Políticos cartoon europeu da direita e Trump-inspired hasteando bandeira BTC sobre Atlântico, simbolizando adoção política de cripto na Europa e EUA

Efeito Trump: Cripto Virou Arma Política na Europa e EUA

Líderes da direita europeia adotam cripto como estratégia política, inspirados na campanha de Donald Trump que posicionou Bitcoin como pilar central. No Atlântico, a Casa Branca organiza reuniões para resolver disputas sobre stablecoins e destravar o projeto Clarity Act no Senado. O fenômeno revela cripto como peça geopolítica, atraindo eleitores e moldando regulações em múltiplas jurisdições.


Estratégia de Trump Ecoa na Europa

Desde a vitória de Trump em 2024, partidos conservadores europeus incorporam cripto em suas plataformas. No Reino Unido, o Reform UK de Nigel Farage tornou-se o primeiro a aceitar doações em criptomoedas e propõe limitar impostos sobre ganhos de capital a 10%. Farage anunciou isso na Bitcoin Conference, conectando-se a aliados de Trump como David Bailey, da BTC Inc.

Essa abordagem atrai eleitores jovens e investidores, em um contexto de adoção crescente: 12% dos franceses e 19% dos poloneses detêm criptoativos, segundo relatórios locais. Autoridades europeias observam o potencial para inovação financeira sem intervenção estatal excessiva.

França e Polônia Apostam em Reservas de Bitcoin

Na França, Marine Le Pen evoluiu de opositora para defensora da mineração de Bitcoin com energia nuclear excedente. O Reagrupamento Nacional e a Reconquête propõem reservas estratégicas de Bitcoin, ecoando ordens executivas americanas. Na Polônia, Sławomir Mentzen, com portfólio pessoal de US$ 1,5 milhão em BTC, obteve 15% dos votos prometendo um “paraíso cripto” com baixos impostos.

Essas iniciativas contextualizam tendências globais: Bitcoin como ferramenta de soberania financeira, alinhada a visões libertárias. Líderes conectam regulação amigável à atração de investimentos estrangeiros, impactando mercados além das fronteiras nacionais.

Casa Branca Media Disputa sobre Stablecoins nos EUA

Paralelamente, o governo Trump prioriza legislação cripto. A Casa Branca planeja reuniões entre bancos e firmas de cripto para resolver impasse no Clarity Act. Bancos temem perda de US$ 500 bilhões em depósitos para plataformas que oferecem recompensas em stablecoins, enquanto o setor cripto defende incentivos para competição.

O conselho cripto da Casa Branca media, visando aprovação antes das eleições. Essa urgência reflete o compromisso de Trump em posicionar os EUA como capital global de cripto, influenciando jurisdições aliadas.

Implicações para Investidores Globais

Para investidores brasileiros, esses movimentos sinalizam convergência regulatória transatlântica. Decisões em Washington e Bruxelas afetam fluxos de capital, liquidez de stablecoins e adoção de Bitcoin como reserva. Monitorar negociações é essencial, pois regulações favoráveis podem impulsionar valorizações, enquanto disputas prolongadas geram volatilidade. Cripto transcende finanças: é agora vetor de poder geopolítico.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Cúpula cyan neon protegendo núcleo cristalino dourado contra partículas quânticas roxas, simbolizando defesas pós-quânticas de Ethereum e Coinbase

Cripto vs Quantum: Ethereum e Coinbase Blindam Redes Contra Supercomputadores

A Ethereum Foundation elevou a segurança pós-quântica a prioridade estratégica, criando uma equipe dedicada ao Post-Quantum (PQ) para proteger o consensus layer contra computadores quânticos. Paralelamente, a Coinbase formou um conselho consultivo independente sobre riscos quânticos ao blockchain, enquanto o banco Jefferies removeu Bitcoin de seu portfólio modelo por temores de longo prazo. Esses movimentos sinalizam que a ameaça, antes teórica, agora exige ação concreta nos protocolos.


O Que é a Ameaça Quântica aos Blockchains?

Blockchains como Ethereum e Bitcoin dependem de criptografia assimétrica, como o algoritmo ECDSA, onde chaves públicas derivam de chaves privadas via curvas elípticas. Um computador quântico, usando o algoritmo de Shor, pode resolver o problema do logaritmo discreto nessas curvas em tempo polinomial, expondo chaves privadas a partir de chaves públicas reveladas on-chain.

Imagine um banco de dados distribuído onde cada entrada é assinada com uma chave que um supercomputador clássico não quebra, mas um quântico faz em minutos. No Bitcoin, endereços P2PKH revelam a chave pública ao gastar; no Ethereum, validadores assinam blocos. Assinaturas post-quantum (PQ), baseadas em lattices ou hashes, resistem a isso, mas são maiores e mais computacionalmente intensas — até 10x o tamanho das atuais.

Por que importa? Estima-se que 20-50% do Bitcoin circulante (4-10 milhões BTC) fique vulnerável se chaves forem expostas, segundo análises técnicas recentes.

LeanVM: Inovação da Ethereum para Escala PQ

A equipe PQ da Ethereum foca no consensus layer, onde milhares de validadores assinam atestados. Substituir ECDSA por PQ criaria overhead: assinaturas maiores incham blocos e aumentam latência. A solução é a leanVM, uma máquina virtual especializada que agrega múltiplas assinaturas PQ em uma única prova compacta, verificável on-chain sem sobrecarregar a rede.

Como funciona? Pense em um Merkle tree otimizado para agregação: validadores geram assinaturas individuais off-chain; leanVM as combina em uma prova zero-knowledge, reduzindo os dados para ~1-2 KB por bloco. Testnets já rodam com PQ signatures, provando viabilidade. Isso preserva a eficiência do Ethereum — TVL de mais de US$ 100 bilhões e milhões de transações diárias — enquanto migra para criptografia quântica-resistente.

O roadmap visa upgrades antes de 2030, alinhado com avanços quânticos como os da Google.

Bitcoin e Coinbase: Medidas Proativas

No Bitcoin, a ameaça é similar, mas o upgrade requer coordenação global via soft/hard forks — 5-10 anos. Tipos de endereço variam: Taproot expõe chaves imediatamente; P2PKH só ao gastar. Cerca de metade dos BTC permanece segura se nunca gasta.

A Coinbase, custodiante de bilhões em BTC, criou um board com criptógrafos quânticos para mapear migrações. Já em janeiro, Jefferies retirou 10% de alocação em BTC do portfólio “Greed & Fear” por risco assimétrico: hardware quântico avança não-linearmente, enquanto upgrades são lentos.

Optimism, L2 Ethereum, planeja 10 anos de transição na Superchain, facilitada por forks no OP Stack.

Por Que Agir Agora?

A computação quântica passou de teoria para engenharia: avanços constantes aceleram os prazos. Ethereum e Bitcoin não estão em risco imediato — não nesta década —, mas preparação antecipada evita pânico. Usuários ganham monitorando: migre para endereços não-reutilizados; devs, priorizem PQ em wallets e L2s.

Esses esforços diferenciam inovação real de hype: código é lei, e protocolos que evoluem tecnicamente perduram.


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Analista cartoon alertando rachadura em barra de prata com '60' gravado sob pressão de dólar e yields, sinalizando riscos macro para Bitcoin

Prata para US$ 60? Alerta da Bloomberg Sinaliza Riscos Macro

Um estrategista da Bloomberg Intelligence alerta que a prata, negociada acima de US$ 85 por onça, ainda enfrenta risco de correção severa para US$ 60, mesmo após queda de 31% em um dia. Mike McGlone destaca o ratio prata/cobre elevado, sugerindo exuberância irracional. Em um cenário de dólar forte e yields em alta, o mercado cripto — sensível a esses ventos macro — deve prestar atenção, pois a história mostra que commodities voláteis precedem ajustes em ativos de risco.


Ratio Prata/Cobre Revela Sobrevalorização

O ratio prata/cobre permanece nos mid-teens, bem acima da média histórica de cerca de 6 e picos em torno de 10 desde 1988. McGlone argumenta que o cobre, metal industrial ancorado em demanda real de manufatura e infraestrutura, serve como benchmark estável contra a volatilidade investment-driven da prata.

Gráficos logarítmicos de longo prazo confirmam: mesmo com a prata estabilizando em US$ 78-80 após colapso, o ratio sugere que uma queda para US$ 60 ainda deixaria o metal precioso caro em termos relativos. A correlação de 100 semanas entre os metais é de 0.51, ampliando-se em fases especulativas — um padrão familiar em bolhas passadas, como as tulipas ou dot-com.

Segundo o AwesomeAPI, a prata spot está em US$ 85,11 (bid), com variação diária de -27,65% — reflexo do pico recente acima de US$ 118.

Queda Brutal: Triggers Macroeconômicos

A prata despencou mais de 31% em 30 de janeiro — pior dia desde 1980 —, saindo de picos acima de US$ 118 para US$ 84, estabilizando em US$ 78-80. O catalisador: nomeação de Kevin Warsh como chair do Fed por Trump, impulsionando dólar e yields dos Treasuries, enquanto liquidações forçadas varreram posições alavancadas.

O aumento de 36% nos requisitos de margem da CME acelerou o unwind. O mercado está ignorando esses sinais de topo de ciclo? A história mostra que, em 2018 e 2022, euforia em commodities precedeu correções cripto profundas, com Bitcoin caindo 80%+.

Hoje, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 404.601, com variação de -1,33% em 24h — sintoma de apetite por risco em baixa.

Correlação com Criptomoedas: Um Sinal de Alerta?

Se a prata — apelidada de ‘ouro digital’ original — revela fragilidades em valuations extremos, o que dizer dos criptoativos? Ambos sofrem com volatilidade amplificada por momentum e expectativas monetárias, ignorando âncoras fundamentais em fases de alta.

Cuidado com a narrativa de ‘novo paradigma’: ciclos existem, e liquidez global apertando (Fed hawkish) pressiona ativos especulativos. Em crises asiáticas de 1997 ou dot-com 2000, commodities deram o primeiro grito antes do contágio. O Bitcoin, correlacionado com prata em riscos sistêmicos, pode testar suportes se yields continuarem subindo.

Não é FUD: é ceticismo embasado. Proteção de capital sempre prevalece sobre maximizar bull markets efêmeros.

O Que Monitorar no Horizonte Macro

Vale acompanhar: decisões do Fed sob Warsh, dados de PMI chinês (já em contração), estoques COMEX de prata drenando em short squeezes passados, e fluxos para dólar como safe haven.

Para brasileiros, com dólar em R$ 5,255 (+1,42%), a prata em R$ 447/oz amplifica o impacto local. Investidores cripto devem questionar: estamos em outro pico de exuberância irracional? A resposta virá dos dados, não das narrativas.


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Elevador digital em queda livre com traders cartoon em pânico segurando gráfico de 77K vermelho, chuva de liquidações e nuvens de FUD político

BTC e ETH em Queda Livre: Liquidações Bilionárias e Crise Política nos EUA

📊 BOLETIM CRIPTO | 01/02/2026 | NOITE

O mercado de criptomoedas enfrenta um domingo de capitulação severa, marcado pelo maior volume de liquidações em cascata desde eventos históricos como a queda da FTX. O Bitcoin recuou para a faixa de US$ 77 mil, seu menor patamar em nove meses, enquanto o índice de medo atingiu níveis alarmantes de pânico extremo. Além da pressão vendedora em derivativos, o cenário é agravado por uma crise política em Washington, onde a senadora Elizabeth Warren exige investigações sobre um investimento de US$ 500 milhões dos Emirados Árabes Unidos (UAE) na corretora cripto ligada à família Trump. Com saídas institucionais recorrentes nos ETFs e tensões geopolíticas no Oriente Médio, o viés de baixa forte predomina no curto prazo, testando a resiliência dos maiores suportes técnicos do setor.


🔥 Destaque: Liquidações de US$ 2,6 bi e BTC em Mínima de 9 Meses

O encerramento do primeiro mês de 2026 despejou uma pressão vendedora brutal sobre o ecossistema cripto. O Bitcoin rompeu suportes psicológicos importantes, atingindo mínimas de US$ 77.000 em um movimento que eliminou mais de US$ 2,5 bilhões em posições compradas apenas nas últimas 24 horas. Esse evento de desalavancagem forçada entra para o top 10 histórico do setor, superando em magnitude o crash da era Covid e o colapso da exchange FTX.

A queda não foi isolada. O Ethereum sofreu um recuo ainda mais agressivo, perdendo cerca de 17% de valor e registrando liquidações que somam US$ 1,15 bilhão. A dinâmica foi acelerada pela baixa liquidez típica do fim de semana, onde ordens de venda automáticas (stop-loss) foram executadas em sequência, sem compradores suficientes para sustentar os preços. Grandes exchanges, como a Binance e Bybit, processaram fluxos massivos de saída de capital.

De acordo com o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 404.467,54 no mercado brasileiro, refletindo a desvalorização global. A queda atual representa um recuo de 35% desde o pico histórico de outubro, colocando investidores institucionais e o varejo em um estado de vigilância máxima quanto aos próximos suportes em US$ 75.000 e US$ 72.000.

O que monitorar a partir de agora é o comportamento dos ETFs spot nos EUA. Na última semana, esses veículos registraram resgates de US$ 1,5 bilhão, sinalizando que o apetite institucional por risco está diminuindo diante da incerteza macroeconômica e do medo de uma bolha tecnológica global.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento atual é de medo extremo, com o índice Fear & Greed despencando para 14 — o nível mais baixo desde dezembro do ano passado. Essa deterioração é alimentada por uma convergência perigosa de fatores: tensões geopolíticas no Estreito de Ormuz, a paralisação parcial do governo dos Estados Unidos e o início de investigações parlamentares sobre a relação entre o capital estrangeiro e o mercado cripto americano.

O cenário otimista de outrora deu lugar a um viés de baixa dominante, com investidores migrando para a segurança do dólar e ativos de baixo risco. A queda do Bitcoin abaixo do custo base dos ETFs (estimado em US$ 80.000) cria um risco sistêmico de resgates adicionais, forçando gestoras a venderem ativos no mercado à vista para honrar saques. Setores como o de finanças descentralizadas (DeFi) também sofrem com a redução do TVL, à medida que a confiança na infraestrutura de segurança e liquidez é testada.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Cascata de Liquidações: A alta alavancagem em posições compradas ainda remanescentes pode desencadear novas vendas forçadas se o nível de US$ 76.000 não for defendido pelas baleias.
  • Escrutínio Regulatório: As demandas da senadora Elizabeth Warren por audiências sobre o financiamento dos UAE podem resultar em sanções ou novas restrições a investimentos estrangeiros em empresas cripto dos EUA.
  • Resgates em ETFs: Se os fluxos negativos continuarem, a pressão vendedora institucional pode prolongar a correção para alvos inferiores em torno de US$ 62.000.
  • Escalada Geopolítica: Conflitos no Oriente Médio elevam a aversão ao risco global, historicamente desfavorável a ativos voláteis como o Bitcoin e altcoins de beta elevado.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação no Pânico: Historicamente, níveis de medo extremo (abaixo de 20) marcam fundos locais de mercado. Investidores de longo prazo enxergam a queda de US$ 20.000 em duas semanas como uma zona de entrada estratégica.
  • Resiliência da Strategy: A empresa de Michael Saylor está próxima ao seu ponto de equilíbrio (US$ 76.037). Uma defesa bem-sucedida desse patamar reafirmaria a tese do HODL institucional pacientemente.
  • Migração para Protocolos Apolíticos: O escrutínio sobre projetos ligados a políticos americanos pode favorecer a rotação de capital para redes verdadeiramente descentralizadas e permissionless, como o Bitcoin e Layer 1s independentes.

📰 Principais Notícias do Período

1. BTC atinge US$ 77k, menor em 9 meses; liquidações US$ 2,5 bi
O Bitcoin despencou 8% para a faixa de US$ 77 mil, seu menor nível em nove meses. A queda arrastou altcoins, com perdas de até 14% em nomes como Solana e XRP. O movimento foi catalisado por riscos geopolíticos no Oriente Médio e liquidações massivas que superaram US$ 2,5 bilhões.

2. Liquidações pressionam Strategy ao breakeven
A maior detentora institucional de Bitcoin, a Strategy, viu sua posição de 712.647 BTC ficar a apenas 1,8% do lucro com a queda para US$ 78,5k. Se o preço cair mais 3%, a empresa de Michael Saylor entrará em território de prejuízo não realizado após meses de ganhos recordes.

3. Trader perde US$ 222M em posição de ETH
Em um único evento de liquidação na exchange Hyperliquid, um trader perdeu mais de US$ 222 milhões em uma posição comprada de Ether. O ETH liderou as perdas do mercado, com US$ 1,15 bilhão liquidados em 24 horas durante uma queda de 17% que testou o suporte de US$ 2.300.

4. Warren exige investigação em investimento UAE em empresa de Trump
A senadora Elizabeth Warren demandou audiências urgentes após revelações de que um oficial de inteligência dos Emirados Árabes Unidos adquiriu 49% da World Liberty Financial. A suspeita de corrupção envolve a aprovação posterior de venda de chips de IA aos UAE pelo governo Trump.

5. Bitcoin atinge medo extremo após queda de US$ 20k
O preço do Bitcoin recuou US$ 20.000 em apenas duas semanas, saindo de US$ 95.500 para mínimas locais recordes. O índice de medo caiu para 14, refletindo pânico total no varejo, enquanto analistas citam Warren Buffett para incentivar compras de oportunidade durante o crash.

6. Queda abaixo de US$ 80k ativa riscos para investidores institucionais
Analistas alertam para o risco de um “fosso profundo” (deep pit) após o Bitcoin violar o custo médio de aquisição dos ETFs à vista. A quebra deste patamar pode forçar resgates massivos por instituições, empurrando o preço para níveis próximos de US$ 62.000 se o suporte não for retomado.

7. Investimento de US$ 500M dos UAE injeta capital em firma da família Trump
A Aryam Investment 1, ligada ao xeique Tahnoon dos UAE, finalizou um aporte milionário na World Liberty Financial dias antes da posse presidencial. O acordo eleva tensões sobre transparência e influência estrangeira nas políticas de ativos digitais dos EUA.


🔍 O Que Monitorar

  • Liquidações Acumuladas: Acompanhar se o volume de liquidações diário cai abaixo de US$ 1 bilhão, o que sinalizaria o esgotamento da força vendedora.
  • Fluxos Institucionais: Verificar os relatórios da Farside Investors sobre os ETFs Spot para checar se os resgates foram interrompidos.
  • Níveis de Suporte: Manter atenção rigorosa no suporte de US$ 75.000 no BTC e US$ 2.300 no Ethereum.
  • Notícias de Washington: Qualquer avanço no Comitê Bancário do Senado sobre as audiências de Elizabeth Warren trará volatilidade política adicional.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 12 a 24 horas, o viés de baixa forte deve persistir conforme o mercado processa o choque das liquidações recordes. A baixa liquidez de domingo costuma amplificar picos de volatilidade, e o risco de um teste rápido em US$ 75.000 no Bitcoin é real se novas ordens de venda forem acionadas. Contudo, o estado de medo extremo histórico muitas vezes serve como prelúdio para um repique técnico de curto prazo. Investidores devem evitar alavancagem excessiva (leverage) e focar na preservação de capital em plataformas robustas como a Binance, aguardando a abertura dos mercados globais na segunda-feira para confirmar se a capitulação encontrou um piso sustentável.


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Rede neural digital fragmentando com explosões vermelhas em cascata, simbolizando liquidações de US$ 2,5 bi e crash no mercado cripto

Liquidações de US$ 2,5 Bi: Crash no Mercado Cripto

Os dados do mercado mostram que US$ 2,58 bilhões em posições foram liquidadas nas últimas 24 horas, com destaque para uma perda individual de US$ 222,65 milhões em uma posição de Ether no Hyperliquid. O Ether liderou com US$ 1,15 bilhão liquidados após queda de até 17%, seguido por Bitcoin (US$ 788 milhões) e Solana (US$ 200 milhões). Paralelamente, ETFs cripto registraram saídas de US$ 1,7 bilhão, o maior volume desde novembro, em um fim de semana de baixa liquidez que acelerou a cascata de liquidações.


Escala das Liquidações por Exchange e Ativo

No Hyperliquid, a exchange de derivativos descentralizada registrou US$ 1,09 bilhão em liquidações, quase todas em posições longas, representando mais de 40% do total. Bybit somou US$ 574,8 milhões e Binance US$ 258 milhões. Ao todo, 434.945 traders foram impactados, com US$ 2,42 bilhões de longs liquidados contra apenas US$ 163 milhões de shorts.

Dois grandes participantes no Hyperliquid sofreram perdas combinadas de US$ 284 milhões em posições de Ether: um endereço conhecido como ‘CZ opponent whale’ perdeu US$ 54 milhões em uma posição de US$ 181 milhões, enquanto o ‘BTC OG insider whale’ registrou US$ 230 milhões de prejuízo em uma posição de US$ 660 milhões. Esses eventos ocorreram em meio a uma queda acentuada do Ether para níveis próximos de US$ 2.436, conforme dados recentes.

Saídas Recordes dos ETFs Cripto

Os ETFs de criptomoedas enfrentaram a maior retirada desde novembro, totalizando US$ 1,7 bilhão na semana. Bitcoin ETFs lideraram com US$ 1,1 bilhão em resgates, seguidos por Ethereum com US$ 630 milhões e XRP com US$ 18 milhões. Nos dois últimos dias, Bitcoin ETFs viram saídas de US$ 817 milhões em 29 de janeiro e US$ 510 milhões no dia seguinte, marcando quatro dias consecutivos de resgates.

Essa contração de liquidez reflete uma rotação de capital, com a capitalização de mercado do USDT registrando aumento de menos de US$ 1 bilhão nos últimos 60 dias — níveis associados a condições de mercado de baixa tardias. Detentores de curto prazo absorveram a maior pressão, vendendo abaixo do custo base em meio à volatilidade.

Baixa Liquidez de Fim de Semana e Riscos da Alavancagem

A liquidez reduzida típica de fins de semana amplificou o impacto das liquidações. Movimentos de preço iniciais, como a queda de 17% no Ether, acionaram fechamentos forçados além dos thresholds de margem, criando um efeito cascata. Posições alavancadas, especialmente longs, provaram vulneráveis em mercados com order books finos.

Indicadores como open interest elevado e funding rates positivos prévios sinalizavam sobreposicionamento bullish. Picos em liquidações frequentemente marcam resets de posicionamento, com dados on-chain mostrando transferência gradual de supply de mãos fracas para detentores de longo prazo. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 417.596,88 (-4,58% em 24h), enquanto Ether está em torno de R$ 12.855,48 (-7,76%). Traders devem monitorar volumes de liquidação, níveis de suporte em ETH próximo de US$ 2.400 e BTC em US$ 79.000, além de fluxos de ETF para avaliação do sentimento.


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Pedestal dourado rachado com '80K' emitindo luz vermelha, ultrapassado por silhueta vermelha de carro Tesla, simbolizando perda de top 10 em market cap

Bitcoin Perde para Tesla e Sai do Top 10 Ativos Globais

O Bitcoin despencou para a faixa de US$ 75 mil, rompendo suportes técnicos cruciais em US$ 82.500 e US$ 80 mil em meio a uma venda massiva no mercado cripto. A capitalização de mercado caiu para US$ 1,57 trilhão, tirando o BTC do top 10 ativos globais e colocando-o atrás da Tesla de Elon Musk. Esse movimento sinaliza o fim da lua de mel institucional no curto prazo, com otimismo dando lugar à realidade volátil.


Quebra de Suportes e Venda Intensa

O preço do Bitcoin caiu de uma máxima de 24 horas em US$ 84.356 para uma mínima de US$ 75.644, apagando mais de 10% dos ganhos recentes. A perda do suporte em US$ 82.500 acelerou o movimento, atravessando zonas de liquidez fina e gerando liquidações em massa nos mercados de derivativos. No gráfico diário, o BTC rompeu uma linha de tendência de alta desde dezembro e ficou abaixo da média móvel exponencial de 50 dias, próxima a US$ 90 mil, transformando-a em resistência.

O volume de negociações explodiu durante a quebra, indicando saídas forçadas por margem e não uma rotação gradual de risco. No momento da redação, o Bitcoin negociava a US$ 77.825, com queda de 7% nas últimas 24 horas e volume diário de US$ 75 bilhões. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC em reais está em R$ 416.988,59, com variação de -4,73% em 24 horas.

Perda do Top 10: Tesla Ultrapassa Bitcoin

A capitalização de mercado do Bitcoin encolheu para cerca de US$ 1,57 trilhão, posicionando-o em 13º lugar global, atrás da Saudi Aramco e da ação da Tesla. Recentemente, em outubro, o BTC chegou ao 7º lugar com pico acima de US$ 126 mil e valuation próximo a US$ 2,5 trilhões, superando gigantes como Google e Amazon.

O Ethereum também sofreu, caindo 14,5% na semana para market cap de pouco mais de US$ 300 bilhões, despencando ao 56º lugar, atrás de empresas como Caterpillar e Coca-Cola. Essa inversão destaca a fragilidade das criptomoedas frente a ativos tradicionais em momentos de correção.

Contexto Macroeconômico Agrava a Queda

A venda foi impulsionada pela força do dólar americano após a nomeação de Kevin Warsh, hawkish, para cadeira do Fed por Trump, causando o maior rali do USD desde maio. Ouro caiu 9%, para abaixo de US$ 4.900 e prata 26,3%, para US$ 85,3, mostrando correlação em ativos de risco. Tensões geopolíticas, como explosões no Irã, e o shutdown parcial do governo dos EUA adicionaram pressão.

Dados on-chain mostram aumento em novos endereços, sugerindo entrada de compradores, mas o risco de baixa persiste até reconquista de US$ 82-84 mil. O próximo suporte fica na faixa baixa dos US$ 70 mil.

Implicações para Investidores

Essa correção expõe os limites do otimismo institucional: entradas de ETFs e acumulações corporativas não blindaram o BTC de choques macro. Traders alertam para downside elevado, com foco em estabilização. Para brasileiros, a cotação em R$ 417 mil reforça a necessidade de cautela em um mercado volátil. Vale monitorar o Fed e liquidez global para sinais de reversão ou aprofundamento da baixa.


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Personagens cartoon de gigantes institucionais com braços cruzados sobre pilhas de Bitcoin em meio a nuvens vermelhas turbulentas, simbolizando resiliência e adoção de longo prazo

Saylor no Vermelho: Por Que Gigantes Não Vendem em Queda

A posição de Bitcoin da MicroStrategy de Michael Saylor está ligeiramente no vermelho após o preço cair abaixo de US$ 76.037, seu custo médio de aquisição. Paralelamente, a BitMine de Tom Lee registra perdas não realizadas de US$ 6 bilhões em Ethereum, com o valor de sua posição caindo de US$ 14 bilhões para US$ 9,6 bilhões. Essas são perdas no papel – sem vendas forçadas à vista.


MicroStrategy: Sem Estresse no Balanço

A MicroStrategy (agora Strategy) detém 712.647 BTC completamente livres de ônus, sem colateralização que force vendas em quedas. Com US$ 2,25 bilhões em caixa reservados para dividendos e dívida conversível de US$ 8,2 bilhões com vencimentos flexíveis – o primeiro put só em 2027 –, não há risco imediato de insolvência ou liquidação.

O impacto real da queda é na captação de recursos. Historicamente, a empresa emite ações via ATM offerings quando negociam acima do mNAV (múltiplo ao valor dos BTC). Com o Bitcoin em torno de US$ 75.500 e ações em desconto, novas emissões diluiriam acionistas, freando compras adicionais. Em 2022, durante meses underwater, adicionaram apenas 10 mil BTC. Ainda assim, Saylor mantém a convicção: o mercado está construindo bases para o próximo ciclo.

BitMine e a Aposta em Ethereum

A BitMine Immersion acumulou 4,24 milhões de ETH, comprando mais de 40 mil na semana passada – bem antes da derrocada para US$ 2.300. Isso ampliou perdas não realizadas para além de US$ 6 bilhões. Tom Lee, chairman, adotou tom cauteloso de curto prazo, alertando para deleveraging contínuo até início de 2026, mas reforça visão construtiva de longo prazo.

Parte da posição está em staking, gerando cerca de US$ 164 milhões anuais em receita – um colchão modesto ante volatilidade. Como na MicroStrategy, não há sinais de pânico ou vendas. Essas tesourarias testam a resiliência institucional em correções cíclicas.

Perdas no Papel vs. Realizadas: Lição de Longo Prazo

A diferença chave: prejuízos não realizados só viram reais se venderem. Saylor e Lee, gigantes do otimismo cripto, veem volatilidade como ruído em ciclos maiores. Histórico mostra halvings e adoção (ETFs, corporates) superando quedas. Hoje, fundamentos se fortalecem: fluxos institucionais persistem apesar de correções.

Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin cotado a R$ 416.832 (-4,9% 24h), Ethereum R$ 12.829. Para o investidor comum, isso reforça: foque adoção, não ruído diário. Gigantes não apertam pânico porque sabem onde estamos no ciclo.


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Dois analistas cartoon debatendo com placas 32K e 'FUNDO?', sobre Bitcoin rachado, ilustrando previsões opostas em bear market

Previsões Bitcoin: US$ 32 mil ou Já Passou o Fundo?

Escolha seu apocalipse: Bitcoin rumo aos US$ 32 mil ou o fundo do mercado de baixa já passou? Interessante como, após cair para US$ 81 mil e liquidar US$ 1,68 bilhão em posições alavancadas, os analistas se dividem em previsões extremas. De um lado, sinais históricos de capitulação; do outro, abismos projetados até níveis de 2018. Ninguém sabe ao certo, mas o pânico é garantido — e o mercado perdeu US$ 200 bilhões em 24 horas. Curioso, não?


A Queda que Abalou o Mercado

O Bitcoin testou US$ 81 mil esta semana, menor nível em nove meses, arrastando liquidações massivas que afetaram 270 mil traders. A retração de 7% semanal veio em meio a tensões geopolíticas no Oriente Médio, tarifas de Trump sobre Cuba e fraqueza em tech como Microsoft, que caiu 10% após resultados fracos em nuvem. Até o ouro recuou quase 10%, e a prata desabou 27%.

Enquanto isso, os ETFs de Bitcoin viram saídas de US$ 1,5 bilhão na semana, com quinta-feira registrando recorde negativo de US$ 800 milhões. O Fed pausando cortes de juros só ampliou o apetite por risco zero. Resultado? Capitalização cripto encolheu US$ 200 bilhões rapidinho. Clássico: quando todos correm para a porta, alguém esquece o guarda-chuva.

Otimistas Apostam no Fundo Histórico

Do lado ‘já passou’, analistas como Michaël van de Poppe apontam o MVRV Z-Score abaixo dos fundos de 2015, 2018, 2020 e 2022. ‘Estamos perto do fim do mercado de baixa‘, diz ele, ecoando James Easton. O NVT Score também indica viés de alta. Baleias acumulam no maior ritmo desde 2024, sugerindo que os grandes veem valor aqui.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 416.171,65 agora há pouco, com variação de -5,09% em 24h e volume de 555 BTC. Equivalente a cerca de US$ 79 mil (dólar a R$ 5,25). Indicadores on-chain gritam ‘acumule’, mas quem disse que o mercado ouve?

Pessimistas Veem o Abismo à Frente

Do outro lado, o trader Ali Martinez planeja vender tudo aos US$ 45.163 para ir all-in em BTC. Suportes em US$ 76k, 56k e 53k antes disso. Javier Crespo alerta para ‘limpeza de alavancagem’ até US$ 74-76k, com o mercado caçando stops em bandeiras de baixa clássicas.

O mais drástico é Aralez: projeção de queda de 72% dos US$ 126k para US$ 32 mil, ecoando retrações de 84% em 2018 e 77% em 2022. ‘As coisas vão piorar’, avisa. Estrutura de distribuição persiste, e sem rompimento acima de US$ 92-94k, qualquer repique é armadilha para touros.

O Absurdo das Previsões: Lição Humana

Curioso como analistas oscilam de euforia a pânico em dias. O BTC precisa de volume institucional e fechamentos acima de US$ 90k para bull, ou suportes profundos testados definem bear prolongado. Enquanto isso, o comportamento humano reina: FOMO na alta, pavor na baixa. Vale monitorar MVRV, ETF flows e geopolítica. Ninguém tem bola de cristal, mas rir do circo ajuda a não entrar em pânico.


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Eclipse negro com bordas vermelhas engolindo sol dourado do Bitcoin e '75K' rachado, representando medo extremo e queda para US$ 75 mil

Medo Extremo no Bitcoin Atinge Pico de 2026 com Queda para US$ 75 Mil

Os dados mostram o Bitcoin caindo 8,3% em 24 horas e tocando mínima intradiária de US$ 75.555 no fechamento de janeiro de 2026, com retração semanal de 13,6%. Paralelamente, o sentimento de mercado atingiu o pico de “medo extremo” do ano, conforme o Crypto Fear & Greed Index mergulhou para os teens. Analistas do Santiment interpretam essa capitulação como setup comum próximo a fundos locais, embora o trading de curto prazo permaneça volátil. A capitalização total do criptomercado recuou para US$ 2,6 trilhões.


Três Fatores da Queda em Janeiro

A pressão vendedora institucional e de mineradoras liderou a retração. Investidores de ETFs de Bitcoin resgataram US$ 528,3 milhões em um único dia (30/01), parte de saques totais de US$ 1 bilhão dos ETFs cripto. Mineradoras enviaram volumes consistentes de BTC para exchanges, gerando outflow líquido e pressão estrutural de venda, conforme relatório da Glassnode de 30/01.

Tensões geopolíticas EUA-Irã agravaram o cenário. Relatos de explosões no Irã e posicionamento de forças americanas no Oriente Médio classificaram o Bitcoin como ativo de risco, ampliando liquidações em baixa liquidez de fim de semana. Ouro e prata também sofreram perdas, confirmando de-risking amplo.

Por fim, a ameaça de shutdown governamental nos EUA paralisou o CLARITY Act, legislação bipartidária para clareza regulatória em ativos digitais. Isso congelou aprovações da SEC e fluxo de capital para ETFs, elevando incerteza.

Sentimento de Medo Atinge Máximo Anual

O sentimento negativo em redes sociais sobre Bitcoin alcançou o patamar mais alto de 2026, após quebra abaixo de US$ 84.200 — mínima desde 21/11. Santiment registrou uma razão extrema de comentários de viés de baixa em relação aos de viés de alta no extremo, típico de capitulação onde vendedores marginais se esgotam.

Simultaneamente, o Crypto Fear & Greed Index fixou-se em “medo extremo”, com pontuação nos teens. Dados on-chain e sociais indicam pânico varejista, frequentemente seguido de estabilização ou rebound em ciclos passados, embora macro riscos persistam.

Bitcoin oscilou entre US$ 81.900 e US$ 82.000 recentemente, refletindo repricing de risco amplo.

Níveis Técnicos e Cotação Atual a Observar

Os dados mostram suporte testado em US$ 75.555, com resistência imediata em US$ 80.000. Uma estabilização acima de US$ 84.200 pode mitigar o bearish momentum, enquanto quebra abaixo de US$ 75.000 ativa padrões de continuação de baixa.

Segundo o Cointrader Monitor, às 06:45 de 01/02/2026, o Bitcoin cotava a R$ 416.160,05 (variação 24h de -5,14%), com volume de 555,52 BTC nas exchanges brasileiras. Equivalente a ~US$ 78.848 (USD/BRL a R$ 5,255), alinhado à mínima recente.

Vale monitorar outflows de ETFs, métricas de mineradoras e resolução geopolítica para shifts no sentimento.


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Avalanche de prata líquida engolindo pilares cripto com '39%' rachado, simbolizando colapso de 39% e liquidações recordes em mercados globais

Prata Desaba 39%: Colapso Sistêmico Arrasa Mercados Globais e Cripto

Os mercados globais registraram uma perda histórica de US$ 12 trilhões em apenas 48 horas, superando o PIB combinado de Alemanha, Japão e Índia. A prata liderou o colapso com queda de 39% em um dia, enquanto o ouro recuou 16%. Esse evento sistêmico propagou liquidações atípicas para o mercado cripto, com contratos tokenizados de prata e Ethereum à frente das perdas, totalizando US$ 594 milhões em posições encerradas.


Escala da Queda nos Mercados Tradicionais

Os dados mostram que o unwinding estrutural afetou múltiplos ativos. Ouro apagou US$ 6,38 trilhões em valor de mercado, prata US$ 2,6 trilhões, platina US$ 235 bilhões e paládio US$ 110 bilhões. A prata acumulava nove meses consecutivos de ganhos, com alta de mais de 300% em 12 meses, atingindo picos de US$ 85-90 no COMEX contra US$ 136 em Xangai.

Razões paper-to-physical de 300:1 expuseram tensões entre derivativos e demanda física. Plataformas como CME elevaram margens em 36% para prata e 33% para ouro em três dias, forçando liquidações automáticas em mercados em queda. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 415.985,78 (-5,18% em 24h) às 06:42 de 01/02/2026.

Colapso da Prata e Fatores Estruturais

A prata rompeu seu recorde histórico de nove meses verdes, atraindo posições alavancadas excessivas. Fundos de hedge reduziram exposição líquida em 36%, o menor nível em 23 meses. O rompimento desencadeou cascata de margin calls, com vendas forçadas acelerando a queda de 35-39%. No Brasil, a prata spot valia R$ 447,33 (-26,75% em 24h), refletindo o impacto global.

A clareza sobre liderança do Fed, com Kevin Warsh em ascensão, removeu suporte a ativos duros, sinalizando disciplina no balanço patrimonial. Indicadores como volume e open interest confirmam liquidações sistemáticas, não venda orgânica.

Impacto no Mercado Cripto: Liquidações Atípicas

No cripto, contratos tokenizados de prata lideraram liquidações com US$ 142 milhões (depois US$ 70 milhões), superando Ethereum (US$ 139-229 milhões) e Bitcoin (US$ 82-95 milhões). Total: 145.989 traders afetados, US$ 594 milhões perdidos em 24h.

Bitcoin oscilava em US$ 83 mil (atual: US$ 78.826 para BTC e US$ 2.424,7 para ETH), mostrando resiliência relativa. Plataformas como Hyperliquid viram ordem de US$ 18,1 milhões em XYZ:SILVER-USD liquidada. Isso evidencia o uso crescente de cripto para estratégias em commodities.

Níveis Técnicos a Observar

No curto prazo, monitore suportes em prata (US$ 70-85 spot) e BTC (US$ 78k). A média móvel de 50 dias no ouro (próxima de US$ 2.200) pode atuar como resistência. Volumes de liquidação e margens ajustadas indicam potencial para volatilidade prolongada. Dados de funding rates e correlações macro guiarão próximos movimentos.


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Fluxo de energia dourada do hashrate Bitcoin congelado por cristais de gelo em tempestade cyberpunk, simbolizando queda de 12% por inverno nos EUA

Tempestade de Inverno nos EUA Derruba Hashrate do Bitcoin

O frio intenso da tempestade de inverno nos EUA provocou uma queda acentuada de cerca de 12% no hashrate da rede Bitcoin, o maior declínio desde outubro de 2021, conforme análise da Cryptoquant. Mineradores americanos, concentrados em regiões afetadas, desligaram seus rigs de mineração para priorizar o fornecimento de energia à rede elétrica local, resultando em redução na produção de blocos e na receita diária da rede. Esse evento destaca a vulnerabilidade técnica da mineração centralizada a fatores externos como o clima.


O Que é Hashrate e Por Que Ele Importa

O hashrate representa a potência computacional total dedicada à mineração de Bitcoin, medida em exahashes por segundo (EH/s). É o coração do mecanismo de Proof-of-Work (PoW): quanto maior o hashrate, mais difícil é para um atacante acumular 51% da potência da rede e reverter transações, garantindo a segurança e imutabilidade da blockchain.

Funciona como um banco de dados distribuído sob ataque constante: cada minerador contribui com ciclos de hash para validar blocos a cada 10 minutos em média. Uma queda no hashrate, como os 12% observados — levando o total ao menor nível desde setembro de 2025 —, alonga o tempo de bloco e reduz a taxa de transações processadas. Dados da Cryptoquant mostram que isso agrava uma tendência pré-existente de correção de preço do Bitcoin de US$ 126.000 para cerca de US$ 100.000, apertando margens operacionais.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 415.916,64 (-5,22% em 24h), refletindo pressão no ecossistema de mineração.

Como a Tempestade Afeta os Mineradores Tecnicamente

Durante crises energéticas, utilities nos EUA impõem curtailments — desligamentos obrigatórios — para mineradores, que consomem gigawatts equivalentes a cidades inteiras. Cada ASIC minerador, como os modelos Antminer S21, exige energia estável em torno de 3-5 kW por unidade. Com a tempestade de janeiro de 2026, firmas públicas nos EUA reduziram produção de 77 BTC/dia para 28 BTC/dia, enquanto outros mineradores caíram de 403 para 209 BTC/dia.

Esse mecanismo é uma salvaguarda da rede elétrica: mineradores desligam rigs para evitar blackouts, mas o impacto cascateia. A receita diária da mineração despencou de US$ 45 milhões para US$ 28 milhões em dois dias, recuperando parcialmente para US$ 34 milhões. O Índice de Sustentabilidade de Lucro/Prejuízo dos Mineradores da Cryptoquant atingiu 21, o menor desde novembro de 2024, sinalizando operação no limite mesmo após ajustes de dificuldade descendentes.

Analogamente a um cluster de servidores em data center sob sobrecarga térmica, o hashrate global contrai porque ~30-40% da mineração está nos EUA, exposta a esses eventos regionais.

Impactos na Segurança e Economia da Rede

A queda no hashrate compromete temporariamente a robustez da rede: tempos de bloco se estendem além de 12 minutos, e a probabilidade de ataques de 51% aumenta matematicamente, embora ainda improvável com o hashrate remanescente. A dificuldade de mineração ajusta a cada 2016 blocos (~2 semanas), mas ajustes múltiplos recentes não compensaram totalmente a combinação de preço baixo e outages climáticos.

Nos últimos 30 dias, a contração foi a mais acentuada desde o halving de 2024, com mineradoras públicas perdendo até 48 BTC e independentes 215 BTC. Isso expõe a centralização geográfica: concentração em Texas e outros estados vulneráveis a clima extremo amplifica riscos sistêmicos, contrariando o ideal de descentralização do Bitcoin.

Métricas on-chain verificáveis, como as da Cryptoquant, confirmam: usuários ativos e transações diárias permanecem estáveis, mas a mineração sob pressão pode elevar taxas de transação se a recuperação demorar.

Perspectivas e Lições Técnicas

A recuperação depende de preços estáveis, energia confiável e recalibração de dificuldade. Mineradores diversificam para regiões com energia renovável ou flare gas, mas eventos como esse reforçam a necessidade de resiliência distribuída. Para o leitor técnico, monitore hashrate via explorers como Blockchain.com ou Mempool.space: quedas abaixo de 500 EH/s merecem atenção.

Esse episódio ilustra que, embora o código do Bitcoin seja imutável, sua execução depende de infraestrutura física sujeita a variáveis reais como o clima.


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Círculo de representantes cartoon de 29 nações ao redor de fogueira dourada circular na praia, celebrando summit de economia Bitcoin em El Salvador

Bitcoin Beach Reúne 29 Países em Summit de Economia Circular

Imagine uma praia em El Salvador onde o Bitcoin não é só especulação, mas uma ferramenta real para comunidades se tornarem independentes financeiramente. Isso aconteceu no Bitcoin Circular Economy Summit, realizado recentemente no Bitcoin Beach. Representantes de 29 países, da Indonésia ao Peru e da África, se reuniram para aprender estratégias sustentáveis. Em outras palavras, eles trocaram experiências sobre como usar o Bitcoin para criar economias locais que circulam o dinheiro digital sem depender de bancos tradicionais. Esse evento mostra que o Bitcoin pode transformar vidas reais, e você pode entender isso agora mesmo.


O Que É Uma Economia Circular de Bitcoin?

Vamos começar pelo básico, porque ninguém nasce sabendo. Uma economia circular de Bitcoin, ou BCE, é como um ciclo fechado onde o Bitcoin é usado para comprar, vender e pagar tudo dentro de uma comunidade específica. Pense assim: em vez de ganhar reais, converter para dólares e voltar para reais — com taxas e atrasos —, as pessoas usam Bitcoin diretamente. Isso significa que o dinheiro fica girando localmente, fortalecendo a economia da região.

O exemplo clássico é o Bitcoin Beach, em El Zonte, El Salvador. Desde 2019, lojas, serviços e até escolas aceitam Bitcoin. Em vez de espalhar adoção aleatória, eles concentraram em um lugar só, criando um efeito rede: turistas vêm, gastam mais Bitcoin, e os lojistas veem valor real. Isso é como um bairro no Brasil onde todas as padarias, mercadinhos e salões aceitam Pix de forma integrada — mas sem intermediários caros.

Por que importa? Porque comunidades pobres, esquecidas por bancos, ganham independência. Você sai confiante sabendo que o Bitcoin pode ser uma solução prática.

Estratégias Compartilhadas no Summit

No evento, líderes compartilharam lições valiosas:

  1. concentre a adoção em um local só, como uma rua ou vila. Isso atrai mais usuários e motiva os comerciantes, diferente de espalhar e ver poucos pagamentos.
  2. formar uma equipe de alta confiança. Não corra para crescer; comece pequeno com pessoas conhecidas.
  3. foque só em Bitcoin, não em outras criptomoedas, para evitar golpes comuns em áreas vulneráveis.
  4. comunique em sats — as satoshis, a menor unidade do Bitcoin, como centavos de real —, não em dólares, para pensar nativamente em Bitcoin.

Essas dicas vêm direto das experiências reais discutidas, mostrando progressão natural: do básico à sustentabilidade.

Sustentabilidade e Captação de Recursos

Uma dúvida comum: e quando as doações acabam? O summit enfatizou turismo como entrada de capital externo, mas também relações entre comunidades — como artesãos peruanos vendendo para turistas em Lima via Bitcoin. Incentive agência local: ensine habilidades, não dê peixes prontos.

Para fundraising, organizações como Paystand, Fedi e Federation of Bitcoin Circular Economies oferecem grants. Plataformas como Geyser.fund e Bittasker ajudam a arrecadar para tarefas específicas. Pense como vaquinhas online, mas em Bitcoin.

Isso empodera líderes a continuarem sem burnout, treinando sucessores.

Ferramentas e o Futuro Inspirador

Tecnologias facilitam tudo. Wallets como Blink e Fedi integram Lightning Network — uma camada rápida e barata para transações Bitcoin. ATMs como K1 trocam moedas por sats, e cartões Tiankii permitem pagamentos offline.

Para contabilidade, BitBooks ajuda. O resultado? Comunidades remotas acessam finanças globais. Para nós brasileiros, é inspirador: imagine favelas ou vilarejos usando Bitcoin assim, resistindo à inflação.

Você agora entende como o Bitcoin vai além de gráficos. Celebre esse aprendizado e explore mais!


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Rede digital de nós fragmentando em explosão vermelha cascata, simbolizando US$ 16 bilhões liquidados no massacre cripto

Massacre Cripto: US$ 16 Bilhões Liquidados e Pânico como na FTX

O mercado cripto vive um momento de desalavancagem brutal, com US$ 16 bilhões liquidados em 24 horas e 356 mil traders afetados, segundo dados da Coinglass. As taxas de funding do Ethereum caíram para níveis vistos no colapso da FTX, sinalizando pânico extremo nos derivativos. É importante considerar: este wipeout reflete uma limpeza violenta de posições compradas, impulsionada por quedas acentuadas no Bitcoin abaixo de US$ 80 mil e Ethereum em US$ 2.300. O risco aqui é a amplificação da volatilidade por alavancagem excessiva.


Escala das Liquidações: Um Massacre em Horas

Nas últimas quatro horas, o mercado registrou US$ 10,89 bilhões em liquidações, das quais US$ 10,51 bilhões foram posições compradas, conforme reportado pela BlockBeats via Coinglass. Em 24 horas, o total chega a US$ 16 bilhões, impactando precisamente 356.339 traders. A maior ordem liquidada foi de US$ 13,39 milhões em ETH-USD na Hyperliquid.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 414.085,70, com variação de -6,73% nas últimas 24 horas. O Ethereum, por sua vez, registra queda de -10,36%, cotado a cerca de R$ 12.777. Esses números ilustram como a desalavancagem afeta o mercado brasileiro, com volumes elevados em exchanges locais.

Atenção para o fato de que mais de 408 mil traders foram liquidados em posições de Bitcoin (US$ 570 milhões) e Ethereum (US$ 554 milhões), de acordo com a Crypto.news. Isso não é FUD: é um sinal real de excesso de alavancagem sendo corrigido de forma abrupta.

Funding Rates do Ethereum: Eco da Queda da FTX

As taxas de funding do Ethereum mergulharam para -0,028% na Binance e -0,078% agregadas, níveis idênticos aos do colapso da FTX em novembro de 2022, alerta a Blockonomi. Esse indicador reflete um desequilíbrio extremo entre perpétuos e spot, com shorts pagando longs devido ao pessimismo dominante.

Lembra do que aconteceu na FTX? Posições alavancadas foram dizimadas em cascata, ampliando perdas. Hoje, com US$ 1,1 bilhão liquidados apenas em ETH, o paralelo é inevitável. O risco aqui é que taxas negativas extremas indicam capitulação, mas sem garantia de reversão imediata — especialmente com liquidez apertada.

É importante considerar: em cenários assim, o mercado entra em fase de ‘limpeza’, removendo posições sobrealavancadas. Mas e você, tem exposição a derivativos? Essa é a hora de avaliar a saúde das suas posições.

Contexto Macroeconômico e Sinais de Alerta

O crash se intensifica por tensões geopolíticas EUA-Irã, outflows contínuos de ETFs de Bitcoin e nomeação de Kevin Warsh como possível chair do Fed, conforme destacado na Crypto.news. O Fear & Greed Index caiu para 26 (zona de medo), e o open interest futures despencou para US$ 113 bilhões.

Nos últimos três dias, o mercado perdeu US$ 470 bilhões em capitalização, atingindo US$ 2,63 trilhões. Isso reforça vulnerabilidades: alavancagem alta + eventos macro = liquidações em cascata, como visto em crises passadas.

O que observar? Manutenção de funding rates negativos, continuidade de liquidações acima de US$ 1 bi/dia e reação a notícias do Oriente Médio. Histórico ensina: ignorar esses sinais levou muitos a perdas evitáveis.

Proteção ao Capital: Lições Práticas

Para o investidor brasileiro, priorize preservação do capital. Posições alavancadas amplificam riscos em momentos de volatilidade como este — 356 mil traders sabem disso agora. Monitore funding rates, reduza exposição a perpétuos e foque em spot ou estratégias de baixo risco.

Não é pessimismo: é realismo. O mercado sempre se recupera, mas protege quem gerencia riscos. Atenção para o próximo movimento: será limpeza ou oportunidade? Depende do que você observar.


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Pilar dourado de Bitcoin rachando no suporte 80K e despencando para abismo com partículas vermelhas, simbolizando quebra de preço e liquidações bilionárias

Bitcoin Rompe Suporte de US$ 80k e Despenca para US$ 75,5k

O Bitcoin rompeu o suporte crítico de US$ 80.600, atingindo uma mínima de US$ 75.555 em 31 de janeiro, o menor nível desde abril de 2025, conforme dados de mercado. A queda, impulsionada por tensões geopolíticas no Irã e fortalecimento do dólar, gerou liquidações de US$ 1,14 bilhão em uma hora. Os dados da Glassnode indicam que o rompimento abre caminho para o True Market Mean em torno de US$ 80.000, enquanto holders de longo prazo aceleram vendas.


Rompimento Técnico e Mínimas Anuais

Os dados mostram que o Bitcoin consolidava acima do suporte estrutural de US$ 83.400, calculado pelo modelo de custo base dos short-term holders (STH). A perda desse nível, confirmada pelo breakdown analisado pela Glassnode, acelerou a venda, levando a uma mínima intradiária de US$ 75.555. Essa é a cotação mais baixa desde 11 de abril de 2025, representando uma queda de cerca de 9% nas últimas 24 horas.

No mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negociava a R$ 413.442, com variação de -7,02% em 24 horas e volume de 506 BTC. O rompimento do suporte psicológico de US$ 80.000 confirma viés de baixa no timeframe semanal, com o preço testando mínimas de 2025 pela primeira vez em meses.

Análise On-Chain da Glassnode

A Glassnode destaca que a oferta de STH em perda permaneceu em 19,5% acima desse suporte, abaixo do limiar de capitulação de 55%, indicando alguma resiliência inicial. No entanto, o ritmo acelerado de vendas por long-term holders (LTH), o mais rápido desde agosto de 2025, sugere pressão contínua. O True Market Mean, calculado como média ponderada pelo volume de holders de longo prazo, posiciona-se em US$ 80.700, um nível agora acessível após o breakdown.

Taxas de funding em derivativos permanecem neutras, refletindo apetite especulativo cauteloso. No mercado de opções, gamma negativa abaixo de US$ 90.000 eleva o risco de volatilidade. Esses indicadores on-chain apontam para um mercado frágil, onde liquidez será o fator decisivo para estabilização ou aprofundamento da correção.

Liquidações e Contexto Geopolítico

A volatilidade provocada por explosões no Irã desencadeou um flash crash, reduzindo temporariamente a capitalização de mercado do Bitcoin para US$ 1,5 trilhão e o total cripto para US$ 2,6 trilhões. Liquidações totalizaram US$ 2,54 bilhões em 24 horas, com US$ 1,14 bilhão em uma única hora, ampliando o pânico.

Fatores macro, como a nomeação de Kevin Warsh para a cadeira do Fed por Trump — vista como hawkish —, impulsionaram o dólar e desfizeram o rali de metais preciosos, pressionando ativos de risco. O CoinDesk 20 Index caiu 12,4% na semana, alinhando-se à perda de 9,2% do Bitcoin.

Sentimento e Níveis Críticos a Monitorar

O Crypto Fear & Greed Index atingiu “extreme fear”, nível historicamente associado a reversões, conforme Santiment. Comentários bearish em redes sociais atingiram extremos, atuando como indicador contrarian. No entanto, os dados priorizam níveis técnicos: suportes em US$ 75.000 (próxima mínima de 2025) e US$ 80.700 (True Mean); resistências em US$ 83.400 e média móvel de 50 períodos (~US$ 81.800).

Traders devem observar volume e oferta em perda dos STH para sinais de exaustão vendedora. A utilidade reside em monitorar esses patamares para decisões baseadas em dados, sem viés direcional.


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Executivos cartoon carregando sacos de ouro saindo de portão ETF rachado com BTC eclipsado, ilustrando sangria institucional de US$ 1,8 bi liderada por BlackRock

Sangria Institucional: BlackRock Lidera Saída de US$ 1,8 Bi de ETFs

A fuga institucional de US$ 1,82 bilhão de ETFs de Bitcoin e Ether em cinco dias de negociações derrubou o BTC para perto de US$ 78 mil. Liderados pela BlackRock, os resgates estendem uma sequência de quatro dias de saídas, liquidando a narrativa de ‘compra infinita’ por grandes players. Enquanto isso, o ouro e a prata em altas expressivas sugerem rotação de capital para ativos tradicionais de proteção.


Sequência de Quatro Dias de Resgates nos ETFs

Os ETFs de Bitcoin registraram US$ 509,7 milhões em resgates líquidos em 30 de janeiro, marcando o quarto dia consecutivo de saídas em cinco sessões, conforme dados da SoSoValue. No total semanal, o fluxo negativo chegou a US$ 1,49 bilhão para BTC, com Ether adicionando mais US$ 327 milhões em retiradas.

Esse movimento contrasta com entradas recordes vistas no início do ano. O BTC, que patinava próximo a US$ 83 mil, agora testa suportes inferiores em meio à pressão vendedora. A história mostra que fluxos institucionais não são unidirecionais: em 2022, saídas semelhantes precederam correções de 70%.

Os ativos totais dos ETFs de BTC caíram para US$ 106,96 bilhões, de US$ 115,88 bilhões uma semana antes, sinalizando realocação de portfólios.

BlackRock na Frente da Debandada

O fundo IBIT da BlackRock liderou com US$ 528,3 milhões em resgates no dia 30, seguido por outros como Fidelity e Grayscale. No dia 29, o maior outflow diário desde o início da onda chegou a US$ 817 milhões, com a gestora responsável por mais de US$ 317 milhões, segundo a Bitcoin.com News.

Essa sangria questiona a euforia em torno da adoção institucional. Quando todos celebram entradas bilionárias, o mercado ignora que ciclos de saída são inevitáveis, como visto nas bolhas dot-com. Proteção de capital deve priorizar diversificação além da narrativa cripto.

ETFs de Ether também sangraram US$ 252,9 milhões, com ETHA da BlackRock sozinha retirando US$ 157 milhões.

Rali dos Metais Preciosos Drena Capital Cripto

Enquanto cripto sofre, ouro e prata atingiram ATHs de US$ 5.608 e US$ 121, respectivamente, antes de correções. Segundo o Cointelegraph, investidores parecem rotacionar para metais em busca de proteção real contra inflação e incertezas.

No Brasil, o ouro opera a R$ 25.709,60 (-8,93% diário), e prata a R$ 447,33 (-26,75%). Isso ecoa crises passadas, como 2018, quando ativos tradicionais drenaram liquidez de cripto durante bears prolongados.

O mercado está ignorando que exuberância em cripto precede rotações macro. Cuidado com correlações crescentes com ações e dólar forte.

Pressões Macro e Lições Históricas

O colapso do BTC para US$ 78 mil coincide com shutdown parcial do governo EUA, nomeação de Kevin Warsh (hawkish) para Fed por Trump, e dólar em alta. Indicadores como RSI em 13,8 mostram oversold, mas momentum de baixa persiste, similar a topos de 2021.

Segundo o Cointrader Monitor, BTC está a R$ 412.912,32 (-7,02% 24h). A lição? Ciclos existem: bull é seguido de bear. Sobreviver requer cautela, não euforia.

Investidores devem monitorar fluxos ETF e macro para sinais de piso.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de Trump entregando chave dourada a Warsh diante de porta do Fed com Bitcoin luminoso emergindo, simbolizando nomeação pró-Bitcoin

Trump Indica Kevin Warsh para Fed: O Que Muda para Bitcoin

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a indicação de Kevin Warsh, ex-governador do Federal Reserve, para presidir o banco central americano, sucedendo Jerome Powell. A decisão, divulgada em sua plataforma Truth Social no dia 30 de janeiro, confirma rumores após reunião entre os dois na Casa Branca. Warsh, conhecido por críticas às políticas monetárias expansionistas e visão positiva sobre o Bitcoin, pode sinalizar mudanças na abordagem regulatória e de juros, com impactos globais para investidores em criptomoedas, incluindo brasileiros.


Quem é Kevin Warsh

Kevin Warsh serviu no Conselho de Governadores do Federal Reserve entre 2006 e 2011, período marcado pela crise financeira global. Antes, ocupou cargos sêniores no Conselho Econômico Nacional da Casa Branca durante a administração de George W. Bush. Com background em banco de investimento na Morgan Stanley, Warsh foi considerado para a presidência do Fed em 2017, mas Powell foi escolhido. Sua trajetória o posiciona como voz influente em debates sobre política monetária, especialmente em um contexto de tensões entre o Executivo e o Fed pela independência da instituição.

Segundo autoridades americanas, Warsh tem defendido cortes de juros, alinhando-se à visão de Trump de que o Fed deveria ser mais responsivo às demandas presidenciais. Essa postura contrasta com Powell, que resistiu a pressões para reduzir taxas em meio à inflação persistente nos EUA.

Contexto da Nomeação

A indicação ocorre em meio a rumores circulantes e expectativas de mercados de apostas, que apontavam Warsh como favorito. Trump elogiou o indicado como “um dos maiores presidentes do Fed”, destacando sua confiabilidade. No entanto, a nomeação requer confirmação do Senado americano, onde republicanos detêm maioria, mas democratas podem questionar a independência do Fed frente ao Executivo.

Globalmente, decisões do Fed reverberam em economias emergentes como o Brasil, influenciando fluxos de capital e o real. Investidores locais monitoram como mudanças na taxa básica de juros americana podem afetar o carry trade e a atratividade de ativos de risco como o Bitcoin.

Visão de Warsh sobre Criptomoedas

Diferente de Powell, que minimizou o papel do Bitcoin na economia dos EUA, Warsh expressou otimismo em fóruns como o Hoover Institution. Ele descreveu o BTC como um “ativo importante” que não ameaça o dólar, mas serve como termômetro para políticas monetárias. “O Bitcoin pode informar aos formuladores de políticas quando estão acertando ou errando”, afirmou. Essa perspectiva pró-cripto contrasta com visões restritivas em jurisdições como a União Europeia, onde regulações como MiCA buscam maior controle sobre stablecoins.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negociava a R$ 412.118 por unidade neste sábado, com variação de -7,1% nas últimas 24 horas, refletindo volatilidade em meio a notícias macroeconômicas.

Implicações para Mercados Globais

Uma presidência de Warsh no Fed poderia pressionar por redução de juros e menor impressão de dinheiro, beneficiando ativos como Bitcoin, historicamente sensíveis a políticas frouxas. Para o investidor brasileiro, isso significa potencial apreciação do BTC em reais, mas também riscos de inflação importada se o dólar enfraquecer. Países como China e Argentina observam, pois decisões em Washington moldam fluxos de cripto em regiões com controles cambiais rígidos.

O cenário reforça a geopolítica cripto: Bitcoin como reserva de valor alternativa em um mundo de bancos centrais divididos. Investidores devem acompanhar a tramitação no Senado e reações de mercados emergentes.


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Executivo cartoon da Binance abrindo cofre SAFU com stablecoins se transformando em bloco Bitcoin dourado, simbolizando conversão de US$ 1 bilhão

Binance Dobra Aposta: US$ 1 Bilhão do SAFU Convertido em Bitcoin

A Binance anunciou a conversão gradual de seu fundo SAFU (Secure Asset Fund for Users), avaliado em US$ 1 bilhão e até então em stablecoins, para Bitcoin. A operação será concluída em 30 dias, com rebalanceamento caso o valor caia abaixo de US$ 800 milhões. Essa decisão, tomada em meio a uma queda de 34% no BTC nos últimos quatro meses, demonstra a confiança da maior exchange do mundo no ativo como reserva de valor de longo prazo, mesmo durante correções de mercado.


O Fundo SAFU e Sua Nova Composição

O SAFU é o fundo de emergência da Binance, criado para proteger usuários em cenários extremos como incidentes de segurança. Atualmente composto por US$ 1 bilhão em USDC, ele será convertido em Bitcoin, refletindo a visão da exchange de que o BTC é o ativo central do ecossistema cripto. Segundo a carta aberta à comunidade, a conversão ocorrerá de forma gradual para evitar impactos no mercado.

A estratégia inclui monitoramento contínuo: se o valor do fundo cair abaixo de US$ 800 milhões devido a oscilações no preço do Bitcoin, a Binance reporá o saldo até US$ 1 bilhão. Esse mecanismo garante liquidez e estabilidade, posicionando o BTC não apenas como investimento especulativo, mas como pilar de tesouraria corporativa. Movimentos como esse de uma baleia institucional fortalecem os fundamentos do mercado, que está construindo bases sólidas para o próximo ciclo.

Contexto de Mercado e Confiança Institucional

Com o Bitcoin negociado a US$ 83.300 — e R$ 411.752 segundo o Cointrader Monitor, com variação de -7,41% em 24 horas —, o mercado vive volatilidade. No entanto, ações como essa da Binance sinalizam que o smart money está comprando o mergulho. A transferência reforça o debate sobre o BTC como reserva de valor superior a metais preciosos, especialmente com dominância do BTC se aproximando de 60%.

Essa é uma narrativa familiar para quem acompanhou ciclos passados: durante halvings e correções, fluxos institucionais como ETFs e tesourarias corporativas sustentam a tendência de alta de longo prazo. A Binance, com seu volume massivo, age como âncora, ajudando a estabilizar o ecossistema e educando investidores comuns sobre a resiliência do Bitcoin.

Métricas de Proteção e Transparência da Binance

Em 2025, a exchange ajudou a recuperar US$ 48 milhões em depósitos incorretos de 38.648 casos, totalizando mais de US$ 1,09 bilhão acumulados. Além disso, protegeu 5,4 milhões de usuários, evitando perdas de US$ 6,69 bilhões em scams, e colaborou com autoridades para confiscar US$ 131 milhões em fundos ilícitos. Seu proof-of-reserves audita US$ 162,8 bilhões em ativos de usuários, fully backed em 45 criptomoedas.

Esses números contextualizam a decisão do SAFU: não é um ato isolado, mas parte de uma estratégia de adoção global. Reconhecendo riscos como volatilidade, a Binance prioriza transparência, algo crucial em um mercado maduro. Para o investidor brasileiro, isso significa maior confiança em plataformas globais como a Binance.

Implicações para a Adoção e Ciclo de Mercado

Essa conversão alinha-se à tese de adoção institucional: empresas como MicroStrategy e agora a Binance tratam BTC como tesouraria estratégica, ignorando ruído de curto prazo. Em analogia com o ouro, que corporações acumulam em crises, o Bitcoin emerge como “ouro digital”, com suprimento finito pós-halving. Embora correções sejam inerentes — como os 34% recentes —, elas criam oportunidades para acumulação por grandes players.

O mercado está construindo, com fundamentos se fortalecendo via fluxos de baleias. Investidores atentos a esses sinais saem mais confiantes, entendendo que volatilidade não altera a narrativa de longo prazo. Vale monitorar o impacto no BTC.D e reações de outros gigantes.


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Personagens cartoon de Saylor frustrado com gráfico BTC vermelho em 75K e Cathie Wood estourando bolha de ouro, ironizando crash cripto

Saylor no Vermelho e Cathie Wood Contra Bolha do Ouro

Interessante que justo quando o Bitcoin despenca abaixo dos US$ 75 mil, a posição da MicroStrategy de Michael Saylor vire vermelha pela primeira vez. Enquanto isso, Cathie Wood, da Ark Invest, declara guerra ao ouro, chamando-o de verdadeira bolha — não a IA. Num crash que liquida US$ 1,87 bilhão em derivativos, os evangelistas cripto enfrentam a realidade gráfica. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 411.223, com queda de 7,49% em 24h.


MicroStrategy Entra no Prejuízo

Curioso como o mercado decide testar a fé de Saylor bem agora. O preço médio de aquisição da MicroStrategy é de US$ 76.037 por BTC, e com a queda para abaixo de 75k — nível visto pela última vez em abril de 2025, com as tarifas de Trump —, a posição icônica virou negativa. Saylor, fiel ao script, tuitou: “Built for the Long Run”. Mas os fatos são teimosos: desde as 15h, BTC perdeu quase 6%, e o Open Interest caiu 8,3%.

Nos derivativos, o caos: US$ 1,87 bilhão liquidados em 4h, US$ 1,79 bilhão de posições compradas em ETH (US$ 850 milhões). Hyperliquid concentrou metade. Baleias fechando posições de 8 dígitos. Tensão no Oriente Médio, com Irã em alerta e EUA mobilizando navios, pesa no risco-off. Rumores de vendas coordenadas no X, mas sem provas concretas.

Cathie Wood Mira o Ouro

Enquanto Saylor segura o tranco, Cathie Wood ataca outro flanco. Quinta-feira, ouro em ATH acima de US$ 5.600, recorde na M2 dos EUA. Ela avisa: “Odds are high que o ouro vai cair”, comparando a picos parabólicos de fim de ciclo, como 1980. E voilà: sexta, ouro -9% para US$ 4.861, prata -27% para US$ 83. Previsão certeira.

Para Wood, bolha não é IA — que ela defende como diferente da tech bubble dos 2000s —, mas ouro. Mineradores inflacionam suprimento; BTC, não: +0,82% ao ano até 2028. Ark projeta BTC a US$ 1,2 mi até 2030, cortado de 1,5 mi por stablecoins. Holdings em Coinbase, Circle e ARKB reforçam o bias pró-cripto.

Evangelistas vs. Realidade Gráfica

Absurdo observar: Saylor, o sumo sacerdote do BTC, vê unrealized loss; Wood, profeta tech, acerta no ouro enquanto cripto sangra. Mercado reflete humanos: euforia vira pânico, HODLers testados. Brasileiros sentem em R$ 411k — volume 24h de 502 BTC nas exchanges locais.

Insight: volatilidade é o preço da asimetria. Longo prazo pode validar narrativas, mas gráficos não perdoam timing. Monitorar Fed, geopolítica e liquidações. Para quem riu dos absurdos em 2021, isso é só mais um capítulo da loucura cripto.


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Vórtice vermelho sugando silhueta de baleia colossal e partículas menores em oceano digital fractured, simbolizando flash crash por liquidação de US$ 1 bilhão

Flash Crash: Baleia Liquidada em US$ 1 bilhão Afunda BTC e Alts

O Bitcoin registrou uma queda repentina de US$ 3 mil em apenas cinco minutos na tarde de sábado (31/01), caindo abaixo de US$ 76 mil pela primeira vez desde abril do ano passado. Os dados apontam para a liquidação de uma posição comprada alavancada de US$ 1 bilhão por uma única baleia como gatilho principal, iniciando um efeito dominó que elevou as liquidações totais para mais de US$ 2,5 bilhões em 24 horas. ETH, SOL e DOGE despencaram até 13%, expondo a fragilidade da liquidez em horários de baixa atividade.


Detalhes da Liquidação da Baleia

Os dados da Kobeissi Letter indicam que a liquidação ocorreu às 13:43 ET (18:43 BRT), com uma posição comprada massiva de US$ 1 bilhão sendo forçada a fechar. Isso limpou o book de ofertas, pressionando o preço do Bitcoin de cerca de US$ 79 mil para US$ 76 mil em minutos. Segundo o CoinGlass, a maior liquidação individual registrada foi de US$ 222 milhões em ETH-USD na Hyperliquid, mas o impacto cascata afetou todo o mercado de futuros.

O volume de liquidações em posições compradas atingiu US$ 2,41 bilhões nas últimas 24 horas, representando a maior parte das perdas. O Bitcoin, que negociava acima de US$ 90 mil na quarta-feira, acumulou queda de quase US$ 15 mil em dias, com a posição da MicroStrategy brevemente entrando em território negativo pela primeira vez em mais de dois anos.

Impacto em Ethereum, Solana e Dogecoin

A onda de liquidações se espalhou para altcoins, com Ethereum liderando com US$ 385 milhões em posições destruídas, seguido por Bitcoin com US$ 188 milhões. Solana e XRP registraram mais de US$ 45 milhões cada, enquanto Dogecoin viu quedas acentuadas. No total, cerca de US$ 974 milhões foram liquidados em 24 horas, afetando mais de 240 mil traders, predominantemente em posições compradas.

Os preços refletem a pressão: ETH caiu 11,61% para US$ 2.406, SOL 13,20% para US$ 102,64 e DOGE 12,97% para US$ 0,102. A assimetria entre posições compradas e vendidas destaca o posicionamento excessivamente otimista após semanas de consolidação.

Liquidez Fina no Fim de Semana

A liquidez reduzida nos finais de semana amplificou o movimento. Com menor profundidade nos books de ofertas, a execução de grandes ordens força preços para níveis de liquidação em cascata. Ativos tokenizados como prata também sofreram, indicando uso crescente de plataformas cripto para trades macro rápidos. Os dados mostram que o evento foi um reset mecânico de alavancagem, não pânico generalizado.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 410.794,72 às 18:31 BRT, com variação de -7,61% em 24h e volume de 500 BTC. ETH a R$ 12.673,83 (-10,67%), SOL R$ 540,60 (-12,64%) e DOGE R$ 0,5366 (-11,89%), conforme AwesomeAPI.

Níveis Técnicos Relevantes

Os dados técnicos revelam suportes testados: Bitcoin próximo à média móvel de 50 dias em US$ 76 mil, agora em recuperação para US$ 78 mil. ETH quebrou suporte de US$ 2.500, SOL abaixo de US$ 110 e DOGE testando US$ 0,10. Volumes de liquidação concentrados em exchanges como Hyperliquid sinalizam risco de volatilidade persistente. Traders devem monitorar o rebuild de alavancagem e profundidade de mercado nos books para avaliar a estabilidade.


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Personagem cripto cartoon tentando se equilibrar em ponte sobre abismo de papéis governamentais, simbolizando impacto do shutdown nos EUA.

Shutdown nos EUA: Bitcoin Cai e Mercados Preparam Segunda-Feira Volátil

O governo dos Estados Unidos entrou em shutdown parcial após o Congresso perder o prazo de financiamento na meia-noite de sexta-feira, 31 de janeiro de 2026. Bitcoin oscila em torno de US$ 77.400 (R$ 408.688, segundo o Cointrader Monitor), com queda semanal de quase 8%, enquanto Ether perde 11%. Traders adotam posturas defensivas ante votação na Câmara na segunda-feira, ampliando incertezas globais para investidores brasileiros.


Detalhes do Shutdown e Queda no Mercado Cripto

O shutdown afeta departamentos chave como Defesa, Estado e Saúde, paralisando operações não essenciais até pelo menos segunda-feira, 2 de fevereiro. Com baixa liquidez de fim de semana, o mercado cripto registra perdas: capitalização total em US$ 2,73 trilhões, queda de 3,25%. Bitcoin testou suportes abaixo de US$ 82.000, Ether abaixo de US$ 2.700 e XRP abaixo de US$ 1,70, refletindo aversão a risco em ativos voláteis.

Segundo autoridades americanas, o Senado aprovou pacote de financiamento, mas a Câmara, em recesso, só vota na segunda. A SEC opera com equipe mínima, o que pode atrasar aprovações regulatórias e intensificar o sentimento negativo. Para o investidor global, esse impasse em Washington reforça a interconexão entre políticas fiscais dos EUA e fluxos de capital em cripto.

Impacto na Confiança dos Investidores Globais

A paralisação governamental erode a confiança, especialmente em um contexto de inflação alta nos EUA e preocupações macroeconômicas. Funcionários federais enfrentam risco de furlough ou trabalho sem remuneração, elevando ansiedade financeira que transborda para mercados de risco como cripto. No Brasil, onde o Bitcoin serve como hedge contra instabilidades locais, essa turbulência americana pode amplificar volatilidade em reais.

Traders reduzem posições, evitam compras em dips e priorizam liquidez. A queda semanal de quase 8% no Bitcoin e 11% no Ether ilustra o teste de estresse sentimental, mais do que choque econômico direto. Investidores de América Latina, Europa e Ásia monitoram como essa decisão em Washington afeta seu portfólio diversificado.

Mercados de Previsão Revelam Incertezas

Plataformas como Polymarket e Kalshi destacam limites contratuais: odds de shutdown variam de 88% a 99%, dependendo de definições como anúncio do OPM ou lapse de funding até 31/01. Contratos específicos sobre duração (1, 2 ou +3 dias) mostram apostas acima de 90% em paralisação prolongada pelo fim de semana.

Essa granularidade expõe ambiguidades: shutdown técnico ocorre à 0h de sábado, mas impactos reais demoram dias. Para o ecossistema cripto, que usa prediction markets como termômetro, reforça a necessidade de precisão em eventos geopolíticos, influenciando estratégias globais.

Preparação para Segunda-Feira Volátil

Investidores devem esperar segunda-feira volátil com abertura de mercados tradicionais e votação na Câmara. Monitore suportes: Bitcoin em US$ 70.000, Ether em US$ 2.000. Estratégias defensivas incluem reduzir alavancagem, diversificar em stablecoins e acompanhar notícias de Washington em tempo real.

Do ponto de vista global, esse episódio lembra como decisões bipartidárias nos EUA moldam tendências em blockchain, de regulações a adoção institucional. Brasileiros, atentos a CBDCs e integrações LatAm, veem no Bitcoin ferramenta de resiliência ante choques externos.


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