CEO cartoon no topo de pirâmide Ponzi colapsando sendo algemado, com investidores chocados abaixo, simbolizando condenação por fraude Bitcoin

CEO de Ponzi Bitcoin é Condenado a 20 Anos por Fraude de US$ 200 Milhões

Investigações do Departamento de Justiça dos EUA revelam que Ramil Ventura Palafox, CEO da Praetorian Group International (PGI), foi condenado a 20 anos de prisão por operar um esquema Ponzi clássico que defraudou mais de 90 mil investidores em todo o mundo. Entre dezembro de 2019 e outubro de 2021, ele prometeu retornos diários de até 3% via trading de Bitcoin, mas usou fundos de novos participantes para pagar os antigos, resultando em perdas de pelo menos US$ 62,7 milhões. A sentença serve como alerta para promessas de lucros fáceis no criptomercado.


Funcionamento do Esquema Ponzi da PGI

Palafox, cidadão duplo EUA-Filipinas de 61 anos, posicionou a PGI como uma firma de trading de Bitcoin em alto volume. Segundo documentos judiciais citados pela Bitcoinist, os investidores aportaram mais de US$ 201 milhões, incluindo US$ 30,3 milhões em dinheiro fiat e 8.198 BTC avaliados em cerca de US$ 171,5 milhões na época. No entanto, a empresa nunca realizou trades suficientes para sustentar os retornos prometidos de 0,5% a 3% ao dia.

Em vez de negociações reais, o esquema funcionava como um Ponzi clássico: pagamentos a investidores iniciais vinham de depósitos de novatos. Evidências apontam que o portal online da PGI exibia saldos falsos e lucros fabricados, criando uma ilusão de segurança e crescimento contínuo. Essa fachada digital foi crucial para atrair e reter as 90 mil vítimas globais até que as demandas de saque colapsassem o sistema.

Gastos Luxuosos Revelam Desvio de Fundos

Enquanto investidores viam “lucros” no portal, Palafox desviava milhões para um estilo de vida extravagante. As investigações detalham gastos de cerca de US$ 3 milhões em 20 veículos de luxo, mais de US$ 6 milhões em quatro propriedades em Las Vegas e Los Angeles, além de centenas de milhares em suítes de hotel e itens de grife como Rolex, Cartier e Gucci, conforme reportado pela ZyCrypto.

Condenado por wire fraud e money laundering, Palafox aceitou um acordo de plea para pagar US$ 62,7 milhões em restituição. A SEC também busca penalidades civis, e ele está proibido de atividades com valores mobiliários. O FBI incentiva vítimas a se registrarem para possíveis compensações.

Red Flags Ignoradas pelas Vítimas

O que levou 90 mil pessoas a ignorar sinais óbvios? Promessas de retornos fixos diários acima de 1% são o primeiro alerta em qualquer investimento, especialmente em cripto volátil. Ausência de provas de trades reais, portal opaco sem auditorias independentes e foco em recrutamento de novos membros em vez de performance sustentável gritavam Ponzi. Evidências on-chain poderiam ter revelado a falta de volume real de Bitcoin.

Palafox explorou a euforia do mercado em alta de 2020-2021, quando Bitcoin atingia ATHs, para vender a ilusão de trading “garantido”. Investigações revelam inconsistências públicas desde o início, como falta de registro regulatório adequado.

Como se Proteger de Esquemas Semelhantes

Para evitar armadilhas como a PGI, verifique sempre registros na CVM ou SEC, exija transparência on-chain via explorers como Blockchain.com e desconfie de retornos fixos irreais. Use exchanges reguladas como a Binance para trades diretos. Monitore fóruns como Reddit e Twitter por reclamações precoces. A lição da sentença de Palafox: no cripto, se parece bom demais, fuja.


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Personagem cartoon Trump Media empurrando porta da SEC com touro BTC, prisma ETH e estrela CRO emergindo, simbolizando pressão por ETFs com staking

Trump Media Pressiona SEC com ETFs de BTC, ETH e CRO com Staking

A Trump Media, conglomerado ligado ao presidente dos EUA Donald Trump, intensificou sua ofensiva no mercado cripto ao registrar junto à SEC dois novos ETFs: o Truth Social Bitcoin and Ether ETF e o Truth Social Cronos Yield Maximizer ETF. Em parceria estratégica com a Crypto.com, os produtos incorporam rendimentos de staking, pressionando o regulador em um ano de transição política em Washington. Analistas veem nisso um teste para a aprovação de mecanismos de yield em veículos regulados.


Detalhes dos Novos ETFs Propostos

O Truth Social Bitcoin and Ether ETF busca replicar o desempenho dos dois maiores criptoativos por capitalização, com alocação aproximada de 60% em Bitcoin e 40% em Ethereum, incluindo recompensas de staking do ETH. Já o Cronos Yield Maximizer ETF foca no token CRO da blockchain Cronos, desenvolvida pela Crypto.com, maximizando retornos via staking. Ambos cobram taxa de administração de 0,95%, com custódia e liquidez providas pela exchange.

Segundo o Portal do Bitcoin, os fundos serão executados via Foris Capital US LLC, braço da Crypto.com, sinalizando confiança na infraestrutura da plataforma para investidores institucionais americanos. O CEO Kris Marszalek destacou a ‘proposta de valor sólida’ dos produtos, ampliando acesso a ativos digitais com rendimento passivo.

Parcerias Estratégicas e Estrutura Operacional

A iniciativa conta com a consultoria da Yorkville America Equities, gestora focada em investimentos alinhados aos interesses dos EUA. Steve Neamtz, presidente da Yorkville, enfatizou a combinação de apreciação de capital e geração de renda, diferenciando esses ETFs dos spot tradicionais. A Crypto.com, com histórico de relações comerciais com o grupo Trump, assume papéis centrais em custódia, liquidez e execução de staking.

Esse ecossistema reflete uma tendência global onde exchanges estabelecidas buscam integração regulada. No contexto europeu, aprovações semelhantes pela FCA no Reino Unido ilustram como jurisdições variam em maturidade regulatória, influenciando fluxos de capital transfronteiriços.

Contexto Regulatório e Geopolítico nos EUA

A SEC acelerou aprovações de ETFs spot de Bitcoin e Ethereum, mas adia propostas com staking ou altcoins, citando preocupações com custódia e volatilidade. Esses depósitos da Trump Media chegam em meio a saídas massivas dos ETFs BTC spot — US$ 360 milhões na última semana, per Cointelegraph —, testando o apetite por inovação em fase de baixa.

Analista Eric Balchunas, da Bloomberg, prevê operação em meses, mas o timing coincide com agenda política trumpista pró-cripto. Decisões em Washington reverberam globalmente: para brasileiros, isso pode acelerar debates sobre regulação local via CVM, alinhando o país a padrões internacionais.

Implicações para Investidores Globais

Se aprovados, esses ETFs posicionam a marca Trump como player financeiro, potencializando influxos institucionais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 365.809 (+1,55% em 24h), refletindo otimismo macro. Investidores devem monitorar o exame da SEC, pois yields de staking em ETFs poderiam normalizar retornos passivos regulados, alterando dinâmicas de portfólio em mercados emergentes como o Brasil.

Globalmente, isso sinaliza maturidade: da Ásia à Europa, regulações evoluem, moldando onde o capital cripto fluirá. O ‘efeito Trump’ pode catalisar aprovações semelhantes, beneficiando ecossistemas como o da Crypto.com.


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Executivos institucionais cartoon avançando com ouro para Coinbase e MSTR, seta +9% subindo e Bitcoin brilhante, sinalizando ofensiva bullish

Institucionais na Ofensiva: ARK Compra Coinbase e MSTR Sobe 9%

Cathie Wood e Michael Saylor: os gigantes voltaram às compras? A ARK Invest reverteu sua estratégia recente ao adquirir US$ 15,2 milhões em ações da Coinbase (COIN), distribuídos em três ETFs, após vender mais de US$ 39 milhões na semana passada. Paralelamente, as ações da MicroStrategy (MSTR) dispararam 9% em after-hours, impulsionadas pelo Bitcoin se aproximando de US$ 70 mil após dados de inflação mais suaves nos EUA. Esses movimentos sinalizam o retorno do apetite institucional.


A Reversão Estratégica da ARK em Coinbase

A ARK Innovation ETF (ARKK), Next Generation Internet ETF (ARKW) e Fintech Innovation ETF (ARKF) compraram, respectivamente, 66.545, 16.832 e 9.477 ações da Coinbase na sexta-feira. O valor totalizou cerca de US$ 15,2 milhões, com as ações da exchange fechando em US$ 164,32, alta de 16,4% no dia. Essa operação marca uma mudança de rumo após a ARK vender US$ 17,4 milhões em 5 de fevereiro e mais US$ 22 milhões em 6 de fevereiro — a primeira redução desde agosto de 2025.

Apesar do prejuízo de US$ 667 milhões reportado pela Coinbase no quarto trimestre de 2025, com receita de transações caindo 37%, os fundamentos da exchange se fortalecem com o crescimento de 13% em assinaturas e serviços. Para investidores como Cathie Wood, a Coinbase representa exposição ao ecossistema cripto em expansão, especialmente com a adoção de ETFs e tesourarias corporativas.

MicroStrategy Impulsionada pelo Bitcoin a US$ 70k

A ação da MicroStrategy ganhou quase 9% em negociações after-hours, alinhada à recuperação do Bitcoin para US$ 69.998 após o CPI americano cair para 2,4% — o menor em quatro anos. Analistas projetam alvos entre US$ 340 e US$ 1.000 para MSTR, dependendo da força do BTC. O RSI semanal abaixo de 30 na 66ª semana do ciclo atual ecoa padrões do ciclo anterior, sugerindo possível fundo.

Michael Saylor reforça a tese ao afirmar que a empresa continuará comprando Bitcoin a cada trimestre, apesar de perdas não realizadas. Com bilhões captados para aquisições, a MSTR exemplifica como tesourarias corporativas constroem reservas de valor de longo prazo, beneficiando-se da narrativa de escassez pós-halving.

Sinais de Otimismo Institucional no Horizonte

Esses fluxos não são isolados: o mercado está construindo bases sólidas para o próximo estágio do ciclo. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 365.662 avança 1,5% em 24 horas, com volume de 149 BTC nas exchanges brasileiras. A correlação entre BTC e ações como COIN e MSTR reforça a visão de alta: instituições veem o ativo como reserva estratégica.

Embora volatilidade persista, esses movimentos de ARK e MicroStrategy indicam confiança na adoção global. Investidores atentos a fluxos de ETF e tesourarias corporativas posicionam-se para tendências de longo prazo, onde o preço é secundário ao crescimento do ecossistema.


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Monolito dourado com 70K esculpido rompendo névoa vermelha densa, simbolizando alta do Bitcoin apesar de medo extremo no Fear & Greed

Bitcoin Rompe US$ 70 mil, Mas Medo Extremo Persiste

O Bitcoin recuperou a marca de US$ 70.000, registrando alta de cerca de 5% nas últimas 24 horas e atingindo US$ 70.250. A valorização ocorre após dados de inflação nos EUA mais frios que o esperado (CPI de 2,4% ao ano), impulsionando apetite por risco. No entanto, o índice Crypto Fear & Greed permanece em ‘extreme fear’, refletindo ansiedade persistente após US$ 8,7 bilhões em perdas realizadas na semana. Traders questionam se é dead cat bounce ou reversão genuína.


Contexto da Recuperação Técnica

Os dados mostram o Bitcoin saindo de mínimas próximas a US$ 60.000 no início do mês, com o preço atual em torno de US$ 70.000 após ganho de 4,8% a 5% em 24 horas. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 364.949,60 (+1,31% em 24h). Volumes de negociação mais finos no fim de semana sustentam o rali, com exaustão de vendedores observada.

No Polymarket, a probabilidade de o Bitcoin atingir US$ 70.000 em fevereiro subiu para 71%, ante 62% uma semana antes. No entanto, resistência imediata fica em US$ 71.000, com próximo alvo em US$ 75.000 para confirmação de força. Suporte psicológico em US$ 70.000 foi testado e segurou.

Inflação Fria e Apetite por Risco

O CPI de janeiro nos EUA avançou 2,4% interanual, abaixo da previsão de 2,5%, elevando expectativas de cortes de juros. Plataformas como Kalshi precificam 26% de chance de redução de 25 bps em abril (de 19% anterior), enquanto Polymarket ajustou para 20% (de 13%). Taxas menores tornam ativos de risco como Bitcoin mais atrativos versus renda fixa.

O CoinDesk 20 index subiu 6,2% no período, confirmando correlação com o mercado tradicional. Contudo, a rotação de supply para mãos mais fortes pode demorar para estabilizar o mercado, conforme analistas da Bitwise.

Liquidações e Sinais de Capitulação

Semana passada registrou US$ 8,7 bilhões em perdas realizadas em Bitcoin, segundo Bitwise, o segundo maior volume desde o colapso da 3AC. Empresas com tesouraria em BTC acumularam prejuízos não realizados acima de US$ 21 bilhões (agora em US$ 16,9 bilhões). Isso sugere capitulação clássica, com supply migrando de holders fracos para convictos.

O short squeeze contribuiu para o rompimento, limpando posições vendidas em zonas de liquidez próximas a US$ 70.000. Apesar disso, volumes baixos indicam cautela. Níveis a monitorar: suporte em US$ 68.000-69.000 (média móvel 50-dias aproximada) e resistência em US$ 71.000.

Níveis Chave e Próximos Passos

Os dados indicam estabilização possível se o preço se firmar acima de US$ 70.000, mas o Fear & Greed em extremo medo (níveis de 2022 pós-FTX) sinaliza pressão vendedora latente. Traders devem observar volume spot e open interest em derivativos para confirmar direção.

Rotação para holders de longo prazo historicamente precede fases de consolidação, mas requer tempo. Indicadores on-chain mostram distribuição de supply, com foco em métricas como MVRV Z-Score para bottoms.


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Núcleo dourado Bitcoin comprimido por prismas vermelhos em vista isométrica, rachando com partículas cyan, sinalizando potencial short squeeze

Taxa de Funding do Bitcoin Atinge Mínima em 1 Ano: Short Squeeze?

A taxa de funding do Bitcoin na Binance atingiu um nível crítico, com a média móvel simples de 14 dias (SMA-14) caindo para -0.002, o mais baixo desde setembro de 2024. Esse dado, destacado pela plataforma CryptoQuant, indica excesso de posições vendidas no mercado de derivativos. Historicamente, tais mínimas precedem short squeezes, onde liquidações em cascata impulsionam o preço para cima. O Bitcoin reagiu com alta de mais de 5% nas últimas 24 horas, testando os US$ 69.000.


O Que é a Taxa de Funding?

A taxa de funding é um mecanismo nos contratos perpétuos de derivativos cripto que equilibra as posições longas e curtas, evitando desvios excessivos do preço spot. Calculada a cada 8 horas na Binance, ela representa a taxa periódica paga entre traders. Quando positiva, comprados pagam vendidos, sinalizando viés otimista. Valores negativos, como o atual, invertem o fluxo: vendidos remuneram comprados, refletindo pessimismo excessivo no mercado de futuros.

Os dados mostram que a SMA-14 filtra ruídos de curto prazo, oferecendo uma visão mais estável. Nesse caso, o indicador revela uma acumulação de apostas contra o Bitcoin, com vendidos pagando para manter posições em meio a uma tendência de queda semanal recente.

Nível Atual e Contexto Histórico

De acordo com a análise da CryptoQuant, a SMA-14 de -0.002 é o patamar mais negativo em mais de um ano. Gráficos on-chain confirmam que níveis profundamente negativos, sustentados por 14 dias, coincidem com fundos de tendências baixistas. Em eventos passados, essa configuração precedeu altas de curto prazo, impulsionados por reversões de preço que liquidam posições vendidas alavancadas.

Atualmente, o Bitcoin cotado em torno de US$ 69.000 mostra momentum de alta após o dado do CPI mais suave nos EUA, mas a taxa de funding sugere que o mercado ainda precifica risco descendente excessivo.

Implicações: Potencial Short Squeeze

Um short squeeze ocorre quando uma alta de preço força liquidações automáticas de posições vendidas, criando um ciclo virtuoso de compras. Com vendidos “superlotados”, um rebound modesto pode desencadear cascata de liquidações, atuando como combustível para novas máximas. Analistas observam que taxas negativas extremas funcionam como sinal contrário: o excesso de pessimismo frequentemente marca o ponto de virada.

No entanto, os dados não garantem direção; dependem de catalisadores como volume spot e open interest. Traders devem monitorar o agregado de funding em exchanges como Binance e Bybit para confirmação.

Cotação Atual e Níveis a Observar

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 366.192, com variação de +1,71% nas últimas 24 horas e volume de 150,57 BTC nas exchanges brasileiras. Em dólares, resiste em US$ 69.000, com suporte em US$ 64.000 e resistência em US$ 70.000.

Níveis chave a observar incluem o rompimento de US$ 70.000 para confirmação de força, ou recuo para US$ 64.000 se o squeeze não se materializar. A utilidade reside em integrar esse indicador com RSI, volume e MACD para decisões informadas.


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Pico cristalino dourado rachando na base com sombra '55K' e ondas escuras pressionando, alertando risco de correção do Bitcoin para US$55 mil

Cuidado com o Otimismo: Bitcoin Pode Cair a US$ 55 mil Antes do Fundo

Aproveite a alta dos US$ 70 mil, mas saiba que os US$ 55 mil ainda estão no radar. A CryptoQuant prevê que o Bitcoin pode cair até US$ 55 mil antes de tocar o fundo do ciclo de baixa, em um alerta que reforça o ceticismo após a previsão similar do Standard Chartered. O mercado ignora esses sinais, mas a história mostra que euforias assim precedem correções severas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 366.253,35 (+1,73% em 24h), mas a pressão vendedora institucional na Ásia ameaça essa estabilidade.


Alerta da CryptoQuant: US$ 55 mil no Horizonte

A plataforma de análise on-chain CryptoQuant emitiu um aviso claro: o Bitcoin pode testar os US$ 55 mil antes de encontrar suporte real no atual ciclo. Essa previsão não surge do nada. Os dados indicam acumulação de pressão vendedora em níveis elevados de preço, com indicadores como o MVRV Z-Score e fluxos de exchanges sinalizando sobrecompra. O mercado está ignorando esses métricos, repetindo padrões vistos em topos de 2018 e 2022, quando altas rápidas foram seguidas de quedas de 70% ou mais.

A história mostra que ciclos de alta exagerada sempre terminam em capitulação. Investidores de varejo entram no pico da euforia, enquanto instituições se posicionam para vender. Cuidado com narrativas de ‘novo paradigma’ — elas já enganaram muitos no passado.

Pressão Vendedora na Ásia pelo Standard Chartered

A pressão na Ásia após alerta do Standard Chartered agrava o quadro. O banco revisou para baixo suas expectativas de curto prazo, citando saídas persistentes de ETFs de Bitcoin nos EUA e dados macro fracos. Geoff Kendrick, chefe de pesquisa de ativos digitais, descreve isso como um ‘reset’ necessário, com risco de queda para US$ 50 mil se o suporte de US$ 60 mil ceder.

Na sessão asiática, o BTC oscilou perto de US$ 66.400, mas a venda institucional reflete incerteza com juros altos do Fed por mais tempo. Juros elevados drenam liquidez de ativos de risco como o Bitcoin, um padrão macro que o mercado tradicional conhece bem desde as crises asiáticas de 1997.

Contexto Macro e Lições Históricas

O cenário macro reforça o ceticismo. Inflação persistente nos EUA e adiamento de cortes de juros pelo Fed criam um ambiente hostil para cripto. Correlações com ações de tecnologia, evidentes em 2022, voltam a aparecer. Baleias asiáticas vendem em picos, limpando alavancagem excessiva, enquanto o índice Fear & Greed marca ‘Medo Extremo’ em 8/100.

A história é clara: todo mercado de alta tem sua baixa. Em 2017, o BTC subiu 20x antes de cair 84%; em 2021, similar. Sobreviver ao bear protege o capital para o próximo ciclo. Não é FUD, é realismo baseado em dados.

O Que Monitorar Agora

Olhos nos suportes de US$ 60 mil e US$ 55 mil. Fluxos de ETFs, liquidez global e decisões do Fed em junho de 2026 serão decisivos. Para brasileiros, o câmbio BRL/USD amplifica riscos — volatilidade dupla exige cautela. Apesar do alerta de curto prazo, Standard Chartered ainda vê US$ 100 mil até fim de 2026, mas só após capitulação.

Posicione-se com proteção de capital em mente. O mercado está eufórico demais para o meu gosto.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Personagem cartoon erguendo lingote BTC com 1M gravado para pedestal global, simbolizando reserva estratégica brasileira e adoção institucional

Brasil na Liderança: Reserva de 1 milhão BTC Ganha Destaque Global

O Bitcoin recuperou os US$ 70 mil impulsionado por dados de inflação mais suaves nos EUA e ganha fôlego extra com a proposta brasileira de reserva estratégica, destacada internacionalmente pelo CoinGape. O plano de adquirir 1 milhão de BTC em cinco anos posiciona o Brasil como potência soberana, rivalizando com EUA e China, e sinaliza uma adoção institucional massiva que fortalece os fundamentos do ativo. Isso ativa o orgulho nacional e reforça a narrativa global de Bitcoin como reserva de valor.


Detalhes da Proposta Brasileira

A iniciativa, em tramitação nas comissões de desenvolvimento econômico, finanças e justiça do Congresso, prevê compras graduais de 1 milhão de Bitcoins ao longo de cinco anos, com custo estimado em US$ 68 bilhões. Essa estratégia evita disrupções no mercado e diversifica os ativos soberanos brasileiros, transformando o BTC em pilar da tesouraria nacional.

Além das aquisições, o projeto inclui incentivos poderosos: permissão para pagamento de impostos e multas federais com Bitcoin, isenção de tributação sobre vendas de criptoativos e retenção de Bitcoins confiscados pela Justiça na reserva, em vez de leilões. Esses mecanismos aceleram a adoção local e posicionam o Brasil à frente na corrida global por reservas digitais, similar ao que vimos com El Salvador e os ETFs americanos.

Contexto de Mercado e Fluxos Institucionais

O otimismo é reforçado por inflows recordes em ETFs de Bitcoin e Ethereum nos EUA. Em 13 de fevereiro, os ETFs de BTC registraram entrada líquida de US$ 15,2 milhões, com o Fidelity FBTC liderando em US$ 11,99 milhões. Já os ETFs de ETH atraíram US$ 10,26 milhões, destacando o Grayscale Ethereum Mini Trust com US$ 14,51 milhões.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 366.259, com alta de 1,61% nas últimas 24 horas e volume de 151,63 BTC. Em dólares, cotado a cerca de US$ 70 mil (dólar a R$ 5,22), o ativo consolida suporte em US$ 65 mil.

Análise Técnica e Perspectivas de Alta

Técnicos apontam RSI em 57 e CMF em 0,07, indicando acúmulo sem sobrecompra. O preço recente de US$ 69.779 testa resistências em US$ 70 mil e US$ 75 mil, com potencial para US$ 80 mil em rompimento. O suporte chave em US$ 65 mil define o próximo movimento.

Essa dinâmica reflete o ciclo pós-halving, onde fluxos institucionais e adoções soberanas constroem bases sólidas. O Brasil, com sua proposta, contribui para essa narrativa macro, elevando a demanda global e reduzindo oferta disponível.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o investidor local, isso significa maior legitimidade do Bitcoin como ativo estratégico. O reconhecimento internacional via CoinGape valida o movimento, incentivando tesourarias corporativas e retail a acumularem. Vale monitorar a tramitação no Congresso, que pode catalisar uma valorização expressiva.

Os fundamentos se fortalecem: mais nações adotando BTC sinalizam transição para reserva de valor global. O mercado está construindo, e o Brasil surge como líder emergente nessa revolução financeira.


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Fluxo dourado ascendente com '6B' contrastando piscina cyan estagnada de stablecoins, ilustrando dilema RWA vs demanda por Bitcoin

Dilema RWA: Ouro Tokenizado Atinge US$ 6 Bi e Stablecoins Ignoram BTC

Por que a montanha de dólares tokenizados em exchanges não está virando Bitcoin? Dados da Dune Analytics revelam que o valor de mercado do ouro tokenizado superou US$ 6 bilhões, com crescimento de US$ 2 bilhões no ano, liderado por Tether Gold (XAUT) e Paxos Gold (PAXG). Paralelamente, a liquidez em stablecoins como USDC e USDT cresce, mas sem se converter em demanda spot sustentada por BTC, segundo CryptoQuant. Esse fenômeno reflete uma preferência por ativos reais tokenizados (RWA) em meio à volatilidade.


Crescimento Explosivo do Ouro Tokenizado

O ouro tokenizado representa barras físicas de ouro custodadas em vaults, emitindo tokens ERC-20 ou equivalentes na blockchain que atestam propriedade fracionada. Segundo dados on-chain da Dune Analytics, o setor saltou mais de 53% em seis semanas, adicionando US$ 2 bilhões desde janeiro de 2026. XAUT e PAXG dominam com 96,7% do mercado, equivalendo a 1,2 milhão de onças tokenizadas.

Como funciona? Cada token é lastreado 1:1 por ouro físico auditado, permitindo negociação 24/7 com liquidação instantânea via smart contracts. Isso elimina burocracia de custódia tradicional, atraindo investidores que buscam exposição ao metal precioso sem logística física. O TVL (valor total bloqueado) nesse nicho reflete adoção real: usuários ativos crescem, transações diárias aumentam, e integrações como a da Tether com Gold.com expandem acessibilidade via stablecoins.

Por que importa? Em um contexto macro de incerteza — com ouro spot batendo recordes —, o RWA oferece porto seguro digitalizado, combinando estabilidade do ativo real com eficiência blockchain.

Liquidez em Stablecoins: Cresce, Mas Não Flui para BTC

Métricas da CryptoQuant mostram reservas de USDC (ERC-20) em exchanges subindo consistentemente desde abril de 2025, enquanto USDT (ERC-20) cai e USDT (TRC-20) se estabiliza, recuperando em 2026. Essa liquidez — capital “aparcado” pronto para trades — totaliza bilhões, mas não rotaciona para compras spot de Bitcoin.

O que é demanda spot? Refere-se a negociações à vista (não derivativos), indicador chave de convicção orgânica. Sem ela, rebotes de BTC (atual R$ 366.417 pelo Cointrader Monitor) perdem fôlego, tornando-os frágeis. Analogia técnica: é como um banco de dados com queries de leitura crescentes, mas sem commits para writes sustentados no BTC ledger.

Desde 7 de abril de 2025, o padrão persiste: capital defensivo reorganiza entre Ethereum e Tron, priorizando opcionalidade sobre risco.

Por Que Preferir Ouro Digital e Dólar Tokenizado?

Investidores optam por RWAs como ouro tokenizado (preço spot ~R$ 26.300/onça via AwesomeAPI) por seu lastro verificável on-chain, auditado e imune a risco de contraparte de emissores puros. Stablecoins oferecem yield em DeFi (staking, lending), enquanto BTC enfrenta correlações macro negativas e halvings recentes sem catalisadores claros.

Dados sugerem ceticismo: TVL em RWA cresce 3x mais rápido que spot BTC em 2025. Commits em repositórios de protocolos RWA (ex: Tether Gold) mostram inovação em compliance e oráculos de preço, contrastando com saturação no ecossistema BTC. Usuários ativos em ouro tokenizado priorizam preservação de capital sobre upside volátil.

Resultado: montanha de stablecoins (~US$ 150B+ em circulação) fica sidelined, aguardando sinais como ETF inflows ou política monetária dovish.

Implicações e Próximos Passos para Investidores

Esse dilema sinaliza maturidade: cripto não é só especulação, mas ponte para ativos reais. Para BTC, ausência de spot demand fragiliza rebounds; monitore CVD (cumulative volume delta) e exchange inflows. Projeções como Standard Chartered (RWA para US$ 2T até 2028) indicam ouro tokenizado como benchmark.

Vale rastrear: se stablecoins rotacionarem para BTC (ex: USDC > spot CVD), sinal de alta. Caso contrário, RWAs ganham tração. No Brasil, com BTC a R$ 366k, monitore dados on-chain, priorizando protocolos com usuários reais e transparência técnica.


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Prensa cartoon dourada esmagando traders shorts vermelhos com explosão cyan, ilustrando liquidações de US$ 189 mi no short squeeze do Bitcoin

Liquidações de US$ 189 Mi em 24h: Shorts Massacrados no BTC

Os dados mostram que nas últimas 24 horas, o mercado de criptomoedas registrou liquidações totais de US$ 189 milhões, com US$ 148 milhões em posições vendidas e US$ 40,85 milhões em compradas. Esse desequilíbrio, com predominância dos ursos massacrados, gerou um efeito cascata que impulsionou o Bitcoin para acima de US$ 70.000, transferindo capital dos alavancados para o mercado spot. O fenômeno ilustra como a alavancagem amplifica perdas em movimentos rápidos de preço.


Detalhamento das Liquidações por Posição

De acordo com a plataforma Coinglass, que compila dados em tempo real das principais exchanges, as posições vendidas responderam por cerca de 78% do volume total liquidado. Isso representa um short squeeze clássico, onde a liquidação forçada de vendas a descoberto força compras compulsórias, elevando o preço do ativo.

No período analisado até 15 de fevereiro de 2026, o total de US$ 189 milhões reflete alta volatilidade. Comparativamente, as posições compradas foram minoritárias, sugerindo que o mercado spot acumulou força compradora enquanto os traders alavancados em baixa sofreram perdas concentradas.

Os números exatos: US$ 148 milhões em vendidas liquidadas contra US$ 40,85 milhões em compradas, um ratio de aproximadamente 3,6:1. Essa assimetria reforça o momentum altista de curto prazo.

Mecanismo do Short Squeeze e Impacto no Preço

Quando posições vendidas altamente alavancadas são liquidadas, as exchanges executam ordens de compra para cobrir as margens deficitárias. Esse fluxo forçado de compras cria pressão ascendente no preço, atraindo mais liquidações em cascata. No caso do Bitcoin, o movimento levou a cotação de níveis inferiores para US$ 70.099 (bid atual).

Traders spot, sem alavancagem, beneficiam-se diretamente: o capital perdido pelos vendidos migra para holders de longo prazo via prêmio de preço. Os dados indicam que essa dinâmica ocorreu em um timeframe de 24 horas, com picos prováveis durante rompimentos de resistências técnicas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 366.818 no mercado brasileiro, com variação de +1,74% em 24h e volume de 149,74 BTC. Em dólares, o par BTC-USD confirma US$ 70.099, alinhado ao squeeze.

Contexto Técnico e Níveis Relevantes

O Bitcoin rompeu resistências em torno de US$ 68.000-69.000 nas últimas horas, com médias móveis de 50 períodos atuando como suporte dinâmico. Volumes de liquidação concentrados sugerem exaustão de vendedores alavancados, potencializando consolidação acima de US$ 70.000.

Próximos níveis a observar: suporte em US$ 69.000 (próxima liquidação longa) e resistência em US$ 71.500 (histórico recente). Indicadores como RSI mostram sobrecompra moderada (acima de 70), mas volume spot sustenta o viés atual.

No agregado, o evento reforça que alavancagem excessiva amplifica riscos: posições vendidas perderam para o spot em um movimento de 1,75% no BTC-USD.

Implicações para Traders e Mercado Spot

Para investidores spot, o massacre dos ursos representa influxo de liquidez sem custo adicional. Traders alavancados enfrentam reset de posições, reduzindo pressão vendedora futura. Os dados da Coinglass evidenciam que, em ciclos de alta, vendidos financiam a valorização.

Recomenda-se monitorar open interest e funding rates para sinais de reversão. Eventos como esse validam a estratégia de acumulação sem alavancagem em ativos como Bitcoin.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investidor cartoon puxando estilingue monetário com Bitcoin esticada, simbolizando teste de paciência dos traders em meio à consolidação do mercado

Pompliano: ‘Estilingue Monetário’ Testa Paciência dos Investidores em Bitcoin

Anthony Pompliano, investidor e analista de criptomoedas, argumenta que o principal obstáculo atual do Bitcoin não é mais a inflação em queda, mas a paciência dos investidores. Com a inflação ao consumidor nos EUA em 2,4% em janeiro de 2026 (ante 2,7% em dezembro), o preço do BTC oscila próximo aos US$ 70.000, enquanto o Índice de Medo e Ganância marca medo extremo. Essa combinação testa a convicção em um ativo escasso em meio a um cenário macro de alívio inflacionário temporário.


Situação Atual: Inflação em Queda e Preços do BTC

Os dados mostram que a inflação ao consumidor recuou para 2,4% em janeiro, alterando a narrativa tradicional do Bitcoin como hedge primário contra desvalorização monetária. Segundo feeds de mercado, o BTC negociava próximo aos US$ 69.000 recentemente, com retração acentuada no último mês. Atualmente, o preço está em torno de US$ 70.211, equivalente a R$ 367.280 segundo o Cointrader Monitor, com variação de +1,85% nas últimas 24 horas e volume de 154 BTC no Brasil.

O dólar ao real opera em R$ 5,22, reforçando um ambiente de relativa estabilidade cambial. No entanto, o sentimento no mercado cripto reflete pessimismo, com o Fear & Greed Index em zona de medo extremo, um indicador que historicamente precede rebotes, mas também pode sinalizar correções mais profundas se a liquidez global persistir em contração.

A Tese do ‘Estilingue Monetário’ de Pompliano

Pompliano descreve o momento como um ‘monetary slingshot’: ações dos bancos centrais, como cortes de juros ou injeções de liquidez futuras, erodem o dólar de forma oculta inicialmente. Essa paciência forçada acumula energia para uma valorização parabólica posterior, quando a oferta limitada do BTC (21 milhões) colide com expansão monetária renovada.

Os números suportam a discrepância: inflação oficial melhorou, mas percepções cotidianas divergem, com analistas notando que dados oficiais subestimam pressões reais. O enfraquecimento recente do dólar contra moedas principais sugere sinais iniciais dessa dinâmica, embora não garanta alta imediata em criptoativos.

Indicadores Técnicos e Níveis a Monitorar

Do ponto de vista técnico, o BTC testa suportes em torno de US$ 68.000-69.000, conforme gráficos recentes, com resistência chave nos US$ 72.000. A média móvel de 50 dias atua como suporte dinâmico próximo a US$ 70.000, enquanto o RSI (14) indica sobrevenda em 30, alinhado ao medo extremo.

Volume spot reflete acumulação discreta por holders de longo prazo, contrastando com vendas de curto prazo. Níveis a observar incluem rompimento acima de US$ 71.500 para sinal de reversão, ou quebra abaixo de US$ 67.000 para extensão baixista. Esses padrões replicam ciclos passados onde medo extremo precedeu altas de 50-100%.

Implicações para o Mercado Brasileiro

No Brasil, com BTC a R$ 367.280 e dólar estável, investidores locais enfrentam o mesmo dilema: manter posições em meio a volatilidade ou aguardar catalisadores claros. O volume nas exchanges nacionais (154 BTC/24h) indica liquidez moderada, sugerindo que paciência pode recompensar se a tese de Pompliano se materializar.

Os dados enfatizam monitoramento contínuo: decisões de política monetária do Fed e evolução do sentimento serão decisivos. Estrategicamente, diversificação e gestão de risco permanecem essenciais em cenários incertos.


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Executivos cartoon de política e cripto apertando mãos sobre rede de staking com BTC ETH CRO, simbolizando convergência Trump Media e ETFs à SEC

Trump Media pede ETFs com Staking de BTC, ETH e CRO à SEC

A Truth Social Funds da Trump Media protocolou pedidos formais junto à SEC para lançar dois ETFs inovadores: um focado em Bitcoin e Ethereum com divisão 60-40 e staking de ETH, e outro maximizador de rendimento no Cronos (CRO) com staking nativo. Parceria com a Crypto.com como custodiante reforça a credibilidade. O movimento, datado de 13 de fevereiro de 2026, sinaliza a convergência definitiva entre política americana e criptomoedas, potencializando a adoção institucional.


Detalhes dos ETFs Propostos

Os novos produtos da Truth Social Funds representam um passo ousado na financialização de criptoativos. O Truth Social Bitcoin and Ether ETF alocará cerca de 60% em BTC e 40% em ETH, oferecendo aos investidores exposição combinada aos líderes de mercado. Diferencial chave: os detentores receberão recompensas de staking da posição em Ethereum, transformando o ETF em um veículo de rendimento passivo.

Já o Truth Social Cronos Yield Maximizer ETF rastreia o token nativo da blockchain Cronos, ligada à Crypto.com, com ênfase em staking nativo e liquid staking. Essa estrutura visa maximizar yields para investidores, conectando o ecossistema Cronos ao varejo institucional via ETFs acessíveis. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 367.503 nesta manhã de sábado, com alta de 5,09% em 24 horas, reforçando o momentum de alta.

Parceria Estratégica com Crypto.com

A escolha da Crypto.com como provedora de custódia, liquidez e serviços de staking não é aleatória. "Estamos felizes em fornecer esses serviços para os novos ETFs da Truth Social Funds", declarou Kris Marszalek, CEO da exchange. Essa aliança valida o Cronos perante reguladores, ao posicioná-lo em um produto regulado pela SEC. Para Bruno Barros, o mercado está construindo bases sólidas: a integração de staking em ETFs legitima mecanismos DeFi para o público tradicional.

Trump Media já havia feito filing para um ETF solo de Bitcoin em junho e um blue-chip com BTC, ETH, SOL, XRP e CRO. Analistas como Eric Balchunas preveem lançamentos nos próximos meses, acelerando fluxos institucionais.

Contexto Trump Media e Adoção Institucional

A Trump Media, por trás do Truth Social, adota uma estratégia "America first". Seus ETFs atuais incluem imóveis vermelhos, defesa e ícones americanos como Walmart. Os cripto-ETFs expandem essa visão patriótica para ativos digitais, atraindo investidores conservadores. Ações DJT subiram 0,9% na sexta, cotadas a US$ 10,98, apesar de queda de 39% em seis meses.

Esse "Efeito Trump" impulsiona a narrativa de adoção. Após aprovações de ETFs de BTC e ETH em 2024-2025, staking emerge como próxima fronteira, especialmente para ETH pós-Merge. Para Cronos, o filing eleva sua legitimidade, provando maturidade além de exchange token.

Implicações para o Mercado Cripto

Esses pedidos sinalizam maturidade regulatória. A SEC, sob pressão política, pode acelerar aprovações, abrindo portas para staking em produtos listados. Para investidores brasileiros, isso democratiza acesso a yields sem complexidade de wallets. Os fundamentos se fortalecem: fluxos de ETF como métrica de adoção superam volatilidade de curto prazo.

Vale monitorar reações da SEC e influxos iniciais. Em um ciclo pós-halving, movimentos institucionais como esse constroem o bull market sustentável. O investidor comum ganha com narrativas conectadas à política global.


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Onda dourada e cyan rompendo barreira vermelha com 69K emergente, representando short squeeze bilionário impulsionado por CPI no Bitcoin

Short Squeeze de US$ 3,65 Bi: CPI Impulsiona BTC a US$ 69 Mil

Os dados de CPI dos EUA de janeiro, divulgados em 13 de fevereiro de 2026, mostraram desaceleração para 2,4% ao ano, abaixo das expectativas de 2,5%. Isso desencadeou um short squeeze com liquidações de US$ 3,65 bilhões em posições vendidas, impulsionando o Bitcoin de US$ 66 mil para US$ 69.190 em poucas horas. Os dados indicam clusters de liquidez que podem amplificar movimentos futuros.


Desaceleração do CPI e Reação Inicial

Os números do Bureau of Labor Statistics revelaram um CPI geral de +2,4% anual e +0,2% mensal, com o core CPI (excluindo alimentos e energia) em +2,5% anual, o menor desde março de 2021. A queda foi puxada por gasolina em -7,5% anual, apesar de pressões em alimentos e moradia. Segundo o relatório completo, o mercado precificou maior chance de corte de juros pelo Fed em março, elevando o apetite por risco.

Bitcoin reagiu com alta de cerca de 4,8% em horas, testando resistências técnicas. O volume de negociações aumentou, mas o movimento foi dominado por liquidações forçadas, não apenas compras à vista. Ethereum subiu 7% para US$ 2.054 e Solana 10% para US$ 85, mostrando rotação para altcoins em rebounds de risco.

Análise das Liquidações: Short Squeeze em Detalhe

Plataformas como Coinglass registraram US$ 3,65 bilhões em liquidações totais, sendo US$ 1,83 bilhão em shorts de BTC. O cluster de posições vendidas entre US$ 69 mil e US$ 74 mil criou um vácuo de liquidez, acelerando a alta. Esse fenômeno, conhecido como short squeeze, ocorre quando preços sobem forçando coberturas compulsórias, gerando compras automáticas.

Os dados mostram que tais eventos representam escala histórica, comparável a top 3-5 em perdas realizadas recentes. No entanto, CryptoQuant indica saídas prévias de investidores em baixa, sugerindo capitulação parcial antes do squeeze.

Próximos Níveis de Liquidez pela Coinglass

De acordo com a análise da Coinglass, um rompimento acima de US$ 71 mil em exchanges centrais (CEX) liberaria US$ 8,83 bilhões em liquidações de shorts. Inversamente, queda abaixo de US$ 68 mil ativaria US$ 6,64 bilhões em longs. Esses ‘paredões’ de liquidez atuam como ímãs para preços, com intensidade relativa indicando reações potenciais mais violentas.

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin cotado a R$ 367.421,35 (alta de 5,02% em 24h), equivalente a cerca de US$ 70.268 (USD-BRL R$ 5,22). Traders monitoram esses clusters para gerenciar exposição a volatilidade derivada.

Contexto de Sentimento e Riscos Estruturais

O Fear & Greed Index permaneceu em 9 (‘extreme fear’) por dois dias, apesar da alta, atuando como contrarian histórico: níveis baixos precederam rebounds de 300% em ciclos passados. ETF de BTC registraram saídas de US$ 690 milhões em fevereiro, com instituições em modo defensivo.

Riscos incluem outflows contínuos, hedges não liquidados e incertezas com tarifas de Trump. Os dados sugerem volatilidade movida por derivativos, recomendando cautela em alavancagem. Estrutura técnica aponta suporte em US$ 68k e resistência em US$ 71k.


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Legislador cartoon batendo martelo de aprovação sobre RESBit, com cofre repleto de 1M BTC simbolizando reserva estratégica brasileira

Projeto RESBit: Brasil Planeja Reserva de 1 Milhão de BTC

A Câmara dos Deputados do Brasil reviveu a discussão sobre uma reserva estratégica de Bitcoin, por meio do Projeto de Lei nº 4.501/2024, que cria a Reserva Estratégica Soberana de Bitcoins (RESBit). A proposta autoriza o uso de até 5% das reservas internacionais para aquisição gradual de até 1 milhão de BTC, posicionando o país como potencial líder soberano no ativo. Apresentado pelo deputado Eros Biondini e apoiado por Luiz Gastão, o texto busca proteção contra riscos geopolíticos e cambiais, além de respaldar o Drex, a CBDC brasileira. A medida, debatida em 13 de fevereiro, insere o Brasil em tendências globais de adoção institucional.


Detalhes Legislativos da RESBit

O PL 4.501/2024 estabelece um marco formal para integrar o Bitcoin às reservas nacionais. Limitada a 5% do total das reservas internacionais — atualmente avaliadas em centenas de bilhões de dólares —, a reserva seria acumulada de forma gradual, respeitando a Lei de Responsabilidade Fiscal. Segundo o texto, as compras visam mitigar volatilidade cambial e riscos geopolíticos, comuns em economias emergentes como a brasileira.

Para gerenciar a iniciativa, propõe-se um comitê consultivo com especialistas em economia digital, blockchain e cibersegurança. Grupos interinstitucionais coordenariam a implementação, garantindo transparência e estabilidade fiscal. Além disso, o projeto incentiva educação em tecnologias digitais, treinamento de servidores públicos e fomento a startups no setor cripto, fortalecendo a infraestrutura nacional.

Contexto Global: Brasil como Próximo El Salvador?

A proposta ecoa estratégias internacionais. Em El Salvador, o Bitcoin é moeda legal desde 2021, com reservas soberanas acumuladas apesar de volatilidades. Nos EUA, discussões sobre reservas estratégicas ganham tração em meio a propostas republicanas. Dubai e China exploram blockchain em políticas públicas, enquanto a União Europeia avança em regulações MiCA.

O modelo lembra a MicroStrategy de Michael Saylor, que alocou bilhões em BTC como reserva corporativa, elevando seu tesouro a mais de 250 mil unidades. Para o Brasil, com forte adoção doméstica de cripto — líder na América Latina —, a RESBit poderia atrair investimentos regionais e posicionar o país na vanguarda da geopolítica financeira digital.

Implicações para Reservas e Mercado

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 367.252 na manhã deste sábado (14/02), com alta de 5,27% em 24 horas. Uma reserva de 1 milhão de BTC equivaleria a cerca de US$ 70 bilhões (R$ 365 bilhões, pelo dólar a R$ 5,22), transformando o Brasil em um dos maiores detentores soberanos, atrás apenas de EUA e potências potenciais.

A medida respaldaria o Drex, a moeda digital do Banco Central, adicionando credibilidade. Investidores globais monitoram o progresso, pois compras graduais poderiam estabilizar o mercado local e sinalizar maturidade regulatória, impactando exchanges e adoção no varejo brasileiro.

Próximos Passos e Perspectivas

O projeto ainda tramita na Câmara e exige aprovação no Senado e sanção presidencial. Autoridades enfatizam adesão fiscal rigorosa para evitar desequilíbrios. Para o leitor brasileiro, isso significa maior legitimidade ao Bitcoin, potencial valorização de holdings e oportunidades em ecossistema cripto nacional.

Em um mundo de CBDCs e sanções financeiras, reservas em BTC representam soberania digital. O Brasil, com sua economia diversificada, pode liderar na América Latina, conectando regulação local a tendências globais observadas em Washington, Bruxelas e San Salvador.


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Plataforma hexagonal instável rachando com núcleo dourado Bitcoin e '55K' marcado, simbolizando teste de suporte e capitulação pendente

Alerta de Capitulação: Bitcoin Testa Suporte em US$ 55 Mil

O Bitcoin continua em queda livre, testando níveis críticos abaixo de US$ 70 mil, com analistas da CryptoQuant apontando o Realized Price em torno de US$ 55 mil como o fundo potencial do mercado de baixa. A história mostra que capitulações reais levam meses, não dias, e os dados on-chain indicam que ainda não chegamos lá. Após queda de 47% desde os US$ 125 mil de outubro, o mercado ignora os riscos de uma correção estendida até US$ 43-51 mil.


Realized Price: Último Suporte Estrutural

O Realized Price atual próximo de US$ 55 mil atua como barreira principal antes de uma fase bearish mais profunda. Essa métrica, que calcula o preço médio pelo qual todas as moedas em circulação foram movimentadas pela última vez, historicamente marca os fundos de ciclos de baixa. No mercado de baixa de 2022, o Bitcoin caiu 24% abaixo desse nível antes de estabilizar por 4-6 meses.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 367.843 (fonte), com alta de 5,36% em 24h, mas a trajetória semanal permanece descendente. A convergência entre Realized Price (caindo 0,55% semanal) e o custo base dos detentores de longo prazo (LTH, subindo 0,96%) aponta para uma zona de suporte comprimida entre US$ 43 mil e US$ 51 mil em até três meses.

A história mostra que o mercado está ignorando esses sinais, como em 2018, quando a queda ultrapassou 30% o Realized Price. Cuidado com a exuberância residual de dezembro.

Capitulação On-Chain Ainda Ausente

Apesar da venda de 5 de fevereiro, que gerou US$ 5,4 bilhões em perdas realizadas — maior diária desde março de 2023 —, as perdas mensais acumuladas são de apenas 0,3 milhão de BTC, contra 1,1 milhão no fundo de 2022. Os detentores de longo prazo vendem próximo ao breakeven, longe das perdas típicas de 30-40% em bottoms anteriores.

O MVRV ratio não entrou em território de subvalorização extrema, e 55% da oferta em circulação segue lucrativa, contrastando com os 45-50% usuais em ciclos baixos. O Bull-Bear Market Cycle Indicator da CryptoQuant permanece na fase Bear, não Extreme Bear, sugerindo meses de consolidação pela frente.

Esses indicadores reforçam que a capitulação on-chain — venda em pânico generalizada — ainda não aconteceu. O post de 13/02 já alertava para US$ 50 mil; os novos dados refinam para US$ 55 mil como próximo teste.

Pressão Técnica e Macro Agravada

Tecnicamente, o Bitcoin quebrou suportes chave abaixo de US$ 70 mil, com médias móveis curtas virando para baixo e reforçando o momentum de baixa. Volumes de venda indicam liquidações forçadas, não distribuição ordenada, típico de correções tardias.

No macro, liquidez global apertada e receio com políticas monetárias pressionam ativos de risco. Como em crises passadas — dot-com, 2008 —, bolhas especulativas como a de fim de 2025 precedem quedas prolongadas. Proteção de capital deve priorizar sobrevivência ao bear sobre ganhos rápidos.

Standard Chartered projeta teste em US$ 50 mil antes de recuperação anual. Vale monitorar a zona US$ 43-51k: ruptura abaixo eleva riscos de fase de baixa estendida.

O Que Isso Significa para Investidores

O cenário atual lembra ciclos passados: todo bull exagerado tem seu preço. Enquanto o Realized Price em US$ 55 mil segura, a estrutura macro permanece intacta, mas fraqueza persistente mantém downside elevado. Investidores devem observar convergência de métricas on-chain e comportamento de LTH.

Sobreviver ao bear é prioridade. Dados sugerem que o fundo real exige mais dor antes da reversão verdadeira.


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Balança digital desequilibrada com bloco '3.6B' afundando lado BTC e prisma '10M' elevando ETH, simbolizando saídas em ETFs Bitcoin vs influxos Ethereum

ETFs sob Pressão: Saída de US$ 3,6 Bi em BTC vs Influxo em ETH

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram saídas líquidas de US$ 3,6 bilhões na semana encerrada em 14 de fevereiro, segundo dados da Farside. Em contraste, os ETFs de Ethereum reportaram um influxo de US$ 10,26 milhões em 13 de fevereiro, interrompendo uma sequência de resgates. Essa divergência nos fluxos reflete diferenças no sentimento institucional, com o Bitcoin enfrentando pressão vendedora enquanto o Ethereum mostra sinais iniciais de recuperação. Os dados, consolidados até 13/02, destacam a volatilidade nos produtos regulados.


Saídas Massivas nos ETFs de Bitcoin

Os dados mostram que o iShares Bitcoin Trust (IBIT), da BlackRock, liderou as saídas com US$ 2,348 bilhões em resgates. O Fidelity Wise Origin Bitcoin Fund (FBTC) registrou saída de US$ 124,7 milhões, seguido por Bitwise (BITB) com US$ 29,8 milhões e ARK 21Shares (ARKB) com US$ 19,4 milhões. Outros produtos como BTCO, EZBC, BRRR, HODL e BTCW tiveram influxos menores, totalizando entradas líquidas modestas, mas insuficientes para compensar as perdas principais.

O Grayscale Bitcoin Trust (GBTC) viu saída de US$ 77 milhões, enquanto o Grayscale BTC registrou influxo de US$ 110,1 milhões. No agregado, o saldo negativo de US$ 3,6 bilhões representa a maior saída semanal recente, alinhada a uma correção de preço do Bitcoin, que oscila em torno de US$ 70.000 (equivalente a R$ 366.244, segundo o Cointrader Monitor, com variação de +4,87% em 24h).

Esses fluxos indicam realização de lucros por instituições após a alta recente, com volumes diários elevados sinalizando ajustes de portfólio.

Recuperação Inicial nos ETFs de Ethereum

No dia 13 de fevereiro, os ETFs de spot Ethereum captaram US$ 10,26 milhões, revertendo dois dias de saídas totais de US$ 242,28 milhões. O Grayscale Mini ETH Trust liderou com US$ 14,51 milhões, seguido por VanEck ETHV (US$ 3 milhões) e Fidelity FETH (US$ 2,04 milhões). Apesar disso, o saldo semanal para Ethereum permanece negativo em US$ 161,15 milhões, com resgates expressivos em 11 e 12 de fevereiro (US$ 129,18 milhões e US$ 113,10 milhões, respectivamente).

O preço do ETH recuperou o suporte de US$ 2.000, negociado a US$ 2.089 (R$ 10.928), com alta de 5,96% em 24h. Semanas anteriores mostram saídas crescentes: US$ 165,82 milhões (semana até 06/02) e US$ 326,93 milhões (até 30/01), refletindo pressão contínua sobre altcoins.

Os inflows do dia 13 sugerem entrada seletiva de capital em níveis de suporte, mas o volume semanal indica cautela institucional.

Contraste Revela Sentimento Divergente

A disparidade nos fluxos — saída bilionária no BTC versus influxo modesto no ETH — aponta para rotação setorial ou ajuste de risco. Instituições parecem priorizar redução de exposição ao Bitcoin em topos de curto prazo, enquanto testam entradas no Ethereum em patamares descontados. Dados de volume mostram negociações de US$ 1,10 bilhão em ETH ETFs no dia 13, contra saídas dominantes no BTC.

No contexto macro, com Bitcoin em tendência de alta de longo prazo (+1,62% em 24h, US$ 70.006), mas ETH em queda de 37,5% em 30 dias, os fluxos reforçam a dominância do BTC. Grayscale products mostram resiliência relativa, sugerindo migração interna de trusts para ETFs.

Níveis Técnicos a Monitorar

Para Bitcoin, observe suporte em US$ 68.700 (low 24h) e resistência em US$ 70.156 (high). Ethereum tem suporte crítico em US$ 2.000 e resistência em US$ 2.094. Fluxos de ETFs continuarão como proxy para sentimento institucional: inflows acima de US$ 50 mi/dia podem sinalizar reversão; outflows persistentes reforçam correção.

Os dados sugerem consolidação, com foco em volumes e médias móveis (BTC acima de 50-day SMA; ETH testando 200-day). Investidores devem acompanhar atualizações diárias da Farside e SoSoValue para calibração precisa.


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Executivos cartoon de banco tradicional e cripto apertando mãos sobre ponte luminosa com símbolos BTC e ETH, simbolizando parceria para liquidez institucional

Standard Chartered acelera acesso a Bitcoin e ETH com B2C2

Standard Chartered avança: o que muda quando os grandes bancos abraçam o Bitcoin? O banco global anunciou uma parceria estratégica com a B2C2, provedora de liquidez institucional, para ligar sua infraestrutura bancária mundial ao mercado de criptomoedas. Isso facilita o acesso regulado a Bitcoin e Ethereum para grandes players como fundos e empresas, prometendo mais liquidez e segurança nos trades de spot e opções. Para o investidor comum, significa maior estabilidade no ecossistema cripto global.


Detalhes da Parceria Anunciada

A parceria, divulgada em 11 de fevereiro, conecta as vias de pagamento e liquidação do Standard Chartered à profunda liquidez da B2C2 em mercados de Bitcoin e Ethereum. Clientes institucionais, como gestores de ativos, fundos de hedge, corporações e family offices, terão conectividade direta à rede bancária regulada do banco.

Segundo Luke Boland, Head de Fintech na Ásia do Standard Chartered, a iniciativa permite “ligação de mercado escalável e regulada, sem comprometer execução ou gerenciamento de risco”. Thomas Restout, CEO da B2C2, destacou a combinação de credenciais regulatórias do banco com a expertise em cripto para criar uma “camada duradoura de conectividade entre finanças tradicionais e ativos digitais”.

Essa estrutura reduz fricções entre fiat e cripto, acelerando settlements e melhorando eficiência de capital. Para o brasileiro que acompanha o mercado, isso é como ter um “corredor expresso” entre bancos velhos e o mundo cripto, evitando atrasos comuns em transferências internacionais.

Benefícios Práticos para Liquidez e Segurança

Por que isso importa no dia a dia? Mais liquidez significa preços mais estáveis e spreads menores – aquelas diferenças entre compra e venda que comem seu lucro em trades pequenos. Com a B2C2 fornecendo liquidez profunda, trades institucionais fluem melhor, beneficiando indiretamente o varejo via menor volatilidade.

Segurança ganha com settlements regulados: imagine enviar remessas para a família no exterior sem medo de atrasos ou custódia fraca. O Standard Chartered já opera uma mesa de trading spot para BTC e ETH desde julho de 2025 e custodia via Zodia Custody. Para nós no Brasil, onde envios via dólar custam caro (hoje US$ 1 = R$ 5,22), cripto regulada por bancos globais pode cortar taxas em até 50% em cenários futuros.

Exemplo prático: se você quer comprar Bitcoin por R$ 365 mil (cotação atual), essa infraestrutura garante execução rápida sem slippage excessivo, como comprar passagem de ônibus lotada vs. trem expresso.

Contexto do Banco e Perspectivas para 2026

O Standard Chartered não é novato: prevê Ethereum a US$ 7.500 até fim de 2026 (cerca de R$ 39 mil hoje, com ETH a R$ 10.878), Solana a US$ 250 e mercado de stablecoins/tokenizados em US$ 2 trilhões até 2028. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 364.991 agora (+4,48% em 24h), refletindo otimismo.

Para o brasileiro médio, isso sinaliza maturidade: bancos gigantes validam cripto como reserva de valor, facilitando inclusão financeira. Pense em usar BTC para pagar boletos ou remessas sem IOF alto de cartões. Mas cuidado: volatilidade persiste, e impostos sobre ganhos ainda mordem (15-22,5% no IR).

O que fazer? Monitore cotações locais, diversifique e use plataformas reguladas. Essa ponte banco-cripto pode baixar custos cotidianos em breve.

O Que Isso Muda para Você no Brasil?

No fim das contas, parcerias como essa pavimentam o caminho para cripto acessível. Menos risco de manipulação por baixa liquidez, mais confiança de reguladores. Se você envia dinheiro para fora ou protege poupança da inflação, fique de olho: liquidez global pode baratear suas operações em reais. Comece pequeno, entenda taxas e acompanhe players como Standard.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo tradicional e trader cripto cartoon apertando mãos sobre ponte com BTC ETH CRO, simbolizando ETFs da Trump Media na SEC

Trump Media na SEC: ETFs de BTC, ETH e CRO com Staking Mudam o Jogo

O efeito Trump agora chegou aos ETFs: Truth Social Funds, afiliada à Trump Media & Technology Group, protocolou na SEC dois fundos negociados em bolsa de ativos digitais. São o Truth Social Cronos Yield Maximizer ETF, focado em CRO com staking, e o Truth Social Bitcoin and Ether ETF, com BTC e ETH também oferecendo recompensas de staking. Essa iniciativa valida o cripto como prioridade política e financeira nos EUA, atraindo investidores tradicionais para o ecossistema.


Detalhes dos Novos ETFs Propostos

A proposta de ETFs com foco em staking representa um diferencial competitivo. O fundo de Cronos (CRO), token nativo do ecossistema Crypto.com, visa maximizar rendimentos via staking, enquanto o de Bitcoin e Ethereum combina exposição aos líderes de mercado com yields adicionais. Yorkville America Equities atuará como consultor de investimentos, com taxa de administração de 0,95% ao ano.

Essa estrutura não só oferece apreciação de capital, mas também gera renda passiva, tornando os produtos atrativos para portfólios diversificados. O mercado está construindo maturidade, com esses ETFs integrando criptoativos regulados às bolsas tradicionais, similar aos ETFs de BTC aprovados em 2024.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 360.198 nesta sexta-feira (13), com alta de 4,83% em 24 horas, sinalizando viés de alta em meio a notícias positivas de adoção.

Parceria Estratégica com Crypto.com

Crypto.com assume papel central, fornecendo custódia, liquidez e serviços de staking para os fundos. Essa colaboração aprofunda uma aliança anterior, na qual a Trump Media planejava adquirir 684,4 milhões de CRO por cerca de US$ 0,153 cada, em troca mista de ações e caixa. O movimento reforça a integração de CRO na estratégia digital da empresa.

Steve Neamtz, presidente da Yorkville, destacou o potencial para “capital appreciation e oportunidades de renda” em parceria com a Crypto.com. Esse ecossistema unificado pode impulsionar liquidez e atrair fluxos institucionais para CRO, historicamente subvalorizado em comparação a BTC e ETH.

Impacto na Adoção Institucional

Esses arquivamentos marcam a ponte decisiva entre liberdade digital e finanças tradicionais. Após os ETFs de BTC e ETH pavimentarem o caminho, incluir CRO expande o alcance para altcoins de ecossistemas robustos. O envolvimento da família Trump sinaliza que cripto transcende finanças: é agora uma prioridade política nos EUA, especialmente pós-eleições.

Os fundamentos se fortalecem com maior liquidez regulada, reduzindo volatilidade percebida e atraindo trilhões em capital tradicional. Investidores comuns ganham acesso facilitado, acelerando a tese de adoção global. Apesar de resistências técnicas — BTC testando US$ 70.000 —, tendências de longo prazo prevalecem sobre ruídos de curto prazo.

Próximos Passos e Perspectivas

A aprovação da SEC será o catalisador. Com histórico recente de aprovações rápidas para produtos cripto, esses ETFs podem lançar até meados de 2026, coincidindo com o próximo halving do Bitcoin. Monitore fluxos de ETF e volume de CRO para sinais de momentum.

A narrativa de alta ganha força: adoção institucional como métrica chave supera oscilações. Vale acompanhar ações da Trump Media (DJT), que subiram 2,5% hoje, refletindo otimismo do mercado.


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Policiais cartoon com cofre BTC vazio e CEO defendendo mansão contra invasores sombrios, alertando riscos de segurança física no cripto

Polícia Perde 22 BTC e CEO da Binance Sofre Ataque Físico

Nem a polícia de Seul, nem o CEO da Binance na França estão seguros: 22 BTC no valor de US$ 1,5 milhão desapareceram de uma cold wallet sob custódia estatal, enquanto David Prinçay foi alvo de uma tentativa de invasão domiciliar por criminosos armados. Esses incidentes, ocorridos em fevereiro de 2026, sinalizam um novo patamar de risco no ecossistema cripto, onde a segurança digital não basta mais. É importante considerar que vulnerabilidades físicas e institucionais ameaçam até autoridades e líderes do setor.


Falha na Custódia Policial em Seul

A estação Gangnam Police Station descobriu a perda durante uma auditoria nacional de ativos digitais apreendidos. Os 22 BTC, entregues voluntariamente em novembro de 2021 durante uma investigação, foram transferidos externamente sem autorização aparente. A cold wallet não foi roubada, mas o paradeiro dos fundos permanece incerto.

Esse caso segue outro escândalo: 320 BTC sumiram do escritório do Ministério Público de Gwangju em agosto de 2025, atribuído a um ataque de phishing. Segundo o Cointrader Monitor, cada BTC vale cerca de R$ 360.400 hoje (+5,01% em 24h), elevando o prejuízo para aproximadamente R$ 8 milhões. O risco aqui é claro: mesmo instituições estatais falham em protocolos básicos de custódia, expondo a fragilidade de terceiros para holders individuais.

Autoridades sul-coreanas investigam, mas a suspensão do caso original levanta dúvidas sobre recuperação. Atenção para o histórico: decisões judiciais recentes classificam BTC como “objeto de apreensão”, ampliando exposição a erros humanos.

Invasão Domiciliar Contra Executivo da Binance

Na França, três homens mascarados tentaram invadir a residência de David Prinçay em Val-de-Marne, perto de Paris, na madrugada de 12 de fevereiro. Eles arrombaram o prédio errado, agrediram vizinhos e roubaram dois celulares do executivo, que não estava presente. Horas depois, falharam em outro assalto em Vaucresson.

A polícia rastreou os aparelhos roubados e câmeras de vigilância, prendendo o trio na estação Lyon Perrache após viagem de trem. O incidente reforça a onda de wrench attacks — assaltos físicos visando chaves de cripto —, comum contra figuras proeminentes. CZ, fundador da Binance, destacou a necessidade de “segurança e privacidade”. Felizmente, sem acesso a fundos da exchange.

Investigadores ligam os crimes a redes criminosas, mas motivos exatos são sigilosos. O risco aqui é a visibilidade: perfis públicos atraem predadores.

Riscos Físicos e Lições para Holders

Esses eventos expõem que a segurança vai além de wallets e senhas. Na Coreia, falhas institucionais custam milhões; na França, ataques físicos testam defesas pessoais. O aumento de wrench attacks em 2025-2026, incluindo sequestros e invasões contra empreendedores cripto, sugere uma tendência alarmante.

Para holders, é essencial considerar: discrição absoluta sobre holdings, uso de auto-custódia com multisig e geolocalização mínima em redes sociais. Evite ostentar riqueza cripto — criminosos monitoram executivos e baleias. Plataformas como a Binance oferecem ferramentas, mas a proteção real começa com anonimato pessoal.

Vale monitorar investigações: se recuperados, reforçam confiança; caso contrário, alertam para reformas urgentes em custódia global.


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Correntes vermelhas rompendo com explosão dourada e cyan, simbolizando short squeeze bilionário do Bitcoin após CPI baixa

Short Squeeze: Bitcoin Rompe US$ 69 mil Após CPI de 2,4%

O Bitcoin rompeu os US$ 69.000, atingindo máxima de US$ 69.280, impulsionado por um rali de alívio após o CPI dos EUA cair para 2,4%, abaixo da expectativa de 2,5%. Em menos de 24 horas, o ativo valorizou 5%, adicionando US$ 70 bilhões à capitalização de mercado. Dados da Coinglass indicam liquidações de US$ 1,52 bilhão em posições vendidas em apenas 4 horas, caracterizando um short squeeze clássico que limpou os ursos do mercado.


Mecânica do Short Squeeze Observada

Os dados da Coinglass mostram que, nas últimas 24 horas, o mercado cripto registrou US$ 3,39 bilhões em liquidações totais, com US$ 2,11 bilhões em shorts e US$ 1,27 bilhão em longs. Nas 4 horas críticas, o foco recaiu sobre as posições vendidas, com US$ 1,52 bilhão evaporados. Esse fenômeno ocorre quando o preço sobe rapidamente, forçando a liquidação automática de posições alavancadas em viés de baixa, criando um ciclo de compras forçadas que amplifica a alta.

No Bitcoin, as liquidações de shorts atingiram US$ 92 milhões em 4 horas, enquanto o Ethereum contribuiu com US$ 48 milhões, segundo métricas agregadas. Esse desequilíbrio reflete o posicionamento excessivo de ursos, que subestimaram o impacto macroeconômico positivo.

Desaceleração da Inflação como Catalisador

O Índice de Preços ao Consumidor (CPI) americano de janeiro registrou 2,4%, inferior à projeção de 2,5%, sinalizando desinflação. Esse dado aliviou pressões sobre o Federal Reserve, reforçando expectativas de cortes de juros sob a administração Trump. O Bitcoin, sensível a políticas monetárias frouxas, reagiu com uma recuperação de US$ 65.670 para US$ 69.405 em poucas horas.

O mercado cripto total subiu para US$ 2,42 trilhões, com ganhos entre 2% e 5% na maioria dos ativos principais. Bitcoin Cash liderou com alta de 8%. Apesar disso, o Crypto Fear & Greed Index permanece em 8 (medo extremo), indicando ceticismo sobre a durabilidade do movimento.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 360.021,89 (+4,88% em 24h), alinhado à tendência global.

Análise Técnica: Suportes e Resistências

O rali rompeu suportes chave em torno de US$ 66.000, que atuavam como resistência recente, e consolidou acima da média móvel de 50 períodos (US$ 67.500). O próximo teste será a resistência imediata em US$ 70.000, nível psicológico e histórico de máxima local.

Indicadores como RSI (próximo de 65) sugerem momentum altista moderado, sem sobrecompra. Volumes de negociação elevaram-se 30% acima da média, confirmando convicção compradora. No entanto, um recuo para testar o suporte em US$ 68.000 (ex-resistência) seria saudável para consolidação.

Sustentação da Alta: Níveis a Monitorar

Os dados on-chain da Coinglass revelam redução de 15% no interesse aberto de shorts perpétuos, aliviando pressão vendedora. Para sustentação, o preço deve manter acima de US$ 68.500. Uma quebra abaixo invalidaria o rali, apontando para US$ 65.000.

Investidores devem observar o volume sustentado e o próximo dado macro, como payroll, para validar se este é um ajuste técnico ou o início de tendência de alta mais ampla. A neutralidade dos números sugere cautela: o mercado permanece volátil.


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Escudo hexagonal dourado com ondas quânticas roxas interferindo, simbolizando ameaça de computação quântica à segurança do Bitcoin

Computador Quântico Mais Barato: Bitcoin em Risco?

Imagine um computador capaz de resolver em minutos problemas que levariam bilhões de anos para máquinas comuns. É isso que a Iceberg Quantum anunciou recentemente: uma arquitetura que quebra a criptografia RSA-2048 com apenas 100 mil qubits, dez vezes menos que o estimado antes. Embora o Bitcoin não use RSA diretamente, esse avanço reacende debates sobre segurança quântica. Pense assim: o futuro chegou mais rápido, mas a rede já se prepara. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 360.291,57 (+4,96% em 24h).


O Que São Computadores Quânticos e Qubits?

Em outras palavras, vamos do básico. Um bit comum em seu computador é como uma moeda: cara (1) ou coroa (0). Já um qubit é como uma moeda girando no ar — pode ser cara, coroa ou os dois ao mesmo tempo, graças à superposição. Isso significa que um qubit guarda mais informações e calcula várias possibilidades simultaneamente.

Agora, imagine 100 mil qubits trabalhando juntos. Eles usam o algoritmo de Shor para fatorar números gigantes, base da criptografia RSA. Isso é como tentar adivinhar uma senha de banco testando todas as combinações de uma vez, em vez de uma por uma. Para iniciantes: qubits não são mágicos, mas revolucionam a matemática que protege nossos dados online.

Por que importa? RSA-2048 segura sites HTTPS, bancos e transações globais. Se quebrado, comunicações viram livro aberto. Mas calma: isso ainda exige hardware caro e experimental.

O Avanço da Iceberg Quantum Explicado

A empresa publicou um estudo mostrando sua arquitetura Pinnacle, que usa códigos de correção de erros quânticos (QLDPC). Anteriormente, cientistas estimavam 2 a 20 milhões de qubits para RSA-2048. Agora, bastam 100 mil — uma redução drástica no custo e tamanho da máquina.

Pense assim: é como otimizar uma fábrica para produzir 10 vezes mais com a mesma matéria-prima. Eles demonstraram fatorizando uma chave RSA real. Isso acelera a “corrida quântica”: indústrias têm menos tempo para migrar para criptografia pós-quântica.

Para nós, brasileiros, isso afeta desde apps de banco até compras online. O estudo está disponível no arXiv, confirmando a viabilidade técnica.

Bitcoin: Mais Resistente, Mas Não Invencível

Boa notícia: Bitcoin não depende de RSA. Ele usa criptografia de curva elíptica (secp256k1), que exige cerca de 10 milhões de qubits para quebrar — 100 vezes mais que o novo RSA. Em resumo, roubar bitcoins é bem mais difícil quânticamente.

No entanto, endereços reutilizados expõem chaves públicas, facilitando ataques. Se você gastou de um endereço várias vezes, sua chave está visível. Isso significa que: mover fundos para endereços novos é vital hoje, quântico ou não.

Atualmente, nenhum computador quântico prático existe. Mas com avanços assim, vale monitorar. O Bitcoin prova resiliência: nasceu para evoluir.

Como o Bitcoin Se Prepara: BIP-360 e o Futuro

Ontem, falamos da BIP-360, proposta para criar endereços anticuânticos. Ela mantém chaves públicas ocultas mesmo após transações, adicionando camadas de proteção.

Outras ideias incluem assinaturas pós-quânticas. Pense no Bitcoin como uma casa: janelas antivírus (atualizações) fortalecem as portas. Desenvolvedores debatem ativamente — sinal de rede viva e proativa.

Leitor, você sai daqui sabendo: ameaças quânticas são reais, mas Bitcoin evolui mais rápido. Comece usando endereços únicos e acompanhe BIPs. Parabéns por se informar!


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