Traders cartoon analisando queda spot vermelha versus opções bullish para BTC 90K, com silhuetas institucionais, sinalizando recuperação no mercado de derivativos

Derivativos Indicam BTC a US$ 90 mil em Meio a Queda Spot

Os dados de derivativos revelam uma concentração de contratos de compra em US$ 80 mil e US$ 90 mil, apesar do Bitcoin operar na faixa dos US$ 66 mil nesta sexta-feira (27). Plataformas como Deribit indicam redução na volatilidade implícita para 50%, com skew de 25-delta melhorando de -15% para -7%. Traders constroem posições compradas para vencimento em 27 de março, enquanto mantêm puts em US$ 55-60 mil.


Discrepância entre Spot e Derivativos

Os números mostram uma clara divergência: o preço spot do Bitcoin recua 3,2% nas últimas 24 horas, testando suportes em torno de US$ 66 mil, mas o mercado de opções acumula volume em calls para faixas superiores. Segundo a Deribit, o 25-delta skew reflete transição de defesa agressiva para equilíbrio, com volatilidade histórica associada a consolidação, não capitulação.

Contratos com vencimento em 27 de março concentram open interest em strikes de US$ 80 mil e US$ 90 mil, sugerindo projeções de recuperação para US$ 85-95 mil em um mês, condicionado a liquidez. Puts em níveis inferiores indicam proteção, mas sem pânico extremo.

Sinais de Fundo por BlackRock e Bybit

Fluxos de ETF reforçam a tese: após quatro meses de saídas, os últimos três dias registram US$ 1 bilhão em inflows. Na quinta, BlackRock IBIT captou US$ 275 milhões e Bitwise BITB US$ 69 milhões, conforme dados recentes. Isso aponta estabilização institucional.

Bybit destaca US$ 70 mil como resistência psicológica mensal, com risco de quinto mês consecutivo de queda, mas fundamentos intactos. Uma vez que a macroeconomia esteja clara, reversão de fluxos é plausível. Segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 337.346 (-2,76% 24h), alinhado à fraqueza spot.

Liquidez de Risco Persiste: Caso MYX Finance

O rebote de 29% no MYX Finance após queda de 91% exemplifica apetite por risco. Impulsionado por parceria V2 com Consensys (trading gasless, 50x leverage), volume saltou para US$ 55 milhões. RSI em oversold confirma fim de capitulação.

Níveis chave: suporte US$ 0,441-0,430, resistência US$ 0,546. Unlock de 9,72 milhões tokens em 6 de março pode pressionar, mas estrutura sugere upside para US$ 0,70 com inflows maiores.

Níveis Técnicos a Monitorar no BTC

Para Bitcoin, observe suporte em US$ 66 mil e resistência em US$ 70 mil. Acima disso, caminho para US$ 80 mil abre. Abaixo de US$ 60 mil, puts ganham força. Dólar a R$ 5,13 contextualiza: BTC em reais equivale a queda similar.

Os dados indicam transição para otimismo condicionado, com traders posicionados taticamente. Volumes e inflows ETF serão decisivos nos próximos dias.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Pilar dourado Bitcoin ancorado em 65K sob vórtice vermelho de vácuo de demanda, simbolizando recuo por PPI quente e opções

Bitcoin Recua para US$ 65K: PPI e Opções Freiam Alta

Por que os US$ 70 mil viraram um muro intransponível para o Bitcoin hoje? Os dados mostram uma ‘tempestade perfeita’: o PPI de janeiro nos EUA acima do esperado (core de 3,6% YoY vs. 3,0%) elevou receios de cortes de juros adiados, enquanto US$ 8,7 bilhões em opções de BTC e ETH expiram na Deribit. BTC recuou de US$ 68k para US$ 65.600, apagando ganhos semanais. Segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 337.218 (-2,73% 24h).


Dados do PPI Aceleram Pressão Vendedora

O Producer Price Index (PPI) de janeiro registrou alta mensal de 0,5% (exp. 0,3%), anual de 2,9% (exp. 2,6%) e core mensal de 0,8% (exp. 0,3%). Esses números, divulgados em 27/02, sinalizam inflação persistente na produção, adiando expectativas de corte de juros pelo Fed em março (probabilidade de 96% de manutenção).

Os dados mostram correlação: Nasdaq caiu 0,8%, S&P 500 0,6%. BTC seguiu o risco-off, testando suporte em US$ 65.130. Spreads de crédito no maior nível em 4 meses e tensões EUA-Irã (evacuação de embaixadas) amplificaram a aversão ao risco, com ouro subindo 1% para US$ 5.230/oz.

Expiração de Opções Amplifica Volatilidade

Na Deribit, US$ 8,7 bilhões em opções de BTC/ETH expiram hoje: US$ 7,7 bi em BTC (max pain US$ 75k) e US$ 975 mi em ETH (US$ 2.200). Isso tende a gerar volatilidade, com liquidações de posições long alavancadas.

Volume de BTC caiu 22,94% para US$ 43,38 bi, ETH 25,67% para US$ 23,19 bi. Posicionamento indica proteção contra quedas, com BTC oscilando entre US$ 66k-68k nas últimas 24h.

Vácuo de Demanda Acima de US$ 70k

Glassnode identifica ‘vácuo de demanda’ em US$ 70k: liquidez fina acima desse nível, com ordens de venda causando slippage significativo. Desde jan/2026, BTC acumula queda de 25%, com suporte em US$ 60k-69k (400k BTC comprados).

Traders preveem range em março: resistência US$ 72k-74k, suporte US$ 54k. Histórico mostra março fraco para majors cripto.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados sugerem consolidação: suporte imediato US$ 65k, próximo US$ 60k; resistência US$ 68k, depois US$ 70k. Volume 24h e inflows ETFs (US$ 507 mi BTC recente) indicam saúde on-chain, mas macro domina. Dólar a R$ 5,13 reforça cautela em BRL.

Investidores devem observar Fed (18/03), geopolítica e expiry effects para próximos passos.


💰 Negocie opções e cripto: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse derivativos globais.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

CEO cartoon de mineradora correndo para miragem de data centers IA no deserto, puxado por âncora de prejuízo 1.7B apesar alta 17%, questionando pivô

IA ou Miragem? MARA Sobe 17% Apesar de Prejuízo de US$ 1,7 Bi

A MARA Holdings disparou 17% em after-hours nesta quinta-feira após anunciar parceria com a Starwood para data centers de IA, mas registrou prejuízo colossal de US$ 1,7 bilhão no quarto trimestre de 2025. Enquanto isso, a CoreWeave afundou 9-12% apesar de receita forte no Q4, punida por guidance de Q1 aquém das expectativas. O mercado está ignorando os fundamentos ruins das mineradoras de Bitcoin em nome da euforia com IA?


O Rali da MARA e o Prejuízo Bilionário

A MARA celebrou uma joint venture com a Starwood Capital Group para converter seus data centers de mineração em instalações para cloud e IA, mirando mais de 1 gigawatt inicial de capacidade IT, com expansão para 2,5 GW. As ações saltaram para US$ 9,88 em negociações estendidas. No entanto, os resultados do Q4 revelam a fragilidade: receita de US$ 202,3 milhões, queda de 5,6% ante o ano anterior, e prejuízo líquido de US$ 1,7 bilhão — impulsionado por US$ 1,5 bilhão em ajustes de valor justo de ativos digitais.

O EPS GAAP foi de -US$ 4,52, muito abaixo das projeções. O CEO Fred Thiel insiste que o Bitcoin segue como “pilar central”, mas a história mostra que mineradoras sofrem com halvings e volatilidade. Pós-halving de 2025, margens comprimidas por energia cara e competição feroz forçam esse pivô desesperado para IA.

CoreWeave: Mercado Pune a Falta de Execução

A CoreWeave reportou receita de US$ 1,57 bilhão no Q4, alta de 110% YoY e acima das expectativas, mas o prejuízo por ação de US$ 0,89 superou o consenso de US$ 0,49. O golpe veio no guidance: Q1 2026 entre US$ 1,9-2,0 bilhões, contra US$ 2,29 bilhões esperados pela Wall Street — uma surpresa negativa de até US$ 290 milhões.

Capex explode para US$ 30-35 bilhões em 2026, contra US$ 10,3 bi em 2025, elevando dívida para cerca de US$ 30 bilhões com leases. Backlog de receita contratada subiu para US$ 66,8 bilhões, mas o mercado reagiu com venda, destacando riscos de cash burn em meio à demanda por GPUs Nvidia ainda apertada.

Pivô para IA: Maquiagem ou Sobrevivência?

Mineradoras como MARA e Bitfarms rebatizam para “infraestrutura de IA”, explorando acesso a energia barata. Mas cuidado: a história repete padrões de bolhas, como dot-com nos anos 2000, onde pivôs narrativos mascaram fundamentos fracos. Com Bitcoin oscilando e juros altos pressionando capex, esse viés de alta em IA pode ser exuberância irracional.

O mercado premia narrativas, mas pune execução. CoreWeave caiu apesar de crescimento; MARA subiu ignorando prejuízos. Investidores devem monitorar margens, dívida e se esses data centers geram fluxo real ou apenas euforia. Ciclos mostram: todo rali exagerado precede correção.

Implicações para o Setor de Mineração

Esse “pivô de desespero” reflete crise estrutural: halvings reduzem recompensas, energia encarece, BTC volátil. Empresas buscam diversificação, mas IA exige investimentos massivos em um setor em euforia. Com dívida crescente e capex voraz, o risco de insolvência cresce se a bolha de IA estourar — como em 2022 para cripto.

Vale monitorar macro: Fed, liquidez global e correlação com Nasdaq. Proteja capital; sobrevivência no bear é prioridade sobre ganhos rápidos.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon Wall Street expandindo cûpula protetora de Bitcoin com influxos ETFs, ignorando volatilidade do varejo abaixo

Wall Street Ignora Queda e Expande Serviços de Bitcoin

Wall Street está ignorando a queda recente do Bitcoin e abrindo os cofres para o ativo digital. Citi e Morgan Stanley anunciaram expansões agressivas em custódia, trading e tokenização de Bitcoin, enquanto ETFs spot somaram US$ 1,1 bilhão em entradas líquidas em apenas três dias, rumo à melhor semana em seis. Esse movimento sinaliza confiança institucional no ‘dip’ atual.


Expansão Sem Precedentes de Citi e Morgan Stanley

O Citigroup planeja lançar custódia institucional de Bitcoin ainda em 2026, integrando o ativo aos mesmos frameworks de custódia, relatórios e impostos usados para ações e bonds tradicionais. Nisha Surendran, líder do produto, destacou em fórum que clientes querem gerenciar BTC em contas unificadas com Treasuries e fundos tokenizados, permitindo cross-margining entre ativos digitais e tradicionais.

Paralelamente, o Morgan Stanley, com US$ 8 trilhões em ativos, está implementando trading spot de cripto na plataforma E*TRADE, explorando lending e produtos tokenizados para clientes de wealth management. Amy Golenberg, head de digital assets, enfatizou a construção interna de infraestrutura para mercados 24/7. Esses passos consolidam a transição de Wall Street para o ecossistema cripto.

Fluxos Recordes nos ETFs de Bitcoin

Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram US$ 1,1 bilhão em entradas líquidas em três dias consecutivos, segundo SoSoValue, revertendo cinco semanas de saídas. O iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock captou mais da metade, US$ 652 milhões, enquanto o GBTC da Grayscale teve seu maior dia desde a conversão para ETF. No total, entradas líquidas semanais projetam US$ 815 milhões, melhor desempenho desde janeiro.

O Portal do Bitcoin converte isso para R$ 4,2 bilhões, reforçando a demanda. O Coinbase Premium voltou a positivo após 40 dias, e holdings totais dos ETFs atingiram 1,29 milhão de BTC, perto do pico de outubro — apesar do preço 45% abaixo do ATH.

Morgan Stanley Busca Selo de Banco Cripto

Em movimento decisivo, o Morgan Stanley solicitou charter de banco nacional de trust ao OCC para o Morgan Stanley Digital Trust. O foco: custódia, staking, emissão de stablecoins e tokenização de ativos reais, integrando cripto à divisão de wealth. Isso segue filings para ETFs de BTC, ETH e SOL, além de wallet digital prevista para o 2º semestre de 2026.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 337.351 na média das exchanges brasileiras, com variação de -2,67% em 24h (volume: 308 BTC). Instituições veem além da volatilidade de curto prazo.

Fundamentos Institucionais se Fortalecem

Enquanto o varejo reage à volatilidade, baleias institucionais compram o dip, impulsionadas por fluxos de ETF e infraestrutura bancária. O mercado está construindo: adoção corporativa acelera, com custódia regulada e produtos yield-bearing. Investidores atentos a ciclos sabem que esses fluxos precedem valorizações sustentadas. Vale monitorar aprovações OCC e inflows semanais — sinais claros de maturidade.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Abismo digital com nüleo dourado no fundo e fluxos cyan convergindo, simbolizando acumulação no Bitcoin e sinais de fundo via Coinbase

Coinbase Premium Positivo Após 40 Dias: Sinais de Fundo no Bitcoin

O Coinbase Bitcoin Premium Index voltou a positivo após 40 dias de valores negativos, registrando 0,0079% nesta sexta-feira (27/02). Esse indicador mede o preço do Bitcoin na exchange americana em relação à média global, sinalizando renovada demanda de investidores nos EUA. Combinado a outros dados on-chain, como o relatório da Glassnode sobre possível bottoming phase e saídas de US$ 266 milhões em BTC de exchanges, os números sugerem acumulação silenciosa em meio à volatilidade recente. O Bitcoin negocia a US$ 65.617, com queda de 2,77% em 24h.


Coinbase Premium: Demanda Americana em Recuperação

Os dados mostram que o Coinbase Premium Index permaneceu negativo por 40 dias consecutivos, refletindo pressão vendedora ou menor apetite por risco nos EUA. Ontem, o índice estava em território negativo, mas hoje reverteu para 0,0079%, conforme dados da Coinglass. Esse movimento indica que o preço do Bitcoin na Coinbase superou a média global, um padrão associado a influxos de capital institucional e liquidez em dólares.

Historicamente, premium positivo no Coinbase precede valorizações, pois reflete dominância compradora no maior mercado regulado. A duração de 40 dias negativos é significativa, comparável a períodos de baixa em ciclos passados. Investidores devem observar se essa reversão se sustenta acima de zero nas próximas sessões, especialmente com o BTC testando suportes em torno de US$ 65.000.

Glassnode: Estrutura de Mercado Próxima de Fundo

O relatório semanal da Glassnode analisou o Total Supply in Loss, métrica que quantifica o volume de BTC detido com prejuízo não realizado. A média móvel de 7 dias atingiu 9,2 milhões de BTC, o maior nível desde o fim do último mercado de baixa, representando quase metade da oferta em circulação (cerca de 20 milhões de BTC).

Essa concentração de perdas assemelha-se às fases finais de mercados de baixa anteriores (2018 e 2022), não ao início de uma contração. Nos ciclos passados, picos nessa métrica coincidiram com fundos de mercado, à medida que a pressão vendedora se exaure. A Glassnode conclui que, estruturalmente, o mercado parece mais próximo de uma faixa de fundo do que de um estágio inicial de baixa, apesar da volatilidade persistente.

Saídas de Exchanges: Sinal Clássico de Acumulação

Em paralelo, baleias retiraram mais de US$ 266 milhões em Bitcoin da exchange Bitget em poucas horas. Duas transações de 2.000 BTC cada (total de 4.000 BTC, avaliados em US$ 134,85 milhões e US$ 136,04 milhões) foram enviadas a carteiras desconhecidas, logo após um rali de preço.

Retiradas para cold wallets reduzem a oferta líquida em exchanges, sinalizando intenção de hold de longo prazo e menor risco de vendas imediatas. Esse padrão é clássico em fases de acumulação, onde grandes detentores posicionam-se para ciclos de alta. Com volume 24h de 307 BTC no Brasil, o BTC está a R$ 337.259 (Cointrader Monitor), em queda de 2,79%.

Níveis a Monitorar e Contexto Atual

Os dados on-chain convergem para um cenário de exaustão de vendedores e retomada de demanda seletiva. O suporte imediato está em US$ 65.000, com resistência em US$ 69.000. Indicadores como Supply in Loss e Coinbase Premium devem ser acompanhados para confirmar tendência. No macro, dólar a R$ 5,13 influencia fluxos para ativos de risco.

Esses sinais não garantem reversão imediata, mas oferecem base factual para decisões. A estrutura atual sugere que o fundo pode estar próximo, com acumulação em curso.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Cena cartoon de circo caótico: palhaço Bitcoin chutado por Magic Eden para Solana, Duolingo caindo 20% e cartaz XRP $31, satirizando loucura do mercado

Magic Eden Encerra Suporte ao Bitcoin e Duolingo Desaba 20%: Circo Financeiro

Interessante como o mercado financeiro transforma heróis em vilões da noite para o dia. A Magic Eden anuncia o fim dos marketplaces de Bitcoin e EVM, logo após o rali dos Ordinals, enquanto a Duolingo vê suas ações despencarem mais de 20% ao priorizar usuários sobre lucros imediatos. No meio do caos, analistas insistem que o XRP pode voar a US$ 31. Da corujinha triste ao adeus ao BTC: bem-vindos ao grande circo.


Magic Eden Dá Tchau ao Bitcoin Pós-Rali

Curioso timing: a Magic Eden, que dominou 80% do volume de Ordinals e Runes no Bitcoin, decide encerrar suporte a BTC e EVM a partir de 9 de março. API Bitcoin some em 27 de março, wallet em 1º de abril. Motivo? 80% dos custos para apenas 20% da receita. O CEO Jack Lu aposta tudo em Solana, Packs e Dicey, sua plataforma de iGaming que já processou US$ 15 milhões em apostas com só 200 usuários em beta fechado. De líder multi-chain a Solana-only: o mercado de NFTs nativos do BTC vira relíquia?

A plataforma, avaliada em US$ 1,6 bilhão após US$ 157 milhões em funding, agora foca no token $ME e entretenimento cripto. Fim dos buybacks de NFTs. É o adeus definitivo ao Bitcoin ou só uma poda de custos?

Duolingo: Usuários em Primeiro, Lucros no Divã

A corujinha verde, símbolo de aprendizado divertido, agora é sinônimo de tombo. As ações da Duolingo despencaram mais de 20% para US$ 90,76 após anúncio de foco em expansão de usuários, não monetização agressiva. Meta ambiciosa: 100 milhões de DAU até 2028. Analistas como JPMorgan (de Overweight para Neutral, PT US$ 95) e BofA (Buy para Neutral, PT US$ 100) downgradam em massa. Morgan Stanley e Evercore seguem.

Resultado Q4 2025 superou: US$ 0,84 EPS vs. US$ 0,83 esperado, receita US$ 282,9M vs. US$ 275,7M. Mas guidance 2026 decepciona. Solução? Menos ads e upsells, mais IA gratuita como ‘Video Call with Lily’ para todos. Para conter o sangramento, programa de US$ 400 milhões em recompra. Consensus Hold, PT médio US$ 139,64 (49% upside). Priorizar crescimento ou lucro: eis a ironia corporativa.

XRP: De US$ 31 a Queda Livre em Semanas?

Enquanto isso, no mundo cripto, o XRP sonha alto com previsões de US$ 31 via Elliott Wave. Analista Egrag Crypto vê Wave 3 a US$ 15 e Wave 5 a US$ 31, após correção atual (Wave 2). CasiTrades alerta: plano macro intacto, risco de US$ 0,87 ou US$ 1,11 em dias/semanas antes do rally a US$ 6,50-US$ 13. Preço atual ~US$ 1,40, sem quebra de resistência em US$ 1,67.

Comprar abaixo de US$ 1? Talvez, mas o circo avisa: nada muda até suporte ou resistência romper. Previsões lunáticas vs. quedas reais: o mercado adora um bom plot twist.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Fluxos de energia dourada se dividindo para cyan XRP e verde IA, simbolizando rotação de capital inteligente em ETFs cripto

Dinheiro Inteligente Migra para XRP e IA: BTC e ETH com Saídas

Os dados de fluxos em ETFs revelam uma rotação clara de capital: XRP capturou 50% dos novos influxos em produtos de altcoins, enquanto Bitcoin e Ethereum registram saídas de US$ 250 milhões na última semana. Tokens de IA como Decred (DCR) e Internet Computer (ICP) avançam até 16%, contrastando com o recuo das majors. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 337.677, com variação de -2,54% em 24 horas.


Fluxos em ETFs: XRP como Destino Preferencial

De acordo com o CEO da Canary Capital, Steven McClurg, o XRP absorveu cerca de 50% do capital novo em ETFs de altcoins. Solana ficou com 30% e Hedera com 20%. ETFs de XRP acumulam US$ 1,24 bilhão em influxos líquidos desde novembro, com AUM acima de US$ 1 bilhão. O Canary XRP ETF lidera com US$ 280 milhões, seguido pelo Bitwise com US$ 278 milhões.

Em contraste, produtos de BTC e ETH enfrentam pressão: nove dias de saídas para BTC e perdas consistentes para ETH. Na última semana, BTC e ETH perderam US$ 250 milhões, enquanto XRP ganhou US$ 3,5 milhões. XRP cotado a R$ 6,96 (variação -2,8% em 24h), ETH a R$ 9.925 (-4,8%) e SOL a R$ 419 (-5,3%). Os números indicam preferência por ativos com utilidade em pagamentos cross-border durante volatilidade.

Disparada dos Tokens de IA em Meio ao Recuo das Majors

Enquanto BTC, ETH e SOL recuam para US$ 67.000, R$ 9.925 e R$ 419 respectivamente, tokens ligados à inteligência artificial registram altas expressivas. Decred (DCR) subiu 16% para US$ 34,58 (R$ 200,50), impulsionado por mudanças em seu tesouro em fevereiro, acumulando +80% em quatro semanas. ICP avançou 6% para US$ 2,56 (R$ 14,80), beneficiado por proposta de queima de 20% da receita de cloud engine.

O CoinDesk 20 Index reflete perdas gerais, mas esses ativos descolam por narrativas setoriais. Lucros da Nvidia e otimismo com IA impulsionam o setor, com dados de derivativos mostrando compras de puts em BTC a US$ 60.000 por tesourarias e ETFs para hedge. Níveis a observar: suporte BTC em US$ 65.500; perda pode ampliar rotação.

Nova Stablecoin em Franco Suíço: Hedge Institucional

A AllUnity, joint venture de DWS, Galaxy e Flow Traders, lançou o CHFAU, stablecoin regulada pela BaFin e lastreada 1:1 em reservas de CHF no Ethereum. Voltada para pagamentos e tesouraria institucional, reflete demanda por stablecoins não-USD. CHF cotado a R$ 6,67 (+0,44% em 24h), visto como safe haven superior ao iene por Morgan Stanley (projeção +17% vs USD), Goldman e BofA.

O CHF é comparado ao ouro em estabilidade, contrastando com fragilidades fiscais de outras moedas. Expansão para outras chains prevista. Indicadores: média móvel de 200 semanas em XRP sinaliza movimento; monitorar inflows em ETFs e suportes em majors para confirmar tendência de rotação.

Implicações para Alocação de Portfólio

Os fluxos atuais sugerem realocação para nichos com catalisadores: XRP por utilidade, IA por inovação e CHF por proteção. Volumes em BTC-BRL mostram 311 BTC em 24h, com dominância em Binance (128 BTC). Investidores observam níveis técnicos: suporte do BTC em US$ 65.500 e resistência em US$ 70.000. Rotação persiste enquanto majors testam mínimas; dados de opções indicam hedge contra quedas prolongadas.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de Vitalik e dev Bitcoin construindo torre híbrida escalável com escudo quântico, simbolizando roadmap de escala Ethereum e segurança Bitcoin

Escala e Segurança: Vitalik e Devs do Bitcoin Apresentam Planos Técnicos

O futuro é quântico: Bitcoin e Ethereum estão se blindando para os próximos 10 anos com avanços na camada base. Vitalik Buterin delineou um plano para escalar o Ethereum sem depender apenas de L2s, enquanto devs do Bitcoin propõem o OP_SHRINCSVERIFY contra computadores quânticos. Paralelamente, o ZKsync Lite encerra em 4 de maio, exigindo que usuários retirem US$ 33,9 milhões em ativos. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 337.142,82 (-2,65% em 24h).


Escalando a Camada Base do Ethereum

Vitalik Buterin publicou um post detalhando como o Ethereum pode aumentar sua capacidade na camada base. No curto prazo, upgrades como Glamsterdam e ePBS otimizam a verificação de blocos: nós processam partes simultaneamente, aproveitando melhor os slots de 12 segundos. Isso eleva o throughput sem comprometer a estabilidade.

No longo prazo, o foco é diferenciar custos de gas: armazenamento permanente (como contratos) fica mais caro, enquanto transações efêmeras ganham espaço. Buterin propõe maior uso de blobs — dados temporários introduzidos no Fusaka — e provas de conhecimento zero (ZK) para validação sem reexecutar transações. O objetivo é evitar que o Ethereum se torne inacessível a operadores menores, mantendo descentralização.

Essa abordagem contrasta com anos de ênfase em rollups L2, priorizando agora a eficiência on-chain verificável por métricas como TVL e transações diárias.

OP_SHRINCSVERIFY: Proteção Quântica no Bitcoin

O que é SHRINCS? É um esquema híbrido de assinaturas hash-based: combina SPHINCS+ (stateless) com XMSS desbalanceado (stateful). Funciona assim: usa o caminho stateful eficiente para assinaturas rotineiras (324 bytes iniciais), com fallback stateless se o estado da carteira for perdido. Verificação custa pouco por byte, reduzindo a segurança a suposições de hash — ideal contra quânticos.

Blockstream apresentará o opcode OP_SHRINCSVERIFY no OPNEXT 2026. Matt Corallo rebate críticas: o trabalho avança publicamente, com papers no Delving Bitcoin e discussões em listas de e-mail. Questões como performance em hardware e limites de assinaturas seguem em debate, mas o progresso é concreto.

Por que importa? Computadores quânticos ameaçam ECDSA; hash-based signatures preservam chaves públicas pequenas e verificação viável, alinhando com o ethos minimalista do Bitcoin.

Fim do ZKsync Lite e Transição para Era

ZKsync Lite, pioneiro ZK-rollup lançado em 2020, para em 4 de maio: produção de blocos cessa, estado finaliza. Usuários têm US$ 33,9 milhões bridged — US$ 24,9 milhões em stablecoins, US$ 8,4 milhões em ETH. Retiradas são possíveis indefinidamente, mas o time recomenda ação até maio. API read-only dura pelo menos um ano.

Matter Labs migra foco para ZKsync Era (zkEVM com smart contracts) e ZK Stack. Lite suportava transfers e NFTs, mas faltava flexibilidade; Era permite portar apps sem perda de segurança.

Implicações para o Ecossistema

Essa corrida armamentista nas bases reflete maturidade: Bitcoin prioriza resiliência criptográfica, Ethereum eficiência on-chain. Monitorar commits no GitHub e usuários ativos dirá o sucesso. Para brasileiros, com BTC a R$ 337 mil, esses upgrades sustentam adoção de longo prazo.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança cartoon com regulador apertando exchange e influxos dourados em cofre Bitcoin ETF, simbolizando dilema regulatório vs adoção institucional

Cerco à Binance e Inflows Recordes em ETFs: O Dilema de Fevereiro

📊 BOLETIM CRIPTO | 27/02/2026 | NOITE

O endurecimento regulatório global define o viés de baixa moderado que domina o mercado cripto nesta sexta-feira. Enquanto investidores institucionais injetam capitais recordes em ETFs de Bitcoin, uma ofensiva coordenada de enforcement atinge os principais pilares do ecossistema. A pressão política nos Estados Unidos sobre a Binance, combinada com apreensões massivas de US$ 580 milhões pelo DOJ e ações proativas da Tether — que congelou US$ 4,2 bilhões em ativos ilícitos —, sinaliza uma fase de “limpeza regulatória” profunda. O cenário é agravado por falhas críticas de custódia governamental na Coreia do Sul, elevando o ceticismo sobre a segurança institucional fora de protocolos privados. Para o investidor, o momento exige cautela redobrada, equilibrada pela resiliência da adoção mainstream liderada por gigantes como a Meta.


🔥 Destaque: Pressão Bipartidária e o Novo Cerco à Binance

A Binance volta a ser o epicentro das atenções regulatórias nos Estados Unidos. Um grupo de senadores democratas, liderados por Chris Van Hollen, enviou uma carta formal à Procuradora-Geral Pam Bondi e ao Secretário do Tesouro Scott Bessent exigindo uma investigação urgente sobre o cumprimento de sanções pela exchange. A alegação central, baseada em relatórios do New York Times e Wall Street Journal, aponta fluxos de até US$ 1,7 bilhão em criptomoedas para entidades iranianas e grupos extremistas.

O movimento é estrategicamente desenhado para testar a postura do governo Trump em relação ao setor, utilizando o histórico de reincidência da plataforma — que já pagou uma multa de US$ 4,3 bilhões em 2023 — como alavanca política. Em resposta, a Binance negou veementemente possuir usuários iranianos e prometeu entregar uma revisão interna de conformidade ao Departamento de Justiça (DOJ) ainda esta semana.

As implicações desta pressão são imediatas e elevam o medo (FUD) sobre possíveis novas sanções ou restrições operacionais. Atualmente, o BNB enfrenta volatilidade, cotado a R$ 3.144,00, com uma desvalorização de 1,53%. Se a investigação avançar, o mercado de corretoras centralizadas (CEXs) pode sofrer uma migração forçada de liquidez para protocolos descentralizados ou plataformas em conformidade.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento atual reflete uma curiosa divergência entre os fluxos de capital e as narrativas de risco. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 337.388,67, operando com recuo de 2,36% nas últimas 24 horas. Apesar desse ajuste, o apetite institucional via ETFs nos EUA atingiu sua melhor semana desde janeiro, com um fluxo de entrada líquido de US$ 1,1 bilhão em apenas três dias.

No Brasil, o cenário regulatório acelerou drasticamente. O Banco Central impôs o sigilo bancário equivalente ao de instituições financeiras tradicionais para as corretoras locais, ao passo que a Meta iniciou testes de stablecoins no WhatsApp focando no mercado brasileiro. Essa dualidade sugere que a infraestrutura está amadurecendo conforme os reguladores elevam as barreiras de entrada, favorecendo a sobrevivência dos participantes mais robustos.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Intensificação do Enforcement nos EUA: A pressão democrática sobre indicados de Trump pode forçar ações rigorosas do DOJ e do Tesouro contra o uso de stablecoins e CEXs em atividades ilícitas, gerando volatilidade sistêmica.
  • Falhas de Custódia Estatal: O vazamento de seed phrase pela agência fiscal da Coreia do Sul, resultando na perda de US$ 4,8 milhões, evidencia a falta de expertise governamental em lidar com chaves privadas.
  • Escrutínio sobre Stablecoins: A revelação de que 84% do volume ilícito cripto em 2025 usou stablecoins aumenta a probabilidade de congelamentos em massa ou desancoragens temporárias, especialmente no USDT.
  • Custos de Compliance no Brasil: As novas resoluções do BCB exigem contabilidade padronizada e governança bancária, o que pode pressionar o fluxo de caixa de corretoras nacionais menores.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Institucionalização via ETFs: A liderança absoluta da BlackRock (IBIT) e a virada no fluxo do GBTC da Grayscale indicam que a acumulação institucional é o principal suporte para o Bitcoin em níveis de US$ 66 mil.
  • Adoção Massiva em Pagamentos: A integração de stablecoins via WhatsApp pela Meta pode transformar o Brasil em um polo global de pagamentos digitais, favorecendo ativos como o USDC e PYUSD.
  • Legitimação do Setor: O desmantelamento de redes de golpes asiáticas pelo DOJ, que já apreendeu US$ 580 milhões, remove atores maliciosos e prepara o terreno para uma adoção mais segura.

📰 Principais Notícias do Período

1. Democratas Pressionam Governos por Investigação em Binance
Senadores exigem revisão rigorosa de sanções após relatos de fluxos bilionários para o Irã. O caso testa os novos indicados de Trump para Justiça e Tesouro.

2. ETFs BTC captam US$ 1,1 Bilhão em Melhor Semana desde Janeiro
O apetite renovado de grandes fundos americanos sugere que o suporte institucional permanece sólido, apesar do clima regulatório tenso em outras frentes.

3. Autoridade Fiscal Coreana Vazou Seed Phrase e Perde US$ 4,8 mi
Um erro amador em relatório público expôs as palavras de recuperação de carteiras Ledger apreendidas, permitindo um roubo na rede imediato de 4 milhões de tokens PRTG.

4. Tether Congela US$ 4,2 Bilhões em USDT Ligados a Crimes
A emissora reforçou sua postura de conformidade ao colaborar com o DOJ para bloquear fundos ligados a golpes e financiamento ilícito em escala global.

5. EUA Apreendem US$ 580 Mi em Cripto de Scams Asiáticos
Operação do Strike Force do DOJ em três meses demonstra capacidade avançada de rastreamento em blockchain contra redes de fraudes transnacionais.

6. Meta testa Stablecoins no WhatsApp com Foco no Brasil
A gigante de redes sociais mira mercados sub-bancarizados para integração de pagamentos, o que pode acelerar drasticamente o uso de moedas estáveis no dia a dia.

7. BCB Impõe Sigilo Bancário e Contabilidade Padrão a Cripto
Regulamentação no Brasil eleva as Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (PSAVs) ao mesmo patamar de governança e proteção de dados de bancos tradicionais.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxos dos ETFs BTC: A continuidade dos aportes líquidos após o fechamento da semana para validar o suporte de US$ 66k.
  • Volume de Saques na Binance: Indicador crítico para medir a erosão de confiança após o pedido de investigação dos senadores americanos.
  • Movimentações On-chain na Coreia: Possíveis recuperações ou transferências adicionais dos fundos expostos pela NTS coreana.
  • Prêmio da Coinbase: O retorno do indicador ao terreno positivo aponta para demanda americana agressiva de mercado à vista.

🔮 Perspectiva

A perspectiva para as próximas 24 a 48 horas permanece sob o domínio do viés de baixa marginal, condicionado à reação dos usuários sobre a segurança da Binance. É provável que o Bitcoin encontre estabilização próximo aos US$ 66.000, desde que os fluxos de ETFs não sofram uma reversão abrupta por aversão ao risco regulatório. O mercado está claramente dividindo-se entre a “limpeza” de crimes e a adoção institucional legítima. Investidores devem priorizar plataformas com governança robusta e soluções de custódia profissional, acompanhando de perto os canais oficiais do DOJ para novos anúncios que possam afetar as reservas de liquidez em USDT.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Vórtice neon turbulento sugando partículas com formas BTC e ETH no centro e '9B' fragmentado, sinalizando volatilidade por expiração de opções

Vencimento de US$ 9 Bilhões em Opções Hoje Pode Agitar BTC e ETH

Hoje, 27 de fevereiro de 2026, expiram cerca de 115.500 contratos de opções de Bitcoin com valor nocional de US$ 7,8 bilhões na Deribit, além de 477.000 contratos de Ethereum no valor de US$ 963 milhões, totalizando aproximadamente US$ 9 bilhões, conforme dados da CryptoPotato. Este vencimento mensal ampliado pode gerar volatilidade nos mercados spot, especialmente com o domínio de calls e exposição elevada a gamma destacada pela Matrixport.


Detalhes do Vencimento na Deribit

Os dados da Deribit indicam uma relação put/call de 0,76 para Bitcoin e 0,77 para Ethereum, revelando predominância de posições de alta (calls) sobre as de baixa (puts). O max pain do Bitcoin situa-se em torno de US$ 75.000, bem acima do preço spot atual próximo de US$ 67.000, o que sugere que muitas calls expirarão sem valor (out of the money).

O interesse aberto (OI) total de opções de BTC em todas as exchanges alcançou US$ 37 bilhões, com concentrações elevadas nos strikes de US$ 60.000 (US$ 1,5 bilhão em OI) e US$ 50.000 (US$ 1,1 bilhão). Para ETH, o max pain está em US$ 2.200, alinhado ao spot em torno de US$ 2.000. Este volume representa cerca de 20% do OI total, atingindo pico multianual para posições de BTC, segundo a Greeks Live.

Exposição a Gamma e Mecanismos de Mercado

A Matrixport alerta para cerca de US$ 25 bilhões em gamma de opções de Bitcoin próximos ao vencimento mensal, configurando um potencial reset de posições. Desde o pico recente, US$ 26,7 bilhões já foram retirados do mercado. Em cenários de short gamma, dealers são forçados a vender futuros para hedge, amplificando quedas, como visto na recente aproximação aos US$ 63.000.

A limpeza dessas posições pode aliviar pressões passivas de hedge, destravando liquidez, ou, alternativamente, expor o mercado a movimentos bruscos se o fluxo direcional prevalecer. Os dados mostram que o rebote mid-week foi influenciado por ajustes de gamma, mas não altera o viés de baixa geral, com ausência de influxos frescos de capital.

Níveis Críticos e Contexto Atual

Os strikes com maior OI — US$ 60.000 e US$ 50.000 para BTC — e o max pain em US$ 75.000 são níveis a monitorar para possíveis rampas de volatilidade. No momento da redação, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 346.237,58 (variação 24h de -1,53%), equivalente a cerca de US$ 67.300 com dólar a R$ 5,14. Ethereum está em R$ 10.341,52 (-2,74% em 24h).

O mercado total caiu 1,3%, abaixo de US$ 2,4 trilhões, com BTC falhando em sustentar acima de US$ 68.000. Deribit destaca o domínio de call OI, mas em downtrend contínuo, apostas bearish crescem.

O Que Monitorar Pós-Vencimento

Após o expiry às 08:00 UTC, atenção aos fluxos de liquidez e rebalanceamentos de dealers. Condições para estabilização incluem influxos de capital fresco e catalisadores claros, ausentes atualmente. Narrativas pessimistas dominam redes sociais, e o fundo de mercado permanece incerto. Traders devem observar OI residual e volume spot para sinais de direção.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Palestrante regulador cartoon no palco da Bitcoin Conference com 'BTC 2026' neon e público cripto aplaudindo, sinalizando regulação amigável nos EUA

Histórico: Paul Atkins da SEC Palestrará no Bitcoin 2026

Paul Atkins, atual presidente da SEC (Comissão de Valores Mobiliários e de Câmbio dos EUA), foi confirmado como palestrante no Bitcoin 2026, em Las Vegas. Trata-se da primeira vez na história que um líder da agência regulatória americana participará do maior evento dedicado ao Bitcoin. Nomeado por Donald Trump em 2025, Atkins representa uma guinada pró-inovação, contrastando com a era de ações coercitivas sob Gary Gensler. Essa presença sinaliza uma possível bandeira branca regulatória para o setor cripto global.


Mudança de Paradigma na SEC

Sob a liderança de Paul Atkins, a SEC lançou o Project Crypto, uma iniciativa ampla para criar um arcabouço regulatório claro e favorável à inovação em ativos digitais. Segundo autoridades americanas, o objetivo é posicionar os EUA como hub global para Bitcoin e criptomoedas, substituindo ambiguidades por diretrizes específicas sobre custódia, negociação e uso de Bitcoin. Atkins, ex-comissário da SEC durante o governo Bush e advogado com visão pró-mercado, declarou que os mercados financeiros estão à beira de uma nova era on-chain.

Essa transformação ocorre após anos de tensão. Há dois anos, Gary Gensler promovia ações de fiscalização contra a indústria cripto, gerando incerteza. Em 2024, no Bitcoin Conference em Nashville, Trump prometeu demiti-lo, o que se concretizou com a posse de Atkins. Para investidores internacionais, isso reflete uma reorientação geopolítica: os EUA buscam recuperar liderança em finanças digitais, competindo com UE e Ásia.

Significado Global do Bitcoin 2026

O Bitcoin 2026, marcado para 27 a 29 de abril no The Venetian, em Las Vegas, espera ser o maior da história, superando os 35 mil participantes de 2025. O evento reúne construtores, investidores, mineradores e formuladores de políticas de todo o mundo, com palcos dedicados a fundamentos do Bitcoin, desenvolvimento open-source, adoção empresarial e regulação. A participação de Atkins oferece uma oportunidade rara para milhares de participantes ouvirem diretamente do regulador que redefine as regras americanas.

Em contexto global, essa presença reforça tendências observadas na Europa, onde a MiCA avança em clareza regulatória, e na Ásia, com Hong Kong atraindo inovações. Para o Brasil, que discute marco regulatório próprio via CVM e Banco Central, o modelo americano pode inspirar equilíbrio entre proteção e inovação, impactando diretamente fluxos de capital e adoção de Bitcoin por instituições locais.

Implicações para Investidores e Próximos Passos

A guinada da SEC sob Atkins sugere um ambiente mais previsível, potencialmente acelerando aprovações de ETFs, custódia institucional e integrações com finanças tradicionais. Governos ao redor do mundo monitoram: decisões em Washington influenciam políticas em Brasília, Bruxelas e Pequim. Investidores devem acompanhar discursos de Atkins no evento, que podem delinear diretrizes para stablecoins e DeFi.

O Bitcoin 2026 oferece passes variados, de general admission a Whale Pass premium, com descontos para grupos. Para brasileiros, é chance de networking global e insights regulatórios diretos. Com anúncios de mais palestrantes, o evento consolida Las Vegas como epicentro da adoção Bitcoin.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Escudo glassmorphism translúcido com núcleo Bitcoin dourado e feixe cyan seletivo, simbolizando privacidade ZK para BTC na Starknet

Bitcoin Privado na Starknet: Privacidade Zcash para BTC em L2

A Starknet, camada 2 de escalabilidade do Ethereum baseada em ZK-rollups, anunciou o lançamento do strkBTC, um ativo wrapped do Bitcoin com recursos de privacidade semelhantes aos do Zcash. Usando zero-knowledge proofs (provas de conhecimento zero), o token permite blindar saldos de contas e realizar transferências confidenciais, mantendo a usabilidade em aplicações DeFi. O anúncio ocorreu em 26 de fevereiro de 2026, destacando o diferencial técnico de unir a segurança do Bitcoin à privacidade granular.


O Que é o strkBTC?

O strkBTC é um token representativo do Bitcoin (BTC) emitido nativamente na Starknet. Diferente do BTC tradicional, cujo livro-razão é totalmente público e rastreável, o strkBTC introduz camadas de privacidade opcionais. Usuários podem optar por endereços públicos ou privados, controlando o nível de transparência das suas transações.

Essa inovação surge em um ecossistema onde a privacidade é cada vez mais valorizada. A Starknet, desenvolvida pela StarkWare, utiliza provas de conhecimento zero para validar transações sem revelar detalhes subjacentes, como valores transferidos ou saldos. O resultado é um ativo que preserva a essência do Bitcoin — como reserva de valor — mas sem a exposição inerente à blockchain principal.

Segundo a fundação Starknet e a StarkWare, o token mantém funcionalidade plena em DeFi, incluindo staking para recompensas na rede, o que demonstra maturidade técnica além de mera experimentação.

Como Funciona a Privacidade Zcash-Like?

Inspirado no Zcash, pioneiro em privacidade com shielded transactions, o strkBTC emprega ZK-proofs para ocultar metadados sensíveis. No Zcash, provas zk-SNARKs permitem provar a validade de uma transação (ex: remetente tem saldo suficiente) sem divulgar o valor ou partes envolvidas. O strkBTC replica isso na Starknet.

Em modo privado, saldos e transferências são blindados: o observador externo vê apenas que uma transação válida ocorreu, não os detalhes. Para compliance regulatória, uma viewing key auditável por terceiros autorizados permite inspeções seletivas, equilibrando privacidade e transparência. Eli Ben-Sasson, co-fundador da StarkWare e contribuidor do Zcash, reforça: "Provas de conhecimento zero mantêm mercados abertos com participantes confidenciais."

Técnicamente, isso opera no nível de infraestrutura da Starknet, sem depender de wallets ou intermediários off-chain, reduzindo pontos de falha e riscos de custódia.

Integração via Bridge e Usabilidade em DeFi

O acesso ao strkBTC ocorre via bridge da Atomiq Labs, que usa atomic swaps matemáticos para converter BTC nativo em strkBTC sem custodiantes centralizados. Se o swap falhar, os fundos retornam automaticamente — um avanço sobre bridges tradicionais vulneráveis a hacks.

Na Starknet, o token integra-se de forma seamless a protocolos DeFi: usuários podem fornecer liquidez, emprestar ou stake strkBTC para segurança da rede, ganhando recompensas em STRK. Essa compatibilidade destaca a robustez: privacidade não compromete utilidade.

Recentemente, a Starknet expandiu suporte a Bitcoin, permitindo staking de ativos BTC desde setembro de 2025, sinalizando compromisso com interoperabilidade BTC-L2.

Por Que Isso Importa Tecnicamente?

Para desenvolvedores e usuários avançados, strkBTC resolve o trade-off privacidade vs. funcionalidade no ecossistema Ethereum. BTC na L1 é imutável mas transparente; L2s como Starknet adicionam escalabilidade e agora privacidade granular.

Implicações incluem adoção em finanças confidenciais, proteção contra análise de chain e conformidade regulatória via viewing keys. Apesar de desafios como outages recentes na Starknet (dezembro 2025), o foco em fundamentos técnicos — commits no GitHub, TVL crescente — posiciona-a como líder em ZK-tech.

O STRK negocia a ~US$ 0,042, refletindo volatilidade, mas o valor real está na inovação protocol-level.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investidores cartoon abrindo cofre SMSF com Bitcoin e ETFs jorrando e '31%' em destaque, sinalizando adoção institucional na Austrália

Fundos de Aposentadoria Australianos Apostam em Bitcoin

Os fundos de superannuation australianos, conhecidos como SMSF, estão se tornando o principal veículo para que australianos invistam em Bitcoin e outros ativos digitais como estratégia de diversificação para a aposentadoria. Com adoção cripto atingindo 31% da população em 2025, executivos do setor veem nisso um sinal claro de maturidade institucional. Sua aposentadoria pode, um dia, depender dessa tendência global de reserva em Bitcoin.


Crescimento Acelerado da Adoção Cripto na Austrália

O mercado cripto australiano demonstra fundamentos sólidos em construção. Um relatório de 2025 da Independent Reserve revela que 31% dos australianos já possuem criptomoedas, ante 28% no ano anterior, com 29% planejando entrar nos próximos 12 meses. Esse otimismo reflete avanços regulatórios, como projetos de lei para enquadrar cripto nas leis financeiras existentes e maior expertise em órgãos como o Tesouro e a ASIC.

John O’Loghlen, diretor-gerente da Coinbase APAC, destacou o momentum positivo durante o XRP Australia 2026. A inclusão da Coinbase no S&P 500 facilita o acesso indireto para instituições australianas, permitindo exposição passiva ao ecossistema cripto enquanto aprendem com o setor.

SMSFs: A Porta de Entrada para Cripto na Aposentadoria

Self-Managed Super Funds (SMSF) emergem como protagonistas nessa narrativa. Kate Cooper, CEO da OKX Australia, revelou que um número crescente de novos SMSFs é criado especificamente para investir em ativos digitais, uma vez que os grandes fundos de pensão ainda restringem essa opção. Pesquisas da OKX indicam que administradores buscam diversificação, incorporando Bitcoin e altcoins em portfólios de longo prazo.

"É uma forma principal de manter um portfólio diversificado", afirma Cooper. Para o investidor comum, isso traduz movimentos institucionais em oportunidades acessíveis: ao gerenciar sua própria aposentadoria, o australiano comum pode alocar em Bitcoin como reserva de valor, protegendo-se contra inflação e volatilidade tradicional.

ETFs e Interesse Institucional Ganham Força

Os lançamentos de ETFs reforçam essa tendência. O primeiro spot Bitcoin ETF da Austrália, da Monochrome, estreou em junho de 2024, seguido pelo de Ether em outubro. Esses produtos democratizam o acesso, atraindo investidores sofisticados, administradores de SMSF e indivíduos de alto patrimônio.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 348.417 (variação de -0,69% em 24h) continua como ativo âncora. Movimentos como esses conectam a Austrália à adoção global, similar a tesourarias corporativas e fluxos de ETF nos EUA.

Desafios Persistem, Mas Otimismo Predomina

Apesar do progresso, barreiras bancárias persistem, com usuários enfrentando debanking ao interagir com exchanges. Cooper e O’Loghlen cobram padrões regulatórios para inovação em pagamentos blockchain e stablecoins locais. A regulação de provedores de serviços de pagamento está em desenvolvimento, mas casos como o da ASIC vs. Block Earner mantêm o cenário em "modo de espera".

No entanto, os fundamentos se fortalecem. A tese de Bitcoin como reserva estratégica ganha tração além dos EUA, provando resiliência em ciclos. Para brasileiros monitorando tendências globais, o caso australiano reforça: a adoção institucional é inevitável, e fundos de aposentadoria lideram o caminho.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Policial cartoon em pânico com wallet vazia de Bitcoin e frase mnemônica caindo, simbolizando perda por custódia inadequada na Coreia do Sul

Polícia Sul-Coreana Perde R$ 7,2 Milhões em Bitcoin Confiscado

Nem mesmo a polícia está livre de erros graves em cripto: a Agência de Polícia Provincial do Norte de Gyeonggi, na Coreia do Sul, perdeu 22 Bitcoin, equivalentes a cerca de US$ 1,4 milhão (R$ 7,2 milhões), confiscados em 2021 após um hack em exchange local. A falha ocorreu por armazenar os fundos em uma cold wallet de terceiros, sem controle da seed phrase. Quatro anos depois, dois suspeitos foram presos. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 349.087 nesta sexta-feira (27/02), com variação de -0,33% em 24h.


Detalhes do Confisco e da Perda

Em novembro de 2021, a polícia sul-coreana, especificamente a estação de Gangnam em Seul, confiscou os 22 BTC de uma empresa vítima de hack em uma exchange local. De acordo com protocolos internos vigentes há anos, os ativos digitais apreendidos deveriam ser transferidos para uma cold wallet sob controle exclusivo da polícia, armazenada em cofre seguro. No entanto, os fundos foram depositados em uma wallet gerenciada por uma terceira parte ligada ao caso, que detinha a seed phrase — a sequência de 12 a 24 palavras que dá acesso total aos fundos.

A polícia nem sabia qual era essa frase mnemônica, violando completamente as diretrizes da Agência Nacional de Polícia. Em 2022, a empresa terceirizada “emprestou” os Bitcoins a um indivíduo chamado “Sr. Jeong”, repassando-lhe a seed phrase. Os fundos foram transferidos sem que as autoridades percebessem, permanecendo a perda oculta por quatro anos.

Falhas Procedimentais e Descoberta Tardia

A descoberta veio apenas em 2026, durante uma auditoria nacional desencadeada por outro caso: o desaparecimento de 320 BTC no Escritório do Promotor Distrital de Gwangju. Foi aí que a falha na custódia da Gangnam Police Station foi identificada. Investigadores encontraram múltiplas violações de política, incluindo a falta de controle sobre a wallet e ausência de monitoramento.

Além disso, um investigador do caso original, condenado por suborno em agosto de 2025: ele recebeu propina para favorecer a investigação, o que levanta suspeitas sobre conivência interna. É importante considerar: se até forças policiais estatais falham em procedimentos básicos, qual o risco para investidores individuais?

Prisões e Lições sobre Custódia Segura

Dois suspeitos foram presos pela Agência de Polícia Provincial do Norte de Gyeonggi em conexão com o roubo. A investigação prossegue para esclarecer como exatamente os fundos vazaram, mas o risco aqui é claro: depender de terceiros para custódia sem controle da seed phrase é uma vulnerabilidade crítica. Atenção para isso: a frase mnemônica é o “chaveiro mestre” de qualquer wallet. Sem ela, ou com ela exposta, os ativos estão perdidos para sempre.

Para leitores: sempre use wallets sob seu controle exclusivo, com backup seguro da seed phrase offline e nunca compartilhe. Protocolos rigorosos evitam perdas evitáveis — um erro que custou R$ 7,2 milhões ao Estado sul-coreano.

O Que Observar no Mercado

Este caso reforça a necessidade de padrões globais de custódia para ativos confiscados. Na Coreia do Sul, maior mercado cripto da Ásia, incidentes como esse e o erro de US$ 43 bilhões na Bithumb (distribuição acidental de BTC em promoção) aumentam o escrutínio regulatório. Vale monitorar: avanços em regulamentação de custódia policial e lições para exchanges. O risco de falha humana persiste, independentemente do tamanho da instituição.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Encruzilhada surreal digital com caminhos de luz tênues em vermelho e dourado, simbolizando queda de volumes spot do Bitcoin e cautela em futuros

Bitcoin em Encruzilhada: Volumes Spot em Queda e Fim do Mito Jane Street

Os volumes spot de Bitcoin atingiram as mínimas de 2024 em fevereiro, com queda de cerca de 50% nas principais exchanges desde outubro. Apesar disso, o Coinbase Premium Index voltou a território positivo, indicando alívio na pressão de venda americana. Paralelamente, uma análise técnica desmente manipulações diárias às 10h pela Jane Street, atribuindo quedas a dinâmicas normais de abertura do mercado de ações. O BTC negocia a US$ 68.150, questionando se a calmaria reflete fundo ou desinteresse.


Volumes Spot em Contração Generalizada

Os dados mostram que fevereiro registra o menor volume spot de Bitcoin desde o início de 2024. Na Binance, o volume caiu de US$ 198 bilhões para US$ 75 bilhões mensais, enquanto Gate.io e Bybit registraram reduções de US$ 53 bilhões para US$ 25 bilhões e US$ 41 bilhões para US$ 20 bilhões, respectivamente. Essa contração segue o choque de 10 de outubro de 2025, com liquidações de US$ 8 bilhões em posições alavancadas, impactando a liquidez geral.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 349.454,69 às 06:30 de 27/02/2026, com variação de -0,02% em 24h e volume de 201 BTC. Fonte: Cointrader Monitor. Essa baixa participação spot sugere postura defensiva dos investidores, priorizando preservação de capital em meio a incertezas macroeconômicas.

Cautela nos Mercados de Derivados

Enquanto o preço busca US$ 70.000, os mercados de futuros e opções exibem cautela. O prêmio anualizado de futuros está em 2%, abaixo do neutro de 5%, refletindo baixa convicção altista desde 31 de janeiro. No Deribit, o skew de opções de 30 dias favorece puts em 14% premium sobre calls, indicando medo dominante apesar da recuperação de níveis de pânico de 28%.

Entradas líquidas de US$ 764 milhões em ETFs de Bitcoin nos últimos dois dias contrabalançam saídas prévias de US$ 1,2 bilhão, mas não restauram apetite por alavancagem. Fatores como risco quântico e tarifas Trump contribuem para o risco-aversão.

Desmentido Técnico da Teoria Jane Street

A teoria de dumps diários às 10h ET pela Jane Street é refutada por backtests. Analista Alex Krüger verificou retornos acumulados positivos nesse intervalo desde janeiro. Julio Moreno, da CryptoQuant, explica como estratégias delta-neutras (compra spot, venda futuros) são comuns para capturar spreads, não manipulação.

Quedas coincidem com abertura do Nasdaq, onde BTC correlaciona fortemente. Holdings em IBIT e miners são típicos, sem evidência de controle de preços em mercado global 24/7.

Níveis Chave Pré-Rompimento de US$ 70.000

Pré-rompimento acima de US$ 70.000, observe suporte em US$ 65.000 (inflows de ETFs) e resistência em US$ 75.000 (abandonada em janeiro de 2026). EMA de 200 semanas em gráfico semanal é pivotal. Recuperação de volumes spot acima de US$ 100 bilhões mensais sinalizaria demanda duradoura. Dólar a R$ 5,14 reforça a conversão: US$ 68.000 ≈ R$ 349.000.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem cartoon de Saylor defendendo escudo Bitcoin contra suits de Wall Street com nuvem 14%, simbolizando shorts em MicroStrategy

Wall Street Aposta Contra Saylor: Shorts em Strategy Alcançam 14%

Os dados mostram que o short interest nas ações da Strategy (MSTR) atingiu 14% do free float, o maior entre as empresas do S&P 500 com mais de US$ 250 bilhões em capitalização, segundo relato recente. Apesar da compra de 592 BTC por US$ 40 milhões em 23 de fevereiro, os papéis caíram mais de 9% em 24 de fevereiro. Enquanto isso, a Benchmark reitera recomendação de compra com alvo de US$ 705, destacando o pivot para financiamento via STRC. A correlação com o Bitcoin reforça a pressão.


Short Interest em Máxima Histórica

No S&P 500, a mediana de posições vendidas subiu para 2,7%, mas a Strategy lidera com 14%, superando até a Coinbase (11%). Os dados indicam ceticismo de Wall Street quanto ao modelo de acumulação agressiva de Bitcoin, que exige financiamento contínuo via emissão de ações e ações preferenciais, diluindo os acionistas comuns.

O Chaikin Money Flow (CMF) estabilizou próximo de zero após a última compra de BTC, sinalizando indecisão institucional. Anteriormente, divergências positivas no CMF sustentaram uma alta de 33% entre 5 e 25 de fevereiro, mas o fluxo atual sugere saída ou neutralidade de grandes players, conforme análise em gráficos recentes.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 349.344,96 (-0,13% em 24h), com volume de 202,98 BTC. Essa correlação amplifica a volatilidade das ações MSTR.

Análise Técnica Sinaliza Suportes Críticos

A ação rompeu um padrão de bandeira de baixa, confirmando viés descendente. Suportes imediatos estão em US$ 119, seguido de US$ 106 e US$ 85. Projeção via retração de Fibonacci (0,786) aponta para US$ 71, uma queda de mais de 45% do topo recente.

Divergência de baixa no RSI — topos mais baixos no preço com topos mais altos no indicador — precedeu quedas passadas, como 45% em janeiro e 13% em fevereiro. Resistências em US$ 139 e US$ 155; só acima deste último o viés mudaria, per análise técnica detalhada.

Uma quebra para US$ 70 pressionaria o sentimento spot do Bitcoin, reforçando percepção de risco em veículos alavancados como a Strategy, similar a mineradoras que vendem BTC em baixa.

Pivot para Modelo STRC Gera Polêmica

Michael Saylor anunciou na Strategy World 2026 o foco em STRC (açõe preferenciais perpétuas com yield de ~11%), como “motor principal” para aquisições de BTC, substituindo emissões de ações comuns. A Benchmark vê upside de 430% para US$ 705 de US$ 130 atuais, per atualização de rating.

O modelo, batizado de “digital credit” por Saylor, compara-se a treasuries dos EUA: emite dívida perpétua paga com novos financiamentos, ancorada no BTC. Críticos, como ex-banqueiro Craig Coben, alertam para diluição e compras em picos, sem cash flow do BTC para cobrir juros.

Embora sem risco imediato de liquidez (Saylor estima venda só se BTC < US$ 8.000 por 4-5 anos), o short interest reflete apostas contra sustentabilidade em ciclos baixistas.

Impacto no Sentimento do Mercado Spot

As ações da Strategy funcionam como proxy alavancado do BTC: quedas amplificam fraqueza spot. Uma perda do suporte de US$ 85 para US$ 70 sinalizaria desconfiança no tesouro corporativo de 717.722 BTC (custo médio US$ 76.020), impactando mineradoras como Marathon e Riot, que enfrentam pressão similar.

Os dados sugerem monitorar CMF e RSI para fluxos institucionais. Níveis técnicos definem próximos passos: sustentação acima de US$ 119 preserva estrutura; quebra acelera para US$ 70, testando resiliência do ecossistema BTC.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Constelação dourada de 20K estrelas formando silhueta de baleia no oceano digital, com clusters verdes de altcoins, simbolizando recorde de baleias Bitcoin

Recorde de Baleias Bitcoin Supera 20 Mil Carteiras

Os dados on-chain indicam um recorde de carteiras com mais de 100 BTC, superando 20 mil unidades, cada uma valendo pelo menos US$ 6,78 milhões ao preço atual. Paralelamente, o indicador Apparent Demand retornou ao território positivo pela primeira vez desde novembro, sugerindo aumento na demanda spot. No entanto, análises de baleias apontam cautela institucional enquanto altcoins registram altas expressivas. Essa divergência reflete acumulação silenciosa por grandes holders em meio a consolidação do BTC em torno de US$ 68.000.


Entendendo o Apparent Demand

O indicador Apparent Demand, calculado pela CryptoQuant, estima a demanda spot no blockchain comparando a emissão de mineração diária com a variação no suprimento inativo há mais de um ano. Quando positivo, significa que a redução no inventário excede a produção de novos BTC, sinalizando maior procura. Os dados mostram que a soma de 30 dias da métrica mergulhou em negativo durante dezembro e permaneceu assim até meados de fevereiro.

Recentemente, o valor virou verde, com Julio Moreno, head de pesquisa da CryptoQuant, destacando o crescimento pela primeira vez desde novembro tardio. Isso coincide com o Coinbase Premium Index também positivo, sugerindo acumulação por instituições americanas durante a recente alta de preço. No entanto, o nível positivo ainda é modesto, demandando monitoramento para confirmação de tendência sustentada.

Recorde de Carteiras de Baleias

Santiment reporta que o número de carteiras detendo pelo menos 100 BTC ultrapassou 20 mil, um marco histórico. Esse aumento, especialmente em períodos de queda ou estagnação de preço, é considerado um sinal de viés de alta, pois indica distribuição para mais entidades de alto patrimônio, como fundos e instituições, reduzindo a concentração no topo.

Embora a proporção de suprimento em posse desses holders não tenha crescido significativamente — mantendo o preço em baixa relativa —, o dado sugere fase de acumulação. Historicamente, expansões no número de baleias precedem valorizações, à medida que holders de longo prazo absorvem oferta de varejo em pânico ou realização precoce. Cada carteira nesse patamar equivale a cerca de R$ 35 milhões segundo o Cointrader Monitor.

Cautela das Baleias Frente ao Rali de Altcoins

Enquanto Bitcoin consolida em US$ 67.000-68.000, perdendo momentum acima de US$ 70.000, Glassnode registra Accumulation Trend Score baixo, indicando hesitação de grandes compradores. Fatores como tensões geopolíticas no Oriente Médio e ceticismo com tech stocks, exemplificado pela queda de Nvidia apesar de resultados fortes, pesam sobre ativos de risco.

Em contraste, altcoins como Internet Computer (+10%) avançam com anúncios de rede, e stablecoins como STABLE ganham tração. Essa rotação setorial reflete varejo migrando para narrativas de alto risco/retorno, enquanto baleias priorizam BTC como reserva de valor. O score de acumulação sugere ausência de inflows institucionais massivos, com foco em níveis de suporte como US$ 65.000.

Implicações para Investidores

Os dados on-chain delineiam uma acumulação silenciosa por baleias, contrabalançada por demanda spot emergente, mas com cautela institucional. Traders devem observar se o Apparent Demand sustenta positivo e se o número de baleias continua crescendo, potencialmente ancorando preço em quedas. Níveis chave incluem resistência em US$ 70.000 e suporte em US$ 65.000. Com BTC a R$ 349.237 via Cointrader Monitor e dólar a R$ 5,14, o cenário permanece neutro, priorizando análise contínua de métricas on-chain.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança cartoon com policiais algemando cofre de exchange BR e globo digital de adoção global ascendente, contrastando regulação e recorde institucional

Operação Policial Bloqueia R$ 211M em Exchanges BR e Adoção Global Bate Recorde

📊 BOLETIM CRIPTO | 27/02/2026 | MANHÃ

Pressões regulatórias globais definem o tom de cautela no mercado cripto nesta manhã de sexta-feira. No Brasil, uma grande operação policial contra lavagem de dinheiro em corretoras locais expõe fragilidades estruturais e acentua o viés de baixa moderado que prevalece no ecossistema. Enquanto o Cointrader Monitor aponta estabilidade no preço do Bitcoin em R$ 348.847,27, o Ethereum enfrenta desconfiança após dados revelarem uma fuga massiva de capital institucional no último trimestre. O cenário nos EUA é de intensa polarização, com disputas políticas sobre licenças bancárias para empresas ligadas a Donald Trump e novos projetos de lei para proteger desenvolvedores. Apesar da desconfiança estatal, a base de usuários globais ultrapassa marcas históricas, sugerindo que a infraestrutura cripto continua avançando como alternativa ao sistema financeiro tradicional.


🔥 Destaque: Warren vs OCC e o Embate Político na Cripto

A senadora Elizabeth Warren abriu uma nova frente de ataque contra o projeto World Liberty Financial (WLFI), ligado ao presidente eleito Donald Trump. Durante audiência no Senado, Warren acusou a Controladoria da Moeda (OCC) de potencial conivência com o que chamou de “mais repugnante escândalo de corrupção presidencial“. O pivô da controvérsia é um investimento de US$ 500 milhões de um fundo dos Emirados Árabes Unidos na WLFI, que garantiria à família Trump uma participação de 49% no negócio de ativos digitais poucos dias antes da posse.

O chefe da OCC, Jonathan Gould, defendeu a independência da autarquia na análise do pedido de licença para o banco nacional de confiança da WLFI, recusando-se a ceder às pressões políticas para pausar o processo. Segundo a Odaily, 41 democratas já pressionaram o Tesouro americano, alegando que a aprovação pode comprometer a integridade do sistema bancário dos EUA devido à influência estrangeira direta em uma entidade presidencial.

Este embate destaca a politização extrema da regulação cripto nos EUA. Por um lado, a resistência da OCC em aceitar interferências pode ser vista como um sinal positivo para a independência regulatória. Por outro, o escrutínio ampliado sobre o financiamento estrangeiro e os conflitos de interesse podem atrasar marcos regulatórios importantes para todo o setor, gerando incerteza sobre como projetos institucionais serão tratados sob a nova administração.


📈 Panorama do Mercado

O mercado global apresenta uma dicotomia clara entre adoção e regulação. Um relatório da BitGo revela que o número de detentores globais de criptomoedas ultrapassou os 716 milhões, com stablecoins processando mais de US$ 1 trilhão mensais. Essa massa crítica pressiona bancos tradicionais, que enfrentam o risco de uma perda acelerada de depósitos para plataformas que oferecem rendimentos via staking e custódia digital.

No entanto, o sentimento institucional recente é de seletividade. Enquanto o Bitcoin mantém sua dominância, instituições e fundos de cobertura reduziram drasticamente suas posições em ETFs de Ethereum no fim de 2025. Dados da Bloomberg indicam que o baixo diferencial entre futuros e preço à vista afastou investidores sofisticados, consolidando a fraqueza relativa do Ether frente ao BTC, que já conta com mais de 1.000 instituições detentoras.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Fragilidade KYC no Brasil: A Operação Sepulcros Caiados revelou que quadrilhas lavaram R$ 318 milhões via contas de laranjas em corretoras brasileiras, o que pode levar a Receita Federal e o Banco Central a imporem normas de conformidade muito mais rigorosas.
  • Saída Institucional de Ethereum: A venda orquestrada por grandes fundos em ETFs de ETH pode pressionar as cotações no curto prazo, especialmente com o suporte técnico estagnado e incertezas sobre o staking regulado.
  • Ultimato Militar à Inteligência Artificial: O Pentágono deu 72 horas para a Anthropic liberar o uso militar irrestrito do Claude. Este conflito gera impacto negativo para tokens de IA centralizados, aumentando a desconfiança geopolítica no setor.
  • Impasses Legislativos nos EUA: Disputas sobre stablecoins e conflitos de interesse de políticos podem travar o avanço de leis que protegem desenvolvedores de software não custodiante, mantendo o risco criminal para criadores de protocolos DeFi.

💡 Oportunidades Identifiedas

  • Infraestrutura de Bitcoin Eficiente: Jack Dorsey admitiu erros de gestão na Block e agora foca em uma meta agressiva de lucro de US$ 2 milhões por funcionário via integração de IA. A renovação da estrutura pode atrair capital para empresas focadas em infraestrutura e pagamentos Bitcoin.
  • Migração para IA Descentralizada: O medo, incerteza e dúvida sobre empresas centralizadas como Anthropic e acusações de Elon Musk sobre roubo de dados favorecem narrativas de IA on-chain e protocolos DePIN, onde a transparência é garantida pelo código.
  • Convergência Bancária Cripto: Com centenas de milhões de detentores, bancos que se anteciparem em custódia e stablecoins locais tendem a capturar alocações das gerações mais jovens, que destinam até 14% de seus portfólios a ativos digitais.

📰 Principais Notícias do Período

1. Operação policial bloqueia R$ 211M de lavagem em exchanges BR
A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou a Operação Sepulcros Caiados contra uma rede que utilizava corretoras de criptomoedas para ocultar fundos de estelionatos. O bloqueio judicial de R$ 211 milhões expõe falhas nos processos de verificação de identidade das exchanges nacionais.

2. 716 milhões de detentores cripto pressionam bancos tradicionais
Novo relatório da BitGo aponta adoção massiva global, com stablecoins processando volumes que rivalizam com grandes redes de cartões. A tokenização de ativos projeta alcançar US$ 23 trilhões até 2033, forçando instituições legadas a se adaptarem.

3. Instituições vendem ETH ETFs no Q4 2025; Hedge Funds lideram
Analistas da Bloomberg reportam uma redução nas posições institucionais em ETFs de Ethereum. A preferência institucional segue concentrada no Bitcoin, enquanto o Ether enfrenta desafios de liquidez e incertezas no mercado de derivativos.

4. Dorsey admite falha estrutural na Block e projeta eficiência via IA
Jack Dorsey admitiu excesso de contratações e erros na arquitetura da Block durante a pandemia. A empresa agora aposta em Inteligência Artificial para quadruplicar a produtividade, resultando em um salto de 22% nas ações pós-anúncio.

5. Lei protege devs DeFi de processos criminais nos EUA
Um projeto de lei bipartidário no Congresso americano visa isentar desenvolvedores de software não custodiante de penas criminais. O objetivo é evitar novos casos como o do Tornado Cash e garantir que a inovação permaneça em solo americano.

6. Warren vs OCC: disputa por licença bancária WLFI-Trump
Elizabeth Warren classificou como escândalo o pedido de licença para o projeto cripto de Trump. A disputa no Senado envolve questionamentos sobre investimentos vindos dos Emirados Árabes Unidos e a integridade da supervisão bancária nacional.

7. Pentágono dá 72h para Anthropic liberar Claude militar
A startup de IA Anthropic enfrenta pressão do governo federal para remover restrições de uso militar em seus modelos. O ultimato ocorre em meio a acusações de Elon Musk de que a empresa teria utilizado dados piratas em seus treinamentos.


🔍 O Que Monitorar

  • Volumes em Exchanges BR: Quedas bruscas podem sinalizar medo e incerteza do varejo após a operação da Polícia Civil;
  • Fluxos institucionais de Bitcoin: Verifique se a rotação de capital do ETH para o BTC se intensifica via relatórios 13F;
  • Resposta da Anthropic: A expiração do prazo do Pentágono pode impactar tokens de IA em todo o ecossistema;
  • Preços na Binance: A Binance oferece liquidez essencial para monitorar a reação às notícias globais de regulação.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 24 a 48 horas, a expectativa é de que o mercado mantenha um viés de cautela, reagindo negativamente às pressões regulatórias no Brasil e nos EUA. A volatilidade deve se concentrar em altcoins de IA e no Ethereum, que continua sob pressão vendedora institucional. Embora a adoção global de 716 milhões de usuários sirva como um suporte fundamental, novas manchetes vindas da OCC ou do Pentágono podem desencadear liquidações em ativos sensíveis à regulação. O momentum do Bitcoin continua sendo a força de estabilização, mas investidores devem estar atentos a possíveis anúncios do Banco Central brasileiro sobre novas regras de conformidade após o recente escândalo de lavagem de dinheiro.


📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos institucionais cartoon cruzando ponte dourada para ilha Bitcoin com dados on-chain verdes ascendentes, simbolizando influxo recorde de US$ 506 mi em ETFs

ETFs de Bitcoin Registram US$ 506 Milhões: Fluxo Institucional Retorna

Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram entrada líquida de US$ 506 milhões na quarta-feira (25/02), o maior fluxo diário em três semanas, segundo dados da SoSoValue. O movimento coincide com alta de 4,4% do BTC para cerca de US$ 68.300, após tocar US$ 69.550. Indicadores on-chain apontam para demanda spot real crescendo pela primeira vez desde novembro, com o Coinbase premium virando positivo e pressão de venda enfraquecendo nos níveis de suporte em US$ 68-69 mil.


Detalhes dos Fluxos de Entrada

Os dados da SoSoValue, compilados pela CriptoFácil, mostram que o fundo IBIT da BlackRock liderou com US$ 297,4 milhões em entradas, seguido por Fidelity com cerca de US$ 83 milhões e iShares Bitcoin Trust (BlackRock) com US$ 79 milhões na terça-feira anterior. Esse influxo reverte cinco semanas de saídas que somaram próximo a US$ 4 bilhões.

Não se limitou ao Bitcoin: ETFs de Ethereum captaram US$ 157,1 milhões e de Solana US$ 30,9 milhões, o maior para SOL desde dezembro de 2025. O Índice de Medo e Ganância subiu para 11, ainda em zona de extreme fear, mas melhor que o mínimo recente de 5.

Indicadores On-Chain Confirmam Demanda Real

Os dados mostram que o rally é impulsionado por compradores spot, não especuladores. O open interest agregado caiu de acima de 240.000 BTC para 235.167 BTC, indicando fechamento de posições alavancadas. Funding rates permanecem negativos em -0,0037%, com shorts pagando longs.

O Coinbase premium index, proxy para demanda institucional dos EUA, virou de negativo profundo para 0,05 esta semana — primeira vez positiva desde meados de janeiro. O volume de futuros caiu 44% desde fevereiro, e o de spot para 50% dos picos, reduzindo vendas forçadas, conforme analistas da CryptoQuant e CEX.IO.

Contexto Macro e Suporte Técnico

A recuperação de Wall Street, pós-discurso de Trump no State of the Union e balanço forte da Nvidia (US$ 68,1 bi em receita, +73% YoY), impulsionou os ativos de risco. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 347.002 (-2,02% em 24h) testa suporte em US$ 68-69 mil, com volume delta cumulativo positivo confirmando agressividade compradora.

O mercado de opções com gamma positivo atua como amortecedor, suavizando swings. Para brasileiros, BDRs como IBIT39, BITH11 e HASH11 na B3 sentem o impacto positivo na liquidez global.

Implicações e Níveis a Monitorar

Os fluxos sugerem exaustão da pressão vendedora, com ‘smart money’ comprando a queda após saídas trimestrais. No entanto, analistas como Illia Otychenko (CEX.IO) alertam: easing de pressão não confirma reversal sem demanda sustentada e macro favorável. Lacie Zhang (Bitget Wallet) vê oportunidade de risco-recompensa melhorada para longo prazo.

Níveis chave: suporte US$ 68 mil, resistência próxima US$ 70 mil. Fluxos da próxima semana serão decisivos para validar tendência. Estratégia DCA ganha força em meio a volatilidade cambial BR.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo cartoon retirando baú BTC de prateleira instável de exchange para cofre IBIT, simbolizando transferência institucional e inflows recordes

BlackRock Retira US$ 289,6 Milhões em Bitcoin da Coinbase em 1 Hora

A BlackRock retirou 4.309 BTC, equivalentes a cerca de US$ 289,6 milhões, da Coinbase em apenas uma hora, conforme monitorado por plataformas on-chain como Lookonchain e Onchain Lens. A transação, registrada em 26 de fevereiro de 2026, direcionou os ativos para endereços associados ao iShares Bitcoin Trust (IBIT), seu principal ETF de Bitcoin. Os dados mostram um movimento típico de custódia institucional, reduzindo a oferta circulante em exchanges e potencialmente aliviando pressões de venda imediata no mercado.


Detalhes da Transação On-Chain

Os dados on-chain revelam que as transferências ocorreram em lotes, predominantemente de 300 BTC cada, com intervalos de 3 a 4 minutos entre algumas operações, totalizando 4.309 BTC. Uma transação menor de 108,6 BTC complementou o volume. O valor unitário variou entre US$ 20,1 milhões e US$ 20,2 milhões por lote, com base no preço spot próximo a US$ 67.200 no momento da movimentação (17h45 UTC).

Segundo o Onchain Lens, essa extração pode preceder operações adicionais, alinhando-se ao padrão de gestão de liquidez dos ETFs. Plataformas como Arkham Intelligence confirmam o fluxo de carteiras quentes da Coinbase Prime para endereços frios do IBIT, prática comum para mitigar riscos de custódia centralizada.

No contexto brasileiro, o Bitcoin negociava a R$ 347.020 segundo o Cointrader Monitor, com variação de -1,8% em 24 horas e volume de 215,73 BTC.

Inflows Recordes nos ETFs de Bitcoin

A movimentação coincide com o maior influxo diário em duas semanas para os ETFs spot de Bitcoin nos EUA, totalizando US$ 506,51 milhões em 25 de fevereiro, conforme dados da SoSoValue. O IBIT liderou com US$ 297,37 milhões, seguido por GBTC (US$ 102,49 milhões) e FBTC (US$ 30,09 milhões).

Esses fluxos acumulados atingem US$ 54,57 bilhões, refletindo demanda institucional sustentada. Analistas como Eric Balchunas, da Bloomberg, notam que os dois dias consecutivos de inflows podem sinalizar recuperação, embora não confirmem tendência de longo prazo sem dados adicionais.

Implicações para o Mercado

Saídas massivas de exchanges como a Coinbase por grandes custodiantes institucionais, como a BlackRock, tipicamente indicam alocação para self-custody em carteiras frias. Isso reduz a oferta disponível para venda imediata, potencialmente suportando níveis de preço em cenários de volatilidade. Os dados on-chain do IBIT mostram acúmulo contínuo, alinhado a declarações recentes de holdings por Jane Street e Mubadala Investment Fund.

No curto prazo, o Bitcoin testou suporte em US$ 66.900, com queda de 1,6% diária, apesar dos inflows. Métricas como volume de exchange outflow e realized cap sugerem consolidação, com níveis a observar em US$ 70.000 (resistência) e US$ 65.000 (suporte). Investidores devem monitorar fluxos líquidos semanais para confirmar direção.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.