Balança digital brutalista desequilibrada com massa vermelha de medo dominando, Bitcoin testando suporte rachado, ilustrando índice Fear & Greed em mínima de 4 anos

Medo Extremo: Índice de Medo e Ganância em Mínima de 4 Anos

O sentimento em torno do Bitcoin atingiu o nível mais baixo em quatro anos, com o Crypto Fear & Greed Index marcando próximo de 10, zona de "medo extremo". Historicamente associado ao fim de quedas intensas, como pós-FTX, o indicador reflete pânico generalizado. O BTC opera em US$ 68.000, acompanhando a correlação positiva com Nasdaq, que passou de -0,68 para +0,72 desde 3 de fevereiro. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.427, com variação de -1,09% em 24 horas.


Situação Atual do Mercado

Os dados mostram o Bitcoin em queda de 1,25% para US$ 68.000, alinhado à fraqueza nos futuros do Nasdaq (-0,55%) e ouro (-2,4%). Memecoins como PEPE, DOGE e TRUMP lideram perdas de 3,5% a 4,5%, enquanto o interesse aberto (OI) em futuros cripto recuou 1,5% para US$ 93 bilhões. Liquidações de posições alavancadas somam US$ 229 bilhões em 24 horas, majoritariamente compradas.

O Crypto Fear & Greed Index tocou 5 na semana passada, o mais baixo histórico, estabilizando entre 10 e 13. A capitalização do BTC caiu 47% desde o ATH, posicionando-o na 13ª maior do mundo, com market cap total cripto em US$ 2,435 trilhões.

Análise Técnica e On-Chain

Técnicos indicam condições de sobrevenda: o BTC negociou a duas desvios-padrão abaixo da média móvel de 20 dias, evento raro nos últimos cinco anos. Funding rates em perpétuos normalizaram após negativos prolongados, sugerindo menor risco de liquidações em cascata. On-chain, detentores de longo prazo mantêm suprimento elevado, com reservas em exchanges em baixa, apontando acumulação estratégica apesar de cinco declínios mensais consecutivos.

A correlação com Nasdaq reforça o viés de risk-off, impulsionado por temores em IA e disrupção setorial. Volatilidade implícita de BTC e ETH recuou de máximos mensais, com puts mais caros que calls no Deribit, mas posicionamento menos defensivo que há duas semanas.

Níveis Críticos de Suporte

Suportes chave incluem US$ 65.000, onde consolidação sustentada poderia sinalizar fundo inicial. Rompimento abaixo ativaria pressão vendedora adicional, testando US$ 55.000 conforme análises on-chain. Dominância do BTC oscila entre 57,4% e 60,1% desde setembro, com altcoins enfraquecidas em timeframes curtos.

Exaustão de vendedores é evidenciada pela reversão do sentimento médio de 21 dias abaixo de zero, ecoando fundos passados. Fechamento negativo em fevereiro marcaria a maior sequência baixista desde 2018, tipicamente associada a transições cíclicas.

Implicações e Monitoramento

Os dados sugerem proximidade de exaustão, mas sem garantia de reversão imediata. Investidores monitoram macroliquidez, com aperto financeiro pesando em ativos de risco. Institucionais continuam expandindo infraestrutura, sustentando tese de longo prazo. Níveis a observar: suporte US$ 65.000 e resistência inicial em US$ 70.000.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Pêndulo no ápice da oscilação entre luzes verde e vermelha sobre horizonte digital, simbolizando expectativa dos minutos FOMC no mercado cripto

Fed: Expectativa de Cortes e Minutos FOMC Agitam Cripto

Na abertura das bolsas americanas nesta terça-feira (17/02), as ações ligadas a criptomoedas registraram quedas generalizadas, com MSTR caindo 2,73%, COIN 0,75% e GEMI (Gemini) despencando 8,6% após demissões de executivos. Paralelamente, o conselheiro do Fed, Austan Goolsbee, sinalizou múltiplos cortes de juros caso a inflação continue em queda, enquanto os minutos do FOMC de janeiro, divulgados amanhã, prometem volatilidade no mercado cripto. Os dados mostram correlação forte com ações de tecnologia e liquidez global.


Queda na Abertura das Bolsas e Impacto em Ações Cripto

Os índices americanos abriram mistos: Dow Jones subiu 31 pontos (+0,08%), S&P 500 caiu 0,24% e Nasdaq recuou 0,59%. As ações de cripto seguiram o viés negativo do setor de tecnologia. MicroStrategy (MSTR), proxy para Bitcoin, abriu com perda de 2,73%. BitMine (BMNR) caiu 2,56%, Coinbase (COIN) 0,75%.

O destaque negativo foi GEMI, com queda de 8,6%, impulsionada por relatório da Bloomberg sobre saídas simultâneas de COO, CFO e CLO da Gemini pós-IPO. Os dados indicam correlação de 0,85 entre Nasdaq e índice de ações cripto nos últimos 30 dias, refletindo apetite por risco em ativos de alto beta.

Volume de negociação inicial foi moderado, com foco em realização de lucros após rali recente do Bitcoin acima de US$ 67.000.

Sinalizações do Fed: Cortes Condicionados à Inflação

Austan Goolsbee, membro do Fed de Chicago, afirmou que a inflação nos serviços americanos não é “moderada”, mas vê 3% como taxa neutra de juros. Se o CPI continuar caindo para próximo de 2%, múltiplos cortes estão no radar. Isso ecoa o CPI de janeiro em 2,4% YoY, abaixo das expectativas de 2,5%.

Jerome Powell reforçou em janeiro: “sem pressa para cortar”. Mercados precificam 2,5% de cortes totais em 2026, com probabilidade de manutenção em março acima de 92% pelo CME FedWatch, após payrolls de +130k empregos.

Fed funds permanece em 3,5%-3,75%. Analistas notam que dados de emprego fortes contrabalançam dovishness inflacionário.

Minutos do FOMC: Rali ou Choque para Cripto?

Os minutos de janeiro, liberados em 18/02 às 14h ET, detalharão debate interno sobre pausa nos cortes após easing de fim de 2025. Tom hawkish (riscos inflacionários, paciência) pode pressionar Bitcoin para suportes em US$ 67.000-US$ 65.000. Dovish (preocupação com crescimento) eleva probabilidades de rali rumo a resistências em US$ 70.000.

Histórico mostra volatilidade média de 4,2% no BTC pós-minutos FOMC. Correlação BTC-Nasdaq em 0,72 nos últimos 90 dias reforça sensibilidade à liquidez.

Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin cotado a R$ 354.237,56 (-1,18% em 24h, volume 170 BTC). Dólar a R$ 5,22.

Níveis Técnicos e o Que Monitorar

Bitcoin testou média móvel de 50 dias em US$ 68.500, com RSI em 52 (neutro). Suporte chave: US$ 67.000 (200 SMA semanal). Resistência: US$ 70.000 (ATH recente).

  1. Monitorar implied vol pré-minutos via opções.
  2. Fluxo de ETF: BlackRock e Fidelity com inflows semanais positivos.
  3. Correlação com yields 10Y: atual 4,15%, queda favorece risco.

Os dados sugerem que política monetária domina narrativa cripto em 2026. Traders devem observar desvios de precificação do Fed.


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Investidor cartoon com carteira apertada por mão burocrática selada com 3.5%, simbolizando impacto do IOF sobre criptomoedas no Brasil

IOF de 3,5% sobre Cripto: Impacto no Bolso do Brasileiro?

O governo federal propõe cobrar IOF de 3,5% sobre a compra de criptomoedas como Bitcoin no Brasil a partir de 2026, segundo a reportagem do Livecoins. Isso significa que, para cada R$ 10 mil investidos em BTC – que hoje vale cerca de R$ 354 mil por unidade, conforme o Cointrader Monitor –, você pagaria R$ 350 extras de imposto. A medida levanta dúvidas jurídicas sobre se cripto é mesmo ‘operação de câmbio’ e pode bagunçar o planejamento de quem usa exchanges para proteger o dinheiro da inflação.


O Que Muda com Essa Proposta de IOF?

Hoje, comprar Bitcoin ou stablecoins em exchanges brasileiras ou internacionais muitas vezes não paga IOF, dependendo da operação. Mas se aprovada, a alíquota de 3,5% incidiria diretamente na compra de criptoativos. Imagine você, que guarda R$ 2 mil por mês para a família: isso pode virar R$ 70 a mais de taxa só para entrar no mercado cripto.

A advogada Lorena Botelho, citada na matéria original, alerta que o IOF é regulado para crédito, câmbio, seguros e títulos mobiliários. O governo quer enquadrar cripto como ‘câmbio’, mas isso pode violar o princípio da legalidade tributária, criando brechas para brigas na Justiça. Para o pequeno investidor, é mais uma camada de custo em um país onde o dólar já aperta o bolso.

Cripto é Mesmo ‘Câmbio’? As Dúvidas Jurídicas

Criptomoedas como Bitcoin não são moedas estrangeiras, diferentemente do dólar ou euro. O Banco Central tem interpretado compras de cripto como operações de câmbio, mas Botelho questiona: isso cabe na lei? Se o decreto do governo esticar o conceito sem base legal clara, pode rolar processos judiciais longos, como já vimos com outros impostos.

Para quem opera no dia a dia, isso gera insegurança. Se você usa stablecoins para remessas ao exterior ou proteção contra inflação, uma decisão errada pode travar sua estratégia. O risco é real: litígios podem demorar anos, mas o imposto vem agora, encarecendo cada transação em reais concretos.

Isenção de R$ 10 Mil: Ajuda ou Armadilha?

A proposta isenta operações até R$ 10 mil, o que protege quem investe pouco. Para um salário mínimo de R$ 1.412, isso cobre várias compras mensais sem taxa extra. Mas há pegadinhas: fracionar operações para burlar pode ser visto como planejamento agressivo, atraindo fiscalização da Receita.

Exchanges vão precisar de sistemas caros para monitorar por CPF, o que pode subir spreads ou taxas ocultas. Se você bate os R$ 10 mil todo mês, calcule: em R$ 20 mil, paga IOF só nos R$ 10 mil extras, mas fique de olho no calendário mensal para não perder a isenção.

O Que Fazer Agora para Proteger Seu Bolso?

Essa proposta é um teste para o mercado cripto brasileiro. Fique atento às votações no Congresso e ajustes. Enquanto isso, planeje com margem para 3,5% extras – melhor prevenir do que remediar no IRPF do ano que vem.

  1. Revise suas compras: priorize abaixo de R$ 10 mil por mês para testar a isenção.
  2. Monitore exchanges locais vs. internacionais – algumas já cobram IOF em remessas.
  3. Guarde comprovantes: se rolar judicialização, você precisa provar.
  4. Diversifique: use P2P ou carteiras frias para reduzir exposição a taxas.

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Personagens cartoon institucional e exchange transferindo pilhas de BTC dourado através de portal, sinalizando saídas de ETFs e pressão vendedora

BlackRock Transfere US$ 160 Milhões em BTC para Coinbase: Sinal de Saída Institucional?

A BlackRock transferiu US$ 160 milhões em Bitcoin e Ethereum para a Coinbase, conforme dados on-chain da Arkham. O movimento, que inclui 1.701 BTC e 22.661 ETH, ocorre em meio a saídas recordes dos ETFs de BTC (US$ 360 milhões na semana) e ETH (US$ 161 milhões). Os dados mostram pressão vendedora institucional nos EUA, com o Bitcoin rejeitando US$ 70.000 e caindo para US$ 68.000 após liquidações de US$ 342 milhões em posições vendidas.


Transferências da BlackRock e Outflows de ETFs

Os dados da Arkham Intelligence registram múltiplas transferências do ETF IBIT da BlackRock para carteiras da Coinbase Prime em minutos consecutivos. No total, 1.701 BTC (cerca de US$ 115 milhões) e 22.661 ETH foram enviados, sugerindo preparação para vendas. Essa ação coincide com saídas líquidas semanais nos ETFs de Bitcoin e Ethereum, totalizando US$ 521 milhões segundo a SoSoValue.

Esses fluxos negativos indicam redução no apetite por risco institucional. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 354.568 às 18:24 de 17/02/2026, com variação de -1,16% em 24h e volume de 171 BTC (Cointrader Monitor). Em USD, o BTC opera a US$ 67.600, alinhado à fraqueza observada.

Prêmio Negativo na Coinbase: Indicador de Pressão Vendedora

O prêmio negativo na Coinbase refere-se à discrepância entre o preço spot do Bitcoin na exchange e o NAV (Net Asset Value) dos ETFs. Quando o spot fica abaixo do NAV, sugere que instituições estão vendendo ativos para custodians como a Coinbase, criando oferta excessiva. Dados on-chain mostram esse padrão nos EUA, onde o mercado lidera a queda global.

Analistas apontam que essa dinâmica reflete realocação de portfólios em meio a ventos macroeconômicos contrários. Kevin O’Leary alertou que instituições limitarão exposição cripto a 3% até mitigação de riscos quânticos, concentrando em BTC e ETH. O Fear & Greed Index em 10 (zona de pânico extremo) reforça o sentimento de baixa.

Contexto Técnico e Macro: EUA Liderando a Queda

No gráfico diário, o Bitcoin rejeitou a resistência em US$ 70.000, testando suporte em US$ 68.000 com liquidações massivas de US$ 342 milhões em posições vendidas. O preço atual de US$ 67.700 aproxima-se da média móvel de 50 dias (US$ 67.000), nível crítico a monitorar. Prolongada consolidação na faixa mid-$60k pode desencadear mais liquidações.

Fatores macro incluem tensões geopolíticas EUA-Irã e expectativas para FOMC minutes. Bitcoin correlaciona-se com tech high-beta, sensível a headlines de risco. Outflows de ETFs pela quarta semana consecutiva indicam não rotação, mas redução real de apetite institucional.

Níveis a Observar e Implicações

Suportes chave: US$ 67.000 (MMA 50), US$ 65.000 (MMA 200) e US$ 60.000 (psicológico). Resistências: US$ 70.000 e US$ 72.000. Os dados sugerem que fluxos de ETF continuarão influenciando momentum, com potencial para rebound se suporte em US$ 65k segurar. Traders devem monitorar volumes on-chain e prêmio/NAV para sinais de reversão.

📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.


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Executivo cartoon empilhando bloco BTC em tesouraria colossal com 717K no topo, simbolizando resiliência da Strategy em acumular Bitcoin

Strategy Compra 2.486 BTC e Alcança 717 Mil em Tesouraria

Enquanto o medo domina o varejo com Bitcoin em US$ 68 mil, Michael Saylor e sua Strategy anunciaram a compra de 2.486 BTC por US$ 168,4 milhões. O total da tesouraria agora é de 717.131 BTC, demonstrando resiliência inabalável. Cada correção é vista como oportunidade de ouro pelo smart money, que segue limpando o estoque disponível.


Detalhes da Última Aquisição

A transação ocorreu na semana passada, com preço médio de aquisição de cerca de US$ 67.710 por BTC. Financiada por vendas de ações ordinárias (US$ 90,5 milhões) e da série preferencial STRC (US$ 78,4 milhões), conforme documento oficial arquivado. Essa operação eleva o compromisso da empresa, que não hesita em acumular mesmo em momentos de volatilidade.

O mercado reage com as ações da Strategy (MSTR) em queda de 3,2% no pré-mercado, mas caindo mais de 60% no ano. No entanto, os fundamentos se fortalecem: o custo médio geral da tesouraria é de US$ 76.027 por BTC, abaixo do pico histórico, mas acima do preço atual.

Tesouraria Monumental: 717 Mil BTC

Com investimento acumulado de US$ 54,52 bilhões, a Strategy detém cerca de 3,4% do suprimento total de Bitcoin. Apesar da perda não realizada de aproximadamente US$ 5,7 bilhões (com BTC a US$ 68 mil), a estratégia reflete uma visão de longo prazo. Saylor anunciou pessoalmente a compra, aproximando a empresa dos 720 mil BTC.

Essa acumulação contínua, desde 2020, posiciona a Strategy como líder em adoção corporativa. Ciclos passados mostram que participantes institucionais compram nas quedas, construindo bases sólidas para valorizações futuras pós-halving.

Resiliência do Smart Money

Enquanto o varejo hesita, gigantes como Strategy veem correções como chances de entrada. O mercado está construindo: fluxos institucionais em ETFs e tesourarias corporativas superam vendas de pânico. A persistência de Saylor valida a tese de Bitcoin como reserva de valor superior, ignorando ruído de curto prazo.

Analistas destacam que essa abordagem dilui custos ao longo do tempo, alinhada a halvings que reduzem oferta. O otimismo responsável reconhece riscos de volatilidade, mas enfatiza tendências macro de adoção global.

Cotação Atual do Bitcoin no Brasil

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 355.121, com variação de -0,95% em 24h e volume de 170,96 BTC. Equivalente a cerca de US$ 68 mil (dólar a R$ 5,22), reforçando o momento oportuno para acumulação estratégica.

Investidores brasileiros podem monitorar exchanges locais para alinhar com movimentos globais.


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Personagens cartoon em balcão de fast-food celebrando moedas Bitcoin explodindo da caixa via Lightning, ilustrando alta nas vendas da Steak 'n Shake

Vendas da Steak ‘n Shake Explodem com Bitcoin

A rede de fast-food americana Steak ‘n Shake anunciou que suas vendas em lojas comparáveis subiram de forma dramática após adotar pagamentos em Bitcoin via Lightning Network em maio de 2025. Nove meses depois, o movimento gerou uma Reserva Estratégica de US$ 15 milhões em BTC, provando que a cripto vai além de reserva de valor e vira meio de troca eficiente no dia a dia. Para nós brasileiros, isso mostra como aceitar BTC pode atrair clientes e gerar caixa extra.


De Hambúrguer a Bitcoin: Como Começou

A história começou em 16 de maio de 2025, quando a Steak ‘n Shake iniciou um rollout faseado de pagamentos em Bitcoin em lojas selecionadas. Toda receita de BTC vai direto para a tesouraria corporativa, criando uma reserva que cresce com as vendas. O post recente no X destacou: "combinação de negócio descentralizado gerador de caixa com o poder transformador do Bitcoin". Isso atraiu uma nova leva de clientes, os chamados bitcoiners, que preferem pagar com cripto onde possível.

No Brasil, imagine um lanche aqui em São Paulo ou Rio aceitando BTC via Lightning: transações rápidas, sem taxas altas de cartão e com apelo para quem já tem satoshis na carteira. Plataformas locais como Mercado Bitcoin ou Binance facilitam isso, com custos baixos para o comerciante.

Resultados Concretos nas Vendas e Reserva

Os números impressionam. No segundo trimestre de 2025, as vendas same-store cresceram 11%, e no terceiro, 15%, superando rivais como McDonald’s e Taco Bell, conforme reportagens. Em janeiro de 2026, a reserva já batia US$ 10 milhões, e logo depois chegou a US$ 15 milhões com mais alocações.

Hoje, a empresa segura cerca de 161,6 BTC, avaliados em torno de US$ 11 milhões (preço atual por BTC ~US$ 67.670). No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, isso equivaleria a R$ 57 milhões (BTC a R$ 354.815). Apesar de uma perda não realizada (custo médio ~US$ 92.000/BTC), o caixa gerado pelas vendas compensa, mostrando estratégia prática.

Ainda lançaram bônus em BTC para funcionários horistas: US$ 0,21 por hora trabalhada, com vesting de 2 anos, atraindo jovens familiarizados com cripto.

Lições Práticas para Negócios Brasileiros

Esse caso é um exemplo real de utilidade cotidiana do Bitcoin. Não é especulação: é pagamento que aumenta vendas e cria reserva de valor. Para um dono de lanchonete no Brasil, aceitar BTC significa captar clientes tech-savvy, turistas ou quem evita boletos caros. Com Lightning, as transações são instantâneas e baratas – ideal para um Big Mac ou milkshake.

Pense no impacto: US$ 15 milhões é cerca de R$ 78 milhões (dólar a R$ 5,22). Aqui, com inflação e dólar volátil, uma reserva em BTC protege contra desvalorização do real. Comerciantes podem começar pequeno, integrando via apps como a Binance Pay, sem grandes investimentos iniciais.

O Que Você Pode Fazer Agora

Se você é empreendedor, teste pagamentos em BTC na sua loja – ferramentas como Lightning Network tornam simples. Para consumidores, procure estabelecimentos que aceitam e use seus satoshis no dia a dia. Esse sucesso da Steak ‘n Shake prova: Bitcoin funciona na prática, impulsionando vendas e criando riqueza sustentável. Vale monitorar se mais redes seguem o exemplo.


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Personagens cartoon de institucionais como gigante acumulando 717K BTC em cofre, dragão funding e banqueiro com ETFs XRP/LTC, simbolizando dominação no cripto

Institucionais no Topo: Strategy Acumula 717 mil BTC e Novos ETFs de Altcoins Surgem

📊 BOLETIM CRIPTO | 17/02/2026 | NOITE

A estratégia de acumulação institucional define o ritmo do mercado cripto nesta terça-feira, consolidando um viés de alta moderado no ecossistema global. O anúncio de que a Strategy elevou suas reservas para mais de 717 mil BTC atua como o principal catalisador de confiança, neutralizando ruídos regulatórios locais vindos das Filipinas e da Holanda. Enquanto gestoras de peso como a Dragonfly e a T. Rowe Price aceleram a financeirização de ativos digitais — com foco em RWA e novos ETFs de altcoins —, a CFTC dos Estados Unidos sinaliza um suporte inédito à infraestrutura de mercados de previsão. O período encerra com uma clara demonstração de robustez institucional, sugerindo que o capital corporativo está aproveitando a volatilidade para estabelecer posições estruturais de longo prazo.


🔥 Destaque: Strategy Alcança 3,4% do Suprimento de Bitcoin

A Michael Saylor’s Strategy reforçou sua posição como o maior detentor corporativo de ativos digitais ao confirmar a aquisição de 2.486 BTC entre os dias 9 e 16 de fevereiro. Com este movimento, a empresa totaliza agora impressionantes 717.131 unidades de Bitcoin sob custódia, o que representa aproximadamente 3,4% de todo o suprimento que jamais existirá da criptomoeda.

De acordo com o filing enviado à SEC, a compra demandou um investimento de US$ 168,4 milhões, financiados estrategicamente através da venda de ações da própria companhia. Embora a holding enfrente perdas não realizadas na casa dos US$ 5,7 bilhões devido ao preço médio histórico de aquisição estar em US$ 76.027, a gestão mantém um plano agressivo de captar até US$ 84 bilhões para novas compras até 2027.

Para o mercado, este evento é interpretado como uma validação fundamental do Bitcoin como reserva de valor para o tesouro de grandes corporações. A convicção demonstrada por Saylor, mesmo diante da volatilidade recente, sustenta o otimismo institucional e cria um suporte psicológico relevante para o preço do ativo, apesar da diluição acionária necessária para financiar essa expansão massiva.

No Brasil, o impacto dessa convicção ecoa no mercado local. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 355.075,10, apresentando uma leve retração de 0,86% nas últimas 24 horas, acompanhando os ajustes globais de liquidez.


📈 Panorama do Mercado

O cenário atual reflete uma transição acelerada para a financeirização cripto. O sucesso da Dragonfly Capital em captar US$ 650 milhões para seu quarto fundo evidencia que, apesar da limpeza setorial entre empresas de capital de risco, os investidores institucionais continuam focados em infraestrutura de stablecoins e tokenização de ativos reais (RWA).

Paralelamente, a inclusão de altcoins como XRP e Litecoin em protocolos de ETFs gerenciados de forma ativa pela T. Rowe Price indica que o apetite regulado está se expandindo além da dualidade Bitcoin/Ethereum. Segundo dados da U.Today, essa diversificação pode injetar trilhões de dólares em liquidez no mercado de ativos alternativos, consolidando a maturidade do setor.

Para investidores que buscam acesso simplificado a esses ativos, plataformas regulamentadas como a Binance oferecem uma interface segura para negociação de pares em Reais, como o XRP, que está sendo negociado a R$ 7,81 nas cotações mais recentes.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Conflitos Federativos nos EUA: A disputa entre a CFTC e órgãos estaduais sobre a jurisdição de prediction markets pode atrasar a expansão de plataformas como Kalshi e Polymarket, gerando incertezas geográficas.
  • Cibersegurança em Ferramentas de IA: O boom de bots de IA para apostas no Polymarket trouxe consigo uma série de scams sofisticados. Tutoriais falsos estão distribuindo infostealers que comprometem chaves privadas de carteiras DeFi.
  • Enforcement nas Filipinas: O banimento da Binance nas lojas de aplicativos filipinas, ordenado pela SEC local, serve como alerta para os riscos de compliance enfrentados por exchanges offshore em mercados emergentes.
  • Taxação na Holanda: Embora a renúncia de uma secretária favorável à taxação tenha freado o processo imediato, a lei holandesa de impostos sobre ganhos não realizados ainda é um risco de longo prazo para holders europeus em 2028.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Setor de Previsão Automatizado: A utilização legítima de bots como o OpenClaw para arbitragem de alta frequência em mercados de 5 minutos de BTC oferece um alto potencial de ganho para usuários técnicos que seguem padrões de segurança.
  • Tokenização de Ativos Reais (RWA): O foco maciço da Dragonfly em RWA sinaliza uma janela de oportunidade para protocolos que trazem ativos tradicionais para a blockchain, setor que deve atrair o próximo grande fluxo de valor total bloqueado (TVL).
  • Exposição em Altcoins Institucionais: O protocolo de ETFs diversificados legitima criptoativos como o Litecoin e o XRP, sugerindo um potencial de valorização sustentado por veículos de investimento regulados para o varejo e institucionais.

📰 Principais Notícias do Período

1. Strategy acumula 2.486 BTC, totaliza 717 mil unidades
A empresa de Michael Saylor intensifica sua estratégia de tesouraria BTC, detendo agora 3,4% do suprimento total e planejando captar US$ 84 bilhões adicionais nos próximos anos.

2. Dragonfly capta US$ 650 milhões em fundo IV para cripto
A gestora reforça a tese de financeirização cripto com foco em stablecoins e infraestrutura on-chain, superando a fase de consolidação dos VCs no setor.

3. T. Rowe Price arquiva ETF ativo com XRP, LTC e SHIB
Gestora com US$ 1,8 trilhão sob gestão busca aprovação da SEC para um fundo cripto diversificado, expandindo as opções reguladas para investidores tradicionais.

4. CFTC defende regulação federal exclusiva para mercados de previsão
A agência federal apoia a Crypto.com contra reguladores estaduais, argumentando que prediction markets devem ser tratados sob as leis federais de derivativos.

5. Bots de IA em Polymarket: Boom acompanhado de alertas de malware
A automação de apostas via IA ganha tração com ferramentas como OpenClaw, mas exige cautela máxima contra downloads não oficiais que roubam credenciais.

6. Renúncia de secretária holandesa adia pressão fiscal imediata
Escândalo envolvendo falsificação de currículo remove figura favorável à taxação de ganhos não realizados, abrindo espaço para lobby contra impostos cripto na Holanda.

7. Binance banida da Google Play nas Filipinas por ordem da SEC
O enforcement local força usuários filipinos a buscarem alternativas nacionais como Coins.ph, refletindo a pressão sobre gigantes do mercado em jurisdições isoladas.


🔍 O Que Monitorar

  • Filings da SEC sobre ETFs: O progresso do Form S-1 da T. Rowe Price definirá a próxima onda de valorização nas altcoins.
  • Holdings da Strategy: Novas emissões de ações para compra de BTC e o impacto na diluição da MSTR.
  • Preâmbulo da Ninth Circuit: A decisão judicial sobre a jurisdição da CFTC será um marco para o setor de DeFi preditivo.
  • Segurança de Wallets: Monitorar relatos de novos malwares focados em usuários de agentes autônomos de IA.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, esperamos que o mercado mantenha seu viés de alta moderada, sustentado pelo momentum institucional e pelo suporte psicológico da acumulação massiva da Strategy. A entrada de capital via novos fundos de VC deve começar a refletir no aumento do valor total bloqueado em protocolos de infraestrutura financeira. Contudo, investidores devem permanecer vigilantes quanto à segurança digital, dado o aumento de ataques focados em tecnologia de IA emergente. O cenário global aponta para uma consolidação onde o ruído regulatório local acaba sendo absorvido pela narrativa de adoção corporativa nos centros financeiros globais.


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Silhueta de baleia dourada rompendo rede vermelha translúcida, simbolizando short squeeze impulsionado por baleias no Bitcoin

Short Squeeze no Bitcoin: Excesso de Shorts Pode Impulsionar Alta

Os dados da Santiment revelam funding rates agregados em território negativo extremo, abaixo de -0,01%, o menor nível desde agosto de 2024, quando o Bitcoin formou um fundo majoritário seguido de alta de 83%. Esse posicionamento de baixa concentrado pode configurar um short squeeze, onde uma recuperação mínima força liquidações em cascata. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 355.020,23 (-1,13% em 24h), próximo a suportes críticos.


Funding Rates Indicam Posicionamento de Baixa Extremo

A métrica “Funding Rates Aggregated By Exchange” da Santiment combina dados de múltiplas exchanges, refletindo o sentimento geral no mercado de derivativos perpétuos. Funding rates negativos ocorrem quando vendidos pagam comprados para alinhar preços de contratos ao spot. Atualmente, as taxas estão em -0,01% ou inferiores, com barras vermelhas dominando o gráfico histórico.

Esse padrão foi visto em agosto de 2024, após crash de preço, e em outubro de 2025, após liquidações na Binance. Nessas ocasiões, o excesso de apostas em queda criou condições frágeis: qualquer alta inesperada acelera perdas nos vendidos alavancados, levando a fechamentos forçados. Os dados mostram que funding positivo é a norma, tornando esses extremos raros e historicamente associados a reversões.

Traders derivativos representam volume significativo, e esse desequilíbrio sugere capitulação bearish. No entanto, reversões dependem de catalisadores como inflows institucionais ou dados macro positivos.

Mecânica Técnica do Short Squeeze

No short squeeze, posições vendidas alavancadas acumulam perdas rápidas com uma alta modesta. Ao atingir thresholds de liquidação, exchanges fecham automaticamente as posições, exigindo recompra de Bitcoin e gerando pressão compradora adicional. Esse ciclo em cascata amplifica a volatilidade para cima.

Histórico confirma: pós-agosto 2024, liquidações de vendidos contribuíram para alta sustentada. O custo médio de curto prazo atual está em torno de US$ 90.900, enquanto o preço spot é US$ 68.740. Um rompimento acima de US$ 75.000 poderia ativar momentum de alta, mas suportes em US$ 67.500 e US$ 66.500 precisam resistir.

Os dados sugerem fragilidade no lado bearish, mas não garantem rebound imediato. Volatilidade assimétrica favorece upside em cenários de squeeze.

Baleias Contrapõem com Longs Alavancados

A baleia conhecida como Machi Big Brother (黃立成) vendeu ETH e altcoins para abrir posições compradas alavancadas na Hyperliquid: 25x em 6.200 ETH (abertura US$ 2.006,88, liquidação US$ 1.847,69); 40x em 25 BTC (abertura US$ 68.645,90, liquidação US$ 33.872,44); e 10x em 55.000 HYPE (abertura US$ 31,09, liquidação US$ 14,44).

Essa movimentação demonstra contraposição ao consenso bearish. Baleias com histórico agressivo frequentemente antecipam reversões, usando alta alavancagem para maximizar yields em setups assimétricos. O monitoramento on-chain via HyperInsight confirma a realocação de risco para ativos principais.

Embora arriscado — com múltiplas liquidações passadas —, reflete confiança em rebote técnico.

Níveis Chave a Monitorar

Situação atual: BTC consolida próximo a US$ 68.700, com RSI neutro e volume moderado. Suportes imediatos em US$ 67.500 (50-day MA) e US$ 66.500; resistências em US$ 70.000 e US$ 75.000. Fechamento acima de US$ 75.000 ativa squeeze potencial.

Indicadores como Bull-Bear Cycle da CryptoQuant em território profundamente de baixa reforçam capitulação. Traders devem observar volume de liquidações e funding rates para sinais de reversão. Dados on-chain priorizam setups baseados em posicionamento real, não especulação.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Âncora dourada com 67K gravada resistindo ondas enfraquecidas do dólar, simbolizando suporte firme do Bitcoin em meio a apostas recordes contra USD

Bitcoin Resiste em US$ 67k com Apostas Recordes Contra Dólar

O Bitcoin recuperou o suporte em US$ 67.500 após correção recente, negociando acima de US$ 68.500 e da média móvel simples de 100 horas. Em paralelo, um levantamento do Bank of America revela posicionamento de baixa recorde no dólar americano desde 2012, impulsionado por temores no mercado de trabalho dos EUA. Os dados sugerem potencial volatilidade, com histórico de dólar fraco favorecendo ativos de risco como o BTC, apesar de correlação recente atípica.


Situação Técnica Atual do Bitcoin

Os dados mostram o Bitcoin testando o suporte em US$ 67.400, próximo ao nível de retração de 61,8% Fibonacci da alta de US$ 70.935 para a mínima de US$ 65.072. Após o recuo, o preço ganhou tração acima de US$ 68.800, com o MACD horário indicando momentum de alta e o RSI acima de 50.

Um canal descendente forma resistência em US$ 69.550, seguido de US$ 70.500. Suportes imediatos estão em US$ 68.000 e US$ 67.400, com zona crítica em US$ 65.000. Manter acima de US$ 68.200 pode pavimentar teste da resistência superior, mas falha nesse nível sugere recuo adicional.

Levantamento do BofA: Pessimismo Recorde no Dólar

O levantamento de fevereiro do Bank of America indica exposição líquida recorde subponderada no índice DXY, o mais negativo desde pelo menos 2012. Fatores incluem deterioração no emprego americano, potencializando cortes de juros pelo Fed. Historicamente, dólar fraco alivia condições financeiras globais, beneficiando Bitcoin como ativo de risco.

No entanto, o DXY subiu 0,25% para 97,13, enquanto BTC opera em torno de US$ 68.150, com queda de 1%. Posicionamentos extremos elevam risco de short squeeze, onde repique inesperado força recompras, ampliando volatilidade em pares USD.

Correlação Atípica e Implicações Macro

Desde início de 2025, Bitcoin exibe correlação positiva de 0,60 com o DXY nos últimos 90 dias — a mais alta desde abril de 2025. Ambos caíram: DXY -9% em 2025 e -1% YTD; BTC -6% no ano passado e -21% YTD. Essa inversão ao padrão histórico (correlação negativa) sugere que queda adicional no dólar pode pressionar BTC, contrariando narrativas tradicionais.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 355.252,53 apresenta variação de -0,72% em 24h, com volume de 184,68 BTC. Traders devem monitorar dados de emprego e yields ajustados por inflação para avaliação de forças macro.

Níveis Chave a Observar

Resistências principais: US$ 69.500, US$ 70.500, US$ 71.200 e US$ 72.000. Suportes: US$ 67.000, US$ 66.000. Indicadores técnicos apontam estabilidade acima de US$ 68.200, mas volatilidade do DXY pode alterar dinâmica. Os números indicam equilíbrio precário, com dados macro como pivô.


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Banqueiro cartoon cortando asas de ave XRP com tesoura gigante sob nuvem escura sobre Bitcoin, ilustrando viés de baixa do Standard Chartered

Standard Chartered Corta Preço-Alvo do XRP em 65%: Viés de Baixa Real

O Standard Chartered cortou seu preço-alvo para o XRP em 65%, de US$ 8 para US$ 2,80 até o fim de 2026, após o selloff de fevereiro. Ao mesmo tempo, o Bitcoin ameaça o pior mês desde 2018, com queda acumulada de 52% desde outubro. A história mostra que exuberância ignorada leva a correções prolongadas, e o mercado parece subestimar os ventos macro contrários.


Corte Drástico nas Previsões do Standard Chartered

O banco britânico, um dos maiores do mundo, revisou drasticamente suas projeções para ativos digitais. Geoffrey Kendrick, chefe global de pesquisa em ativos digitais, citou o “desafiante” desempenho recente do mercado cripto, com Bitcoin caindo 28% no mês e XRP atingindo mínima de 15 meses em US$ 1,16. A nova meta para XRP reflete sincronia com Ethereum, ambos beneficiados por stablecoins e ativos tokenizados, mas sob pressão de liquidez global apertada.

Não para por aí: o alvo para Bitcoin caiu de US$ 150.000 para US$ 100.000, Ethereum de US$ 7.000 para US$ 4.000, e Solana de US$ 250 para US$ 135. Segundo o anúncio da instituição, saídas institucionais persistem, inflows de ETFs esfriaram apesar de US$ 1,37 bilhão acumulados, e juros altos com incertezas geopolíticas suprimem apetite por risco. O mercado está ignorando esses sinais, repetindo padrões de 2018 e 2022.

Bitcoin no Limite Histórico de Quedas

Desde o pico de outubro de 2025, o Bitcoin acumula perda de 52%, próximo do recorde baixista de 56% em 2018, em apenas 123 dias. Se fechar fevereiro no vermelho, marca a quinta queda mensal consecutiva — o mais longo desde o mercado baixista clássico.

Segundo o Cointrader Monitor, às 08:23 de hoje, o Bitcoin cotava a R$ 355.458 (-0,6% em 24h). O índice de medo e ganância em 12 confirma pânico extremo, com apostas em mercados preditivos favorecendo US$ 55.000 antes de US$ 84.000. Cuidado: reversões exigem estrutura de lows mais altos acima de US$ 100.000, algo ausente agora.

XRP Sob Pressão Técnica e Macro

O XRP, negociado a cerca de US$ 1,47 (R$ 7,62), rebota de US$ 1,23 mas permanece abaixo da média móvel de 20 dias. Bollinger Bands apontam suporte em US$ 1,23 e resistência em US$ 1,76. RSI em 42 sugere vendedores ainda dominam. O ambiente de capitulação descrito pelo banco alerta para mais declínios de curto prazo, apesar de alvo 2030 intacto em US$ 28.

A história mostra que ciclos de euforia — como o recente euforia em altcoins — precedem correções severas. Taxas de juros elevadas e liquidez restrita globais corroem narrativas de ‘alta infinita‘. Investidores devem monitorar outflows e macro, priorizando preservação de capital em bears prolongados.

O Que o Mercado Está Ignorando

Em meio à correção, o valor total de mercado cripto encolheu quase US$ 2 trilhões. Apesar disso, infraestrutura evoluiu, mas padrões repetem: topos exuberantes levam a correções prolongadas. Roberto Ramos alerta: toda alta tem sua baixa. Fique atento a sinais de capitulação real antes de apostar em rebound. Proteção de capital supera ganhos especulativos agora.


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Curva geométrica de indicador luminosa tocando mínimo em abismo digital com partículas vermelhas dissipando, sinalizando possível fundo no ciclo Bitcoin pós-FTX

Bitcoin Atinge Nível Pós-FTX no Indicador de Ciclo: Sinais de Fundo?

O Bitcoin Bull-Bear Cycle Indicator da CryptoQuant registrou o nível mais baixo desde o fundo pós-colapso da FTX em 2022, indicando uma fase de viés de baixa extrema. Paralelamente, a Matrixport observa sentimento de medo extremo, com o índice fear & greed abaixo da média móvel de 21 dias, sinalizando possível exaustão de vendedores e ponto de inflexão. Os dados on-chain sugerem que tais extremos historicamente precedem estabilizações, embora o curto prazo permaneça volátil. O BTC negocia próximo a US$ 68.000, com cotação atual em R$ 355.400 segundo o Cointrader Monitor.


Detalhes do Bull-Bear Cycle Indicator

Os dados mostram que o Bull-Bear Cycle Indicator, derivado do P&L Index da CryptoQuant, combina métricas on-chain como MVRV Ratio, NUPL e LTH/STH SOPR para avaliar lucros e perdas realizados e não realizados. Quando o P&L Index cruza abaixo de sua média móvel de 365 dias, o indicador entra em território negativo, confirmando transição para mercado de baixa.

Recentemente, o valor mergulhou a patamares não vistos desde o mercado de baixa de 2022, após o crash da FTX. Historicamente, extremos abaixo de zero coincidem com fundos de mercado, onde a distância excessiva da média sinaliza viés de baixa excessivo. No entanto, reversões ocorreram após períodos prolongados nessa zona, exigindo paciência para confirmação.

Essa métrica oferece uma visão objetiva da fase cíclica, priorizando dados de rede sobre especulação de preço puro.

Sentimento de Medo Extremo pela Matrixport

A Matrixport destaca que o sentimento de mercado atingiu mínimas de quatro anos, com o índice fear & greed caindo abaixo de zero em sua média móvel de 21 dias. Essa configuração, segundo a firma, marca fundos duráveis quando reverte para cima, indicando esgotamento da pressão vendedora e início de estabilização.

Embora curto prazo possa ver mais fraqueza, esses níveis negativos oferecem risco-retorno atrativo historicamente. O índice Alternative.me confirma com leitura de 10/100, o mais baixo desde junho de 2022. Tais padrões cíclicos entre emoção e preço sugerem proximidade de inflexão, mas dependem de sinais de melhora subsequentes.

Frank Holmes, da Hive, reforça que o BTC está duas desvios-padrão abaixo da norma de 20 dias, visto apenas três vezes em cinco anos, favorecendo rebotes de curto prazo.

Contexto Histórico e Posição Atual do BTC

Períodos similares ocorreram em junho de 2024 e novembro de 2025, pós-quedas acentuadas. O BTC acumula perdas de 22% no Q1 potencialmente, mirando pior performance desde 2018 se fevereiro fechar negativo. Preço atual em torno de US$ 68.000, com dólar a R$ 5,25, reflete condições técnicas de oversold.

Volume 24h em exchanges brasileiras soma 185 BTC, com variação de -0,85%. Esses indicadores on-chain e de sentimento convergem para zona de exaustão, mas volatilidade persiste sem catalisadores macro.

Níveis Técnicos a Observar

Os dados sugerem monitorar suporte em US$ 60.000-65.000, onde fundos históricos se formaram, e resistência inicial em US$ 70.000. Reversão no Bull-Bear acima da MA sinalizaria uma inversão de alta. NUPL em hope/fear reforça cautela. Investidores devem rastrear essas métricas para decisões informadas, sem implicar direção imediata.


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Investidor cartoon americano empurrando rocha vermelha com 33 gravado rolando sobre vale cripto, ilustrando recorde de premium negativo no Coinbase

Coinbase Premium Negativo por 33 Dias: Recorde de Pressão nos EUA

Instituições em debandada? O Coinbase Bitcoin Premium Index registra 33 dias consecutivos de prêmio negativo, o maior período desde maio de 2023, superando até os 30 dias do colapso de novembro de 2021. Com valor atual em -0,0477%, o indicador sugere que o preço do Bitcoin na exchange americana está abaixo da média global, apontando para maior pressão vendedora nos EUA em comparação ao resto do mundo. Isso reflete possível redução no apetite por risco ou saída de fundos por investidores institucionais.


O Que é o Coinbase Premium Index

O Coinbase Premium Index mede a diferença percentual entre o preço do Bitcoin negociado na Coinbase, principal exchange dos EUA, e a média global de preços em outras plataformas. Quando positivo, indica demanda superior nos EUA, com instituições comprando mais agressivamente. Já um prêmio negativo persistente, como os atuais -0,0477%, demonstra o oposto: preços mais baixos na Coinbase sinalizam vendas líquidas maiores por parte de investidores americanos em relação ao mercado internacional.

Os dados mostram que esse indicador é sensível a fluxos de capital. Negativos prolongados historicamente coincidem com fases de aversão ao risco, como ajustes em políticas monetárias ou correções em ativos de alto rendimento. A metodologia, baseada em dados agregados de plataformas como a Coinglass, garante precisão ao comparar cotações em tempo real.

Detalhes do Recorde Histórico

De acordo com as métricas recentes, a série de 33 dias negativos é a mais longa desde maio de 2023, quando o mercado enfrentou turbulências semelhantes. Anteriormente, durante o crash de novembro de 2021, o prêmio ficou negativo por cerca de 30 dias consecutivos. Essa sequência atual excede o recorde anterior, destacando uma persistência incomum na dinâmica de vendas nos EUA.

No contexto técnico, o indicador oscilou entre negativos moderados, sem ultrapassar -0,1% em magnitude extrema, mas a duração é o fator chave. Comparações com séries passadas revelam padrões: em 2023, períodos longos de negativo precederam recuperações quando o prêmio voltou a zero ou positivo, embora sem causalidade direta comprovada pelos dados disponíveis.

Implicações para Fluxos e Mercado

A pressão vendedora implícita se alinha com observações de net outflows em exchanges americanas. Embora dados específicos de outflow não sejam detalhados nas fontes primárias, o prêmio negativo contínuo corrobora narrativas de fundos saindo dos EUA para mercados asiáticos ou europeus, onde o apetite por Bitcoin permanece mais aquecido. Investidores institucionais, sensíveis a regulamentações e yields em treasuries, podem estar realocando para ativos menos voláteis.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 354.676,27 nesta terça-feira (17/02/2026), com variação de -1,47% nas últimas 24 horas e volume de 186,46 BTC. Essa cotação em reais reflete o impacto global, mas o premium destaca desalinhamento regional.

Níveis a Monitorar Adiante

Os dados sugerem vigilância em torno de -0,05% no prêmio: persistência abaixo disso pode ampliar a percepção de fraqueza americana. Recuperação para território neutro (acima de 0%) indicaria reversão nos fluxos. Traders devem observar volumes na Coinbase versus médias globais, além de indicadores complementares como médias móveis de 50 e 200 dias no BTC/USD, atualmente em torno de US$ 85.000 e US$ 80.000, respectivamente.

A duração desta série — superior a um mês — eleva a relevância para análises de médio prazo, sem implicar direção única. Monitorar atualizações semanais do índice fornece base factual para ajustes de posição.


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Balcao fast-food cartoon com cliente pagando via raio Lightning Bitcoin, vendas explodindo em moedas douradas e bonus, ilustrando adocao corporativa por Steak n Shake

Steak ‘n Shake: Vendas Explodem com Pagamentos em Bitcoin

A rede de fast-food Steak ‘n Shake anunciou que, nove meses após iniciar a aceitação de pagamentos em Bitcoin via Lightning Network, suas vendas em lojas comparáveis subiram de forma dramática. A estratégia direciona os BTC recebidos para uma Reserva Estratégica de Bitcoin, usada inclusive para bônus de funcionários, combinando eficiência operacional com marketing inovador que atrai clientes fiéis ao ecossistema cripto.


A Estratégia Bitcoin Standard em Ação

Há nove meses, em maio de 2025, a Steak ‘n Shake iniciou sua transformação “burger-to-Bitcoin”, aceitando Bitcoin como meio de pagamento. Essa decisão não foi apenas simbólica: os pagamentos em BTC são roteados diretamente para a Reserva Estratégica de Bitcoin da empresa, fortalecendo seu tesouro corporativo. Recentemente, adicionaram US$ 10 milhões em BTC ao balanço, criando um ciclo virtuoso onde receitas cripto financiam crescimento.

O COO Dan Edwards destacou uma economia de cerca de 50% nas taxas de processamento em comparação com cartões tradicionais. Essa eficiência operacional é um pilar fundamental, mostrando como o Bitcoin reduz custos e melhora margens em negócios cotidianos. Os fundamentos se fortalecem quando empresas reais adotam a tecnologia de forma prática.

Impacto Direto nas Vendas e Atratividade da Marca

O resultado? Um aumento dramático nas vendas em lojas comparáveis, inicialmente de 10% logo após o lançamento, evoluindo para ganhos expressivos. A adoção elevou a visibilidade da marca, atraindo novos clientes entusiastas de cripto que veem na Steak ‘n Shake um pioneiro acessível.

Para engajar ainda mais, lançaram um Bitcoin-themed burger em outubro e destinam parte das vendas de refeições BTC para desenvolvimento open-source do Bitcoin. Essa abordagem não só impulsiona vendas imediatas, mas constrói lealdade: clientes pagam com BTC, recebem valor agregado e contribuem para o ecossistema. É marketing orgânico que o mercado está construindo, dia após dia.

Além da Reserva de Valor: Ferramenta de Negócios

Diferente de estratégias puras de tesouraria como as da MicroStrategy ou Metaplanet, o caso da Steak ‘n Shake demonstra o Bitcoin como ferramenta multifuncional. Pagamentos via Lightning garantem transações rápidas e baratas, ideais para fast-food, enquanto a reserva financia bônus, motivando equipes. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 355.405,75 (variação -1,21% em 24h), reforçando seu apelo como ativo de alta liquidez no Brasil.

Essa integração prática sinaliza maturidade: o BTC transcende especulação, tornando-se parte operacional de PMEs. Para investidores brasileiros, é um lembrete de que a adoção real impulsiona o ciclo de valorização de longo prazo.

Perspectivas para Adoção em Massa

A Steak ‘n Shake planeja expandir o uso de cripto em suas operações, potencializando ainda mais os ganhos. Em um cenário de crescente aceitação global — com ETFs, Lightning e tesourarias corporativas —, casos como esse aceleram a narrativa de alta fundamentada. O mercado cripto não é mais nicho; está invadindo o varejo diário, construindo bases sólidas para o futuro.

Empresas que adotam cedo colhem recompensas: vendas, eficiência e inovação. Vale monitorar como essa tendência se espalha para outros setores no Brasil e mundo.


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Forma geométrica dourada comprimida rachando com '5K' brilhante, conectada a esfera cyan simbolizando expansão do ouro e hedge Bitcoin

Ouro em Compressão: Previsão de US$ 5.000 e Impacto no Bitcoin

O gráfico do XAU/USD apresenta compressão em timeframe H2, com volatilidade contraída e estrutura triangular em formação. Analistas da Sucden Financial, em relatório trimestral, projetam consolidação do ouro próximo a US$ 5.000 no primeiro trimestre de 2026, apesar de correção recente para US$ 4.911. Essa dinâmica reforça o apetite por ativos de hedge, influenciando o Bitcoin, que negocia a R$ 355.044 segundo o Cointrader Monitor.


Situação Técnica Atual do Ouro

Os dados mostram o XAU/USD rotacionando na zona de retração de Fibonacci 0,5-0,618 após rejeição em máxima recente. Uma tendência descendente atua como resistência, enquanto suportes ascendentes defendem mínimas mais altas. A compressão indica baixa volatilidade atual, com preço em torno de US$ 4.940-4.960, posicionando-se para expansão direcional.

Liquidez acumulada abaixo de US$ 4.900 e acima de US$ 5.050 sugere dois cenários principais: sweep de liquidez inferior para US$ 4.850-4.800 antes de alta, ou rompimento altista acima da tendência descendente rumo a US$ 5.050. O ouro em BRL está cotado a aproximadamente R$ 25.771, refletindo variação diária de -1,54%.

Essa configuração técnica histórica precede movimentos amplos, com volume como confirmador essencial para rompimento.

Previsão Fundamental da Sucden Financial

No Relatório Trimestral de Metais Q1 2026, Daria Efanova e Viktoria Kuszak destacam transição da alta fundamental para momentum especulativo. Esperam consolidação volátil ao redor de US$ 5.000 até março, com correções recalibrando posições compradas após pico acima de US$ 5.600 em janeiro.

Demandas recordes superaram 5.000 toneladas em 2025, impulsionadas por bancos centrais e inflows em ETFs. Fatores macro como incerteza política e expectativas de cortes de juros pelo Fed sustentam o suporte, apesar de narrativas de “higher-for-longer”. Prata, com alta anual de 137%, negocia a US$ 76,73, ampliando volatilidade.

Minutas do RBA reforçam cautela inflacionária, limitando upside agressivo de curto prazo no ouro.

Correlação Ouro-Bitcoin como Hedge

Historicamente, movimentos no ouro ditam apetite por hedges contra incertezas macro. Compressão no XAU/USD sinaliza potencial fluxo para ativos alternativos como Bitcoin, visto como “ouro digital”. Correlação positiva recente (~0,6 nos últimos 30 dias) sugere que expansão altista no metal pode irrigar BTC, especialmente com dólar resiliente.

Níveis a observar no BTC/BRL: suporte em R$ 350.000 e resistência em R$ 360.000, alinhados à média móvel de 50 dias. Variação 24h de -1,33% reflete pressão similar ao ouro. Investidores monitoram FOMC minutes e PCE para timing de fluxos risco-off.

Dados indicam que correções no ouro frequentemente precedem ajustes no BTC, com volume como métrica chave.

Níveis Chave e Próximos Passos

Para ouro: priorize confirmação estrutural pós-liquidity sweep. Suporte crítico em US$ 4.850; resistência em US$ 5.050. No Bitcoin, acompanhe variação semanal e inflows em ETFs para validar fluxo de hedge.

Estratégia metódica: aguarde expansão de volume em rompimentos, evitando trades dentro da compressão. Mercados ajustam expectativas em tempo real, com atualidade essencial para decisões baseadas em dados.


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Personagens cartoon de EUA e China em cabo de guerra por Bitcoin dourado gigante, simbolizando corrida armamentista global impulsionada por dívidas e acumulação de baleias

EUA vs China: Corrida Armamentista pelo Bitcoin Acelera

A dívida pública dos EUA próxima de US$ 38,7 trilhões e o endividamento chinês em 124% do PIB sinalizam o colapso iminente do sistema financeiro tradicional. Dan Morehead, da Pantera Capital, alerta para uma corrida armamentista global por Bitcoin nos próximos 2-3 anos, com blocos rivais mirando 1 milhão de BTC cada. Paralelamente, o BTC registra recuperação em V após o feriado chinês, com baleias acumulando.


Dívida Insustentável Força Busca por Alternativas

O déficit orçamentário americano atingiu US$ 1,7 trilhão, com projeções do CBO indicando US$ 1,9 trilhão em 2026 e US$ 3,1 trilhão até 2036 — níveis equivalentes a 5,8% e 6,7% do PIB, bem acima da média histórica de 3,8%. A China, por sua vez, enfrenta dívida geral em 124% do PIB, conforme o FMI, impulsionando a venda de Treasuries americanos como medida de autopreservação.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 354.798 emerge como reserva de valor soberana, protegendo nações contra a erosão inflacionária da dívida fiat. O dólar opera a R$ 5,25, destacando a desvalorização contínua do real ante ativos duros.

Esses fundamentos macroeconômicos fortalecem a tese de adoção institucional, onde o BTC transcende especulação para se tornar pilar de tesourarias nacionais.

Previsão de Corrida Soberana por BTC

Dan Morehead prevê que EUA e aliados, como os Emirados Árabes, acelerarão aquisições de Bitcoin, enquanto nações hostis avançarão em de-dolarização com reservas próprias. Essa dinâmica pode dividir o suprimento escasso em blocos geopolíticos, elevando o valor intrínseco do ativo.

O mercado responde com resiliência: apesar do Fear & Greed em "Extreme Fear", o BTC oscila entre US$ 67.300 e 70.000, mantendo integridade estrutural similar ao ouro. Ciclos históricos mostram que capitulação extrema precede valorizações expressivas.

A narrativa de longo prazo ganha tração, com fluxos institucionais e halvings reforçando a escassez programada.

Recuperação em V e Acumulação de Baleias

Após o Ano Novo Lunar chinês, o Bitcoin protagonizou uma recuperação em V profunda, caindo de US$ 70.100 para US$ 67.274 antes de subir a US$ 68.945. Ethereum seguiu padrão similar, sinalizando apetite global por risco.

Relatório da Bitfinex Alpha destaca otimismo macro: expectativa de três cortes de juros em 2026, com possível início em abril, reduzindo pressão sobre ativos sem rendimento como o BTC. Baleias — detentores de longo prazo — elevaram suprimentos para 14,3 milhões de BTC, aproveitando pullbacks.

Derivativos normalizam, com volatilidade implícita abaixo de 50, indicando fim de pânico e base sólida para próxima perna altista.

Outlook de Longo Prazo: Mercado em Construção

Polymarket precifica 71% de chance de US$ 85.000 em fevereiro e 80% para US$ 100.000 até fim de 2026. A convergência de dívida global, geopolítica e dados on-chain reforça que o Bitcoin não é apenas sobrevivendo, mas se posicionando como o hedge definitivo contra o colapso fiat.

Investidores atentos aos ciclos verão aqui não ruído, mas construção de fundamentos para adoção massiva. A volatilidade de curto prazo cede espaço à tendência inexorável de valorização soberana.


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Silhuetas de baleias cibernéticas depositando e retirando fluxos dourados BTC de fortaleza exchange, sinalizando volatilidade por movimentos de baleias OG

Net Outflow de 3.083 BTC: Baleias OG Aumentam Depósitos na Binance

Os dados mostram um net outflow de 3.083,80 BTC das exchanges centralizadas (CEXs) nas últimas 24 horas, com a Binance liderando as saídas em 3.073,95 BTC, segundo a Coinglass. Paradoxalmente, baleias antigas (OG) elevaram depósitos na Binance, com ratio de influxo subindo de 0,4 para 0,62 entre 2 e 15 de fevereiro, segundo a CryptoQuant. Esse cabo de guerra entre acumulação e pressão de venda pode intensificar a volatilidade nas próximas horas.


Net Outflow Geral nas CEXs

De acordo com os dados da Coinglass, compilados em 17 de fevereiro, as CEXs registraram uma saída líquida total de 3.083,80 BTC no período de 24 horas. A Binance concentrou a maior parte desse movimento, com retiradas de 3.073,95 BTC. Outras plataformas como Gemini (236,03 BTC) e Coinbase Pro (222,72 BTC) também contribuíram para o outflow, enquanto a Gate viu influxo de 227,01 BTC.

Esse padrão de saídas líquidas sugere que investidores estão transferindo ativos para custódia fria ou carteiras pessoais, reduzindo a exposição em plataformas de negociação. Os números exatos indicam uma tendência de longo prazo de redução de inventário em exchanges, o que historicamente correlaciona com menor pressão imediata de venda.

Influência das Baleias OG na Binance

A análise do CryptoQuant, destacada pelo analista Darkfost, revela que o ratio de depósitos de Bitcoin por baleias na Binance cresceu significativamente, de 0,4 para 0,62 em duas semanas. Parte desse influxo está ligada a baleias insider BTC OG, que depositaram cerca de 10.000 BTC na plataforma recentemente.

Esses movimentos de grandes holders não são isolados: eles coincidem com um ambiente de incerteza, onde a liquidez da Binance atrai ajustes de posição. Embora outflows gerais dominem, os depósitos concentrados podem preparar o terreno para vendas seletivas, elevando o risco de oscilações de curto prazo.

Implicações para Volatilidade e Níveis Chave

O contraste entre outflow agregado e influxos de baleias cria um cenário de cabo de guerra. Saídas líquidas totais apontam para confiança em holding de longo prazo, mas depósitos na maior exchange sugerem potencial pressão vendedora. Os dados combinados de Coinglass e CryptoQuant indicam que o mercado pode testar suportes em torno de US$ 67.000-68.000 nas próximas horas, dependendo do volume de realização.

Traders devem monitorar o ratio de whale inflows e o saldo total de BTC em exchanges. Uma continuação do outflow reduziria riscos de queda, enquanto influxos persistentes poderiam acelerar correções.

Cotação Atual do Bitcoin

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 355.007,83, com variação de -1,32% em 24h e volume de 190,68 BTC. Em dólares, o preço é de aproximadamente US$ 67.786 (variação -1,60%), com dólar a R$ 5,25.


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Bolha de vidro frágil com Bitcoin distorcido e rachadura '10K' emitindo vapores vermelhos, alertando implosão da bolha cripto e recessão

Bitcoin a US$ 10 mil? ‘Extremo Medo’ Revela Riscos da Bolha

O analista sênior da Bloomberg Intelligence, Mike McGlone, prevê uma queda do Bitcoin para US$ 10 mil à medida que a bolha cripto implode sob estresse macroeconômico. Com o BTC recuando abaixo de US$ 68 mil em meio ao retorno do sentimento de ‘extremo medo’ no Fear & Greed Index, o mercado ignora sinais de pico nas ações americanas e riscos de recessão. A história mostra que euforias como essa terminam mal, como em 2018 e 2022.


Previsão de McGlone e Sinais Macro Ignorados

O mercado está ignorando os alertas claros. Mike McGlone liga a queda do Bitcoin a um unwind de ativos de risco, comparando BTC dividido por 10 ao S&P 500. Ambos pairam abaixo de 7.000, mas se o índice recuar para 5.600, o BTC pode testar US$ 56 mil — e depois US$ 10 mil se as ações atingirem o pico. Indicadores como market cap das ações dos EUA em relação ao PIB em máximas seculares e volatilidade historicamente baixa no S&P e Nasdaq sinalizam turbulência à frente, similar à crise de 2008.

McGlone destaca o rally acelerado em ouro e prata, velocidades vistas há 50 anos, enquanto cripto colapsa 28% no mês e 39% em seis meses. O buy the dip pós-2008 pode estar acabando, com volume de futuros em US$ 44 bilhões mostrando posicionamento pesado em derivativos durante a baixa.

‘Extremo Medo’ Retorna: Touros em Negação

O Fear & Greed Index despencou para 8-11, território de extremo medo, nível visto na implosão da FTX. Apesar de uma recuperação leve para 11, o BTC consolida entre US$ 65-72 mil desde 5 de fevereiro, sem catalisador para alta. Analistas como Standard Chartered cortaram targets para US$ 100 mil ano-fim, prevendo US$ 50 mil antes de recuperação. Técnicos veem rompimento abaixo de US$ 60 mil se suportes falharem.

A história mostra que esses níveis de medo precedem capitulações. Em 2018, o BTC perdeu 84%; em 2022, 77%. Os touros focam em acumulação de holders (43% da oferta em perda), mas ignoram que especulação alavancada some primeiro em fases de baixa prolongadas.

Riscos de Recessão nos EUA e Capital Especulativo

Uma recessão americana pode aniquilar o capital especulativo em cripto. McGlone aponta que baixa liquidez global e correlação com tech stocks sob pressão de IA agravam o quadro. 43% da oferta em perda sugere venda forçada iminente. Instituições como Binance convertem reservas em BTC, mas Goldman Sachs vê holdings encolherem com preços.

Cuidado com a narrativa de maturidade do mercado: quedas de 50% são ‘modestas’, mas ciclos mostram que topos eufóricos levam a bears profundos. Acumulação de baleias (372k BTC/mês) é positiva, mas insuficiente contra unwind macro. Vale monitorar S&P: pico em 7.000 Dow/50.000 pode ser o gatilho.

O Que Isso Significa para Investidores

Em ciclos anteriores, sobreviver ao bear market sempre foi mais importante do que maximizar ganhos no bull market. Na minha leitura de mercado, o chamado “extremo medo” não representa necessariamente um fundo, mas sim um alerta para uma correção natural em direção a níveis históricos de suporte, como a região dos US$ 10 mil. Projeções mais otimistas, como as de Jason Fernandes (US$ 40–50 mil) ou Shawn Young (um rebound até US$ 100 mil), partem do pressuposto de que os fundamentos permanecem intactos. No entanto, o cenário macroeconômico tende a prevalecer: uma recessão global reduz a liquidez e pressiona ativos de risco. A prioridade, portanto, deve ser a preservação de capital — a euforia em torno de Trump e dos ETFs foi pontual. Os dados indicam que o pior ainda pode estar por vir.


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Gestor cartoon reduzindo pilha BTC e elevando estrutura ETH em meio a tempestade de mercado, simbolizando rotação estratégica de Harvard

Harvard Reduz BTC em 21% e Entra em ETH: Estratégia em Meio à Queda de US$ 1T

Os dados do Q4 2025 revelam que a Harvard Management Company reduziu sua posição em Bitcoin em 21%, vendendo 1,48 milhão de ações do iShares Bitcoin Trust (IBIT), mas inaugurou uma posição de US$ 86,8 milhões no iShares Ethereum Trust. Esse rebalanceamento ocorre enquanto o mercado cripto perde cerca de US$ 1 trilhão em valor, mas os RWAs tokenizados avançam 13,5% em 30 dias, com Ethereum liderando ganhos de US$ 1,7 bilhão. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 358.340 reflete variação de -0,37% em 24h.


Detalhes do Rebalanceamento de Harvard

A Harvard manteve o Bitcoin como sua maior posição pública, com 5,35 milhões de ações do IBIT avaliadas em US$ 265,8 milhões ao final do trimestre, superando stakes em Alphabet, Microsoft e Amazon. A nova alocação em Ethereum, com 3,87 milhões de ações, totaliza exposição combinada de US$ 352,6 milhões em criptoativos, conforme filing 13F. Esse movimento, reportado por múltiplas fontes, ocorreu em período de alta volatilidade: Bitcoin caiu de US$ 126.000 em outubro para US$ 88.429 em dezembro, enquanto Ethereum recuou cerca de 30%.

Os números indicam uma estratégia de diversificação, não desmonte total. A redução seletiva em BTC financiou a entrada no ecossistema Ethereum, alinhando-se às tendências de alocação institucional mais granulares.

Resiliência dos Ativos do Mundo Real Tokenizados

Em contraste com o mercado amplo, os RWAs on-chain cresceram 13,5% nos últimos 30 dias, segundo o RWA.xyz. Ethereum registrou influxo líquido de US$ 1,7 bilhão, seguido por Arbitrum (US$ 880 milhões) e Solana (US$ 530 milhões). Excluindo stablecoins, Treasuries tokenizados superam US$ 10 bilhões em circulação, com fluxos contínuos em crédito privado e instrumentos com rendimento.

BlackRock integrou seu fundo BUIDL ao Uniswap, sinalizando maturidade em DeFi institucional. Esses dados sugerem que emissões de ativos tokenizados e adoção de carteiras únicas expandem, mesmo sob pressão vendedora geral.

Contexto Macroeconômico e de Mercado

O mercado cripto perdeu aproximadamente US$ 1 trilhão desde outubro, intensificado por desalavancagem em outubro e fragilidade nos derivativos. Bitcoin opera em US$ 68.539 (-0,42% 24h) e Ethereum em US$ 1.988 (+1,14%), conforme cotações recentes. Harvard ajustou durante pico e correção, destacando timing baseado em valuation.

Críticas acadêmicas, como de Andrew F. Siegel, apontam risco devido à ausência de valor intrínseco no Bitcoin, com queda YTD de 22,8%. Ainda assim, endowments como Yale investem indiretamente desde 2018.

Implicações para o Mercado Institucional

Os dados mostram capital institucional tornando-se mais seletivo: redução em BTC não equivale a pessimismo, mas redistribuição para setores resilientes como RWAs e Ethereum. Níveis a monitorar incluem suporte em US$ 67.000 para BTC e resistência em US$ 70.000. Volume 24h de BTC no Brasil soma 183 BTC. Investidores devem observar fluxos ETF e on-chain para avaliar o smart money.


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Ondas neon verde e cyan convergindo para núcleo dourado Bitcoin com '+26%' luminoso, simbolizando otimismo de Rivian e Nvidia para ativos de risco

Rivian +26% e Nvidia com viés de alta: Sinais para Bitcoin

As ações da Rivian (RIVN) subiram 26,64% para US$ 17,73 após upgrades de analistas como TD Cowen e UBS, impulsionadas pelo lançamento do R2 em 2026. Paralelamente, a Nvidia (NVDA) recebe recomendações de compra de Wolfe Research, KeyBanc e UBS antes do balanço do Q4 em 25 de fevereiro. No Forex, o USD/JPY caiu 3,5% em três dias, testando suporte em 152,50. Esses dados de techs e câmbio indicam dinâmica de apetite por risco relevante para o Bitcoin.


Detalhes do Rally na Rivian

Os dados mostram que o preço das ações RIVN avançou de forma expressiva após o relatório trimestral do Q4, que superou expectativas reduzidas. TD Cowen elevou o preço-alvo de US$ 13 para US$ 17, mantendo rating Hold, enquanto UBS mudou de Sell para Neutral com target de US$ 16. Deutsche Bank também atualizou para Buy.

O catalisador principal é o veículo R2, com entregas iniciais em 2026 por menos de US$ 50 mil, mirando o segmento de massa onde Tesla domina com Model 3 e Y, responsáveis por 90% das vendas da rival. Rivian planeja R3 e R3X até 2027 no mesmo patamar de preço. A empresa aloca recursos para IA e condução autônoma, posicionando-se como segunda em desenvolvimento de software de direção autônoma atrás da Tesla.

A guidance para 2026 alinhou-se às estimativas de consenso, aliviando preocupações com demanda e canibalização interna. Capitalização de mercado atual: US$ 22 bilhões, faixa 52 semanas US$ 10,36-US$ 22,69.

Otimismo Analítico na Nvidia

Pré-resultados do Q4 FY26 em 25 de fevereiro, analistas projetam EPS de US$ 1,52 (+71% YoY) e receita de US$ 65,58 bilhões (+67%). Wolfe Research vê valuation atrativo pós-correção, com upside em chips Rubin e Rubin Ultra. KeyBanc destaca o moat do CUDA em IA e machine learning. UBS elevou target para US$ 245, prevendo receita Q4 de US$ 67,5 bilhões (+US$ 2,5 bi sobre guidance).

Alphabet anunciou capex de US$ 175-185 bilhões em 2026 para IA, beneficiando Nvidia via GPUs para Google Cloud, apesar de TPUs internos com Broadcom. NVDA negocia a 25x forward earnings com crescimento esperado de 61%, mais barata que Alphabet (28x, 18% growth) e Broadcom (34x, 28% growth). Consenso: 37 Buy, 1 Hold, 1 Sell; target médio US$ 260,38 (+42,4% upside).

Dinâmica do USD/JPY e Suporte Técnico

O par USD/JPY opera em canal descendente, respeitando limites superior e inferior. Após queda impulsiva de 3,5% em três dias, forma estrutura corretiva na metade inferior do canal. Nível 152,50 atua como suporte chave, alinhado à base do canal e histórico de reações.

O bounce recente parece corretivo, sem momentum impulsivo para reversão sustentada. Cenários: perda abaixo de swing highs recentes pode testar ou romper 152,50; suporte firme sugere consolidação. Catalisadores incluem dados econômicos dos EUA e expectativas de juros, influenciando unwind de posições ou repricing do USD.

Implicações para o Mercado de Risco e Bitcoin

Os dados de Rivian e Nvidia sinalizam apetite por risco em techs e EVs, setores correlacionados com criptoativos. Apesar da fraqueza no USD/JPY —indicando possível flight to safety ou unwind de carry trade japonês—, o otimismo em Wall Street contrabalança, favorecendo ativos voláteis.

Bitcoin cotado a R$ 358.586,61 segundo o Cointrader Monitor, com variação de -0,29% em 24h e volume de 183 BTC. Investidores monitoram correlações: techs fortes historicamente impulsionam BTC em fases de risco on. Níveis a observar incluem suporte em médias móveis de 50/200 dias para BTC/USD e continuidade do canal em USD/JPY.


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Mineradores cartoon sustentando rigs de mineração sob avalanche de blocos tokens com 6B, simbolizando pressão de hashprice baixo e unlocks

Hashprice na Mínima: Mineradores Sob Pressão com US$ 6 Bi em Unlocks

O hashprice do Bitcoin atingiu um mínimo histórico, colocando mineradores globais sob forte pressão financeira, conforme dados recentes. Paralelamente, desbloqueios de tokens no valor de US$ 6 bilhões estão programados para março de 2026, com o token WhiteBIT respondendo pela maior parte. Esses eventos combinados indicam uma potencial elevação na pressão de oferta no mercado cripto, em meio a um Bitcoin negociado próximo de US$ 68 mil.


Hashprice em Queda Livre

Os dados mostram que o hashprice, métrica chave para a rentabilidade do mining de Bitcoin, despencou para níveis nunca vistos anteriormente. Essa queda ocorre em conjunto com a correção recente do preço do BTC abaixo dos US$ 70 mil, reduzindo as receitas dos mineradores enquanto os custos fixos, como energia e manutenção de equipamentos, permanecem elevados.

Para os operadores, isso significa margens comprimidas, levando a decisões como desligamento de rigs menos eficientes e consolidação do setor. O hashprice serve como indicador direto da receita por unidade de hashrate, calculado pela divisão das recompensas de bloco e taxas pela hashrate de rede. Com o valor atual em patamares históricos baixos, muitos mineradores enfrentam prejuízos operacionais.

No curto prazo, essa dinâmica pode resultar em maior oferta de Bitcoin no mercado, à medida que empresas buscam liquidez para cobrir despesas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 358.943, com variação de -0,17% nas últimas 24 horas.

Desbloqueios Massivos em Março

De acordo com análises de plataformas como CryptoRank e DeFiLlama, março de 2026 registrará o maior volume de unlocks do ano, totalizando cerca de US$ 6 bilhões em tokens. O destaque é o WhiteBIT, responsável por aproximadamente US$ 4,18 bilhões, ou seja, a maioria absoluta dessa liberação de suprimento.

Outros projetos como Sui e Arbitrum contribuem com volumes menores, mas a concentração em um único token amplifica o risco de impacto localizado. Em comparação, os desbloqueios de fevereiro somaram cerca de US$ 2 bilhões, com TON e Jupiter liderando. Essa discrepância reforça a magnitude do evento de março.

Os unlocks liberam tokens previamente travados para equipe, investidores iniciais ou ecossistema, potencialmente aumentando a oferta circulante. Embora nem todo suprimento desbloqueado seja vendido imediatamente, históricos mostram correlações com volatilidade em períodos de apetite moderado por risco.

Pressão de Oferta e Dinâmica de Mercado

A combinação de hashprice deprimido e unlocks elevados configura um cenário de pressão descendente sobre os preços, impulsionado por fluxo de oferta. Mineradores, historicamente grandes detentores de BTC, podem acelerar vendas para manter operações, enquanto novos tokens buscam absorção no mercado secundário.

No contexto macro, com o dólar a aproximadamente R$ 5,24, investidores brasileiros monitoram esses fluxos. Os dados sugerem cautela em relação a liquidez de saída, especialmente se a demanda institucional não acompanhar. Plataformas como a Binance oferecem ferramentas para rastrear esses movimentos em tempo real.

É essencial observar métricas on-chain, como fluxos de exchanges e reservas de mineradores, para calibrar exposições.

Níveis e Métricas a Monitorar

Para traders, níveis técnicos próximos incluem suportes em torno de US$ 65-68 mil para BTC, testados recentemente. No lado dos unlocks, a absorção dependerá do desempenho do WhiteBIT e protocolos associados. Indicadores como volume de trading e delta de opções podem sinalizar se a oferta será digerida sem rupturas significativas.

A rede Bitcoin ajusta dificuldade a cada 2.016 blocos, o que pode mitigar parte da pressão sobre mineradores no médio prazo. No entanto, os dados atuais apontam para um período de consolidação, com foco em resiliência da demanda.


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