Estrutura brutalista com linha 80K acima de núcleo Bitcoin tensionado, fluxos vermelhos e gauge MVRV no vermelho sinalizando estresse em ETFs

Bitcoin abaixo do custo dos ETFs: MVRV acende alerta

Os dados on-chain revelam que o Bitcoin (BTC) está negociando abaixo do custo médio de aquisição dos ETFs de spot, estimado em US$ 80.000. O indicador MVRV (Market Value to Realized Value) para esses veículos caiu abaixo de 1, configurando um cenário de pressão crescente sobre investidores institucionais, conforme análise recente. Paralelamente, os ETFs registram cinco semanas consecutivas de saídas líquidas, totalizando US$ 3,8 bilhões (Cointelegraph). Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 354.541,58 às 18:54 de hoje, com alta de 0,88% em 24 horas. Esse setup técnico levanta questões sobre possível capitulação ou armadilha de baixa.


O Indicador MVRV e Seu Significado Técnico

O MVRV compara o valor de mercado do Bitcoin ao seu valor realizado, calculado como a média dos preços de aquisição dos detentores. Quando abaixo de 1, indica que o preço atual está inferior ao custo médio, gerando prejuízos não realizados generalizados. Para os ETFs de Bitcoin, esse patamar reflete estresse entre grandes players institucionais, que acumularam posições acima de US$ 80.000.

Historicamente, MVRV sustentado abaixo de 1 sinaliza condições de alta pressão vendedora, com tentativas de recuperação enfrentando resistência na região do custo realizado. Analistas observam que estabilização entre 0,8 e 0,9 pode preceder exaustão da venda, mas declínio adicional ampliaria saídas, conforme os dados da CryptoQuant. No atual ciclo, com BTC em US$ 68.000 (R$ 352.000 a R$ 5,18/US$), esse nível atua como barreira imediata.

Os números exatos mostram MVRV dos ETFs em queda, reforçando a dominância de perdas sobre ganhos no coorte institucional. Traders monitoram essa métrica para avaliação de capitulação.

Saídas Consecutivas dos ETFs de Spot

Desde o final de janeiro, os ETFs de Bitcoin nos EUA acumulam US$ 3,8 bilhões em saídas líquidas ao longo de cinco semanas, com a semana encerrada registrando US$ 315,9 milhões em resgates, segundo SoSoValue. A maior saída ocorreu na semana de 30 de janeiro, com US$ 1,49 bilhão saindo dos fundos.

Embora haja influxos pontuais — como US$ 88 milhões na sexta-feira —, os resgates superam, refletindo redução de risco institucional em meio a incertezas macro, como tensões geopolíticas e dados econômicos. Ativos líquidos totais nos ETFs somam US$ 85,31 bilhões, ou 6,3% da capitalização do BTC. Esse fluxo negativo pressiona o preço spot, alinhando-se ao MVRV deprimido.

Analistas apontam que, apesar dos US$ 54 bilhões em influxos acumulados desde o lançamento, o ritmo recente sugere cautela entre gestores de ativos.

Pressões Regulatórias e Níveis a Observar

O ambiente regulatório adiciona camadas de complexidade. Na Europa, autoridades holandesas ameaçam o mercado de previsões Polymarket com multa semanal de €420.000 por operação sem licença, classificando-o como jogo ilegal. Embora não diretamente ligado a ETFs, esse escrutínio reflete maior aversão a risco em ativos digitais.

No gráfico diário, suporte imediato em US$ 67.000 (próximo da mínima recente); resistência em US$ 80.000 (custo ETF). Médias móveis de 50 e 200 dias convergem em zona de US$ 75.000. Volume 24h indica baixa convicção compradora. Traders atentam para estabilização do MVRV e reversão de saídas para sinal de fundo.

Em resumo, os dados mostram pressão técnica e fundamental, mas sem viés direcional claro. Monitorar claims de desemprego nos EUA e índice de medo e ganância (atual em extremo medo) para próximos movimentos.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Pilar Bitcoin cartoon com braços firmes resistindo tempestade financeira, avalanche de papéis e setas '15%', ecoando crise de 2008

Crise de Liquidez e Tarifas 15%: Bitcoin Aguenta o Choque?

A crise de liquidez na Blue Owl Capital, com liquidação forçada de US$ 1,4 bilhão em ativos e queda de 14% nas ações, desperta memórias de 2008. Ao mesmo tempo, Trump eleva tarifas globais para 15% apesar de decisão da Suprema Corte. Bitcoin recua para US$ 68 mil (R$ 354.597, segundo o Cointrader Monitor). O mercado está ignorando o óbvio: a receita da crise se repete?


Estresse no Crédito Privado Evoca Bear Stearns

A Blue Owl Capital (OWL) foi obrigada a vender US$ 1,4 bilhão em empréstimos para atender resgates em fundo de crédito privado voltado ao varejo. As ações despencaram 14% na semana, com queda anual superior a 50%. Outros gigantes como Blackstone e Apollo também sofreram.

O ex-chefe da Pimco, Mohamed El-Erian, chamou de “canário na mina”, comparando aos fundos do Bear Stearns em 2007 que precederam o colapso global. A história mostra que liquidez evaporando em nichos como crédito privado pode se espalhar rapidamente, congelando mercados. Em 2008, isso levou a bailouts massivos do Fed — ironicamente, o berço do Bitcoin.

Hoje, com Bitcoin integrado ao sistema financeiro via ETFs e tesourarias corporativas, o risco de contágio é maior. O mercado cripto, outrora anti-establishment, agora dança no ritmo das ações tradicionais.

Tarifas de Trump Ignoram Suprema Corte e Geram Turbulência

Apesar de a Suprema Corte invalidar tarifas anteriores sob o IEEPA, Trump anunciou tarifa global de 15% — alta de 10% — via Truth Social, chamando a decisão de “anti-americana”. Bitcoin reagiu com queda inicial de 1%, testando US$ 68 mil, enquanto Ether perde 0,45%.

Essas tarifas prometem inflação importada e retaliações, alimentando estagflação: crescimento lento com preços altos. Dólar em R$ 5,18 agrava pressão sobre emergentes como o Brasil. O mercado está ignorando como protecionismo de Trump em 2018-2019 causou volatilidade global, com BTC caindo 70% em 2018.

Cuidado com a euforia: ativos de risco como Bitcoin sofrem primeiro em choques macro.

Bitcoin: Porto Seguro ou Vítima do Contágio?

Defensores veem Blue Owl como gatilho para QE do Fed, de alta como em 2020 (BTC de US$ 4k para 65k). Mas curto prazo é risk-off: crédito apertando machuca cripto primeiro, como na Covid (-70%). Com correlação alta com Nasdaq, BTC não escapará de derretimento sistêmico.

Em estagflação, “ouro digital” vira ativo especulativo. Baleias acumulam, mas varejo entra tarde — clássico topo de ciclo. A história de 2022 repete: alta exuberante, depois correção brutal de 75%.

O mercado ignora o óbvio: sem liquidez global, nem Bitcoin se salva.

Lições Históricas e o Que Monitorar

Ciclos econômicos não mentem. De tulipas a dot-com, exuberância leva a excessos. Blue Owl pode ser o primeiro dominó; tarifas, o empurrão. Proteja capital: monitore spreads de crédito, yields de Treasuries e respostas do Fed.

Investidores de BTC precisam ver além da narrativa de alta. Sobreviver ao mercado de baixa é prioridade — não maximizar o mercado de alta. Vale assistir contágio para private equity e inflação por tarifas.


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Cardume de peixes cartoon em pânico fugindo enquanto baleia dourada emerge serenamente, simbolizando pânico retail atraindo baleias no Bitcoin

Bitcoin ‘morrendo’ no Google? Por que o pânico atrai baleias

Imagine que, toda vez que as pessoas pesquisam desesperadamente no Google por ‘Bitcoin a zero’, isso é como um sinal de fumaça indicando que o pânico do varejo chegou ao limite. De acordo com dados recentes do Google Trends, essas buscas atingiram pico histórico nos Estados Unidos em fevereiro de 2026, enquanto o Bitcoin cai para perto de US$ 60 mil. Em outras palavras, isso pode ser o famoso sentimento contrário: quando todos têm medo, os grandes investidores (as baleias) veem oportunidade. E no mundo DeFi, tensões como a saída da BGD Labs do Aave geram FUD, mas fazem parte do amadurecimento do mercado.


O que o Google Trends revela sobre o pânico atual

Pense no Google Trends como um termômetro do humor das pessoas comuns no mercado. Ele mede o interesse relativo por termos como ‘Bitcoin to zero’ em uma escala de 0 a 100. Nos EUA, esse índice bateu 100 em fevereiro, o maior pico desde que o Bitcoin começou a ser popular. Isso aconteceu enquanto o preço do BTC despencava mais de 50% desde o topo de outubro, testando níveis próximos de US$ 60 mil.

Em outras palavras, isso significa que o varejo americano — aqueles investidores pequenos que leem manchetes ruins — está em pânico máximo. Mas globalmente, o pico foi em agosto, e agora o interesse caiu para 38. É como se o medo estivesse concentrado nos EUA por causa de notícias locais, como tarifas e tensões geopolíticas, enquanto o resto do mundo já está mais calmo.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.514 no Brasil, com alta de 0,98% nas últimas 24 horas. Isso mostra que, apesar do barulho, o preço não está em colapso total.

Histórico: Picos de buscas que sinalizaram fundos de mercado

Agora, vamos ao que interessa: isso já aconteceu antes, e sempre foi um bom sinal. Pense assim: em 2021 e 2022, picos semelhantes nos EUA coincidiram com fundos locais do preço do Bitcoin. Quando todo mundo grita ‘o Bitcoin morreu!’, é exatamente quando os grandes participantes param de vender e começam a comprar.

É o conceito de sentimento contrário, que é como uma lei não escrita dos mercados. No mundo das criptomoedas, o varejo vende no desespero, liberando fichas baratas para as baleias — aqueles investidores institucionais com bolsos fundos. Historicamente, buscas por ‘Bitcoin is dead’ (ou ‘Bitcoin está morto’, em português) marcaram o fim de quedas prolongadas. Não é mágica: é psicologia humana. Quando o medo é extremo, a capitulação abre espaço para recuperação.

Para o iniciante, isso é libertador: você não precisa prever o futuro, só observar o pânico alheio com calma.

O caso Aave: Tensões que geram FUD, mas fortalecem o DeFi

Vamos a um exemplo prático no DeFi, que é o mundo das finanças descentralizadas — em resumo, empréstimos e rendimentos sem bancos tradicionais. A BGD Labs, uma equipe chave no desenvolvimento do protocolo Aave (um dos maiores para empréstimos em cripto), anunciou que sairá em 1º de abril após quatro anos de contribuição. O motivo? Tensões de governança: eles acusam a Aave Labs de centralizar demais o controle sobre marca, decisões e o futuro da versão 4 (v4).

Isso gera FUD (medo, incerteza e dúvida), mas pense como uma empresa brasileira em crescimento: brigas internas são normais e levam a melhorias. A BGD deixa o Aave v3 — a versão atual — ‘sólido e à prova de futuro’. A comunidade da DAO (organização autônoma descentralizada, como uma empresa votada pelos donos dos tokens) agora decide o rumo. Para quem usa Aave no Brasil, o risco é volatilidade no token AAVE, mas o protocolo gerencia bilhões e tem interesse institucional, como ETFs propostos.

Essas tensões são o amadurecimento: DeFi não é perfeito, mas evolui com debates transparentes.

Por que isso é uma oportunidade para você

Resumindo para empoderar você: o desespero no Google é um alerta para pausar e observar, não para vender tudo. Baleias adoram esses momentos, comprando barato enquanto o varejo foge. No Aave, a saída da BGD é um teste de resiliência, comum em projetos que crescem.

Saia daqui confiante: monitore Google Trends, entenda FUD como sinal e foque no longo prazo. Como diria uma professora: o melhor aprendizado é não reagir ao barulho, mas usá-lo a seu favor. Vale a pena acompanhar os próximos votos na governança do Aave e as compras de baleias no Bitcoin.


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Cofre futurista de ouro e circuitos Bitcoin com BTC e XAUt gravados, intacto enquanto moeda fiat inflacionária queima ao redor, simbolizando refúgio cripto

Dividendos em Ouro On-Chain: Bitcoin Protege Contra Inflação

Imagine receber dividendos em ouro tokenizado diretamente na sua carteira on-chain, sem bancos ou burocracia. A Elemental Royalty Corporation virou a primeira empresa pública a pagar proventos em Tether Gold (XAU₮), representando ouro físico real. Enquanto isso, no Irã, o colapso do rial leva bilhões para o Bitcoin, como no Líbano. Para o brasileiro lidando com inflação, isso mostra o poder prático das criptos como proteção de patrimônio.


Primeiro Dividendos em Ouro Tokenizado

A Elemental Royalty anunciou em 17 de fevereiro que acionistas podem escolher receber dividendos em XAU₮, cada token lastreado em uma onça troy de ouro físico em cofres seguros na Suíça. Nada de dinheiro fiat que perde valor: é ouro real, acessível via blockchain em Ethereum ou TRON. Paolo Ardoino, CEO da Tether, destacou que isso integra o ouro tradicional aos sistemas financeiros modernos.

Hoje, uma onça de ouro vale cerca de R$ 26.433. Para um investidor brasileiro, isso significa proventos que acompanham o preço do metal precioso, protegendo contra desvalorização do real. Empresas de royalties de ouro, que lucram sem operar minas, ganham apelo extra com essa opção. É um passo para os chamados real-world assets (RWA), trazendo ativos reais para a blockchain de forma prática.

Essa inovação abre portas: imagine fundos imobiliários pagando aluguéis em tokens de imóveis ou energéticas em óleo tokenizado. Para nós, é utilidade real: diversificar renda sem conversões caras.

Crise no Irã: Bitcoin como Escape do Rial

O rial iraniano entrou em hiperinflação em 2026, com sanções e más políticas destruindo poupanças. Famílias perdem poder de compra diário, ecoando a crise libanesa de 2019, onde bancos congelaram contas e o pound desabou 90%. Ali, o Bitcoin virou salvação: remessas rápidas via P2P, sem intermediários, e economia paralela em lojas de esquina.

No Irã, atividade cripto atingiu US$ 8 bilhões em 2025. Pessoas sacam BTC para carteiras próprias, fugindo de congelamentos. O banco central usa stablecoins para burlar restrições. Lições do Líbano: controle das chaves privadas é essencial, backups de seed phrases e redes P2P locais evitam perdas. Volatilidade existe, mas BTC segurou melhor que moedas locais.

Para o brasileiro, isso soa familiar: inflação crônica, dólar subindo para R$ 5,18. Quando o sistema falha, cripto permite transferências familiares rápidas e baratas, sem depender de bancos instáveis.

Proteção Prática para o Brasileiro

No Brasil, com inflação roendo salários, ouro e Bitcoin servem de escudo. O Bitcoin está a R$ 354.458 segundo o Cointrader Monitor, com alta de 0,95% em 24h. XAU₮ oferece estabilidade do ouro com liquidez blockchain.

Impacto real: R$ 1.000 em BTC hoje pode virar reserva para meses de contas se o real cair mais. No Irã, classe média salvou poupanças assim. Aqui, remessas para família no exterior saem em minutos, com taxas baixas via exchanges locais. Mas cuidado: energia instável e regras mudam rápido, como no Líbano.

Essa mistura de RWA e BTC prova: cripto não é só especulação, é ferramenta cotidiana contra crises monetárias. Empresas adotando tokenização facilitam acesso a ativos premium sem logística física.

O Que Você Pode Fazer Hoje

  1. Pesquise ações como Elemental para dividendos em XAU₮ – verifique corretoras com suporte a tokens ERC-20.
  2. Monte uma carteira não-custodial: apps como Electrum ou hardware wallets para BTC, backup seed em local seguro.
  3. Teste P2P: grupos locais para converter reais em cripto sem taxas altas.
  4. Diversifique: 10-20% em ouro/BTC como hedge contra inflação.
  5. Monitore: apps mostram cotações reais em BRL.

Comece pequeno, aprenda com comunidades. No Brasil, isso evita o pânico de ver poupança derreter. Crises como Irã mostram: ação cedo salva patrimônio.


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Baleia cartoon emergindo com moedas BTC e investidor comprando no dip em oceano volátil, simbolizando acumulação por whales e Kiyosaki

Demanda On-Chain Positiva: Baleias e Kiyosaki Acumulando BTC

Enquanto o Bitcoin oscila próximo dos US$ 68 mil, as baleias realizaram lucros de US$ 208 milhões pela sétima vez desde 2024, um padrão que historicamente precede turbulências seguidas de fundos locais e reversões altistas. Ao mesmo tempo, a demanda on-chain virou positiva pela primeira vez em meses, com Robert Kiyosaki comprando mais um BTC perto de US$ 67 mil. Mãos fortes ignoram o medo do varejo e acumulam.


Padrão de Lucros das Baleias Sinaliza Reversão

O mercado de Bitcoin está construindo bases sólidas, mesmo em meio à volatilidade recente. De acordo com dados on-chain, as baleias — grandes detentores com carteiras acima de 1.000 BTC — registraram a sétima onda de realização de lucros acima de US$ 200 milhões nos últimos dois anos. Esse movimento, identificado pela métrica Realized Profit By Whales, costuma gerar turbulência temporária, com excesso de oferta criando desequilíbrios de liquidez.

Historicamente, após a absorção dessa oferta por compradores institucionais e holders de médio prazo, o preço estabiliza e frequentemente inicia uma valorização. Embora haja casos de topos locais, o analista MorenoDV destaca que tais vendas sinalizam convicção sobre exaustão de curto prazo, não o início de um ciclo baixista prolongado. Os fundamentos se fortalecem à medida que a rotação saudável ocorre, preparando o terreno para momentum altista.

Atualmente, com o BTC testando resistências em US$ 68.000, esses padrões sugerem que estamos próximos de um ponto de exaustão, especialmente se fluxos institucionais aumentarem.

Kiyosaki Compra o Dip e Reforça Tese de Escassez

Robert Kiyosaki, autor de Rich Dad Poor Dad, exemplifica a convicção das mãos fortes ao anunciar a compra de um BTC inteiro próximo a US$ 67.000, em pleno dip. Sua estratégia recorrente de acumular durante quedas ignora o pânico do varejo e foca no longo prazo. Kiyosaki cita dois motivos principais: a iminente ‘grande impressão’ de dólares pelo Fed devido à dívida dos EUA e o limite mágico de 21 milhões de bitcoins.

Para ele, uma vez minerado o último BTC, o ativo superará o ouro como reserva de valor. Essa visão alinha-se à narrativa macro de adoção global, onde a escassez fixa contrasta com a expansão monetária ilimitada das moedas fiduciárias. Investidores como Kiyosaki veem as correções atuais como oportunidades para posicionamento estratégico, reforçando a confiança no ecossistema Bitcoin.

Demanda On-Chain Positiva Após Meses de Fraqueza

Os dados confirmam o otimismo: a demanda aparente do Bitcoin flipou para positivo, registrando +1.200 BTC após quase três meses negativos, com fundo em -154.000 BTC em dezembro. Essa métrica mede se holders de longo prazo estão absorvendo a nova oferta minerada. Com a pressão vendedora arrefecendo, a acumulação estrutural reemerge, pavimentando o caminho para estabilidade de preços.

Analistas como CryptosRus observam que leituras positivas precedem fases de mercado mais fortes. Embora um único dado não confirme tendência, o contexto — combinado com lucros de baleias e compras de nomes como Kiyosaki — sugere rotação saudável. No ciclo atual pós-halving, esses sinais indicam que o mercado está se preparando para o próximo estágio de adoção institucional.

Perspectiva de Longo Prazo e Cotação Atual

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.748 neste sábado (21/02), com alta de 1,01% nas últimas 24 horas e volume de 117 BTC. Essa resiliência em reais reflete a maturidade do mercado brasileiro.

Para investidores de longo prazo, a mensagem é clara: volatilidade de curto prazo não altera a tendência de adoção. Baleias e visionários como Kiyosaki estão comprando. O varejo pode hesitar, mas os fundamentos — escassez, halvings e fluxos institucionais — constroem o futuro. Vale monitorar a rotação de capital nos próximos dias.


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Rede cristalina de hashrate Bitcoin com seção escura se regenerando em dourado, simbolizando virada após queda segundo VanEck

VanEck vê retorno melhor para Bitcoin após queda de hashrate

Um relatório on-chain da VanEck para fevereiro de 2026 revela que a queda de cerca de 29% no preço do Bitcoin nos últimos 30 dias, aliada à contração no hashrate da rede, pode sinalizar um cenário de melhores retornos futuros. Indicadores como NUPL entraram em zona de ansiedade e o open interest recuou, liberando riscos de alavancagem. No entanto, ao buscar esse relatório no Google, investigações passadas mostram armadilhas de phishing frequentes com documentos falsos. Proteja-se verificando fontes oficiais.


Detalhes do Relatório da VanEck

Investigações sobre o mais recente relatório da VanEck, divulgado via análise on-chain de Matthew Sigel, apontam para um momento de capitulação no mercado de Bitcoin. O preço do BTC despencou aproximadamente 29% nos últimos 30 dias, levando o indicador NUPL (Net Unrealized Profit/Loss) a flertar com a “zona de ansiedade” e até entrar em “medo”. Isso reflete uma realização de lucros não realizados, comum em fases de correção.

Além disso, o open interest — escala de contratos não liquidados — voltou aos níveis de setembro de 2024, indicando que posições alavancadas excessivas foram limpas do mercado. Evidências on-chain mostram que as principais vendas vieram de holders de médio prazo, aqueles com moedas entre 1 e 5 anos de posse. No entanto, uma red flag positiva: a velocidade de distribuição entre holders de longo prazo (mais de 1 ano) desacelerou significativamente no último mês.

Esses dados sugerem que a pressão vendedora pode estar se esgotando, abrindo espaço para uma estabilização. Mas, como sempre em cripto, nada é garantido sem verificação rigorosa.

Contração no Hashrate: Histórico de Viradas

Um dos pontos mais investigados no relatório é a queda de 14% no hashrate global nos últimos 90 dias. Mineradores enfrentam margens de lucro apertadas devido à desvalorização do BTC, forçando desligamentos de equipamentos menos eficientes. Historicamente, fases de contração no hashrate precederam períodos de retornos aprimorados para o Bitcoin.

Por quê? Quando o hashrate cai, a dificuldade de mineração ajusta para baixo, restaurando rentabilidade para sobreviventes. Isso atrai novos investimentos em hardware, elevando o hashrate novamente — e, frequentemente, o preço do BTC acompanha. Exemplos passados incluem os ciclos pós-halving de 2020 e 2024, onde contrações semelhantes pavimentaram altas expressivas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 354.904 neste sábado (21/02), com alta de 1,14% nas últimas 24 horas e volume de 117 BTC. Para brasileiros, isso reforça a necessidade de monitorar exchanges locais durante volatilidade.

Armadilhas de Phishing: O Lado Negro das Buscas

Enquanto o relatório da VanEck oferece insights valiosos, acessá-lo exige cautela extrema. Histórico de investigações revela que buscas no Google por “relatório VanEck Bitcoin” frequentemente levam a sites falsos com PDFs infectados ou formulários de phishing. Fraudadores exploram a euforia em torno de análises de grandes gestoras para roubar credenciais de carteiras ou dados pessoais.

Red flags comuns: domínios como vaneck-report[.]fake.com, erros gramaticais em títulos ou chamadas urgentes para “baixar agora”. Em casos passados, links maliciosos direcionavam a drainer wallets, esvaziando saldos em segundos. A lição: acesse apenas o site oficial da VanEck (vaneck.com) ou perfis verificados no X.com.

Para se proteger:

  1. Verifique a URL antes de clicar;
  2. Use bookmarks para fontes confiáveis;
  3. Nunca insira seeds ou chaves privadas em sites de "relatórios gratuitos";
  4. Instale extensões anti-phishing como uBlock Origin.

Próximos Passos para Investidores

Diante desses sinais, holders de longo prazo devem resistir à capitulação, mas diversificar riscos. Monitore hashrate via sites como CoinMetrics ou Glassnode. Para brasileiros, compare cotações em exchanges nacionais versus globais, atentando para spreads durante quedas.

A VanEck não é infalível — relatórios são análises, não profecias. Evidências apontam para possível melhora estrutural, mas volatilidade persiste. Fique atento e proteja seus ativos.


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Trader cartoon cortando cordas de alavancagem de balão meme coin ancorado por corrente BTC, em meio a nuvens de risco

Traders Reduzem Alavancagem em BTC: Hora da Cautela nas Altcoins

Por que os grandes traders estão tirando o pé do acelerador? Em um cenário de incertezas macroeconômicas e geopolíticas crescentes, a redução na alavancagem em contratos futuros de Bitcoin na Binance sinaliza cautela entre insiders. Ao mesmo tempo, a alta explosiva da meme coin KellyClaude, que superou US$ 10 milhões em capitalização de mercado com ganho de 38,7% em 24 horas, reforça os alertas de risco. É hora de priorizar a proteção do que já se ganhou.


Deleveraging no Mercado de Bitcoin

É importante considerar que o interesse aberto na Binance, que responde por mais de 31% do total global de futuros de Bitcoin (excluindo CME), caiu cerca de 30.000 BTC recentemente. O índice de alavancagem estimada do BTC na plataforma despencou de 0,19 para 0,15 ao longo de fevereiro, indicando uma estratégia deliberada de redução de exposição por parte dos traders.

As reservas de Bitcoin na exchange permanecem estáveis, o que sugere gerenciamento de risco estratégico, e não pânico ou saques em massa. O risco aqui é que posições excessivamente alavancadas amplificam volatilidade, tornando o mercado frágil a choques externos. Atenção para o fato de que essa redução de alavancagem pode gerar pressão de venda de curto prazo, mas limpa o excesso de risco sistêmico, preparando o terreno para uma descoberta de preço mais orgânica.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.881,15, com alta de 1,11% nas últimas 24 horas e volume de 118 BTC.

Riscos nas Meme Coins: O Caso KellyClaude

A meme coin KellyClaude no ecossistema Base exemplifica os perigos da euforia especulativa. Sua capitalização de mercado ultrapassou US$ 10 milhões, impulsionado por um volume de US$ 1,6 milhão em 24 horas e alta de 38,7%. No entanto, esse tipo de ativo depende quase exclusivamente de euforia e emoções de mercado, sem fundamentos reais ou casos de uso concretos.

O risco aqui é evidente: flutuações extremas são a norma. Histórico mostra que meme coins sobem rápido, mas colapsam com igual velocidade quando o entusiasmo esfria ou liquidez seca. Investidores novatos são os mais vulneráveis, atraídos por ganhos rápidos sem considerar a falta de liquidez ou manipulações potenciais. É essencial questionar: vale a pena expor capital a ativos tão voláteis em um momento de incerteza global?

Incertezas Macro e Geopolíticas no Radar

Vários fatores macroeconômicos explicam essa cautela generalizada. Anúncios de tarifas de 10% por Trump após decisão da Suprema Corte, ameaças de ataques limitados ao Irã, crescimento econômico dos EUA no Q4 abaixo do esperado em 1,4% e Core PCE subindo para 3% criam um ambiente de aversão ao risco.

Esses eventos pesam sobre ativos de risco como criptomoedas, ampliando a volatilidade. Traders experientes sabem que headlines macro podem liquidar posições alavancadas em minutos. O que observar: monitoramento contínuo de indicadores de alavancagem, open interest e respostas do mercado a notícias geopolíticas. Manter posições conservadoras é chave para navegar essa fase.

Proteja Seus Ganhos: O Que Fazer Agora

Neste contexto, o gerenciamento de risco supera qualquer busca por lucros rápidos. Avalie sua exposição: reduza alavancagem, diversifique para ativos mais estáveis e defina stop-loss rigorosos. Para meme coins, limite a porções pequenas do portfólio, tratando-as como apostas de alto risco. Lembre-se: mercados cíclicos repetem padrões, e erros passados como crashes de 2022 ensinam a priorizar preservação de capital.

Atenção para sinais como queda persistente na razão de alavancagem ou picos de volatilidade implícita. Proteja o que você já ganhou — paciência paga no longo prazo.


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Estrutura glassmorphism comprimida com ondas luminosas divergindo bullish em núcleo dourado, simbolizando setup MACD de alta do Bitcoin em US$ 67.600

Divergência MACD: Setup Crítico do Bitcoin em US$ 67.600

O sinal de divergência no histograma MACD emerge como setup decisivo para o Bitcoin, que testa o nível crítico de US$ 67.600. Após sete dias de medo extremo no Fear & Greed (média ~9), o preço caiu 6% de US$ 70.330 para US$ 66.100, mas o histograma contraiu de -77.1 para -35.37, indicando perda de momentum vendedora. Os dados sugerem compressão de volatilidade, com alvos potenciais em US$ 70.800 (alta) ou US$ 64.800 (baixa). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 354.832 (+1,09% em 24h).


Situação Semanal: Queda sem Capitulação

Os dados da semana de 15 a 19 de fevereiro registram uma desvalorização de US$ 4.230 (-6%), com range entre US$ 65.931 e US$ 70.330. O Fear & Greed permaneceu abaixo de 12 todos os dias, sinalizando medo extremo persistente. No entanto, o regime de mercado foi consistentemente de mean-reversion (Hurst <0,28), com ADX fraco (<30) e volatilidade comprimida (z-score -1,37 a -1,57). Saídas de ETF somaram US$ 173 milhões, contrastando com compras de instituições como MicroStrategy e Metaplanet.

O teste atual em US$ 67.600 coincide com a linha média de um canal ascendente de curto prazo, SMA20 e resistência institucional prévia. Momentum desacelera, com oscilador sugerindo possível recuo antes de continuação.

Divergência no MACD: Sinal Técnico Chave

O histograma MACD registrou expansão bearish inicial (de -21,84 no sábado para -77,1 na segunda), mas contraiu para -37,9 (quarta) e -35,37 (quinta). Essa contração durante novos lows de preço configura divergência de alta clássica, indicando esgotamento da pressão vendedora. DVOL subiu de 48,54 para 54,0, precificando expansão iminente, enquanto put/call ratio permaneceu neutro (0,74-0,77) e skew de 25-delta atingiu +20,56.

No canal ascendente, o preço busca reclaim acima de US$ 67.600 para confirmação bullish. Taker buy ratio variou de 60,8% (domingo, bullish) para 34,9% (quinta, seller-dominant), um trigger a monitorar.

Níveis Críticos: Bull e Bear

Cenário de Alta: Reclaim de US$ 67.600 (fechamento 1H) abre caminho para US$ 68.400 (meio do canal), US$ 69.350 (liquidez) e US$ 70.200-70.800 (expansão superior/Max Pain expiry sábado). Suporte no canal em US$ 66.700-66.900 oferece entrada alternativa com R:R até 8:1. Confirmação requer taker buy >50% e terceira contração no MACD.

Cenário de Baixa: Fechamento abaixo US$ 66.700 invalida o canal, mirando US$ 65.800 (suporte estrutural), US$ 64.800 (liquidez major) e US$ 63.000-64.000. DVOL >60 e DXY >98 acelerariam downside. Bollinger lower band em US$ 65.931 foi testada, mas não rompida.

Resistências intermediárias: US$ 66.614 (SMA20), US$ 67.098 (SMA50), US$ 70.000 (Max Pain, expira sábado).

Contexto Macro e Monitoramento

Macro mostrou risk-off inicial (VIX 21,2, DXY +1,03%), mas estabilizou com USDJPY revertendo para 154,98 (carry trade retornando). Ouro em US$ 5.028 reflete safe-haven persistente. Expiry de opções sábado em Max Pain US$ 70.000 cria tensão gamma.

Parâmetros acionáveis para o feriado: monitorar MACD histograma (terceira contração?), taker buy ratio e fechamento em US$ 67.600. Regime de compressão sugere resolução directionial rápida. Os números ditam: neutral bias até triggers confirmarem direção.


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Executivos cartoon liberando fluxo dourado que transforma mar volátil em ondas calmas, simbolizando influxo de US$ 88 mi em ETFs de Bitcoin

Maré Vira para ETFs de Bitcoin: Influxo de US$ 88 Milhões Sinaliza Resiliência

Os ETFs de Bitcoin registraram um influxo positivo de US$ 88 milhões na sexta-feira, 20 de fevereiro, encerrando uma semana marcada por resgates. O movimento foi liderado pelo iShares Bitcoin Trust (IBIT), da BlackRock, com US$ 64,46 milhões, seguido pelo Fidelity FBTC. Paralelamente, a BlackRock transferiu US$ 270 milhões em Bitcoin e Ethereum para a Coinbase, sinalizando ajustes estratégicos para demanda futura. A maré parece estar virando para os institucionais.


Detalhes do Influxo nos ETFs de Bitcoin

Após dias de resgates consistentes, os fundos de Bitcoin captaram US$ 88,04 milhões líquidos na última sessão da semana. O IBIT, da BlackRock, concentrou a maior parte do capital, atraindo US$ 64,46 milhões, enquanto o FBTC da Fidelity adicionou US$ 23,59 milhões. O volume negociado atingiu US$ 3,7 bilhões, elevando os ativos totais dos ETFs para US$ 85,31 bilhões.

Esse rebote demonstra a resiliência do “dinheiro inteligente”. Apesar da volatilidade recente, com o Bitcoin oscilando próximo dos US$ 68 mil, os fluxos positivos indicam que investidores institucionais estão aproveitando quedas para acumular. ETFs de Ether ficaram quase estáveis, com ganho marginal de US$ 17 mil, enquanto ETFs de Solana somaram US$ 3,78 milhões em entradas.

Movimentações da BlackRock e Preparativos Institucionais

A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, movimentou cerca de US$ 270 milhões (R$ 1,5 bilhão) em Bitcoin e Ethereum para a Coinbase Prime. Dados da Arkham Intelligence mostram que isso ocorreu logo após outflows em seus ETFs spot, como resposta a resgates de cotistas. Tais transferências de carteiras frias para exchanges são comuns para gerir liquidez e negociações.

Não se trata de venda em pânico, mas de rotação estratégica. A gestora continua expandindo sua exposição, recentemente comprando UNI para entrar no DeFi. Esse padrão reforça que os institucionais não abandonaram o barco — estão ajustando velas para o vento favorável da adoção.

Impacto no Mercado Brasileiro e Cotação Atual

Para investidores brasileiros, esses fluxos institucionais ditam tendências globais que ecoam no BRL. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.669,18, com alta de 1,12% nas últimas 24 horas e volume de 117 BTC. O dólar em R$ 5,17 amplifica os ganhos locais.

Com vencimento de US$ 2,4 bilhões em opções de cripto, a volatilidade persiste, mas influxos como esse criam janelas de acumulação. O suporte atual do BTC deve segurar, alinhado à narrativa de longo prazo pós-halving.

Perspectiva de Alta: Adoção Institucional se Fortalece

O mercado está construindo bases sólidas. Fluxos de ETF são o termômetro da adoção real — mais confiável que ruído de curto prazo. Historicamente, reversões após outflows iniciais precedem rallies. BlackRock e Fidelity acumulam, sinalizando confiança no Bitcoin como reserva de valor.

Enquanto varejo reage a manchetes, institucionais focam no ciclo maior: halvings, ETFs e tesourarias corporativas. Os fundamentos se fortalecem, e essa resiliência sugere que o próximo movimento é de alta. Vale monitorar os próximos fluxos semanais.


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Executivos cartoon TradFi e DeFi apertando mãos sobre pedestal '17B' de stablecoins, com balança SEC favorável, simbolizando recorde ETF e avanço institucional

ETF de Stablecoins Recorde e Avanço TradFi em DeFi Dominam o Mercado

📊 BOLETIM CRIPTO | 21/02/2026 | NOITE

O ecossistema cripto atinge um novo patamar de amadurecimento institucional neste sábado, impulsionado por recordes históricos e uma ponte definitiva entre as finanças tradicionais (TradFi) e o setor de ativos digitais. O lançamento do ETF IQMM da ProShares, que movimentou impressionantes US$ 17 bilhões em seu primeiro dia, consolida as stablecoins como o novo pilar do sistema financeiro regulado. Enquanto gigantes como BlackRock e Apollo integram bilhões de dólares diretamente em protocolos DeFi, o cenário regulatório nos EUA avança com a redução drástica de exigências de capital pela SEC e o progresso do CLARITY Act. Apesar das tensões macroeconômicas geradas pelas novas tarifas de Donald Trump e o alerta sobre ameaças quânticas ao Bitcoin, o viés de alta moderado prevalece, sustentado por um fluxo de capital sem precedentes e maior segurança jurídica para investidores profissionais.


🔥 Destaque: ETF IQMM Quebra Recordes com US$ 17 Bilhões

O mercado de ETFs testemunhou um evento sísmico com a estreia do ProShares GENIUS Money Market ETF (IQMM) na Bolsa de Nova York (NYSE). Em apenas 24 horas, o fundo registrou um volume de negociação de US$ 17 bilhões, pulverizando o recorde anterior estabelecido pelo IBIT da BlackRock em 2024. Estruturado sob as diretrizes da GENIUS Act, o ETF exige reservas de 1:1 em ativos de altíssima liquidez, sinalizando uma integração formal e segura das stablecoins no coração de Wall Street.

De acordo com dados reportados pelo DiarioBitcoin, esse influxo massivo sugere a participação direta de grandes emissores como a Circle (USDC), através de estratégias de alocação de ativos próprias. Para o investidor, este marco valida a tese de que os ativos digitais pareados ao dólar não são mais apenas ferramentas de especulação, mas instrumentos essenciais de preservação de valor e liquidez operacional para instituições.

Este movimento ocorre em um momento em que a capitalização de mercado total das stablecoins já ultrapassa os US$ 300 bilhões. O sucesso do IQMM deve atuar como um catalisador para novos produtos híbridos, reduzindo a fricção entre bancos tradicionais e o ecossistema cripto, embora o debate sobre a distribuição de rendimentos das reservas ainda prometa novos capítulos regulatórios em Washington.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento predominante no mercado é de otimismo institucional, contrabalançando as incertezas macroeconômicas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.413,46, apresentando uma valorização de 1,1% nas últimas 24 horas. Esta resiliência ocorre mesmo diante do anúncio de Donald Trump sobre a elevação das tarifas de importação para 15%, medida que tende a fortalecer o dólar (DXY) e pressionar ativos de risco no curto prazo.

O grande motor do período é a “ponte definitiva” construída por gestoras como Binance e fundos como o BUIDL da BlackRock, que agora permite negociações 24/7 via UniswapX. A entrada da Apollo Global no setor de lending on-chain reafirma que o setor de RWA (Real World Assets) é a narrativa dominante de 2026, transformando protocolos DeFi em infraestruturas financeiras essenciais e altamente líquidas.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Multas Regulatórias no CLARITY Act: O novo rascunho legislativo nos EUA propõe multas severas de US$ 500 mil por dia para empresas que violarem as restrições de rendimentos em saldos parados de stablecoins.
  • Ameaça Quântica ao Bitcoin: Debates no ETH Denver alertam que até 30% do suprimento de BTC pode estar vulnerável a futuros ataques quânticos, exigindo atualizações urgentes via BIP 360.
  • Segurança de Tesourarias: O recente hack de US$ 4,3 milhões no IoTeX expõe as fragilidades de cofres de tokens centralizados, mesmo em projetos de identidade descentralizada consolidados.
  • Volatilidade Macro: A implementação das tarifas de Trump em 24/02 pode gerar um movimento de aversão ao risco global, drenando liquidez das criptomoedas para títulos do Tesouro americano.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Liberação de Capital Institucional: A SEC reduziu o haircut de stablecoins para apenas 2%, liberando bilhões em capital para corretoras integrarem cripto em suas liquidações diárias.
  • Expansão do Setor de Lending: A parceria da Apollo com o protocolo Morpho abre portas para mercados de empréstimos sem permissão, impulsionando tokens de governança de infraestrutura.
  • Proteção contra Inflação: Historicamente, o Bitcoin tende a se valorizar como reserva de valor em períodos de guerra comercial e inflação importada, servindo de proteção contra o fortalecimento do dólar.

📰 Principais Notícias do Período

1. ProShares IQMM ETF quebra recorde com US$ 17bi em stablecoins
O fundo estreou na NYSE com volume histórico, superando o IBIT da BlackRock. O produto foca em stablecoins que cumprem as exigências de reserva 1:1 da GENIUS Act.

2. BlackRock e Apollo integram bilhões em Uniswap e Morpho
A BlackRock conectou seu fundo BUIDL ao UniswapX para negociações ininterruptas, enquanto a Apollo firmou acordo para escalar mercados de crédito on-chain via Morpho.

3. CLARITY Act avança na Casa Branca com multas diárias pesadas
As negociações finais para o marco regulatório de stablecoins avançam, estipulando multas de US$ 500 mil por dia ppara conformidade rigorosa com normas de proteção a depósitos.

4. SEC reduz haircut de stablecoins para 2% em corretoras
Uma mudança técnica na regra de capital da SEC removeu o haircut de 100%, facilitando que grandes corretoras usem stablecoins em operações de liquidação e garantia.

5. Trump eleva tarifas globais para 15% efetivas em 24/02
O anúncio de novas taxas sobre importações globais gerou apreensão nos mercados, com vigência marcada para a próxima segunda-feira às 00:01 EST.

6. Ameaça Quântica ao BTC Domina ETH Denver
Especialistas discutem a necessidade de migração para assinaturas resistentes a computadores quânticos, com foco na proteção de endereços antigos da era Satoshi.

7. IoTeX confirma drenagem de US$ 4,3 mi em seu token safe
O protocolo de identidade descentralizada investiga um exploit que resultou na perda de fundos em USDC e WBTC, coordenando esforços de recuperação com corretoras.


🔍 O Que Monitorar

  • Índice DXY: A força do dólar frente às tarifas de Trump pode ditar o teto da valorização das criptomoedas nas próximas 48 horas.
  • Volume Orgânico do IQMM: Verificação se o volume recorde de US$ 17 bilhões se sustenta ou se foi um influxo pontual de lançamento.
  • Adesão ao BIP 360: O progresso do consenso técnico no Bitcoin para segurança pós-quântica será vital para a confiança de longo prazo.

🔮 Perspectiva

O viés de alta para as próximas 24 horas permanece otimista, embora a intensidade desse movimento deva ser moderada pela cautela macroeconômica. A entrada massiva de capital institucional via novos ETFs e a integração DeFi de gigantes como BlackRock criam um suporte robusto para os preços. Conforme a regulação nos EUA se torna mais clara — e favorável através das novas regras da SEC — a tendência de adoção tende a acelerar. No entanto, investidores devem monitorar de perto a abertura dos mercados globais na segunda-feira, quando as novas tarifas americanas entram em vigor, o que pode trazer volatilidade aos pares de risco.


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Balança da justiça cartoon desequilibrada por Trump adicionando peso de tarifas '10%', com Bitcoin desesperado na ponta baixa, sinalizando riscos macro ao cripto

Trump Desafia Suprema Corte com Tarifas: Risco ao Bitcoin

O presidente Trump assinou uma nova tarifa global de 10% sobre importações horas após a Suprema Corte dos EUA barrar sua estratégia anterior sob a lei IEEPA de 1977. A decisão judicial, por 6-3, limitou o uso de poderes emergenciais para impostos comerciais, mas Trump contornou com a inédita Section 122, válida por até 150 dias. O Bitcoin, que subiu com o otimismo pós-decisão, agora enfrenta novo risco de correção, segundo o histórico de volatilidade. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 353.761, com variação de -0,57% em 24h.


A Decisão Judicial e o Contra-Ataque de Trump

A Suprema Corte julgou que Trump não pode invocar a International Emergency Economic Powers Act (IEEPA) para impor tarifas amplas em bens de quase todos os países. Essa lei de 1977 era usada para responder a emergências comerciais, mas o tribunal considerou o abuso inconstitucional. Trump reagiu chamando a decisão de “desgraça” e ativou a Section 122 do Trade Act, permitindo tarifas de até 15% por 150 dias sem aprovação imediata do Congresso.

Especialistas alertam que essa manobra pode ser cíclica: após o prazo, Trump poderia declarar nova emergência e reiniciar. Tarifas sob Section 232 (aço, alumínio, automóveis) permanecem intactas. O tribunal ignorou o reembolso de cerca de US$ 130 bilhões pagos por importadores, o que pode arrastar disputas por anos, segundo o Secretário do Tesouro Bessent.

Histórico: Tarifas Passadas e Quedas no Bitcoin

A história mostra que o mercado cripto ignora riscos iniciais. Em fevereiro e abril do ano passado, tarifas globais de Trump causaram quedas acentuadas no BTC e altcoins. Meses atrás, ameaças à UE durante a saga da Groenlândia geraram correções quando os mercados abriram na segunda-feira.

Bitcoin se manteve estável em torno de US$ 68.000 (R$ 352.000 pelo dólar a R$ 5,18) após o anúncio, mas padrões repetem: euforia inicial dá lugar a realidade macro. Como em 2018 e 2022, ciclos de otimismo pós-notícia positiva são seguidos de decepções.

Riscos Inflacionários e Incerteza Macro

Novas tarifas elevam custos de importação, alimentando inflação importada. Com o dólar enfraquecido (-0,65% hoje), ativos de risco como Bitcoin sofrem em cenários de guerra comercial. O rali pós-Suprema Corte parece prematuro — o mercado subestimou a capacidade de Trump de contornar obstáculos judiciais.

Protecionismo reacende temores de recessão global, reduzindo liquidez para cripto. Correlações com bolsas tradicionais aumentam em crises: Nasdaq e S&P caíram em episódios similares. Investidores devem priorizar preservação de capital sobre ganhos especulativos.

O Que Monitorar Agora

Vigie aberturas de mercado na segunda-feira, volume de liquidações e reações do Fed a pressões inflacionárias. Se tarifas persistirem além de 150 dias, espere maior aversão ao risco. O post anterior otimista (8241) pode ter sido um pico local — ciclos econômicos ensinam que exuberância tem custo.

Bitcoin abaixo de suportes chave (US$ 65.000?) sinalizaria mercado de baixa. Cautela é essencial: sobrevivência ao próximo ciclo importa mais que capturar topos.


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Barreira cristalina com 69.6K rompendo sob pressao vermelha de shorts, liberando explosao dourada-cyan rumo a 70K, simbolizando squeeze no Bitcoin

Squeeze de US$ 600 Mi Pode Impulsionar Bitcoin a US$ 70 Mil

Os dados do mercado de futuros indicam que um aumento de 4,3% no preço do Bitcoin, alcançando US$ 69.600, pode desencadear liquidações forçadas de mais de US$ 600 milhões em posições vendidas, conforme estimativas da CoinGlass. Esse fenômeno, conhecido como short squeeze, ocorre quando traders com apostas em queda são obrigados a recomprar o ativo, amplificando a alta. O BTC oscila entre US$ 65.900 e US$ 70.500 há uma semana, com resistência chave em torno de US$ 68.600.


O Que é um Short Squeeze no Mercado de Futuros

Um short squeeze acontece quando o preço de um ativo sobe rapidamente, forçando a liquidação de posições vendidas alavancadas. Traders que apostam na queda (shorts) depositam garantias; se o preço vai contra, as exchanges liquidam as posições para cobrir perdas, gerando compras automáticas que impulsionam ainda mais o preço.

Atualmente, o Bitcoin negocia próximo a US$ 68.160, segundo cotações recentes. Um rompimento acima de US$ 68.600 expõe US$ 600 milhões em posições vendidas, superando as liquidações de US$ 385 milhões vistas em fevereiro, quando o BTC subiu de US$ 60.200 para US$ 70.560. A taxa de funding perpétua negativa reforça o domínio dos ursos, mas indica vulnerabilidade.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 353.454 (-0,65% em 24h), alinhado à cotação global em dólar de cerca de US$ 68.100.

Níveis Técnicos e Catalisadores de Liquidação

O range atual de US$ 65.900-US$ 70.500 reflete estagnação, com baixa demanda por posições compradas nos futuros. No entanto, os dados da CoinGlass apontam US$ 69.600 como gatilho principal para o squeeze. Um movimento de 4,3% a partir de US$ 66.700 recentes bastaria para ativá-lo.

Indicadores como a taxa de funding anualizada abaixo de 6% e negativa recentemente mostram compromisso dos ursos, mas também risco elevado. Investidores devem monitorar o suporte em US$ 66.000, testado recentemente, e a resistência em US$ 68.600-US$ 69.600. Rompimentos podem acelerar o momentum altista.

Fatores macro contribuem: PIB dos EUA cresceu apenas 1,4% no Q4 2025, abaixo dos 2,9% esperados, com inflação PCE subindo 0,4% em dezembro, reduzindo chances de cortes de juros.

Recuperação do Hashrate e Avanços em Segurança

Os dados mostram recuperação do hashrate médio de sete dias para 1.100 exahashes/s, nível de janeiro, dissipando temores de migração de mineradores para IA. Isso fortalece a segurança da rede Bitcoin.

Além disso, o progresso do BIP-360 oferece proteção pós-quântica via soft fork compatível, ocultando chaves públicas até o gasto. Essas melhorias técnicas reduzem preocupações de longo prazo, potencializando confiança em um rally.

Tensões no Oriente Médio e ouro em US$ 35,2 trilhões (alta de 25% em três meses) podem direcionar fluxos para BTC, 47% abaixo de sua máxima histórica.

Níveis a Monitorar e Implicações

Os números sugerem que um squeeze pode impulsionar o BTC rumo a US$ 70.000, mas a convicção dos touros depende de volume em longs. Traders devem observar: suporte US$ 66.000, resistência US$ 68.600-US$ 69.600 e funding rates. Dados macro fracos no S&P 500 podem acelerar rotações para cripto.

Embora o cenário favoreça volatilidade altista, o mercado permanece neutro até rompimentos confirmados. Investidores autônomos podem usar esses níveis para posicionamento estratégico.


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Rede isométrica on-chain com nó whale dourado enviando BTC para hub exchange, convertendo 60% em USDT para 7 carteiras novas, sinalizando venda estratégica

BTC ‘OG’ Vende 60% de 11.318 BTC na Binance: US$ 464 Milhões para Novas Carteiras

Investigações on-chain revelam que um suposto ‘BTC OG 内幕巨鲸’, entidade dos primórdios do Bitcoin, depositou 11.318 BTC (cerca de US$ 760 milhões) na Binance e vendeu aproximadamente 60% desse montante. Sete novas carteiras retiraram US$ 464,48 milhões em USDT da exchange, enquanto US$ 296 milhões em BTC permanecem lá. O movimento levanta suspeitas sobre saída de um ‘OG’ do mercado em meio a um possível topo do BTC.


O Rastreamento On-Chain dos Movimentos

De acordo com monitoramento da Onchain Lens, o ‘BTC OG 内幕巨鲸’ – termo que sugere um grande holder com conexões internas da era inicial do Bitcoin – transferiu os 11.318 BTC para a Binance recentemente. O valor total depositado equivalia a US$ 760,61 milhões no momento da operação. Após o depósito, evidências indicam que cerca de 60% foram convertidos em stablecoins.

As sete carteiras recém-criadas efetuaram retiradas totais de US$ 464,48 milhões em USDT. Cálculos baseados na cotação atual do Bitcoin em torno de US$ 68.147 confirmam que isso representa a venda de aproximadamente 6.816 BTC. Os 4.502 BTC restantes, avaliados em US$ 296 milhões, ainda estão na custódia da exchange, sugerindo que a operação pode não ter terminado.

No mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 353.535,38, com variação de -0,6% nas últimas 24 horas. Isso torna o pacote original equivalente a cerca de R$ 4 bilhões.

Perfil e Histórico Suspeito do ‘Gigante’

O apelido ‘BTC OG 内幕巨鲸’ implica um investidor antigo com possível acesso privilegiado a informações. Análises complementares apontam para um histórico de operações de alto risco: depósitos massivos de ETH em protocolos DeFi como Aave para empréstimos em USDC/USDT, que eram então direcionados a exchanges. Essa tática sugere looping de leverage, onde fundos emprestados financiam posições maiores, ampliando ganhos – ou perdas – em mercados de alta.

Recentemente, retiradas de USDT foram usadas para quitar dívidas em Aave, indicando gerenciamento de risco em meio à volatilidade. Não há explicação oficial para o porquê de concentrar tanto volume na Binance agora, o que levanta questões sobre timing e intenções.

Red Flags e Implicações para o Mercado

Evidências apontam para uma estratégia além de simples venda: o depósito de BTC pode servir como colateral para liquidez, não necessariamente liquidação total. No entanto, a retirada maciça para carteiras frias novas sugere diversificação ou proteção contra riscos na custódia de exchanges. Em um mercado onde baleias ditam tendências, isso pode sinalizar desconfiança ou realização de lucros no topo.

Para investidores, o risco é de pressão vendedora adicional se o restante for liquidado. Monitorar esses endereços é essencial, pois movimentos de US$ 464 milhões podem influenciar preços globais.

Como se Proteger e Monitorar

Invista em ferramentas on-chain como Arkham ou Nansen para rastrear baleias. Diversifique custódia: use Binance para trading, mas priorize carteiras próprias para holdings longos. Evite FOMO em picos e verifique históricos de endereços antes de seguir ‘sinais’ de baleias.

Essas operações complexas reforçam: no cripto, transparência on-chain é aliada, mas exige análise criteriosa para evitar armadilhas.


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Lápide 'Bitcoin is dead' com multidão cartoon em pânico e baleia dourada coletando tesouros, simbolizando extreme fear como oportunidade para baleias

Bitcoin ‘Morreu’ no Google: Recorde de Buscas Anuncia Fundo?

O Bitcoin “morreu” de novo – pela 500ª vez, pelo menos no Google Trends. Buscas globais por “Bitcoin is dead” atingiram recorde histórico de 100, superando até o caos do FTX em 2022. CZ, ex-chefe da Binance, cutucou no X: “Bom ou mau sinal?”. Enquanto isso, o Crypto Fear & Greed Index mergulha em “extreme fear”, ecoando pânicos passados que marcaram fundos de mercado. Curioso como o desespero do retail sempre soa como música para as baleias.


Recordes de Desespero no Google e Fear Index

Os dados do Google Trends não mentem: o interesse por “Bitcoin is dead” explodiu, chegando a níveis inéditos. “Bitcoin going to zero” também volta a ferver, no maior patamar desde o colapso da FTX. Isso enquanto o BTC despenca de US$ 126 mil (outubro/2025) para cerca de US$ 67 mil atuais, uma queda de quase 50%.

Paralelamente, o Crypto Fear & Greed Index confirma o pânico: em “extreme fear”, território visto pela última vez na era Terra/FTX. Diferente de 2022, porém, o medo atual vem de fora – juros do Fed incertos, tarifas de Trump e pressão em tech stocks. O retail surta, mas acumulação institucional? Fraca, com ETFs registrando saídas líquidas.

Histórico: Quando o ‘Óbito’ Virou Festa das Baleias

Interessante o padrão: toda vez que o Google ferve com obituários do BTC, o preço toca fundo. Em junho/2022, pico de buscas com BTC em US$ 18 mil – cinco meses depois, bottom em US$ 15,5 mil, seguido de alta de 700% em dois anos. Em dezembro/2018, buscas no talo aos US$ 3,2 mil, rebote para US$ 13 mil em 2019.

Esses momentos de capitulação coletiva do retail são contrarian clássicos. O desespero vende manchetes, mas baleias compram quietas. Só que, atenção: o pico nem sempre é o exato bottom. Em 2022, demorou meses pós-pico para o verdadeiro piso.

CZ Entra na Briga: Sinal de Virada ou Armadilha?

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 353.761 na manhã deste sábado, com variação de -0,51% nas últimas 24h. CZ resume o dilema: “Bad or good sign?”. Historicamente, bom – mas o timing é o diabo. Hoje, com BTC testando suportes em US$ 65-67 mil, o mercado range-bound há semanas reforça o viés de baixa no curto prazo.

Psicologia explica: falta apetite por risco, bids frágeis e unwind de liquidez. Baleias aguardam capitulação total; retail, declara morte prematura.

O Que Monitorar Agora

Se o padrão repetir, fim de março pode trazer direção clara – desde que segure US$ 65 mil. Fique de olho em ETF flows, Coinbase Premium (ainda negativo) e Fear Index subindo de extreme fear para fear. Para o investidor médio, é hora de rir do obituário semanal e checar carteiras. Afinal, Bitcoin já enterrou mais skeptics que vice-versa. Vale o HODL paciente?


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Monolito dourado Bitcoin rachando sob impacto de massa vermelha angular de conflito geopolítico, sinalizando risco de queda para US$ 38 mil

Bitcoin em Risco: Queda para US$ 38 mil se Conflito EUA-Irã Escalar

O Bitcoin registrou queda de 29% nos últimos 30 dias, aproximando-se dos US$ 66 mil (cerca de R$ 353.689, segundo o Cointrader Monitor). Embora a VanEck indique exaustão de vendedores mid-cycle, analistas da GSR e Stifel alertam que uma escalada no conflito EUA-Irã pode derrubar o preço para US$ 38 mil. É importante considerar esses riscos geopolíticos em um momento de aversão ao risco global.


Vendedores Exaustos, Mas Sentimento em Medo

A análise da VanEck destaca que a recente correção resetou a alavancagem excessiva no mercado, com o indicador NUPL entrando em território de “medo”. Holders de moedas entre 1 e 5 anos, responsáveis pela maior parte das vendas, desaceleraram sua distribuição após absorverem US$ 22,5 bilhões em perdas realizadas. O open interest de futuros atingiu mínimas desde setembro de 2024, sinalizando capitulação.

No entanto, o risco aqui é que essa exaustão não garanta um fundo imediato. A taxa de hash da rede caiu 14% nos últimos 90 dias devido a margens comprimidas para mineradores, um padrão histórico que precedeu retornos fortes, mas depende de estabilização macro. Transações diárias permanecem no 90º percentil histórico, mostrando resiliência on-chain, mas o preço atual reflete pessimismo.

Tensões EUA-Irã Ameaçam Suporte Crítico

Analistas da GSR Research e Stifel preveem queda para US$ 38 mil caso haja ataque direto dos EUA ao Irã. A incerteza bélica impulsiona aversão ao risco, com investidores institucionais liquidando ativos voláteis como o Bitcoin em favor de dólar e ouro. O BTC testa suporte em US$ 65 mil, com demanda de varejo nos menores níveis desde 2022.

Para brasileiros, o dólar a R$ 5,18 pode mascarar perdas em BRL, mas a correlação com bolsas globais aumenta em pânicos. Movimentações de baleias em baixa liquidez agravam a volatilidade. É essencial monitorar manchetes de guerra e dados de inflação PCE nos EUA, que podem acelerar liquidações.

Os Três Riscos Estruturais da Ecoinometrics

A Ecoinometrics identifica três forças sobrepostas para nova queda:

  1. Fraqueza nas ações, com Nasdaq estagnado e BTC abaixo da média móvel de 200 dias (acima de US$ 100 mil).
  2. Volatilidade estrutural reduzida devido a fluxos de ETFs, tornando-o mais correlacionado a tech stocks.
  3. Fed neutro, sem cortes urgentes de juros apesar de inflação controlada e mercado de trabalho resiliente.

Esses fatores criam um ambiente sem tailwinds, onde estabilidade vira fragilidade. Saídas contínuas de ETFs e risk-off amplificam o downside. Historicamente, quando equities declinam, o Bitcoin cai mais rápido.

Proteção é Prioridade: Evite Alavancagem

Diante desses alertas, a proteção do capital é essencial. Evite posições alavancadas, que amplificam perdas em cenários voláteis. Monitore suportes técnicos, fluxos de ETFs e notícias geopolíticas. O Bitcoin pode se recuperar como reserva de valor a longo prazo, mas curto prazo exige cautela realista. Pergunte-se: estou preparado para US$ 38 mil?


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Balança abstrata desequilibrada com formas baleia vermelhas e núcleo dourado pulsante, representando Sharpe Ratio baixo como zona de compra histórica do Bitcoin

Bitcoin em Zona de Compra Histórica pelo Sharpe Ratio

Os dados mostram que o Sharpe Ratio de curto prazo do Bitcoin atingiu -38,38, um nível historicamente baixo que precedeu grandes oportunidades de compra em 2015, 2019 e 2022, conforme análise da CryptoQuant. No entanto, uma divergência perigosa emerge: enquanto carteiras pequenas (varejo) aumentam posições em 2,5%, baleias e grandes investidores reduzem posições em 0,8%, segundo Santiment, limitando o potencial de recuperação sustentável.


O Que Revela o Sharpe Ratio

O Sharpe Ratio mede o retorno ajustado ao risco, calculando o excesso de rendimento sobre a volatilidade. Valores negativos indicam perdas relativas à oscilação de preços. No caso do Bitcoin, o indicador de curto prazo despencou para -38,38, um patamar extremo visto apenas quatro vezes na história do ativo.

Esse nível reflete alto estresse de mercado, com capitulação de traders e volumes baixos. Historicamente, tais extremos sinalizam exaustão vendedora, preparando o terreno para recuperações violentas. Os dados da CryptoQuant destacam que, após mínimas semelhantes, o Bitcoin registrou altas multimensais, apagando perdas significativas.

Atualmente, com o BTC negociado próximo de US$ 68.000, o indicador sugere uma zona de compra estatística, mas exige cautela devido a fatores macroeconômicos.

Ocorrências Históricas

As instâncias passadas do Sharpe Ratio em território similar ocorreram em momentos críticos: próximo de US$ 287 em 2015, US$ 4.100 em 2019 e US$ 15.000 no final de 2022. Cada episódio foi marcado por sentimento pessimista extremo e volatilidade elevada.

Após esses lows, o mercado viu influxo de capital, com valorizações que superaram os declínios prévios. Em 2015, seguiu-se uma alta anual; em 2019, recuperação pós-halving; e em 2022, alta rumo à máxima de 2025. Os padrões indicam que a pressão vendedora se esgota nesses pontos, mas o contexto atual inclui queda de 50% desde a máxima de US$ 126.200 em outubro de 2025.

Esses precedentes metodológicos reforçam a relevância do sinal, embora não garantam repetição exata.

Divergência On-Chain: Varejo vs. Baleias

Dados da Santiment revelam uma cisão estrutural desde o ATH de outubro de 2025. Carteiras com menos de 0,1 BTC — representando o varejo — elevaram sua participação na oferta em 2,5%, atingindo o pico desde meados de 2024. Esse acúmulo fornece suporte de base e momentum de curto prazo.

Em contraste, holders de 10 a 10.000 BTC (baleias e tubarões) diminuíram posições em 0,8%. Essa redução cria resistência superior, promovendo oscilações sem tendência clara. Para um rebound duradouro, os grandes players precisam pausar a distribuição ou inverter para acumulação, evitando que cada alta seja vendida em níveis elevados.

A dinâmica reflete um clássico fluxo de fundos: varejo sustenta o piso, mas baleias ditam a direção.

Cotação Atual e Níveis Críticos

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 353.646,80, com variação de -0,59% nas últimas 24 horas e volume de 244 BTC. Em dólares, opera em torno de US$ 68.187 (Dólar a R$ 5,18).

Níveis a observar incluem suportes em US$ 65.700 (recuperação parcial da queda recente) e resistências próximas de US$ 69.000. Volumes e decisões das baleias serão decisivos para confirmar o sinal do Sharpe Ratio.


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Investidor institucional cartoon gigante acumulando BTC e ETH caindo enquanto trader retail foge em pânico, destacando compras no dip por BlackRock e Tom Lee

Tom Lee e BlackRock Compram Dip: US$ 270 Mi em BTC e ETH

A BitMine de Tom Lee dobrou a aposta em Ethereum com a compra de 17.722 ETH (US$ 34,7 milhões), enquanto uma wallet ligada à empresa retirou 17.222 ETH da Kraken. Paralelamente, a BlackRock movimentou US$ 270 milhões em BTC e ETH para custódia na Coinbase. Esses fluxos institucionais ocorrem em meio a um dip acentuado, com o varejo ausente e oferta de USDT encolhendo — sinal clássico de acumulação pela mão forte.


BitMine Acelera Acúmulo de Ethereum

A BitMine, tesouraria de Ethereum liderada por Tom Lee, cofundador da Fundstrat, continua sua estratégia agressiva de acumulação. Na última compra, a empresa adquiriu 17.722 ETH por cerca de US$ 34,74 milhões, elevando suas reservas para 4,37 milhões de ETH, equivalente a US$ 8,5 bilhões. Isso representa 3,3% do suprimento circulante de Ethereum, aproximando-se da meta de 5%.

Três wallets ligadas à BitMine acumularam 62.722 ETH esta semana, totalizando US$ 123 milhões. O custo médio é de US$ 3.821 por ETH, com prejuízo no papel de mais de US$ 8 bilhões devido à queda atual — mas o foco é de longo prazo. Ethereum negocia a R$ 10.252 no momento, 60% abaixo da máxima histórica.

Essa movimentação reforça a tese de adoção institucional: enquanto o mercado corrige, as baleias constroem posições para o próximo ciclo.

Retirada da Kraken Reforça Posição

Uma wallet recém-criada associada à BitMine retirou 17.222 ETH (US$ 34,7 milhões) da exchange Kraken, elevando o saldo para 27.722 ETH (US$ 54,57 milhões). Essa é a segunda extração recente da plataforma, sinalizando desconforto com custódia em exchanges centralizadas e preferência por controle próprio.

Tom Lee, conhecido por previsões de alta em ciclos passados, vê o Ethereum como reserva de valor estratégica. A ação ocorre em um contexto de baixa liquidez no varejo, com posições alavancadas liquidadas e holders de longo prazo voltando a acumular. Os fundamentos se fortalecem: fluxos de ETF e tesourarias corporativas indicam maturidade do ecossistema.

BlackRock Entra na Jogada com BTC e ETH

A BlackRock não fica atrás: transferiu 2.563 BTC (US$ 173 milhões) e 49.852 ETH (US$ 97 milhões) para custódia na Coinbase. Esses movimentos seguem um padrão de inflows institucionais contínuos, mesmo com o Bitcoin em torno de R$ 353.816 — segundo o Cointrader Monitor, com variação de -0,48% em 24h.

O varejo sumiu, com leverage em mínimas e buscas por ‘Bitcoin para zero’ em alta. Contrasta com holders de longo prazo acumulando novamente e contração na oferta de USDT, reduzindo liquidez especulativa. Sharpe Ratio negativo aponta para zona de acumulação geracional.

O Que Isso Significa para o Mercado

Siga o dinheiro: enquanto o varejo desiste no dip, gigantes como Tom Lee e BlackRock enchem o carrinho. Isso ecoa ciclos passados, onde acumulação institucional precede valorizações expressivas. A volatilidade de curto prazo não altera a tendência macro de adoção — ETFs, halvings e tesourarias corporativas constroem o futuro. Vale monitorar fluxos on-chain para confirmar o viés de alta sustentável.


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Rede isométrica Lightning Network com canais cyan-dourados pulsantes e '1.1B' no centro, simbolizando US$ 1,1 bi em atividade mensal do Bitcoin

Lightning Network: US$ 1,1 Bilhão Mensal Prova Uso Real do Bitcoin

Você já se perguntou se o Bitcoin pode ser usado como moeda de verdade no dia a dia? Pois a Lightning Network, uma solução de Layer 2 do Bitcoin, acaba de bater um marco histórico: mais de US$ 1,1 bilhão em atividade mensal em novembro, segundo relatório da River. Isso representa mais de 5 milhões de transações, mostrando que o BTC vai além da especulação e entra no mundo real dos pagamentos rápidos e baratos. Em reais, isso equivale a cerca de R$ 5,7 bilhões — um sinal animador para quem está começando a explorar criptomoedas.


O Que é a Lightning Network, em Palavras Simples?

Pense na blockchain do Bitcoin como uma grande rodovia principal, como a BR-101 no Brasil: segura, mas com trânsito lento e pedágios caros para transações pequenas. A Lightning Network é como vias expressas paralelas, uma Layer 2 que permite pagamentos instantâneos e quase gratuitos sem entupir a rodovia principal. Em outras palavras, você abre um “canal” com outra pessoa, faz quantas transações quiser dentro dele (como trocas rápidas de sats, a menor unidade do Bitcoin), e só no final registra o saldo final na blockchain principal.

Isso significa que, em vez de esperar 10 minutos por confirmação em cada compra de café, você paga em segundos. Perfeito para o cotidiano brasileiro, onde queremos agilidade no Pix — imagine isso com Bitcoin! A rede cresceu para uma capacidade de 5.606 BTC em dezembro, o que garante mais liquidez para transferências maiores.

O Recorde de US$ 1,1 Bilhão e Seu Significado

O relatório da River, compartilhado por Sam Wouters, destaca que esse volume não veio só de micropagamentos em jogos ou apps. Diferente de 2023, quando o pico foi de 6,6 milhões de transações pequenas, agora o foco está em valores maiores, impulsionados por exchanges e merchants. Isso prova maturidade: o Bitcoin está sendo usado para transferências reais, não só apostas de preço.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 353.070 nesta manhã de sábado (21/02/2026), com variação de -0,73% em 24h. Com o dólar a cerca de R$ 5,18, esse marco da Lightning reforça a utilidade do BTC independentemente das oscilações de preço.

Exchanges e Instituições no Comando

Um exemplo prático: a Secure Digital Markets fez uma transferência de US$ 1 milhão via Lightning para a Kraken, provando que somas grandes rodam sem problemas. Exchanges como Kraken estão integrando essa tecnologia, mudando o perfil de uso de hobby para profissional. Pense assim: é como grandes empresas usando TED instantâneo no Brasil, mas global e sem intermediários.

Empresas de serviços Lightning, listadas no relatório, mostram que a infraestrutura está pronta. Para iniciantes, isso é empolgante: você pode começar testando canais pequenos na sua wallet, vendo na prática como sats fluem rápido.

Por Que Isso Importa para Seu Futuro com Bitcoin?

Esse crescimento indica que o Bitcoin está evoluindo de reserva de valor para meio de troca viável. Com IA fazendo micropagamentos automáticos no horizonte, imagine comprar dados ou energia com BTC sem dor de cabeça. Para nós brasileiros, é a chance de escapar de inflação e burocracia bancária. Fique de olho: mais suporte de exchanges e liquidez vão tornar isso cotidiano. Você está pronto para experimentar?


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Pilar de confiança digital rachando com explosao vermelha, bloco laranja e particulas de panico, ilustrando crise por falha Bithumb e tarifas Trump

Crise de Confiança: Erro na Bithumb e Tarifas Trump Pressionam Bitcoin

📊 BOLETIM CRIPTO | 21/02/2026 | MANHÃ

O mercado de criptomoedas enfrenta um sábado marcado por tensões sistêmicas e um forte viés de baixa moderado. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 352.845,38, registrando um recuo que acompanha o pessimismo global. A falha técnica sem precedentes na Bithumb, que distribuiu erroneamente US$ 43 bilhões em BTC, somada ao contra-ataque tarifário de Donald Trump via Section 122, criou uma tempestade perfeita de incerteza. Enquanto baleias realizam lucros massivos e o sentimento do varejo atinge níveis de pânico histórico, o ecossistema busca suporte em avanços tecnológicos do Ethereum e novas políticas de adoção na Argentina. O momento exige cautela extrema, com indicadores de pânico sinalizando uma possível capitulação de mercado.


🔥 Destaque: Erro de US$ 43 bi na Bithumb abala a Coreia

A Bithumb, maior corretora de criptomoedas da Coreia do Sul, protagonizou um dos maiores incidentes operacionais da história do setor. Uma falha sistêmica ocorrida em fevereiro resultou na distribuição acidental de 620.000 BTC para usuários, um montante avaliado em US$ 43 bilhões. O erro, que creditou 2.000 unidades de Bitcoin em vez de 2.000 won (cerca de R$ 7,50) por conta, expôs vulnerabilidades críticas na infraestrutura de custódia da plataforma.

Segundo reportagens da NewsBTC, o incidente gerou um imediato impacto político na Assembleia Nacional da Coreia do Sul. Legisladores questionam a eficácia das inspeções realizadas pela FSC e FSS, os órgãos reguladores locais, que falharam em detectar a brecha estrutural em auditorias recentes. A crise de confiança ameaça desencadear saques em massa e reformas regulatórias restritivas em um dos hubs de negociação mais ativos da Ásia.

Para o mercado global, o maior risco reside no potencial de contágio e na pressão vendedora em exchanges coreanas. Embora não tenha ocorrido perda real de fundos de terceiros, a percepção de fragilidade sistêmica em grandes plataformas centralizadas pesa sobre o preço do Bitcoin, que já opera sob pressão de grandes investidores.


📈 Panorama do Mercado

O viés de baixa é alimentado por uma combinação de fatores macro e on-chain. As novas tarifas de 10% impostas por Donald Trump via Section 122 da Trade Act de 1974 elevaram o índice de aversão ao risco global, fortalecendo o dólar e pressionando ativos de tecnologia e criptoativos. O mercado agora precifica uma nova fase de guerra comercial com impactos diretos nas cadeias de suprimento e na inflação global.

No ambiente on-chain, o movimento de baleias confirma a realização de lucros em larga escala. Conforme dados da Odaily, uma baleia antiga transferiu cerca de US$ 460 milhões em stablecoins da Binance após vender 60% de sua posição em Bitcoin. Esse aumento na oferta disponível, aliado ao recorde histórico de buscas no Google por termos como “Bitcoin morto”, indica que o mercado atravessa uma fase de capitulação extrema do varejo.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Instabilidade em CEX Asiáticas: O erro na Bithumb pode forçar reguladores a impor auditorias emergenciais e restrições operacionais imediatas, reduzindo a liquidez regional no curto prazo.
  • Pressão de Venda de Baleias: Depósitos massivos na Binance, como os 11.318 BTC transferidos por um investidor antigo, facilitam despejos que podem testar suportes críticos.
  • Escalada Tarifária Global: O protecionismo dos EUA tende a aumentar a volatilidade no mercado cambial e reduzir o apetite por ativos de risco-on no período analidado.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Sinal Contrário ao Pânico: O recorde de buscas por “Bitcoin is dead” no Google historicamente precede fundos de mercado e reversões de tendência de alta expressiva.
  • Adoção Latina: A nova resolução da CNV na Argentina permite a regularização de fundos através de cripto, podendo injetar liquidez no ecossistema local.
  • Resiliência do Ethereum: Vitalik Buterin reafirmou o compromisso com a escalabilidade da rede, planejando quatro upgrades técnicos nos próximos cinco anos para otimizar ZK-EVM.

📰 Principais Notícias do Período

1. Bithumb distribui US$ 43 bi por erro de sistema
Falha grosseira em corretora coreana gera pânico regulatório após creditar 620 mil BTC indevidamente. Autoridades iniciam auditorias em todo o setor DAXA.

2. Trump contra-ataca com tarifa global de 10%
Após veto judicial, presidente dos EUA utiliza lei de 1974 para impor novas tarifas comerciais, elevando incertezas macroeconômicas mundiais.

3. Baleia realiza US$ 460 milhões na Binance
Investidor antigo vende 60% de suas posições em Bitcoin, gerando forte pressão vendedora no curto prazo e retirando lucros em stablecoins.

4. Buscas por ‘Bitcoin Morto’ atingem pico histórico
Dados do Google Trends mostram medo extremo do varejo, superando o crash da FTX em 2022. O pânico é um indicador clássico de fundo local.

5. Baleia antiga transfere 11.318 BTC para corretora
Movimentação avaliada em US$ 760 milhões sugere rebalanceamento de margens, aumentando o risco de volatilidade nos preços durante a noite.

6. Vitalik apresenta plano de 5 anos para Ethereum
Quatro grandes mudanças técnicas, incluindo integração com ZK-EVM, visam garantir a liderança tecnológica da rede contra concorrentes diretos.

7. Argentina libera ‘dinheiro de colchão’ para cripto
Cidadãos argentinos agora podem investir economias não declaradas em criptoativos sem punições fiscais severas, impulsionando a adoção regional.


🔍 O Que Monitorar

  • Volumes de Saque na Coreia: Monitorar fluxos de saída em plataformas como Upbit para medir a extensão da crise de confiança atual.
  • DXY e VIX: Índices de força do dólar e de volatilidade serão cruciais para entender o impacto das novas tarifas de Trump no mercado.
  • Taxas de Funding em BTC: Taxas negativas persistentes podem indicar uma exaustão de vendedores e preparar terreno para um short squeeze.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12 a 24 horas, o viés de baixa deve persistir enquanto o mercado absorve o choque sistêmico vindo da Ásia e os desdobramentos da política comercial americana. O Bitcoin pode buscar suportes psicológicos mais baixos se o fluxo de vendas das baleias não for absorvido rapidamente. No entanto, a capitulação extrema indicada pelo sentimento do varejo sugere que estamos próximos de uma zona de exaustão vendedora. Investidores experientes monitoram esse pânico como uma janela de oportunidade assimétrica, especialmente se os avanços regulatórios na Argentina e o roadmap técnico do Ethereum servirem como âncoras de confiança para o médio prazo.


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Nuvem de poeira digital dissipando-se e revelando pilar cristalino estável, simbolizando calmaria no preço Bitcoin pós-expiração de US$ 2 bi em opções

Pós-Expiração US$ 2 Bi Opções BTC: Poeira Baixou no Mercado?

A expiração de cerca de US$ 2 bilhões em opções de Bitcoin na Deribit, ocorrida às 08:00 UTC desta sexta-feira (20/02/2026), resultou em volatilidade moderada. O preço spot, que negociava em torno de US$ 68.182 pré-vencimento, registra agora US$ 67.699, uma queda de aproximadamente 0,7% no intervalo. O max pain em US$ 70.000 não foi testado, com open interest concentrado em strikes de US$ 60.000 e US$ 50.000 exercendo pressão de baixa limitada. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 351.299 apresenta variação de +0,69% em 24 horas, com volume de 262,44 BTC.


Resumo dos Dados da Expiração

Os dados pré-expiração indicavam 30.600 contratos com valor nocional de US$ 2 bilhões, relação put/call de 0,59 favorecendo calls, mas com open interest (OI) elevado nos strikes de US$ 60.000 (US$ 1,2 bilhão) e US$ 50.000 (US$ 1 bilhão). O OI total de opções BTC em todas as exchanges alcançava US$ 36,5 bilhões, com skew call-heavy, porém demanda por proteção downside via puts no strike de US$ 58.000 (equivalente a 2.140 BTC). O max pain em US$ 70.000 sugeria potencial atração do preço para esse nível, onde mais opções expirariam sem valor.

Paralelamente, 212.000 contratos de Ethereum expiraram com US$ 404 milhões nocionais, put/call de 0,75 e max pain em US$ 2.050. O ETH negociava próximo a US$ 1.972, com ajustes de posições alavancadas pelo trader Huang Licheng (25x leverage em 7.800 ETH).

Reação do Preço Pós-08:00 UTC

Desde a expiração, o Bitcoin oscilou entre máxima de US$ 68.295 e mínima de US$ 66.510 nas últimas 24 horas, conforme cotações em tempo real. O preço atual de US$ 67.699 (+1,07% em 24h) reflete recuo modesto em relação ao spot pré-vencimento, sem rompimento da resistência em US$ 70.000. No mercado brasileiro, a cotação em reais confirma estabilidade, com BTC a R$ 351.308 (+0,76%) e dólar a R$ 5,1765 (-0,65%).

Os dados mostram que a liquidez concentrada nos strikes inferiores (US$ 60k/US$ 50k) pode ter ancorado o preço abaixo do max pain, evitando spike altista. Volume spot permaneceu baixo, com market cap total em US$ 2,37 trilhões, -46% do pico recente.

Níveis Técnicos Pós-Expiração

Com a remoção de OI dos contratos expirados, a estrutura técnica do BTC apresenta suporte imediato em US$ 66.500 (próximo à mínima diária), seguido de US$ 60.000 (strike anterior). Resistência primária permanece em US$ 70.000, com média móvel de 50 períodos alinhada nessa zona. Para ETH, o range de US$ 1.966-2.002 continua relevante, coincidindo com consolidação atual em US$ 1.950-2.050.

Traders devem monitorar o OI residual pós-expiração e volume em exchanges como Deribit para sinais de direção. A predominância de calls expirando out-of-the-money reforça viés neutro, com potencial para sideways até novos catalisadores.

Implicações para Investidores Brasileiros

No contexto local, o BTC a R$ 351 mil oferece estabilidade relativa, apesar da volatilidade global. A estratégia de Huang Licheng, com stops em zona crítica, exemplifica gerenciamento de risco em alavancagem alta (25x), resultando em prejuízo flutuante de US$ 253.000. Investidores devem observar variações cambiais (dólar em queda) e volume local de 262 BTC em 24h para decisões posicionais.

Os números indicam que o impacto da expiração foi contido, sem reconfiguração drástica da estrutura de mercado. Próximos níveis a observar: suporte US$ 66.500 e resistência US$ 70.000.


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