Personagem Bitcoin cartoon superando barreira 89K impulsionado por líder político estilizado e dólar fraco, com engrenagens corporativas ao fundo

BTC Valoriza Acima de US$ 89k com Dólar Fraco e Trump

📊 BOLETIM CRIPTO | 28/01/2026 | MANHÃ

Rally especulativo define o tom do período. O Bitcoin superou US$ 89.000 após declarações de Trump minimizarem a fraqueza do dólar, com o índice DXY atingindo mínimas de quatro anos. Apesar de riscos como o hack de US$ 17 milhões em protocolos DeFi e incertezas na aprovação da CLARITY Act, a tese de squeeze de liquidez por reservas fracionadas em exchanges e adoção corporativa concreta, como a Steak ‘n Shake acumulando US$ 15 milhões em BTC, sustentam o momentum positivo. O viés de alta moderado prevalece, impulsionado por forças macroestruturais, com atenção aos indicadores de reservas e regulação para as próximas horas.


🔥 Destaque: BTC reage a fala de Trump sobre dólar

O Bitcoin avançou 2,2%, ultrapassando os US$ 89.300, em reação direta às declarações do presidente Donald Trump, que expressou não estar preocupado com a queda recente do dólar americano. O índice DXY despencou para 95,80, seu nível mais baixo em cerca de quatro anos, catalisando uma fuga para ativos de refúgio como BTC, Ether (acima de US$ 3.000, +3,9%) e ouro (novo recorde em US$ 5.215).

Este movimento reforça a narrativa do Bitcoin como ouro digital, sensível a políticas monetárias e declarações governamentais. A correlação inversa com o DXY ganha relevância, atraindo investidores tradicionais em busca de proteção contra desvalorização fiduciária. No contexto brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 460.968,03, com variação de -0,81% nas últimas 24 horas.

As implicações são amplas: validação macro pode acelerar fluxos institucionais via ETFs, mas expõe o ativo a volatilidade política. Uma reversão nas declarações ou fortalecimento do dólar poderia inverter o movimento rapidamente.

Monitorar o DXY, fluxos de ETFs e open interest em futuros CME para confirmar se o rally é sustentado ou mera reação pontual.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento geral é de viés de alta moderado, liderado pelo Bitcoin em rally especulativo. A fraqueza do DXY e a tese de reservas fracionadas em exchanges (30% abaixo de reivindicações) criam cenário para potencial de valorização assimétrico. Adoção real, como Steak ‘n Shake com US$ 15 milhões em BTC via Lightning Network, demonstra integração operacional.

Setores em foco: Bitcoin aquecido por macro e estrutura; DeFi sob pressão pós-hack; stablecoins ganhando tração como ameaça a bancos. Tendências apontam para BTC como proteção contra dólar fraco, com stablecoins projetadas para drenar US$ 500 bilhões em depósitos até 2028.

Contexto macro pesa: correlação BTC-DXY intensificada pode sustentar altas, mas volatilidade regulatória (CLARITY Act em 50% probabilidades) exige cautela.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Exploit em DeFi por aprovações persistentes: Hack de US$ 17 milhões em SwapNet e Aperture Finance expõe falha de input validation. Usuários com permissões ativas correm risco contínuo; revogue via Revoke.cash para mitigar perdas adicionais.
  • Falha da CLARITY Act: Probabilidades caíram para 50%, podendo reverter ambiente pró-cripto. Futura administração hostil traria fiscalização agressiva, estagnando o ciclo de alta de 2026.
  • Pressão vendedora crônica no XRP: Executivos Ripple venderam 58,5 bilhões desde 2012, suprimindo preço. 41,5 bilhões remanescentes garantem oferta perpétua, erodindo confiança.
  • Corrida de saques em exchanges: Reservas 30% abaixo de reivindicações criam posição vendida sistêmica. Saques coordenados forçariam compras desesperadas, mas com risco de congelamentos e insolvência.

💡 Oportunidades Identificadas

  • BTC como proteção vs DXY e squeeze: Fraqueza dólar + reservas fracionadas posicionam BTC para valorização de 5-10x em liquidação forçada. Autocustódia oferece proteção total em cenário de coordenação.
  • Adoção corporativa autossustentável: Modelo SBR da Steak ‘n Shake (US$ 15M BTC, +10% vendas) inspira varejo, reduzindo taxas 50% via Lightning e criando demanda orgânica.
  • Crescimento stablecoins vs bancos: Projeção de US$ 500B drenados até 2028 via GENIUS Act beneficia USDC/USDT como trilho alternativo, especialmente se rendimento permitido.

📰 Principais Notícias do Período

1. BTC reage a fala de Trump sobre dólar; correlação inversa com DXY se intensifica
Bitcoin superou US$89k após Trump minimizar fraqueza do dólar, com DXY em mínimas de 4 anos. Reação reforça BTC como proteção macro. Volatilidade política é risco chave, mas valida tese de reserva de valor.

2. Squeeze de Liquidez: Risco de 30% de Reservas Fracionadas em Exchanges
Reservas exchanges 30% abaixo de reivindicações clientes cria posição vendida sistêmica. Saques massivos podem forçar compras insensíveis a preço, gerando valorização de 5-10x. Oportunidade para autocustódia em livros de ordens finos.

3. Steak ‘n Shake adiciona US$ 5M em BTC, totaliza US$ 15M em janeiro
Rede restaurantes acumula US$15M BTC via pagamentos Lightning, cortando taxas 50% e +10% vendas. Modelo SBR autossustentável inspira varejo, com bônus em BTC para funcionários.

4. Hack US$ 17M: SwapNet e Aperture Finance explorados por falha de validação
Perda US$17M por input validation falha, abusando aprovações tokens. Risco persistente em DeFi; revogue permissões via Revoke.cash. BlockSec confirma causa raiz em chamadas arbitrárias.

5. CLARITY Act em risco pode travar valorização do mercado em 2026
Bitwise CIO alerta: falha CLARITY Act reverte regulação pró-cripto. Probabilidades caem para 50%; setor entra em fase show me sem clareza CFTC/SEC. Oposição Coinbase fragiliza lobby.

6. Stablecoins: A Ameaça de US$ 500B aos Depósitos Bancários dos EUA
Previsão: stablecoins retiram US$500B depósitos bancos até 2028 via GENIUS Act. Risco para regionais; potencial de ganhos para USDC/USDT se rendimento via exchanges permitido.

7. Vendas de 58.5B XRP por Executivos: Análise do Impacto e Risco
Ripple/execs venderam 58.5B XRP desde 2012, >metade supply. Pressão oferta crônica explica underperformance; 41.5B remanescentes em escrow e wallets insiders.


🔍 O Que Monitorar

  • Índice DXY: Correlação inversa chave para BTC; quedas sustentam rally. Acompanhe em TradingView ou Bloomberg.
  • Exchange Reserves BTC: Queda sinaliza risco/oportunidade squeeze. Fonte: Glassnode, CryptoQuant.
  • Prediction markets CLARITY Act: Probabilidades definem regulação favorável. Polymarket ou Kalshi.
  • TVL outflows DeFi: Mede impacto hack. DeFiLlama para protocolos afetados.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12-24 horas, o viés de alta moderado deve persistir, com BTC testando US$ 90.000+ se DXY continuar fraco, apoiado por squeeze estrutural e adoção. Volatilidade pode surgir de atualizações no markup da CLARITY Act ou outflows DeFi pós-hack. Fluxos positivos em ETFs confirmariam entrada institucional, enquanto reservas em queda em exchanges sinalizariam squeeze inicial. Fatores como reversão política ou lobby bancário contra stablecoins podem moderar ganhos. Mantenha foco nos indicadores prioritários para navegar o momentum com gestão de risco adequada.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo cartoon girando válvula em estrutura Bitcoin para liberar fluxo de renda dourada, simbolizando ETF com dividendos mensais da BlackRock

Dividendos de Bitcoin: BlackRock Registra ETF com Renda Mensal

A BlackRock oficializou o registro S-1 na SEC para o iShares Bitcoin Premium Income ETF, um produto inovador que acompanha o preço do Bitcoin enquanto gera renda premium mensal para investidores. Diferente do IBIT tradicional, que é passivo e foca apenas na valorização à vista, este ETF adota uma estratégia ativa de venda de opções de compra sobre ações do IBIT, arrecadando prêmios como yield extra. Ideal para perfis conservadores que buscam retornos regulares sem complexidades de DeFi.


Como Funciona a Estratégia de Renda

O novo ETF da BlackRock detém Bitcoin físico, ações do IBIT e caixa, criando uma base diversificada. A mágica está na venda ativa de call options sobre o IBIT ou índices de ETPs de Bitcoin. Ao vender essas opções, o fundo recebe prêmios pagos pelos compradores, que ganham o direito de adquirir as ações por preço fixo. Esses prêmios se convertem em renda distribuída aos cotistas, proporcionando um fluxo de caixa além da apreciação do BTC.

Essa abordagem de covered call é comum no mercado tradicional para ativos sem dividendos, transformando o Bitcoin em gerador de yield acessível. A custódia é reforçada com Coinbase e Anchorage Digital, minimizando riscos de contraparte, enquanto o BNY Mellon gerencia o caixa.

Diferenças Estratégicas com o IBIT Tradicional

O IBIT, maior ETF de Bitcoin spot do mundo, é puramente passivo: compra BTC e segura, capturando 100% do potencial de alta sem trades ativos. Já o Premium Income sacrifica parte do potencial explosivo de alta em troca de renda previsível, apelando a investidores que priorizam fluxo de caixa mensal. Taxas serão mais altas — similares aos 0,99% do concorrente NEOS BTCI (US$ 1,09 bilhão em AUM) —, justificadas pela gestão ativa.

Concorrentes como Roundhill YBTC (US$ 225 milhões) e YieldMax YBIT (US$ 74 milhões) já operam assim, mas a entrada da BlackRock valida a estratégia e deve atrair bilhões em inflows institucionais.

Benefícios para Investidores Brasileiros

Para o público brasileiro, isso significa exposição ao Bitcoin com yield institucional sem precisar de wallets ou protocolos DeFi arriscados. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 462.775 (-0,68% em 24h), reforçando seu apelo como reserva de valor. Essa inovação sinaliza maturidade: o BTC evolui de ativo especulativo para gerador de renda estável.

Com a maior gestora do mundo apostando nisso, é provável que mais family offices e fundos de pensão sigam, acelerando a adoção global e beneficiando holders de longo prazo.

Próximos Passos e Perspectivas

Aguardamos detalhes como ticker, taxa exata e data de lançamento, pendentes de aprovação da SEC. Esse movimento de alta reforça a tese de que o Bitcoin não é só ‘ouro digital’, mas uma máquina de yield para a era Trump 2.0. Investidores devem monitorar inflows no IBIT, que já supera US$ 50 bilhões, como indicador de demanda.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Torre de mineração Bitcoin coberta de gelo cristalino em tempestade, aura hashrate enfraquecida com 39% rachado, ilustrando queda de hashrate no Texas

Hashrate do Bitcoin Cai 39% com Tempestade de Gelo no Texas

Uma tempestade de gelo no Texas forçou o desligamento de rigs de mineração, reduzindo o hashrate da rede Bitcoin em 39% em apenas dois dias, de 1.133 EH/s para cerca de 690 EH/s. O valor chegou a 663 EH/s, níveis de meados de 2025, afetando um terço da capacidade global nos EUA. Isso eleva preocupações com a segurança da rede e lucratividade dos mineradores, com recuperação parcial para 854 EH/s nesta terça-feira (27/01).


Queda Abrupta e Causas Climáticas

A tempestade de inverno atingiu dezenas de estados americanos, causando blecautes e picos de demanda energética. Os EUA respondem por 38% do hashrate global, com o Texas concentrando grandes operações. Mineradores desligaram máquinas para estabilizar a rede elétrica, conforme ordens emergenciais do Departamento de Energia dos EUA.

Dados da Blockchain.com indicam uma média móvel de 7 dias em 950 EH/s, mas o indicador em tempo real reflete a queda acentuada. O hashprice, valor por TH/s diário, está em mínimos de US$ 0,039, pressionando a rentabilidade em meio à volatilidade do BTC, cotado a cerca de US$ 88.500.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 462.140,07 (-0,8% em 24h), refletindo o impacto macro na precificação em reais.

Impacto Financeiro em Grandes Mineradoras

Mineradoras como MARA (Marathon Digital) e IREN sofreram quedas drásticas na produção diária de Bitcoin. A MARA saiu de 45 BTC para 7 BTC por dia, enquanto a IREN caiu de 18 BTC para 6 BTC, segundo dados da CryptoQuant.

Essas empresas, com operações concentradas no Texas, enfrentam custos fixos elevados sem receita de mineração. A interrupção temporária pode forçar vendas de BTC para cobrir despesas, ampliando a pressão vendedora no mercado. Foundry USA também reportou queda de ~60% em seu hashrate.

Analistas alertam que eventos climáticos recorrentes no Sul e Sudeste dos EUA expõem vulnerabilidades, com potencial migração para regiões mais estáveis ou diversificação energética.

Segurança da Rede e Ajuste de Dificuldade

Embora temporária, a queda no hashrate reduz a potência computacional de segurança da rede Bitcoin, aumentando teoricamente o risco de ataques de 51%. No entanto, a resiliência do protocolo mitiga impactos curtos, e a recuperação rápida demonstra flexibilidade.

O mecanismo de ajuste de dificuldade, realizado a cada 2016 blocos (~2 semanas), deve reduzir a dificuldade em cerca de 4,5% no próximo ciclo, facilitando a mineração e restaurando equilíbrio. Isso beneficia mineradores menores e pode estabilizar o hashrate em longo prazo.

Historicamente, quedas assim coincidem com correções de preço, mas o BTC se manteve acima de US$ 88.000, sugerindo suporte macro.

Perspectivas e Lições para o Mercado

A recuperação para 854 EH/s indica que operações estão retomando à medida que o clima melhora. Mineradores provaram valor como balanço de carga na rede elétrica, absorvendo excedentes e reduzindo demanda em picos.

Para investidores brasileiros, monitore o impacto no preço do BTC em BRL. Eventos localizados como esse reforçam a importância da descentralização geográfica na mineração global. Vale acompanhar relatórios trimestrais de MARA e IREN para avaliar prejuízos financeiros consolidados.


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Fortaleza dourada digital com base rachando sob nuvens vermelhas escuras, simbolizando padrão bearish e suportes em risco no Bitcoin

Fundo Ainda Não Chegou: Bitcoin Ativa Sinal de 2022

O Bitcoin ativou um cruzamento de baixa de médias móveis pela primeira vez desde abril de 2022, sinalizando possível entrada em mercado de baixa prolongado. Após falhar em sustentar os US$ 98 mil, o BTC negocia abaixo de US$ 90 mil, com alvos em US$ 70 mil conforme análises técnicas e on-chain. Métricas indicam que o fundo ainda não chegou, ecoando o crash que levou aos US$ 15.600 há quatro anos. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 462.017,81, com variação de -0,75% em 24 horas.


Cruzamento de EMAs Repete 2022

A EMA de 21 semanas cruzou abaixo da EMA de 50 semanas no fechamento semanal recente, um evento raro que precede mercados de baixa. Na última ocorrência, em abril de 2022, o Bitcoin levou sete meses para formar o fundo em US$ 15.600, após o colapso da FTX. Analistas como Rekt Capital destacam que esse padrão sugere recuo prolongado, com suporte inicial em US$ 84.500.

Adicionalmente, o BTC contra prata atingiu níveis do mercado de baixa de 2022, reforçando fraqueza relativa. Apesar de ganhos nominais em dólar, a depreciação fiat impulsiona movimentos, mas o ratio BTC/silver indica capitulação pendente.

Falha em Resistências e Alvo em US$ 70 Mil

O preço rejeitou a faixa de US$ 94 mil a US$ 98 mil, confirmando padrão de head and shoulders falhado e bandeira de baixa. Suportes chave incluem US$ 80 mil, US$ 75 mil e US$ 70 mil, representando queda de até 22%. A SMA de 50 dias em US$ 90 mil atua como resistência, com liquidez de US$ 50 milhões acima.

Quatro meses vermelhos consecutivos, raro desde 2018, aumentam pressão. Detentores de curto prazo estão em prejuízo acima de US$ 96 mil, enquanto detentores de longo prazo mantêm lucros em US$ 56 mil, mas venda persistente domina.

Métricas On-Chain Confirmam Sem Fundo

Indicadores on-chain como NUPL ainda positivo sinalizam ausência de capitulação plena — o verdadeiro fundo histórico ocorre em território negativo. O Delta Growth Rate negativo marca fim de especulação e início de acumulação fundamental, mas com sangria contínua.

Bitcoin Risk Index sobe, com defesa em US$ 84.500. Quebra pode mirar US$ 74 mil, abaixo de novembro. Alphractal e Swissblock alertam para correção mais profunda sem invalidação acima de US$ 92 mil.

Implicações para Mercado e Altcoins

Em cruzamentos similares passados, altcoins sofrem mais, com quedas amplificadas pela dominância BTC. Investidores devem monitorar Fed e earnings tech, que impactam risco. Estratégia pragmática: reduzir exposição, aguardar confirmação de suportes. O otimismo cego ignora histórico — prepare-se para volatilidade.


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Personagens cartoon estilizados de político e executivo abrindo portas do Fed para Bitcoin dourado como novo ouro, sinalizando mudança política favorável a cripto

Favorito de Trump para Fed Vê Bitcoin como Novo Ouro

Os mercados de previsão posicionam Rick Rieder, executivo da BlackRock, como o principal favorito para suceder Jerome Powell na presidência do Federal Reserve, com odds de até 48% no Polymarket. Presidente Donald Trump elogiou o profissional em Davos como “muito impressionante”, destacando sua visão pró-Bitcoin, que ele compara ao “novo ouro” desde 2020. Essa possível nomeação pode alterar a política monetária americana, favorecendo ativos de risco como criptomoedas.


Ascensão de Rieder nos Mercados de Previsão

De acordo com os mercados de previsão como Polymarket e Kalshi, Rieder alcançou 45% de probabilidade de ser o próximo chair do Fed, cujo mandato de Powell expira em maio de 2026. Trump, que nomeou Powell em 2018 mas agora o critica duramente, parece inclinado a uma escolha alinhada à sua agenda de cortes mais agressivos nas taxas de juros.

A volatilidade nos mercados de apostas reflete a tensão geopolítica: durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, Trump reduziu sua lista de candidatos, impulsionando as odds de Rieder de menos de 3% para quase 53%. Como CIO de renda fixa global da BlackRock, Rieder representa uma ponte entre Wall Street e a burocracia do Fed, potencialmente acelerando a liquidez global.

Essa dinâmica afeta não só os EUA, mas economias emergentes como o Brasil, onde maior liquidez americana tende a elevar fluxos para ativos de risco.

Visão Pró-Bitcoin de Rieder e Política Monetária

Rieder defende publicamente o Bitcoin como reserva de valor superior ao ouro, argumentando em 2020 à CNBC que ele é “muito mais funcional”. Recentemente, previu novas altas do BTC, mesmo com o ativo oscilando em torno de US$ 88.000, citando seu papel como “lastro” em portfólios diversificados.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 461.989,68 (-0,75% em 24h). Um Fed liderado por Rieder poderia adotar tom mais dovish, com cortes de juros que impulsionam criptoativos, contrastando com a cautela de Powell.

No contexto geopolítico, isso sinaliza uma ‘criptonização’ do Reserve: menor resistência regulatória a stablecoins e possível reavaliação de CBDCs, embora Rieder priorize inovação privada sobre moedas digitais estatais.

Implicações para o Mercado Cripto e Visão de Longo Prazo

Para investidores brasileiros, um Fed pró-cripto sob Trump pode elevar o BTC em horizontes longos, com maior apetite por risco global. No entanto, pressões políticas sobre a independência do banco central geram volatilidade, como visto na recente queda do BTC abaixo de US$ 90.000 por tensões tarifárias.

O comitê FOMC, que define juros, ganharia uma voz de alta em ativos digitais pela primeira vez. Investidores devem monitorar a confirmação da nomeação e sinais de autonomia do Fed. Com dólar a R$ 5,18 (AwesomeAPI), fluxos para BTC/BRL podem se intensificar se Rieder assumir.

Em resumo, essa transição representa um teste para a maturidade cripto no sistema financeiro global, com potencial para valorizações sustentadas sob política monetária amigável.


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Legisladores cartoon de South Dakota e Arizona abrindo portões para horizonte Bitcoin luminoso, simbolizando adoção institucional nos EUA

South Dakota e Arizona Impulsionam Adoção de Bitcoin

A proposta de South Dakota para permitir investimentos de fundos públicos em Bitcoin e o avanço da Arizona em isentar criptomoedas de impostos sobre propriedade marcam uma revolução silenciosa nos governos estaduais dos EUA. Esses projetos de lei, introduzidos por legisladores republicanos, posicionam o Bitcoin no coração da economia local, atraindo olhares globais para uma adoção que parte da base administrativa e pode acelerar a maturidade institucional do ativo.


South Dakota Autoriza Até 10% em Bitcoin

O House Bill 1155, apresentado pelo representante republicano Logan Manhart na 101ª sessão legislativa, permite que o State Investment Council aloque até 10% dos fundos públicos disponíveis em Bitcoin. A medida enfatiza segurança rigorosa: custódia direta com chaves privadas controladas exclusivamente pelo conselho, armazenadas em ambientes criptografados e hardware seguro em locais geograficamente separados.

Transações exigem governança multi-partes, com auditorias regulares de código, testes de penetração e protocolos de recuperação de desastres. Manhart celebrou a iniciativa no X, declarando: “Dinheiro forte. Estado forte.” Essa proposta surge em meio a um interesse crescente de estados americanos por ativos digitais, posicionando South Dakota como pioneira em tesouraria pública com BTC.

A flexibilidade inclui custódia qualificada ou produtos negociados em bolsa (ETPs), facilitando a integração sem comprometer a liquidez dos fundos estatais.

Arizona Isenta Cripto de Impostos sobre Propriedade

No Arizona, a Senate Finance Committee aprovou por 4-3 o S.C.R. 1003 e o S.B. 1044, ambos da senadora Wendy Rogers. O primeiro propõe uma emenda constitucional para submeter aos eleitores em novembro a isenção de impostos ad valorem sobre “virtual currency”, definida como representação digital de valor que serve como meio de troca, unidade de conta e reserva de valor.

O S.B. 1044 atualiza a lei estadual para proibir essa tributação, diferenciando cripto de dólares ou moedas estrangeiras. Rogers, defensora da adoção cripto, já patrocinou bills semelhantes, incluindo uma reserva estratégica de Bitcoin rejeitada pelo governador Katie Hobbs em 2025.

Apesar de vetos anteriores de Hobbs a quatro bills cripto, esses avanços legislativos mostram resiliência e um viés de alta para políticas pró-Bitcoin no estado.

Onda Estadual Contrasta com Federal Lento

Esses movimentos não são isolados. New Hampshire foi o primeiro estado a aprovar lei permitindo até 5% de fundos públicos em cripto de grande capitalização, como BTC. Rhode Island propõe isenção temporária de impostos sobre transações pequenas em Bitcoin a partir de 2027.

Enquanto o Congresso federal discute a ‘CLARITY Act’ no Senado para maior clareza regulatória — ainda em fase inicial —, os estados assumem a liderança. Essa adoção bottom-up fortalece o Bitcoin como reserva de valor soberana, reduzindo atritos fiscais e inspirando tesourarias globais.

Para brasileiros, isso reforça o otimismo: com o Bitcoin negociado a R$ 462.028,08 segundo o Cointrader Monitor (variação de -0,67% em 24h), sinais institucionais dos EUA impulsionam confiança mundial.

Perspectivas Otimistas para Adoção Global

Essas vitórias estaduais sinalizam maturidade: de especulação a estratégia soberana. Investidores devem monitorar aprovações finais — HB 1155 em debate e Arizona rumo ao ballot. A tendência otimista sugere que mais estados seguirão, acelerando a transição para uma economia com Bitcoin no cerne.

Enquanto o mercado oscila, fundamentos institucionais crescem, prometendo valorização sustentável. Fique atento: a revolução vem dos estados.


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Executivo cartoon BlackRock puxando alavanca para reverter saídas e abrir influxos dourado e cyan em tanque cripto, simbolizando recuperação de ETFs

ETFs de Bitcoin Revertem Saídas Bilionárias: BlackRock Lidera Compras

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram influxo líquido de US$ 6,8 milhões na segunda-feira (26/01), encerrando uma sequência de cinco dias com saídas totais de US$ 1,72 bilhão. BlackRock liderou com US$ 15,9 milhões no IBIT, enquanto o Grayscale Mini Trust captou US$ 7,7 milhões. Paralelamente, os ETFs de Ethereum atraíram US$ 117 milhões, com Fidelity à frente. Esses dados indicam retomada da confiança institucional em meio à correção de preços.


Fluxos Detalhados nos ETFs de Bitcoin

O IBIT da BlackRock reverteu as saídas recentes com entrada de US$ 15,9 milhões, compensando perdas em outros fundos. Bitwise BITB registrou saída de US$ 11 milhões, Fidelity FBTC de US$ 5,7 milhões e ARK 21Shares ARKB de US$ 2,9 milhões. O Grayscale Bitcoin Mini Trust (BTC) viu influxo de US$ 7,7 milhões, enquanto o tradicional GBTC continua pressionado por conversões históricas, embora não detalhado no dia. WisdomTree BTCW adicionou US$ 2,8 milhões. O saldo positivo de US$ 6,8 milhões reflete compras seletivas na baixa, com Bitcoin negociado em torno de US$ 88.000.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 461.481 (-0,83% em 24h), alinhado à estabilização global. Volume negociado nos ETFs atingiu US$ 3,19 bilhões, com ativos líquidos em US$ 113,54 bilhões.

Ethereum Impulsiona Recuperação Geral

Os ETFs de Ethereum destacaram-se com US$ 117 milhões em influxos, encerrando quatro dias de saídas. Fidelity FETH captou US$ 137,24 milhões, apesar de saída de US$ 20,25 milhões no ETHA da BlackRock. Volume negociado chegou a US$ 1,23 bilhão, com ativos em US$ 17,62 bilhões. ETH subiu 2,6% para US$ 3.006 (R$ 15.576 via AwesomeAPI), superando Bitcoin em desempenho diário.

Outros ativos como XRP (+US$ 7,76 milhões) e Solana (+US$ 2,46 milhões) também fecharam positivos, sugerindo apetite seletivo por altcoins em correção. Esses fluxos contrastam com a sangria semanal anterior, indicando que gestores institucionais acumulam em níveis de suporte.

IBIT da BlackRock vs. Concorrentes

O IBIT acumulou US$ 15,9 milhões nas últimas 24h, superando o Grayscale Mini Trust (US$ 7,7 milhões) e destacando-se ante o GBTC, que historicamente registra saídas maiores devido a conversões de shares. Essa diferença reforça a preferência por produtos mais eficientes da BlackRock, com menor taxa de administração. Analistas veem o movimento como sinal de ‘compra na baixa’, especialmente após BlackRock depositar BTC em exchanges no início do mês.

Dados on-chain mostram Strategy comprando 2.932 BTC (US$ 264 milhões) em 48h, complementando a tendência institucional.

Implicações para Investidores Brasileiros

A reversão nos fluxos é uma métrica chave de confiança institucional, sugerindo que o fundo do mercado pode estar próximo. Bitcoin oscila em faixa de suporte de US$ 85.000-90.000, com correlação ao dólar enfraquecido. Para brasileiros, com BTC a R$ 461 mil, esses influxos validam acumulação de longo prazo. Monitorar continuidade dos fluxos é essencial, pois influxos sustentados podem impulsionar rompimento de resistências.


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Eclipse dourado de ouro sobre disco cyan hexagonal de Bitcoin com raios vermelhos, simbolizando perda para ouro e prata em crise risk-off

Bitcoin vs Ouro: Por Que Está Perdendo Nesta Crise

O Bitcoin está atrás do ouro e da prata em desempenho recente, com o metal amarelo subindo 80% e a prata 250% no último ano, enquanto o BTC caiu 16%. Em meio a uma crise de aversão ao risco, investidores migram para reservas de valor tradicionais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 461.790 reflete esse cenário de risk-off, onde ativos seguros como ouro prevalecem sobre o “ouro digital”.


Desempenho Recente: Ouro e Prata em Alta

No último ano, o ouro avançou 80%, impulsionado por bancos centrais acumulando reservas e uma “desfinancialização da economia global”, como explica Anthony Pompliano. A prata explodiu 250% graças à demanda industrial em defesa, IA e veículos autônomos. Cobre e platina também sobem: 40% e 200%, respectivamente.

Em contraste, o Bitcoin oscila entre US$ 84.000 e US$ 94.000 desde novembro, com queda de 30% desde outubro, conforme Santiment. Hoje, ouro está a R$ 26.848/oz e prata a R$ 581/oz, destacando a rotação para metais preciosos em tempos incertos.

Para iniciantes, isso ilustra o ciclo risk-on (apetite por risco, BTC sobe) versus risk-off (busca por segurança, ouro ganha).

O Gráfico BTC/GOLD Revela Mudanças

O ratio BTC/XAU caiu abaixo da tendência de Power Law pela primeira vez, sinalizando possível quebra do padrão histórico. Historicamente, níveis abaixo da média móvel de 200 semanas (EMA 200-2W) marcavam fundos do BTC em dólares.

Agora, com ouro acima de US$ 5.000/oz devido a intervenções do iene e temores de shutdown nos EUA, o Bitcoin parece subvalorizado em termos de ouro. Analistas questionam se o gráfico está “quebrado”, mas uma correção no ouro poderia impulsionar o BTC para US$ 140.000.

Entenda: o gráfico BTC/GOLD mede força relativa. Queda indica que o BTC perde apelo como reserva de valor em crises, favorecendo o ETF GLD e metais físicos.

Razões Estruturais e Narrativas por Trás

Pompliano aponta mudanças na estrutura do BTC: adoção por Wall Street reduz volatilidade (de 80 vol para 40 vol), com instituições comprando de holders antigos. Facilita posições vendidas e opções, diminuindo picos parabólicos.

Narrativas enfraquecem: menos caos geopolítico e inflação baixa (Trueflation em 1,2%) reduzem o BTC como hedge. Competição com IA e outros riscos dilui atenção. Santiment nota queda de US$ 2,24 bilhões em stablecoins, sinal de saída para fiat/ouro.

Recuperação depende de influxo em stablecoins, restaurando confiança para risk-on.

O Que Monitorar como Iniciante

Vigie o ratio BTC/GOLD: recuperação acima da EMA pode sinalizar reversão. Ouro corrigindo (se yields sobem) beneficia BTC. Estude ciclos: em risk-off, diversifique com ouro; em risk-on, BTC brilha.

Paciência é chave: BTC a US$ 89.126 parece atrativo, mas espere sinais de stablecoins crescendo. Entender isso ajuda a navegar crises sem pânico.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Torre de hashrate digital rachando com luz vermelha vazando e fluxos cyan para IA, simbolizando prejuízos de mineradores e riscos em baixa do BTC

Mineradores em Alerta: BTC Abaixo do Custo de Mineração

A queda do Bitcoin para cerca de US$ 89 mil – equivalente a R$ 461.844 segundo o Cointrader Monitor – coloca mineradores em alerta. Dados do Cambridge Bitcoin Electricity Consumption Index (CBECI) indicam que custos de energia acima de US$ 0,10/kWh geram prejuízo operacional, com o break-even nos EUA em torno de US$ 94.746 por BTC. Essa pressão revela vulnerabilidades na sustentabilidade da segurança da rede durante mercados de baixa.


Cálculo do Break-even de Mineração

O custo para minerar um Bitcoin depende diretamente da tarifa de energia e da dificuldade computacional, que atingiu picos recentes. Segundo o CBECI e a U.S. Energy Information Administration (EIA), a tarifa média nos EUA em outubro de 2025 foi de US$ 0,14/kWh, elevando o custo médio para US$ 94.746 – superior ao preço spot de US$ 87.900. Mesmo considerando tarifas industriais de US$ 0,09/kWh, o valor fica em US$ 86.931, próximo ao limite.

Especialistas como Alex de Vries, do Digiconomist, estimam que são necessários cerca de 1,2 milhão de kWh por BTC atualmente. Qualquer tarifa acima de US$ 0,07/kWh resulta em prejuízo a US$ 85 mil. No Brasil, com dólar a R$ 5,18, isso equivale a mais de R$ 488 mil em custos para um BTC a R$ 461 mil, destacando o risco para operações locais.

Disparidades Regionais nos Custos

A viabilidade varia por país. Na China e Rússia (US$ 0,11/kWh), o custo é de US$ 88.869. No Canadá (US$ 0,10/kWh), chega a US$ 88.003. O Paraguai, com US$ 0,05/kWh e 4% do hashrate global, mantém custos em US$ 59.650, uma vantagem competitiva. Já na Nova Zelândia, supera US$ 103.799, tornando a mineração inviável em escala.

Essas diferenças explicam migrações: mineradores buscam jurisdições com energia barata, como o Paraguai, enquanto regiões caras enfrentam desligamentos. A dificuldade elevada agrava o cenário, exigindo eficiência máxima em hardware e operações.

Migração para IA e Computação de Alta Performance

Nove mineradoras americanas, incluindo Riot Platforms, Bitfarms, Core Scientific, IREN, TeraWulf, CleanSpark, Bit Digital, MARA Holdings e Cipher Mining, pivotaram para data centers de inteligência artificial (IA) e HPC nos últimos 18 meses. Leo Wang, da Canaan, enfatiza estratégias como tarifas abaixo de 4 centavos/kWh, hardware próprio e acordos flexíveis de hospedagem.

Essa transição diversifica receitas, mas reduz hashrate dedicado ao Bitcoin, potencializando riscos em cenários de baixa preço. Empresas endividadas ou com ASICs obsoletos sofrem mais, acelerando a consolidação do setor.

Implicações para a Segurança da Rede

O “prejuízo invisível” reside na sustentabilidade da segurança: quedas no hashrate enfraquecem a rede contra ataques de 51%. Apesar da dificuldade ajustar-se automaticamente (reduzindo em ~20-30% pós-halvings anteriores), bear markets prolongados testam a resiliência. Com halving em 2028, mineradores precisam de BTC acima de US$ 90 mil para equilíbrio.

Investidores devem monitorar métricas como hashrate global e dificuldade – que atingiu picos recentemente sem quedas significativas no Texas reportadas. A rede Bitcoin provou robustez histórica, mas pressões energéticas globais demandam adaptações contínuas.


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Cofre cartoon da reserva rachado com fluxos vermelhos conectando a bolhas Telegram, analistas e reguladores chocados, revelando lavagem bilionária e roubo cripto

Lavagem Bilionária e Roubo da Reserva dos EUA Abalam Confiança no Mercado Cripto

📊 BOLETIM CRIPTO | 27 DE JANEIRO DE 2026 | NOITE

A lavagem bilionária e o roubo da reserva cripto dos EUA dominam o cenário desta terça-feira, abalando a confiança em plataformas de custódia e privacidade. Um relatório da Chainalysis expôs redes chinesas que processaram US$ 16 bilhões em fundos ilícitos via Telegram, representando 20% de toda a lavagem de criptoativos em 2025. Simultaneamente, a confirmação oficial de um roubo de mais de US$ 40 milhões da reserva digital americana mina a credibilidade da custódia governamental. Embora avanços como o lançamento da USAT regulada pela Tether e a acumulação institucional em Ethereum ofereçam contrapontos, o peso dos incidentes de segurança prevalece. O viés de baixa moderado é sustentado pelos riscos sistêmicos em custódia e plataformas, com as oportunidades de compliance e acumulação servindo como ressalvas pontuais.


🔥 Destaque: Chainalysis Revela Lavagem de US$ 16 bi por Redes Chinesas

O relatório da Chainalysis, divulgado nesta terça-feira, expõe a magnitude de operações de lavagem de dinheiro conduzidas por redes de língua chinesa que operam principalmente através do Telegram e plataformas de garantia afiliadas como Huione e Xinbi. Em 2025, essas redes processaram estimados US$ 44 milhões por dia, totalizando US$ 16 bilhões — equivalente a 20% de todos os fluxos ilícitos de criptoativos no ano, que somaram US$ 82 bilhões.

A sofisticação dessas operações supera significativamente o crescimento de métodos via exchanges centralizadas ou protocolos DeFi. As plataformas de garantia funcionam como mercados de custódia (escrow) para troca de fundos ilícitos, criando um ecossistema paralelo fora do alcance regulatório tradicional. A escala do problema torna praticamente certo que reguladores globais, especialmente o GAFI, acelerem diretrizes específicas contra mixers, pontes cross-chain e plataformas de mensagens.

Para o mercado cripto, as implicações são profundas. A notícia reforça a narrativa negativa de que o setor serve como paraíso para atividades ilícitas, o que pode retardar a adoção institucional e justificar políticas mais restritivas. A percepção de risco sistêmico aumenta, especialmente para ativos associados à privacidade como Monero e Zcash, além de stablecoins como USDT que facilitam transferências globais. O escrutínio regulatório sobre Telegram e serviços de privacidade tende a se intensificar nas próximas semanas.


📈 Panorama do Mercado

O período é definido por uma clara tensão entre crises de segurança e tentativas de maturação regulatória. Enquanto lavagem e roubos expõem vulnerabilidades sistêmicas, a Tether lança a USAT em total conformidade com o GENIUS Act, sinalizando que parte do ecossistema busca legitimidade através do compliance. Esta bifurcação — entre plataformas sob pressão e produtos regulados ganhando tração — será uma tendência definidora para 2026.

No front macroeconômico, tarifas de 25% impostas por Trump à Coreia do Sul reacendem temores de guerra comercial, pressionando ativos de risco. O Bitcoin opera abaixo de US$ 90.000, com o Índice Dólar (DXY) fortalecido e o Fear & Greed Index em “Medo Extremo” (20 pontos), sinalizando aversão ao risco generalizada. O Ethereum apresenta resiliência relativa, sustentado por acumulação institucional massiva da BitMine e avanço tecnológico com o primeiro ICO totalmente criptografado da Zama.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Intensificação regulatória sobre plataformas sob pressão: A constatação de que US$ 16 bilhões foram lavados via Telegram, fora do perímetro regulatório tradicional, torna muito provável que o GAFI emita novas diretrizes contra mixers, pontes cross-chain e aplicativos de mensagens. Isso pode levar a proibições, sanções ou exigências de KYC/AML irrealistas para protocolos descentralizados, sufocando inovação em privacidade e interoperabilidade. Ativos como USDT, XMR e ZEC enfrentarão escrutínio adicional.
  • Crise de confiança na custódia institucional: O roubo confirmado de mais de US$ 40 milhões da reserva cripto dos EUA — via vulnerabilidade em fornecedor do U.S. Marshals Service — mina a credibilidade do maior detentor estatal de ativos digitais do mundo (198.012 BTC). Se o governo americano não consegue proteger seus próprios fundos, investidores institucionais podem questionar a segurança de ETFs e produtos que dependem de custodiantes terceirizados, gerando fuga de capital.
  • Volatilidade macro por tarifas e aversão ao risco: As tarifas de 25% sobre a Coreia do Sul introduzem incerteza sistêmica, com o Bitcoin tendendo a se correlacionar com ativos de risco como ações de tecnologia. Um DXY ascendente e medo generalizado podem empurrar o BTC para testar a zona de suporte entre US$ 80.000 e US$ 87.000, especialmente se outros países retaliarem medidas protecionistas americanas.
  • Risco de centralização em ETH: A BitMine Immersion Technologies acumulou 4,24 milhões de ETH (3,52% do fornecimento circulante), com mais de 2 milhões em staking. Embora isso reduza a oferta líquida, cria um ponto único de falha: uma mudança estratégica da empresa para liquidar participações poderia inundar o mercado, aumentando a volatilidade e o risco de manipulação.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Demanda por soluções de compliance e auto-custódia: A escala dos problemas de lavagem (US$ 82 bilhões globais) e roubo cria um mercado endereçável massivo para ferramentas de análise on-chain, auditoria de segurança e soluções de auto-custódia. Empresas como Chainalysis verão aumento de demanda, enquanto hardware wallets e carteiras multi-assinatura ganham validação perante falhas de custódia centralizada. O mantra “not your keys, not your coins” nunca esteve tão relevante.
  • Adoção institucional via stablecoins reguladas: O lançamento da USAT pela Tether, emitida pelo Anchorage Digital Bank e custodiada pela Cantor Fitzgerald sob o GENIUS Act, posiciona a empresa para capturar capital institucional americano que evitava o risco regulatório do USDT. Fundos de hedge, gestoras de ativos e tesourarias corporativas agora têm acesso a um “dólar digital” com selo de conformidade federal, potencialmente acelerando a maturação do mercado de stablecoins.
  • Choque de oferta e validação tecnológica em ETH: A contínua compra e staking pela BitMine reduzem drasticamente o ETH disponível para negociação, criando pressão de alta estrutural nos preços. Simultaneamente, o sucesso do ICO criptografado da Zama — levantando US$ 118 milhões com 218% de excesso de demanda — valida o Ethereum como plataforma para aplicações de privacidade avançada (Fully Homomorphic Encryption), abrindo um novo vetor de crescimento além do DeFi tradicional.

📰 Principais Notícias do Período

1. Chainalysis: Redes Chinesas no Telegram Lideram Lavagem de Criptoativos
Relatório Chainalysis revela que redes de língua chinesa processaram US$ 16 bilhões em 2025 via Telegram e plataformas de garantia como Huione e Xinbi. O volume representa 20% de toda a lavagem de criptoativos no ano, superando o crescimento de métodos via exchanges centralizadas ou DeFi. A escala expõe vulnerabilidades sistêmicas e sinaliza intensificação regulatória global contra mixers e aplicativos de mensagens.

2. Roubo de US$ 40M da Reserva Cripto dos EUA Confirmado por Assessor de Trump
Patrick Witt, chefe de estratégia de ativos digitais, confirmou investigação sobre o roubo de mais de US$ 40 milhões de carteiras de apreensão do governo americano. O suspeito teria obtido acesso através de um fornecedor de TI do U.S. Marshals Service. O incidente expõe vulnerabilidades críticas na custódia estatal de 198.012 BTC.

3. Tether Lança USAT: Stablecoin Compliant com GENIUS Act nos EUA
Tether lançou oficialmente a USAT, stablecoin projetada para operar sob o GENIUS Act americano. Emitida pelo Anchorage Digital Bank e com reservas custodiadas pela Cantor Fitzgerald, o produto visa capturar demanda institucional por ativos digitais regulados, disponível nas principais exchanges como Binance, Crypto.com e Kraken.

4. Ethereum: Acumulação Institucional de US$ 12 bi e ICO Criptografado Sinalizam Alta
A BitMine Immersion Technologies acumulou 4,24 milhões de ETH (US$ 12,3 bilhões), com mais de 2 milhões em staking. Simultaneamente, a Zama executou o primeiro ICO totalmente criptografado na mainnet do Ethereum, levantando US$ 118 milhões com forte demanda. O evento valida a capacidade da rede para transações confidenciais em escala.

5. Ataque ao Banco do Nordeste: Pix Suspenso Temporariamente
O Banco do Nordeste sofreu ataque hacker direcionado a um prestador de serviços, resultando na suspensão temporária do Pix. A instituição confirmou que a vulnerabilidade foi explorada na infraestrutura do parceiro e que não houve vazamento de dados. O caso expõe riscos na cadeia de suprimentos de tecnologia financeira.

6. Tether Oficializa USAT com Parcerias Estratégicas para Mercado Regulado
Detalhes adicionais do lançamento da USAT confirmam Anchorage Digital Bank como emissor federal e Cantor Fitzgerald como custodiante designado. Com fornecimento inicial de US$ 10 milhões no formato ERC-20, a stablecoin representa o esforço mais significativo da Tether para criar um produto totalmente compatível e domiciliado nos EUA.

7. Tarifas de Trump à Coreia do Sul Elevam Risco Macro e Pressionam Bitcoin
Tarifas de 25% sobre produtos sul-coreanos estratégicos reacendem temores de guerra comercial global. O Bitcoin reagiu com queda para US$ 88.200, sinalizando momentum fraco. O cenário de risk-off tende a fortalecer o dólar e aumentar a correlação do BTC com ativos de risco no curto prazo.


🔍 O Que Monitorar

  • Novas diretrizes do GAFI/FATF: O principal órgão global de definição de padrões AML/CFT deve acelerar orientações sobre mixers, DeFi e plataformas de mensagens após o relatório Chainalysis. Qualquer nova diretriz terá impacto direto na regulamentação global.
  • Movimentação de fundos das carteiras do governo EUA: Monitorar endereços identificados para antecipar pressão de venda e acompanhar a evolução da investigação. A recuperação dos ativos roubados será um indicador chave da segurança institucional.
  • Capitalização e volume de transações da USAT: Medir a adoção real da nova stablecoin regulada nos mercados institucionais. O crescimento rápido validará a estratégia da Tether perante investidores americanos.
  • Fluxo de ETH para staking e saldos em exchanges: Acompanhar se a tendência de redução de oferta continua, confirmando a tese de choque de oferta. A diminuição contínua nos saldos de ETH em exchanges é um sinal de acumulação.
  • DXY e Fear & Greed Index: Monitorar a aversão ao risco macro. Um DXY ascendente geralmente pressiona o Bitcoin; o índice de medo em patamares extremos (20 pontos) historicamente precede reversões de curto prazo.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12-24 horas, o viés de baixa moderado persiste com o pânico causado por lavagem e roubo dominando o sentimento do mercado. É provável que o Bitcoin teste a zona de suporte entre US$ 80.000 e US$ 87.000 se o DXY continuar ascendente e o medo generalizado se intensificar. O Ethereum deve manter resiliência relativa, sustentado pelo choque de oferta via staking institucional, embora não esteja imune a correções macro.

A resolução rápida das investigações sobre os ataques e uma adoção inicial significativa da USAT podem mitigar o pessimismo, mas é muito provável que a volatilidade permaneça elevada até maior clareza regulatória. Investidores devem priorizar a gestão de risco, considerando a exposição a ativos de privacidade e plataformas centralizadas em momento de escrutínio intenso. A bifurcação entre plataformas de risco e produtos regulados será o tema definidor das próximas semanas.

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📊 Dados de mercado: Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 461.891,32 (queda de 0,81% em 24h), com volume de 251,56 BTC. O Ethereum opera a R$ 15.637,06 (alta de 0,88%), enquanto o dólar comercial está em R$ 5,18 (queda de 1,75%).


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Correntes vermelhas fluindo de rede digital cyan rachada para lingotes de ouro e prata, simbolizando rotação de capital institucional para metais preciosos

Cripto Sangra US$ 7 Bi: Capital Institucional Migra para Ouro

Os mercados cripto enfrentam uma fuga recorde de US$ 1,73 bilhão de fundos na semana passada, segundo a CoinShares, com BlackRock e Fidelity liderando as retiradas. Paralelamente, a oferta de stablecoins ERC-20 na Ethereum caiu US$ 7 bilhões, de US$ 162 bi para US$ 155 bi, sinalizando redução de liquidez. Capital institucional migra para metais preciosos, com prata em US$ 100/onça e ouro próximo a US$ 5 mil/onça, em movimento risk-off clássico.


Saídas Recorde em ETFs de Cripto

De acordo com relatório da CoinShares, os produtos negociados em bolsa (ETPs) de criptomoedas registraram a maior saída semanal desde novembro de 2025, totalizando US$ 1,73 bilhão. BlackRock viu US$ 950 milhões em retiradas de seu iShares Bitcoin Trust, Fidelity perdeu cerca de US$ 470 milhões e Grayscale, US$ 270 milhões. O mercado americano concentrou quase todo o volume, com US$ 2 bilhões saindo de lá.

Bitcoin e Ethereum foram os mais afetados: fundos de ETH perderam US$ 1,1 bilhão, enquanto BTC registrou saídas de US$ 630 milhões. Apesar disso, nichos como Solana atraíram US$ 17 milhões, indicando rotação seletiva. Esses dados refletem ceticismo renovado com ativos de grande capitalização em meio a expectativas frustradas de cortes rápidos de juros pelo Fed.

Queda Histórica na Liquidez de Stablecoins

Dados on-chain revelam a primeira contração semanal acentuada de stablecoins ERC-20 no ciclo atual. A capitalização caiu US$ 7 bilhões na rede Ethereum, marcando sinal de alerta para liquidez cripto. Analistas como Darkfost associam isso a conversões de volta para fiat, com emissores queimando suprimento excedente.

Na Binance, saídas massivas confirmam o padrão: US$ 1,97 bilhão em BTC, US$ 1,34 bilhão em ETH e US$ 3,11 bilhões em USDT ERC-20 na semana de 19 de janeiro. Reservas de USDT na exchange despencaram de US$ 9,16 bi para US$ 4,6 bi em duas semanas, sugerindo realização de lucros e redução de exposição.

Rotação para Metais Preciosos

Enquanto cripto perde tração, capital rotaciona para ativos tradicionais de refúgio. A prata atingiu US$ 100/onça, recorde histórico, e o ouro opera a US$ 4,9 mil/onça, com ganho semanal de 8%, aproximando-se de US$ 5 mil. Relatório da CryptoQuant destaca essa inversão paradigmática, com dólar enfraquecido pela maior desvalorização semanal desde maio passado.

ETFs de Bitcoin nos EUA registraram US$ 1,33 bilhão em saídas sem colapso total de preço, graças à resiliência de mineradores. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 463.743 (-0,44% em 24h). Ouro a R$ 26.940/onça e prata R$ 595/onça (AwesomeAPI) reforçam a flight-to-safety.

Implicações para o Mercado Cripto

Essa dinâmica aponta mudança de sentimento: cripto volta a ser visto como ativo de risco em ambiente macro volátil. Liquidez sistêmica do Fed contraiu US$ 90 bilhões recentemente, pressionando ativos especulativos. Investidores recalibram prazos, optando por hedges ou altcoins descontadas.

Bitcoin testa suporte em US$ 87.500 (média móvel 100 semanas), com resistência em US$ 90 mil. Monitorar inflows em metais e stablecoins indicará se o risk-off persiste. Para traders brasileiros, diversificação ganha relevância em meio a USD/BRL a R$ 5,295.


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Núcleo dourado Bitcoin sufocado por teia de gelo cristalino com '39%' rachado, ilustrando queda de hashrate por tempestade nos EUA

Bitcoin Sob Gelo: Hashrate Despenca 39% Após Tempestade nos EUA

Uma queda de 39% no hashrate do Bitcoin em apenas dois dias expõe a vulnerabilidade física da rede. De 1.133 ZH/s para 690 EH/s, o colapso foi causado por uma tempestade de gelo nos EUA, com a Foundry USA perdendo 200 EH/s. Mineradoras no Texas desligaram operações para aliviar a rede elétrica, elevando o tempo médio de bloco para 12,28 minutos. Isso compromete a segurança das transações em curto prazo?


Tempestade de Gelo Paralisa Mineração no Texas

A região do Texas concentra cerca de um terço da capacidade global de mineração de Bitcoin, tornando-a ponto crítico para a rede. A tempestade severa trouxe gelo extremo, sobrecarregando as redes elétricas e forçando operadores a pedirem redução de carga não essencial. Empresas como MARA viram seu hashrate cair para um quarto da média mensal, enquanto a Foundry USA, maior pool de mineração, registrou perda de 200 EH/s, passando de 340 EH/s para 139 EH/s.

Operadores da rede elétrica priorizaram a estabilidade, suspendendo atividades de alto consumo como a mineração. Apesar de créditos por demanda responsiva em eventos passados, o impacto agora é generalizado, com mais de 800 mil residências sem energia e voos cancelados. Essa dependência geográfica revela um risco sistêmico: eventos climáticos locais podem afetar a rede global.

Impacto Direto na Segurança e Velocidade da Rede

Com menos poder computacional, o tempo de produção de blocos subiu para 12,28 minutos, contra os 10 minutos ideais. Isso não invalida transações, mas aumenta a latência para confirmações, potencialmente expondo a ataques de reorganização de cadeia em cenários extremos. A rede Bitcoin é projetada para se ajustar, mas o lag no mecanismo de dificuldade — recalculado a cada 2.016 blocos — prolonga a vulnerabilidade.

Projeções indicam uma redução de 4,54% a 18% na dificuldade na próxima atualização, aliviando mineradores remanescentes. No entanto, enquanto isso, a segurança coletiva diminui proporcionalmente ao hashrate. Usuários devem monitorar pools alternativos e evitar transações de alto valor até recuperação plena.

Riscos Financeiros para Mineradores e o Mercado

Desligamentos prolongados pressionam as finanças: custos fixos como aluguéis, financiamentos de equipamentos e salários persistem sem receita. Mineradoras podem vender reservas de Bitcoin para sobreviver, injetando pressão vendedora no mercado. Operações menores, com buffers limitados, enfrentam maior risco de capitulação.

O hashrate total recuperou para 776 EH/s, mas ainda 30% abaixo do pico. A centralização no Texas amplifica esses eventos, sugerindo necessidade de diversificação geográfica para mitigar riscos climáticos e regulatórios futuros.

Cotação Atual e Próximos Passos

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 463.918,40 (-0,47% em 24h), refletindo volatilidade. Monitore o ajuste de dificuldade e recuperação do hashrate. Para holders, confirme transações múltiplas vezes e priorize a segurança em carteiras frias durante instabilidades.


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Regulador cartoon FCA abrindo portões para investidores varejo com símbolos BTC e ETH, celebrando liberação de ETPs no Reino Unido

FCA Libera ETPs de Bitcoin e Ether para Varejo no Reino Unido

A Financial Conduct Authority (FCA) do Reino Unido concedeu aprovação à Valour, subsidiária da DeFi Technologies, para oferecer ETPs de Bitcoin e Ether com funcionalidades de staking diretamente a investidores de varejo. Os produtos “Physical Staking” começaram a ser negociados na segunda-feira, 26 de janeiro de 2026 na prestigiada London Stock Exchange (LSE), marcando uma vitória regulatória que democratiza o acesso a criptoativos para o público comum britânico. Essa abertura contrasta com restrições bancárias recentes e sinaliza ambições competitivas de Londres no cenário global.


Detalhes da Aprovação e Lançamento na LSE

A decisão da FCA permite que cidadãos comuns acessem veículos regulados de investimento em Bitcoin e Ether, superando barreiras técnicas e eliminando a exigência de clientes profissionais exclusiva até então. Johan Wattenström, CEO da Valour, enfatizou que isso expande significativamente a capacidade de atendimento ao mercado britânico, integrando a economia de ativos digitais de forma transparente.

A London Stock Exchange, com mais de 50 emissores e volumes milionários no setor cripto, reforça sua infraestrutura robusta. No momento, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 463.827 (-0,48% em 24h), enquanto o Ether está em cerca de R$ 15.335 via AwesomeAPI. Essa listagem pode atrair fluxos institucionais e retail para o ecossistema britânico.

Contexto Regulatório: Do Bloqueio à Abertura

Essa aprovação segue a revogação recente da proibição da FCA sobre derivativos cripto para o público geral, representando um giro estratégico após anos de cautela. Anteriormente, produtos cripto eram restritos a investidores qualificados, refletindo preocupações com volatilidade e proteção ao consumidor. O contraste é notável com bloqueios bancários recentes no UK, que limitaram transações diretas em exchanges, mas agora abrem portas via produtos listados e regulados.

No panorama geopolítico, o Reino Unido busca se posicionar como hub cripto pós-Brexit. Diante do MiCA europeu – que unifica regras na UE a partir de 2024 –, Londres acelera aprovações para reter talentos e capitais. Essa maturidade regulatória pode impulsionar a adoção institucional, com ETPs oferecendo yields via staking de Ether, atraindo quem busca retornos além da simples detenção de BTC.

Implicações Globais e para Investidores Brasileiros

Globalmente, o setor de ETPs enfrenta saídas de capital devido a incertezas com taxas de juros e momentum de preços, conforme relatórios da CoinShares. No entanto, o avanço britânico reforça a tendência de integração cripto-financeira tradicional, competindo com EUA (ETFs spot) e Suíça (ETPs pioneiros). Para o varejo UK, isso significa acesso facilitado sem necessidade de wallets ou custódia direta, reduzindo riscos operacionais.

Investidores brasileiros devem observar: com regulação cripto em evolução no Brasil (PL 4401/2022), modelos como os da Valour podem inspirar produtos locais. Plataformas globais como Binance facilitam exposição indireta, mas o movimento UK destaca a importância de jurisdições amigáveis para fluxos cross-border. Vale monitorar os volumes iniciais na LSE para avaliar a demanda do varejo.

Próximos Passos no Ecossistema Britânico

A estratégia da Valour testa a resiliência desses ETPs em meio à volatilidade cripto. Analistas acompanharão inflows, performance de staking e impacto no sentimento de mercado. Com o UK priorizando inovação regulada, essa abertura pode catalisar mais listagens, posicionando Londres como contraponto ao rigor continental europeu via MiCA.


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Executivo cartoon com laser eyes empilhando lingote BTC marcado 712K em reserva colossal, celebrando acumulação histórica da MicroStrategy

MicroStrategy Alcança 712 Mil BTC em Reserva Histórica

A MicroStrategy acaba de ampliar sua reserva de Bitcoin com a compra de 2.932 BTC por cerca de US$ 264 milhões, elevando o total para impressionantes 712.647 BTC, equivalente a US$ 62,2 bilhões. Sob liderança de Michael Saylor, a empresa demonstra convicção inabalável na estratégia de longo prazo, mesmo comprando durante a recente queda do BTC para US$ 88 mil. Isso representa 3,57% do suprimento circulante do ativo, um marco histórico para adoção corporativa.


Detalhes da Aquisição Mais Recente

A transação, realizada entre 20 e 25 de janeiro de 2026, foi financiada por emissões de ações at-the-market (ATM) das classes STRC e MSTR. O preço médio de compra foi de US$ 90.061 por Bitcoin, conforme divulgado em comunicado à SEC e postado por Saylor no X. Apesar da volatilidade — com o BTC caindo mais de 5% na semana —, a empresa registrou um prejuízo contábil inicial de cerca de US$ 9 milhões nessa leva específica, caindo de picos acima de US$ 93 mil para abaixo de US$ 87 mil.

Essa operação reforça o apetite voraz da MicroStrategy por BTC, posicionando-a como a maior detentora corporativa do mundo, superando até mineradoras como Bitmine, que foca em Ethereum.

Acumulação Acelerada em 2026

Desde o início do ano, a companhia já adicionou mais de 40.100 BTC às suas reservas. Nas duas semanas anteriores, foram 22.305 BTC (US$ 2,13 bi) e 13.627 BTC (US$ 1,25 bi), respectivamente. O investimento total agora é de US$ 54,19 bilhões, com preço médio de US$ 76.037 por unidade — resultando em ganho não realizado de quase 15%, ou cerca de US$ 8 bilhões.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 463.364 (queda de 0,56% em 24h), o que torna esses 712 mil BTC equivalentes a mais de R$ 330 bilhões em reais.

Estratégia de Longo Prazo Inabalável

Michael Saylor reitera que a MicroStrategy continuará acumulando Bitcoin independentemente do preço, tratando-o como reserva de valor superior. Apesar de o papel MSTR cair 54% no ano (vs. 15% do BTC), a métrica crucial é o BTC por ação, que segue crescendo. Essa visão otimista ignora ruídos de curto prazo, como saídas de US$ 1,33 bi em ETFs de Bitcoin na semana passada.

Para investidores, isso sinaliza confiança institucional: com 3,57% do suprimento, a empresa testa a tese de BTC como ‘ouro digital’ em escala corporativa massiva.

Implicações para o Mercado Brasileiro

No contexto local, com dólar a R$ 5,30, o movimento da MicroStrategy inspira. Brasileiros podem replicar via exchanges reguladas, acumulando sats em quedas. Vale monitorar se outras firmas seguirão, elevando a adoção global e pressionando preços para cima no longo prazo. Saylor não para — e isso é de alta para todos.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Estruturas isométricas canalizando ondas de volatilidade em tubos BTC dourado e ETH cyan, representando novos contratos no Polymarket

Polymarket Lança Contratos de Volatilidade para BTC e ETH

A plataforma de previsão Polymarket lançou novos contratos vinculados aos índices de volatilidade implícita de 30 dias do Bitcoin (BVIV) e Ethereum (EVIV), desenvolvidos pela Volmex. Lançados em 27 de janeiro de 2026, esses mercados permitem apostas na intensidade das oscilações de preço, independentemente da direção. Bitcoin calmo? Agora traders podem posicionar-se na volatilidade. Em paralelo, o interesse aberto na Hyperliquid atingiu recorde de US$ 793 milhões via HIP-3.


Funcionamento dos Contratos Polymarket

Os contratos “What will the Bitcoin Volatility Index hit in 2026?” e “What will the Ethereum Volatility Index hit in 2026?” pagam “Yes” se qualquer candle de um minuto do índice BVIV ou EVIV atingir ou exceder níveis pré-definidos até 31 de dezembro de 2026, às 23:59. Caso contrário, liquida em “No”.

Comprar “Yes” equivale a um viés otimista na volatilidade, apostando em maior turbulência. “No” reflete expectativa de estabilidade. Essa estrutura simplifica o acesso a estratégias tradicionalmente complexas, como opções ou futuros de volatilidade, usadas por instituições. Cole Kennelly, CEO da Volmex Labs, destacou que a parceria traz benchmarks institucionais para o formato intuitivo de mercados de previsão.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 463.479 (-0,44% em 24h), enquanto o Ethereum cotado a R$ 15.319 reflete baixa volatilidade atual.

Probabilidades Iniciais e Dados de Mercado

No início do trading, os contratos precificam cerca de 35% de chance de o BVIV dobrar para 80% (de atuais 40%), e similar para EVIV atingir 90% (de 50%). Essa correlação negativa entre volatilidade implícita do Bitcoin e preço spot, observada desde o lançamento de ETFs nos EUA, sugere que picos de volatilidade tendem a acompanhar quedas de preço.

Os índices medem volatilidade implícita de 30 dias, derivada de opções. Níveis atuais indicam mercado relativamente calmo, mas eventos macroeconômicos, como decisões do Fed, podem alterar isso. Traders profissionais ganham uma ferramenta binária e acessível para expressar visões sobre swings de preço.

Hyperliquid e Maturidade dos Derivativos On-Chain

A maturidade dos derivativos cripto é evidenciada pelo recorde na Hyperliquid. O HIP-3 (Builder Deployed Perpetuals), ativo desde outubro de 2025, permite criar mercados perpétuos com stake de 500.000 HYPE. O interesse aberto atingiu US$ 793 milhões, impulsionado por commodities como ouro (acima de US$ 5.000) e prata.

TradeXYZ, braço de tokenização da Hyperliquid, domina com US$ 22 bilhões em volume, liderados por XYZ100 (índice top 100 empresas, OI de US$ 165 milhões), prata e Nvidia. Volume total HIP-3: US$ 25 bilhões. Esse crescimento sinaliza adoção de perps permissionless, expandindo além de criptoativos para RWAs.

Implicações para Traders Brasileiros

Essas inovações democratizam o trading de volatilidade e derivativos, antes restritos a players institucionais. No Brasil, com BTC a R$ 463.479, traders podem monitorar esses mercados para hedges ou especulação. Plataformas como Polymarket e Hyperliquid indicam evolução do ecossistema, mas exigem análise de riscos inerentes à volatilidade.

Vale acompanhar se o boom de commodities impulsiona mais adoção de derivativos on-chain em 2026.


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Trilhas neon cyan e dourada em corrida paralela sobre vórtices quânticos roxos, representando corrida pós-quântica de Ethereum e Bitcoin

Ethereum e Bitcoin na Corrida Pós-Quântica

A Ethereum Foundation anunciou a formação de um time dedicado à migração pós-quântica do ETH para 2026, com investimento de US$ 1 milhão em prêmios. Paralelamente, o analista Willy Woo alerta que corrigir a vulnerabilidade quântica do Bitcoin é a prioridade máxima dos desenvolvedores, impulsionado por investidores soberanos que planejam horizontes de 5-15 anos. A ameaça de computadores quânticos capazes de quebrar a criptografia atual acelera essa corrida pela segurança das redes.


O Que é a Vulnerabilidade Quântica?

Computadores quânticos representam uma ameaça existencial para blockchains como Ethereum e Bitcoin. Diferente dos computadores clássicos, que processam bits (0 ou 1), os quânticos usam qubits, permitindo cálculos paralelos massivos. Algoritmos como o de Shor podem fatorar números grandes exponencialmente mais rápido, quebrando a ECDSA (Elliptic Curve Digital Signature Algorithm) usada para assinaturas digitais nessas redes.

Estamos na fase de Harvest Now, Decrypt Later, onde atores estatais coletam dados criptografados hoje para descriptografar no futuro, quando o “Q-Day” (dia quântico) chegar. Especialistas estimam que isso pode ocorrer em 5-15 anos, não 20 como se pensava. Redes ricas como Ethereum, com seu ecossistema de DeFi e NFTs, são alvos primários.

A transição para criptografia pós-quântica (PQ) envolve algoritmos resistentes, como os padronizados pelo NIST, como lattice-based ou hash-based signatures. Isso exige upgrades protocolados cuidadosos para evitar forks ou perdas de fundos.

Estratégia da Ethereum Foundation

Desde 2019, a EF conduz pesquisas em PQ, mas 2026 marca o ponto de inflexão. Justin Drake, pesquisador da fundação, revelou que o time dedicado priorizará a integração com leanVM, uma ZK VM minimalista proposta por Vitalik Buterin para reduzir custos e pavimentar a migração PQ.

A partir do próximo mês, chamadas bi-semanais dos Core Devs discutirão precompiles dedicados, abstração de contas e agregação de assinaturas. O destaque é o US$ 1M Poseidon Prize, reforçando a função hash Poseidon essencial para provas ZK no mainnet. Hackathons, workshops e IA para quantum-proofing completam o plano.

A EF também ingressa no advisory board PQ da Coinbase, formando um “dream team” com acadêmicos e indústria. Essa proatividade posiciona Ethereum à frente na corrida.

Bitcoin: Prioridade Máxima Segundo Willy Woo

No Bitcoin, o on-chain analyst Willy Woo enfatiza que resolver o problema quântico é urgente ante a escala de compradores soberanos, como China acumulando ouro. Instituições fiduciárias planejam 5-15 anos à frente, e o argumento de “20 anos distante” não convence.

Bitcoin, com 17 anos, compete com ouro (6 mil anos de prontidão). Woo prevê um mercado de baixa macro global de curto prazo, mas vê BTC essencial na geopolítica futura. A correção PQ deve preceder isso, permitindo que Bitcoin evolua como reserva de valor resiliente.

Outras redes, como Algorand e Solana, testam esquemas NIST, mas Bitcoin exige consenso amplo devido à sua descentralização rígida.

Implicações para o Futuro das Redes

Essa corrida EF vs Bitcoin Devs define a sobrevivência a longo prazo. Uma migração bem-sucedida reforça a confiança institucional, especialmente com sovereign wealth funds avaliando resiliência. Falhas podem expor fundos a ataques, erodindo adoção.

Para usuários brasileiros, monitore atualizações: wallets quântico-resistentes e exchanges como Binance já discutem compatibilidade. O ecossistema cripto evolui para um “escudo digital” contra bilhões de hackers potenciais.


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Personagens cartoon estilizados fundindo lingotes de ouro, prata e Bitcoin em forma unificada, simbolizando lançamento do ETF BPRO pela Bitwise na NYSE

Bitwise Lança BPRO: ETF com Bitcoin e Ouro na NYSE

A Bitwise lançou o Bitwise Proficio Currency Debasement ETF (BPRO), listado na NYSE desde 22 de janeiro de 2026. Este produto inovador combina Bitcoin com ouro, prata, paládio, platina e ações de mineradoras, oferecendo uma cesta diversificada contra a desvalorização de moedas fiduciárias. Diferente de ETFs puros como o ARKB da ARK, o BPRO adota estratégia ativa para proteção patrimonial em era de expansão monetária.


Características do BPRO

O BPRO mantém exposição mínima de 25% em ouro, com Bitcoin como única criptomoeda, complementado por outros metais preciosos e ações de mineradoras. A gestão ativa permite ajustes conforme o mercado, unindo a expertise da Bitwise em ativos digitais à experiência da Proficio em commodities.

Matt Hougan, CIO da Bitwise, destacou: “A combinação de ouro e Bitcoin oferece proteção poderosa contra a desvalorização persistente das moedas”. Bob Haber, CIO da Proficio, reforçou que ouro ainda é subvalorizado nos portfólios, representando apenas 0,17% dos ativos segundo o Goldman Sachs.

Essa abordagem visa suprir lacunas das estratégias tradicionais de ações e títulos, que falham em cenários de inflação acelerada. O fundo já está disponível para negociação, atraindo investidores institucionais e de varejo.

Comparação com ARK e BlackRock

Enquanto o ARKB da ARK 21Shares foca exclusivamente em Bitcoin spot, com custódia na Coinbase e atualizações rotineiras à SEC, o BPRO diversifica riscos. O ARKB compete com o IBIT da BlackRock, líder em AUM, e FBTC da Fidelity, mas cobra fees competitivas em um mercado saturado.

BlackRock domina com escala, ARK aposta em inovação via Cathie Wood, mas ambos expõem 100% à volatilidade do BTC. Dados mostram bilhões em inflows para spot ETFs desde 2024, estabilizando preços em faixas estreitas. O BPRO diferencia-se ao mitigar correlações com commodities tradicionais.

Para investidores, isso significa opções: puro BTC para upside agressivo ou BPRO para hedge balanceado.

Implicações para Investidores Brasileiros

No Brasil, com inflação histórica e real volátil, o BPRO surge como alternativa acessível via corretoras internacionais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 463.608, com variação de -0,38% em 24h e volume de 259 BTC.

Comparado a ETFs locais ou diretos, o BPRO oferece diversificação sem complexidade de custódia. No entanto, fees anuais e exposição indireta demandam análise. Volume global de ETFs reforça maturidade, mas volatilidade persiste: quedas no BTC impactam todos.

Investidores devem monitorar inflows e ajustes do fundo para avaliar performance inicial.

Considerações Finais e Riscos

O lançamento do BPRO sinaliza evolução nos ETFs, integrando cripto a ativos tangíveis comprovados. Diferente de competidores como ARK e BlackRock, prioriza resiliência sobre especulação pura. Ainda assim, riscos incluem oscilações de preço, custos operacionais e regulação.

Posse indireta via ETF evita chaves privadas, mas não elimina perdas em bear markets. DYOR é essencial antes de alocar.


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Executivos cartoon escavando tesouro Bitcoin sob gelo rachado do bear market, simbolizando visão institucional otimista apesar da queda

Contradição de Mercado: Institucionais Veem Bitcoin Barato Apesar da Queda

Uma pesquisa da Coinbase Institutional e Glassnode revela uma contradição no mercado cripto: 26% dos investidores institucionais classificam o setor em fase de baixa, mas 70% deles veem o Bitcoin como subvalorizado e mantêm ou aumentam posições. Realizado entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026 com 148 participantes, o estudo destaca resiliência institucional apesar da volatilidade recente, contrastando com o FUD midiático. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 463.718 com variação de -0,36% em 24 horas.


Sentimento Bearish Crescente, Mas Controlado

O levantamento mostra que 26% dos institucionais e 21% dos não institucionais agora veem o mercado em bear market, um salto em relação aos 2% e 7% da pesquisa anterior. Esse aumento acompanha o Indicador de Ciclo Bull-Bear da CryptoQuant, abaixo de zero desde outubro de 2025, e comentários de analistas como Julio Moreno, que aponta desaquecimento da demanda como fator chave.

Os dados refletem a volatilidade de curto prazo, com o Bitcoin corrigindo após picos em 2025. No entanto, o percentual de baixa permanece minoritário, sugerindo que a percepção de baixa é tática, não estratégica. Instituições, com horizontes longos, priorizam fundamentos sobre oscilações diárias.

Maioria Mantém Posições e Vê Oportunidade

Apesar do pessimismo declarado, ações concretas divergem: 62% das instituições e 70% dos não institucionais mantiveram ou ampliaram exposições desde outubro. Ademais, 49% dos institucionais e 48% dos não institucionais não alterariam alocações mesmo com quedas acima de 10%. Cerca de 31% dos grandes investidores planejam comprar mais em recuos.

Essa convicção fundamenta-se na visão de subvalorização: 70% das instituições e 60% dos retail consideram o BTC barato. Indicadores como MVRV de 30 dias negativos para BTC e altcoins reforçam isso, sinalizando risco reduzido para entradas, conforme Santiment.

Perspectiva Construtiva para o Início de 2026

David Duong, da Coinbase, e analistas da Glassnode mantêm visão positiva para o Q1 2026. Fatores incluem inflação estável em 2,7%, PIB dos EUA projetado em 5,3% pelo Fed de Atlanta, e expectativa de 50 pontos-base em cortes de juros. Avanços regulatórios, como o CLARITY Act, podem ampliar adoção.

Riscos incluem inflação alta ou tensões geopolíticas, mas o cenário base favorece ativos de risco. O Crypto Fear & Greed em ‘medo’ sugere acumulação discreta antes de reversões históricas.

Medo ou Oportunidade para Investidores?

Os dados expõem discrepância entre narrativa de baixa de curto prazo e otimismo institucional de longo prazo. Enquanto o varejo pode reagir ao FUD, tubarões acumulam em correções, vendo subvalorização. Investidores devem monitorar macroeconomia e on-chain para posicionamento. Com BTC a ~US$ 87.850 (USD/BRL 5,29), o momento testa convicções.


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Monolito BTC dourado comprimido por onda macro vermelha e glitches deepfake neon, simbolizando pressao Fed/shutdown e hacks Lazarus

BTC Pressionado por Fed e Shutdown; Hackers NK Usam Deepfakes em Zoom

📊 BOLETIM CRIPTO | 27/01/2026 | MANHÃ

O mercado cripto inicia esta terça-feira sob intensa pressão, com o Bitcoin lutando para sustentar patamares críticos enquanto o cenário macroeconômico global impõe cautela. A combinação de saídas recordes em ETFs, o risco iminente de um government shutdown nos Estados Unidos e a expectativa pela decisão de juros do Federal Reserve (Fed) criou uma tempestade perfeita de volatilidade. Paralelamente, uma ameaça de segurança em larga escala, envolvendo hackers norte-coreanos e tecnologia de deepfake, eleva o risco operacional para profissionais do setor. Embora avanços regulatórios no Reino Unido e inovações em ativos do mundo real (RWA) ofereçam suporte estrutural, o viés de baixa moderado prevalece, exigindo atenção redobrada dos investidores aos níveis de suporte técnico.


🔥 Destaque: Hackers Norte-Coreanos Usam Deepfakes em Chamadas Zoom

Uma nova e sofisticada tática de espionagem cibernética está alvejando diretamente profissionais C-level, desenvolvedores e executivos do setor cripto. Hackers ligados ao Lazarus Group (e subgrupos como o BlueNoroff e TA444) estão utilizando tecnologia de deepfake em chamadas de vídeo ao vivo para comprometer sistemas e desviar ativos digitais de alto valor.

O modus operandi envolve o contato inicial através de contas de Telegram sequestradas para agendar reuniões em plataformas como Zoom ou Teams. Durante a chamada, o atacante utiliza um vídeo falso — gerado por inteligência artificial — para se passar por um colega ou contato de confiança. Alegando problemas técnicos de áudio, os criminosos induzem a vítima a instalar um suposto “patch de correção”, que na verdade é um malware sofisticado (geralmente um Remote Access Trojan – RAT) capaz de conceder controle total sobre o dispositivo, especialmente em sistemas macOS.

Esta escalada na engenharia social representa uma ameaça crítica, pois invalida a verificação visual como prova de autenticidade. O impacto é devastador: além do roubo direto de chaves privadas em carteiras conectadas, os atacantes sequestram as contas de comunicação da vítima para ampliar a rede de ataques, criando um contágio de desconfiança em todo o ecossistema. Segundo o Cointrader Monitor, com o Bitcoin operando em níveis tensos, ataques desse porte podem exacerbar o sentimento de medo no varejo.

A recomendação imediata para organizações e profissionais é a adoção de protocolos zero-trust. É imperativo estabelecer palavras-chave de segurança fora das chamadas de vídeo e nunca instalar arquivos enviados durante sessões de comunicação remota, independentemente de quão legítima a outra parte pareça ser.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento global é de viés de baixa moderado, com o mercado de capitais reagindo ao aumento do risco político nos EUA. Mercados de previsão indicam agora uma probabilidade de 78% de um novo fechamento do governo (government shutdown), o que impulsionou um movimento de aversão a risco (risk-off). Esse cenário macro pesou drasticamente sobre o Bitcoin, que registrou uma purga de alavancagem massiva nas últimas horas.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 463.788,80, refletindo a estabilidade precária em torno da zona de suporte internacional. O dólar comercial, cotado a R$ 5,29, atua como um amortecedor para o investidor brasileiro, embora a volatilidade técnica nos derivativos sugira que o fundo local ainda pode não ter sido atingido.

O cenário para as altcoins permanece igualmente desafiador. Dados da Binance mostram que ativos como Ethereum e Solana enfrentam resistências dinâmicas importantes, acompanhando a tendência de desalavancagem liderada pelo BTC. A atenção agora se volta totalmente para Jerome Powell e o comunicado do FOMC, que ditarão o apetite institucional para o restante da semana.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Ataques de Engenharia Social com IA: O uso de deepfakes pelo Lazarus Group aumenta drasticamente a taxa de sucesso de invasões, podendo resultar em perdas milionárias em protocolos DeFi e exchanges.
  • Perda do Suporte de US$ 84.000: Se o Bitcoin falhar em defender este nível em fechamentos diários, o risco de uma correção em direção aos US$ 72.000 torna-se o cenário base.
  • Fed Rígido (Hawkish): Uma postura firme do Banco Central americano contra a inflação fortaleceria o dólar, punindo ativos de risco e invalidando suportes técnicos de curto prazo.
  • Shutdown nos EUA: A paralisia federal em 30 de janeiro pode gerar volatilidade extrema e liquidações forçadas por aversão a risco global.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Adoção Regulada no Reino Unido: A aprovação da FCA para ETPs de varejo abre um canal direto de capital institucional e varejista através da London Stock Exchange.
  • Expansão de RWAs via Chainlink: A integração de dados de ações dos EUA permite a criação de produtos financeiros híbridos e a atração de liquidez do mercado tradicional de US$ 80 trilhões.
  • Indicadores de Medo Extremo: Com o Fear and Greed Index em 20, investidores de longo prazo encontram janelas de entrada estratégica após eventos de desalavancagem forçada.

📰 Principais Notícias do Período

1. Deepfake em Zoom: Nova Ameaça Norte-Coreana a Profissionais Cripto
Hackers do Lazarus Group estão utilizando vídeos de IA em chamadas ao vivo para induzir a instalação de malware. O ataque explora a rede de contatos do Telegram para se propagar, exigindo atualização imediata nos protocolos de segurança operacional das empresas do setor.

2. Deepfakes em Videochamadas: A Nova Fronteira do Risco Cibernético
O subgrupo BlueNoroff ampliou seus ataques visando especificamente desenvolvedores. O malware disfarçado como correção de áudio para Zoom compromete sistemas macOS, permitindo o roubo de ativos e o controle total de dispositivos de acesso privilegiado.

3. Bitcoin em Tensão: Pressão e Decisão do Fed Ditam Rumo
O BTC luta para se manter acima de US$ 88.000 em meio a saídas líquidas de US$ 1,33 bilhão nos ETFs. Analistas técnicos apontam que o controle do mercado retornou aos vendedores, com o suporte de US$ 84.000 sendo a última defesa contra uma retração severa.

4. Risco Político nos EUA Catalisa Liquidações de US$ 320 Milhões
A instabilidade política em Washington e a incerteza sobre o financiamento federal provocaram um evento de desalavancagem forçada. Em apenas quatro horas, US$ 320 milhões em posições compradas foram liquidados, eliminando excessos especulativos do mercado de futuros.

5. FCA Libera ETPs de BTC e ETH para Varejo no Reino Unido
Em um passo histórico para a adoção regulada, o órgão regulador britânico autorizou a Valour a listar produtos de investimento em cripto na LSE. A medida reverte uma proibição antiga e democratiza o acesso a ativos digitais para o público geral no Reino Unido.

6. Chainlink Integra Ações dos EUA ao DeFi: Potencial e Riscos
A nova ferramenta da Chainlink conecta o mercado de ações de US$ 80 trilhões ao on-chain. Embora impulsione o setor de ativos tokenizados (RWA), a novidade traz desafios regulatórios e de dependência tecnológica de oráculos.

7. Airdrop Alpha da Binance Gera Pico de Engajamento
A exchange anunciou a distribuição de tokens Alpha para usuários qualificados por ordem de chegada. O evento gerou FOMO imediato, mas serve como alerta para a volatilidade extrema esperada logo após a listagem do ativo.


🔍 O Que Monitorar

  • Discurso de Jerome Powell: Palavras agressivas sobre inflação podem ser o gatilho para nova queda no BTC.
  • Suporte de US$ 84.000: Nível psicológico e técnico vital para evitar a invalidação da estrutura de alta de médio prazo.
  • Relatórios de Cibersegurança: Acompanhe as atualizações sobre novas variantes dos ataques de deepfake do Lazarus.
  • Fluxo de ETFs: A interrupção das saídas líquidas é necessária para estabilizar a pressão de venda no Bitcoin.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12 a 48 horas, o momentum negativo deve continuar ditando o ritmo, com investidores aguardando a clarificação macroeconômica vinda do Federal Reserve. O viés de baixa moderado é sustentado pela purga de alavancagem em derivativos, que, embora dolorosa, limpa o sistema de excessos especulativos. A estabilização dependerá da capacidade do mercado à vista em absorver a oferta em torno dos US$ 87.000. No campo da segurança, o setor vive um momento de alerta máximo; é provável que vejamos um aumento nos custos operacionais à medida que as empresas reforçam seus protocolos contra as novas táticas de IA norte-coreanas. Mantenha a guarda alta em comunicações remotas e monitore de perto as resistências em US$ 90.300 para sinais de recuperação real.


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Juiz cartoon batendo martelo sobre rede blockchain revelando BTC, com traficante algemado, simbolizando justiça desmantelando lavagem via cripto

Justiça dos EUA Condena Traficante a 12 Anos por Pagamentos em Bitcoin

Um homem de Nova Jersey foi condenado a 12 anos de prisão federal por liderar uma conspiração de tráfico de fentanil e lavagem de dinheiro internacional, utilizando Bitcoin para pagar fornecedores chineses. William Panzera, de 53 anos, importou mais de uma tonelada métrica de substâncias controladas, distribuídas como pílulas falsificadas nos EUA. A sentença destaca o rastreamento eficaz da blockchain pelas autoridades americanas contra crimes transfronteiriços.


Detalhes da Conspiração de Tráfico

William Panzera, residente em North Haledon, foi condenado por conspiração de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro promocional internacional. De acordo com documentos judiciais do Departamento de Justiça dos EUA, Panzera e seus cúmplices importaram centenas de quilos de análogos de fentanil, MDMA, methylone e ketamine da China. Esses entorpecentes foram distribuídos em New Jersey tanto em forma bruta quanto como pílulas farmacêuticas falsificadas contendo fentanil, simulando medicamentos legítimos.

A operação resultou na entrada de mais de uma tonelada métrica de substâncias relacionadas ao fentanil nos Estados Unidos. Para financiar as remessas, o grupo enviou centenas de milhares de dólares aos fornecedores asiáticos por meio de transferências bancárias e Bitcoin. Panzera foi julgado e condenado em janeiro de 2025, enquanto oito outros réus já haviam se declarado culpados anteriormente.

O Papel do Bitcoin no Esquema e Seu Rastreamento

O uso de Bitcoin evidencia a ilusão de anonimato total nas criptomoedas para atividades ilícitas. Embora pseudônimo, a blockchain pública permitiu que investigadores federais rastreassem as transações de Panzera até os fornecedores chineses. Essa transparência inerente ao Bitcoin tem se tornado uma ferramenta crucial para agências como o FBI e o Departamento de Justiça, transformando o ativo em evidência condenatória em vez de escudo para criminosos.

No contexto geopolítico, o caso expõe as rotas de suprimento de fentanil da China para os EUA, alimentando a crise de opioides que mata dezenas de milhares anualmente. Autoridades americanas têm intensificado o monitoramento de fluxos cripto para interromper essas redes, demonstrando que o mixing ou tumblers nem sempre evitam detecção avançada.

Operação RapTor e Crackdown Global Contra Fentanil

A condenação de Panzera integra um esforço maior de repressão ao tráfico de fentanil, incluindo a Operação RapTor, anunciada em maio de 2025 pelo Departamento de Justiça. Essa iniciativa internacional resultou na prisão de 270 indivíduos em 10 países, como EUA, Reino Unido, Alemanha, Coreia do Sul e Brasil, com apreensão de mais de US$ 200 milhões em dinheiro e ativos digitais, além de duas toneladas de drogas — incluindo 144 kg de substâncias com fentanil — e 180 armas de fogo.

A operação visou vendedores, compradores e administradores de mercados dark web como Nemesis e Tor2Door, marcando o primeiro uso de sanções pelo Office of Foreign Assets Control (OFAC) em ações da equipe JCODE contra opioides. Essa coordenação transnacional reforça o combate ao fentanil, cujos precursores químicos frequentemente originam-se da Ásia, impactando a segurança pública global.

Implicações para o Mercado Cripto e Investidores

Casos como esse reforçam a narrativa regulatória: criptomoedas facilitam crimes, mas também sua investigação. Para investidores legítimos, o episódio sublinha a importância de compliance em exchanges e o risco de associação involuntária com fundos ilícitos. Autoridades continuam aprimorando ferramentas forenses em blockchain, reduzindo o apelo de Bitcoin para lavagem. Vale monitorar evoluções regulatórias nos EUA e internacionalmente, que podem afetar a adoção mainstream.


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