Trader insider cartoon confiante lucrando 105% em short 40x BTC enquanto outros sofrem liquidações caóticas, sugerindo smart money ou manipulação

Posição Vendida 40x Lucra 105% em BTC: Smart Money ou Insider?

Enquanto o mercado cripto sangrava na sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026, um endereço conhecido como “Strategy对手盘” faturou um lucro flutuante de 105% em uma posição vendida alavancada de 40x em Bitcoin, totalizando cerca de US$ 880 mil. No mesmo cenário, o trader “麻吉” (Majie) teve sua posição comprada em Ethereum liquidada por US$ 2,28 milhões, com prejuízo de quase US$ 200 mil. Evidências on-chain apontam para um padrão: o que parece ‘smart money’ pode esconder práticas questionáveis.


O Lucro Obsceno do ‘Oponente da Strategy’

Investigações on-chain revelam que o endereço “Strategy对手盘” abriu sua posição vendida em BTC por volta das 6h27 da manhã, quando o preço estava próximo de US$ 65.270. Com 40x de alavancagem, adicionou mais exposição às 6h, tornando-se a maior posição vendida em Bitcoin na chain. Seu preço de liquidação? Perto de US$ 84.200 — um risco extremo que pagou caro no recuo atual.

Esse trader é conhecido por operar no contrafluxo da MicroStrategy, acumulando posições vendidas massivas enquanto a empresa comprava BTC. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 327.844 (-5,29% em 24h), validando o timing preciso. Mas tal precisão levanta red flags: como prever quedas tão exatas em meio à volatilidade?

O histórico mostra um estilo de right-side trading: perseguir tendências curtas com alta alavancagem em BTC, ETH e altcoins como SOL. Lucros explosivos contrastam com riscos de explosão total.

Liquidação Milionária do Trader ‘Majie’

Do outro lado, o endereço de “麻吉” — associado ao influenciador Huang Licheng — sofreu uma liquidação de 1.212 ETH, equivalente a US$ 2,28 milhões, gerando perda de US$ 198 mil. Sua conta, agora com apenas US$ 33,6 mil, reflete um padrão alarmante: em cinco meses, 162 tentativas de posições compradas, incluindo 18 em ETH, com depósitos totais de US$ 15,68 milhões na Hyperliquid.

Quase todas as operações terminaram em liquidação. Ele reabriu posição comprada imediatamente após, com preço de liquidação em US$ 1.863 — mais apostas em rebound ilusório. Esse ciclo de martingale cripto expõe a armadilha da alavancagem sem stop-loss.

Suspeitas de Espionagem e ‘Insider Money’

Esses movimentos extremos ecoam investigações do on-chain detective ZachXBT, que recentemente expôs suposta espionagem de carteiras na Axiom Trade. Traders monitorando baleias em tempo real podem estar lucrando com informações privilegiadas, disfarçada de ‘smart money’. O ‘Strategy对手盘’ acertou o timing perfeito na queda — coincidência ou acesso indevido a dados?

Evidências apontam para um ecossistema onde ferramentas de rastreamento viram armas. Plataformas como Coinbob monitoram endereços públicos, mas e se houver backdoors ou leaks? Para o varejo, isso significa desigualdade: enquanto uns sangram, outros faturam 105%.

Como se Proteger da Alavancagem Tóxica

  1. Evite alavancagem acima de 5x — 40x é roleta-russa.
  2. Monitore seu próprio risco: use stop-loss rígidos.
  3. Desconfie de ‘sinais’ de smart money — podem ser iscas.
  4. Prefira spot trading para preservar capital em quedas.

O mercado on-chain é transparente, mas opaco em intenções. Fique atento: o que parece genial hoje pode ser o próximo escândalo amanhã. Plataformas como a Binance oferecem ferramentas para análise segura sem exposição excessiva.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon Guardião Bitcoin com bloco rachado e Visionário Ethereum expandindo rede, simbolizando debate hard fork Mt. Gox vs inovação ETH

Hard Fork no Bitcoin? Proposta para Resgatar 80 mil BTC do Mt. Gox

Mark Karpelès, ex-CEO do Mt. Gox, propõe um hard fork no Bitcoin para recuperar 79.956 BTC hackeados há cerca de 15 anos, parados em um endereço conhecido (1FeexV6bAHb8ybZjqQMjJrcCrHGW9sb6uF). A sugestão, submetida via GitHub, tornaria válida uma transação sem chave privada original, quebrando a imutabilidade consensual. Em contraste, Vitalik Buterin delineia o roadmap de expansão da Ethereum, priorizando upgrades como Glamsterdam e ZK-EVM para reduzir custos de verificação sem alterar histórico. Essa ousadia no BTC reacende debates sobre irreversibilidade versus evolução técnica.


A Proposta de Hard Fork no Bitcoin

Um hard fork altera as regras de consenso, invalidando transações previamente rejeitadas. Aqui, o patch proposto por Karpelès adiciona uma regra permitindo mover os BTC do endereço hackeado para um de recuperação controlado pelo trustee Nobuaki Kobayashi. Como funciona: todos os nós atualizam antes de uma altura de ativação específica, validando essa exceção única.

Por que importa? Esses UTXOs são públicos há 15 anos, rastreados como roubados do Mt. Gox, que colapsou em 2014 após perder 750 mil BTC de clientes. Críticos, como no BitcoinTalk, alertam para precedentes perigosos: cada hack demandaria forks, erodindo a imutabilidade — pilar do Bitcoin como sistema irreversível e descentralizado, independente de jurisdições legais.

Karpelès reconhece o risco, mas argumenta pela singularidade do caso, com consenso comunitário e legal sobre a origem ilícita dos fundos. Credores afetados apoiam, vendo chance de restituição via estrutura existente de distribuição.

Glamsterdam: Expansão Curto Prazo na Ethereum

Vitalik estrutura o roadmap em fases. Curto prazo foca no upgrade Glamsterdam: block-level access lists habilitam verificação paralela de blocos — imagine nós processando transações simultaneamente, como threads em um processador multi-core, reduzindo tempo de validação.

Inclui ePBS (execution-encrypted PBS), estendendo janelas de verificação para mais transações por bloco; reprecificação de Gas alinhada a custos reais; e multi-dimensional Gas, separando métricas como estado (storage) de computação. Inicialmente, custos de criação de estado saem do limite Gas geral via “reservoir” para compatibilidade EVM, evitando state bloat — crescimento descontrolado do estado global que encarece nós.

Resultado: maior throughput sem hardware extra, mantendo descentralização.

ZK-EVM e Blobs: Visão Longo Prazo

Longo prazo: ZK-EVM em rollouts graduais — 5% dos nós em 2026, expansão em 2027, culminando em sistema 3-of-5 proofs, onde três de cinco provas ZK independentes validam blocos. Nós verificam provas criptográficas sem reexecutar transações, como um juiz checando assinatura digital em vez de refazer o crime.

Blobs expandem para 8 MB/s via PeerDAS, armazenando dados L2 eficientemente sem download total. Isso libera nós de execução pesada, baixando barreiras de entrada e suportando Gas limits elevados.

Por quê? Escalabilidade sustentável: Ethereum evolui via soft forks e provas, preservando histórico enquanto otimiza verificação.

Imutabilidade BTC vs Flexibilidade ETH

Bitcoin prioriza imutabilidade: forks são raros (ex: SegWit como soft fork), preservando confiança em transações finais. Alterar UTXOs históricos arrisca centralização, convidando intervenções estatais.

Ethereum, programável, usa upgrades coordenados para eficiência. Glamsterdam e ZK-EVM exemplificam: código é lei, mas iterável. Leitores atentem: no BTC, segurança imutável; no ETH, inovação escalável — escolha depende do trade-off entre rigidez e adaptação.


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Estrutura de vidro comprimida por força vermelha com rachaduras douradas e cyan, simbolizando funding rates negativos e potencial short squeeze no BTC

Funding Rates Negativos Indicam Short Squeeze no Bitcoin?

Os funding rates negativos em principais exchanges para contratos perpétuos de Bitcoin indicam domínio de posições vendidas, com vendidos pagando comprados em taxas como -0,005% na Binance e -0,011% na Bybit. Analistas veem potencial para short squeeze se o preço romper para cima. Em contraste, os ETFs de Ethereum nos EUA registraram saída líquida de US$ 43 milhões ontem, liderada pelo fundo da BlackRock. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 327.940,64 (-5,38% em 24h), levanta a questão: reversão ascendente ou continuação da pressão vendedora?


Situação Atual dos Funding Rates no Bitcoin

Os dados mostram funding rates simultaneamente negativos em grandes plataformas de derivativos. Na atualização de 27 de fevereiro, a Binance registrou -0,005%, OKX -0,007% e Bybit -0,011%. Esses valores refletem que detentores de posições curtas (vendidas) estão pagando os comprados para manterem suas apostas de baixa abertas.

O analista Amr Taha, via CryptoQuant, destaca clusters densos de liquidações alavancadas acima do preço atual no mapa de calor de liquidações do BTC, concentrados em torno de US$ 92.000. Historicamente, tal configuração excessiva de shorts combinada com funding negativo precedeu reversões acentuadas, embora não garanta direção específica. Atividade de varejo também aumentou, com frequência de trading acima da média anual.

Fluxos nos ETFs de Ethereum: Pressão Contínua

Em oposição aos sinais derivativos do Bitcoin, os ETFs spot de Ethereum nos EUA apresentaram saída líquida de US$ 43 milhões em 27 de fevereiro, segundo Farside Investors. Todo o volume de saída veio do iShares Ethereum Trust (ETHA) da BlackRock, com os demais fundos zerados.

Essa interrupção encerra três dias consecutivos de entradas, sugerindo mudança no apetite por exposição institucional ao ETH. Os dados de fluxos de ETFs servem como termômetro de sentimento macro, onde outflows refletem realização de lucros ou realocação para ativos menos voláteis. No momento, ETH negocia a US$ 1.856,92, com variação de -3,80% nas últimas 24 horas.

Contexto Técnico e Movimentações On-Chain

O Bitcoin testou US$ 70.000 em 26 de fevereiro, mas recuou para faixa entre US$ 66.600 e US$ 68.600, agora em US$ 63.700 (-3,31% 24h). Fluxos de baleias mostram 1.700 BTC líquidos para Binance de carteiras “Octopus” (holders médios), menor que os 5.000 BTC de 2 de fevereiro precedendo queda de US$ 77.500.

No Brasil, volume 24h de 359,71 BTC nas exchanges principais reforça liquidez local. Níveis críticos incluem suportes em US$ 63.000 e resistências em US$ 68.000-US$ 70.000, onde liquidações de shorts poderiam amplificar movimentos.

Forças Conflitantes e Níveis a Observar

Os dados revelam tensão entre derivativos de alta no BTC (posições vendidas excessivas) e spot de baixa no ETH (saídas institucionais). Funding negativo pode sinalizar capitulação de vendidos se macro melhore, mas persistência de saídas em altcoins sugere cautela ampla.

Monitore: evolução dos funding rates (acima de -0,01% como pivot), fluxos ETF diários, mapa de liquidações acima de US$ 68k e volume spot vs derivativos. Qual força prevalecerá — squeeze ou sangramento?


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Torre cristalina dourada rachando sobre suporte marcado 63K com cascata de fragmentos e onda vermelha de choque, simbolizando liquidações e tensão geopolítica no Bitcoin

Bitcoin cai para US$ 63 mil com ataques no Irã e US$ 1,75 bilhão em liquidações

Os dados mostram o Bitcoin caindo abaixo de US$ 64 mil após ataques aéreos de Israel e EUA contra o Irã, anunciados pelo presidente Donald Trump. A queda acelerou em um fim de semana com mercados tradicionais fechados, testando o patamar de US$ 63.000. Liquidações ultrapassaram US$ 1,75 bilhão em uma hora, majoritariamente posições compradas, destacando a liquidez 24/7 das criptomoedas como válvula de escape para riscos geopolíticos. Altcoins como SOL, XRP e DOGE registram perdas de até 10%.


Situação Atual do Mercado

O Bitcoin recuou de uma máxima semanal próxima a US$ 70.000 na quarta-feira para US$ 63.582 na manhã de sábado, uma desvalorização de cerca de 6% nas últimas 24 horas. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 327.603,61, com variação de -5,43% em 24 horas e volume de 359,7 BTC. A confirmação de Trump sobre operações militares contra infraestrutura nuclear iraniana intensificou a venda, com o par BTC/USD testando suportes críticos no intervalo de US$ 60.000 a US$ 70.000, faixa observada desde o crash de 5 de fevereiro.

Os números indicam rejeição na resistência de US$ 68.000 na sexta-feira, agravada por dados quentes do PPI nos EUA, que subiu 0,5%, sinalizando pressões inflacionárias e adiando cortes de juros do Fed.

Impacto nas Altcoins

Altcoins sofreram quedas mais acentuadas, ampliando a volatilidade. A Solana (SOL) despencou 9,26% para R$ 403,40, Ethereum (ETH) perdeu 7,94% para R$ 9.535,08, XRP caiu 9,23% para R$ 6,557 e Dogecoin (DOGE) registrou -9,06% para R$ 0,4539, conforme cotações em tempo real. Esses ativos, com maior beta em relação ao BTC, apagaram ganhos semanais e entraram em território negativo.

O movimento reflete a correlação com o Bitcoin em cenários de aversão ao risco, onde altcoins atuam como multiplicadoras de movimentos. Reservas de USDT em exchanges caíram para US$ 51,1 bilhões, sinalizando potencial para vendas adicionais se romperem US$ 50 bilhões.

Liquidações e Dinâmica 24/7

A explosão de liquidações de US$ 1,75 bilhão em uma hora, sendo US$ 1,65 bilhão em posições compradas, ilustra o papel das criptomoedas como mercado único aberto nos fins de semana. Plataformas como CoinGlass registraram US$ 450 milhões em 24 horas na fonte inicial, elevando-se com o evento geopolítico. Mapas de calor de liquidação mostram clusters em torno de US$ 64.000, contribuindo para cascata de stops.

Com TradFi fechado, o volume de liquidações atingiu US$ 250 milhões em quatro horas, exacerbando a queda. Isso reforça a tese de que cripto serve como proxy para descarregamento de risco global em horários não convencionais.

Níveis Técnicos Críticos a Observar

Os dados técnicos apontam US$ 62.500 como suporte imediato, mínima multi-semanal testada recentemente. Uma quebra abaixo pode direcionar para US$ 60.000, alinhado à média móvel de 200 dias. Resistência superior persiste em US$ 68.000 e US$ 70.000, rejeitados múltiplas vezes.

Indicadores como funding rates negativos sugerem possível rebound, mas o risco de cascata persiste com alavancagem elevada. Investidores devem monitorar o fechamento mensal de fevereiro, que pode selar cinco meses consecutivos de perdas, padrão não visto em sete anos. Volumes em ETFs de Bitcoin somaram US$ 1,1 bilhão na semana, mas não contrabalançaram os ventos macro.


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Vaults de exchanges transbordando com cascata de BTC dourado de silhuetas de baleias, rachadura vermelha sinalizando armadilha de distribuição no mercado

Armadilha de Distribuição? Reservas de BTC Explodem em Exchanges

As reservas de Bitcoin em exchanges cresceram 28 mil BTC desde janeiro, sinalizando uma pressão de venda oculta que o mercado ignora em meio ao hype institucional. A Trump Media vendeu 2 mil BTC em janeiro, cortando sua posição para 9.452 unidades. Paralelamente, a Coreia do Sul acumula US$ 40 bilhões em ETFs alavancados de tech americana, criando um risco sistêmico que ecoa no cripto. A história mostra: exuberância assim precede correções.


Reservas em Exchanges Indicam Distribuição Estrutural

A métrica de reservas totais em exchanges subiu de 2.723 milhões para 2.752 milhões de BTC desde 14 de janeiro, um acréscimo de cerca de 1% em 45 dias. Esse crescimento em etapas reflete moedas retornando persistentemente às plataformas de negociação, expandindo o suprimento disponível para venda.

Os netflows de 30 dias confirmam o regime: passaram de negativos (-1.187 BTC) para positivos (+628 BTC em média), marcando uma transição de acumulação para distribuição. Historicamente, fluxos positivos assim limitam altas sustentadas, como visto nos topos de 2018 e 2022. O mercado está ignorando esse sinal clássico de baleias descarregando.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 327.743 com variação de -5,97% nas últimas 24h reforça a fragilidade atual.

Venda da Trump Media Revela Desconfiança de Grandes Jogadores

A Trump Media & Technology Group divulgou em seu relatório 10-K anual a venda de 2.000 BTC em janeiro, reduzindo sua tesouraria de 11.452 para 9.452 unidades. Esse movimento não é isolado: reflete baleias testando as águas em um momento de euforia institucional.

A história ensina que empresas e grandes holders começam a distribuir no final do ciclo, quando o varejo entra em massa. Em 2021, vimos mineradoras e early adopters vendendo enquanto o preço atingia ATHs. Cuidado com narrativas de ‘adoção corporativa eterna’ — posições assim viram armadilhas quando a liquidez seca.

Esse corte de 17% na posição destaca que mesmo aliados proeminentes ao ecossistema cripto priorizam preservação de capital sobre hold indefinido.

Risco Sistêmico na Coreia: ETFs Alavancados como Alerta Global

Investidores sul-coreanos despejaram US$ 40 bilhões em ETFs alavancados (2x e 3x) de tech dos EUA em 2025, com US$ 7 bilhões só em dezembro. O KOSPI subiu 177% no ano, impulsionado por semicondutores como Samsung e SK Hynix, mas com volatilidade crescendo em topos — sinal clássico de posicionamento esticado.

Reguladores impuseram treinamentos obrigatórios para frear o varejo, ecoando bolhas passadas como o Kimchi Premium no cripto. Esse apetite por alavancagem tethera o mercado local ao Nasdaq, amplificando correções externas. Para o Bitcoin, correlacionado a tech, isso significa contágio potencial em um bear macro.

A lição das crises asiáticas de 1997: alavancagem em euforia leva a pânicos coordenados.

Implicações: Topo de Ciclo ou Falsa Alarma?

O Bitcoin testa suporte macro em US$ 66 mil, próximo à média móvel de 200 semanas. Falha aqui abre caminho para correções mais profundas, enquanto o overhead em US$ 90-95 mil virou resistência. Volumes de quebra sugerem liquidações forçadas, não consolidação saudável.

Apesar do hype de ETFs e adoção, os dados on-chain gritam distribuição. Como em todo ciclo, o bull termina com varejo eufórico e baleias vendendo. Monitore netflows: só um flip negativo restauraria confiança. Proteja o capital — sobreviver ao próximo bear vale mais que caçar o pico perfeito.


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Engenheiro cartoon conectando painéis solares a máquina de mineração Bitcoin com 'BTC' luminoso, pilha regulatória ao fundo, simbolizando projeto Engie e PL de stablecoins no Brasil

Engie Estuda Mineração Solar de Bitcoin no Brasil de 895 MW

A gigante francesa de energia Engie estuda instalar fazendas de mineração de Bitcoin em seu complexo solar Assu Sol, de 895 MW no Nordeste brasileiro, para usar energia excedente desperdiçada por gargalos na rede. Ao mesmo tempo, o Projeto de Lei 746/2026 avança no Congresso para criminalizar evasão fiscal via stablecoins em remessas internacionais, afetando quem usa cripto para enviar dinheiro ao exterior. É o Brasil na vanguarda verde, mas com freio regulatório.


Assu Sol: Energia Solar Virando Bitcoin

O complexo Assu Sol, aprovado comercialmente em 13 de fevereiro de 2026, é o maior ativo solar da Engie no mundo. Com 16 usinas e mais de 1,5 milhão de painéis fotovoltaicos, custou R$ 3,3 bilhões e tem capacidade de pico de 895 MWp (753 MW instalados). O problema? Gargalos na rede elétrica brasileira, comuns desde 2023, forçam desligamentos durante picos de geração renovável, desperdiçando megawatt-hora.

Para resolver, a Engie avalia mineração de Bitcoin ou baterias como “consumidores flexíveis”. As máquinas ligam e desligam rápido, usando só o excedente “nos bastidores”, sem especulação com cripto. Eduardo Sattamini, gerente da Engie no Brasil, estima dois anos para implementar. Isenção de impostos na importação de equipamentos até 2028 facilita. Imagine: sol do Nordeste gerando BTC limpo, que pode virar reais na sua conta.

PL Contra Evasão: Cuidado com Stablecoins nas Remessas

Enquanto a mineração verde avança, o PL 746/2026, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), altera a lei de evasão de divisas para incluir “ativos virtuais” como stablecoins. Hoje, evasão fiscal é trocar moeda sem autorização para sacar dólares do país. O novo texto pune quem promove saídas não declaradas via cripto ou sistemas paralelos, com penas mais duras para lavagem de dinheiro.

Motivo prático: fraudes digitais explodiram 408% desde 2018, com 2,2 milhões de casos em 2024. Muitos usam stablecoins (como USDT) para remessas baratas ao exterior, burlando IOF e declarações. O PL obriga unidades de inteligência financeira a reportar indícios ao MP. Seguirá para comissões na Câmara; se aprovado, complica envios familiares ou pagamentos internacionais sem burocracia.

Impacto no Bolso do Brasileiro e Próximos Passos

Para você, que pensa em cripto no dia a dia: mineração solar da Engie pode estabilizar o preço do Bitcoin local, usando energia limpa e barata. Hoje, segundo o Cointrader Monitor, BTC vale R$ 328.745, queda de 5,9% em 24h (dólar a R$ 5,13). Já o PL alerta: declare remessas via stablecoins para evitar multas. Monitore aprovações do Assu Sol e tramitação do PL na Câmara. Cripto ajuda na inclusão financeira, mas regras apertam.

Quer começar? Plataformas como exchanges locais facilitam, mas calcule taxas e impostos reais.


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Massa continental de cristais dourados com '20M' esculpido e ilha distante '1M' luminosa, ilustrando escassez do Bitcoin com 20 milhões minerados

Bitcoin Atinge 20 Milhões: Resta Apenas 1 Milhão a Minerar

O Bitcoin está a poucos dias de atingir um marco histórico: 20 milhões de moedas mineradas. Isso significa que 95% do suprimento total de 21 milhões já foram emitidos, restando apenas 1 milhão para os próximos 114 anos. Em outras palavras, a contagem regressiva para o fim da emissão de novos bitcoins está acelerando, reforçando por que o BTC é chamado de ‘ouro digital’.


O Que Significa Esse Marco?

Pense no Bitcoin como uma mina de ouro com uma quantidade fixa de ouro: apenas 21 milhões de moedas no total. Isso está escrito no código do Bitcoin desde o início, criado por Satoshi Nakamoto. A mineração é o processo pelo qual computadores resolvem problemas matemáticos complexos para validar transações e adicionar blocos à blockchain — em troca, recebem novas moedas como recompensa.

Até 27 de fevereiro de 2026, cerca de 19.995,365 BTC já haviam sido minerados. Analistas preveem que os 20 milhões serão atingidos entre 12 e 15 de março. Isso representa os primeiros 95% do suprimento em apenas 17 anos. É como se, em uma corrida, tivéssemos completado quase todo o percurso em tempo recorde.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 328.399 nesta manhã de sábado, com variação de -5,95% nas últimas 24 horas. Esse valor flutua, mas a escassez é fixa.

Por Que os Últimos 1 Milhão Demoram Tanto?

Aqui entra o mecanismo dos halvings, que é como o Bitcoin reduz pela metade a recompensa dos mineradores a cada 210 mil blocos — cerca de 4 anos. Isso simula a escassez natural de recursos finitos, como o ouro nas minas que vão se esgotando.

Em outras palavras, no começo, mineradores recebiam 50 BTC por bloco. Hoje, após vários halvings, são apenas 3,125 BTC. Os próximos halvings tornarão a emissão ainda mais lenta. Resultado: os últimos 1 milhão de BTC serão liberados gota a gota até aproximadamente 2140. É isso que torna a escassez ‘provável’ e comprovável — não depende de decisões humanas, mas de matemática programada.

Imagine uma poupança familiar onde você só pode sacar uma quantia que diminui com o tempo: é previsível e limitado.

Escassez Comprovada: Por Que BTC é ‘Ouro Digital’?

Diferente do dinheiro fiat, como o real ou dólar, que bancos centrais imprimem à vontade, o Bitcoin tem suprimento fixo. Especialistas como Nima Beni, da Bitlease, dizem que ‘instituições compram escassez comprovável’. Com 20 milhões minerados, fica claro: só resta 5% do total.

Isso significa que, quanto mais demanda por Bitcoin, menor a oferta disponível, podendo valorizar o ativo. É por isso que o chamam de ‘ouro digital’: raro, durável e divisível. Richard Usher, da Openpayd, vê isso como um lembrete institucional da finitude do BTC.

O Que Acontece Depois do Marco?

Com menos novas moedas, os mineradores dependerão mais de taxas de transação para sobreviver. Hoje, fees representam só 2-5% da receita deles, mas o futuro exige escalabilidade, como camadas 2 (Layer 2), para aumentar o volume sem comprometer a segurança.

Para você, leitor, isso importa porque reforça a confiabilidade do Bitcoin como reserva de valor de longo prazo. Monitore os halvings e o suprimento — eles guiam o futuro. Parabéns por entender esse conceito fundamental!


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Banqueiros cartoon defendendo pilares BTC e SOL de ondas de choque vermelhas de explosão geopolítica, simbolizando liquidações e adoção bancária

Conflito no Irã: Ataques geram US$ 260 mi em Liquidações e Bitcoin cai 6%

📊 BOLETIM CRIPTO | 28/02/2026 | MANHÃ

O mercado de criptomoedas enfrenta uma manhã de intensa volatilidade e aversão ao risco, impulsionada por um ataque militar conjunto dos EUA e Israel contra o Irã. O evento, classificado como um “cisne negro” geopolítico, desencadeou liquidações massivas de US$ 260 milhões em apenas quatro horas, forçando o Bitcoin a testar suportes críticos na casa dos US$ 63 mil. Embora o cenário macro seja dominado pelo pânico imediato, o ecossistema Solana demonstra resiliência institucional sem precedentes, com o banco SoFi habilitando depósitos on-chain e o Morgan Stanley buscando licenças federais para custódia. O viés de baixa forte prevalece no curto prazo, condicionado à intensidade das retaliações no Oriente Médio, mas o recuo de posições alavancadas pode oferecer janelas de oportunidade para investidores de longo prazo atentos ao suporte técnico.


🔥 Destaque: Conflito no Irã e Liquidações de US$ 260 mi

A madrugada de 28 de fevereiro de 2026 foi marcada por uma escalada bélica drástica com ataques preventivos coordenados entre as forças dos Estados Unidos e Israel contra alvos no Irã. A ação militar, confirmada por explosões em Teerã e a declaração de estado de emergência em Tel Aviv, teve impacto direto e fulminante sobre os ativos de risco, funcionando como um gatilho de pânico para o mercado cripto global.

De acordo com dados da Coinglass, o impacto financeiro foi imediato: em um intervalo de apenas 4 horas, cerca de US$ 260 milhões foram liquidados em contratos de derivativos. O dado mais alarmante é que 86% desse montante (US$ 224 milhões) correspondia a posições compradas, revelando um mercado excessivamente alavancado que foi pego de surpresa pelo agravamento geopolítico.

O Bitcoin sofreu um recuo acentuado, perdendo o patamar psicológico dos US$ 100 mil reportado anteriormente para buscar liquidez na região dos US$ 63.300. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 326.600,86 no mercado brasileiro, refletindo uma desvalorização de 6,5% nas últimas 24 horas.

Para o investidor, o foco imediato deve ser o Estreito de Ormuz. O Irã detém o controle de uma rota por onde passa 20% do petróleo mundial, e qualquer retaliação que interrompa o fornecimento de energia pode impulsionar o preço do barril de petróleo, gerando inflação global e forçando bancos centrais a manterem posturas rígidas (hawkish), o que historicamente prejudica a avaliação de ativos como criptomoedas.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento atual é de clara aversão ao risco, com investidores migrando capital para ativos tradicionais de porto seguro (safe-havens), como o dólar americano e os títulos do tesouro dos EUA. A tendência negativa é alimentada pela incerteza sobre a amplitude do conflito no Oriente Médio, o que mantém a volatilidade em níveis elevados.

Contudo, um fenômeno de divergência institucional chama a atenção. Enquanto o mercado geral sangra, o ecossistema Solana recebe validações de peso. O banco digital SoFi, com 13,7 milhões de clientes, anunciou suporte para depósitos on-chain reais, permitindo que usuários movam SOL diretamente para suas contas bancárias reguladas.

Essa dualidade sugere que, embora o preço sofra com o macro, a infraestrutura fundamental continua em expansão. No entanto, o setor de IA cripto enfrenta novos desafios após a administração Trump ordenar o banimento da Anthropic em agências federais, o que pode elevar o escrutínio regulatório sobre modelos de inteligência artificial centralizados integrados a protocolos de blockchain.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Escalada Regional no Oriente Médio: Uma retaliação iraniana direta com mísseis poderia levar o Bitcoin a testar suportes ainda mais baixos, possivelmente na faixa de US$ 60.000.
  • Cascata de Liquidações: A alta alavancagem remanescente em altcoins pode desencadear novas chamadas de margem se a queda do BTC se acentuar nas próximas horas.
  • Escrutínio em IA Cripto: O banimento da Anthropic pelo governo Trump sinaliza riscos para projetos que dependem de APIs centralizadas, podendo afetar tokens como FET e TAO.
  • Debate de Imutabilidade no BTC: A proposta polêmica de Mark Karpelès para um hard fork no Bitcoin visando recuperar fundos da Mt.Gox gera ruído negativo, embora a rejeição pela comunidade seja o cenário mais provável.

💡 Oportunidades Identificadas

  1. Compra no recuo geopolítico: Historicamente, quedas de 5-10% motivadas por conflitos no Oriente Médio tendem a apresentar rebotes rápidos em 48-72 horas, oferecendo assimetria para quem busca acumulação à vista (spot).
  2. Resiliência da Solana: O fluxo potencial de 13,7 milhões de usuários do SoFi pode impulsionar o valor total bloqueado (TVL) em DeFi na rede Solana de forma independente da tendência macro do Bitcoin.
  3. IA Descentralizada: O banimento de empresas centralizadas de IA favorece narrativas de soberania tecnológica, beneficiando protocolos de IA em blockchain que operam sem pontos únicos de falha governamental.

📰 Principais Notícias do Período

1. Liquidações de US$ 260 mi em 4h por ataques ao Irã
Ataques militares imediatos contra o Irã provocaram o fechamento forçado de US$ 224 milhões em posições compradas, sinalizando uma capitulação agressiva de traders alavancados.

2. Ataque de Israel gera queda súbita no Bitcoin
Explosões em Teerã levaram o Bitcoin a uma queda rápida (flash crash), testando níveis de suporte de curto prazo em meio a um cenário de incerteza global absoluta.

3. Bitcoin recua 6% em reação a conflito militar
A desvalorização eliminou ganhos semanais e elevou o estado de emergência em Israel, com investidores reduzindo exposição a ativos de risco de forma preventiva.

4. SoFi pioneira em depósitos on-chain Solana nos EUA
O banco com carta federal torna-se o primeiro a permitir transferências diretas via rede pública Solana, conectando 13,7 milhões de clientes ao ecossistema on-chain.

5. Morgan Stanley pede licença para custódia de SOL e BTC
A gigante financeira protocolou pedido junto à OCC para criar o ‘Morgan Stanley Digital Trust’, prevendo custódia, negociação e staking de ativos digitais.

6. Trump ordena banimento da Anthropic por segurança
O desligamento de tecnologias da Anthropic em agências federais foi ordenado após a empresa se recusar a remover salvaguardas éticas do modelo Claude para uso militar.

7. Ex-CEO da Mt.Gox propõe hard fork no Bitcoin
Mark Karpelès sugeriu uma alteração no código para recuperar US$ 52 bilhões roubados em 2011, proposta recebida com forte ceticismo pela comunidade técnica.


🔍 O Que Monitorar

  • Suporte de US$ 60k no BTC: O fechamento diário abaixo deste nível pode sinalizar a entrada em um período corretivo mais prolongado.
  • Preços da Energia: A alta do petróleo WTI acima de US$ 90 pode drenar liquidez dos mercados de risco.
  • Fluxos do SoFi: O volume real de depósitos em Solana nas próximas 48 horas indicará o sucesso da integração bancária.
  • Resposta do Irã: Qualquer sinal de retaliação direta a ativos dos EUA/Israel manterá o viés de baixa ativado.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12 a 24 horas, o viés de baixa forte deve persistir enquanto o mercado aguarda a extensão da resposta do Irã. A capitulação observada nas liquidações de US$ 260 milhões esgotou parte da pressão vendedora agressiva, o que abre espaço para um rebote técnico (short squeeze) se os ataques forem pontuais. Investidores devem monitorar exchanges como a Binance para observar a estabilização do volume e das taxas de financiamento. Para quem opera no mercado brasileiro, a volatilidade do Dólar somada à queda do Bitcoin exige cautela redobrada. A recomendação tática é priorizar o gerenciamento de risco e evitar alavancagem em um ambiente onde as narrativas geopolíticas sobrepujam os fundamentos econômicos de curto prazo.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Traders cartoon analisando queda spot vermelha versus opções bullish para BTC 90K, com silhuetas institucionais, sinalizando recuperação no mercado de derivativos

Derivativos Indicam BTC a US$ 90 mil em Meio a Queda Spot

Os dados de derivativos revelam uma concentração de contratos de compra em US$ 80 mil e US$ 90 mil, apesar do Bitcoin operar na faixa dos US$ 66 mil nesta sexta-feira (27). Plataformas como Deribit indicam redução na volatilidade implícita para 50%, com skew de 25-delta melhorando de -15% para -7%. Traders constroem posições compradas para vencimento em 27 de março, enquanto mantêm puts em US$ 55-60 mil.


Discrepância entre Spot e Derivativos

Os números mostram uma clara divergência: o preço spot do Bitcoin recua 3,2% nas últimas 24 horas, testando suportes em torno de US$ 66 mil, mas o mercado de opções acumula volume em calls para faixas superiores. Segundo a Deribit, o 25-delta skew reflete transição de defesa agressiva para equilíbrio, com volatilidade histórica associada a consolidação, não capitulação.

Contratos com vencimento em 27 de março concentram open interest em strikes de US$ 80 mil e US$ 90 mil, sugerindo projeções de recuperação para US$ 85-95 mil em um mês, condicionado a liquidez. Puts em níveis inferiores indicam proteção, mas sem pânico extremo.

Sinais de Fundo por BlackRock e Bybit

Fluxos de ETF reforçam a tese: após quatro meses de saídas, os últimos três dias registram US$ 1 bilhão em inflows. Na quinta, BlackRock IBIT captou US$ 275 milhões e Bitwise BITB US$ 69 milhões, conforme dados recentes. Isso aponta estabilização institucional.

Bybit destaca US$ 70 mil como resistência psicológica mensal, com risco de quinto mês consecutivo de queda, mas fundamentos intactos. Uma vez que a macroeconomia esteja clara, reversão de fluxos é plausível. Segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 337.346 (-2,76% 24h), alinhado à fraqueza spot.

Liquidez de Risco Persiste: Caso MYX Finance

O rebote de 29% no MYX Finance após queda de 91% exemplifica apetite por risco. Impulsionado por parceria V2 com Consensys (trading gasless, 50x leverage), volume saltou para US$ 55 milhões. RSI em oversold confirma fim de capitulação.

Níveis chave: suporte US$ 0,441-0,430, resistência US$ 0,546. Unlock de 9,72 milhões tokens em 6 de março pode pressionar, mas estrutura sugere upside para US$ 0,70 com inflows maiores.

Níveis Técnicos a Monitorar no BTC

Para Bitcoin, observe suporte em US$ 66 mil e resistência em US$ 70 mil. Acima disso, caminho para US$ 80 mil abre. Abaixo de US$ 60 mil, puts ganham força. Dólar a R$ 5,13 contextualiza: BTC em reais equivale a queda similar.

Os dados indicam transição para otimismo condicionado, com traders posicionados taticamente. Volumes e inflows ETF serão decisivos nos próximos dias.


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Pilar dourado Bitcoin ancorado em 65K sob vórtice vermelho de vácuo de demanda, simbolizando recuo por PPI quente e opções

Bitcoin Recua para US$ 65K: PPI e Opções Freiam Alta

Por que os US$ 70 mil viraram um muro intransponível para o Bitcoin hoje? Os dados mostram uma ‘tempestade perfeita’: o PPI de janeiro nos EUA acima do esperado (core de 3,6% YoY vs. 3,0%) elevou receios de cortes de juros adiados, enquanto US$ 8,7 bilhões em opções de BTC e ETH expiram na Deribit. BTC recuou de US$ 68k para US$ 65.600, apagando ganhos semanais. Segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 337.218 (-2,73% 24h).


Dados do PPI Aceleram Pressão Vendedora

O Producer Price Index (PPI) de janeiro registrou alta mensal de 0,5% (exp. 0,3%), anual de 2,9% (exp. 2,6%) e core mensal de 0,8% (exp. 0,3%). Esses números, divulgados em 27/02, sinalizam inflação persistente na produção, adiando expectativas de corte de juros pelo Fed em março (probabilidade de 96% de manutenção).

Os dados mostram correlação: Nasdaq caiu 0,8%, S&P 500 0,6%. BTC seguiu o risco-off, testando suporte em US$ 65.130. Spreads de crédito no maior nível em 4 meses e tensões EUA-Irã (evacuação de embaixadas) amplificaram a aversão ao risco, com ouro subindo 1% para US$ 5.230/oz.

Expiração de Opções Amplifica Volatilidade

Na Deribit, US$ 8,7 bilhões em opções de BTC/ETH expiram hoje: US$ 7,7 bi em BTC (max pain US$ 75k) e US$ 975 mi em ETH (US$ 2.200). Isso tende a gerar volatilidade, com liquidações de posições long alavancadas.

Volume de BTC caiu 22,94% para US$ 43,38 bi, ETH 25,67% para US$ 23,19 bi. Posicionamento indica proteção contra quedas, com BTC oscilando entre US$ 66k-68k nas últimas 24h.

Vácuo de Demanda Acima de US$ 70k

Glassnode identifica ‘vácuo de demanda’ em US$ 70k: liquidez fina acima desse nível, com ordens de venda causando slippage significativo. Desde jan/2026, BTC acumula queda de 25%, com suporte em US$ 60k-69k (400k BTC comprados).

Traders preveem range em março: resistência US$ 72k-74k, suporte US$ 54k. Histórico mostra março fraco para majors cripto.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados sugerem consolidação: suporte imediato US$ 65k, próximo US$ 60k; resistência US$ 68k, depois US$ 70k. Volume 24h e inflows ETFs (US$ 507 mi BTC recente) indicam saúde on-chain, mas macro domina. Dólar a R$ 5,13 reforça cautela em BRL.

Investidores devem observar Fed (18/03), geopolítica e expiry effects para próximos passos.


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CEO cartoon de mineradora correndo para miragem de data centers IA no deserto, puxado por âncora de prejuízo 1.7B apesar alta 17%, questionando pivô

IA ou Miragem? MARA Sobe 17% Apesar de Prejuízo de US$ 1,7 Bi

A MARA Holdings disparou 17% em after-hours nesta quinta-feira após anunciar parceria com a Starwood para data centers de IA, mas registrou prejuízo colossal de US$ 1,7 bilhão no quarto trimestre de 2025. Enquanto isso, a CoreWeave afundou 9-12% apesar de receita forte no Q4, punida por guidance de Q1 aquém das expectativas. O mercado está ignorando os fundamentos ruins das mineradoras de Bitcoin em nome da euforia com IA?


O Rali da MARA e o Prejuízo Bilionário

A MARA celebrou uma joint venture com a Starwood Capital Group para converter seus data centers de mineração em instalações para cloud e IA, mirando mais de 1 gigawatt inicial de capacidade IT, com expansão para 2,5 GW. As ações saltaram para US$ 9,88 em negociações estendidas. No entanto, os resultados do Q4 revelam a fragilidade: receita de US$ 202,3 milhões, queda de 5,6% ante o ano anterior, e prejuízo líquido de US$ 1,7 bilhão — impulsionado por US$ 1,5 bilhão em ajustes de valor justo de ativos digitais.

O EPS GAAP foi de -US$ 4,52, muito abaixo das projeções. O CEO Fred Thiel insiste que o Bitcoin segue como “pilar central”, mas a história mostra que mineradoras sofrem com halvings e volatilidade. Pós-halving de 2025, margens comprimidas por energia cara e competição feroz forçam esse pivô desesperado para IA.

CoreWeave: Mercado Pune a Falta de Execução

A CoreWeave reportou receita de US$ 1,57 bilhão no Q4, alta de 110% YoY e acima das expectativas, mas o prejuízo por ação de US$ 0,89 superou o consenso de US$ 0,49. O golpe veio no guidance: Q1 2026 entre US$ 1,9-2,0 bilhões, contra US$ 2,29 bilhões esperados pela Wall Street — uma surpresa negativa de até US$ 290 milhões.

Capex explode para US$ 30-35 bilhões em 2026, contra US$ 10,3 bi em 2025, elevando dívida para cerca de US$ 30 bilhões com leases. Backlog de receita contratada subiu para US$ 66,8 bilhões, mas o mercado reagiu com venda, destacando riscos de cash burn em meio à demanda por GPUs Nvidia ainda apertada.

Pivô para IA: Maquiagem ou Sobrevivência?

Mineradoras como MARA e Bitfarms rebatizam para “infraestrutura de IA”, explorando acesso a energia barata. Mas cuidado: a história repete padrões de bolhas, como dot-com nos anos 2000, onde pivôs narrativos mascaram fundamentos fracos. Com Bitcoin oscilando e juros altos pressionando capex, esse viés de alta em IA pode ser exuberância irracional.

O mercado premia narrativas, mas pune execução. CoreWeave caiu apesar de crescimento; MARA subiu ignorando prejuízos. Investidores devem monitorar margens, dívida e se esses data centers geram fluxo real ou apenas euforia. Ciclos mostram: todo rali exagerado precede correção.

Implicações para o Setor de Mineração

Esse “pivô de desespero” reflete crise estrutural: halvings reduzem recompensas, energia encarece, BTC volátil. Empresas buscam diversificação, mas IA exige investimentos massivos em um setor em euforia. Com dívida crescente e capex voraz, o risco de insolvência cresce se a bolha de IA estourar — como em 2022 para cripto.

Vale monitorar macro: Fed, liquidez global e correlação com Nasdaq. Proteja capital; sobrevivência no bear é prioridade sobre ganhos rápidos.


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Executivos cartoon Wall Street expandindo cûpula protetora de Bitcoin com influxos ETFs, ignorando volatilidade do varejo abaixo

Wall Street Ignora Queda e Expande Serviços de Bitcoin

Wall Street está ignorando a queda recente do Bitcoin e abrindo os cofres para o ativo digital. Citi e Morgan Stanley anunciaram expansões agressivas em custódia, trading e tokenização de Bitcoin, enquanto ETFs spot somaram US$ 1,1 bilhão em entradas líquidas em apenas três dias, rumo à melhor semana em seis. Esse movimento sinaliza confiança institucional no ‘dip’ atual.


Expansão Sem Precedentes de Citi e Morgan Stanley

O Citigroup planeja lançar custódia institucional de Bitcoin ainda em 2026, integrando o ativo aos mesmos frameworks de custódia, relatórios e impostos usados para ações e bonds tradicionais. Nisha Surendran, líder do produto, destacou em fórum que clientes querem gerenciar BTC em contas unificadas com Treasuries e fundos tokenizados, permitindo cross-margining entre ativos digitais e tradicionais.

Paralelamente, o Morgan Stanley, com US$ 8 trilhões em ativos, está implementando trading spot de cripto na plataforma E*TRADE, explorando lending e produtos tokenizados para clientes de wealth management. Amy Golenberg, head de digital assets, enfatizou a construção interna de infraestrutura para mercados 24/7. Esses passos consolidam a transição de Wall Street para o ecossistema cripto.

Fluxos Recordes nos ETFs de Bitcoin

Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram US$ 1,1 bilhão em entradas líquidas em três dias consecutivos, segundo SoSoValue, revertendo cinco semanas de saídas. O iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock captou mais da metade, US$ 652 milhões, enquanto o GBTC da Grayscale teve seu maior dia desde a conversão para ETF. No total, entradas líquidas semanais projetam US$ 815 milhões, melhor desempenho desde janeiro.

O Portal do Bitcoin converte isso para R$ 4,2 bilhões, reforçando a demanda. O Coinbase Premium voltou a positivo após 40 dias, e holdings totais dos ETFs atingiram 1,29 milhão de BTC, perto do pico de outubro — apesar do preço 45% abaixo do ATH.

Morgan Stanley Busca Selo de Banco Cripto

Em movimento decisivo, o Morgan Stanley solicitou charter de banco nacional de trust ao OCC para o Morgan Stanley Digital Trust. O foco: custódia, staking, emissão de stablecoins e tokenização de ativos reais, integrando cripto à divisão de wealth. Isso segue filings para ETFs de BTC, ETH e SOL, além de wallet digital prevista para o 2º semestre de 2026.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 337.351 na média das exchanges brasileiras, com variação de -2,67% em 24h (volume: 308 BTC). Instituições veem além da volatilidade de curto prazo.

Fundamentos Institucionais se Fortalecem

Enquanto o varejo reage à volatilidade, baleias institucionais compram o dip, impulsionadas por fluxos de ETF e infraestrutura bancária. O mercado está construindo: adoção corporativa acelera, com custódia regulada e produtos yield-bearing. Investidores atentos a ciclos sabem que esses fluxos precedem valorizações sustentadas. Vale monitorar aprovações OCC e inflows semanais — sinais claros de maturidade.


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Abismo digital com nüleo dourado no fundo e fluxos cyan convergindo, simbolizando acumulação no Bitcoin e sinais de fundo via Coinbase

Coinbase Premium Positivo Após 40 Dias: Sinais de Fundo no Bitcoin

O Coinbase Bitcoin Premium Index voltou a positivo após 40 dias de valores negativos, registrando 0,0079% nesta sexta-feira (27/02). Esse indicador mede o preço do Bitcoin na exchange americana em relação à média global, sinalizando renovada demanda de investidores nos EUA. Combinado a outros dados on-chain, como o relatório da Glassnode sobre possível bottoming phase e saídas de US$ 266 milhões em BTC de exchanges, os números sugerem acumulação silenciosa em meio à volatilidade recente. O Bitcoin negocia a US$ 65.617, com queda de 2,77% em 24h.


Coinbase Premium: Demanda Americana em Recuperação

Os dados mostram que o Coinbase Premium Index permaneceu negativo por 40 dias consecutivos, refletindo pressão vendedora ou menor apetite por risco nos EUA. Ontem, o índice estava em território negativo, mas hoje reverteu para 0,0079%, conforme dados da Coinglass. Esse movimento indica que o preço do Bitcoin na Coinbase superou a média global, um padrão associado a influxos de capital institucional e liquidez em dólares.

Historicamente, premium positivo no Coinbase precede valorizações, pois reflete dominância compradora no maior mercado regulado. A duração de 40 dias negativos é significativa, comparável a períodos de baixa em ciclos passados. Investidores devem observar se essa reversão se sustenta acima de zero nas próximas sessões, especialmente com o BTC testando suportes em torno de US$ 65.000.

Glassnode: Estrutura de Mercado Próxima de Fundo

O relatório semanal da Glassnode analisou o Total Supply in Loss, métrica que quantifica o volume de BTC detido com prejuízo não realizado. A média móvel de 7 dias atingiu 9,2 milhões de BTC, o maior nível desde o fim do último mercado de baixa, representando quase metade da oferta em circulação (cerca de 20 milhões de BTC).

Essa concentração de perdas assemelha-se às fases finais de mercados de baixa anteriores (2018 e 2022), não ao início de uma contração. Nos ciclos passados, picos nessa métrica coincidiram com fundos de mercado, à medida que a pressão vendedora se exaure. A Glassnode conclui que, estruturalmente, o mercado parece mais próximo de uma faixa de fundo do que de um estágio inicial de baixa, apesar da volatilidade persistente.

Saídas de Exchanges: Sinal Clássico de Acumulação

Em paralelo, baleias retiraram mais de US$ 266 milhões em Bitcoin da exchange Bitget em poucas horas. Duas transações de 2.000 BTC cada (total de 4.000 BTC, avaliados em US$ 134,85 milhões e US$ 136,04 milhões) foram enviadas a carteiras desconhecidas, logo após um rali de preço.

Retiradas para cold wallets reduzem a oferta líquida em exchanges, sinalizando intenção de hold de longo prazo e menor risco de vendas imediatas. Esse padrão é clássico em fases de acumulação, onde grandes detentores posicionam-se para ciclos de alta. Com volume 24h de 307 BTC no Brasil, o BTC está a R$ 337.259 (Cointrader Monitor), em queda de 2,79%.

Níveis a Monitorar e Contexto Atual

Os dados on-chain convergem para um cenário de exaustão de vendedores e retomada de demanda seletiva. O suporte imediato está em US$ 65.000, com resistência em US$ 69.000. Indicadores como Supply in Loss e Coinbase Premium devem ser acompanhados para confirmar tendência. No macro, dólar a R$ 5,13 influencia fluxos para ativos de risco.

Esses sinais não garantem reversão imediata, mas oferecem base factual para decisões. A estrutura atual sugere que o fundo pode estar próximo, com acumulação em curso.


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Cena cartoon de circo caótico: palhaço Bitcoin chutado por Magic Eden para Solana, Duolingo caindo 20% e cartaz XRP $31, satirizando loucura do mercado

Magic Eden Encerra Suporte ao Bitcoin e Duolingo Desaba 20%: Circo Financeiro

Interessante como o mercado financeiro transforma heróis em vilões da noite para o dia. A Magic Eden anuncia o fim dos marketplaces de Bitcoin e EVM, logo após o rali dos Ordinals, enquanto a Duolingo vê suas ações despencarem mais de 20% ao priorizar usuários sobre lucros imediatos. No meio do caos, analistas insistem que o XRP pode voar a US$ 31. Da corujinha triste ao adeus ao BTC: bem-vindos ao grande circo.


Magic Eden Dá Tchau ao Bitcoin Pós-Rali

Curioso timing: a Magic Eden, que dominou 80% do volume de Ordinals e Runes no Bitcoin, decide encerrar suporte a BTC e EVM a partir de 9 de março. API Bitcoin some em 27 de março, wallet em 1º de abril. Motivo? 80% dos custos para apenas 20% da receita. O CEO Jack Lu aposta tudo em Solana, Packs e Dicey, sua plataforma de iGaming que já processou US$ 15 milhões em apostas com só 200 usuários em beta fechado. De líder multi-chain a Solana-only: o mercado de NFTs nativos do BTC vira relíquia?

A plataforma, avaliada em US$ 1,6 bilhão após US$ 157 milhões em funding, agora foca no token $ME e entretenimento cripto. Fim dos buybacks de NFTs. É o adeus definitivo ao Bitcoin ou só uma poda de custos?

Duolingo: Usuários em Primeiro, Lucros no Divã

A corujinha verde, símbolo de aprendizado divertido, agora é sinônimo de tombo. As ações da Duolingo despencaram mais de 20% para US$ 90,76 após anúncio de foco em expansão de usuários, não monetização agressiva. Meta ambiciosa: 100 milhões de DAU até 2028. Analistas como JPMorgan (de Overweight para Neutral, PT US$ 95) e BofA (Buy para Neutral, PT US$ 100) downgradam em massa. Morgan Stanley e Evercore seguem.

Resultado Q4 2025 superou: US$ 0,84 EPS vs. US$ 0,83 esperado, receita US$ 282,9M vs. US$ 275,7M. Mas guidance 2026 decepciona. Solução? Menos ads e upsells, mais IA gratuita como ‘Video Call with Lily’ para todos. Para conter o sangramento, programa de US$ 400 milhões em recompra. Consensus Hold, PT médio US$ 139,64 (49% upside). Priorizar crescimento ou lucro: eis a ironia corporativa.

XRP: De US$ 31 a Queda Livre em Semanas?

Enquanto isso, no mundo cripto, o XRP sonha alto com previsões de US$ 31 via Elliott Wave. Analista Egrag Crypto vê Wave 3 a US$ 15 e Wave 5 a US$ 31, após correção atual (Wave 2). CasiTrades alerta: plano macro intacto, risco de US$ 0,87 ou US$ 1,11 em dias/semanas antes do rally a US$ 6,50-US$ 13. Preço atual ~US$ 1,40, sem quebra de resistência em US$ 1,67.

Comprar abaixo de US$ 1? Talvez, mas o circo avisa: nada muda até suporte ou resistência romper. Previsões lunáticas vs. quedas reais: o mercado adora um bom plot twist.


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Fluxos de energia dourada se dividindo para cyan XRP e verde IA, simbolizando rotação de capital inteligente em ETFs cripto

Dinheiro Inteligente Migra para XRP e IA: BTC e ETH com Saídas

Os dados de fluxos em ETFs revelam uma rotação clara de capital: XRP capturou 50% dos novos influxos em produtos de altcoins, enquanto Bitcoin e Ethereum registram saídas de US$ 250 milhões na última semana. Tokens de IA como Decred (DCR) e Internet Computer (ICP) avançam até 16%, contrastando com o recuo das majors. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 337.677, com variação de -2,54% em 24 horas.


Fluxos em ETFs: XRP como Destino Preferencial

De acordo com o CEO da Canary Capital, Steven McClurg, o XRP absorveu cerca de 50% do capital novo em ETFs de altcoins. Solana ficou com 30% e Hedera com 20%. ETFs de XRP acumulam US$ 1,24 bilhão em influxos líquidos desde novembro, com AUM acima de US$ 1 bilhão. O Canary XRP ETF lidera com US$ 280 milhões, seguido pelo Bitwise com US$ 278 milhões.

Em contraste, produtos de BTC e ETH enfrentam pressão: nove dias de saídas para BTC e perdas consistentes para ETH. Na última semana, BTC e ETH perderam US$ 250 milhões, enquanto XRP ganhou US$ 3,5 milhões. XRP cotado a R$ 6,96 (variação -2,8% em 24h), ETH a R$ 9.925 (-4,8%) e SOL a R$ 419 (-5,3%). Os números indicam preferência por ativos com utilidade em pagamentos cross-border durante volatilidade.

Disparada dos Tokens de IA em Meio ao Recuo das Majors

Enquanto BTC, ETH e SOL recuam para US$ 67.000, R$ 9.925 e R$ 419 respectivamente, tokens ligados à inteligência artificial registram altas expressivas. Decred (DCR) subiu 16% para US$ 34,58 (R$ 200,50), impulsionado por mudanças em seu tesouro em fevereiro, acumulando +80% em quatro semanas. ICP avançou 6% para US$ 2,56 (R$ 14,80), beneficiado por proposta de queima de 20% da receita de cloud engine.

O CoinDesk 20 Index reflete perdas gerais, mas esses ativos descolam por narrativas setoriais. Lucros da Nvidia e otimismo com IA impulsionam o setor, com dados de derivativos mostrando compras de puts em BTC a US$ 60.000 por tesourarias e ETFs para hedge. Níveis a observar: suporte BTC em US$ 65.500; perda pode ampliar rotação.

Nova Stablecoin em Franco Suíço: Hedge Institucional

A AllUnity, joint venture de DWS, Galaxy e Flow Traders, lançou o CHFAU, stablecoin regulada pela BaFin e lastreada 1:1 em reservas de CHF no Ethereum. Voltada para pagamentos e tesouraria institucional, reflete demanda por stablecoins não-USD. CHF cotado a R$ 6,67 (+0,44% em 24h), visto como safe haven superior ao iene por Morgan Stanley (projeção +17% vs USD), Goldman e BofA.

O CHF é comparado ao ouro em estabilidade, contrastando com fragilidades fiscais de outras moedas. Expansão para outras chains prevista. Indicadores: média móvel de 200 semanas em XRP sinaliza movimento; monitorar inflows em ETFs e suportes em majors para confirmar tendência de rotação.

Implicações para Alocação de Portfólio

Os fluxos atuais sugerem realocação para nichos com catalisadores: XRP por utilidade, IA por inovação e CHF por proteção. Volumes em BTC-BRL mostram 311 BTC em 24h, com dominância em Binance (128 BTC). Investidores observam níveis técnicos: suporte do BTC em US$ 65.500 e resistência em US$ 70.000. Rotação persiste enquanto majors testam mínimas; dados de opções indicam hedge contra quedas prolongadas.


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Personagens cartoon de Vitalik e dev Bitcoin construindo torre híbrida escalável com escudo quântico, simbolizando roadmap de escala Ethereum e segurança Bitcoin

Escala e Segurança: Vitalik e Devs do Bitcoin Apresentam Planos Técnicos

O futuro é quântico: Bitcoin e Ethereum estão se blindando para os próximos 10 anos com avanços na camada base. Vitalik Buterin delineou um plano para escalar o Ethereum sem depender apenas de L2s, enquanto devs do Bitcoin propõem o OP_SHRINCSVERIFY contra computadores quânticos. Paralelamente, o ZKsync Lite encerra em 4 de maio, exigindo que usuários retirem US$ 33,9 milhões em ativos. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 337.142,82 (-2,65% em 24h).


Escalando a Camada Base do Ethereum

Vitalik Buterin publicou um post detalhando como o Ethereum pode aumentar sua capacidade na camada base. No curto prazo, upgrades como Glamsterdam e ePBS otimizam a verificação de blocos: nós processam partes simultaneamente, aproveitando melhor os slots de 12 segundos. Isso eleva o throughput sem comprometer a estabilidade.

No longo prazo, o foco é diferenciar custos de gas: armazenamento permanente (como contratos) fica mais caro, enquanto transações efêmeras ganham espaço. Buterin propõe maior uso de blobs — dados temporários introduzidos no Fusaka — e provas de conhecimento zero (ZK) para validação sem reexecutar transações. O objetivo é evitar que o Ethereum se torne inacessível a operadores menores, mantendo descentralização.

Essa abordagem contrasta com anos de ênfase em rollups L2, priorizando agora a eficiência on-chain verificável por métricas como TVL e transações diárias.

OP_SHRINCSVERIFY: Proteção Quântica no Bitcoin

O que é SHRINCS? É um esquema híbrido de assinaturas hash-based: combina SPHINCS+ (stateless) com XMSS desbalanceado (stateful). Funciona assim: usa o caminho stateful eficiente para assinaturas rotineiras (324 bytes iniciais), com fallback stateless se o estado da carteira for perdido. Verificação custa pouco por byte, reduzindo a segurança a suposições de hash — ideal contra quânticos.

Blockstream apresentará o opcode OP_SHRINCSVERIFY no OPNEXT 2026. Matt Corallo rebate críticas: o trabalho avança publicamente, com papers no Delving Bitcoin e discussões em listas de e-mail. Questões como performance em hardware e limites de assinaturas seguem em debate, mas o progresso é concreto.

Por que importa? Computadores quânticos ameaçam ECDSA; hash-based signatures preservam chaves públicas pequenas e verificação viável, alinhando com o ethos minimalista do Bitcoin.

Fim do ZKsync Lite e Transição para Era

ZKsync Lite, pioneiro ZK-rollup lançado em 2020, para em 4 de maio: produção de blocos cessa, estado finaliza. Usuários têm US$ 33,9 milhões bridged — US$ 24,9 milhões em stablecoins, US$ 8,4 milhões em ETH. Retiradas são possíveis indefinidamente, mas o time recomenda ação até maio. API read-only dura pelo menos um ano.

Matter Labs migra foco para ZKsync Era (zkEVM com smart contracts) e ZK Stack. Lite suportava transfers e NFTs, mas faltava flexibilidade; Era permite portar apps sem perda de segurança.

Implicações para o Ecossistema

Essa corrida armamentista nas bases reflete maturidade: Bitcoin prioriza resiliência criptográfica, Ethereum eficiência on-chain. Monitorar commits no GitHub e usuários ativos dirá o sucesso. Para brasileiros, com BTC a R$ 337 mil, esses upgrades sustentam adoção de longo prazo.


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Balança cartoon com regulador apertando exchange e influxos dourados em cofre Bitcoin ETF, simbolizando dilema regulatório vs adoção institucional

Cerco à Binance e Inflows Recordes em ETFs: O Dilema de Fevereiro

📊 BOLETIM CRIPTO | 27/02/2026 | NOITE

O endurecimento regulatório global define o viés de baixa moderado que domina o mercado cripto nesta sexta-feira. Enquanto investidores institucionais injetam capitais recordes em ETFs de Bitcoin, uma ofensiva coordenada de enforcement atinge os principais pilares do ecossistema. A pressão política nos Estados Unidos sobre a Binance, combinada com apreensões massivas de US$ 580 milhões pelo DOJ e ações proativas da Tether — que congelou US$ 4,2 bilhões em ativos ilícitos —, sinaliza uma fase de “limpeza regulatória” profunda. O cenário é agravado por falhas críticas de custódia governamental na Coreia do Sul, elevando o ceticismo sobre a segurança institucional fora de protocolos privados. Para o investidor, o momento exige cautela redobrada, equilibrada pela resiliência da adoção mainstream liderada por gigantes como a Meta.


🔥 Destaque: Pressão Bipartidária e o Novo Cerco à Binance

A Binance volta a ser o epicentro das atenções regulatórias nos Estados Unidos. Um grupo de senadores democratas, liderados por Chris Van Hollen, enviou uma carta formal à Procuradora-Geral Pam Bondi e ao Secretário do Tesouro Scott Bessent exigindo uma investigação urgente sobre o cumprimento de sanções pela exchange. A alegação central, baseada em relatórios do New York Times e Wall Street Journal, aponta fluxos de até US$ 1,7 bilhão em criptomoedas para entidades iranianas e grupos extremistas.

O movimento é estrategicamente desenhado para testar a postura do governo Trump em relação ao setor, utilizando o histórico de reincidência da plataforma — que já pagou uma multa de US$ 4,3 bilhões em 2023 — como alavanca política. Em resposta, a Binance negou veementemente possuir usuários iranianos e prometeu entregar uma revisão interna de conformidade ao Departamento de Justiça (DOJ) ainda esta semana.

As implicações desta pressão são imediatas e elevam o medo (FUD) sobre possíveis novas sanções ou restrições operacionais. Atualmente, o BNB enfrenta volatilidade, cotado a R$ 3.144,00, com uma desvalorização de 1,53%. Se a investigação avançar, o mercado de corretoras centralizadas (CEXs) pode sofrer uma migração forçada de liquidez para protocolos descentralizados ou plataformas em conformidade.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento atual reflete uma curiosa divergência entre os fluxos de capital e as narrativas de risco. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 337.388,67, operando com recuo de 2,36% nas últimas 24 horas. Apesar desse ajuste, o apetite institucional via ETFs nos EUA atingiu sua melhor semana desde janeiro, com um fluxo de entrada líquido de US$ 1,1 bilhão em apenas três dias.

No Brasil, o cenário regulatório acelerou drasticamente. O Banco Central impôs o sigilo bancário equivalente ao de instituições financeiras tradicionais para as corretoras locais, ao passo que a Meta iniciou testes de stablecoins no WhatsApp focando no mercado brasileiro. Essa dualidade sugere que a infraestrutura está amadurecendo conforme os reguladores elevam as barreiras de entrada, favorecendo a sobrevivência dos participantes mais robustos.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Intensificação do Enforcement nos EUA: A pressão democrática sobre indicados de Trump pode forçar ações rigorosas do DOJ e do Tesouro contra o uso de stablecoins e CEXs em atividades ilícitas, gerando volatilidade sistêmica.
  • Falhas de Custódia Estatal: O vazamento de seed phrase pela agência fiscal da Coreia do Sul, resultando na perda de US$ 4,8 milhões, evidencia a falta de expertise governamental em lidar com chaves privadas.
  • Escrutínio sobre Stablecoins: A revelação de que 84% do volume ilícito cripto em 2025 usou stablecoins aumenta a probabilidade de congelamentos em massa ou desancoragens temporárias, especialmente no USDT.
  • Custos de Compliance no Brasil: As novas resoluções do BCB exigem contabilidade padronizada e governança bancária, o que pode pressionar o fluxo de caixa de corretoras nacionais menores.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Institucionalização via ETFs: A liderança absoluta da BlackRock (IBIT) e a virada no fluxo do GBTC da Grayscale indicam que a acumulação institucional é o principal suporte para o Bitcoin em níveis de US$ 66 mil.
  • Adoção Massiva em Pagamentos: A integração de stablecoins via WhatsApp pela Meta pode transformar o Brasil em um polo global de pagamentos digitais, favorecendo ativos como o USDC e PYUSD.
  • Legitimação do Setor: O desmantelamento de redes de golpes asiáticas pelo DOJ, que já apreendeu US$ 580 milhões, remove atores maliciosos e prepara o terreno para uma adoção mais segura.

📰 Principais Notícias do Período

1. Democratas Pressionam Governos por Investigação em Binance
Senadores exigem revisão rigorosa de sanções após relatos de fluxos bilionários para o Irã. O caso testa os novos indicados de Trump para Justiça e Tesouro.

2. ETFs BTC captam US$ 1,1 Bilhão em Melhor Semana desde Janeiro
O apetite renovado de grandes fundos americanos sugere que o suporte institucional permanece sólido, apesar do clima regulatório tenso em outras frentes.

3. Autoridade Fiscal Coreana Vazou Seed Phrase e Perde US$ 4,8 mi
Um erro amador em relatório público expôs as palavras de recuperação de carteiras Ledger apreendidas, permitindo um roubo na rede imediato de 4 milhões de tokens PRTG.

4. Tether Congela US$ 4,2 Bilhões em USDT Ligados a Crimes
A emissora reforçou sua postura de conformidade ao colaborar com o DOJ para bloquear fundos ligados a golpes e financiamento ilícito em escala global.

5. EUA Apreendem US$ 580 Mi em Cripto de Scams Asiáticos
Operação do Strike Force do DOJ em três meses demonstra capacidade avançada de rastreamento em blockchain contra redes de fraudes transnacionais.

6. Meta testa Stablecoins no WhatsApp com Foco no Brasil
A gigante de redes sociais mira mercados sub-bancarizados para integração de pagamentos, o que pode acelerar drasticamente o uso de moedas estáveis no dia a dia.

7. BCB Impõe Sigilo Bancário e Contabilidade Padrão a Cripto
Regulamentação no Brasil eleva as Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (PSAVs) ao mesmo patamar de governança e proteção de dados de bancos tradicionais.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxos dos ETFs BTC: A continuidade dos aportes líquidos após o fechamento da semana para validar o suporte de US$ 66k.
  • Volume de Saques na Binance: Indicador crítico para medir a erosão de confiança após o pedido de investigação dos senadores americanos.
  • Movimentações On-chain na Coreia: Possíveis recuperações ou transferências adicionais dos fundos expostos pela NTS coreana.
  • Prêmio da Coinbase: O retorno do indicador ao terreno positivo aponta para demanda americana agressiva de mercado à vista.

🔮 Perspectiva

A perspectiva para as próximas 24 a 48 horas permanece sob o domínio do viés de baixa marginal, condicionado à reação dos usuários sobre a segurança da Binance. É provável que o Bitcoin encontre estabilização próximo aos US$ 66.000, desde que os fluxos de ETFs não sofram uma reversão abrupta por aversão ao risco regulatório. O mercado está claramente dividindo-se entre a “limpeza” de crimes e a adoção institucional legítima. Investidores devem priorizar plataformas com governança robusta e soluções de custódia profissional, acompanhando de perto os canais oficiais do DOJ para novos anúncios que possam afetar as reservas de liquidez em USDT.


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Vórtice neon turbulento sugando partículas com formas BTC e ETH no centro e '9B' fragmentado, sinalizando volatilidade por expiração de opções

Vencimento de US$ 9 Bilhões em Opções Hoje Pode Agitar BTC e ETH

Hoje, 27 de fevereiro de 2026, expiram cerca de 115.500 contratos de opções de Bitcoin com valor nocional de US$ 7,8 bilhões na Deribit, além de 477.000 contratos de Ethereum no valor de US$ 963 milhões, totalizando aproximadamente US$ 9 bilhões, conforme dados da CryptoPotato. Este vencimento mensal ampliado pode gerar volatilidade nos mercados spot, especialmente com o domínio de calls e exposição elevada a gamma destacada pela Matrixport.


Detalhes do Vencimento na Deribit

Os dados da Deribit indicam uma relação put/call de 0,76 para Bitcoin e 0,77 para Ethereum, revelando predominância de posições de alta (calls) sobre as de baixa (puts). O max pain do Bitcoin situa-se em torno de US$ 75.000, bem acima do preço spot atual próximo de US$ 67.000, o que sugere que muitas calls expirarão sem valor (out of the money).

O interesse aberto (OI) total de opções de BTC em todas as exchanges alcançou US$ 37 bilhões, com concentrações elevadas nos strikes de US$ 60.000 (US$ 1,5 bilhão em OI) e US$ 50.000 (US$ 1,1 bilhão). Para ETH, o max pain está em US$ 2.200, alinhado ao spot em torno de US$ 2.000. Este volume representa cerca de 20% do OI total, atingindo pico multianual para posições de BTC, segundo a Greeks Live.

Exposição a Gamma e Mecanismos de Mercado

A Matrixport alerta para cerca de US$ 25 bilhões em gamma de opções de Bitcoin próximos ao vencimento mensal, configurando um potencial reset de posições. Desde o pico recente, US$ 26,7 bilhões já foram retirados do mercado. Em cenários de short gamma, dealers são forçados a vender futuros para hedge, amplificando quedas, como visto na recente aproximação aos US$ 63.000.

A limpeza dessas posições pode aliviar pressões passivas de hedge, destravando liquidez, ou, alternativamente, expor o mercado a movimentos bruscos se o fluxo direcional prevalecer. Os dados mostram que o rebote mid-week foi influenciado por ajustes de gamma, mas não altera o viés de baixa geral, com ausência de influxos frescos de capital.

Níveis Críticos e Contexto Atual

Os strikes com maior OI — US$ 60.000 e US$ 50.000 para BTC — e o max pain em US$ 75.000 são níveis a monitorar para possíveis rampas de volatilidade. No momento da redação, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 346.237,58 (variação 24h de -1,53%), equivalente a cerca de US$ 67.300 com dólar a R$ 5,14. Ethereum está em R$ 10.341,52 (-2,74% em 24h).

O mercado total caiu 1,3%, abaixo de US$ 2,4 trilhões, com BTC falhando em sustentar acima de US$ 68.000. Deribit destaca o domínio de call OI, mas em downtrend contínuo, apostas bearish crescem.

O Que Monitorar Pós-Vencimento

Após o expiry às 08:00 UTC, atenção aos fluxos de liquidez e rebalanceamentos de dealers. Condições para estabilização incluem influxos de capital fresco e catalisadores claros, ausentes atualmente. Narrativas pessimistas dominam redes sociais, e o fundo de mercado permanece incerto. Traders devem observar OI residual e volume spot para sinais de direção.


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Palestrante regulador cartoon no palco da Bitcoin Conference com 'BTC 2026' neon e público cripto aplaudindo, sinalizando regulação amigável nos EUA

Histórico: Paul Atkins da SEC Palestrará no Bitcoin 2026

Paul Atkins, atual presidente da SEC (Comissão de Valores Mobiliários e de Câmbio dos EUA), foi confirmado como palestrante no Bitcoin 2026, em Las Vegas. Trata-se da primeira vez na história que um líder da agência regulatória americana participará do maior evento dedicado ao Bitcoin. Nomeado por Donald Trump em 2025, Atkins representa uma guinada pró-inovação, contrastando com a era de ações coercitivas sob Gary Gensler. Essa presença sinaliza uma possível bandeira branca regulatória para o setor cripto global.


Mudança de Paradigma na SEC

Sob a liderança de Paul Atkins, a SEC lançou o Project Crypto, uma iniciativa ampla para criar um arcabouço regulatório claro e favorável à inovação em ativos digitais. Segundo autoridades americanas, o objetivo é posicionar os EUA como hub global para Bitcoin e criptomoedas, substituindo ambiguidades por diretrizes específicas sobre custódia, negociação e uso de Bitcoin. Atkins, ex-comissário da SEC durante o governo Bush e advogado com visão pró-mercado, declarou que os mercados financeiros estão à beira de uma nova era on-chain.

Essa transformação ocorre após anos de tensão. Há dois anos, Gary Gensler promovia ações de fiscalização contra a indústria cripto, gerando incerteza. Em 2024, no Bitcoin Conference em Nashville, Trump prometeu demiti-lo, o que se concretizou com a posse de Atkins. Para investidores internacionais, isso reflete uma reorientação geopolítica: os EUA buscam recuperar liderança em finanças digitais, competindo com UE e Ásia.

Significado Global do Bitcoin 2026

O Bitcoin 2026, marcado para 27 a 29 de abril no The Venetian, em Las Vegas, espera ser o maior da história, superando os 35 mil participantes de 2025. O evento reúne construtores, investidores, mineradores e formuladores de políticas de todo o mundo, com palcos dedicados a fundamentos do Bitcoin, desenvolvimento open-source, adoção empresarial e regulação. A participação de Atkins oferece uma oportunidade rara para milhares de participantes ouvirem diretamente do regulador que redefine as regras americanas.

Em contexto global, essa presença reforça tendências observadas na Europa, onde a MiCA avança em clareza regulatória, e na Ásia, com Hong Kong atraindo inovações. Para o Brasil, que discute marco regulatório próprio via CVM e Banco Central, o modelo americano pode inspirar equilíbrio entre proteção e inovação, impactando diretamente fluxos de capital e adoção de Bitcoin por instituições locais.

Implicações para Investidores e Próximos Passos

A guinada da SEC sob Atkins sugere um ambiente mais previsível, potencialmente acelerando aprovações de ETFs, custódia institucional e integrações com finanças tradicionais. Governos ao redor do mundo monitoram: decisões em Washington influenciam políticas em Brasília, Bruxelas e Pequim. Investidores devem acompanhar discursos de Atkins no evento, que podem delinear diretrizes para stablecoins e DeFi.

O Bitcoin 2026 oferece passes variados, de general admission a Whale Pass premium, com descontos para grupos. Para brasileiros, é chance de networking global e insights regulatórios diretos. Com anúncios de mais palestrantes, o evento consolida Las Vegas como epicentro da adoção Bitcoin.


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Escudo glassmorphism translúcido com núcleo Bitcoin dourado e feixe cyan seletivo, simbolizando privacidade ZK para BTC na Starknet

Bitcoin Privado na Starknet: Privacidade Zcash para BTC em L2

A Starknet, camada 2 de escalabilidade do Ethereum baseada em ZK-rollups, anunciou o lançamento do strkBTC, um ativo wrapped do Bitcoin com recursos de privacidade semelhantes aos do Zcash. Usando zero-knowledge proofs (provas de conhecimento zero), o token permite blindar saldos de contas e realizar transferências confidenciais, mantendo a usabilidade em aplicações DeFi. O anúncio ocorreu em 26 de fevereiro de 2026, destacando o diferencial técnico de unir a segurança do Bitcoin à privacidade granular.


O Que é o strkBTC?

O strkBTC é um token representativo do Bitcoin (BTC) emitido nativamente na Starknet. Diferente do BTC tradicional, cujo livro-razão é totalmente público e rastreável, o strkBTC introduz camadas de privacidade opcionais. Usuários podem optar por endereços públicos ou privados, controlando o nível de transparência das suas transações.

Essa inovação surge em um ecossistema onde a privacidade é cada vez mais valorizada. A Starknet, desenvolvida pela StarkWare, utiliza provas de conhecimento zero para validar transações sem revelar detalhes subjacentes, como valores transferidos ou saldos. O resultado é um ativo que preserva a essência do Bitcoin — como reserva de valor — mas sem a exposição inerente à blockchain principal.

Segundo a fundação Starknet e a StarkWare, o token mantém funcionalidade plena em DeFi, incluindo staking para recompensas na rede, o que demonstra maturidade técnica além de mera experimentação.

Como Funciona a Privacidade Zcash-Like?

Inspirado no Zcash, pioneiro em privacidade com shielded transactions, o strkBTC emprega ZK-proofs para ocultar metadados sensíveis. No Zcash, provas zk-SNARKs permitem provar a validade de uma transação (ex: remetente tem saldo suficiente) sem divulgar o valor ou partes envolvidas. O strkBTC replica isso na Starknet.

Em modo privado, saldos e transferências são blindados: o observador externo vê apenas que uma transação válida ocorreu, não os detalhes. Para compliance regulatória, uma viewing key auditável por terceiros autorizados permite inspeções seletivas, equilibrando privacidade e transparência. Eli Ben-Sasson, co-fundador da StarkWare e contribuidor do Zcash, reforça: "Provas de conhecimento zero mantêm mercados abertos com participantes confidenciais."

Técnicamente, isso opera no nível de infraestrutura da Starknet, sem depender de wallets ou intermediários off-chain, reduzindo pontos de falha e riscos de custódia.

Integração via Bridge e Usabilidade em DeFi

O acesso ao strkBTC ocorre via bridge da Atomiq Labs, que usa atomic swaps matemáticos para converter BTC nativo em strkBTC sem custodiantes centralizados. Se o swap falhar, os fundos retornam automaticamente — um avanço sobre bridges tradicionais vulneráveis a hacks.

Na Starknet, o token integra-se de forma seamless a protocolos DeFi: usuários podem fornecer liquidez, emprestar ou stake strkBTC para segurança da rede, ganhando recompensas em STRK. Essa compatibilidade destaca a robustez: privacidade não compromete utilidade.

Recentemente, a Starknet expandiu suporte a Bitcoin, permitindo staking de ativos BTC desde setembro de 2025, sinalizando compromisso com interoperabilidade BTC-L2.

Por Que Isso Importa Tecnicamente?

Para desenvolvedores e usuários avançados, strkBTC resolve o trade-off privacidade vs. funcionalidade no ecossistema Ethereum. BTC na L1 é imutável mas transparente; L2s como Starknet adicionam escalabilidade e agora privacidade granular.

Implicações incluem adoção em finanças confidenciais, proteção contra análise de chain e conformidade regulatória via viewing keys. Apesar de desafios como outages recentes na Starknet (dezembro 2025), o foco em fundamentos técnicos — commits no GitHub, TVL crescente — posiciona-a como líder em ZK-tech.

O STRK negocia a ~US$ 0,042, refletindo volatilidade, mas o valor real está na inovação protocol-level.


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