Funil de vidro translucido com massa dourada BTC acumulada no topo e gotas mínimas saindo, simbolizando supply squeeze na Binance

Supply Squeeze: Influxos de BTC na Binance em Mínima de 4 Anos

Os influxos de Bitcoin na Binance atingiram a mínima de quatro anos, com apenas 5.700 BTC depositados por mês — metade da média histórica de 12.000 BTC. Esse fenômeno on-chain, conhecido como supply squeeze, reflete holders transferindo ativos para armazenamento frio, sinalizando confiança de longo prazo. Apesar de saídas de ETFs, o BTC recuperou acima de US$ 90 mil em 28 de janeiro, antes de consolidar na faixa de US$ 89 mil. Dados sugerem potencial altista mesmo em DXY fraco.


Queda Drástica nos Depósitos da Binance

A redução nos influxos para a maior exchange global indica uma mudança comportamental dos investidores. Há meses, os depósitos permanecem abaixo da média, especialmente após a correção de 30% desde o pico de US$ 126 mil em outubro. Analistas apontam que essa tendência se torna permanente, com menos Bitcoins disponíveis para venda imediata.

Com volumes diários abaixo de US$ 50 bilhões, a pressão vendedora diminui significativamente. O supply squeeze potencializa altas futuras quando a demanda aumentar, independentemente de catalisadores macro como decisões do Federal Reserve. Dados de plataformas como Glassnode e Santiment reforçam essa dinâmica de escassez nas exchanges.

Resiliência do Preço Frente a Saídas de ETFs

Em 26 de janeiro, ETFs de Bitcoin spot registraram saídas líquidas de US$ 147 milhões, lideradas pelo BlackRock IBIT com US$ 102,81 milhões. Ainda assim, o BTC subiu 2% de mínima intradiária de US$ 87 mil, alcançando capitalização de US$ 1,78 trilhão.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin valia R$ 463.773 às 19h39 de 28 de janeiro, com +0,16% em 24h. Hoje, 29 de janeiro, cotava a R$ 457.420,68 (-1,21%), com dólar a R$ 5,20. Os dados on-chain das exchanges superam temporariamente os fluxos institucionais.

Análise Técnica em Cenário Macro

O Bitcoin consolida abaixo das médias móveis de 50 e 200 dias, com suporte em US$ 84-87 mil segurando a estrutura altista. Resistência em US$ 91.400; rompimento para US$ 95 mil sinalizaria compra forte. RSI em 64,5 indica território neutro-altista, sem sobrecompra.

Em contexto de DXY fraco — com dólar recuando —, o supply squeeze ganha relevância. Menos oferta nas exchanges previne quedas abruptas, enquanto armazenamento frio em recordes sugere acumulação. O mercado aguarda o Fed, mas os fatos on-chain já apontam viés positivo.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para brasileiros, com BTC acima de R$ 450 mil, esse cenário reforça a escassez. Baleias e instituições sinalizam confiança, contrapondo narrativas de baixa. Vale monitorar influxos contínuos e níveis técnicos. Os dados indicam que a oferta nas exchanges está se esgotando, amplificando impactos de demanda futura.

Negocie com dados precisos: acompanhe influxos via ferramentas on-chain para decisões informadas.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Eleitor cartoon depositando moeda Bitcoin em urna eleitoral gigante com relógio de areia esgotando, simbolizando consulta urgente do TSE sobre doações cripto

Última Chamada: Participe da Consulta do TSE sobre Doações em Bitcoin até Hoje

Última chamada: o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) encerra nesta quinta-feira (29 de janeiro de 2026), às 23h59, a consulta pública para sugestões sobre as regras das eleições de 2026. Entre os temas em debate está a possibilidade de permitir doações em Bitcoin e criptomoedas para campanhas, hoje proibidas por resolução atual. Cidadãos podem influenciar diretamente essa decisão histórica participando de forma simples e gratuita.


Como Enviar Sua Sugestão ao TSE: Passo a Passo Simples

Participar é fácil e acessível a qualquer brasileiro maior de idade. Acesse o Portal do TSE e preencha o formulário eletrônico dedicado à consulta pública. O processo leva menos de 10 minutos e não exige cadastro prévio complicado.

  1. Acesse o site oficial do TSE em tse.jus.br.
  2. Localize a seção de ‘Audiências Públicas’ ou busque por ‘consulta pública eleições 2026’.
  3. Encontre o formulário específico para sugestões sobre normas eleitorais.
  4. Redija sua contribuição de forma clara: explique por que doações em cripto deveriam (ou não) ser permitidas, citando transparência da blockchain ou riscos de lavagem.
  5. Envie antes das 23h59 de hoje (29/01). Confirme o recebimento por e-mail.

Essa é uma oportunidade real de democracia direta: suas palavras podem moldar as instruções normativas coordenadas pelo ministro Nunes Marques.

Por Que a Proibição Atual de Cripto Pode Ser um Erro?

Hoje, a Resolução TSE nº 23.607/19 proíbe explicitamente “moedas virtuais” para doações, no artigo 21, §6º. Mas o mundo evoluiu: Bitcoin é visto globalmente como reserva de valor, com transparência via blockchain que facilita rastreamento de fundos, reduzindo riscos de caixa dois.

Permitir doações em cripto modernizaria o financiamento de campanhas, atraindo doadores jovens e tech-savvy, além de promover inclusão financeira. Países como El Salvador já integram Bitcoin em eleições, com resultados positivos em transparência. No Brasil, isso poderia equiparar campanhas a inovações como o Fundo Eleitoral, ampliando participação cidadã sem depender só de recursos públicos.

Críticos apontam volatilidade e anonimato, mas soluções como doações em stablecoins (USDT/USDC) e KYC mitigam isso. Ignorar cripto pode deixar eleições para trás da era digital.

Audiências Públicas e Próximos Passos

Após a consulta, audiências híbridas ocorrem de 3 a 5 de fevereiro, transmitidas no YouTube e TV Justiça. Dia 3 discute pesquisas e auditoria; 4, candidaturas e Fundo Especial; 5, propaganda e ilícitos. Prazo para inscrição oral encerrou, mas envie sugestões escritas agora.

O TSE deve finalizar normas até 5 de março, conforme Lei das Eleições. Sua participação hoje pode influenciar eleições mais transparentes e inovadoras em 2026.

O Que Isso Significa para Você e o Brasil

Essa consulta é um marco cívico: pela primeira vez, cripto entra no debate eleitoral oficial. Opine sobre doações em Bitcoin para fomentar debate democrático ou manter proibições por cautela. Independentemente da posição, agir fortalece a voz do cidadão comum no futuro político brasileiro.


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Personagens Copom cartoon ao redor de alavanca Selic em 15% apontando corte em março, investidor brasileiro observando Bitcoin emergente

Copom Mantém Selic em 15%: Caminho para Corte em março

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central manteve a taxa Selic em 15% ao ano nesta quarta-feira (28), em decisão unânime pela quinta reunião consecutiva. O ‘pulo do gato’ está na sinalização clara de início de cortes em março de 2026, caso o cenário se confirme. Para investidores brasileiros em cripto, isso significa maior liquidez local e potencial apetite por ativos de risco como o Bitcoin, em um contexto de inflação controlada no teto da meta.


Detalhes da Decisão Unânime

A manutenção da Selic em 15% representa o patamar mais alto em quase 20 anos, desde julho de 2006, quando estava em 15,25%. O Copom elevou os juros sete vezes seguidas entre setembro de 2024 e junho de 2025 para combater pressões inflacionárias, estabilizando a taxa nas últimas cinco reuniões.

No comunicado oficial, o comitê reforçou que, antevendo a confirmação do cenário base, pretende iniciar a flexibilização monetária na reunião de 17 e 18 de março. Essa sinalização unânime reduz incertezas e alinha expectativas do mercado, com analistas projetando a Selic em 12,25% ao fim de 2026, via cortes graduais de 0,25 a 0,50 ponto percentual por reunião.

Contexto Econômico: Inflação e Dólar

A inflação oficial acumula 4,5% em 12 meses, no teto da meta de 3%. O IPCA-15 de outubro registrou 0,2%, mas preços de serviços continuam pressionando. O dólar opera próximo de R$ 5,20 (cotação atual: R$ 5,2001), favorecendo a perspectiva de afrouxamento monetário ao mitigar riscos cambiais.

A reunião ocorreu com quórum reduzido, após o fim dos mandatos de dois diretores, mas a decisão foi consensual. O Copom enfatiza cautela para ancorar a inflação na meta, monitorando atividade econômica e cenário externo, incluindo decisões do Fed nos EUA.

Impacto no Mercado de Criptomoedas

Para o ecossistema cripto brasileiro, a pausa em 15% mantém pressão sobre liquidez, mas a sinalização de cortes em março pode estimular rotação para ativos de risco. O Bitcoin negocia a R$ 457.463,93 segundo o Cointrader Monitor (variação -1,13% em 24h), equivalente a cerca de US$ 87.997 com dólar a R$ 5,20.

Com Selic mais baixa, retornos fixos perdem atratividade, direcionando capital para yield farming, staking ou holdings de BTC. Historicamente, ciclos de corte de juros no Brasil coincidem com valorizações em cripto, ampliadas por influxos institucionais globais.

Estratégia para Investidores Brasileiros

Diante da sinalização, investidores devem monitorar o Boletim Focus para atualizações de expectativas. Posicionar parte do portfólio em cripto agora pode capturar upside com aumento de liquidez pós-março, mas diversifique e gerencie riscos de volatilidade. As próximas reuniões do Copom, em março e abril, serão decisivas para confirmar o ciclo de afrouxamento.

Os dados sugerem um cenário de transição: de restrição para normalização, beneficiando ativos reais como Bitcoin em um horizonte de 6-12 meses.


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Agentes investigativos cartoon examinando cofre Bitcoin com '600K?' duvidoso, simbolizando investigação da Casa Branca sobre reservas venezuelanas

Casa Branca Investiga Reservas Secretas de Bitcoin da Venezuela

Venezuela tem mesmo uma reserva secreta de 600 mil Bitcoins? A Casa Branca quer saber. Patrick Witt, diretor executivo do Conselho de Conselheiros Presidenciais para Ativos Digitais, confirmou que autoridades americanas investigam o financiamento do regime de Nicolás Maduro, incluindo possíveis ativos em Bitcoin. A especulação surgiu de um newsletter viral, mas analistas on-chain não encontraram provas concretas dessa fortuna digital, avaliada em dezenas de bilhões de dólares.


Confirmação Oficial da Investigação

Em entrevista ao CoinDesk na terça-feira, 27 de janeiro de 2026, Witt destacou um esforço interinstitucional para mapear fontes de financiamento do regime venezuelano. “Estamos examinando como o regime Maduro foi financiado, incluindo óleo, commodities físicas ou ativos digitais“, afirmou. Ele evitou detalhes por questões de segurança nacional, mas colocou o Bitcoin explicitamente no centro da análise.

A declaração ocorre em meio a tensões geopolíticas na América Latina, com os EUA intensificando sanções contra Caracas. O monitoramento de blockchain surge como ferramenta estratégica, permitindo rastrear fluxos financeiros sem fronteiras tradicionais. Segundo o Bitcoinist, não há confirmação de apreensões, mas a investigação sinaliza maior escrutínio sobre criptoativos estatais.

Ceticismo dos Analistas On-Chain

Apesar do alarde, especialistas em análise de blockchain questionam a existência de tal tesouro. Firmas como Arkham e TRM Labs relataram dificuldades para identificar holdings venezuelanos na escala alegada. A DL News destacou que “forenses lutam para encontrar qualquer Bitcoin detido pelo regime”.

O newsletter do Project Brazen, de Bradley Hope e Clara Preve, baseou-se em fontes de inteligência e lógica financeira circunstancial, sem endereços iniciais rastreáveis. Analista da Nansen, Aurelie Barthere, criticou a falta de pontos de partida verificáveis. Essa discrepância entre rumores e dados on-chain evidencia os limites da transparência do Bitcoin em cenários geopolíticos opacos.

Blockchain como Arma Geopolítica

Os EUA têm usado cada vez mais o rastreamento de blockchain para política externa. Casos como sanções à Rússia e Irã mostram como a pseudonimidade do Bitcoin pode ser desmascarada por ferramentas avançadas. No caso venezuelano, uma reserva de 600 mil BTC equivaleria a cerca de US$ 53 bilhões (a US$ 89 mil por BTC), superando reservas oficiais de ouro do país.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 464.840,34 às 20h01 de 28/01/2026, com alta de 0,58% em 24h. Qualquer confirmação impactaria o mercado global, reforçando a narrativa de Bitcoin como reserva soberana arriscada.

Implicações para o Mercado e Investidores

Enquanto a investigação prossegue, o mercado permanece atento. Movimentos de grandes holders estatais poderiam gerar volatilidade, especialmente em um Bitcoin oscilando entre suportes Fib de 0,618 e 0,786. Investidores devem monitorar atualizações oficiais, pois a interseção de geopolítica e cripto redefine riscos sistêmicos.

A ausência de evidências on-chain sugere que a história pode ser mais rumor do que realidade, mas reforça o papel do blockchain na inteligência econômica global. Países sob sanções continuarão explorando cripto, testando a resiliência da rede Bitcoin.


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Personagem cartoon do Fed pausando alavanca de juros com pilar Bitcoin dourado em 90K estável, simbolizando resiliência após decisão do FOMC

Bitcoin Estabiliza em US$ 90 mil Após Fed Pausar Cortes de Juros

O Bitcoin estabilizou próximo aos US$ 90 mil após o Federal Reserve anunciar a pausa nos cortes de juros na reunião do FOMC desta quarta-feira (28/01). Jerome Powell adotou tom neutro, destacando economia sólida e inflação persistente. Apesar da decisão esperada, o BTC oscilou entre US$ 89 mil e US$ 90 mil, demonstrando resiliência em meio à incerteza macroeconômica. O mercado cripto totalizou US$ 3,03 trilhões, com alta de 1,58% pré-reunião.


Detalhes da Decisão do Fed

O Comitê de Mercado Aberto Federal (FOMC) votou por 10 a 2 para manter a taxa de fundos federais entre 3,50% e 3,75%, marcando a primeira pausa após três reduções de 25 pontos-base em setembro, outubro e dezembro de 2025. Governadores Stephen Miran e Christopher Waller dissentiram, defendendo novo corte. Segundo o comunicado oficial, a atividade econômica expande em ritmo sólido, com ganhos de emprego moderados e desemprego estabilizando, mas inflação ainda acima da meta de 2%.

Powell reforçou que a política monetária está “próxima do neutro”, sem pressa para mais estímulos. Ele atribuiu pressões inflacionárias a tarifas, vistas como efeito pontual. Core PCE em 2,9% anual reforça cautela do banco central.

Reação do Mercado Cripto

O mercado cripto subiu 1,58% antes do anúncio, impulsionado por otimismo com o FOMC e ouro em recorde de US$ 5.283. BTC negociou acima de US$ 90 mil no início da sessão, recuando para US$ 89.500 durante a fala de Powell. Ethereum acima de US$ 3 mil e altcoins como Hyperliquid (+20%) e PIPPIN (+60%) contribuíram para capitalização de US$ 3,03 trilhões.

Interesse em contratos perpétuos cresceu 7,96%, com funding rates positivos sinalizando viés de alta. Dados do CME FedWatch indicam 89% de chance de manutenção em março.

Cotação em Reais e Implicações

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 464.233,34 às 19:49, com variação de +0,32% em 24h e volume de 233,43 BTC. Equivalente a cerca de US$ 90 mil, reflete resiliência ante pausa do Fed.

Especulações sobre sucessor de Powell, com Rick Rieder liderando em Polymarket (37%), adicionam incerteza. Trump pode anunciar novo chair em breve, segundo o secretário do Tesouro Scott Bessent.

O Que Esperar Agora?

A estabilização sugere que o BTC “sobreviveu” ao Fed, mas lateralização é provável sem cortes agressivos. Investidores monitoram payrolls, inflação e Senado dos EUA, que vota Crypto Market Structure Bill amanhã. Suporte em US$ 89 mil é chave; rompimento pode mirar US$ 92 mil. Dados macro indicam política neutra sustentando ativos de risco, mas volatilidade persiste.


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Pêndulo de energia dourado e cyan no ápice da oscilação com partículas dispersas, simbolizando volatilidade de opções de Bitcoin e Ether expirando

US$ 8,9 bilhões em Opções de Bitcoin Vencem na Sexta: Volatilidade à Vista

Traders otimistas com Bitcoin estão adquirindo proteção contra quedas às vésperas do vencimento de opções no valor de US$ 8,9 bilhões na Deribit, nesta sexta-feira (30 de janeiro) às 8h UTC. Apesar do viés de alta evidenciado pelo put-call ratio de 0,56, fluxos recentes mostram compras concentradas de puts em strikes de US$ 88 mil e US$ 85 mil. O evento coincide com reações ao Fed, prometendo volatilidade elevada no curto prazo. No momento, o Bitcoin negocia a US$ 89.235, equivalente a cerca de R$ 463.817 segundo o Cointrader Monitor.


Escala do Vencimento na Deribit

A Deribit, maior exchange de derivativos cripto por volume e posições abertas, concentra o vencimento de US$ 8,5 bilhões em opções de Bitcoin, além de US$ 1,3 bilhão em opções de Ether. Esses valores representam o notional em dólares de contratos ativos, onde cada um equivale a 1 BTC ou 1 ETH. O mercado de opções cresceu exponencialmente desde a crise da COVID-19, impulsionado por instituições em busca de hedge e estratégias de rendimento.

Opções funcionam como contratos que permitem pagar uma taxa hoje por uma escolha futura: calls para compra barata (viés de alta) ou puts para venda alta (hedge de baixa). Com o Bitcoin acumulando apenas 2% em janeiro, traders ajustam posições ante o expiry mensal, que historicamente gera oscilações de curto prazo.

Put-Call Ratio Indica Viés de Alta

O ratio put-call de 0,56 para este vencimento revela posicionamento predominantemente de alta, com mais calls abertas que puts. Isso sugere que traders entraram em janeiro apostando em ganhos expressivos do BTC. Sidrah Fariq, head de vendas retail na Deribit, destacou que o mercado mantém skew para calls, mesmo com o ativo lateralizando em torno de US$ 89 mil.

Dados de open interest por strike mostram concentração acima do preço spot, reforçando otimismo. No entanto, o desempenho modesto do Bitcoin até agora — longe das expectativas iniciais — impulsiona ajustes táticos, sem alterar o viés geral de alta.

Hedge Contra Volatilidade Pós-Fed

Fluxos recentes indicam uso intenso de put diagonal calendar spreads e atividade concentrada em strikes de baixa, como US$ 88 mil e US$ 85 mil para Bitcoin em 30 de janeiro. Traders compram esses puts não por bearish puro, mas para proteger posições longas contra volatilidade em torno da decisão do Federal Reserve, que manteve juros estáveis.

Fariq explica que, com expectativa de hold nas taxas, o hedge mira perturbações macro de curto prazo, não uma venda generalizada. Bitcoin, sensível a liquidez fiat como tech stocks, pode se beneficiar de sinais dovish, mas swings são inevitáveis até o expiry.

Implicações para Investidores

Embora expiries mensais gerem volatilidade, seu impacto duradouro é limitado: os US$ 8,5 bilhões representam menos de 1% da capitalização de mercado do Bitcoin (US$ 1,7 trilhão). Traders spot devem monitorar liquidações de posições, mas o foco permanece em macro. Para brasileiros, com dólar a R$ 5,20, o notional equivale a cerca de R$ 46 bilhões, destacando a escala global.

Vale acompanhar open interest e IV (implied volatility) na Deribit para sinais de rotação. Estratégias de hedge como essas demonstram maturidade institucional no mercado cripto.


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Cidadãos cartoon em fila depositando moedas Bitcoin em urna eleitoral gigante, simbolizando consulta pública do TSE sobre cripto nas eleições 2026

Bitcoin nas Eleições 2026: Opine no TSE Até 30/01

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abriu consulta pública para receber sugestões da sociedade sobre as regras das eleições de 2026, incluindo a possibilidade de autorizar doações em Bitcoin e outras criptomoedas para campanhas políticas. Atualmente proibidas, essas contribuições podem mudar com as opiniões enviadas. O prazo é curto: termina na sexta-feira, 30 de janeiro, às 23h59. É a sua chance de influenciar o futuro das cripto na política brasileira!


Como Participar da Consulta Pública

Participar é simples e acessível a qualquer cidadão interessado. O TSE disponibilizou um formulário eletrônico exclusivo no seu Portal oficial (tse.jus.br). Basta acessar o site, localizar a seção de audiências públicas ou consultas e preencher o formulário com suas sugestões.

Você pode propor alterações na Resolução TSE nº 23.607/19, que hoje veta doações em “moedas virtuais”. Explique por que acredita que Bitcoin deveria ser liberado: transparência nas transações blockchain, inclusão financeira ou combate à corrupção em financiamentos opacos. Seja claro e objetivo – as sugestões serão analisadas pela Corte Eleitoral.

O processo é democrático e reflete a Lei das Eleições (nº 9.504/97), que permite ao TSE ouvir a sociedade antes de definir normas. Não perca tempo: com o prazo acabando quinta-feira, envie já sua contribuição para moldar as eleições de 2026.

Situação Atual: Doações em Cripto Ainda Proibidas

Hoje, candidatos a cargos majoritários ou proporcionais não podem receber doações em Bitcoin ou criptomoedas. A proibição está no artigo 21, §6º, da Resolução 23.607/19: “É vedado o uso de moedas virtuais para o recebimento de doações financeiras.” Essa regra visa evitar lavagem de dinheiro e garantir rastreabilidade, mas críticos argumentam que a blockchain do Bitcoin oferece mais transparência que métodos tradicionais em espécie.

A consulta pode rever isso para 2026, abrindo portas para inovações. Imagine campanhas financiadas por pequenos doadores globais via wallet, democratizando o financiamento político e reduzindo influência de grandes grupos econômicos. O TSE confirmou que, até análise final, as doações em cripto seguem vetadas para este ano.

Audiências Públicas em Fevereiro

Após a consulta escrita, o TSE realiza audiências públicas híbridas nos dias 3, 4 e 5 de fevereiro. Elas serão transmitidas ao vivo pelo YouTube da Justiça Eleitoral e TV Justiça, com participação presencial ou online. O prazo para inscrição em manifestação oral já encerrou (27/01), mas você pode assistir e acompanhar.

No dia 3: pesquisas, auditoria e sistemas eleitorais. Dia 4: candidaturas, Fundo Especial e contas. Dia 5: propaganda e ilícitos. Cada sessão dura até duas horas, coordenadas pelo ministro Nunes Marques (Portaria TSE nº 575/2025). Fique de olho para mais debates sobre cripto.

Por Que Isso Muda o Jogo Político no Brasil

Liberação de doações em Bitcoin pode revolucionar as eleições 2026, trazendo o mundo cripto para a arena política. Para investidores brasileiros, significa maior legitimidade das moedas digitais, atraindo regulação amigável e adoção institucional. Politicamente, empodera eleitores jovens e tech-savvy, que detêm criptoativos, a financiar candidaturas alinhadas com inovação.

Monitore o resultado: até 5 de março, o TSE edita instruções finais. Sua opinião hoje pode definir se Bitcoin vira ferramenta eleitoral amanhã, promovendo transparência via blockchain em um país onde funding opaco é desafio crônico.


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Lago dourado de Bitcoin retraindo com cristais azuis frios emergindo, simbolizando influxos mínimos na Binance e supply squeeze de holders

Oferta de BTC Seca na Binance: Influxos em Mínima de 4 Anos

Os influxos de Bitcoin na Binance atingiram a média mensal mais baixa em quatro anos, com apenas 5.700 BTC depositados por mês — metade da média histórica de 12.000 BTC. Esse fenômeno on-chain sugere um choque de oferta (supply squeeze), com holders transferindo ativos para armazenamento frio em sinal de confiança de longo prazo. Apesar disso, o BTC recuperou para acima de US$ 90 mil em 28 de janeiro, antes de recuar para a faixa de US$ 89.300-89.600.


Queda Histórica nos Depósitos da Binance

A redução drástica nos influxos para a maior exchange do mundo indica uma mudança estrutural no comportamento dos investidores. Dados on-chain mostram que, há vários meses, os depósitos permanecem consistentemente abaixo da média histórica. Isso reflete uma preferência por holding de longo prazo, em vez de vendas imediatas, especialmente após a correção de 30% desde o pico de US$ 126 mil em outubro.

Analistas como Darkfost destacam que essa dinâmica não é temporária, mas se torna permanente. Com menos Bitcoins chegando às exchanges, a liquidez para vendas diminui, potencializando pressões altistas quando a demanda aumentar. No dia 28 de janeiro, o volume diário de negociações ficou abaixo de US$ 50 bilhões, reforçando a baixa pressão vendedora.

Resiliência do Preço Contra Saídas de ETFs

Contrariando as saídas líquidas de US$ 147 milhões dos ETFs de Bitcoin spot em 26 de janeiro — lideradas pelo BlackRock IBIT com US$ 102,81 milhões em resgates —, o preço do BTC subiu 2% de uma mínima intradiária de US$ 87 mil. A capitalização de mercado chegou a US$ 1,78 trilhão no pico, um ganho de US$ 40 bilhões.

Esse movimento demonstra que os dados on-chain de exchanges superam temporariamente os fluxos institucionais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 463.773 às 19h39, com variação de +0,16% em 24h e volume de 233 BTC nas exchanges brasileiras.

Análise Técnica: Consolidação com Viés Altista

O BTC negocia abaixo das médias móveis exponenciais de 50 e 200 dias, em uma fase de consolidação. O suporte em US$ 84-87 mil segura a estrutura altista de longo prazo, enquanto a resistência em US$ 91.400 impede um rompimento imediato. Recuperar US$ 95 mil sinalizaria ‘compra forte’.

O RSI está em torno de 64,5, território neutro-altista, sem sobrecompra. O mercado aguarda catalisadores como a decisão do Federal Reserve para quebrar o impasse. Baixos influxos previnem crashes, mas falta compra agressiva de ETFs para um ‘moonshot’.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público brasileiro, esse supply squeeze reforça a narrativa de escassez, especialmente com o BTC acima de R$ 460 mil. Baleias e holders institucionais sinalizam confiança, contrapondo narrativas de baixa. Vale monitorar influxos contínuos e níveis técnicos chave. Os dados sugerem que a oferta nas exchanges está se esgotando, o que pode amplificar altas futuras se a demanda persistir.


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Pilha imensa de barras de ouro com '130T' gravado e aura cyan, simbolizando reservas recorde da Tether superando bancos centrais

Ouro Atinge US$ 5.330 em Recorde: Tether Acumula 130 Toneladas

O ouro spot atingiu US$ 5.330 por onça durante o discurso de Jerome Powell nesta quarta-feira (28/01), com alta diária de 2,91%. Em paralelo, a Tether elevou suas reservas de ouro físico para 130 toneladas, valoradas em cerca de US$ 22 bilhões, posicionando-se como uma espécie de “banco central de ouro”. Enquanto isso, o Bitcoin (BTC) permanece abaixo de US$ 90 mil, testando seu papel como reserva de valor em meio à valorização do metal precioso. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 464.078 às 19h34, com variação positiva de 0,41% em 24h.


Alta do Ouro e Discurso de Powell

O preço do ouro spot registrou um máximo histórico de US$ 5.311 por onça às 3h30 UTC, impulsionado por expectativas de afrouxamento monetário do Federal Reserve. O discurso de Powell reforçou a visão de que cortes de juros podem ocorrer sem pressões inflacionárias persistentes, atraindo fluxos para ativos de proteção como o metal amarelo. Dados da The Block Beats confirmam o pico de US$ 5.330, refletindo uma alta acumulada de 90% no último ano.

No Brasil, o ouro equivalia a cerca de R$ 28.133 por onça (XAU-BRL), com o dólar a R$ 5,194 (USD-BRL), ampliando o apelo como hedge contra desvalorização cambial e inflação.

Estratégia da Tether: 130 Toneladas de Ouro Físico

A Tether, emissora da stablecoin USDT, acelerou a acumulação de ouro físico, mantendo 130 toneladas métricas em reservas gerais — equivalente ao montante de nações como México e África do Sul, conforme o World Gold Council. Adicionalmente, detém 16,2 toneladas (520 mil onças troy) para backing do token XAUT, permitindo resgate físico. O CEO Paolo Ardoino declarou à Bloomberg que a empresa se tornará “um dos maiores bancos centrais de ouro do mundo”.

Essa estratégia reflete o movimento de capital institucional conservador para ativos tangíveis, priorizando ouro físico sobre derivativos ou cripto voláteis. As reservas totais em ouro somam US$ 12 bilhões reportados em setembro de 2025, agora avaliadas em US$ 22 bilhões com os preços atuais.

Coinbase e Binance Apostam em Futuros de Ouro

Em contraste, a Coinbase, parceira da USDC, promoveu seus contratos futuros de metais preciosos, incluindo ouro, prata, cobre e platina. O CEO Brian Armstrong destacou a disponibilidade na plataforma, embora sem entrega física — um sinal interpretado por alguns como topo de mercado. A Binance, maior exchange por volume, lançou perpétuos de ouro e prata em janeiro, ampliando opções para traders de cripto.

Essas iniciativas mostram como empresas cripto buscam exposição ao ouro sem posse física, diferentemente da Tether.

Implicações para Bitcoin e Mercado Cripto

Enquanto o ouro valoriza 90% em 12 meses, o Bitcoin cai 13%, negociado a US$ 89.351. O índice do dólar (DXY) recua 10,7%, favorecendo o ouro como hedge. Analistas questionam se o BTC mantém o status de “ouro digital”, dado a divergência. No entanto, correlações históricas sugerem que fluxos macro para ativos não soberanos beneficiam ambos a longo prazo.

Investidores devem monitorar reservas de bancos centrais e políticas do Fed, pois o ouro físico reforça narrativas de proteção contra incertezas geopolíticas e fiscais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo cartoon empilhando bloco BTC em tesouraria que alcança coroa '10', simbolizando Strive no top 10 detentores corporativos

Strive Arrecada US$ 225 Mi e Entra no Top 10 Detentores Corporativos de BTC

A Strive Asset Management, apoiada por Vivek Ramaswamy, captou US$ 225 milhões em uma oferta superdimensionada de ações preferenciais SATA, quitou a maior parte das dívidas da aquisição da Semler Scientific e comprou mais 334 BTC. Agora, com 13.132 BTC em tesouraria, a empresa entra no top 10 das maiores detentoras corporativas de Bitcoin do mundo, sinalizando a maturidade do setor.


Captação Oversubscribed e Estrutura de Financiamento

A Strive fechou a oferta de 1,32 milhão de ações preferenciais a US$ 90 cada, após demanda que superou US$ 600 milhões, bem acima da meta inicial de US$ 150 milhões. Essa estrutura de preferred equity permite alavancar a exposição ao Bitcoin de forma sustentável, alinhando o financiamento de longo prazo à natureza do ativo digital.

Segundo o CEO Matt Cole, essa abordagem representa “o mecanismo ótimo para escalar a exposição ao Bitcoin”. Em apenas quatro meses, a empresa passou de zero para uma posição de destaque, com um yield de Bitcoin trimestral de 21,17%.

Quitação Rápida de Dívidas Legadas

Com os recursos, a Strive acelerou a redução de dívidas assumidas na compra da Semler Scientific. Dos US$ 120 milhões totais, US$ 110 milhões foram quitados em 11 dias, incluindo US$ 90 milhões em notas conversíveis trocadas por SATA e um empréstimo de US$ 20 milhões com a Coinbase Credit. Os BTC agora estão livres de ônus.

O saldo remanescente de US$ 10 milhões deve ser pago até abril de 2026, posicionando a Strive com uma relação de amplificação de 37,2%, sendo 97,7% via preferred equity — uma estratégia conservadora e eficiente para tesourarias corporativas.

Expansão das Reservas e Novo Ranking Corporativo

A compra de 333,89 BTC a um preço médio de US$ 89.851 elevou as reservas totais para 13.131,82 BTC, avaliados em cerca de US$ 1,2 bilhão. A empresa ultrapassou a CleanSpark e assumiu a 10ª posição entre holders públicos, conforme BitcoinTreasuries.NET.

O CIO Ben Werkman destacou: “Em pouco mais de quatro meses, escalamos para top-10”. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 464.137,36 (+0,46% em 24h), o que torna essas reservas equivalentes a mais de R$ 6 bilhões.

Maturidade do Setor: Empresas Aceleram Adoção

Essa movimentação reforça a tendência de maturidade nas tesourarias corporativas. Empresas como Strive demonstram que é viés de alta acumular Bitcoin via alavancagem inteligente, sem comprometer a liquidez. Para investidores brasileiros, isso é acionável: monitorar detentores do top 10 pode sinalizar movimentos de mercado.

Com o dólar a R$ 5,19 (AwesomeAPI), os US$ 225 milhões captados equivalem a cerca de R$ 1,17 bilhão, destacando o apetite institucional crescente. O futuro aponta para mais corporações seguindo esse modelo, consolidando o Bitcoin como reserva de valor estratégica.


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Prefeito cartoon em pânico diante de tela de ransomware com BTC e 5K, representando ciberataque em prefeitura espanhola

Ransomware na Espanha: Hackers Exigem US$ 5 mil em Bitcoin de Prefeitura

Hackers sequestraram dados da prefeitura de Sanxenxo, na Galícia espanhola, exigindo um resgate de US$ 5 mil em Bitcoin após ataque de ransomware ocorrido no domingo (26 de janeiro). Embora o valor pareça modesto comparado a grandes corporações, o incidente destaca prefeituras como alvos fáceis para criminosos cibernéticos, com potencial para interromper serviços essenciais à população. A administração recusou o pagamento e restaurou os sistemas via backups.


Detalhes do Ataque Ransomware

Funcionários da prefeitura de Sanxenxo descobriram o bloqueio no início do expediente de segunda-feira. Milhares de arquivos internos foram criptografados pelo malware, paralisando a atividade administrativa por horas. Os atacantes deixaram uma mensagem exigindo US$ 5 mil em Bitcoin — equivalente a cerca de R$ 26 mil ao câmbio atual — para liberar os dados.

Esse tipo de ransomware opera criptografando informações críticas e cobrando resgate para fornecer a chave de descriptografia. Diferente de ataques a empresas bilionárias, valores baixos como esse são comuns contra instituições públicas com orçamentos limitados, aumentando a pressão para pagamento rápido e discreto.

O impacto foi contido: serviços como Nauta e Turismo de Sanxenxo, em redes separadas, continuaram operando. A sede eletrônica também permaneceu ativa, minimizando transtornos à população local.

Resposta das Autoridades e Recuperação

A prefeitura, sob comando do prefeito Telmo Martín, optou por não ceder à extorsão. Em vez disso, ativou backups diários para restaurar os sistemas, processo que levou mais tempo que o esperado — inicialmente previsto para 24-48 horas. Martín comentou à imprensa local que a restauração demandaria “um pouco mais” de paciência.

Uma queixa foi registrada na Guardia Civil, e os dispositivos infectados foram isolados para formar uma rede alternativa segura. Essa abordagem demonstra planejamento básico de contingência, mas levanta questões sobre a robustez das defesas cibernéticas em municípios menores.

Investigações preliminares apontam para vulnerabilidades comuns em infraestruturas públicas: falta de segmentação de redes e atualizações irregulares de software, facilitando a propagação do malware.

Contexto de Ciberataques na Espanha

O incidente em Sanxenxo reflete uma tendência alarmante. A Espanha registrou aumento de 7% em ciberataques em 2025, conforme o Instituto Nacional de Cibersegurança (INCIBE). Prefeituras e órgãos locais são alvos prioritários devido à dependência de sistemas digitais legados e recursos limitados para cibersegurança.

Esses ataques evoluem para versões sofisticadas, como o “ransomware 3.0”, que não só bloqueia dados, mas altera informações e ameaça vazamentos (dupla extorsão). Na Europa, casos semelhantes multiplicaram-se, com criminosos explorando a urgência de restaurar serviços públicos.

No momento da redação, o Bitcoin cotava a R$ 463.834,86 segundo o Cointrader Monitor, com variação positiva de 0,44% nas últimas 24 horas. Resgates em BTC facilitam transações anônimas e globais para hackers.

Por Que Prefeituras São Alvos Fáceis e Lições Aprendidas

Prefeituras continuam vulneráveis por priorizarem serviços sobre segurança. Orçamentos apertados, equipes técnicas enxutas e falta de treinamentos expõem brechas. Resgates “pequenos” em Bitcoin passam despercebidos, financiando operações maiores sem alertar autoridades financeiras.

Lições do caso:

  • segmentar redes — limita danos;
  • backups offline e testados — evitam pagamentos;
  • auditorias regulares e simulações de ataques — fortalecem defesas.

Para o Brasil, onde prefeituras enfrentam ameaças semelhantes, o episódio serve de alerta preventivo.

Autoridades recomendam relatar incidentes imediatamente e evitar negociações com criminosos, que frequentemente não cumprem promessas mesmo após pagamento.


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Sol dourado Bitcoin quase atingindo pico 90K em montanha digital, com nuvem vermelha geopolítica ameaçando, sob efeito Trump e dólar fraco

Efeito Trump: BTC Beira US$ 90K com Dólar Fraco e Risco Irã

O Bitcoin avançou para perto de US$ 89.300 após o presidente Donald Trump minimizar a queda do dólar americano para mínimas de quatro anos, com o índice DXY em 95,80 pontos. No entanto, a ameaça de ação militar ‘muito pior’ contra o Irã reacende riscos geopolíticos, pressionando o ativo abaixo de US$ 90 mil. Esse ‘efeito Trump’ combina viés macro positivo com ruído beligerante, enquanto o ouro atinge ATH acima de US$ 5.300.


Declarações de Trump Impulsionam BTC

Em discurso em Iowa, Trump encolheu os ombros para a desvalorização do dólar, favorecendo ativos de reserva como Bitcoin e ouro. O BTC reverteu tendência baixista recente, com analistas de Swissblock e Willy Woo identificando divergência altista no RSI, sinal de recuperação iminente. A cotação testou resistências técnicas, aproximando-se de US$ 95 mil como próximo alvo.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 464.188, com alta de 0,52% em 24 horas e volume de 233 BTC. O dólar recua para R$ 5,19, reforçando o apelo do BTC como hedge contra fiat fraco.

Ameaça ao Irã Eleva Incertezas

Via Truth Social, Trump alertou sobre uma armada naval rumo ao Irã, maior que a enviada à Venezuela, exigindo acordo nuclear sem armas atômicas. ‘O próximo ataque será muito pior’, advertiu, ecoando a Operação Midnight Hammer. O BTC recuou abaixo de US$ 90 mil, similar à queda para US$ 99 mil em episódio anterior, ativando aversão ao risco.

A Missão Iraniana na ONU respondeu pronta para diálogo, mas prometendo defesa ‘como nunca antes’. Dados do Polymarket indicam 65% de chance de ataque até junho, potencialmente derrubando o mercado cripto em meio a tensões crescentes.

Contexto Macro: Ouro e Fed em Foco

O ouro disparou 4,64% para US$ 5.412, superando BTC em ganhos YTD como refúgio seguro. Traders apostam 70% de probabilidade de Fed manter juros até junho, adiando cortes que impulsionaram ATHs do BTC em 2025. Jerome Powell deve falar nesta quarta, podendo injetar volatilidade.

Investidores monitoram suporte em US$ 85 mil para BTC, com volume em ETFs caindo US$ 211 milhões recentemente, sinal de realização de lucros.

O Que Esperar Agora

O ‘efeito Trump’ testa a resiliência do Bitcoin: macro favorável pelo dólar fraco contrasta com geopolítica volátil. Vale acompanhar decisão do Fed, reações iranianas e níveis técnicos. Em cenário de escalada, ouro pode continuar superando criptoativos de risco.


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Agentes federais cartoon investigando cofre digital vazio com brecha vermelha, expondo roubo de US$ 40 mi em cripto do governo EUA

Roubo de US$ 40 milhões em Cripto do Governo Trump Sob Investigação

O US Marshals Service confirmou estar investigando o suposto roubo de mais de US$ 40 milhões em criptomoedas apreendidas pelo governo americano. O caso envolve John Daghita, filho do presidente da contratada federal CMDSS, que teria usado acesso interno para desviar fundos de wallets estatais. Este escândalo destaca falhas graves na custódia centralizada, mesmo sob proteção federal, abalando a confiança nas reservas de Bitcoin do governo Trump. A investigação segue em curso.


Detalhes do Furto Alegado

O investigador on-chain ZachXBT expôs o esquema ao ligar wallets controladas por John “Lick” Daghita a ativos confiscados pelo USMS. Um wallet continha 12.540 ETH, avaliados em cerca de US$ 36 milhões, além de outros fundos totais estimados em US$ 90 milhões desviados entre 2024 e 2025. Daghita chegou a enviar 0,6767 ETH (US$ 1,9 mil) roubados diretamente ao investigador, que prometeu devolvê-los às autoridades.

A CMDSS, contratada em outubro de 2024 para gerenciar cripto não suportada por exchanges e casos complexos, incluindo fundos do hack Bitfinex de 2016, é o elo fraco. Apesar do retorno parcial de US$ 20 milhões em outubro de 2024, cerca de US$ 700 mil foram perdidos via exchanges instantâneas.

Falha de Segurança no US Marshals Service

A audácia do suspeito é chocante: em uma chamada de vídeo privada, Daghita demonstrou controle em tempo real sobre wallets com milhões em cripto, flexando US$ 23 milhões. Isso ocorreu debaixo do nariz do USMS, responsável pela custódia de bens apreendidos. Autoridades confirmaram a investigação, mas negam detalhes, citando sigilo investigativo.

Patrick Witt, do White House Crypto Council, sinalizou ação imediata. A brecha levanta dúvidas sobre protocolos internos da CMDSS e possível conivência familiar, expondo vulnerabilidades em acessos privilegiados mesmo em contratos federais rigorosos.

Impacto nas Reservas do Governo Trump

O governo dos EUA detém entre 198 mil e 328 mil BTC, valendo até US$ 30 bilhões, segundo bitcointreasuries.net. Este incidente questiona a segurança da Reserva Estratégica de Bitcoin prometida por Trump, especialmente após polêmicas com vendas de ativos do caso Samourai Wallet.

Investidores e reguladores agora demandam transparência on-chain para rastrear movimentos estatais, reforçando ceticismo sobre custódia governamental em meio a um estoque bilionário de cripto apreendida.

Riscos da Custódia Centralizada

Este caso é um alerta vermelho: nem a custódia mais rigorosa do mundo é infalível. Acesso insider, como o de Daghita, pode drenar fortunas em segundos, destacando perigos de terceiros centralizados — mesmo federais. Para brasileiros, a lição é clara: autocustódia via hardware wallets minimiza esses riscos sistêmicos.

Vale monitorar atualizações da investigação, que pode revelar mais brechas e impactar políticas de reserva nacional de cripto.


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Executivos cartoon contrastantes: um celebrando ETF Bitcoin dourado, outro punido por regulador com alerta vermelho, cautelando investidores

BlackRock Lança ETF de Renda com Bitcoin, Mas Coinbase é Punida por Ignorar Riscos

A BlackRock registrou na SEC um novo ETF de Bitcoin com estratégia de venda de opções para gerar renda extra aos investidores, sinalizando maior sofisticação institucional no mercado cripto. Em contrapartida, a autoridade publicitária do Reino Unido proibiu uma campanha da Coinbase por trivializar os riscos de investimento em criptomoedas, sem incluir alertas obrigatórios. Esses eventos expõem o contraste entre inovação e a necessidade urgente de proteção ao investidor varejista, especialmente em um contexto de volatilidade persistente.


Novo ETF de Renda da BlackRock

A gestora de ativos, maior do mundo, apresentou o iShares Bitcoin Premium Income ETF à SEC. O fundo acompanhará o preço do Bitcoin, mas usará uma estratégia ativa: venda de opções de compra (calls) sobre ações do seu próprio IBIT, o ETF de Bitcoin à vista líder de mercado. Os prêmios arrecadados com essas opções serão distribuídos como renda aos cotistas, além da exposição direta ao BTC.

Essa abordagem implica maior risco em comparação a ETFs passivos. ETFs de covered call, como o planejado, cobram taxas mais altas — em torno de 0,99% ao ano, similar ao NEOS Bitcoin High Income ETF (BTCI), que já gerencia US$ 1,09 bilhão. Concorrentes como Roundhill YBTC e YieldMax YBIT também adotam táticas semelhantes, mas com ativos menores. A BlackRock não revelou ticker, custodiante ou taxa exata ainda, mas o movimento reforça a adoção corporativa de Bitcoin como reserva de valor com yield adicional.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 463.297,74 nesta quarta-feira (28/01), com variação de -0,2% em 24h.

Proibição da Campanha da Coinbase no Reino Unido

A Advertising Standards Authority (ASA) considerou “irresponsável” a campanha “Everything is Fine” da Coinbase, lançada em julho de 2025. O vídeo satírico mostrava cidadãos felizes cantando sobre normalidade em meio a crise econômica — casas em ruínas, falta de energia, lixo acumulado —, culminando no logo da exchange como solução implícita. Sem evidências de que cripto resolvesse problemas reais, e ausentes os avisos de risco mandatórios pela Financial Conduct Authority (FCA), os ads circularam online e em metrôs/postos de trem.

A ASA criticou o uso de humor para ligar preocupações financeiras graves a produtos de alto risco, sugerindo cripto como resposta fácil. A Coinbase defendeu-se alegando provocação ao debate sobre o sistema financeiro, mas respeitou a decisão, discordando da caracterização como “socialmente irresponsável”. Esse caso soma-se a histórico regulatório britânico rigoroso, com bans prévios a ads de Coinfloor, Crypto.com e outros por omissão de riscos.

Implicações para Investidores Brasileiros

O contraste é gritante: enquanto gigantes como BlackRock inovam com estratégias complexas que elevam riscos e custos, reguladores como a ASA lembram que o marketing deve refletir a realidade brutal da volatilidade cripto. No Brasil, onde a posse de cripto cresce, usuários enfrentam desafios similares — sem proteção regulatória plena, é essencial adotar medidas preventivas.

Recomenda-se verificar configurações de API em exchanges, ativar autenticação 2FA, monitorar transações incomuns e diversificar custódia. Estratégias de opções, como a da BlackRock, demandam expertise; para o varejo, ETFs passivos podem ser mais seguros. A posse de cripto no UK caiu de 12% para 8% em 2025, sinalizando cautela global. Fique atento: o hype institucional não elimina os perigos inerentes.


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Torre de Bitcoin elevando-se a 89K com mãos executivas empilhando reservas e sopro político laranja, simbolizando alta por Trump e adoção corporativa

Bitcoin supera US$ 89 mil com Trump e reservas corporativas

O Bitcoin superou os US$ 89 mil nesta terça-feira (27/01), impulsionado pelas declarações do presidente Donald Trump minimizando a queda do dólar americano. O índice DXY despencou para 95,80, menor nível em quatro anos, enquanto o ouro digital avançou 2,2% para US$ 89.300. Empresas como American Bitcoin e Steak ‘n Shake reforçam suas reservas, sinalizando consolidação da tese de reserva de valor corporativa em meio à fraqueza do greenback.


Efeito Trump: Dólar fraco impulsiona Bitcoin

Em discurso em Iowa, Trump afirmou não estar preocupado com o declínio recente do dólar, declarando que a moeda “está ótima”. A reação foi imediata: o DXY caiu ainda mais, beneficiando ativos de proteção como Bitcoin e ouro, que atingiu recorde de US$ 5.223 por onça. Analistas da Bitcoin Vector identificam divergência altista no RSI, prevendo retorno a US$ 95 mil. Essa dinâmica reforça o Bitcoin como hedge contra a desvalorização fiduciária, especialmente com o Fed decidindo sobre juros nesta semana.

O movimento ocorre após correção recente, com BTC testando suportes em US$ 87 mil. A alta expressiva demonstra resiliência, atraindo investidores institucionais em um cenário de incerteza monetária.

American Bitcoin: 5.843 BTC e yield de 116%

A American Bitcoin (ABTC), apoiada por Donald Trump Jr. e Eric Trump e listada na Nasdaq desde setembro de 2025, anunciou acréscimo de 416 BTC, elevando reservas para 5.843 BTC (cerca de US$ 514 milhões). Desde o debut, o yield em BTC alcançou impressionantes 116%, posicionando-a como a 18ª maior detentora corporativa, superando GameStop e Nakamoto Inc. As ações ABTC subiram 2% em pré-mercado, apesar de queda anual de 11%.

Essa estratégia de tesouraria destaca a maturidade do Bitcoin como ativo corporativo, com acumulação agressiva em meio à valorização.

Steak ‘n Shake acelera adoção corporativa

A rede de fast-food Steak ‘n Shake adicionou US$ 5 milhões em exposição ao Bitcoin, totalizando US$ 15 milhões em janeiro. Todas as vendas em BTC alimentam sua Strategic Bitcoin Reserve (SBR), um sistema autossustentável que melhora vendas e expande holdings. Desde maio de 2025, aceita pagamentos via Lightning Network, economizando 50% em taxas e elevando vendas em 10% no Q2.

A empresa também paga bônus em BTC a funcionários (US$ 0,21/hora) e lançou itens temáticos, reforçando lealdade à comunidade Bitcoin ao rejeitar Ethereum após enquete.

Perspectiva otimista para o Bitcoin no Brasil

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 463.588,58 nesta quarta-feira (28/01), com variação de -0,11% em 24h e volume de 259,78 BTC. O dólar fraco favorece emergentes como o Brasil, onde o BTC se consolida como reserva de valor. Com empresas americanas liderando, é provável que mais corporações sigam, acelerando adoção global. Investidores devem monitorar o Fed e fluxos de ETF para próximos alvos de US$ 95 mil. A tese de alta ganha força: dólar cai, Bitcoin sobe.


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Jogadores cartoon em xadrez geopolítico com rei Bitcoin central, torre '25%' avançando e regulador recuando, ilustrando tarifas Trump e trégua SEC

Tarifas Trump e Trégua SEC: Xadrez Geopolítico do Bitcoin

As tarifas de 25% impostas por Trump às importações da Coreia do Sul reacendem temores de guerra comercial, pressionando o Bitcoin para US$ 88.200 com queda de 0,8%. Em contrapartida, após um ano de governo Trump, a SEC reduziu ações contra o setor cripto, abandonando casos como o Gemini Earn. Já a Austrália, em movimento oposto, lista lacunas regulatórias como risco para 2026. Tarifas e tréguas remodelam o mapa global das criptomoedas.


Escalada Tarifária EUA-Coreia do Sul

As tarifas sobre produtos sul-coreanos como eletrônicos e aço fortalecem o dólar americano no curto prazo, elevando a aversão ao risco e impactando ativos voláteis como o Bitcoin. O BTC consolida em faixa estreita entre suporte em US$ 87.000 e resistência em US$ 92.500, com RSI em 41 e MACD negativo sinalizando momentum fraco.

Volume diário caiu 12% para US$ 34 bilhões, refletindo cautela. Para brasileiros, eventos macro como esse afetam liquidez global, podendo testar suportes críticos em US$ 80.000 se houver retaliações. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 462.492 (-0,43% em 24h), alinhado à pressão externa.

SEC Sob Trump: De Confrontos a Prioridades Seletivas

Doze meses após a posse de Trump, a SEC sob Paul Atkins fechou ou abandonou pelo menos 17 casos cripto, incluindo Gemini, Coinbase, Binance, Ripple e Kraken. O caso Gemini Earn terminou com devolução total de ativos, sem penalidades adicionais.

A agência migrou para enforcement baseado em dano real a investidores, abandonando batalhas simbólicas da era Gensler. Essa trégua regulatória nos EUA contrasta com o histórico de “guerra contra cripto”, abrindo espaço para inovação e clareza legal via atos como o GENIUS Act.

Austrália Reforça Supervisão como Contraponto

Enquanto os EUA relaxam, a ASIC australiana incluiu lacunas de supervisão cripto em sua lista de riscos para 2026. Empresas operam na borda da regulação, expondo consumidores a conselhos não licenciados.

O governo avança com a Corporations Amendment (Digital Assets Framework) Bill 2025, exigindo licenças para custódia e trading. Especialistas pedem perímetro claro e sandboxes expandidos para equilibrar inovação e proteção, destacando fragmentação global.

Implicações no Tabuleiro Geopolítico Cripto

O xadrez envolve múltiplas peças: tarifas Trump pressionam Ásia e emergentes como o Brasil via dólar forte (US$ 1 = R$ 5,19), enquanto trégua SEC atrai capital aos EUA. A Austrália exemplifica cautela em jurisdições pró-regulação.

Investidores devem monitorar retaliações comerciais e avanços legislativos. Em um Fear & Greed em 20 (medo extremo), disciplina prevalece sobre especulação. O BTC pode romper US$ 92.500 se macro estabilizar, ou cair abaixo de US$ 87.000 em escalada.


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Rede cristalina de gelo rachando com prata líquida formando HYPE fluindo, simbolizando hashrate no Texas e boom de prata no DeFi

Hashrate sob Gelo no Texas e Prata no DeFi: Contraste Tecnológico

Uma onda de frio intenso no Texas derrubou o hashrate do Bitcoin em cerca de 40%, de 1.133 ZH/s para 690 EH/s, forçando mineradoras como MARA a desligarem rigs. Ao mesmo tempo, o token HYPE da Hyperliquid explode mais de 25% para US$ 34, impulsionado por volumes recordes em contratos perpétuos de prata. Gelo no Texas e fogo no DeFi: o que esses eventos revelam sobre a resiliência tecnológica da rede Bitcoin e ecossistemas DeFi?


Hashrate em Queda: O Impacto Climático no Texas

O hashrate, métrica que mede o poder computacional total da rede Bitcoin, sofreu uma contração abrupta nos últimos dias. Dados mostram queda de 1.133 ZH/s (zetahashes) para 690 EH/s (exahashes), uma redução de aproximadamente 40%. Isso não reflete capitulação minerária por baixa rentabilidade, mas um evento externo: uma tempestade de gelo nos EUA, com epicentro no Texas, que responde por cerca de um terço do hashrate global.

Mineradoras como MARA tiveram seu hashrate dividido por quatro em relação à média mensal. O frio extremo estressa a infraestrutura elétrica, elevando preços de energia e forçando desligamentos para evitar sobrecargas na rede. Como resultado, tempos de bloco se alongam temporariamente, mas o protocolo Bitcoin se prepara para o ajuste automático de dificuldade.

Resiliência do Bitcoin: Ajuste de Dificuldade em Ação

A rede Bitcoin é projetada para lidar com flutuações no hashrate. A dificuldade de mineração ajusta a cada 2016 blocos (cerca de duas semanas) para manter o tempo médio de bloco em 10 minutos. Com a queda atual, estima-se uma redução de -4,54% no próximo ajuste, restaurando o equilíbrio sem comprometer a segurança.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 462.694 (-0,38% em 24h) demonstra estabilidade apesar do choque. Mineradores afetados podem vender BTC para cobrir custos fixos se o frio persistir, mas historicamente esses eventos climáticos são transitórios. A descentralização geográfica mitiga riscos sistêmicos, provando que gargalos físicos não derrubam a rede.

Explosão do HYPE: Prata On-Chain na Hyperliquid

Em contraste, o ecossistema DeFi brilha com a alta de 60% no HYPE nos últimos dias, atingindo US$ 34 — máximo em dois meses. O protocolo Hyperliquid, via framework HIP-3, permite mercados perpétuos permissionless de ativos reais (RWAs), como prata.

A plataforma TradeXYZ registrou US$ 1 bilhão em volume 24h e US$ 790 milhões em open interest, impulsionados por contratos SILVER-USDC: US$ 1,3 bilhão em volume e US$ 142 milhões em OI. A prata spot subiu 12% na semana para US$ 106,89 (R$ 585,22 via AwesomeAPI), quebrando US$ 100. Isso destaca como blockchains resolvem gargalos financeiros, oferecendo trading 24/7 sem intermediários.

Lições do Contraste: Tecnologia Supera Adversidades

O ‘gelo no Texas’ expõe vulnerabilidades físicas da mineração, mas o ajuste algorítmico garante continuidade. Já o ‘fogo no DeFi’ da Hyperliquid mostra inovação em perp markets on-chain para commodities, atraindo liquidez com baixos custos via Growth Mode. Esses eventos ilustram a maturidade cripto: protocolos autoajustáveis lidam com choques climáticos e expandem para RWAs.

Para investidores brasileiros, monitore hashrate em CryptoQuant e volumes em Hyperliquid. A resiliência tecnológica reforça o potencial de longo prazo, independentemente de volatilidades externas. Vale observar se o rally da prata impulsiona mais adoção de RWAs em DeFi.


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Baleias cartoon despejando cascatas de moedas douradas sobre suporte 92K rachado e figuras fatigadas, ilustrando vendas de US$ 3,4 bi em BTC

Baleias Vendem US$ 3,4 Bilhões em BTC: Mercado em Baixa nos US$ 92 Mil

Enquanto você compra nos US$ 92 mil, as baleias despejaram US$ 3,4 bilhões em Bitcoin nas últimas duas semanas. Investidores com 10 mil a 100 mil BTC venderam ou redistribuíram 36.500 unidades, invertendo a acumulação anterior. O preço enfrenta forte resistência em US$ 94 mil, com liquidez em queda e stablecoins encolhendo 50%. Isso sinaliza cansaço no topo, alertando para risco de correção iminente em um mercado eufórico.


Baleias Mudam para Distribuição

As baleias, compostas por custodians institucionais e mineradores antigos, executaram uma venda concentrada em 12 dias. O Bitcoin negociava a US$ 92.250 na sessão asiática de sexta, com múltiplas falhas em romper a tendência de resistência. Historicamente, padrões similares precederam quedas: em dezembro de 2024, no pico de US$ 108 mil, vendas semelhantes causaram recuo de 15%.

A liquidez piora: influxo de stablecoins nas exchanges caiu de US$ 158 bilhões para US$ 76 bilhões desde agosto. A profundidade de mercado enfraquece entre US$ 88 mil e US$ 94 mil, transformando suposta zona de acumulação em distribuição. Varejistas otimistas compram pesado, mas os grandes participantes timingam saídas estratégicas.

AVAX One Cai 32% com Incerteza de Insiders

O caso da AVAX One, assessorada por Anthony Scaramucci, ilustra o castigo ao varejo. As ações despencaram mais de 32% após registro de 74 milhões de shares de insiders para venda potencial, gerando medo de diluição. A empresa, tesouraria de ativos AVAX e ecossistema Avalanche, reflete pressões em firmas cripto públicas negociando abaixo do valor de seus holdings.

Apesar de plano recente de recompra de US$ 40 milhões, o movimento expõe vulnerabilidades: insiders saem enquanto holders comuns arcam com o impacto. Isso reforça o viés de baixa em altcoins, onde incertezas regulatórias e insider trading penalizam o varejo.

Downgrades Pesados nas Mineradoras

Analistas do KBW downgradearam HIVE, Bitfarms e Bitdeer para ‘market perform‘. A transição para AI e HPC enfrenta riscos de execução, com margens próximas ao breakeven pós-halving de 2024, capex elevado e alavancagem crescente. Para HIVE, preço-alvo caiu de US$ 11 para US$ 3,50; Bitdeer de US$ 26,50 para US$ 14.

Stephen Glagola alerta que monetização de data centers AI demorará, deixando ativos ociosos. Bitfarms pode esperar leasing só no 2º semestre de 2026, destacando a fragilidade setorial em meio a hashprice suprimido.

Risco de Queda Iminente

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 462.696 (-0,39% em 24h), refletindo pressão vendedora. Corte de juros do Fed adiciona incerteza, mas sem liquidez fresca, o topo pode ceder. Vale monitorar: realização de lucros pelas baleias sugere correção, punindo o otimismo varejista. O mercado dá sinais claros de cansaço.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Pêndulo dourado BTC puxado por correntes vermelhas descendentes sobre fundo azul, representando volatilidade do Fed e opções em Bitcoin

Super Quarta: Fed e US$ 10,8 Bi em Opções Ameaçam Bitcoin

A reunião do Federal Reserve nesta quinta-feira, às 3h (horário de Brasília), pode definir o rumo do Bitcoin em meio a uma expiração de US$ 10,8 bilhões em opções na sexta-feira. Com probabilidade de 97,2% de manutenção da taxa em 3,75%, o foco está nas palavras de Powell. Histórico indica quedas em 7 de 8 eventos pós-FOMC, segundo análises de mercado.


Expectativas para a Decisão do Fed

O mercado precifica alta chance de pausa nas cortes de juros após três reduções consecutivas. Segundo o CME FedWatch Tool, apenas 2,8% veem corte de 25 pontos-base. Investidores aguardam pistas sobre a duração dessa estabilidade na conferência de imprensa de Powell, 30 minutos após o anúncio. Analistas como Michael Gapen, do Morgan Stanley, esperam tom dovish, mas divergências internas no Fed — maiores em seis anos — aumentam incertezas. Para o Bitcoin, cotado a R$ 462.546 segundo o Cointrader Monitor (-0,44% em 24h), isso pode influenciar fluxos de liquidez em ativos de risco.

Dados macro mostram dólar estável e yields de Treasuries sob atenção. Uma pausa prolongada reforça suporte em US$ 86.000-88.000, mas sinal hawkish pode testar mínimas recentes de US$ 84.000.

Histórico Negativo Pós-FOMC

O padrão histórico de volatilidade pesa: em 7 das últimas 8 reuniões do FOMC, o Bitcoin registrou quedas significativas nos dias seguintes. Pressão de venda institucional e realocação para renda fixa explicam o fenômeno. Com BTC oscilando entre US$ 87.000 e US$ 89.000, o risco de correção é elevado se Powell não sinalizar cortes futuros. On-chain, volume de derivativos reflete cautela, com open interest em puts superando calls em faixas chave abaixo de US$ 90.000.

Resistência imediata em US$ 90.000-92.000; rompimento poderia mirar US$ 95.000, mas probabilidade baixa sem catalisador dovish.

Expiração de Opções e Estratégias de Mercado

Na expiração de US$ 10,8 bilhões em opções BTC (Deribit domina com 78,7%), calls somam US$ 6,6 bi contra US$ 4,2 bi em puts, mas estratégias de baixa prevalecem abaixo de US$ 90.000. Cenários: queda para US$ 86-88k favorece puts em US$ 775 mi; US$ 88-90k ainda negativo em US$ 325 mi; só acima de US$ 90k calls vencem por US$ 220 mi. Muitos calls acima de US$ 100k servem a covered calls para renda, não apostas bullish puras.

Suporte crítico em US$ 86.000; perda abre US$ 84.000. Touros precisam de rompimento pré-expiração para US$ 95.000.

Mapa para Navegar a Volatilidade

Se Fed mantiver 3,75%, monitore DXY e yields: alta pressiona BTC para suporte US$ 86.000. Estratégia: posições neutras ou hedges via puts. Pós-expiração, liquidez pode estabilizar, mas histórico sugere cautela. Dados sugerem viés de baixa até confirmação de força compradora.


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Fita dourada Hash Ribbon liberando explosão de cristais roxos e cyan de Cardano, sinalizando recuperação do Bitcoin e salto em futuros

Cardano Explode 9.695% em Futuros: Hash Ribbon Antecipa Alta do BTC

O mercado de futuros da Cardano registrou um aumento explosivo de 9.695,93% no volume na BitMEX, atingindo US$ 136,8 milhões, enquanto o interesse aberto (OI) subiu 2,31% para US$ 660,19 milhões. Paralelamente, a métrica Hash Ribbon do Bitcoin aponta capitulação dos mineradores após queda de 20% no hashrate devido a tempestades nos EUA. Dados objetivos sugerem que o fundo pode estar próximo, com histórico de recuperações fortes.


Surto no Volume de Futuros da Cardano

Apesar da queda de 1,27% no preço do ADA nas últimas 24 horas e 3,24% na semana, os dados do CoinGlass revelam atividade intensa no mercado de derivativos. O volume de futuros da Cardano na exchange BitMEX explodiu para US$ 136,8 milhões, um crescimento de quase 10.000% em um dia. Esse movimento coincide com o aumento no interesse aberto, indicador de posições abertas mantidas por traders, sinalizando maior liquidez e potencial interesse renovado.

No gráfico diário, o ADA testou a máxima de US$ 0,358 na segunda-feira, mas recuou. O suporte chave permanece em US$ 0,33, enquanto a média móvel de 50 dias (MA50) em US$ 0,383 atua como resistência imediata. Um rompimento acima desse nível poderia direcionar o preço para US$ 0,50, conforme padrões observados em análises recentes. Esses dados reforçam um viés técnico positivo para altcoins como a Cardano em meio à consolidação do mercado.

Hash Ribbon: Fim da Capitulação dos Mineradores

O hashrate do Bitcoin despencou 20%, de 1,2 ZH/s para cerca de 950 EH/s, impulsionado por custos elevados de energia durante a tempestade invernal nos EUA. Mineradores ineficientes desligaram rigs, ativando a fase de capitulação no indicador Hash Ribbon da Glassnode. Essa métrica compara as médias móveis de 30 e 60 dias do hashrate: quando a curta cai abaixo da longa (vermelho claro), sinaliza estresse; a recuperação (cruzamento ascendente) tem precedido altas históricas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 461.323,11 (-0,66% em 24h), próximo aos US$ 88.000 globais. O próximo ajuste de dificuldade deve cair 17%, o maior desde a proibição chinesa em 2021, potencializando uma reversão.

Histórico Bullish e Contexto Macroeconômico

O Hash Ribbon já indicou fundos em eventos passados. Em novembro de 2025, capitulação coincidiu com BTC em US$ 80.000; em meados de 2024, após desmonte do carry trade do iene, o preço quicou de US$ 49.000 para US$ 100.000 em meses. Durante o colapso da FTX em 2022, o fundo em US$ 15.000 precedeu alta para US$ 22.000. Esses padrões sugerem que, com estabilização do hashrate, o Bitcoin pode entrar em fase expansionária.

O mercado aguarda a decisão do Fed nesta quarta-feira, com expectativa de manutenção da taxa em 3,5%-3,75%. Cortes previstos para 2026 (dois de 0,25%) podem favorecer ativos de risco. Para Cardano, o upgrade Leios avança (40% concluído), com throughput de 300 TxkB/s em simulações, adicionando fundamentos ao momentum técnico.

Níveis Críticos e Próximos Passos

Investidores devem monitorar o cruzamento do Hash Ribbon para confirmação de recuperação no BTC, além do suporte ADA em US$ 0,33 e resistência em US$ 0,383. Uma recuperação no hashrate pós-tempestade e volume sustentado em futuros de Cardano indicariam força. Os dados não garantem alta, mas historicamente, esses sinais precederam valorizações expressivas. Vale acompanhar gráficos on-chain para decisões informadas.


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