Silhueta surreal de baleia digital absorvendo fluxo dourado de 110K BTC em oceano cibernetico, simbolizando acumulação massiva por grandes detentores

Baleias Acumulam 110 Mil BTC: Maior Compra Desde FTX

Grandes detentores de Bitcoin, conhecidos como cohort Fish-to-Shark (carteiras de 10 a 1.000 BTC), acumularam cerca de 110 mil BTC nos últimos 30 dias, o maior volume desde o colapso da FTX em 2022. Dados da Glassnode revelam uma ‘limpeza de estoque’ das exchanges, com esses investidores transferindo ativos para carteiras de mãos fortes em meio à consolidação de preços.


Detalhes da Acumulação Fish-to-Shark

O cohort Fish-to-Shark, que inclui indivíduos de alto patrimônio, mesas de negociação e entidades institucionais menores, elevou sua posse total para quase 6,6 milhões de BTC. Esse aumento de aproximadamente 200 mil BTC em dois meses demonstra apetite voraz por Bitcoin mesmo com o ativo preso em um range estreito, entre US$ 80.000 e US$ 95.000.

Segundo os dados da Glassnode, essa é a maior taxa de acumulação mensal desde novembro de 2022, quando o preço despencou para US$ 15.000 após a falência da FTX. A estratégia sugere visão de longo prazo, com essas carteiras raramente vendendo em momentos de baixa.

Movimentos dos Pequenos Detentores

Não são apenas as baleias: os Shrimps, investidores de varejo com menos de 1 BTC, acumularam mais de 13 mil BTC nas últimas semanas, o maior ganho desde novembro de 2023. Seus saldos coletivos agora somam cerca de 1,4 milhão de BTC, indicando demanda ampla pelo ativo.

Esse comportamento reativo dos pequenos holders, sensível à volatilidade, reforça a ideia de que o mercado identifica valor profundo no Bitcoin atual. Segundo o CoinDesk, tanto grandes quanto pequenos investidores estão adicionando exposição, possivelmente sinalizando o fim de uma fase corretiva.

Contexto de Mercado e Cotação Atual

O Bitcoin negocia em torno de US$ 95.400 globalmente, 25% abaixo do ATH de outubro, mas 15% acima da mínima de novembro em US$ 80.000. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 514.232, com variação de +0,4% nas últimas 24 horas e volume de 83,71 BTC.

A comparação com o pós-FTX é relevante: naquela época, a acumulação similar precedeu uma recuperação prolongada. Hoje, com ETFs e adoção corporativa mais maduros, esse fluxo pode indicar ignição para um novo rali.

Implicações para Investidores

Essa acumulação representa um teste de confiança no Bitcoin como reserva de valor. As mãos fortes limpando o estoque das exchanges reduzem a oferta disponível, o que historicamente pressiona preços para cima em ciclos de alta. Investidores de varejo podem monitorar o suprimento em exchanges e o mNAV para confirmar tendências.

Os dados sugerem que, apesar da consolidação atual, o apetite por BTC permanece robusto. Vale acompanhar os próximos relatórios da Glassnode para validar se essa tendência persiste.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Baleia colossal surreal emergindo de abismo digital com olhos dourados acesos e marca '12Y', simbolizando baleia Bitcoin da era Satoshi despertando após 12 anos

Baleia da Era Satoshi Desperta: Lucro de 31.250% Após 12 Anos

O gigante acordou: uma baleia Bitcoin da era Satoshi despertou após 12 anos de inatividade e vendeu 500 BTC por US$ 47,77 milhões, somando saques totais de US$ 265 milhões. Essa carteira, conhecida como ‘5K BTC OG’, comprou em 2012 por apenas US$ 1,66 milhão, garantindo um lucro impressionante de 31.250%. O movimento destaca o poder do hodl de longo prazo, mas também alerta para pressões vendedoras de moedas antigas perto dos US$ 100 mil.


O Que é a ‘Era Satoshi’?

Para iniciantes, a ‘era Satoshi’ refere-se aos anos iniciais do Bitcoin, logo após a publicação do whitepaper por Satoshi Nakamoto em 2008 e o lançamento da rede em 2009. Entre 2010 e 2013, aproximadamente, carteiras dessa época acumularam BTC a preços irrisórios, como centavos ou poucos dólares. São chamadas de ‘mão morta’ porque seus donos sumiram ou seguraram por anos, criando uma reserva de liquidez ‘congelada’.

Essas baleias representam cerca de 1,5 milhão de BTC inativos há mais de 10 anos. Quando acordam, como essa aqui, podem influenciar o preço, pois injetam oferta no mercado. É uma lição fascinante: paciência pode multiplicar investimentos por centenas de vezes, mas o timing da venda é crucial.

História da Carteira ‘5K BTC OG’

A carteira em questão recebeu 5.000 BTC em 2012, quando o preço era de apenas US$ 332 por unidade — totalizando US$ 1,66 milhão. Identificada pela plataforma Arkham, ficou dormente até dezembro de 2024. Segundo dados do Lookonchain, o primeiro movimento foi em 4 de dezembro de 2024, iniciando uma série de saques organizados.

Os envios foram para a Binance, em lotes de 250 a 500 BTC, totalizando 2.500 BTC vendidos a um preço médio de US$ 106.164. Essa estratégia sugere cálculo: evitar grandes impactos de preço ao vender em volumes moderados, misturando-se à liquidez normal.

Detalhes das Vendas e Lucro Realizado

A venda mais recente, há poucas horas, enviou 500 BTC para a exchange, avaliados em US$ 47,77 milhões. Com isso, o lucro acumulado ultrapassa US$ 500 milhões — um retorno de 31.250% sobre o investimento inicial. Para contextualizar, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 514.097 no Brasil, com alta de 0,42% nas últimas 24 horas.

Imagine: R$ 8,5 milhões investidos em 2012 virariam mais de R$ 2,6 bilhões hoje. É o sonho do hodl, mas exige estômago para volatilidade extrema.

Implicações para o Mercado e Lições

Ainda restam 2.500 BTC nessa carteira, valendo US$ 237,5 milhões. Próximas vendas podem pressionar o preço do Bitcoin, que oscila logo abaixo de US$ 100.000, em uma zona de resistência congestionada. Traders ficam nervosos: moedas da era Satoshi são ‘puro ouro’, mas sua circulação aumenta a oferta.

Lições para investidores brasileiros:

  1. Paciência paga: Hodl de longo prazo pode gerar retornos absurdos.
  2. Riscos reais: Baleias antigas criam volatilidade; monitore on-chain.
  3. Diversifique: Não aposte tudo em um ativo, mesmo o rei BTC.

Vale acompanhar plataformas como Arkham para sinais de ‘despertar’ de outras baleias.


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Investidor visionário cartoon apontando para Bitcoin gigante com 180K e stablecoins explodindo, simbolizando tese otimista de Dan Tapiero para 2026

Bitcoin a US$ 180 Mil em 2026? Tese de Dan Tapiero

Bitcoin a US$ 180 mil em 2026? Essa é a tese otimista do investidor veterano Dan Tapiero, fundador da 50T Funds, conforme reportagem do CoinDesk. Ele também prevê um crescimento explosivo para stablecoins, com volumes já em US$ 33 trilhões em 2025. Mas lembre-se: previsões são teses baseadas em análises, não garantias. Entenda os motivos por trás dessa visão para 2026.


Quem é Dan Tapiero e Sua Visão Geral

Dan Tapiero é um investidor experiente em cripto, à frente da 50T Funds, uma firma de growth equity focada no ecossistema blockchain. Em entrevista recente, ele compartilhou sua perspectiva para 2026, destacando oportunidades em infraestrutura cripto. Para iniciantes, pense na 50T Funds como um fundo que aposta no crescimento de tecnologias emergentes, similar a venture capital, mas com ênfase em criptoativos maduros.

Segundo Tapiero, o mercado atual está em correção, mas o fundo do ciclo já foi formado. Ele vê 2026 como ano de consolidação, impulsionado por adoção real, não só especulação. Essa visão é ancorada em dados concretos, como o volume de transações em stablecoins, que saltou de US$ 19,7 trilhões em 2024 para US$ 33 trilhões em 2025.

O Que São Stablecoins e Por Que o Boom?

Stablecoins são criptomoedas projetadas para manter valor estável, geralmente atreladas a moedas fiduciárias como o dólar americano. Exemplos comuns incluem USDT (Tether) e USDC (Circle). Diferente do Bitcoin, que oscila muito, elas funcionam como “dinheiro digital” estável, ideais para transações rápidas, baratas e globais sem intermediários bancários tradicionais.

Tapiero explica que empresas tradicionais estão integrando essas “trilhos de pagamento blockchain”. Imagine transferir milhões em segundos por frações de centavo, 24/7. Esse é o apelo: eficiência para pagamentos internacionais, remessas e tesouraria corporativa. O crescimento reflete maturidade — as pessoas priorizam “dinheiro que funciona”, disse ele. Para brasileiros, isso significa alternativas ao PIX ou TED com exposição zero a volatilidade cambial.

Em 2026, Tapiero aposta em expansão ainda maior, com tokenização de ativos reais (como imóveis ou ações) rodando nesses trilhos.

Por Que Bitcoin Pode Chegar a US$ 180 Mil?

A previsão de US$ 180 mil para o Bitcoin vem de tailwinds macroeconômicos. Com juros caindo globalmente e governos gastando fortunas em infraestrutura de IA, há risco de debasement monetário — desvalorização de moedas fiat por impressão excessiva. “Isso é muito otimista para Bitcoin”, afirma Tapiero, vendo o BTC como hedge contra inflação e instabilidade.

Hoje, o Bitcoin negocia próximo a US$ 95 mil. Segundo o Cointrader Monitor, está em torno de R$ 510 mil (valores aproximados às 19h de 18/01/2026). BTC é visto como reserva de valor para novatos, complementado com ETH e SOL para diversificação.

Dicas Práticas e Cautelas para Iniciantes

Se você tem US$ 10 mil para investir em cripto, Tapiero sugere dividir entre Bitcoin, Ethereum e Solana — ativos com utilidade comprovada. Evite modismos; foque em fundamentos como adoção institucional.

Ele é cético com empresas de tesouraria cripto (que holdam BTC como reserva), por falta de “moat” competitivo. Outras apostas: convergência blockchain-IA e mercados de previsão on-chain. Lembre: cripto ainda é early stage. Teses como essa ajudam a navegar, mas volatilidade persiste. Monitore juros, gastos fiscais e volumes de stablecoins.


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Executivos cartoon estilizados blindando núcleo Bitcoin com pilhas MSTR e inflows de ETFs, simbolizando proteção institucional recorde

Institucionais Blindam Bitcoin: Inflows de US$ 2 bi e Acúmulo da MSTR

📊 BOLETIM CRIPTO | 18/01/2026 | MANHÃ

O capital institucional reafirma seu domínio no mercado cripto, estabelecendo uma base sólida de sustentação mesmo diante de ruídos regulatórios e incidentes de segurança. A entrada recorde de US$ 2 bilhões em ETFs spot e a agressiva acumulação da MicroStrategy, que desembolsou US$ 1,2 bilhão em uma única semana, sugerem uma confiança inabalável dos grandes players. Embora um hack de US$ 282 milhões tenha gerado um FUD momentâneo e impulsionado moedas de privacidade, a resiliência institucional atua como a principal âncora do setor. O viés bullish moderado prevalece, alimentado pela percepção do Bitcoin como um hedge estratégico em meio às tensões crescentes entre a administração Trump e o Federal Reserve. Este boletim detalha como o apetite das baleias está filtrando as incertezas macroeconômicas e moldando o próximo movimento de preços.


🔥 Destaque: Institucionais injetam US$ 2 bilhões em ETFs

A semana encerra com um sinal inequívoco de maturidade: os ETFs spot de Bitcoin, Ethereum e XRP registraram entradas massivas, totalizando US$ 1,95 bilhão. O Bitcoin liderou a demanda com US$ 1,42 bilhão, confirmando sua posição como ativo de reserva preferencial em Wall Street. Contudo, o destaque inesperado foi o XRP, que capturou US$ 57 milhões em fluxos, sinalizando que o apetite institucional está se diversificando rapidamente para além das duas maiores criptomoedas.

Este movimento ocorre em paralelo à maior compra da MicroStrategy nos últimos cinco meses. A empresa liderada por Michael Saylor adquiriu 13.600 BTC, elevando seu tesouro para impressionantes 687.400 unidades. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 512.751,00, refletindo a estabilidade em patamares elevados.

A implicação para o investidor é clara: a liquidez institucional está criando um suporte técnico robusto. Enquanto o varejo muitas vezes reage a notícias de curto prazo, o smart money aproveita períodos de volatilidade para consolidar posições de longo prazo. O foco agora se volta para a barreira psicológica dos US$ 100 mil, que parece cada vez mais ao alcance dada a velocidade dessa acumulação.

O que monitorar a partir daqui são os fluxos diários desses fundos. Qualquer sinal de desaceleração nos inflows poderia indicar uma exaustão temporária, mas, por ora, a trajetória aponta para a continuidade do momentum positivo, especialmente se as incertezas fiscais nos EUA continuarem a favorecer ativos escassos.


📈 Panorama do Mercado

O cenário atual é definido por uma dicotomia geográfica e regulatória. Enquanto o mercado global apresenta um viés otimista, o cenário interno nos Estados Unidos mostra sinais de cautela institucional. O premium negativo na Coinbase por três dias consecutivos sugere que instituições americanas podem estar realizando lucros ou hesitando diante das tensões entre o Tesouro e o Federal Reserve.

A investigação criminal contra Jerome Powell e a pressão por um overhaul no Fed introduzem um elemento de instabilidade macro que, paradoxalmente, beneficia a narrativa do Bitcoin como ouro digital. Paralelamente, o setor de privacy coins ressurgiu com força. O Monero (XMR) disparou 70% após fundos de um grande hack serem convertidos, evidenciando que, apesar do cerco regulatório, a demanda por anonimato permanece como um nicho resiliente e volátil.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Instabilidade Federal: A investigação do DOJ contra Jerome Powell ameaça a independência da política monetária, podendo gerar volatilidade errática em ativos de risco.
  • Vulnerabilidade em Wallets: O hack de US$ 282 milhões via engenharia social prova que falhas humanas ainda são o elo mais fraco, mesmo em soluções de hardware.
  • Pressão de Venda nos EUA: O premium negativo na Coinbase indica que grandes players americanos estão menos agressivos que seus pares globais no curto prazo.
  • Escrutínio de Privacidade: O rally súbito de Monero e Dash atrai atenção regulatória indesejada, elevando o risco de delistagens em exchanges centralizadas.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Hedge Anti-Fiat: A erosão da confiança no dólar e no Fed posiciona o Bitcoin como o principal beneficiário de uma possível crise de governança institucional.
  • Arbitragem Regional: O deságio na Coinbase oferece janelas de arbitragem para investidores que operam entre mercados americanos e globais.
  • Aproveitamento da Altseason: A entrada de capital em ETFs de XRP sugere que o mercado está pronto para uma rotação de capital rumo a altcoins de alta capitalização.

📰 Principais Notícias do Período

1. ETFs somam US$ 2bi e sinalizam força institucional
Investidores institucionais injetaram US$ 1,95 bilhão em ETFs spot na última semana. O apetite por XRP surpreendeu o mercado, acumulando US$ 57 milhões e indicando uma diversificação de portfólio para além de BTC e ETH.

2. MicroStrategy realiza compra bilionária de Bitcoin
A empresa de Michael Saylor adquiriu US$ 1,2 bilhão em BTC, sua maior compra em cinco meses. No mesmo período, um hack de US$ 282 milhões explorou social engineering em carteiras de hardware, convertendo o roubo em Monero.

3. Coinbase busca acordo com bancos para destravar regulamentação
Sob pressão da Casa Branca, a Coinbase está negociando um compromisso com bancos comunitários. O objetivo é remover entraves no Senado para o projeto de lei de estrutura de mercado cripto nos EUA.

4. Investigação contra Powell amplia incerteza no Fed
O DOJ iniciou uma investigação criminal contra Jerome Powell por suposto falso testemunho. O Secretário do Tesouro, Scott Bessent, aproveitou o caso para clamar por uma reforma estrutural e maior accountability na instituição.

5. Binance Alpha anuncia listagem de Acurast (ACU)
A plataforma Binance Alpha listará o token ACU no dia 20 de janeiro. O evento incluirá um airdrop exclusivo para usuários qualificados através do sistema de pontos Alpha, gerando forte expectativa e volume pré-listagem.


🔍 O Que Monitorar

  • Inflows dos ETFs: A continuidade das entradas acima de US$ 200 milhões diários é vital para sustentar a tese de alta.
  • Premium da Coinbase: Uma volta ao território positivo indicaria o fim da realização de lucros institucional nos Estados Unidos.
  • Nomeação do Sucessor do Fed: Donald Trump deve anunciar o novo chair em breve; um perfil dovish seria explosivo para o Bitcoin.
  • Segurança de Auto-custódia: Novas atualizações de firmware e alertas de segurança após o hack milionário de 10 de janeiro.

🔮 Perspectiva

O mercado mantém um viés bullish moderado para as próximas 48 horas. A força compradora proveniente dos ETFs e as compras corporativas da MicroStrategy atuam como um “piso” de preço, protegendo o Bitcoin contra quedas profundas motivadas pelo FUD político. Se o anúncio do sucessor de Powell for interpretado como favorável a juros baixos, poderemos ver um teste agressivo da máxima histórica. Contudo, investidores devem ter cautela com a volatilidade nas moedas de privacidade e com o impacto de novas notícias sobre o impasse regulatório nos EUA. A escaneabilidade dos dados sugere que, embora os riscos de segurança e macro sejam reais, o fluxo de capital institucional é, atualmente, o driver dominante que deve prevalecer sobre o sentimento negativo pontual.


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Fortaleza Bitcoin cartoon inabalável enquanto líderes EUA-UE cartoon arremessam tarifas, simbolizando resiliência em guerra comercial

Guerra Comercial EUA-UE: Por Que Bitcoin Ignora Tarifas de Trump?

Enquanto o mundo teme uma escalada na guerra comercial entre EUA e UE, o Bitcoin demonstra sua verdadeira face como ativo de proteção. O presidente Trump anunciou tarifas de 10% contra países europeus como Dinamarca, Suécia e Alemanha sobre a disputa pela Groenlândia, com ameaça de elevação para 25% em junho. A UE convocou reunião de emergência, democratas nos EUA planejam bloquear a medida, mas o BTC permanece estável acima de US$ 95.000, ignorando o pânico nos mercados tradicionais. Isso reforça a narrativa de descorrelação do criptoativo.


Tarifas de Trump: Disputa pela Groenlândia Intensifica Tensões

A anúncio das novas tarifas veio após nações da UE enviarem tropas à Groenlândia, considerada uma zona quente recente. Trump impôs taxas iniciais de 10% sobre bens de Dinamarca, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia, efetivas a partir de 1º de fevereiro. Sem acordo para aquisição completa da ilha até 1º de junho, as alíquotas sobem para 25%. Analistas do Kobeissi Letter classificam isso como o quarto passo no “playbook de tarifas” de Trump, prevendo abertura negativa nos mercados na noite de domingo e segunda-feira.

O contexto geopolítico é complexo: a Groenlândia, rica em recursos estratégicos, representa interesses americanos em expansão territorial, ecoando propostas passadas de Trump. A UE, vendo ameaça à soberania, planeja pausar aprovações de acordos comerciais com os EUA, elevando o risco de retaliações recíprocas.

Resposta Rápida da UE e Oposição Democrata nos EUA

A União Europeia reagiu com agilidade, agendando uma reunião de emergência para este domingo, visando coordenar contra-medidas. Relatos indicam intenção de suspender negociações comerciais bilaterais, o que poderia agravar a trade war. Do lado americano, democratas avançam com legislação para bloquear as tarifas propostas, destacando divisões internas no Congresso.

Essa dinâmica reflete um cenário macroeconômico volátil, onde políticas protecionistas de Trump colidem com a integração europeia. Investidores tradicionais temem impactos em cadeias de suprimentos globais, com previsões de quedas em bolsas asiáticas e europeias na abertura dos mercados.

Resiliência do Bitcoin: Descorrelação em Ação

Diferente de episódios passados, como a guerra tarifária EUA-China em abril de 2025 que derrubou o BTC de US$ 110.000 para US$ 75.000, o Bitcoin agora exibe maturidade. Apesar de ser o único ativo financeiro negociável 24/7 durante o fim de semana turbulento, o preço se mantém estável em torno de US$ 95.000. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 512.511,03 às 10:56 de hoje, com variação de -0,23% em 24h e volume de 92,78 BTC.

Essa estabilidade reforça o Bitcoin como porto seguro alternativo, descorrelacionado de moedas fiduciárias e ações expostas a choques geopolíticos. Sua oferta fixa e descentralização o blindam contra manipulações estatais, atraindo capital em busca de hedge contra inflação e guerras comerciais.

Implicações e Próximos Passos para Investidores

Com a reunião da UE e abertura dos futuros, volatilidade é esperada. No entanto, a resiliência atual do BTC sugere que investidores institucionais veem o ativo como refúgio. Diferente de 2025, o mercado cripto amadureceu, com ETFs e adoção corporativa ampliando liquidez. Monitore indicadores como o Fear & Greed Index, que sinaliza greed pela primeira vez em meses.

Para brasileiros, o impacto indireto via real e commodities é relevante. Diversificação é uma estratégia recomendada, observando como o BTC se sai em meio a esse teste geopolítico prolongado pela complexidade da Groenlândia.


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Personagem cartoon de Cathie Wood apontando para balança onde Bitcoin supera ouro pesado, simbolizando superior diversificação em portfólio

Cathie Wood: Bitcoin é Superior ao Ouro na Diversificação

A CEO da Ark Invest, Cathie Wood, posicionou o Bitcoin como a melhor fonte de diversificação para investidores institucionais em busca de retornos mais altos por unidade de risco. Em sua visão para 2026, ela destaca a baixa correlação do BTC com ações, títulos e ouro. Esqueça o ouro? Cathie explica por que o Bitcoin é essencial no portfólio hoje, com dados mostrando correlação de apenas 0.28 com o S&P 500.


Dados da Ark: Baixa Correlação do Bitcoin

Segundo os dados analisados pela Ark Invest, desde 2020 o Bitcoin exibe correlações de preço mais fracas com os principais ativos tradicionais do que estes entre si. Por exemplo, a correlação do BTC com o S&P 500 é de 0.28, enquanto o índice de ações apresenta 0.79 com fundos de investimento imobiliário (REITs). Essa desconexão torna o Bitcoin atraente para gestores de portfólios ajustados ao risco.

Cathie Wood enfatiza que essa característica permite aos alocadores de ativos elevar retornos sem aumentar proporcionalmente a volatilidade. “O Bitcoin deve ser uma boa fonte de diversificação para quem busca higher returns per unit of risk”, escreveu ela em sua nota de outlook para 2026. Para instituições gerenciando grandes volumes, isso posiciona o BTC além de um ativo especulativo, como uma reserva estratégica de valor.

A gestora mantém sua projeção bullish, prevendo o Bitcoin alcançando US$ 1,5 milhão até 2030, reforçando a visão de longo prazo.

Contraste com o Ouro e Endossos Institucionais

Enquanto alguns analistas, como o estrategista da Jefferies, Christopher Wood, optam por ouro devido a preocupações com computação quântica, a tese de Cathie prevalece entre grandes players. Morgan Stanley recomenda alocações oportunistas de até 4% em cripto, e o Bank of America autoriza consultores a sugerir o mesmo para clientes de alta renda.

No Brasil, a Itaú Asset Management, maior gestora do país, sugere até 3% em Bitcoin como hedge contra choques cambiais e de mercado. A CF Benchmarks também vê o BTC como “staple” em portfólios, projetando eficiência via melhores retornos e diversificação. Esses endossos constroem confiança institucional, validando a baixa correlação destacada pela Ark.

O ouro, tradicionalmente visto como diversificador, perde terreno ante o BTC em cenários de alta inflação e instabilidade fiat, graças à escassez programada de 21 milhões de unidades.

Cotação Atual e Implicações para Brasileiros

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 511.396 (média das exchanges brasileiras), com variação de -0,4% nas últimas 24 horas e volume de 93,66 BTC. Em dólares, ronda US$ 95.000, alinhado ao momento otimista.

Para investidores brasileiros, essa tese reforça a estratégia de longo prazo: alocações modestas em BTC protegem contra desvalorização do real e volatilidade global. Com adoção crescente por corporações e fundos, o ativo ganha maturidade, reduzindo riscos percebidos.

Próximos Passos para seu Portfólio

A recomendação é clara: monitore a evolução das correlações e adote alocações graduais, como sugerem as instituições. O Bitcoin não substitui ativos tradicionais, mas complementa com seu perfil único. Em um mundo de políticas monetárias expansionistas, sua resiliência como “ouro digital” é um diferencial competitivo. Invista com visão de 5-10 anos para capturar o upside projetado pela Ark.


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Silhuetas de baleias cyberpunk carregando orbes BTC dourado para portal vermelho de exchange, ilustrando influxos de whales e premium negativo na Coinbase

Bitcoin Premium Negativo na Coinbase e Influxos de Whales

Alerta vermelho no mercado de Bitcoin: o premium da Coinbase entrou em território negativo pelo terceiro dia consecutivo, registrando -0,0397% em relação ao preço global. Paralelamente, grandes influxos para exchanges foram observados, impulsionados por detentores de médio a grande porte, conhecidos como whales. Esses indicadores técnicos sugerem cautela, com potencial para maior volatilidade ou correção de curto prazo, mesmo com o preço em torno de US$ 95.000.


Premium Negativo Persistente na Coinbase

O Índice de Premium do Bitcoin na Coinbase, que compara o preço do ativo na exchange americana com a média global, acumula três dias consecutivos em negativo, atualmente em -0,0397%. Nos últimos 30 dias, 28 foram marcados por essa tendência descendente, conforme dados do Coinglass. Esse indicador reflete dinâmicas específicas do mercado dos EUA, onde a Coinbase é o principal hub para investidores institucionais e de varejo regulado.

Um premium negativo sinaliza que o preço na plataforma está abaixo da média mundial, o que historicamente aponta para pressão de venda maior nos EUA. Pode indicar redução no apetite por risco de instituições, saída de capital ou menor liquidez em dólares. Em contextos passados, como novembro de 2025 com 29 dias negativos seguidos, precederam reversões temporárias antes de recuperações. Os dados sugerem um mercado americano mais cauteloso em meio à tentativa global de alta.

Influxos Recordes para Exchanges por Whales

Enquanto o preço do Bitcoin tenta superar resistências em US$ 97.000, os influxos totais para exchanges registraram picos significativos nas últimas sessões, um dos maiores de janeiro. A métrica Exchange Inflow (Total) do CryptoQuant destaca transferências elevadas de BTC para plataformas centralizadas, frequentemente precursoras de distribuição.

Análise das Spent Output Value Bands revela que faixas de 10-100 BTC e 100-1.000 BTC dominaram esses movimentos, associadas a whales, investidores de longo prazo (LTHs) ou até ETFs rebalanceando posições. Esses players estratégicos não atuam aleatoriamente; tais influxos pós-alta sugerem preparação para vendas, elevando o risco de pressão vendedora. Historicamente, isso antecede períodos de volatilidade aumentada, não necessariamente reversões imediatas, mas fragilidade no equilíbrio oferta-demanda.

Implicações e Contexto de Mercado

A convergência desses sinais — premium negativo na Coinbase e influxos de whales — reforça uma visão cautelosa para o curto prazo. Com o BTC em inércia após falhar em romper US$ 97.000, a predominância de oferta sobre demanda pode levar a correções. No entanto, inflows isolados não garantem quedas; servem como alerta para monitorar volume e estrutura de posições.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 511.276,84 às 10:32 de hoje, com variação de -0,53% em 24h e volume de 93,1 BTC. Investidores locais devem observar esses fluxos globais, pois influenciam a liquidez doméstica.

O Que Monitorar a Seguir

Indicadores-chave incluem persistência do premium negativo, continuidade dos inflows e reação do preço a suportes como US$ 95.000. Se os fluxos diminuírem e o premium se recuperar, pode sinalizar estabilização. Caso contrário, uma correção para níveis inferiores é plausível. Dados on-chain combinados com análise técnica oferecem base objetiva para decisões informadas, priorizando gerenciamento de risco em cenários voláteis.


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Legisladores cartoon inserindo Bitcoin em cofre público com '10%' gravado, protegendo contra inflação em West Virginia

West Virginia Propõe 10% do Orçamento em Bitcoin Contra Inflação

O estado americano da West Virginia deu um passo ousado rumo à adoção institucional do Bitcoin, com o projeto de lei SB143, conhecido como Inflation Protection Act de 2026. Apresentado pelo senador Chris Rose nesta semana, o texto autoriza o Board of Treasury Investment a alocar até 10% dos fundos públicos em ativos como ouro, prata, platina e Bitcoin — o único criptoativo que atende ao critério de capitalização média acima de US$ 750 bilhões no último ano. Essa iniciativa sinaliza uma ‘corrida estadual pelo Bitcoin’ para proteção contra inflação e depreciação monetária.


Detalhes do Inflation Protection Act

O SB143 permite investimentos em qualified custodians, ETFs ou estruturas seguras, sem mencionar explicitamente o Bitcoin em todo o estatuto, mas o propósito inclui explicitamente ouro, prata e BTC como hedges contra inflação. Stablecoins reguladas por autoridades federais ou estaduais também são permitidas, ampliando as opções de tesouraria. A proposta, acessível no site da legislatura de West Virginia, reflete a crescente literacia em Bitcoin no estado, impulsionada por comunidades locais e legisladores visionários.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 511.295,67 às 10h24 deste domingo (18/01), com variação de -0,43% em 24h, reforçando seu apelo como reserva de valor em meio à volatilidade global.

Corrida Estadual pelo Bitcoin nos EUA

West Virginia não está sozinha nessa tendência geopolítica. Recentemente, o Tennessee anunciou planos semelhantes para uma reserva estratégica de Bitcoin com até 10% dos fundos estaduais, criando um precedente para outros governos locais. Essa movimentação ocorre em um contexto de crescente adoção institucional, com fundos de pensão e endowments prevendo preços do BTC em torno de US$ 150.000 para 2026, segundo analistas citados na matéria. Modelos de longo prazo, como o da VanEck, projetam até US$ 2,9 milhões até 2050, alinhados ao histórico de crescimento anualizado de 15%.

Mercados de previsão como Polymarket são mais conservadores, com faixa entre US$ 110.000 e US$ 130.000, mas o fluxo contínuo de ETFs e clareza regulatória — como o Blockchain Regulatory Certainty Act — pode impulsionar otimismo.

Implicações Geopolíticas e para Investidores

Em um cenário global de desdolarização e tensões monetárias, estados americanos adotando Bitcoin desafiam o status quo federal, abrindo portas para jurisdições subnacionais em ativos digitais. Para brasileiros atentos à inflação crônica, esse movimento inspira: imagine fundos soberanos locais protegendo reservas com BTC. No entanto, riscos como volatilidade persistem, demandando custódia regulada.

A iniciativa de West Virginia estabelece um benchmark regional, potencializando literacia financeira e resiliência econômica. Investidores devem monitorar o progresso do SB143 e similares, pois sinalizam maturidade institucional do Bitcoin como ativo estratégico.

Próximos Passos na Adoção Estatal

O sucesso do SB143 depende de aprovação legislativa e implementação segura. Se aprovado, West Virginia pode liderar uma onda de adoção estadual, influenciando políticas em outros estados e até internacionalmente. Para o público cripto, é hora de acompanhar esses desenvolvimentos, que validam o BTC como ‘ouro digital’ em tesourarias públicas.


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Executivos cartoon despejando baú com 1.42B gravado em portal ETF Bitcoin, simbolizando inflows recordes institucionais

ETFs de Bitcoin Atraem US$ 1,42 Bi em Semana Recorde

As instituições voltaram com tudo: os ETFs spot de Bitcoin atraíram US$ 1,42 bilhão em uma semana, o maior volume de entradas desde o início de outubro. Esse recorde de três meses reflete o retorno da demanda institucional real, com picos de US$ 844 milhões na quarta-feira e US$ 754 milhões na terça. Movimentações como as da BlackRock reforçam que o smart money está acumulando pesado, gerando confiança para o mercado.


Recordes de Inflows Semanais

Os ETFs de Bitcoin spot registraram a semana mais forte em meses, com inflows líquidos de US$ 1,42 bilhão, conforme dados da SoSoValue. O destaque foi o meio da semana: quarta-feira viu o maior influxo diário único de US$ 844 milhões, seguido por US$ 754 milhões na terça. Apesar de uma saída de US$ 395 milhões na sexta, o total semanal superou expectativas e marca o melhor desempenho desde os US$ 2,7 bilhões de outubro.

Os ETFs de Ether também performaram bem, com cerca de US$ 479 milhões em entradas, impulsionados por US$ 290 milhões na terça e US$ 215 milhões na quarta. Esse movimento indica que alocadores de longo prazo, via canais regulados, estão reentrando após um período de cautela, conforme análise de Vincent Liu, CIO da Kronos Research.

BlackRock: Custódia a Frio, Não Vendas

Transferências recentes da BlackRock envolvendo 300 BTC do Coinbase geraram especulações, mas representam operações rotineiras de custódia. Relacionadas a US$ 648 milhões em inflows no IBIT em 16 de janeiro, essas movimentações levam os ativos para cold storage seguro, atendendo requisitos regulatórios dos ETFs.

Analistas como Brain, no X, esclarecem: não se trata de vendas, mas de conversão de demanda de ETF em holdings físicos de Bitcoin. Saídas de exchanges refletem acúmulo institucional, protegendo ativos de vulnerabilidades de hot wallets e reforçando a infraestrutura para investidores profissionais.

Smart Money Acumulando: Supply Apertando

O Bitcoin negocia próximo a US$ 95.000 (equivalente a cerca de R$ 512.642 segundo o Cointrader Monitor), com whales reduzindo vendas líquidas em comparação a dezembro. Combinado aos inflows de ETFs, isso cria um tightening efetivo de supply, absorvendo pressão vendedora e estabilizando o mercado.

Liu destaca: "Inflows de ETF fornecem suporte estrutural, enquanto whales estabilizam, tornando quedas mais propensas a serem absorvidas". Apesar de funding rates negativos em perpétuos, a acumulação spot via ETFs estabelece pisos de preço firmes, como visto em US$ 94.000 recentemente.

Perspectivas Bullish para 2026

Esse retorno institucional sinaliza fase inicial de uma tendência mais duradoura. Com demanda regulada crescendo e supply apertando, as chances de dias verdes aumentam, mesmo sem linha reta. Investidores de varejo podem se inspirar no smart money: monitorar inflows semanais e distinção entre custódia e vendas reais fortalece decisões informadas. O IBIT da BlackRock exemplifica como gigantes financeiros constroem posições de longo prazo em Bitcoin.


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Executivos cartoon de Vanguard e MicroStrategy apertando mãos com ações MSTR glow Bitcoin, simbolizando adoção institucional bullish

Vanguard Invade MSTR: US$ 505 milhões por Exposição ao Bitcoin

A gigante Vanguard realizou sua primeira compra de US$ 505 milhões em ações da MicroStrategy (MSTR), confirmando que players de Wall Street veem a empresa de Michael Saylor como o veículo principal para exposição ao Bitcoin. VanEck também ampliou posições, enquanto Saylor lançou o BTC Rating de 0.9 para MSTR. Esse movimento ocorre em meio à estabilização do BTC, cotado a R$ 512.506 segundo o Cointrader Monitor, sinalizando confiança institucional bullish.


Entrada Histórica da Vanguard e VanEck

A Vanguard, conhecida por sua abordagem conservadora, entrou no jogo com uma posição de US$ 505 milhões em MSTR durante fase de estabilização de preços, não em euforia de alta. Isso demonstra acúmulo estratégico, evitando compras no pico e posicionando-se para ganhos na resolução altista. Historicamente avessa a proxies concentrados de equity, essa é a primeira exposição direta da gestora à MicroStrategy.

Paralelamente, a VanEck elevou sua stake para cerca de 284 mil ações comuns, além de instrumentos preferenciais atrelados ao balanço em Bitcoin. Essa combinação reduz o float efetivo, amortecendo vendas reativas e estabilizando o preço em consolidações. Instituições como essas não trade curto prazo; elas constroem tesourarias de longo prazo, ancoradas no potencial do BTC como reserva de valor.

Com o Bitcoin negociado acima de US$ 95 mil, essas alocações reforçam a tese de que MSTR é o proxy ideal para exposição regulada e escalável ao ativo digital, superando barreiras regulatórias para fundos tradicionais.

O Que é o BTC Rating de Saylor?

Michael Saylor inovou ao adicionar o índice BTC Rating no site oficial da MicroStrategy, avaliando MSTR em 0.9. A fórmula é clara: (reservas de Bitcoin – dívida – ações preferenciais + reservas em USD) / capitalização de mercado. Trata-se da razão entre reservas líquidas de BTC e o valor de mercado da empresa, essencialmente o inverso do P/B ratio ajustado para cripto.

Essa métrica quantifica a ‘pureza’ bitcoin da companhia, provando que 90% do valor de MSTR deriva diretamente de seu tesouro em BTC. Chaitanya Jain, responsável pela estratégia de produtos Bitcoin da MicroStrategy, explica que isso mede a sustentabilidade do modelo: quanto maior o rating, mais o preço reflete o backing real em sats. Para investidores, é uma ferramenta acionável para monitorar diluição ou alavancagem excessiva.

No atual cenário, com BTC Rating de 0.9, MSTR se posiciona como uma das mais eficientes formas de alavancagem bitcoin, atraindo capital institucional que busca yield sem custódia direta.

Perspectivas Bullish para MSTR e Mercado Cripto

Técnica da MSTR mostra compressão em canal descendente, com candles testando a borda superior e momentum de venda exaurido. Preço em US$ 173,71, com suporte chave em US$ 149. Manutenção acima disso abre caminho para US$ 200 e, com momentum, US$ 300-400, rompendo o canal bearish.

Esses influxos institucionais coincidem com fraqueza downside enfraquecendo desde novembro. Dezembro formou base arredondada, absorvendo pressão sem pânico. Para brasileiros, com BTC a R$ 512 mil, MSTR oferece diversificação via Nasdaq, acessível via corretoras locais.

O movimento valida a visão de Saylor: corporações e fundos usarão proxies como MSTR para acumular BTC em escala, acelerando adoção e pressionando preços para cima. Vale monitorar o BTC Rating para sinais de refinanciamento agressivo.

Implicações para Investidores Brasileiros

Essa ‘invasão’ institucional confirma maturidade do ecossistema BTC. Gigantes como Vanguard não arriscam bilhões sem convicção profunda. Para o varejo, MSTR é ponte para exposição corporativa ao Bitcoin, com upside assimétrico em bull markets. Monitore suportes e o rating para entradas táticas.

Enquanto o mercado consolida, esses catalisadores sugerem resolução altista iminente, beneficiando holders de longo prazo.


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Personagem XRP cartoon liderando corrida à frente de BTC e ETH em pista neon, simbolizando domínio de volume na Upbit coreana

XRP Desbanca Bitcoin e Ethereum em Volume na Upbit Coreana

O XRP emergiu como o ativo mais negociado na Upbit, principal exchange da Coreia do Sul, ao longo de 2025, superando Bitcoin, Ethereum e Dogecoin em volume total. Com um volume anual superior a US$ 1 trilhão, a Upbit — que detém mais de 70% do mercado cripto local — confirma o domínio do XRP no par XRP/KRW. Esse hub de liquidez asiática revela preferências retail distintas do Ocidente, onde BTC prevalece.


Domínio do XRP na Upbit em Números

De acordo com dados verificados pela Dunamu, operadora da Upbit, o XRP ocupou o primeiro lugar em volume, liquidez e uso real durante todo o ano de 2025. O par XRP/KRW liderou consistentemente, seguido por BTC em segundo, ETH em terceiro, USDT em quarto e DOGE em quinto. O volume diário do XRP variou entre 15% e 22% do total da exchange, atingindo pico de US$ 1,22 bilhão em julho.

A Upbit atende 13,26 milhões de usuários — cerca de um em quatro sul-coreanos —, com maior concentração na faixa dos 30 anos (28,7%). Exchanges locais acumularam aproximadamente 570 milhões de XRP, sinalizando adoção robusta para transações e liquidez cotidiana.

Por Que a Coreia do Sul Prefere XRP?

O mercado sul-coreano prioriza ativos com utilidade prática e alta liquidez, diferentemente do foco ocidental em narrativas de reserva de valor como BTC. Analistas como XFinanceBull destacam que o volume sustentado reflete uso real, não especulação passageira. A preferência por XRP sugere confiança em sua eficiência para pagamentos transfronteiriços e remessas, alinhada à infraestrutura Ripple.

Com 70% do volume cripto nacional, a Upbit é termômetro preciso: o XRP não só atraiu capital retail estável, mas gerou efeito cascata, melhorando liquidez e atraindo mais participantes. Isso contrasta com a volatilidade global, onde BTC oscila por ETFs e macroeventos.

Implicações para Investidores Globais

Os dados da Upbit indicam que o volume real flui para o Sudeste Asiático, onde XRP reina absoluto. Para brasileiros, isso reforça a diversificação além de BTC/ETH: monitorar hubs como Coreia revela tendências retail autênticas. Em 2025, XRP processou volumes que superam gigantes ocidentais localmente, sugerindo potencial de crescimento sustentável.

Investidores devem observar acumulações (570M XRP em exchanges coreanas) e picos diários como indicadores de demanda orgânica. Enquanto o Ocidente debate ETFs, a Ásia demonstra utilidade prática do XRP.


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Cadeia de personagens cartoon corporativos passando orbe BTC luminoso, simbolizando aceleração da adoção de Bitcoin em tesourarias empresariais

De Hambúrgueres a Gestoras: Empresas Aceleram Adoção de Bitcoin

Dos hambúrgueres aos fundos bilionários: a corrida das empresas por Bitcoin ganha fôlego. A rede de fast-food Steak ‘n Shake anunciou aumento de US$ 10 milhões em sua reserva estratégica de BTC, enquanto a gestora Strive, após fusão com Semler Scientific, se torna a 11ª maior detentora corporativa pública com 12.797,9 BTC. Esses movimentos reforçam a tese de tesouraria corporativa, inspirada na MicroStrategy, normalizando o BTC como ativo de reserva de valor.


Steak ‘n Shake: Flywheel de Vendas e Bitcoin

A Steak ‘n Shake, que aceita Bitcoin payments desde maio de 2025 em todas as suas lojas globais, viu suas vendas same-store saltarem. No Q2 2025, cresceram 11% quarter-over-quarter, atribuídas diretamente à adoção do BTC. No Q3, o aumento foi ainda maior, 15%, superando concorrentes como McDonald’s e Taco Bell.

Todas as vendas em BTC alimentam a reserva estratégica, criando um flywheel virtuoso: mais clientes bitcoiners elevam receitas, que compram mais BTC. Apesar de fechar 230 lojas entre 2018 e 2025 (de 628 para 394 unidades nos EUA), a empresa expandiu para El Salvador em novembro de 2025, apostando no ecossistema pró-Bitcoin. Investidores como Rajat Soni destacam o BTC como “backstop financeiro”, estendendo a endurance das empresas em mercados voláteis.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 512.302 nesta data, com variação de -0,17% em 24h.

Strive: Fusão Eleva ao Top 11 Corporativo

A gestora Strive concluiu em 16 de janeiro de 2026 a aquisição all-stock da Semler Scientific, convertendo cada ação da healthtech em 21,05 ações Strive. O resultado: 12.797,9 BTC em tesouraria, ou 0,0609% do suprimento total, posicionando-a como a 11ª maior entre públicas.

A estratégia é contracíclica: compras em fraquezas de mercado, com custo médio de US$ 105.979 por BTC. A recente tranche de janeiro adicionou mais de 5.000 BTC por US$ 95.524 em média. Valuation atrativa: market cap de US$ 1,19 bilhão, EV/NAV de 1,18x, refletindo prêmio modesto pela estrutura corporativa e upside.

Reforços na liderança incluem Avik Roy como Chief Strategy Officer (monetizando healthtech), Joe Burnett como VP de Bitcoin Strategy e Eric Semler no board. Foco em leverage via preferred equity, evitando dívidas de curto prazo.

Contágio MicroStrategy: Normalização em Andamento

Inspiradas na pioneira MicroStrategy, essas adoções mostram o contágio além de tech giants. Não se trata de mineração, mas de tesouraria pura: varejo como Steak ‘n Shake usa BTC para impulsionar vendas e resiliência; gestoras como Strive blendam operações (healthcare, asset mgmt) com acúmulo agressivo.

Para investidores brasileiros, isso sinaliza maturidade: BTC como store of value corporativo reduz riscos fiduciários e oferece leverage ao upside. Com BTC acima de US$ 95.000, empresas que adotam cedo capturam ganhos assimétricos. Vale monitorar: mais varejistas e fundos seguirão, acelerando a transição para economia bitcoinizada.

O movimento reforça a confiança: em 2026, tesourarias corporativas podem deter dezenas de milhares de BTC adicionais, sustentando preços em ciclos de alta.


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Personagem CZ cartoon apontando para marco '200K' luminoso no horizonte de montanha digital, simbolizando previsão inevitável de Bitcoin com ETFs

CZ: Bitcoin a US$ 200 mil é ‘Inevitável’, Diz Fundador da Binance

Changpeng Zhao (CZ), fundador da Binance, quebrou o silêncio com uma previsão ousada: o Bitcoin a US$ 200 mil é “a coisa mais óbvia do mundo” e inevitável. Após o ATH de US$ 126 mil em 2025, impulsionado por ETFs spot desde 2024, whales acumulando e adoção global em alta, CZ reforça que o ciclo atual tem muito fôlego pela frente. Para investidores brasileiros, isso sinaliza mais upside no horizonte.


A Confiança Inabalável de CZ no Bitcoin

Em declarações recentes, CZ enfatizou que o preço do Bitcoin dobrar seu recorde atual para US$ 200 mil é apenas questão de tempo. Apesar da volatilidade recente, com o BTC negociando por volta de US$ 95 mil, o fundador da Binance vê o movimento como natural. Ele destacou o impacto dos ETFs de Bitcoin spot lançados em janeiro de 2024, que dispararam a demanda institucional e levaram o ativo a múltiplos recordes históricos.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 513.532 no momento, com variação positiva de +0,04% nas últimas 24 horas. Essa resiliência reforça a tese bullish de CZ, especialmente com volume de 147 BTC negociados nas exchanges brasileiras.

Fatores que Tornam US$ 200 Mil Inevitável

O otimismo de CZ não é isolado. A maturação institucional é chave: whales acumulam enquanto varejo vende, e a adoção global acelera. Nos EUA, projetos como o CLARITY Act prometem clareza regulatória, atrasado mas em debate no Senado. Além disso, a SEC removeu cripto de sua lista de riscos para 2026, abrindo portas para um super cycle.

Desde o halving de 2024, o Bitcoin mostrou força, com mínima correção após o pico de US$ 126k. Para o público brasileiro, isso significa oportunidade em exchanges como a Binance, onde o ecossistema permite exposição eficiente ao BTC. A entrada de instituições globais valida o Bitcoin como reserva de valor superior ao ouro.

Analistas Alinhados: US$ 200 mil em 2026?

Echoando CZ, o analista Rekt Fencer, com mais de 336 mil seguidores, prevê US$ 200 mil até o fim de 2026, podendo até alcançar US$ 240 mil sem grandes dumps. Seu gráfico compara o ciclo atual ao explosivo bull run de 2020, sugerindo replicação de ganhos massivos. Apesar de críticas de bears como Peter Schiff, os dados de on-chain mostram acumulação contínua.

Essa convergência de vozes experientes impulsiona o sentimento positivo. O mercado reage com otimismo, e o preço atual em US$ 95k representa um ponto de entrada atrativo para posições de longo prazo.

O Que Isso Significa para Investidores Brasileiros

Para o Brasil, onde o real enfrenta pressões inflacionárias, a visão de CZ é um chamado à ação. Com BTC a R$ 513 mil, monitorar ETFs, regulação e fluxos institucionais é essencial. Plataformas como a Binance oferecem ferramentas para surfar essa onda. O ciclo tem fôlego para US$ 200 mil.


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Cruz dourada de energias cyan e dourada impulsionando monolito Bitcoin além de 94K rumo a 100K, simbolizando Golden Cross e influxos de ETFs

Bitcoin Rompe US$ 94.000 com Golden Cross e US$ 1,8 Bi em ETFs

O Bitcoin confirmou o Golden Cross no gráfico diário, com a média móvel de 50 dias cruzando acima da de 200 dias, sinal histórico de momentum altista. Ao mesmo tempo, quebrou a resistência de US$ 94.000, atingindo pico de US$ 98.000, impulsionado por US$ 1,7 bilhão em influxos de ETFs em três dias. Fluxos semanais nos ETFs spot somaram US$ 1,8 bilhão, o maior desde outubro de 2025, questionando se o rally é sustentável rumo aos US$ 100.000.


Golden Cross: Sinal Técnico Confirmado

Os dados técnicos indicam força. No gráfico diário, o Golden Cross ocorreu após meses de consolidação entre US$ 85.000 e US$ 94.000. Historicamente, esse padrão precedeu altas de 35% a 148% em ciclos passados, como em 2023 e 2024. O Bitcoin testou US$ 98.000 na terça-feira, mas retraiu para US$ 94.500, mantendo-se acima da faixa anterior.

Indicadores como ADX em 33,5 confirmam tendência forte (acima de 25), RSI em 63 sugere espaço para alta sem sobrecompra, e Squeeze Momentum mostra liberação de volatilidade positiva. Para validação, precisa sustentar acima de US$ 94.000 e mirar US$ 100.000 como confirmação de breakout.

Influxos de ETFs: Combustível Fundamental

Os US$ 1,8 bilhão em entradas semanais nos ETFs spot representam o maior volume desde outubro, com ETFs comprando 710.777 BTC desde janeiro de 2024 — mais que a oferta minerada (363.047 BTC). No entanto, o AUM total está 24% abaixo do pico de US$ 164,5 bilhões no Q4 2025, em US$ 125 bilhões.

Inflação core CPI de 2,6% (abaixo do esperado) reforça otimismo macro, elevando chances de corte de juros pelo Fed. Bitwise prevê ETFs absorvendo 100% da nova oferta em 2026, com influxos totais podendo atingir US$ 420 bilhões.

Cotação Atual e Suporte em BRL

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 513.751,72 (média ponderada), com alta de 0,18% em 24h e volume de 145 BTC. Suporte chave em R$ 490.000 (US$ 94.000), resistência em R$ 515.000 (US$ 100.000).

Volume semanal sugere continuidade, mas pullbacks testarão novos suportes em US$ 91.353 e US$ 89.000.

Momentum Sustentável?

A confluência de Golden Cross, influxos recordes e macro favorável aponta para upside, mas AUM abaixo do pico e resistência dupla em US$ 98.000-100.000 demandam cautela. Analistas como Ecoinometrics enfatizam necessidade de semanas de influxos consistentes para uptrend duradouro. Mercados de previsão dão 86,7% de chance de US$ 100k antes de queda para US$ 69k, mas ATH novo antes de julho tem apenas 26,6%.

Investidores devem monitorar volume ETF, CPI futura e Fed para validar sustentabilidade.


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Banqueiro cartoon e investidor cripto apertando mãos sobre hipoteca com BTC e portal SWIFT, simbolizando adoção de cripto em finanças reais

Cripto no Mundo Real: Newrez Aceita BTC em Hipotecas e Binance Libera SWIFT

Imagine usar seu Bitcoin como garantia para comprar a casa dos sonhos sem precisar vendê-lo. O banco americano Newrez agora aceita criptomoedas como BTC, ETH, ETFs e stablecoins em aprovações de hipotecas, sem liquidação. Ao mesmo tempo, a Binance facilita saques de USD via SWIFT, integrando cripto ao sistema bancário tradicional. Mudanças práticas que tornam o cripto útil no mundo real, especialmente para jovens investidores.


Como Funciona a Hipoteca com Bitcoin no Newrez

O Newrez, um dos maiores credores hipotecários dos EUA, implementará a política em fevereiro para produtos não-agência, incluindo compra de imóveis, refinanciamento e propriedades de investimento. Você pode manter seus ativos cripto intactos enquanto usa o valor deles para qualificar o empréstimo.

Ativos aceitos incluem Bitcoin (BTC), Ether (ETH), ETFs spot desses ativos e stablecoins lastreadas em dólar americano. Eles devem estar custodiados em exchanges reguladas nos EUA, corretoras ou bancos nacionais. As valuações serão ajustadas para refletir a volatilidade do mercado, e pagamentos de parcelas e custos de fechamento continuam em dólares.

Segundo Leslie Gillin, chefe comercial do Newrez, cerca de 45% dos investidores da Geração Z e Millennials possuem cripto. Essa iniciativa amplia o acesso à casa própria para esse público, evitando vendas forçadas em momentos ruins de mercado.

Contexto Regulatório e Impacto para Holders

A decisão do Newrez alinha-se a discussões regulatórias nos EUA. Em junho de 2025, a FHFA orientou Fannie Mae e Freddie Mac a avaliarem criptoativos em análises de risco de hipotecas sem conversão para USD. A senadora Cynthia Lummis propôs o 21st Century Mortgage Act, que codificaria essa abordagem, facilitando homeownership para jovens com portfólios digitais.

Para holders de cripto, isso significa preservar ganhos de capital a longo prazo, evitando impostos sobre vendas. Já existe mercado para financiamentos lastreados em BTC ou ETH, como visto em plataformas como Ledn. No Brasil, onde o Bitcoin vale cerca de R$ 513.887 segundo o Cointrader Monitor (cotação de hoje), isso inspira adoção local.

Esses passos mostram cripto migrando do especulativo para o prático, como reserva de valor real.

Saques USD via SWIFT na Binance: Passos Práticos

A Binance lançou suporte para saques diretos de USD via transferência bancária SWIFT, processada pela BPay, sua subsidiária no Bahrein com licença PSP desde abril de 2025. O tempo de processamento varia de 0 a 5 dias úteis, facilitando conversões fiat sem intermediários.

Isso vem com parceria do Bahrain Kuwait Bank (BBK), primeiro banco do GCC no programa Binance Connect, usando “Crypto as a Service” para integrar serviços cripto à banca tradicional. Para usuários brasileiros, significa mais opções para fiat off-ramp, especialmente úteis em trades ou arbitragem.

Como usar: Acesse sua conta Binance, selecione saque USD, escolha SWIFT via BPay e informe dados bancários. Verifique taxas e limites na plataforma. Essa integração reduz riscos de terceiros e melhora liquidez.

O Que Isso Muda no Seu Dia a Dia com Cripto

Essas novidades posicionam cripto como ferramenta financeira cotidiana. No Newrez, holders evitam liquidar BTC em baixas; na Binance, saques rápidos via SWIFT otimizam fluxos de caixa. Para brasileiros, monitore exchanges locais por tendências similares e use plataformas globais com cuidado regulatório.

Vale testar: Se você tem BTC, avalie custodiar em exchanges qualificadas para futuras hipotecas internacionais. Na Binance, experimente o novo saque para eficiência. O ecossistema cripto avança para o mainstream bancário.


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Agente governamental cartoon depositando baú BTC em silo de reserva estratégica patriótico, simbolizando manutenção do Bitcoin da Samourai na política de Trump

Governo dos EUA Mantém BTC da Samourai na Reserva Estratégica de Trump

O governo dos Estados Unidos negou veementemente rumores de venda do Bitcoin apreendido no caso Samourai Wallet, afirmando que os cerca de 57,55 BTC, avaliados em aproximadamente US$ 6,4 milhões, permanecerão na Strategic Bitcoin Reserve (SBR). A confirmação veio do Departamento de Justiça (DOJ), em cumprimento à Ordem Executiva 14233 de Donald Trump, marcando o primeiro caso prático de HODL oficial pelo Estado americano. Essa decisão reforça o posicionamento geopolítico dos EUA como potência em ativos digitais.


Contexto do Caso Samourai Wallet

Os desenvolvedores da Samourai Wallet, Keonne Rodriguez e William Lonergan Hill, foram condenados em 2025 por operar um serviço de mixing não licenciado. Rodriguez recebeu cinco anos de prisão, e Hill, quatro anos. Durante o processo, o DOJ apreendeu 57,55 BTC das carteiras associadas. Rumores surgiram em novembro de 2025 quando analistas on-chain detectaram transferências para endereços da Coinbase Prime, sugerindo liquidação via U.S. Marshals Service (USMS).

Um acordo de liquidação assinado pelos réus alimentou especulações, mas Patrick Witt, diretor executivo do Conselho Presidencial de Ativos Digitais da Casa Branca, esclareceu em 16 de janeiro de 2026 que “os ativos digitais não foram liquidados e não serão”, conforme a declaração oficial. Os fundos agora integram o balanço patrimonial do governo.

A Ordem Executiva 14233 e o Paradigma do HODL Estatal

Assinada em março de 2025, a EO 14233 reverteu a prática histórica de vender criptoativos confiscados, determinando que Bitcoin obtido por confisco criminal ou civil “não deve ser vendido”. Em vez disso, é retido na SBR, reconhecendo o BTC como reserva estratégica nacional. Essa política transforma os EUA em detentor de mais de 328.000 BTC (US$ 31,3 bilhões), superando reservas de ouro em valor de mercado.

Segundo o Cointelegraph, Witt confirmou que a reserva permanece prioridade, aguardando alinhamento entre Tesouro e Comércio. No Brasil, onde o Bitcoin negocia a R$ 513.967, segundo o Cointrader Monitor, essa estratégia americana influencia dinâmicas globais de preço e adoção.

Implicações Geopolíticas para o Mercado Global

Do ponto de vista geopolítico, a SBR posiciona os EUA como líder em soberania digital, similar a reservas de petróleo ou ouro. Países como El Salvador e potências emergentes observam, podendo replicar modelos. Para investidores brasileiros, isso sinaliza estabilidade: acumulação governamental reduz pressão vendedora, potencializando valorizações de longo prazo.

O caso Samourai destaca tensões entre privacidade financeira e regulação. Apesar de Trump sinalizar abertura a perdões, os devs permanecem presos, gerando debates sobre “regulação por perseguição”. Globalmente, reforça Bitcoin como ativo de Estado-nação, alterando equilíbrios de poder econômico.

Próximos Passos e Perspectivas

O DOJ monitorará conformidade, enquanto o Senado discute lei de Cynthia Lummis para 1 milhão de BTC em cinco anos, via compras neutras ao orçamento. Investidores devem acompanhar on-chain para rastrear influxos na SBR. Para o mercado cripto, essa validação institucional eleva o BTC a status de reserva global, impactando estratégias de tesouraria corporativa e soberana.

Embora sem perdões imediatos, o episódio ilustra maturidade regulatória sob Trump, beneficiando ecossistemas como o brasileiro com maior legitimidade internacional.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Barreira de suporte digital '95K' pressionada por fluxo dourado de partículas BTC de STHs para exchanges, testando limite psicológico

STH Realizam Lucros: 41 Mil BTC para Exchanges, Testam Suporte de US$ 95k

Detentores de curto prazo (STH) do Bitcoin enviaram cerca de 41.800 BTC para exchanges durante o recente rally, com fluxos dominados por posições em lucro numa proporção de 7.5:1 contra perdas, segundo dados on-chain. O preço, agora próximo de US$ 95.000, testa o suporte psicológico alinhado ao custo médio dos STH (~US$ 99.460), gerando volatilidade. Isso sinaliza profit-taking racional, mas pode ameaçar a tendência de alta se o suporte ceder. Vale monitorar o ratio para sinais de reversão.


Fluxo de Capital: Profit-Taking dos STH Domina

Os detentores de curto prazo — investidores que acumularam BTC nos últimos 155 dias — estão realizando lucros significativos. Em 24 horas, aproximadamente 35.400 BTC em ganho foram transferidos para exchanges centralizadas (CEX), contra apenas 4.600 BTC em perda, resultando no ratio 7.5:1. Analista Axel Adler Jr., da CryptoQuant, destaca que esse movimento reflete investidores comprados entre US$ 85.000 e US$ 92.000 travando ganhos à medida que o preço se aproxima de suas bases de custo.

Essa pressão de venda difere de pânico: com taxa de perda mínima, o mercado exibe saúde relativa. No entanto, o volume elevado — pico de 41.800 BTC reportado em análises agregadas — indica distribuição concentrada, típica de STH sensíveis à volatilidade, contrastando com holders de longo prazo mais resilientes.

Suporte Psicológico em US$ 95 Mil à Prova

O preço do Bitcoin, cotado em torno de US$ 95.500 recentemente, está a apenas 4% abaixo do realized price dos STH (US$ 99.460), conforme análise da CryptoQuant. Essa convergência cria um “decision zone”: historicamente, áreas próximas ao custo médio geram volatilidade ampliada, podendo estender a alta ou iniciar correção.

Segundo o Cointrader Monitor, o BTC negociava a R$ 513.959 (variação +0,09% em 24h). Se romper acima de US$ 100.000, STH viram lucro e momentum bullish se fortalece; queda abaixo de US$ 89.500 (desconto >10%) ativa vendas em perda, agravando baixa.

Implicações Estratégicas e Próximos Passos

A onda de 41.800 BTC em inflows lucrativos para exchanges reforça que STH — frequentemente varejo e especuladores — lideram a distribuição. Long-term holders (LTH) absorvem parte via ratio 1.38:1, mas demanda fraca de ETF e macroincertezas limitam upside. 88% da oferta em lucro sugere base sólida em US$ 75.000-95.000, mas reversão no profit/loss ratio pode sinalizar bearish.

Investidores devem monitorar:

  1. inflows de perda superando lucros;
  2. realized price dos STH;
  3. volume em CEX.

Esses indicadores on-chain oferecem edge estratégico sobre fluxo de baleias e suporte em US$ 95 mil, guiando decisões em meio à encruzilhada atual.


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Touro cartoon exausto no pico de montanha dourada sob martelo legislativo, bears defendendo platô 98K, ilustrando recuo do Bitcoin

Touros Exaustos: Bitcoin Recua para US$ 95 mil Após Rejeição Legislativa

Os touros parecem exaustos no mercado de criptomoedas. O Bitcoin recuou de US$ 98 mil para US$ 95 mil após a rejeição legislativa nos EUA, com volumes de negociação caindo 27% para o BTC e 32% para o Ethereum. A Coinbase retirou apoio a um projeto de lei crucial, esfriando o otimismo em torno dos ETFs e expondo a fragilidade do hype recente. Bears defendem agressivamente a barreira dos US$ 98 mil, enquanto a demanda institucional desacelera. Isso representa um choque de realidade para investidores animados com a alta recente.


Queda de Volumes Revela Exaustão dos Touros

O mercado esfriou após semanas de lobby no Congresso americano. Segundo dados recentes, os volumes do Bitcoin caíram para US$ 65 bilhões e do Ethereum para US$ 54 bilhões, refletindo menor apetite por risco. A retirada de apoio da Coinbase ao projeto CLARITY Act foi o gatilho, adiando aprovações regulatórias esperadas para este ano. Analistas como Carlos Guzman, da GSR, notam que a alta coincidiu com uma versão revisada do bill, mas tensões entre democratas e a SEC frearam o momentum.

Fatores externos, como protestos no Irã e pressões de Donald Trump contra o Fed, adicionam volatilidade. O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, mantém otimismo bipartidário, mas o mercado reagiu com vendas, mostrando cansaço após o salto para US$ 97 mil na quinta-feira.

Desaceleração Institucional e ETFs em Xeque

A exaustão dos touros é evidente na fading do frenzy de compras de ETFs. Fundos de Bitcoin à vista registraram US$ 1,8 bilhão em entradas em quatro dias, mas o varejo ficou de fora, com Wall Street liderando. Jasper De Maere, da Wintermute, destaca que a participação do varejo permaneceu restrita, e agora o preço oscila sem sustentação.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 513.411,66 às 10h17 deste sábado, com variação de +0,07% em 24h e volume de 148,4 BTC. Isso reforça o recuo global, com o BTC testando suportes abaixo de US$ 95 mil.

Bears Defendem Resistência com Agressividade

Traders spot perderam força perto dos US$ 98 mil, como aponta a análise do Cointelegraph. O Coinbase Premium Index rolou negativamente, e o volume delta cumulativo (CVD) mostrou divergência, com bids inferiores às asks. Open interest caiu após liquidações, indicando falta de novos longs.

Short-term holders (STHs) realizaram lucros acima de 40 mil BTC em um dia, perto de sua base de custo em US$ 98.300. Material Indicators alerta que perda de trendlines pode levar a testes mais profundos de suporte. Bears lutam duro, invalidando sinais bullish sem reclaim acima de US$ 97 mil.

Implicações para Investidores Brasileiros

Esse cenário bearish construtivo sugere cautela. O hype dos ETFs impulsionou a alta, mas sem demanda sustentada, correções são prováveis. Monitore o premium da Coinbase e entradas de ETFs para sinais de reversão. Volumes baixos indicam consolidação, mas rejeições repetidas em US$ 98k reforçam a defesa dos ursos. Para brasileiros, a cotação em reais destaca a exposição ao dólar e regulação global.


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Personagens cartoon federal e estaduais blindando fortaleza digital de Bitcoin com lingotes dourados, sinalizando reservas estratégicas nos EUA

Fortaleza Digital: EUA Blindam Reservas de Bitcoin

A Casa Branca confirmou que o Bitcoin apreendido no caso Samourai não será vendido, integrando-o à Reserva Estratégica nacional por ordem executiva de Trump. Paralelamente, Tennessee e West Virginia avançam com leis para alocar até 10% dos fundos estatais em Bitcoin como proteção contra inflação. A era das vendas precipitadas de BTC estatais acabou? Os EUA constroem uma fortaleza digital.


Retenção Federal: Fim das Vendas de BTC Apreendido

O assessor de cripto da Casa Branca, Patrick Witt, esclareceu rumores de que o Departamento de Justiça (DOJ) teria vendido 57,55 BTC (~US$ 6,4 milhões) do caso Samourai Wallet via Coinbase Prime. A ordem executiva EO 14233, assinada por Trump, proíbe liquidações de ativos digitais apreendidos em processos criminais ou civis, direcionando-os à Strategic Bitcoin Reserve.

Os fundadores da Samourai, Keonne Rodriguez e William Lonergan Hill, foram condenados por operar um mixer que lavou mais de US$ 237 milhões em transações ilícitas, incluindo tráfico de drogas e fraudes. Essa retenção reforça a visão do Bitcoin como reserva de valor soberana, alinhando-se à geopolítica de acumulação estratégica nos EUA.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 513.037 às 23:25 de hoje, estável em 0% nas últimas 24h.

Tennessee: Pioneira na Reserva Estadual de BTC

O estado do Tennessee apresentou o projeto de lei HB1695, autorizando o tesoureiro a investir até 10% dos fundos estatais exclusivamente em Bitcoin. Com protocolos de custódia segura, a iniciativa segue o pioneirismo do Texas, que investiu US$ 10 milhões em BTC em novembro de 2025, via ETF da BlackRock e autocustódia.

Apadrinhado por legisladores bipartidários, o movimento reflete uma corrida do ouro digital entre estados americanos, buscando hedge contra inflação fiat. Texas aprovou sua lei com ampla maioria (25-5 no Senado, 101-42 na Câmara), sinalizando viabilidade para Tennessee.

Essa tendência estadual complementa a reserva federal, posicionando os EUA como líder geopolítico na adoção de Bitcoin como ativo estratégico.

West Virginia Entra na Corrida com SB143

West Virginia introduziu o SB143, o Inflation Protection Act, permitindo ao tesouro alocar até 10% dos fundos em Bitcoin (market cap superior a US$ 750 bilhões, qualificando apenas BTC), metais preciosos e stablecoins. Regras rigorosas de custódia incluem custodians qualificados ou ETPs, minimizando riscos de perda.

Senador Chris Rose lidera a proposta, inspirada em Texas, New Hampshire (5%) e Arizona (rainy day funds para até 16.212 BTC). Missouri avança com HB 2080. Esses projetos transformam o Bitcoin de especulação em ferramenta de tesouraria pública.

Geopoliticamente, isso sinaliza uma blindagem contra desvalorização monetária, com BTC como "ouro digital" em um mundo de déficits fiscais crescentes.

Implicações Geopolíticas: Corrida Global pelo Bitcoin

A mudança de política sob Trump marca o fim da liquidação rotineira de BTCs apreendidos, acumulando reservas que podem rivalizar com holdings corporativos como MicroStrategy. Com mais de 20 estados considerando projetos de lei semelhantes desde 2024, os EUA constroem supremacia em ativos digitais.

No contexto global, isso pressiona nações como China (ban) e El Salvador (reserva nacional) a repensarem estratégias. Para investidores brasileiros, a cotação estável em R$ 513 mil reforça o apelo de BTC como proteção soberana. Vale monitorar aprovações legislativas para impactos em preço e adoção.

Essa "fortaleza digital" redefine o poder econômico, com Bitcoin no centro da geopolítica do século XXI.


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Tabuleiro de xadrez geopolítico com mãos estilizadas de China e Irã checkmateando rei dólar com rainha Bitcoin, simbolizando adoção em tensões macro

Xeque-Mate Geopolítico: China Abandona Dólar e BTC no Irã

A redução das holdings chinesas de títulos do Tesouro americano para o menor nível desde 2008 coincide com o surto de adoção de Bitcoin no Irã em meio a protestos e colapso do rial. Esses eventos geopolíticos destacam o Bitcoin como porto seguro contra sanções, inflação e instabilidade monetária, reforçando sua tese em um mundo multipolar.


China Desinveste em Dólar: Estratégia de Diversificação

Em novembro, a China vendeu US$ 6,1 bilhões em títulos do Tesouro dos EUA, reduzindo suas posses para US$ 682,6 bilhões, o patamar mais baixo desde 2008. Essa derrocada representa 10% do portfólio liquidado desde janeiro de 2025, parte de uma política de diversificação de reservas estrangeiras intensificada pela “guerra comercial” com os EUA.

Autoridades chinesas, como o professor Xi Junyang da Universidade de Finanças e Economia de Xangai, atribuem a venda à otimização de ativos para maior estabilidade. Paralelamente, Pequim acumula ouro há 14 meses consecutivos, com 74,15 milhões de onças — apenas 5% das reservas totais. Essa migração de ativos controlados pelos EUA para bens não confiscáveis sinaliza desconfiança na dívida americana, que ultrapassou US$ 38,6 trilhões.

A China permanece o terceiro maior detentor estrangeiro, atrás de Japão e Reino Unido, mas o movimento pressiona o dólar como reserva global.

Crise Iraniana: Bitcoin como Escape do Rial Colapsado

No Irã, a economia cripto movimentou mais de US$ 7,78 bilhões em 2025, com Bitcoin liderando o crescimento. Relatório da Chainalysis revela picos de transações durante protestos de fim de 2025 e início de 2026, incluindo retiradas massivas para carteiras pessoais antes do blackout de internet em 8 de janeiro.

O rial perdeu 90% de seu valor desde 2018, com inflação entre 40-50%. Bitcoin oferece resistência à censura e portabilidade, ideal para civis em fuga ou sob controles de capital. No entanto, a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) domina 50% da atividade em Q4 2025, recebendo mais de US$ 3 bilhões on-chain — usado para evasão de sanções e financiamento de proxies regionais.

Eventos como bombardeios em Kerman (2024), ataques a Israel (2024) e guerra de 12 dias em 2025 correlacionam-se com surtos de atividade Bitcoin.

Bitcoin: Porto Seguro em Tempos de Sanções e Inflação

Esses casos ilustram o xeque-mate geopolítico: nações como China diversificam de ativos sancionáveis, enquanto o Irã usa Bitcoin para contornar o sistema SWIFT. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 513.008,96 nesta sexta-feira (16/01), com variação de +0,04% em 24h.

Em cenários de dívida explosiva nos EUA, inflação crônica e sanções unilaterais, o BTC emerge como hedge neutro, permissionless. Investidores globais monitoram se essa tendência acelera a adoção soberana, similar a nações como El Salvador.

Implicações Macro para o Mercado Cripto

A convergência de desinvestimentos estatais e adoção em zonas de crise reforça a narrativa do Bitcoin como reserva de valor geopolítica. Para brasileiros, expostos a instabilidades fiat, vale observar fluxos de capital de economias emergentes para BTC. Mercados reagem com otimismo, mas volatilidade persiste — diversificação é chave em 2026.


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