Executivos cartoon ativando relógio global com 24/7 luminoso e Bitcoin pulsando, simbolizando trading ininterrupto da CME Group

CME Group Lança Trading 24/7 de Futuros de Bitcoin em Maio

A CME Group, maior bolsa de derivativos regulados do mundo, anunciou o lançamento do trading 24/7 de futuros e opções de criptomoedas a partir de 29 de maio de 2026, pendente de aprovação regulatória. Essa mudança alinha Wall Street ao ritmo incessante do mercado cripto, eliminando os gaps de fim de semana e validando o Bitcoin como reserva de valor institucional global. O mercado está construindo pontes sólidas para a adoção em massa.


Detalhes do Lançamento 24/7

O trading contínuo na plataforma CME Globex ocorrerá com uma breve janela de manutenção semanal, geralmente aos fins de semana. Negociações de sexta à noite até domingo receberão a data de negócio do dia útil seguinte para compensação e liquidação. Essa adaptação remove as interrupções tradicionais dos mercados regulados, permitindo que traders institucionais reajam instantaneamente a eventos globais, como halvings ou fluxos de ETF, sem esperar pela abertura de segunda-feira.

Para o investidor brasileiro, isso significa maior liquidez e estabilidade nos derivativos de Bitcoin e Ether, reduzindo riscos de volatilidade noturna. Os fundamentos se fortalecem à medida que Wall Street reconhece que o Bitcoin nunca dorme.

Volumes Recordes e Expansão de Produtos

Em 2025, os produtos cripto da CME registraram US$ 3 trilhões em volume nocional, com volume diário médio de 407.200 contratos em 2026, alta de 46% ano a ano. O interesse aberto médio atingiu 335.400 contratos, refletindo a demanda explosiva por ferramentas reguladas de gestão de risco.

A bolsa expandiu recentemente para altcoins como Cardano (ADA), Chainlink (LINK) e Stellar (XLM), oferecendo contratos padrão e micro. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 355.763,75 nesta sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026, com alta de 1,47% em 24h, sinalizando momentum positivo à medida que a infraestrutura institucional avança.

Implicações para a Adoção Institucional

Esse movimento é um marco na narrativa de adoção global. Grandes players como fundos de pensão e tesourarias corporativas agora terão acesso regulado 24/7, atraindo bilhões em capital fresco. Os gaps de fim de semana, que historicamente amplificavam volatilidade nos mercados tradicionais, serão eliminados, nivelando o campo com exchanges spot como a Binance.

No contexto dos ciclos de Bitcoin, pós-halving de 2024, essa infraestrutura reforça a tese de longo prazo: o preço não é o único indicador; o crescimento do ecossistema é. Investidores institucionais buscam precisão em hedges, e a CME entrega isso em escala global.

O Que Isso Significa para Traders Brasileiros

Para o público local, o trading 24/7 facilita estratégias cross-market, integrando o real com derivativos globais. Monitore volumes na CME como precursor de tendências no Brasil, onde exchanges locais já negociam bilhões. Essa convergência acelera a maturidade do mercado, beneficiando holders de longo prazo. Os fundamentos do Bitcoin se solidificam dia a dia.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede cósmica de raios cyan conectando nós sobre núcleo Bitcoin com 1.1B holográfico, simbolizando escala de US$ 1,1 bi na Lightning Network

Bitcoin em Escala: Lightning Network Atinge US$ 1,1 Bilhão Mensal

Pense assim: e se o Bitcoin, que você conhece como reserva de valor, pudesse ser usado para pagar um café em segundos, sem taxas altas? Isso é exatamente o que a Lightning Network, rede de segunda camada do Bitcoin, está tornando realidade. Em novembro de 2025, ela processou mais de US$ 1,1 bilhão em volume de transações, com 5,2 milhões de operações. Em outras palavras, o Bitcoin está saindo do papel de ‘ouro digital’ para se tornar um meio de pagamento rápido e eficiente. Vamos entender isso passo a passo?


O Que é a Lightning Network, em Palavras Simples?

Imagine a blockchain do Bitcoin como uma grande estrada principal, onde cada transação é registrada de forma permanente e segura, mas leva cerca de 10 minutos para ser confirmada — como um caminhão pesado trafegando devagar. A Lightning Network é como vias expressas laterais: canais de pagamento abertos entre usuários, onde transações acontecem off-chain (fora da blockchain principal), quase instantaneamente e com custos baixíssimos.

Isso significa que você e um amigo abrem um canal, fazem dezenas de trocas de sats (a menor unidade do Bitcoin, pense como centavos), e só no final fecham o canal, registrando o saldo final na blockchain. É seguro porque tudo é criptografado e só o resultado final vai para o ‘livro-caixa’ público. No Brasil, é como usar o Pix para micropagamentos, mas global e sem intermediários bancários.

Por que isso importa para iniciantes? Porque resolve o maior obstáculo do Bitcoin: escalabilidade. Sem ela, pagar com BTC no dia a dia seria caro e lento, como usar um cofre-forte para comprar pão.

O Marco Histórico de US$ 1 Bilhão em Novembro

Segundo relatório da empresa River, o volume mensal de transações na Lightning Network superou US$ 1,1 bilhão em novembro de 2025, mesmo com o preço do Bitcoin estável ou em queda. Foram 5,2 milhões de transações, impulsionadas por exchanges e negócios que aceitam pagamentos em BTC.

Em dezembro, a capacidade da rede — ou seja, o total de Bitcoins travados para liquidez — atingiu 5.606 BTC, um recorde. Pense assim: é como se a ‘estrada expressa’ tivesse ficado mais larga, pronta para mais tráfego. Exchanges como Kraken já testaram transferências de US$ 1 milhão em segundos via Lightning, provando que serve tanto para micropagamentos quanto para valores altos.

Embora o número de transações em 2025 tenha sido menor que o pico de 2023 (6,6 milhões em agosto, por experimentos em games), o volume em dólares mostra maturidade: foco em uso real, não só testes.

Bitcoin Além da Reserva de Valor: Pagamentos Viáveis

Tradicionalmente, o Bitcoin é visto como ‘ouro digital’ — bom para guardar valor a longo prazo. Mas a Lightning muda isso: torna-o um meio de troca, ideal para o cotidiano. No Brasil, onde o Pix revolucionou pagamentos, imagine Bitcoin fazendo o mesmo globalmente: remessas para família no exterior sem taxas de banco, ou lojistas aceitando BTC sem conversão imediata.

O relatório prevê um boom com pagamentos via IA: agentes inteligentes negociando transações automáticas. Empresas como Voltage já oferecem linhas de crédito em USD liquidadas via Lightning. Isso empodera você, leitor: experimente sem medo, pois a rede está madura.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 355.579 nesta sexta-feira (20/02/2026), com alta de 1,43% em 24h. Um bom momento para observar essa evolução.

Próximos Passos: Como Acompanhar e Experimentar

Quer ver na prática? Baixe uma carteira compatível como Wallet of Satoshi ou Phoenix, e teste pagamentos pequenos. Monitore sites como 1ml.com para capacidade da rede. O crescimento da Lightning prova: Bitcoin está escalando. Você, que está começando, parabéns por se informar — isso é o primeiro passo para usar cripto com confiança.

Vale ficar de olho em adoção institucional e inovações como pagamentos AI, que podem multiplicar esse volume nos próximos meses.


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Traders cartoon em balança de opções BTC com '2B' no relógio, simbolizando expiração massiva e volatilidade iminente

Expiração de US$ 2 Bi em Opções BTC Hoje: Volatilidade à Vista?

Cerca de 30.600 contratos de opções de Bitcoin, com valor nocional de US$ 2 bilhões, expiram hoje, 20 de fevereiro de 2026, às 08:00 UTC na Deribit, conforme dados da CryptoPotato. A relação put/call de 0,59 indica predominância de calls (posições compradas), com max pain em US$ 70.000, acima do preço spot atual de aproximadamente US$ 68.182. Paralelamente, o trader Huang Licheng ajusta posições alavancadas em ETH, segundo a BlockBeats.


Detalhes da Expiração de Bitcoin

Os dados mostram open interest (OI) elevado nos strikes de US$ 60.000 (US$ 1,2 bilhão) e US$ 50.000 (US$ 1 bilhão) na Deribit, refletindo aumento de apostas de baixa. O OI total de opções BTC em todas as exchanges atinge US$ 36,5 bilhões, com skew call-heavy, mas demanda por proteção downside persiste: recentemente, foram comprados puts equivalentes a 2.140 BTC no strike de US$ 58.000. O max pain em US$ 70.000 sugere que muitos calls expirarão out-of-the-money se o preço não romper essa resistência.

No mercado spot, o Bitcoin negocia a US$ 68.182 (alta de 1,79% em 24h), com resistência em US$ 70.000 e suporte acima de US$ 60.000. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 355.650,17, com variação de +1,44% em 24h e volume de 250,61 BTC.

Expiração de Opções Ethereum e Posicionamento

Simultaneamente, 212.000 contratos de ETH expiram com US$ 404 milhões nocionais, put/call de 0,75 e max pain em US$ 2.050. O OI total de ETH é de US$ 6,8 bilhões. O preço atual do ETH gira em torno de US$ 1.972 (R$ 10.272), próximo aos níveis ajustados pelo trader ‘麻吉大哥’ (Huang Licheng), que mantém posição comprada de 7.800 ETH com 25x alavancagem, média de entrada em US$ 1.985,54 e prejuízo flutuante de US$ 253.000.

Huang posicionou ordens de stop loss e take profit para 425 ETH no intervalo estreito de US$ 1.966 a US$ 2.002, estratégia que automatiza risco em zona crítica de suporte/resistência. Essa configuração reflete expectativa de rompimento ou colapso iminente no ETH.

Níveis Técnicos a Monitorar Hoje

Para BTC, os strikes de expiração concentram liquidez em US$ 70.000 (max pain), US$ 60.000 e US$ 50.000. Uma rejeição em US$ 70.000 pode acelerar testes de suporte em US$ 60.000, enquanto rompimento para cima ativaria calls. No ETH, o range de US$ 1.966-2.002 coincide com consolidação atual em US$ 1.950-2.050 (max pain). Volume e volatilidade estão baixos no mercado de baixa, com market cap total em US$ 2,37 trilhões (-46% do pico).

Os dados indicam potencial para volatilidade moderada na expiração, mas impacto no spot deve ser limitado ante o tamanho reduzido vs. semanas anteriores. Traders devem observar OI pós-expiração e volume spot para sinais de direção.

Implicações para o Mercado

A predominância de calls sugere viés otimista entre option traders, contrastando com proteção downside. A alta alavancagem de Huang exemplifica risco em posições direcionais: 25x amplifica ganhos/perdas. No agregado, expirações semanais testam liquidez em níveis chave, mas sideways persiste. Investidores brasileiros notem BTC a R$ 355 mil, com dólar a R$ 5,21.


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Rede cristalina hexagonal expandindo com nós dourados e linhas tensionadas cyan, simbolizando salto de 15% na dificuldade de mineração do Bitcoin

Dificuldade de Mineração do Bitcoin Salta 15%: Sinal Misto para Investidores

A dificuldade de mineração do Bitcoin registrou um aumento de 15%, alcançando 144,4 trilhões, o maior salto percentual desde 2021. Esse ajuste, confirmado em 20 de fevereiro de 2026, reverte uma queda anterior de cerca de 11-12% causada por uma tempestade ártica nos EUA. Apesar do preço do BTC estável em torno de US$ 68 mil, o fenômeno conhecido como ‘efeito chicote’ evidencia uma rede mais segura, mas pressiona a rentabilidade dos mineradores.


Situação Atual do Ajuste

Os dados mostram que a dificuldade subiu para 144,4T, refletindo a recuperação do hashrate para 1 ZH/s (zetahash por segundo), após cair para 826 EH/s em fevereiro. Segundo o Bitcoin.com News, o aumento preciso foi de 14,73% no bloco 937.440, superando a redução de 11,16% ocorrida em 7 de fevereiro no bloco 935.424.

Esse mecanismo de ajuste, que ocorre a cada 2.016 blocos (cerca de duas semanas), garante que os blocos sejam minerados a cada 10 minutos, independentemente das variações no poder computacional da rede. A volatilidade recente — queda seguida de alta acentuada — é o ‘efeito chicote’ típico da mineração Bitcoin.

Contexto Técnico e Fatores Externos

A queda inicial foi impulsionada por uma tempestade ártica nos EUA, forçando mineradores a reduzir operações para preservar a rede elétrica. Com a normalização climática, o hashrate disparou, comprimindo os intervalos de bloco abaixo de 10 minutos e forçando o ajuste para cima. Em outubro de 2025, quando o BTC atingiu US$ 126.500, o hashrate atingiu o pico de 1,1 ZH/s.

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 355.584 (variação +1,45% em 24h), reflete estabilidade relativa. No entanto, o preço testa suportes em torno de US$ 67.000-US$ 68.000, com médias móveis de 50 e 200 dias atuando como referências chave.

Implicações para Mineradores e Rentabilidade

O hashprice — receita diária por unidade de hashrate — permanece em mínimas multianuais: US$ 23,90/PH/s (CoinDesk) ou US$ 29,30/PH/s (Hashrate Index). Esse nível não era visto desde os primórdios do Bitcoin, elevando os custos de produção e apertando margens, especialmente para operações ineficientes.

Mineradores bem capitalizados, com acesso a energia barata (ex: Emirados Árabes com lucros não realizados de US$ 344 milhões), sustentam o hashrate. Contudo, empresas como Bitfarms e Riot Platforms diversificam para centros de dados de IA, realocando capacidade computacional. Os números indicam que mineradores menores podem ser forçados a vender BTC para cobrir custos, potencializando pressão vendedora no curto prazo.

Sinais Mistos para o Mercado

A rede Bitcoin nunca esteve tão segura: dificuldade recorde sinaliza confiança institucional e resiliência, com grandes players mantendo operações agressivas. Por outro lado, o descompasso entre hashrate elevado e hashprice baixo sugere possível capitulação de mineradores menores, o que historicamente precede movimentos de preço.

Investidores devem monitorar níveis de suporte em US$ 60.000 (baixa de fevereiro) e resistência em US$ 68.000. Volumes de venda de mineradores e fluxos para exchanges serão indicadores cruciais. A diversificação para AI pode reduzir oferta de hashrate no longo prazo, alterando dinâmicas futuras.


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Núcleo dourado Bitcoin absorvendo energia cyan de altcoins com fragmentos 83% dissipando, simbolizando massacre e domínio BTC

Massacre das Altcoins: 83% em Queda com Bitcoin Retomando Domínio

Os dados mostram um massacre das altcoins, com 83% dos ativos listados na Binance negociando abaixo da média móvel de 50 semanas, sinalizando tendência de baixa ampla. Volumes de altcoins encolheram 50% conforme o capital rotaciona para o Bitcoin, que retoma domínio de 37% no mercado total. BTC consolida na faixa de US$ 65.000 – US$ 72.000 (R$ 355.827, var. +1,15% 24h), segundo o Cointrader Monitor. Crise de liquidez e oferta em alta agravam a correção, enquanto Matrixport alerta para um ponto de virada iminente.


Dominância do Bitcoin em Ascensão

Os números revelam rotação clara de volumes: Bitcoin representa 37% do trading total, contra 28% do Ethereum e queda acentuada no share combinado de altcoins, de 59% para 35% em meses recentes. Market cap do BTC recuou de US$ 1,55 trilhão para US$ 1,34 trilhão, mas atividade concentra-se na faixa US$ 65.000 – US$ 72.000, atraindo whales e holders de longo prazo. Essa concentração reflete busca por segurança em correções, padrão visto em ciclos passados como abril/2025 e outubro/2022.

Atualmente, BTC cotado a US$ 68.206 (+1,82% 24h), com ETH em US$ 1.967 (+0,97%) e SOL em US$ 84,34 (+2,23%). Em reais, BTC a R$ 355.954. A dominância técnica reforça estabilidade relativa do BTC ante volatilidade alt.

83% das Altcoins em Tendência de Baixa na Binance

Dados da Binance indicam 83% das altcoins (excluindo BTC e stablecoins) abaixo da média móvel de 50 semanas, métrica chave para tendências de longo prazo. Pico de 92% atingido em 7 de fevereiro, pior desde fim do bear market de 2023. Contrasta com março/2024, quando só 6% estavam abaixo. Crise de liquidez combinada com surto de oferta de novos projetos pressiona preços, limitando recuperações.

Bitcoin opera a 46% abaixo do ATH de US$ 126.000 (outubro/2025), ampliando stress para holders de altcoins. Fora de janelas curtas de alta, pelo menos 50% permanecem abaixo da MA50w, diferindo do ciclo anterior onde liquidez era mais abundante.

Alerta da Matrixport: Ponto de Virada à Vista

Matrixport destaca volatilidade implícita (IV) de opções BTC para março/2026 saltando de 40% para 65% em queda de US$ 85k para US$ 60k, estabilizando em US$ 66k com IV em 50%. Liquidez continua fluindo para fora, com o sentimento em extreme fear, mas o desmonte de hedges de colapso sugere alívio. Historicamente, essa combinação precede movimentos direcionais fortes.

Macro melhora (ex: Fed hawkish, tensões geopolíticas), mas preços cripto divergem – padrão insustentável. Posições leves e baixa participação indicam setup para reversal.

Níveis Técnicos a Monitorar

Para BTC, faixa US$ 65.000 – US$ 72.000 atua como suporte/resistência pivotal; rompimento abaixo pode acelerar outflows alt, acima reforça dominância. Volumes na Binance mostram persistência de baixa em 83% das altcoins – traders devem observar MA50w e IV resets. Rotação para BTC como reserva sugere limpeza de excesso especulativo, preparando solo para próxima fase.

Em resumo, dados apontam consolidação com potencial virada: monitorar volumes, dominância e IV para sinais acionáveis.


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Regulador cartoon construindo ponte direta entre ações tokenizadas e Bitcoin animado, simbolizando liberação da SEC para trocas sem fiat

SEC Libera Troca Direta de Ações Tokenizadas por Bitcoin

A Divisão de Trading and Markets da SEC publicou novas diretrizes que permitem a negociação direta de security tokens com Bitcoin, sem necessidade de conversão em moeda fiduciária. Autoridades como Paul Atkins e Hester Peirce discutiram no ETHDenver uma abordagem ‘incremental’ com ‘inovação isenta’, sinalizando maior clareza regulatória para integrar mercados tradicionais à blockchain. Essa mudança reforça a legitimidade institucional das criptomoedas nos EUA.


Detalhes da Nova Orientação Regulatória

As diretrizes atualizadas da SEC esclarecem que bolsas nacionais e sistemas de trading alternativo (ATS) podem facilitar trocas par a par entre ativos cripto classificados como securities e não-securities, como o Bitcoin. Isso elimina intermediários fiat, permitindo que um security token seja negociado diretamente contra BTC, desde que as obrigações de registro e relatórios sejam cumpridas.

Para broker-dealers, a SEC não se oporá ao tratamento de stablecoins proprietárias como ativos líquidos, aplicando haircut de 2% no cálculo de capital líquido sob a Rule 15c3-1. ATSs também podem combinar funções de custódia, corretagem e clearing, contanto que cada uma respeite as leis federais de securities. Essa flexibilidade operacional é um avanço para plataformas híbridas que unem finanças tradicionais e cripto.

No contexto global, essa guidance alinha os EUA com tendências observadas na Europa, onde a MiCA já regula tokens de segurança, e na Ásia, com testes de tokenização em Hong Kong. Investidores internacionais agora veem os EUA como um mercado mais previsível para security tokens.

Declarações de Líderes no ETHDenver

Durante o evento ETHDenver, o chair da SEC, Paul Atkins, e a comissária Hester Peirce defenderam uma regulação ‘gradual’ para tokenized securities. Atkins destacou que a ‘inovação isenta’ permitirá negociações limitadas em plataformas blockchain para acumular experiência regulatória, enquanto Peirce enfatizou que esses ativos permanecem securities sob leis existentes.

Segundo autoridades americanas citadas em fontes chinesas, essa exceção inovadora equilibra proteção ao investidor com experimentação, similar a pilotos regulatórios na UE. O foco é fornecer clareza para desenvolvedores e firmas, especialmente em meio à volatilidade recente do Bitcoin, que caiu mais de 28% nas últimas semanas.

Essa postura contrasta com abordagens mais rígidas em jurisdições como a China, mas ecoa o otimismo de reguladores globais que veem tokenização como ponte para adoção em massa de ativos reais on-chain.

Implicações para Mercados Globais e Investidores

A integração direta de ações tokenizadas com Bitcoin pode desafiar corretoras tradicionais, permitindo negociações 24/7 em blockchains permissionadas. Plataformas como Kraken já reportam volumes bilionários em xStocks, e Robinhood avança com RWAs. No Brasil, isso inspira debates sobre regulação da CVM para similaridades com security tokens locais.

Geopoliticamente, fortalece o dólar digital via stablecoins reguladas, posicionando os EUA à frente em uma corrida global por padrões de tokenização. Investidores brasileiros devem monitorar como isso afeta fluxos de capital para criptoativos, potencializando diversificação além de exchanges locais.

Embora não altere o framework regulatório, as diretrizes reduzem incertezas, incentivando instituições como Nasdaq e DTCC a expandir testes. Para o mercado global, representa um passo rumo à convergência de finanças legadas e descentralizadas.

Próximos Passos e Perspectivas

A SEC planeja acumular dados de negociações experimentais para refinar frameworks de longo prazo. Enquanto o Congresso discute bills como o CLARITY Act, que pode transferir autoridade ao CFTC, essas guidance preparam o terreno. Investidores globais aguardam aprovações formais, que podem elevar a adoção de security tokens em portfólios institucionais.

Em um cenário de volatilidade, reguladores priorizam transparência: conversões para USD devem ser consistentes, e disclosures via Form ATS-N são obrigatórias. Para brasileiros, isso significa maior integração com mercados americanos, mas com cautela ante riscos regulatórios pendentes.


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Escudo bipartido ouro dourado e Bitcoin cristalino com 68K deflectindo rajadas vermelhas de tensao geopolitica EUA-Irã

Bitcoin Recupera US$ 68 Mil com Ouro em Alta por Tensões EUA-Irã

O Bitcoin recuperou e ultrapassou US$ 68.000, cotado a US$ 68.002 com alta de 1,8% nas últimas 24 horas, segundo dados da HTX. O movimento coincide com a valorização do ouro impulsionada por tensões renovadas entre EUA e Irã. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 355.702, com variação positiva de 1,08%. Investidores aguardam o índice PCE de inflação americana, previsto para 21h30 de hoje.


Situação Atual do Preço

Os dados mostram o Bitcoin testando a zona dos US$ 68.000 após recuo recente. A cotação atual em dólares é de US$ 68.171, com máxima diária de US$ 68.214 e mínima de US$ 66.956. Essa recuperação de 1,77% reflete volume moderado, com o ativo se aproximando de uma resistência chave observada em consolidações anteriores. No timeframe de 4 horas, o preço se posiciona acima da média móvel exponencial de 50 períodos (EMA50), em torno de US$ 67.500, sugerindo momentum de curto prazo positivo, mas com RSI em 55, neutro.

A capitalização de mercado permanece estável, e o par BTC/USDT registra negociações consistentes nas principais exchanges. Essa dinâmica indica que o mercado está em fase de acumulação, aguardando catalisadores macroeconômicos para definir a direção.

Correlação com Ouro e Tensões Geopolíticas

O ouro avança para US$ 5.039/oz (+1,04%), com máxima diária de US$ 5.042 e mínima de US$ 4.986, correlacionado às tensões EUA-Irã. Historicamente, ativos refúgio como XAU/USD sobem em cenários de risco geopolítico, e o Bitcoin tem exibido correlação positiva de 0,65 com o ouro nos últimos 30 dias. Analistas apontam para possível reteste de baixas de 2024 se as tensões escalarem, mas os dados atuais sugerem rotação parcial para risco.

No contexto brasileiro, com dólar a R$ 5,23 (estimado), o BTC em reais reforça a tendência, mas oscilações cambiais podem amplificar variações locais.

Expectativa para o Índice PCE

Hoje à noite, às 21h30 (horário de Brasília), os EUA divulgam o índice core PCE de dezembro, com expectativa de 2,9% a/a contra 2,8% anterior. Esse indicador, preferido pelo Fed, mede inflação subjacente excluindo alimentos e energia. Se o dado vier acima do esperado, pode reforçar expectativas de política monetária restritiva, pressionando ativos de risco como Bitcoin. Dados abaixo de 2,9% poderiam catalisar alta rumo a US$ 70.000.

Histórico recente mostra volatilidade pós-PCE: em divulgações anteriores, desvios de 0,1 pp geraram movimentos de 2-4% no BTC. O consenso de mercado precifica equilíbrio delicado.

Níveis Técnicos a Observar

Suportes chave: US$ 67.500 (EMA50 H4), US$ 66.000 (baixa recente). Resistências: US$ 69.000 (máxima semanal), US$ 72.000 (gap de baixa preenchido). Um rompimento acima de US$ 68.500 com volume elevado invalidaria cenários de baixa, enquanto perda de US$ 67.000 apontaria para reteste de US$ 64.000. Indicadores como MACD mostram divergência de alta incipiente, mas volume confirma o necessário para tendência sustentada.

Os dados sugerem cautela: 68k pode atuar como suporte dinâmico ou bear trap pré-PCE. Monitorar fluxo de ordens e open interest em derivativos para sinais adicionais.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Balança brutalista inclinada com lado vermelho pesado e '36' gravado, simbolizando 36 dias de pressão de venda nos EUA sobre Bitcoin

Sinal de Alerta: EUA Vendem Bitcoin há 36 Dias Seguidos

Os dados mostram que o Coinbase Bitcoin Premium Index registra 36 dias consecutivos de prêmio negativo, o mais longo desde maio de 2023, superando até o período do “crash de novembro”. Atualmente em -0,0467%, o indicador reflete pressão sustentada de venda por investidores americanos, com o preço do Bitcoin na exchange abaixo da média global. Em 2026, apenas dois dias foram positivos, sinalizando aversão ao risco nos EUA.


O Que Revela o Premium Index Negativo

O Coinbase Bitcoin Premium Index compara o preço spot do Bitcoin na Coinbase, principal plataforma nos Estados Unidos, com a média global calculada por um índice composto de múltiplas exchanges internacionais. Quando negativo, indica que o BTC é negociado a um desconto na Coinbase, sugerindo maior volume de vendas do que compras por parte de investidores americanos.

Essa métrica é particularmente útil para mapear o sentimento regional. Nos últimos 36 dias, o índice permaneceu consistentemente abaixo de zero, com o valor atual de -0,0467% confirmando a tendência. Os dados da Coinglass, que monitoram esse indicador em tempo real, apontam para uma dinâmica de outflow de fundos e redução no apetite por risco no mercado americano.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 355.677 no mercado brasileiro, com variação de +1,23% nas últimas 24 horas e volume de 247 BTC. Essa resiliência local contrasta com o pessimismo nos EUA.

Contexto Histórico e Recorde

O recorde anterior de dias negativos consecutivos ocorreu em maio de 2023, durante um período de correção de mercado. Agora, os 36 dias superam até o “crash de novembro”, um evento de alta volatilidade. Em todo o ano de 2026 até o momento, o índice esteve positivo em apenas dois dias, reforçando um viés de baixa no sentimento americano.

Esse padrão sugere que, enquanto os EUA exercem pressão vendedora, outros mercados — como Ásia e Europa — podem estar acumulando, equilibrando o preço global. Historicamente, desvios prolongados no premium index precedem ajustes no preço do Bitcoin, seja por convergência ou ampliação da tendência.

Implicações e Níveis a Monitorar

Um prêmio negativo sustentado pode indicar rotação de capitais para fora dos EUA, possivelmente devido a fatores macroeconômicos como expectativas de política monetária mais restritiva ou incertezas regulatórias. No entanto, os dados não implicam direção única para o preço global do BTC, que continua influenciado por múltiplos fluxos.

Traders devem observar níveis técnicos próximos: suporte em torno de US$ 95.000 e resistência em US$ 102.000, com base em médias móveis de 50 e 200 dias. Uma reversão para positivo no premium index poderia sinalizar melhora no apetite americano, enquanto persistência negativa reforça cautela.

Além disso, monitore volumes na Coinbase versus exchanges globais. Qualquer aumento na discrepância pode amplificar volatilidade. No Brasil, o mercado local mostra estabilidade, com BTC acima de R$ 355.000, mas alinhado às dinâmicas globais.


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Figura cartoon de líder político invocando raios vermelhos sobre pilares BTC e ETH desabando em tormenta, ilustrando pânico cripto por tensão Trump-Irã

Trump ameaça Irã e mercado cripto entra em pânico: BTC e ETH despencam

📊 BOLETIM CRIPTO | 20/02/2026 | MANHÃ

O ultimato militar de Donald Trump ao Irã define o tom de pânico global que arrasta o mercado cripto para novas mínimas nesta sexta-feira. Com o petróleo Brent saltando para o pico semestral de US$ 71 por barril, o Bitcoin e o Ethereum sofrem liquidações severas, refletindo uma aversão ao risco que empurrou o índice de medo para o patamar extremo de 12 pontos. Enquanto o cenário geopolítico deteriora, o ecossistema enfrenta ainda o peso de recordes de atividade ilícita em stablecoins e novos casos de espionagem cibernética ligada à Rússia. Apesar do avanço institucional representado por sinais positivos da SEC e pela proximidade do CLARITY Act, o viés de baixa moderado prevalece no curto prazo, condicionado à janela de 10 a 15 dias estabelecida pela Casa Branca para uma possível ação militar no Golfo.


🔥 Destaque: Ultimato de Trump e o Choque Geopolítico

O presidente Donald Trump emitiu um ultimato decisivo ao governo do Irã: um acordo nuclear deve ser alcançado em no máximo 15 dias, ou o país enfrentará consequências militares graves. Para sustentar a ameaça, os Estados Unidos mobilizaram os porta-aviões Lincoln e Ford para a região do Golfo Pérsico, marcando o maior desdobramento de força militar desde a invasão do Iraque em 2003. Segundo informações da BlockTempo, a tensão imediata fez o petróleo Brent disparar, gerando um efeito de risk-off (fuga de risco) generalizado nos mercados globais.

Para o setor cripto, o impacto foi imediato e doloroso. O Bitcoin caiu abaixo do suporte de US$ 66.000, acumulando uma perda de 28% nos últimos 30 dias, enquanto o Ethereum luta para se manter acima de US$ 2.000. O cenário de incerteza eleva a correlação inversa entre energia e criptoativos; se houver um bloqueio no Estreito de Ormuz — por onde passa 20% do petróleo mundial —, a inflação global pode disparar, forçando bancos centrais a pausar cortes de juros e drenando ainda mais a liquidez do mercado digital.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 355.562,05 no mercado brasileiro, tentando uma estabilização após a volatilidade da madrugada. Investidores devem monitorar atentamente as negociações em Genebra nos próximos dias; qualquer sinal de fracasso diplomático pode empurrar o Bitcoin para testes abaixo de US$ 60.000, enquanto um acordo inesperado geraria uma valorização expressiva ao dissipar o pânico atual.


📈 Panorama do Mercado

O período é marcado por uma forte tensão entre o avanço regulatório e o FUD (medo, incerteza e dúvida) reputacional. Por um lado, há um momentum inédito para a clareza legislativa nos EUA. Paul Atkins, o novo chair da SEC, e a comissária Hester Peirce sinalizaram apoio direto à tokenização de ativos, sugerindo que a agência pode transferir parte de sua autoridade para a CFTC. Essa mudança de postura é um sopro de otimismo para o setor de RWA (Ativos do Mundo Real), que busca integração institucional sob regulamentações mais claras e menos punitivas.

Entretanto, essa narrativa positiva luta contra estatísticas alarmantes. Relatórios recentes de blockchain analytics revelam que as stablecoins tornaram-se a infraestrutura preferida para evasão de sanções internacionais, especialmente ligadas à Rússia. Com US$ 141 bilhões em fluxos ilícitos registrados apenas em 2025, a pressão por regras de conformidade rigorosas sobre emissores como a Tether deve aumentar drasticamente, o que pode restringir a agilidade de transações transfronteiriças no curto prazo.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Conflito no Irã e Ormuz: Uma escalada militar de Trump pode levar ao fechamento do Estreito de Ormuz, causando um choque inflacionário que destruiria o apetite por ativos de risco como o Bitcoin.
  • Escrutínio em Stablecoins: O recorde de uso ilícito em stablecoins associado a redes russas pode atrair sanções diretas da OFAC contra o USDT, impactando a liquidez em corretoras mundiais.
  • FUD de Espionagem: O caso do executivo australiano vendendo segredos à Rússia via cripto associa o setor a ameaças de segurança nacional, o que pode acelerar proibições contra moedas de privacidade como Monero.
  • Substaffing da CFTC: A transferência de poder da SEC para a CFTC via CLARITY Act pode travar na execução, já que a CFTC opera atualmente com apenas um dos cinco comissários necessários.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Aposta em Clareza Regulatória: A aprovação do CLARITY Act até abril, com 90% de chance segundo Brad Garlinghouse, favorece ativos com precedentes judiciais claros, especialmente o XRP.
  • Crescimento de RWA: O suporte explícito da SEC para a tokenização abre portas para protocolos como Ondo Finance e outros focados em trazer títulos do tesouro para a rede.
  • Ferramentas de Compliance: O aumento de crimes cibernéticos e fraudes impulsiona a demanda por serviços de análise de dados em blockchain, beneficiando empresas que fornecem monitoramento para governos.
  • Acumulação em Pânico: Com o índice de medo em 12 (pânico extremo), investidores de longo prazo encontram janelas para compras assimétricas, historicamente lucrativas após a dissipação de tensões geopolíticas.

📰 Principais Notícias do Período

1. Trump impõe ultimato ao Irã: petróleo salta e cripto recua
Donald Trump mobilizou porta-aviões e deu 15 dias para o Irã aceitar termos nucleares. O petróleo Brent superou US$ 71, gerando queda no Bitcoin e pânico generalizado no mercado.

2. SEC apoia clareza para ativos tokenizados no ETHDenver
Paul Atkins e Hester Peirce defenderam uma estrutura regulatória transparente que permita investidores decidirem com base em informações, sinalizando um tom pró-inovação para securities digitais.

3. Garlinghouse: 90% de chance para CLARITY Act até abril
O CEO da Ripple elevou suas expectativas de aprovação da lei que define jurisdições entre SEC e CFTC nos EUA, o que traria a tão esperada segurança jurídica para o setor.

4. Uso ilícito de stablecoins bate recorde de US$ 141 bilhões
Segundo a TRM Labs, a atividade criminosa via stablecoins atingiu máxima de 5 anos em 2025, impulsionada majoritariamente por redes sancionadas de evasão ligadas à Rússia.

5. CZ rebate senadora Warren sobre resgates governamentais
O fundador da Binance, CZ, afirmou publicamente que as criptomoedas nunca precisaram nem precisarão de auxílio público, defendendo a resiliência e independência do ecossistema descentralizado.

6. Segredos militares vendidos à Rússia por US$ 1,26 milhão em cripto
Um ex-executivo australiano declarou-se culpado por fornecer ferramentas de espionagem cibernética à Rússia. O pagamento foi realizado em criptomoedas, reforçando o escrutínio sobre a segurança nacional.

7. Chinês condenado nos EUA por lavagem em golpes ‘Pig Butchering’
Liao Fei recebeu sentença de 40 meses de prisão por lavar US$ 5 milhões em fundos de golpes de investimento via USDT e contas de fachada, em uma nova ofensiva do DOJ contra fraudadores.


🔍 O Que Monitorar

  • Preço do Petróleo Brent: Rompimento acima de US$ 75 acelera a fuga de capital de ativos de risco.
  • Fear & Greed Index: Abaixo de 10 costuma marcar fundos locais e capitulação de investidores.
  • Status do CLARITY Act: Novas movimentações no Senado dos EUA podem mitigar parcialmente o viés negativo do mercado.
  • Estreito de Ormuz: Qualquer exercício militar agressivo na região causará volatilidade extrema imediata.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 48 horas, o viés de baixa moderado deve persistir enquanto o mercado digere a agressividade retórica de Washington. A barreira psicológica de US$ 65.000 para o Bitcoin será o ponto de teste fundamental; uma perda desse nível pode abrir caminho para liquidações em cascata em protocolos DeFi altamente alavancados. Embora as notícias regulatórias de Paul Atkins e Brad Garlinghouse ofereçam uma fundação sólida para o médio prazo, elas dificilmente serão fortes o suficiente para anular o medo geopolítico imediato. A cautela é a palavra de ordem: investidores podem considerar o Bitcoin como um hedge relativo, mas as altcoins de menor capitalização devem enfrentar uma pressão vendedora proporcionalmente maior em um cenário de aversão ao risco global.


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Estrutura digital instável sob mão política cartoon e avalanche vermelha de liquidações, com suporte 65K no BTC simbolizando pressão no mercado cripto

Liquidações de US$ 200 milhões e Pressão de Warren: Cripto em Risco

O mercado de criptomoedas enfrenta uma tempestade perfeita: liquidações diárias superiores a US$ 200 milhões, pressão regulatória da senadora Elizabeth Warren contra qualquer bailout público e o fracasso do lançamento de ETFs de staking de SUI em conter a queda abaixo de US$ 1. Os dados mostram o Bitcoin consolidando em faixa estreita próxima a US$ 65.600, com analistas alertando para teste de suportes inferiores se não houver reação compradora. O que acontece quando o suporte quebra e os reguladores fecham a porta?


Liquidações Massivas e Pressão Bearish no Bitcoin

Os dados de liquidações cruzadas no mercado cripto ultrapassaram US$ 210 milhões nas últimas 24 horas, com o Bitcoin liderando as perdas. Apesar da faixa de preço apertada entre US$ 65.620 e US$ 67.000, posições alavancadas longas continuam sendo liquidadas, refletindo sentimento de baixa extremo. Analistas como Michaël van de Poppe destacam máximas mais baixas constantes no gráfico de 4 horas, sugerindo ausência de momentum altista.

Mapas de liquidez indicam clusters significativos entre US$ 68.000-US$ 71.000, três vezes maiores que os de US$ 64.000-US$ 66.000, o que eleva a probabilidade de movimento descendente para capturar esses níveis. O suporte de US$ 65.000 atua como última linha de defesa antes de correção mais severa, conforme padrões observados. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 348.602 (+0,21% em 24h), mas o volume de 292 BTC reflete baixa convicção.

Fundações institucionais agravam o quadro: fundos cripto registram quarta semana consecutiva de saídas, totalizando US$ 3,74 bilhões em quatro semanas, com Bitcoin e Ethereum liderando as retiradas de US$ 133 milhões e US$ 85 milhões, respectivamente.

Elizabeth Warren Contra Bailout para Bilionários Cripto

A senadora democrata Elizabeth Warren enviou carta ao Tesouro e ao Fed pedindo confirmação de que não haverá intervenção com fundos públicos para estabilizar o Bitcoin. Ela alerta para transferência de riqueza de contribuintes a bilionários cripto como Michael Saylor (MicroStrategy) e Changpeng Zhao (Binance), citando perdas de 20% nas ações da MSTR no ano e US$ 30 bilhões de CZ.

Warren menciona a queda de 50% do Bitcoin desde o pico de outubro, agravada por liquidações em cascata, e riscos a investidores de varejo, com US$ 17 bilhões perdidos em fraudes em 2025. A carta refere audiência no Congresso onde o Tesouro evitou resposta direta sobre uso de ativos cripto confiscados, reforçando incerteza regulatória em momento crítico.

Fracasso do ETF de SUI: Institucional Não Basta

Mesmo com o lançamento dos primeiros ETFs de staking de SUI nos EUA por Grayscale (GSUI) e Canary Capital (SUIS), o token despencou 40% no mês, negociando abaixo de US$ 0,95. Os produtos integram recompensas de staking ao NAV, mas indicadores de mercado mostram cautela: interesse aberto caiu 30%, volumes enfraqueceram e TVL no ecossistema DeFi de Sui recuou para US$ 565 milhões.

Suporte técnico entre US$ 0,88-US$ 0,90 está em teste, com risco de queda a US$ 0,70 se rompido. Um unlock de 43 milhões de SUI em 1º de março adiciona pressão vendedora. O caso ilustra que avanços institucionais não superam condições macro de liquidez reduzida e sentimento negativo generalizado.

Queda Generalizada e Níveis a Monitorar

O índice CoinDesk 20 reflete a correção ampla, com altcoins como SUI exemplificando falha em romper resistências apesar de catalisadores. Bitcoin deve observar US$ 65.000 como pivô: manutenção pode levar a recuo para US$ 71.000, mas quebra abre caminho a US$ 64.000. Saídas institucionais em 11 de 16 semanas sinalizam cautela prolongada.

Os dados sugerem consolidação volátil, com volume e TVL como métricas chave. Traders devem priorizar gerenciamento de risco em cenários de baixa liquidez.


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Monolito dourado rachado à beira de precipício digital com '20K' no abismo, alertando risco de queda do Bitcoin

Bitcoin em Alerta: Risco de Queda para US$ 20 Mil

Bitcoin a US$ 20 mil? O cenário de pesadelo está ganhando força entre analistas. Peter Schiff alerta que, se o suporte de US$ 50 mil for rompido, o preço pode despencar 84% do ATH atual, impulsionado por tensões geopolíticas como os temores de conflito EUA-Irã. Paralelamente, métricas on-chain negativas indicam entrada em um mercado de baixa prolongado, com rotação de capital enfraquecida. É importante considerar esses riscos para proteger o capital.


Métricas on-chain revelam fraqueza estrutural

A Razão de Lucro/Prejuízo Realizado do Bitcoin comprimiu-se para a faixa entre 1 e 2, sinalizando transição para fases de maior estresse. Historicamente, níveis próximos a 1 indicam predominância de perdas realizadas, com redução no apetite por lucros e pouca rotação de liquidez. Sem uma alta sustentada acima de 2, a fraqueza persiste.

Além disso, a rede mostra desaceleração: 42% menos endereços ativos e 47% menos novos endereços em comparação a cinco anos atrás. Isso reflete menor crescimento orgânico, apesar da resiliência recente do preço em torno de US$ 66.700. Atenção para esses sinais — eles sugerem que o otimismo pode estar fragilizado.

Previsão Catastrófica de Peter Schiff

O economista Peter Schiff, crítico ferrenho do Bitcoin, intensificou seus alertas. Em postagem recente, ele previu que uma quebra abaixo de US$ 50 mil levaria o ativo a testar US$ 20 mil, citando o alto hype, alavancagem e participação institucional. O risco aqui é amplificado pelas tensões geopolíticas, como preparativos militares dos EUA contra o Irã, que elevam a aversão ao risco global.

Schiff compara com quedas históricas, mas destaca que o contexto atual — com maior capitalização de mercado — torna o impacto potencialmente mais devastador. Investidores de curto prazo já vendem com prejuízo, conforme o SOPR abaixo de 1, reforçando capitulação entre as “mãos fracas”.

Indicadores Técnicos e Suportes Críticos

O Bitcoin negocia próximo ao suporte de US$ 66.550, mas a tendência de baixa iniciada em janeiro pressiona. Perda desse nível pode levar a US$ 60 mil ou até US$ 52.775. O Preço Realizado em US$ 54.920 atua como barreira psicológica — quebras abaixo dele historicamente marcam mercados urso prolongados.

As Bandas de Bollinger estão apertadas, indicando movimento explosivo iminente, mas com viés de baixa dado o contexto. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 349.138 (variação +0,3% em 24h), mas a volatilidade pode acelerar quedas em reais também.

O Que Observar para Proteger Seu Capital

É essencial monitorar o suporte de US$ 66.550 e resistência em US$ 71.693. Um rompimento para cima poderia aliviar pressões, mas o risco de baixa domina. Pergunte-se: sua posição está dimensionada para uma correção de 20-50%? Considere diversificação, stops e liquidez em stablecoins para evitar surpresas.

Histórico mostra que ignorar métricas on-chain e alertas como os de Schiff custou caro em ciclos passados. Priorize preservação sobre ganhos rápidos — o mercado cripto não perdoa mãos fracas.


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Banqueiro cartoon do Fed descartando Beanie Baby com padrões cripto para lixeira, satirizando crítica de Neel Kashkari à utilidade das criptomoedas

‘Inútil’: Presidente do Fed Compara Cripto a Beanie Babies

O presidente do Federal Reserve Bank de Minneapolis, Neel Kashkari, voltou a atacar o setor cripto, chamando-o de ‘totalmente inútil’ após mais de uma década de existência. Em evento no dia 19 de fevereiro de 2026, ele comparou criptomoedas a uma ‘salada de buzzwords‘ e questionou o que stablecoins oferecem além do Venmo. A história mostra que declarações como essa do ‘velho mundo’ financeiro ecoam bolhas passadas, enquanto Wall Street abraça o Bitcoin.


Declarações Ácidas no Summit Econômico

No 2026 Midwest Economic Outlook Summit em Fargo, Dakota do Norte, Kashkari contrastou a utilidade cotidiana da inteligência artificial com o vazio prático das criptomoedas. ‘Cripto existe há mais de uma década e é utterly useless‘, disse ele, pedindo à plateia que levantasse a mão quem usou ChatGPT na semana versus quem comprou algo com Bitcoin. Ninguém se manifestou para o BTC, reforçando seu ponto: falta adoção real no dia a dia.

O mercado está ignorando esses alertas? A história das bolhas dot-com e crises asiáticas de 1997 nos ensina que tecnologias em euforia sem utilidade econômica sustentável acabam em correções brutais, como a de 80% em 2022. Kashkari, economista experiente, vê o mesmo padrão.

Stablecoins: Salada de buzzwords ou Inovação?

Questionado sobre pagamentos, Kashkari desmontou o hype das stablecoins: ‘O que uma stablecoin faz que o Venmo não faz hoje?’. Ele admitiu potencial em remessas internacionais para emergentes, mas apontou o calcanhar de Aquiles: a necessidade de conversão para moeda local, gerando custos e fricções. Para consumidores americanos, é irrelevante.

Como analista que viu ciclos inteiros, concordo em parte. Stablecoins somam bilhões em volume, mas a utilidade real é questionável quando apps fiduciários como Venmo e Zelle dominam transações P2P. O mercado cripto adora narrativas de ‘revolução financeira’, mas os dados sugerem mais especulação do que transformação.

Contraste com Trump e Wall Street

As falas de Kashkari chocam com o entusiasmo da administração Trump, que vê Bitcoin e stablecoins dolarizadas como ferramentas para dominância global do dólar. O presidente assinou ordem executiva para reserva estratégica de BTC, e o Tesouro sob Scott Bessent promove stablecoins reguladas. Por que o Fed resiste enquanto Wall Street entra?

A resposta está na macroeconomia: bancos centrais priorizam estabilidade, não experimentos voláteis. Kashkari defende a independência do Fed contra pressões políticas, citando tentativas recentes de interferência. Isso lembra 2018, quando exuberância levou a um bear market prolongado. Cuidado: divergências internas podem sinalizar volatilidade regulatória à frente.

Lições Históricas e o Caminho Adiante

Kashkari não para na crítica atual: em novembro passado, comparou cripto à bolha dos Beanie Babies dos anos 90, brinquedos de pelúcia que viraram mania especulativa antes do colapso. A história repete: todo ciclo de euforia ignora utilidade até a realidade bater.

Para investidores, vale monitorar. O Fed não dita preços, mas molda regulação. Com inflação em 2,5-3% e desemprego em 4,3%, política monetária apertada pode pressionar ativos de risco como BTC. Sobreviver ao próximo bear exige ceticismo, não FOMO.


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Personagens cartoon de Wall Street e trader cripto ativando relógio 24/7 com rede digital ao fundo, simbolizando lançamento do trading cripto pela CME

CME Lança Trading Cripto 24/7 em Maio e Revoluciona Wall Street

A CME Group, maior marketplace de derivativos do mundo, anunciou o lançamento do trading 24/7 para futuros e opções de criptomoedas a partir de 29 de maio. O movimento, pendente de aprovação regulatória, responde à demanda institucional explosiva, com 407 mil contratos diários negociados em 2026. É a prova cabal de que as finanças tradicionais estão se adaptando ao ritmo nonstop do criptomercado, fortalecendo os fundamentos de adoção global.


Detalhes do Lançamento 24/7

O trading ininterrupto na plataforma CME Globex cobrirá Bitcoin, Ether e outros ativos digitais, alinhando-se ao mercado spot que opera sem pausas. Anteriormente limitado a 23 horas diárias em dias úteis, o novo modelo incluirá apenas uma janela mínima de duas horas de manutenção aos fins de semana. Transações de sexta a domingo terão data de negócio do próximo dia útil para liquidação e relatórios.

Tim McCourt, head global de produtos alternativos da CME, destacou: “Isso garante aos clientes gerenciamento de exposição em qualquer momento”. A expansão reflete o amadurecimento do ecossistema, onde o cripto dita o ritmo para o legado financeiro.

Volumes Recordes Impulsionam a Mudança

Os números não mentem: em 2025, o volume notional atingiu US$ 3 trilhões, com média diária de contratos subindo 46% para 407.200 em 2026. O interesse aberto médio chegou a 335.400 contratos, +7% ante o ano anterior. Futuros de Bitcoin lideram, com 403.900 contratos diários.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 349.436 nesta quinta-feira (19/02), com variação de +0,26% em 24h. Esses fluxos institucionais constroem uma base sólida, reduzindo volatilidade e atraindo mais capital.

Apoio Regulatório e Efeito Wall Street

A CFTC, por meio do chair Mike Selig, endossou o modelo 24/7 como “no-brainer” para cripto, diferenciando de commodities tradicionais. CEOs da Nasdaq e NYSE também avançam em trading contínuo de ações, inspirados pelo cripto. A NYSE desenvolve plataforma on-chain para settlement 24/7 de ações tokenizadas.

Desde o lançamento de futuros de Bitcoin em 2017 e Ether em 2021, a CME expandiu para Cardano, Chainlink e Stellar. O mercado está se construindo: instituições migram para venues regulados, elevando liquidez e confiança.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público brasileiro, isso significa maior estabilidade global no Bitcoin e altcoins, facilitando tesourarias corporativas e ETFs. A demanda reprimida por gerenciamento de risco 24/7 sinaliza maturidade — volatilidade de curto prazo é ruído ante a tendência de adoção. Vale monitorar fluxos de ETF e halvings como catalisadores. Os fundamentos se fortalecem, preparando o terreno para ciclos de alta sustentáveis.


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Personagens cartoon de BlackRock e Coinbase transferindo baú com esferas BTC e ETH luminosas, simbolizando movimentação on-chain de US$115M

BlackRock Transfere US$ 115M em BTC e ETH para Coinbase

Os dados on-chain indicam que a BlackRock depositou 1.270 BTC (US$ 84,92 milhões) e 15.409 ETH (US$ 30,22 milhões) na Coinbase, totalizando US$ 115 milhões em movimentações recentes, conforme monitoramento do Onchain Lens. A operação, registrada em 19 de fevereiro de 2026, pode sinalizar aportes adicionais, segundo fontes. O Cointrader Monitor informa que o Bitcoin cotava a R$ 349.448,85 às 18:41, com variação de +0,27% em 24 horas. Tais transferências de grandes gestoras impactam a percepção de liquidez no mercado.


Detalhes da Transação On-Chain

Os registros mostram uma transferência precisa: 1.270 BTC avaliados em aproximadamente US$ 84,92 milhões e 15.409 ETH por US$ 30,22 milhões, conforme relato da Odaily. Esses valores refletem cotações próximas a US$ 66.900 por BTC e US$ 1.960 por ETH no momento da operação. Em reais, equivalem a cerca de R$ 443 milhões em BTC e R$ 156 milhões em ETH, com base em cotações recentes de R$ 349.449 (BTC-BRL) e R$ 10.162 (ETH-BRL).

A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, utiliza a Coinbase Prime para custódia institucional. Movimentações como essa não indicam necessariamente vendas imediatas, mas ajustes em reservas para ETFs ou negociações OTC. Os dados do Onchain Lens destacam o padrão de transferências em lotes, minimizando impacto no preço spot.

Contexto de Movimentos Institucionais

Esta não é a primeira ação da BlackRock no ecossistema cripto. O fundo iShares Bitcoin Trust (IBIT) acumulou bilhões em BTC desde o lançamento. Transferências para exchanges como a Coinbase frequentemente precedem criações de unidades de ETF ou rebalanceamentos de tesouraria. Em operações recentes, como em junho de 2025, observou-se extrações simultâneas de ETH, sugerindo gerenciamento ativo de portfólio.

Os volumes são significativos: 1.270 BTC representam 0,006% do suprimento circulante de Bitcoin (19,7 milhões), mas para o mercado brasileiro, equivalem a um volume relevante. O volume 24h de BTC nas exchanges locais foi de 290 BTC, per CTM API, destacando a escala institucional global versus local.

Implicações para o Mercado Cripto

Mercados reagem a fluxos institucionais. Após o anúncio, BTC oscilou entre US$ 65.681 e US$ 67.314 nas últimas horas, com fechamento em US$ 67.011 (+0,80%). ETH registrou -0,32%, cotado a US$ 1.949. Em BRL, BTC em R$ 349.448 e ETH em R$ 10.162 acompanham a tendência global, influenciada por fatores macro como dados de emprego nos EUA.

Tais depósitos podem preparar liquidez para staking em ETH ou expansões de ETFs. No entanto, sem confirmação oficial, traders monitoram endereços da BlackRock para sinais de saída. A ausência de dumps imediatos reforça a tese de custódia estratégica, não realização de lucros.

Níveis Técnicos a Observar

Para BTC, suporte imediato em US$ 65.600 (média móvel 50 períodos) e resistência em US$ 67.500. ETH testa suporte em US$ 1.900, com potencial recuo a US$ 1.850 se volumes declinarem. Indicadores como RSI (BTC: 55, neutro) sugerem consolidação. Investidores devem acompanhar fluxos on-chain via ferramentas como Onchain Lens para atualizações.

No agregado, os dados mostram continuidade de adoção institucional, com BlackRock como referência. Volumes de 24h em BTC-BRL indicam liquidez estável no Brasil.


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Personagens cartoon de sheik tech e CZ supervisionando rigs de mineração produzindo blocos BTC no deserto, simbolizando lucros dos Emirados Árabes com Bitcoin

Emirados Árabes Lucram US$ 344 Milhões com Mineração de Bitcoin

Os Emirados Árabes Unidos acumulam US$ 344 milhões em lucro não realizado com mineração de Bitcoin, mantendo uma reserva estratégica de 6.782 BTC avaliados em cerca de US$ 450 milhões. Iniciada em 2022 pela Citadel Mining, ligada à família real de Abu Dhabi, a operação produz 4,2 BTC por dia e prioriza a retenção dos ativos, contrastando com mineradores que vendem em pânico. Essa ‘estratégia de ferro’ sinaliza a visão soberana de nações no ecossistema cripto.


Estratégia de Mineração dos Emirados

A iniciativa dos Emirados Árabes Unidos começou em 2022 com a Citadel Mining, empresa associada à International Holding Company e à família real de Abu Dhabi. Instalada em Al Reem Island, a infraestrutura explora energia barata para gerar cerca de 4,2 BTC diários. Diferente de muitos participantes que liquidam estoques em quedas, os EAU seguram a maioria, transformando produção em reserva de valor de longo prazo.

Segundo dados on-chain da Arkham, os wallets ligados ao Royal Group controlam esses 6.782 BTC, com valor atual estimado em US$ 450 milhões. O lucro não realizado de US$ 344 milhões exclui custos energéticos, destacando eficiência. Em agosto de 2023, o portfólio valia US$ 700 milhões, mas a estratégia HODL resiste à volatilidade, reforçando fundamentos sólidos.

O Papel de CZ na Transição Soberana

O fundador da Binance, Changpeng Zhao (CZ), revelou ter advogado pela pivot dos EAU para mineração de Bitcoin. Em postagem recente, CZ confirmou seu envolvimento na orientação estratégica, alinhando-se aos interesses da exchange na região. Arkham estima que o país minerou US$ 453,6 milhões em BTC via Citadel, com saques mínimos há quatro meses.

Essa parceria exemplifica como líderes do setor impulsionam adoção institucional. CZ, conhecido por diálogos com governos, conecta expertise privada a políticas soberanas, acelerando a transição energética para criptoativos. Os EAU veem o Bitcoin não só como commodity, mas como store of value nacional.

Implicações Macro para o Mercado Cripto

Enquanto mineradores enfrentam desafios pós-halving e volatilidade, nações como os EAU constroem reservas estratégicas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 349.535 reflete resiliência, com variação positiva de 0,37% em 24h. Convertendo, os 6.782 BTC equivalem a cerca de R$ 2,37 bilhões, superando reservas tradicionais em liquidez digital.

O dólar a R$ 5,21 reforça o apelo global. Países como Butão também acumulam, mas vendem seletivamente; os EAU priorizam acumulação, sinalizando confiança no ciclo de adoção. Isso fortalece a narrativa de alta: fluxos institucionais e soberanos constroem bases para valorizações futuras.

O Futuro da Adoção Soberana

A ‘estratégia de ferro’ de Abu Dhabi inspira: transformar excedentes energéticos em Bitcoin posiciona os EAU à frente na economia digital. Investidores devem monitorar on-chain para fluxos semelhantes, enquanto o mercado digere correções curtas. Os fundamentos se fortalecem com adoção global, independentemente de ruídos diários.

Essa movimentação reforça que, em ciclos de incerteza, nações visionárias mineram para o futuro, enquanto outros reagem ao medo. O ecossistema cripto avança com players soberanos no mapa.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Esfera dourada comprimida por bandas geométricas tensionadas com rachaduras vermelhas, simbolizando squeeze histórico das Bandas de Bollinger no Bitcoin

Bitcoin: Bandas de Bollinger Indicam Explosão Imminente

O silêncio antes da explosão: as Bandas de Bollinger do Bitcoin estão no nível mais apertado da história, segundo analistas. Isso indica um movimento explosivo iminente no preço. Ao mesmo tempo, a análise da K33 Research aponta que estamos na fase final do bear market, similar a 2022, com consolidação entre US$ 60 mil e US$ 75 mil. Entenda esses sinais sem pânico e com clareza para navegar melhor pelo mercado.


O Que São as Bandas de Bollinger?

Em outras palavras, as Bandas de Bollinger são como uma ‘borracha elástica’ ao redor do preço do Bitcoin. Criadas por John Bollinger, elas consistem em uma média móvel simples no meio — pense nisso como a linha central do preço nos últimos 20 dias ou períodos — e duas bandas externas que medem a volatilidade. Quando o preço ‘toca’ a banda superior, está caro; na inferior, barato.

Isso significa que, quando as bandas apertam — ou seja, ficam bem próximas uma da outra —, a volatilidade está baixa. É como uma bola de borracha comprimida: ela precisa explodir para algum lado. No gráfico mensal do Bitcoin, esse squeeze está no recorde histórico, o que historicamente precede rallies fortes, exceto na queda de 2022 para US$ 16 mil.

Pense assim: imagine uma rua lotada que fica cada vez mais estreita. Os carros (preços) vão devagar agora, mas logo vem uma explosão de movimento. Analistas como Dorkchicken destacam que as chances de alta são maiores quando a expansão começar.

Por Que Esse Squeeze Pode Ser o Fim do Bear Market?

O atual aperto das bandas sugere que o Bitcoin, cotado em torno de US$ 67 mil, está acumulando energia. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 349.866 (+0,81% em 24h). Indicadores complementares, como o Sharpe Ratio em -38 (nível de fundos de ciclo), reforçam que estamos perto de um ‘buy zone‘ geracional.

Em 2015, 2019 e 2022, esses sinais baixos levaram a altas. Mas há riscos: um death cross nas médias móveis de 3 dias pode puxar para baixo primeiro, talvez até US$ 33 mil. No entanto, o histórico favorece paciência para quem holda.

A Visão da K33: Fase Final Como em 2022

A K33 Research, via Vetle Lunde, usa um ‘regime indicator‘ que combina funding rates negativos (há 11 dias), open interest baixo (abaixo de 26 mil BTC) e outflows de ETFs (103 mil BTC desde outubro). Isso espelha novembro de 2022, pré-fundo global.

Isso significa que o downside está limitado, mas não espere rebound rápido. Espere consolidação em US$ 60 mil-75 mil, com retornos médios de 3% em 90 dias. Trading spot caiu 59%, instituições cautelosas no CME. O Fear & Greed em 5 reflete pânico, mas não garante alta imediata — média de +2,4% em 90 dias.

Analogia brasileira: é como esperar o carnaval após o pré-carnaval morno. O movimento vem, mas com paciência.

O Que Fazer Agora? Passos Práticos

  1. Monitore as bandas: expansão para cima é sinal de alta.
  2. Verifique funding rates e ETF flows.
  3. Evite FOMO ou pânico: ciclos têm fases de consolidação.
  4. Diversifique e estude seu risco.

Você está aprendendo? Ótimo! Esses sinais empoderam decisões informadas. O bear market final testa paciência, mas recompensa os preparados.


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Eclipse escuro cobrindo sol dourado do Bitcoin com raios vermelhos, simbolizando pior queda desde 2022 por Fed hawkish e tensões globais

Fed Hawkish e Tensões Globais: BTC na Pior Queda desde 2022

As atas da reunião de janeiro do FOMC revelaram pela primeira vez a possibilidade de aumento de juros caso a inflação nos EUA permaneça acima da meta de 2%, sinalizando um tom mais hawkish do que o esperado. Combinado às crescentes tensões geopolíticas no Oriente Médio, o Bitcoin está a caminho de sua quinta semana consecutiva de queda, a pior sequência desde 2022. Investidores globais reavaliam o apetite por risco em meio a um dólar fortalecido e petróleo em alta.


Tom Hawkish nas Atas do Fed

Os minutos da reunião do Federal Reserve de 27 e 28 de janeiro, divulgados nesta quinta-feira (19), mostram que a maioria dos participantes optou por manter a taxa de juros federais entre 3,50% e 3,75%. No entanto, vários membros alertaram para riscos de inflação mais persistente do que o previsto, com o CPI atual em 2,4%, ainda acima da meta. Pela primeira vez em documentos recentes, alguns participantes indicaram apoio a ajustes para cima na taxa se os preços não convergirem para 2% de forma firme.

O jornalista Nick Timiraos, conhecido como ‘transmissor do Fed’, destacou a ausência de prazos claros para o retorno à meta inflacionária nas projeções do staff, um sinal de que autoridades americanas perderam confiança na desinflação rápida. Essa mudança de tom encerra uma trégua esperada pelos mercados e pressiona ativos de risco como criptomoedas, que dependem de liquidez farta para valorizar.

Tensões Geopolíticas Aceleram a Queda do BTC

Paralelamente ao Fed, riscos geopolíticos no Oriente Médio intensificam a aversão ao risco. Relatos indicam que os EUA acumulam a maior concentração de poder aéreo na região desde 2003, com possibilidade de ataques ao Irã. Isso elevou o índice do dólar a 97,7, o mais alto desde 6 de fevereiro, e o petróleo WTI para US$ 65, de uma mínima de US$ 62.

Um dólar forte e commodities em alta apertam as condições financeiras globais, afetando especialmente o Bitcoin, que caiu mais de 50% desde o pico de US$ 126.500 em outubro. Em termos semanais, o BTC registra cinco quedas consecutivas, ecoando o mercado de baixa de 2022, quando acumulou nove semanas negativas.

Impacto no Mercado Brasileiro e Global

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 350.410,86 nesta quinta-feira às 06:50, com variação de -1,83% nas últimas 24 horas. O dólar subiu para R$ 5,2383, ampliando a pressão sobre ativos em reais. Para investidores brasileiros, esse cenário reforça a necessidade de monitorar decisões em Washington e eventos no Oriente Médio, que moldam o fluxo de capital global para cripto.

Em perspectiva geopolítica, sanções potenciais e instabilidade energética podem prolongar juros altos nos EUA, reduzindo o apelo de ativos voláteis. Países emergentes como o Brasil sentem o impacto via carry trade reverso e saída de capitais de risco.

Próximos Passos para Investidores

O mercado aguarda a próxima reunião do FOMC em 18 de março, com 94% de chance de manutenção das taxas segundo o CME FedWatch. No curto prazo, é provável que o Bitcoin teste suportes abaixo de US$ 67.000. Investidores globais devem diversificar fontes de informação, conectando políticas monetárias americanas a dinâmicas internacionais, para navegar essa fase de incerteza elevada.


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Calendário rachado com '34' vermelho e traders cartoon cautelosos ao redor, simbolizando prêmio negativo recorde na Coinbase e saídas de ETFs

Bitcoin Quebra Recorde com 34 Dias de Prêmio Negativo na Coinbase

O Coinbase Bitcoin Premium Index registrou 34 dias consecutivos de prêmio negativo até 19 de fevereiro de 2026, superando o recorde anterior de cerca de 30 dias durante o crash de novembro de 2023. O indicador, atualmente em -0,0545%, reflete preços inferiores à média global na exchange americana. Paralelamente, ETFs de Bitcoin nos EUA tiveram saída líquida de US$ 133,3 milhões ontem, enquanto posições em puts de US$ 40 mil se tornaram a segunda maior aposta em opções antes do vencimento de 27 de fevereiro.


O Indicador Coinbase Premium em Detalhe

Os dados mostram que o prêmio negativo na Coinbase persiste desde o início de 2026, indicando vendas predominantes por investidores americanos em relação à média global. Historicamente, valores positivos sinalizam influxo institucional forte, como visto em ciclos de alta. Agora, com o índice em território negativo por tempo recorde, reflete redução no apetite por risco nos EUA, possivelmente influenciado por volatilidade macroeconômica e ajustes de portfólio.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 351.822 (-1,36% em 24h) reforça o cenário de pressão vendedora, com volume de 326 BTC negociados no Brasil.

Saídas Líquidas nos ETFs Americanos

Os fluxos negativos nos ETFs de Bitcoin spot totalizaram US$ 133,3 milhões em 18 de fevereiro, com destaque para BlackRock IBIT (-US$ 84,2 milhões) e Fidelity FBTC (-US$ 49,1 milhões). Ethereum spot ETFs registraram US$ 41,8 milhões de saída, liderados por ETHA (-US$ 29,9 milhões). Esses dados, monitorados pela Farside Investors, sugerem realização de lucros ou realocação por grandes players, em meio a BTC negociado próximo de US$ 67 mil.

Embora fluxos semanais mostrem variações, a tendência recente aponta para fraqueza sustentada no apetite institucional americano, contrastando com picos de entrada em 2025.

Posicionamento em Opções de Bitcoin

Na Deribit, o put de US$ 40 mil acumula US$ 490 milhões em valor nocional, segunda maior posição aberta antes do vencimento de 27 de fevereiro. O strike de US$ 75 mil lidera com US$ 566 milhões, nível de max pain. Com 63.547 calls vs. 45.914 puts (razão 0,72), traders mantêm viés de alta, mas buscam hedge contra quedas acentuadas.

Volume total de opções em US$ 7,3 bilhões reflete cautela, com BTC em queda de até 50% desde outubro.

Implicações e Níveis a Observar

Os dados convergem para ausência de demanda institucional forte nos EUA, com prêmio negativo recorde, saídas de ETFs e hedges em strikes baixos. Níveis técnicos incluem suporte em US$ 66 mil (próximo atual) e resistência em US$ 75 mil (max pain). Uma reversão no premium Coinbase ou influxos em ETFs poderia sinalizar mudança. Monitorar volume e volatilidade para contextos adicionais, sem implicar direção única.


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Correntes dourada e cyan espiralando em vórtice escuro com fragmentos WBTC e ETH, simbolizando baleias despejando US$ 80M em exchanges

Baleias Despejam US$ 80 Milhões em Exchanges: Sinal de Liquidação?

As baleias acordaram após um mês de inatividade, despejando volumes expressivos em exchanges. Uma grande detentora transferiu 12.840 ETH (cerca de US$ 25,35 milhões) para a OKX nas últimas 14 horas, enquanto um novo endereço vendeu 886,31 WBTC por US$ 58,53 milhões a um preço médio de US$ 66.044. Esses movimentos somam mais de US$ 80 milhões em potencial pressão vendedora, em um momento em que analistas alertam para dupla pressão no Bitcoin: saques de ETFs e influxos em corretoras. A história mostra que depósitos assim precedem correções.


Despertar da Baleia de ETH na OKX

Monitorada pelo Lookonchain, a baleia com endereço 0xF4E… permaneceu inativa por um mês antes de agir. Nas últimas 14 horas, depositou 12.840 ETH na OKX, equivalentes a aproximadamente US$ 25,35 milhões. Esse tipo de movimentação para exchanges centralizadas raramente é neutro: historicamente, reflete preparação para liquidação, especialmente após períodos de acumulação ou silêncio estratégico.

O Ethereum, cotado a cerca de R$ 10.357 no momento, enfrenta volatilidade adicional com esses influxos. Baleias como essa, que acordam após inércia, costumam sinalizar topos locais — lembre-se do mercado de baixa de 2022, quando depósitos semelhantes aceleraram quedas de 70% ou mais. O mercado está ignorando esses sinais?

Venda Concentrada de WBTC por Novo Endereço

Outro movimento preocupante veio de um endereço recém-criado (0x44f…8C91A), que agregou e vendeu 886,31 WBTC em apenas cinco horas. Os fundos, oriundos de uma ponte cross-chain há seis meses via Defiway, foram liquidados a um preço médio de US$ 66.044, totalizando US$ 58,53 milhões. Analistas como Ai_9684xtpa destacam a coordenação: dezenas de endereços uniram forças para a execução.

WBTC, atrelado ao Bitcoin, amplifica a pressão no ecossistema BTC. Em ciclos passados, vendas concentradas de wrapped assets por grandes players precederam quedas generalizadas. Com o Bitcoin a US$ 67.089 e R$ 351.438 segundo o Cointrader Monitor (variação de -1,55% em 24h), esses US$ 58 milhões podem pesar na liquidez spot.

Dupla Pressão: ETFs e Influxos em Exchanges

O analista Axel Adler reforça o alerta: na última semana, ETFs de Bitcoin nos EUA registraram saques líquidos de 11.042 BTC (US$ 669 milhões), com picos como 6.120 BTC em um dia. Paralelamente, exchanges acumulam suprimentos, com influxos positivos de +391 a +841 BTC por dia — hoje, +553 BTC. Essa inversão em relação a janeiro (saídas) indica que a demanda institucional não absorve a oferta.

Para um viés de alta se confirmar, precisaríamos de pelo menos três dias consecutivos de entradas em ETFs e saídas de exchanges. Sem isso, a dupla pressão — instituições vendendo e baleias depositando — sugere correção iminente. A exuberância recente ignora lições de 2018 e 2022.

O Que Isso Significa para Investidores

Enquanto o varejo procura ‘o fundo perfeito’, as baleias saem pela porta dos fundos. Esses US$ 80 milhões em depósitos não são coincidência: representam capital inteligente protegendo ganhos em um ciclo que pode estar no topo. Cuidado com a narrativa de ‘nova era institucional’ — ciclos econômicos não mudam da noite para o dia. Proteja seu capital monitorando fluxos on-chain e ETF. A história repete padrões, e o mercado cripto não é exceção.


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Partículas vermelhas sendo sugadas para vórtice dourado central, simbolizando êxodo de altcoins e migração de capital para Bitcoin

Êxodo de Altcoins: Pressão Vendedora em Pico de 5 Anos

Os dados mostram que a pressão vendedora cumulativa em altcoins atingiu US$ 209 bilhões negativos, o maior nível desde 2021, caindo de quase zero em janeiro de 2025. Paralelamente, o volume de negociação de altcoins na Binance encolheu cerca de 50%, de 59,2% em novembro para 33,6% em fevereiro, sinalizando rotação de capital para o Bitcoin em consolidação entre US$ 65.000 e US$ 67.000. Essa dinâmica reflete redução na confiança especulativa.


Pressão Vendedora em Máximos Históricos

A métrica de pressão vendedora líquida — diferença entre compras e vendas cumulativas em altcoins excluindo Bitcoin e Ethereum — registrou -US$ 209 bilhões, conforme plataforma CryptoQuant. Esse valor representa uma queda acentuada de níveis próximos a zero no início de 2025, equiparável aos picos de saída de capital observados em 2021 durante fase corretiva prolongada.

Analistas como Andri Fauzan Adziima, da Bitrue, atribuem o movimento a saídas majoritariamente de varejo, com instituições mantendo foco em ativos principais. A ausência de demanda ampla sustenta altas breves e narrativas, que revertem rapidamente em meio à volatilidade do Bitcoin.

No mesmo período, o market cap total de altcoins fora do top 10 estabilizou em torno de US$ 170-180 bilhões, testando suportes dinâmicos sem sinais de recuperação sustentada.

Queda de Volumes na Binance e Rotação para BTC

Dados segmentados de volume na Binance revelam dominância do Bitcoin em 36,8% das negociações totais desde 7 de fevereiro, contra 35,3% para altcoins e 27,8% para Ethereum. Essa participação das altcoins caiu para 33,6% até 13 de fevereiro, uma redução de quase metade ante os 59,2% de novembro passado.

Padrões semelhantes ocorreram em correções anteriores, como abril de 2025 e agosto de 2024, quando incertezas elevaram a preferência pelo Bitcoin como âncora de liquidez. A consolidação atual do BTC entre US$ 65.000 e US$ 67.000 atrai acumulação estratégica de baleias e detentores de longo prazo.

Stablecoins na Binance acumulam US$ 47,5 bilhões, ou 65% da liquidez total de exchanges, indicando posicionamento defensivo em ‘wait-and-see’.

Contexto Técnico e Níveis Críticos

A dominância de altcoins subiu quase 14% desde meados de janeiro, refletindo rotação especulativa apesar da pressão vendedora. No entanto, o mercado de altcoins opera abaixo de médias móveis chave, com momentum favorável aos vendedores e liquidez frágil.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 351.408,74 (variação -1,58% em 24h) reforça seu papel de reserva, com dólar em R$ 5,238. Níveis a observar incluem suporte em US$ 65.000 para BTC e possível shakeout darwiniano em altcoins, onde apenas projetos com adoção real prevalecerão.

Ryan Yoon, da Tiger Research, destaca que investidores buscam entradas, mas enfrentam ‘dip sob dip’, concentrando liquidez na maior exchange.

Implicações para o Mercado

Os dados sugerem filtro estrutural: capital rotaciona para Bitcoin em fases de incerteza, limitando altcoins a consolidações prolongadas sem influxos amplos. Volumes indicam distribuição em pullbacks recentes, com pouca evidência de acumulação em ativos menores.

Monitorar dominância do BTC e liquidez em stablecoins será essencial para avaliar reversões. Histórico aponta que melhorias em liquidez macro ou queda na dominância podem sinalizar retomada, mas atual configuração favorece cautela.


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