Rede vermelha de linhas contraindo símbolos BTC e ETH geométricos, simbolizando pressão de opções expiradas e volatilidade no mercado cripto

Após US$ 2,3 Bi em Opções Expiradas: BTC e ETH Sob Pressão?

A expiração de US$ 2,3 bilhões em opções de Bitcoin e Ethereum ontem, 23 de janeiro, gerou volatilidade esperada, com preços spot testando níveis de max pain. Bitcoin caiu para US$ 88.560 antes de se recuperar para US$ 89.500, abaixo dos US$ 92.000 de max pain, enquanto Ethereum permaneceu sob US$ 3.000. O mercado perdeu US$ 200 bilhões na semana, questionando se a pressão de hedging se dissipou ou persiste em meio a incertezas macroeconômicas.


Detalhes da Expiração de Opções

Ontem, cerca de 21.700 contratos de opções de Bitcoin expiraram com valor nocional de US$ 1,8 a 1,94 bilhão, conforme dados da Deribit e Coinglass. O put/call ratio foi de 0,75 a 0,81, indicando mais calls (apostas de alta) do que puts. O open interest (OI) total de opções de BTC atingiu US$ 36 bilhões, superando os futuros em alguns exchanges.

Para Ethereum, 118.000 contratos no valor de US$ 346-347 milhões expiraram, com max pain em US$ 3.250 e put/call de 0,86. O OI de ETH opções está em US$ 8 bilhões. Esses volumes representam um teste de liquidez, com strikes concentrados em US$ 85.000, 90.000 e 100.000 para BTC.

Reação Imediata nos Preços Spot

Bitcoin registrou mínima intradiária de US$ 88.560 ontem, recuperando para US$ 89.500, mas falhando em romper US$ 90.000 nas últimas 24 horas. Atualmente, cotado a aproximadamente US$ 89.620 (R$ 475.115 segundo o Cointrader Monitor), o ativo reflete sellers fortalecidos. Ethereum negociou abaixo de US$ 3.000, em US$ 2.950-2.958 (R$ 15.685), alinhado ao max pain de US$ 3.200.

A capitalização total do mercado caiu 1% no dia, apagando ganhos do ano até agora. altcoins perderam 2-3%, com medo e incerteza dominando em meio a guerras comerciais e atrasos regulatórios nos EUA.

Impacto do Max Pain e Hedging

O max pain de US$ 92.000 para BTC, acima do spot, sugere que muitas opções calls expiraram out-of-the-money, minimizando payouts massivos. No entanto, a concentração de OI em strikes chave (US$ 100.000 com US$ 2 bilhões) manteve o spot sensível. Analistas da Deribit notam que geopolítica e políticas comerciais sustentam demanda por hedging, com volume reativo.

Para ETH, max pain em US$ 3.200 criou ‘gravidade’ descendente. Com OI de opções superando futuros (BTC: US$ 74 bi vs. US$ 65 bi), o mercado migra para exposição estruturada, potencialmente amortecendo choques de liquidação, mas testando resiliência pós-expiração.

Perspectivas Pós-Expiração

Os dados sugerem que a pressão vendedora não acabou completamente. Bitcoin precisa sustentar acima de US$ 92.000 para validar otimismo cauteloso nos ratios put/call. Ethereum enfrenta resistência em US$ 3.000. Investidores devem monitorar OI remanescente e fluxos de hedging, especialmente com volatilidade macro. Alívio pode vir se o spot estabilizar, mas ‘shackles’ do hedging persistem em strikes densos.

Segundo o CryptoPotato, o mercado permanece reativo, com a expiração e posicionamento apertado mantendo sensibilidade.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Banqueiro suíço cartoon abrindo cofre para fluxo cyan e dourado com BTC e ETH, simbolizando trading de cripto para elite pela UBS

UBS Abre Trading de Bitcoin para Elite Suíça: Novo Patamar

A gigante suíça UBS, maior gestora de riqueza do mundo com US$ 5 trilhões em ativos, planeja lançar trading de Bitcoin e Ethereum para clientes de seu private bank na Suíça. Essa iniciativa, via parcerias com terceiros, representa um divisor de águas, conferindo legitimidade total ao mercado cripto para a elite financeira global. É o carimbo definitivo de que o BTC transcendeu o status de ativo especulativo.


O Estratégico Plano do UBS

O plano de trading de Bitcoin para clientes privados na Suíça está em fase avançada, com discussões há meses e seleção de parceiros externos para execução, custódia e compliance. Inicialmente limitado a um grupo seleto, o serviço focará em BTC e ETH, os líderes de mercado. Essa abordagem minimiza riscos operacionais e atende às exigências regulatórias como Basel III, provando maturidade institucional.

Com US$ 5 trilhões em ativos sob gestão, o UBS não constrói infraestrutura própria, mas integra provedores terceirizados — uma estratégia inteligente que acelera a adoção sem comprometer o balanço patrimonial. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 475.072 (+0,78% em 24h), reforçando seu apelo como reserva de valor para high net worth individuals.

Contexto de Adoção por Gigantes Bancários

A entrada do UBS não é isolada. Rivais como JPMorgan e Morgan Stanley também expandem: o JPM explora trading institucional e tokeniza seu JPM Coin, enquanto o Morgan Stanley planeja ETFs de Bitcoin, Ethereum e Solana e uma wallet cripto. Essa convergência sinaliza o fim da era de ceticismo — bancos globais veem no blockchain o futuro da finança tradicional.

O CEO Sergio Ermotti, em entrevista no Fórum Econômico Mundial de Davos, exaltou o blockchain como “o futuro do banking”, prevendo fusão entre TradFi e DeFi. O UBS já testa a tecnologia: em 2024, lançou fundo money market no Ethereum e executou transação tokenizada com Chainlink. Essa visão otimista confirma a tese de alta: capitais conservadores suíços, sinônimo de estabilidade, agora abraçam o Bitcoin.

Implicações para o Mercado Cripto

Para investidores brasileiros, isso é monumental. A Suíça, berço da neutralidade financeira, injetará liquidez institucional massiva no BTC. Clientes elite — family offices e UHNWIs — moverão bilhões de dólares conservadores para cripto, elevando o patamar de preço e reduzindo volatilidade. Expansão para Ásia-Pacífico e EUA pode multiplicar esse efeito.

Regulatoriamente, avança: EUA discute CLARITY Act e revisão Basel III para holdings cripto. O UBS pavimenta o caminho, validando o Bitcoin como ativo classe premier. Monitore: essa onda bancária acelera o ciclo de halvings rumo a novos ATHs em 2026.

Próximos Passos e Oportunidades

Sujeito a aprovações, o rollout inicial ocorre na Suíça, com potencial global. Investidores devem posicionar-se: alocação em BTC via exchanges reguladas como Binance garante acesso similar. Essa legitimação UBS reforça a narrativa de adoção inevitável — o trem institucional partiu, e quem sobe agora colhe os frutos da valorização sustentada.


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Balança desequilibrada com petrodólares pesando sobre Bitcoin e USDT, trader cartoon pensativo simbolizando desafio à centralidade das criptos na Venezuela

Venezuela: Petrodólares Desafiam Centralidade das Criptomoedas

Em um movimento que redefine o xadrez cambial venezuelano, o governo amplia o fluxo formal de petrodólares, reduzindo a pressão sobre as taxas de câmbio e diminuindo a centralidade das criptomoedas como Bitcoin e USDT. Por anos, esses ativos digitais serviram de boias de salvação contra a hiperinflação do bolívar, mas agora enfrentam uma reestruturação oficial que privilegia canais bancários. Economistas alertam: é o fim de uma era ou apenas uma transição geopolítica?


Contexto Histórico: Criptos como Escudo Contra a Crise

Nos últimos dez anos, a Venezuela viveu uma das piores crises econômicas da história moderna, com o bolívar perdendo valor de forma acelerada. Nesse cenário, Bitcoin e stablecoins como o USDT emergiram como ferramentas essenciais para remessas, proteção de patrimônio e transações no mercado paralelo. A adoção de criptomoedas no país saltou 110% em 2024, impulsionada pela desvalorização constante da moeda local, que perdia cerca de 75% a cada seis meses.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera atualmente a R$ 475.058 no Brasil, com alta de 0,84% em 24 horas. No contexto venezuelano, esses ativos permitiram que cidadãos driblassem controles cambiais rígidos, funcionando como uma rede de sobrevivência em meio a sanções internacionais e instabilidade política.

Petrodólares Formais Reduzem Espaço para o Mercado Informal

A nova dinâmica surge com a entrada de dólares ligados ao setor petrolífero via canais oficiais, estreitando a brecha entre taxas cambiais oficiais e paralelas. O economista Luis Vicente León, da Datanálisis, destaca que esse fluxo formal elimina distorções históricas, reduzindo a dependência de dinheiro em espécie e criptomoedas. “Dinheiro em espécie e criptomoedas deixam de ser o centro do sistema”, afirma ele.

O governo decidiu parar de vender moeda estrangeira em espécie ou via criptoativos, impactando diretamente o estoque de liquidez. Asdrúbal Oliveros complementa que isso força inovações nos bancos, como cartões de dólar internos e contas eletrônicas, redefinindo o mercado de câmbio. A circulação de dólares físicos já no país permanece, mas o canal informal de petróleo em cripto estagnou.

USDT no Paralelo: Queda Reflete Novo Equilíbrio

O USDT, principal stablecoin no mercado paralelo venezuelano, registra queda recente, espelhando o aumento da oferta formal de dólares. Dados da AwesomeAPI indicam o par USDT-BRL próximo a R$ 5,29, alinhado ao dólar comercial em R$ 5,29. Essa convergência sinaliza menor prêmio para stablecoins em cenários de escassez cambial.

No entanto, criptomoedas mantêm relevância para proteção privada, conveniência e privacidade. Operações de remessas e investimentos continuam demandando agilidade que os canais formais ainda não suprem totalmente, especialmente com restrições à rede bancária internacional impostas por sanções geopolíticas.

Perspectivas: Mudança de Fase ou Declínio Definitivo?

Do ponto de vista geopolítico, essa transição reflete uma estratégia do regime Maduro para normalizar fluxos econômicos sob pressão internacional. Se o influxo de petrodólares se mantiver estável, as criptomoedas podem migrar de “bóia de salvação” para ferramenta complementar, similar a outros emergentes. Contudo, qualquer interrupção — como oscilações no preço do petróleo ou novas sanções — pode reacender a demanda por Bitcoin e USDT.

Analistas veem incertezas: lacunas no acesso bancário persistem, e a volatilidade global de commodities dita o ritmo. Para venezuelanos, monitorar essa evolução é crucial, pois o xadrez cambial entre petrodólares e cripto define o futuro econômico do país.


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Investidor cripto cartoon trocando BTC e ETH por chaves de casa com corretor, simbolizando hipotecas financiadas por criptomoedas nos EUA

Hipoteca com Bitcoin: Como Usar Cripto para Comprar Casa nos EUA

Imagine transformar sua carteira de Bitcoin e Ethereum na chave para realizar o sonho da casa própria nos Estados Unidos. A Newrez, uma das maiores financiadoras de hipotecas do país com portfólio de US$ 778,3 bilhões, agora aceita esses ativos como reservas qualificadas para hipotecas. Com regras claras de avaliação e custódia, isso abre portas para jovens investidores cripto. Entenda como funciona esse processo inovador, que aplica um haircut por volatilidade para mitigar riscos.


Como a Newrez Avalia Bitcoin e Ethereum

A Newrez revolucionou o financiamento imobiliário ao considerar Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH) como ativos líquidos, semelhantes a ações ou fundos. No entanto, devido à volatilidade inerente às criptomoedas, a empresa aplica um desconto por volatilidade, também chamado de haircut. Isso significa que o valor total dos seus BTCs e ETHs não é usado integralmente; uma porcentagem é reduzida para refletir possíveis oscilações de preço.

Por exemplo, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em torno de R$ 474.929 nesta manhã de sábado (24/01/2026), com variação de +0,79% em 24h. Já o Ethereum cotado em R$ 15.694 (via AwesomeAPI), mostra alta de 1,48%. Imagine ter 1 BTC: após o desconto (não divulgado publicamente, mas típico de 20-50% em finanças), ele poderia valer efetivamente US$ 30-40 mil para fins de reserva, dependendo da taxa aplicada.

Esse mecanismo protege tanto o mutuário quanto a instituição, garantindo que reservas sejam suficientes mesmo em quedas de mercado. É uma abordagem conservadora que torna a cripto mais aceitável no mundo tradicional das finanças.

Requisitos de Custódia e Elegibilidade

Para que seus ativos sejam considerados, eles devem estar em custodians regulados nos EUA, como exchanges autorizadas, corretoras de fintech ou bancos com charter nacional. Carteiras de self-custody (autocustódia), comuns entre holders experientes, ainda não são aceitas. Isso garante verificação transparente, conformidade regulatória e documentação padronizada.

Além de BTC e ETH, stablecoins lastreadas em dinheiro (como USDC ou USDT emitidas por entidades reguladas) também entram na lista. O processo é similar à análise de contas bancárias tradicionais: prova de propriedade e liquidez são essenciais. Não é possível pagar parcelas diretamente em cripto; o foco é nas reservas para comprovar capacidade financeira.

Para brasileiros sonhando com o mercado imobiliário americano, isso significa transferir ativos para plataformas qualificadas e preparar relatórios de saldo. Consulte um consultor financeiro para alinhar com vistos e regras fiscais.

Implicações e Próximos Passos para Investidores

Essa iniciativa da Newrez alinha-se ao escrutínio regulatório da Federal Housing Finance Agency (FHFA), que estuda o papel das cripto em qualificações hipotecárias. Representa um passo rumo à adoção mainstream, especialmente para millennials e Gen Z com riqueza em ativos digitais.

Se você tem BTC ou ETH, avalie:

  1. Transfira para custodian regulado;
  2. Calcule o valor líquido pós-haircut;
  3. Consulte a Newrez ou similares para pré-aprovação.

Monitore atualizações, pois políticas evoluem com o mercado. Isso não é conselho de investimento, mas uma oportunidade real de conectar o mundo cripto ao físico.

Para quem inicia, comece diversificando reservas e entendendo riscos de volatilidade. O futuro das hipotecas está mais digital do que nunca!


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Personagens cartoon regulador e banqueiro removendo correntes de cofre digital, liberando fluxo de ETFs, simbolizando avanços SEC e OCC em crypto banking

Avanço Institucional: SEC Libera Opções de ETF e OCC Impulsiona Crypto Banking

📊 BOLETIM CRIPTO | 24/01/2026 | MANHÃ

O avanço do capital institucional define o tom de alta moderado deste sábado, marcado por decisões históricas nos Estados Unidos. A SEC removeu os limites para opções de ETFs de Bitcoin e Ethereum na Nasdaq, enquanto a OCC sinaliza neutralidade ao prosseguir com a licença bancária da World Liberty Financial. Embora as repressões globais a crimes cibernéticos e as proibições de moedas de privacidade na Índia tragam volatilidade, o momentum institucional prevalece como o principal motor do mercado. O viés de alta é sustentado pela maturação dos instrumentos financeiros e pela resiliência dos grandes participantes, estabelecendo um cenário de otimismo cauteloso para o fim de semana em meio à consolidação de novos fluxos.


🔥 Destaque: SEC Elimina Limites para Opções de ETF

A Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) aprovou, com efeito imediato, a proposta da Nasdaq para remover os limites de posição em opções de ETFs de Bitcoin e Ethereum. Anteriormente restritos a 25.000 contratos, esses instrumentos agora podem ser negociados em escala institucional massiva, abrangendo produtos de gestoras como BlackRock, Fidelity e Grayscale. O movimento é um divisor de águas que equipara os criptoativos às commodities tradicionais no mercado de derivativos.

Para o mercado, a remoção dessas barreiras significa um aprofundamento drástico da liquidez e da sofisticação trader. Instituições financeiras e gestores de fundos agora possuem liberdade total para implementar estratégias complexas de em>hedging e especulação, o que deve reduzir em>spreads e aumentar a eficiência na formação de preços. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 474.903, com o mercado monitorando de perto o impacto desses novos volumes.

Contudo, a liberdade operacional traz novos vetores de atenção. A capacidade de abrir posições gigantescas pode induzir picos de volatilidade, especialmente em eventos de em>gamma squeeze próximos aos vencimentos de contratos. Especialistas alertam que, embora a medida legitime a classe de ativos atrelada às redes Ethereum e Bitcoin, ela também exige maior fiscalização contra possíveis manipulações de mercado em larga escala.

Investidores devem acompanhar o crescimento do open interest nas próximas 48 horas como indicador de adoção institucional. O sucesso desse novo arcabouço técnico será fundamental para consolidar o Bitcoin e o Ethereum como pilares permanentes do sistema financeiro tradicional, transformando o modo como o varejo e as instituições interagem com a volatilidade cripto.


📈 Panorama do Mercado

O cenário atual é de maturação institucional acelerada nos Estados Unidos, que contrasta com uma postura de repressão técnica em outras frentes globais. Enquanto a SEC e a OCC (Office of the Comptroller of the Currency) avançam na integração de serviços bancários e derivativos, a narrativa de rastreabilidade ganha força com a apreensão histórica de 60.000 BTC no Reino Unido e prisões envolvendo o uso de em>Tether em atividades ilícitas.

Este contraste reforça a tese de que o mercado está sendo “limpo” para a entrada de grandes fluxos de capital. A dominância do Bitcoin permanece sólida, mas o setor de moedas de privacidade sofre pressão severa após banimentos na Índia, sinalizando uma bifurcação clara: ativos regulados e transparentes ganham infraestrutura oficial, enquanto projetos focados em anonimato total enfrentam isolamento crescente das exchanges centralizadas.


⚠️ Riscos a Monitorar

  1. Overhang de Liquidação: A posse de 60.000 BTC pelo governo do Reino Unido cria um risco de venda massiva que pode pressionar o preço se despejada em mercado aberto.
  2. Contágio Regulatório: A proibição de Monero e Zcash na Índia pode incentivar outros países do G20 a adotarem descontinuações semelhantes para cumprir regras de AML.
  3. Volatilidade de Derivativos: A ausência de limites em opções de ETF na Nasdaq pode exacerbar movimentos de preço súbitos em datas de expiração de contratos.
  4. Pressão sobre Stablecoins: Casos criminais de alto perfil usando USDT fornecem munição para legisladores acelerarem regulações restritivas sobre emissores de moedas estáveis.

💡 Oportunidades Identificadas

  1. Adoção Institucional: A nova estrutura de opções e a análise de licença bancária pela OCC facilitam o fluxo de bilhões de dólares para o ecossistema.
  2. Migração para Compliance: Projetos e stablecoins que demonstram conformidade fiduciária tendem a ganhar participação de mercado sobre competidores menos transparentes.
  3. Arbitragem de Liquidez: O isolamento de moedas de privacidade em DEXs pode criar janelas de oportunidade para usuários resilientes focados em soberania financeira.

📰 Principais Notícias do Período

1. SEC Libera Opções de ETF Cripto na Nasdaq para Operação em Larga Escala
A SEC aprovou a remoção de limites em opções de ETFs de BTC e ETH na Nasdaq. A medida visa atrair capital institucional pesado e aprofundar a liquidez, sinalizando a aceitação definitiva de derivativos cripto em solo americano.

2. Reino Unido e 60.000 BTC: Risco de Overhang e Teste para o Mercado
A maior apreensão da história britânica resultou no controle estatal de 60.000 BTC. A incerteza sobre como ou quando esses ativos serão liquidados gera cautela entre investidores devido ao potencial impacto no preço.

3. OCC Mantém Análise de Charter para Banco Cripto Ligado a Trump
A OCC prossegue com a análise do pedido de licença bancária da World Liberty Financial. A decisão reforça a neutralidade técnica do órgão e pode abrir caminho para o primeiro grande banco fiduciário cripto integrando TradFi.

4. CZ Nega Laços com Trump: Análise do Risco Político da Binance
Changpeng Zhao (CZ) negou relações de negócios com a família Trump ou acordos para seu perdão. A declaração tenta proteger a Binance de riscos políticos e incertezas regulatórias crescentes nos EUA.

5. Índia Proíbe Moedas de Privacidade: Risco de Contágio Regulatório Global
A FIU-IND baniu a negociação de XMR, ZEC e DASH em exchanges registradas. A decisão isola moedas de privacidade em um dos maiores mercados do mundo, alimentando discussões sobre vigilância vs. privacidade.

6. Uso de Tether em Narcotráfico: Implicações Regulatórias e de Reputação
A prisão de um ex-atleta olímpico por operar um cartel usando USDT para lavagem de dinheiro valida as ferramentas de análise em>on-chain, mas aumenta a pressão por supervisão sobre stablecoins emissores.


🔍 O Que Monitorar

  • Volume em Opções de ETF: Saltos no em>open interest na Nasdaq confirmarão a entrada dos fundos de cobertura.
  • Movimentação On-chain UK Gov: Rastrear carteiras do governo britânico para antecipar qualquer liquidação de BTC.
  • Decisão da OCC: O avanço do charter bancário da WLF definirá o novo padrão de Crypto Banking nos EUA.
  • Fluxo USDT vs USDC: Monitorar se investidores institucionais migram capital para USDC após os escândalos criminais envolvendo Tether.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, o viés de alta marginal deve prevalecer, impulsionado pelo otimismo institucional gerado pela SEC e pela abertura da OCC. O mercado demonstra resiliência ao absorver as notícias negativas vindas da Índia e os riscos de em>overhang do Reino Unido, focando na construção de infraestrutura de longo prazo. A estabilidade do Bitcoin acima de suportes importantes e a valorização de 1,72% do Ethereum nas últimas horas sugerem que o apetite por risco permanece intacto. Investidores devem manter cautela com a volatilidade de curto prazo em derivativos, mas a tendência de fundo aponta para uma consolidação institucional que beneficia a legitimidade de todo o setor cripto.


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Executivo cartoon da GameStop empurrando carrinho de BTC instável para portal de exchange, moedas caindo com rastro vermelho de prejuízo

Capitulação? GameStop Vende BTC com Prejuízo de US$ 76 Milhões

A GameStop transferiu toda sua reserva de 4.710 BTC para a Coinbase Prime, indicando uma venda iminente com prejuízo estimado em US$ 76 milhões. Os Bitcoins foram comprados em maio de 2025 a uma média de US$ 107.900, enquanto o preço atual gira em torno de US$ 90.000. Esse movimento ocorre paralelamente a dados on-chain que mostram lucros realizados negativos pela primeira vez desde 2023, totalizando perdas de 69 mil BTC. Capitulação institucional ou erro estratégico?


Detalhes da Operação GameStop

A varejista de games, conhecida pelo frenesi meme stock em 2021, acumulou 4.710 BTC entre 14 e 23 de maio de 2025, investindo cerca de US$ 504 milhões a um preço médio de US$ 107.900. Com o Bitcoin caindo abaixo de US$ 90.000, a transferência total para a Coinbase sugere liquidação para mitigar perdas maiores, potencialmente próximas de US$ 86 milhões segundo estimativas iniciais.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negociava a R$ 473.431 às 18:58 desta sexta-feira (23), com alta de 0,2% em 24 horas. Isso equivale a um prejuízo de cerca de R$ 380 milhões para a GameStop, destacando a volatilidade do ativo como reserva corporativa.

Contraste com Ações GME

Paradoxalmente, enquanto abandona o Bitcoin, as ações da GameStop (GME) subiram 6% após o CEO Ryan Cohen comprar 1 milhão de ações entre 20 e 21 de janeiro, elevando sua participação para 9,3%. O diretor Alain Attal também adquiriu papéis, sinalizando confiança no negócio principal de varejo.

Analistas veem isso como priorização de liquidez para recompras de ações em meio à fraqueza cripto. O suporte em US$ 22 para GME é monitorado, contrastando com a perda de momentum no Bitcoin.

Ciclos de Lucro On-Chain: Sinal de Capitulação?

Dados da CryptoQuant revelam que o ciclo de lucros realizados do Bitcoin virou negativo pela primeira vez desde outubro de 2023, com perdas líquidas de 69 mil BTC (US$ 6,18 bilhões a US$ 89.700). Em março de 2024, os lucros foram de 1,2 milhão BTC; em outubro de 2025, caíram para 331 mil BTC no ATH de US$ 124.774.

Esse padrão espelha março de 2022, quando o bear market já estava em curso. A métrica de net realized profit/loss indica perda de força, com holders de curto prazo (turistas) cortando perdas.

Impacto Psicológico e Perspectivas

O caso GameStop exemplifica capitulação institucional: uma empresa símbolo de adoção corporativa joga a toalha após meses de inatividade na tesouraria cripto. Psicologicamente, reforça o pessimismo, mas pode marcar o fundo se mais participantes liquidados estabilizarem o preço.

Sean Dawson, da Derive, minimiza correlação direta, enfatizando fatores macro como dívida dos EUA e política do Fed. Para 2026, a visão depende mais de políticas do que on-chain, com Trump favorecendo economia aquecida.

Investidores devem monitorar mNAV e fluxos ETF para confirmar se é capitulação final ou início de bear prolongado.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Fluxo vermelho saindo de núcleo BTC rachado para pilares dourado e prateado, simbolizando saídas recordes de ETFs e fuga para ouro e prata

Bitcoin Cai para US$ 88.500 com Saídas Recordes de US$ 1,6 Bilhão em ETFs

Ouro e prata batem recordes enquanto Bitcoin sangra: o refúgio digital falhou? O Bitcoin recuou para US$ 88.500 após saídas recordes de US$ 1,6 bilhão em ETFs spot nos últimos quatro dias, invertendo o fluxo de entradas da semana anterior. Enquanto isso, a prata superou US$ 100/oz pela primeira vez na história e o ouro se aproxima de US$ 5.000/oz, questionando a narrativa de BTC como ‘ouro digital’. Investidores institucionais parecem migrar para refúgios tradicionais em meio à volatilidade.


Saídas Massivas nos ETFs Secam Liquidez

As saídas de mais de US$ 1 bilhão em ETFs de Bitcoin nesta semana evaporaram liquidez, com resgates acelerados desde 16 de janeiro. Em um dia, US$ 708 milhões foram retirados, forçando emissores a venderem BTC e pressionando o preço de US$ 95.500 para US$ 87.000. O suprimento de stablecoins como USDT e USDC caiu de US$ 304 bi para US$ 302 bi, ampliando a ‘seca de liquidez’ e criando ambiente de risco para quedas acentuadas.

Segundo o CoinDesk, os retornos durante o pregão americano evaporaram de 9% para 2% no ano, com resgates de stablecoins indicando saída institucional. Ações cripto como Coinbase (-2,6%) e miners como Riot (-2%) refletem o pessimismo. No Brasil, o BTC está em R$ 473.872 (Cointrader Monitor), com dólar a R$ 5,29.

Bitcoin Entra em Fase Inicial de Bear Market

O ciclo de lucratividade do Bitcoin virou negativo pela primeira vez desde outubro de 2023, com holders realizando perdas líquidas de 69.000 BTC nos últimos 30 dias. Lucros anuais caíram de 4,4 mi para 2,5 mi BTC, ecoando a transição de alta para baixa de 2021-2022. Analistas da CryptoQuant alertam para perda de momentum no mercado de alta.

Suportes chave em US$ 84.000 (congestionamento de 941k BTC) e US$ 80.000 (127k BTC) são testados. Glassnode nota que BTC negocia abaixo do preço médio de custo do 75% da oferta (US$ 92.940), elevando risco de downside. Viés de baixa no MACD em timeframe de 2 meses sugere drawdowns de 50-64% historicamente.

Ouro e Prata Superam BTC como Refúgios Reais

A narrativa de Bitcoin como ‘ouro digital’ é questionada enquanto metais preciosos disparam: ouro a US$ 4.985,91 (+0,57%) e prata a US$ 103,22 (+6,49%), per AwesomeAPI. Prata bate recorde histórico acima de US$ 100, ouro mira US$ 5k, e cobre sobe 2,5%. Institucionais fogem de ativos de risco para commodities tangíveis em meio a volatilidade.

Wintermute observa uptick em resgates de stablecoins para fiat, sinal de retração. BTC age mais como ‘tech stock’ que refúgio, sofrendo com liquidações de US$ 3 bi em longs. No Brasil, equivalentes: ouro ~R$ 26.400/oz, prata ~R$ 546/oz, destacando superioridade dos ativos reais.

Riscos e Próximos Passos para Investidores

Viés de baixa domina: perda de US$ 84k pode aprofundar bear market, com analistas prevendo consolidação prolongada ou quedas a US$ 58k. Pressão de holders de longo prazo, inflows para exchanges (17k BTC) e derivativos fracos agravam. Monitore suportes e macro (tarifas Trump, Fed).

Em cenário de aversão ao risco, diversificação para ouro/prata faz sentido. Vale acompanhar liquidez global (BTC -25% discount vs M2) para possíveis rebounds, mas ceticismo prevalece. Dados sugerem cautela até recuperação de US$ 90k.


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Cachorro Doge cartoon com gravata Nasdaq e carimbo ETF aprovado, pulando sobre Bitcoin estagnado na cruz da morte, celebrando ascensão dos memecoins

Dogecoin na Nasdaq: ETF do Meme Desafia Bitcoin

O cão que late agora morde na Nasdaq: o primeiro ETF físico de Dogecoin (DOGE), da 21Shares, estreou nesta sexta-feira sob o ticker TDOG, com aprovação da SEC e preço inicial de US$ 0,125. Enquanto o ‘sério’ Bitcoin segue estagnado abaixo da cruz da morte em torno de US$ 90 mil, o Axie Infinity sobe 131% na semana. Memecoins se vingando de Wall Street ou só mais um truque de mágica financeira?


Do Meme ao Mercado: ETF TDOG Chega com Força

Esqueça as piadas de 2013. O Dogecoin, outrora rei das memecoins, agora tem seu ETF à vista na Nasdaq. Emitido pela 21Shares, com custódia da Coinbase e taxa de 0,50% ao ano, o TDOG permite que investidores tradicionais comprem exposição ao DOGE sem mexer em carteiras ou exchanges. Volume inicial? Perto de US$ 1,2 bilhão, com alta de 1,8% nas 24 horas. Para brasileiros, isso significa mais liquidez global, possivelmente reduzindo spreads nas corretoras locais. Mas, ironicamente, o DOGE ainda consolida entre US$ 0,118 e US$ 0,135, longe do ATH de US$ 0,73. Quem diria que o cachorro correria mais que o lobo de Wall Street?

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 473.886 agora, mas sem a euforia do Doge.

Bitcoin Estagnado, Axie em Alta

Enquanto isso, o Bitcoin patina. Preso abaixo da cruz da morte (EMA 50 abaixo da EMA 200), ele oscila em US$ 90.895, com RSI neutro em 48,3. Sem momentum para romper resistências em US$ 91.353. O ‘ouro digital’ perdeu o ímpeto? Em contraste, o Axie Infinity (AXS) é pura adrenalina: +131% na semana, +251% no mês, negociando a US$ 2,88. Culpa da Origins Season 16 da Sky Mavis, com bAXS anti-bot e recompensas novas, atraindo baleias e revivendo o GameFi. ADX em 50 indica tendência forte de alta, mas RSI 82,4 indica sobrecomprado. Atenção, FOMO tardio pode resultar em perdas.

Legitimação das Memecoins ou Bolha 2.0?

É maturidade ou circo? A SEC aprovando ETF de Doge legitima memecoins, criando precedente para outros como DOJE da REX-Osprey. Mas DOGE emite 5 bilhões de moedas/ano, sem escassez como BTC. 67% do supply em baleias? Volatilidade garantida. Axie, apesar do pump, caiu 99% do ATH. Wall Street ama euforia: jovens ricos via ações, mas fundamentos? Questionáveis. Para traders BR, monitore fluxo on-chain e macro (Fed, ouro em US$ 4.900). Memes lucram, mas o cão pode morder de volta.

O Que Monitorar?

DOGE testa resistência em US$ 0,135; rompimento pode ir a US$ 0,15. Axie precisa corrigir o sobrecomprado antes de mais ganhos. BTC? Aguarde cruz dourada. Diversifique, mas em cripto, o meme pode surpreender. Monitore volumes e RSI para entradas seguras.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Figuras cartoon de SEC e CFTC apertando mãos com explosão de luz cripto, simbolizando unificação regulatória sob era Trump e avanço MiCA

Revolução Regulatória: SEC e CFTC Unificam Framework Cripto sob a Era Trump

📊 BOLETIM CRIPTO | 23/01/2026 | NOITE

A união estratégica entre a SEC e a CFTC sob a gestão de Donald Trump define o tom de um viés de alta moderado no período, marcando o início de uma era de clareza regulatória pró-inovação nos Estados Unidos. Embora o mercado global celebre o avanço institucional na União Europeia com o movimento da Binance na Grécia, incidentes críticos de segurança na França e no Brasil relembram a vulnerabilidade de serviços centralizados. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 474.446,53, refletindo uma estabilidade resiliente apesar da capitulação da GameStop em sua tesouraria. Este boletim analisa como a maturação regulatória está superando riscos sistêmicos, estabelecendo um novo suporte para a adoção institucional apesar de ameaças físicas e digitais persistentes.


🔥 Destaque: Unificação SEC-CFTC sob a Era Trump

A arquitetura política dos Estados Unidos para os ativos digitais sofreu uma mudança sísmica nesta sexta-feira. Pela primeira vez na história, os líderes das duas principais agências reguladoras, Paul Atkins (SEC) e Mike Selig (CFTC), anunciaram uma agenda conjunta focada em encerrar as disputas jurisdicionais que paralisaram o setor por anos. O evento agendado em Washington para apresentar um framework unificado é a primeira prova concreta de que o embate regulatório chegou ao fim.

Este movimento é fundamental porque a ambiguidade na classificação de ativos entre commodity e valor mobiliário tem sido o maior entrave para a entrada de capital em larga escala. A convergência entre a SEC e a CFTC permite que investidores institucionais operem com regras claras, eliminando o risco de sanções imprevistas. O mercado agora aguarda a definição de diretrizes para staking e tokens de finanças descentralizadas (DeFi).

Embora a reação inicial do preço tenha sido comedida, a importância deste ajuste estrutural não pode ser subestimada. A liderança americana busca garantir que a inovação tecnológica crie raízes em solo nacional, revertendo a fuga de empresas para jurisdições mais amigáveis. Monitorar os fluxos para ETFs de Bitcoin e Ethereum será o teste definitivo para medir a confiança dos gestores de fundos nesta nova política pública.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento dominante é de otimismo cauteloso, sustentado pela maturação regulatória em centros financeiros globais. Na União Europeia, a Binance protocolou formalmente seu pedido de licença na Grécia, utilizando a estrutura do MiCA como passaporte para operar em todos os 27 estados-membros. Este movimento sinaliza que os maiores participantes do setor estão priorizando a conformidade para garantir sustentabilidade a longo prazo.

Contudo, o cenário apresenta pressões localizadas. A capitulação da GameStop, que liquidou 4.710 BTC com prejuízo, desafia a narrativa de tesouraria corporativa, enquanto o mercado de mineração enfrenta novos vetores de risco. O Bitcoin mantém-se resiliente acima de patamares críticos, suportado por uma demanda institucional que parece absorver vendas corporativas pontuais sem sobressaltos significativos no volume global.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Extorsão e Riscos Físicos: O vazamento de dados de 50 mil usuários na Waltio (França) cria listas de alvos para crimes de wrench attacks, onde o risco digital se torna uma ameaça física pessoal.
  • Mineração Vampira em Dogecoin: A iniciativa da Qubic para integrar mineradores de DOGE pode centralizar o hashrate via incentivos externos, enfraquecendo a segurança da rede contra ataques de 51%.
  • Engenharia Social Sofisticada: No Brasil, golpes que utilizam a imagem da Polícia Federal para roubar fundos erodem a confiança do varejo e podem acelerar regulações restritivas sobre exchanges.
  • Capitulação Corporativa: A venda de BTC pela GameStop pode dissuadir outros diretores financeiros de alocar reservas em ativos digitais no curto prazo, temendo volatilidade nos balanços.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Adoção Institucional nos EUA: A unificação SEC-CFTC abre uma janela histórica para projetos de conformidade e serviços de custódia sediados nos EUA que aguardavam clareza jurídica.
  • Soluções de Privacidade e DID: Vazamentos de dados fiscais aumentam a demanda por identidade descentralizada e ferramentas que permitam conformidade fiscal sem sacrificar o anonimato físico.
  • Ponto de Entrada Estratégico: A liquidação de grandes volumes por empresas como a GameStop gera pressão de venda não fundamentalista, oferecendo zonas de compra táticas para investidores de longo prazo.

📰 Principais Notícias do Período

1. SEC e CFTC Anunciam Framework Unificado nos EUA
Líderes indicados por Trump prometem encerrar a disputa regulatória entre as agências. O foco agora é um ambiente pró-inovação que impeça a fuga de empresas cripto para o exterior.

2. Binance Solicita Licença MiCA na Grécia
A maior exchange do mundo busca reabilitação regulatória na Europa. A licença CASP na Grécia servirá como passaporte para operar em todo o bloco europeu sob regras rigorosas de conformidade.

3. Vazamento na Waltio Expõe Dados de 50 Mil Usuários
Hackers do grupo Shiny Hunters obtiveram nomes e endereços de investidores franceses. Autoridades alertam para o risco de sequestros e extorsões físicas baseadas nas posses de criptoativos vazadas.

4. GameStop Abandona Estratégia de Bitcoin
A empresa liquidou toda sua posição de 4.710 BTC com um prejuízo de US$ 76 milhões. Curiosamente, as ações GME subiram após o CEO Ryan Cohen aumentar sua própria participação na companhia.

5. Qubic Inicia Integração com Mineração de Dogecoin
O desenvolvimento visa aplicar o modelo de Proof-of-Work útil ao ecossistema DOGE. A comunidade monitora o risco de centralização do poder computacional sob uma única entidade.

6. Criminosos Usam Nome da PF em Golpe de R$ 170 mil
Uma empresária paulista foi vítima de engenharia social sofisticada. Bandidos fingiram ser agentes federais para coagir a transferência de ativos, enfatizando os riscos de segurança no varejo brasileiro.


🔍 O Que Monitorar

  • Evento Conjunto SEC/CFTC: Os detalhes técnicos deste framework definirão quais altcoins serão classificadas como commodities.
  • Hashrate de Dogecoin: Acompanhar se o poder de mineração migra para pools da Qubic, indicativo de centralização técnica.
  • Exchange Netflow: Monitorar se outras tesourarias corporativas seguem o movimento da GameStop para realizar prejuízos fiscais.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 48 horas, o viés de alta moderado deve prevalecer, sustentado pela expectativa positiva em torno do framework regulatório americano. É provável que o Bitcoin e o Ethereum apresentem volatilidade positiva conforme detalhes da cooperação entre SEC e CFTC sejam divulgados. O mercado demonstrou maturidade ao absorver a venda da GameStop sem pânico, o que sugere uma liquidez robusta no patamar atual. No entanto, investidores em Dogecoin e usuários de plataformas de impostos na Europa devem manter cautela elevada devido aos riscos específicos de infraestrutura e dados pessoais. O foco agora é na transição da retórica política para a implementação de regras que destravem o próximo ciclo de capital institucional.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Guarda cartoon segurando cofre BTC fisgado por anzol phishing vermelho, simbolizando perda de US$ 48 mi do governo sul-coreano em golpe

Coreia do Sul Perde US$ 48 Milhões em BTC Apreendido por Phishing

As autoridades da Coreia do Sul sofreram um duro golpe: cerca de US$ 48 milhões em Bitcoin apreendido em um caso criminal foi roubado por um golpe de phishing. O Escritório de Promotores do Distrito de Gwangju descobriu a perda durante uma inspeção rotineira, expondo vulnerabilidades mesmo em custódias institucionais. Se nem o governo está imune, imagine o investidor comum? Este incidente humilha as autoridades e grita lições de segurança para todos nós.


Detalhes do Roubo nas Autoridades Coreanas

O furto envolveu aproximadamente 70 bilhões de won (equivalente a US$ 47,7 milhões) em BTC, confiscado previamente em um processo criminal. Um funcionário do escritório de promotoria acessou um site falso, vazando a senha de acesso aos ativos digitais. A descoberta veio em uma verificação de rotina de bens apreendidos, revelando que os fundos haviam sido transferidos sem autorização.

Promotores confirmaram que uma investigação interna está em curso para rastrear o destino dos bitcoins e as circunstâncias exatas do vazamento. Detalhes como a data exata da apreensão original e o volume preciso permanecem sob sigilo, priorizando a apuração. Este caso destaca como pontos únicos de falha, como senhas centralizadas, podem comprometer fortunas mesmo sob custódia estatal.

Como o Phishing Explora Falhas Humanas

O phishing é uma das ameaças mais comuns no ecossistema cripto: atacantes criam sites ou e-mails falsos que imitam plataformas legítimas, induzindo vítimas a revelar chaves privadas ou senhas. No caso coreano, bastou um clique em um link malicioso para expor os ativos. Apesar de perdas globais por phishing terem caído 83% em 2025 (para US$ 83,85 milhões), o número de vítimas ainda assusta, com 106 mil afetados.

Para o investidor brasileiro, isso é um alerta vermelho. Plataformas como a Binance enfatizam autenticação de dois fatores (2FA) e verificação de URLs, mas o erro humano persiste. Use hardware wallets para custódia fria e evite cliques suspeitos – sua carteira agradece.

Implicações para Custódia Institucional e Pessoal

Este roubo expõe riscos na custódia de grandes volumes de cripto por governos e agências. Nos EUA, o Serviço Secreto confiscou US$ 225 milhões com ajuda da Coinbase; no Reino Unido, autoridades debatem manter US$ 6,4 bilhões em BTC apreendidos. A Coreia do Sul, recentemente ativa contra lavagem de cripto, agora enfrenta descrédito interno.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 471.226,74 (-1,76% em 24h), tornando perdas como essa ainda mais dolorosas em reais. Para você, leitor: priorize multi-signature, custódia diversificada e educação contínua. Nem governos são infalíveis – proteja-se proativamente contra esses pontos de falha únicos.

Lições Práticas para Proteger Sua Carteira

  1. Verifique sempre domínios antes de logar.
  2. Ative 2FA com apps como Google Authenticator, não SMS.
  3. Armazene sementes offline em local seguro.
  4. Monitore transações regularmente.
  5. Use VPN em redes públicas e evite Wi-Fi aberto.

Este incidente na Coreia do Sul reforça: segurança é responsabilidade individual. Fique vigilante e transforme esse alerta em ação.


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Núcleo cristalino Bitcoin corrompido por veias vermelhas pulsantes e fluxo de partículas para poços, alertando lucros on-chain negativos

Alerta On-chain: Lucros Bitcoin Negativos pela 1ª Vez Desde 2023

O ciclo de lucro on-chain do Bitcoin entrou em território negativo pela primeira vez desde outubro de 2023, com perdas realizadas acumuladas de 69 mil BTC, equivalentes a cerca de US$ 6,18 bilhões. Isso coincide com o Sharpe ratio negativo, similar aos drawdowns de 2022, e uma entrada de 16.653 BTC em exchanges nos últimos dias, pressionando o preço abaixo de US$ 90 mil. Os dados sugerem enfraquecimento no momentum de alta.


Ciclo de Lucro On-chain em Território Negativo

De acordo com análise da CryptoQuant, o net realized profit/loss — métrica que captura ganhos ou perdas realizados ao mover moedas on-chain — registrou perdas líquidas nos últimos 30 dias. Essa inversão ocorre após o Bitcoin cair abaixo de US$ 90 mil, forçando detentores de curto prazo a realizar perdas.

Em março de 2024, os lucros realizados atingiram 1,2 milhão de BTC, mas em outubro de 2025, mesmo com novo ATH de US$ 124.774, caíram para 331 mil BTC. O padrão atual espelha março de 2022, quando o mercado de urso já estava em curso. Cumulativamente, as perdas somam 69 mil BTC, ou US$ 6,18 bilhões a preços atuais.

Ki Young Ju, CEO da CryptoQuant, destacou que “turistas do Bitcoin estão cortando perdas”, indicando saída de investidores especulativos.

Sharpe Ratio Revela Risco Desproporcional

O Sharpe ratio do Bitcoin, que mede retornos ajustados ao risco em relação a ativos seguros como T-Bills americanos, mergulhou em território negativo, níveis vistos em drawdowns de 2018-2019 e pós-colapso de 2022. Isso sinaliza que a volatilidade elevada não é compensada por retornos adequados.

Dados da CryptoQuant mostram que o ratio permaneceu negativo por meses em bear markets anteriores, mesmo após estabilização de preços. Não indica necessariamente fundo de mercado, mas reset de risk-reward. Analistas observam que recuperações sustentadas ocorrem quando o ratio volta a positivo, alinhando com novos bull runs.

Atualmente, com BTC negociando próximo a US$ 89 mil após volatilidade intraday e underperformance ante ouro e ações tech, o cenário permanece de cautela.

Influxo de 16 Mil BTC Aumenta Pressão Vendedora

Uma entrada líquida de 16.653 BTC em exchanges nas últimas 24 horas, conforme reportado, agrava a pressão de venda após o rally perder força em US$ 90 mil. Esse movimento sugere que holders estão posicionando-se para liquidez, potencializando sell-off.

Em contextos de métricas on-chain negativas, inflows assim historicamente amplificam correções. Investidores monitoram saldos de exchanges para sinais de capitulação ou absorção por compradores institucionais.

Cotação Atual e Estratégias de Risco

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 471.515,78 (-1,69% em 24h), alinhado à queda global para US$ 89.051,68 (dólar a R$ 5,28). Para gestão de risco, priorize posições dimensionadas, stop-loss e diversificação.

Os dados frios indicam possível repetição de padrões de 2022, mas fatores macro como política do Fed e dívida EUA podem alterar trajetória. Vale monitorar recuperação do Sharpe ratio e outflows de exchanges como sinais de reversão.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Vórtice neon com hexágono '1.8B' emitindo ondas de choque em grid digital, simbolizando expiração de opções BTC e volatilidade no mercado

Expiração de US$ 1,8 Bi em Opções BTC Pode Agitar Mercado Hoje

Alerta de Volatilidade: US$ 1,8 bilhão em opções de Bitcoin expiram nesta sexta-feira (23/01/2026), em um momento de fragilidade no mercado cripto, que perdeu US$ 200 bilhões na semana. Cerca de 21.700 contratos chegam ao fim, com put/call ratio de 0,75, favorecendo calls (posições longas). O max pain em torno de US$ 92.000 pode pressionar o preço spot, atualmente em US$ 89.100, segundo dados recentes.


Detalhes da Expiração de Opções

A expiração envolve contratos com valor nocional de aproximadamente US$ 1,8 bilhão, ligeiramente inferior à da semana anterior, refletindo o ritmo mais lento no trading de derivativos. Segundo o CoinGlass, o open interest (OI) total de opções de BTC em todas as exchanges atingiu US$ 36 bilhões desde o início do ano, com concentração em strikes chave.

No Deribit, maior volume de OI está no strike de US$ 100.000, com US$ 2 bilhões pendentes. Apostas de baixa ganham força em US$ 85.000 e US$ 90.000, cada um com cerca de US$ 1,1 bilhão em OI. Além do BTC, 118.000 contratos de Ethereum expiram, totalizando US$ 346 milhões, elevando o valor total de opções cripto para US$ 2,1 bilhões.

Strikes Críticos e Max Pain

O max pain calculado em US$ 92.000 sugere que muitos contratos calls ficarão out of the money (OTM), já que o spot BTC oscila abaixo desse nível, em torno de US$ 89.110 (bid atual). Posicionamento clusterizado em strikes sensíveis torna o spot vulnerável, como alertou o Deribit: "Geopolítica e incertezas comerciais sustentam demanda por hedge".

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 471.381,80 no mercado brasileiro, com variação de -1,66% em 24h e volume de 196 BTC. Dados em USD confirmam US$ 89.110, reforçando pressão vendedora.

Contexto do Mercado Spot

O mercado cripto enfrenta turbulências: capitalização total caiu 1% no dia, apagando ganhos anuais. BTC testou mínima intradiária de US$ 88.560 antes de recuperar para US$ 89.500, mas falhou em romper US$ 90.000. Ethereum despenca abaixo de US$ 3.000, cotado a US$ 2.926, com put/call de 0,86 nas opções.

Fatores macro como guerras comerciais escaladas, turmoil em bonds japoneses e atrasos em legislação cripto nos EUA contribuem para o cenário de baixa, com altcoins caindo 2-3% adicionais.

Possíveis Impactos no Preço

A expiração pode aprofundar a queda se dealers ajustarem posições para strikes inferiores, ou gerar reversão com gamma squeeze em calls OTM. Investidores devem monitorar volume reativo e liquidez spot. Historicamente, expirações semanais com OI elevado amplificam volatilidade em até 5% no BTC. Com max pain acima do spot, pressão descendente prevalece, mas acumulação por baleias pode contrabalançar.

Dados sugerem cautela: OI crescente em strikes bearish indica hedging contra riscos macro. O mercado reage sensivelmente ao "cut" (fechamento), demandando atenção aos níveis de US$ 88.500-US$ 92.000.


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Monolito dourado intacto contrastando com prisma BTC fragmentado e rachado, simbolizando recordes do ouro versus queda do Bitcoin e questionamento do 'ouro digital'

Ouro em Recordes vs Bitcoin Abaixo de US$ 90.000: Ouro Digital Falhou?

Onde está o ouro digital? Enquanto o ouro real atinge recorde acima de US$ 4.900 por onça, o Bitcoin despenca abaixo dos US$ 90.000, negociado em torno de US$ 89.588. Essa divergência macroeconômica expõe fragilidades na narrativa que compara BTC ao metal precioso, em um contexto de tarifas trumpistas, expectativas de corte do Fed e inflação PCE em 2,8%. Investidores buscam refúgio no ativo testado por séculos.


Divergência nos Preços: Ouro Sobe, BTC Cai

O ouro consolidou uma máxima histórica acima de US$ 4.900 por onça, impulsionado por tensões geopolíticas e um dólar enfraquecido. No Brasil, o XAU-BRL chegou a R$ 26.247 em máxima diária, com cotação atual em torno de R$ 26.010. Em contrapartida, o Bitcoin perdeu o suporte psicológico de US$ 90.000, caindo 1,12% nas últimas 24 horas.

Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 470.617, com variação de -1,83% no dia. Essa estagnação contrasta com o rally do ouro, que ganha tração em ciclos de incerteza, enquanto o BTC enfrenta pressão vendedora em meio a choques macro.

Gap de Confiança: Por Que o Ouro Vence?

Analistas como Lancaster.ETH destacam o gap de confiança entre os ativos. O ouro, com reputação multicentenária, é visto como refúgio defensivo comprovado. Já o Bitcoin, apesar de 15 anos de existência, permanece dependente de narrativas especulativas e ainda em fase de construção de credibilidade.

"Pessoas vendem o que temem e compram o que conhecem", resume o analista. Em tempos de medo macro, o BTC sofre vendas aceleradas devido à curva de aprendizado dos investidores. O ouro, por outro lado, atrai fluxos institucionais estáveis, beneficiado por sua clareza histórica.

Fatores Macro e Opiniões Divergentes

O ambiente macro reforça a tese. Tarifas impostas por Trump sobre importações europeias pressionam criptoativos especulativos, enquanto metais preciosos se beneficiam. A inflação PCE nos EUA ficou em 2,8% ao ano, alinhada às expectativas, mantendo foco nas decisões do Fed sobre cortes de juros.

Merlijn The Trader prevê rotação de capitais pós-choque macro, com bonds e debasement monetário favorecendo cripto no longo prazo. Já Jacob King é mais pessimista: "Dinheiro sai de ativos especulativos para metais; BTC sem utilidade clara contra choques tarifários". Peter Grant, da Zaner Metals, cita atrito geopolítico e dólar fraco como drivers do ouro.

Implicações para a Tese do ‘Ouro Digital’

A narrativa do Bitcoin como ouro digital enfrenta teste rigoroso. Sem a resiliência do metal físico em crises, o BTC revela viés especulativo. Investidores devem monitorar yields de bonds, política monetária e fluxos para metais. Vale questionar: em incertezas globais, o refúgio seguro é o testado ou o promissor? O mercado sugere cautela com promessas narrativas.


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Hodler cartoon defendendo Bitcoin dourado de mão burocrática com fatura vermelha, simbolizando tributação anual de ganhos não realizados na Holanda

Holanda Aprova Taxar Ganhos de Bitcoin Sem Venda

Os Países Baixos aprovam reforma fiscal polêmica que tributará ganhos não realizados em Bitcoin e outros ativos a partir de 2028. A lei, batizada de ‘Wet werkelijk rendement Box 3’, cobra impostos anuais com base na valorização do patrimônio de início a fim do ano, independentemente de vendas. A medida, aprovada pelo Parlamento apesar de críticas, pode gerar problemas de liquidez para hodlers de Bitcoin, especialmente em mercados voláteis.


Detalhes da Proposta Fiscal

A nova legislação holandesa altera fundamentalmente o sistema de impostos sobre o patrimônio, conhecido como Box 3. Atualmente, os ganhos são tributados apenas quando realizados, ou seja, após a venda de ativos. Com a reforma, prevista para entrar em vigor em 2028, os investidores terão de pagar impostos sobre a valorização hipotética de seus bens ao longo do ano. Isso inclui a comparação entre o valor do Bitcoin em 1º de janeiro e 31 de dezembro, além de rendimentos como juros e dividendos.

O Parlamento aprovou a medida com ressalvas, conforme reportado pela imprensa local. A iniciativa visa capturar a ‘renda real’ gerada pelos ativos, mas ignora a falta de liquidez em casos de não venda. Para criptomoedas como Bitcoin, cuja cotação pode oscilar drasticamente – segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 471.106 com variação de -1,67% em 24h –, isso representa um risco significativo de endividamento fiscal sem caixa disponível.

Críticos argumentam que o modelo pune a retenção de longo prazo, contrariando a popular filosofia de HODL no ecossistema cripto.

Impactos para Hodlers e Investidores Locais

Para quem mantém Bitcoin como reserva de valor, a tributação de ganhos não realizados pode forçar vendas prematuras para cobrir impostos, exacerbando a volatilidade. Imagine um investidor com BTC valorizado 50% em um ano: ele pagaria impostos sobre esse ganho sem ter vendido nada, possivelmente precisando liquidar parte do portfólio em um momento desfavorável.

Na prática, isso afeta especialmente portfólios concentrados em ativos ilíquidos ou voláteis. Na Holanda, onde o mercado cripto cresce, a medida pode desencorajar a adoção institucional e retail. Analistas europeus alertam para o potencial ‘efeito chilling‘ sobre investimentos de longo prazo, similar a debates sobre ‘wealth taxes‘ em outros países.

Além disso, a complexidade de cálculo anual – rastreando valores precisos de múltiplos ativos – demandará novas ferramentas de contabilidade, elevando custos para declarantes.

Contexto Europeu e Possível Tendência

Na vizinha Alemanha, o regime é mais amigável: ganhos com cripto são isentos após um ano de posse, e só tributados na venda. Não há planos imediatos para tributação de ganhos não realizados, mas a aprovação holandesa reacende debates na UE sobre harmonização fiscal. Países como França e Itália já experimentam regras rigorosas para criptoativos sob MiCA.

Essa proposta pode inspirar tendências continentais, pressionando por maior arrecadação em meio a déficits orçamentários. Para investidores brasileiros com exposição europeia, vale monitorar: tratados bilaterais evitam dupla tributação, mas complicam planejamento patrimonial. A volatilidade geopolítica fiscal na Europa reforça a importância de diversificação soberana.

Segundo o BTC Echo, a reforma reflete uma visão governamental de cripto como ativo tributável similar a ações, ignorando sua natureza descentralizada.

O Que Esperar e Como se Preparar

Embora limitada à Holanda inicialmente, a lei sinaliza um endurecimento regulatório na Europa pós-MiCA. Hodlers devem revisar estratégias de custódia e relatórios fiscais, priorizando jurisdições favoráveis. No Brasil, onde impostos sobre cripto seguem regras de ganho de capital na venda, a notícia serve como alerta global.

Investidores atentos acompanharão evoluções parlamentares e potenciais emendas. A batalha entre inovação financeira e controle estatal continua, com implicações para a adoção do Bitcoin em escala.


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Executivos cartoon transferindo caixas de BTC dourado e ETH cyan para plataforma tech, simbolizando depósitos de BlackRock na Coinbase Prime

BlackRock Transfere US$ 600 milhões em BTC e ETH para Coinbase Prime

A BlackRock realizou uma transferência massiva de cerca de 3.970 Bitcoin, avaliados em US$ 357 milhões, e 82.813 Ethereum, no valor de US$ 247 milhões, para a Coinbase Prime nesta quinta-feira (22 de janeiro de 2026). O movimento ocorre em meio a saques expressivos de seus ETFs de Bitcoin (IBIT) e Ethereum (ETHA), totalizando mais de US$ 600 milhões em outflows, sinalizando possível rebalanceamento de portfólio ou preparação para liquidações institucionais.


Detalhes da Transferência Institucional

A operação foi identificada por meio de dados da Arkham Intelligence, que rastreia fluxos on-chain de grandes entidades. Os 3.970 BTC transferidos representam um volume significativo, equivalente a aproximadamente R$ 1,87 bilhão ao câmbio atual de R$ 5,29 por dólar. Já os 82.813 ETH somam cerca de R$ 1,28 bilhão, considerando a cotação de R$ 15.430 por ETH.

A Coinbase Prime, plataforma de custódia e trading para instituições, é comumente usada para operações de alta liquidez. Depósitos desse porte por gestoras como a BlackRock, maior administrador de ativos do mundo, geralmente indicam estratégias de rebalanceamento de portfólio ou ajustes em resposta a pressões de resgates em produtos de investimento.

Contexto de Saques nos ETFs

O timing da transferência coincide com saques recordes nos ETFs da BlackRock. O IBIT registrou outflow de US$ 357 milhões, enquanto o ETHA perdeu US$ 250 milhões em um único dia. No agregado, onze ETFs de Bitcoin nos EUA viram saques de quase US$ 709 milhões, o maior volume diário desde novembro de 2025.

Esses movimentos foram impulsionados por incertezas macroeconômicas, incluindo tarifas relacionadas à Groenlândia e volatilidade geral no mercado cripto. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 470.702 nesta sexta-feira (23/01), com variação de -1,88% em 24 horas, refletindo a pressão vendedora institucional.

Implicações para Fluxos Institucionais

Analistas interpretam depósitos em exchanges como a Coinbase Prime como preparação para trades ou liquidações. No caso da BlackRock, os valores dos outflows nos ETFs alinham-se quase exatamente com os ativos transferidos, sugerindo que a gestora está reposicionando reservas para atender resgates sem impactar diretamente o mercado spot.

Dados históricos mostram que fluxos institucionais dessa magnitude podem amplificar volatilidade. Em períodos de outflows elevados, como este, o mercado reage com quedas de 2-5% em ativos como BTC e ETH. No entanto, a BlackRock mantém uma posição dominante nos ETFs cripto, com bilhões sob gestão, o que reforça sua influência em tendências de longo prazo.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem acompanhar os próximos fluxos on-chain da BlackRock via ferramentas como Arkham, além de relatórios semanais de inflows/outflows dos ETFs pela Farside Investors. Uma venda massiva poderia pressionar preços para baixo, mas um rebalanceamento interno pode estabilizar o mercado. Com o Ethereum em queda de 3,84% nas últimas 24 horas, o foco está nos indicadores de liquidez institucional para prever movimentos de curto prazo.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de ouro clássico e Bitcoin digital erguendo escudo bipartido contra tempestade inflacionária, simbolizando ETF BPRO da Bitwise

Bitwise Lança ETF BPRO: Bitcoin e Ouro Contra Inflação

A Bitwise lançou o Bitwise Proficio Currency Debasement ETF (BPRO), um fundo negociado em bolsa que une Bitcoin e ouro como proteção contra a desvalorização das moedas fiduciárias. Listado na NYSE em 22 de janeiro de 2026, o produto gerenciado ativamente visa preservar o poder de compra em cenários de inflação e expansão monetária excessiva. Ideal para quem busca diversificar e se blindar contra riscos econômicos globais, como a perda de valor do dólar.


O Que é um Debasement ETF?

Um Debasement ETF é um fundo de investimento projetado especificamente para combater o ‘debasement’, ou desvalorização das moedas fiat causada por impressão excessiva de dinheiro, déficits fiscais e políticas expansionistas. Diferente de ETFs tradicionais de ações ou renda fixa, ele foca em ativos que historicamente mantêm valor em tempos de crise monetária.

No caso do BPRO, a estratégia ativa ajusta dinamicamente a alocação entre Bitcoin, ouro, prata, platina, paládio e ações de mineradoras. É obrigatório manter pelo menos 25% em ouro, garantindo uma base sólida. Essa rotação evita alocações fixas, adaptando-se às condições de mercado para maximizar a proteção do patrimônio.

Para iniciantes, pense assim: enquanto governos imprimem mais dinheiro, reduzindo seu poder de compra, esses ativos atuam como ‘moedas duras’ – escassos e independentes de políticas centrais.

Por Que Combinar Bitcoin e Ouro?

O ouro é o hedge clássico contra inflação há milênios, com demanda crescente de bancos centrais – que compraram toneladas nos últimos anos, elevando seu preço em 79% no último ano. Já o Bitcoin, com suprimento limitado a 21 milhões de unidades, é o ‘ouro digital’: escasso, portátil e divisível, complementando o metal físico.

A combinação inteligente reduz riscos: ouro oferece estabilidade em crises geopolíticas, enquanto Bitcoin captura upside em adoção institucional via ETFs. Matt Hougan, CIO da Bitwise, alerta que a desvalorização do dólar acelerou nos últimos 15 anos, tornando essa dupla essencial para famílias preservarem riqueza a longo prazo.

Em resumo, ouro protege o ‘chão’, Bitcoin impulsiona o ‘teto’ – juntos, formam um escudo diversificado contra erosão fiat.

Funcionamento do BPRO e Desempenho Inicial

Parceria com Proficio Capital Partners, o BPRO cobra 0,96% de taxa anual – razoável para gestão ativa. No primeiro dia de negociação (22 de janeiro de 2026), registrou US$ 13,2 milhões em volume e US$ 52,4 milhões em AUM, sinalizando interesse inicial apesar de menor que ETFs spot de Bitcoin.

A gestão combina expertise em cripto da Bitwise com metais preciosos da Proficio, rotacionando ativos conforme volatilidade. Diferente de portfólios tradicionais (ações + bonds), que falharam em preservar o poder de compra, o BPRO prioriza ‘armazenamento de valor’ em era de dívida alta.

Para brasileiros, expostos à inflação crônica e dólar volátil, é uma opção acessível via corretoras internacionais, ajudando a dolarizar e proteger poupança.

Proteção Contra Inflação: Lições Práticas

A inflação fiduciária erode patrimônio silenciosamente – no Brasil, vimos isso com planos econômicos passados. O BPRO educa sobre diversificação: aloque parte em ativos reais, não só reais (R$). Ray Dalio sugere 15% em ouro + Bitcoin; aqui, um ETF facilita isso para iniciantes.

Monitore: se ETFs de Bitcoin absorvem +100% da mineração diária, como ouro com bancos centrais, espere valorizações parabólicas. Mas lembre: volatilidade existe; use como complemento, não 100% do portfólio. Comece pequeno, estude e proteja seu futuro financeiro.


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Rede neural digital com nó BTC central corrompido e vazamentos vermelhos, representando crise de segurança e prejuízos on-chain no Bitcoin

Crise de Segurança Cripto: BTC Registra Prejuízos On-Chain

📊 BOLETIM CRIPTO | 23/01/2026 | MANHÃ

Cautela define o início da manhã de 23 de janeiro de 2026. Falhas críticas de segurança na custódia estatal na Coreia do Sul e erro operacional na Crypto.com, combinadas com o primeiro sinal on-chain negativo de lucros no Bitcoin desde 2023, pesam mais que avanços regulatórios isolados como o draft do Senado americano. Esses eventos expõem fragilidades sistêmicas na gestão de ativos digitais, erodindo a confiança de investidores. O viés de baixa moderado prevalece, com perdas realizadas de 69 mil BTC sinalizando possível capitulação inicial, enquanto tensões regulatórias globais — de fraudes na China a vácuos legais nos EUA — amplificam a percepção de risco. Este boletim detalha o que aconteceu, implicações e indicadores chave para navegar o cenário.


🔥 Destaque: Bitcoin: Métrica de Lucro On-Chain Negativa Pela 1ª Vez Desde 2023

Pela primeira vez desde outubro de 2023, a métrica de Lucro/Prejuízo Realizado Líquido do Bitcoin entrou em território negativo, segundo a CryptoQuant. Isso indica que movimentações na blockchain resultaram em prejuízos agregados de cerca de 69 mil BTC, equivalentes a US$ 6,18 bilhões ao preço atual próximo de US$ 89 mil.

O sinal contrasta com picos anteriores de realização de lucros, como 1,2 milhão de BTC em março de 2024. Analistas comparam o padrão ao de março de 2022, que precedeu o mercado de baixa prolongado. Investidores de curto prazo — os “turistas”, como chamados — estão capitulando, vendendo com perda em meio à queda recente abaixo de US$ 90 mil.

Embora o evento sugira enfraquecimento da tendência de alta, vozes como Sean Dawson, da Derive, argumentam que o mercado amadureceu, com preço mais sensível a fatores macroeconômicos como previsões do Fed e crises de dívida soberana. A crise de títulos japoneses e reversões tarifárias de Trump contribuíram para liquidações de US$ 1 bilhão recentemente.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 471.524 apresenta variação de -1,63% em 24 horas, refletindo a pressão local. Monitorar se a métrica permanece negativa pode confirmar uma correção mais profunda ou redefinição de base para acumulação.


📈 Panorama do Mercado

O período reflete um viés de baixa moderado, impulsionado por uma tendência clara de erosão na confiança em custódia e segurança operacional. Incidentes como o roubo de US$ 48 milhões em BTC na Coreia do Sul via phishing e o erro de US$ 10,5 milhões na Crypto.com destacam vulnerabilidades humanas em entidades estatais e exchanges.

Tensões regulatórias globais fragmentadas agravam o quadro: repressão na China contra fraudes Ponzi com “air coins” contrasta com vácuos legais nos EUA, como a desistência do DOJ no caso OpenSea. Apesar disso, o draft do Comitê de Agricultura do Senado americano, com markup em 27/01, favorece a CFTC para BTC/ETH e protege yields de stablecoins, oferecendo um contraponto positivo.

Setores como segurança/custódia estão sob pressão intensa, enquanto Bitcoin e spot enfrentam capitulação on-chain. Stablecoins e DeFi, por outro lado, aquecem com defesas contra lobby bancário da Circle no WEF.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Erosão da confiança em gestão de ativos cripto: Falhas estatais na Coreia e operacionais na Crypto.com minam credibilidade de governos e CEX. É muito provável que isso acelere saques e migração para custodiantes pro, mas gere pânico de curto prazo com impacto em liquidez.
  • Vácuo regulatório incentivando insider e fraudes: Desistência DOJ no OpenSea cria brecha legal para insider trading em NFTs; fraudes chinesas como Ding Yifeng reforçam repressão asiática. Risco alto de práticas abusivas até novas leis específicas.
  • Restrições a yields de stablecoins: Lobby bancário alerta para fuga de US$ 6 tri em depósitos contesta Circle CEO. É provável que resulte em proibições, limitando DeFi e inovação nos EUA.
  • Início de bear market via capitulação on-chain: Prejuízos de 69k BTC sinalizam perda de força, similar a 2022. Possível cascata de vendas testando suportes abaixo de US$ 89k, agravado por macro como Fed.
  • Fragmentação legislativa nos EUA: Draft Ag Committee vs. Banking cria impasse. Provável atraso em clareza reg, elevando custos de compliance para exchanges e DeFi.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Demanda por custódia institucional: Incidentes Coreia/Crypto.com impulsionam adoção de multi-sig, MPC e seguros. Janela curta para provedores profissionais capturarem governos e grandes players.
  • Clareza reg via CFTC e proteção DeFi: Draft Senado fortalece CFTC para BTC/ETH, exclui yields stablecoins. Médio prazo para influxo institucional e crescimento DeFi nos EUA.
  • Catalisador para legislação anti-insider: Falha OpenSea acelera leis específicas para NFTs/DeFi. Médio potencial para autorregulação em plataformas como OpenSea.
  • Flight to quality em BTC/ETH: Fraudes China e capitulação varejo canalizam capital para ativos estabelecidos. Curto prazo para acumulação em recuo.

📰 Principais Notícias do Período

1. Bitcoin: Métrica de Lucro On-Chain Negativa Pela 1ª Vez Desde 2023
Métrica CryptoQuant mostra lucros realizados líquidos negativos pela 1ª vez desde 2023, com 69k BTC ($6B) em prejuízos. Sinaliza enfraquecimento bull, similar a 2022, mas macro Fed pode dominar. Investidores de curto prazo capitulando.

2. Falha de custódia na Coreia do Sul expõe riscos da gestão estatal de cripto
Promotores sul-coreanos perdem US$48M em BTC apreendido via phishing em carteira oficial. Expõe falhas OpSec estatal, catalisando demanda por custódia pro. Risco de ataques a governos.

3. Projeto do Senado dos EUA Impulsiona CFTC e Favorece Setor Cripto
Comitê Agricultura Senado EUA lança draft fortalecendo CFTC para BTC/ETH, sem restrições yields stablecoins; markup 27/01. Vitória vs versão Banking, protege DeFi.

4. Caso OpenSea: Desistência do DOJ Expõe Vácuo Regulatório no Mercado NFT
DOJ desiste caso insider OpenSea após anulação; info confidencial não é ‘propriedade’. Cria vácuo legal, risco insider mas catalisador para leis específicas.

5. China: Ação judicial contra fraude cripto de Ding Yifeng sinaliza tolerância zero
Procuradoria Shenzhen acusa 30 em esquema Ponzi com ‘DDO air coin’; reforça repressão China. Flight to quality BTC/ETH esperado.

6. Crypto.com: Erro de US$ 10,5 milhões Expõe Falhas de Controle Interno
Erro funcionário transfere US$ 10,5 milhões em vez de US$ 100; detectado após 7 meses. Justiça ordena devolução, mas dano reputacional para CEX.


🔍 O Que Monitorar

  • Net Realized Profit/Loss BTC: Confirma profundidade da capitulação; acompanhe em CryptoQuant/Glassnode para sinal de força ou fraqueza.
  • Markup Senado Ag Committee (27/01): Resultado determina avanço CFTC/DeFi; siga C-SPAN e Senado EUA.
  • Movimentação fundos Coreia: Rastreie BTC roubado via Arkham para impacto liquidez.
  • Declarações DOJ/SEC insider: Pós-OpenSea, indica direção reg; sites oficiais.
  • Progresso GENIUS Act: Decide yields stablecoins; Congress.gov.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12-48 horas, o viés de baixa moderado persiste, com o sinal on-chain negativo do Bitcoin e investigações na Coreia/Crypto.com pressionando preços abaixo de US$ 89 mil — ou R$ 471 mil localmente. Fraudes chinesas reforçam aversão ao risco, enquanto o draft do Senado pode gerar volatilidade positiva se bipartidário. É provável capitulação adicional de varejo, mas fluxos de ETFs e forecasts do Fed oferecem contrapeso macro. Fatores como movimentação dos fundos sul-coreanos ou reações ao WEF podem alterar o cenário. Mantenha foco em flight to quality e gestão de risco; acompanhe indicadores para navegar a correção potencial.


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Onda vermelha de SHIB colidindo com rede DeFi cyan rachada, silhueta de baleia ao fundo, alertando despejo e liquidações em Hyperliquid

Alerta de Baleias: SHIB Cai Após Despejo de Bilhões e DeFi em Pânico

Uma baleia de Shiba Inu (SHIB) transferiu bilhões de tokens para a exchange Robinhood, pressionando a cotação para o menor nível em semanas, em US$ 0,000007683. O movimento, que representou 97% de suas reservas, coincide com liquidações de US$ 600 milhões no mercado cripto, incluindo US$ 214 milhões na plataforma DeFi Hyperliquid. Esses sinais de despejo por grandes detentores e insiders geram insegurança, alertando traders sobre possíveis quedas adicionais em um contexto de volatilidade do Bitcoin.


Despejo da Baleia de SHIB Desencadeia Queda

A baleia de SHIB identificada pelo endereço 0x2d00B0eF90eF8C08d5e4Ff9c74b98123D679f7bB enviou 210,365 bilhões de tokens para a Robinhood, equivalentes a US$ 1,63 milhão. Dados da Arkham revelam que isso esgotou quase todo seu estoque, restando apenas 5,86 bilhões de SHIB. Adicionalmente, foram transferidos 1,52 bilhão para a mesma exchange e 7 bilhões para o provedor de liquidez B2C2, sugerindo uma venda OTC iminente.

O preço do SHIB despencou mais de 7% na semana, com o pior dia coincidindo às transferências. Apesar de uma recuperação parcial para US$ 0,000007978, os fluxos líquidos para exchanges permanecem mistos: negativos hoje (7 bilhões de entrada), mas positivos ontem (1,6 bilhão de saída). Isso indica falta de acúmulo claro, com traders de derivativos ainda otimistas, mas volume em alta de 20% e open interest crescendo 3%.

Liquidações Massivas no Hyperliquid e Riscos em DeFi

A plataforma DeFi Hyperliquid sofreu o impacto mais severo, com US$ 214 milhões em liquidações, incluindo uma posição ETH-USD de US$ 40,22 milhões. Esse episódio reforça o sentimento de insegurança gerado por despejos de insiders, como as recentes vendas da equipe da Hyperliquid reportadas em pautas anteriores. Em um mercado de derivativos aquecido, com open interest de Bitcoin acima de US$ 81 bilhões, pequenas oscilações viram whipsaws violentos.

Binance registrou US$ 113 milhões (maioria comprados) e Bybit US$ 90 milhões. Cerca de 142 mil traders foram varridos, tanto comprados quanto vendidos. Para investidores de varejo, isso é um lembrete clássico de insider selling: quando grandes players ou equipes despejam posições, o varejo paga o preço das liquidações forçadas.

Volatilidade do Bitcoin Agrava o Cenário

O Bitcoin oscilou entre US$ 88 mil e US$ 90 mil durante o discurso de Trump em Davos, onde defendeu uma estrutura de mercado imediata para cripto. Tensões comerciais EUA-Europa (tarifas Trump sobre Groenlândia, depois canceladas) e estresse em bonds macroeconômicos impulsionaram o movimento. Resultado: US$ 600 milhões em liquidações totais, metade longs e metade shorts.

Esses eventos destacam a fragilidade de posições alavancadas. Enquanto holders de spot em carteiras frias permanecem seguros, o varejo deve monitorar fluxos de baleias e netflows de exchanges para antecipar dumps. O SHIB, apesar de +15% YTD, está longe do ATH de US$ 0,00008845, e pressões semelhantes podem persistir.

Como Identificar Sinais de Despejo e Proteger-se

Traders atentos devem vigiar transferências massivas para exchanges (como o caso SHIB-Robinhood), fluxos líquidos negativos e spikes em liquidações DeFi (Hyperliquid). Sinais de insider selling, como vendas por equipes de projetos, precedem quedas. Evite alavancagem excessiva; prefira posições spot e diversificação. Monitore ferramentas como Arkham e CryptoQuant para on-chain real-time. Vale observar: o mercado reage rápido a esses alertas, mas paciência protege o capital em tempos voláteis.


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Vórtice vermelho brutal girando ao redor de pilar Bitcoin com 90K rachado, explodindo fragmentos que simbolizam US$ 1 bilhão em liquidações por whipsaw

Bitcoin em Whipsaw: US$ 90 mil Liquida US$ 1 Bilhão em Operações

O pico do Bitcoin acima de US$ 90 mil após anúncio de Trump sobre tarifas gerou um whipsaw clássico, com o preço caindo para US$ 88 mil e liquidando mais de US$ 1 bilhão em posições alavancadas. Comprados perderam US$ 672 milhões e vendidos US$ 335 milhões nas últimas 24 horas, segundo dados de mercado. A volatilidade extrema ocorreu durante o discurso de Trump em Davos, destacando o moedor de traders em meio a promessas pró-cripto.


Movimento de Preço e Liquidações Massivas

O Bitcoin experimentou uma oscilação violenta entre US$ 88 mil e US$ 90 mil, disparando liquidações split que afetaram tanto comprados quanto vendidos. Dados da Coinglass indicam US$ 600 milhões a US$ 1 bilhão evaporados, com 142 mil traders impactados. Uma posição de ETH-USD de US$ 40 milhões foi liquidada na Hyperliquid, enquanto Binance e Bybit registraram US$ 113 milhões e US$ 90 milhões, respectivamente.

Esse padrão de whipsaw reflete open interest elevado em futuros, acima de US$ 81 bilhões para BTC, amplificando movimentos menores em swings violentos. A alta inicial veio de alívio em tensões comerciais, mas falhou em sustentar o rompimento, expondo posições alavancadas a ambos os lados.

Contexto de Davos e Pressão Geopolítica

Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, Trump anunciou recuo em tarifas contra Europa após reunião com o Secretário-Geral da OTAN, impulsionando o rali inicial do Bitcoin. Ele também defendeu aprovação imediata de estrutura de mercado cripto. No entanto, o otimismo evaporou rapidamente, com BTC recuando abaixo de US$ 89 mil.

Analistas apontam viés de baixa até setembro, aguardando cortes de taxa do Fed pós-transição de liderança. Kaledora Fontana, da Ostium, destaca que mudanças políticas demoram a impactar ativos de risco. Apesar disso, ações como Strategy (MSTR) superam ETFs como BlackRock IBIT em 5% YTD, sinalizando apetite modesto por “Bitcoin amplificado”.

Implicações para o Mercado Brasileiro

No Brasil, o Bitcoin negocia a R$ 472.145 segundo o Cointrader Monitor, com variação de -1,42% em 24h e volume de 190 BTC. Traders locais enfrentam os mesmos riscos de alavancagem, mas holders de spot permanecem protegidos.

Os dados sugerem cautela: volatilidade persiste com macro incerto, incluindo Fed e geopolítica. É provável que o suporte em US$ 88 mil seja testado novamente, enquanto resistência em US$ 90 mil resiste. Monitorar open interest e liquidez de exchanges é essencial para posicionamentos.


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Baleia surreal de circuitos antigos emergindo de abismo digital arrastando BTC dourados, simbolizando holder de 2013 despertando após 13 anos

Baleia de 2013 Desperta e Move R$ 430 Mi em BTC Após 13 Anos

O despertar de uma baleia da era Satoshi: após 13 anos inativa, um endereço acumulador de 2012-2013 transferiu 909,38 BTC, equivalentes a US$ 81 milhões (R$ 430 milhões) na data do movimento. Esse evento on-chain coincide com dados que mostram novas baleias superando a velha guarda, controlando US$ 130 bilhões em BTC contra US$ 126 bilhões dos holders antigos, gerando uma pressão de oferta de US$ 6 bilhões. O que essa gigante de 2013 sabe que o mercado atual ignora?


Movimento da Baleia Antiga

Os 909,38 BTC foram movidos de um endereço específico (1A2hqHVSUERAT3t1yJ7ggYCQccvH6pZGZm) na segunda-feira, 19 de janeiro de 2026, após período de inatividade superior a 13 anos. Esses bitcoins foram acumulados entre dezembro de 2012 e abril de 2013, quando o BTC oscilava entre US$ 13 e US$ 250. Embora não atinja o patamar clássico de 1.000 BTC para ser considerada baleia plena, o volume representa um ativo significativo no atual patamar de preços.

Dados da Arkham Intelligence confirmam a transação, destacando o reposicionamento ou possível realização de lucros em meio à volatilidade recente. Com o Bitcoin negociado próximo a US$ 89.000, movimentos como esse de holders da ‘era inicial’ reacendem debates sobre distribuição de supply antigo para novas mãos.

Novas Baleias Dominam o Controle

Análises on-chain da CryptoQuant revelam uma inversão histórica: investidores com mais de 1.000 BTC há menos de 155 dias (novas baleias) detêm US$ 130 bilhões em valor, superando os US$ 126 bilhões das baleias antigas. Essa coorte inclui instituições como MicroStrategy, Twenty One Capital (com 43.514 BTC, ou US$ 3,91 bilhões) e ETFs de Bitcoin nos EUA, que acumularam US$ 116,59 bilhões em ativos.

O custo médio de aquisição dessas novas baleias gira em torno de US$ 98.000 por BTC. Com o preço atual abaixo disso, há cerca de US$ 6 bilhões em perdas não realizadas, criando um overhang de oferta que pode prolongar a consolidação lateral do mercado.

Pressão de Oferta e Tug-of-War On-Chain

Esse choque geracional resulta em um ‘tug-of-war’ interno: enquanto acumuladores estratégicos como MicroStrategy veem quedas como oportunidades de compra, outras novas baleias pressionadas podem optar por vendas, distribuindo supply contra a convicção altista. Especialistas como Allen Ding, da Bitfire, descrevem o período como uma ‘troca brutal de fichas’, com liquidez migrando de especuladores para instituições de longo prazo insensíveis a preços.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 472.405 às 20h01 desta quinta-feira (22/01), com variação de -1,24% em 24h e volume de 189,97 BTC. Essa dinâmica explica a choppiness atual, apesar de melhoras macro como o recuo de Trump em tarifas.

Implicações e Monitoramento

A absorção dessa oferta redistribuída por ‘baleias fortes’ (instituições) deve definir o próximo rompimento. Dados on-chain sugerem resiliência líquida, mas o conflito interno domina sobre fatores externos. Investidores devem rastrear métricas como unrealized losses de novas baleias e fluxos para ETFs. Eventos como o de 19/01 indicam que a velha guarda ainda influencia, testando a dominância dos novatos. Vale monitorar endereços inativos para sinais de mais ‘despertares’.


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