Personagens cartoon de ouro clássico e Bitcoin digital erguendo escudo bipartido contra tempestade inflacionária, simbolizando ETF BPRO da Bitwise

Bitwise Lança ETF BPRO: Bitcoin e Ouro Contra Inflação

A Bitwise lançou o Bitwise Proficio Currency Debasement ETF (BPRO), um fundo negociado em bolsa que une Bitcoin e ouro como proteção contra a desvalorização das moedas fiduciárias. Listado na NYSE em 22 de janeiro de 2026, o produto gerenciado ativamente visa preservar o poder de compra em cenários de inflação e expansão monetária excessiva. Ideal para quem busca diversificar e se blindar contra riscos econômicos globais, como a perda de valor do dólar.


O Que é um Debasement ETF?

Um Debasement ETF é um fundo de investimento projetado especificamente para combater o ‘debasement’, ou desvalorização das moedas fiat causada por impressão excessiva de dinheiro, déficits fiscais e políticas expansionistas. Diferente de ETFs tradicionais de ações ou renda fixa, ele foca em ativos que historicamente mantêm valor em tempos de crise monetária.

No caso do BPRO, a estratégia ativa ajusta dinamicamente a alocação entre Bitcoin, ouro, prata, platina, paládio e ações de mineradoras. É obrigatório manter pelo menos 25% em ouro, garantindo uma base sólida. Essa rotação evita alocações fixas, adaptando-se às condições de mercado para maximizar a proteção do patrimônio.

Para iniciantes, pense assim: enquanto governos imprimem mais dinheiro, reduzindo seu poder de compra, esses ativos atuam como ‘moedas duras’ – escassos e independentes de políticas centrais.

Por Que Combinar Bitcoin e Ouro?

O ouro é o hedge clássico contra inflação há milênios, com demanda crescente de bancos centrais – que compraram toneladas nos últimos anos, elevando seu preço em 79% no último ano. Já o Bitcoin, com suprimento limitado a 21 milhões de unidades, é o ‘ouro digital’: escasso, portátil e divisível, complementando o metal físico.

A combinação inteligente reduz riscos: ouro oferece estabilidade em crises geopolíticas, enquanto Bitcoin captura upside em adoção institucional via ETFs. Matt Hougan, CIO da Bitwise, alerta que a desvalorização do dólar acelerou nos últimos 15 anos, tornando essa dupla essencial para famílias preservarem riqueza a longo prazo.

Em resumo, ouro protege o ‘chão’, Bitcoin impulsiona o ‘teto’ – juntos, formam um escudo diversificado contra erosão fiat.

Funcionamento do BPRO e Desempenho Inicial

Parceria com Proficio Capital Partners, o BPRO cobra 0,96% de taxa anual – razoável para gestão ativa. No primeiro dia de negociação (22 de janeiro de 2026), registrou US$ 13,2 milhões em volume e US$ 52,4 milhões em AUM, sinalizando interesse inicial apesar de menor que ETFs spot de Bitcoin.

A gestão combina expertise em cripto da Bitwise com metais preciosos da Proficio, rotacionando ativos conforme volatilidade. Diferente de portfólios tradicionais (ações + bonds), que falharam em preservar o poder de compra, o BPRO prioriza ‘armazenamento de valor’ em era de dívida alta.

Para brasileiros, expostos à inflação crônica e dólar volátil, é uma opção acessível via corretoras internacionais, ajudando a dolarizar e proteger poupança.

Proteção Contra Inflação: Lições Práticas

A inflação fiduciária erode patrimônio silenciosamente – no Brasil, vimos isso com planos econômicos passados. O BPRO educa sobre diversificação: aloque parte em ativos reais, não só reais (R$). Ray Dalio sugere 15% em ouro + Bitcoin; aqui, um ETF facilita isso para iniciantes.

Monitore: se ETFs de Bitcoin absorvem +100% da mineração diária, como ouro com bancos centrais, espere valorizações parabólicas. Mas lembre: volatilidade existe; use como complemento, não 100% do portfólio. Comece pequeno, estude e proteja seu futuro financeiro.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede neural digital com nó BTC central corrompido e vazamentos vermelhos, representando crise de segurança e prejuízos on-chain no Bitcoin

Crise de Segurança Cripto: BTC Registra Prejuízos On-Chain

📊 BOLETIM CRIPTO | 23/01/2026 | MANHÃ

Cautela define o início da manhã de 23 de janeiro de 2026. Falhas críticas de segurança na custódia estatal na Coreia do Sul e erro operacional na Crypto.com, combinadas com o primeiro sinal on-chain negativo de lucros no Bitcoin desde 2023, pesam mais que avanços regulatórios isolados como o draft do Senado americano. Esses eventos expõem fragilidades sistêmicas na gestão de ativos digitais, erodindo a confiança de investidores. O viés de baixa moderado prevalece, com perdas realizadas de 69 mil BTC sinalizando possível capitulação inicial, enquanto tensões regulatórias globais — de fraudes na China a vácuos legais nos EUA — amplificam a percepção de risco. Este boletim detalha o que aconteceu, implicações e indicadores chave para navegar o cenário.


🔥 Destaque: Bitcoin: Métrica de Lucro On-Chain Negativa Pela 1ª Vez Desde 2023

Pela primeira vez desde outubro de 2023, a métrica de Lucro/Prejuízo Realizado Líquido do Bitcoin entrou em território negativo, segundo a CryptoQuant. Isso indica que movimentações na blockchain resultaram em prejuízos agregados de cerca de 69 mil BTC, equivalentes a US$ 6,18 bilhões ao preço atual próximo de US$ 89 mil.

O sinal contrasta com picos anteriores de realização de lucros, como 1,2 milhão de BTC em março de 2024. Analistas comparam o padrão ao de março de 2022, que precedeu o mercado de baixa prolongado. Investidores de curto prazo — os “turistas”, como chamados — estão capitulando, vendendo com perda em meio à queda recente abaixo de US$ 90 mil.

Embora o evento sugira enfraquecimento da tendência de alta, vozes como Sean Dawson, da Derive, argumentam que o mercado amadureceu, com preço mais sensível a fatores macroeconômicos como previsões do Fed e crises de dívida soberana. A crise de títulos japoneses e reversões tarifárias de Trump contribuíram para liquidações de US$ 1 bilhão recentemente.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 471.524 apresenta variação de -1,63% em 24 horas, refletindo a pressão local. Monitorar se a métrica permanece negativa pode confirmar uma correção mais profunda ou redefinição de base para acumulação.


📈 Panorama do Mercado

O período reflete um viés de baixa moderado, impulsionado por uma tendência clara de erosão na confiança em custódia e segurança operacional. Incidentes como o roubo de US$ 48 milhões em BTC na Coreia do Sul via phishing e o erro de US$ 10,5 milhões na Crypto.com destacam vulnerabilidades humanas em entidades estatais e exchanges.

Tensões regulatórias globais fragmentadas agravam o quadro: repressão na China contra fraudes Ponzi com “air coins” contrasta com vácuos legais nos EUA, como a desistência do DOJ no caso OpenSea. Apesar disso, o draft do Comitê de Agricultura do Senado americano, com markup em 27/01, favorece a CFTC para BTC/ETH e protege yields de stablecoins, oferecendo um contraponto positivo.

Setores como segurança/custódia estão sob pressão intensa, enquanto Bitcoin e spot enfrentam capitulação on-chain. Stablecoins e DeFi, por outro lado, aquecem com defesas contra lobby bancário da Circle no WEF.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Erosão da confiança em gestão de ativos cripto: Falhas estatais na Coreia e operacionais na Crypto.com minam credibilidade de governos e CEX. É muito provável que isso acelere saques e migração para custodiantes pro, mas gere pânico de curto prazo com impacto em liquidez.
  • Vácuo regulatório incentivando insider e fraudes: Desistência DOJ no OpenSea cria brecha legal para insider trading em NFTs; fraudes chinesas como Ding Yifeng reforçam repressão asiática. Risco alto de práticas abusivas até novas leis específicas.
  • Restrições a yields de stablecoins: Lobby bancário alerta para fuga de US$ 6 tri em depósitos contesta Circle CEO. É provável que resulte em proibições, limitando DeFi e inovação nos EUA.
  • Início de bear market via capitulação on-chain: Prejuízos de 69k BTC sinalizam perda de força, similar a 2022. Possível cascata de vendas testando suportes abaixo de US$ 89k, agravado por macro como Fed.
  • Fragmentação legislativa nos EUA: Draft Ag Committee vs. Banking cria impasse. Provável atraso em clareza reg, elevando custos de compliance para exchanges e DeFi.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Demanda por custódia institucional: Incidentes Coreia/Crypto.com impulsionam adoção de multi-sig, MPC e seguros. Janela curta para provedores profissionais capturarem governos e grandes players.
  • Clareza reg via CFTC e proteção DeFi: Draft Senado fortalece CFTC para BTC/ETH, exclui yields stablecoins. Médio prazo para influxo institucional e crescimento DeFi nos EUA.
  • Catalisador para legislação anti-insider: Falha OpenSea acelera leis específicas para NFTs/DeFi. Médio potencial para autorregulação em plataformas como OpenSea.
  • Flight to quality em BTC/ETH: Fraudes China e capitulação varejo canalizam capital para ativos estabelecidos. Curto prazo para acumulação em recuo.

📰 Principais Notícias do Período

1. Bitcoin: Métrica de Lucro On-Chain Negativa Pela 1ª Vez Desde 2023
Métrica CryptoQuant mostra lucros realizados líquidos negativos pela 1ª vez desde 2023, com 69k BTC ($6B) em prejuízos. Sinaliza enfraquecimento bull, similar a 2022, mas macro Fed pode dominar. Investidores de curto prazo capitulando.

2. Falha de custódia na Coreia do Sul expõe riscos da gestão estatal de cripto
Promotores sul-coreanos perdem US$48M em BTC apreendido via phishing em carteira oficial. Expõe falhas OpSec estatal, catalisando demanda por custódia pro. Risco de ataques a governos.

3. Projeto do Senado dos EUA Impulsiona CFTC e Favorece Setor Cripto
Comitê Agricultura Senado EUA lança draft fortalecendo CFTC para BTC/ETH, sem restrições yields stablecoins; markup 27/01. Vitória vs versão Banking, protege DeFi.

4. Caso OpenSea: Desistência do DOJ Expõe Vácuo Regulatório no Mercado NFT
DOJ desiste caso insider OpenSea após anulação; info confidencial não é ‘propriedade’. Cria vácuo legal, risco insider mas catalisador para leis específicas.

5. China: Ação judicial contra fraude cripto de Ding Yifeng sinaliza tolerância zero
Procuradoria Shenzhen acusa 30 em esquema Ponzi com ‘DDO air coin’; reforça repressão China. Flight to quality BTC/ETH esperado.

6. Crypto.com: Erro de US$ 10,5 milhões Expõe Falhas de Controle Interno
Erro funcionário transfere US$ 10,5 milhões em vez de US$ 100; detectado após 7 meses. Justiça ordena devolução, mas dano reputacional para CEX.


🔍 O Que Monitorar

  • Net Realized Profit/Loss BTC: Confirma profundidade da capitulação; acompanhe em CryptoQuant/Glassnode para sinal de força ou fraqueza.
  • Markup Senado Ag Committee (27/01): Resultado determina avanço CFTC/DeFi; siga C-SPAN e Senado EUA.
  • Movimentação fundos Coreia: Rastreie BTC roubado via Arkham para impacto liquidez.
  • Declarações DOJ/SEC insider: Pós-OpenSea, indica direção reg; sites oficiais.
  • Progresso GENIUS Act: Decide yields stablecoins; Congress.gov.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12-48 horas, o viés de baixa moderado persiste, com o sinal on-chain negativo do Bitcoin e investigações na Coreia/Crypto.com pressionando preços abaixo de US$ 89 mil — ou R$ 471 mil localmente. Fraudes chinesas reforçam aversão ao risco, enquanto o draft do Senado pode gerar volatilidade positiva se bipartidário. É provável capitulação adicional de varejo, mas fluxos de ETFs e forecasts do Fed oferecem contrapeso macro. Fatores como movimentação dos fundos sul-coreanos ou reações ao WEF podem alterar o cenário. Mantenha foco em flight to quality e gestão de risco; acompanhe indicadores para navegar a correção potencial.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Onda vermelha de SHIB colidindo com rede DeFi cyan rachada, silhueta de baleia ao fundo, alertando despejo e liquidações em Hyperliquid

Alerta de Baleias: SHIB Cai Após Despejo de Bilhões e DeFi em Pânico

Uma baleia de Shiba Inu (SHIB) transferiu bilhões de tokens para a exchange Robinhood, pressionando a cotação para o menor nível em semanas, em US$ 0,000007683. O movimento, que representou 97% de suas reservas, coincide com liquidações de US$ 600 milhões no mercado cripto, incluindo US$ 214 milhões na plataforma DeFi Hyperliquid. Esses sinais de despejo por grandes detentores e insiders geram insegurança, alertando traders sobre possíveis quedas adicionais em um contexto de volatilidade do Bitcoin.


Despejo da Baleia de SHIB Desencadeia Queda

A baleia de SHIB identificada pelo endereço 0x2d00B0eF90eF8C08d5e4Ff9c74b98123D679f7bB enviou 210,365 bilhões de tokens para a Robinhood, equivalentes a US$ 1,63 milhão. Dados da Arkham revelam que isso esgotou quase todo seu estoque, restando apenas 5,86 bilhões de SHIB. Adicionalmente, foram transferidos 1,52 bilhão para a mesma exchange e 7 bilhões para o provedor de liquidez B2C2, sugerindo uma venda OTC iminente.

O preço do SHIB despencou mais de 7% na semana, com o pior dia coincidindo às transferências. Apesar de uma recuperação parcial para US$ 0,000007978, os fluxos líquidos para exchanges permanecem mistos: negativos hoje (7 bilhões de entrada), mas positivos ontem (1,6 bilhão de saída). Isso indica falta de acúmulo claro, com traders de derivativos ainda otimistas, mas volume em alta de 20% e open interest crescendo 3%.

Liquidações Massivas no Hyperliquid e Riscos em DeFi

A plataforma DeFi Hyperliquid sofreu o impacto mais severo, com US$ 214 milhões em liquidações, incluindo uma posição ETH-USD de US$ 40,22 milhões. Esse episódio reforça o sentimento de insegurança gerado por despejos de insiders, como as recentes vendas da equipe da Hyperliquid reportadas em pautas anteriores. Em um mercado de derivativos aquecido, com open interest de Bitcoin acima de US$ 81 bilhões, pequenas oscilações viram whipsaws violentos.

Binance registrou US$ 113 milhões (maioria comprados) e Bybit US$ 90 milhões. Cerca de 142 mil traders foram varridos, tanto comprados quanto vendidos. Para investidores de varejo, isso é um lembrete clássico de insider selling: quando grandes players ou equipes despejam posições, o varejo paga o preço das liquidações forçadas.

Volatilidade do Bitcoin Agrava o Cenário

O Bitcoin oscilou entre US$ 88 mil e US$ 90 mil durante o discurso de Trump em Davos, onde defendeu uma estrutura de mercado imediata para cripto. Tensões comerciais EUA-Europa (tarifas Trump sobre Groenlândia, depois canceladas) e estresse em bonds macroeconômicos impulsionaram o movimento. Resultado: US$ 600 milhões em liquidações totais, metade longs e metade shorts.

Esses eventos destacam a fragilidade de posições alavancadas. Enquanto holders de spot em carteiras frias permanecem seguros, o varejo deve monitorar fluxos de baleias e netflows de exchanges para antecipar dumps. O SHIB, apesar de +15% YTD, está longe do ATH de US$ 0,00008845, e pressões semelhantes podem persistir.

Como Identificar Sinais de Despejo e Proteger-se

Traders atentos devem vigiar transferências massivas para exchanges (como o caso SHIB-Robinhood), fluxos líquidos negativos e spikes em liquidações DeFi (Hyperliquid). Sinais de insider selling, como vendas por equipes de projetos, precedem quedas. Evite alavancagem excessiva; prefira posições spot e diversificação. Monitore ferramentas como Arkham e CryptoQuant para on-chain real-time. Vale observar: o mercado reage rápido a esses alertas, mas paciência protege o capital em tempos voláteis.


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Vórtice vermelho brutal girando ao redor de pilar Bitcoin com 90K rachado, explodindo fragmentos que simbolizam US$ 1 bilhão em liquidações por whipsaw

Bitcoin em Whipsaw: US$ 90 mil Liquida US$ 1 Bilhão em Operações

O pico do Bitcoin acima de US$ 90 mil após anúncio de Trump sobre tarifas gerou um whipsaw clássico, com o preço caindo para US$ 88 mil e liquidando mais de US$ 1 bilhão em posições alavancadas. Comprados perderam US$ 672 milhões e vendidos US$ 335 milhões nas últimas 24 horas, segundo dados de mercado. A volatilidade extrema ocorreu durante o discurso de Trump em Davos, destacando o moedor de traders em meio a promessas pró-cripto.


Movimento de Preço e Liquidações Massivas

O Bitcoin experimentou uma oscilação violenta entre US$ 88 mil e US$ 90 mil, disparando liquidações split que afetaram tanto comprados quanto vendidos. Dados da Coinglass indicam US$ 600 milhões a US$ 1 bilhão evaporados, com 142 mil traders impactados. Uma posição de ETH-USD de US$ 40 milhões foi liquidada na Hyperliquid, enquanto Binance e Bybit registraram US$ 113 milhões e US$ 90 milhões, respectivamente.

Esse padrão de whipsaw reflete open interest elevado em futuros, acima de US$ 81 bilhões para BTC, amplificando movimentos menores em swings violentos. A alta inicial veio de alívio em tensões comerciais, mas falhou em sustentar o rompimento, expondo posições alavancadas a ambos os lados.

Contexto de Davos e Pressão Geopolítica

Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, Trump anunciou recuo em tarifas contra Europa após reunião com o Secretário-Geral da OTAN, impulsionando o rali inicial do Bitcoin. Ele também defendeu aprovação imediata de estrutura de mercado cripto. No entanto, o otimismo evaporou rapidamente, com BTC recuando abaixo de US$ 89 mil.

Analistas apontam viés de baixa até setembro, aguardando cortes de taxa do Fed pós-transição de liderança. Kaledora Fontana, da Ostium, destaca que mudanças políticas demoram a impactar ativos de risco. Apesar disso, ações como Strategy (MSTR) superam ETFs como BlackRock IBIT em 5% YTD, sinalizando apetite modesto por “Bitcoin amplificado”.

Implicações para o Mercado Brasileiro

No Brasil, o Bitcoin negocia a R$ 472.145 segundo o Cointrader Monitor, com variação de -1,42% em 24h e volume de 190 BTC. Traders locais enfrentam os mesmos riscos de alavancagem, mas holders de spot permanecem protegidos.

Os dados sugerem cautela: volatilidade persiste com macro incerto, incluindo Fed e geopolítica. É provável que o suporte em US$ 88 mil seja testado novamente, enquanto resistência em US$ 90 mil resiste. Monitorar open interest e liquidez de exchanges é essencial para posicionamentos.


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Baleia surreal de circuitos antigos emergindo de abismo digital arrastando BTC dourados, simbolizando holder de 2013 despertando após 13 anos

Baleia de 2013 Desperta e Move R$ 430 Mi em BTC Após 13 Anos

O despertar de uma baleia da era Satoshi: após 13 anos inativa, um endereço acumulador de 2012-2013 transferiu 909,38 BTC, equivalentes a US$ 81 milhões (R$ 430 milhões) na data do movimento. Esse evento on-chain coincide com dados que mostram novas baleias superando a velha guarda, controlando US$ 130 bilhões em BTC contra US$ 126 bilhões dos holders antigos, gerando uma pressão de oferta de US$ 6 bilhões. O que essa gigante de 2013 sabe que o mercado atual ignora?


Movimento da Baleia Antiga

Os 909,38 BTC foram movidos de um endereço específico (1A2hqHVSUERAT3t1yJ7ggYCQccvH6pZGZm) na segunda-feira, 19 de janeiro de 2026, após período de inatividade superior a 13 anos. Esses bitcoins foram acumulados entre dezembro de 2012 e abril de 2013, quando o BTC oscilava entre US$ 13 e US$ 250. Embora não atinja o patamar clássico de 1.000 BTC para ser considerada baleia plena, o volume representa um ativo significativo no atual patamar de preços.

Dados da Arkham Intelligence confirmam a transação, destacando o reposicionamento ou possível realização de lucros em meio à volatilidade recente. Com o Bitcoin negociado próximo a US$ 89.000, movimentos como esse de holders da ‘era inicial’ reacendem debates sobre distribuição de supply antigo para novas mãos.

Novas Baleias Dominam o Controle

Análises on-chain da CryptoQuant revelam uma inversão histórica: investidores com mais de 1.000 BTC há menos de 155 dias (novas baleias) detêm US$ 130 bilhões em valor, superando os US$ 126 bilhões das baleias antigas. Essa coorte inclui instituições como MicroStrategy, Twenty One Capital (com 43.514 BTC, ou US$ 3,91 bilhões) e ETFs de Bitcoin nos EUA, que acumularam US$ 116,59 bilhões em ativos.

O custo médio de aquisição dessas novas baleias gira em torno de US$ 98.000 por BTC. Com o preço atual abaixo disso, há cerca de US$ 6 bilhões em perdas não realizadas, criando um overhang de oferta que pode prolongar a consolidação lateral do mercado.

Pressão de Oferta e Tug-of-War On-Chain

Esse choque geracional resulta em um ‘tug-of-war’ interno: enquanto acumuladores estratégicos como MicroStrategy veem quedas como oportunidades de compra, outras novas baleias pressionadas podem optar por vendas, distribuindo supply contra a convicção altista. Especialistas como Allen Ding, da Bitfire, descrevem o período como uma ‘troca brutal de fichas’, com liquidez migrando de especuladores para instituições de longo prazo insensíveis a preços.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 472.405 às 20h01 desta quinta-feira (22/01), com variação de -1,24% em 24h e volume de 189,97 BTC. Essa dinâmica explica a choppiness atual, apesar de melhoras macro como o recuo de Trump em tarifas.

Implicações e Monitoramento

A absorção dessa oferta redistribuída por ‘baleias fortes’ (instituições) deve definir o próximo rompimento. Dados on-chain sugerem resiliência líquida, mas o conflito interno domina sobre fatores externos. Investidores devem rastrear métricas como unrealized losses de novas baleias e fluxos para ETFs. Eventos como o de 19/01 indicam que a velha guarda ainda influencia, testando a dominância dos novatos. Vale monitorar endereços inativos para sinais de mais ‘despertares’.


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Baleias institucionais cartoon emergindo de oceano BTC, carregando tesouros, simbolizando acumulação por Saylor, BlackRock e Strive

Baleias Institucionais: Saylor, BlackRock e Strive Movem Bilhões em BTC

Enquanto o Bitcoin testa suportes em torno de US$ 89 mil, baleias institucionais demonstram apetite insaciável. A MicroStrategy de Michael Saylor adquiriu quase US$ 3,4 bilhões em BTC nas últimas duas semanas e sinaliza mais compras. BlackRock movimentou US$ 430 milhões em Bitcoin e Ether para a Coinbase Prime, em operações rotineiras de ETFs. Strive, de Vivek Ramaswamy, planeja captar US$ 150 milhões para dívidas e acumulação adicional. Esses fluxos destacam a acumulação silenciosa dos grandes participantes.


Michael Saylor Acelera Aquisições

Michael Saylor, presidente executivo da MicroStrategy, postou no X: “Pensando em comprar mais bitcoin”. A companhia, conhecida por sua estratégia agressiva de tesouraria em BTC, comprou aproximadamente US$ 3,4 bilhões nas últimas duas semanas, elevando seu total para 709.715 BTC, avaliados em mais de US$ 60 bilhões. Os recursos vieram de emissões de ações comuns e preferenciais.

Esse ritmo contrasta com uma breve desaceleração recente. Tradicionalmente, Saylor sinaliza compras aos fins de semana, mas o post de quinta-feira indica continuidade mesmo com o BTC consolidando abaixo de US$ 90 mil. As ações da MSTR caem 1,4%, refletindo volatilidade, mas a confiança na reserva de valor persiste.

BlackRock: Fluxos Operacionais de ETFs

Carteiras ligadas aos ETFs de Bitcoin (IBIT) e Ether (ETHA) da BlackRock transferiram mais de US$ 430 milhões para a Coinbase Prime. Foram cerca de 3.070 BTC (US$ 276 milhões) e 52.800 ETH (US$ 157 milhões).

Esses movimentos coincidem com saídas recordes de ETFs: US$ 709 milhões em BTC e US$ 298 milhões em ETH, incluindo US$ 356 mi e US$ 250 mi da BlackRock. Especialistas esclarecem: trata-se de liquidações operacionais por resgates de participantes autorizados, não vendas discricionárias. Similar a transferências de 13 de janeiro, não sinalizam despejo, mas gerenciam exposição institucional.

Strive Expande Tesouraria Bitcoin

A Strive, cofundada por Vivek Ramaswamy, anunciou oferta de até US$ 150 milhões em ações preferenciais perpétuas (SATA) para quitar dívidas da subsidiária Semler Scientific e comprar mais Bitcoin. Inclui recompra de notas conversíveis de 4,25% e empréstimos com Coinbase Credit.

Negociações privadas de troca dívida-equity podem reduzir o tamanho da oferta. Após adquirir a Semler, Strive terá 12.797,9 BTC. A SATA oferece dividendo inicial de 12,25% anual, ajustável. Em 2025, captou US$ 750 mi e US$ 500 mi para estratégias Bitcoin.

Fluxo de Capital Institucional Persiste

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 472.804,86 (-1,34% em 24h) reflete cautela do varejo, mas dados on-chain mostram acumulação por gigantes. MicroStrategy, BlackRock e Strive representam bilhões em inflows, desmistificando pânico de vendas. Investidores devem monitorar ETF flows e tesourarias corporativas para sinais de suporte em níveis críticos.


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Personagens cartoon bancário com ouro e tech com Bitcoin/DeFi elevando plataforma híbrida, simbolizando novos fundos institucionais de BTC com rendimento

Novos Fundos de Bitcoin com Rendimento e Ouro Elevam o Mercado em 2026

A Laser Digital, braço digital da Nomura, anunciou o Bitcoin Diversified Yield Fund (BDYF), um produto tokenizado que gera rendimentos para investidores institucionais via estratégias DeFi market-neutral. Paralelamente, a Bitwise lançou o ETF BPRO, combinando Bitcoin, ouro, prata e ações de mineração para proteção contra desvalorização fiduciária. Esses lançamentos sinalizam o amadurecimento do mercado cripto em 2026.


Detalhes do Fundo Yield-Bearing da Laser Digital

O BDYF difere de fundos tradicionais de Bitcoin ao buscar renda adicional por meio de estratégias diversificadas em DeFi, mantendo exposição ao BTC. Gerido ativamente, o fundo usa tokenização via Kaio e custódia pela Komainu, exclusivo para investidores qualificados.

Jez Mohideen, CEO da Laser Digital, destacou que a volatilidade recente reforça a demanda por produtos yield-bearing e market-neutral. "É a evolução natural da gestão de ativos cripto", afirmou. Ao contrário do fundo de adoção de BTC lançado em 2023, o BDYF visa menor correlação com o mercado spot e volatilidade reduzida.

Dados indicam crescente apetite institucional: o fundo responde à preferência por estruturas tokenizadas sobre posições compradas simples, com foco em renda independente de oscilações de preço.

ETF Híbrido da Bitwise Contra Desvalorização

O Bitwise Proficio Currency Debasement ETF (BPRO) aloca no mínimo 25% em ouro, complementado por Bitcoin, metais preciosos e equities de mineração. Listado na NYSE com taxa de 0,96% ao ano, o produto une expertise cripto da Bitwise à experiência em metais da Proficio Capital Partners.

Bob Haber, CIO da Proficio, enfatizou: "A desvalorização cambial é um imposto sobre poupanças; BPRO preserva riqueza". Ajustes dinâmicos visam hedge contra déficits fiscais e impressão monetária global, com alocações flexíveis baseadas em condições de mercado.

O lançamento reflete tendência: ativos resistentes à inflação ganham tração, impulsionando demanda por Bitcoin e ouro em portfólios diversificados.

Implicações para o Mercado Cripto em 2026

Esses produtos marcam transição do Bitcoin como reserva de valor pura para gerador de yield e hedge híbrido. Institucionais buscam retornos além da apreciação spot, com DeFi e commodities tradicionais reduzindo riscos sistêmicos.

No Brasil, onde inflação persiste, equivalentes em BRL podem atrair family offices e fundos de pensão. Volumes globais de ETFs cripto superam US$ 100 bilhões em 2025, projetando um crescimento de 30% em 2026, segundo analistas.

Regulação amadurece: aprovações SEC para ETFs spot pavimentam híbridos, mas volatilidade DeFi exige diligência.

O Que Isso Significa para Investidores Brasileiros

Com BTC a R$ 580.000 (média Cointrader Monitor), esses fundos oferecem diversificação acessível via corretoras globais. Yield em BTC via Laser pode render 5-10% anual em cenários neutros; BPRO protege contra real fraco.

Monitore alocações: ouro mínimo 25% no BPRO equilibra upside cripto com estabilidade tradicional. Para brasileiros, exposição indireta via ETFs reduz custódia e tributação direta.

Esses lançamentos consolidam Bitcoin como pilar institucional, evoluindo de especulação para alocação estratégica.


📌 Nota: Uma das fontes originais estava temporariamente indisponível; conteúdo complementar obtido de cobertura equivalente.

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Executivos cartoon tailandês, BitGo e Bitwise abrindo caminhos institucionais para Bitcoin ETF e NYSE, com baleia ao fundo simbolizando riscos

Avanço Institucional: Tailândia Aprova ETFs e BitGo Estreia na NYSE

📊 BOLETIM CRIPTO | 22/01/2026 | NOITE

O mercado de criptoativos consolida sua transição para a maturidade institucional nesta quinta-feira, impulsionado por uma tríade de avanços regulatórios e financeiros. A finalização das regras para ETFs na Tailândia, o lançamento de novos produtos híbridos pela Bitwise e o IPO bem-sucedido da BitGo na NYSE sinalizam um forte apetite por infraestrutura regulada. Embora o cenário enfrente a pressão de baleias adormecidas e o escrutínio rigoroso sobre stablecoins ligadas a sanções, o viés de alta moderado prevalece. A jornada para a integração com as finanças tradicionais ganha tração, enquanto eventos de debanking político reforçam a necessidade intrínseca de sistemas descentralizados e resistentes à censura. O dia marca um ponto de inflexão onde o plumbing institucional começa a superar as incertezas pontuais do varejo.


🔥 Destaque: Tailândia Consolida Marco para 2026

Dando um passo decisivo para se tornar o principal centro de criptoativos do Sudeste Asiático, a Comissão de Valores Mobiliários (SEC) da Tailândia confirmou a finalização das regras para o lançamento de ETFs de criptomoedas e contratos futuros para o primeiro trimestre de 2026. Este marco não é apenas burocrático; ele representa a abertura de um canal direto de capital institucional em uma das maiores economias da região, permitindo que fundos de pensão e grandes gestores acessem o Bitcoin e o Ethereum via veículos regulados na bolsa local.

A nova estrutura legal reconhecerá formalmente os ativos digitais sob a Lei de Derivativos, permitindo a negociação de produtos simplificados que eliminam barreiras críticas de custódia e segurança. A estratégia tailandesa inclui isenções fiscais até 2029, o que deve gerar um efeito dominó regulatório em nações vizinhas como Malásia e Vietnã, acelerando a criação de um mercado regional robusto e interconectado.

Para o investidor global, o sucesso deste modelo servirá como barômetro para a adoção asiática. É muito provável que a disponibilidade de futuros na bolsa TFEX aumente a liquidez e permita estratégias de proteção mais sofisticadas. O destaque do período reside na clareza: a Tailândia deixa de apenas discutir diretrizes para estabelecer um status oficial de implementação, o que deve atrair gestoras internacionais de peso nos próximos meses.

Contudo, o mercado deve monitorar a concorrência agressiva de centros como Hong Kong e Singapura. A capacidade da Tailândia de atingir uma massa crítica dependerá da agilidade das gestoras licenciadas em oferecer produtos competitivos antes que a liquidez se fragmente em outros polos financeiros da Ásia.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento de mercado apresenta um viés de alta moderado, sustentado por uma convergência inédita de produtos regulados na maior bolsa de valores do mundo. O IPO da BitGo na NYSE, que registrou uma valorização imediata de 25% sobre o preço inicial, valida a tese de que a infraestrutura cripto é agora vista como uma aposta segura pelo capital tradicional. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 472.940,61, apresentando uma leve correção de 1,3% nas últimas 24 horas, enquanto investidores digerem movimentações on-chain.

Dados da AwesomeAPI mostram que o Ethereum (ETH) é negociado a R$ 15.626,41, refletindo uma volatilidade típica de períodos de consolidação institucional. A tendência identificada é de migração para ativos de porto seguro dentro do ecossistema, com o lançamento do ETF BPRO da Bitwise fortalecendo a narrativa do Bitcoin como ouro digital frente à desvalorização das moedas fiduciárias globais. O mercado de capitais tradicional parece estar absorvendo o risco cripto através de infraestrutura e veículos híbridos, criando uma base de suporte mais sólida para os ciclos futuros.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Pressão de Baleias Adormecidas: A movimentação de 909 BTC de uma carteira inativa há 13 anos gera temor de realização de lucros massiva. Se esses fundos migrarem para corretoras, podem causar uma pressão vendedora de US$ 81 milhões no curto prazo.
  • Sanções e Compliance em Stablecoins: O bloqueio da stablecoin russa A7A5 revela riscos de contágio regulatório para o USDT. Usuários com histórico on-chain contaminado podem sofrer congelamentos de fundos em exchanges centralizadas.
  • Debanking e Risco Político: O processo de Donald Trump contra o JPMorgan expõe a censura financeira como uma arma política. Isso pode tornar os bancos ainda mais avessos ao setor cripto, restringindo o acesso bancário para empresas do setor.
  • Exposição à Volatilidade Sistêmica: Mesmo empresas públicas como a BitGo enfrentam o risco de correlação indireta. Um eventual mercado de baixa prolongado pode reduzir a demanda por custódia, impactando diretamente o preço das ações no mercado aberto.

💡 Oportunidades Identifiedas

  • Hedge Macro com ETFs Híbridos: O novo ETF BPRO da Bitwise combina Bitcoin e ouro, simplificando a alocação para investidores tradicionais que buscam proteção contra a inflação via ativos escassos em um único produto regulado.
  • Demanda por Compliance On-chain: O rastreamento bem-sucedido de fluxos bilionários abre uma janela para o crescimento de empresas de análise blockchain. Protocolos que adotarem ferramentas de transparência tendem a atrair mais capital institucional.
  • Fortalecimento do HODL: A reativação de carteiras da era Satoshi serve como prova social extrema do sucesso da estratégia de longo prazo, atraindo investidores resilientes que buscam no Bitcoin uma reserva de valor geracional.

📰 Principais Notícias do Período

1. Tailândia Consolida Marco Regulatório Cripto para 2026: ETFs e Futuros
A SEC tailandesa finalizou as diretrizes operacionais para ETFs de criptoativos e futuros na TFEX para o primeiro trimestre de 2026. A medida visa mitigar riscos de segurança e atrair grandes fundos de investimento para o ecossistema local.

2. ETF Híbrido da Bitwise (BPRO) Valida Bitcoin como Macro Ativo
Lançado na NYSE, o BPRO combina Bitcoin, ouro e ações de mineração. Gerido ativamente, o fundo foca na proteção contra a desvalorização da moeda, consolidando a tese do BTC como ativo de reserva patrimonial ao lado do metal precioso.

3. IPO da BitGo na NYSE: Validação Institucional e o Teste do Mercado Público
A BitGo, gigante da custódia digital, estreou na bolsa de Nova York com alta de 25%. A listagem em uma das plataformas mais rigorosas do mundo valida a infraestrutura cripto como uma classe de ativos viável para Wall Street.

4. A7A5: O Teste de Estresse de US$ 100 Bilhões para Sanções em Cripto
A stablecoin russa A7A5, que servia como ponte para o USDT, teve sua liquidez drenada após sanções dos EUA e da UE. O caso demonstra o poder do rastreamento on-chain em desarticular redes financeiras sob restrição.

5. Movimentação de Baleia Adormecida Aumenta Incerteza no Curto Prazo
Uma carteira inativa desde 2013 moveu 909 BTC (R$ 430 milhões). A transação de um investidor pioneiro levanta dúvidas sobre uma possível realização de lucros ou apenas um reposicionamento estratégico de custódia.

6. Processo Trump vs JPMorgan: Risco Político no Sistema Financeiro Tradicional
Donald Trump processou o JPMorgan em US$ 5 bilhões por debanking motivado politicamente. O litígio reforça a narrativa de que o sistema fiduciário pode ser usado como ferramenta de censura, favorecendo alternativas cripto.


🔍 O Que Monitorar

  • Volume de Negociação na SET: A liquidez inicial dos ETFs na Tailândia indicará a força real da demanda institucional asiática.
  • Preço da Ação BitGo (NYSE): Uma estabilidade acima do valor do IPO sinalizará confiança contínua na infraestrutura do setor.
  • Fluxos On-chain da Baleia de 2013: Monitorar se os fundos chegam a endereços de exchanges como a Binance ou se permanecem em carteiras privadas de holding.
  • AUM do ETF BPRO: O crescimento do patrimônio sob gestão do fundo da Bitwise medirá o apetite por hedges macro combinados.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, esperamos que o mercado mantenha um movimento de sustentação impulsionado pelo otimismo institucional das bolsas americanas e asiáticas. Embora novas sanções on-chain ou vendas pontuais de grandes investidores possam gerar volatilidade local, a fundação de produtos regulados cria um suporte psicológico e técnico importante para o Bitcoin. O viés otimista moderado prevalece, condicionado à ausência de novos congelamentos massivos em protocolos de staking ou stablecoins. Investidores devem manter atenção ao fluxo de notícias sobre regulação financeira, que continua sendo o principal motor de volatilidade. A integração com o sistema tradicional está em curso acelerado, e plataformas globais como a Binance continuam sendo as principais portas de entrada para quem busca liquidez nestas novas narrativas institucionais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede hexagonal Ethereum com veneno tóxico corroendo escudo central, simbolizando golpes de address poisoning e riscos quânticos no BTC

Citi Alerta: Golpes de ‘Address Poisoning’ Inundam Ethereum

O banco Citi emitiu um alerta urgente sobre uma onda de golpes de address poisoning (envenenamento de endereço) que está inflando artificialmente a atividade na rede Ethereum. Analistas apontam que a maioria das novas transações, inferiores a US$ 1, é parte de campanhas maliciosas que enviam pequenas quantias de cripto de carteiras falsificadas, semelhantes às usadas por vítimas frequentes, para enganá-las a copiar endereços errados em transferências futuras. Sua carteira pode estar na mira agora mesmo. Enquanto isso, um estudo revela que 25% do suprimento de Bitcoin está em endereços vulneráveis a ataques quânticos, exigindo migração urgente.


Como Funciona o Golpe de Address Poisoning

Os criminosos exploram as baixas taxas de transação no Ethereum para enviar microtransações inferiores a US$ 1 de endereços que imitam os finais das carteiras das vítimas. Quando o usuário verifica seu histórico de transações em exploradores de bloco ou carteiras, esses endereços falsos aparecem no topo da lista de recebimentos. Desatentos copiam o endereço parcial (os últimos dígitos idênticos) e enviam fundos para os golpistas.

De acordo com o relatório do Citi, esse padrão explica o recorde de transações diárias e endereços ativos na Ethereum, que não reflete crescimento orgânico, mas sim comportamento malicioso. Pesquisadores como Andrey Sergeenkov confirmam que cerca de 80% do aumento vem de transferências de stablecoins como USDT e USDC para milhares de carteiras, financiadas por contratos inteligentes otimizados para spam em massa.

Em contraste, a atividade no Bitcoin continua em leve queda, destacando que o problema é específico da Ethereum.

Riscos e Medidas de Proteção Imediatas

Para não cair na armadilha, sempre copie o endereço completo ao fazer transferências e verifique os primeiros e últimos caracteres. Use carteiras com alertas de segurança, como Ledger ou Trezor, que destacam endereços suspeitos. Evite confiar em históricos recentes para copiar endereços — volte algumas transações para pegar os legítimos. Ative notificações de transações incomuns e monitore seus fundos regularmente.

O tom protetor é essencial: mesmo usuários experientes são alvos. Teste transferências pequenas primeiro e use watch-only wallets para verificação. Plataformas como a Binance oferecem ferramentas de verificação dupla.

Conexão com a Ameaça Quântica no Bitcoin

Enquanto a Ethereum enfrenta esses golpes operacionais, o Bitcoin tem um risco estrutural maior. Um estudo recente alerta que cerca de 4 milhões de BTC (25% do suprimento utilizável) estão em endereços com chaves públicas expostas, vulneráveis a computadores quânticos via algoritmo de Shor. Vitalik Buterin já alertou que a ameaça pode chegar antes de 2028.

A migração para criptografia pós-quântica pode exigir até 75 dias de downtime na rede Bitcoin, segundo pesquisadores da Universidade de Kent. A Comissão Europeia planeja transição até 2030 para infraestruturas críticas. Usuários devem mover fundos para endereços modernos (P2WPKH) imediatamente para mitigar riscos.

Próximos Passos para Proteção Total

Monitore atualizações de protocolos como o upgrade Fusaka na Ethereum, que reduziu taxas mas facilitou spams. JPMorgan questiona a sustentabilidade do crescimento. Para Bitcoin, fique atento a propostas de upgrade quântico-resistente. A lição é clara: segurança ativa salva patrimônio. Migre ativos vulneráveis hoje e use hardware wallets com suporte pós-quântico emergente.


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Plataforma cristalina dourada rachando no marco 90K sobre abismo com 80K distante, alertando risco de queda do Bitcoin para analistas

Perigo nos US$ 90 Mil: BTC Pode Cair para US$ 80K, Alertam Analistas

O Bitcoin aproximou-se dos US$ 90 mil após a revogação das tarifas de 10% sobre nações NATO anunciada por Donald Trump, ligada a negociações sobre Groenlândia. No entanto, o otimismo é frágil: analistas alertam para uma possível queda livre para US$ 80 mil, com o BTC já apagando todos os ganhos de 2026 em meio a volatilidade geopolítica. É rali de Trump ou bolha prestes a estourar?


Revogação de Tarifas: Alívio Temporário?

A decisão de Trump veio após um acordo preliminar com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, envolvendo acesso ao Ártico e influência sobre a Groenlândia. Anunciada em post no Truth Social, a suspensão das tarifas a partir de 1º de fevereiro gerou reação positiva imediata: o Bitcoin subiu 2%, aproximando-se dos US$ 90 mil, enquanto S&P 500 e Nasdaq avançaram 1,2% e 1,4%, respectivamente.

Contudo, essa volatilidade destaca a faca de dois gumes da política trumpista. Semanas atrás, ameaças de tarifas de até 25% geraram pânico; agora, o recuo alivia, mas não elimina incertezas. Negociações prosseguem com figuras como JD Vance e Marco Rubio, mas o mercado cripto, sensível a choques geopolíticos, pode inverter rapidamente se o acordo falhar.

Análise Técnica Aponta Viés de Baixa

O BTC caiu para uma mínima de três semanas em US$ 87.263, retraindo 10% na última semana e apagando ganhos anuais. Analistas como Wealthmanager destacam a perda do ponto de controle (POC) de abertura do ano, nível crítico a ser defendido. Crypto Jelle identifica uma bear flag de dois meses no gráfico diário, prevendo domínio total dos ursos se os lows atuais forem rompidos.

Lyvo Crypto reforça: rompimento do suporte ascendente sinaliza momentum baixista pleno, com risco de "queda livre" até US$ 78 mil. Crypto Bullet traça paralelos com 2022, quando retrações de 40% precederam correções maiores, alertando para possível reteste das médias móveis de 50 e 200 semanas após um último pump acima de US$ 100 mil.

Implicações para Investidores Brasileiros

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 472.880 (-1,5% em 24h, volume de 194 BTC). Com dólar a R$ 5,28, a conversão reforça a exposição ao risco cambial e geopolítico. O rali atual parece insustentável sem fundamentos sólidos além de tweets presidenciais.

Os dados sugerem cautela: volatilidade trumpista amplifica oscilações, e padrões técnicos indicam correção iminente. Investidores devem monitorar suportes em US$ 84 mil e US$ 80 mil, preparando-se para cenários de recuo prolongado. É hora de questionar se a euforia é genuína ou mera euforia passageira.

Próximos Passos no Mercado

Enquanto negociações Trump-NATO avançam, o foco está nos lows de novembro. Um double bottom em US$ 78 mil poderia sinalizar alívio, mas analistas com viés de baixa veem probabilidade baixa sem mudanças macro. Para brasileiros, diversificação e stop-loss são essenciais diante dessa incerteza. Vale monitorar volume e médias móveis para confirmações.


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Personagens cartoon de governador Kansas e executivo BlackRock construindo fortaleza com BTC central, simbolizando adoção institucional irreversível

Kansas Propõe Reserva Estratégica de Bitcoin e BlackRock Abraça Aposentadoria

O estado de Kansas deu um passo histórico ao propor uma lei para criar uma Reserva Estratégica de Bitcoin, gerida pelo tesouro estadual, enquanto a BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, lança a primeira anuidade indexada ao Bitcoin para aposentados americanos. Esses movimentos sinalizam a irreversibilidade da adoção do BTC por estados e instituições financeiras, transformando-o em reserva de valor pública e privada. Primeiro o Estado, depois sua aposentadoria: o Bitcoin chega para ficar.


Reserva Estratégica no Kansas: BTC como Tesouro Público

O senador Craig Bowser apresentou o projeto de lei SB352, que altera as regras de propriedades não reclamadas para incluir ativos digitais como Bitcoin. Após três anos de inatividade comprovada, esses bens seriam transferidos para uma Reserva de Bitcoin e Ativos Digitais, sob custódia do Tesoureiro estadual. Diferente de bens tradicionais, o BTC não seria liquidado imediatamente: ele ficaria na reserva, permitindo inclusive staking e recebimento de airdrops para acumular mais ativos.

A proposta proíbe depósitos de Bitcoin no fundo geral do estado, tratando-o como reserva estratégica de longo prazo. Apenas 10% de outros criptoativos iriam para receitas gerais. Essa estrutura reflete uma visão confiante no potencial do Bitcoin como hedge contra inflação e diversificador soberano, alinhando Kansas a uma onda de estados americanos explorando o BTC em finanças públicas.

BlackRock Integra Bitcoin na Previdência Privada

Em paralelo, a Delaware Life, em parceria com BlackRock, lançou a primeira anuidade indexada fixa (FIA) com exposição direta ao Bitcoin nos EUA. O produto usa o iShares Bitcoin Trust (IBIT), o ETF de BTC mais líquido do mercado, combinado com ações americanas no BlackRock U.S. Equity Bitcoin Balanced Risk 12% Index. A volatilidade é limitada a 12%, com proteção total do principal investido.

Ideal para investidores próximos da aposentadoria, a anuidade oferece upside do Bitcoin sem risco de perda do capital inicial. Robert Mitchnick, head de ativos digitais da BlackRock, destacou o sucesso do IBIT e a demanda por produtos que democratizam o acesso ao BTC. Isso marca a ponte entre finanças tradicionais e cripto, tornando o Bitcoin acessível a milhões de aposentados conservadores.

Irreversibilidade da Adoção: Do Público ao Privado

Esses anúncios consolidam o Bitcoin como ativo maduro. Estados como Kansas veem no BTC uma reserva estratégica contra desvalorização fiat, enquanto gigantes como BlackRock o integram em produtos de previdência. A tendência é clara: governos e instituições financeiras apostam no Bitcoin como pilar do futuro financeiro. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 473.058,78 às 19h17 de hoje, com variação de -1,48% em 24h, mas com volume robusto de 192 BTC.

Para brasileiros, isso reforça a urgência de posicionamento: com adoção estatal e institucional acelerando, o BTC se consolida como reserva de valor global. Vale monitorar aprovações legislativas em Kansas e adesões à anuidade da BlackRock, que podem impulsionar fluxos bilionários.


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Touro cartoon escalando montanha dourada do Bitcoin, desafiado por nuvens de inflação vermelhas e seta descendente -32%, alertando riscos para bulls

Inflação Alta e Queda de Interesse Desafiam Bulls do Bitcoin

A verdade dói: sem interesse global e com inflação alta nos EUA, o Bitcoin tem fôlego para o rali? Uma pesquisa recente projeta o CPI americano acima de 4% em 2026, desafiando as apostas dos bulls em desinflação e cortes agressivos de juros pelo Fed. Ao mesmo tempo, o preço do BTC caiu para US$ 87 mil em janeiro, coincidindo com queda de 32% no interesse no X e Google Trends, segundo dados analisados.


Inflação Persistente nos EUA Acorda os Bulls

Adam Posen, do Peterson Institute, e Peter R. Orszag, da Lazard, publicaram análise prevendo que a inflação nos EUA pode ultrapassar 4% em 2026. Fatores como tarifas da era Trump, mercado de trabalho mais apertado, deportações de migrantes e déficits fiscais acima de 7% do PIB superariam os efeitos positivos de ganhos de produtividade via IA e queda na inflação de moradia.

Esses elementos criam um cenário de pressões inflacionárias que chegam com atraso aos consumidores. Tarifas, por exemplo, elevam custos de importados, passados adiante com defasagem, podendo adicionar 50 pontos-base à inflação até meados do ano. Deportações gerariam escassez de mão de obra em setores dependentes de imigrantes, impulsionando salários e demanda.

O CPI oficial caiu para 2,7% em 2025, mas analistas de bancos esperam cortes de 50-75 bps no Fed. Os bulls cripto sonham com mais, mas uma inflação teimosa pode frustrar isso, tornando ativos de risco como o Bitcoin menos atrativos.

Interesse Mundial no Bitcoin Desaba 32%

A queda do Bitcoin para US$ 87 mil em janeiro de 2026 não é isolada: coincide com perda de relevância global. No X (ex-Twitter), menções ao BTC caíram 32% em 2025 ante 2024, segundo Jameson Lopp. O Google Trends confirma: volume de buscas foi menor no ano passado, apesar de picos em 2024.

Quedas no último trimestre de 2025 aceleraram o desinteresse. Janeiro repetiu o padrão: alta inicial no mês, seguida de correção. Desde outubro, o BTC sobe no começo e despenca depois, como em liquidações violentas no dia 10. Isso sugere que a euforia popular minguou, questionando a narrativa de adoção em massa.

Sem euforia das redes sociais e buscas, o momentum de varejo enfraquece. O “Crypto Twitter” perde força, e o público geral parece cansado da volatilidade recorrente.

Bitcoin Falha como Hedge Perfeito Contra Inflação

Os bulls vendem o BTC como proteção imbatível contra inflação, mas os dados contradizem. Com inflação projetada acima de 4% e yields dos Treasuries em alta (4,31% no 10 anos), o Bitcoin caiu quase 4% na semana, para perto de US$ 90 mil. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 473.486,51 (-1,49% em 24h).

Condições financeiras mais frouxas e expectativas inflacionárias desancoradas agravam o quadro. O Fed pode pausar cortes, elevando custos de oportunidade para holders de risco. Historicamente, BTC correlaciona com ações em momentos de estresse macro, não se provando o “ouro digital” infalível.

Para brasileiros, com dólar volátil, isso reforça: diversifique além do hype cripto.

Próximos Passos: Ceticismo é a Melhor Estratégia

Investidores devem questionar o otimismo cego. Monitore yields globais, decisões do Fed e tendências de busca – sinais de que o rali pode perder vapor. Com interesse minguando e inflação teimosa, o viés de baixa prevalece no curto prazo. Vale aguardar confirmações de desinflação real antes de apostar pesado.

A lição: Bitcoin não é hedge perfeito sem apoio popular e macro favorável. Faça sua pesquisa e evite FOMO em narrativas desgastadas.


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Minerador cartoon triunfante carregando bloco BTC sobre montanha de dificuldade 120T, com baleia movendo ETH para staking on-chain

Minerador Solo Vence Dificuldade Recorde e Baleia Move R$80Mi ETH

Um minerador solo encontrou um bloco de Bitcoin apesar da dificuldade recorde acima de 120 trilhões, garantindo recompensas de cerca de 3,125 BTC (US$ 265 mil na cotação da época). Em contraste, uma baleia de Ethereum inativa há três meses retirou US$ 15 milhões em ETH da Kraken e direcionou tudo para staking na Lido. Sorte ou estratégia? Esses eventos on-chain destacam dinâmicas opostas nas redes Bitcoin e Ethereum, em meio a volatilidade recente.


O Feito Improvável do Minerador Solo no Bitcoin

A rede Bitcoin opera com hashrate superior a 855 EH/s e dificuldade acima de 120T, tornando a mineração solo uma loteria extrema. Ainda assim, o minerador resolveu o puzzle criptográfico sozinho, validando um bloco pós-halving de 2024, com recompensa base de 3,125 BTC. Na cotação de US$ 84.600 por BTC, o prêmio equivalia a US$ 265 mil, ou cerca de R$ 1,4 milhão ao câmbio atual de R$ 5,28 por dólar.

Esse caso é estatisticamente raro, com probabilidades mínimas para equipamentos domésticos ou ASICs antigos. Pós-halving, margens apertadas concentram o hashrate em grandes pools industriais, pressionando pequenos operadores. Para o ecossistema, reforça a segurança da rede, mas destaca riscos de centralização na mineração.

A Estratégia da Baleia: US$15 Mi em ETH para Staking

A baleia, identificada pelo endereço 0x761F2F, quebrou o silêncio de três meses retirando 5.099 ETH (~ US$ 15,17 milhões a US$ 2.943/ETH) da Kraken. Sem hesitação, todo o montante foi enviado à Lido, convertendo-se em stETH para gerar rendimentos via staking. O valor atual em reais supera R$ 79,5 milhões, com ETH cotado a R$ 15.605.

Essa movimentação ocorreu perto do suporte psicológico de US$ 2.939, sugerindo visão de longo prazo. Diferente de trocas em DEX ou fragmentações, foi uma conversão direta de liquidez CEX para exposição ao staking Ethereum, apostando na economia de yields apesar da queda recente de 3,65% em 24 horas.

Contrastes On-Chain: Bitcoin vs Ethereum

No Bitcoin, o evento solo ilustra o caráter probabilístico da Proof-of-Work, onde um único bloco representa fração ínfima da oferta (0,000015% dos 19,6 milhões em circulação), mas valida a descentralização. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC negocia a R$ 472.536 (-1,7% em 24h), com volume de 192 BTC nas exchanges brasileiras.

Já no Ethereum, pós-Merge, o foco migrou para Proof-of-Stake, com baleias otimizando yields via Lido (líder em TVL). Essa baleia sinaliza confiança em retornos de staking (atualmente ~3-4% APY), contrastando com a loteria da mineração BTC. Dados sugerem crescente maturidade: BTC em segurança PoW, ETH em eficiência PoS.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público local, esses movimentos destacam diversificação: mineração BTC é de alto risco e baixa probabilidade, enquanto staking ETH oferece yields previsíveis, acessíveis via plataformas reguladas. Com dólar a R$ 5,28 e ETH em queda, oportunidades de entrada surgem, mas volatilidade persiste.

Vale monitorar hashrate BTC para ajustes de dificuldade e inflows na Lido para pressão altista em ETH. Investidores devem priorizar estratégias sustentáveis sobre apostas isoladas, analisando dados on-chain para decisões informadas.


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Executivos cartoon carregando dólares transformando-se em Bitcoin para tesouraria corporativa, simbolizando estratégia bullish de acumulo institucional

Strive Captará US$ 150 Milhões para Ampliar Reservas de Bitcoin

Mais uma gigante de Wall Street entra no jogo do acúmulo infinito de Bitcoin: a Strive Asset Management ($ASST) anunciou planos para captar até US$ 150 milhões (cerca de R$ 798 milhões) via oferta follow-on de ações preferenciais SATA. Os recursos financiarão a compra adicional de Bitcoin, aposentadoria de dívidas conversíveis e fortalecimento do balanço patrimonial, em uma jogada que ecoa a estratégia visionária de Michael Saylor na MicroStrategy. Isso sinaliza a maturidade crescente da adoção corporativa do BTC como reserva de valor.


Detalhes da Oferta e Alocação dos Fundos

A Strive pretende emitir sua Variable Rate Series A Perpetual Preferred Stock (SATA), registrada sob a Securities Act de 1933. Os proceeds, somados a caixa disponível e possível término de derivativos ligados a dívidas, serão direcionados principalmente para resgatar ou recomprar as Notas Senior Conversíveis de 4,25% com vencimento em 2030, emitidas por sua subsidiária Semler Scientific e garantidas pela Strive.

Além disso, parte dos recursos quitará empréstimos junto à Coinbase Credit Inc. e suprirá necessidades corporativas gerais. A empresa também negocia trocas de notas por ações SATA com alguns credores, otimizando sua estrutura de capital para priorizar o Bitcoin. Barclays e Cantor atuam como bookrunners, com Clear Street como co-manager, garantindo execução profissional da operação.

Estrutura das Ações SATA: Sinal de Maturidade

As ações SATA representam um instrumento financeiro sofisticado, com valor nominal de US$ 100 por ação e dividendos variáveis cumulativos a 12,25% ao ano, pagos mensalmente. Em caso de atraso, os juros compostos podem subir até 20%, incentivando disciplina financeira. A Strive pode resgatar as ações a US$ 110 (ou mais), com preferência de liquidação ajustada diariamente ao maior valor entre nominal, fechamento anterior ou média de 10 dias.

Essa estrutura permite que a empresa gerencie o preço das ações na faixa de US$ 95 a US$ 105, evitando diluição excessiva e atraindo investidores institucionais em busca de yield atrativo lastreado em uma tesouraria forte em BTC. É um passo maduro, longe das emissões ATM tradicionais, capitalizando condições de mercado favoráveis após o SATA atingir US$ 100.

Seguindo o Modelo MicroStrategy: Tesouraria em BTC

A estratégia da Strive é uma clara ‘MicroStrategyzação’ das empresas de capital aberto. Assim como Michael Saylor transformou a MSTR em proxy de Bitcoin, a Strive usa dívida e equity para acumular BTC, aposentando passivos de menor rendimento. Isso fortalece o balanço em um ativo de alta convexidade, protegendo contra inflação fiduciária e capturando upside de longo prazo.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 476.797,68 (variação -0,17% em 24h), com volume de 250 BTC nas exchanges brasileiras. Apesar da volatilidade recente, a pressão compradora institucional como essa reforça a narrativa de alta: corporações veem BTC como o ativo soberano do século XXI.

Implicações para o Mercado Cripto

Essa movimentação demonstra que a adoção institucional não arrefeceu. Ao limpar dívidas legadas e alocar em Bitcoin, a Strive envia um sinal poderoso: empresas maduras apostam no hodl perpétuo, independentemente de ciclos de curto prazo. Investidores devem monitorar o sucesso da oferta, pois pode inspirar mais ‘Saylor clones’, ampliando a demanda orgânica por BTC.

Para brasileiros, isso equivale a uma potencial injeção de ~1.667 BTC no mercado (US$ 150 milhões / ~US$ 90 mil/BTC estimado), reforçando a liquidez global e beneficiando holders locais via apreciação.


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Vórtice caótico vermelho engolindo posições compradas e vendidas em Bitcoin, simbolizando liquidações simultâneas por volatilidade extrema

Bitcoin Liquida Posições Compradas e Vendidas em Rara Volatilidade Extrema

O Bitcoin gerou uma liquidação simultânea rara de posições compradas e vendidas, com mais de US$ 625 milhões evaporando em 24 horas. Cerca de 150 mil traders foram impactados em um whipsaw clássico, onde o preço caiu abaixo de US$ 88 mil — nova mínima de 2026 — antes de rebater para US$ 90 mil. As perdas foram quase equilibradas: US$ 306 milhões em compradas e US$ 319 milhões em vendidas, segundo dados do CoinGlass.


O Fenômeno da Liquidação Simultânea

Esse movimento, conhecido como split liquidation, ocorre quando a volatilidade extrema força o fechamento forçado de posições em ambas as direções. Inicialmente, a queda abaixo de US$ 88 mil ativou stops de compradas, acelerando a baixa e gerando US$ 150 milhões em liquidações em apenas uma hora. O rebote subsequente pegou vendidas desprevenidas, invertendo o fluxo.

Dados agregados mostram 142 mil a 150 mil traders afetados, com o mercado de derivativos de Bitcoin exibindo open interest superior a US$ 81 bilhões. Essa alta alavancagem amplifica movimentos normais em cascatas de liquidações, limpando posições excessivamente alavancadas e criando um "moedor de carne" para especuladores.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negociava a R$ 476.600 (variação +0,03% em 24h), equivalente a cerca de US$ 89.500 com dólar a R$ 5,32.

Plataformas e Posições Impactadas

A maior liquidação individual aconteceu na Hyperliquid, com uma posição ETH-USD de US$ 40,22 milhões fechada à força. A plataforma concentrou US$ 214-220 milhões em perdas, sendo 72% de vendidas pegas no rebote.

Binance registrou US$ 113-120 milhões, majoritariamente em compradas, enquanto Bybit viu US$ 90-95 milhões, também enviesadas para compradas. Ethereum sofreu paralelamente, com Ether caindo para US$ 2.900, Solana a US$ 126 e XRP a US$ 1,88. O market cap total cripto recuou para próximo de US$ 3 trilhões, queda de 2% no dia.

Contexto Macro e Discurso de Trump

O whipsaw coincidiu com incertezas macro: volatilidade em bonds americanos, políticas comerciais dos EUA e o discurso de Donald Trump no Fórum Econômico Mundial em Davos. Apesar de Trump defender a estrutura de mercado para Bitcoin, o preço oscilou violentamente, refletindo narrativas conflitantes.

Mercados tradicionais também fraquejaram, com ouro consolidando após máxima de US$ 4.850 e prata em US$ 95. Essa interseção de fatores criou um ambiente sem tendência clara, onde alavancagem se torna tóxica.

Lições: Evite Alavancagem em Cenários Incertos

Esse episódio reforça os riscos de operar alavancado em mercados sem direção definida. Posições spot, sem empréstimos, não sofrem liquidações automáticas, preservando holders pacientes. Traders devem monitorar open interest, níveis de suporte/resistência e notícias macro antes de apalancar.

Com volatilidade persistente, a estratégia mais segura é reduzir exposição a derivativos até emergir uma tendência clara. O mercado "limpou" excessos, potencialmente pavimentando espaço para recuperação, mas com cautela.


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Personagens cartoon de executivo Coinbase com escudo BTC debatendo contra banqueiro central em Davos, simbolizando defesa da soberania monetária

Bitcoin em Davos: Coinbase vs Bancos Centrais

O embate de Davos: o que acontece quando o CEO da Coinbase, Brian Armstrong, desafia o chefe do Banco Central da França sobre o rendimento de stablecoins e o Padrão Bitcoin? Em um painel no Fórum Econômico Mundial, Armstrong defendeu o Bitcoin como ativo de soberania monetária, enquanto o banqueiro francês expressou ceticismo. Paralelamente, o Bitcoin recuperou US$ 90 mil após Donald Trump recuar em ameaças de tarifas sobre a Groenlândia, aliviando tensões comerciais globais. Esse contraste revela a colisão entre o mundo cripto e o sistema financeiro tradicional.


O Debate Acalorado em Davos

O debate acalorado em Davos opôs Brian Armstrong, visionário da Coinbase, ao chefe do Banco Central da França. Armstrong argumentou que o Bitcoin oferece rendimento superior via stablecoins com rendimentos atrativos, algo que o sistema fiat controlado por bancos centrais não consegue igualar. O executivo destacou a soberania financeira que o BTC proporciona aos indivíduos, livre de interferências políticas.

Do outro lado, o representante francês criticou essa visão, defendendo o controle centralizado como necessário para estabilidade econômica. O embate ilustra a tensão entre inovação descentralizada e o modelo tradicional de política monetária. Para iniciantes, isso significa que criptomoedas como o Bitcoin desafiam o monopólio dos bancos centrais na emissão de moeda.

O Que é o Padrão Bitcoin?

Imagine um mundo onde o dinheiro não é impresso por governos, mas segue regras matemáticas rígidas, como o ouro no passado. Esse é o conceito do Padrão Bitcoin, inspirado no livro homônimo de Saifedean Ammous. Diferente do padrão ouro, abandonado em 1971, o Bitcoin tem suprimento limitado a 21 milhões de unidades, halvings a cada quatro anos e prova de trabalho para validar transações.

Didaticamente: o BTC é ‘dinheiro duro’ porque ninguém pode inflacioná-lo à vontade. Isso promove poupança em vez de consumo endividado. Para o brasileiro, pense no real hiperinflacionário dos anos 90 versus o Bitcoin, que preserva valor ao longo do tempo. É uma ferramenta de soberania pessoal, permitindo que você controle seu patrimônio sem depender de bancos ou governos.

Por Que Bancos Centrais Temem o Bitcoin?

Bancos centrais, como o da França ou o Banco Central do Brasil, têm o poder de imprimir dinheiro, ajustar juros e financiar déficits públicos. O Bitcoin ameaça isso porque é neutro e global: ninguém controla sua emissão. Se as pessoas adotarem o BTC como reserva de valor, a demanda por moedas fiat cai, enfraquecendo o controle inflacionário dos governos.

Exemplo simples: durante crises, como a da Argentina ou Venezuela, o Bitcoin surge como saída para preservar riqueza. Bancos centrais veem nisso uma perda de soberania monetária nacional. Além disso, rendimentos de stablecoins no DeFi superam a poupança tradicional, atraindo capital para fora do sistema bancário. É uma batalha por relevância no futuro financeiro.

Recuperação do Mercado e Perspectivas

O recuo de Trump nas tarifas sobre Groenlândia impulsionou o Bitcoin de US$ 87.300 para US$ 90 mil, com ações e metais preciosos também subindo. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 476.836 (alta de 0,46% em 24h), equivalente a cerca de US$ 89.600 pelo dólar a R$ 5,32.

Esse pano de fundo reforça o apelo do BTC como ativo de risco em cenários geopolíticos voláteis. Para investidores brasileiros, vale monitorar Davos: decisões ali podem influenciar regulação global. O debate sinaliza que o ‘Padrão Bitcoin’ ganha tração, mas enfrenta resistência institucional.


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Baleias estilizadas empurrando esfera Bitcoin através de barreira com 91K luminoso, simbolizando fechamento semanal crucial para alta em 2026

Bitcoin Precisa Fechar Acima de US$ 91 Mil Semanal para Preservar Alta em 2026

O Bitcoin negocia próximo de US$ 90 mil, no meio de um canal de alta multianual, mas precisa de um fechamento semanal acima de US$ 91 mil para preservar a tendência de alta de longo prazo, segundo analistas técnicos. Paralelamente, dados on-chain mostram uma mudança de poder: novas baleias agora controlam grande parte do mercado, com prejuízos estimados em US$ 6 bilhões, o que gera pressão vendedora e resistência abaixo desse patamar. Esse cabo de guerra on-chain define os rumos para 2026.


Canal de Alta Multianual em Teste

O preço do Bitcoin está posicionado no ponto médio de um canal ascendente multianual, que tem atuado como âncora de tendência desde o ciclo atual. Níveis como US$ 91 mil foram perdidos e reconquistados repetidamente, inclusive em dezembro passado. Um fechamento semanal abaixo desse suporte invalidaria a estrutura altista, sinalizando possível reversão.

Analistas do Milk Road enfatizam que a preservação do canal é essencial. Qualquer rompimento sustentado das bordas inferiores danificaria a tendência de alta, enquanto closes acima de US$ 91 mil reforçariam o caminho de menor resistência para cima. Apesar da volatilidade recente, a ação de preço dentro do canal mantém características altistas em timeframes elevados.

Essa métrica técnica ignora topos e fundos exatos, focando na integridade estrutural. Com o Bitcoin oscilando entre US$ 88 mil e US$ 92 mil, o fechamento deste domingo (26/01) será decisivo.

Mudança de Poder: Novas Baleias no Controle

Pela primeira vez na história, baleias recentes dominam o Realized Cap do Bitcoin em relação às baleias originais (OG). Essas novas detentoras — holders de curto prazo com mais de 1.000 BTC e idade UTXO inferior a 155 dias — viram seu preço realizado em torno de US$ 98 mil.

Com o spot abaixo de US$ 90 mil, elas acumulam cerca de US$ 6 bilhões em prejuízos não realizados. Dados do CryptoQuant indicam que essas baleias vendem em quedas e saem em rebounds curtos, refletindo maior reatividade à volatilidade. Em contraste, baleias antigas, com preço realizado de US$ 40 mil, permanecem lucrativas e com atividade limitada.

Essa transição explica rebounds instáveis: o suprimento marginal agora é controlado por investidores mais sensíveis a manchetes macro como tensões EUA-UE e Groenlândia.

Acumulação de Baleias vs. Capitulação Retail

Dados on-chain do CryptoQuant mostram baleias acumulando consistentemente desde janeiro, mesmo em correções, enquanto o varejo capitula. Holdings de grandes players cresceram mensalmente, sem declínio, ignorando incertezas geopolíticas. Isso sugere fase de acumulação estrutural, não distribuição.

Como mencionado anteriormente no blog (21/01, ID 3984), baleias compraram na queda recente. O fato novo aqui é o domínio das novas baleias e seus US$ 6 bi em perdas, criando resistência. No entanto, a divergência baleias-varejo é clássica: experientes compram medo, preparando expansão futura.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 476.562 (alta de 0,31% em 24h), alinhado ao suporte global.

Implicações para 2026: O Número Mágico

O fechamento em US$ 91 mil é o ‘número mágico’: acima, valida bull run; abaixo, risco de free fall para US$ 80 mil ou pior. Investidores devem monitorar Realized PnL de novas baleias e volume em suportes. A estrutura atual sugere consolidação antes de resolução, com baleias antigas potencialmente absorvendo oferta.

Para brasileiros, com BTC em R$ 476 mil, o alvo semanal equivale a ~R$ 515 mil. Vale acompanhar exchanges locais para fluxos.


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Escudo dourado Bitcoin rachando com partículas quânticas iridescentes e '40%' na fenda, alertando vulnerabilidade à computação quântica

Ameaça Quântica: 40% do Bitcoin em Risco de Ataque?

O CEO da Project Eleven, Alex Pruden, alertou que entre 30% e 40% do Bitcoin total está exposto a riscos de computação quântica devido a chaves públicas visíveis na blockchain. Computadores quânticos poderiam quebrar a criptografia ECDSA, comprometendo bilhões em ativos. A governança lenta do Bitcoin agrava a urgência para migração à criptografia pós-quântica, enquanto investidores institucionais já ajustam posições.


Vulnerabilidades Específicas do Bitcoin

A ameaça principal vem do algoritmo de Shor, que permite fatorar chaves assimétricas em tempo polinomial, expondo fundos em endereços com chaves públicas reveladas — comum em transações antigas ou reutilizadas. Segundo Pruden, o modelo UTXO do Bitcoin oferece alguma proteção para quem mantém boa higiene de carteiras, mas 30-40% dos BTC estão em risco imediato por exposição on-chain.

Estudos como o da Chaincode Labs estimam até 6,26 milhões de BTC vulneráveis, equivalentes a cerca de US$ 650-750 bilhões. No Brasil, ao valor atual de R$ 479.439 por BTC segundo o Cointrader Monitor, isso representa trilhões em reais sob ameaça potencial.

O algoritmo Grover representa risco menor ao hash SHA-256, mas ainda exige vigilância. A longo prazo, blockchains como Ethereum e Solana podem atualizar de forma mais ágil, mas o Bitcoin enfrenta barreiras culturais e técnicas.

Reações dos Investidores Institucionais

Instituições já sentem o impacto: a Jefferies removeu 10% de exposição ao BTC do portfólio modelo “Greed & Fear”, migrando para ouro, citando quebra potencial do ECDSA. Apesar disso, Harvard aumentou alocação em 240%, e bancos como Morgan Stanley e Bank of America recomendam até 4% em cripto.

Essa divisão reflete o debate: risco teórico ou iminente? Projeções como o Quantum Doomsday Clock indicam CRQCs (computadores quânticos criptograficamente relevantes) possíveis em anos, acelerados por avanços do Google em 2025. O BTC rendeu 6,5% menos que o ouro em 2026, sinalizando cautela.

Desafios de Governança e Migração

A descentralização do Bitcoin complica atualizações: sem autoridade central, coordenação para pós-quântica exige consenso amplo, podendo levar a forks controversos — pior que as guerras de bloco. Pruden alerta que pode ser “tarde demais” se iniciado agora, propondo caminhos de migração seguros e ferramentas como Yellow Pages para chaves pós-quânticas.

Riscos incluem aplicação errada de novos padrões NIST (2024), demandando sistemas ágeis. Nenhuma blockchain preparou adequadamente, mas Ethereum avança em descentralização quântica-resistente.

Medidas Protetoras para Investidores

Para se proteger, evite reutilizar endereços, use carteiras com múltiplas assinaturas e monitore desenvolvimentos pós-quânticos. Transfira fundos para formatos resistentes como Taproot moderno. Vale acompanhar iniciativas como Project Eleven e Ethereum Foundation. O risco quântico saiu do abstrato: proteja suas chaves agora para preservar valor a longo prazo.


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Fortaleza cyberpunk com brecha vermelha emitindo corrupção e abismo rachado abaixo, simbolizando hack na Saga e mínima do Bitcoin em 2026

Bitcoin renova mínima de 2026 em meio a hack na Saga e instabilidade em Davos

📊 BOLETIM CRIPTO | 22/01/2026 | MANHÃ

O mercado de criptomoedas enfrenta uma manhã de intensa instabilidade, marcada por um viés de baixa moderado que testa a resiliência dos investidores. Enquanto o Bitcoin protagoniza movimentos de whipsaw entre US$ 88.000 e US$ 90.000, impulsionados por declarações de Donald Trump em Davos, o setor de infraestrutura sofre um golpe crítico com o hack de US$ 7 milhões no protocolo Saga. O cenário é agravado por um novo adiamento regulatório no Senado dos EUA, elevando a incerteza institucional. Apesar de avanços pontuais na adoção corporativa pela Strive e do sucesso na estreia do token SKR da Solana Mobile, o peso das liquidações bilionárias e os riscos sistêmicos dominam a narrativa nas últimas horas. Este boletim detalha como essa combinação de fatores macro e falhas internas está redefinindo os suportes de preço para o início de 2026.


🔥 Destaque: Saga suspende rede após exploit de US$ 7 milhões

O ecossistema de redes de Camada 1 (L1) foi abalado nesta manhã pelo anúncio de que o protocolo Saga pausou sua rede compatível com EVM (SagaEVM) no bloco 6.593.800. A medida drástica foi tomada após a detecção de um exploit de segurança que resultou no desvio não autorizado de US$ 7 milhões em USDC. Os fundos foram convertidos rapidamente para Ethereum (ETH) através de pontes (bridges) de liquidez, evidenciando a agilidade dos atacantes em ambientes de múltiplas redes.

De acordo com o comunicado oficial, a investigação está ativa e a equipe colabora com exchanges centralizadas para tentar o bloqueio (blacklisting) dos endereços envolvidos. Embora a equipe tenha garantido que a rede principal (SSC) e os validadores permanecem seguros, o incidente lança luz sobre a fragilidade de redes EVM emergentes. Este hack ocorre em um contexto delicado, onde as perdas globais por falhas de segurança já somam US$ 3,4 bilhões no acumulado recente.

Para o investidor, o evento gera um clima de desconfiança (FUD) imediato sobre a confiabilidade de novas redes L1 que buscam competir com gigantes como Ethereum e Solana. O sucesso na recuperação dos fundos será determinante para a manutenção do TVL (valor total bloqueado) da Saga. Caso a colaboração setorial falhe em congelar os ativos, a pressão vendedora sobre o token SAGA pode se intensificar, afetando protocolos DeFi dependentes de sua infraestrutura.

A partir de agora, é crítico monitorar o status do Saga Explorer e as atualizações de segurança. Ataques à infraestrutura costumam preceder atualizações robustas e programas de recompensas por bugs (*bug bounty*), mas no curto prazo, a tendência é de migração de capital para redes com histórico de segurança mais consolidado.


📈 Panorama do Mercado

O Bitcoin opera em um cenário de volatilidade extrema, reagindo em tempo real ao fluxo de notícias vindas de Davos. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 479.437,97, refletindo a pressão internacional que levou o ativo a registrar uma nova mínima para o ano de 2026, abaixo de US$ 88.000. O sentimento de aversão ao risco é reforçado pela fraqueza nos mercados tradicionais, com o Dólar operando a R$ 5,32 e metais preciosos em consolidação.

A alavancagem excessiva continua sendo o maior inimigo da estabilidade. Com um open interest (contratos em aberto) superior a US$ 81 bilhões, movimentos que seriam correções naturais se transformam em cascatas de liquidações. A correlação negativa com os títulos do Tesouro americano e a incerteza regulatória nos EUA são os principais limitadores para uma recuperação sustentável acima dos US$ 90.000 no momento.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Cascata de Liquidações: O rompimento do suporte de US$ 88.000 ativou US$ 850 milhões em liquidações em 24 horas. O risco de novas quedas forçadas por ordens de venda automática (stop-loss) de posições compradas (longs) permanece alto enquanto o mercado não for totalmente limpo.
  • Incerteza Regulatória: O adiamento do projeto de lei de estrutura de mercado no Senado dos EUA, após a retirada do apoio da Coinbase, cria um vácuo legislativo de semanas que favorece a volatilidade.
  • Exploits em L1s Emergentes: O caso Saga reforça a tese de que redes menores são alvos preferenciais. Novos ataques podem drenar liquidez de ecossistemas de ponte e protocolos DeFi menos maduros.
  • Diluição Acionária: Empresas como a Strive, embora foquem na acumulação de BTC, utilizam emissões que podem diluir acionistas comuns, impactando o valor de mercado de veículos corporativos de exposição a cripto.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação Spot: Enquanto traders alavancados enfrentam perdas totais (wipeouts), o preço à vista em níveis de suporte anual oferece uma janela para acumulação estratégica por investidores de longo prazo.
  • Adoção Mobile na Solana: O token SKR disparou 83% em sua estreia, validando a estratégia de hardware da Solana Mobile e oferecendo recompensas de staking frequentes para o ecossistema Seeker.
  • Arbitragem em L1s Maduros: O clima de incerteza em redes emergentes tende a rotacionar capital para Ethereum e Solana, que apresentam fundamentos de segurança mais testados pelo tempo.

📰 Principais Notícias do Período

1. Protocolo Saga pausa SagaEVM após exploit de US$ 7 milhões
A rede de Camada 1 suspendeu operações no bloco 6.593.800 após retirada não autorizada em USDC. A equipe busca rastrear os fundos convertidos em ETH em parceria com exchanges.

2. Bitcoin atinge nova mínima de 2026 abaixo de US$ 88.000
Após falha em sustentar a valorização para US$ 90 mil, o BTC despencou, liquidando US$ 150 milhões em apenas uma hora e acumulando perdas de 2% no mercado global.

3. Movimentação bilateral liquida US$ 600 milhões em Davos
A volatilidade extrema durante o discurso de Trump gerou perdas equilibradas entre comprados e vendidos (shorts), expondo a fragilidade do mercado de derivativos superaquecido.

4. Senado dos EUA adia votação de projeto cripto indefinidamente
O Comitê Bancário do Senado pausou o trabalho legislativo após a Coinbase retirar apoio por disputas sobre rendimentos de stablecoins e pressão do grupo de pressão bancário.

5. Trump suspende tarifas e impulsiona pico volátil no BTC
O anúncio de suspensão de tarifas contra a Europa levou o BTC a US$ 90 mil temporariamente, eliminando US$ 335 milhões em posições vendidas em um movimento de otimismo repentino.

6. Strive busca US$ 150 milhões para ampliar caixa de Bitcoin
A companhia planeja oferta de ações preferenciais para adquirir mais BTC e quitar dívidas, reforçando a tendência de adoção corporativa mesmo em períodos de queda.

7. Token SKR da Solana Mobile dispara 83% em airdrop
O lançamento do token nativo para o smartphone Seeker atraiu forte volume, atingindo US$ 0,01236 e promovendo incentivos de staking para a nova temporada.


🔍 O Que Monitorar

  • Liquidações do Bitcoin: Acompanhe os dados da Coinglass; valores acima de US$ 200 milhões por hora indicam risco contínuo de capitulação.
  • Recuperação de Fundos da Saga: O sucesso do bloqueio de endereços determinará se o protocolo conseguirá estancar a fuga de capital (outflow) de sua rede.
  • Taxas de Financiamento (Funding Rates): Taxas negativas podem sinalizar que o mercado limpou o excesso de otimismo e está pronto para uma base de preço sólida.
  • Timeline Legislativa: Declarações do Comitê de Agricultura sobre o avanço do projeto cripto, apesar do impasse no Comitê Bancário.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 12 a 24 horas, o viés de baixa moderado deve persistir, com o Bitcoin testando suportes psicológicos importantes. A limpeza de alavancagem verificada nesta manhã é um passo necessário para um mercado mais saudável, mas o clima de incerteza gerado pelo hack na Saga e o revés regulatório no Senado podem atrasar qualquer tentativa de alta sustentável acima dos US$ 92.000. Investidores podem acompanhar a liquidez em exchanges como a Binance, que oferece ampla profundidade de mercado para navegar nestes períodos de alta volatilidade. A resiliência dos detentores de ativos à vista será o termômetro para identificar se estamos diante de uma correção passageira ou de uma mudança de tendência para o trimestre.


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Líder político cartoon recuando de pilha de tarifas, Bitcoin saltando para marco 90K, simbolizando recuperação após recuo de Trump em Davos

Bitcoin Recupera US$ 90 mil Após Trump Recuar em Tarifas

O Bitcoin recuperou os US$ 90 mil nesta quarta-feira (21) após o presidente Donald Trump recuar nas ameaças de tarifas contra a UE, sinalizando uma pausa após reunião produtiva com o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte. O tom conciliador no Fórum Econômico Mundial em Davos, sobre a aquisição de Greenland sem impacto na aliança, aliviou tensões geopolíticas e impulsionou ativos de risco como BTC e altcoins.


Reunião com OTAN e Declarações de Trump

O presidente Trump anunciou em post no Truth Social ter tido uma reunião produtiva com Mark Rutte, delineando um acordo sobre Greenland e a região Ártica. Ele confirmou que as tarifas previstas para 1º de fevereiro contra parceiros da UE não serão impostas, reduzindo temores de escalada comercial transatlântica. Anteriormente, disputas sobre Greenland haviam congelado negociações comerciais e pressionado mercados.

No discurso em Davos, Trump adotou tom mais calmo sobre a aquisição de Greenland, afirmando que os EUA buscam negociações históricas sem ameaçar a OTAN. "Isso não será uma ameaça à OTAN", declarou, adicionando humor ao chamar o território de "um pedaço de gelo", sem uso de força.

Reação Imediata do Mercado Cripto

O Bitcoin quicou das mínimas da sessão para US$ 89.500 a US$ 90.000, com alta de mais de 2% em relação às mínimas da sessão. Sua capitalização de mercado voltou a US$ 1,79 trilhão, enquanto a capitalização de mercado do Ethereum subiu para US$ 361 bilhões. altcoins como Solana e XRP registraram ganhos mais expressivos, indicando rotação para ativos de maior beta.

Ouro recuou de recorde próximo a US$ 4.900, enquanto risk assets se estabilizaram após quedas recentes. Mapas de calor mostram ganhos generalizados em DeFi, smart contracts e memes, refletindo apetite renovado por risco.

Volatilidade e Correlação Geopolítica

A recuperação destaca a volatilidade do BTC atrelada a eventos macro, especialmente tweets e discursos de Trump. Tensões iniciais com UE sobre Greenland causaram quedas abaixo de US$ 89.000, mas o recuo diplomático salvou o suporte em US$ 90 mil. Dados sugerem que paz com OTAN atua como combustível para cripto, reduzindo aversão a risco.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 479.029 (+0,6% em 24h), com volume de 318 BTC. Investidores monitoram se essa estabilização persiste ou se novas declarações revertem o otimismo.

Implicações para Investidores

Os dados indicam que o mercado opera declarações de Davos em tempo real, com correlação direta entre alívio tarifário e alta do BTC. Para traders brasileiros, a valorização em BRL reforça o apelo como reserva de valor em cenários voláteis. Vale observar suporte em US$ 89 mil e resistência em US$ 92 mil nos próximos dias, com foco em atualizações geopolíticas.


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