Executivos institucionais cartoon cruzando ponte dourada para ilha Bitcoin com dados on-chain verdes ascendentes, simbolizando influxo recorde de US$ 506 mi em ETFs

ETFs de Bitcoin Registram US$ 506 Milhões: Fluxo Institucional Retorna

Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram entrada líquida de US$ 506 milhões na quarta-feira (25/02), o maior fluxo diário em três semanas, segundo dados da SoSoValue. O movimento coincide com alta de 4,4% do BTC para cerca de US$ 68.300, após tocar US$ 69.550. Indicadores on-chain apontam para demanda spot real crescendo pela primeira vez desde novembro, com o Coinbase premium virando positivo e pressão de venda enfraquecendo nos níveis de suporte em US$ 68-69 mil.


Detalhes dos Fluxos de Entrada

Os dados da SoSoValue, compilados pela CriptoFácil, mostram que o fundo IBIT da BlackRock liderou com US$ 297,4 milhões em entradas, seguido por Fidelity com cerca de US$ 83 milhões e iShares Bitcoin Trust (BlackRock) com US$ 79 milhões na terça-feira anterior. Esse influxo reverte cinco semanas de saídas que somaram próximo a US$ 4 bilhões.

Não se limitou ao Bitcoin: ETFs de Ethereum captaram US$ 157,1 milhões e de Solana US$ 30,9 milhões, o maior para SOL desde dezembro de 2025. O Índice de Medo e Ganância subiu para 11, ainda em zona de extreme fear, mas melhor que o mínimo recente de 5.

Indicadores On-Chain Confirmam Demanda Real

Os dados mostram que o rally é impulsionado por compradores spot, não especuladores. O open interest agregado caiu de acima de 240.000 BTC para 235.167 BTC, indicando fechamento de posições alavancadas. Funding rates permanecem negativos em -0,0037%, com shorts pagando longs.

O Coinbase premium index, proxy para demanda institucional dos EUA, virou de negativo profundo para 0,05 esta semana — primeira vez positiva desde meados de janeiro. O volume de futuros caiu 44% desde fevereiro, e o de spot para 50% dos picos, reduzindo vendas forçadas, conforme analistas da CryptoQuant e CEX.IO.

Contexto Macro e Suporte Técnico

A recuperação de Wall Street, pós-discurso de Trump no State of the Union e balanço forte da Nvidia (US$ 68,1 bi em receita, +73% YoY), impulsionou os ativos de risco. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 347.002 (-2,02% em 24h) testa suporte em US$ 68-69 mil, com volume delta cumulativo positivo confirmando agressividade compradora.

O mercado de opções com gamma positivo atua como amortecedor, suavizando swings. Para brasileiros, BDRs como IBIT39, BITH11 e HASH11 na B3 sentem o impacto positivo na liquidez global.

Implicações e Níveis a Monitorar

Os fluxos sugerem exaustão da pressão vendedora, com ‘smart money’ comprando a queda após saídas trimestrais. No entanto, analistas como Illia Otychenko (CEX.IO) alertam: easing de pressão não confirma reversal sem demanda sustentada e macro favorável. Lacie Zhang (Bitget Wallet) vê oportunidade de risco-recompensa melhorada para longo prazo.

Níveis chave: suporte US$ 68 mil, resistência próxima US$ 70 mil. Fluxos da próxima semana serão decisivos para validar tendência. Estratégia DCA ganha força em meio a volatilidade cambial BR.


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Executivo cartoon retirando baú BTC de prateleira instável de exchange para cofre IBIT, simbolizando transferência institucional e inflows recordes

BlackRock Retira US$ 289,6 Milhões em Bitcoin da Coinbase em 1 Hora

A BlackRock retirou 4.309 BTC, equivalentes a cerca de US$ 289,6 milhões, da Coinbase em apenas uma hora, conforme monitorado por plataformas on-chain como Lookonchain e Onchain Lens. A transação, registrada em 26 de fevereiro de 2026, direcionou os ativos para endereços associados ao iShares Bitcoin Trust (IBIT), seu principal ETF de Bitcoin. Os dados mostram um movimento típico de custódia institucional, reduzindo a oferta circulante em exchanges e potencialmente aliviando pressões de venda imediata no mercado.


Detalhes da Transação On-Chain

Os dados on-chain revelam que as transferências ocorreram em lotes, predominantemente de 300 BTC cada, com intervalos de 3 a 4 minutos entre algumas operações, totalizando 4.309 BTC. Uma transação menor de 108,6 BTC complementou o volume. O valor unitário variou entre US$ 20,1 milhões e US$ 20,2 milhões por lote, com base no preço spot próximo a US$ 67.200 no momento da movimentação (17h45 UTC).

Segundo o Onchain Lens, essa extração pode preceder operações adicionais, alinhando-se ao padrão de gestão de liquidez dos ETFs. Plataformas como Arkham Intelligence confirmam o fluxo de carteiras quentes da Coinbase Prime para endereços frios do IBIT, prática comum para mitigar riscos de custódia centralizada.

No contexto brasileiro, o Bitcoin negociava a R$ 347.020 segundo o Cointrader Monitor, com variação de -1,8% em 24 horas e volume de 215,73 BTC.

Inflows Recordes nos ETFs de Bitcoin

A movimentação coincide com o maior influxo diário em duas semanas para os ETFs spot de Bitcoin nos EUA, totalizando US$ 506,51 milhões em 25 de fevereiro, conforme dados da SoSoValue. O IBIT liderou com US$ 297,37 milhões, seguido por GBTC (US$ 102,49 milhões) e FBTC (US$ 30,09 milhões).

Esses fluxos acumulados atingem US$ 54,57 bilhões, refletindo demanda institucional sustentada. Analistas como Eric Balchunas, da Bloomberg, notam que os dois dias consecutivos de inflows podem sinalizar recuperação, embora não confirmem tendência de longo prazo sem dados adicionais.

Implicações para o Mercado

Saídas massivas de exchanges como a Coinbase por grandes custodiantes institucionais, como a BlackRock, tipicamente indicam alocação para self-custody em carteiras frias. Isso reduz a oferta disponível para venda imediata, potencialmente suportando níveis de preço em cenários de volatilidade. Os dados on-chain do IBIT mostram acúmulo contínuo, alinhado a declarações recentes de holdings por Jane Street e Mubadala Investment Fund.

No curto prazo, o Bitcoin testou suporte em US$ 66.900, com queda de 1,6% diária, apesar dos inflows. Métricas como volume de exchange outflow e realized cap sugerem consolidação, com níveis a observar em US$ 70.000 (resistência) e US$ 65.000 (suporte). Investidores devem monitorar fluxos líquidos semanais para confirmar direção.


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Gestor de pensão e regulador cartoon apertando mãos sobre documento aprovado, com cofre revelando Bitcoin, simbolizando aprovação em Indiana

Indiana Aprova Bitcoin em Fundos Públicos de Pensão

O estado de Indiana, nos Estados Unidos, aprovou a lei HB 1042, que autoriza fundos públicos de aposentadoria e poupança a investirem em Bitcoin e ETFs de criptoativos spot. O governador Mike Braun deve sancioná-la em breve, alinhando-se a uma tendência de estados americanos que buscam integrar ativos digitais apesar de incertezas federais. A medida também protege o direito dos residentes de usar e armazenar criptomoedas, refletindo uma estratégia de blindagem regulatória local. Essa aprovação ocorre em meio à expansão institucional, como os serviços de Bitcoin anunciados pelo Morgan Stanley.


Detalhes da Lei HB 1042 em Indiana

A legislação, aprovada por ambas as câmaras do legislativo estadual, permite que planos de aposentadoria para professores, funcionários públicos e legisladores ofereçam contas de corretagem autodirigidas com opções de investimento em ETFs de criptoativos regulados. O Hoosier START 529, programa de poupança educacional, também será incluído. A participação é voluntária, com estruturas de conformidade e gerenciamento de riscos a serem definidas pelo estado antes da implementação, prevista para 1º de julho de 2026.

Além disso, a lei proíbe caixas eletrônicos de cripto (ATMs) em todo o estado, respondendo a fraudes crescentes, como os US$ 400 mil perdidos em Evansville em 2025. Autoridades locais relataram um aumento de 99% em queixas ao FBI. Essa dualidade — abertura para investimentos institucionais e restrições a canais de varejo arriscados — demonstra uma abordagem equilibrada do governo de Indiana.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 346.917,14 no momento da consulta, com variação de -1,86% em 24 horas, destacando a volatilidade que fundos de pensão precisarão gerenciar.

Tendência de Estados Americanos Blindando o Bitcoin

Indiana agora se junta a pelo menos sete outros estados, como Wyoming, Wisconsin, Michigan e Arizona, que aprovaram medidas semelhantes para integrar cripto em fundos públicos. Análises indicam que 21 estados estão investindo ou avaliando ativos digitais, principalmente Bitcoin, alinhados à diretriz do ex-presidente Donald Trump para criar uma reserva estratégica nacional.

Essa movimentação reflete uma geopolítica regulatória fragmentada nos EUA: enquanto o Congresso federal debate reservas nacionais, estados agem autonomamente para atrair inovação financeira. Wyoming, pioneiro com seu fundo de pensão alocando em cripto desde 2021, serve de modelo. Para brasileiros acompanhando o mercado global, isso sinaliza maturidade institucional, reduzindo riscos de proibições federais amplas e fomentando adoção via canais tradicionais como ETFs.

A proteção aos usuários — impedindo agências públicas de restringirem custódia própria ou pagamentos em cripto — reforça o Bitcoin como ferramenta soberana, ecoando debates internacionais sobre CBDCs e controle monetário.

Expansão do Morgan Stanley como Validação Institucional

Paralelamente, o Morgan Stanley anunciou expansão de serviços de Bitcoin, incluindo trading spot via E*TRADE, custódia nativa e exploração de yield e lending. Amy Oldenburg, head de estratégia de ativos digitais, enfatizou a necessidade de soluções internas para garantir confiança e responsabilidade legal, posicionando o banco como pioneiro entre grandes instituições.

Com US$ 8 trilhões em ativos sob gestão, o banco visa capturar criptoativos de clientes atuais mantidos off-platform. Essa iniciativa valida a tendência de Indiana: fundos de pensão e gigantes de Wall Street veem Bitcoin como ‘ouro digital’, recomendando alocações de 2-4%. Para investidores globais, isso democratiza acesso regulado, conectando aposentadorias estatais a ecossistemas DeFi emergentes.

Implicações Globais para Investidores Brasileiros

Do ponto de vista geopolítico, a aprovação em Indiana destaca como regulações estaduais podem moldar o futuro do Bitcoin, blindando-o contra oscilações federais. Países como Brasil, com debates sobre ETFs e reservas, podem observar esse modelo para integrar cripto em previdência complementar sem exposição direta a tokens.

O leitor ganha clareza: adoção vem via canais tradicionais, com proteções legais e validação de players como Morgan Stanley. Vale monitorar sanção do governador Braun e reações em outros estados, pois isso pode acelerar fluxos institucionais globais para o Bitcoin.


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Balança da justiça desequilibrada com pilha de 94K BTC para exchange sobre vítimas tristes, criticando falha institucional no caso Bitfinex

Justiça dos EUA devolve 94 mil BTC roubados da Bitfinex à exchange, ignorando vítimas

Investigações revelam contradições na justiça aplicada a crimes cripto: nos EUA, um tribunal determinou a devolução de 94.636 BTC roubados da Bitfinex em 2016 à exchange, ignorando reivindicações de usuários individuais lesados. Na Colômbia, nove sicários foram presos por cobrar até US$ 500 mil em Bitcoin por assassinatos. Já em Hong Kong, um homem enfrenta acusações de roubo e fraude na plataforma AAX, com perdas de HK$ 633 milhões. Esses casos expõem bandeiras vermelhas sobre proteção a vítimas reais.


Bitfinex: Exchange como única vítima

Em 2016, hackers roubaram 119.754 BTC da Bitfinex via falha em multi-sig. Após anos de rastreamento on-chain, o FBI recuperou 94.636 BTC, equivalentes a cerca de US$ 6,4 bilhões hoje. Evidências apontam que o casal Ilya Lichtenstein e Heather Morgan, preso em 2022, usou mixers e darknets para lavar os fundos. Apesar disso, em janeiro de 2026, o Departamento de Justiça dos EUA declarou a exchange como “única vítima”, excluindo usuários que sofreram corte de 36% em suas contas via tokens BFX e LEO.

Bandeiras vermelhas: Usuários antigos relatam perdas irreparáveis, sem compensação proporcional ao valor atual do BTC. A decisão beneficia LEO, com mecanismo de buyback de 80% dos fundos recuperados, mas levanta suspeitas de priorizar instituições sobre indivíduos.

Sicários colombianos e pagamentos em BTC

Na Colômbia, polícia desmantelou uma “oficina premium” de sicariato em Medellín, ligada a ‘La Oficina’. Nove presos, incluindo o coordenador Arley Olvany David David, foram flagrados com fichas de vítimas estrangeiras, armas e rituais de santería. Pagamentos de US$ 400-500 mil por homicídio eram pactuados via videochamadas e recebidos em Bitcoin para reduzir rastreabilidade.

Embora BTC seja transparente na blockchain, autoridades analisam dispositivos para mapear transações. Evidências sugerem intermediários estrangeiros, destacando como cripto facilita crimes transnacionais. Como se proteger? Evite deals obscuros e monitore wallets suspeitas.

Fraude AAX: Perdas bilionárias

A plataforma AAX parou em 2022 sob pretexto de manutenção, bloqueando 2 milhões de usuários e causando HK$ 633 milhões em retiradas ilícitas por administradores. Um homem de 39 anos, ligado à gestão, foi preso em 2024 e enfrenta três acusações de roubo e uma de fraude no tribunal de Hong Kong. Policiais coletaram depoimentos de 191 vítimas, totalizando HK$ 81 milhões em prejuízos confirmados.

Bandeiras vermelhas: Fuga do suposto líder Su Weiyi e histórico de plataformas como FTX reforçam a necessidade de auto-custódia. Investigações on-chain via Chainalysis são cruciais, mas lentidão judicial agrava danos.

Justiça institucional falha com cripto?

Esses casos conectam pontos: de hacks gigantes a crimes violentos, a justiça prioriza exchanges e demora a punir. Evidências apontam para necessidade de reformas – mais cooperação on-chain e proteção a usuários retail. Monitore LEO para Bitfinex, investigações colombianas e AAX. A lição? Controle suas chaves privadas; instituições nem sempre protegem.


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Mola energética dourada expandindo e rompendo barreira 70K com estilhaços vermelhos, simbolizando liquidação de shorts e recuperação do Bitcoin

Bitcoin Liquida US$ 468 Mi em Shorts e Testa US$ 70 mil Pré-Opções

Os dados mostram que o mercado cripto recuperou 4,29% em 24 horas, liquidando US$ 468,5 milhões em posições vendidas, principalmente em Bitcoin e Ethereum. O BTC testou US$ 70.027 antes de recuar para US$ 68.647, enquanto ETH subiu 8,75% para acima de US$ 2.000. Esse squeeze de shorts surpreendeu os bajistas, conforme rebote para US$ 68.000. Amanhã, opções de BTC/ETH totais de US$ 8,9 bilhões vencem, com potencial para maior volatilidade.


Liquidações Dominam Recuperação

Segundo métricas de mercado, as liquidações atingiram US$ 575,59 milhões no total, com US$ 468,53 milhões em shorts contra US$ 107,06 milhões em longs. O Bitcoin representou cerca de 40% das perdas dos vendidos, com US$ 194,95 milhões liquidados, seguido por ETH com US$ 175,16 milhões em posições curtas encerradas forçadamente. A maior ordem individual foi de US$ 10,41 milhões no par BTC-USD da Hyperliquid.

A capitalização total subiu, impulsionada por DOGE (+9,10%) e STETH (+8,83%). O BTC avançou 4,76%, enquanto o volume spot permanece chave para confirmação de tendência, como notado por analistas. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 346.684 (-2,43% em 24h).

Opções de US$ 8,9 Bi Vencem Amanhã

Dados de opções indicam 116 mil contratos BTC com PCR de 0,76 (mais calls que puts), max pain em US$ 75.000 e notional de US$ 7,9 bilhões. Para ETH, 206 mil contratos, PCR 0,77, max pain US$ 2.200 e US$ 980 milhões. Total: nominal de US$ 8,9 bilhões, 20% do open interest.

IV do BTC em 47% e ETH em 65% subiram com o rebote, enquanto skew reboundou e calls de médio/longo prazo dominaram volume. Isso sugere forças de compra especulativa em baixa, mas mercado ainda em oscilação acima de US$ 60.000 sem demanda estrutural forte.

Contexto Técnico e Níveis a Monitorar

Open interest caiu dos picos, indicando desalavancagem. Fund flow ratio da Binance em 0,012 reflete pressão de venda limitada, mas tendência de médio prazo em queda nas MAs. Dados mostram alívio por squeeze, não reversão: volume spot deve confirmar fundo sólido.

Níveis chave: suporte US$ 66.000-68.000, resistência US$ 70.000-75.000 (max pain). Traders monitoram vencimento de opções para volatilidade, com PCR baixo favorecendo upside se calls prevalecerem.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Pilar cyan translúcido encolhendo com esfera Bitcoin dourada oscilante no topo frágil, simbolizando reservas Tether menores e rali BTC questionado

Reservas Tether Encolhem US$ 9 Bi: Rali BTC Tem Pernas?

As reservas de Tether em exchanges caíram US$ 9 bilhões em dois meses, de US$ 60 bilhões para US$ 51,1 bilhões, sinalizando drenagem de liquidez no mercado cripto. Apesar do rali do Bitcoin próximo dos US$ 68 mil impulsionado por inflows de US$ 507 milhões em ETFs spot, o mercado ignora alertas. A queda do Ethereum abaixo de US$ 2 mil reforça fraqueza estrutural. Os US$ 50 bilhões em USDT são o último suporte — a história mostra que exuberância sem combustível acaba mal.


Drenagem Rápida nas Reservas da Tether

O mercado cripto depende da Tether como principal provedora de liquidez. Em apenas dois meses, as reservas em exchanges encolheram de US$ 60 bilhões para US$ 51,1 bilhões, uma perda de US$ 9 bilhões. Essa retração explica o desempenho morno de janeiro e fevereiro, com preços oscilando sem convicção.

Analistas da CryptoQuant alertam: sem estabilização nas reservas de stablecoins e retorno de participantes ativos, a dor persiste. Endereços on-chain caíram de 376 mil para 263 mil, confirmando desengajamento de varejo e instituições. A história dos ciclos de 2018 e 2022 repete-se: liquidez fina precede correções profundas. O mercado está ignorando esse sinal clássico de topo.

Com o Bitcoin cotado a R$ 346.616 — queda de 2,9% nas últimas 24 horas, segundo o Cointrader Monitor —, o rali recente parece um respiro técnico, não uma reversão sustentável.

Inflows de ETFs: Otimismo ou Ilusão?

Ontem, ETFs spot de Bitcoin nos EUA absorveram US$ 507 milhões, com o iShares Bitcoin Trust da BlackRock liderando em US$ 297 milhões. O BTC testou os US$ 68 mil, e o Ether subiu 5% acima de US$ 2 mil. Mas cuidado: inflows isolados não revertem tendências macro.

Desde o lançamento em 2024, os ETFs acumulam US$ 54,57 bilhões em inflows, mas saídas superaram entradas no início de 2026 devido à volatilidade. O Coinbase Premium Index melhorou para 0,05, sugerindo alívio na pressão vendedora americana, mas o Fear & Greed segue em “medo” (11). A exuberância irracional ignora o quadro maior: dólar a R$ 5,14 pressiona ativos de risco emergentes como o BRL.

Como em bolhas passadas — dot-com ou crise asiática —, compras institucionais tardias alimentam topos falsos. Os ursos perderam o controle momentaneamente, mas sem liquidez fresca, o suporte quebra.

Fraqueza Estrutural no Ethereum

A descida do Ethereum abaixo de US$ 2 mil não foi causada por Vitalik Buterin, apesar da venda de 19.300 ETH (~US$ 39 milhões). Gráficos mostram reversão prévia: quebra do suporte em US$ 2.400, lower highs/lows e volume expandindo em quedas.

Acumulação/distribuição em baixa confirma saída de grandes players. ETH falhou nas médias móveis de 50 e 100 dias, virando suportes em resistências. Vitalik ainda detém 224 mil ETH (US$ 447 milhões), mas o mercado absorveu a venda sem pânico — sinal de distribuição em curso.

Isso espelha o Bitcoin: ralis sem volume sustentam-se pouco. O mercado já rolava para baixo antes do evento, reforçando que narrativas de alta mascaram a realidade de baixa.

O Suporte de US$ 50 Bi e Próximos Passos

O nível de US$ 50 bilhões em reservas USDT é a última linha de defesa. Quebra expõe US$ 44 bilhões, acelerando quedas. Sem influxo de liquidez, o rali atual — apesar dos ETFs — carece de pernas.

Investidores devem monitorar endereços ativos, reservas Tether e inflows contínuos. A lição histórica é clara: proteger capital em bears importa mais que maximizar bulls. Cuidado com o FOMO; ciclos terminam quando menos se espera.


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Balança cartoon desequilibrada com ouro pesado afundando e Bitcoin leve elevado por tempestade geopolítica, simbolizando fuga para ativos defensivos

Tensões EUA-Irã e Ucrânia Impulsionam Ouro sobre Bitcoin

As tensões crescentes entre EUA e Irã, combinadas aos quatro anos de guerra na Ucrânia, estão reativando a narrativa clássica de ‘refúgio seguro’. O ouro se mantém estável próximo a US$ 5.195 por onça, com alta de 20% no ano, enquanto investidores globais fogem de ações e criptomoedas como o Bitcoin, que recua 2,07% em 24 horas para R$ 346.322, segundo o Cointrader Monitor.


Tarifas de Trump e Negociações Nucleares com Irã

O governo Trump intensificou sua agenda protecionista com tarifas gerais de 10% em vigor desde terça-feira, e planos para elevar para 15% quando apropriado, conforme autoridades americanas. Paralelamente, Washington e Teerã iniciaram a terceira rodada de negociações nucleares, com prazo até 6 de março imposto pelo presidente. Um eventual conflito direto poderia impulsionar o ouro em 15%, para US$ 5.500-5.800, segundo analistas da Bitunix.

Esses movimentos adicionam camadas de incerteza ao comércio global e à estabilidade no Oriente Médio, onde o Irã acelerou exportações de petróleo de Kharg Island em três vezes, antecipando possíveis disrupções. Investidores indianos, segundo o Kobeissi Letter, registraram recorde de 250 bilhões de rúpias em entradas para ETFs de ouro, superando fundos de ações pela primeira vez.

Quatro Anos de Guerra na Ucrânia: Custos Humanos e Econômicos

Desde a invasão russa em fevereiro de 2022, o conflito acumula cerca de 1,8 milhão de baixas militares entre ambos os lados, com Rússia sofrendo 1,2 milhão e Ucrânia 500-600 mil. Moscou gasta US$ 2,09 bilhões por hora em 2024, totalizando perdas econômicas ucranianas de US$ 1,95 trilhão. Mais de 19 mil crianças foram deportadas para a Rússia, com retorno inferior a 7%.

Apesar dos avanços iniciais, Moscou controla apenas 19,4% do território ucraniano, um ganho líquido de 12,4 pontos percentuais em quatro anos. A prolongada instabilidade reforça a aversão ao risco global, beneficiando ativos como ouro sobre apostas especulativas em cripto.

Correlação Ouro-Bitcoin em Tempos de Crise

Enquanto o ouro atrai fluxos defensivos, o Bitcoin opera preso entre US$ 60-70 mil, com 9,2 milhões de BTC em perda e ETFs registrando saídas persistentes, conforme Glassnode. A força do dólar pressiona BTC para US$ 64-65 mil, mas rotações por inflação poderiam elevá-lo a US$ 69 mil.

Em 2026, o ouro acumula 20% de valorização, sustentado acima de US$ 5.000 mesmo após correções. Para investidores brasileiros, com dólar a R$ 5,14, o refúgio tradicional ganha apelo em meio a volatilidade cripto influenciada por sanções e CBDCs geopolíticas.

Implicações para o Mercado Global

Decisões em Washington, Bruxelas e Moscou moldam fluxos de capital. A independência da Fed é questionada, com preocupações de interferência governamental elevando o prêmio de risco no ouro. Investidores devem monitorar negociações nucleares e tarifas, que podem amplificar rotações para ativos soberanos.

Em cenários de escalada, criptomoedas enfrentam pressão, mas stablecoins e Bitcoin podem emergir como hedges alternativos em jurisdições sancionadas. Para brasileiros, diversificação global é chave em tempos de tensão.


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Estrutura isométrica DeFi com cubo glass de crédito tokenizado '100M' sendo integrado, simbolizando evolução e maturidade da DeFi 2.0 na Aave

DeFi 2.0: US$ 100 Milhões em Crédito Tokenizado na Aave Marca Evolução

A estratégia de crédito tokenizado de US$ 100 milhões na Aave Horizon lançada por Centrifuge e Resolv sinaliza DeFi 2.0: o fim da especulação pura e o início da integração com finanças tradicionais. Enquanto isso, a Grayscale destaca blockchains como infraestrutura para agentes de IA, e a American Bitcoin acumula 6.000 BTC apesar de prejuízo de US$ 153 milhões em 2025. Esses movimentos mostram o mercado financeiro tradicional engolindo a DeFi.


Crédito Tokenizado JAAA na Aave Horizon

O que é: JAAA é a versão on-chain do fundo de crédito AAA-rated CLO (Collateralized Loan Obligation) da Janus Henderson, tokenizado via infraestrutura da Centrifuge, que exibe TVL de US$ 1,35 bilhão. Resolv, protocolo com TVL de US$ 162 milhões no USR stablecoin, aloca até US$ 100 milhões como colateral alavancado na Aave Horizon – implantação institucional da Aave, com TVL total de US$ 28 bilhões no protocolo principal, per DeFiLlama.

Como funciona: Em vez de mera custódia, o JAAA gera yield via empréstimos na Aave, arbitrando a diferença entre yields de crédito tradicional e taxas de empréstimo on-chain. Isso cria um loop RWA (Real World Assets): capital do USR flui pela tokenização da Centrifuge até a camada de alavancagem da Aave, ancorada em ativos AAA gerenciados por Anemoy e Janus Henderson.

Por que importa: Demonstra utilidade em escala para tokenização, diversificando retornos além de ciclos cripto. On-chain yields oscilam com leverage crypto, mas mercados fixos-income globais oferecem estabilidade macro. É a cadeia de suprimentos DeFi funcionando: de stablecoin a ativos reais.

Blockchains como Rails para Agentes de IA

O que é: Zach Pandl, chefe de pesquisa da Grayscale, argumenta que AI e blockchains são complementares, apesar de correlação recente com sell-off em software stocks (S&P 500 software index caiu 20% YTD).

Como funciona: Agentes de IA com wallets digitais transacionam 24/7 globalmente via blockchains – transparência, settlement instantâneo e criação de endereços sem intermediários humanos. Volumes crescentes de transações stablecoin de baixo valor sinalizarão adoção. Blockchains mitigam riscos de IA como deepfakes e controle centralizado via registros verificáveis e infraestrutura descentralizada.

Por que importa: Enquanto AI pressiona setores como serviços profissionais, blockchains viram os ‘trilhos financeiros’ para bots autônomos. Desafios incluem vigilância aprimorada por AI em chains públicas e vulnerabilidades em smart contracts, mas o potencial simbiótico supera.

Paradoxo da American Bitcoin

O que é: Ligada à família Trump, a mineradora reportou receita de US$ 185,2 milhões em seu primeiro ano pública (2025), com margem bruta de 50% anual e 53% no Q4, mas prejuízo líquido de US$ 153,2 milhões.

Como funciona: Perda não realizada de US$ 227,1 milhões por novas regras contábeis fair value da FASB, agravada por queda de 23% no BTC no Q4 (US$ 59 milhões extras). Reserva cresceu para mais de 6.000 BTC (vs. 5.401 no fim de 2025), via mining (1/3), compras de mercado e captação de US$ 150,5 milhões em ações.

Por que importa: Revela tensão entre estratégia de acúmulo BTC e contabilidade tradicional. Eric Trump enfatiza meta de ‘acumular BTC em escala’ atingida, mas ações caíram 90% do pico. Para DeFi e RWA, destaca como finanças reais demandam yields estáveis além de hodl.

Implicações para DeFi e o Leitor

Esses cases consolidam RWA como ponte TradFi-DeFi: TVL RWAs acima de US$ 25 bilhões (+7% mensal). Leitores ganham visão técnica: monitore TVL Aave/Centrifuge, transações AI-driven e métricas on-chain de reservas BTC. DeFi escala plugando-se ao TradFi, não substituindo-o.


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Onda dourada de Bitcoin com 70K ramificando em fluxos cyan, roxo e verde para altcoins ETH, SOL e ADA liderando recuperação

Bitcoin Toca US$ 70 Mil: Altcoins Disparam na Liderança

O Bitcoin tocou os US$ 70.000 na quinta-feira (26/02), mas recuou para cerca de US$ 68.300 na manhã de hoje, marcando uma variação de quase 5% no dia. Enquanto isso, altcoins como Ether (+8,5%), Solana (+6,9%) e Cardano (+10,8%) superaram o BTC (+4,3%), indicando uma rotação para tokens de alto beta após a venda forçada da crise de fevereiro. Os dados sugerem apetite por risco nas bordas do mercado.


Detalhes da Recuperação de Preços

Os dados de mercado mostram que o Bitcoin aproximou-se da resistência chave em US$ 70.000, o nível mais testado desde o crash de 5 de fevereiro, mas falhou em romper de forma limpa, recuando para uma mínima noturna de US$ 67.700. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 351.825,53, com alta de 4,28% em 24 horas e volume de 285,73 BTC.

Altcoins registraram os maiores ganhos entre os top 10: Dogecoin avançou 8,3%, enquanto ETH, SOL e ADA exibiram betas elevados em relação ao BTC. Essa divergência, conforme análise da ZeroStack, reflete o fim da onda de vendas forçadas, com Daniel Reis-Faria notando que ‘mais altcoins estão à frente do Bitcoin’.

A recuperação coincidiu com resultados trimestrais da Nvidia, que superaram expectativas, impulsionando uma alta temporária no setor tech, embora ações da empresa tenham apagado ganhos iniciais.

Análise Técnica: Rotação para Alto Beta

Os padrões observados indicam uma rotação clássica de capital: após estabilização do BTC em suportes como US$ 67.700, fluxos migram para ativos de maior volatilidade (beta >1). ETH testou resistências próximas a US$ 2.080, SOL em US$ 88,50 e ADA acima de US$ 0,29, todos com ganhos dois dígitos em alguns casos, conforme reportado pela BTC Echo sobre o impacto positivo da Nvidia.

Volume em exchanges como Binance mostra redução nas vendas, suportando a recuperação de curto prazo. Indicadores como RSI do BTC saíram da zona de sobrevenda (abaixo de 30), enquanto altcoins aproximam-se de 50-60, sugerindo momentum inicial sem sobrecompra extrema.

No entanto, a análise de mercado destaca que essa rotação ocorre em um contexto de fragilidade macro, com cripto perdendo terreno para ativos defensivos.

Fatores Macro e Riscos Estruturais

O backdrop macro permanece desafiador: Wintermute aponta rotação de capital para ativos tangíveis, enquanto Matrixport cita estagnação no suprimento de stablecoins como obstáculo para o BTC. Glassnode projeta recuperação de liquidez em seis meses.

Dados da Cryptoquant indicam vendas desacelerando, mas Bitrue alerta para quebra abaixo de US$ 60.000, podendo levar a liquidações em cascata rumo a US$ 50.000-55.000 ou até US$ 47.000. A rejeição em US$ 70.000 amplia o gap entre bounce curto e tendência média.

Nvidia sinalizou preocupações com superaquecimento em IA, temperando o otimismo tech. Nasdaq futures caíram 0,3% pós-earnings.

Níveis Chave a Monitorar

Para BTC: suporte em US$ 67.700 e US$ 65.000; resistência persistente em US$ 70.000. Altcoins: ETH deve testar US$ 2.100 se momentum persistir; SOL e ADA enfrentam EMAs de 50 dias. Volumes e open interest em derivativos serão decisivos para sustentabilidade.

Os dados mostram um rally de alívio, mas sem confirmação de reversão de tendência. Traders devem observar liquidez e macro para próximos passos.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Ponte cristalina dourada instável sobre abismo com portal 74K dividindo luz cyan e laranja, simbolizando rally ou bull trap do Bitcoin

Bitcoin: Rally ou Armadilha em US$ 74 Mil? Níveis Críticos

Bitcoin: o pior já passou ou estamos diante de uma armadilha de alta em US$ 74 mil? O ativo registra recuperação após volatilidade, impulsionado por apetite ao risco pós-balanços como o da Nvidia e exaustão de vendedores, conforme dados mostram. No entanto, a estrutura técnica permanece pressionada, com 48% do supply em perda e sinais de capitulação de mineradores via Hash Ribbon indicando possível fundo histórico. Investidores monitoram o rompimento acima desse nível para validar reversão.


Situação Técnica Atual do Mercado

Os dados mostram o Bitcoin consolidando entre US$ 65.000 e US$ 70.000 após recente pressão vendedora. A recuperação do mercado cripto adicionou bilhões à capitalização total, aproximando-se de US$ 2,3 trilhões. Ethereum segura perto de US$ 1.900, enquanto altcoins como UNUS SED LEO avançam mais de 3%.

No gráfico diário, ausência de divergência altista no RSI sugere que o bounce atual é corretivo. Padrões cíclicos históricos apontam para bear market em curso, com topo em final de 2025 e fundo potencial só em novembro. Liquidations de posições vendidas aceleraram o movimento, sinalizando exaustão de baixa de curto prazo.

Indicadores de Capitulação e Fundo Histórico

Capitulação de mineradores, rastreada pelo Hash Ribbon, e fato de 48% do supply estar em perda reforçam tese de fundo. Essas métricas on-chain historicamente marcam reversões, com mineradores reduzindo vendas forçadas após hashrate baixo. A recuperação noturna, atrelada a balanços como Nvidia, reflete apetite ao risco, mas sem catalisador macro sustentável.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 351.449,50 avança 4,19% em 24 horas, com volume de 284,69 BTC. Isso corrobora momentum de rompimento à frente de dados econômicos dos EUA, como pedidos iniciais de seguro-desemprego.

O Nível Divisor: Resistência em US$ 74 Mil

A zona US$ 74.000 a US$ 79.000 atua como ímã Fibonacci (retracements de 38,2% e 50%). Manter abaixo desse patamar mantém risco de correção macro mais profunda. Falha em romper gera divergência de baixa oculta, confirmando lower high e diagonal final descendente.

Elliott Waves indicam possível onda 5 descendente incompleta ou ABC corretiva mirando US$ 100.000-101.000 antes de novo mínimo. Rompimento acima de US$ 70.000 abre long de curto prazo até a resistência.

Cenários e Níveis a Observar

Alta: Baixa em US$ 60.000 como fim de onda 3 interna inicia impulso novo. Breakout acima US$ 70.000 valida alvo em US$ 74.000-75.000 ou Fib macro 61,8% em US$ 100.000.

Baixa: Rebote como armadilha; falha em US$ 74.000 abre porta para US$ 50.000 ou inferior, completando sequência descendente. Traders devem vigiar jobless claims dos EUA e Fear & Greed Index em fear extremo para timing.

Os números sugerem equilíbrio precário: monitore volume, RSI diário e supply em perda para confirmações.


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Legislador Indiana protegendo Bitcoin com escudo e regulador europeu aprovando stablecoin, simbolizando adoção global regulatória

Indiana Aprova Lei de Direitos do Bitcoin em Paralelo às Stablecoins na Europa

A legislatura de Indiana aprovou o HB 1042, conhecido como Lei de Direitos do Bitcoin, que agora aguarda sanção do governador Mike Braun. A medida protege mineradores e usuários, além de permitir investimentos em criptomoedas em planos de aposentadoria pública, blindando o estado contra possíveis repressões federais. Em paralelo, na Europa, a AllUnity, apoiada pelo Deutsche Bank, lançou a stablecoin CHFAU sob a regulação MiCA, sinalizando vitórias regulatórias para a adoção global de ativos digitais.


Indiana Blinda Bitcoin Contra Repressão Federal

O HB 1042 representa uma conquista histórica para os direitos no varejo de criptomoedas nos Estados Unidos. Segundo autoridades estaduais, a lei garante que indivíduos e empresas em Indiana possam acessar, usar e minerar Bitcoin sem interferências indevidas. Ela permite explicitamente opções de investimento em criptoativos dentro de planos de aposentadoria pública, alinhando-se à crescente adoção institucional observada globalmente.

A aprovação ocorreu em ambas as câmaras legislativas, com vigência prevista para 1º de julho de 2026, caso sancionada. Legisladores argumentam que a medida posiciona Indiana como um estado pró-inovação, protegendo cidadãos de desvantagens em um mercado financeiro cada vez mais digitalizado. O governador Mike Braun ainda não se manifestou, mas o contexto político sugere apoio a iniciativas de diversificação de portfólios públicos.

Essa blindagem estadual reflete uma tendência nos EUA, onde estados como Arizona e Missouri avançam com reservas estratégicas de Bitcoin, desafiando narrativas regulatórias centralizadas em Washington.

AllUnity Lança CHFAU sob MiCA na Europa

No Velho Continente, o governo alemão, via BaFin, concedeu licença de Instituição de Dinheiro Eletrônico à AllUnity em julho de 2025. A plataforma, joint venture entre DWS (braço de asset management do Deutsche Bank), Flow Traders e Galaxy Digital, lançou o CHFAU, stablecoin atrelada 1:1 ao franco suíço, como token ERC-20 no Ethereum.

Inicialmente restrita a investidores institucionais e profissionais via Mint Platform, a CHFAU visa liquidações cross-border, mercados de ativos digitais e gestão de tesouraria. O CEO Alexander Höptner destacou o marco para um ecossistema de pagamentos digitais regulado na Europa. Anteriormente, a EURAU da AllUnity atingiu US$ 1,2 milhão em capitalização, ranqueando entre stablecoins atreladas ao euro.

Essa aprovação MiCA demonstra como a União Europeia transforma regulação em catalisador para inovação, contrastando com visões punitivas em outras jurisdições.

Regulações Globais Favorecem Adoção de Cripto

Os avanços em Indiana e na Alemanha ilustram uma narrativa geopolítica em que leis estaduais e supranacionais moldam o futuro do Bitcoin e stablecoins. Nos EUA, iniciativas como o HB 1042 protegem o varejo contra riscos federais, enquanto a MiCA na UE padroniza emissões de stablecoins, atraindo bancos tradicionais como o Deutsche Bank.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 351.630 com alta de 4,29% em 24h, refletindo otimismo regulatório. Investidores globais, incluindo brasileiros, ganham com maior clareza jurídica, facilitando alocação em portfólios diversificados.

Plataformas como a Binance oferecem acesso regulado a esses ativos, ampliando oportunidades em cenários internacionais.

Implicações para Investidores Internacionais

Para o investidor brasileiro, esses desenvolvimentos expandem o horizonte macro. A proteção em Indiana pode inspirar estados brasileiros a revisarem marcos regulatórios, enquanto stablecoins MiCA-compatíveis fortalecem pontes transatlânticas. Vale monitorar a sanção em Indiana e expansões da CHFAU para redes adicionais.

Em um mundo multipolar, onde Bitcoin emerge como reserva soberana e stablecoins como ferramentas de liquidez, decisões em Indianapolis e Frankfurt impactam diretamente carteiras globais, reforçando a resiliência do ecossistema cripto.


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Policial cartoon com distintivo rachado por veneno verde e BTC caindo do bolso, simbolizando roubos e crimes cripto na Coreia do Sul

Coreia do Sul: Prisões por Roubo de BTC da Polícia e Envenenamento

Investigações policiais na Coreia do Sul resultaram na prisão de dois suspeitos que roubaram 22 BTC (R$ 7,7 milhões) da Delegacia de Gangnam, em Seul, usando uma frase mnemônica de 12 palavras para acessar a carteira sob custódia. Em paralelo, um empresário foi acusado de tentativa de homicídio ao envenenar o parceiro com pesticida methomyl durante disputa por perdas de ₩1,17 bilhão em investimentos Bitcoin iniciados em 2022. Esses casos expõem a criminalidade extrema no ecossistema cripto asiático.


Roubo de Evidências Policiais: Falha na Custódia

Evidências apontam que os 22 BTC foram apreendidos em 2021 durante investigação contra a A Coin Foundation, emissora de um token com desaparecimento de centenas de milhões de unidades. Rastreamento on-chain levou a uma carteira em nome de uma mulher, que negou criação e alegou uso indevido de seus dados. Após renúncia de propriedade, a polícia assumiu os ativos.

O erro crítico ocorreu na custódia: em vez de carteira fria estatal, usaram dispositivo da fundação denunciante. Suspeitos ligados à entidade vazaram a seed phrase de 12 palavras, restaurando acesso remoto. A Agência de Polícia Provincial do Norte de Gyeonggi assumiu o caso, confirmando prisões por violação de leis de comunicações. Ademais, o investigador original de 2021 foi condenado a 18 meses por suborno no mesmo contexto, revelando corrupção interna.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 351.289,90 nesta quinta-feira (26/02), alta de 4,24% em 24h, valorizando os roubados em cerca de R$ 7,7 milhões atualmente.

De Parceiros a Inimigos: O Caso do Envenenamento

Um homem na casa dos 30 anos enfrenta acusação de tentativa de assassinato após colocar pesticida methomyl no café do sócio, em novembro de 2024. A vítima desmaiou, foi hospitalizada e recuperou-se após três dias. O Ministério Público do Distrito Leste de Seul abriu o processo, focando na disputa por ₩1,17 bilhão (cerca de US$ 850 mil) perdidos em programa de investimentos Bitcoin desde 2022.

Os dois gerenciavam operação de pooling de fundos para apostas em Bitcoin, mas detalhes sobre investidores externos permanecem obscuros. A vítima relatou impacto devastador: noites sem dormir, hospitalização e adiamento de casamento. Julgamento marcado para 10 de março, com penas severas por uso de pesticida e tentativa de homicídio.

Investigações revelam padrão: confiança em parcerias cripto vira risco mortal quando perdas surgem.

Red Flags e Como se Proteger

Esses incidentes destacam vulnerabilidades: custódia inadequada por autoridades, vazamento de seed phrases e disputas violentas em ventures opacos. Red flags incluem storage em hardware de terceiros, falta de verificação on-chain independente e pooling sem contratos claros.

Para investidores brasileiros: priorize carteiras frias próprias, evite parcerias sem due diligence, use multisig para grandes valores e monitore transações via explorers como Blockstream. Na Ásia, criminalidade cripto extrema sinaliza: associe-se apenas com quem tem histórico verificável. Esses casos servem de alerta preventivo.


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Balança digital brutalista tensa, lado Max Pain com 75K pesando para baixo contrabalançado por influxos ETF dourados, sinalizando volatilidade em expiração de opções BTC

Expiração de US$ 89 Bilhões em Opções: Máxima Dor em US$ 75 Mil para BTC

Amanhã, às 16h (UTC), a exchange Deribit promove a expiração de opções com nominal de US$ 79 bilhões em Bitcoin e US$ 9,67 bilhões em Ether, totalizando cerca de US$ 89 bilhões. Os dados apontam para pontos de máxima dor (Max Pain) em US$ 75.000 para BTC e US$ 2.200 para ETH, níveis acima das cotações atuais de US$ 68.427 e US$ 2.074, respectivamente. Esse evento contrasta com o influxo recorde de US$ 5,066 bilhões nos ETFs de Bitcoin ontem, criando um cabo de guerra entre derivativos e mercado spot.


Detalhes da Expiração de Opções

De acordo com métricas da Deribit, consultadas em 26 de fevereiro de 2026, o volume nominal de opções de Bitcoin atinge US$ 79 bilhões, com relação put/call de 0,76. Para Ether, o nominal é de US$ 9,67 bilhões, com put/call em 0,77. Esses ratios abaixo de 1 indicam maior volume de opções de compra (call) em relação às de venda (put), sugerindo viés otimista ou estratégias de hedge em posições longas no spot.

A expiração ocorre em um momento de preços estáveis, com Bitcoin negociado a US$ 68.427 (alta de 0,65% no dia) e Ether a US$ 2.074 (alta de 0,89%), conforme cotações em tempo real. No Brasil, o Bitcoin está em torno de R$ 350.748 segundo o Cointrader Monitor, com variação de +4,23% em 24h e volume de 285 BTC.

O Conceito de Máxima Dor (Max Pain)

O Max Pain representa o preço de exercício que minimiza o valor pago pelos detentores de opções na expiração, maximizando os lucros dos vendedores (geralmente market makers). Para amanhã, os cálculos apontam US$ 75.000 para BTC e US$ 2.200 para ETH. Historicamente, preços tendem a gravitar para esses níveis pré-expiração devido a ajustes de gamma pelos dealers, que vendem ou compram o ativo subjacente para neutralizar exposição direcional.

Com BTC 9% abaixo do Max Pain atual (US$ 68.427 vs. US$ 75.000) e ETH 6% abaixo (US$ 2.074 vs. US$ 2.200), é plausível observar pressão altista de curto prazo se o fenômeno se repetir. No entanto, os dados mostram que o efeito é mais pronunciado em expirações acima de US$ 50 bilhões, com desvios médios de 2-5% nos dias anteriores, conforme padrões observados em ciclos passados.

Fluxos Recordes nos ETFs

Em contraste, o mercado spot registra força. Ontem, 25 de fevereiro, os ETFs de Bitcoin captaram US$ 5,066 bilhões líquidos, liderados pelo iShares Bitcoin Trust (IBIT) com US$ 2,974 bilhões e Grayscale Bitcoin Trust (GBTC) com US$ 1,025 bilhão. Para Ether, os ETFs somaram US$ 1,572 bilhão, com Fidelity Ethereum Fund (FETH) em US$ 61,9 milhões. Esses influxos representam o maior volume diário recente para BTC ETFs, sinalizando acumulação institucional.

Desde o lançamento, fluxos positivos em ETFs têm correlacionado com suporte ao preço spot, com coeficiente de 0,72 em análises de 90 dias. Esse volume reforça a demanda orgânica, potencialmente contrabalançando pressões derivativas.

Cabo de Guerra: Derivativos vs. Spot

O confronto entre a expiração de opções e os influxos de ETFs cria dinâmica de volatilidade. Enquanto market makers podem pinçar preços ao Max Pain via hedging, os US$ 6,6 bilhões em entradas de ETFs (BTC + ETH) indicam suporte fundamental. Traders devem monitorar níveis chave: para BTC, resistências em US$ 70.000 e US$ 75.000; suportes em US$ 67.000. Para ETH, US$ 2.100 e US$ 2.200.

Os dados sugerem maior probabilidade de consolidação altista se influxos persistirem, mas eventos de expiração de tal magnitude historicamente elevam volatilidade implícita em 15-25%. Volumes de 24h e open interest na Deribit serão indicadores cruciais nas próximas horas.


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Titereiro cartoon manipulador com cordas cortadas por justiça, libertando Bitcoin ascendente com +10%, fim de pressão no mercado

Fim da Manipulação? Bitcoin Dispara Após Processo Contra Jane Street

O processo judicial contra a Jane Street por insider trading durante o colapso do Terra em 2022 expõe os bastidores sujos da manipulação institucional no mercado cripto. Acusada de usar informações privilegiadas para retirar 85 milhões de UST minutos antes do pânico, a gigante de trading quantitativo vê o Bitcoin reagir com uma alta de 10%, coincidindo com o fim do famoso ‘dump das 10h‘ (horário de Nova York). Mas será essa valorização orgânica ou mera ausência do manipulador? A história mostra que euforias assim precedem correções dolorosas.


Acusações de Insider Trading no Colapso Terra

A ação da Jane Street veio do administrador de falência da Terraform Labs, em corte federal de Nova York. Em maio de 2022, a firma teria recebido tips internos via ex-intern Bryce Pratt, permitindo uma retirada rápida de 85 milhões de UST do pool Curve, logo após a Terraform sacar 150 milhões sem aviso. Isso acelerou o desancoramento do UST, colapso do ecossistema Terra e perdas bilionárias para investidores.

Jane Street negou veementemente, chamando a ação de ‘tentativa de extorsão’. Mas o timing é suspeito: a firma já enfrenta acusações na Índia por manipulação e escrutínio chinês em ETFs. No cripto, detém posições em mineradoras como Bitfarms e Cipher Mining, além de ser provedora de liquidez para Coinbase. O mercado ignora esses laços, mas ciclos passados — como 2018 e 2022 — mostram que instituições assim amplificam quedas.

Fim do ‘Dump das 10h’ e Alta do Bitcoin

Desde o processo em 24 de fevereiro, o padrão de quedas diárias às 10h ET no Bitcoin evaporou. O BTC saltou 10%, adicionando US$ 120 bilhões à capitalização, com o mercado cripto total subindo US$ 200 bilhões. Analista da Bloomberg nota alívio, mas questiona sustentabilidade.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 350.228,72 (+4,01% em 24h), alinhado à cotação global de cerca de US$ 68.300 (dólar a R$ 5,13). ETFs de BTC sofrem com AP como Jane Street, que usam derivativos para hedge sem comprar spot imediato, criando desvios. Cuidado: remover um player não elimina o risco sistêmico; a exuberância atual ecoa topos de ciclo anteriores.

Contexto: Força do USDC e Riscos Estruturais

Enquanto isso, os resultados da Circle no Q4 2025 brilham: receita de US$ 7,7 bilhões (+77%), USDC com US$ 753 bilhões em circulação (+72%) e transações de US$ 11,9 trilhões (+247%), impulsionando ações +35%. Mas prejuízo anual de US$ 70 milhões por custos de IPO mascara dependência de juros altos em treasuries.

Com Fed possivelmente cortando rates, Circle estima perda de US$ 700-800 milhões anuais por 1% de queda — quase um quarto de receita. Transição para pagamentos via Arc é promissora, mas USDT ainda domina. O mercado celebra stablecoins, ignorando que liquidez fiat-cripto é frágil em bears.

Implicações: Euforia ou Ilusão Temporária?

A alta do BTC pós-processo revela fragilidade: sem o ‘dump das 10h’, preços sobem, mas isso prova manipulação recorrente, não força fundamental. História — dot-com, 2008, cripto 2022 — ensina que ausências de vendedores geram bolhas. Jane Street expõe como quants moldam microestrutura via ETFs e DeFi.

Investidores devem monitorar: retorno de padrões manipuladores, juros globais e dominância USDT/USDC. Sobreviver ao ciclo exige ceticismo, não FOMO. O quadro macro, com dólar forte, sugere cautela ante essa ‘vitória’ aparente.


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Executivo bancário e figura tech cartoon apertando mãos sobre símbolo BTC, simbolizando adoção institucional de Bitcoin pela Morgan Stanley via E-Trade

Morgan Stanley lançará trading e custódia nativa de Bitcoin via E-Trade

O gigante bancário Morgan Stanley anunciou planos ambiciosos para integrar o Bitcoin diretamente em seus serviços bancários tradicionais. Através de sua plataforma de varejo E-Trade, a instituição, que gerencia mais de US$ 8 trilhões em ativos, pretende oferecer serviços nativos de trading, custódia e até empréstimos colateralizados em criptomoedas, marcando um novo capítulo na adoção institucional global.


Institucionalização definitiva: O Bitcoin no banco de varejo

O movimento do Morgan Stanley representa um marco na “normalização” das criptomoedas como uma classe de ativos bancários convencional. Durante o evento Strategy World, Amy Oldenburg, chefe de estratégia de ativos digitais do banco, confirmou que a instituição não pretende apenas “alugar” tecnologia de terceiros, mas sim desenvolver uma infraestrutura própria. O objetivo é permitir que milhões de clientes da E-Trade comprem e vendam Bitcoin à vista diretamente pela plataforma ainda no primeiro semestre de 2026.

Esta transição para uma solução nativa reflete a confiança do banco na maturidade do mercado. Segundo Oldenburg, o Morgan Stanley busca oferecer a segurança e o prestígio de sua marca para investidores que ainda se sentem desconfortáveis em manter ativos em exchanges puramente digitais. Ao integrar o Bitcoin ao ecossistema bancário tradicional, o banco facilita o acesso para uma vasta base de investidores conservadores que agora poderão ver suas criptomoedas ao lado de suas ações e títulos.

Custódia, empréstimos e a busca por rendimento

Além da negociação simplificada, o plano plurianual do banco inclui a criação de um serviço de custódia totalmente integrada. Isso permitirá que os clientes mantenham a posse legal de seus ativos sob a supervisão direta do Morgan Stanley. A estratégia visa capturar o capital de clientes que já possuem criptomoedas fora do banco, trazendo esses trilhões de dólares para dentro de sua governança. Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado em aproximadamente R$ 349.911, refletindo o momento de força do mercado mundial.

A instituição também revelou estar nos estágios iniciais de desenvolvimento de produtos de empréstimo e rendimento (yield). A ideia é permitir que investidores utilizem suas participações em Bitcoin como garantia para obter crédito, ou que coloquem seus ativos para render em produtos estruturados. O Morgan Stanley está monitorando de perto o fôlego das finanças descentralizadas (DeFi) para traduzir esses mecanismos para o ambiente regulado de um grande banco de Nova York.

A força dos US$ 8 trilhões e o cenário macro

A magnitude deste anúncio não pode ser subestimada. Com o dólar sendo negociado próximo a R$ 5,13, o poder de fogo de uma instituição que supervisiona US$ 8 trilhões é capaz de alterar drasticamente a liquidez do mercado. Amy Oldenburg destacou que sua experiência em mercados emergentes ao longo de 26 anos mostrou que a adoção do Bitcoin é uma tendência global imparável, presente em 17 dos 20 principais mercados onde o banco atua.

O fato de o Morgan Stanley escolher este momento para se tornar um player direto indica que o chamado “dinheiro inteligente” não está apenas de passagem pelo setor através de ETFs, mas está construindo fundações permanentes. Se o seu banco ainda não oferece Bitcoin, o movimento deste gigante sinaliza que essa realidade está mais próxima do que nunca para o investidor comum.


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Chip de IA emitindo pulsos de energia cyan e dourada para rede neural de nodes cripto glowing, simbolizando impulso da Nvidia em criptomoedas IA

Efeito Nvidia: Lucro Recorde em IA Impulsiona Criptos

A Nvidia divulgou resultados do quarto trimestre fiscal de 2026 com receita de US$ 68,1 bilhões, alta de 73% em relação ao ano anterior, superando as expectativas de Wall Street de US$ 66,1 bilhões. O segmento de data centers atingiu recorde de US$ 62,3 bilhões (+75%), impulsionado pela demanda por chips de IA. As ações subiram até 4% no after-hours, enquanto tokens de IA como Bittensor (TAO) e Internet Computer (ICP) registraram ganhos modestos. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 349.620 (+3,83% em 24h).


Resultados Financeiros Detalhados

Os dados mostram que a Nvidia reportou lucro ajustado por ação de US$ 1,62, acima da estimativa de US$ 1,54. A margem bruta se manteve em cerca de 75%, refletindo poder de precificação elevado. O CEO Jensen Huang enfatizou que a demanda por computação de IA está em expansão, com o negócio de data centers escalando 13 vezes desde o surgimento do ChatGPT. Para o primeiro trimestre fiscal de 2027, a guidance indica receita de US$ 78 bilhões, 7% acima das projeções de analistas de US$ 72,9 bilhões, conforme relatado pelo CoinDesk.

Esse desempenho reforça a posição da Nvidia como bellwether do setor de IA, com compromissos de estoque e capacidade totalizando US$ 95,2 bilhões, quase o dobro do ano anterior.

Reação dos Mercados Tradicionais

O Nasdaq avançou 1,26%, superando o S&P 500 (+0,8%), com ações de semicondutores em alta. As ações da Nvidia subiram 1,37% no after-hours, para US$ 198,31. Bancos de investimento reagiram rapidamente: o Morgan Stanley elevou o preço-alvo para US$ 260 (de US$ 250), e o RBC para US$ 250 (de US$ 240), ambos mantendo recomendação de compra. Esses ajustes sinalizam otimismo contínuo com o ciclo de investimentos em IA.

No entanto, yields dos Treasuries caíram, indicando cautela em taxas de juros mesmo com estabilização das ações.

Impacto no Mercado Cripto

Bitcoin se manteve próximo de US$ 69.000, com alta de 10% desde mínimas recentes. Tokens correlatos à IA, como TAO e ICP, adicionaram ganhos pós-resultados, embora tenham recuado parcialmente. Miners de Bitcoin com foco em IA, como IREN e CIFR, subiram 1-2% inicialmente. Os dados sugerem correlação entre o crescimento de 73% da Nvidia e ativos de IA no cripto, incluindo FET e RNDR, que historicamente acompanham o setor de hardware para computação acelerada, conforme destacado pela Decrypt.

Atualmente, Ethereum cotado a R$ 10.593 (+7,84%) e Solana a R$ 451 (+6,66%) refletem apetite por risco em altcoins.

Perspectivas e Níveis a Monitorar

Huang argumentou que a IA está no início de um buildout de trilhões de dólares em infraestrutura. Analistas como Goldman Sachs preveem pico de capex em IA para 2026, enquanto Ark Invest vê ciclo multianual. Investidores devem observar níveis de suporte em BTC próximo de US$ 68.000 e resistência em US$ 70.000, além de volume em data centers da Nvidia. A liquidez global pode se beneficiar de maior confiança em tech, mas volatilidade persiste.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon divididos por fenda na rede Bitcoin, com figura de Adam Back criticando lado Ordinals, simbolizando polêmica BIP-110 e riscos de divisão

Guerra Civil no Bitcoin? Adam Back Critica BIP-110

Imagine uma guerra civil no Bitcoin: de um lado, quem quer limitar o uso da blockchain para apenas transações financeiras; do outro, defensores da liberdade total. É isso que a proposta BIP-110 está causando. Apresentada por Dathon Ohm, ela visa restringir protocolos como Ordinals — que gravam imagens e dados na rede — via um soft fork ativado por apenas 55% da potência de mineração. Adam Back, CEO da Blockstream, chama isso de ‘ataque de multidão’. Mas o que isso significa para seus bitcoins? Vamos entender passo a passo, sem pressa.


O que é a BIP-110, em palavras simples?

Pense na blockchain do Bitcoin como um livro-caixa gigante, onde cada página (bloco) registra transações. Em outras palavras, o Bitcoin foi criado para ser dinheiro digital: enviar valores de uma carteira para outra. Mas, nos últimos anos, surgiram os Ordinals e Runes, protocolos que usam truques técnicos para ‘gravar’ imagens, vídeos ou códigos diretamente nas transações. Isso é como encher o livro-caixa de fotos e memes, ocupando espaço precioso.

A BIP-110 é uma proposta técnica (Bitcoin Improvement Proposal) para mudar isso. Ela introduz limites ao tamanho de dados não-monetários por bloco, via um ‘soft fork’ — uma atualização que a maioria aceita, mas minorias podem rejeitar. O objetivo? Preservar o Bitcoin como dinheiro puro, evitando que o livro cresça tanto que só computadores potentes possam lê-lo. Isso mantém a rede acessível a todos, como um supermercado popular no Brasil, não um clube exclusivo.

Em resumo: não afeta envios normais de bitcoin, mas freia o ‘spam’ de dados extras.

Por que o threshold de 55% causa tanto barulho?

Tradicionalmente, mudanças grandes no Bitcoin precisam de 95% de apoio dos mineradores (quem valida blocos com computadores poderosos). Assim, evita divisões. A BIP-110 baixa para 55%, o que apoiadores veem como ‘democracia real’: maioria decide, sem veto de minoria.

Mas Adam Back alerta: é um ‘ataque de multidão’, risco de forçar regras sem consenso amplo. Se 55% ativarem e 45% recusarem, surge uma ‘divisão da rede’ (fork): duas blockchains paralelas. Seus bitcoins ficariam em ambas inicialmente, mas uma poderia perder valor rápido, como moedas rivais em uma briga familiar.

Isso lembra a ‘guerra do bloco grande’ de 2017, que criou o Bitcoin Cash. O medo? Perda de confiança e preço.

Os lados da briga: minimalistas vs. livre-mercado

Suportadores, como Luke Dashjr e usuários do Bitcoin Knots (22% dos nós), temem que dados extras tornem nós caros — só ricos rodariam validação, acabando com a descentralização. Analogia brasileira: como lotéricas lotadas de filas extras, afastando o povo.

Opositores, incluindo Michael Saylor e mineradores, dizem: Ordinals geram taxas altas (milhões em picos), financiando segurança pós-reduções de recompensa. Limitar é cortar renda deles. Adam Back reforça: mudar regras quebra a promessa de ‘imutabilidade’, essencial para Bitcoin como ‘ouro digital’.

Hoje, nós Knots crescem, Core cai — sinal de tensão real.

O que acontece com seu Bitcoin se der split?

Boa notícia: em um soft fork contestado, você ganha bitcoins nas duas chains. Ruim: precisa gerenciar chaves separadas, e uma chain pode virar pó (valor zero). Pense como herdar duas lojas rivais: uma prospera, outra fecha.

Para iniciantes: guarde sementes seguras, use carteiras multi-chain. Monitore hash rate — se maioria seguir uma, ela vence. Isso empodera você: conhecimento evita pânico-vendas. Fique calmo, estude e decida.


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Cúpula cyan sob pressão vermelha massiva com '10.5B' integrado, simbolizando vencimento de opções de Bitcoin e riscos de volatilidade

Pressão de US$ 10,5 Bilhões: O Guia do Vencimento do Bitcoin e Riscos de Mercado

📊 BOLETIM CRIPTO | 26/02/2026 | MANHÃ

O mercado de criptomoedas enfrenta uma quinta-feira de intensa pressão vendedora em meio a um cenário de tensão institucional. O Bitcoin opera sob a sombra de uma expiração massiva de opções na Deribit, totalizando US$ 10,5 bilhões, com indicadores apontando para um domínio absoluto dos ursos. Paralelamente, acusações de manipulação contra a Jane Street, uma das principais formadoras de mercado de ETFs, adicionam uma camada de incerteza regulatória sistêmica. Embora os fluxos institucionais via ETFs apresentem resiliência com entradas líquidas de US$ 507 milhões, o sentimento negativo é exacerbado por novos ataques de malware direcionados a investidores de varejo. O viés de baixa moderado prevalece, com o mercado monitorando a correlação com o setor de tecnologia na abertura dos mercados tradicionais.


🔥 Destaque: Expiração de US$ 10,5 Bilhões em Opções pressiona BTC

O mercado de derivativos está prestes a vivenciar um de seus momentos mais críticos deste trimestre. Na próxima sexta-feira, dia 28 de fevereiro, ocorre o vencimento de aproximadamente US$ 10,5 bilhões em opções de Bitcoin. Segundo dados da plataforma BlockTempo, o cenário é amplamente desfavorável para os compradores, os quais precisariam de uma valorização repentina de 9% para evitar perdas significativas.

A análise técnica do open interest na Deribit revela que, em todos os três cenários de preço mais prováveis (entre US$ 65 mil e US$ 74 mil), os vendedores mantêm a vantagem estrutural. Cerca de 88% das opções de compra (calls) acima de US$ 70 mil podem expirar sem valor, o que força market makers a realizarem ajustes de hedging que, por sua vez, acabam impulsionando o preço para baixo conforme o prazo final se aproxima.

Este movimento coincide com uma forte correlação de 90% entre o Bitcoin e o índice Nasdaq. Com a divulgação dos lucros da Nvidia prevista para esta quinta-feira, qualquer sinal de fraqueza nas ações de tecnologia pode servir de catalisador para uma liquidação em cascata no setor cripto. O suporte psicológico nos US$ 65.000 é agora o ponto de observação mais importante para evitar uma correção mais profunda.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 350.021,50 no mercado brasileiro, registrando uma valorização de 3,92% nas últimas 24 horas, apesar da pressão externa nos mercados globais.


📈 Panorama do Mercado

O ecossistema cripto atravessa uma fase de maturação dolorosa, onde a adoção institucional avança, mas as vulnerabilidades estruturais são expostas. As acusações contra a Jane Street — que envolvem desde o colapso da Terra até manipulações diárias no preço do Bitcoin — abalam a confiança na pureza dos fluxos de ETFs. A cessação súbita de quedas programadas às 10h (horário de Nova York) logo após a divulgação de processos judiciais sugere que algoritmos predatórios podem estar sendo pausados.

Enquanto o Bitcoin busca equilíbrio, o Ethereum mantém um tom neutro após a confirmação de que Vitalik Buterin concluiu a venda de 16.420 ETH. De acordo com cotações da AwesomeAPI, o ETH está sendo negociado na faixa de R$ 10.591. A estratégia de “constrangimento suave” da Fundação Ethereum visa reequilibrar fundos para pesquisa e segurança, sinalizando um foco em fundamentos de longo prazo em detrimento da acumulação especulativa.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Pressão de baixa no vencimento: A expiração de US$ 10,5 bilhões em opções pode gerar volatilidade descendente agressiva até sexta-feira, com risco de liquidações forçadas.
  • Escrutínio em ETFs: As acusações contra a Jane Street podem levar a investigações regulatórias da SEC sobre a integridade dos maiores emissores de ETFs, como o IBIT.
  • Ataques de Malware: A nova campanha de phishing via anúncios no Facebook sequestra frases-semente sob o pretexto de atualizações do Windows 11, colocando em risco investidores de varejo.
  • Correlação Macro: A dependência do setor de tecnologia e a expectativa pelos dados da Nvidia tornam o Bitcoin vulnerável a choques externos no mercado tradicional.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Limpeza pós-expiração: Historicamente, após a limpeza das posições de derivativos, o mercado remove a pressão de venda artificial, abrindo espaço para rebotes consistentes em março.
  • Adoção institucional resiliente: Apesar do ruído negativo, a marca de US$ 507 milhões em entradas líquidas nos ETFs mostra que o capital institucional continua absorvendo a oferta.
  • Acumulação em Ethereum: A transparência on-chain da Fundação Ethereum oferece pontos de entrada atrativos para investidores que focam no desenvolvimento de rede e smart contracts.

📰 Principais Notícias do Período

1. Expiração US$ 10,5bi opções BTC: ursos vencem sem alta de 9%
O maior vencimento mensal de opções do ano favorece o lado vendedor em todos os modelos preditivos. O mercado aguarda volatilidade intensa nas próximas 48 horas.

2. Jane Street acusada de manipular Terra, Índia e BTC ETFs
A gigante Jane Street enfrenta processos por insider trading e manipulação de preços sistêmica, afetando a percepção de integridade dos produtos de Bitcoin à vista.

3. ETFs Bitcoin com US$ 507 mi inflows em 25/02, todos positivos
Pela primeira vez em semanas, todos os 12 ETFs de Bitcoin registraram entradas positivas, com destaque para o IBIT da BlackRock e a reversão de saídas no GBTC.

4. Vitalik vende 16,4k ETH acima do plano; Fundação adota encolhimento rigoroso
O fundador do Ethereum concluiu a liquidação estratégica de fundos para doações e pesquisa e desenvolvimento. O mercado absorveu a venda sem distorções no preço.

5. Malware em anúncios FB rouba seeds com falsa atualização Windows 11
Uma nova campanha de segurança cibernética utiliza sites clonados e anúncios em redes sociais para drenar carteiras não-custodiais de usuários desatentos.


🔍 O Que Monitorar

  • Open Interest na Deribit: Observar se novos contratos de março indicam reversão para um viés otimista pós-limpeza.
  • Padrão das 10h ET: Verificar se a pressão vendedora na abertura de Nova York retornará após o susto legal da Jane Street.
  • Lucros da Nvidia: Resultados abaixo do esperado podem arrastar o Bitcoin para um teste de suporte abaixo de US$ 65 mil.
  • Volume de entradas de ETF: A continuidade das entradas positivas será vital para sustentar a tese de suporte institucional.

🔮 Perspectiva

O cenário para as próximas 24 a 48 horas permanece sob um viés de baixa moderado. A proximidade da expiração de bilhões de dólares em opções atua como um teto de vidro para valorizações expressivas, enquanto as incertezas regulatórias envolvendo market makers institucionais adicionam volatilidade. Contudo, é provável que vejamos uma oportunidade de acumulação caso o Bitcoin teste suportes inferiores e o rescaldo da expiração remova o peso dos derivativos. Investidores devem priorizar a segurança de suas custódias diante do aumento de casos de malware e monitorar de perto a resiliência dos fluxos de ETF como prova de força do mercado à vista.


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Onda dourada esmagando cristais vermelhos com 69K na crista, simbolizando short squeeze do Bitcoin liquidando US$ 400 milhões

Bitcoin Salta para US$ 69 Mil com Squeeze de Shorts de US$ 400 Milhões

O Bitcoin registrou uma alta expressiva de mais de 7% nas últimas 24 horas, alcançando US$ 69.000 pela primeira vez em mais de uma semana, após cair abaixo de US$ 63.000. O movimento gerou um squeeze de shorts com liquidações superiores a US$ 400 milhões em posições vendidas, principalmente em BTC (US$ 200 milhões), ETH e SOL. Altcoins como Solana (+14%) e Chainlink (+15%) também avançaram dois dígitos, sinalizando alívio no mercado após volatilidade extrema.


Detalhes das Liquidações e Alta

Os dados mostram que, nas últimas 24 horas, US$ 463 milhões em posições foram liquidadas no total, com US$ 400 milhões concentrados em apostas contra Bitcoin, Ethereum e Solana. Plataformas como CoinGlass registram US$ 200 milhões em BTC, US$ 153 milhões em ETH e US$ 22 milhões em SOL. Em uma janela de 4 horas, US$ 248 milhões em shorts foram eliminados, contra apenas US$ 11 milhões em longs, forçando recompras que aceleraram o rebote de US$ 63.894 para US$ 69.483.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 354.717 (+7,09% em 24h) reflete volume de 307 BTC, alinhado ao movimento global. A capitalização total do mercado cripto subiu 6,6%, impulsionada por esse alívio.

Contexto Técnico e Catalisadores

O rebote ocorreu após semanas de Índice de Medo e Ganância em ‘Medo Extremo’, com BTC acumulando perda de 22% no ano e quinto mês consecutivo negativo. Fatores incluem entradas líquidas de US$ 257,7 milhões em ETFs de Bitcoin nos EUA — maiores desde 6 de fevereiro — e índice premium da Coinbase positivo após 40 dias. Ações cripto como Circle (+20-29%) e Coinbase (+13%) corroboram apetite por risco, com Nasdaq +1,1%.

Técnicos apontam suporte em US$ 63.000 não retestado, com correlação ao setor de software (IGV). ETH recuperou US$ 2.000 (+12%), SOL US$ 89 (+14%), enquanto ADA e DOGE avançaram 13-19%.

Níveis Chave e Implicações

Os dados sugerem possível fundo local, com BTC testando resistência em US$ 69.500-70.000. Volumes de liquidação indicam esgotamento de pressão vendedora, mas volatilidade persiste: perda de 50% desde ATH de US$ 126.000. Níveis a observar incluem suporte em US$ 68.000 (média móvel de 50 períodos) e resistência em US$ 70.000. Sem reteste de lows recentes, o momentum pode sustentar, mas mercados tradicionais e decisões do Fed influenciarão. Traders monitoram se o short squeeze limpa caminho para extensão ou se configura rali de alívio temporário.

Altcoins como LINK (+15%) e AVAX (+17%) mostram força relativa, ampliando o rally além do BTC.


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Executivos cartoon aprovando venda de Bitcoin para buyback de ações, com gráfico disparando 15%, simbolizando estratégia de tesouraria corporativa

GD Culture Aprova Venda de R$ 2,6 Bi em Bitcoin para Buyback de Ações

A GD Culture Group, listada na Nasdaq como GDC, aprovou a venda de até 7.500 BTC de sua tesouraria, avaliados em cerca de US$ 510 milhões (R$ 2,6 bilhões pelo câmbio atual), para financiar um programa de recompra de suas próprias ações no valor de US$ 100 milhões. As ações da empresa dispararam quase 15% nesta quarta-feira (25/02), refletindo confiança dos investidores, apesar da tesouraria em BTC ter perdido valor com a queda do preço da criptomoeda de picos acima de US$ 126 mil.


O Plano de Venda e Recompra de Ações

A diretoria da GD Culture, uma empresa americana com operações em IA e e-commerce na China, autorizou a gestão a vender parte de sua reserva de 7.500 BTC. O valor atual da tesouraria em Bitcoin supera os US$ 497 milhões, mas representa um prejuízo não realizado de US$ 344 milhões, ou 41% do custo de aquisição de US$ 841,5 milhões, conforme detalhado pela cobertura da CoinDesk.

Os recursos vão bancar o buyback de ações anunciado em 18 de fevereiro, com execução prevista para os próximos seis meses. A empresa não tem obrigação de vender tudo de uma vez e pode pausar o plano conforme o mercado. Para o investidor comum, isso mostra como empresas usam Bitcoin como ‘caixa vivo’: líquido para emergências, mas volátil. Imagine ter R$ 2,6 bilhões em poupança que oscila 50% ao ano – é o dilema prático dessas tesourarias.

No Brasil, onde o Bitcoin está cotado a R$ 354.143 segundo o Cointrader Monitor (+6,87% em 24h), uma venda assim equivaleria a liquidar o equivalente a mais de 7 mil carros populares ou 26 mil anos de salário mínimo. Prático? Depende do timing.

Por Que as Ações Subiram 15%?

As ações da GDC, que negociam por volta de US$ 3,70, saltaram porque o mercado viu o movimento como positivo. A empresa tem market cap de apenas US$ 210 milhões, enquanto o BTC sozinho valeria o dobro – um desconto de mNAV (market cap to net asset value) de 0,5, um dos mais baixos entre holders corporativos de Bitcoin. Investidores interpretaram a venda como sinal de gestão ativa para destruição de capital (buyback reduz ações em circulação, valorizando as restantes).

Desde o pico de setembro de 2025, o papel perdeu 2/3 do valor, acompanhando o Bitcoin de US$ 126 mil para atuais US$ 69 mil. No pregão, subiu 15% inicialmente, recuando para +10%, mas ainda reflete otimismo. Para brasileiros acompanhando ações cripto-related, isso lembra: volatilidade do BTC afeta não só a cripto, mas papéis ligados. Se você tem exposição indireta via ETFs ou ações americanas, monitore tesourarias como essa.

Contexto da Empresa e Lições para Tesourarias

A GD Culture entrou no Bitcoin via aquisição da Pallas Capital em 2025, emitindo 39 milhões de ações e vendendo até US$ 300 milhões em stock para tesouraria cripto (incluindo memecoin TRUMP). Hoje, rankeia entre as 15 maiores corporações com BTC. Nos 9 meses até setembro/2025, reportou lucro de US$ 9,6 milhões, revertendo prejuízo anterior. Mas a queda do BTC pressionou.

Outras empresas seguem: Bitdeer vendeu tudo para AI, Riot reduziu holdings. Lição prática para quem sonha com tesouraria pessoal ou empresarial no Brasil: BTC é reserva de valor, mas não imune a ciclos. Pense em diversificação – stablecoins ou dólar para liquidez imediata. No nosso contexto, com dólar a R$ 5,12, converter BTC para reais via exchanges locais pode evitar perdas cambiais extras.

O Que Isso Significa para Você no Brasil?

Para o brasileiro médio usando cripto no dia a dia – remessas, proteção inflação ou reserva –, o caso GD Culture é alerta: tesourarias funcionam, mas exigem timing. Se o BTC subir de novo (hoje +7% para US$ 69 mil), quem reteve ganha; quem vendeu cedo perde upside. Monitore empresas como MicroStrategy (oposta, acumulando).

Ação prática: verifique sua alocação. Tem BTC além do necessário para 6 meses de despesas? Considere parcial para reais. Use ferramentas locais para cotações precisas e planeje impostos (IR sobre ganhos). Não é conselho, mas passo realista para navegar volatilidade.


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