o índice baixo recomenda estratégias defensivas. Carteiras pesadas em altcoins historicamente sofrem mais em ‘Bitcoin Seasons’, com retornos relativos negativos. Setores como escalabilidade (ex: Solana) ou DeFi podem pontuar, mas não revertem a tendência ampla.

Gestão de risco envolve monitorar dominância BTC (atual ~59%) e rotações setoriais. No Brasil, com câmbio pressionado, priorizar BTC reduz exposição a correlações altcoin-dólar. Dados on-chain mostram acumulação por baleias, reforçando o viés de alta seletiva.

Riscos e Perspectivas Futuras

O índice é lagging, capturando tendências passadas. Mudanças narrativas — como upgrades em Ethereum ou alívio macro — podem impulsionar altcoins rapidamente. Em 2025, o índice tocou 12 pontos antes de recuperação parcial, sugerindo seletividade crescente entre 20-30.

Investidores devem acompanhar métricas complementares: dominância BTC, inflows ETF e RSI altcoins. Enquanto o índice não romper 75, o capital segue ‘Bitcoin-first’, priorizando maturidade sobre especulação.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Cruz dourada rachando na base sobre linha de suporte com 91K, representando risco a golden cross e teste de suporte no Bitcoin

Cruz Dourada em Risco: BTC Testa Suporte de US$ 91.500

A queda do Bitcoin abaixo de US$ 94.000 intensifica preocupações técnicas, com o preço testando o suporte crucial de US$ 91.500. Oscilando em torno de US$ 93.000, o ativo enfrenta risco à cruz dourada após 77 dias de correção, conforme analistas. Essa pode ser a hora da verdade: romper o suporte sinaliza viés de baixa prolongado ou apenas uma limpeza necessária antes de nova alta?


Queda Recente e Suportes Críticos

O Bitcoin iniciou declínio acentuado abaixo de US$ 94.000 e US$ 93.000, formando mínimo em US$ 91.866. A análise técnica aponta tendência de baixa com linha de resistência em US$ 94.600 no gráfico horário. O preço negocia abaixo da média móvel simples de 100 períodos, com MACD ganhando força no território negativo e RSI abaixo de 50, reforçando momentum vendedor.

Suportes imediatos incluem US$ 92.000, US$ 91.800 e US$ 91.200. Uma perda desses níveis pode direcionar o ativo a US$ 90.500 ou até US$ 90.000, acelerando a correção. Resistências surgem em US$ 93.650 (50% Fib retracement) e US$ 94.000, essenciais para qualquer recuperação.

Golden Cross em Risco de Invalidação

A cruz dourada recente do Bitcoin, sinal de viés de alta quando a média curta cruza acima da longa, está ameaçada. O preço recuou abaixo da EMA50 em torno de US$ 93.000, estreitando o gap entre as médias. Capitalização global de criptoativos caiu para US$ 3,15 trilhões (-2,38%), com mais de US$ 800 milhões em posições compradas liquidadas.

Indicadores como ADX em 32,7 confirmam tendência forte, mas RSI neutro em 54,1 não indica sobrecompra ou sobrevenda. Para validar o golden cross, o BTC precisa reconquistar e sustentar acima de US$ 95.000. Fechamento semanal abaixo de US$ 91.000 inverteria a estrutura de curto prazo para viés de baixa.

77 Dias de Correção: Bear ou Reset?

Após 77 dias de correção do topo, traders questionam se o Bitcoin entra em bear market. Analista Cristian Chifoi enfatiza tempo como indicador primário, priorizando janelas sazonais. Dominância USDT.D atua como gráfico invertido do BTC, com duração mínima da drawdown já atingida.

Possíveis cenários: bounce para acima de US$ 100.000 como dead cat bounce, ou alta maior até US$ 115.000-120.000 falhando pós-abril. Janela pivotal: 20 de janeiro (± dias) até março/abril. Pivot low agora sugere continuação altista; pump para o período indicaria topo e rollover.

Níveis a Monitorar e Cotação em Reais

Resistências chave: US$ 98.000 (EMA50/Nuvem Ichimoku), US$ 100.000, US$ 108.757. Suportes: US$ 91.000, US$ 80.000 (lows de dezembro). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 491.142,14 (-1,82% em 24h), refletindo volatilidade local alinhada ao mercado global.

Investidores devem observar o comportamento até sexta-feira para sinais de pivot low ou high. A sazonalidade até abril definirá se essa correção é reset dentro de uptrend ou transição para bear prolongado em 2026. Dados sugerem cautela, com foco em suportes para entradas de longo prazo.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Monólito dourado do Bitcoin coberto por 100M runas Ordinals brilhantes emergindo de abismo digital, simbolizando expansão para NFTs

Bitcoin Ultrapassa 100 Milhões de Ordinals: Potência em NFTs

Os Ordinals no Bitcoin ultrapassaram os 100 milhões de inscrições, conforme reportado pela CriptoFácil. Essa marca histórica posiciona a rede como uma das maiores plataformas de NFTs do mundo, com volume de vendas superior a US$ 5,5 bilhões. Para iniciantes, isso significa que o Bitcoin vai além de ser ‘ouro digital’: agora é uma biblioteca viva de cultura digital, onde imagens, textos e artes são gravados diretamente na blockchain.


O Que São Ordinals? Uma Explicação Simples

Imagine o Bitcoin como um livro gigante e imutável, onde cada página é um satoshi — a menor unidade do BTC. Os Ordinals permitem inscrever dados diretamente nesses satoshis, criando NFTs nativos na rede Bitcoin. Diferente de plataformas como Ethereum, aqui tudo roda na camada base do BTC, sem necessidade de contratos inteligentes extras.

Essa inovação, lançada em 2023, transforma transações comuns em obras de arte digitais únicas. Cada Ordinal é numerado sequencialmente, garantindo raridade e propriedade eterna. Para o leitor iniciante, pense nisso como tatuar uma imagem permanente no DNA do Bitcoin: uma vez gravado, fica para sempre.

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 491.102,13, com variação de -1,82% nas últimas 24 horas. Esse preço reflete a maturidade do mercado pós-ETFs.

Números Que Impressionam: Escala Financeira

O volume de US$ 5,5 bilhões em vendas coloca o Bitcoin como a terceira maior rede de NFTs, atrás apenas de Ethereum (US$ 45 bilhões) e Solana (US$ 6,3 bilhões). Recentemente, o volume diário de Ordinals atingiu US$ 11,5 milhões em 14 de julho — o maior desde dezembro de 2024 — com crescimento semanal de 116%, totalizando US$ 25,8 milhões e mais de 8.000 compradores ativos.

Em certos dias, Ordinals representam até 54% das transações on-chain, mostrando uma demanda expressiva por espaço na blockchain. Isso não é só números: é prova de que o Bitcoin está evoluindo para suportar criatividade e cultura digital em escala global.

Impacto na Rede: Mineradores e Taxas de Transação

Para mineradores, os Ordinals são uma bênção pós-halving. As taxas de transação elevadas voltam a ser uma fonte relevante de receita, reduzindo a dependência do subsídio por bloco. Maior competição por blockspace significa custos mais altos para transferências, algo que investidores brasileiros devem considerar em picos de atividade.

Essa dinâmica reforça a resiliência da rede Bitcoin, diversificando usos e atraindo novos participantes. O BTC deixa de ser apenas reserva de valor para se tornar uma plataforma multifuncional.

Riscos e o Futuro Inspirador dos Ordinals

Apesar do entusiasmo, há desafios: a atividade é cíclica e sensível a taxas altas, podendo levar usuários a redes mais baratas. Além disso, o crescimento do tamanho da blockchain reacende debates na comunidade sobre escalabilidade.

No entanto, os 100 milhões de Ordinals sinalizam um futuro promissor. Para brasileiros, isso abre portas para colecionar arte digital com a segurança do Bitcoin. Vale monitorar como essa tendência impactará o preço e a adoção no médio prazo. O Bitcoin continua a surpreender!


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Sol dourado Bitcoin eclipsado por sombra geopolítica com rios de energia revertendo e '93K' marcado, ilustrando saídas de US$ 2 bi e pressão no mercado

Geopolítica Reverte Influxos de US$ 2 Bilhões e Pressiona Bitcoin

📊 BOLETIM CRIPTO | 20/01/2026 | MANHÃ

Tensões geopolíticas renovadas sobre a Groenlândia e ameaças de tarifas comerciais marcam a transição do otimismo institucional para uma fase de fragilidade macroeconômica. O mercado, que havia iniciado o período com influxos recordes de US$ 2,17 bilhões, viu o sentimento reverter bruscamente para saídas de US$ 378 milhões na última sexta-feira. Este movimento de risk-off global empurrou o Bitcoin para a casa dos US$ 93 mil e gerou uma migração massiva para o ouro, exacerbada por liquidações de US$ 16,85 milhões de grandes baleias alavancadas. O viés de baixa moderado prevalece nesta manhã, conforme os investidores ponderam a sustentabilidade da adoção institucional frente aos choques geopolíticos e à crescente correlação com os mercados tradicionais.


🔥 Destaque: Geopolítica Reverte Influxos de US$ 2,17 Bilhões

O cenário para os ativos digitais sofreu uma guinada dramática após um início de semana promissor. Segundo o relatório da CoinShares, o mercado registrou influxos de US$ 2,17 bilhões em produtos de investimento, o maior volume semanal desde outubro de 2025. O Bitcoin foi o grande protagonista, capturando US$ 1,55 bilhão desse total, seguido pelo Ethereum com US$ 496 milhões. No entanto, o otimismo foi interrompido por uma reversão súbita na sexta-feira, que resultou na saída de US$ 378 milhões das plataformas institucionais.

O gatilho para essa mudança de humor foi uma combinação de tensões diplomáticas na Groenlândia, novas ameaças de tarifas comerciais e a notícia de que Kevin Hassett, visto como um perfil mais moderado (dove), deve permanecer em seu cargo administrativo em vez de assumir a presidência do Federal Reserve. Esse conjunto de fatores forçou um movimento de fuga para a segurança, com o capital institucional migrando para as safe havens tradicionais, como o ouro e a prata, em detrimento dos ativos de risco.

Para o investidor brasileiro, o impacto é direto na cotação e na volatilidade local. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 489.970,27, refletindo uma queda de 2,07% no cenário internacional nas últimas 24 horas. Este recuo evidencia como o mercado cripto está “com o otimismo sobre gelo fino”, tornando-se altamente sensível a qualquer ruído vindo da política externa ou da economia tradicional.

O que monitorar a partir de agora é se essa reversão de fluxos é um ajuste pontual ou o início de uma tendência persistente de êxodo institucional. A resiliência do suporte em US$ 92 mil no Bitcoin será fundamental para evitar novos gatilhos de liquidação em cascata.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento atual é de cautela moderada, impulsionado por uma espiral de aversão ao risco que sincroniza as criptomoedas com as quedas nas bolsas globais. A narrativa de “desacoplamento” entre as cripto e o mercado financeiro tradicional perde força, à medida que a dependência de fluxos institucionais torna os ativos digitais reféns das expectativas sobre o Fed e conflitos tarifários.

Apesar da pressão vendedora em majors como BTC e ETH, observamos uma dinâmica curiosa no ecossistema Ethereum. O staking atingiu sua máxima histórica, removendo 30% do supply circulante, o que cria um contrapeso estrutural de escassez mesmo diante da queda no preço à vista. Já no setor de altcoins mais especulativas, como memecoins na Solana, o cenário é de devastação, com o abandono de criadores levando a derretimentos de capitalização superiores a 90%.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Saídas Institucionais Aceleradas: A reversão súbita na CoinShares sinaliza que os gestores de grandes fundos estão rápidos no gatilho para reduzir exposição diante de incertezas geopolíticas.
  • Liquidações Forçadas de Baleias: Perdas não realizadas de US$ 16,85 milhões por grandes participantes alavancados em comprados (longs) de BTC e ETH podem forçar vendas automáticas em efeito cascata.
  • Complexidade Estrutural no Ethereum: O alerta de Vitalik Buterin sobre o inchamento (bloat) do código pode gerar FUD técnico no curto prazo, desviando confiança para redes de arquitetura mais simples.
  • Erosão de Confiança na Solana: O colapso de tokens como o GAS, que caiu 98% após o afastamento de seu desenvolvedor, mina a credibilidade de launchpads e o TVL em DeFi local.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acúmulo Estratégico em BTC: O teaser “Bigger Orange” de Michael Saylor sinaliza que a MicroStrategy continua agressiva, oferecendo suporte psicológico e pressão compradora institucional.
  • Squeeze de Oferta no Ethereum: Com 36,2 milhões de ETH travados em staking e fila de saída zerada, qualquer recuperação no sentimento macro pode gerar um choque de oferta altista.
  • Arbitragem de Funding Rates: O ambiente de taxas de financiamento negativas para comprados oferece recompensas para quem se posiciona como vendido (short) para prover liquidez em exchanges de futuros.

📰 Principais Notícias do Período

1. Influxos de US$ 2,17 bi revertem para saídas por tensões geopolíticas
Produtos digitais registraram influxos recordes semanais liderados pelo Bitcoin, mas reverteram para saídas de US$ 378 milhões na sexta-feira devido a tensões na Groenlândia e ameaças tarifárias de Trump, impulsionando a migração para o ouro.

2. Baleia ‘BTC OG’ perde US$ 16,85M em longs BTC/ETH/SOL
Um influente investidor acumula prejuízos milionários em posições alavancadas após o Ethereum romper o suporte de US$ 3.100. As taxas de financiamento somam perdas de US$ 7,92 milhões, elevando o risco de liquidação total da posição de US$ 848 milhões.

3. Saylor Tease ‘Bigger Orange’: Strategy Acelera Compras de BTC
Michael Saylor sugeriu uma nova compra massiva pela MicroStrategy, que já detém 3% da oferta máxima de Bitcoin. O movimento reforça a tese de BTC como reserva corporativa, com a Vanguard adquirindo US$ 505 milhões em ações da empresa.

4. ETH staking ATH: 36,2M travados por instituições
O montante de Ether travado em staking atingiu novo recorde, representando 30% de todo o supply. A fila para novos validadores é a maior desde 2023, sinalizando um forte compromisso institucional apesar da queda de preço no curto prazo.

5. Vitalik: Complexidade ameaça 100 anos do Ethereum
Vitalik Buterin alertou que o acúmulo de código complexo compromete a soberania do usuário. Ele propõe uma política de “coleta de lixo” (garbage collection) e a implementação de EIPs de simplificação para garantir a longevidade da rede.

6. Baleia BTC dorme 12 anos e move US$ 84 mi
Uma carteira inativa desde 2013 transferiu 909 BTC coletados a preços inferiores a US$ 7. Embora não tenham sido enviados para exchanges, o movimento gera especulação sobre realização de lucros em meio à volatilidade atual.

7. GAS cai 98% após dev AI Steve Yegge se afastar
O token GAS despencou de US$ 60 milhões para US$ 1,1 milhão em apenas quatro dias. O abandono do desenvolvedor principal gerou um efeito contágio no launchpad Bags, evidenciando os riscos extremos de investir em moedas ligadas a criadores.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxos Semanais da CoinShares: Termômetro essencial para verificar se a saída de US$ 378 milhões foi um susto ou tendência.
  • Funding Rates em BTC e ETH: Taxas persistentes negativas indicam que o viés de baixa está no controle, aumentando a pressão sobre posições compradas.
  • Movimentações em Carteiras OG: Ações subsequentes da baleia de 2013 para detectar se haverá depósito em exchanges como a Binance.
  • Market Share dos Launchpads Solana: Acompanhar se a liquidez continuará migrando de plataformas como Bags para protocolos como o Jupiter.

🔮 Perspectiva

A perspectiva para as próximas 12 a 24 horas permanece sob um viés de baixa moderado. A combinação de notícias geopolíticas adversas e a iminência de liquidações forçadas de baleias alavancadas deve manter o Bitcoin testando suportes inferiores a US$ 93.000. Historicamente, movimentos de average down (comprar na queda) por baleias em sofrimento, como a reportada nesta manhã, costumam preceder picos de volatilidade antes de uma capitulação ou recuperação técnica. Investidores devem redobrar a atenção aos fluxos de ETFs e às declarações sobre tarifas comerciais, que têm se mostrado os principais gatilhos de preço. Se o ouro continuar sua trajetória de alta, é provável que vejamos o mercado cripto operando em modo defensivo por mais tempo, priorizando a liquidez e a preservação de capital em relação a apostas direcionais arriscadas.


📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede hexagonal cyan com nó falho expondo vórtice de zeros vermelhos, simbolizando falha na Paradex com BTC a zero e rollback

Bitcoin a Zero na Paradex: Falha Causa Liquidações e Rollback

Mesmo no Bitcoin, o erro de uma plataforma pode zerar seu saldo em segundos. A Paradex, DEX de perpetuals no Starknet, sofreu uma falha crítica em migração de banco de dados na madrugada de 19 de janeiro de 2026, fazendo o preço do BTC cair para US$ 0. Isso desencadeou liquidações em massa, afetando traders. A exchange confirmou rollback da blockchain para o bloco 1.604.710, restaurando fundos, mas expondo riscos operacionais graves em plataformas de camada 2.


O Glitch que Zera o Bitcoin

A falha começou por volta das 00:36 ET (05:36 BRT), impactando a blockchain Paradex, explorador de blocos, bridge e API. Um problema na migração de dados do banco fez o oráculo precificar o Bitcoin em zero, disparando uma cascata de liquidações automáticas em posições alavancadas. Com US$ 641 milhões em open interest e volume de US$ 37 bilhões nos últimos 30 dias, o impacto foi imediato e severo.

Usuários relataram em redes sociais o pânico inicial, com capturas de tela mostrando BTC a US$ 0 e milhares de posições liquidadas. A Paradex, construída sobre o Starknet — uma solução de camada 2 do Ethereum —, destacou-se pela eficiência em trades de perpetuals, mas esse incidente revela vulnerabilidades em integrações de dados e oráculos.

Impacto Direto nos Usuários

Traders que mantinham posições longas em BTC viram suas garantias evaporarem instantaneamente devido à precificação errônea. As liquidações injustas geraram perdas reais antes do rollback, com ordens abertas canceladas forçadamente — exceto take-profit e stop-loss. Apesar da confirmação de que “todos os fundos estão SAFU”, o episódio gerou desconfiança e perdas emocionais para quem não monitorava 24/7.

Em um mercado volátil, com BTC caindo de US$ 95.000 para US$ 92.000 nas horas anteriores, o glitch amplificou o caos. Liquidações globais de cripto ultrapassaram US$ 875 milhões em 24h, e esse incidente local na Paradex contribuiu para o nervosismo geral, afetando especialmente usuários de alavancagem em DEXs.

Rollback: Solução ou Risco?

O rollback de rede é uma reversão do estado da blockchain para um bloco anterior (1.604.710, pré-manutenção), anulando transações defeituosas. Usado como medida emergencial, restaurou saldos após 8 horas offline, com trading retomando às 12:10 UTC. No entanto, isso compromete a imutabilidade — pilar das blockchains —, gerando críticas por centralização velada em DEXs.

Paradex já enfrentou problemas: ataque de bots em setembro causou latência. Fundada pela Paradigm, que perdeu bilhões no colapso FTX, a plataforma destaca fragilidades em L2s, onde bugs em DB ou oráculos podem propagar falhas sistêmicas.

Lições de Proteção para Traders

Esse alerta reforça: evite alavancagem excessiva em plataformas emergentes. Monitore status pages, diversifique exchanges e prefira posições conservadoras. Mesmo DEXs prometem descentralização, dependem de camadas centrais suscetíveis a falhas humanas. Usuários devem priorizar segurança sobre yields altos, verificando auditorias e histórico operacional antes de expor grandes somas.

Vale questionar: em um ecossistema maduro, rollbacks deveriam ser raros. Fique atento a atualizações da Paradex e STRK, que caiu 3,6% pós-incidente.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Plataforma de suporte dourado rachando com '93K' fragmentado e partículas caindo, silhuetas de baleias observando, simbolizando queda do Bitcoin e liquidações

Bitcoin cai US$ 4 mil: US$ 864 milhões em liquidações e suportes

O Bitcoin sofreu uma queda de quase US$ 4.000 em duas horas, rompendo os US$ 95.000 e testando mínimas abaixo de US$ 92.000, em meio a tensões geopolíticas com tarifas anunciadas por Trump contra nações europeias. O mercado cripto registrou liquidações totais de US$ 864 milhões em 24 horas, com posições compradas alavancadas absorvendo US$ 782 milhões das perdas. Mais de 241 mil traders foram impactados, sinalizando capitulação do varejo. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 499.832 às 19h31, com variação de -2,79% em 24h.


Análise Técnica da Queda

A desvalorização rápida levou o Bitcoin de US$ 95.500 para uma mínima intradiária de US$ 91.935, estabilizando próximo a US$ 92.600. Dados indicam que o ativo opera em uma faixa apertada acima da mínima semanal de US$ 92.284, com capitalização global em US$ 1,85 trilhão, queda de 2% no dia. O rompimento dos US$ 95.000 expôs vulnerabilidades, com volume de 24h em US$ 32 bilhões refletindo saída de liquidez.

O mercado total perdeu mais de US$ 100 bilhões em capitalização, atingindo US$ 3,22 trilhões. Altcoins como SUI, APT e PEPE caíram em dois dígitos, ampliando o domínio do BTC em 57,5%. Indicadores técnicos sugerem pressão vendedora persistente, com o RSI aproximando-se de níveis de sobrevenda.

Liquidações e Desespero do Varejo

As liquidações atingiram pico com US$ 525 milhões em longs forçados em apenas 60 minutos, sendo US$ 229 milhões em posições de Bitcoin e US$ 153 milhões em Ethereum. A maior perda individual foi de US$ 25,8 milhões em uma posição BTC-USDT na Hyperliquid, destacando o risco de alavancagem excessiva no varejo.

Esses eventos capitulam posições de alto risco, limpando ordens alavancadas e potencialmente pavimentando o caminho para uma consolidação. Baleias, por outro lado, monitoram esses fluxos: dados on-chain mostram acumulação em mínimas anteriores, contrastando com o pânico do varejo.

Próximos Suportes e Riscos

No pós-crash, o suporte imediato reside na zona de US$ 92.000-US$ 92.300, testada como piso semanal. Uma violação pode direcionar para US$ 90.000, nível psicológico e confluence de médias móveis de 50 e 200 dias. Suportes secundários em US$ 85.000-US$ 88.000 oferecem defesa mais robusta, alinhados com acumulações históricas de baleias.

Fatores macro, como a decisão da Suprema Corte dos EUA sobre poderes tarifários de Trump e tensões por Greenland, adicionam volatilidade. Ouro atingiu ATH de US$ 4.670, atraindo fluxo de ativos de risco para refúgios seguros.

Perspectivas para Traders

Os dados sugerem capitulação varejista, com liquidações reduzindo pressão de venda alavancada. Baleias podem intervir em suportes chave, promovendo rebound se volumes compradores retornarem. Monitore o mNAV e fluxos ETF para sinais de reversão. A estratégia conservadora é aguardar confirmação acima de US$ 93.000 antes de posições compradas.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon despejando capital dourado em cofres BTC e ETH apesar de queda de preços, simbolizando recorde de US$ 2 bi em ETFs

ETFs de BTC e ETH Captam US$ 2 Bilhões em Recorde Semanal

Enquanto o varejo reage com pânico à queda recente do Bitcoin, os grandes fundos de Wall Street estão comprando a descida. ETFs spot de Bitcoin e Ether registraram a melhor semana desde outubro, com quase US$ 2 bilhões em entradas, liderados pela BlackRock. Esse influxo demonstra confiança institucional na tese de longo prazo, ignorando ruídos de curto prazo como tensões geopolíticas.


Recorde de Entradas: US$ 1,42 bilhão em BTC e US$ 479 milhões em ETH

Os 11 ETFs spot de Bitcoin nos EUA atraíram US$ 1,42 bilhão na semana, o maior volume desde a segunda semana de outubro. Já os ETFs de Ether captaram US$ 479 milhões, também o pico em três meses. No acumulado do ano, Bitcoin já soma US$ 1,21 bilhão e Ether US$ 584,9 milhões em entradas.

Esses números, conforme relatório da CoinShares, totalizam US$ 2,17 bilhões em fundos cripto, com Bitcoin liderando em US$ 1,55 bilhão. Apesar de saídas de US$ 378 milhões na sexta-feira devido a tensões sobre Groenlândia e tarifas, o movimento inicial da semana reflete apetite por ativos digitais como proteção macroeconômica.

BlackRock Domina: IBIT e ETHA na Frente

A BlackRock foi o destaque absoluto, com seu ETF IBIT captando US$ 1,03 bilhão sozinho em Bitcoin, enquanto o ETHA trouxe US$ 219 milhões em Ether. Esse domínio reforça a liderança da gestora no espaço cripto, atraindo capital institucional “pegajoso” – posições de longo prazo, não arbitragem de curto prazo como cash and carry em futuros CME.

Analistas apontam que esses fluxos sinalizam um retorno de investidores profissionais, posicionando-se à frente de possíveis clarezas regulatórias e mudanças macroeconômicas no primeiro trimestre de 2026. A correlação entre entradas e preços – Bitcoin subiu 6% para cerca de US$ 92.600 e Ether 8% para US$ 3.200 – confirma o impacto institucional.

Comprando a Queda: Institucionais Ignoram Volatilidade

Em meio a uma variação negativa de 2,67% nas últimas 24 horas, com Bitcoin cotado a R$ 500.437,41 segundo o Cointrader Monitor, os inflows recorde mostram Wall Street comprando a queda. Diferente do varejo, que pode estar vendendo em pânico, fundos como os da BlackRock veem a correção como oportunidade.

Tensões geopolíticas, como ameaças de tarifas de Trump e disputas pela Groenlândia, impulsionaram o Bitcoin como reserva de valor. Ethereum também brilhou com US$ 496 milhões, seguido de Solana (US$ 45,5 milhões) e XRP (US$ 69,5 milhões), diversificando o apetite por altcoins.

Perspectiva de Alta para 2026

Essa semana marca uma virada otimista após bilhões em saídas no final de 2025. Para preços subirem de forma sustentável, os inflows precisam persistir, impulsionando a estrutura de mercado. O otimismo fundamentado vem do capital institucional, que difere do varejo volátil. Vale monitorar se BlackRock e pares mantêm o ritmo, potencializando rallies em Bitcoin e Ether.

Os dados sugerem que a adoção corporativa e regulatória avança, com ETFs como ponte para o mainstream. Investidores brasileiros podem se posicionar via plataformas acessíveis, atentando à volatilidade inerente.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon abrindo cofre híbrido liberando fluxo dourado '2B' e tokens cyan, simbolizando recorde de inflows em ETFs e tokenização NYSE

Recorde Institucional: ETFs Captam US$ 2B e NYSE Avança em Tokenização

📊 BOLETIM CRIPTO | 19/01/2026 | NOITE

ETFs batem recorde e NYSE lança plataforma de tokenização 24/7 em um movimento de adoção institucional massiva que define o tom do mercado nesta segunda-feira. O avanço do capital institucional marca uma transição irreversível para a maturidade do setor, com fluxos recordes de quase US$ 2 bilhões entrando nos veículos de investimento de Bitcoin e Ether apenas na última semana. Enquanto o cenário macro e geopolítico, impulsionado por novas tensões tarifárias, gera volatilidade em altcoins como o XRP, o momentum de alta moderada prevalece, sustentado por gigantes como BlackRock e ICE. O viés de alta é o driver principal do período, com incidentes operacionais em protocolos DeFi e pressões regulatórias na Ásia atuando como fatores de cautela, mas sem força para reverter a tendência de integração definitiva com o sistema financeiro tradicional.


🔥 Destaque: Inflows Recorde de US$ 2 Bilhões em ETFs

A última semana encerrou-se com um dos marcos mais significativos para a adoção institucional desde o lançamento dos ETFs à vista (spot) nos Estados Unidos. Os fundos de Bitcoin e Ether registraram entradas combinadas de quase US$ 2 bilhões, a melhor performance semanal desde outubro de 2025. A liderança incontestável desse fluxo permanece com a BlackRock, cujo fundo IBIT capturou sozinho US$ 1,03 bilhão, enquanto o ETHA atraiu US$ 219 milhões.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 500.186,68, refletindo a força da demanda no mercado brasileiro em meio ao otimismo institucional global. Analistas destacam que esses fluxos agora representam capital de longo prazo e posições otimistas resilientes, diferenciando-se dos meses anteriores, quando grande parte do volume era movida por estratégias de arbitragem neutra (como o cash-and-carry).

Este movimento sugere uma mudança profunda na estrutura do mercado. A concentração de demanda institucional reduz a dependência de investidores de varejo altamente alavancados, o que tende a criar um suporte de preço mais sólido para os principais ativos. No entanto, o domínio da BlackRock em mais de 70% dos fluxos recentes também acende um sinal de alerta para o risco de centralização em torno de uma única gestora.

Para o investidor, o cenário atual valida a tese de que o BTC e o ETH estão sendo consolidados como reservas de valor no portfólio de grandes instituições. A continuidade desse ritmo de entradas acima de US$ 1 bilhão por semana será o principal indicador de sustentação para um possível rompimento de novas máximas históricas nas semanas vindouras.


📈 Panorama do Mercado

O período é definido pela convergência definitiva entre as finanças tradicionais (TradFi) e o ecossistema cripto. Enquanto a NYSE avança para oferecer negociação de ações tokenizadas, o fundador do Ethereum, Vitalik Buterin, reacende o debate sobre a evolução das DAOs através de provas de conhecimento zero (ZK). Esses movimentos demonstram que, apesar dos ruídos técnicos, a inovação em infraestrutura continua acelerada.

Entretanto, o viés de alta enfrenta ventos contrários do setor geopolítico. Ameaças de tarifas comerciais vindas dos EUA sacudiram o mercado nas últimas horas, forçando o Bitcoin a testar suportes próximos a US$ 92.000. Segundo dados da Binance, a volatilidade afetou especialmente os traders alavancados em XRP, evidenciando que altcoins permanecem sensíveis a choques macroeconômicos.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Vulnerabilidades em L2 DeFi: O recente glitch técnico na Paradex, que exibiu o preço do Bitcoin a zero, expõe falhas críticas em infraestruturas de segunda camada durante processos de manutenção e atualização.
  • Escrutínio Regulatório na Ásia: A prisão de operadores de exchanges ilegais na Coreia do Sul sinaliza um endurecimento das autoridades locais contra a lavagem de dinheiro, o que pode restringir canais de saída para moedas fiduciárias na região.
  • Contaminação de Endereços por Sanções: A nova listagem de wallets vinculadas ao Lazarus Group pelo OFAC aumenta o risco de bloqueio inadvertido para usuários que interajam com protocolos DeFi que não possuam ferramentas de compliance robustas.
  • Tensões Tarifárias Globais: A escalada nas disputas comerciais entre EUA e Europa pode intensificar movimentos de fuga de risco (risk-off), pressionando ativos de alta volatilidade no curto prazo.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação em Recuos (Dips): A limpeza de US$ 5 milhões em posições alavancadas de XRP e o recuo do BTC oferecem pontos de entrada para investidores que buscam surfar o fluxo institucional sustentado pelos ETFs.
  • Tokens de Infraestrutura de Privacidade: O endosso de Vitalik Buterin às provas ZK para governança de DAOs pode impulsionar projetos voltados para privacy e soluções técnicas que resolvam a fadiga decisória em protocolos descentralizados.
  • Crescimento de Exchanges Reguladas na Coreia: O combate a plataformas ilegais abre espaço para que corretoras locais compliant ganhem participação de mercado, aumentando a segurança para investidores de varejo asiáticos.

📰 Principais Notícias do Período

1. ETFs BTC/ETH registram inflows recorde de US$ 2B desde outubro
Os fundos negociados em bolsa de Bitcoin e Ether nos EUA atraíram US$ 1,42 bilhão e US$ 479 milhões, respectivamente. A liderança da BlackRock indica uma confiança institucional crescente em posições compradas de longo prazo, ignorando a volatilidade especulativa de curto prazo.

2. NYSE avança em trading 24/7 de ações tokenizadas via blockchains privadas
A Bolsa de Valores de Nova York planeja uma revolução operacional ao oferecer negociação contínua de ações e ETFs tokenizados. Com parcerias de peso como BNY Mellon e Citi, a iniciativa busca integrar a eficiência das redes blockchain ao mercado de capitais tradicional até 2026.

3. Vitalik defende DAOs com ZK para privacidade em governança
O fundador do Ethereum criticou a estrutura atual das DAOs por serem vulneráveis à captura financeira. Buterin propõe o uso de provas de conhecimento zero para garantir o anonimato nas votações, permitindo uma governança mais justa e resistente a jogos políticos sociais.

4. Glitch zera BTC na Paradex e força rollback da chain
Uma falha em migração de banco de dados na exchange descentralizada Paradex fez o preço do Bitcoin ser exibido como zero, disparando liquidações em massa. A equipe realizou um recuo no estado da rede (rollback) para restaurar as ordens e garantiu que os fundos dos usuários estão seguros.

5. OFAC sanciona 8 endereços ETH do Lazarus: risco de contaminação
O Tesouro dos EUA atualizou sua lista de sanções incluindo oito carteiras vinculadas ao grupo hacker norte-coreano. A medida gera um alerta para todo o ecossistema, pois qualquer transação, mesmo involuntária, com esses endereços pode levar ao bloqueio de fundos legítimos em plataformas reguladas.

6. Prisão de chineses na Coreia expõe lavagem de US$ 107M em cripto
Autoridades sul-coreanas desmantelaram uma rede que utilizava exchanges não autorizadas para lavar milhões de dólares disfarçados de despesas médicas e acadêmicas. O caso reforça a urgência de um marco regulatório mais claro na região para conter a evasão de capitais.

7. Tensões Geopolíticas e Liquidações de US$ 5M Testam Suporte do XRP
Notícias sobre ameaças tarifárias do governo Trump relacionadas à Groenlândia provocaram um movimento de fuga para a segurança em todo o mercado. O XRP sofreu liquidações severas, perdendo momentaneamente o suporte psicológico de US$ 2,00 na Binance.


🔍 O Que Monitorar

  • Inflows de ETFs: Verifique se a barreira de US$ 1 bilhão por semana continua sendo superada para validar o suporte institucional.
  • Open Interest na Paradex: O monitoramento da liquidez após o rollback indicará se a confiança dos usuários foi permanentemente afetada pela falha técnica.
  • Aprovações da SEC: Fique atento aos registros da NYSE para a plataforma de tokenização, pois datas confirmadas podem agir como catalisadores para o setor de RWAs.
  • Transações Lazarus: Acompanhe ferramentas de análise on-chain para evitar interações com wallets sancionadas pela OFAC.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12 a 48 horas, é provável que o mercado mantenha um viés de alta moderada, sustentado pela inércia dos fluxos recordes de ETFs e pelas notícias de expansão institucional da NYSE. O Bitcoin e o Ethereum devem continuar testando zonas de resistência técnica, enquanto o mercado processa a recente limpeza de alavancagem em derivativos. Embora riscos de seguranca em L2s e novos endurecimentos regulatórios possam gerar volatilidade localizada, o momentum positivo de adoção parece ser o driver dominante. Investidores devem manter uma postura de cautela vigilante quanto ao cenário geopolítico, mas o foco estrutural permanece na consolidação do setor como uma classe de ativos madura e institucionalizada.


📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem estatal cartoon ativando mineração Bitcoin com energia solar em montanhas etíopes, simbolizando adoção nacional e global

Etiópia Entra no Mapa da Mineração: Anúncio Estatal de Bitcoin

De El Salvador à Etiópia: mais uma nação soberana entra no mapa da mineração estatal de Bitcoin. O primeiro-ministro Abiy Ahmed anunciou planos para usar energia limpa e o fundo soberano Ethiopian Investment Holdings (EIH) em operações de mineração de Bitcoin e criptoativos. Revelado no Finance Forward Ethiopia 2026, o movimento visa gerar receita, impulsionar inclusão financeira e posicionar o país como player global no ecossistema Bitcoin, aproveitando recursos renováveis abundantes.


Anúncio Estratégico no Fórum Financeiro

O primeiro-ministro etíope confirmou a iniciativa durante o Finance Forward Ethiopia 2026, destacando a busca por parceiros de investimento para operações via EIH, o maior fundo soberano da África. Essa abordagem estatal marca uma virada para a Etiópia, que já licencia mineração privada, mas agora avança para controle direto. A estratégia alinha-se à digitalização do setor financeiro e ao fortalecimento dos mercados de capitais, com foco em Bitcoin como ativo gerador de valor de longo prazo.

Com abundância de energia hidrelétrica da Grand Ethiopian Renaissance Dam (GERD), o país possui uma vantagem natural. Anteriormente, a Etiópia pausou novas licenças devido à pressão na rede elétrica, mas parcerias como a da Phoenix Group com a Ethiopian Electric Power sinalizam viabilidade. Agora, o governo prioriza mineração própria, reduzindo dependência de players estrangeiros e capturando lucros diretamente para o tesouro público.

Energia Limpa: Chave para Competitividade Global

A Etiópia destaca-se pela energia renovável barata, essencial em um setor de mineração criticado por consumo energético. Projetos hidrelétricos como o GERD fornecem eletricidade abundante e sustentável, permitindo custos operacionais baixos e atratividade para hashrate. Isso não só mitiga preocupações ambientais, mas posiciona o país à frente em uma era de mineração verde, alinhada a tendências globais de ESG.

Para investidores brasileiros, isso reforça a tese de diversificação geográfica do hashrate Bitcoin. Com nações estatais entrando, a rede torna-se mais resiliente a falhas regionais, como bans na China, elevando a segurança e o apelo como reserva de valor soberana. O EIH atuará como braço financeiro, potencializando retornos para o desenvolvimento nacional.

Nações Pioneiras na Mineração Estatal de BTC

A Etiópia junta-se a um grupo seleto de 11 países com mineração patrocinada pelo governo, incluindo Rússia, França, Butão, El Salvador e Emirados Árabes Unidos. O Japão, com adoção massiva via Metaplanet, é o mais recente. Segundo a VanEck, essa tendência reflete o reconhecimento do Bitcoin como ativo estratégico, impulsionado por políticas pró-cripto como as de Trump nos EUA.

Esses governos usam fundos soberanos para acumular BTC via mineração, criando reservas digitais paralelas ao ouro. Para o mercado, significa maior demanda por hardware e energia verde, além de validação institucional que atrai capital privado. A Etiópia, com sua infraestrutura em expansão, pode capturar fatia significativa do hashrate global.

Bitcoin como Reserva Estratégica para Nações

Esse anúncio fortalece a narrativa de alta do Bitcoin como reserva estratégica soberana. Países em desenvolvimento, como a Etiópia, veem na mineração uma via para monetizar recursos naturais sem vender commodities voláteis. Investidores globais ganham com a descentralização geográfica, reduzindo riscos centralizados e elevando o preço de piso do BTC.

Vale monitorar parcerias e o impacto no hashrate. Para brasileiros interessados em cripto, isso sinaliza expansão africana, abrindo oportunidades em energia e infraestrutura. O futuro aponta para mais nações adotando essa estratégia, consolidando o Bitcoin no portfólio estatal.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Engrenagem colossal projetando sombra vermelha sobre monolito Bitcoin rachado, simbolizando pressao do Fed com juros altos e queda do mercado cripto

Fed Pode Manter Juros e Pressionar Bitcoin em 2026

As odds de o Federal Reserve manter as taxas de juros em janeiro subiram para 95%, freando o otimismo em torno da recuperação do Bitcoin em 2026. O mercado cripto reage com força: capitalização total despenca US$ 98 bilhões em 24 horas, BTC abaixo de US$ 93 mil e altcoins como Celestia caindo 13%. Sem cortes de juros, a liquidez escassa pressiona ativos de risco como o Bitcoin.


Queda Abrupta no Mercado Cripto

A capitalização total do mercado de criptomoedas registrou perda de quase US$ 98 bilhões nas últimas 24 horas, chegando a US$ 3,09 trilhões. O Bitcoin, principal termômetro do setor, rompeu o suporte de US$ 95 mil e agora negocia próximo a US$ 93 mil, com indicadores como o Money Flow Index abaixo de 50 confirmando viés de baixa.

Altcoins sofrem ainda mais: Celestia (TIA) despencou 13% para US$ 0,50, testando suportes críticos em US$ 0,49. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 499.561, com variação de -2,87% em 24h e volume de 254 BTC. Essa pressão vendedora reflete aversão ao risco global.

Odds do Fed: Manutenção de Juros Ganha Força

O CME FedWatch Tool mostra apenas 5% de chance de corte de juros em janeiro, com as taxas em 3,50%-3,75%. Para março, probabilidade de manutenção é de 75%. Jerome Powell reforça cautela: “Estamos bem posicionados para esperar e ver como a economia evolui”.

Trump pressiona por cortes, mas o Fed prioriza controle inflacionário. Ethereum cai 3,56% para US$ 3.193 e XRP perde 4,81% para US$ 1,95. Sem liquidez barata, o apetite por risco diminui, ampliando volatilidade no criptomercado.

Por Que o Otimismo de 2026 Pode Ser Prematuro

Analistas com viés de alta apostam em US$ 100 mil para BTC, mas sem cortes agressivos do Fed, a alta expressiva fica distante. Histórico mostra que juros altos freiam ativos especulativos: em 2022, BTC caiu 65% com elevações de juros. Hoje, suporte em US$ 90 mil é testado; rompimento leva a US$ 91.298.

A capitalização total pode cair para US$ 3,05 trilhões se pressão persistir. Investidores institucionais como MicroStrategy compram, mas varejo hesita. O ceticismo é justificado: recuperação depende de dados econômicos favoráveis e sinalizações dovish do Fed.

O Que Monitorar Agora

Vale acompanhar a próxima reunião do Fed e indicadores como PCE inflacionário. Se BTC estabilizar acima de US$ 93.471, pode haver recuo técnico. Mas com probabilidades de baixa dominantes, é prudente cautela: considerar redução de exposição a altcoins voláteis e priorizar preservação de capital em cenários de liquidez restrita.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investidor cartoon trocando moedas BTC e ETH por chaves de casa com corretor, simbolizando adoção de cripto em hipotecas nos EUA

Newrez Aceita Bitcoin para Hipotecas nos EUA a Partir de Fevereiro

A Newrez, uma das cinco maiores credoras imobiliárias dos Estados Unidos, anunciou que aceitará Bitcoin, Ethereum e stablecoins como ativos para qualificação em hipotecas a partir de fevereiro de 2026. A decisão permite que detentores de cripto usem seu patrimônio diretamente no processo de financiamento de imóveis, sem necessidade de conversão prévia para dólares. Isso marca um passo prático na integração de criptomoedas ao mercado imobiliário tradicional, beneficiando investidores com exposição significativa a ativos digitais. O Bitcoin reagiu com alta de 1,8% em 24 horas, acima de US$ 96.500.


Como Funciona o Processo na Prática

A Newrez, que originou US$ 44,5 bilhões em financiamentos até setembro de 2025, avaliará o patrimônio em cripto como parte do cálculo para aprovação de hipotecas. Clientes poderão comprovar reservas em BTC, ETH, ETFs spot de Bitcoin aprovados pela SEC e stablecoins lastreadas em dólar. O valor é considerado no momento da análise, ajudando quem tem pouca renda tradicional, mas acúmulo em cripto.

Para o dia a dia, isso significa que um investidor com, por exemplo, 1 BTC pode usá-lo como garantia patrimonial para financiar uma casa de US$ 500 mil, desde que atenda aos critérios de custódia. A empresa exige que os ativos estejam em exchanges reguladas nos EUA ou instituições supervisionadas, garantindo transparência e reduzindo riscos de fraude ou perda.

Essa abordagem prática transforma o Bitcoin de um ativo especulativo em ferramenta concreta para realização de sonhos como a compra da casa própria, algo que muitos brasileiros sonham ao investir em cripto.

Requisitos e Limitações Importantes

Embora inovadora, a iniciativa tem regras claras para mitigar a volatilidade inerente às criptomoedas. Os ativos devem ser reportados com provas de custódia, e a Newrez aplica margens de segurança conservadoras, considerando variações históricas acima de 45% ao ano no BTC. Não são aceitos holdings em DeFi ou carteiras autocustodiadas sem supervisão regulatória.

Além disso, a decisão segue uma diretriz federal recente que orienta Fannie Mae e Freddie Mac a reconhecerem cripto em aprovações de crédito. Isso dá respaldo legal, mas limita o programa a plataformas confiáveis, excluindo opções descentralizadas populares entre holders experientes.

Para quem planeja usar isso, o passo inicial é transferir ativos para uma exchange como Coinbase ou Kraken, documentar saldos e consultar um corretor da Newrez. É uma utilidade cotidiana que exige organização prévia.

Impacto no Mercado Imobiliário e para Brasileiros

Essa é a primeira vez que uma credora do top 5 adota cripto formalmente, criando precedente para o setor. O mercado cripto, com capitalização acima de US$ 3 trilhões, ganha legitimidade ao conectar-se ao imobiliário, um dos pilares da economia americana. On-chain, o supply de BTC em exchanges cai para 11,8%, sinalizando confiança de longo prazo.

Para brasileiros, o ganho é indireto, mas relevante: bancos como Itaú ou Nubank podem seguir o exemplo, facilitando crédito imobiliário com patrimônio cripto. Hoje, muitos enfrentam barreiras para comprovar riqueza em BTC; amanhã, isso pode virar realidade local. Monitore o comportamento do BTC acima de US$ 96.500, que sustenta essa narrativa de adoção.

A integração reforça cripto como reserva de valor prática, saindo da tela para as paredes de casa.

Próximos Passos para Aproveitar

Se você tem exposição a cripto e sonha com imóvel nos EUA, organize sua custódia agora. Consulte a Newrez diretamente para detalhes atualizados e prepare documentação. Para o investidor médio, isso valida a estratégia de hold: seu BTC pode financiar não só aposentadoria, mas a casa própria. Fique atento a expansões para outros credores e possíveis adaptações no Brasil.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.