Pêndulo colossal com núcleo Bitcoin oscilando entre calmaria cyan e tormenta vermelha, simbolizando volatilidade macro com Fed e riscos geopolíticos

Semana Volátil: Fed, Nvidia e Geopolítica no Radar do Bitcoin

A próxima semana promete ser a mais volátil de fevereiro para o Bitcoin, com discursos intensos de membros do Fed, o balanço da Nvidia e tensões geopolíticas entre EUA e Irã criando um ambiente de ‘esperar para ver’. Os dados mostram alta concentração de eventos macroeconômicos que podem alterar o fluxo de liquidez para ativos de risco como criptomoedas. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 353.420, com variação de -0,1% em 24h.


Discursos do Fed: Sinais de Política Monetária

Os dados do calendário macro indicam uma agenda densa para autoridades do Federal Reserve. Na segunda-feira (21h, horário de Brasília), o conselheiro Christopher Waller fala; na terça, seguem Goolsbee (Chicago Fed), Collins (Boston Fed), Bostic (Atlanta Fed) e mais intervenções de Waller e Lisa Cook sobre IA. Na quarta, Barkin e Collins em painel; quinta, Musalem (St. Louis Fed). Esses eventos ocorrem em meio a incertezas sobre tarifas de Trump e possível ação militar contra o Irã.

Para o mercado cripto, o foco está na tonalidade das falas. Declarações dovish, enfatizando fraqueza no emprego, podem sinalizar corte de juros antecipado, favorecendo influxo de liquidez para Bitcoin e altcoins. Por outro lado, menções a inflação persistente por tarifas reforçariam o ‘higher for longer‘, pressionando ativos de risco. Historicamente, clusters assim de speeches correlacionam com volatilidade de 2-5% no BTC em 48h.

Balanço da Nvidia: Proxy para Risco em Tech

Na quarta-feira, a Nvidia divulga resultados trimestrais, atuando como termômetro para apetite por risco em tecnologia. Com capitalização acima de US$ 3 trilhões, seu desempenho influencia o Nasdaq e, por extensão, o fluxo para criptoativos ligados a IA e compute, como tokens de infraestrutura blockchain.

Os números recentes mostram BTC-USD em torno de US$ 68.087 (equivalente a R$ 353.420 com dólar a R$ 5,18). Um balanço forte pode elevar o sentimento risk-on, com correlação observada de 0,75 entre NVDA e BTC nos últimos 30 dias. Resultados abaixo do esperado, porém, ampliariam sell-off em tech, impactando liquidez cripto negativamente.

Tensões Geopolíticas e Níveis de Suporte

As tensões EUA-Irã, somadas a tarifas incertas de Trump, elevam demanda por ativos safe-haven como dólar e ouro. Para o Bitcoin, isso complica sua narrativa de ‘ouro digital’: em cenários de escalada, observa-se saída de capital de risco para treasuries, com BTC testando suportes chave.

Níveis técnicos a monitorar incluem suporte imediato em US$ 65.000 (média móvel 50-dias) e secundário em US$ 62.000 (200-dias), caso geopolítica piore. Volumes em 24h somam 103 BTC no Brasil, sinalizando liquidez moderada. Dados de funding rates em exchanges mostram viés neutro, com mercado precificando volatilidade implícita elevada.

O Que Monitorar no Portfólio

Investidores devem priorizar gestão de risco: stops abaixo de suportes chave e exposição balanceada. Indicadores como RSI (atual ~45) sugerem neutralidade, mas VIX em alta correlaciona com dumps de 5-10% no BTC. A conjunção desses fatores reforça volatilidade como regra, demandando monitoramento em tempo real dos headlines.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo de mineradora cartoon diante de painel de holdings Bitcoin zerado com '0' destacado, ilustrando dilema de capitulação ou estratégia

Bitdeer Zera Reservas de Bitcoin: Capitulação ou Estratégia?

A mineradora Bitdeer Technologies zerou suas reservas corporativas de Bitcoin, vendendo 943,1 BTC das holdings existentes e os 189,8 BTC produzidos na semana. Os dados do relatório semanal indicam uma liquidação total, passando de 943,1 BTC em 13 de fevereiro para zero. Esse movimento, incomum entre mineradoras públicas, levanta questões sobre custos operacionais atuais e expectativas de preço no curto prazo. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 353.174,66 na manhã deste domingo, com variação de -0,09% em 24 horas.


Detalhes da Liquidação de Holdings

Os dados mostram que a Bitdeer manteve 943,1 BTC em reservas puras (excluindo depósitos de clientes) até 13 de fevereiro, vendendo apenas parte da produção semanal de 183,4 BTC. Na atualização mais recente, a empresa produziu 189,8 BTC e vendeu o total, acrescido das reservas existentes. Essa estratégia de venda total contrasta com a prática comum de retenção parcial para exposição à apreciação do preço do Bitcoin.

Mineradoras tipicamente liquidam frações da produção para cobrir custos com eletricidade, hosting e equipamentos. Zerando o caixa em BTC, a Bitdeer elimina exposição direta à volatilidade do ativo, priorizando liquidez em fiat ou outros usos.

Contexto de Custos e Pressão no Hashprice

Os números revelam pressão sobre margens: pós-halving de 2024, a dificuldade de mineração rebotou 15% recentemente, recuperando de outages invernais nos EUA. O hashprice — receita por terahash por dia — enfrenta declínio devido a maior eficiência e competição. Para a Bitdeer, fundada por Jihan Wu, a venda coincide com anúncio de captação de US$ 300 milhões via dívida conversível, visando expansão de data centers, AI cloud e hardware de mineração.

Essa manobra sugere que os custos operacionais atuais superam as expectativas de valorização imediata do BTC, com o preço em torno de US$ 68.000. Os dados indicam priorização de caixa para investimentos em infraestrutura sobre holdings especulativos.

Comparação com Outras Mineradoras

Diferente da Bitdeer, mineradoras como Riot Platforms e Marathon Digital mantêm estratégias de acúmulo parcial, apesar de vendas rotineiras. A Riot, por exemplo, reportou holdings significativos em relatórios recentes, equilibrando produção com tesouraria. Já MARA Holdings adquiriu 64% de uma firma de AI na França, sinalizando pivot híbrido. Empresas como HIVE, Hut 8 e IREN repurposeam facilities para computação de alta performance, diversificando receitas além do Bitcoin.

Os dados agregados mostram tendência setorial: de 30 GW de capacidade AI perseguida por mineradores para offsetar pressão no hashprice. A Bitdeer expande self-mining, usando rigs próprios em vez de vendas externas, mas a liquidação total destaca desalinhamento com pares que retêm BTC como reserva de valor.

Implicações para o Mercado e Níveis a Observar

A ação da Bitdeer pode sinalizar visão de baixa de curto prazo entre mineradores, com expectativas de preço abaixo dos breakeven costs — estimados em US$ 40.000-60.000 para operações eficientes. No entanto, sem declarações oficiais, os números falam por si: foco em liquidez sugere cautela com upside imediato.

Investidores devem monitorar a média móvel de 50 dias do BTC em US$ 65.000 como suporte chave e resistência em US$ 70.000. Vendas on-chain de mineradoras representam apenas 0,004% do suprimento circulante, com impacto limitado no preço spot, mas indicativo de sentimento operacional.


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Baleias cartoon contrastantes: uma expelindo Bitcoin sob pressão de venda recorde, outra acumulando Solana para staking, ilustrando Whale Ratio on-chain

Alerta Baleias: Pressão de Venda no BTC Atinge Pico de 11 Anos

Os dados on-chain revelam um contraste marcante no comportamento das baleias: o Whale Exchange Ratio do Bitcoin atingiu 0,64, o maior nível em 11 anos, indicando que depósitos de grandes detentores representam 64% dos inflows nas exchanges. Isso sugere elevada pressão de venda. Em paralelo, uma baleia dormente por 5 meses retirou 50.000 SOL (cerca de US$ 4,25 milhões) de Binance e Bybit para staking, sinalizando acúmulo na rede Solana. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 353.091, com variação de -0,26% em 24 horas.


O Que é o Whale Exchange Ratio?

O Whale Exchange Ratio, metricada pela CryptoQuant, mede a proporção de depósitos em exchanges realizados por baleias (endereços com mais de 1.000 BTC) em relação ao total de inflows. Um valor acima de 0,5 indica domínio dessas entidades nos fluxos de entrada, frequentemente associado a potencial pressão de venda, pois baleias tendem a liquidar posições em plataformas centralizadas.

Os dados mostram que esse indicador subiu para 0,64, nível não visto desde 2015. Paralelamente, o tamanho médio dos depósitos de BTC alcançou patamares de meados de 2022, durante o pico do último mercado de baixa. Isso reforça a influência de grandes investidores no suprimento disponível para negociação.

No contexto atual, com inflows totais de BTC nas exchanges caindo de 60.000 BTC no início de fevereiro para cerca de 23.000 BTC, a participação das baleias permanece elevada, sugerindo que o futuro do preço depende substancialmente desses participantes.

Pressão de Venda Elevada no Bitcoin

De acordo com o relatório da CryptoQuant de 20 de fevereiro de 2026, apesar da normalização dos inflows após o pico de capitulação inicial do mês, a atividade de baleias persiste. O preço do Bitcoin consolida abaixo de US$ 70.000, após mínima acima de US$ 61.000 no início de fevereiro, confirmando o início de uma fase de baixa.

Adicionalmente, saídas líquidas de stablecoins como USDT das exchanges caíram de US$ 616 milhões em novembro de 2025 para apenas US$ 27 milhões, ocasionalmente negativas. Isso aponta para redução no “pó seco” (marginal buying power), aumentando o risco de volatilidade descendente. O preço atual gira em torno de US$ 67.580, com ganho modesto de 1% nas últimas 24 horas.

Para investidores, vale monitorar níveis de suporte próximos a US$ 61.000 e resistência em US$ 70.000, onde decisões de baleias podem catalisar movimentos.

Acúmulo de Solana por Baleia Dormente

Em contraste com o Bitcoin, uma baleia inativa por 5 meses transferiu 50.000 SOL (aproximadamente US$ 4,25 milhões, ou R$ 22 milhões ao câmbio atual de R$ 441,40 por SOL) de Binance e Bybit para staking. Essa ação reduz a oferta circulante no curto prazo e pode gerar yields passivos.

Análises on-chain interpretam isso como parte de uma estratégia cíclica: acumulação em baixas, staking para rendimento e potencial unstake para venda em altas. Movimentos semelhantes ocorreram em ciclos passados, onde a baleia usou exchanges para liquidações oportunas. Essa rotação de capital destaca preferências por ativos de alto rendimento como Solana em meio à consolidação do BTC.

O comportamento sugere confiança de médio prazo na rede Solana, mas com risco de reversão se o mercado piorar.

Implicações e Níveis a Observar

O domínio das baleias no Bitcoin, combinado com distribuição de altcoins (depósitos médios subiram de 40.000 para 49.000 diários) e declínio em inflows de stablecoins, configura um cenário de risco para downside no mercado cripto. No entanto, o acúmulo em Solana indica rotação setorial possível.

Investidores devem acompanhar o Whale Exchange Ratio — quedas abaixo de 0,5 podem sinalizar alívio na pressão — e fluxos de stablecoins. No Bitcoin, observe a média móvel de 50 dias em torno de US$ 65.000 como suporte crítico. Dados on-chain continuam essenciais para navegar essa dinâmica.


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Pêndulo dourado de Bitcoin no ponto de inflexão após crash, com portal 75K luminoso no horizonte, sinalizando possível reversão técnica

Bitcoin em Inflexão: Crash Apaga Ganhos e Mira US$ 75 Mil

O mercado cripto retraíu quase todos os ganhos acumulados após as eleições americanas de 2024, com perda de cerca de 40% desde o pico de outubro de 2025. Total3 Market Cap caiu de US$ 1,19 trilhão para US$ 713 bilhões, enquanto o Bitcoin oscila em torno de US$ 68 mil após mínimo de US$ 60 mil. Apesar da pressão persistente de baleias, os dados indicam diminuição na venda geral, com setup técnico sugerindo inflexão para US$ 75 mil.


Retrace dos Ganhos Pós-Eleitorais

Os dados do Total3 Market Cap, excluindo Bitcoin e Ether, mostram alta de 91% logo após 5 de novembro de 2024, atingindo US$ 1,16 trilhão em dezembro. O indicador recuou para US$ 900 bilhões em janeiro de 2025, com breve recuperação para US$ 1,13 trilhão antes da posse de Donald Trump. Novo pico em outubro de 2025 foi interrompido por crash histórico, deixando o mercado nos níveis de novembro de 2024.

O Bitcoin perdeu mais de 50% do pico ao trough, caindo para US$ 60 mil, com recuperação limitada a US$ 68 mil. Ether retraiu 60% de seu ATH de quase US$ 5 mil em agosto de 2025. Fear & Greed Index marca 14, nível de extremo medo.

Pressão de Venda em Queda, Baleias Persistem

Os influxos de Bitcoin em exchanges centralizadas diminuíram de 60 mil BTC em 6 de fevereiro para média de 23 mil BTC nos últimos sete dias, segundo CryptoQuant. Essa moderação reduz a pressão vendedora geral, embora fluxos permaneçam elevados ante meses anteriores.

O Exchange Whale Ratio atingiu 0,64, maior desde 2015, com 64% dos depósitos vindos das 10 maiores entradas. Baleias continuam despejando, em meio à ‘grande redistribuição’ de 2025, com BTC caindo 46% de US$ 126.080 para US$ 67.582 recentemente.

Setup Técnico de Reversão Alcista

Análise no TradingView identifica Change of Character (CHoCH) em US$ 68 mil, mudando o caminho de menor resistência para cima. Preço consolida perto de US$ 65.200, absorvendo alavancagem varejista e preenchendo ordens institucionais. Alvo em US$ 75 mil, onde reside liquidez significativa.

Catalisadores incluem clareza regulatória via GENIUS Act e Digital Asset Market Clarity Act, estabilização da política monetária dos EUA e retorno de liquidez asiática pós-Ano Novo Lunar. Fear & Greed em 7 reflete medo extremo no varejo, contrastando com re-acumulação institucional.

Níveis Chave e Cotação Atual

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 353.017,67 às 06:20 de 22/02/2026, com variação de -0,09% em 24h e volume de 102,31 BTC. Dólar a R$ 5,18. Níveis a observar: suporte em US$ 65.200, resistência em US$ 75 mil. Os dados sugerem monitoramento de fluxos on-chain e indicadores de sentimento para confirmar inflexão.


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Cadinho purificando metal dourado com 28% gravado no lingote emergente, simbolizando desalavancagem de 28% fortalecendo o mercado Bitcoin

Reset Saudável: Bitcoin Remove 28% da Alavancagem e Fortalece Mercado

O mercado de derivativos do Bitcoin na Binance registrou uma redução de 28,5% na alavancagem, medida pelo Estimated Leverage Ratio (ELR), caindo de 0,1980 para 0,1414 após a queda de preço no início de fevereiro. Paralelamente, os funding rates em CEX e DEX indicam que o sentimento de baixa está diminuindo, apesar da oscilação atual em torno de US$ 67.950. Os dados sugerem um reset saudável, com menor risco de liquidações em cascata e estrutura de mercado mais resiliente para investidores de médio prazo.


O Conceito de Desalavancagem no Mercado de Bitcoin

A desalavancagem ocorre quando posições alavancadas excessivas são liquidadas, geralmente após movimentos adversos de preço. No caso do Bitcoin, a alta alavancagem prévia — com ELR acima de 0,19 — indicava risco elevado de volatilidade amplificada. Valores altos no ELR refletem open interest elevado em relação às reservas da exchange, tornando pequenas oscilações capazes de disparar liquidações em cadeia.

Os dados mostram que essa limpeza removeu o excesso de especulação, deixando o mercado com posições mais sustentáveis. Segundo análise on-chain, essa redução de 28,5% no ELR alivia a pressão sobre o preço, pois diminui a probabilidade de cascades de liquidação. Para traders, isso significa um ambiente técnico menos frágil, embora ainda dependente de demanda orgânica no spot market para reconstruir momentum altista.

Em contextos históricos, eventos semelhantes precederam consolidações estáveis, com o mercado se fortalecendo após a remoção de leverage tóxico. No entanto, os números atuais apontam para neutralidade restaurada, não para euforia imediata.

Evolução do Estimated Leverage Ratio (ELR) na Binance

O ELR, calculado como a razão entre open interest e reservas da exchange, atingiu 0,1980 no final de janeiro, sinalizando superaquecimento. Após a correção de preço para mínimas não vistas desde novembro de 2024, o indicador ajustou-se para 0,1414 — uma queda precisa de 28,5%. Esse nível é considerado normal, alinhado a períodos de menor risco especulativo.

Gráficos on-chain confirmam que a liquidação afetou principalmente posições compradas superalavancadas, fechadas pela queda. Isso equilibra a estrutura de mercado, reduzindo a sensibilidade a choques de preço. Investidores de médio prazo podem observar esse dado como proxy de estabilidade: ELR abaixo de 0,15 historicamente correlaciona com menor volatilidade intradiária no Bitcoin.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 353.144,68 (variação +0,07% em 24h) reflete essa estabilização, com volume de 102,74 BTC negociado nas exchanges brasileiras.

Funding Rates Revelam Redução no Viés de Baixa

Os funding rates, taxas pagas entre comprados e vendidos em contratos perpétuos, caíram para níveis próximos ao benchmark de 0,005% a 0,01% em principais CEX e DEX. Valores persistentemente negativos indicavam domínio de baixa, com comprados pagando vendidos para manter posições. A recente redução no pessimismo sugere equilíbrio restaurado, com menos pressão de curto prazo sobre o preço.

Em oscilação entre suportes e resistências, o Bitcoin beneficia-se dessa dinâmica: funding rates menos negativos diminuem incentivos para novas aberturas de vendidos agressivos. Dados de 22 de fevereiro confirmam o abrandamento, alinhando-se ao deleveraging observado. Para análise técnica, monitore funding rates em plataformas como Coinglass para detectar shifts em sentiment.

O dólar a R$ 5,18 contextualiza o BTC em ~R$ 352 mil, reforçando a visão de consolidação sem pânico excessivo.

Níveis Técnicos a Observar no Curto Prazo

Situação atual: BTC em US$ 67.950, com ELR normalizado e funding neutro. Contexto técnico aponta suportes em US$ 67.000 (média móvel 50-dias) e resistências em US$ 70.000. Volumes no spot precisam aumentar para validar upside sustentável.

Os dados sugerem menor propensão a crashes súbitos, mas volatilidade persiste. Traders devem rastrear ELR acima de 0,16 como alerta de risco renovado e funding positivo como sinal de otimismo crescente. Essa combinação oferece base sólida para decisões informadas, priorizando gestão de risco em horizontes de médio prazo.


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Fortaleza Bitcoin sitiada por nuvens FUD regulatórias com mineradores e investidores cartoon capitulando, ilustrando pressão de sanções e crimes no mercado cripto

Crimes e Capitulação: O Peso da Regulação no Mercado Cripto Atual

📊 BOLETIM CRIPTO | 22/02/2026 | MANHÃ

Relatórios contundentes da Elliptic e Chainalysis marcam este domingo com o desmascaramento de redes globais de evasão de sanções e mudanças alarmantes no crime organizado via criptoativos. Enquanto a União Europeia acelera propostas de restrição total contra entidades russas após a revelação de US$ 110 bilhões em transações ilícitas, o Bitcoin enfrenta uma fase de capitulação severa liderada por investidores de curto prazo e mineradoras. O viés de baixa moderado domina o cenário, sustentado pela saída de capital de ETFs e pela pressão de mineradoras como a Bitdeer, que zerou suas reservas. Embora a resiliência técnica da rede Bitcoin se destaque com um salto na dificuldade, o sentimento de cautela prevalece diante de novos recordes de perdas realizadas e vulnerabilidades em protocolos importantes.


🔥 Destaque: US$ 110 Bilhões em Evasão de Sanções Russas

Um relatório explosivo da Elliptic, divulgado nas últimas horas, revelou que cinco exchanges russas — ABCeX, Exmo, Rapira, Bitpapa e Aifory Pro — têm facilitado a evasão de sanções internacionais em escala titânica. A ABCeX sozinha processou US$ 110 bilhões, operando diretamente no antigo endereço da Garantex, plataforma fechada por autoridades em 2025.

O impacto regulatório é imediato: a União Europeia já discute uma proposta para o banimento total de qualquer transação cripto envolvendo entidades russas. Esta movimentação visa fechar brechas como a rotação de carteiras e o uso de spin-offs sancionados que continuam operando através de jurisdições como Dubai e Turquia. Para o mercado global, isso significa um aumento drástico nos custos de conformidade e um escrutínio ainda maior sobre o Know Your Customer (KYC).

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 352.963,28, mantendo-se estável em território brasileiro apesar das turbulências geopolíticas. No entanto, a liquidez em pares vinculados ao Rublo e em stablecoins não reguladas deve sofrer retração severa à medida que os analytics de empresas como a TRM e Elliptic fornecem provas on-chain para novos congelamentos de ativos.


📈 Panorama do Mercado

O mercado atravessa um momento de tensão regulatória e rebalanceamento de mãos. Dados da Chainalysis mostram um contraste perturbador: enquanto o uso de cripto para precursores de fentanyl caiu, o financiamento ao tráfico humano explodiu 85% em 2025. Esse fluxo bilionário, concentrado em stablecoins e ferramentas de privacidade como o Monero, fornece munição política para reguladores que buscam endurecer as regras de Anti-Money Laundering (AML) globalmente.

No front do Bitcoin, a rede demonstra uma força técnica impressionante, mesmo sob estresse. De acordo com o Bitcoinist, a dificuldade de mineração deu o maior salto em meses, subindo 15% após o retorno em massa de mineradores norte-americanos que haviam desligado suas máquinas devido a tempestades de inverno. No entanto, essa maior segurança da rede comprime as margens de lucro dos mineradores, forçando participantes menos eficientes a considerarem a capitulação.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Capitulação de Detentores: Dados da CryptoQuant revelam que 46% do suprimento de Bitcoin está em prejuízo, com investidores de curto prazo liderando vendas em pânico.
  • Pressão de Mineradoras: A Bitdeer zerou completamente suas reservas de Bitcoin, despejando mais de 940 BTC no mercado spot em uma semana para priorizar liquidez em caixa.
  • Liquidações em Cascata: Existem clusters de liquidação massivos que podem ser acionados caso o preço saia da faixa entre US$ 66.000 e US$ 70.000, ameaçando volatilidade descendente.
  • Segurança de Protocolo: O recente exploit de US$ 2 milhões na IoTeX devido a vazamento de chave privada reforça a necessidade de cuidados extremos com custódia.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Migração para Exchanges Reguladas: O cerco a plataformas russas não complacentes beneficia exchanges com KYC robusto, como a Binance, que podem absorver o fluxo institucional legítimo.
  • Blockchain Analytics: A validação da utilidade de dados on-chain para prever tendências criminais coloca empresas de análise em posição de destaque para novos contratos governamentais.
  • Acumulação Institucional: Enquanto ETFs registram saídas temporárias, investidores de varejo e baleias de longo prazo estão aproveitando a sobrevenda para acumular satoshis.

📰 Principais Notícias do Período

1. Elliptic expõe exchanges russas em esquema de US$ 110 bi
Plataformas como ABCeX e Exmo são identificadas auxiliando a Rússia a contornar sanções globais, processando volumes bilionários através de estruturas opacas.

2. Tráfico humano via cripto sobe 85%, alerta Chainalysis
O relatório destaca o crescimento alarmante de pagamentos via stablecoins para redes de tráfico no Sudeste Asiático, aumentando a pressão por conformidade AML.

3. Capitulação de Bitcoin: US$ 643 milhões em perdas realizadas
Investidores de curto prazo e baleias médias lideram a pressão de venda, enquanto mineradores buscam equilibrar suas tesourarias em meio à queda.

4. Mineradora Bitdeer encerra posição em Bitcoin
A empresa de mineração listada em bolsa zerou seus holdings próprios para focar em liquidez fiat, sinalizando um movimento de cautela no setor industrial.

5. Cluster de liquidação em US$ 70k atinge US$ 7,9 bilhões
Dados da Coinglass apontam que o rompimento da barreira de 70 mil dólares pode desencadear um short squeeze violento no mercado de futuros.

6. IoTeX confirma hack de US$ 2 milhões
A rede de IoT sofreu um ataque profissional via vazamento de chaves privadas; operações de depósito devem ser normalizadas em até 48 horas.

7. Dificuldade do Bitcoin salta 15% após tempestades nos EUA
O ajuste automático do protocolo elevou a dificuldade para 144 trilhões, refletindo a resiliência da infraestrutura de mineração global.


🔍 O Que Monitorar

  • Sanções da UE: A confirmação de novas listagens pela OFAC e União Europeia impactará diretamente a liquidez de exchanges regionais.
  • Rácio de Baleias (Whale Ratio): Atualmente em 74%, o monitoramento desse indicador sinalizará quando a pressão de distribuição por grandes detentores chegar ao fim.
  • Níveis Críticos de BTC: Acompanhe os suportes em US$ 66.000 e a resistência psicológica em US$ 70.000 para antecipar movimentos de liquidação.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, o viés de baixa moderado deve persistir enquanto o mercado absorve o influxo de moedas proveniente de mineradoras e ETFs. A revelação de esquemas massivos de evasão de sanções pode gerar FUD adicional no curto prazo, especialmente sobre exchanges que operam em zonas cinzentas. Contudo, a estabilização da rede e a transferência de ativos para detentores mais pacientes sugerem que um fundo local pode estar em formação. Recomenda-se cautela com alavancagem excessiva em níveis próximos aos clusters de liquidação identificados.


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Estrutura brutalista com linha 80K acima de núcleo Bitcoin tensionado, fluxos vermelhos e gauge MVRV no vermelho sinalizando estresse em ETFs

Bitcoin abaixo do custo dos ETFs: MVRV acende alerta

Os dados on-chain revelam que o Bitcoin (BTC) está negociando abaixo do custo médio de aquisição dos ETFs de spot, estimado em US$ 80.000. O indicador MVRV (Market Value to Realized Value) para esses veículos caiu abaixo de 1, configurando um cenário de pressão crescente sobre investidores institucionais, conforme análise recente. Paralelamente, os ETFs registram cinco semanas consecutivas de saídas líquidas, totalizando US$ 3,8 bilhões (Cointelegraph). Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 354.541,58 às 18:54 de hoje, com alta de 0,88% em 24 horas. Esse setup técnico levanta questões sobre possível capitulação ou armadilha de baixa.


O Indicador MVRV e Seu Significado Técnico

O MVRV compara o valor de mercado do Bitcoin ao seu valor realizado, calculado como a média dos preços de aquisição dos detentores. Quando abaixo de 1, indica que o preço atual está inferior ao custo médio, gerando prejuízos não realizados generalizados. Para os ETFs de Bitcoin, esse patamar reflete estresse entre grandes players institucionais, que acumularam posições acima de US$ 80.000.

Historicamente, MVRV sustentado abaixo de 1 sinaliza condições de alta pressão vendedora, com tentativas de recuperação enfrentando resistência na região do custo realizado. Analistas observam que estabilização entre 0,8 e 0,9 pode preceder exaustão da venda, mas declínio adicional ampliaria saídas, conforme os dados da CryptoQuant. No atual ciclo, com BTC em US$ 68.000 (R$ 352.000 a R$ 5,18/US$), esse nível atua como barreira imediata.

Os números exatos mostram MVRV dos ETFs em queda, reforçando a dominância de perdas sobre ganhos no coorte institucional. Traders monitoram essa métrica para avaliação de capitulação.

Saídas Consecutivas dos ETFs de Spot

Desde o final de janeiro, os ETFs de Bitcoin nos EUA acumulam US$ 3,8 bilhões em saídas líquidas ao longo de cinco semanas, com a semana encerrada registrando US$ 315,9 milhões em resgates, segundo SoSoValue. A maior saída ocorreu na semana de 30 de janeiro, com US$ 1,49 bilhão saindo dos fundos.

Embora haja influxos pontuais — como US$ 88 milhões na sexta-feira —, os resgates superam, refletindo redução de risco institucional em meio a incertezas macro, como tensões geopolíticas e dados econômicos. Ativos líquidos totais nos ETFs somam US$ 85,31 bilhões, ou 6,3% da capitalização do BTC. Esse fluxo negativo pressiona o preço spot, alinhando-se ao MVRV deprimido.

Analistas apontam que, apesar dos US$ 54 bilhões em influxos acumulados desde o lançamento, o ritmo recente sugere cautela entre gestores de ativos.

Pressões Regulatórias e Níveis a Observar

O ambiente regulatório adiciona camadas de complexidade. Na Europa, autoridades holandesas ameaçam o mercado de previsões Polymarket com multa semanal de €420.000 por operação sem licença, classificando-o como jogo ilegal. Embora não diretamente ligado a ETFs, esse escrutínio reflete maior aversão a risco em ativos digitais.

No gráfico diário, suporte imediato em US$ 67.000 (próximo da mínima recente); resistência em US$ 80.000 (custo ETF). Médias móveis de 50 e 200 dias convergem em zona de US$ 75.000. Volume 24h indica baixa convicção compradora. Traders atentam para estabilização do MVRV e reversão de saídas para sinal de fundo.

Em resumo, os dados mostram pressão técnica e fundamental, mas sem viés direcional claro. Monitorar claims de desemprego nos EUA e índice de medo e ganância (atual em extremo medo) para próximos movimentos.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Pilar Bitcoin cartoon com braços firmes resistindo tempestade financeira, avalanche de papéis e setas '15%', ecoando crise de 2008

Crise de Liquidez e Tarifas 15%: Bitcoin Aguenta o Choque?

A crise de liquidez na Blue Owl Capital, com liquidação forçada de US$ 1,4 bilhão em ativos e queda de 14% nas ações, desperta memórias de 2008. Ao mesmo tempo, Trump eleva tarifas globais para 15% apesar de decisão da Suprema Corte. Bitcoin recua para US$ 68 mil (R$ 354.597, segundo o Cointrader Monitor). O mercado está ignorando o óbvio: a receita da crise se repete?


Estresse no Crédito Privado Evoca Bear Stearns

A Blue Owl Capital (OWL) foi obrigada a vender US$ 1,4 bilhão em empréstimos para atender resgates em fundo de crédito privado voltado ao varejo. As ações despencaram 14% na semana, com queda anual superior a 50%. Outros gigantes como Blackstone e Apollo também sofreram.

O ex-chefe da Pimco, Mohamed El-Erian, chamou de “canário na mina”, comparando aos fundos do Bear Stearns em 2007 que precederam o colapso global. A história mostra que liquidez evaporando em nichos como crédito privado pode se espalhar rapidamente, congelando mercados. Em 2008, isso levou a bailouts massivos do Fed — ironicamente, o berço do Bitcoin.

Hoje, com Bitcoin integrado ao sistema financeiro via ETFs e tesourarias corporativas, o risco de contágio é maior. O mercado cripto, outrora anti-establishment, agora dança no ritmo das ações tradicionais.

Tarifas de Trump Ignoram Suprema Corte e Geram Turbulência

Apesar de a Suprema Corte invalidar tarifas anteriores sob o IEEPA, Trump anunciou tarifa global de 15% — alta de 10% — via Truth Social, chamando a decisão de “anti-americana”. Bitcoin reagiu com queda inicial de 1%, testando US$ 68 mil, enquanto Ether perde 0,45%.

Essas tarifas prometem inflação importada e retaliações, alimentando estagflação: crescimento lento com preços altos. Dólar em R$ 5,18 agrava pressão sobre emergentes como o Brasil. O mercado está ignorando como protecionismo de Trump em 2018-2019 causou volatilidade global, com BTC caindo 70% em 2018.

Cuidado com a euforia: ativos de risco como Bitcoin sofrem primeiro em choques macro.

Bitcoin: Porto Seguro ou Vítima do Contágio?

Defensores veem Blue Owl como gatilho para QE do Fed, de alta como em 2020 (BTC de US$ 4k para 65k). Mas curto prazo é risk-off: crédito apertando machuca cripto primeiro, como na Covid (-70%). Com correlação alta com Nasdaq, BTC não escapará de derretimento sistêmico.

Em estagflação, “ouro digital” vira ativo especulativo. Baleias acumulam, mas varejo entra tarde — clássico topo de ciclo. A história de 2022 repete: alta exuberante, depois correção brutal de 75%.

O mercado ignora o óbvio: sem liquidez global, nem Bitcoin se salva.

Lições Históricas e o Que Monitorar

Ciclos econômicos não mentem. De tulipas a dot-com, exuberância leva a excessos. Blue Owl pode ser o primeiro dominó; tarifas, o empurrão. Proteja capital: monitore spreads de crédito, yields de Treasuries e respostas do Fed.

Investidores de BTC precisam ver além da narrativa de alta. Sobreviver ao mercado de baixa é prioridade — não maximizar o mercado de alta. Vale assistir contágio para private equity e inflação por tarifas.


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Cardume de peixes cartoon em pânico fugindo enquanto baleia dourada emerge serenamente, simbolizando pânico retail atraindo baleias no Bitcoin

Bitcoin ‘morrendo’ no Google? Por que o pânico atrai baleias

Imagine que, toda vez que as pessoas pesquisam desesperadamente no Google por ‘Bitcoin a zero’, isso é como um sinal de fumaça indicando que o pânico do varejo chegou ao limite. De acordo com dados recentes do Google Trends, essas buscas atingiram pico histórico nos Estados Unidos em fevereiro de 2026, enquanto o Bitcoin cai para perto de US$ 60 mil. Em outras palavras, isso pode ser o famoso sentimento contrário: quando todos têm medo, os grandes investidores (as baleias) veem oportunidade. E no mundo DeFi, tensões como a saída da BGD Labs do Aave geram FUD, mas fazem parte do amadurecimento do mercado.


O que o Google Trends revela sobre o pânico atual

Pense no Google Trends como um termômetro do humor das pessoas comuns no mercado. Ele mede o interesse relativo por termos como ‘Bitcoin to zero’ em uma escala de 0 a 100. Nos EUA, esse índice bateu 100 em fevereiro, o maior pico desde que o Bitcoin começou a ser popular. Isso aconteceu enquanto o preço do BTC despencava mais de 50% desde o topo de outubro, testando níveis próximos de US$ 60 mil.

Em outras palavras, isso significa que o varejo americano — aqueles investidores pequenos que leem manchetes ruins — está em pânico máximo. Mas globalmente, o pico foi em agosto, e agora o interesse caiu para 38. É como se o medo estivesse concentrado nos EUA por causa de notícias locais, como tarifas e tensões geopolíticas, enquanto o resto do mundo já está mais calmo.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.514 no Brasil, com alta de 0,98% nas últimas 24 horas. Isso mostra que, apesar do barulho, o preço não está em colapso total.

Histórico: Picos de buscas que sinalizaram fundos de mercado

Agora, vamos ao que interessa: isso já aconteceu antes, e sempre foi um bom sinal. Pense assim: em 2021 e 2022, picos semelhantes nos EUA coincidiram com fundos locais do preço do Bitcoin. Quando todo mundo grita ‘o Bitcoin morreu!’, é exatamente quando os grandes participantes param de vender e começam a comprar.

É o conceito de sentimento contrário, que é como uma lei não escrita dos mercados. No mundo das criptomoedas, o varejo vende no desespero, liberando fichas baratas para as baleias — aqueles investidores institucionais com bolsos fundos. Historicamente, buscas por ‘Bitcoin is dead’ (ou ‘Bitcoin está morto’, em português) marcaram o fim de quedas prolongadas. Não é mágica: é psicologia humana. Quando o medo é extremo, a capitulação abre espaço para recuperação.

Para o iniciante, isso é libertador: você não precisa prever o futuro, só observar o pânico alheio com calma.

O caso Aave: Tensões que geram FUD, mas fortalecem o DeFi

Vamos a um exemplo prático no DeFi, que é o mundo das finanças descentralizadas — em resumo, empréstimos e rendimentos sem bancos tradicionais. A BGD Labs, uma equipe chave no desenvolvimento do protocolo Aave (um dos maiores para empréstimos em cripto), anunciou que sairá em 1º de abril após quatro anos de contribuição. O motivo? Tensões de governança: eles acusam a Aave Labs de centralizar demais o controle sobre marca, decisões e o futuro da versão 4 (v4).

Isso gera FUD (medo, incerteza e dúvida), mas pense como uma empresa brasileira em crescimento: brigas internas são normais e levam a melhorias. A BGD deixa o Aave v3 — a versão atual — ‘sólido e à prova de futuro’. A comunidade da DAO (organização autônoma descentralizada, como uma empresa votada pelos donos dos tokens) agora decide o rumo. Para quem usa Aave no Brasil, o risco é volatilidade no token AAVE, mas o protocolo gerencia bilhões e tem interesse institucional, como ETFs propostos.

Essas tensões são o amadurecimento: DeFi não é perfeito, mas evolui com debates transparentes.

Por que isso é uma oportunidade para você

Resumindo para empoderar você: o desespero no Google é um alerta para pausar e observar, não para vender tudo. Baleias adoram esses momentos, comprando barato enquanto o varejo foge. No Aave, a saída da BGD é um teste de resiliência, comum em projetos que crescem.

Saia daqui confiante: monitore Google Trends, entenda FUD como sinal e foque no longo prazo. Como diria uma professora: o melhor aprendizado é não reagir ao barulho, mas usá-lo a seu favor. Vale a pena acompanhar os próximos votos na governança do Aave e as compras de baleias no Bitcoin.


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Cofre futurista de ouro e circuitos Bitcoin com BTC e XAUt gravados, intacto enquanto moeda fiat inflacionária queima ao redor, simbolizando refúgio cripto

Dividendos em Ouro On-Chain: Bitcoin Protege Contra Inflação

Imagine receber dividendos em ouro tokenizado diretamente na sua carteira on-chain, sem bancos ou burocracia. A Elemental Royalty Corporation virou a primeira empresa pública a pagar proventos em Tether Gold (XAU₮), representando ouro físico real. Enquanto isso, no Irã, o colapso do rial leva bilhões para o Bitcoin, como no Líbano. Para o brasileiro lidando com inflação, isso mostra o poder prático das criptos como proteção de patrimônio.


Primeiro Dividendos em Ouro Tokenizado

A Elemental Royalty anunciou em 17 de fevereiro que acionistas podem escolher receber dividendos em XAU₮, cada token lastreado em uma onça troy de ouro físico em cofres seguros na Suíça. Nada de dinheiro fiat que perde valor: é ouro real, acessível via blockchain em Ethereum ou TRON. Paolo Ardoino, CEO da Tether, destacou que isso integra o ouro tradicional aos sistemas financeiros modernos.

Hoje, uma onça de ouro vale cerca de R$ 26.433. Para um investidor brasileiro, isso significa proventos que acompanham o preço do metal precioso, protegendo contra desvalorização do real. Empresas de royalties de ouro, que lucram sem operar minas, ganham apelo extra com essa opção. É um passo para os chamados real-world assets (RWA), trazendo ativos reais para a blockchain de forma prática.

Essa inovação abre portas: imagine fundos imobiliários pagando aluguéis em tokens de imóveis ou energéticas em óleo tokenizado. Para nós, é utilidade real: diversificar renda sem conversões caras.

Crise no Irã: Bitcoin como Escape do Rial

O rial iraniano entrou em hiperinflação em 2026, com sanções e más políticas destruindo poupanças. Famílias perdem poder de compra diário, ecoando a crise libanesa de 2019, onde bancos congelaram contas e o pound desabou 90%. Ali, o Bitcoin virou salvação: remessas rápidas via P2P, sem intermediários, e economia paralela em lojas de esquina.

No Irã, atividade cripto atingiu US$ 8 bilhões em 2025. Pessoas sacam BTC para carteiras próprias, fugindo de congelamentos. O banco central usa stablecoins para burlar restrições. Lições do Líbano: controle das chaves privadas é essencial, backups de seed phrases e redes P2P locais evitam perdas. Volatilidade existe, mas BTC segurou melhor que moedas locais.

Para o brasileiro, isso soa familiar: inflação crônica, dólar subindo para R$ 5,18. Quando o sistema falha, cripto permite transferências familiares rápidas e baratas, sem depender de bancos instáveis.

Proteção Prática para o Brasileiro

No Brasil, com inflação roendo salários, ouro e Bitcoin servem de escudo. O Bitcoin está a R$ 354.458 segundo o Cointrader Monitor, com alta de 0,95% em 24h. XAU₮ oferece estabilidade do ouro com liquidez blockchain.

Impacto real: R$ 1.000 em BTC hoje pode virar reserva para meses de contas se o real cair mais. No Irã, classe média salvou poupanças assim. Aqui, remessas para família no exterior saem em minutos, com taxas baixas via exchanges locais. Mas cuidado: energia instável e regras mudam rápido, como no Líbano.

Essa mistura de RWA e BTC prova: cripto não é só especulação, é ferramenta cotidiana contra crises monetárias. Empresas adotando tokenização facilitam acesso a ativos premium sem logística física.

O Que Você Pode Fazer Hoje

  1. Pesquise ações como Elemental para dividendos em XAU₮ – verifique corretoras com suporte a tokens ERC-20.
  2. Monte uma carteira não-custodial: apps como Electrum ou hardware wallets para BTC, backup seed em local seguro.
  3. Teste P2P: grupos locais para converter reais em cripto sem taxas altas.
  4. Diversifique: 10-20% em ouro/BTC como hedge contra inflação.
  5. Monitore: apps mostram cotações reais em BRL.

Comece pequeno, aprenda com comunidades. No Brasil, isso evita o pânico de ver poupança derreter. Crises como Irã mostram: ação cedo salva patrimônio.


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Baleia cartoon emergindo com moedas BTC e investidor comprando no dip em oceano volátil, simbolizando acumulação por whales e Kiyosaki

Demanda On-Chain Positiva: Baleias e Kiyosaki Acumulando BTC

Enquanto o Bitcoin oscila próximo dos US$ 68 mil, as baleias realizaram lucros de US$ 208 milhões pela sétima vez desde 2024, um padrão que historicamente precede turbulências seguidas de fundos locais e reversões altistas. Ao mesmo tempo, a demanda on-chain virou positiva pela primeira vez em meses, com Robert Kiyosaki comprando mais um BTC perto de US$ 67 mil. Mãos fortes ignoram o medo do varejo e acumulam.


Padrão de Lucros das Baleias Sinaliza Reversão

O mercado de Bitcoin está construindo bases sólidas, mesmo em meio à volatilidade recente. De acordo com dados on-chain, as baleias — grandes detentores com carteiras acima de 1.000 BTC — registraram a sétima onda de realização de lucros acima de US$ 200 milhões nos últimos dois anos. Esse movimento, identificado pela métrica Realized Profit By Whales, costuma gerar turbulência temporária, com excesso de oferta criando desequilíbrios de liquidez.

Historicamente, após a absorção dessa oferta por compradores institucionais e holders de médio prazo, o preço estabiliza e frequentemente inicia uma valorização. Embora haja casos de topos locais, o analista MorenoDV destaca que tais vendas sinalizam convicção sobre exaustão de curto prazo, não o início de um ciclo baixista prolongado. Os fundamentos se fortalecem à medida que a rotação saudável ocorre, preparando o terreno para momentum altista.

Atualmente, com o BTC testando resistências em US$ 68.000, esses padrões sugerem que estamos próximos de um ponto de exaustão, especialmente se fluxos institucionais aumentarem.

Kiyosaki Compra o Dip e Reforça Tese de Escassez

Robert Kiyosaki, autor de Rich Dad Poor Dad, exemplifica a convicção das mãos fortes ao anunciar a compra de um BTC inteiro próximo a US$ 67.000, em pleno dip. Sua estratégia recorrente de acumular durante quedas ignora o pânico do varejo e foca no longo prazo. Kiyosaki cita dois motivos principais: a iminente ‘grande impressão’ de dólares pelo Fed devido à dívida dos EUA e o limite mágico de 21 milhões de bitcoins.

Para ele, uma vez minerado o último BTC, o ativo superará o ouro como reserva de valor. Essa visão alinha-se à narrativa macro de adoção global, onde a escassez fixa contrasta com a expansão monetária ilimitada das moedas fiduciárias. Investidores como Kiyosaki veem as correções atuais como oportunidades para posicionamento estratégico, reforçando a confiança no ecossistema Bitcoin.

Demanda On-Chain Positiva Após Meses de Fraqueza

Os dados confirmam o otimismo: a demanda aparente do Bitcoin flipou para positivo, registrando +1.200 BTC após quase três meses negativos, com fundo em -154.000 BTC em dezembro. Essa métrica mede se holders de longo prazo estão absorvendo a nova oferta minerada. Com a pressão vendedora arrefecendo, a acumulação estrutural reemerge, pavimentando o caminho para estabilidade de preços.

Analistas como CryptosRus observam que leituras positivas precedem fases de mercado mais fortes. Embora um único dado não confirme tendência, o contexto — combinado com lucros de baleias e compras de nomes como Kiyosaki — sugere rotação saudável. No ciclo atual pós-halving, esses sinais indicam que o mercado está se preparando para o próximo estágio de adoção institucional.

Perspectiva de Longo Prazo e Cotação Atual

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.748 neste sábado (21/02), com alta de 1,01% nas últimas 24 horas e volume de 117 BTC. Essa resiliência em reais reflete a maturidade do mercado brasileiro.

Para investidores de longo prazo, a mensagem é clara: volatilidade de curto prazo não altera a tendência de adoção. Baleias e visionários como Kiyosaki estão comprando. O varejo pode hesitar, mas os fundamentos — escassez, halvings e fluxos institucionais — constroem o futuro. Vale monitorar a rotação de capital nos próximos dias.


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Rede cristalina de hashrate Bitcoin com seção escura se regenerando em dourado, simbolizando virada após queda segundo VanEck

VanEck vê retorno melhor para Bitcoin após queda de hashrate

Um relatório on-chain da VanEck para fevereiro de 2026 revela que a queda de cerca de 29% no preço do Bitcoin nos últimos 30 dias, aliada à contração no hashrate da rede, pode sinalizar um cenário de melhores retornos futuros. Indicadores como NUPL entraram em zona de ansiedade e o open interest recuou, liberando riscos de alavancagem. No entanto, ao buscar esse relatório no Google, investigações passadas mostram armadilhas de phishing frequentes com documentos falsos. Proteja-se verificando fontes oficiais.


Detalhes do Relatório da VanEck

Investigações sobre o mais recente relatório da VanEck, divulgado via análise on-chain de Matthew Sigel, apontam para um momento de capitulação no mercado de Bitcoin. O preço do BTC despencou aproximadamente 29% nos últimos 30 dias, levando o indicador NUPL (Net Unrealized Profit/Loss) a flertar com a “zona de ansiedade” e até entrar em “medo”. Isso reflete uma realização de lucros não realizados, comum em fases de correção.

Além disso, o open interest — escala de contratos não liquidados — voltou aos níveis de setembro de 2024, indicando que posições alavancadas excessivas foram limpas do mercado. Evidências on-chain mostram que as principais vendas vieram de holders de médio prazo, aqueles com moedas entre 1 e 5 anos de posse. No entanto, uma red flag positiva: a velocidade de distribuição entre holders de longo prazo (mais de 1 ano) desacelerou significativamente no último mês.

Esses dados sugerem que a pressão vendedora pode estar se esgotando, abrindo espaço para uma estabilização. Mas, como sempre em cripto, nada é garantido sem verificação rigorosa.

Contração no Hashrate: Histórico de Viradas

Um dos pontos mais investigados no relatório é a queda de 14% no hashrate global nos últimos 90 dias. Mineradores enfrentam margens de lucro apertadas devido à desvalorização do BTC, forçando desligamentos de equipamentos menos eficientes. Historicamente, fases de contração no hashrate precederam períodos de retornos aprimorados para o Bitcoin.

Por quê? Quando o hashrate cai, a dificuldade de mineração ajusta para baixo, restaurando rentabilidade para sobreviventes. Isso atrai novos investimentos em hardware, elevando o hashrate novamente — e, frequentemente, o preço do BTC acompanha. Exemplos passados incluem os ciclos pós-halving de 2020 e 2024, onde contrações semelhantes pavimentaram altas expressivas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 354.904 neste sábado (21/02), com alta de 1,14% nas últimas 24 horas e volume de 117 BTC. Para brasileiros, isso reforça a necessidade de monitorar exchanges locais durante volatilidade.

Armadilhas de Phishing: O Lado Negro das Buscas

Enquanto o relatório da VanEck oferece insights valiosos, acessá-lo exige cautela extrema. Histórico de investigações revela que buscas no Google por “relatório VanEck Bitcoin” frequentemente levam a sites falsos com PDFs infectados ou formulários de phishing. Fraudadores exploram a euforia em torno de análises de grandes gestoras para roubar credenciais de carteiras ou dados pessoais.

Red flags comuns: domínios como vaneck-report[.]fake.com, erros gramaticais em títulos ou chamadas urgentes para “baixar agora”. Em casos passados, links maliciosos direcionavam a drainer wallets, esvaziando saldos em segundos. A lição: acesse apenas o site oficial da VanEck (vaneck.com) ou perfis verificados no X.com.

Para se proteger:

  1. Verifique a URL antes de clicar;
  2. Use bookmarks para fontes confiáveis;
  3. Nunca insira seeds ou chaves privadas em sites de "relatórios gratuitos";
  4. Instale extensões anti-phishing como uBlock Origin.

Próximos Passos para Investidores

Diante desses sinais, holders de longo prazo devem resistir à capitulação, mas diversificar riscos. Monitore hashrate via sites como CoinMetrics ou Glassnode. Para brasileiros, compare cotações em exchanges nacionais versus globais, atentando para spreads durante quedas.

A VanEck não é infalível — relatórios são análises, não profecias. Evidências apontam para possível melhora estrutural, mas volatilidade persiste. Fique atento e proteja seus ativos.


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Trader cartoon cortando cordas de alavancagem de balão meme coin ancorado por corrente BTC, em meio a nuvens de risco

Traders Reduzem Alavancagem em BTC: Hora da Cautela nas Altcoins

Por que os grandes traders estão tirando o pé do acelerador? Em um cenário de incertezas macroeconômicas e geopolíticas crescentes, a redução na alavancagem em contratos futuros de Bitcoin na Binance sinaliza cautela entre insiders. Ao mesmo tempo, a alta explosiva da meme coin KellyClaude, que superou US$ 10 milhões em capitalização de mercado com ganho de 38,7% em 24 horas, reforça os alertas de risco. É hora de priorizar a proteção do que já se ganhou.


Deleveraging no Mercado de Bitcoin

É importante considerar que o interesse aberto na Binance, que responde por mais de 31% do total global de futuros de Bitcoin (excluindo CME), caiu cerca de 30.000 BTC recentemente. O índice de alavancagem estimada do BTC na plataforma despencou de 0,19 para 0,15 ao longo de fevereiro, indicando uma estratégia deliberada de redução de exposição por parte dos traders.

As reservas de Bitcoin na exchange permanecem estáveis, o que sugere gerenciamento de risco estratégico, e não pânico ou saques em massa. O risco aqui é que posições excessivamente alavancadas amplificam volatilidade, tornando o mercado frágil a choques externos. Atenção para o fato de que essa redução de alavancagem pode gerar pressão de venda de curto prazo, mas limpa o excesso de risco sistêmico, preparando o terreno para uma descoberta de preço mais orgânica.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.881,15, com alta de 1,11% nas últimas 24 horas e volume de 118 BTC.

Riscos nas Meme Coins: O Caso KellyClaude

A meme coin KellyClaude no ecossistema Base exemplifica os perigos da euforia especulativa. Sua capitalização de mercado ultrapassou US$ 10 milhões, impulsionado por um volume de US$ 1,6 milhão em 24 horas e alta de 38,7%. No entanto, esse tipo de ativo depende quase exclusivamente de euforia e emoções de mercado, sem fundamentos reais ou casos de uso concretos.

O risco aqui é evidente: flutuações extremas são a norma. Histórico mostra que meme coins sobem rápido, mas colapsam com igual velocidade quando o entusiasmo esfria ou liquidez seca. Investidores novatos são os mais vulneráveis, atraídos por ganhos rápidos sem considerar a falta de liquidez ou manipulações potenciais. É essencial questionar: vale a pena expor capital a ativos tão voláteis em um momento de incerteza global?

Incertezas Macro e Geopolíticas no Radar

Vários fatores macroeconômicos explicam essa cautela generalizada. Anúncios de tarifas de 10% por Trump após decisão da Suprema Corte, ameaças de ataques limitados ao Irã, crescimento econômico dos EUA no Q4 abaixo do esperado em 1,4% e Core PCE subindo para 3% criam um ambiente de aversão ao risco.

Esses eventos pesam sobre ativos de risco como criptomoedas, ampliando a volatilidade. Traders experientes sabem que headlines macro podem liquidar posições alavancadas em minutos. O que observar: monitoramento contínuo de indicadores de alavancagem, open interest e respostas do mercado a notícias geopolíticas. Manter posições conservadoras é chave para navegar essa fase.

Proteja Seus Ganhos: O Que Fazer Agora

Neste contexto, o gerenciamento de risco supera qualquer busca por lucros rápidos. Avalie sua exposição: reduza alavancagem, diversifique para ativos mais estáveis e defina stop-loss rigorosos. Para meme coins, limite a porções pequenas do portfólio, tratando-as como apostas de alto risco. Lembre-se: mercados cíclicos repetem padrões, e erros passados como crashes de 2022 ensinam a priorizar preservação de capital.

Atenção para sinais como queda persistente na razão de alavancagem ou picos de volatilidade implícita. Proteja o que você já ganhou — paciência paga no longo prazo.


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Estrutura glassmorphism comprimida com ondas luminosas divergindo bullish em núcleo dourado, simbolizando setup MACD de alta do Bitcoin em US$ 67.600

Divergência MACD: Setup Crítico do Bitcoin em US$ 67.600

O sinal de divergência no histograma MACD emerge como setup decisivo para o Bitcoin, que testa o nível crítico de US$ 67.600. Após sete dias de medo extremo no Fear & Greed (média ~9), o preço caiu 6% de US$ 70.330 para US$ 66.100, mas o histograma contraiu de -77.1 para -35.37, indicando perda de momentum vendedora. Os dados sugerem compressão de volatilidade, com alvos potenciais em US$ 70.800 (alta) ou US$ 64.800 (baixa). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 354.832 (+1,09% em 24h).


Situação Semanal: Queda sem Capitulação

Os dados da semana de 15 a 19 de fevereiro registram uma desvalorização de US$ 4.230 (-6%), com range entre US$ 65.931 e US$ 70.330. O Fear & Greed permaneceu abaixo de 12 todos os dias, sinalizando medo extremo persistente. No entanto, o regime de mercado foi consistentemente de mean-reversion (Hurst <0,28), com ADX fraco (<30) e volatilidade comprimida (z-score -1,37 a -1,57). Saídas de ETF somaram US$ 173 milhões, contrastando com compras de instituições como MicroStrategy e Metaplanet.

O teste atual em US$ 67.600 coincide com a linha média de um canal ascendente de curto prazo, SMA20 e resistência institucional prévia. Momentum desacelera, com oscilador sugerindo possível recuo antes de continuação.

Divergência no MACD: Sinal Técnico Chave

O histograma MACD registrou expansão bearish inicial (de -21,84 no sábado para -77,1 na segunda), mas contraiu para -37,9 (quarta) e -35,37 (quinta). Essa contração durante novos lows de preço configura divergência de alta clássica, indicando esgotamento da pressão vendedora. DVOL subiu de 48,54 para 54,0, precificando expansão iminente, enquanto put/call ratio permaneceu neutro (0,74-0,77) e skew de 25-delta atingiu +20,56.

No canal ascendente, o preço busca reclaim acima de US$ 67.600 para confirmação bullish. Taker buy ratio variou de 60,8% (domingo, bullish) para 34,9% (quinta, seller-dominant), um trigger a monitorar.

Níveis Críticos: Bull e Bear

Cenário de Alta: Reclaim de US$ 67.600 (fechamento 1H) abre caminho para US$ 68.400 (meio do canal), US$ 69.350 (liquidez) e US$ 70.200-70.800 (expansão superior/Max Pain expiry sábado). Suporte no canal em US$ 66.700-66.900 oferece entrada alternativa com R:R até 8:1. Confirmação requer taker buy >50% e terceira contração no MACD.

Cenário de Baixa: Fechamento abaixo US$ 66.700 invalida o canal, mirando US$ 65.800 (suporte estrutural), US$ 64.800 (liquidez major) e US$ 63.000-64.000. DVOL >60 e DXY >98 acelerariam downside. Bollinger lower band em US$ 65.931 foi testada, mas não rompida.

Resistências intermediárias: US$ 66.614 (SMA20), US$ 67.098 (SMA50), US$ 70.000 (Max Pain, expira sábado).

Contexto Macro e Monitoramento

Macro mostrou risk-off inicial (VIX 21,2, DXY +1,03%), mas estabilizou com USDJPY revertendo para 154,98 (carry trade retornando). Ouro em US$ 5.028 reflete safe-haven persistente. Expiry de opções sábado em Max Pain US$ 70.000 cria tensão gamma.

Parâmetros acionáveis para o feriado: monitorar MACD histograma (terceira contração?), taker buy ratio e fechamento em US$ 67.600. Regime de compressão sugere resolução directionial rápida. Os números ditam: neutral bias até triggers confirmarem direção.


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Executivos cartoon liberando fluxo dourado que transforma mar volátil em ondas calmas, simbolizando influxo de US$ 88 mi em ETFs de Bitcoin

Maré Vira para ETFs de Bitcoin: Influxo de US$ 88 Milhões Sinaliza Resiliência

Os ETFs de Bitcoin registraram um influxo positivo de US$ 88 milhões na sexta-feira, 20 de fevereiro, encerrando uma semana marcada por resgates. O movimento foi liderado pelo iShares Bitcoin Trust (IBIT), da BlackRock, com US$ 64,46 milhões, seguido pelo Fidelity FBTC. Paralelamente, a BlackRock transferiu US$ 270 milhões em Bitcoin e Ethereum para a Coinbase, sinalizando ajustes estratégicos para demanda futura. A maré parece estar virando para os institucionais.


Detalhes do Influxo nos ETFs de Bitcoin

Após dias de resgates consistentes, os fundos de Bitcoin captaram US$ 88,04 milhões líquidos na última sessão da semana. O IBIT, da BlackRock, concentrou a maior parte do capital, atraindo US$ 64,46 milhões, enquanto o FBTC da Fidelity adicionou US$ 23,59 milhões. O volume negociado atingiu US$ 3,7 bilhões, elevando os ativos totais dos ETFs para US$ 85,31 bilhões.

Esse rebote demonstra a resiliência do “dinheiro inteligente”. Apesar da volatilidade recente, com o Bitcoin oscilando próximo dos US$ 68 mil, os fluxos positivos indicam que investidores institucionais estão aproveitando quedas para acumular. ETFs de Ether ficaram quase estáveis, com ganho marginal de US$ 17 mil, enquanto ETFs de Solana somaram US$ 3,78 milhões em entradas.

Movimentações da BlackRock e Preparativos Institucionais

A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, movimentou cerca de US$ 270 milhões (R$ 1,5 bilhão) em Bitcoin e Ethereum para a Coinbase Prime. Dados da Arkham Intelligence mostram que isso ocorreu logo após outflows em seus ETFs spot, como resposta a resgates de cotistas. Tais transferências de carteiras frias para exchanges são comuns para gerir liquidez e negociações.

Não se trata de venda em pânico, mas de rotação estratégica. A gestora continua expandindo sua exposição, recentemente comprando UNI para entrar no DeFi. Esse padrão reforça que os institucionais não abandonaram o barco — estão ajustando velas para o vento favorável da adoção.

Impacto no Mercado Brasileiro e Cotação Atual

Para investidores brasileiros, esses fluxos institucionais ditam tendências globais que ecoam no BRL. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.669,18, com alta de 1,12% nas últimas 24 horas e volume de 117 BTC. O dólar em R$ 5,17 amplifica os ganhos locais.

Com vencimento de US$ 2,4 bilhões em opções de cripto, a volatilidade persiste, mas influxos como esse criam janelas de acumulação. O suporte atual do BTC deve segurar, alinhado à narrativa de longo prazo pós-halving.

Perspectiva de Alta: Adoção Institucional se Fortalece

O mercado está construindo bases sólidas. Fluxos de ETF são o termômetro da adoção real — mais confiável que ruído de curto prazo. Historicamente, reversões após outflows iniciais precedem rallies. BlackRock e Fidelity acumulam, sinalizando confiança no Bitcoin como reserva de valor.

Enquanto varejo reage a manchetes, institucionais focam no ciclo maior: halvings, ETFs e tesourarias corporativas. Os fundamentos se fortalecem, e essa resiliência sugere que o próximo movimento é de alta. Vale monitorar os próximos fluxos semanais.


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Executivos cartoon TradFi e DeFi apertando mãos sobre pedestal '17B' de stablecoins, com balança SEC favorável, simbolizando recorde ETF e avanço institucional

ETF de Stablecoins Recorde e Avanço TradFi em DeFi Dominam o Mercado

📊 BOLETIM CRIPTO | 21/02/2026 | NOITE

O ecossistema cripto atinge um novo patamar de amadurecimento institucional neste sábado, impulsionado por recordes históricos e uma ponte definitiva entre as finanças tradicionais (TradFi) e o setor de ativos digitais. O lançamento do ETF IQMM da ProShares, que movimentou impressionantes US$ 17 bilhões em seu primeiro dia, consolida as stablecoins como o novo pilar do sistema financeiro regulado. Enquanto gigantes como BlackRock e Apollo integram bilhões de dólares diretamente em protocolos DeFi, o cenário regulatório nos EUA avança com a redução drástica de exigências de capital pela SEC e o progresso do CLARITY Act. Apesar das tensões macroeconômicas geradas pelas novas tarifas de Donald Trump e o alerta sobre ameaças quânticas ao Bitcoin, o viés de alta moderado prevalece, sustentado por um fluxo de capital sem precedentes e maior segurança jurídica para investidores profissionais.


🔥 Destaque: ETF IQMM Quebra Recordes com US$ 17 Bilhões

O mercado de ETFs testemunhou um evento sísmico com a estreia do ProShares GENIUS Money Market ETF (IQMM) na Bolsa de Nova York (NYSE). Em apenas 24 horas, o fundo registrou um volume de negociação de US$ 17 bilhões, pulverizando o recorde anterior estabelecido pelo IBIT da BlackRock em 2024. Estruturado sob as diretrizes da GENIUS Act, o ETF exige reservas de 1:1 em ativos de altíssima liquidez, sinalizando uma integração formal e segura das stablecoins no coração de Wall Street.

De acordo com dados reportados pelo DiarioBitcoin, esse influxo massivo sugere a participação direta de grandes emissores como a Circle (USDC), através de estratégias de alocação de ativos próprias. Para o investidor, este marco valida a tese de que os ativos digitais pareados ao dólar não são mais apenas ferramentas de especulação, mas instrumentos essenciais de preservação de valor e liquidez operacional para instituições.

Este movimento ocorre em um momento em que a capitalização de mercado total das stablecoins já ultrapassa os US$ 300 bilhões. O sucesso do IQMM deve atuar como um catalisador para novos produtos híbridos, reduzindo a fricção entre bancos tradicionais e o ecossistema cripto, embora o debate sobre a distribuição de rendimentos das reservas ainda prometa novos capítulos regulatórios em Washington.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento predominante no mercado é de otimismo institucional, contrabalançando as incertezas macroeconômicas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.413,46, apresentando uma valorização de 1,1% nas últimas 24 horas. Esta resiliência ocorre mesmo diante do anúncio de Donald Trump sobre a elevação das tarifas de importação para 15%, medida que tende a fortalecer o dólar (DXY) e pressionar ativos de risco no curto prazo.

O grande motor do período é a “ponte definitiva” construída por gestoras como Binance e fundos como o BUIDL da BlackRock, que agora permite negociações 24/7 via UniswapX. A entrada da Apollo Global no setor de lending on-chain reafirma que o setor de RWA (Real World Assets) é a narrativa dominante de 2026, transformando protocolos DeFi em infraestruturas financeiras essenciais e altamente líquidas.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Multas Regulatórias no CLARITY Act: O novo rascunho legislativo nos EUA propõe multas severas de US$ 500 mil por dia para empresas que violarem as restrições de rendimentos em saldos parados de stablecoins.
  • Ameaça Quântica ao Bitcoin: Debates no ETH Denver alertam que até 30% do suprimento de BTC pode estar vulnerável a futuros ataques quânticos, exigindo atualizações urgentes via BIP 360.
  • Segurança de Tesourarias: O recente hack de US$ 4,3 milhões no IoTeX expõe as fragilidades de cofres de tokens centralizados, mesmo em projetos de identidade descentralizada consolidados.
  • Volatilidade Macro: A implementação das tarifas de Trump em 24/02 pode gerar um movimento de aversão ao risco global, drenando liquidez das criptomoedas para títulos do Tesouro americano.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Liberação de Capital Institucional: A SEC reduziu o haircut de stablecoins para apenas 2%, liberando bilhões em capital para corretoras integrarem cripto em suas liquidações diárias.
  • Expansão do Setor de Lending: A parceria da Apollo com o protocolo Morpho abre portas para mercados de empréstimos sem permissão, impulsionando tokens de governança de infraestrutura.
  • Proteção contra Inflação: Historicamente, o Bitcoin tende a se valorizar como reserva de valor em períodos de guerra comercial e inflação importada, servindo de proteção contra o fortalecimento do dólar.

📰 Principais Notícias do Período

1. ProShares IQMM ETF quebra recorde com US$ 17bi em stablecoins
O fundo estreou na NYSE com volume histórico, superando o IBIT da BlackRock. O produto foca em stablecoins que cumprem as exigências de reserva 1:1 da GENIUS Act.

2. BlackRock e Apollo integram bilhões em Uniswap e Morpho
A BlackRock conectou seu fundo BUIDL ao UniswapX para negociações ininterruptas, enquanto a Apollo firmou acordo para escalar mercados de crédito on-chain via Morpho.

3. CLARITY Act avança na Casa Branca com multas diárias pesadas
As negociações finais para o marco regulatório de stablecoins avançam, estipulando multas de US$ 500 mil por dia ppara conformidade rigorosa com normas de proteção a depósitos.

4. SEC reduz haircut de stablecoins para 2% em corretoras
Uma mudança técnica na regra de capital da SEC removeu o haircut de 100%, facilitando que grandes corretoras usem stablecoins em operações de liquidação e garantia.

5. Trump eleva tarifas globais para 15% efetivas em 24/02
O anúncio de novas taxas sobre importações globais gerou apreensão nos mercados, com vigência marcada para a próxima segunda-feira às 00:01 EST.

6. Ameaça Quântica ao BTC Domina ETH Denver
Especialistas discutem a necessidade de migração para assinaturas resistentes a computadores quânticos, com foco na proteção de endereços antigos da era Satoshi.

7. IoTeX confirma drenagem de US$ 4,3 mi em seu token safe
O protocolo de identidade descentralizada investiga um exploit que resultou na perda de fundos em USDC e WBTC, coordenando esforços de recuperação com corretoras.


🔍 O Que Monitorar

  • Índice DXY: A força do dólar frente às tarifas de Trump pode ditar o teto da valorização das criptomoedas nas próximas 48 horas.
  • Volume Orgânico do IQMM: Verificação se o volume recorde de US$ 17 bilhões se sustenta ou se foi um influxo pontual de lançamento.
  • Adesão ao BIP 360: O progresso do consenso técnico no Bitcoin para segurança pós-quântica será vital para a confiança de longo prazo.

🔮 Perspectiva

O viés de alta para as próximas 24 horas permanece otimista, embora a intensidade desse movimento deva ser moderada pela cautela macroeconômica. A entrada massiva de capital institucional via novos ETFs e a integração DeFi de gigantes como BlackRock criam um suporte robusto para os preços. Conforme a regulação nos EUA se torna mais clara — e favorável através das novas regras da SEC — a tendência de adoção tende a acelerar. No entanto, investidores devem monitorar de perto a abertura dos mercados globais na segunda-feira, quando as novas tarifas americanas entram em vigor, o que pode trazer volatilidade aos pares de risco.


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Balança da justiça cartoon desequilibrada por Trump adicionando peso de tarifas '10%', com Bitcoin desesperado na ponta baixa, sinalizando riscos macro ao cripto

Trump Desafia Suprema Corte com Tarifas: Risco ao Bitcoin

O presidente Trump assinou uma nova tarifa global de 10% sobre importações horas após a Suprema Corte dos EUA barrar sua estratégia anterior sob a lei IEEPA de 1977. A decisão judicial, por 6-3, limitou o uso de poderes emergenciais para impostos comerciais, mas Trump contornou com a inédita Section 122, válida por até 150 dias. O Bitcoin, que subiu com o otimismo pós-decisão, agora enfrenta novo risco de correção, segundo o histórico de volatilidade. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 353.761, com variação de -0,57% em 24h.


A Decisão Judicial e o Contra-Ataque de Trump

A Suprema Corte julgou que Trump não pode invocar a International Emergency Economic Powers Act (IEEPA) para impor tarifas amplas em bens de quase todos os países. Essa lei de 1977 era usada para responder a emergências comerciais, mas o tribunal considerou o abuso inconstitucional. Trump reagiu chamando a decisão de “desgraça” e ativou a Section 122 do Trade Act, permitindo tarifas de até 15% por 150 dias sem aprovação imediata do Congresso.

Especialistas alertam que essa manobra pode ser cíclica: após o prazo, Trump poderia declarar nova emergência e reiniciar. Tarifas sob Section 232 (aço, alumínio, automóveis) permanecem intactas. O tribunal ignorou o reembolso de cerca de US$ 130 bilhões pagos por importadores, o que pode arrastar disputas por anos, segundo o Secretário do Tesouro Bessent.

Histórico: Tarifas Passadas e Quedas no Bitcoin

A história mostra que o mercado cripto ignora riscos iniciais. Em fevereiro e abril do ano passado, tarifas globais de Trump causaram quedas acentuadas no BTC e altcoins. Meses atrás, ameaças à UE durante a saga da Groenlândia geraram correções quando os mercados abriram na segunda-feira.

Bitcoin se manteve estável em torno de US$ 68.000 (R$ 352.000 pelo dólar a R$ 5,18) após o anúncio, mas padrões repetem: euforia inicial dá lugar a realidade macro. Como em 2018 e 2022, ciclos de otimismo pós-notícia positiva são seguidos de decepções.

Riscos Inflacionários e Incerteza Macro

Novas tarifas elevam custos de importação, alimentando inflação importada. Com o dólar enfraquecido (-0,65% hoje), ativos de risco como Bitcoin sofrem em cenários de guerra comercial. O rali pós-Suprema Corte parece prematuro — o mercado subestimou a capacidade de Trump de contornar obstáculos judiciais.

Protecionismo reacende temores de recessão global, reduzindo liquidez para cripto. Correlações com bolsas tradicionais aumentam em crises: Nasdaq e S&P caíram em episódios similares. Investidores devem priorizar preservação de capital sobre ganhos especulativos.

O Que Monitorar Agora

Vigie aberturas de mercado na segunda-feira, volume de liquidações e reações do Fed a pressões inflacionárias. Se tarifas persistirem além de 150 dias, espere maior aversão ao risco. O post anterior otimista (8241) pode ter sido um pico local — ciclos econômicos ensinam que exuberância tem custo.

Bitcoin abaixo de suportes chave (US$ 65.000?) sinalizaria mercado de baixa. Cautela é essencial: sobrevivência ao próximo ciclo importa mais que capturar topos.


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Barreira cristalina com 69.6K rompendo sob pressao vermelha de shorts, liberando explosao dourada-cyan rumo a 70K, simbolizando squeeze no Bitcoin

Squeeze de US$ 600 Mi Pode Impulsionar Bitcoin a US$ 70 Mil

Os dados do mercado de futuros indicam que um aumento de 4,3% no preço do Bitcoin, alcançando US$ 69.600, pode desencadear liquidações forçadas de mais de US$ 600 milhões em posições vendidas, conforme estimativas da CoinGlass. Esse fenômeno, conhecido como short squeeze, ocorre quando traders com apostas em queda são obrigados a recomprar o ativo, amplificando a alta. O BTC oscila entre US$ 65.900 e US$ 70.500 há uma semana, com resistência chave em torno de US$ 68.600.


O Que é um Short Squeeze no Mercado de Futuros

Um short squeeze acontece quando o preço de um ativo sobe rapidamente, forçando a liquidação de posições vendidas alavancadas. Traders que apostam na queda (shorts) depositam garantias; se o preço vai contra, as exchanges liquidam as posições para cobrir perdas, gerando compras automáticas que impulsionam ainda mais o preço.

Atualmente, o Bitcoin negocia próximo a US$ 68.160, segundo cotações recentes. Um rompimento acima de US$ 68.600 expõe US$ 600 milhões em posições vendidas, superando as liquidações de US$ 385 milhões vistas em fevereiro, quando o BTC subiu de US$ 60.200 para US$ 70.560. A taxa de funding perpétua negativa reforça o domínio dos ursos, mas indica vulnerabilidade.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 353.454 (-0,65% em 24h), alinhado à cotação global em dólar de cerca de US$ 68.100.

Níveis Técnicos e Catalisadores de Liquidação

O range atual de US$ 65.900-US$ 70.500 reflete estagnação, com baixa demanda por posições compradas nos futuros. No entanto, os dados da CoinGlass apontam US$ 69.600 como gatilho principal para o squeeze. Um movimento de 4,3% a partir de US$ 66.700 recentes bastaria para ativá-lo.

Indicadores como a taxa de funding anualizada abaixo de 6% e negativa recentemente mostram compromisso dos ursos, mas também risco elevado. Investidores devem monitorar o suporte em US$ 66.000, testado recentemente, e a resistência em US$ 68.600-US$ 69.600. Rompimentos podem acelerar o momentum altista.

Fatores macro contribuem: PIB dos EUA cresceu apenas 1,4% no Q4 2025, abaixo dos 2,9% esperados, com inflação PCE subindo 0,4% em dezembro, reduzindo chances de cortes de juros.

Recuperação do Hashrate e Avanços em Segurança

Os dados mostram recuperação do hashrate médio de sete dias para 1.100 exahashes/s, nível de janeiro, dissipando temores de migração de mineradores para IA. Isso fortalece a segurança da rede Bitcoin.

Além disso, o progresso do BIP-360 oferece proteção pós-quântica via soft fork compatível, ocultando chaves públicas até o gasto. Essas melhorias técnicas reduzem preocupações de longo prazo, potencializando confiança em um rally.

Tensões no Oriente Médio e ouro em US$ 35,2 trilhões (alta de 25% em três meses) podem direcionar fluxos para BTC, 47% abaixo de sua máxima histórica.

Níveis a Monitorar e Implicações

Os números sugerem que um squeeze pode impulsionar o BTC rumo a US$ 70.000, mas a convicção dos touros depende de volume em longs. Traders devem observar: suporte US$ 66.000, resistência US$ 68.600-US$ 69.600 e funding rates. Dados macro fracos no S&P 500 podem acelerar rotações para cripto.

Embora o cenário favoreça volatilidade altista, o mercado permanece neutro até rompimentos confirmados. Investidores autônomos podem usar esses níveis para posicionamento estratégico.


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Rede isométrica on-chain com nó whale dourado enviando BTC para hub exchange, convertendo 60% em USDT para 7 carteiras novas, sinalizando venda estratégica

BTC ‘OG’ Vende 60% de 11.318 BTC na Binance: US$ 464 Milhões para Novas Carteiras

Investigações on-chain revelam que um suposto ‘BTC OG 内幕巨鲸’, entidade dos primórdios do Bitcoin, depositou 11.318 BTC (cerca de US$ 760 milhões) na Binance e vendeu aproximadamente 60% desse montante. Sete novas carteiras retiraram US$ 464,48 milhões em USDT da exchange, enquanto US$ 296 milhões em BTC permanecem lá. O movimento levanta suspeitas sobre saída de um ‘OG’ do mercado em meio a um possível topo do BTC.


O Rastreamento On-Chain dos Movimentos

De acordo com monitoramento da Onchain Lens, o ‘BTC OG 内幕巨鲸’ – termo que sugere um grande holder com conexões internas da era inicial do Bitcoin – transferiu os 11.318 BTC para a Binance recentemente. O valor total depositado equivalia a US$ 760,61 milhões no momento da operação. Após o depósito, evidências indicam que cerca de 60% foram convertidos em stablecoins.

As sete carteiras recém-criadas efetuaram retiradas totais de US$ 464,48 milhões em USDT. Cálculos baseados na cotação atual do Bitcoin em torno de US$ 68.147 confirmam que isso representa a venda de aproximadamente 6.816 BTC. Os 4.502 BTC restantes, avaliados em US$ 296 milhões, ainda estão na custódia da exchange, sugerindo que a operação pode não ter terminado.

No mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 353.535,38, com variação de -0,6% nas últimas 24 horas. Isso torna o pacote original equivalente a cerca de R$ 4 bilhões.

Perfil e Histórico Suspeito do ‘Gigante’

O apelido ‘BTC OG 内幕巨鲸’ implica um investidor antigo com possível acesso privilegiado a informações. Análises complementares apontam para um histórico de operações de alto risco: depósitos massivos de ETH em protocolos DeFi como Aave para empréstimos em USDC/USDT, que eram então direcionados a exchanges. Essa tática sugere looping de leverage, onde fundos emprestados financiam posições maiores, ampliando ganhos – ou perdas – em mercados de alta.

Recentemente, retiradas de USDT foram usadas para quitar dívidas em Aave, indicando gerenciamento de risco em meio à volatilidade. Não há explicação oficial para o porquê de concentrar tanto volume na Binance agora, o que levanta questões sobre timing e intenções.

Red Flags e Implicações para o Mercado

Evidências apontam para uma estratégia além de simples venda: o depósito de BTC pode servir como colateral para liquidez, não necessariamente liquidação total. No entanto, a retirada maciça para carteiras frias novas sugere diversificação ou proteção contra riscos na custódia de exchanges. Em um mercado onde baleias ditam tendências, isso pode sinalizar desconfiança ou realização de lucros no topo.

Para investidores, o risco é de pressão vendedora adicional se o restante for liquidado. Monitorar esses endereços é essencial, pois movimentos de US$ 464 milhões podem influenciar preços globais.

Como se Proteger e Monitorar

Invista em ferramentas on-chain como Arkham ou Nansen para rastrear baleias. Diversifique custódia: use Binance para trading, mas priorize carteiras próprias para holdings longos. Evite FOMO em picos e verifique históricos de endereços antes de seguir ‘sinais’ de baleias.

Essas operações complexas reforçam: no cripto, transparência on-chain é aliada, mas exige análise criteriosa para evitar armadilhas.


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Lápide 'Bitcoin is dead' com multidão cartoon em pânico e baleia dourada coletando tesouros, simbolizando extreme fear como oportunidade para baleias

Bitcoin ‘Morreu’ no Google: Recorde de Buscas Anuncia Fundo?

O Bitcoin “morreu” de novo – pela 500ª vez, pelo menos no Google Trends. Buscas globais por “Bitcoin is dead” atingiram recorde histórico de 100, superando até o caos do FTX em 2022. CZ, ex-chefe da Binance, cutucou no X: “Bom ou mau sinal?”. Enquanto isso, o Crypto Fear & Greed Index mergulha em “extreme fear”, ecoando pânicos passados que marcaram fundos de mercado. Curioso como o desespero do retail sempre soa como música para as baleias.


Recordes de Desespero no Google e Fear Index

Os dados do Google Trends não mentem: o interesse por “Bitcoin is dead” explodiu, chegando a níveis inéditos. “Bitcoin going to zero” também volta a ferver, no maior patamar desde o colapso da FTX. Isso enquanto o BTC despenca de US$ 126 mil (outubro/2025) para cerca de US$ 67 mil atuais, uma queda de quase 50%.

Paralelamente, o Crypto Fear & Greed Index confirma o pânico: em “extreme fear”, território visto pela última vez na era Terra/FTX. Diferente de 2022, porém, o medo atual vem de fora – juros do Fed incertos, tarifas de Trump e pressão em tech stocks. O retail surta, mas acumulação institucional? Fraca, com ETFs registrando saídas líquidas.

Histórico: Quando o ‘Óbito’ Virou Festa das Baleias

Interessante o padrão: toda vez que o Google ferve com obituários do BTC, o preço toca fundo. Em junho/2022, pico de buscas com BTC em US$ 18 mil – cinco meses depois, bottom em US$ 15,5 mil, seguido de alta de 700% em dois anos. Em dezembro/2018, buscas no talo aos US$ 3,2 mil, rebote para US$ 13 mil em 2019.

Esses momentos de capitulação coletiva do retail são contrarian clássicos. O desespero vende manchetes, mas baleias compram quietas. Só que, atenção: o pico nem sempre é o exato bottom. Em 2022, demorou meses pós-pico para o verdadeiro piso.

CZ Entra na Briga: Sinal de Virada ou Armadilha?

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 353.761 na manhã deste sábado, com variação de -0,51% nas últimas 24h. CZ resume o dilema: “Bad or good sign?”. Historicamente, bom – mas o timing é o diabo. Hoje, com BTC testando suportes em US$ 65-67 mil, o mercado range-bound há semanas reforça o viés de baixa no curto prazo.

Psicologia explica: falta apetite por risco, bids frágeis e unwind de liquidez. Baleias aguardam capitulação total; retail, declara morte prematura.

O Que Monitorar Agora

Se o padrão repetir, fim de março pode trazer direção clara – desde que segure US$ 65 mil. Fique de olho em ETF flows, Coinbase Premium (ainda negativo) e Fear Index subindo de extreme fear para fear. Para o investidor médio, é hora de rir do obituário semanal e checar carteiras. Afinal, Bitcoin já enterrou mais skeptics que vice-versa. Vale o HODL paciente?


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