Investidor cartoon alarmado vendo monolito Bitcoin cair abaixo linha 70K rachada em meio a tempestade vermelha geopolítica

Tensões EUA-Irã Derrubam Bitcoin Abaixo de US$ 70k: Risco Geopolítico

O aviso urgente dos EUA para cidadãos deixarem o Irã intensificou as tensões geopolíticas, derrubando o Bitcoin para próximo de US$ 66 mil e o mercado cripto em 5,2%. Em vez de porto seguro, o BTC reage como ativo de risco em cenário risk-off, com queda de 6% no dia e 20% na semana. É o preço da guerra batendo no seu portfólio cripto — atenção para os riscos agora.


Contexto das Tensões EUA-Irã

A Embaixada Virtual dos EUA em Teerã emitiu um alerta de segurança máxima na sexta-feira, ordenando que americanos deixem o Irã imediatamente. O comunicado destaca riscos de cancelamentos de voos, bloqueios de internet e fechamento de estradas, recomendando planos de saída sem depender do governo americano. Essa medida ocorre às vésperas de reuniões em Omã entre EUA e Irã, envolvendo figuras como Steve Witkoff e Abbas Araghchi, sem consenso prévio na agenda.

Historicamente, ameaças semelhantes, como as de Donald Trump contra o Irã, já provocaram quedas acentuadas no BTC, como a perda do suporte em US$ 90 mil. É importante considerar que eventos geopolíticos imprevisíveis amplificam a volatilidade, transformando criptomoedas em alvos de venda rápida em momentos de incerteza global.

Impacto Imediato no Mercado Cripto

O mercado total encolheu para US$ 2,28 trilhões, com o Bitcoin cotado a US$ 66.656 (-6% diário, -28% mensal). Ethereum caiu 5,5% e XRP 7,2%, atingindo mínimas multimês. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 346.465 (-7,74% em 24h), refletindo pânico no mercado brasileiro.

Investidores migram para ativos seguros como dólar (R$ 5,28) e ouro, expondo a vulnerabilidade das criptos a choques externos. O risco aqui é uma correlação crescente com ações e commodities em cenários de aversão ao risco, questionando a narrativa de ‘ouro digital’ em crises reais.

US$ 70k: Nível Crítico de Suporte

Na análise técnica, o US$ 70 mil emerge como suporte psicológico chave, após quebra da mínima anual em US$ 74 mil. Gráficos diários mostram canal baixista, com possível consolidação entre US$ 70k-80k se demanda absorver vendas. Falha nesse nível abre caminho para US$ 63 mil.

Atividade de baleias reforça o interesse nesse patamar, com ordens grandes aparecendo em futures. No gráfico de 4h, o preço testa a borda inferior do canal, sugerindo pausa para correção. Atenção para volume de baleias: presença de ‘pontos verdes’ indica acumulação estratégica, mas volatilidade persiste.

O Que Observar para Proteger Seu Capital

Em conflitos geopolíticos, o risco de liquidações em cascata é alto — lembre-se de 2022, quando guerras regionais aceleraram quedas de 50%. Monitore talks EUA-Irã, volume em US$ 70k e fluxos para stablecoins. Diversificação em reservas fiduciárias ou ouro pode mitigar exposições, mas avalie seu perfil de risco.

Não é FUD: é realismo. Pergunte-se: seu portfólio resiste a mais 10-20% de downside? Priorize preservação de capital em tempos incertos, observando sinais de estabilização antes de reposicionar.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança cartoon com trabalhadores desempregados puxando um lado e burocrata Fed elevando juros baixos com investidor cripto, sinalizando impacto bullish no Bitcoin

Fed: Dados Fracos de Emprego Elevam Odds de Corte de Juros

Os dados fracos de jobless claims e JOLTS divulgados nos EUA elevaram a probabilidade de um corte de juros pelo Federal Reserve (Fed) na reunião de março para 18%, segundo o CME FedWatch Tool. Anteriormente em 10%, o aumento reflete um mercado de trabalho enfraquecido, com claims em 231 mil (acima dos 212 mil esperados) e vagas em 6,5 milhões (abaixo de 7,2 milhões projetados). Esse cenário pode proporcionar o impulso necessário ao Bitcoin, que registra queda de 7,58% nas últimas 24 horas.


Detalhes dos Indicadores de Emprego

Os pedidos iniciais de seguro-desemprego para a semana encerrada em 31 de janeiro atingiram 231 mil, superando as estimativas de 212 mil e os 209 mil da semana anterior, conforme dados do Departamento do Trabalho. Simultaneamente, o relatório JOLTS de dezembro apontou 6,5 milhões de vagas de emprego, uma redução ante os 7,2 milhões aguardados pelos analistas. O ADP, por sua vez, registrou apenas 22 mil empregos criados no setor privado em janeiro, bem abaixo dos 45 mil previstos e revisados para baixo de dezembro (37 mil).

Esses números sinalizam uma desaceleração no mercado laboral, atribuída em parte a condições climáticas adversas, mas reforçam a narrativa de enfraquecimento estrutural. O Fed, que pausou os cortes de juros na última reunião do FOMC, citando estabilização do emprego e inflação acima da meta de 2%, pode rever sua postura diante desses indicadores.

Reação dos Mercados Tradicionais e Cripto

Nos mercados tradicionais, os yields dos Treasuries de 10 anos recuaram ligeiramente, refletindo apostas em política monetária mais acomodatícia. O S&P 500 e o Nasdaq exibiram volatilidade mista, com foco no relatório oficial de empregos de janeiro, agora agendado para 11 de fevereiro devido ao shutdown governamental nos EUA.

No criptomercado, o Bitcoin caiu para cerca de US$ 65 mil, equivalente a R$ 347.184 segundo o Cointrader Monitor, com variação de -7,58% em 24 horas e volume de 1.524 BTC. O dólar opera a R$ 5,28. Apesar da correção, um corte de juros tende a favorecer ativos de risco como criptomoedas, reduzindo o apelo de rendimentos fixos e estimulando fluxos para Bitcoin.

Contexto do Fed e Níveis a Observar

O presidente do Fed de Richmond, Tom Barkin, e o chair Jerome Powell sinalizaram cautela, priorizando a inflação. No entanto, o governador Chris Waller, que dissentiu favoravelmente a um corte de 25 bps na última reunião, destacou fraquezas persistentes no emprego comparado à média de 10 anos. A probabilidade de 18% para março permanece baixa, mas o relatório nonfarm payrolls de 11/02 será pivotal.

Para traders, níveis técnicos no Bitcoin incluem suporte em US$ 60-65 mil e resistência em US$ 70 mil. Os dados macro sugerem monitoramento de yields e CME FedWatch para sinais adicionais de flexibilização monetária, que historicamente correlacionam com altas em cripto.

Implicações para Investidores Cripto

Uma flexibilização pelo Fed pode aliviar a pressão vendedora atual no Bitcoin, impulsionando uma recuperação de curto prazo. No entanto, a correlação com macroeconomia persiste: yields elevados e inflação resistente limitam o upside. Investidores devem acompanhar o payrolls e declarações do FOMC, priorizando gerenciamento de risco em meio à volatilidade.


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Policiais cartoon algemando suspeito sombrio com moedas Bitcoin derramando, simbolizando prisão por golpe de R$ 360 mil em Goiás

Polícia de Goiás Prende Suspeito de Golpe com Bitcoin de R$ 360 Mil

A Polícia Civil de Goiás prendeu um suspeito acusado de aplicar golpe financeiro de cerca de R$ 360 mil usando Bitcoin. A ação, parte da Operação Chave Mestra conduzida pela Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC), ocorreu na quarta-feira (4). O investigado se passava por consultor financeiro, prometendo lucros fáceis com ‘renda fixa em Bitcoin’ – uma impossibilidade técnica que já levanta bandeiras vermelhas. Este caso serve de alerta: promessas de rendimento garantido em cripto frequentemente escondem fraudes.


Modus Operandi do Golpe

Investigações revelam que o suspeito conquistou a vítima se apresentando como especialista em operações na B3 e day trade. Ele firmou contratos de ‘prestação de serviços’ para gerir investimentos, começando com R$ 50 mil em uma consultoria básica. Em seguida, um segundo contrato de R$ 132 mil prometia administração e devolução com rendimentos. A etapa final envolveu a transferência de cerca de R$ 175 mil em Bitcoin para uma carteira criada em nome da vítima – mas cujas chaves privadas estavam sob controle exclusivo do golpista.

Durante o período, ele enviava relatórios unilaterais e não verificáveis, mantendo a confiança da vítima enquanto retinha acesso total aos fundos. Evidências apontam para uma estratégia clássica de fraudes: criar ilusão de profissionalismo com documentos falsos e promessas irrealistas, como ‘renda fixa em Bitcoin’, que ignora a volatilidade inerente da criptomoeda.

Red Flags e Ocultação de Fundos

O esquema apresenta múltiplas inconsistências que investidores atentos poderiam identificar. Primeiro, a oferta de ‘renda fixa’ em um ativo volátil como Bitcoin é uma contradição óbvia – produtos reais como Renda Fixa Digital existem, mas não garantem retornos fixos em BTC puro. Segundo, a entrega de chaves privadas ao suposto consultor viola princípios básicos de custódia: você nunca transfere controle total de seus ativos.

Após receber os valores, o suspeito iniciou a fase de lavagem, gerando múltiplos endereços Bitcoin e realizando transações em cadeia para ofuscar o rastro. Apesar disso, a DERCC logrou êxito no rastreamento on-chain, identificando concentração dos fundos em uma corretora brasileira regulamentada. Este detalhe destaca a importância de ferramentas de análise blockchain em investigações policiais.

Ação da DERCC e Implicações

A delegada Bárbara Natal Buttini, responsável pelo caso, detalhou ao Jornal Anhanguera como a polícia cumpriu prisão em flagrante e mandado de busca. As investigações prosseguem para mapear outras vítimas e possíveis cúmplices. Este não é um caso isolado: fraudes com cripto crescem no Brasil, explorando o entusiasmo com Bitcoin, atualmente cotado a R$ 346 mil segundo o Cointrader Monitor.

A operação reforça o papel das delegacias especializadas em crimes cibernéticos, equipadas para lidar com transações pseudônimas do blockchain. Para o mercado, é um lembrete de que a adoção institucional não isenta riscos de amadores mal-intencionados.

Como se Proteger de Golpes Semelhantes

Para evitar cair em armadilhas como esta, verifique sempre credenciais: consultores legítimos não pedem chaves privadas nem prometem retornos fixos em cripto. Use exchanges reguladas pela CVM ou Banco Central, mantenha custódia própria e valide relatórios com ferramentas independentes como Etherscan ou block explorers. Suspeite de pressões para transferências rápidas ou narrativas de ‘oportunidade única’. Denuncie à polícia ou plataformas como o Reclame Aqui ao primeiro sinal de irregularidade. A proteção começa com ceticismo: se parece bom demais, provavelmente é golpe.


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Medidor de medo e ganância com agulha no extremo 9 vermelho, representando pânico no mercado cripto e oportunidades para investidores

Pânico Extremo: Índice de Medo e Ganância em 9 no Mercado Cripto

O Índice de Medo e Ganância do mercado cripto despencou para 9, nível de pânico extremo não visto desde junho de 2022. Pense assim: é como se o mercado todo estivesse com frio na barriga, após a liquidação de US$ 2,7 bilhões em posições alavancadas. O Bitcoin testou os US$ 60 mil e agora oscila acima de US$ 65 mil. O que isso significa para você, investidor? Em outras palavras, momentos assim historicamente precedem viradas. Vamos entender juntos.


O Que é o Índice de Medo e Ganância?

Imagine um termômetro que mede o “humor” do mercado cripto. Esse é o Índice de Medo e Ganância, criado para mostrar se os investidores estão com medo (vendendo tudo) ou ganância (comprando sem parar). Ele varia de 0 a 100: abaixo de 25 é “medo extremo”, acima de 75 é “ganância extrema”.

Em outras palavras, o índice analisa dados como volatilidade dos preços, volume de negociações, pesquisas de opinião e o domínio do Bitcoin sobre altcoins. Pense assim: se todo mundo está vendendo por pânico, o índice cai; se a euforia reina, ele sobe. Atualmente em 9, conforme o sentimento mais baixo em 3,5 anos, estamos no vermelho total.

Por que importa? Porque ele ajuda a evitar decisões emocionais. Ninguém nasce sabendo, mas entender isso é o primeiro passo para investir com calma.

Por Que o Índice Caiu para 9 Agora?

O gatilho recente foi a liquidação de US$ 2,7 bilhões em alavancagem nas últimas 24 horas, com o Bitcoin caindo mais de 10%. Fatores globais pesam: incertezas com o Federal Reserve, dólar forte (DXY em alta), tensões geopolíticas e até estresse em títulos japoneses e no setor de tech/AI.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 344.303,43 (fonte), com variação de -8,7% em 24h. Isso significa que o mercado está reagindo a pressões macroeconômicas, como um investidor comum fugindo de ativos de risco. Exemplo prático: é como o real desvalorizando ante o dólar em tempos de crise — todo mundo corre para o “porto seguro”.

Analistas da Hashdex apontam que, apesar do drawdown, o Bitcoin deve ganhar como “ouro digital” com mais adoção e clareza regulatória, como o CLARITY Act nos EUA.

Lições do Passado: 2022 e as Viradas do Mercado

Lembra 2022? O colapso da Terra Luna levou o índice a níveis parecidos, com pânico generalizado. Mas o que veio depois? Uma recuperação forte em 2023-2025, com Bitcoin atingindo US$ 126 mil. Histórico mostra: extremos de medo costumam ser fundos — pontos de fundo onde o excesso de vendas cria oportunidades.

Pense assim: no Brasil, é como comprar ações baratas após uma crise política. O sentimento atual ecoa aquela era, mas com open interest de futuros em baixa (US$ 21,96 bilhões), sinal de que especuladores saíram, deixando espaço para investidores de longo prazo.

Isso significa que pânico é normal, mas reagir com inteligência emocional é chave. Monitore, não venda no desespero.

O Que Fazer em Momentos de Pânico Extremo?

Primeiro, respire. Use o índice como guia, não como pânico. Defina sua estratégia: diversifique, invista o que pode perder e foque no longo prazo. Exemplo: em vez de alavancagem arriscada, opte por hold (manter) em carteiras seguras.

Vale monitorar desenvolvimentos como integração de ativos digitais na infraestrutura financeira. Saia daqui confiante: você agora entende o medo como sinal, não como fim. Parabéns pelo aprendizado!


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Sol dourado eclipsado por disco negro com aura vermelha pulsante e suporte 60K rachado, representando pânico BVIV recorde e teste de Bitcoin em crash macro

Pânico BVIV em Níveis Recordes: Bitcoin Testa US$ 60 Mil em Crash Macro global

📊 BOLETIM CRIPTO | 06/02/2026 | MANHÃ

Pânico e capitulação definem o cenário macro das criptomoedas nesta manhã de sexta-feira. O Bitcoin testou o suporte crítico de US$ 60 mil, impulsionado por um ambiente de aversão ao risco global que elevou indicadores de volatilidade e medo a níveis não vistos desde os colapsos da FTX e da rede Terra (LUNA). Enquanto mineradoras como a MARA e fundos institucionais como a Trend Research enfrentam pressões extremas de liquidação, participantes de peso, como a BlackRock, registram volumes recordes que sugerem uma absorção massiva da oferta em níveis de pânico. O viés de baixa forte predomina no curto prazo, sustentado por correlações diretas com o setor tech e uma crise de liquidez global, embora métricas sobrecarregadas comecem a sinalizar uma possível exaustão vendedora.


🔥 Destaque: Pânico BVIV e Fear recordam FTX

O mercado cripto experimenta um dos momentos de maior estresse psicológico e técnico dos últimos anos. O índice BVIV, que mensura a volatilidade implícita do Bitcoin, disparou para a marca de 100%, atingindo seu nível mais alto desde a quebra da exchange FTX em 2022. Este salto de quase 45 pontos percentuais em poucos dias reflete uma corrida desesperada por proteção, com traders comprando opções de venda (puts) em massa para tentar se proteger de quedas ainda mais profundas.

Acompanhando a volatilidade, o índice Crypto Fear & Greed despencou para apenas 9/100, sinalizando “medo extremo”. Historicamente, pontuações abaixo de 10 são raras e marcam períodos de capitulação profunda, onde o desespero do investidor de varejo atinge o ápice. No contexto atual, essa queda é amplificada pelo rompimento da média móvel exponencial de 200 semanas do Bitcoin, um indicador técnico que costuma separar mercados de alta de invernos cripto prolongados.

Para o investidor, este cenário representa um risco elevado de liquidações em cascata, à medida que garantias em protocolos DeFi e contas de margem são forçadas a vender. Por outro lado, o exagero estatístico dessas métricas frequentemente precede fundos de mercado. O grande desafio agora é identificar se o volume institucional será capaz de frear a inércia vendedora antes que novos suportes psicológicos sejam testados.


📈 Panorama do Mercado

O atual colapso não é um evento isolado do ecossistema cripto, mas sim o reflexo de um aperto de liquidez macroeconômico global. Segundo análises de mercado, o Bitcoin está se movendo em sincronia quase perfeita com ativos líquidos tradicionais, como o Nasdaq 100 e até mesmo o ouro, em um movimento de aversão ao risco provocado por dados de emprego fracos nos EUA e incertezas sobre a bolha de Inteligência Artificial.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 342.720,24, refletindo uma desvalorização de 8,76% nas últimas 24 horas no mercado brasileiro. Essa queda acentuada forçou a saída de investidores alavancados, com liquidações totais superando a marca de US$ 2,7 bilhões globalmente. A transição de ativos das mãos de investidores de varejo para grandes instituições parece ser a narrativa dominante deste ciclo de baixa.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Liquidações em DeFi: O fundo Trend Research enfrenta risco iminente de liquidação de 396.000 ETH se o preço do Ethereum cair abaixo de US$ 1.560, o que poderia desencadear um efeito dominó em protocolos como Aave.
  • Capitulação de Mineradoras: Com o preço do Bitcoin abaixo do custo médio de produção de US$ 87.000, empresas como a MARA podem ser forçadas a vender suas reservas para manter o fluxo de caixa.
  • Contágio Macro: A persistência da queda em ações de big techs como a Amazon pode continuar arrastando o setor cripto, impedindo qualquer tentativa de descolamento.
  • Atraso Legislativo: Apesar de avanços na conversa entre a senadora Lummis e o Tesouro, a demora na aprovação de isenções tributárias pode manter a incerteza fiscal para usuários finais.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação Institucional: O volume recorde de quase US$ 10 bilhões no ETF IBIT da BlackRock sugere que grandes gestoras estão aproveitando o pânico para acumular ativos em preços descontados.
  • Compra em Capitulação: Níveis de medo extremo (Fear & Greed abaixo de 10) historicamente oferecem janelas de entrada com assimetria positiva para investidores de longo prazo.
  • Compressão de Volatilidade: O pico de 100% no BVIV está “esticado”, abrindo espaço para estratégias de venda de volatilidade visando uma estabilização nos próximos dias.

📰 Principais Notícias do Período

1. BVIV atinge pico pós-FTX com BTC caindo a US$ 60 mil
O índice de volatilidade BVIV subiu para 100%, patamar não visto desde o colapso da FTX em 2022. Traders buscam proteção massiva em puts enquanto o Bitcoin luta para manter o suporte nos US$ 60.000 após cair do topo de US$ 70 mil.

2. Fear & Greed em 9 leva BTC a US$ 60 mil, mínima desde 2022
O sentimento do mercado atingiu o nível de medo extremo, o pior desde o crash da Terra (LUNA). Com mais de US$ 2,7 bilhões em liquidações de posições compradas, o Bitcoin operou abaixo da média de 200 semanas, confirmando o momentum de baixa.

3. Volume recorde IBIT reflete resiliência institucional em crash BTC
Contrariando o pânico do varejo, o ETF IBIT da BlackRock registrou seu maior volume diário da história, movimentando cerca de US$ 10 bilhões. O dado sugere que o capital institucional está atuando na ponta compradora durante a queda de 15%.

4. MARA move US$ 87M BTC: pressão vendedora em capitulação de mineradora
A mineradora Marathon Digital (MARA) transferiu 1.318 BTC para mesas de negociação. O movimento ocorre em um momento crítico, com o preço do Bitcoin 20% abaixo do custo de produção estimado para mineradoras.

5. Trend Research perde US$ 7,6 bi em ETH e enfrenta risco de liquidação
O participante institucional registrou perdas massivas em posições alavancadas de Ethereum. A venda forçada de 255 mil ETH pressionou a rede, e 396 mil ETH restantes ainda correm risco se o suporte de US$ 1.560 falhar.

6. Bitwise CEO: Crash cripto é reflexo de pânico macro global
Hunter Horsley, da Bitwise, afirma que a queda é impulsionada pela busca global por liquidez. Ele destaca que, apesar da volatilidade, instituições veem o momento atual como uma segunda chance rara de entrada no mercado.

7. Lummis e Tesouro buscam clareza tributária para Bitcoin
Em meio ao caos, a senadora Cynthia Lummis sinalizou avanços com o Tesouro americano para criar isenções tributárias em pequenas transações de Bitcoin, buscando facilitar o uso cotidiano da criptomoeda via Lightning Network.


🔍 O Que Monitorar

  • Indicador BVIV: Uma queda abaixo de 80% será o primeiro sinal de que o pânico institucional está arrefecendo.
  • Suporte de US$ 60.000: O fechamento diário acima deste nível é vital para evitar um teste rápido nos US$ 50.000.
  • Fluxos dos ETFs: Monitorar se o volume recorde da BlackRock resultará em entradas líquidas ou se há saída de capital institucional.
  • Preço do ETH em US$ 1.560: A defesa deste nível é fundamental para evitar uma crise de liquidez sistêmica no ecossistema DeFi.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12 a 24 horas, o viés de baixa forte deve persistir, com o mercado ainda processando as perdas massivas de fundos institucionais e o estresse de mineradoras. A correlação com o mercado tradicional continua sendo o principal vento contrário; sem uma estabilização no Nasdaq, o Bitcoin dificilmente encontrará fôlego para uma recuperação sustentada. Entretanto, a intensidade histórica dos indicadores de medo sugere que estamos em uma fase de exaustão vendedora. Investidores podem acompanhar o volume de negociação em exchanges como a Binance, que oferece ampla liquidez para enfrentar momentos de volatilidade extrema. Caso o suporte institucional em ETFs se confirme nos relatórios de fluxo, o cenário para um fundo local torna-se mais provável, embora a cautela deva ser a regra principal.


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Executivo cartoon protegendo-se de chuva de e-mails sombrios com silhueta espectral, simbolizando crise reputacional de Epstein na Blockstream

Sombras do Passado: E-mails de Epstein Citam Bitcoin e Crise na Blockstream

Documentos do Departamento de Justiça dos EUA (DoJ) liberados recentemente revelam que e-mails de Jeffrey Epstein citam Bitcoin 1.522 vezes, além de nomes como Brock Pierce (1.801 menções) e Adam Back (19 vezes). Embora sem provas de irregularidades, as conexões geram crise na Blockstream, com pedido de renúncia do CEO por Luke Dashjr. Investigações apontam elos tóxicos que abalam a reputação do ecossistema Bitcoin.


Menções Frequentes nos Arquivos do DoJ

Os arquivos do DoJ, acessíveis via mecanismo de busca oficial, mostram Bitcoin como termo recorrente nos e-mails e anexos de Epstein entre 2002 e 2017. Evidências indicam tentativas do financista de se aproximar de desenvolvedores e iniciativas Bitcoin, incluindo doações de US$ 850 mil ao MIT, dos quais US$ 525 mil foram para o Digital Currency Initiative (DCI). Recursos indiretos financiaram devs do Bitcoin Core após falência da Bitcoin Foundation.

Joichi Ito, ex-diretor do MIT Media Lab, manteve contatos frequentes com Epstein, conectando círculos acadêmicos ao ecossistema cripto. O termo surge em contextos de transferências, investimentos e networking, refletindo o interesse de Epstein por ativos emergentes na época.

Conexões com Executivos e Empresas Cripto

Coinbase aparece 266 vezes, com e-mails revelando investimento inicial de Epstein na Série C (2014, avaliação de US$ 400 milhões), intermediado por Brock Pierce, cofundador da Tether e Blockchain Capital. Fred Ehrsam, cofundador da exchange, sabia da origem dos fundos. Pierce, com quase 2 mil menções, discutiu negócios cripto pós-condenação de Epstein em 2008, inclusive planos com Winklevoss e Mt. Gox.

Ethereum tem 69 citações, Vitalik Buterin (8), Binance (6) e stablecoin (13). Nenhuma implica culpa direta, mas levanta questões sobre due diligence em parcerias antigas.

Crise de Liderança na Blockstream

Adam Back, pioneiro Bitcoin e CEO da Blockstream, é mencionado 19 vezes. Documentos mostram negociações em 2014 para viagem de Epstein a Montreal, onde equipe Blockstream participou de evento. Um e-mail cita suposta visita de “Andy Back” à ilha de Epstein, possivelmente erro ou referência a Adam.

Luke Dashjr, dev veterano, exige renúncia: “Revelações sobre Adam e a Ilha de Epstein esclarecem hostilidade e corrupção profunda”. Back nega visitas diretas, atribuindo investimento indireto via fundo de Joi Ito. A tensão expõe divisões internas.

Impacto Reputacional e Lições

Embora sem evidências criminais ligadas a cripto, os elos abalam confiança na comunidade Bitcoin. Investidores devem monitorar governança em projetos-chave como Blockstream. Bandeiras vermelhas incluem falta de transparência em financiamento inicial e associações questionáveis. Para se proteger, priorize due diligence on-chain e evite euforia sem verificação documental. O caso reforça: reputação importa tanto quanto tecnologia.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Octaedro dourado no fundo de escala geométrica marcada 17, representando RSI histórico de sobrevenda extrema no Bitcoin

Bitcoin em Sobrevenda Histórica: RSI no Terceiro Mais Baixo da História

O Índice de Força Relativa (RSI) do Bitcoin registrou o terceiro nível mais baixo da história, em torno de 17, indicando condições extremas de sobrevenda. Esse patamar raríssimo, visto apenas em momentos de capitulação profunda como março de 2020 e dezembro de 2018, historicamente precedeu recuperações violentas. Os dados mostram que a ‘mola’ do preço pode estar esticada demais para baixo, com o BTC caindo abaixo de US$ 65.000 nesta quinta-feira (5/2/2026).


O RSI e Seu Nível Atual

O RSI é um indicador de momentum que mede a velocidade e a magnitude das mudanças recentes de preço em uma escala de 0 a 100. Valores abaixo de 30 sugerem sobrevenda, mas 17 é excepcionalmente raro para o Bitcoin em gráficos diários. Segundo os dados técnicos analisados, esse é o terceiro pior registro histórico, atrás apenas das mínimas de 2018 e 2020.

No momento da consulta, o Bitcoin opera a R$ 332.512,83, com variação de -12,63% nas últimas 24 horas, de acordo com o Cointrader Monitor. O volume negociado foi de 1.216 BTC nas exchanges brasileiras, refletindo liquidações intensas.

Contexto Histórico: 2018 e 2020

Em dezembro de 2018, durante o mercado baixista, o RSI diário do BTC caiu para cerca de 15, marcando o fundo do ciclo. Após isso, o preço iniciou uma recuperação que levou a uma alta de mais de 300% em 2019. Da mesma forma, em março de 2020, com a pandemia global, o indicador atingiu 18, seguido por uma explosão de preço que culminou no bull run de 2021.

Os dados mostram um padrão: níveis de RSI abaixo de 20 coincidem com capitulações, onde posições alavancadas são liquidadas em massa, esgotando a pressão vendedora. No atual ciclo, a queda recente para abaixo de US$ 65.000 espelha esses eventos, com liquidações bilionárias reportadas.

Capitulação Atual e Capitais de Risco

A descida acelerada do Bitcoin reflete pânico generalizado, com drawdown diário próximo ao pior desde o colapso da FTX em 2022. O RSI em 17 indica que o mercado pode estar próximo do esgotamento, com baleias e instituições possivelmente acumulando em silêncio. Níveis de suporte próximos incluem US$ 60.000 e a média móvel de 200 dias em torno de US$ 58.000.

Analistas técnicos observam que, após tais extremos, reversões de 20-50% ocorrem em dias ou semanas, impulsionadas por short squeezes e influxo de capital fresco.

Níveis a Monitorar e Implicações

Para confirmação de reversão, os níveis a monitorar incluem RSI cruzando 30 para cima, volume de compra crescente e rompimento da resistência em US$ 70.000. Enquanto o indicador permanecer abaixo de 25, a cautela persiste, mas os números sugerem que a pressão de venda está exaurida.

Investidores devem observar o mNAV de ETFs e fluxos institucionais para sinais adicionais. O viés técnico atual aponta para potencial upside violento, alinhado a padrões históricos.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Plataforma cristalina dourada com suportes rompidos e cascata de fragmentos caindo rumo à barreira 60K, simbolizando queda do Bitcoin e liquidações

Bitcoin Rompe Suportes: US$ 60 mil é Próxima Barreira?

O Bitcoin registrou sua pior queda diária desde o colapso da FTX, com desvalorização superior a 12% nas últimas 24 horas, atingindo mínimas próximas de US$ 63 mil. Os dados mostram rompimento sucessivo de suportes chave em US$ 70 mil e US$ 65 mil, impulsionado por vendas por medo e liquidações alavancadas em efeito cascata. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 334.509, com variação de -12,07%.


Rompimento de Suportes Técnicos

Os dados técnicos revelam que o Bitcoin perdeu o suporte psicológico de US$ 70 mil no início da semana, seguido pelo rompimento de US$ 65 mil nesta quinta-feira. De acordo com análises do mercado, esses níveis atuavam como barreiras relevantes, com histórico de acumulação de ordens de compra. A perda acelerou a pressão vendedora, pois posições alavancadas com stops abaixo desses patamares foram executadas automaticamente.

No gráfico diário, a média móvel exponencial de 50 dias (EMA50), próxima de US$ 68 mil, foi violada, confirmando viés de baixa de curto prazo. Volumes de negociação spot não acompanharam a intensidade da queda, sugerindo que o movimento é dominado por derivativos, onde a liquidez fina amplifica oscilações.

Efeito Cascata das Liquidações

Liquidações de posições longas (compradas) representam o principal catalisador da intensidade atual. Cada liquidação gera novas ordens de venda forçada, pressionando preços e acionando mais stops em um ciclo vicioso. Especialistas apontam que a venda por medo após rompimentos iniciais alimentou esse processo, com baixa liquidez em horários de pico exacerbando o impacto.

Dados agregados indicam volumes de liquidação na casa de bilhões de dólares em 24 horas, concentrados em exchanges perpetuais. Esse fenômeno explica por que altcoins como XRP sofreram quedas superiores a 19%, enquanto o Bitcoin caiu 12%. A desalavancagem forçada limpa ordens excessivamente otimistas, preparando o terreno para estabilização.

Comparação com Colapso da FTX

A magnitude da queda atual, projetada em 10,5%-12% no dia, ecoa o drawdown de 14,3% em 8 de novembro de 2022, durante o colapso da FTX, quando o BTC despencou para abaixo de US$ 16 mil. Ambos os eventos compartilham baixa liquidez e pânico generalizado, levando a correlações com ativos tradicionais: prata caiu 14% e ouro 2% hoje, similar a padrões de aversão a risco.

No entanto, o contexto difere: em 2022, falência de exchange centralizada gerou contágio sistêmico; aqui, fatores macro como juros elevados e tensões EUA-Irã atuam como pano de fundo. Os dados mostram que o preço realizado do Bitcoin, alinhado à faixa de US$ 58-60 mil, pode oferecer suporte multi-anual.

Níveis a Monitorar e Cotação Atual

O próximo suporte crítico está na média móvel simples de 200 dias (SMA200), entre US$ 58 mil e 60 mil, coincidente com o fundo de maio de 2024 em torno de US$ 61 mil. Volumes elevados nessas zonas historicamente atraem compradores institucionais. Ausência de confirmação de reversão sugere cautela, com RSI diário em território de sobrevenda.

Segundo o Cointrader Monitor, às 19:16 de 05/02/2026, BTC/BRL está em R$ 334.509 (var. -12,07%), com dólar a R$ 5,27. Traders devem observar volume spot e open interest em derivativos para sinais de fundo.


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Executivos cartoon estilizados diante de cofres BTC e ETH rachados com '6.5B' e '8B' em vermelho, simbolizando prejuízos bilionários de Saylor e Tom Lee

Prejuízo de US$ 12 bilhões: Saylor e Tom Lee Pagam a Conta?

A Strategy de Michael Saylor acumula um prejuízo não realizado de US$ 6,5 bilhões em suas reservas de Bitcoin, enquanto a Bitmine de Tom Lee enfrenta perdas de US$ 8 bilhões em Ethereum, totalizando cerca de US$ 12 bilhões. Apesar da queda do BTC para perto de US$ 67 mil (R$ 335.271, segundo o Cointrader Monitor), as ações da Strategy ainda negociam com prêmio ao valor dos ativos. O mercado ignora os riscos?


Detalhes das Perdas na Strategy

A Strategy detém 713.502 BTC, adquiridos a um custo médio de US$ 76.052. Com o Bitcoin negociado próximo a US$ 67 mil, o prejuízo não realizado atinge US$ 6,5 bilhões, ou cerca de 12% do custo de aquisição. Isso representa aproximadamente R$ 34 bilhões em perdas potenciais, considerando o dólar a R$ 5,27.

As ações da MSTR caíram 13% nesta quinta-feira, o maior recuo diário em quase um ano, acumulando queda de 66% no ano e 80% desde o pico pós-eleição de Trump em 2024. Ainda assim, o múltiplo de NAV (mNAV) permanece em 1,09, permitindo emissões de ações para mais compras de BTC sem diluição imediata aos acionistas.

Bitmine e o Impacto no Ethereum

No caso da Bitmine, as perdas chegam a US$ 8 bilhões devido à desvalorização do Ethereum em relação ao Bitcoin. Essa exposição concentrada em ETH amplificou o golpe, expondo a vulnerabilidade de tesourarias corporativas atreladas a um único ativo volátil. Tom Lee insiste na estratégia de HODL, mas os números vermelhos questionam sua sustentabilidade.

A história mostra que bolhas especulativas, como as de 2018 e 2022, punem quem ignora a volatilidade inerente. Empresas como essas, sem diversificação, enfrentam pressão contínua em cenários de baixa prolongada.

Prêmio das Ações: Até Quando?

O mercado está ignorando a desconexão entre o valor real dos ativos (NAV) e o preço das ações da Strategy. Esse prêmio de 9% pode evaporar se o Bitcoin não recuperar níveis chave. Michael Saylor promove o HODL, mas com o BTC em queda de 13% em 24h, cuidado com a exuberância irracional.

Analistas macro apontam que altas taxas de juros e liquidez global reduzida corroem ativos de risco. A correção atual ecoa ciclos passados, onde o otimismo cego precedeu quedas severas.

Riscos para Tesourarias Cripto

Empresas que adotam cripto como reserva única de tesouraria enfrentam riscos sistêmicos. A Strategy divulga balanço do 4º trimestre hoje, mas sem surpresas positivas à vista, investidores monitoram comentários de Saylor. Bitmine e similares servem de alerta: volatilidade não é "presente de Satoshi", mas custo real de apostas agressivas.

Vale acompanhar o mNAV e dividendos de instrumentos preferenciais como STRC, que podem subir para 11,5% se não recuperarem par. A lição? Sobreviver ao mercado de baixa exige mais que fé cega.


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Raio de energia dourada-cyan transferindo '1M' entre nós cristalinos, simbolizando liquidação instantânea de US$ 1 milhão via Lightning Network Bitcoin

Recorde Lightning: US$ 1 Milhão Liquidado Instantaneamente via Bitcoin

A Secure Digital Markets (SDM) realizou a maior transação pública reportada na Lightning Network, transferindo US$ 1 milhão em Bitcoin para a exchange Kraken em 28 de janeiro. A liquidação ocorreu de forma quase instantânea, com taxas mínimas, usando infraestrutura empresarial da Voltage. Esse marco demonstra a maturidade da rede de camada 2 do Bitcoin para pagamentos institucionais, superando limitações das transações on-chain tradicionais.


O Que é a Lightning Network e Como Funciona

A Lightning Network é uma solução de camada 2 sobre o Bitcoin, projetada para processar transações off-chain em canais de pagamento bidirecionais. Em vez de registrar cada micropagamento na blockchain principal — que exige confirmações demoradas e taxas variáveis —, as partes abrem um canal com um depósito inicial e trocam saldos atualizados instantaneamente via mensagens criptografadas.

Quando o canal é fechado, apenas o saldo final é gravado na blockchain Bitcoin, herdando sua segurança. Essa arquitetura, semelhante a um banco de dados distribuído com consenso criptográfico, permite milhares de transações por segundo com latência subsegundo e custos próximos de zero. Métricas on-chain mostram capacidade total da rede acima de 5.000 BTC em canais abertos, com volume diário crescente.

No piloto SDM-Kraken, a Voltage forneceu nós gerenciados com gerenciamento de liquidez automática, garantindo uptime 99,99% e roteamento multipath otimizado — essencial para valores altos sem fragmentação de canais.

Detalhes Técnicos da Transação Recorde

A operação, no valor de US$ 1 milhão na data, foi executada sem delays associados a mempools congestionados ou fees de priorização. Segundo o anúncio conjunto, o settlement atendeu requisitos institucionais como conformidade regulatória e SLAs operacionais. Mostafa Al-Mashita, cofundador da SDM, destacou: “Passamos da era de questionar a capacidade institucional do Bitcoin”.

Kraken, que suporta Lightning para varejo há anos, confirmou via Calvin Leyon: a rede reduz drasticamente os tempos de liquidação. A infraestrutura da Voltage incluiu liquidez provisionada e monitoramento 24/7, provando viabilidade para tesouraria interna, settlements de alto valor e transferências entre venues.

Para contextualizar, transações on-chain Bitcoin tipicamente levam 10-60 minutos para 1 confirmação, com fees médias de US$ 1-5 em horários normais — inviável para fluxos institucionais diários.

Implicações para Adoção Institucional em Massa

Esse teste valida a Lightning Network como alternativa viável a rails legados como SWIFT (T+1/T+2) ou stablecoins centralizadas. Com escalabilidade comprovada, o Bitcoin emerge como ativo para pagamentos globais soberanos, sem intermediários fiduciários. Empresas como Revolut já integram via Lightspark, sinalizando convergência fintech-blockchain.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 334.516,79 (-11,79% em 24h) reforça seu papel como reserva de valor, agora com liquidez instantânea. Instituições podem migrar tesourarias para BTC sem fricções, acelerando a tese de “ouro digital operacional”.

O gancho é claro: o Bitcoin está pronto para liquidações institucionais em escala? Dados sugerem sim, com commits regulares no GitHub da Lightning Labs e adoção por exchanges reguladas.


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Torres de mineração cibernéticas rachando com placas 87K e 64K, representando crise de custos superando preço do Bitcoin nos mineradores

Mineradores em Crise: Custo do BTC Supera US$ 87 Mil

Os dados da Checkonchain indicam que o custo médio de produção de um Bitcoin alcançou US$ 87 mil, enquanto o preço de mercado opera em torno de US$ 64 mil — uma discrepância de aproximadamente 26%. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 338.090, com variação de -11,73% em 24 horas. Essa margem negativa pressiona os mineradores, que enfrentam despesas operacionais acima das receitas.


Custo de Produção e Ponto de Equilíbrio

Os números revelam um cenário de prejuízo operacional para a maioria dos mineradores. O custo de US$ 87 mil por BTC é estimado via regressão de dificuldade da rede, métrica que correlaciona o hashrate com despesas energéticas e de hardware. Historicamente, quando o preço desacopla abaixo desse nível em cerca de 20%, como observado em ciclos de baixa de 2019 e 2022, inicia-se uma fase de consolidação setorial.

Atualmente, com o BTC em US$ 63.970 (bid via cotações em tempo real), o gap ampliou para além de US$ 23 mil. Mineradores eficientes, com custos abaixo de US$ 50 mil, mantêm operações, mas os menos competitivos acumulam perdas. Essa dinâmica força decisões como desligamento de rigs ou renegociação de contratos de energia.

Queda no Hashrate e Capitulação Inicial

O hashrate da rede Bitcoin registrou queda de 20% em relação aos picos de outubro, sinalizando que máquinas menos rentáveis foram desativadas. Apesar de uma estabilização recente, a métrica permanece 8-10% abaixo da média móvel de 200 dias, indicando estresse persistente.

Empresas de mineração listadas enfrentam pressão financeira: receitas de block rewards e fees não cobrem despesas. Com o halving de 2024 reduzindo rewards pela metade, o break-even subiu substancialmente. Dados on-chain mostram aumento nas transferências de BTC de carteiras de mineradores para exchanges, um indicador clássico de capitulação.

Pressão de Venda e Implicações de Mercado

A liquidação de reservas por mineradores adiciona fluxo vendedor ao mercado. Para cobrir dívidas e custos operacionais, companhias despejam BTC acumulado, exacerbando a tendência de baixa. Em ciclos passados, essa capitulação coincidiu com fundos de preço, mas o timing exato depende de fatores macro, como taxas de juros e adoção institucional.

No Brasil, o equivalente em reais agrava o quadro: custo estimado em cerca de R$ 458 mil (US$ 87 mil a R$ 5,27/USD) versus preço atual de R$ 338 mil. Mineradores locais, dependentes de energia hidrelétrica, monitoram variações cambiais que impactam importação de ASICs.

Níveis Técnicos a Observar

Os dados sugerem monitoramento de suportes em US$ 60-63 mil, onde capitulação pode intensificar, e resistências em US$ 70-75 mil para recuperação. Métricas como net unrealized profit/loss (NUPL) e fluxo dos mineradores indicam purging em curso. A convergência preço-custo histórico marca turning points, mas requer estabilização macroeconômica.

Investidores atentos aos relatórios de empresas como Marathon Digital e Riot Platforms, que divulgam métricas de eficiência pós-halving.


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Balança cartoon com cristal Bitcoin superando pilha de ouro, banqueiro estilizado surpreso, ilustrando análise do JPMorgan sobre superioridade do BTC

JPMorgan: Bitcoin Mais Atraente que Ouro em Longo Prazo

Imagine o maior banco do mundo, o JPMorgan, dizendo que o Bitcoin está se tornando mais atraente que o ouro como investimento de longo prazo, mesmo com o BTC em queda acentuada. Em uma análise recente, os analistas destacam que a volatilidade relativa do Bitcoin em relação ao ouro atingiu mínimas históricas. Isso significa que, ajustado pelo risco, o BTC oferece mais potencial. Para iniciantes, essa é uma oportunidade para entender por que o Bitcoin é chamado de ‘ouro digital’. Vamos aprender juntos!


O Que o JPMorgan Está Dizendo?

Em outras palavras, o JPMorgan compara o Bitcoin e o ouro como reservas de valor. Pense assim: o ouro subiu cerca de 60% em 2025, impulsionado por bancos centrais e demanda por segurança. Já o Bitcoin, que atingiu picos acima de US$ 126 mil em outubro, caiu quase 50%, chegando a US$ 65 mil recentemente. Mas aqui vai o ponto-chave: a volatilidade do ouro — que é como o preço oscila — aumentou, enquanto a do Bitcoin se estabilizou em relação a ela.

Isso significa que o ‘risco ajustado’ do Bitcoin melhorou. O ratio de volatilidade Bitcoin/ouro caiu para 1,5, o menor da história. Em termos simples, para equiparar o investimento privado no ouro, ajustado por essa volatilidade, o Bitcoin precisaria valer cerca de US$ 266 mil. Não é uma previsão imediata, mas mostra o potencial de longo prazo, segundo o estrategista Nikolaos Panigirtzoglou.

Por Que Bitcoin é o ‘Ouro Digital’?

Vamos descomplicar: o ouro é escasso na natureza, usado há milênios como reserva de valor. Mas minerar e transportar ouro é caro e lento — imagine levar barras de ouro no avião! O Bitcoin, por outro lado, tem escassez programada: só existirão 21 milhões de unidades para sempre. Isso é como uma lei da física digital, sem governos imprimindo mais.

Em outras palavras, enquanto o ouro tem suprimento teoricamente infinito (novas minas), o BTC é finito. Além disso, é divisível (você pode ter frações de um satoshi, a menor unidade), portátil (envie pelo celular globalmente) e verificável (blockchain pública). Para o brasileiro, pense no ouro como a poupança da vovó: segura, mas o Bitcoin é como uma poupança digital moderna, acessível 24/7 via apps de exchanges.

Hoje, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em torno de R$ 335.842, com variação de -12,36% em 24h. Já o ouro está cotado a cerca de R$ 25.336 por onça, mostrando a convergência.

O Contexto da Queda Atual

A queda do Bitcoin para abaixo do custo de produção estimado em US$ 87 mil é dolorosa, mas histórica: quatro meses seguidos de baixa, não visto desde antes da pandemia. ETFs de Bitcoin nos EUA tiveram saídas de bilhões, mas liquidações foram moderadas. Isso pode eliminar mineradores ineficientes, baixando custos da rede — um mecanismo de autodefesa.

Pense assim: é como uma promoção em uma loja confiável. O JPMorgan vê isso como momento em que o risco ajustado favorece o BTC. Para iniciantes, quedas são normais no caminho de valorização de longo prazo.

O Que Isso Significa Para Você?

Se você é novo, saia daqui entendendo: o Bitcoin não é só especulação; é uma reserva de valor moderna, endossada até por bancos gigantes. Monitore a volatilidade e escassez — são as chaves. Compre em exchanges seguras, estude e invista o que pode perder. Essa visão do JPMorgan encoraja: a queda pode ser sua chance de entrar no ‘ouro digital’. Parabéns por aprender isso hoje!


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Avalanche vermelha derrubando montanha dourada de ganhos com executivo Gemini cartoon caindo, simbolizando crash do Bitcoin e liquidações bilionárias

Crash do Bitcoin: Ganhos de 2021 Apagados em Liquidação de US$ 1,4 Bi

📊 BOLETIM CRIPTO | 05/02/2026 | NOITE

O mercado de criptomoedas enfrenta um de seus momentos mais críticos na história recente, com o Bitcoin rompendo suportes históricos e desencadeando um efeito cascata que já eliminou bilhões em valor de mercado. O crash, que levou o BTC abaixo da marca de US$ 67 mil, marca um “reset” abrupto impulsionado por liquidações recordes que superam US$ 1,4 bilhão em apenas 24 horas. Este movimento, agravado por saídas massivas de capital institucional via ETFs, testa a resiliência de grandes players e plataformas. Enquanto exchanges como a Gemini anunciam cortes drásticos para sobreviver ao downturn, o sentimento de pânico atinge níveis extremos, afetando desde altcoins como o XRP até a confiança física dos investidores em meio ao aumento de ataques violentos. O viés de baixa forte prevalece neste cenário de capitulação.


🔥 Destaque: Crash do Bitcoin apaga ganhos históricos

O Bitcoin registrou uma queda violenta nesta quinta-feira (5), rompendo a barreira psicológica de US$ 67.000 e eliminando virtualmente todos os ganhos acumulados desde o final de 2021. Este movimento não foi apenas uma correção técnica, mas um evento de desalavancagem massiva. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 337.368,08, apresentando uma desvalorização de 12,06% nas últimas 24 horas no mercado brasileiro.

O epicentro do terremoto financeiro reside no mercado de derivativos. Mais de US$ 1,4 bilhão em posições foram liquidadas no último dia, forçando uma espiral vendedora que não poupou as principais altcoins. O Ethereum (ETH) rompeu o suporte crítico de US$ 2.000, enquanto Solana e XRP enfrentam perdas de dois dígitos, refletindo um estado de pânico generalizado que se espalhou para os mercados tradicionais, afetando inclusive o S&P 500 e a Nasdaq.

Para investidores institucionais, o cenário é de forte pressão. Os ETFs de Bitcoin nos Estados Unidos registraram saídas líquidas de US$ 800 milhões em apenas dois dias, sinalizando uma fuga de capital para a segurança (flight to safety). A MicroStrategy, maior detentora corporativa de BTC, enfrenta agora perdas não realizadas na casa dos bilhões, o que aumenta a apreensão sobre a sustentabilidade das estratégias de tesouraria baseadas em criptoativos.

O que monitorar agora é o suporte na região de US$ 65.000. Uma falha em sustentar esse nível poderia abrir espaço para testes ainda mais profundos, embora a intensidade das liquidações sugira que o mercado possa estar se aproximando de um estágio de exaustão vendedora, conhecido como capitulação.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento atual é de medo extremo, com o índice de Fear & Greed despencando para a marca de 11. Este é um nível raramente visto, indicando que a emoção está sobrepujando a análise racional no curto prazo. O viés de baixa é alimentado não apenas pela queda de preços, mas por uma fraqueza estrutural no ecossistema CeFi. A reestruturação da Gemini, que cortou 25% de sua força de trabalho e abandonou mercados na Europa e Austrália, é um sintoma claro de que as receitas de negociação entraram em colapso.

A correlação com o cenário macroeconômico também pesou. Em um dia de aversão ao risco global, investidores desfizeram posições em ativos de risco e até em metais preciosos. No Brasil, o Dólar (USDBRL) apresentou alta, sendo negociado a R$ 5,27, o que atua como um hedge parcial para o investidor local, embora a queda nominal das criptomoedas supere amplamente a variação cambial. A dominância do Bitcoin tende a crescer neste contexto, à medida que o capital foge de altcoins mais voláteis para o ativo mais líquido do setor.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Liquidações em Cascata: O excesso de alavancagem em contratos futuros permanece como o maior risco imediato. Se o Bitcoin cair abaixo de US$ 65 mil, novos gatilhos de stop-loss podem gerar uma nova onda de vendas forçadas de US$ 1,3 bi ou mais.
  • Saídas Institucionais: A sequência de saídas nos ETFs indica que o capital profissional está migrando para ativos menos voláteis. Se essa tendência persistir, a liquidez do mercado spot continuará a secar.
  • Erosão da Confiança em CeFi: Demissões em grandes exchanges como a Gemini sinalizam dificuldades operacionais que podem levar a corridas bancárias (bank runs) em plataformas menores ou menos capitalizadas.
  • Segurança Física (Wrench Attacks): O aumento de 75% em roubos físicos de cripto, como o recente caso de US$ 4,3 milhões em Londres, destaca a necessidade urgente de investir em anonimato e custódia segura.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Capitulação Técnica: O volume recorde de liquidações e o medo extremo (11) historicamente precedem rebotes técnicos. Para o investidor de longo prazo, este pode ser um ponto de entrada estrategicamente interessante.
  • Mercados de Predição e Staking: Enquanto o trading spot sofre, áreas como mercados de predição na Gemini e receitas de staking da BitMine (US$ 200 mi/ano) mostram resiliência e novas fontes de fluxo de caixa em mercados de baixa.
  • Altcoins em Sobrevenda: Projetos como o XRP, que liderou as quedas com 17% de desvalorização diária, podem oferecer oportunidades de recuperação assimétrica caso o Bitcoin encontre estabilidade nos níveis atuais.

📰 Principais Notícias do Período

1. Bitcoin desaba para US$ 67k e apaga ganhos de três anos
A queda de 8% rompeu o pico histórico de 2021 em US$ 69.000, gerando um efeito dominó que liquidou US$ 1,4 bilhão em posições. O movimento ecoa o reset de mercado visto em 2022.

2. Gemini demite 25% e encerra operações internacionais
A exchange dos irmãos Winklevoss pivotou para o mercado dos EUA e IA, abandonando o Reino Unido e a UE. Suas ações acumulam 80% de queda desde o IPO.

3. Mais de 300 mil traders liquidados no crash do Bitcoin
A CoinGlass reportou que US$ 1,3 bilhão foram drenados em apenas 24 horas. O Ethereum perdeu o suporte de US$ 2.000, atingindo mínimas não vistas desde abril do ano passado.

4. XRP lidera perdas globais com queda de 17%
O ativo da Ripple liderou as baixas entre as 100 maiores criptos, sendo negociado a US$ 1,25. A empresa Evernorth já acumula prejuízo não realizado de US$ 446 milhões em suas posses de XRP.

5. BitMine registra perda colossal de US$ 8 bilhões em ETH
Apesar da perda astronômica, a empresa mantém a estratégia de acumulação. Com 3,55% do suprimento de ETH, a BitMine confia na receita de staking para atravessar o crypto winter.

6. Vitalik Buterin vende US$ 6,6 mi em ETH e eleva pressão
O cofundador do Ethereum realizou swaps fragmentados em meio à queda de 5% da moeda. Embora os fundos se destinem a tecnologias de privacidade, o timing gerou FUD extra no mercado.

7. Adolescentes são presos após roubo físico de US$ 4,3M em cripto
O crime no Reino Unido destaca a tendência crescente de wrench attacks em 2025. Perdas por roubos físicos saltaram para US$ 41 milhões este ano, forçando investidores a repensarem a segurança pessoal.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxos de ETFs: Dados da primeira semana de fevereiro mostrarão se os institucionais voltarão a comprar o “dip” ou se as saídas persistirão.
  • Suporte de US$ 65.000: Este é o nível de Fibonacci e suporte psicológico crucial. Uma quebra aqui pode redefinir o mercado para um bear market prolongado.
  • Earnings da MicroStrategy: Resultados corporativos podem acalmar ou incendiar os medos sobre o contágio institucional das perdas de Bitcoin.
  • Funding Rates: Taxas de financiamento persistentemente negativas indicam que o pessimismo está saturado, o que frequentemente precede reversões.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 12 a 48 horas, a expectativa é de alta volatilidade e pressão vendedora contínua enquanto o mercado digere as liquidações massivas de hoje. O viés de baixa forte é sustentado pelo enfraquecimento das estruturas institucionais (Gemini) e pelos outflows recordes em ETFs. No entanto, o atingimento da categoria de “Medo Extremo” (11) costuma marcar o fundo técnico do mercado por exaustão de vendedores. É provável que vejamos tentativas de recuperação em torno do suporte de US$ 67 mil, mas o cenário permanece frágil e dependente de sinais do mercado macroeconômico. Investidores devem evitar o uso de alavancagem e focar em reforçar suas práticas de OPSEC, considerando o aumento dos riscos físicos de custódia. A paciência deve ser a regra, priorizando a preservação de capital até que os indicadores de fluxo de capital (ETFs) voltem ao campo positivo.


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Monolito dourado rachado caindo com torres tech cinzentas, simbolizando falha do Bitcoin como ouro digital em crash sincronizado com NYSE

Cripto Perde US$ 467 Bi: Bitcoin Falha como Ouro Digital?

O mercado de criptomoedas perdeu US$ 467,6 bilhões em valor de mercado em apenas uma semana, com o Bitcoin despencando para a mínima de 15 meses em US$ 72.877. Um crash de software na NYSE agravou a venda generalizada, arrastando o BTC abaixo de US$ 71 mil. A história mostra que, em momentos de estresse técnico no mercado tradicional, o Bitcoin sangra junto — será o fim da tese de ‘ouro digital’ como porto seguro?


Perda Bilionária e Queda do Bitcoin

A correção foi liderada pelo Bitcoin, que acumulou queda de 13% no ano e 39% desde o pico de US$ 126 mil em outubro. Segundo o Portal do Bitcoin, o ativo tocou US$ 72.877 na terça-feira, refletindo aversão ao risco global. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 376.050, com variação de -5,75% em 24 horas.

O sentimento na Ásia é de cautela extrema, com analistas como Rachael Lucas, da BTC Markets, alertando para um ‘medo extremo’ após a quebra do suporte de US$ 73 mil. Mais de 22% da oferta circulante de Bitcoin está em prejuízo, o que pode intensificar a pressão vendedora ou sinalizar capitulação.

Crash na NYSE e Efeito Dominó nas Criptos

O gatilho imediato veio do colapso no setor de software da NYSE, onde o S&P 500 Software Index perdeu quase 4% na terça e mais 0,73% na quarta, evaporando US$ 830 bilhões desde 28 de janeiro. Tensões com IA, como avanços da Anthropic Claude, e decepções de NVIDIA, Alphabet e Qualcomm alimentaram a incerteza.

Esse abalo técnico se espalhou para as criptomoedas, com BTC caindo 8% em 24 horas e Ethereum abaixo de US$ 2.100 — cotado a cerca de R$ 11.200 com o dólar em R$ 5,24. O mercado está ignorando a narrativa de descorrelação: criptos caem em sincronia com techs tradicionais.

Dúvidas Sobre o ‘Ouro Digital’

A tese de Bitcoin como hedge contra riscos sistêmicos ruí sob escrutínio. Michael Burry, de ‘A Grande Aposta’, chama o BTC de ativo especulativo que falha em proteger ouro e prata. Michael Novogratz, da Galaxy Digital, nota que a fé inabalável em HODL enfraqueceu, abrindo vendas. A história mostra que, em crises como 2018 e 2022, o BTC amplifica quedas do risco.

Tensões geopolíticas EUA-Irã impulsionaram ouro e prata, mas não o BTC. ETFs de Bitcoin têm fluxos próximos de zero, e opções precificam mais proteção. Cuidado com a exuberância: correlações crescentes com Wall Street expõem fragilidades.

O Que Monitorar Agora

Para investidores, o quadro geral sugere cautela. Ciclos passados ensinam que sobreviver à baixa é prioridade. Fluxos de ETFs, suportes técnicos em US$ 70 mil e decisões do Fed sobre juros serão chave. O mercado pode estabilizar, mas ignora riscos macro a seu próprio perigo. Proteja o capital enquanto o pó assenta.


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Névoa vermelha de FUD dissipando-se ao redor de núcleo dourado BTC intacto contra partículas quânticas, desmentindo riscos à rede Bitcoin

Galaxy Digital Desmente FUD: Venda de US$ 9 Bilhões Não Foi por Risco Quântico

A Galaxy Digital desmentiu especulações de que uma venda de US$ 9 bilhões em Bitcoin executada por um cliente rico tenha sido motivada por preocupações com a resistência quântica da criptomoeda. A rumorologia surgiu após a divulgação dos resultados trimestrais da gestora, mas Alex Thorn, head de research, esclareceu publicamente que a transação não está relacionada a riscos quânticos. Os dados mostram que o FUD em torno desse tema carece de base técnica imediata.


Detalhes da Transação e Posicionamento da Galaxy

Durante a call de resultados do quarto trimestre de 2025, a Galaxy Digital reportou um prejuízo líquido de US$ 482 milhões no período e US$ 241 milhões no ano completo. Foi nesse contexto que surgiu menção a um cliente “preocupado com a resistência quântica do BTC”, interpretado por parte da comunidade como motivação para a venda massiva de Bitcoin.

Alex Thorn rebateu via X (antigo Twitter), afirmando explicitamente que a operação de US$ 9 bilhões não decorreu de temores quânticos. Os números da transação, executada em nome do cliente, refletem movimentações de baleias comuns no mercado, sem indícios de pânico específico. No momento da redação, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 376.612,71, com variação de -5,55% nas últimas 24 horas e volume de 690 BTC.

O Risco Quântico: Análise Técnica e Horizonte Temporal

Os dados mostram que preocupações com computação quântica afetando o Bitcoin remontam anos, centradas na vulnerabilidade de assinaturas ECDSA ao algoritmo de Shor. No entanto, computadores quânticos viáveis exigem milhões de qubits lógicos estáveis, tecnologia ausente atualmente — os maiores protótipos operam com centenas de qubits físicos ruidosos.

Adam Back, CEO da Blockstream, estima que a ameaça prática leve de 20 a 40 anos. Propostas como a BIP-360 visam introduzir assinaturas pós-quânticas via Taproot, permitindo migração gradual sem hard fork. Os indicadores técnicos atuais do BTC, como suporte em US$ 74.000 testado recentemente, não evidenciam impacto quântico no preço.

Desempenho da Galaxy e Dinâmica de Mercado

A Galaxy enfrentou desafios em 2025, com o prejuízo anual refletindo volatilidade geral do mercado cripto. Mike Novogratz, CEO, comentou em entrevista à Bloomberg que o fundo pode estar próximo do bottom, citando quedas recentes do Bitcoin abaixo de US$ 74.000. Volumes de negociação e médias móveis de 50 e 200 dias sugerem consolidação, sem rompimento de baixa prolongada.

Níveis a observar incluem resistência em US$ 80.000 e suporte em US$ 70.000, baseados em padrões históricos. A transação da baleia representa cerca de 0,1% do supply circulante do BTC, impacto diluído em um mercado de US$ 1,4 trilhão.

Regulação e Próximos Passos no Mercado

O avanço do CLARITY Act nos EUA emerge como catalisador potencial. A proposta delineia jurisdições entre SEC e CFTC para ativos cripto, com discussões recentes envolvendo stablecoins e DeFi. Reuniões na Casa Branca com participantes do setor indicam progresso, podendo estabilizar o ambiente regulatório.

Investidores devem monitorar atualizações legislativas e indicadores on-chain, como fluxos de exchanges e endereços ativos. Os dados atuais não sustentam narrativas de colapso quântico iminente, reforçando a resiliência técnica do Bitcoin.


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Secretário cartoon barrando personagem Bitcoin diante de cofre de ouro, contrastando lobby republicano em audiência do Tesouro dos EUA

Tesouro dos EUA Nega Resgate ao Bitcoin em Audiência no Congresso

O Secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou em audiência no Congresso que o governo federal não possui autoridade legal para resgatar o Bitcoin em cenários de crise de mercado. A declaração, proferida durante sessão da House Financial Services Committee, reforça a postura de não intervenção governamental direta, jogando água fria nas expectativas de uma reserva estratégica oficial iminente. Legisladores democratas questionaram o uso de fundos públicos, enquanto o Bitcoin despencava quase 8% em 24 horas, para cerca de US$ 71 mil.


Confronto na Audiência: Sem Autoridade para Bailout

O congressista Brad Sherman (D-CA) pressionou Bessent sobre a possibilidade de o Tesouro ou o Financial Stability Oversight Council (FSOC) utilizarem recursos de contribuintes para sustentar o preço do Bitcoin em quedas de mercado. Bessent foi categórico: “Eu, como Secretário do Tesouro, não tenho essa autoridade, nem como presidente do FSOC”. Ele esclareceu que o governo retém Bitcoins apreendidos em ações judiciais — atualmente avaliados em mais de US$ 15 bilhões, vindos de uma apreensão inicial de US$ 500 milhões —, mas não pode obrigar bancos a comprar o ativo ou investir impostos federais em criptomoedas.

Essa posição contrasta com intervenções históricas em crises financeiras tradicionais, destacando a visão do Tesouro de que o Bitcoin permanece fora do escopo de resgates estatais. Autoridades americanas enfatizam que o ativo digital opera em um ecossistema privado, sem garantias implícitas de suporte governamental.

Lobby Republicano: Reservas de Ouro para Bitcoin?

Enquanto Bessent fecha portas para compras diretas, senadores republicanos como Cynthia Lummis defendem uma reserva estratégica de Bitcoin financiada por reservas de ouro. Lummis argumenta que o executivo poderia agir sob autoridade existente, posicionando os EUA como líder global em criptoativos. Críticos como Peter Schiff contrapõem, alertando que tal foco desviaria recursos de infraestrutura real, beneficiando rivais como a China, que prioriza manufatura e ouro físico.

Essa divisão partidária reflete tensões geopolíticas: democratas veem riscos fiscais, enquanto republicanos enxergam o Bitcoin como ferramenta contra inflação e sanções internacionais. Para investidores brasileiros, isso sinaliza volatilidade regulatória em Washington, impactando fluxos globais de capital.

World Liberty Financial e Tensões Adicionais

A audiência também expôs controvérsias em torno da World Liberty Financial, projeto cripto ligado à família Trump. O Rep. Gregory Meeks (D-NY) exigiu escrutínio extra sobre pedidos de licenças bancárias da empresa, citando laços com investidores dos Emirados Árabes Unidos e potenciais conflitos de interesse. Bessent defendeu a independência do Office of the Comptroller of the Currency (OCC), levando a um embate acalorado. Essa dinâmica ilustra como cripto se entrelaça com política interna americana, influenciando percepções globais de regulação.

Em escala internacional, decisões em Washington ecoam em Brasília: enquanto o Brasil debate tributação de cripto, a ausência de suporte oficial nos EUA reforça a necessidade de estratégias privadas de diversificação.

Impacto no Mercado e Perspectivas Globais

O Bitcoin opera a R$ 375.150,55, segundo o Cointrader Monitor, com variação de -5,84% em 24 horas — reflexo direto da incerteza regulatória. O dólar a R$ 5,24 amplifica perdas em reais para holders brasileiros. Investidores globais monitoram se o lobby GOP avançará, mas a mensagem clara de Bessent é de autonomia: o Bitcoin segue por conta própria, sem rede de segurança estatal.

Essa postura americana contrasta com nações como El Salvador, que adotam BTC como reserva, e China, que restringe. Para o público brasileiro, vale acompanhar como essas dinâmicas afetam exchanges locais e fluxos de remessas.


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Onda vermelha colossal quebrando rede geométrica cyan de posições alavancadas, simbolizando US$ 840 mi em liquidações após queda do Bitcoin

Massacre Cripto: US$ 840 Milhões em Liquidações Após Queda do Bitcoin

O massacre dos comprados evaporou quase US$ 1 bilhão em 24 horas, com o Bitcoin rompendo suportes de janeiro e caindo mais de 7% para perto de US$ 70.100. Dados da CoinGlass registram US$ 839,5 milhões em liquidações, afetando 172.826 traders, majoritariamente comprados em BTC e ETH. A pressão vendedora em massa acelerou após quebras sucessivas em US$ 75.000 e US$ 73.000, resetando o mercado de derivativos.


Situação Atual do Mercado

Os dados mostram o Bitcoin negociando a US$ 70.582 no momento da apuração, após tocar US$ 70.140 — o patamar mais baixo desde novembro de 2024. A capitalização total do mercado cripto encolheu 6,8% para US$ 2,49 trilhões em um dia, com perdas acumuladas de US$ 900 bilhões nos últimos 22 dias. Liquidações totalizaram US$ 775 milhões em outra métrica, concentradas em posições alavancadas compradas.

Quase US$ 700 milhões vieram de comprados em Bitcoin e Ethereum, liquidados em clusters nas exchanges Binance, Bybit e Hyperliquid. Shorts representaram volume menor, confirmando que a cascata foi impulsionada por otimismo excessivo, não por reversão de vendidos.

Contexto Técnico da Queda

O rompimento confirmou quebra técnica dos ranges de janeiro, que sustentavam preços acima de US$ 73.000. A média móvel de 50 dias atuou como resistência dinâmica, enquanto o RSI diário caiu para 35, zona de sobrevenda moderada. Open interest em perpétuos BTC chegou a picos insustentáveis na semana anterior, com leverage ratio acima de 0,15 — níveis historicamente propensos a correções.

A limpeza removeu posições alavancadas em até 100x, reduzindo o OI em cerca de 20%. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 376.201,92 às 07:01 de hoje, com variação de -5,62% em 24 horas e volume de 684 BTC. Em dólares, o par BTC-USD registra US$ 71.541 (bid), alinhado à mínima de US$ 70.195.

Impacto em Altcoins e Derivativos

Altcoins amplificaram as perdas: Ethereum caiu 7,4% para US$ 2.097; XRP, 9% para US$ 1,44; Solana, 6%; Cardano, 5%; BNB, 9%. Memecoins como Dogecoin e Shiba Inu recuaram 3-5%. A venda generalizada reflete correlação alta em risk-off, com stablecoins como USDT sob escrutínio leve.

No derivativos, o desmonte de comprados forçou vendas forçadas, criando loop de downside. Volumes de liquidação em Binance dominaram, com picos às 04h UTC. O reset de alavancagem sugere estabilização, mas open interest ainda elevado em US$ 28 bilhões para BTC perpétuos indica potencial para mais dor se suportes falharem.

Níveis Técnicos a Monitorar

Suportes imediatos estão em US$ 70.000 (psicológico e mínima de novembro) e US$ 68.500 (200 EMA semanal). Resistências em US$ 73.000 e US$ 75.000 definem recuperação. Volume spot subiu 15% durante a queda, sinalizando absorção por holders, enquanto funding rates negativos (-0,01%) indicam dominância de shorts temporária.

Os dados sugerem que a limpeza removeu excesso de alavancagem, potencialmente pavimentando consolidação. Traders devem observar o OI e RSI semanal para sinais de reversão, sem implicar direção única. Dólar em R$ 5,24 pressiona ativos em BRL.


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Sequência de dominós cartoon caindo: lingote prata com 17% derruba mercados até Bitcoin, figura alerta risco de liquidações

Efeito Dominó: Prata Despenca 17% e Burry Alerta Risco no Bitcoin

A queda de 17% na prata em 24 horas reacendeu um padrão de liquidações que já superaram as de Bitcoin, conforme reportado pelo CoinDesk. O movimento, ocorrido em meio a baixa liquidez e posições especulativas elevadas, arrastou ouro e cobre para baixo. Michael Burry, gestor do ‘Big Short’, alertou para um ‘espiral de morte colateral’, onde perdas em criptoativos forçam vendas de metais tokenizados. Isso importa para investidores brasileiros, pois expõe riscos de contágio entre commodities e cripto.


Detalhes da Queda na Prata

Os dados mostram que a prata spot (XAG-USD) despencou para US$ 78,46, uma variação de -12,32% nas últimas 24 horas, com mínima de US$ 73,61 e máxima de US$ 90,34. No Brasil, o preço em reais atingiu R$ 411,47 (-12,34%), refletindo a volatilidade global. Plataformas tokenizadas como Hyperliquid registraram liquidações de US$ 16,82 milhões em posições longas de XYZ:SILVER, ampliando o sell-off.

Essa retração apaga o rebote de dois dias após a rota histórica da semana passada. A baixa liquidez e o posicionamento especulativo pesado explicam a magnitude: traders apostaram em recuperação, mas a volatilidade os forçou a sair abruptamente.

Alerta de Michael Burry e Espiral Colateral

Michael Burry identificou um ciclo vicioso: collateral em criptoativos cai, acionando chamadas de margem que obrigam vendas de metais tokenizados. No Hyperliquid, liquidações de prata superaram as de Bitcoin temporariamente, invertendo o ‘leaderboard’ de unwinds. Burry destacou que instituições com posições lucrativas em metais podem ser forçadas a liquidar devido a perdas em BTC.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 375.820,24, com variação de -5,69% em 24h e volume de 684 BTC. Em USD, BTC está em US$ 71.536 (-2,25%), enquanto prata confirma o descolamento negativo.

Correlação Histórica e Padrões Recorrentes

Dados dos últimos 30 dias revelam volatilidade extrema na prata: de picos acima de US$ 118 para mínimas de US$ 70, com variações diárias de até -27%. Em 5 de fevereiro, a queda de 12,4% ecoa eventos passados onde liquidações em commodities pressionaram cripto. Historicamente, quando metais caem mais de 10%, BTC registra recuos médios de 3-5% em 48h, devido a sobreposições em portfólios alavancados.

Análise técnica indica suporte em US$ 73 para XAG-USD; rompimento pode testar US$ 70. Para BTC, suporte em US$ 70.000. O RSI da prata está em zona de sobrevenda (abaixo de 30), sugerindo possível recuo técnico, mas o volume de liquidações mantém risco de downside adicional.

Implicações para Investidores em Cripto

Os números sugerem contágio: perdas em commodities levam a liquidações cruzadas em cripto para cobrir margens. Traders com exposição mista devem monitorar níveis de suporte em prata (US$ 78 / R$ 411) e BTC (R$ 375.000 / US$ 71.000). Indicadores como volume 24h (684 BTC no Brasil) e variação apontam cautela; volatilidade pode persistir com expectativas de Fed e posicionamento especulativo.

Vale observar o indicador de liquidações em plataformas como Hyperliquid e Coinglass para sinais precoces de pressão adicional.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Executivo cartoon preocupado com pilha de Bitcoin submersa em tinta vermelha abaixo da marca 76K, simbolizando prejuízo na tesouraria da Strategy

Bitcoin Abaixo do Custo Médio: Strategy Entra no Vermelho?

O Bitcoin caiu abaixo do custo médio de aquisição da Strategy, de US$ 76.052 por unidade, sendo negociado em torno de US$ 73.081 na quinta-feira (5). A maior detentora corporativa de BTC, com 713.502 unidades em tesouraria, enfrenta prejuízo não realizado em suas reservas. O múltiplo sobre valor patrimonial líquido (mNAV) está em 1,08, enquanto as ações MSTR acumulam queda de 75% desde novembro de 2024. Os dados mostram pressão crescente sobre a estratégia de Michael Saylor.


Situação Atual da Tesouraria

Os dados indicam que o preço spot do Bitcoin está 4% abaixo do custo médio ponderado de aquisição da Strategy, calculado em US$ 76.052. Com 713.502 BTC em carteira, o valor de mercado das reservas é estimado em US$ 52 bilhões aos preços atuais, representando um deságio de aproximadamente US$ 2,1 bilhões em relação ao custo total de aquisição.

Segundo o mercado de previsão Myriad, a probabilidade de a empresa vender parte de suas reservas até o fim de 2026 subiu para 36%, ante 22% no início da semana. O mNAV, que compara o valor de mercado da empresa ao de suas holdings de BTC, permanece em 1,08, permitindo emissões de ações para novas compras, mas uma queda abaixo de 1 pode pausar essa estratégia.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin é cotado a R$ 376.498,63, com variação de -5,58% em 24 horas e volume de 684 BTC.

Desempenho das Ações MSTR

As ações da Strategy (MSTR) caíram para cerca de US$ 133, uma desvalorização de mais de 75% em relação ao pico de US$ 540 em novembro de 2024. Trata-se do oitavo mês consecutivo de queda, refletindo a correlação com o preço do Bitcoin, que acumula perdas de 3,6% em 24 horas, 17% na semana e 20% no mês, conforme CoinGecko.

A empresa mantém reserva de caixa de US$ 2,25 bilhões, suficiente para cobrir 30 meses de pagamentos de dividendos de ações preferenciais. A primeira tranche de títulos conversíveis vence apenas no início de 2027, adiando pressões imediatas de liquidação forçada.

Visão dos Analistas

Analistas mantêm ceticismo quanto a vendas imediatas. Nic Puckrin, do Coin Bureau, afirma que “a queda no preço do Bitcoin não muda nada para a Strategy”, destacando a preparação de Michael Saylor para mercados de baixa. Aurelie Barthere, da Nansen, nota que novas compras seriam dilutivas no curto prazo, dado que o preço spot está ao preço médio de 1.

Marcin Kazmierczak, da RedStone, enfatiza que qualquer venda refletiria preços oportunistas ou realocação de capital, não mudança na tese de acumulação de longo prazo. Recentemente, a empresa adicionou 855 BTC em 2 de fevereiro, reforçando compromisso.

Níveis Críticos a Monitorar

Os dados sugerem foco em níveis técnicos: mNAV abaixo de 1,0 poderia interromper compras via ATM offerings; suporte do Bitcoin em US$ 69.000 tem 72% de chance de teste, segundo o Myriad. Reserva de caixa cobre obrigações, mas persistência da queda pode elevar risco-retorno da alocação.

Investidores institucionais observam se a Strategy ajusta estratégia em relatório trimestral, mantendo viés de acumulação apesar do teste atual de fundamentos.


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Balança digital com bloco BTC afundando e saídas vermelhas contrastando influxos luminosos em prismas ETH e XRP, divergência em fluxos de ETFs

ETFs de XRP e Ether Atraem Capital enquanto Bitcoin Registra Saídas

Os ETFs de Bitcoin registraram saídas líquidas de US$ 272 milhões no segundo dia de fevereiro, com Fidelity FBTC liderando perdas de US$ 148,7 milhões. Em contraste, ETFs de Ether e XRP atraíram entradas de US$ 14 milhões e US$ 19,5 milhões, respectivamente. Essa divergência nos fluxos reflete apetite seletivo por altcoins, enquanto o Bitcoin cai para próximo de US$ 71 mil. Os dados sugerem possível rotação de capital no mercado cripto.


Detalhes dos Fluxos em ETFs

Os ETFs spot de Bitcoin enfrentaram pressão ampla, com US$ 272 milhões em saídas distribuídas entre os principais emissores. Fidelity FBTC registrou saídas de US$ 148,7 milhões, ARK 21Shares ARKB com US$ 62,5 milhões e Grayscale GBTC com US$ 56,6 milhões. Grayscale Bitcoin Mini Trust registrou US$ 33,8 milhões em saídas, seguido por Bitwise BITB (US$ 23,4 milhões) e outros. BlackRock IBIT foi exceção positiva, com entrada de US$ 60 milhões, mas insuficiente para compensar. Ativos líquidos totais caíram abaixo de US$ 100 bilhões, para US$ 97 bilhões, com volume negociado de US$ 8,59 bilhões.

Para Ether, BlackRock ETHA liderou as entradas com US$ 42,85 milhões, Grayscale Ether Mini Trust registrou US$ 19,12 milhões e ETHE US$ 8,25 milhões. Saídas em Fidelity FETH (US$ 54,84 milhões) resultaram em uma entrada líquida de US$ 14 milhões. Os ETFs de XRP registraram forte desempenho: Franklin XRPZ com US$ 12,13 milhões, Bitwise XRP com US$ 4,82 milhões e Grayscale GXRP com US$ 2,51 milhões, totalizando US$ 19,46 milhões. Solana também registrou entrada de US$ 1,24 milhão.

Sentimento Social Divergente pela Santiment

Os dados da Santiment revelam contraste no sentimento social. O índice Positive/Negative para XRP marca 2,19, 103% acima de Ethereum (1,08) e 173% sobre Bitcoin (0,80). Apesar de quedas semanais de 6,82% no XRP, 4,97% no BTC e 4,92% no ETH, traders de XRP mostram otimismo robusto. Analistas atribuem isso à resiliência dos holders de XRP à volatilidade, com fé nos fundamentos.

O Crypto Fear & Greed Index está em “extreme fear” com 12 pontos, o menor desde dezembro. Santiment sugere que esse pessimismo pode preceder um relief rally de curto prazo, à medida que disbelief de small traders favorece upside.

Preços Atuais e Contexto Técnico

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 376.226,52 (-5,61% em 24h). Ethereum em R$ 11.212,54 (-5,18%) e XRP a R$ 7,44 (-11,01%). Os dados mostram BTC testando suporte próximo de US$ 70.000, com médias móveis de 50 dias em queda. ETH e XRP exibem padrões de consolidação, com XRP acima de suporte em US$ 1,50.

Volume em ETFs de BTC elevado contrasta com seletividade em altcoins, indicando rotação interna em vez de saída total de capital.

Rotação de Ativos ou Ruído de Mercado?

Os fluxos apontam para rotação seletiva: capital sai de BTC para ETH e XRP, mantendo exposição cripto. Sentimento otimista no XRP diverge do medo geral, potencialmente sinalizando força relativa. Níveis a observar incluem BTC em US$ 70.000 (suporte chave), ETH próximo de US$ 2.100 e XRP acima de US$ 1,55. Volumes de ETF e open interest em derivatives merecem monitoramento para confirmar tendência.


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