Esfera Bitcoin dourada rebota de suporte cyan sob silhueta de baleia colossal pressionando, com 66K holográfico, simbolizando recuperação e pressão de reservas na Binance

Bitcoin Recupera US$ 66K Após Queda: Pressão das Baleias na Binance?

O Bitcoin testou o suporte em US$ 64.270 logo após meia-noite UTC, impulsionado por liquidez fina e tensões geopolíticas entre EUA e Irã, mas recuperou para US$ 66.300 até as 11h UTC. Apesar do saldo de 676.834 BTC na Binance — maior desde novembro de 2024 —, o preço demonstrou resiliência. Os dados sugerem força institucional, mas com risco de pressão de venda latente de baleias. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 336.077 registra variação de -4% em 24h.


Movimento de Preço e Tensões Geopolíticas

Os dados mostram que o Bitcoin caiu mais de 5% de US$ 67.700 para US$ 64.270 em horas asiáticas, espelhando queda de 0,84% nos futuros do S&P 500. Ouro subiu ao maior nível desde 30 de janeiro, impulsionado por tarifas globais de 15% anunciadas por Trump e presença militar dos EUA perto do Irã. A recuperação para US$ 66.300 reflete demanda por risco após teste de suporte.

Altcoins como SOL e SUI perderam 7-8%, gerando US$ 270 milhões em liquidações, per CoinGlass. O movimento amplificado por baixa liquidez noturna destaca vulnerabilidade em horários de menor volume.

Saldo Recorde na Binance: Pressão Latente

O saldo de Bitcoin na Binance atingiu 676.834 BTC (US$ 44,5 bilhões), +9,3% do mínimo de 618.782 BTC em novembro de 2024, segundo CryptoQuant. Esse nível, o maior em 15 meses, indica depósitos para venda potencial ou margem em derivativos.

Uma transferência de uma baleia de US$ 760 milhões (atribuída a Garret Jin) contribuiu, elevando reservas e gerando volatilidade. Fluxos on-chain assim frequentemente precedem aumentos em vendas ou alavancagem, ampliando oscilações.

Indicadores de Derivativos e Liquidações

Open interest em futuros cripto permanece abaixo de US$ 100 bilhões há duas semanas, sinal de apetite moderado por alavancagem. Liquidações totalizaram US$ 500 milhões em 24h, com puts de BTC em US$ 58k-62k premium sobre calls no Deribit. Volatilidade implícita 30 dias (BVIV) subiu 9% para acima de 60%.

Tokens ligados a ouro como XAUT viram +14% em OI, enquanto BTC e majors mostram CVD negativo, indicando pressão vendedora dominante.

Níveis Técnicos e Próximos Passos

Suportes testados: US$ 64.270 (mantido), próximo em US$ 62.000. Resistências: US$ 67.700 (recém-perdida) e média móvel 50 dias em US$ 68.500. O rebote para US$ 66.000 coincide com Michael Saylor mirando 100ª compra da MicroStrategy, reforçando influxo institucional.

Investidores devem monitorar fluxos na Binance e volatilidade. Dados on-chain sugerem equilíbrio precário entre resiliência e risco de correção.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Minerador cartoon virando as costas para pilha vazia de Bitcoin e caminhando para data center IA, simbolizando capitulação da Bitdeer no mining

Capitulação? Bitdeer Zera Reservas de BTC para Apostar em IA

A Bitdeer zerou suas reservas de Bitcoin até 20 de fevereiro, vendendo tudo produzido e acumulado para gerar liquidez. O CEO Jihan Wu, em explicação pública, minimiza o impacto, alegando preparo para aquisições de terrenos energizados. Mas o mercado está ignorando um padrão preocupante: mineradoras capitulando BTC em massa para pivotar para IA, em meio a preços voláteis e custos crescentes. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 336.434 (-3,89% em 24h).


Venda Total e Justificativa do CEO

A Bitdeer, listada em Singapura com market cap de US$ 1,8 bilhão, reduziu suas holdings de 1.530 BTC em janeiro para zero. Na semana passada, vendeu 943 BTC da tesouraria e 189,8 BTC minerados, convertendo produção em caixa imediata. Jihan Wu, cofundador veterano do setor, postou no X que isso não significa “bilanço sempre em zero”, mas sim prudência para expansão de hashrate e oportunidades de imóveis com energia barata.

A ação BTDR negocia a US$ 7,70, queda de 41% em um ano, refletindo pressões operacionais. A história mostra que mineradoras como as de 2018 e 2022 sofreram com halvings e quedas de preço, forçando vendas desesperadas. Aqui, o timing — com BTC caindo para US$ 64 mil — levanta sobrancelhas: cuidado com decisões tomadas no desespero.

Pressão no Setor de Mineração

O Bitcoin a US$ 64.800 pressiona receitas, enquanto custos fixos com energia e hardware persistem. Bitdeer minerou 668 BTC em janeiro (+430% YoY), elevando hashrate para 65,1 EH/s, mas optou por vender tudo. Isso acelera consolidação: menores e endividados saem, majors buscam diversificação.

O mercado ignora que esse modelo de tesouraria em BTC, idolatrado por nomes como MicroStrategy, está falhando para outros. Ciclos passados ensinam: exuberância leva a alavancagem excessiva, e correções expõem fraquezas. Com dólar a R$ 5,17, a conversão para fiat agrava a percepção de capitulação.

Pivot para IA: Tendência ou Fuga?

Bitdeer captou US$ 325 milhões em notes conversíveis e US$ 43,5 milhões em equity para data centers AI, implantando NVIDIA GB200 na Malásia e convertendo sites nos EUA e Europa. Contratos HPC/AI prometem receitas estáveis, longe dos ciclos de halving.

Não está sozinha: Riot vendeu US$ 200 milhões em BTC, Bitfarms abandona rótulo “empresa Bitcoin”, MARA entra em HPC via Exaion. O mercado celebra o “pivot para IA”, mas esquece o custo: fuga de capital do ecossistema Bitcoin. Mineradoras viram proxies alavancados de BTC; agora, viram infra digital genérica, diluindo convicção no ativo.

Implicações para Investidores

Para holders de BTC, isso sinaliza enfraquecimento da demanda orgânica de mineradoras — players que historicamente absorviam oferta pós-halving. O viés de baixa ganha força se mais seguirem, trocando BTC por data centers especulativos em IA, setor volátil como cripto em 2021.

Proteja capital: monitore hashrate real vs. narrativas, e lembre que toda alta é seguida de baixa. A história repete: cuidado com o que o mercado ignora hoje.


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Ferreiro cartoon martelando o 100º bloco BTC em bigorna de aço, ignorando nuvens de perdas, celebrando estratégia resiliente de Saylor

Estratégia de Ferro: Saylor Ignora US$ 7 Bilhões em Perdas e Faz 100ª Compra de BTC

Michael Saylor não para: a 100ª compra de Bitcoin pela Strategy mostra quem realmente manda no longo prazo. Apesar de perdas não realizadas próximas a US$ 7 bilhões, a empresa adquiriu mais 592 BTC por cerca de US$ 40 milhões, elevando seu tesouro para 717.722 BTC – equivalente a 3,4% da oferta total. Financiada por venda de ações, essa jogada reforça a tese de adoção institucional mesmo em correções de mercado.


A 100ª Aquisição em Detalhes

A compra modesta de 592 BTC por US$ 39,8 milhões, a um preço médio de US$ 67.286, foi revelada em comunicado oficial. É a nona aquisição consecutiva em meio à queda do Bitcoin, que tocou US$ 64.200 recentemente. O total acumulado custou US$ 54,56 bilhões (preço médio de US$ 76.020 por BTC), com valuation atual em torno de US$ 47,5 bilhões – uma perda não realizada de US$ 7 bilhões que Saylor ignora completamente.

Essa estratégia, batizada por Saylor como “The Orange Century”, demonstra convicção inabalável. A empresa vendeu ações Classe A para financiar a operação, mantendo US$ 37,4 bilhões em securities disponíveis. Para o investidor comum, isso é um lembrete: volatilidade de curto prazo não define o rumo dos fundamentos.

Visão Estratégica de Longo Prazo

O mercado está construindo, e participantes como a Strategy provam isso. Com 3,4% da oferta total de Bitcoin em mãos, Saylor reforça que “se não vai a zero, vai a um milhão”. Essa acumulação inspira confiança, especialmente após halvings e fluxos de ETFs que fortalecem a narrativa de reserva de valor. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 336.206 (-3,93% em 24h), com dólar a R$ 5,17.

Em ciclos passados, correções como essa precederam valorizações expressivas. A Strategy, ex-MicroStrategy, lidera a adoção corporativa, influenciando tesourarias globais. Para brasileiros, isso sinaliza: gigantes compram na baixa, focando no horizonte.

Expectativas de Mais Compras e Implicações

Vinny Lingam, CEO da Sygnum, aposta em uma nova compra de US$ 500 milhões esta semana, alinhada ao padrão semanal de Saylor. Apostas no Polymarket apontam anúncio em 2 de março. Isso pode acelerar recuperação, com open interest em baixa e liquidações de posições longas limpando o mercado.

Os fundamentos se fortalecem: apoio institucional cresce, com bancos mais sólidos e tecnologia madura. Investidores devem monitorar fluxos de baleias e mNAV da Strategy. No longo prazo, acumular como Saylor é a lição – correções testam, mas não quebram visões estratégicas.


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Estrutura hexagonal dourada rachada vazando fluido vermelho-dourado com '3.8B' no fluxo, simbolizando saídas recordes de ETFs de Bitcoin

Sangria nos ETFs de Bitcoin: 5 Semanas de Saídas de US$ 3,8 Bi

Os produtos de investimento em ativos digitais registraram saídas líquidas de US$ 288 milhões na semana encerrada em 20 de fevereiro, marcando a quinta semana consecutiva de fluxo negativo, com acumulado de US$ 4 bilhões, segundo relatório da CoinShares. Paralelamente, nos EUA, os ETFs spot de Bitcoin drenaram US$ 3,8 bilhões em cinco semanas, a maior racha negativa em um ano. Os dados revelam cautela institucional em meio à correção de preços do BTC abaixo de US$ 70.000.


Detalhes dos Fluxos Semanais

De acordo com a CoinShares, o volume de trading caiu para US$ 17 bilhões, o menor desde julho de 2025. Na última semana, as saídas atingiram US$ 288 milhões, com Bitcoin respondendo por US$ 215 milhões em saídas. Produtos vendidos em Bitcoin, por outro lado, captaram US$ 5,5 milhões, a maior entrada individual. O acumulado de cinco semanas reforça um padrão de retração, com os dados mostrando uma redução consistente no apetite por exposição direta ao BTC.

Nos EUA, os ETFs spot acumularam US$ 316 milhões em saídas na semana de quatro dias (devido ao feriado). O BlackRock IBIT liderou com US$ 2,13 bilhões em resgates totais no período. Esses números, rastreados pela SoSoValue, indicam que os fluxos líquidos desde janeiro de 2024 somam US$ 54 bilhões em entradas, mas com AUM atual em US$ 85,3 bilhões, queda de quase 50% ante o pico de US$ 170 bilhões em outubro.

Divisão Regional e por Ativo

A regionalização destaca os EUA como epicentro da sangria, com US$ 347 milhões em saídas na semana da CoinShares, contrastando com entradas de US$ 59 milhões na Europa e Canadá. Isso sugere divergências em apetites regionais, possivelmente ligadas a expectativas macroeconômicas distintas.

Além do BTC, ETFs de Ethereum registraram US$ 123 milhões em saídas na semana, totalizando US$ 1,39 bilhão em cinco semanas. Em contrapartida, produtos Solana e XRP viram entradas modestas de US$ 14,3 milhões e US$ 1,8 milhão, respectivamente, apontando para uma rotação setorial em meio à fraqueza geral.

Contexto de Preços e Mercado

As saídas coincidem com a correção do Bitcoin, que caiu quase 50% desde o ATH de US$ 126.000 em outubro, negociando abaixo de US$ 70.000 desde fevereiro. Fatores incluem tensões geopolíticas EUA-Irã e anúncios de aranceles por Trump. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 335.666,67 (-4,16% em 24h), equivalendo a cerca de US$ 64.900 no câmbio atual de R$ 5,17.

Desde o lançamento dos ETFs há dois anos, os influxos históricos foram robustos, mas o atual episódio — o mais longo desde fevereiro de 2025 — sinaliza maturidade do mercado, com maior sensibilidade a ciclos macro.

Níveis Técnicos a Observar

Os dados sugerem monitoramento de US$ 65.000 como suporte crítico para o BTC, conforme destacado por analistas da 21Shares. Uma defesa bem-sucedida poderia estabilizar fluxos; rompimento ampliaria a pressão vendedora. Indicadores de volume confirmam baixa liquidez, com potencial para maior volatilidade. Investidores institucionais parecem priorizar preservação de capital em meio a incertezas, mas entradas regionais indicam oportunidades pontuais em altcoins.


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Ampulheta de vidro com fluido cyan escoando revelando formas douradas de Bitcoin no fundo, evocando sinal raro de liquidez USDT como em 2022

Sinal Raro do USDT: Déjà Vu do Fundo de 2022 no Bitcoin

Os dados da CryptoQuant indicam que a variação do market cap do USDT em 60 dias caiu abaixo de -US$ 3 bilhões, nível registrado apenas uma vez antes, no fundo do mercado de baixa de 2022, quando o Bitcoin negociava próximo a US$ 16 mil. Essa métrica, destacada pelo analista Moreno, reflete estresse extremo de liquidez. Atualmente, com o BTC em torno de US$ 64.600 (-4,5% em 24h) e R$ 334.419 no mercado brasileiro, o sinal reacende debates sobre exaustão de vendas.


Detalhes do Indicador de Liquidez USDT

A métrica de variação de market cap em 60 dias mede a expansão ou contração sustentada da oferta de USDT, stablecoin dominante no ecossistema cripto. Quando negativa em magnitudes bilionárias, sinaliza retiradas contínuas de capital das exchanges, frequentemente associadas a desalavancagem forçada e redução de apetite por risco. Em 2022, esse patamar coincidiu com o fundo semanal do Bitcoin em meio a colapsos como o FTX.

Hoje, após ATH acima de US$ 100 mil em 2025, o BTC corrige para US$ 64-70 mil. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 334.419 (-4,61% em 24h, volume de 430 BTC). Os dados mostram que esse encolhimento não é oscilação pontual, mas tendência de 60 dias, sugerindo saída estrutural de liquidez.

Resgates Massivos e Saídas Institucionais

Complementando o sinal, registraram-se três resgates líquidos de USDT acima de US$ 1 bilhão em dias isolados recentes. Esses eventos ocorrem tipicamente em fases de volatilidade elevada ou bottoms locais, indicando movimentos de grandes players — possivelmente instituições — realocando para ativos fiduciários ou reduzindo exposição. Historicamente, tais fluxos precedem exaustão de pressão vendedora, não inícios de quedas prolongadas.

No contexto atual, com tensões macro como tarifas comerciais, o BTC testou suportes em US$ 65 mil. A análise reforça que resgates desse calibre marcam transição de pânico para estabilização, conforme padrões de 2022.

Stablecoins como ‘Pólvora Seca’ do Mercado

Stablecoins como o USDT funcionam como ‘pólvora seca’: expansão de oferta sinaliza influxo de capital fresco para ativos de risco; contração reflete cautela ou resgates forçados. Para o Bitcoin, sensível à liquidez, esse encolhimento bilionário em 60 dias implica ambiente de baixa liquidez nativa, pressionando preços de curto prazo.

Os dados sugerem assimetria: se os fluxos estabilizarem ou reverterem, o risco-retorno inclina para alta de médio prazo, similar a ciclos passados pós-desalavancagem. Persistência da contração, porém, pode estender a correção.

Níveis Chave e Perspectivas Macro

Enquanto o sinal USDT aponta possível fundo local, projeções cíclicas indicam fundo macro em outubro/novembro 2026 (230-240 dias à frente), alinhado a padrões históricos. Níveis a monitorar no BTC: suporte imediato em US$ 63-65 mil; resistência em US$ 70 mil. Indicadores de volume e RSI confirmam oversold, mas confirmação requer estabilização USDT.

Investidores devem observar fluxos semanais de stablecoins e volume spot para validação. Os números apontam oportunidade em estresses extremos, condicionada à exaustão confirmada.


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Legislador cartoon depositando lingote BTC em cofre estadual frio de Missouri, com TX e AZ ao fundo, simbolizando adoção governamental de Bitcoin

Bitcoin no Tesouro: Missouri Avança Reserva Estratégica de BTC

Missouri quer seu próprio cofre de Bitcoin: o projeto de lei HB 2080, introduzido pelo representante Ben Keathley, avança para a House Commerce Committee. A proposta cria o ‘Bitcoin Strategic Reserve Fund’ no tesouro estadual, permitindo aquisição via doações ou compras, com custódia obrigatória em cold storage por pelo menos cinco anos. Autoridades de Missouri buscam fortalecer a soberania financeira local em meio à adoção crescente de Bitcoin por governos nos EUA.


Detalhes da Proposta Legislativa

O HB 2080 autoriza o tesoureiro estadual a gerenciar o fundo, aceitando doações, subsídios e presentes de Bitcoin de residentes e entidades governamentais de Missouri. Compras com fundos públicos também são permitidas, priorizando contribuições voluntárias para minimizar riscos fiscais. Os ativos devem permanecer inalterados por cinco anos, protegidos em cold storage offline, com possibilidade de venda ou conversão após esse período.

Definições legais claras estabelecem Bitcoin como ativo digital descentralizado e cold storage como método offline de segurança de chaves privadas. Políticas de custódia incluem uso de terceiros qualificados baseados nos EUA, relatórios bienais públicos e proibições a transações com atores estrangeiros ligados a atividades ilícitas. Agências estaduais poderão aceitar criptomoedas para impostos e taxas, ampliando a integração prática.

Comparação com Outros Estados Americanos

Missouri segue tendência observada em estados como Texas e Arizona, onde propostas semelhantes ganharam tração. No Texas, discussões sobre reservas de Bitcoin visam diversificação de reservas estatais, enquanto Arizona explorou fundos soberanos com exposição a criptoativos. Diferentemente da tentativa falha de 2025 em Missouri, que parou no comitê, o HB 2080 apresenta framework mais robusto de custódia e transparência, alinhando-se a movimentos pró-cripto em nível estadual.

Esses avanços refletem uma estratégia de soberania financeira, reduzindo dependência de ativos fiduciários voláteis. Missouri já eliminou impostos estaduais sobre ganhos de capital em 2025 via HB 594, tornando-se pioneira ao deduzir 100% dos ganhos federais, o que incentiva retenção de Bitcoin por residentes.

Implicações Geopolíticas e para Investidores

Do ponto de vista global, a adoção estadual de Bitcoin nos EUA sinaliza uma fragmentação regulatória que pode influenciar políticas federais. Governos estaduais atuam como laboratórios de inovação financeira, testando custódia institucional em escala. Para investidores brasileiros, isso reforça o apelo do Bitcoin como reserva de valor soberano, especialmente em contextos de instabilidade monetária.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 333.539,79 às 18h28 de hoje, com variação de -4,59% em 24h. Movimentos como o de Missouri podem estabilizar narrativas pró-Bitcoin, impactando fluxos de capital internacionais e adoção em emergentes como o Brasil.

Próximos Passos e Perspectivas

O HB 2080 aguarda audiência pública no comitê, podendo avançar para votação na Câmara e Senado antes de chegar ao governador Mike Kehoe, com data efetiva proposta para 28 de agosto de 2026. Críticos destacam volatilidade, mas defensores enfatizam hedge contra inflação e inovação. Investidores devem monitorar aprovações estaduais como indicadores de maturidade institucional do Bitcoin.


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Engenheiro cartoon conectando painéis solares a mineradora Bitcoin sob sol nordestino, ilustrando iniciativa da Engie para minerar BTC com energia excedente no Brasil

Sol em Bitcoin: Engie Quer Minerar BTC com Energia Solar no Brasil

A gigante francesa de energia Engie estuda instalar data centers de mineração de Bitcoin na sua usina solar Assu Sol, de 895 MW, no Rio Grande do Norte. O motivo? Transformar energia solar excedente, que hoje é desperdiçada por ordens da rede elétrica, em uma fonte de renda. Para o brasileiro comum, isso pode significar energia renovável mais barata no futuro e empregos no sertão. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 333.932 nesta segunda-feira, 23.


O Problema da Energia Excedente no Brasil

A usina Assu Sol, a maior solar da Engie no mundo, acabou de entrar em operação plena no Nordeste brasileiro. Mas já enfrenta um obstáculo comum: o curtailment, quando a rede elétrica manda parar a geração porque há mais oferta do que demanda. Isso acontece desde 2023, com o boom de solares e eólicas batendo de frente com gargalos na transmissão e crescimento lento da demanda.

Resultado? Bilhões de reais em energia ‘perdida’ por ano. Imagine: painéis solares brilhando no sol do sertão, produzindo eletricidade limpa, mas forçados a desligar. Para uma família brasileira, isso é como pagar a conta de luz e ver parte dela jogada fora. Eduardo Sattamini, chefe da Engie no Brasil, disse que buscam offtakers — compradores de energia excedente — para resolver isso.

No dia a dia, isso afeta todos nós: energia renovável mais cara porque as usinas precisam compensar perdas, e contas de luz que não baixam apesar do sol farto.

Por Que Bitcoin Mining é uma Solução Prática?

Mineração de Bitcoin consome muita energia, mas é flexível: pode ligar e desligar rápido, absorvendo picos de produção solar sem depender da rede. É como uma ‘bateria digital’ — a energia vira Bitcoin, que pode ser vendido a qualquer hora. Para a Engie, isso monetiza o que seria perda, melhorando a economia do projeto.

No Brasil, com sol abundante e custos de energia baixos em usinas próprias, faz sentido. Pense no custo: um mineiro doméstico gasta o equivalente a um ar-condicionado ligado 24h, mas em escala industrial, com energia grátis (excedente), o lucro explode. Sattamini alerta que leva anos para instalar — não é amanhã —, mas mostra inovação prática.

Para você, leitor: isso pode baixar tarifas de energia a longo prazo, criando um ciclo virtuoso onde renováveis financiam mais renováveis.

Impacto para o Brasileiro e o Mercado Local

No sertão nordestino, isso significa empregos: construção de data centers, manutenção, segurança. Regiões como Rio Grande do Norte, com pouca indústria, ganham um polo de mineração verde — a mais limpa possível, 100% solar. Diferente dos EUA ou China, aqui o sol é de graça.

Com o Bitcoin em queda hoje (-4,47% em 24h, para R$ 334 mil), minerar com custo zero de energia vira oportunidade real. Empresas como Bitfarms e IREN já pivotam para AI, mas Engie foca BTC, provando que ainda vale. Para o cidadão: menos dependência de hidrelétricas secas e mais estabilidade na rede.

Realista: há desafios regulatórios (ANEEL, impostos sobre cripto) e volatilidade do BTC, mas é um passo concreto para inclusão energética.

O Que Fazer e Monitorar Agora

Se você tem energia solar em casa ou faz remessas, fique de olho: mineração verde pode estabilizar o sistema e baratear kWh. Monitore aprovações da Engie — anos pela frente, mas pioneiro. Para investir ou usar BTC no dia a dia, foque em exchanges com taxas baixas para converter energia em renda real.

Essa notícia mostra cripto saindo do especulativo para o prático: energia do sol virando Bitcoin no bolso do brasileiro comum.


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Executivos cartoon construindo ponte entre banco e crypto com fluxo 17B e investidor comprando BTC em 67K, simbolizando nova era institucional

ETF de US$ 17 Bilhões e Crypto.com como Banco: A Nova Era Institucional

📊 BOLETIM CRIPTO | 23/02/2026 | NOITE

O mercado cripto atinge um novo patamar de maturidade institucional neste início de 2026, com o lançamento histórico do ETF GENIUS da ProShares registrando um volume sem precedentes de US$ 17 bilhões. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 334.048,83, mantendo o suporte crucial após o autor Robert Kiyosaki reforçar sua tese de escassez contra a dívida americana. Embora o período tenha sido marcado por investidas regulatórias na Europa e incidentes de segurança em protocolos DeFi de baixa liquidez, o viés de alta moderado prevalece, sustentado por marcos de conformidade como a aprovação do primeiro banco trust nacional da Crypto.com pela OCC.


🔥 Destaque: ETF GENIUS da ProShares Atrai US$ 17 Bilhões

O lançamento do ProShares Genius Money Market ETF marcou o cenário financeiro global ao registrar um volume de negociações de US$ 17 bilhões em seu primeiro dia. Este desempenho superou as estreias de qualquer ETF de criptomoedas ou fundos ESG anteriores, sinalizando uma demanda avassaladora por ativos do mundo real (RWA) tokenizados que seguem padrões rigorosos de conformidade.

De acordo com a Blockonomi, embora uma parcela significativa desse volume tenha sido impulsionada por alocações internas da própria ProShares para sua gestão de tesouraria, o evento valida a eficácia do GENIUS Act. O fundo utiliza títulos governamentais de curto prazo como lastro, oferecendo uma alternativa regulamentada e com rendimento (yield) às stablecoins tradicionais.

Para o investidor institucional, a utilidade reside na integração com blockchain para liquidação imediata sem a perda de juros. No entanto, é necessário monitorar a sustentabilidade desse volume orgânico nas próximas semanas. A estratégia demonstra a convergência definitiva entre as finanças tradicionais (TradFi) e a infraestrutura descentralizada, posicionando fundos tokenizados como o novo padrão para gestão de caixa corporativa.

O sucesso do GENIUS ETF abre caminho para uma onda de produtos similares, elevando a liquidez em ativos RWA e fortalecendo a narrativa de que a tokenização é o caminho inevitável para a eficiência operacional dos grandes bancos.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento predominante é de um otimismo cauteloso. O mercado está operando sob a narrativa de “Institucionalização Total”, onde marcos regulatórios positivos, como a Crypto.com recebendo sinal verde da OCC para operar como banco nacional, oferecem um contraponto sólido às notícias pessimistas de segurança.

Apesar da volatilidade pontual causada por ataques de FUD contra a stablecoin USD1 da família Trump e exploits em oráculos no Stellar, a resiliência demonstrada pelo sistema é notável. O fluxo de capital para exchanges reguladas, como a Binance, continua sendo o driver principal de liquidez, especialmente em momentos de incerteza em plataformas menores ou não conformes na Europa.

Setorialmente, o segmento de RWA (Real World Assets) vive seu momento de maior aquecimento técnico. A integração entre banking e cripto nos EUA está acelerando, o que deve mitigar os riscos de contágio de hacks isolados em protocolos DeFi menos líquidos.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Ataques Coordenados em Stablecoins: O incidente com a USD1 da WLFI, relatado pela BlockTempo, mostra que ativos vinculados a figuras políticas podem sofrer pressão artificial via redes sociais e apostas vendidas massivas.
  • Exploits em Mercados Ilíquidos: O hack de US$ 10 milhões no YieldBlox via manipulação de oráculo Reflector reforça a periculosidade de depositar fundos em protocolos com baixo volume de negociação nas redes Stellar ou similares.
  • Equipe de Conformidade: A proibição da KuCoin na UE, conforme a CoinDesk, destaca que a falta de pessoal especializado em AML (prevenção à lavagem de dinheiro) pode paralisar operações sob o regime MiCA.
  • Automação sem Salvaguardas: O erro do agente de IA “Lobstar Wilde”, que transferiu acidentalmente 5% da oferta de um token, serve de alerta sobre a ausência de supervisão humana em bots de negociação experimental.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Custódia Federal nos EUA: A aprovação da Crypto.com pela OCC cria uma janela para investidores institucionais buscarem custódia qualificada sob o “padrão ouro” de supervisão bancária.
  • Acumulação em Suporte: A compra estratégica de 1 BTC por Robert Kiyosaki a US$ 67.000 valida este nível como um suporte técnico e psicológico importante para o médio prazo.
  • Migração de Volume na UE: A interrupção de novos negócios da KuCoin na Áustria abre espaço para que exchanges totalmente conformes com o MiCA capturem participação de mercado imediata no mercado europeu.

📰 Principais Notícias do Período

1. ProShares GENIUS ETF explode com US$ 17 bi no 1º dia
O fundo alcançou volume recorde, impulsionado por transferências internas da ProShares. O lançamento valida o uso de fundos de mercado monetário tokenizados em conformidade com o GENIUS Act, superando estreias históricas de ETFs.

2. Crypto.com recebe aprovação condicional OCC para banco trust nacional
A exchange obteve autorização para operar o Crypto.com National Trust Bank nos EUA. O marco permitirá oferecer serviços de custódia e staking sob supervisão direta do regulador federal, integrando-se ao sistema bancário tradicional.

3. USD1 da WLFI sofre ataque FUD e perda de paridade de 2%, mas recupera
A stablecoin ligada à família Trump sofreu uma tentativa de manipulação coordenada via redes sociais. O ativo chegou a US$ 0,98 na Binance, mas recuperou a paridade em minutos graças às reservas em títulos do Tesouro dos EUA.

4. KuCoin proibida de novos negócios na UE por falhas em AML
O regulador austríaco suspendeu novos cadastros da exchange por falta de oficiais de conformidade. O caso sinaliza o rigor do MiCA em exigir que empresas mantenham infraestrutura operacional humana adequada para prevenção a crimes financeiros.

5. Hack YieldBlox: US$ 10M perdidos em exploit de oráculo no Stellar
Um invasor explorou a baixa liquidez do mercado USTRY/USDC para manipular o preço em oráculos e drenar ativos do protocolo. A Stellar reagiu congelando 48 milhões de XLM, mitigando parte do prejuízo total.

6. Kiyosaki compra BTC a US$ 67k citando dívida EUA e escassez
O autor de “Pai Rico, Pai Pobre” aproveitou o recuo recente para acumular. Segundo Robert Kiyosaki, a escassez fixa de 21 milhões do Bitcoin o torna superior ao ouro diante da desvalorização do dólar americano.

7. Erro de IA em negociação algorítmica: lições do caso Lobstar Wilde
Um agente autônomo enviado por um engenheiro da OpenAI transferiu acidentalmente US$ 450 mil em tokens devido a uma má interpretação de comandos. O erro reforça a necessidade urgente de camadas de segurança humana em IA DeFi.


🔍 O Que Monitorar

  • Volume do GENIUS ETF: Observar se a atividade se mantém orgânica após o impacto inicial das alocações internas da ProShares.
  • Paridade da USD1: Acompanhar a estabilidade da stablecoin frente a novos ataques coordenados por motivações políticas.
  • Aprovação Final OCC: O status da licença plena para a Crypto.com ditará o ritmo da entrada institucional em custódia.
  • Liquidez no Stellar: Monitorar se o hack no YieldBlox causará uma saída de TVL (valor total bloqueado) na rede.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 24 a 48 horas, a perspectiva permanece com viés de alta moderado. O peso dos US$ 17 bilhões movimentados no novo ETF da ProShares e o avanço bancário da Crypto.com superam os riscos operacionais trazidos pelos recentes hacks. É provável que o suporte do Bitcoin em US$ 67.000 atraia mais compradores institucionais caso a narrativa de escassez continue em evidência. Investidores devem estar atentos à divulgação de novos dados de reservas da WLFI e à reação dos volumes na Europa após a sanção contra a KuCoin. Se você busca diversificar seus ativos em uma plataforma com alta liquidez, a Binance continua sendo a referência para acompanhar essas movimentações de mercado em tempo real.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Vórtice vermelho sugando ouro digital sobre linha rachada '65K', simbolizando US$ 3 bi em liquidações e queda do Bitcoin abaixo de US$ 65k

Sangria Cripto: US$ 3 Bi Evaporam em 24h com BTC abaixo de US$ 65k

Os dados da Coinglass registram US$ 3,16 bilhões em liquidações de posições alavancadas nas últimas 24 horas, com 92% concentradas em posições compradas. O rompimento do suporte de US$ 65 mil pelo Bitcoin desencadeou uma cascata de ordens automáticas, afetando 137 mil traders. A maior perda individual, de US$ 61,5 milhões, ocorreu na HTX, sinalizando exaustão entre grandes posições otimistas. O Crypto Fear & Greed Index voltou a 5, nível de "medo extremo".


Magnitude das Liquidações

De acordo com plataformas de monitoramento como Coinglass, o total de liquidações atingiu US$ 3,16 bilhões em 24 horas, dos quais US$ 2,9 bilhões vieram de compradas e apenas US$ 25,6 milhões de vendidas. Bitcoin futures lideraram com US$ 213,6 milhões forçados a fechar, seguido por Ethereum (US$ 113,9 milhões) e Solana (US$ 19,9 milhões). Os dados mostram que 82% das perdas ocorreram em uma janela de 4 horas, coincidindo com a queda do BTC de US$ 68.600 no sábado para US$ 64.300 na segunda-feira.

Esse volume reflete um mercado ainda posicionado para alta, com reloads constantes de alavancagem em rallies curtos. A limpeza remove excesso de leverage, mas expõe vulnerabilidades sistêmicas quando suportes são rompidos.

Caso Emblemático: Whale na HTX

A liquidação de US$ 61,5 milhões em BTC-USDT na HTX destaca a concentração de risco. Essa posição, a maior individual no período, sugere um fundo ou baleia apalancada, não varejo. Outra vítima notável foi Machi Big Brother, com perda parcial em ETH, elevando suas perdas totais para US$ 28,8 milhões, conforme rastreado por Lookonchain.

Tais eventos exemplificam como o mecanismo de liquidação automática amplifica quedas: stop-losses coletivos criam pressão vendedora em cascata, acelerando rompimentos.

Sentimento e Níveis Técnicos Críticos

O Crypto Fear & Greed Index recuou para 5/100, "medo extremo", visto apenas três vezes desde 2018. Glassnode reporta perdas realizadas diárias de US$ 500 milhões por holders recentes, indicando capitulação contínua. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 344.275,81 às 07:09 (variação -2,52% em 24h), equivalente a cerca de US$ 66.500 com dólar a R$ 5,175.

Técnicos apontam US$ 62.000 como suporte imediato; perda dele abre caminho para US$ 60.000 ou US$ 45.000 em cenários de baixa. O BTC está 48% abaixo do pico de outubro (US$ 126.000).

Implicações para Traders

As liquidações purgam alavancagem excessiva, potencialmente estabilizando bases para rebounds, mas o padrão persiste: reloads em bounces punidos por resets. Traders devem monitorar volume24h (217 BTC no Brasil) e net realized losses. Incertezas tarifárias globais (EUA a 15%) adicionam pressão macro. Níveis chave: resistência US$ 71.000 para alívio; suporte US$ 62.000 como linha de defesa final.

Os dados sugerem cautela: 90% das perdas em compradas reforça viés de baixa de curto prazo, mas sem sinal direcional claro.


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Eclipse negro engolindo sol dourado do Bitcoin com '1T' fragmentado evaporando, simbolizando crise de fé e perda trilionária

Crise de Fé no Bitcoin: Perda de US$ 1 Trilhão Revela Bull Trap

A crise de fé no Bitcoin, termo cunhado pela Bloomberg, reflete a perda de mais de US$ 1 trilhão em capitalização de mercado após uma queda superior a 40% do pico histórico. Analistas apontam falta de catalisadores de alta, com o Fear & Greed Index despencando para 5, nível de medo extremo visto apenas em 2019 e 2022. O mercado zera ganhos recentes em tempo recorde, sugerindo que a euforia de 2025 foi um bull trap.


Queda Acentuada e Liquidações Massivas

O Bitcoin perdeu mais de US$ 3 mil em duas horas, caindo para cerca de US$ 64 mil e apagando ganhos do fim de semana. Isso gerou liquidações de US$ 458 milhões em posições alavancadas, com 92% em posições compradas, segundo a CoinGlass. No agregado, o setor cripto viu US$ 480 milhões em liquidações, dominadas por varejistas pegos na pressão vendedora.

A história mostra que esses episódios de capitulação marcam fases de exaustão. A razão de baleias em exchanges de Bitcoin atingiu 0,64, o maior desde 2015, sinalizando pressão de venda de grandes detentores. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 344.273,93 às 07:06 desta segunda-feira, com variação de -2,5% em 24 horas.

Sentimento Ecoa Crises Passadas

O Crypto Fear & Greed Index em 5 remete ao pós-bolha de 2019 e ao mercado de baixa de 2022, quando o varejo capitulou em massa. Naquele período, o Bitcoin levou meses para se recuperar, com perdas acumuladas de mais de 70%. Hoje, o índice reflete preocupação excessiva, mas o mercado está ignorando que o Sharpe Ratio do BTC caiu para -38,4, nível historicamente baixo de risco para acumulação — ou armadilha para os incautos.

Glassnode relata perdas realizadas diárias de quase US$ 500 milhões por investidores recentes. A capitulação persiste, e sem novos compradores institucionais, o fundo pode estar mais distante do que os otimistas imaginam.

Pressões Macro e Competição Acirrada

Além da volatilidade interna, fatores macro agravam o quadro. Tarifas extras de 10% anunciadas por Trump e o caos no México após a morte de um cartelista geram aversão a risco global. Ouro e prata sobem, com US$ 16 bilhões entrando em ETFs de ouro, enquanto BTC ETFs veem saídas de US$ 3,3 bilhões em três meses.

Analistas como Noelle Acheson destacam a concorrência de stablecoins em pagamentos, mercados de previsão como Polymarket e ouro como reserva. "BTC agora compete como macroativo, mas perde para opções mais simples de explicar aos gestores", alerta. O conceito de Bitcoin se dilui: reserva, especulação, tecnologia e política ao mesmo tempo.

Lições Históricas e Próximos Passos

A alta de 2025 parece um bull trap clássico, zerando ganhos em semanas. Ciclos passados — 2018, 2022 — ensinam que exuberância leva a correções profundas. Buscas por "Bitcoin vai a zero" no Google Trends atingiram pico de 100, ecoando pânico similar.

Vale monitorar fluxos de ETFs, razão de baleias e política monetária. Sobreviver ao bear exige proteção de capital, não perseguição de topos. O mercado cripto, volátil por natureza, ignora lições do passado a seu próprio risco.


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Times institucionais cartoon em cabo de guerra por corda dourada de Bitcoin com GBTC no escudo, simbolizando saídas de ETFs vs confiança

ETFs de Bitcoin Registram Saídas de US$ 3,8 Bilhões em 5 Semanas: Fuga ou Rebalanceamento?

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registram saídas recordes de US$ 3,8 bilhões em cinco semanas consecutivas, o maior bleed desde fevereiro de 2025. Liderados pelo IBIT da BlackRock, com US$ 2,13 bilhões em resgates, os fluxos negativos refletem cautela institucional pós-queda de outubro. No entanto, gigantes como a Susquehanna sinalizam compromisso de longo prazo, sugerindo rebalanceamento em meio a tarifas Trump e tensões globais.


Escala das Saídas nos ETFs

A sequência de cinco semanas de saídas totaliza quase US$ 3,8 bilhões, com a semana passada sozinha registrando US$ 316 milhões em resgates, conforme SoSoValue. O IBIT da BlackRock liderou, perdendo US$ 2,13 bilhões. Já em 2026, os ETFs acumulam saques de US$ 2,6 bilhões, incluindo US$ 166 milhões em um único dia. Analistas atribuem isso à aversão ao risco após o crash de outubro, exacerbada por tensões EUA-Irã e anúncios de tarifas globais de Trump.

Embora o volume seja menor que os US$ 5 bilhões de 2025, o Bitcoin negocia abaixo de US$ 65.000, pressionado por fatores técnicos e macroeconômicos. O mercado está construindo resiliência, mas os fluxos negativos testam a adoção institucional.

Susquehanna Reafirma Aposta de Longo Prazo

Em contraste, a Susquehanna International Group, com US$ 870 bilhões em AUM, revela US$ 1,3 bilhão em ETFs spot de Bitcoin, sendo o GBTC o carro-chefe com mais de 17 milhões de ações (US$ 1,09 bilhão). A gestora enfatiza convicção quantitativa no Bitcoin como reserva de valor principal, moldada por modelos de liquidez e fees, não trades de curto prazo.

Essa posição persiste apesar do crash recente, destacando que o ‘Big Money’ vê além da volatilidade. A Susquehanna construiu sua carteira ao longo de anos, incluindo ETH, SOL e XRP, mas prioriza GBTC como núcleo.

Contexto Macro e Implicações

As saídas ocorrem em meio a incertezas: tarifas Trump globais, tensões geopolíticas e sentimento de extreme fear. Desenvolvedores Bitcoin descartam medos quânticos como causa principal. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 344.377, com variação de -2,44% em 24h e volume de 218 BTC.

Para investidores brasileiros, isso reforça a tese de longo prazo: fluxos negativos podem ser rebalanceamentos, abrindo espaço para entradas oportunas. A entrada de novos gestores como Susquehanna fortalece os fundamentos da adoção.

Perspectiva de Adoção Institucional

O cabo de guerra revela maturidade: saques de curto prazo vs. convicções duradouras. Assim como ciclos passados, onde halvings e inflows semanais pavimentaram altas, o ecossistema Bitcoin se expande. Monitorar inflows semanais e decisões macro será chave. Os fundamentos se fortalecem, e o investidor paciente colhe os frutos da narrativa de adoção global.


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Trump cartoon erguendo muralha tarifária que derruba monolito Bitcoin rachado com 65K, simbolizando caos geopolítico e queda do preço

Tarifas de Trump Derrubam Bitcoin a US$ 65 Mil em Caos Tarifário

A suspensão de tarifas ilegais pela alfândega dos EUA (CBP), ordenada pela Suprema Corte, foi rapidamente substituída por novas restrições de 15% impostas por Trump, gerando instabilidade no comércio global. O Bitcoin despencou abaixo de US$ 65.000, com queda de US$ 3.000 em duas horas, arrastando Ethereum abaixo de US$ 1.900 e provocando US$ 3,4 bilhões em liquidações. Ativos de risco sofrem enquanto ouro e prata disparam em meio ao risk-off macroeconômico.


Caos Jurídico nas Tarifas Americanas

A decisão da Suprema Corte americana, em 20 de fevereiro de 2026, declarou ilegais as tarifas baseadas na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), impostas por Trump. Autoridades da CBP anunciaram a suspensão imediata da cobrança a partir de 23 de fevereiro, às 13h01 (horário de Pequim). No entanto, o presidente respondeu elevando tarifas globais para 15% sob outra legislação, mantendo a pressão protecionista.

Essa confusão reflete disputas constitucionais sobre poderes presidenciais em comércio exterior. A corte enfatizou que o Congresso detém autoridade exclusiva sobre tarifas, limitando o uso de poderes de emergência. Importadores agora buscam reembolsos de até US$ 150 bilhões, mas o processo é incerto, ampliando volatilidade nos mercados secundários. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 344.099, com variação de -2,61% em 24 horas.

Reação dos Mercados: Cripto em Colapso

O Bitcoin perdeu US$ 3.000 em menos de duas horas, testando suporte em US$ 64.300 antes de se recuperar ligeiramente para US$ 65.800 (-3,24%). Ethereum caiu para US$ 1.886 (-4,36%), Solana para US$ 78,91 (-7,26%). Plataformas como CoinGlass registram mais de 136.000 traders liquidados em 24 horas, totalizando US$ 458 milhões, 92% em posições compradas.

O Fear & Greed Index despencou para 5, nível de pânico extremo visto poucas vezes desde 2018. Dados da Glassnode mostram capitulação de investidores recentes, com perdas realizadas em queda, mas pressão de baleias persiste. Fluxos para exchanges caíram, mas a ratio de baleias atingiu 0,64, o maior desde 2015, indicando dominância de grandes players no lado vendedora.

Fluxo para Ativos de Refúgio Tradicionais

Em contraste, o cenário risk-off favorece ouro e prata. O ouro spot subiu 1% para US$ 5.158/oz, enquanto a prata avançou 2,72% para US$ 87,01/oz. Futuros do S&P 500 caem 0,67%, Nasdaq 0,87% e Dow 0,56%, confirmando aversão global a risco.

Essa rotação destaca o dilema do Bitcoin: apesar do narrativo de ‘ouro digital’, sua correlação com ações tech prevalece em crises de liquidez. Tensões comerciais EUA-China e Europa reacendem temores de inflação e recessão, sugando capital de ativos voláteis para refúgios soberanos. Investidores monitoram dados econômicos semanais, como emprego nos EUA, que podem agravar ou aliviar a pressão.

Implicações Geopolíticas para Cripto

A política tarifária de Trump sinaliza uma nova era de protecionismo, impactando cadeias globais de suprimentos e elevando custos. Para cripto, isso significa menor apetite por risco em curto prazo, mas potencial upside se inflação corroer confiança em fiat. Países emergentes, como o Brasil, sentem o efeito via dólar a R$ 5,19. O ‘Trump Trade’ inicial de alta para cripto dá lugar a cautela macro.

Autoridades em Washington e Bruxelas observam: sanções comerciais podem acelerar adoção de stablecoins neutras, mas volatilidade persiste. Monitore suportes em US$ 65.000 para BTC; rompimento abre caminho a US$ 60.000.


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Personagem NEET cartoon relaxado em rede dourada subindo sobre monolito Bitcoin derretendo, ironia das memecoins prosperando na Solana

NEET Sobe 85% na Solana: Refúgio Surreal Enquanto BTC Derrete

É quase poético: enquanto o Bitcoin despenca para US$ 65 mil, arrastando altcoins para quedas de até 26% em nomes como ‘Binance Life’ e MYX, uma meme coin obscura chamada NEET na Solana explode 85% em 24 horas, atingindo US$ 28 milhões de capitalização. No banho de sangue geral, alguém encontrou salvação no absurdo. Curioso como o investidor médio, acuado pelo racional, corre para o irracional.


A Insana Ascensão da NEET

Segundo dados do GMGN citados pela BlockBeats, a NEET — que presumivelmente homenageia o arquétipo do ‘NEET’ (Not in Education, Employment or Training) — viu seu valor de mercado saltar de forma surreal. De um patamar modesto, o token na Solana acumulou US$ 2,7 milhões em volume nas últimas 24 horas, com ganho de exatos 85,17%.

Em um ecossistema onde a velocidade da Solana facilita altas e quedas relâmpago, essa meme coin virou o improvável farol de esperança. Quem diria que, em meio à volatilidade, o refúgio seria um token sem utilidade prática declarada? BlockBeats não poupa alertas: ‘Meme coins sem casos de uso reais, volatilidade extrema, invista com cautela’. Mas isso parece não deter os caçadores de narrativas virais.

O Massacre das Altcoins ‘Sérias’

Do outro lado da moeda — ou melhor, do outro lado do gráfico —, o pânico é generalizado. Com o Bitcoin testando suportes críticos em US$ 65 mil, altcoins como ‘币安人生’ (o polêmico ‘Binance Life’) afundam 26%, MYX iguala a derrocada, e até nomes mais ‘estáveis’ como FHE e VVV cedem 18-16%. É o clássico efeito dominó: BTC espirra, altseason pega pneumonia.

Segundo o relato da BlockBeats via HTX, essa correlação brutal reflete o humor do mercado. Quando o rei tosse, os plebeus sangram. No Brasil, o Bitcoin opera a R$ 343.814 segundo o Cointrader Monitor, com variação de -2,67% em 24h — um lembrete de que o ‘porto seguro’ também balança.

Por Que o Absurdo Virou Herói?

Interessante observar: em tempos de Trump tweetando contra cripto (ou o que quer que esteja rolando nos bastidores), e altcoins ‘sérias’ — aquelas com whitepapers e roadmaps — derretendo 25%, o investidor vira para as memecoins. NEET, com sua vibe de sloth total, vira meme do momento na Solana. É como se o mercado dissesse: ‘Se o racional falha, abrace o caos’.

A explicação? Baixo custo de entrada na Solana, FOMO comunitário e a eterna busca por 10x em minutos. Mas por trás da ironia, há um insight: memecoins expõem a psicologia humana. Quando ETFs e DeFi decepcionam, o gambling puro atrai. Só que, como sempre, o pico é seguido de correção — e aí, quem ri por último?

Lições de um Circo Cripto

Para o trader médio, essa dicotomia é um lembrete mordaz: diversificação não é só alocar em BTC e ETH. Em dias assim, monitore volume e liquidez antes de pular no hype da NEET. Plataformas como a Binance oferecem ferramentas para rastrear esses movimentos insanos.

No fim, NEET pode ser o rei do dia, mas o cripto é volátil. Invista com os olhos abertos — e um senso de humor. Afinal, rir do absurdo é sobreviver a ele.


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Plataforma de suporte bold rachando sob bloco dourado Bitcoin com 65K marcado, sinalizando suportes críticos em risco após queda

Guia Técnico: Suportes do Bitcoin em Risco Esta Semana

Os dados mostram o Bitcoin consolidando em uma faixa comprimida entre US$ 70.000 e US$ 65.600 após romper o suporte psicológico de US$ 65.000, conforme análise no crypto.news. Com o Índice de Medo e Ganância em 5 (medo extremo por 22 dias), liquidações de US$ 463 milhões em posições compradas e incertezas tarifárias elevadas por Trump, o preço busca estabilização. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 343.254,67, com variação de -2,82% em 24 horas.


Situação Atual: Queda e Compressão de Range

A queda abaixo de US$ 65.000 marcou a quinta perda mensal consecutiva do Bitcoin, com capitalização total do mercado caindo 4,2% para US$ 2,3 trilhões. Altcoins como Solana (-9,1%) e Hyperliquid (-9,8%) registraram perdas mais acentuadas. Liquidações atingiram US$ 463 milhões, 93% em posições compradas, sinalizando flush de alavancagem em meio a medo extremo.

No gráfico 4H, o BTC/USD completou 16 dias de range entre US$ 65.700 e US$ 71.700, com compressão entre US$ 70.000 e US$ 65.600. Bollinger Bands inclinadas para baixo e MACD negativo reforçam momentum fraco abaixo de US$ 75.000. Open interest em US$ 45,9 bilhões (55% abaixo dos picos) e funding rates neutros indicam mercado de-leveraged.

Confluências Técnicas de Baixa

Análises indicam confluência 5/5 de baixa em tendências de todos os timeframes, com potencial extensão de onda Elliott para US$ 48.000 (baixa de agosto 2025). RSI mostra possível divergência bullish em HTF, mas sweep de US$ 60.000 precede qualquer alívio. Indicadores como Stochastic bearish e RSI próximo a oversold (33) sugerem volatilidade iminente.

Dados de derivativos confirmam: volume de futuros 8,4x spot, liquidations baixas (US$ 40 milhões/24h) e streak de 22 dias em medo extremo — o mais longo desde julho 2022. Capitulação on-chain persiste, com Net Realized P/L em -US$ 480 milhões (EMA 7d).

Níveis Críticos a Monitorar

Suportes principais: US$ 65.700 (baixa do range), US$ 63.000 (estrutural), US$ 62.500, US$ 60.000 (capitulação) e US$ 56.250. Rompimento de US$ 62.500 abre caminho para US$ 50.000. Resistências: US$ 68.700 (pivot), US$ 71.700 (teto do range), US$ 75.000.

Fluxos de ETF mostram saídas de US$ 315,9 milhões na última semana (5 semanas consecutivas), agravando pressão vendedora.

Fatores Macro e Catalisadores Semanais

Incerteza tarifária domina, com Trump elevando proposta para 15% via Truth Social após revés judicial. PCE Core de dezembro em 3,0% (acima do esperado) complica cortes de juros. Agenda semanal: Consumer Confidence (terça), GDP Q4 revisado (quinta), PCE (sexta) — evento chave para rompimento.

Os dados sugerem range trading até quinta, com explosão de volatilidade na sexta. Monitorar ETF flows, on-chain e headlines tarifários para sinais de estabilização ou breakdown.


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Executivo bancário cartoon fechando cofre em figura política estilizada que acessa portal BTC luminoso, simbolizando debanking impulsionando adoção cripto

JPMorgan Admite Debanking de Trump e Impulsiona Debate Sobre Cripto

O maior banco dos Estados Unidos, JPMorgan, admitiu em documentos judiciais o encerramento das contas associadas a Donald Trump em fevereiro de 2021, logo após o ataque ao Capitólio. Essa concessão, revelada em um processo bilionário movido por Trump, destaca o risco de exclusão financeira por instituições tradicionais e impulsiona o debate global sobre criptomoedas como refúgio soberano. Mesmo com o Bitcoin caindo 5% para US$ 64 mil, a utilidade da rede Bitcoin emerge como argumento central para investidores internacionais.


Admissão Oficial no Contexto Judicial

Dan Wilkening, ex-diretor administrativo do JPMorgan, confirmou em declaração judicial que o banco notificou Trump sobre o fechamento de contas nos segmentos comercial e privado. Essa é a primeira admissão pública da instituição, que até então evitava detalhes sobre o episódio. O processo, ajuizado em janeiro na Flórida, acusa o banco de motivações políticas, buscando indenização de US$ 5 bilhões por danos reputacionais e financeiros.

A equipe jurídica de Trump classificou a revelação como uma “concessão devastadora”, alegando que o debanking causou prejuízos massivos à família e negócios. Do lado do JPMorgan, a porta-voz Trish Wexler afirmou à CNN que o banco encerra contas apenas por riscos legais ou regulatórios, não por razões políticas ou religiosas. Autoridades americanas, como o governo Biden à época, pressionaram instituições financeiras a adotarem medidas contra participantes do 6 de janeiro, contextualizando a decisão em um cenário de tensões pós-eleitorais nos EUA.

Debanking Catalisador para Adoção Cripto pela Família Trump

Eric Trump, filho do ex-presidente, revelou publicamente que o debanking — incluindo o fechamento de 300 contas pelo Capital One — forçou a família a migrar para o ecossistema cripto. “Foi a faísca que acendeu nosso amor pelo setor”, declarou ele à Fox News, destacando como bancos “weaponizaram” suas plataformas contra cidadãos comuns. Essa transição culminou na criação da World Liberty Financial (WLFI), plataforma de remessas e finanças on-chain lançada pela família.

O movimento reflete uma tendência global: em jurisdições como UE e América Latina, regulações semelhantes expõem vulnerabilidades ao sistema bancário centralizado. Para brasileiros, familiarizados com instabilidades regulatórias locais, o caso Trump ilustra como cripto oferece soberania financeira, independentemente de decisões políticas em Washington ou Bruxelas.

Queda do Bitcoin: Preço vs. Utilidade Fundamental

Paralelamente, o Bitcoin registrou queda de 5%, rompendo suportes em US$ 66 mil e testando US$ 64.203 como mínimo recente. Indicadores técnicos, como MACD com viés de baixa e RSI abaixo de 50, sugerem momentum de baixa com alvos em US$ 62 mil, segundo análises de mercado. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC negocia a R$ 343.273,89, com variação de -2,8% em 24 horas e volume de 210 BTC.

Apesar da volatilidade, o episódio do JPMorgan reforça a narrativa de resiliência da rede Bitcoin. Segundo autoridades de múltiplos países, incluindo reguladores europeus, a utilidade em cenários de exclusão financeira supera flutuações de preço. Investidores globais monitoram se essa pressão vendedora abre espaço para acumulação em níveis inferiores.

Implicações Geopolíticas e Regulatórias Globais

O debanking de Trump não é isolado: governos de EUA, China e Rússia usam ferramentas financeiras como sanções, afetando indivíduos e empresas. Na UE, propostas de CBDCs centralizadas ampliam preocupações sobre controle estatal. Para o investidor brasileiro, o caso sinaliza a importância de diversificação em ativos descentralizados, protegendo contra riscos sistêmicos em um mundo multipolar.

Decisões como essa moldam o futuro regulatório cripto. Trump, agora na Casa Branca, promove políticas pró-cripto, contrastando com o establishment bancário. O mercado aguarda impactos em jurisdições emergentes, onde a adoção pode acelerar como hedge contra instabilidades financeiras locais.


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Baleias cartoon veteranas capitulando na beira de precipício digital, despejando energia dourada e cyan em vórtice vermelho, simbolizando venda em pânico de BTC abaixo de 65K

Baleias Veteranas Capitulam: BTC Cai Abaixo de US$ 65 Mil

O Bitcoin caiu 5% nas últimas 24 horas, atingindo US$ 64.700 no início da semana, impulsionado por vendas intensas de baleias. Dados on-chain da Glassnode e CryptoQuant indicam que grandes detentores dominam os inflows em exchanges, enquanto compradores recentes realizam perdas. Em paralelo, uma baleia que acumulou ETH há mais de 2 anos vendeu 3.313 unidades em pânico, reduzindo seu lucro de quase US$ 20 milhões para US$ 338 mil. Os números apontam para fragilidade no suporte de US$ 65.000.


Vendas de Baleias Aceleram Queda do Bitcoin

Os dados da Glassnode mostram que investidores de curto prazo realizaram perdas de US$ 1,24 bilhão por dia em 6 de fevereiro, valor que moderou para US$ 480 milhões por dia. Essa dinâmica de realized losses é típica de fases de formação de base, não de tendências de alta fortes.

Segundo a CryptoQuant, o “exchange whale ratio” subiu para 0,64, o maior desde 2015, indicando que dois terços dos Bitcoins enviados a exchanges vêm dos 10 maiores depósitos diários. O fluxo médio diário caiu para 23.000 BTC (7 dias suavizados), mas o tamanho médio dos depósitos atingiu 1,58 BTC, nível visto pela última vez em 2022. Isso reforça que baleias, não varejo, lideram a pressão vendedora.

Depósitos de altcoins em exchanges subiram para 49.000 diários em 2026, ante 40.000 no Q4 2025, coincidindo com maior volatilidade. Inflows líquidos de USDT encolheram para US$ 27 milhões, sinal de poder de compra reduzido.

Baleia de ETH com 2 Anos de Posição Capitula

Um endereço que acumulou 6.569 ETH entre setembro de 2023 e fevereiro de 2024, a um preço médio de US$ 1.792 (US$ 11,77 milhões), vendeu 3.313 ETH há 15 minutos em movimento de pânico. O lucro não realizado, que chegou a US$ 19,96 milhões em agosto passado, encolheu para US$ 338 mil.

Metade da posição permanece em staking, próxima à linha de custo. Os dados sugerem que mesmo holders de longo prazo estão sensíveis à correção atual, com o ETH cotado a cerca de R$ 9.883 (-3,44% em 24h).

Perdas da Baleia Matrixport Aumentam

Uma baleia ligada à Matrixport acumulou 115.000 ETH (~US$ 215 milhões) durante a queda recente, mas registra prejuízo flutuante de US$ 15,5 milhões. Essa posição reflete estratégia de média de custo em baixa, mas expõe riscos de alavancagem em ambiente volátil.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 343.456 (-2,73% em 24h), testando suporte em US$ 65.000 (equivalente a ~R$ 340.000). Níveis a observar incluem a média móvel de 100 semanas, rompida por seis semanas consecutivas.

Implicações para o Mercado

Os indicadores on-chain delineiam um mercado em digestão de capitulação, com demanda ainda fraca. O pivô em US$ 65.000 definirá se entramos em base prolongada ou recuperação. Altcoins sob pressão adicional e inflows de stablecoins contraídos sugerem apetite por risco reduzido. Investidores devem monitorar o whale ratio e realized losses para sinais de estabilização.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investidor institucional cartoon confiante acumulando BTC enquanto traders retail em pânico vendem, contrastando smart money no COT com proposta de reserva em Missouri

Smart Money Monta Posições Compradas em BTC com Urgência no COT

Enquanto o varejo vende em pânico com o Bitcoin em torno de US$ 65.663 e medo extremo no mercado, os dados do relatório Commitment of Traders (COT) da CFTC indicam que os grandes especuladores, considerados o smart money, estão montando posições compradas líquidas com urgência. Analista Tom McClellan destaca que esses movimentos precederam altas significativas no passado. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 340.831, com variação de -3,45% em 24h.


O Que Revela o Relatório COT Mais Recente

Os dados do COT, divulgados semanalmente pela Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC), categorizam as posições em contratos futuros de Bitcoin em comerciais, não-comerciais e não-reportáveis. No caso do BTC, diferentemente de commodities tradicionais, há poucos comerciais hedgers, tornando os não-comerciais — grandes especuladores — o principal indicador de smart money.

Os números mostram uma virada acentuada para posições compradas líquidas (net long) entre esses traders, com velocidade que McClellan descreve como “urgente”. Gráficos históricos correlacionam excursões similares com movimentos de preço subsequentes, embora o analista enfatize que se trata de uma condição, não um sinal imediato de timing.

Essa movimentação ocorre em meio a uma sequência de 22 dias de medo extremo no índice de sentimento, com o preço testando suportes próximos à média móvel exponencial de 200 semanas.

Por Que Non-Comerciais Representam o Smart Money

Em mercados de futuros tradicionais, comerciais são produtores ou usuários finais que hedgam riscos. No BTC, essa categoria é mínima, preenchida por instituições e fundos especulativos nos não-comerciais. O COT não mede interesse absoluto — todo contrato tem long e short equivalentes —, mas quem detém as posições.

McClellan argumenta que esses players precedem movimentos de preço por semanas em alguns casos, contrariando a narrativa de lag atrás do spot. Debates em redes destacam a utilidade do dado em extremos, mas com cautela sobre o momento exato de reversão.

Atualmente, com o dólar a cerca de R$ 5,19, o equivalente em reais reforça a relevância para investidores brasileiros monitorando influxos institucionais.

Acumulação Governamental: Caso do Missouri

Paralelamente, sinais de acumulação institucional chegam do âmbito governamental. Legisladores de Missouri introduziram projeto de lei permitindo que o tesoureiro estadual receba doações, grants e contribuições em BTC para uma reserva estratégica, financiada também por fundos públicos.

O projeto de lei autoriza ainda pagamentos de impostos e multas em cripto aprovada pelo Departamento de Receita. Missouri soma-se a uma onda: Arizona usa ativos cripto confiscados, South Dakota aloca 10% de fundos estaduais, e Texas já detém US$ 20 milhões em BTC. Pennsylvania, Kansas e Utah avançam propostas similares.

Essa tendência reflete crescente adoção soberana, potencialmente estabilizando demanda em longo prazo.

Níveis Técnicos e Condições a Monitorar

Os dados do COT sugerem uma condição de sobrevendido com potencial de mean reversion, mas sem garantia de timing. Traders devem observar o suporte na EMA 200-semanal (~US$ 65.000), resistência em máximas recentes e volume de futuros. Volumes 24h no Brasil somam 209 BTC, com variação negativa atual.

Extremos no COT historicamente importam quando combinados com outros indicadores, como o Sharpe Ratio negativo atual (-38), apontado como viés de alta por alguns analistas. O varejo pode continuar vendendo, mas os números mostram divergência estratégica dos grandes players.


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Personagens cartoon de Saylor e Hayes comprando pilhas de BTC na queda, com marca '100' na pilha, simbolizando otimismo de gigantes na baixa do mercado

Saylor Prepara 100ª Compra de BTC: Gigantes Apostam na Queda

Michael Saylor, fundador da MicroStrategy, sinalizou a preparação para a 100ª compra de Bitcoin pela empresa, mesmo com o preço do BTC despencando quase 48% desde a máxima de US$ 126 mil. Em paralelo, Arthur Hayes, ex-CEO da BitMEX, divulgou seu portfólio diversificado em commodities como ouro, petróleo e ações de defesa, além de BTC, ETH, ZEC e HYPE. Para esses gigantes, a queda atual é uma oportunidade programada de acumulação estratégica.


Estratégia Inabalável da MicroStrategy

A MicroStrategy acumula 717.131 BTC a um preço médio de US$ 76.027, financiando compras via dívida conversível e emissões de ações há 12 semanas consecutivas. Apesar da volatilidade, com o Bitcoin testando níveis abaixo de US$ 65 mil — cotado a R$ 340.738 segundo o Cointrader Monitor (-3,49% em 24h) —, Saylor reforça sua tese de Bitcoin como reserva de valor superior. O post “The Orange Century” no X é interpretado como prenúncio da próxima aquisição, marcando um marco histórico desde 2020. Essa persistência demonstra como grandes players convertem correções em alavancagem para tesourarias corporativas.

As ações da empresa caíram 61% em seis meses, mas subiram 950% desde a primeira compra, validando o modelo apesar de perdas no papel de 13,62% (US$ 47 bilhões em holdings). Saylor afirma que suporta quedas até US$ 8 mil sem comprometer o balanço.

Portfólio de Hayes: Commodities e Cripto Contra Inflação

Arthur Hayes revelou posições em mineradoras de ouro (R$ 26.717/oz), prata, cobre, urânio, gigantes petrolíferas, “merchants of death” (defesa) e energia latina-americana, além de ouro físico. No cripto, foca em BTC, ETH, ZEC (privacidade) e HYPE (Hyperliquid). Essa alocação reflete apostas em inflação persistente, guerras e repricing de recursos, com o dólar a R$ 5,19.

Hayes evita altcoins especulativas, priorizando ativos “duros” que beneficiam de expansão fiscal e tensões geopolíticas. Seu desafio de US$ 100 mil em HYPE contra altcoins reforça convicção em protocolos selecionados, alinhando cripto a macro-tendências globais.

Por Que Quedas São Oportunidades para os Grandes?

Para Saylor e Hayes, o mercado está “construindo” adoção institucional. Ciclos passados mostram que halvings e fluxos de ETF impulsionam recuperações, independentemente de ruídos de curto prazo. A MicroStrategy exemplifica tesourarias corporativas, enquanto Hayes conecta Bitcoin a commodities tradicionais — ambos veem volatilidade como desconto para acumulação de longo prazo.

Investidores comuns podem aprender: monitore fluxos institucionais e posicione-se para tendências macro, como impressão monetária e escassez de recursos. Os fundamentos do Bitcoin se fortalecem em baixas, preparando o terreno para o próximo ciclo de alta.


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Chama dourada do Bitcoin congelada em gelo cristalino com veias vermelhas, simbolizando inflação persistente travando rali cripto pelo Fed

Corte de Juros do Fed Só em Julho? Inflação Congela Rali Cripto

A inflação persistente nos EUA está adiando cortes de juros do Federal Reserve para julho. Isso é evidenciado pelo core PCE em 2,9% ao ano, super core PCE em 3,3% e PIB do quarto trimestre em apenas 1,4%. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 340.720, com queda de 3,52% em 24 horas. Autoridades do Fed sinalizam manutenção de taxas restritivas por mais tempo.


Dados Econômicos Reforçam Posição hawkish do Fed

O último relatório macroeconômico americano trouxe números mistos, mas preocupantes para os mercados. O crescimento do PIB no quarto trimestre de 2025 ficou em 1,4%, abaixo das projeções de 2,5%, sinalizando desaceleração sem recessão iminente. No entanto, o core PCE subiu 0,4% no mês e 2,9% no ano, o maior avanço em 12 meses, enquanto o super core PCE atingiu 3,3%. Esses indicadores reforçam a inflação sticky, especialmente em serviços.

Presidentes regionais do Fed, como o de Chicago, Goolsbee, afirmaram que taxas atuais ‘não são altas’ se a inflação persistir acima de 3%. A ata do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) menciona abertura para aumentos de juros se necessário. Mercados de derivativos agora precificam apenas duas reduções de 25 pontos-base em 2026, com a primeira em julho, abandonando esperanças de março ou junho.

Tarifas de Trump Ampliam Incertezas Comerciais

Adicionando complexidade, a análise técnica dos futuros do S&P 500 destaca o vaivém regulatório. A Suprema Corte invalidou tarifas sob a IEEPA em decisão 6-3, aliviando US$ 133,5 bilhões em receitas inflacionárias. Trump reagiu com ordem executiva de 10% global via Seção 122 da Lei de Comércio de 1974, elevada para 15% no fim de semana, efetiva segunda-feira.

Essa medida, inédita, enfrenta questionamentos legais por falta de ‘problema fundamental de pagamentos internacionais’. Limitada a 150 dias, pode elevar custos de importação e pressionar preços, complicando o retorno da inflação à meta de 2%. O Secretário do Tesouro Bessent minimiza, prevendo crescimento de 3,5% em 2026, mas yields subiram: 10-ano em 4,094%.

Implicações para o Mercado Cripto e Próximos Passos

Para criptomoedas, o adiamento de cortes significa financiamento mais caro e discount rates elevados, penalizando ativos voláteis como Bitcoin e altcoins. O rali recente perde fôlego em cenário stagflacionário — crescimento lento com inflação teimosa. Investidores globais monitoram PPI de janeiro (sexta-feira), fala de Waller (segunda, 8h ET) e payrolls futuros.

No Brasil, o impacto se amplifica via dólar e fluxos emergentes. Plataformas como Binance oferecem ferramentas para navegar a volatilidade, mas o foco deve ser em diversificação. Perspectiva: consolidação até clareza sobre tarifas e inflação, com suportes em US$ 85k-90k para BTC/USD.


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Cofre ETF cartoon derramando $38B em cascata vermelha, investidores em pânico fugindo sob figura Trump com tarifas, capturando saídas recordes e colapso de mercado

Pânico Geral: ETFs Registram Saída Recorde de US$ 38 Bilhões

📊 BOLETIM CRIPTO | 23/02/2026 | MANHÃ

Tarifas globais de 15% impostas pela administração Trump e saques recordes de US$ 38 bilhões nos ETFs de Bitcoin afundam o mercado cripto em pânico extremo nesta segunda-feira. O sentimento é de capitulação institucional, com o índice Fear & Greed atingindo o nível 5, enquanto erros operacionais graves na exchange Bithumb e falhas em agentes de IA elevam a percepção de risco sistêmico. De acordo com o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 341.021, apresentando queda de 3,38% nas últimas 24 horas. O viés de baixa forte predomina, sustentado por saídas massivas no IBIT da BlackRock, embora a acumulação estratégica de pioneiros como Erik Voorhees ofereça um contraponto isolado em meio ao caos.


🔥 Destaque: Capitulação Institucional em ETFs de Bitcoin

O mercado institucional de criptoativos enfrenta seu momento mais dramático desde o início de 2025. Os ETFs spot de Bitcoin nos Estados Unidos registraram cinco semanas consecutivas de saídas líquidas, totalizando um saque recorde de US$ 38 bilhões. O fundo IBIT da BlackRock, outrora o motor da adoção institucional, foi o mais atingido, sendo responsável por mais de 56% desse volume (US$ 21,3 bilhões).

Segundo dados reportados pelo BlockTempo, essa debandada é alimentada por uma tempestade perfeita: tensões geopolíticas entre EUA e Irã, o impacto inflacionário das tarifas de Trump e uma fraqueza técnica persistente no preço do ativo. A persistência desses fluxos negativos força os emissores a venderem o Bitcoin subjacente, criando uma pressão vendedora agressiva que dificulta qualquer tentativa de recuperação no curto prazo.

Analistas do setor observam que este movimento sinaliza uma erosão temporária na tese do “ouro digital”, à medida que gestores de fundos priorizam a preservação de capital em ativos tradicionais de menor risco. Se o suporte psicológico de US$ 60.000 for testado, o mercado pode entrar em uma fase de liquidações em cascata ainda mais profunda.


📈 Panorama do Mercado

O pânico domina o cenário de fevereiro com o índice Fear & Greed estagnado em níveis de medo extremo. A desvalorização não se restringe ao Bitcoin; o Ethereum perdeu o suporte de US$ 1.900, enquanto 80% das altcoins operam abaixo de seus preços de emissão. O catalisador unificador desse pessimismo é a política comercial americana; o índice Fear & Greed em 5 reflete o dreno de liquidez causado pela elevação das tarifas globais para 15%.

Somando-se ao risco macro, o setor de infraestrutura sofre com falhas operacionais alarmantes. Na Coreia do Sul, a Bithumb tornou-se alvo de uma investigação rigorosa após um erro creditar US$ 1,3 bilhão em BTC fantasma para usuários. Paralelamente, no ecossistema Solana, um agente autônomo de inteligência artificial perdeu US$ 250 mil devido a um simples erro decimal, reforçando o ceticismo sobre a autonomia total em protocolos DeFi.

Apesar do viés pessimista, há um contraste relevante na rede Ethereum. Enquanto Vitalik Buterin continua a vender ETH no mercado para financiar a Ethereum Foundation, investidores veteranos como Erik Voorhees aproveitam a queda para acumular milhões de dólares em ativos, sugerindo que o fundo do poço pode estar próximo para quem possui horizonte de longo prazo.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Outflows Institucionais Prolongados: A continuidade dos saques nos ETFs da BlackRock e Fidelity pode impedir qualquer alta de alívio, mantendo o Bitcoin refém da liquidez institucional.
  • Endurecimento Regulatório na Ásia: O erro na Bithumb expõe falhas na supervisão sul-coreana, o que pode levar a inspeções severas e redução da liquidez em um dos principais hubs cripto do mundo.
  • Erosão de Confiança em Ethereum: As vendas contínuas de Vitalik Buterin, somadas a um crash mensal de 36%, podem afastar investidores de varejo do ecossistema.
  • Falhas de Automação em IA: O incidente do agente de IA Lobstar Wilde demonstra que a autonomia sem proteções em DeFi gera riscos de perda total irreversível.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Estratégia Contrariana (Fear < 10): Historicamente, níveis de pânico extremo como o atual precedem fundos de mercado. Investidores de longo prazo costumam entrar em zonas de capitulação do varejo.
  • Adoção de Stablecoins nos EUA: A decisão da SEC de autorizar o desconto de 2% em stablecoins facilita a entrada de grandes corretoras de Wall Street no setor.
  • Acumulação Institucional de ETH: O movimento de Erik Voorhees comprando 9.911 ETH a preços descontados sinaliza que baleias estratégicas veem valor abaixo de US$ 2.100.

📰 Principais Notícias do Período

1. ETFs BTC saem US$ 38 bi em 5 semanas; IBIT perde US$ 21 bi
Saques recordes no mercado americano sinalizam perda de confiança institucional sob a pressão das tarifas de Trump e riscos geopolíticos globais.

2. Fear Index em 5: BTC $65k e ETH $1.9k em pânico por tarifas
O índice de medo atinge níveis críticos enquanto investidores migram para o ouro devido ao aumento das barreiras comerciais de 15% nos EUA.

3. Erro de US$ 1,3 bi na Bithumb aciona investigação regulatória
Uma falha promocional creditou milhões de bitcoins inexistentes a usuários, expondo vulnerabilidades nos controles internos da principal exchange coreana.

4. Vitalik vende +US$ 3,67M em ETH no crash de fevereiro
O fundador da rede Ethereum continua liquidando parte de sua posição durante a queda mensal de 36%, intensificando o clima de incerteza entre detentores do ativo.

5. SEC autoriza 2% haircut em stablecoins para broker-dealers
Clarificação pragmática da SEC reduz barreiras para corretoras tradicionais usarem stablecoins em transações de blockchain e ativos tokenizados.

6. Voorhees acumula 9.911 ETH a US$ 2.057 após venda no pico
O fundador da ShapeShift demonstra disciplina de mercado ao recomprar Ethereum com desconto de 30% em relação à sua saída no topo há um ano.

7. AI Lobstar Wilde perde US$ 250k por erro decimal em doação
Um erro de parsing em API fez com que um agente autônomo enviasse todo o seu patrimônio em tokens para um estranho na rede Solana.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxos Diários IBIT: Qualquer reversão para entradas líquidas na BlackRock será o primeiro sinal de fim da capitulação.
  • Suporte de US$ 60.000: Uma quebra abaixo deste nível no Bitcoin pode acionar liquidações forçadas de mineradores e baleias.
  • Reserva Bancária Coreana: As conclusões da investigação na Bithumb podem impactar a custódia de BTC em toda a Ásia.
  • Inflação nos EUA: A reação do mercado cripto às tarifas de importação continuará sendo o principal motor macro.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, o viés de baixa dominante deve permanecer firme, com o mercado ainda processando o choque dos saques recordes nos ETFs. Embora os preços atuais de R$ 341.021 para o Bitcoin e R$ 9.768 para o Ethereum pareçam atrativos para acumulação estratégica — como visto nos movimentos de Erik Voorhees —, a força das tarifas comerciais e a instabilidade geopolítica criam um ambiente hostil para ralis sustentáveis. É muito provável que vejamos um teste da zona de US$ 60.000 no Bitcoin se os saques institucionais não cessarem. Investidores devem manter cautela extrema e monitorar os fluxos dos ETFs para sinais de estabilização antes de entradas agressivas.


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