Personagens cartoon de sheik e banqueiro acumulando cofres de Bitcoin enquanto traders retail em pânico fogem, simbolizando mãos fortes institucionais

Mãos Fortes: Abu Dhabi e Bancos Compram US$ 1 Bi em Bitcoin

Enquanto o varejo entra em pânico com a queda do Bitcoin no final de 2025, mãos fortes agem: fundos soberanos de Abu Dhabi, liderados pelo Mubadala, aumentaram em 46% sua posição no ETF IBIT da BlackRock, totalizando mais de US$ 1 bilhão. Paralelamente, o maior banco italiano, Intesa Sanpaolo, revelou deter US$ 96 milhões em ETFs de Bitcoin. Esses movimentos sinalizam confiança institucional na tese de reserva de valor estratégica, mesmo em meio à volatilidade.


Abu Dhabi Acelera Acumulação no Dip

O fundo soberano Mubadala Investment Company divulgou em seu Form 13F, arquivado em 17 de fevereiro, posse de 12,7 milhões de ações do iShares Bitcoin Trust (IBIT), avaliadas em US$ 630 milhões ao final de dezembro de 2025. Isso representa um salto de 46% em relação ao trimestre anterior, quando detinha 8,7 milhões de ações. Já a Al Warda Investments reportou 8,2 milhões de ações, somando US$ 408 milhões. Juntos, ultrapassam US$ 1 bilhão em exposição regulada ao Bitcoin.

Essas compras ocorreram durante o drawdown de fim de ano, alinhando-se às declarações de Larry Fink, CEO da BlackRock, sobre sovereign funds escalando posições em níveis como US$ 80 mil. O IBIT se destaca como canal “limpo” para alocação institucional, minimizando fricções operacionais de custódia direta.

Intesa Sanpaolo Entra Forte nos ETFs

O maior banco da Itália, Intesa Sanpaolo, ampliou sua exposição aos criptoativos com US$ 96 milhões em spot Bitcoin ETFs até o fim de 2025. A posição inclui US$ 72,6 milhões no ARK 21Shares Bitcoin ETF e US$ 23,4 milhões no iShares Bitcoin Trust, distribuídos em cinco produtos. Essa diversificação reflete cautela estratégica, priorizando veículos regulados pela SEC.

O movimento reforça a tendência europeia de integração de Bitcoin em portfólios tradicionais. Bancos como Intesa veem nos ETFs uma ponte segura para diversificação, especialmente em contextos de inflação e instabilidade fiat.

Bitcoin como Reserva Estratégica

Esses fluxos institucionais contrastam com o pânico do varejo, consolidando a narrativa de Bitcoin como ativo de reserva soberana. Fundos estatais e bancos não reagem a ruído de curto prazo: constroem posições ao longo de ciclos, como visto pós-halving. A adoção via ETFs — com BlackRock liderando — acelera a maturidade do ecossistema, atraindo trilhões em capital global.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 348.521 (-1,74% em 24h) nesta quarta-feira. Apesar da correção atual, os fundamentos se fortalecem com entradas bilionárias. Investidores de longo prazo sabem: volatilidade constrói bases para valorizações futuras.

O Que Monitorar Agora

Vale acompanhar próximos 13F para mapear mais sovereign funds e bancos entrando. Com fluxos ETF superando US$ 50 bilhões em 2026, o Bitcoin avança na tese de “ouro digital”. Para brasileiros, isso reforça a oportunidade de exposição via plataformas acessíveis, alinhando-se à visão estratégica global.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Barreira digital Bitcoin sob ataque quântico roxo com nós Ethereum staking rachados e vazios, ilustrando riscos de segurança debatidos

Segurança em Xeque: Quânticos no BTC e Staking ETH em Debate

A proposta de congelar endereços Bitcoin antigos, incluindo o suposto 1 milhão de BTC de Satoshi Nakamoto, ganhou tração para mitigar riscos de ataques quânticos. Paralelamente, o anúncio de 50% de ETH em staking pelo Santiment gerou controvérsia: especialistas afirmam que a taxa real ativa é de cerca de 30%. Esses debates técnicos questionam a robustez das maiores blockchains. Para o investidor de longo prazo, entender o que está em jogo é essencial: criptografia vulnerável no Bitcoin e métricas enganosas no Ethereum.


Ameaça Quântica ao Bitcoin: O Que É?

O Bitcoin depende da criptografia de curva elíptica (ECDSA) para proteger chaves privadas. Computadores clássicos não conseguem quebrá-la em tempo viável, mas computadores quânticos mudam isso. Usando o algoritmo de Shor, eles podem derivar chaves privadas de chaves públicas expostas em transações on-chain. Endereços pay-to-public-key (P2PK) ou pay-to-public-key-hash (P2PKH) antigos revelam a chave pública ao gastar fundos, tornando-os vulneráveis permanentemente.

Ki Young Ju, fundador da CryptoQuant, estima que 6,89 milhões de BTC (cerca de 25% do suprimento circulante) estão expostos. Desses, 3,4 milhões de BTC estão dormentes há mais de uma década, incluindo o hoard de Satoshi. Se quânticos avançarem, atacantes poderiam roubar esses fundos, motivados por bilhões em valor. O risco não é iminente — estima-se 5-10 anos —, mas exige preparação proativa.

Proposta de Congelamento: Viável Tecnicamente?

A solução sugerida é um upgrade quântico-resistente no protocolo Bitcoin, que congele endereços vulneráveis. Isso envolveria uma regra de consenso soft fork ou hard fork para invalidar transações de chaves públicas expostas pré-upgrade. Tecnicamente factível via mudanças no script de validação, mas o desafio é o consenso social. A comunidade Bitcoin resiste a alterações centrais, como visto no block size debate (anos de discussão) e SegWit2x (falhou).

Congelar coins dormentes conflita com princípios de descentralização e controle individual. Pode levar a forks rivais: uma cadeia quântico-segura vs. original. Ju alerta que moedas “seguras hoje” podem virar alvo amanhã se chaves privadas não migrarem a tempo. Para holders de longo prazo, monitorar propostas BIP (Bitcoin Improvement Proposals) é crucial.

Staking Ethereum: 50% É Real?

O Beacon Deposit Contract, gateway para proof-of-stake (PoS) desde o Merge (2022), acumula depósitos totais. Santiment reportou 50,18% do ETH emitido historicamente (mais de 80 milhões de ETH) passando por ele. Porém, desde o Shanghai upgrade (2023), saques são permitidos: validators saem e ETH volta à circulação via minting na execution layer, sem reduzir o saldo do contrato.

Luke Nolan (CoinShares) chama de “materialmente misleading”: 37 milhões de ETH (~30-31% do suprimento total de 120 milhões de ETH) estão ativamente staked, segundo Ethplorer e CryptoQuant. Aleksandr Vat confirma 30,8%. O 50% é cumulativo, não locked atual, superestimando o impacto na oferta circulante.

Implicações para Segurança e Economia

No Bitcoin, a ameaça quântica testa a resiliência: upgrades como post-quantum cryptography (ex: lattice-based) demandam migração massiva. Falha pode erodir confiança. No Ethereum, staking crescente (de grandes como Bitmine e ETFs) fortalece segurança via mais validators, mas concentra poder — risco de centralização. Métricas precisas importam: 30% reflete compromisso real, posicionando ETH como “digital bond” com yield.

Para investidores, foque em on-chain verificável: Dune Analytics para staking ETH, Glassnode para dormancy BTC. Esses debates reforçam: blockchains evoluem, mas dependem de transparência técnica e consenso comunitário.


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Personagem cartoon depositando notas em wallet digital que emite moedas Bitcoin, simbolizando compra fácil sem bancos e inclusão financeira

Bitcoin Sem Banco: Como Novas Funções Facilitam a Compra em 2026

O Cash App anunciou preços sem spread para Bitcoin, com limites de saque elevados para US$ 10 mil por dia e zero taxas em compras acima de US$ 2 mil. Ao mesmo tempo, a Trust Wallet lançou depósitos em dinheiro físico nos EUA, permitindo converter dinheiro em cripto em 15 mil pontos de venda sem precisar de banco. Essas novidades promovem inclusão financeira, tornando o acesso ao Bitcoin extremamente simples para o dia a dia.


Cash App: Preços Competitivos e Limites Maiores

O Cash App, aplicativo de pagamentos com mais de 58 milhões de usuários, eliminou o spread no preço do Bitcoin, oferecendo um valor único para compra e venda. Isso significa que o usuário paga exatamente o preço de mercado, sem margens escondidas que encarecem a operação. Para valores acima de US$ 2 mil, o app promete o melhor preço mundial, com 0% de taxas.

Os limites de saque subiram para US$ 10 mil diários e US$ 25 mil semanais, acessíveis à maioria dos usuários. Novas opções de financiamento, como ACH e transferências bancárias, facilitam depósitos maiores. A funcionalidade é ideal para quem utiliza o Bitcoin em remessas ou pagamentos cotidianos, evitando intermediários caros. No Brasil, esse movimento inspira plataformas locais a reduzirem a burocracia em exchanges.

Segundo Miles Suter, do Block Inc., o foco é tornar a vida com Bitcoin prática. Instituições bancárias ainda são conservadoras com o setor cripto, mas o aplicativo integra stablecoins e Lightning Network no futuro, simplificando transações sem exposição direta a variações de blockchain.

Trust Wallet: Dinheiro Vivo Direto na Carteira

A Trust Wallet, com 220 milhões de usuários, estabeleceu uma parceria com a Coinme para permitir depósitos em dinheiro físico em mais de 15 mil lojas nos EUA e Porto Rico. O processo é simples: basta ir a um ponto de venda, depositar o montante e receber stablecoins, BTC ou SOL diretamente na sua carteira de autocustódia em poucos minutos, dispensando conta bancária ou cartão.

A solução atende perfeitamente trabalhadores informais, profissionais da gig economy ou quem lida majoritariamente com papel-moeda, como entregadores e autônomos. A iniciativa remove barreiras bancárias, comuns em economias que ainda dependem fortemente do dinheiro vivo. Os fundos chegam rapidamente, sem custódia de terceiros, estando disponível em 48 estados americanos.

Felix Fan, CEO da Trust Wallet, destaca que milhões de pessoas vivem de dinheiro físico sem acesso ao sistema digital tradicional. Essa integração democratiza o mercado cripto, abrindo portas para pagamentos rápidos e remessas baratas, facilitando o envio de valores para familiares no exterior sem as altas taxas internacionais.

Impacto Prático para o Usuário Brasileiro

Embora focadas inicialmente no mercado norte-americano, essas ferramentas sinalizam o caminho para a inclusão: ausência de bancos tradicionais, redução de taxas extras e foco na utilidade real. No Brasil, um modelo similar permitiria depósitos em lotéricas para conversão automática de reais em Bitcoin, com a mesma agilidade do Pix. Isso reduziria drasticamente os custos de remessas internacionais.

Para iniciantes, o uso de carteiras de autocustódia reduz os riscos associados a exchanges centralizadas. É fundamental monitorar limites e taxas reais: o Cash App oferece custo zero em grandes volumes, enquanto a Trust foca na acessibilidade fora do ambiente digital. No cenário nacional, vale acompanhar como Mercado Pago ou PicPay evoluem em suas ofertas de criptoativos.

Essas mudanças consolidam o Bitcoin como uma alternativa viável para a economia real, automatizando conversões entre moedas fiduciárias e cripto em fluxos de pagamento. Para brasileiros, é importante vigiar regulamentações locais e priorizar a segurança das chaves privadas em aplicativos globais.

Cotação Atual e Próximos Passos

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado em R$ 347.727,73 (variação de -1,94% em 24h), com o dólar a R$ 5,24. Para quem deseja iniciar, o recomendado é baixar aplicativos compatíveis, verificar a elegibilidade regional e realizar aportes graduais.

Fique atento às atualizações: o Cash App planeja implementar a Lightning Network em lojas que utilizam Square, enquanto a Trust Wallet expande sua rede de pontos físicos. A recomendação prática é comparar as taxas locais, priorizar a autocustódia e evitar decisões baseadas no imediatismo.


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Esferas neon vermelhas se fragmentando com fluxos de energia convergindo para núcleo dourado BTC, simbolizando queda de 50% nos volumes de altcoins

Altseason Adiada: Volumes Caem 50% e Vendas em Pico de 5 Anos

Os dados mostram uma queda de quase 50% nos volumes de negociação de altcoins nos últimos três meses, de 59,2% para 33,6% do total em exchanges. Paralelamente, a pressão vendedora em altcoins atingiu o pico de 5 anos, com vendas líquidas por 13 meses consecutivos em mercados spot de CEX. Bitcoin consolida entre US$ 65.000 e US$ 72.000, atraindo capital em rotação de risco.


Situação Atual dos Volumes

Segundo análise da CryptoQuant, altcoins representavam 59,2% do volume total há três meses, mas caíram para 33,6% em meados de fevereiro. Essa contração de quase 50% ocorreu durante consolidação do Bitcoin acima de US$ 60.000 desde 7 de fevereiro, quando BTC capturou 36,8% do volume na Binance.

O movimento reflete um clássico ‘flight to safety’: investidores abandonam ativos especulativos em períodos de estresse. Padrões semelhantes apareceram nas correções de abril de 2025, agosto de 2024 e na baixa de outubro de 2022. Bitcoin ganha participação em incertezas, atingindo níveis acima de 40% em alguns dias.

No Brasil, o Cointrader Monitor registra Bitcoin a R$ 347.121,65, com variação de -2,24% em 24h e volume de 291 BTC.

Pressão Vendedora em Máximo Histórico

A diferença cumulativa entre compras e vendas de altcoins (excluindo BTC e ETH) atingiu extremos de 5 anos em mercados spot de CEX. São 13 meses de distribuição contínua, sem absorção significativa por compradores. Tokens como LINK, KAS, ONDO, RENDER, TAO, SUI e SEI perderam até 90% de seus picos cíclicos.

Não há sinais de acumulação institucional nos fluxos spot. Livros de ordens estão finos, ampliando volatilidade. Cada tentativa de alta é vendida, sem estabilização no delta cumulativo. Isso difere de 2022, onde bases formaram eventualmente.

Contexto Técnico e Rotações de Capital

Capital rotaciona para Bitcoin ou posições em cash, deixando altcoins vulneráveis. Ausência de fluxo de entrada institucional mantém a estrutura de distribuição. Volumes negativos persistentes indicam saída estrutural, não correção rotineira.

Indicadores chave: participação de BTC no volume total (acima de 36%), contração das altcoins para 33,6%, e delta cumulativo em mínimas históricas. Sem reversão nessas métricas, altseason permanece distante. Michael Saylor reforça visão de ‘crypto winter’ para BTC.

Níveis a Observar

Monitore estabilização no delta cumulativo de altcoins e aumento sustentado acima de 40-50% no volume relativo. Participação de BTC abaixo de 35% sinalizaria rotação reversa. Suportes críticos em altcoins variam, mas ausência de absorção mantém viés de baixa. Dados priorizam cautela sobre narrativas otimistas.


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Balança desequilibrada com traders cartoon no lado cripto afundando sob pesos regulatórios, ilícitos em stablecoins e saídas Solana

Tensão Regulatória e Riscos On-Chain derrubam Sentimento Cripto

📊 BOLETIM CRIPTO | 18/02/2026 | NOITE

Regulações russas e ilícitos em stablecoins pressionam o mercado de ativos digitais nesta quarta-feira. O cenário é dominado por um viés de baixa moderado, impulsionado pelo risco iminente de bloqueio total do Telegram na Rússia e por revelações alarmantes da TRM Labs sobre fluxos ilícitos trilionários em moedas estáveis. Embora o ecossistema vinculado a Donald Trump apresente força com a subida do token WLFI e parcerias institucionais da Apex Group, esses avanços não são suficientes para anular a pressão vendedora em grandes ativos como Bitcoin e Solana. O sentimento negativo é reforçado por saídas expressivas de capital on-chain e alertas sobre vulnerabilidades tecnológicas de longo prazo no ecossistema legacy.


🔥 Destaque: Ilícitos em Stablecoins superam US$ 141 Bilhões

Um relatório contundente da TRM Labs revelou que, em 2025, os volumes mensais de moedas estáveis ultrapassaram recorrentemente a marca de US$ 1 trilhão. No entanto, a escala da adoção institucional caminha lado a lado com riscos regulatórios profundos: cerca de US$ 141 bilhões em fluxos foram identificados como ilícitos, com uma concentração impressionante de 86% ligada à evasão de sanções internacionais.

O foco das autoridades está voltado para redes facilitadoras profissionais, como o token A7A5 (lastreado em rublos) e exchanges fantasmas como a Zedxex. Essas entidades são apontadas como epicentros de lavagem de dinheiro em escala global, utilizando a infraestrutura de pagamento das stablecoins para contornar restrições financeiras. Segundo a análise, a adoção de moedas estáveis para fins criminosos é quase universal em mercados de bens ilícitos e serviços de ocultação de capital.

Para o investidor, o impacto imediato é o aumento do escrutínio regulatório sobre emissores e exchanges centralizadas. É provável que vejamos uma nova onda de congelamentos de fundos e delistagens direcionadas, o que pode gerar volatilidade e afetar a paridade (peg) de ativos menos transparentes. Por outro lado, o cenário favorece projetos que priorizam o cumprimento rigoroso de normas de conformidade.


📈 Panorama do Mercado

O mercado apresenta um quadro de enfraquecimento estrutural, com o valor de mercado total lutando para manter o suporte de US$ 2,3 trilhões. O Bitcoin permanece preso em um intervalo estreito entre US$ 67 mil e US$ 70 mil. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 346.756,08, apresentando um recuo de 2,34% nas últimas 24 horas.

A falta de convicção compradora é evidenciada pelo indicador Chaikin Money Flow negativo no BTC, sinalizando que o capital está saindo do ativo em busca de proteção ou liquidez. Enquanto isso, altcoins de alta volatilidade como a PIPPIN sofrem correções severas, em um movimento clássico de realização de lucros que amplia o viés de baixa em small caps.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Escalada Regulatória em Stablecoins: A identificação de US$ 141 bi em fluxos ilícitos facilita ações da OFAC e União Europeia, elevando o risco de sanções severas contra redes de pagamento cripto.
  • Pressão Vendedora em Solana: O desbloqueio de aproximadamente US$ 870 milhões em SOL de protocolos de liquid staking aumentou a oferta disponível no mercado em 22%, pressionando o suporte de US$ 82.
  • Bloqueio do Telegram na Rússia: Com a remoção de 7,46 milhões de canais, o risco de um banimento total em 1º de abril ameaça fragmentar as comunicações de comunidades DeFi e trading que dependem da plataforma.
  • Ameaça Quântica ao Bitcoin: Alertas da CryptoQuant indicam que 6,89 milhões de BTC em endereços legacy, incluindo 1 milhão de moedas de Satoshi, estão vulneráveis a futuros ataques de computação quântica.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Tokenização Institucional (RWA): A parceria da Apex Group (AUM de US$ 3,5T) com a World Liberty Financial valida o uso de moedas estáveis para liquidação de fundos tradicionais.
  • Demanda por Conformidade: O endurecimento regulatório impulsiona a necessidade de ferramentas de análise on-chain e serviços de VPN descentralizadas para usuários em regiões sob censura.
  • Rebounds em Suportes Críticos: Investidores de curto prazo monitoram os níveis de US$ 65.000 no BTC e US$ 82 na Solana para possíveis repiques técnicos, caso a defesa dos compradores se mostre resiliente.

📰 Principais Notícias do Período

1. Stablecoins superam US$ 1T/mês; ilícitos concentrados
A TRM Labs relatou volumes mensais recordes, mas destacou que US$ 141 bilhões foram ligados a atividades ilícitas e evasão de sanções em 2025.

2. Rússia bloqueia 7,46M canais Telegram com risco de ban total
A plataforma excluiu milhões de canais para cumprir exigências locais, mas o regulador russo Roskomnadzor sinaliza bloqueio total para abril de 2026.

3. Desbloqueio de US$ 870M em SOL Eleva Risco de Queda
A saída de 10 milhões de tokens SOL de protocolos de liquid staking aumentou a oferta líquida, testando a resiliência do preço na faixa de US$ 82.

4. Ameaça Quântica Expõe 6.89M BTC de Satoshi
CEO da CryptoQuant alerta que endereços antigos do Bitcoin podem ser comprometidos por computadores quânticos, exigindo discussões sobre soft forks de segurança.

5. BTC em range e PIPPIN desaba 29%
O mercado de criptomoedas enfrenta baixa técnica diária, com o Bitcoin consolidando entre US$ 67k e US$ 70k enquanto altcoins devolvem ganhos recentes.

6. WLFI sobe 23% após fórum em Mar-a-Lago
O token da World Liberty Financial registrou alta expressiva após evento com a família Trump e executivos de Wall Street, impulsionando o nicho DeFi político.

7. Apex testa stablecoin USD1 em fundos tokenizados
O gigante financeiro Apex Group iniciou testes piloto com a stablecoin vinculada à WLFI para acelerar liquidações em ecossistemas de fundos regulados.


🔍 O Que Monitorar

  • Volumes ilícitos em stablecoins: Novas atualizações sobre sanções contra a rede A7A5 e impacto na liquidez DeFi.
  • HODL Waves da Solana: Verificação da mudança de mãos de investidores de longo prazo para traders de curto prazo.
  • Indicadores de Bloqueio rurais: Adoção de VPNs na Rússia e migração de usuários de TON para plataformas alternativas.
  • Suporte de US$ 65k no BTC: O fechamento diário abaixo deste nível pode confirmar um viés de baixa mais severo.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, o mercado deve manter um viés de baixa moderado. A combinação de pressões regulatórias na Rússia e o relatório negativo sobre crimes em stablecoins superam, no curto prazo, o otimismo institucional gerado pelos projetos da família Trump. Os investidores podem encontrar oportunidades de negociação em exchanges como a Binance, que oferece liquidez profunda mesmo em períodos de volatilidade intensa. A atenção deve estar voltada para os níveis técnicos críticos e para quaisquer declarações que possam alterar o apetite por risco global. Sem um catalisador positivo, a cautela e a proteção de capital via ferramentas de conformidade permanecem como as estratégias mais prudentes.


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Baleias cartoon carregando pilhas de BTC contra ondas turbulentas, simbolizando acumulação institucional por Abu Dhabi e bancos apesar da queda

Baleias Ignoram Queda: Abu Dhabi e Bancos Acumulam BTC

Os dados de Formulários 13F da SEC mostram que instituições como a Jane Street adicionaram US$ 276 milhões em ações do ETF IBIT da BlackRock no quarto trimestre de 2025, elevando sua posição em 54%. Paralelamente, o banco italiano Intesa Sanpaolo revelou US$ 100 milhões em ETFs de Bitcoin, enquanto fundos soberanos de Abu Dhabi acumularam mais de US$ 1 bilhão no IBIT. Esses movimentos ocorrem em meio a uma queda recente do Bitcoin, com preço atual a R$ 356.680,55 (Cointrader Monitor), sinalizando confiança institucional na oferta limitada.


Jane Street Expande Posição em ETF Bitcoin

Os dados mostram que a Jane Street, gigante quantitativa de trading, aumentou sua exposição ao Bitcoin via ETF IBIT em 54% no Q4 2025. A adição de US$ 276 milhões elevou o total para 20.315.780 ações, conforme relatório SEC. Essa acumulação reflete uma estratégia de smart money que prioriza fluxos de longo prazo sobre volatilidade de curto prazo. No período, o Bitcoin oscilou entre US$ 67.000 e US$ 68.000, mas o volume de negociação em exchanges brasileiras atingiu 194 BTC em 24h, com variação de +0,18%.

A robustez dos inflows em ETFs como IBIT, com AUM superior a US$ 51 bilhões, indica que grandes players continuam absorvendo oferta disponível, reduzindo a liquidez para o varejo.

Intesa Sanpaolo Entra no Mercado de ETFs BTC

O banco italiano Intesa Sanpaolo, um dos maiores da Europa, divulgou posições totais de cerca de US$ 96 milhões em ETFs spot de Bitcoin ao fim de 2025. A maior fatia, US$ 72,6 milhões, está no ARK 21Shares Bitcoin ETF, seguida por US$ 23,4 milhões no iShares Bitcoin Trust. Adicionalmente, US$ 4,3 milhões em Bitwise Solana Staking ETF diversificam a alocação.

Esses dados do Form 13F destacam a integração de produtos cripto regulados em portfólios bancários tradicionais, com hedges via opções em MicroStrategy e ações em Coinbase e Circle. Os números sugerem uma alocação estratégica de 0,1-0,2% do AUM total do banco em ativos digitais.

Abu Dhabi Acelera Acumulação via IBIT

Dois fundos soberanos de Abu Dhabi, Mubadala Investment Company e Al Warda Investments, reportaram posições combinadas superiores a US$ 1 bilhão no IBIT. Mubadala detém 12,7 milhões de ações (US$ 631 milhões), com aumento de 46% QoQ, enquanto Al Warda possui 8,2 milhões (US$ 408 milhões). Esses investimentos reforçam o papel do Oriente Médio na adoção institucional de Bitcoin.

Segundo os relatórios SEC, tais posições posicionam os fundos entre os maiores holders institucionais do ETF líder, em um contexto de pressão vendedora no varejo.

Fluxos de ETF e Dinâmica de Mercado

Embora a Strategy tenha adicionado 2.486 BTC por US$ 168 milhões, elevando holdings para 717.131 BTC com perda não realizada de US$ 5,756 bilhões, o foco está nos novos entrantes. Fluxos on-chain de ETFs permanecem positivos, com IBIT capturando demanda institucional. O Bitcoin negocia próximo a US$ 67.710 em compras recentes, acima de suportes em US$ 65.000.

Os dados indicam que, enquanto o varejo monitora preços, baleias acumulam oferta, potencialmente comprimindo disponibilidade em exchanges. Vale observar níveis de resistência em US$ 70.000 e volumes de ETF nas próximas semanas.


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Personagem cartoon blindado com BTC gravado resistindo onda vermelha de queda, protegendo tesouraria dourada da Strategy

Saylor à Prova de Balas: Strategy Aguenta BTC a US$ 8 mil

A Strategy, liderada por Michael Saylor, demonstrou resiliência financeira ao afirmar que pode suportar uma queda do Bitcoin para US$ 8 mil, uma desvalorização de 88% dos níveis atuais. Com 714.644 BTC em reserva, avaliados em cerca de US$ 49 bilhões a US$ 69 mil por unidade, a empresa cobre sua dívida líquida de US$ 6 bilhões com folga de 8,3x. Mesmo no pior cenário, a cobertura se mantém em 1,0x, sem risco de liquidação forçada. Essa estrutura reflete uma visão de longo prazo no mercado que está se construindo.


Resiliência Contra Quedas Extremas

A análise de downside da Strategy mostra que, com o BTC a US$ 8 mil, seus holdings valeriam US$ 6 bilhões, exatamente iguais à dívida. Isso desmente o pânico de ‘chamada de margem’ comum em empréstimos alavancados. Os fundamentos se fortalecem com essa cobertura conservadora, permitindo que a empresa enfrente volatilidade sem vender prematuramente. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 356.849 (variação +0,04% em 24h), equivalente a cerca de US$ 68.400 com dólar a R$ 5,21.

Essa margem de segurança é crucial em ciclos de cripto, onde correções de 80% já ocorreram pós-halving. A Strategy não é ‘mão fraca’: sua tesouraria é projetada para o longo prazo, alinhada à adoção institucional crescente.

Estrutura de Dívida Sem Riscos de Liquidação

As obrigações da empresa são notas conversíveis de baixo juro, com vencimentos entre 2027 e 2032. Diferente de posições marginadas em exchanges, não há gatilhos automáticos de venda por queda de preço. A estratégia é ‘equitizar’ a dívida, convertendo em ações ao longo de 3 a 6 anos, evitando endividamento sênior garantido.

Essa abordagem reflete maestria financeira: em vez de pânico, Saylor continua acumulando. Recentemente, compraram mais 1.142 BTC por US$ 90 milhões, reforçando a tese de alta mesmo abaixo de US$ 70 mil.

Custo Médio Reduzido: Jogada de Mestre

A redução do custo médio para US$ 76.027, após aporte de US$ 168,4 milhões, é o primeiro declínio em 2,5 anos. Isso otimiza a tesouraria para o próximo ciclo de alta, pós-halving de 2024, onde históricos mostram valorizações exponenciais. Baleias corporativas como a Strategy ancoram o preço, sinalizando confiança aos investidores de varejo.

Analogia com ouro: empresas como Barrick Gold acumulam reservas sem vender em baixas. Aqui, o Bitcoin como reserva de valor ganha tração institucional.

Visão de Longo Prazo para Investidores

Para o leitor brasileiro, isso significa que grandes players não capitulam em correções. Monitore fluxos de ETF e halvings como indicadores. A Strategy exemplifica como tesourarias fortes impulsionam adoção global, preparando o terreno para valorizações sustentáveis. Volatilidade é parte do ciclo, mas fundamentos prevalecem.


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Personagens cartoon de EUA, Arizona e Japão em corrida por pilhas de Bitcoin dourado, simbolizando corrida global de estados por reservas estratégicas

Bitcoin de Estado: EUA Detêm US$ 23 Bi em BTC na Corrida Global

O governo dos EUA detém 328.372 BTC avaliados em US$ 23 bilhões, conforme dados on-chain da Arkham, consolidando-se como um dos maiores holders globais. Paralelamente, o Arizona aprovou na comissão de finanças o projeto SB 1649 para fundo estratégico de ativos digitais, enquanto três gigantes japonesas de valores mobiliários, como Nomura, planejam entrar no trading de cripto até 2026. Esses movimentos sinalizam uma corrida armamentista digital, onde nações tratam o Bitcoin como reserva estratégica, impactando investidores em todo o mundo, incluindo o Brasil.


Reserva Estratégica dos EUA

O estoque americano de Bitcoin resulta principalmente de grandes apreensões judiciais. Segundo autoridades do Departamento de Justiça, as apreensões incluem 127.271 BTC do Prince Group, 94.643 do hack Bitfinex e 94.679 recuperados da Silk Road. Em março de 2025, o presidente Trump assinou ordem executiva criando a Strategic Bitcoin Reserve, designando o BTC como "ouro digital soberano". Isso encerra leilões governamentais, retendo ativos confiscados permanentemente. O Tesouro e Comércio podem explorar aquisições neutras ao orçamento. Hoje, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 356.804,74, com variação de -0,01% em 24h.

Essa posição fortalece os EUA como "capital cripto do mundo", influenciando dinâmicas globais de poder econômico.

Arizona Avança com Fundo Estadual

O SB 1649, proposto pelo senador Mark Finchem, passou por 4-2 na Senate Finance Committee em 16 de fevereiro de 2026, rumo às regras do Senado. Gerido pelo tesoureiro estadual, o fundo absorve ativos digitais apreendidos ou confiscados, além de dotações parlamentares. Permite investimento total dos recursos via custodiantes qualificados ou ETPs, e empréstimos para yield sem elevar riscos fiscais. Define "ativos digitais" por fair value atrelado ao Bitcoin (>1% do padrão "ouro digital"), abrangendo BTC, XRP, stablecoins e NFTs.

Diferente do HB 2749 (2025, lei para propriedade não reclamada) e SB 1373 (vetado por volatilidade), o SB 1649 flexibiliza investimentos, refletindo maturidade regulatória estadual em meio a tendências nacionais.

Gigantes Japonesas Entram no Jogo

Nomura Holdings (US$ 673 bilhões em AUM), Daiwa Securities e SMBC Nikko Securities consideram plataformas de cripto. Nomura usará sua subsidiária suíça Laser Digital para lançar serviços até fim de 2026. Movidos por expectativa de relaxamento em ETFs de cripto por Tóquio, recusam-se a deixar a volatilidade frear a adoção. Essas empresas, com market cap combinado de US$ 48 bilhões, preparam infraestrutura para demanda institucional.

O Japão, com histórico regulatório rigoroso, sinaliza shift: cripto como ativo de reserva, alinhando-se a nações como EUA e estados proativos como Arizona.

Implicações Geopolíticas Globais

Esses desenvolvimentos configuram uma "corrida armamentista digital". Governos veem Bitcoin não só como hedge contra inflação, mas ferramenta soberana contra CBDCs rivais e sanções. Para o investidor brasileiro, isso eleva o BTC de especulação varejista a peça de xadrez geopolítica: acumulação estatal pressiona preços, regulações locais podem seguir. Países emergentes devem monitorar, pois reservas estatais redefinem liquidez e risco sistêmico no mercado cripto global.

Decisões em Washington, Phoenix e Tóquio moldam o portfólio do brasileiro, demandando visão macro além de gráficos diários.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede DeFi hexagonal com oráculo central rachado emitindo pulsos vermelhos, contrastando com pilar Bitcoin sólido, alertando riscos no Moonwell

Alerta DeFi: Erro em Oráculo Gera US$ 1,78 Milhão em Dívidas no Moonwell

O protocolo DeFi Moonwell registrou cerca de US$ 1,78 milhão em dívidas inadimplentes devido a um erro de configuração no oráculo de preços cbETH, que fixou o valor em apenas US$ 1. Bots e liquidadores exploraram a falha, liquidando 1.096 cbETH e gerando prejuízo aos usuários. Em contraste, mineradores de Bitcoin retiraram 36 mil BTC das exchanges, reforçando a importância da auto-custódia em meio a riscos DeFi. É um alerta para quem expõe ativos em protocolos terceiros.


Detalhes do Incidente no Moonwell

Em 15 de fevereiro, o Moonwell aprovou a proposta MIP-X43 para integrar o wrapper OEV da Chainlink, visando otimizar receitas com atualizações de oráculos. No entanto, a configuração do oráculo para cbETH falhou gravemente, ancorando o preço em US$ 1. Isso permitiu que transações automatizadas e liquidadores repayassem dívidas mínimas para capturar colaterais valiosos.

A equipe reagiu limitando o borrow e supply de cbETH a 0,01, mas o dano já estava feito: US$ 1,78 milhão em dívidas inadimplentes agora sobrecarrega o protocolo. O Moonwell se recusa a comentar detalhes da falha, o que aumenta a incerteza para depositantes e borrowers. É importante considerar que erros humanos em integrações externas podem evaporar patrimônio rapidamente.

Riscos Inerentes aos Oráculos em DeFi

Oráculos são o elo fraco em DeFi: fornecem dados off-chain para smart contracts, mas falhas de configuração, manipulações ou atrasos geram liquidações injustas. No caso Moonwell, um simples erro de setup expôs usuários a perdas irreversíveis, destacando a dependência de terceiros como Chainlink.

Históricos semelhantes, como manipulações em protocolos menores, mostram que o risco aqui é sistêmico. Atenção para dívidas inadimplentes: elas diluem yields para provedores de liquidez e podem levar a governança forçada. Usuários em posições alavancadas devem monitorar LTVs e oráculos manualmente, evitando over-exposure em protocolos em desenvolvimento.

Mineradores Optam pela Auto-Custódia

Enquanto DeFi patina, mineradores sinalizam confiança ao retirar mais de 36 mil BTC das exchanges desde fevereiro. Desses, 12 mil saíram da Binance, com picos diários de 6 mil BTC — o maior desde novembro. Movimentos para cold storage reduzem oferta spot e indicam expectativa de valorização.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 356.536 (-0,01% em 24h). HODLers acumularam 380 mil BTC em 30 dias, reforçando suporte on-chain. Essa tendência contrasta com riscos DeFi, priorizando controle total sobre chaves privadas.

Lições para Proteger Seu Patrimônio

O risco aqui é claro: DeFi oferece yields, mas falhas técnicas custam caro. Para evitar dívidas inadimplentes, mantenha colaterais acima de 150% LTV e diversifique oráculos. Vale monitorar: retire ativos de exchanges para wallets frias, como mineradores fazem — reduz custódia terceirizada e riscos de hacks ou falhas.

Em um mercado volátil, a auto-custódia é a estratégia mais inteligente agora. Pergunte-se: seu patrimônio está exposto desnecessariamente?


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Onda de liquidez dourada colossal com 150B emergindo impactando monolito Bitcoin, sinalizando influxo de US$150 bi antes da alta

Onda de Liquidez: US$ 150 Bi no Bitcoin até Março

Você está pronto para o maior cheque da história do mercado cripto? O Wells Fargo prevê um influxo de US$ 150 bilhões em reembolsos de impostos até o fim de março, impulsionando Bitcoin e ativos de risco. Devido a políticas fiscais favoráveis e erros no pré-pagamento de impostos, mais de 60% dos reembolsos serão liberados, reacendendo o viés de alta. A correção atual, com BTC lutando nos US$ 68 mil, pode ser a última oportunidade de posicionamento antes da onda de liquidez em abril.


Previsão do Wells Fargo: US$ 150 Bi em Movimento

O banco americano destaca que o ‘Beautiful Big Bill’ de verão passado beneficiou declarantes de 2025, enquanto o IRS não atualizou tabelas de retenção na fonte. Isso resulta em reembolsos maiores que o usual para trabalhadores assalariados. Segundo analistas como Ohsung Kwon, esses fundos extras — especialmente de consumidores de alta renda — voltarão ao mercado, fomentando um ‘YOLO mindset’ especulativo.

Os US$ 150 bilhões representam uma injeção significativa de liquidez doméstica. Historicamente, eventos fiscais como esse catalisam altas expressivas em ativos voláteis. O mercado cripto, sensível a fluxos de capital, deve capturar parte dessa onda, similar a estímulos passados que elevaram o Bitcoin em ciclos anteriores.

Correção Atual: Oportunidade Estratégica

Enquanto isso, o Bitcoin oscila ao redor de US$ 68 mil, testando suportes após rejeições em US$ 72 mil. A dominância está em 56,2%, mas altcoins como Pi Network já mostram força com alta de 40% semanal. Essa consolidação reflete redução de liquidez doméstica nas últimas semanas — queda de US$ 105 bilhões —, mas o relatório do Wells Fargo sinaliza reversão iminente.

Fundamentos se fortalecem: fluxos de ETF continuam positivos, tesourarias corporativas acumulam e o halving de 2024 ainda impulsiona escassez. A volatilidade de curto prazo constrói bases para tendências de longo prazo.

Impacto no Bitcoin e Próximos Passos

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 356.746 nesta quarta-feira (18/02), com variação de +0,03% em 24h e volume de 193 BTC. Essa estabilidade relativa contrasta com o potencial explosivo da liquidez fiscal.

Investidores devem monitorar o calendário do IRS: mais de 60% dos reembolsos saem até março. A adoção institucional e ciclos históricos sugerem que o mercado está se preparando para uma fase de expansão. Correções como essa são comuns antes de impulsos macro.

O Que Isso Significa para Você

Essa narrativa reforça a tese de adoção global: Bitcoin como proxy de liquidez. Enquanto o ruído diário domina, tendências estruturais prevalecem. Posicione-se com visão de longo prazo, atento a catalisadores fiscais que podem transformar a correção em trampolim para novas máximas em abril.


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Baleias cartoon dourada, cyan e magenta acumulando BTC, ETH e TRUMP contra ondas vermelhas de queda, sinalizando apostas bullish de whales

Baleias Apostam US$ 140 Milhões em BTC, ETH e TRUMP em Meio à Queda

Enquanto o Bitcoin registra queda recente, os dados mostram baleias dobrando a aposta com movimentações de cerca de US$ 140 milhões. Uma delas depositou US$ 30 milhões na Hyperliquid para abrir posição comprada alavancada 3x em 1.000 BTC, totalizando US$ 67,5 milhões. Paralelamente, K3 Capital adquiriu 20.000 ETH por US$ 40 milhões na Binance, e o time TRUMP transferiu US$ 31,45 milhões em tokens para custody. Alavancagem de US$ 67 milhões: alguém sabe algo que retail não sabe?


Posição Comprada em BTC na Hyperliquid

Os dados da Onchain Lens indicam que o endereço “pension-usdt.eth” transferiu 30 milhões de USDC para a Hyperliquid, plataforma de derivativos descentralizada. Com isso, abriu uma posição comprada em 1.000 BTC a um preço de abertura de US$ 67.203,6. A alavancagem de 3x eleva o valor total da posição para US$ 67,59 milhões, com preço de liquidação em US$ 37.681.

Essa configuração oferece um buffer de aproximadamente 44% de queda antes da liquidação, demonstrando gerenciamento de risco conservador em comparação a alavancagens mais agressivas comuns no mercado. O histórico do endereço revela flexibilidade: anteriormente, utilizou 20x em posições vendidas e compradas, com lucros de US$ 12 milhões em um mês, mas também perdas de US$ 1,63 milhão. Hyperliquid facilita trades anônimos sem KYC, atraindo grandes players.

Compra de ETH por K3 Capital na Binance

Em operação simultânea, uma carteira associada ao K3 Capital (0x4352…3b4f) adquiriu 20.000 ETH diretamente na Binance, ao custo de US$ 40,08 milhões. Essa acumulação ocorre em meio a correções no preço do Ethereum, que acompanha a volatilidade geral do mercado.

Transações spot como essa contrastam com derivativos alavancados, sugerindo estratégia de longo prazo ou reposicionamento de portfólio. A escolha da Binance, maior exchange global, garante liquidez profunda para volumes elevados sem impacto significativo no preço spot. Dados on-chain confirmam a origem dos fundos da Binance, reforçando a credibilidade da movimentação. No contexto atual, com ETH negociado próximo a US$ 2.000, essa injeção representa confiança em recuperação setorial.

Transferência de TRUMP para Custody BitGo

O time por trás do token TRUMP movimentou 9.089 milhões de tokens, equivalentes a US$ 31,45 milhões, para uma carteira de custódia na BitGo, há cerca de 3 horas. BitGo é provedora institucional de custódia, usada para armazenamento seguro de grandes volumes.

Diferente de depósitos em exchanges para venda, essa ação sugere preparação para gestão de ativos ou uso em operações financeiras reguladas, como empréstimos colateralizados. Historicamente, o time TRUMP exibiu padrões de transferências para exchanges, mas a tendência recente para custódia indica maturidade: redução de pressão vendedora imediata no mercado secundário. Monitorar fluxos subsequentes é essencial para avaliar se há liberação gradual ou lock-up prolongado.

Vendas vs Acumulação: O Que os Dados Mostram

Essas operações somam cerca de US$ 140 milhões em acumulação ou posicionamento com viés de alta, contrastando com as vendas percebidas no varejo. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 356.938,79 (variação +0,07% em 24h), próximo a US$ 67.000.

Os dados on-chain revelam discrepância: enquanto preços corrigem, baleias ajustam posições com alavancagem moderada e compras spot. Níveis a observar incluem suporte em US$ 37.681 (liquidação BTC) e resistência em US$ 68.000. Volume 24h de BTC no Brasil: 193,77 BTC. Essa dinâmica sugere fluxo de capital inteligente contrabalançando vendas retail, com potencial para estabilização se mantida.


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Plataforma brutalista rachada com '8' sobre abismo e forma Bitcoin na borda, simbolizando índice de medo 8/100 e teste de suporte em 66.5k

Índice de Medo Cripto em 8/100: BTC Testa Suporte de US$ 66,5k

O índice de medo e ganância cripto despencou para 8/100, indicando extremo pânico no mercado, enquanto o Bitcoin testa o suporte decisivo em US$ 66,5 mil. Os dados mostram queda de 2,68% nas últimas 24 horas, com preço em US$ 66.999,60, segundo OKX. Esse nível de exaustão emocional clássico sugere possível fundo, mas requer confirmação técnica. O mercado reflete esse pânico extremo.


Situação Atual do Preço do Bitcoin

Os dados da OKX registram o Bitcoin em US$ 66.999,60, com variação negativa de 2,68% em 24 horas. A correção recente quebrou o suporte de US$ 67.800 e a retração de 61,8% Fibonacci do movimento ascendente de US$ 65.072 para US$ 70.935. No gráfico horário BTC/USD, forma-se um canal descendente com resistência em US$ 68.850.

O preço negocia abaixo da média móvel simples de 100 períodos horários (100h SMA), reforçando o controle dos ursos. Segundo a análise técnica do NewsBTC, a estabilidade acima de US$ 66.500 pode permitir teste da resistência imediata em US$ 68.000, mas a fraqueza persiste.

Índice de Medo: Composição e Evolução Recente

O índice de medo e ganância caiu de 10 para 8 em um dia, escalonando para zona de extremo medo. Sua metodologia pondera volatilidade (25%), volume de mercado (25%), sentimento em mídias sociais (15%), pesquisas de mercado (15%), dominância do Bitcoin (10%) e buscas no Google (10%).

Historicamente, níveis abaixo de 10 indicam exaustão de vendedores. Em fevereiro de 2026, o índice permaneceu entre 5 e 17 por períodos prolongados, formando ciclos de feedback emocional que exigem catalisadores externos para reversão. Dados mostram que esses extremos frequentemente precedem fundos de mercado, embora não garantam reversões imediatas.

Níveis Técnicos Críticos a Monitorar

O suporte imediato reside em US$ 66.500, alinhado à retração de 76,4% Fibonacci, seguido por US$ 66.000 e US$ 65.000. Perda desses pode mirar US$ 64.200 e principal piso em US$ 63.500. Resistências chave: US$ 68.000, US$ 68.850 (teto do canal), potencialmente US$ 69.200 e US$ 70.000.

Indicadores: MACD horário ganha momentum de alta, mas RSI permanece abaixo de 50, sinalizando momentum fraco. Segundo o NewsBTC, fechamento acima de US$ 68.850 abriria caminho para US$ 70.000, enquanto quebra inferior ameaça extensão baixista.

Contexto em Reais e Implicações Históricas

No mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 357.196,01 às 06:43, com volume 24h de 193,72 BTC e variação +0,29%. Referências históricas revelam que em picos de medo (níveis <10), como março 2020 e novembro 2022, ocorreram fundos locais seguidos de valorizações expressivas em 3-6 meses.

Os dados sugerem cautela: monitore volume e dominância BTC para confirmação de reversão. Níveis de suporte em US$ 66.500 e resistência em US$ 68.850 definem o próximo movimento.


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Guardião cartoon Coinbase custodando pilar BTC com 80%, recebendo baús ETH de executivos BlackRock e Grayscale, simbolizando influxos e transparência em ETFs

Coinbase Garante Lastro Total em ETFs de BTC com Influxos ETH em Alta

Seu ETF é real? A Coinbase garante que sim. Enquanto os ETFs de Ethereum spot nos EUA registram influxo líquido de US$ 48,6 milhões em 17 de fevereiro, o CEO Brian Armstrong rebateu críticas sobre ‘Bitcoin de papel’, afirmando que os produtos são totalmente lastreados. Os dados mostram confiança crescente em ativos digitais regulados, com a custódia da exchange dominando mais de 80% do mercado de ETFs de Bitcoin.


Influxos em ETFs de Ethereum Ganham Tração

Os ETFs de Ethereum spot nos EUA registraram entrada líquida de US$ 48,6 milhões na terça-feira, 17 de fevereiro, segundo dados da Farside Investors. O destaque foi o iShares Ethereum Trust (ETHA) da BlackRock, com US$ 22,9 milhões em influxos, seguido pelo Grayscale Ethereum Trust (ETH) com US$ 11,3 milhões. Esses números indicam recuperação após períodos de saídas, refletindo apetite institucional por exposição ao ETH.

No contexto brasileiro, o Ethereum cotado a R$ 10.562,48 (alta de 2,18% no dia) reforça o interesse local. Os fluxos positivos sugerem que investidores veem o ETH como complemento ao Bitcoin em portfólios diversificados, especialmente com atualizações na rede Ethereum melhorando escalabilidade.

Defesa da Coinbase Sobre Lastro dos ETFs de Bitcoin

Durante um AMA recente, Brian Armstrong destacou a dominância da Coinbase na custódia de ETFs de Bitcoin, com market share superior a 80%. Ele classificou isso como vantagem competitiva, enfatizando infraestrutura de cold storage auditada regularmente e patenteada. A CFO Alesia Haas explicou que relatórios SOC 1 e SOC 2 confirmam segregação de ativos e reconciliação com a blockchain.

Críticas sobre falta de ‘proof of reserves‘ públicas foram abordadas: a exchange não divulga endereços de wallets por segurança, mas emissores de ETFs verificam holdings on-chain independentemente. Os dados mostram que todos os spot Bitcoin ETFs cumprem exigências regulatórias de lastro total.

Transparência e Confiança no Mercado de Custódia

A concentração na Coinbase, embora elevada, é vista como saudável, com fundos maiores diversificando custodians à medida que crescem. Segundo Armstrong, grandes instituições e governos auditam a infraestrutura, que inclui testes de penetração constantes. Isso mitiga riscos, garantindo que cada share de ETF represente Bitcoin real.

Atualmente, o Bitcoin vale R$ 356.639,19 segundo o Cointrader Monitor (variação +0,11% em 24h), com volume de 193 BTC. Investidores devem monitorar fluxos de ETF como indicador de sentimento institucional, pois representam bilhões em AUM.

Implicações para Investidores Institucionais

Os influxos em ETH e a defesa do lastro por Coinbase sinalizam maturidade no ecossistema. Dados de fluxos diários, como os da Farside, permitem análise de tendências: entradas consistentes indicam acumulação, enquanto saídas sugerem realização de lucros. Para brasileiros, equivalentes em reais destacam acessibilidade via exchanges locais.

Regulação clara, como o CLARITY Act em discussão, pode ampliar confiança. Os números mostram que transparência operacional sustenta adoção.


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Reservatório translúcido de liquidez ciana acumulando influxos enquanto fluxos dourado e prismático saem, simbolizando stablecoins na Binance vs saídas de BTC e ETH

Stablecoins Refugiam na Binance com BTC e ETH em Saída

Os dados de fluxo spot das últimas 24 horas revelam um influxo líquido de US$ 101 milhões em USD1, enquanto Bitcoin registra saída de US$ 126 milhões e Ethereum de US$ 31 milhões. Paralelamente, a concentração de liquidez de stablecoins na Binance atinge US$ 47,5 bilhões, sinalizando rebalanceamento institucional em meio à correção de mercado. Saída de BTC não indica pânico, mas migração para ativos estáveis à espera de níveis de suporte.


Fluxos Spot das Últimas 24 Horas

Os indicadores de fluxo de caixa spot, conforme dados recentes, mostram dinâmica defensiva no mercado. USD1, provável proxy para stablecoins como USDT, acumulou US$ 101 milhões em entradas líquidas. Em contraste, Bitcoin viu saídas de US$ 126 milhões e Ethereum de US$ 31 milhões. Outros ativos como ORCA (– US$ 22,57 milhões) e XRP (– US$ 22 milhões) também enfrentam pressões de venda.

Esses movimentos refletem rotação de capital típica em fases corretivas. Investidores reduzem exposição a ativos voláteis, estacionando liquidez em stablecoins. No momento da análise, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 356.872,85 (+0,14% em 24h), enquanto Ethereum negociava a R$ 10.573,55 (+2,30%).

Concentração de Reservas na Binance

A Binance domina com 65% das reservas totais de USDT e USDC em exchanges centralizadas, totalizando US$ 47,5 bilhões. Desses, US$ 42,3 bilhões são em USDT (alta de 36% YoY) e US$ 5,2 bilhões em USDC (estável). OKX segue com US$ 9,5 bilhões (13%), Coinbase com US$ 5,9 bilhões (8%) e Bybit com US$ 4 bilhões (6%).

Essa concentração reforça o papel da Binance como hub de liquidez. Crescimento anual de 31% nas reservas indica confiança institucional, mesmo em bear market. Redes Ethereum e TRON suportam a maioria desses saldos.

Contexto de Mercado e Reservas de Stablecoins

As reservas de stablecoins atingiram o pico em US$ 11,4 bilhões nos 30 dias anteriores a 5/nov/2025, com queda para US$ 8,4 bilhões até 23/dez/2025. Nos últimos 30 dias, saída moderada de US$ 2 bilhões sugere estabilização. Capitalização total do mercado testa US$ 2,3 trilhões, suporte estrutural após pico de US$ 4 trilhões.

Quebra abaixo de médias móveis curtas indica consolidação. Volume de venda elevado, mas em moderação, aponta fim de pânico. Tendência de alta preserva-se acima do suporte de longo prazo.

Níveis a Observar e Implicações

Monitore reservas de stablecoins na Binance por sinais de acumulação. Estabilização em US$ 2,3T no market cap pode preceder consolidação prolongada. Fluxos spot dinâmicos sugerem rotação tática: saídas de BTC/ETH financiam entradas em stables, posicionando para compra em fundos.

Dados indicam investidores institucionais em compasso de espera, aguardando confirmação técnica. Níveis de suporte no BTC (próximo a médias de longo prazo) e ETH serão decisivos para direção futura.


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Investidor Wall Street e trader cripto conectados por fios a relógio FOMC influenciando Bitcoin, destacando impacto macro no mercado

FOMC e Buffett: Wall Street Define Ritmo do Bitcoin Hoje

Os dados indicam que o gap ascendente no DAX alemão pode servir como sinal inicial para o Bitcoin nesta quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026. Com os minutos da reunião do FOMC às 14h ET e os resultados da Palo Alto Networks (PANW) após o fechamento, o SPX dita o ritmo das criptomoedas. A rotação de ativos sinalizada pelo último 13F de Buffett, com corte de 70% na Amazon, reforça a correlação entre Wall Street e BTC, atualmente em US$ 76 mil.


Calendário Econômico e FOMC em Foco

Os números mostram um calendário denso para hoje. Às 8h30 ET, saem housing starts (1,31M em nov/dez) e building permits (1,40M), seguidos de durable goods orders (-2,0%) e industrial production (0,3%). O destaque é às 14h ET: minutos do FOMC de janeiro, que podem alterar expectativas de taxas. O rendimento do 10Y Treasury próximo a 4,35% atua como gatilho para tech e ativos de risco como BTC.

No DAX, análise técnica aponta para zona de overbought, com gap up possível, mas risco de preenchimento por margin calls da quinta passada. Ouro e prata em queda reforçam cautela. PCE e GDP na sexta completam a semana volátil.

PANW Earnings e Implicações para Cibersegurança

A Palo Alto Networks divulga balanço após o fechamento, com implicações para o setor: CRWD, ZS e FTNT sob pressão por pricing power. Os dados do mercado indicam estrutura barbell, com varejo defensivo (WMT em ATH) contrastando high-beta como cripto. BTC segura US$ 76 mil em rumores de reserva soberana, mas MSTR adiciona alavancagem volátil.

Riscos geopolíticos em terras raras (China gallium/germanium) pesam em NVDA/AMD, enquanto TSLA FSD e biotech (VKTX) mostram rotações under-the-radar.

Rotação de Ativos no Último 13F de Buffett

O portfólio final de Berkshire Hathaway revela compra inédita de 5,06 milhões de ações do NYT (US$ 352 milhões), redução de 4,3% em Apple (ainda US$ 619 bilhões em AAPL) e corte de 70% em Amazon (de 10 milhões para 2,27 milhões de ações). BAC cai 9% (de 568 milhões para 517 milhões de ações), Chevron sobe para 130 milhões de ações. Core como KO e AXP estáveis.

Essa realocação sinaliza rotação para mídia digital estável e energia, em transição para novo CEO Greg Abel, mantendo filosofia de valor.

Correlação SPX-BTC: Níveis a Monitorar

Segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 356.955 (+0,02% 24h, volume 193 BTC). Correlação com SPX persiste: suporte em US$ 76 mil para BTC alinha com SPY em barbell market. Níveis chave: resistência 10Y em 4,35%; monitore preenchimento do gap DAX e shift no FOMC para yields.

Os dados sugerem volatilidade, com minutos do Fed como pivô para risk-on/off em cripto.


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Pilar dourado com '70K' gravado rachado por energias vermelhas, simbolizando perda de suporte Bitcoin em crises DeFi e alavancagem

Bitcoin Abaixo de US$ 70k: Crises de Segurança e Alavancagem Testam Suporte

📊 BOLETIM CRIPTO | 18/02/2026 | MANHÃ

O Bitcoin quebra o suporte psicológico de US$ 70.000 em meio a uma onda de crises de segurança em protocolos DeFi e perdas massivas por alavancagem excessiva. A falha em manter patamares elevados ocorre enquanto o mercado processa o primeiro hack em Solidity atribuído diretamente a um erro de inteligência artificial no protocolo Moonwell. Embora movimentos institucionais de peso, como o início da acumulação de Ethereum pela BlackRock e as reservas estratégicas dos EUA, ofereçam um suporte fundamental a longo prazo, eles se mostram insuficientes para conter o pessimismo imediato. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 356.283,72, refletindo a cautela que domina as mesas de negociação nesta manhã. O viés de baixa moderado prevalece, sustentado por uma clara falta de capitulação on-chain que sugere que o recuo ainda pode buscar patamares inferiores.


🔥 Destaque: Bitcoin Perde Suporte de US$ 70k

O Bitcoin recuou para a casa dos US$ 68.000 após falhar sucessivamente em sustentar o patamar de US$ 70.000 nesta semana. A região, que atuou como um “chão” psicológico na primeira quinzena de fevereiro, agora se transforma em uma resistência técnica importante, onde os vendedores têm dominado qualquer tentativa de valorização.

Dados da CoinDesk indicam que a falha em manter o suporte pode levar a criptomoeda a testar níveis de US$ 65.000 ou até US$ 60.000 nas próximas sessões. Analistas da CryptoQuant observam uma fase de estresse no mercado sem a realização de perdas massivas, o que sugere que a correção atual pode ainda não ter atingido o seu fundo definitivo.

Este movimento é acompanhado por uma onda de pessimismo no varejo, que contrasta visivelmente com a política governamental dos EUA. Sob a administração Trump, o país consolidou uma reserva de 328.372 BTC, tratada como um estoque estratégico digital. No entanto, o fato de o governo deter cerca de US$ 22,5 bilhões em ativos confiscados gera o receio de vendas futuras, alimentando o FUD (medo, incerteza e dúvida) entre pequenos investidores.

Para o investidor brasileiro, a queda global é ligeiramente amortecida pela taxa de câmbio, mas a pressão vendedora em ativos principais como Ethereum (ETH) e BNB, que também recuam cerca de 3% na semana, sinaliza que o momento exige prudência e gestão de risco rigorosa.


📈 Panorama do Mercado

O mercado atravessa um período de forte volatilidade e reajuste de expectativas. A narrativa de “dinheiro inteligente” acumulando durante a baixa é reforçada pela BlackRock, que iniciou o aporte de capital semente no valor de US$ 100 mil no iShares Staked Ethereum Trust (ETHB). Este novo veículo visa oferecer rendimentos nativos de staking de aproximadamente 3% ao ano, consolidando o Ethereum como um ativo de rendimento para grandes instituições.

Apesar dessa luz no fim do túnel institucional, o setor DeFi sofre com a erosão de confiança. A exchange Binance continua sendo um porto seguro para liquidez, mas plataformas descentralizadas de perpétuos enfrentam crises de liquidação. O trader Machi Big Brother, por exemplo, viu sua conta na Hyperliquid encolher de US$ 100 milhões para menos de US$ 1 milhão após perdas sucessivas em posições operando comprado.

O cenário é complementado por escândalos de governança, como o caso da Nakamoto Holdings ($NAKA), onde o CEO David Bailey é acusado de negociações em benefício próprio ao adquirir suas próprias empresas com sobrepreço enquanto a ação desabava 99%. Esses eventos criam um ambiente de desconfiança sistêmica que ofusca momentaneamente os fundamentos de escassez do Bitcoin.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Risco de queda adicional em BTC: Com a perda do suporte de US$ 68k-70k, cresce o risco de uma correção acelerada rumo aos US$ 60.000 caso não ocorra uma capitulação clara dos detentores.
  • Exploits em Oráculos DeFi: O ataque de US$ 1,78 milhão ao Moonwell revela que códigos gerados ou auxiliados por IA podem conter falhas críticas de precificação, elevando o risco em protocolos de empréstimo.
  • Insegurança Física de Detentores: O roubo de £ 3,1 milhões em Londres por adolescentes disfarçados de entregadores reforça que a segurança física é tão vital quanto a digital para investidores.
  • Exclusão de Treasuries BTC: Empresas listadas na Nasdaq que utilizam Bitcoin como reserva, como a Nakamoto Holdings, enfrentam risco de desistagem e desvalorização por má governança corporativa.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação de Ethereum: O sinal da BlackRock atrai fundos buscando rendimento real. Para o investidor de longo prazo, a fase inicial do ETF pode ser uma janela histórica de entrada antes da aprovação final da SEC.
  • Demanda por Auditoria Especializada: O erro de IA no código do Moonwell abre um mercado massivo para firmas de segurança focadas em verificar contratos inteligentes desenvolvidos por automação.
  • Venda a seco em Ativos Diluídos: A fragilidade de empresas com governança ruim, como a $NAKA, oferece oportunidades de lucro em estratégias de venda a seco, dada a iminência de saída da bolsa.

📰 Principais Notícias do Período

1. BTC perde suporte de US$ 70k e acende alerta
O Bitcoin recuou abaixo de US$ 68.000 após falhar em manter o nível chave de suporte. Analistas on-chain indicam fase de estresse sem capitulação imediata, elevando risco de novas quedas.

2. BlackRock inicia semente de capital em ETF de Staking de ETH
A gestora depositou US$ 100 mil iniciais para o fundo ETHB, que deve realizar staking de até 95% dos ativos. O movimento visa atrair capital institucional em busca de rendimentos nativos.

3. EUA detêm 328 mil BTC em reserva estratégica
O governo americano mantém uma reserva avaliada em US$ 22,5 bilhões. Enquanto o varejo foge do mercado, as instituições via ETFs registraram entradas recentes de US$ 15 milhões.

4. Baleia Machi Big Brother perde US$ 28M em alavancagem
O trader teve sua conta virtualmente zerada na Hyperliquid após sucessivas liquidações em posições compradas de ETH, evidenciando os riscos extremos de negociações alavancadas.

5. Escândalo na Nakamoto Holdings gera desconfiança institucional
CEO David Bailey é acusado de usar warrants para adquirir suas próprias empresas com ágio de 4x relação ao preço de mercado, diluindo acionistas minoritários em meio ao colapso.

6. Moonwell perde US$ 1,78M por erro de IA em código
Um bug em algoritmo gerado pela inteligência artificial Claude resultou na precificação errada do ativo cbETH, permitindo um exploit pioneiro em código desenvolvido via automação.

7. Adolescentes presos após roubo de £ 3,1M em cripto
Grupo que fingiu ser entregadores da Amazon foi capturado após postar vídeo de ostentação no Snapchat. O caso liga o alerta para a segurança física de grandes investidores.


🔍 O Que Monitorar

  • Suporte de US$ 65.000: O próximo nível crítico que pode definir se o Bitcoin entra em uma correção mais profunda para US$ 60k ou se estabiliza.
  • Fluxos dos ETFs de Ethereum: O apetite institucional após o aporte da BlackRock será o principal termômetro para a resiliência do ETH.
  • Open Interest na Hyperliquid: A redução da alavancagem após as perdas de baleias pode sinalizar uma diminuição na volatilidade de curto prazo.
  • Decisões da Nasdaq sobre $NAKA: A possível desistagem pode influenciar como investidores veem outras empresas de capital aberto que detêm Bitcoin.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12 a 48 horas, a tendência é de continuidade da pressão vendedora, com o Bitcoin lutando para não perder o patamar de US$ 67.000. O viés é pessimista no curto prazo, alimentado por uma combinação de fatores técnicos negativos e crises de confiança em protocolos DeFi. Entretanto, o suporte institucional basal dado por gigantes como a BlackRock e as políticas pró-cripto dos EUA sugerem que estamos diante de uma limpeza necessária de excessos de alavancagem. O mercado parece estar testando a paciência do investidor antes de uma possível capitulação que marque o fundo deste ciclo. Mantenha cautela em operações alavancadas e foque na segurança de suas chaves privadas.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon chocados segurando pilares BTC e ETH rachando em partículas vermelhas, simbolizando prejuízos bilionários em tesouraria cripto

Prejuízos Colossais: Strategy e BitMine Perdem US$ 137 Bilhões em BTC e ETH

As tesourarias corporativas de Strategy e BitMine acumulam perdas flutuantes colossais, totalizando US$ 137 bilhões em Bitcoin e Ethereum, segundo dados recentes de analistas on-chain. A Strategy, focada em BTC, registra prejuízo de US$ 57,56 bilhões, enquanto a BitMine, em ETH, soma US$ 79,43 bilhões. Esses números expõem a fragilidade de estratégias que apostam tudo em ativos voláteis, em um mercado que ignora lições históricas de bolhas passadas.


Situação Precária da Strategy em Bitcoin

A Strategy detém 717.131 BTC, avaliados atualmente em US$ 487,65 bilhões, com custo médio de US$ 76.027 por unidade. Isso resulta em uma perda flutuante de US$ 57,56 bilhões, à medida que o preço do Bitcoin oscila abaixo dos níveis de aquisição. A história mostra que empresas que concentram tesourarias em um único ativo de risco enfrentam pressões intensas durante correções prolongadas, como visto em 2018 e 2022.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.628,59, com variação de -1,09% em 24 horas. Em dólares, isso reforça a cautela: o mercado está ignorando os riscos de liquidez global apertada e elevação de juros, que historicamente punem ativos especulativos.

BitMine e o Fardo do Ethereum

A BitMine, por sua vez, segura 4.371.497 ETH, no valor atual de US$ 86,73 bilhões, mas com custo médio de US$ 3.801 por token, gerando prejuízo de US$ 79,43 bilhões. Essa posição reflete uma aposta agressiva em Ethereum durante picos de euforia, agora testada por uma reprecificação severa. Cuidado com narrativas de ‘HODL eterno’: ciclos passados, como o colapso da dot-com, revelam que tesourarias inchadas em ativos sobrevalorizados raramente sobrevivem sem diluição de capital ou vendas forçadas.

O Ethereum negocia a cerca de R$ 10.470 por unidade, mas a volatilidade inerente questiona a sustentabilidade dessa estratégia para empresas listadas, sujeitas a acionistas e relatórios trimestrais impiedosos.

Riscos Sistêmicos e Lições Históricas

Essas perdas não são isoladas; representam o custo multibilionário de uma euforia institucional cega pelo Bitcoin e Ethereum. A Strategy e BitMine exemplificam como vincular o balanço patrimonial a criptoamplifica choques macroeconômicos. Em 2022, vimos mineradoras e fundos evaporarem; hoje, com dívida corporativa crescente, o risco de default ou recapitalização forçada cresce. O mercado ignora que toda alta é seguida de baixa, e proteção de capital deve vir antes de apostas heroicas.

Analistas apontam para correlações crescentes com ações tech, vulneráveis a recessões. Sem recuperação rápida, essas tesourarias podem forçar vendas em baixa, acelerando quedas.

O Que o Investidor Deve Monitorar

Vale observar indicadores como mNAV (market Net Asset Value) dessas empresas e comunicados sobre dividendos ou emissões de ações. Se o Bitcoin não romper resistências acima de US$ 70 mil, pressões aumentam. Para brasileiros, com dólar a R$ 5,22, essas perdas em reais superam R$ 700 bilhões — um lembrete brutal de que sobrevivência ao ciclo importa mais que ganhos efêmeros.

A história ensina: exuberância tem preço. Ceticismo não é pessimismo; é preparação realista.


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Personagem Trump cartoon batendo martelo para dividir placa SEC/CFTC, liberando luz cyan para Bitcoin, sinalizando nova lei regulatória

Trump Sinaliza Lei Regulatória: Divisão SEC/CFTC Avança

O presidente Donald Trump sinalizou o empurrão final para a aprovação da lei de estrutura de mercado cripto nos Estados Unidos. A proposta S. 3755/H.R. 3633 divide a regulação entre SEC (títulos) e CFTC (commodities), atribuindo primazia à CFTC para Bitcoin e Ethereum. Com prazo de reconciliação no Senado até 28 de fevereiro, o mercado reage com otimismo moderado, vendo clareza regulatória como catalisador para adoção institucional.


Detalhes da Proposta Legislativa

A legislação estabelece um marco claro: a CFTC assume autoridade principal sobre commodities digitais como Bitcoin e Ethereum, enquanto a SEC cuida de securities. Exchanges e corretoras terão 180 dias para registro provisório após a sanção, facilitando a operação legal de plataformas. O presidente do CFTC, Michael Selig, indicou que o texto pode chegar à mesa de Trump em meses, com regras conjuntas SEC-CFTC em até 18 meses para transações mistas e margens.

Essa divisão resolve anos de incerteza, onde a SEC aplicava regras de securities a ativos não fungíveis. O mercado está construindo bases sólidas, similar aos ciclos passados pós-halving, onde clareza regulatória impulsionou fluxos institucionais.

Contexto Político e Prazos

O Comitê de Agricultura do Senado avançou o Digital Commodity Intermediaries Act por 12-11 em janeiro, mas precisa reconciliar com o Comitê Bancário antes do prazo final de 28 de fevereiro para frameworks de stablecoins da Casa Branca. Apoiada por Trump, a proposta reflete o ‘Trump trade’ pró-cripto, contrastando com a era anterior de ações agressivas da SEC.

Apesar críticas da Coinbase sobre restrições a DeFi e stablecoins, a narrativa maior é de maturidade. Fundamentos se fortalecem com adoção, e o dólar a cerca de R$ 5,22 reforça atratividade para investidores brasileiros monitorando fluxos globais.

Implicações para o Mercado Cripto

Clareza regulatória é o combustível para o próximo rali. Com CFTC supervisionando BTC e ETH, exchanges ganham confiança para listar novos ativos, atraindo capital institucional. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 354.338, com variação de -1,13% em 24h, mas a visão de longo prazo permanece de alta.

Isso contextualiza movimentos de baleias e ETFs, onde volume institucional dita tendências. Investidores devem observar reconciliação no Senado como gatilho para alta moderada.

Oportunidades e Projetos em Destaque

O otimismo abre portas para projetos vinculados, como potenciais airdrops em ecossistemas Trump-related, apesar de escrutínio sobre tokens como WLFI. Plataformas como a Binance oferecem acesso amplo para capturar essas tendências, com ferramentas para staking e trading.

No ciclo atual, regulação positiva reforça tesourarias corporativas em BTC. Monitore prazos: clareza regulatória pode ser o divisor de águas para adoção em massa, beneficiando holders de longo prazo.


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Balança digital brutalista desequilibrada com massa vermelha de medo dominando, Bitcoin testando suporte rachado, ilustrando índice Fear & Greed em mínima de 4 anos

Medo Extremo: Índice de Medo e Ganância em Mínima de 4 Anos

O sentimento em torno do Bitcoin atingiu o nível mais baixo em quatro anos, com o Crypto Fear & Greed Index marcando próximo de 10, zona de "medo extremo". Historicamente associado ao fim de quedas intensas, como pós-FTX, o indicador reflete pânico generalizado. O BTC opera em US$ 68.000, acompanhando a correlação positiva com Nasdaq, que passou de -0,68 para +0,72 desde 3 de fevereiro. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.427, com variação de -1,09% em 24 horas.


Situação Atual do Mercado

Os dados mostram o Bitcoin em queda de 1,25% para US$ 68.000, alinhado à fraqueza nos futuros do Nasdaq (-0,55%) e ouro (-2,4%). Memecoins como PEPE, DOGE e TRUMP lideram perdas de 3,5% a 4,5%, enquanto o interesse aberto (OI) em futuros cripto recuou 1,5% para US$ 93 bilhões. Liquidações de posições alavancadas somam US$ 229 bilhões em 24 horas, majoritariamente compradas.

O Crypto Fear & Greed Index tocou 5 na semana passada, o mais baixo histórico, estabilizando entre 10 e 13. A capitalização do BTC caiu 47% desde o ATH, posicionando-o na 13ª maior do mundo, com market cap total cripto em US$ 2,435 trilhões.

Análise Técnica e On-Chain

Técnicos indicam condições de sobrevenda: o BTC negociou a duas desvios-padrão abaixo da média móvel de 20 dias, evento raro nos últimos cinco anos. Funding rates em perpétuos normalizaram após negativos prolongados, sugerindo menor risco de liquidações em cascata. On-chain, detentores de longo prazo mantêm suprimento elevado, com reservas em exchanges em baixa, apontando acumulação estratégica apesar de cinco declínios mensais consecutivos.

A correlação com Nasdaq reforça o viés de risk-off, impulsionado por temores em IA e disrupção setorial. Volatilidade implícita de BTC e ETH recuou de máximos mensais, com puts mais caros que calls no Deribit, mas posicionamento menos defensivo que há duas semanas.

Níveis Críticos de Suporte

Suportes chave incluem US$ 65.000, onde consolidação sustentada poderia sinalizar fundo inicial. Rompimento abaixo ativaria pressão vendedora adicional, testando US$ 55.000 conforme análises on-chain. Dominância do BTC oscila entre 57,4% e 60,1% desde setembro, com altcoins enfraquecidas em timeframes curtos.

Exaustão de vendedores é evidenciada pela reversão do sentimento médio de 21 dias abaixo de zero, ecoando fundos passados. Fechamento negativo em fevereiro marcaria a maior sequência baixista desde 2018, tipicamente associada a transições cíclicas.

Implicações e Monitoramento

Os dados sugerem proximidade de exaustão, mas sem garantia de reversão imediata. Investidores monitoram macroliquidez, com aperto financeiro pesando em ativos de risco. Institucionais continuam expandindo infraestrutura, sustentando tese de longo prazo. Níveis a observar: suporte US$ 65.000 e resistência inicial em US$ 70.000.


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Pêndulo no ápice da oscilação entre luzes verde e vermelha sobre horizonte digital, simbolizando expectativa dos minutos FOMC no mercado cripto

Fed: Expectativa de Cortes e Minutos FOMC Agitam Cripto

Na abertura das bolsas americanas nesta terça-feira (17/02), as ações ligadas a criptomoedas registraram quedas generalizadas, com MSTR caindo 2,73%, COIN 0,75% e GEMI (Gemini) despencando 8,6% após demissões de executivos. Paralelamente, o conselheiro do Fed, Austan Goolsbee, sinalizou múltiplos cortes de juros caso a inflação continue em queda, enquanto os minutos do FOMC de janeiro, divulgados amanhã, prometem volatilidade no mercado cripto. Os dados mostram correlação forte com ações de tecnologia e liquidez global.


Queda na Abertura das Bolsas e Impacto em Ações Cripto

Os índices americanos abriram mistos: Dow Jones subiu 31 pontos (+0,08%), S&P 500 caiu 0,24% e Nasdaq recuou 0,59%. As ações de cripto seguiram o viés negativo do setor de tecnologia. MicroStrategy (MSTR), proxy para Bitcoin, abriu com perda de 2,73%. BitMine (BMNR) caiu 2,56%, Coinbase (COIN) 0,75%.

O destaque negativo foi GEMI, com queda de 8,6%, impulsionada por relatório da Bloomberg sobre saídas simultâneas de COO, CFO e CLO da Gemini pós-IPO. Os dados indicam correlação de 0,85 entre Nasdaq e índice de ações cripto nos últimos 30 dias, refletindo apetite por risco em ativos de alto beta.

Volume de negociação inicial foi moderado, com foco em realização de lucros após rali recente do Bitcoin acima de US$ 67.000.

Sinalizações do Fed: Cortes Condicionados à Inflação

Austan Goolsbee, membro do Fed de Chicago, afirmou que a inflação nos serviços americanos não é “moderada”, mas vê 3% como taxa neutra de juros. Se o CPI continuar caindo para próximo de 2%, múltiplos cortes estão no radar. Isso ecoa o CPI de janeiro em 2,4% YoY, abaixo das expectativas de 2,5%.

Jerome Powell reforçou em janeiro: “sem pressa para cortar”. Mercados precificam 2,5% de cortes totais em 2026, com probabilidade de manutenção em março acima de 92% pelo CME FedWatch, após payrolls de +130k empregos.

Fed funds permanece em 3,5%-3,75%. Analistas notam que dados de emprego fortes contrabalançam dovishness inflacionário.

Minutos do FOMC: Rali ou Choque para Cripto?

Os minutos de janeiro, liberados em 18/02 às 14h ET, detalharão debate interno sobre pausa nos cortes após easing de fim de 2025. Tom hawkish (riscos inflacionários, paciência) pode pressionar Bitcoin para suportes em US$ 67.000-US$ 65.000. Dovish (preocupação com crescimento) eleva probabilidades de rali rumo a resistências em US$ 70.000.

Histórico mostra volatilidade média de 4,2% no BTC pós-minutos FOMC. Correlação BTC-Nasdaq em 0,72 nos últimos 90 dias reforça sensibilidade à liquidez.

Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin cotado a R$ 354.237,56 (-1,18% em 24h, volume 170 BTC). Dólar a R$ 5,22.

Níveis Técnicos e o Que Monitorar

Bitcoin testou média móvel de 50 dias em US$ 68.500, com RSI em 52 (neutro). Suporte chave: US$ 67.000 (200 SMA semanal). Resistência: US$ 70.000 (ATH recente).

  1. Monitorar implied vol pré-minutos via opções.
  2. Fluxo de ETF: BlackRock e Fidelity com inflows semanais positivos.
  3. Correlação com yields 10Y: atual 4,15%, queda favorece risco.

Os dados sugerem que política monetária domina narrativa cripto em 2026. Traders devem observar desvios de precificação do Fed.


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