Barreira bold com 71K rachando sob pressão vermelha, base 68K frágil tremendo, simbolizando resistência técnica e suporte sob risco no Bitcoin

Bitcoin Enfrenta Resistência em US$ 71.000 Após Rebote para US$ 70.000

O Bitcoin recuperou os US$ 70.000 após queda para os US$ 60.000 na semana passada, mas os dados mostram uma resistência fresca em US$ 71.000, com o índice Fear & Greed atingindo mínimas desde 2022 e volumes spot em queda de 30% desde o final de 2025. Analistas alertam para um possível dead cat bounce, enquanto o preço luta abaixo da média móvel de 100 semanas. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 358.308 (-0,3% em 24h). A zona de defesa em US$ 68.000 será crucial.


Resistência Técnica e Sentimento Extremamente Baixo

Os dados de trading revelam um amplo unwind de risco, com o Bitcoin estagnando próximo aos US$ 70.000 após o rebote. O preço permanece abaixo da média móvel de 100 semanas pela terceira semana consecutiva, um padrão histórico associado a downturns prolongados — em média, 267 dias abaixo desse nível. O Crypto Fear and Greed Index caiu para 6 no fim de semana, equiparável aos níveis do colapso FTX em 2022, antes de se recuperar para 14.

Analistas como Alex Kuptsikevich destacam suprimento pesado acima de US$ 71.000, com momentum perdido no fim de semana. Essa resistência representa um muro crítico que o BTC precisa romper para sinalizar força, mas o viés atual sugere mais testes da média móvel de 200 semanas.

Queda de Volumes e Liquidez Fina Amplificam Riscos

Volumes agregados em exchanges centralizadas caíram cerca de 30% desde outubro/novembro de 2025, passando de US$ 1 trilhão mensal para US$ 700 bilhões em spot. Essa redução gradual na participação, especialmente retail, indica saída ordenada em vez de capitulação total, o que pode prolongar a consolidação ou levar a swings acentuados.

A liquidez fina agrava o quadro: livros de ordens mais esparsos permitem que vendas modestas gerem movimentos desproporcionais, ativando stops e liquidações em loop. Kaiko Research contextualiza isso no ciclo pós-halving, com retração de mais de 50% dos picos de US$ 126.000 no fim de 2025/início de 2026.

Indicadores On-Chain Revelam Suportes Críticos

Dados on-chain apontam para fragilidade no rebote. Glassnode identifica um cluster de absorção em US$ 66.900-US$ 70.600, onde o preço atual se equilibra após limpar liquidações. No entanto, opções de fevereiro concentram proteção em US$ 60.000-US$ 50.000, com skew de risco em -13% e funding rates negativos.

A zona de US$ 68.000, alinhada à EMA 200 semanal, é o suporte imediato a defender. Perda desse nível abre caminho para US$ 60.000 ou até a banda MVRV Z-Score de -1.0 em US$ 52.040. Holder supply em perda cresce, ecoando bears de 2018/2022.

Níveis Chave e Estratégia de Monitoramento

Os números não mentem: US$ 71.000 é o muro decisivo. Rompimento com volume sustentado pode invalidar o cenário bear, mas falha reforça risco de reteste em US$ 68.000-US$ 60.000. No macro, o triângulo descendente mensal sugere rally de alívio limitado abaixo de US$ 82.500.

Investidores devem monitorar:

  1. retenção acima de US$ 68.000;
  2. recuperação do Fear and Greed acima de 25;
  3. volumes spot acima de US$ 800 bi mensais.

Até lá, cautela estratégica prevalece, com acumulação potencial em suportes históricos.


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Inspetores reguladores cartoon examinando cofre de exchange com glitch liberando 43B em BTC ilusório, simbolizando investigação na Bithumb

Bithumb Sob Investigação Após Erro de US$ 43 Bi em Bitcoin

O Financial Supervisory Service (FSS) da Coreia do Sul lançou uma investigação completa contra a exchange Bithumb após um erro operacional que creditou acidentalmente 620 mil BTC, equivalentes a cerca de US$ 43 bilhões, em contas de usuários durante um evento promocional em 6 de fevereiro de 2026. O incidente, conhecido como fat-finger, expôs fragilidades sistêmicas e acelerou demandas por um arcabouço regulatório mais rígido, com potencial efeito dominó global.


O Erro Operacional na Bithumb

Durante a promoção ‘Random Box’, destinada a recompensas em won coreano, um funcionário inseriu valores em unidades de Bitcoin em vez da moeda fiduciária. Isso resultou na distribuição de saldos fantasmas 13 a 14 vezes superiores às reservas reais da exchange, estimadas em 46 mil BTC. A Bithumb congelou contas afetadas em 35 minutos, recuperando a maior parte, mas alguns usuários venderam milhões antes da intervenção.

Segundo autoridades financeiras, o erro destaca problemas estruturais nos sistemas eletrônicos de ativos virtuais. A exchange recuperou 99,7% dos 620 mil BTC distribuídos e 93% dos 1.786 BTC negociados ilicitamente, mas o dano reputacional e regulatório é significativo em um país com alta adoção de cripto.

Reação do FSS e Pressão Regulatória

O governador do FSS, Lee Chan-jin, afirmou em coletiva que o caso revela fraquezas em controles internos e ledgers eletrônicos, exigindo melhorias urgentes no sistema regulatório. A investigação examina violações à Virtual Asset User Protection Act, de julho de 2024, e pode resultar em multas ou suspensão de operações. Usuários que venderam os ghost coins enfrentam obrigação legal de devolução por enriquecimento ilícito.

O regulador coreano planeja legislação adicional para stablecoins em won e adota cautela com ETFs spot de Bitcoin, priorizando estabilidade antes de integrar cripto ao sistema financeiro tradicional. Analistas notam que o incidente atrasa fusões e aquisições no setor, apesar de apoios prévios.

Implicações Globais e Riscos para Exchanges

A Coreia do Sul, com uma das maiores adoções de cripto per capita, serve de precedente para jurisdições globais. Eventos como esse reforçam narrativas regulatórias em EUA, UE e Brasil, onde soberania financeira colide com inovação descentralizada. Exchanges centralizadas (CEX) enfrentam escrutínio crescente por riscos operacionais que podem gerar pânico sistêmico.

Países asiáticos, líderes em volume de trading, influenciam padrões internacionais. O ‘efeito dominó’ pode acelerar frameworks como MiCA na Europa ou leis anti-lavagem no G20, impactando liquidez global e estratégias de tesouraria corporativa em Bitcoin.

O Que Investidores Devem Monitorar

Para brasileiros expostos a exchanges globais, o caso Bithumb sublinha a importância de diversificação e due diligence em plataformas estrangeiras. Autoridades coreanas sinalizam que falhas operacionais não serão toleradas, potencializando sanções que afetam mercados interconectados. Vale acompanhar atualizações do FSS e tendências regulatórias asiáticas, que frequentemente ditam o ritmo mundial.


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Tubarões cartoon poderosos emergindo de oceano turbulento para acumular tesouro dourado BTC, ignorando medo com adoção institucional

Tubarões Ignoram Medo: MicroStrategy, Ark e ETFs Acumulando Bitcoin

Enquanto o varejo vende no pânico com o Bitcoin testando suportes abaixo de US$ 70.000, os tubarões institucionais estão em campo aberto, montando as maiores posições da história. A MicroStrategy expandiu suas reservas com a compra de 1.142 BTC por US$ 90 milhões, elevando o total para 714.644 BTC. Ao mesmo tempo, a Ark Invest de Cathie Wood continua acumulando ativos proxy de cripto, e os ETFs de Bitcoin nos EUA registram influxos consecutivos pela primeira vez em um mês, totalizando US$ 616 milhões. Os fundamentos se fortalecem.


MicroStrategy e Bitmine: Baleias Corporativas em Ação

A MicroStrategy não vacila apesar das perdas não realizadas em sua tesouraria de Bitcoin. Entre 2 e 8 de fevereiro, a empresa adquiriu 1.142 BTC a um preço médio de US$ 78.815, elevando suas reservas para 714.644 BTC, avaliados em cerca de US$ 49 bilhões. O custo médio de aquisição é de US$ 76.056 por BTC, acima dos níveis atuais, mas o CEO Phong Le afirma que seria necessária uma queda de 90% para pressionar a dívida conversível. Esse movimento demonstra confiança inabalável no Bitcoin como reserva de valor corporativa.

Paralelamente, a Bitmine Immersion Technologies, presidida por Tom Lee, divulgou US$ 10 bilhões em ativos, incluindo 4,3 milhões de ETH (3,58% do suprimento total) a US$ 2.125 cada, mais 193 BTC e stakes em empresas. Com 2,89 milhões de ETH em staking (US$ 6,2 bilhões), a companhia adicionou 40.613 ETH na semana, vendo o recuo como oportunidade. Esses fluxos corporativos sinalizam que o mercado está construindo bases sólidas para o próximo ciclo.

Ark Invest: Cathie Wood Apostando na Convergência

Cathie Wood e sua Ark Invest executaram nova rodada de compras em ativos proxy de cripto com viés de alta, dias após a última acumulação. Focando em infraestrutura digital como exchanges e provedores de liquidez, a gestora ignora a volatilidade de curto prazo. Seu ARKK e ARKF posicionam-se para a fusão de tecnologias disruptivas: IA, blockchain e robótica. Wood vê desalinhamento entre valuations atuais e a curva de adoção real do ecossistema cripto.

Essa estratégia conecta-se à tendência de interoperabilidade, como projetos L3 unindo Bitcoin, Ethereum e Solana. Com influxos institucionais persistentes, a Ark reforça a tese de que o varejo reage ao ruído, enquanto profissionais focam no longo prazo. Os dados sugerem que os fundamentos do Bitcoin estão mais robustos do que nunca.

ETFs de Bitcoin: Fim da Seca de Influxos

Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA romperam uma sequência de resgates desde meados de janeiro, registrando US$ 471 milhões na sexta e US$ 145 milhões na segunda, total de US$ 616 milhões. Apesar de queda de 50% dos picos de outubro, o AUM caiu apenas 6-7%, de 1,37 milhão para 1,29 milhão de BTC. Isso reflete confiança de longo prazo dos investidores institucionais.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 358.250 (variação -0,48% em 24h) beneficia-se dessa resiliência. Com dólar a cerca de R$ 5,19, equivalentes em reais destacam o apetite brasileiro por exposição regulada via ETFs.

O Que Isso Significa para o Ciclo Atual

A confluência de MicroStrategy, Bitmine, Ark e ETFs é um indicador clássico de maturidade: adoção institucional acelera independentemente de correções. Historicamente, fluxos de baleias precedem valorizações expressivas pós-halving. Embora volatilidade persista, esses movimentos constroem o assoalho para a próxima perna de alta. Vale monitorar o mNAV da MicroStrategy e volumes de ETF — os tubarões ditam o ritmo, e o varejo sábio segue.


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Figura política cartoon cortando correntes de impostos com tesouras douradas, libertando Bitcoin alado, celebrando corte tributário no Japão

Japão Corta Impostos do Bitcoin: Paraíso Cripto Asiático

A vitória expressiva de Sanae Takaichi como primeira-ministra do Japão, com o Partido Liberal Democrata (LDP) conquistando maioria absoluta no Parlamento, acende um sinal verde para as criptomoedas. A nova liderança promete cortar impostos sobre ganhos com criptoativos de 55% para 20%, criando um ambiente fiscal favorável que pode transformar o país em um paraíso cripto na Ásia. Menos impostos significam mais capital retido por investidores e empresas, impulsionando a adoção institucional e proporcionando liquidez ao mercado global. O Nikkei subiu 3% e o Bitcoin valorizou 5% contra o iene logo após o anúncio, mostrando que os fundamentos se fortalecem.


Reforma Tributária: De 55% para 20% nos Ganhos Cripto

A agenda de Takaichi foca na redução drástica da tributação sobre criptomoedas, atualmente uma das mais pesadas do mundo em até 55%. A proposta é adotar uma alíquota fixa de 20%, alinhada a mercados maduros, e permitir a compensação de prejuízos — algo inédito para criptoativos no Japão. Essa mudança não só alivia a carga fiscal para investidores individuais, mas atrai tesourarias corporativas, semelhantes às estratégias de Bitcoin vistas em empresas americanas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 358.331 nesta terça-feira, com variação de -0,69% em 24 horas no mercado brasileiro. Imagine o impacto se o iene mais fraco e impostos menores direcionarem fluxos asiáticos para BTC: o mercado está construindo bases sólidas para o próximo ciclo de adoção.

Essa reforma posiciona o Japão em competição direta com Hong Kong e Singapura, disputando o hub de inovação blockchain na região. Empresas de staking e tokenização já sinalizam interesse em expandir operações no arquipélago.

Estabilidade Política e Regulatório Claro

Com mais de 300 cadeiras na Câmara Baixa, o LDP de Takaichi garante governabilidade e acelera reformas regulatórias. Para o setor cripto, isso significa previsibilidade: regras claras para exchanges, stablecoins lastreadas em iene e projetos de tokenização de ativos reais. O governo discute reclassificar criptomoedas consolidadas como produtos financeiros, pavimentando o caminho para ETFs de Bitcoin e Ethereum no Tokyo Stock Exchange.

Em um mundo onde EUA e Europa patinam em debates regulatórios, o Japão emerge como farol de clareza. Essa estabilidade reduz riscos para grandes players institucionais, que priorizam jurisdições previsíveis antes de alocar bilhões em ativos digitais.

A vitória eleitoral elimina bloqueios legislativos, permitindo que inovações como stablecoins nacionais ganhem tração rápida. O ecossistema japonês, pioneiro em exchanges reguladas, pode liderar a próxima onda de adoção na Ásia.

Impacto no Mercado: Liquidez Asiática Despertando

O ‘Takaichi trade’ já se materializa: bolsas asiáticas em alta e Bitcoin ganhando tração contra o iene. Analistas veem essa dinâmica injetando liquidez fresca no mercado cripto global, especialmente com estímulos fiscais que incentivam alocação em ativos de risco. Baleias japonesas, historicamente cautelosas com impostos altos, agora têm motivos para acumular.

No contexto de ciclos passados, essa notícia reforça a tese de adoção: assim como ETFs americanos catalisaram fluxos em 2024-2025, o Japão pode ser o gatilho asiático para 2026. Menos fricção fiscal acelera a entrada de capital institucional, fortalecendo a narrativa de longo prazo para Bitcoin como reserva de valor corporativa.

Embora haja riscos como pressão no iene e volatilidade cambial, o saldo é positivo: o mercado recompensa jurisdições pró-inovação.

Próximos Passos para o Bull Market Japonês

A receita do Japão para o bull market é simples: menos impostos e mais Bitcoin na economia. Takaichi deve priorizar o corte tributário em 2026, seguido de aprovações regulatórias para ETFs e stablecoins. Investidores globais devem monitorar aprovações parlamentares e fluxos de capital do Nikkei para cripto.

Essa mudança não é isolada — conecta-se à adoção mundial, de tesourarias nos EUA a hubs na Ásia. Para o investidor brasileiro, é um lembrete: fundamentos geopolíticos impulsionam ciclos. O Japão, outrora pioneiro em blockchain, reconquista o protagonismo.


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Investidores cartoon em pânico ao redor de termômetro Fear & Greed em 7, com figura Fed acalmando e Bitcoin central, sinalizando oportunidade contrarian

Medo Máximo no Bitcoin: Fear & Greed em Recorde Histórico

O mercado de Bitcoin está apavorado: o Fear & Greed Index, indicador de sentimento que mede medo e ganância, atingiu o menor nível histórico de 7 pontos. Analistas contrarian sugerem que os US$ 60 mil foram o fundo, enquanto o governador do Fed, Christopher Waller, afirmou que a volatilidade é parte do jogo e não ameaça o sistema financeiro. Pense assim: o pânico pode ser seu melhor aliado para investir com calma.


O que é o Fear & Greed Index?

Em outras palavras, o Fear & Greed Index é como um termômetro do humor do mercado de criptomoedas. Ele varia de 0 a 100: números baixos indicam medo extremo, quando todos vendem por pânico, e altos mostram ganância excessiva, com compras eufóricas. Pense na feira livre: quando todo mundo corre para comprar manga barata, os preços sobem demais; quando fogem achando que estragou, sobra para quem sabe que está boa.

Esse índice usa dados como volatilidade de preços, volume de buscas no Google, enquetes em redes sociais e pesquisas de momentum. No caso do Bitcoin, ele caiu para 7 recentemente, o pior registro desde 2018. Isso significa que o mercado está em pânico total, similar à crise do COVID em 2020.

Por que importa para você? Indicadores de sentimento ajudam iniciantes a evitar armadilhas emocionais. O medo é um indicador, não uma sentença — historicamente, níveis assim precedem rebounds fortes.

Por que US$ 60 mil pode ser o fundo?

Analistas como Michaël van de Poppe notam que o RSI diário do Bitcoin (outro indicador de sobrevendido) está em 15, nível visto só em crashes passados. Há mais de US$ 5,5 bilhões em posições vendidas que podem ser liquidadas se o preço subir, criando um efeito cascata de alta.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 358.240,50 (variação -0,55% em 24h), equivalente a cerca de US$ 69 mil com o dólar a R$ 5,19. Apesar de abaixo das médias móveis de 50 e 200 dias, a estrutura sugere base sólida em US$ 60 mil.

Exemplo prático: em 2018 e 2020, fundos semelhantes levaram a altas de 300% em meses. Mas cuidado: pressões de venda em derivativos podem testar mais baixo.

A visão equilibrada do Fed

Governador Christopher Waller falou em evento recente: "Ups and downs no mundo cripto são comuns, chamam de ‘invernos’. É parte do jogo." Ele compara quedas para US$ 63 mil como normais hoje — há 8 anos, US$ 10 mil era "loucura". Para Waller, crashes cripto não afetam bancos: "O resto acorda bem no dia seguinte. Bancos abertos, pagamentos feitos."

Isso significa que, embora volátil, o Bitcoin está desconectado do sistema tradicional. Tecnologias como blockchain (rede descentralizada que registra transações) são só ferramentas, não ameaças. Waller pede clareza regulatória, mas vê adoção crescendo, forçando bancos a melhorarem pagamentos cross-border.

Para o leitor brasileiro, imagine: volatilidade como o samba — tem altos e baixos, mas a festa continua.

Como usar o medo a seu favor (estratégia contrarian)

Ser contrarian é comprar quando outros vendem em pânico, e vender na euforia. Passos simples:

  1. Verifique indicadores como Fear & Greed abaixo de 20;
  2. Confirme suporte técnico (ex: US$ 60 mil);
  3. Invista só o que pode perder, diversificando.

Você ganha confiança para decisões racionais. Lembre: ninguém nasce sabendo, mas aprendendo com paciência, você sai na frente. Monitore e celebre cada passo!


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Balança cartoon com investidor tradicional segurando ouro superando trader cripto com Bitcoin caindo, sob nuvens de shutdown EUA

Ouro Supera Bitcoin como Refúgio Seguro em 2026

Bitcoin falha no teste de proteção: por que os investidores estão correndo de volta para o ouro real? Em 2026, o metal precioso surpreende com alta forte, enquanto o BTC perde momentum diante de volatilidade. O medo de shutdown do governo americano derrubou o mercado cripto em 2%, com Bitcoin caindo para US$ 69.400. A história mostra que narrativas como ‘ouro digital’ não resistem a crises reais.


Ouro Dispara, Bitcoin Desaba

A análise comparativa de volatilidade e rendimentos revela o ouro assumindo a liderança. Nos últimos meses, o metal precioso registrou ganhos consistentes, impulsionado por busca por segurança em meio a incertezas macroeconômicas. Bitcoin, por outro lado, exibe oscilações extremas, típicas de ativo especulativo. A capitalização de mercado do ouro, muito superior, estabiliza movimentos, enquanto o BTC amplifica quedas. Dados atuais confirmam: ouro a R$ 26.247,90, alta de 0,40%; Bitcoin a US$ 69.019,79, baixa de 1,59%.

O mercado está ignorando lições de ciclos passados, como 2018 e 2022, quando criptoativos despencaram enquanto ouro se mantinha resiliente. Essa inversão reforça que o ‘ouro digital’ é mais mito do que realidade em testes de estresse.

Shutdown EUA Pressiona Cripto

O mercado cripto perdeu 2% nesta terça, com capitalização em US$ 2,44 trilhões. Bitcoin oscilou entre US$ 68.400 e US$ 71.000, fechando em US$ 69.400 (-2,4%). Ethereum caiu 1,2%, estendendo perdas semanais a 12%. Temores de paralisação parcial do governo a partir de 13 de fevereiro, com odds de 69% no Polymarket, geram pânico. Investidores recordam o shutdown anterior de 43 dias em 2025, que criou vácuo de dados para o Fed.

Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin cotado a R$ 358.859,31 (-0,07% em 24h), refletindo pressão local. Liquidações de US$ 300 milhões agravam a baixa.

Correlação com Risco, Não Proteção

Bitcoin se comporta como ativo de risco, correlacionado a tech stocks em queda. Ouro e prata sobem como refúgios verdadeiros, enquanto cripto sofre com atrasos no Clarity Act e nomeação hawkish de Kevin Warsh ao Fed. ETFs de Bitcoin registram saídas líquidas de US$ 173 milhões no mês, sinal de demanda institucional fraca. A história mostra: em crises, fluxo vai para ativos testados, não especulativos.

Cuidado com exuberância: bolhas como dot-com terminaram mal. Bitcoin ignora isso, mas correções iminentes protegem capital.

Lições para Investidores

Diversifique além da narrativa cripto. Ouro prova resiliência em 2026, enquanto BTC falha em proteção. Monitore shutdown, Fed e liquidez global. Sobreviver ao mercado baixista é prioridade — alta exagerada precede quedas. Perspectiva realista equilibra FOMO, preparando para ciclos reais.


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Fortaleza brutalista rachada emitindo luz vermelha com silhuetas de baleias fugindo, representando crise de confiança e baleias abandonando Cardano

Crise de Confiança: Cardano Cai 10% e Baleias Fogem

Cardano em queda e baleias em fuga: a crise de confiança no Bitcoin é real? Analistas da Bernstein classificam a queda recente do BTC, de cerca de 44% desde o pico, como uma mera ‘crise de confiança’ — a mais fraca da história —, mantendo o alvo otimista de US$ 150 mil até 2026. No entanto, enquanto pedem calma, a ADA despenca mais de 10% em uma semana, com grandes participantes abandonando posições na Binance. A história mostra que exuberância institucional nem sempre sustenta preços.


A ‘Crise de Confiança’ Segundo Bernstein

Em nota aos clientes, os analistas da Bernstein defendem os fundamentos do Bitcoin, argumentando que a correção atual não se assemelha a mercados de baixa passados como 2018 ou 2022. Sem colapsos institucionais, leverage oculto ou falhas sistêmicas, a firma atribui a baixa — BTC em torno de US$ 70.627, com perdas de 20% em 14 dias e 22% em 30 — a uma perda passageira de confiança. Fatores positivos incluem presidente pró-BTC nos EUA, expansão de ETFs spot e adoção por tesourarias corporativas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 359.438 nesta terça-feira (10/02), com variação de -0,14% em 24h, reflete essa volatilidade. Mas o mercado está ignorando riscos macro, como juros altos e foco em IA, que historicamente corroem ativos especulativos.

Baleias Abandonam Cardano: Padrão Preocupante

A realidade imediata é mais dura para altcoins. A Cardano perdeu mais de 10% em uma semana, caindo de US$ 0,30 para US$ 0,23 e consolidando em US$ 0,26. O open interest (OI) despencou de US$ 1,6 bilhão para US$ 334 milhões, com baleias fechando posições agressivamente. Pior: a dominância da Binance no OI de ADA caiu de 80% para 22%, enquanto Gate.io assumiu 31% — um padrão similar ao de Solana, onde fragmentação precedeu perda de momentum.

Analista Joao Wedson alerta que, sem concentração de leverage na Binance, altas expressivas de altcoins enfraquecem. Isso questiona a narrativa de ‘suporte institucional forte’: se baleias fogem de ADA, o que impede uma correção mais ampla?

Instituições Sustentam? Cuidado com Wishful Thinking

Eu avisei: promessas de Wall Street soam como wishful thinking. Bernstein minimiza riscos de mineração e tesourarias, citando diversificação para IA e balanços preparados para downturns longos — só uma queda para US$ 8 mil por cinco anos forçaria reestruturações. Mas a história mostra que ciclos de exuberância levam a capitulações: lembre 2022, quando FTX implodiu apesar de ‘fundamentos intactos’.

Hoje, com BTC testando US$ 70 mil e ADA sinalizando fragilidade, o mercado ignora liquidez global apertada e correlações com ações. Holders podem aguentar, mas retail e alavancados sofrem primeiro. A ‘crise de confiança’ pode evoluir para algo estrutural se instituições hesitarem.

O Que Monitorar Adiante

Vale monitorar se ADA segura US$ 0,13 semanalmente para manter viés de alta de longo prazo, mirando US$ 0,44 e além. Para BTC, rompimento acima de US$ 70 mil pode validar otimismo Bernstein; abaixo, cuidado com testes de suportes históricos. Ciclos existem: todo bull tem seu bear. Proteja capital priorizando sobrevivência sobre ganhos rápidos.


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Wallet digital hexagonal translúcida com rachadura permitindo gás tóxico verde drenar energia dourada, simbolizando scams de phishing e address poisoning

Scams de Phishing Drenam US$ 62M: Vulnerabilidades em Wallets e Alerta Macro Dominam o Mercado

📊 BOLETIM CRIPTO | 10/02/2026 | MANHÃ

Scams de phishing e falências expõem vulnerabilidades críticas no ecossistema cripto nesta manhã de terça-feira. Conforme o CryptoPotato, o mercado foi abalado por perdas de US$ 62 milhões decorrentes de erros de usuário e ataques sofisticados de phishing. O sentimento predominante é de forte pessimismo, alimentado por uma sequência de incidentes de segurança que afetam desde investidores individuais até grandes operações de mineração. Enquanto o Federal Reserve tenta avançar em soluções de infraestrutura, os alertas macroeconômicos de Ray Dalio sobre a dívida dos EUA adicionam uma camada extra de incerteza global. O viés de baixa forte define o período, exigindo cautela máxima de quem opera no varejo.


🔥 Destaque: Perdas de US$ 62M por Erros de Transação

O período é marcado por uma estatística alarmante: dois incidentes isolados resultaram na perda irreversível de US$ 62 milhões em ativos digitais. Segundo dados compilados pela Scam Sniffer, as vítimas cometeram erros fatais ao copiar endereços maliciosos de seus históricos de transações, uma tática conhecida como address poisoning.

Este cenário de vulnerabilidade humana foi agravado pela popularização do signature phishing, que registrou um salto de 207% em janeiro. Atacantes utilizam assinaturas maliciosas para obter aprovações ilimitadas em protocolos DeFi, permitindo a drenagem posterior de fundos. Um único usuário chegou a perder US$ 12,25 milhões em uma única operação, sublinhando que até mesmo detentores de grandes saldos não estão imunes a táticas de engenharia social.

Especialistas apontam que a recente redução de taxas na rede Ethereum, após a atualização Fusaka, facilitou a execução de ataques de “poeira” (dust attacks) em larga escala. Com custos operacionais menores, criminosos conseguem poluir milhares de históricos de transações, aumentando a probabilidade de erro por parte dos usuários. O momento exige a adoção urgente de ferramentas de monitoramento on-chain e wallets com verificação dupla.


📈 Panorama do Mercado

O mercado apresenta um viés de baixa acentuado, com o sentimento pessimista sendo alimentado pela fragilidade da custódia própria. A confiança dos investidores de varejo está sob teste, especialmente em ecossistemas de alta atividade como Solana e Ethereum. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 359.118,79, apresentando uma desvalorização de 0,85% nas últimas 24 horas.

Além dos riscos de segurança, o setor de mineração enfrenta sua própria crise. A falência da NFN8 Group, após um incêndio e a queda na rentabilidade pós-halving, sinaliza uma fase de consolidação forçada. No campo macroeconômico, Ray Dalio elevou o tom de alerta, sugerindo que os EUA estão à beira de um colapso de dívida, o que pode forçar investidores a buscarem proteção em ativos como ouro e Bitcoin, embora a volatilidade inicial possa causar saídas temporárias de capital de risco.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Proliferação de Address Poisoning: Tática que usa endereços falsos semelhantes aos legítimos no histórico de transações; já causou US$ 62 milhões em prejuízos diretos.
  • Surto de Signature Phishing: Aumento de 207% em assinaturas maliciosas visando drenar protocolos DeFi e wallets não custodiais.
  • Stress na Mineração de BTC: O hashprice operando em níveis historicamente baixos (US$ 33/PH/dia) ameaça a solvência de mineradoras com altos custos fixos.
  • Crise de Dívida dos EUA: Alerta de Ray Dalio sobre a fase 5 do ciclo de dívida americana pode aumentar a correlação negativa com mercados tradicionais.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Segurança em Wallets: Aumento da demanda por soluções como a Binance, que oferece custódia protegida, e wallets com filtros de spam avançados.
  • Hedge Contra Moedas Fiat: A visão de Dalio reforça o Bitcoin e o Ouro como ferramentas de preservação de valor em cenários de impressão monetária excessiva.
  • Consolidação na Mineração: A falência de mineradoras ineficientes abre espaço para a aquisição de equipamentos a preços descontados por operadores de baixo custo.

📰 Principais Notícias do Período

1. Perdas de US$ 62M por erros de wallet evidenciam riscos humanos
Relatório da Scam Sniffer detalha perdas massivas de usuários que copiaram endereços errados. O incidente em janeiro custou US$ 12,2 milhões a um único investidor através de address poisoning.

2. Address Poisoning Drena Milhões em Scams no Início de 2026
O upgrade Fusaka do Ethereum facilitou ataques em massa ao reduzir as taxas de rede. Campanhas de dusting estão poluindo históricos de transações para enganar usuários desatentos.

3. EUA condena fugitivo a 20 anos por scam de US$ 73 milhões
Daren Li foi sentenciado in absentia por liderar um esquema de pig butchering operado no Camboja. A condenação sinaliza um endurecimento das autoridades contra fraudes globais.

4. ZachXBT alerta para riscos de poisoning no Phantom
O renomado investigador ZachXBT expôs a falta de filtros contra spam na wallet Phantom após um roubo de 3,5 WBTC. A nova função de chat para 2026 preocupa pela segurança da interface.

5. NFN8 Group declara falência após incêndio no Texas
A mineradora de Bitcoin pediu proteção judicial após perder 50% de sua capacidade operacional em um incêndio. O baixo hashprice pós-halving tornou o modelo de negócio insustentável.

6. Ray Dalio avisa: EUA está no estágio 5 de colapso de dívida
O fundador da Bridgewater sugere alocar de 5% a 15% em ouro como hedge. Dalio acredita que CBDCs terão escala limitada devido aos riscos de confisco e privacidade.

7. FED planeja contas de pagamento limitadas até 2026
O Banco Central americano avança com as “skinny master accounts” para permitir que empresas não bancárias, incluindo as de cripto, acessem o sistema de pagamentos de forma restrita.


🔍 O Que Monitorar

  • Volume de Dust Transactions: Indicador precoce de novas campanhas de address poisoning no Ethereum e Solana.
  • Hashrate Global: Monitorar se a falência de mineradoras causará uma queda significativa no poder de processamento da rede BTC.
  • Yield dos Treasuries de 10 anos: Um dos principais termômetros para o estresse de dívida mencionado por Dalio.
  • Atualizações de Segurança: Anúncios oficiais de wallets como a Phantom sobre novos filtros de spam e segurança.

🔮 Perspectiva

O cenário para as próximas 48 horas permanece sob forte pressão vendedora. A ausência de catalisadores positivos imediatos e a sequência de notícias sobre perdas milionárias devem manter o investidor de varejo em modo defensivo. É provável que vejamos uma migração de fundos para exchanges regulamentadas como a Binance, onde camadas adicionais de segurança podem mitigar riscos operacionais humanos. No longo prazo, a “limpeza” de mineradoras ineficientes e o amadurecimento das ferramentas de proteção on-chain fortalecerão o ecossistema, mas o curto prazo exige vigilância absoluta contra fraudes e volatilidade macro.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Fortaleza de exchange com brecha expondo pilhas de Bitcoin dourado, reguladores cartoon investigando, simbolizando crise da Bithumb e FSC

Bithumb em Crise: Investigação FSC Avança Após Erro de US$ 44 Bi

A exchange sul-coreana Bithumb enfrenta investigação da Financial Services Commission (FSC) após um erro operacional que creditou equivocadamente cerca de US$ 44 bilhões em Bitcoin a centenas de clientes na sexta-feira, 6 de fevereiro. Apesar de ter recuperado 99,7% dos fundos, o incidente expôs vulnerabilidades graves nos sistemas de ledger, gerando quedas locais no preço do BTC e pressão regulatória imediata.


O Erro Operacional e a Recuperação Rápida

Durante um evento promocional, um funcionário da Bithumb inseriu acidentalmente valores em Bitcoin no lugar de 2.000 won sul-coreanos (cerca de US$ 1,37). Isso resultou na distribuição de até 2.000 BTC por conta afetada, totalizando aproximadamente 620.000 BTC — um valor equivalente a US$ 44 bilhões na época. A Bithumb agiu rapidamente, restringindo negociações e saques em 695 contas impactadas.

Segundo comunicado oficial, 99,7% dos ativos foram recuperados no mesmo dia, com os 0,3% restantes (cerca de 1.788 BTC, ou US$ 123 milhões) cobertos pelos recursos da própria exchange. Não houve movimentações on-chain reais, mas o erro interno gerou pânico e vendas de “Bitcoin de papel”, derrubando o preço na plataforma para US$ 55.000 temporariamente — uma queda de 17% local.

Plano de Compensação e Impacto no Mercado

O CEO Lee Jae-won anunciou medidas paliativas: todos os usuários conectados durante o incidente recebem 20.000 won (US$ 13,73); quem vendeu BTC a preços baixos terá 100% do valor ressarcido mais 10% de “consolação”; e taxas zero de trading por uma semana. É importante considerar, no entanto, que esses paliativos não apagam o risco de insolvência temporária em cenários semelhantes.

O episódio ocorreu em meio a volatilidade global do Bitcoin, que segundo o Cointrader Monitor está cotado a R$ 367.152,51 às 19h17 desta segunda-feira (9), com variação de -1,21% em 24h. Na Bithumb, o preço local chegou a 81,1 milhões de won antes de se recuperar para 104,5 milhões.

Pressão Regulatória da FSC e Autoridades

A Financial Services Commission (FSC) classificou o erro como revelador de “problemas estruturais” nos sistemas de exchanges de ativos virtuais. Reguladores planejam multas punitivas por incidentes de TI, inspeções presenciais e exigências de disclosure de segurança. Uma task force foi criada para revisar salvaguardas em fundos de usuários e controles internos em todo o setor.

O risco aqui é claro: mesmo a segunda maior exchange da Coreia do Sul, atrás apenas da Upbit, não está imune a falhas humanas que podem comprometer a confiança e a liquidez. Políticos do Partido Democrático chamaram o caso de “vulnerabilidades estruturais” que demandam verificação em tempo real entre ledgers e blockchain.

Riscos Operacionais e Lições para Investidores

Para o leitor brasileiro, esse fiasco reforça a necessidade de diversificar custódia. Atenção para pontos de falha como erros de inserimento em promoções ou sistemas de ledger não auditados em tempo real. É possível que isso acelere legislações mais rígidas na Ásia, impactando fluxos globais de capital cripto. O que observar: relatórios da FSC sobre inspeções e eventuais sanções à Bithumb, que prometeu reforçar proteções, mas a confiança se reconquista com ações, não palavras.

Históricos semelhantes, como falhas em outras exchanges, ensinam que riscos operacionais podem levar a perdas reais mesmo sem hacks. Diversifique exchanges, priorize plataformas com histórico sólido e ative autenticação multifator para mitigar exposições.


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Personagem cartoon de Saylor coletando Bitcoins em pilha crescente durante tempestade de queda, simbolizando resiliência e compras institucionais de 714K BTC

Saylor Ignora Queda: Strategy Compra US$ 90 Milhões em Bitcoin

Michael Saylor, líder da Strategy, demonstrou resiliência ao comprar 1.142 BTC por US$ 90 milhões (R$ 468 milhões) na semana passada, logo após a maior queda do Bitcoin em dois anos. A empresa agora detém 714.644 BTC, avaliados em cerca de US$ 49 bilhões, mesmo com perdas não realizadas de US$ 5,2 bilhões. Esse movimento reforça a confiança dos grandes participantes no ativo como reserva de valor de longo prazo, enquanto o varejo hesita.


Detalhes da Aquisição Durante o Crash

A compra foi realizada entre 2 e 8 de fevereiro, a um preço médio de US$ 78.815 por BTC, antes do mergulho mais profundo que levou o Bitcoin aos US$ 60 mil na quinta-feira. Financiada pela venda de 616.715 ações MSTR, que renderam US$ 89,5 milhões, essa é a sétima aquisição semanal consecutiva da Strategy. O custo médio total das holdings agora é de US$ 76.056 por unidade, totalizando US$ 54,35 bilhões investidos.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 366.556 às 19:10 desta segunda-feira (9), com variação de -1,22% em 24 horas. Em dólares, oscila próximo a US$ 70 mil, abaixo do custo médio da Strategy, mas os fundamentos de adoção se fortalecem.

Resiliência Frente às Perdas Não Realizadas

Apesar das perdas em papel de US$ 5,2 bilhões, Saylor mantém o curso. Representando mais de 3,4% do suprimento total de Bitcoin (21 milhões), as reservas da empresa testam a tese de tesouraria corporativa. O CEO Phong Le afirmou que só haveria problema real se o BTC caísse para US$ 8 mil e ficasse lá por anos, destacando a visão de longo prazo.

Esse ‘braço forte’ ignora o pânico do varejo, comprando no desconto. Historicamente, ciclos de correção como esse precedem recuperações, impulsionadas por halvings e fluxos institucionais. A Strategy continua emitindo ações para captar recursos, com US$ 7,97 bilhões ainda disponíveis.

Estratégia de Financiamento e Adoção Institucional

A venda de ações MSTR financia as compras sem diluir caixa operacional, uma jogada estratégica que atrai investidores alinhados à tese Bitcoin. Saylor compartilhou em redes: “Orange Dots Matter”, referindo-se aos pontos de aquisição no gráfico. Essa persistência sinaliza ao mercado que instituições veem o mergulho como oportunidade, não ameaça.

No Brasil, empresas como OranjeBTC também recompra ações, aproveitando descontos. O mercado cripto está construindo bases sólidas: ETFs acumulam, corporações adotam e baleias posicionam para o ciclo de alta pós-halving.

O Que Isso Significa para Investidores Brasileiros

Para o leitor brasileiro, a ação da Strategy é um farol: enquanto o dólar está em R$ 5,19, o Bitcoin em R$ 366 mil oferece proteção contra inflação fiat. Monitorar fluxos institucionais como esse ajuda a navegar volatilidade. Os fundamentos — adoção global, suprimento fixo — prevalecem sobre ruído de curto prazo. Fique de olho nos próximos ‘orange dots’.


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Analistas cartoon de Wall Street recomendando mineradoras Cipher, TeraWulf e MSTR com thumbs up enquanto Bitcoin cai, vendo oportunidade na baixa

Wall Street Recomenda Compras: MS e Citi Apostam em Mineradoras e MSTR

Os dados mostram Wall Street divergindo do varejo em meio à queda do Bitcoin para US$ 69 mil (R$ 366.030, variação de -1,44% em 24h). Morgan Stanley iniciou cobertura de mineradoras com Overweight para Cipher Mining (CIFR) e TeraWulf (WULF), mas Underweight para Marathon (MARA). Paralelamente, Citigroup reiterou Buy para MicroStrategy (MSTR) com preço-alvo de US$ 325. As reações das ações revelam seletividade institucional em infraestrutura de Bitcoin, em 9 de fevereiro de 2026.


Cobertura Inicial de Morgan Stanley nas Mineradoras

Morgan Stanley, sob análise de Stephen Byrd, atribuiu ratings Overweight a CIFR (preço-alvo US$ 38) e WULF (US$ 37), com MARA em Underweight (US$ 8). No dia, CIFR subiu 134% para US$ 16,50, WULF avançou 13% para US$ 16,20, enquanto MARA teve leve alta para US$ 8,28.

Os dados indicam preferência por mineradoras com transição para data centers. CIFR destaca-se por facilities adaptáveis a contratos de longo prazo, gerando fluxos de caixa estáveis semelhantes a REITs como Equinix e Digital Realty. WULF planeja expansão de 250 MW anuais até 2032, com cenários base de 50% e otimista de 75% de sucesso em leasing.

Em contraste, MARA mantém foco híbrido em mineração e aquisição de BTC via notas conversíveis, resultando em alta dependência do preço do Bitcoin e retornos historicamente baixos no capital investido em mineração.

Transformação em Infraestrutura: REIT Endgame

A tese central valoriza sites de mineração como ativos de data center. Uma vez com data center construído e contrato de leasing de longo prazo com contraparte confiável, o ativo gera receitas previsíveis, minimizando exposição ao Bitcoin. Byrd compara a “REIT endgame“, onde facilities operam como pedágios com múltiplos elevados por escala e recorrência.

CIFR posiciona-se no centro dessa framework, com histórico de adaptação. WULF demonstra expertise em infraestrutura energética. Mineradoras como Bitfarms (rebatizada Keel Infrastructure) e IREN sinalizam saídas parciais da mineração para AI e HPC, pressionadas por margens encolhidas pós-halving.

Os números sugerem que mineradoras puras enfrentam volatilidade, enquanto as diversificadas oferecem upside via contratos hyperscaler. Níveis a observar: suportes em US$ 16 para CIFR/WULF e resistência em US$ 20 no curto prazo.

Citigroup Bullish na MicroStrategy

Citigroup, via Peter Christiansen, manteve Buy para MSTR apesar de ajuste de alvo de US$ 485 para US$ 325 pós-queda de outubro. MSTR caiu 4% pré-mercado em 9 de fevereiro, mas fechou 26,11% acima em US$ 134,93 na sexta, após volume de 56 milhões (vs. média de 22 milhões).

A confiança persiste apesar de prejuízo de US$ 12,4 bilhões no Q4 2025. Michael Saylor e CEO Phong Le afirmam compras contínuas de BTC, sem risco de liquidação até US$ 8.000 por 5 anos. CFO Andrew Kang destaca estrutura de capital resiliente. Outros como Canaccord, Maxim e TD Cowen mantêm Buy, com alvos reduzidos.

MSTR caiu >50% em 3 meses, correlacionada à BTC (-14% para US$ 65 mil recentemente), mas dados mostram resiliência institucional.

Implicações para Investidores

Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin negocia a R$ 366.030,33 (-1,44% 24h, volume 396 BTC). Wall Street diferencia: overweight em infraestrutura (CIFR, WULF), cautela em mineração pura (MARA) e otimismo em tesourarias (MSTR).

Níveis técnicos: BTC suporte em US$ 68.389 (24h low), resistência US$ 72.206 (high). Para ações, monitorar mNAV de MSTR e taxas de leasing das mineradoras. Os dados apontam seletividade: fluxos estáveis superam bets voláteis.


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Guardião cartoon empilhando blocos BTC em cofre SAFU, protegendo usuários felizes, sinalizando reservas seguras da Binance

Binance Adiciona US$ 300 Milhões em BTC ao Fundo SAFU

A Binance adicionou US$ 300 milhões em Bitcoin ao seu fundo Secure Asset Fund for Users (SAFU), elevando as reservas em BTC para 10.455 unidades, equivalente a cerca de US$ 730 milhões. A compra de 4.225 BTC representa 73% da meta de conversão de US$ 1 bilhão anunciada em 30 de janeiro, demonstrando confiança na estabilidade de longo prazo do ativo em meio à volatilidade recente do mercado.


Detalhes da Operação e Progresso do SAFU

Os dados on-chain confirmam a transação no endereço dedicado 1BAuq7Vho2CEkVkUxbfU26LhwQjbCmWQkD, com preço médio de aquisição de US$ 70.214 por BTC. Essa movimentação eleva o fundo SAFU, criado em 2018 para proteger usuários contra hacks ou falhas técnicas, de stablecoins para Bitcoin, visando uma reserva mais alinhada ao ecossistema cripto.

A Binance planeja concluir a conversão nos próximos dias, dentro do prazo de 30 dias do anúncio inicial. Caso o valor caia abaixo de US$ 800 milhões, a exchange comprometeu-se a rebalancear para US$ 1 bilhão, conforme comunicado oficial.

Contexto de Mercado: Timing da Compra

A aquisição ocorre após uma correção acentuada, com o Bitcoin testando US$ 59.930 na sexta-feira, nível visto pela última vez em outubro de 2024. Atualmente, o preço estabiliza próximo a US$ 70.000, em zona de suporte crítica, mas com estrutura técnica de baixa enquanto não romper US$ 86.000.

Indicadores mostram sentimento frágil: “smart money” acumula posições vendidas em US$ 109 milhões líquidos no Bitcoin via Hyperliquid, segundo a Nansen. A volatilidade expõe o fundo a riscos de downside, mas reforça a tese de BTC como reserva de valor corporativa.

Implicações e Níveis a Monitorar

Para usuários da Binance, isso sinaliza compromisso com proteção de ativos, mas introduz exposição à oscilação do BTC. Os dados sugerem potencial reteste de US$ 60.000 se o suporte atual falhar, enquanto resistência em US$ 86.000 define viés de recuperação.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 366.441,76 apresenta variação de -1,23% nas últimas 24 horas, com volume de 394,67 BTC no mercado brasileiro.


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Executivos cartoon redirecionando energia dourada de Bitcoin para prisma XRP, simbolizando outflows institucionais e inflows recordes

Instituições Sacam US$ 264 Mi de BTC, mas XRP Atrai US$ 63 Mi em Inflows

Os dados do relatório semanal da CoinShares mostram outflows de US$ 264,4 milhões em produtos de investimento em Bitcoin, enquanto XRP registra inflows de US$ 63,1 milhões, liderando altcoins. O total de saídas em ETPs cripto caiu para US$ 187 milhões na semana, após US$ 3,43 bilhões nas duas anteriores. Volumes de negociação atingiram recorde de US$ 63,1 bilhões, sugerindo estabilização após correção de preços.


Fluxos Negativos Concentrados em Bitcoin

Bitcoin foi o único ativo com perdas significativas em ETPs, com saídas de US$ 264,4 milhões, incluindo US$ 318 milhões apenas em ETFs spot nos EUA. Isso representa uma desaceleração em relação às semanas anteriores, mas reforça a pressão vendedora sobre o BTC, que tocou US$ 60.000 na quinta-feira. Ativos sob gestão (AuM) em ETPs de Bitcoin caíram para US$ 102,7 bilhões.

No curto prazo, dados diários de ETFs americanos mostram inflow líquido de 3.286 BTC em 9 de fevereiro, contrastando com outflow de 6.069 BTC nos últimos 7 dias. Tal divergência entre fluxos semanais globais e diários nos EUA indica possível recuperação pontual, mas os números semanais dominam a tendência.

XRP e Altcoins Ganham Tração

XRP continua dominante em inflows year-to-date, com US$ 109 milhões acumulados, incluindo US$ 63,1 milhões na semana. Solana atraiu US$ 8,2 milhões e Ethereum US$ 5,3 milhões, enquanto Chainlink e Litecoin registraram US$ 1,5 milhão e US$ 1 milhão, respectivamente. Produtos multi-ativos captaram US$ 9,3 milhões.

Os dados sugerem rotação de capital de Bitcoin para altcoins, especialmente em um contexto de incerteza macroeconômica e correção de preços. XRP, cotado a aproximadamente R$ 7,52 (AwesomeAPI), destaca-se como destino preferido do smart money institucional.

Volumes Recordes e Sinais de Estabilização

O volume de ETPs atingiu US$ 63,1 bilhões, superando o pico anterior de US$ 56,4 bilhões em outubro de 2025. AuM total em produtos digitais caiu para US$ 129,8 bilhões, menor nível desde março de 2025, coincidindo com tarifas americanas anunciadas.

Regiões mostram padrões mistos: saídas concentradas nos EUA (US$ 214 milhões), Suécia (US$ 135 milhões) e Austrália (US$ 1,2 milhão), mas inflows na Alemanha (US$ 87,1 milhões), Suíça (US$ 30,1 milhões), Canadá (US$ 21,4 milhões) e Brasil (US$ 16,7 milhões). Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin está a R$ 364.950, com variação de -1,44% em 24h.

Implicações para o Mercado

A desaceleração nas saídas, combinada a volumes elevados, pode sinalizar um ponto de inflexão no sentimento investidor, conforme James Butterfill, head de research da CoinShares. Investidores devem monitorar níveis de suporte em BTC próximo a US$ 69.000 e continuidade dos inflows em XRP e Solana. Year-to-date, ETPs cripto acumulam outflows de US$ 1,2 bilhão.


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Executivos cartoon estilizados transferindo baûs BTC e ETH sobre ponte digital, representando movimentação on-chain da BlackRock para Coinbase

BlackRock Transfere US$ 247 Milhões em BTC e ETH para Coinbase Prime

Os dados on-chain mostram que a BlackRock transferiu 2.268 BTC (US$ 156 milhões) e 45.324 ETH (US$ 92 milhões) para a Coinbase Prime, totalizando US$ 247 milhões. A movimentação ocorreu após resgates nos ETFs IBIT e ETHA, com outflows semanais de US$ 115 milhões no Bitcoin ETF. Tal fluxo para custódia institucional frequentemente precede liquidações, elevando a vigilância sobre pressão de venda no mercado spot. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 364.038 às 18h43 de 9 de fevereiro, com variação de -1,96% em 24h.


Detalhes da Transferência On-Chain

De acordo com monitoramento do Onchain Lens via Arkham Intelligence, as transferências partiram de endereços vinculados aos ETFs iShares Bitcoin Trust (IBIT) e iShares Ethereum Trust (ETHA). Os 2.268,02 BTC equivaliam a US$ 155,96 milhões, enquanto os 45.324 ETH somavam US$ 91,78 milhões no momento da operação. O agregado supera os US$ 247 milhões reportados.

Os dados indicam que pelo menos oito transações para Coinbase Prime ocorreram em janela temporal restrita, alinhadas a outflows líquidos de US$ 115,14 milhões no IBIT para a semana encerrada em 6 de fevereiro. Isso corresponde a cerca de 1.600-1.700 BTC, considerando preços médios da época. Diferenças entre depósitos e outflows refletem buffers operacionais e liquidações brutas típicas de ETFs.

No contexto técnico, o Bitcoin recuou de máximas próximas a US$ 85.000 para mínimas acima de US$ 68.000, com RSI diário entrando em território de sobrevenda antes de estabilizar abaixo de 50. Cotação atual em USD: US$ 70.025 (variação -0,46% em 24h).

Contexto de Resgates e Mercado

A Coinbase Prime atua como camada de custódia e execução para criações e resgates de ETFs. Transferências para lá não implicam venda imediata no mercado spot, mas servem a processos de settlement. Contudo, em cenários de outflows elevados, como os observados, o fluxo pode preceder ordens de venda no livro de ofertas da exchange.

Os dados mostram que o sell-off recente foi impulsionado por liquidações, com volume de trading em pico e momentum descendente. O rebote para US$ 70.000 careceu de follow-through forte, sugerindo rebote de alívio em vez de reversão confirmada. ETH, por sua vez, oscilou entre US$ 2.010 e US$ 2.142, fechando em US$ 2.100 (+0,46%).

No Brasil, equivalentes em reais: BTC R$ 363.994 (-1,96%), ETH R$ 10.912 (-0,75%). Volumes 24h no mercado local somam 398,6 BTC.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados sugerem sensibilidade contínua dos fluxos ETF a oscilações de preço. Suportes imediatos para BTC em USD: US$ 68.400 (mínima recente) e US$ 65.000 (próxima zona de volume). Resistências: US$ 71.400 (máxima diária) e US$ 72.300 (nível psicológico). Para ETH: suporte US$ 2.010, resistência US$ 2.142.

Investidores devem observar inflows/outflows diários dos ETFs via plataformas como SoSoValue, atividade no livro de ofertas da Coinbase Prime e indicadores de volume on-chain. Ausência de vendas discricionárias além de mechanics de ETF indica que a pressão é reativa a estresse de mercado, não shift direcional de convicção institucional.

Em resumo, a estrutura metódica revela movimentações de settlement, com potencial para amplificar volatilidade se resgates persistirem.


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Fortaleza de mina digital brutalista rachando com fluxo dourado-vermelho de BTC despejado em vórtice, sinalizando capitulação das mineradoras

Mineradoras Despejam BTC: Pressão de Venda Aumenta em 2026

A mineradora Cango vendeu 4.451 BTC por US$ 305 milhões durante a recente queda de preços, usando os recursos para quitar dívidas e financiar a transição para infraestrutura de IA. Paralelamente, mineradores enviaram 90 mil BTC para a Binance, o maior fluxo desde 2024, gerando forte pressão de venda. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 363.856, com queda de 1,96% em 24h. Isso levanta dúvidas: a mineração está se tornando inviável?


Venda Massiva da Cango Revela Fragilidade

A Cango Inc. confirmou a liquidação de 4.451 BTC entre 7 e 8 de fevereiro, a um preço médio de cerca de US$ 68.524 — próximo das mínimas multianuais. O montante, equivalente a US$ 305 milhões em USDT, serviu para reduzir alavancagem financeira e pagar um empréstimo colateralizado em Bitcoin. A empresa, que ainda detém 3.645 BTC (mais de US$ 250 milhões), planeja implantar unidades modulares de GPU em mais de 40 sites globais para oferecer capacidade de inferência de IA a pequenas e médias empresas.

Esse movimento não é isolado. A história mostra que, em ciclos de baixa, mineradoras recorrem a vendas para sobreviver. A Cango já havia vendido 550 BTC em janeiro, reduzindo suas reservas em 60%. Analistas alertam para riscos na transição para IA, como execução incerta e competição acirrada, enquanto o mercado ignora esses sinais de estresse.

Fluxo Recorde de 90 Mil BTC para Exchanges

Dados on-chain indicam que mineradores depositaram mais de 90.000 BTC na Binance desde o início de fevereiro, o pico desde 2024. Um único dia registrou 24.000 BTC, coincidente com a correção que levou o Bitcoin abaixo de US$ 60.000 pela primeira vez desde outubro de 2024 — uma desvalorização de mais de 50% do pico recente.

Esses fluxos refletem capitulação: conversão de holdings para cobrir custos operacionais em meio à volatilidade. Enquanto isso, varejistas (detentores de menos de 1 BTC) aumentaram envios para exchanges, mas o pânico arrefeceu com a estabilização acima de US$ 70.000. No entanto, o mercado está ignorando o risco de oferta excessiva, similar a 2018 e 2022.

Hashprice Baixo e Capitulação em Massa

O hashprice deprimido — receita diária por unidade de poder computacional — pressiona margens, apesar da alta dificuldade de mineração. Preços abaixo do break-even forçam vendas seletivas:

  • Riot Platforms liquidou 1.080 BTC em janeiro para expansão;
  • Cleanspark liquidou 159 BTC para operações;
  • Marathon transferiu 1.300 BTC, possivelmente para venda.

Embora algumas mineradoras apostem em recuperação ou diversificação para IA/HPC, o padrão é claro: em bull markets exagerados, a exuberância leva a alavancagem excessiva, seguida de capitulação. Cuidado com a narrativa de pivot para IA — muitos falharam em transições passadas, como na bolha dot-com.

Implicações para o Preço do Bitcoin

Com 90 mil BTC em exchanges e vendas confirmadas como a da Cango, a pressão de venda é palpável. Baleias acumulam (67 mil BTC em um dia), mas o equilíbrio é frágil. O Bitcoin oscila em torno de US$ 70.000, mas quedas prolongadas podem forçar mais liquidações. Investidores devem monitorar hashprice e inflows de miners — sinais de que o ciclo pode estar no topo, ecoando correções históricas de 70-80%.


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Investidor cartoon alertando com megafone enquanto Bitcoin rola para marca 42K sabotado por scam tokens vilões

Ross Gerber Profetiza Queda do Bitcoin para US$ 42 Mil

Ross Gerber, o investidor de Tesla que parece ter uma bola de cristal reservada para cripto, resolveu diagnosticar a queda do Bitcoin abaixo de US$ 70 mil: scam tokens e shitcoins estariam desviando o capital e erodindo a confiança. Interessante como um especialista em ações elétricas vira profeta do apocalipse cripto toda vez que o preço oscila. Enquanto isso, analistas técnicos apontam para um possível queda até US$ 42 mil, mais de 40% abaixo dos níveis atuais. O mercado reage, mas será que é o fim da festa ou só mais um capítulo da novela?


A Culpa dos Scam Tokens Segundo Gerber

Segundo o cofundador da Gerber Kawasaki, o problema maior após o Bitcoin cair abaixo de US$ 70 mil seria o florescimento de tokens fraudulentos, como o infame TRUMP coin, que atraem investidores com hype vazio e terminam em rug pulls ou crashes inevitáveis. Curioso como ele ignora que esses memes sempre existiram no cripto, mas só viram ‘problema’ quando o BTC toma um soco no estômago. Gerber argumenta que esses ativos de baixa qualidade desviam capital que poderia ir para o Bitcoin, minando a confiança geral do mercado. É uma visão simplista, mas faz sentido para quem prefere narrativas fáceis a gráficos de suporte e resistência.

No fundo, o investidor de Tesla pinta um quadro onde bad actors lançam moedas sem utilidade, geram FOMO e depois somem com o dinheiro. Verdade parcial, mas será que isso explica tudo? Ele sugere que sim, e ainda vê oportunidade para compradores experientes nessas ‘preços de pânico’.

Falta de Catalisadores e Pressão no Mercado

Gerber não para nos scams: ele aponta a ausência de novos catalisadores como outro vilão. Lembra dos Spot Bitcoin ETFs que impulsionaram 2024? Pois é, agora são saques recordes, com outflows massivos. Some a isso macroeconomia incerta, sell-offs fortes e liquidações forçadas de traders alavancados, que criam uma reação em cadeia baixista. Sem novidades, o mercado patina nas mesmas dinâmicas de short-term bag holders.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 364.216,47 (-1,87% em 24h), refletindo a pressão vendedora. Em dólares, gira em torno de US$ 70 mil, longe do pico recente. Gerber vê isso como chance para acumular, mas esquece que o cripto não é Tesla: aqui, volatilidade é o nome do jogo.

Previsão Técnica: Rumo aos US$ 42 Mil?

Enquanto Gerber culpa os vilões periféricos, analistas como Chiefy vão ao gráfico e preveem uma queda massiva para US$ 42 mil já na próxima semana. Isso seria mais de 40% de queda do atual US$ 69.800. O argumento? A recuperação recente foi uma bull trap final deste ciclo, e agora vem o bear market de verdade. Suportes técnicos em níveis baixos, volume em queda – a realidade por trás da opinião de celebridade.

Victor Vasconcelos observa: é engraçado como fans de Tesla, acostumados com narrativas de revolução, projetam isso no Bitcoin, ignorando que cripto é regido por ciclos impiedosos e análise fria. US$ 42k seria teste de fogo para holders reais.

O Que Isso Significa para o Leitor?

No fim, Ross Gerber vs Bitcoin é mais entretenimento que análise profunda. Scam tokens existem, sim, mas o preço do BTC responde a fluxos institucionais, macro e técnica – não só a memes. Monitore suportes em US$ 65k e volume de ETFs. Se Gerber acertar de novo (como em previsões passadas?), ótimo para os contrários. Mas lembre: opiniões de celebridades são baratas; dados são o que contam. Vale observar sem pânico, talvez até rir um pouco da profecia.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede de nós Bitcoin dourados protegida por barreira hexagonal filtrando spam Ordinals, com 36% de espaço recuperado simbolizando BIP-110

BIP-110: Protegendo Nós Bitcoin Contra Ordinals e CVE-2023-50428

A proposta BIP-110 surge como solução técnica para proteger os nós da rede Bitcoin contra o acúmulo de dados não monetários, como os protocolos Ordinals, explorando a vulnerabilidade CVE-2023-50428. Desenvolvedores argumentam que essa ‘limpeza’ é essencial para manter a rede focada em transações financeiras, recuperando até 36% do espaço em blocos sem bloquear pagamentos legítimos. Simulações em 4,7 milhões de transações confirmam: zero impactos em operações monetárias. Isso pode pavimentar o caminho para valorizações acima de US$ 100 mil por BTC?


O Que é a BIP-110?

A Bitcoin Improvement Proposal (BIP) é o mecanismo formal pelo qual a comunidade propõe mudanças no protocolo Bitcoin. A BIP-110, especificamente, introduz regras para filtrar transações que embedam dados arbitrários, especialmente aquelas que usam OP_FALSE OP_IF em Tapscript para contornar limites de dados. Essa estrutura permite inserir imagens, textos ou metadados de tokens sem custo efetivo equivalente, graças a descontos do SegWit.

A proposta inclui um período de ativação de um ano, dando tempo para adaptação. Regra 7, central, proíbe OP_IF e OP_NOTIF em contextos de execução Tapscript, diretamente combatendo o exploit registrado na CVE-2023-50428 pelo NIST com severidade média (5.3/10).

Bitcoin Knots, implementação alternativa mantida por Luke Dashjr, já aplica correções semelhantes desde 2023, e pools como Ocean adotaram-nas para priorizar ‘transações reais’.

A Vulnerabilidade CVE-2023-50428 e o Papel dos Ordinals

Desde 2013, o Bitcoin Core inclui filtros como -datacarriersize para limitar dados não monetários em OP_RETURN (80 bytes). Taproot (2021) expandiu capacidades, mas sem estender esses filtros, criando brecha. Ordinals, lançados em 2023 por Casey Rodarmor, exploram isso: dados são ‘camuflados’ como código inofensivo em testemunhas, inflando UTXO set e armazenamento de nós.

Bitcoin Core v30 ironicamente removeu os limites do OP_RETURN, justificando que eram ‘burlados’. Isso taxa todos os nós com mais dados, centralizando validação em hardware caro, ameaçando descentralização.

Dashjr classifica Ordinals como ataque DoS: ‘Ninguém permitiu isso; é dano irreversível’. Core recusou patch, priorizando ‘inovações’ sobre monetário.

Dados da Simulação: Impacto Real

Simulação de @CunyRenaud em 10 dias (blocos 929.592-931.032, 4,7 milhões de transações): BIP-110 filtra 1,95 milhão de transações (41,5%), libera 747 MB (36% espaço). 94,6% dos filtrados misturam Ordinals e OP_RETURN ‘runes’.

Crucial: zero transações financeiras bloqueadas – pagamentos, Lightning, CoinJoin, multisig passam intactos. Nenhum Tapscript legítimo (time locks, HTLC) usa OP_IF hoje.

Isso prova seletividade: preserva monetário, elimina spam. Nós comuns (Raspberry Pi) tornam-se viáveis novamente, essencial para credibilidade ante fundos soberanos.

Implicações para o Futuro do Bitcoin

Bitcoin vale por garantia: 21M supply, tx anti-censura, verificação descentralizada. Nós pesados erodem isso, favorecendo ‘melhor Ethereum’ sobre dinheiro P2P.

Para US$ 1 milhão por BTC, precisa credibilidade institucional. BIP-110 alinha: otimiza para moeda, não Filecoin. Usuários podem migrar para Knots (Umbrel, etc.) em minutos, votando com nós.

Debate expõe cisão: puristas vs. expansivistas. Dados sugerem ação urgente contra bloat diário.


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Política japonesa cartoon erguendo bastão que impulsiona Bitcoin com 72K a céu, com Nikkei ascendente e cerejeiras douradas, simbolizando vitória eleitoral impulsionando preço

Efeito Takaichi: Eleições no Japão Impulsionam Bitcoin a US$ 72 mil

Você já parou para pensar o que as eleições no Japão têm a ver com o preço do seu Bitcoin em São Paulo? Pois é, a vitória decisiva do Partido Liberal Democrático (LDP), liderado por figuras como Sanae Takaichi, impulsionou o Bitcoin acima de US$ 72 mil nesta segunda-feira (9/2). Em outras palavras, o otimismo japonês com estímulos fiscais elevou o Nikkei e o apetite global por ativos de risco, afetando mercados 24 horas como o cripto. Vamos entender isso passo a passo?


O Que Foi a Vitória Eleitoral no Japão?

Pense no Japão como um gigante econômico que acordou animado. No dia 9 de fevereiro de 2026, o LDP conquistou uma vitória expressiva nas eleições. Analistas, como citado pela BBC, esperam que Sanae Takaichi, com sua agenda pró-negócios, traga estímulos fiscais para combater a estagnação e o custo de vida alto. Isso significa mais gastos do governo em infraestrutura, tecnologia e apoio às empresas — em resumo, dinheiro circulando mais rápido na economia japonesa.

Em outras palavras, é como se o governo japonês pisasse no acelerador da economia. Historicamente, esses estímulos japoneses influenciam o mundo porque o Japão é a terceira maior economia global. Para o leitor brasileiro, imagine o impacto de um PAC turbinado aqui: mais confiança, mais investimentos.

Do Nikkei ao Apetite por Risco Global

O primeiro sinal veio do Nikkei 225, principal índice japonês de ações. Pela primeira vez, ele ultrapassou os 57 mil pontos, um recorde histórico. Isso reflete otimismo dos investidores asiáticos. Mas por que isso importa para cripto? Porque ações e Bitcoin são ativos de risco — ou seja, investem neles quando o humor do mercado está bom, buscando retornos altos.

Esse ‘efeito cascata’ se espalhou pela Ásia: o Shanghai Composite recuperou os 4.100 pontos. Pense assim: é como uma festa que começa em Tóquio e chega em São Paulo via mercados globais interligados. O Bitcoin, negociado 24/7 em exchanges como a Binance, surfou essa onda de confiança inicialmente.

O ‘Takaichi Trade’ e o Pico do Bitcoin

Chamado de ‘Takaichi Trade‘ por traders, o movimento levou o Bitcoin de US$ 70 mil para US$ 72.174 logo cedo. Isso significa que, em reais, estamos falando de mais de R$ 370 mil por unidade no pico — uma valorização rápida que pegou posições vendidas de surpresa, liquidando US$ 82 milhões em shorts (apostas na queda).

Porém, veio o ‘fakeout’: o preço recuou para abaixo de US$ 69 mil. Fatores como investigação na exchange sul-coreana Bithumb por erro de US$ 40 bilhões e desdolarização chinesa adicionaram pressão. Ainda assim, o episódio mostra como eventos macro no Japão movem o BTC aqui. Segundo o Cointrader Monitor, agora às 18h24, o Bitcoin está em R$ 366.445, com variação de -1,72% em 24h.

O Que Isso Significa Para Sua Carteira?

Para nós brasileiros, com dólar a cerca de R$ 5,19, flutuações globais como essa afetam diretamente. O ‘Takaichi Trade’ ensina: monitore eleições e políticas fiscais em potências como Japão, pois elas sinalizam apetite por risco. Otimistas miram US$ 72-82 mil em fevereiro, mas cuidado com volatilidade — analistas como Zacks alertam para quedas a US$ 40 mil se liquidez apertar.

Vale acompanhar o Nikkei e notícias de estímulos. Isso empodera você a decidir: holdar ou ajustar? Lembre-se, mercados são conectados como nunca.


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Investidores cartoon capturando Bitcoins dourados em chuva de queda com redes, selo 5.6X simbolizando compras 5,6x maiores por brasileiros

Brasileiros Compram 5,6x Mais Bitcoin na Queda: Oportunidade no Dip

Enquanto Wall Street hesita com saques recordes em ETFs de Bitcoin, o brasileiro raiz corre para as compras. No dia 2 de fevereiro, quando o BTC despencou de US$ 71 mil para US$ 62,8 mil, o Mercado Bitcoin registrou 5,6 vezes mais compras do que vendas. Fundos cripto locais atraíram R$ 87 milhões na semana, contra saídas globais de R$ 973 milhões.


A Queda que Pegou o Mercado de Surpresa

No dia 2, uma quinta-feira de turbulência, o Bitcoin sofreu sua maior desvalorização diária desde 2022. Saiu de US$ 71 mil e fechou em US$ 62,8 mil, uma queda de cerca de 11%. Isso equivale a uma perda de cerca de R$ 42 mil por BTC para quem vendeu no pico, considerando o dólar a R$ 5,19. Mas para o investidor brasileiro médio, familiarizado com volatilidade do real, esse movimento foi visto como oportunidade.

O Mercado Bitcoin, maior exchange do país, viu seus clientes comprando bem mais do que vendendo. Exatamente 5,6 vezes mais operações de compra, mostrando maturidade do mercado local. Rony Szuster, head de research da MB, destaca que fases assim constroem ganhos de longo prazo.

Brasil vs Mundo: Comportamento Diferente

No global, CoinShares reportou saques de US$ 187 milhões (R$ 973 milhões) de produtos cripto. Já aqui, fundos de investimento em cripto tiveram entradas líquidas de R$ 87 milhões na semana. Isso representa confiança local, mesmo com o dólar forte e juros altos nos EUA pressionando ativos de risco.

Para o brasileiro, que lida com inflação e câmbio instável, o Bitcoin é reserva de valor prática. Imagine: R$ 87 milhões em fundos equivalem a mais de 60 mil salários mínimos (cerca de R$ 1,4 mil cada). É dinheiro real entrando no ecossistema cripto nacional, provando que o investidor raiz está posicionado para o rebote.

Segundo o Cointrader Monitor, hoje o Bitcoin está em R$ 365.668, com variação de -1,81% em 24h. Ainda abaixo do pico recente, mas sinalizando possível recuperação.

Fatores por Trás da Volatilidade

ETFs aceleraram a venda: resgates forçam vendas reais de BTC, criando pressão. Incertezas globais, como tensões EUA-Irã e crescimento fraco, somam ao medo. O Fear & Greed Index marcou 5/100, nível extremo visto na COVID-19, quando BTC saiu de US$ 6 mil para 63 mil em meses.

No Brasil, política monetária americana afeta via dólar forte, mas o foco local em DCA (aportes constantes) mitiga isso. Szuster lembra: em 2021, queda de 60% virou alta de 100% em 6 meses. Para o dia a dia, isso significa diluir custos: em vez de tentar acertar o fundo, aporte fixo mensalmente, como uma poupança turbinada.

O Que Fazer no Seu Bolso Agora

Como brasileiro, avalie seu perfil: se já tem exposição a renda fixa sofrendo com Selic em queda, cripto diversifica. Prático: comece pequeno, R$ 100 por semana no BTC evita timing errado. Monitore exchanges locais por taxas baixas em reais, sem conversão cara.

Histórico mostra: comprar US$ 100 toda vez que BTC “morreu” renderia US$ 72 milhões hoje. Aqui, com real desvalorizando, acumular sats (frações de BTC) protege o poder de compra familiar. Fique de olho no volume local: 395 BTC negociados em 24h nas exchanges BR sinaliza liquidez crescente.

O mercado local amadurece – aproveite o salão de inverno para encher o carrinho, com paciência para o longo prazo.


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Rede hexagonal cyan com brechas vermelhas drenando fluxos dourados, representando golpes e hacks drenando US$62M no Ethereum

Crimes e Segurança Abalam o Mercado: Resumo Cripto 09/02/2026

📊 BOLETIM CRIPTO | 09/02/2026 | NOITE

A onda de crimes violentos e incidentes cibernéticos marca um dos períodos mais tensos para o ecossistema cripto em 2026. O sequestro da mãe de uma celebridade da NBC, com exigência de resgate em Bitcoin, expõe os detentores de ativos a riscos físicos sem precedentes, enquanto golpes de envenenamento de endereços drenam milhões de investidores na rede Ethereum. Embora o viés de baixa moderado domine as narrativas, devido à forte pressão de vendas institucionais e invasões, as respostas estratégicas de participantes como Binance e Crypto.com tentam equilibrar o cenário com compras no recuo e uma transição tecnológica para inteligência artificial. A volatilidade permanece elevada, o que exige cautela máxima de todos os participantes do mercado diante das incertezas atuais.


🔥 Destaque: Sequestro Guthrie e o Medo Físico

A percepção de risco para grandes detentores de ativos digitais atingiu um novo patamar de gravidade com o sequestro de Nancy Guthrie, de 84 anos, mãe da âncora da NBC Savannah Guthrie. O crime, ocorrido no Arizona, envolve uma exigência de US$ 6 milhões em Bitcoin (aproximadamente 85 BTC), expondo a vulnerabilidade de familiares de figuras públicas diante de ataques físicos coordenados.

Segundo a Protos, o caso já domina a mídia tradicional americana, alcançando audiências que geralmente não acompanham o setor. A falta de pistas da polícia e o uso de criptoativos para extorsão violenta alimentam um viés de baixa no sentimento do varejo, associando novamente o Bitcoin a atividades ilícitas e crimes de difícil rastreio.

Este incidente reforça a necessidade urgente de OPSEC (segurança operacional) e proteção de dados para investidores proeminentes. A exposição pública de riqueza, aliada à pseudonimidade das redes blockchain, cria um cenário de risco híbrido que as autoridades ainda lutam para combater de forma eficaz no atual cenário global.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento predominante no mercado é de cautela, com indicadores de volatilidade em alta. A rede Ethereum, em particular, enfrenta um momento de estresse após a conclusão de um massivo fechamento de posições pela firma Trend Research, que liquidou mais de 651 mil ETH. Esse movimento remove uma fonte constante de pressão vendedora, mas ao custo de uma capitulação institucional que gerou prejuízos calculados em quase US$ 750 milhões.

Por outro lado, o fluxo institucional não é unidirecional. Enquanto alguns participantes realizam perdas, a Binance aproveita as correções de preço para reforçar seu fundo SAFU, adquirindo 4.225 BTC em um movimento de suporte estratégico. Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 366.032,65, apresentando uma desvalorização de 1,76% nas últimas 24 horas.

Também se observa uma clara tendência de diversificação rumo à Inteligência Artificial. Mineradoras como a Cango e exchanges como a Crypto.com estão migrando parte de sua infraestrutura para serviços de computação em IA, buscando fluxos de receita menos cíclicos e mais resilientes a longo prazo.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Ameaças de Segurança Híbridas: A combinação de ataques físicos, como o sequestro Guthrie, e vulnerabilidades digitais eleva a percepção de risco sistêmico para detentores de patrimônio relevante.
  • Capitulação e Alavancagem: O encerramento forçado de posições bilionárias, como o caso da Trend Research, demonstra que o risco de liquidação em protocolos DeFi como Aave continua sendo uma ameaça para a estabilidade.
  • Envenenamento de Endereços: O crescimento de golpes de address poisoning no Ethereum, que já causaram perdas de US$ 62 milhões, evidencia falhas na experiência do usuário e na verificação de transações.
  • Escala de Golpes Sociais: O aumento em ataques de phishing via assinaturas maliciosas drenou fundos de quase 5 mil vítimas em um único mês, indicando táticas mais sofisticadas de engenharia social.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação Institucional: Compras programadas da Binance e a movimentação de baleias em ETH sugerem que investidores de longo prazo enxergam as correções atuais como janelas de oportunidade para acumulação.
  • Serviços de Segurança Especializada: O aumento da criminalidade física e digital abre espaço para o crescimento de empresas focadas em proteção de ativos, consultoria e custódia segura.
  • Sinergia entre IA e Blockchain: O investimento de US$ 70 milhões da Crypto.com no domínio AI.com sinaliza que a integração entre agentes de IA e redes descentralizadas pode ser o próximo motor de crescimento.
  • Adoção de Analytics On-chain: A capacidade de rastrear criminosos em tempo real, como feito com o explorador da Infini, valida a importância de ferramentas de análise de dados para o mercado.

📰 Principais Notícias do Período

1. Hacker da Infini compra US$ 13M em ETH no recuo
A carteira ligada ao roubo de US$ 50 milhões da Infini voltou a ficar ativa após seis meses. O criminoso aproveitou a queda do mercado para comprar US$ 13,3 milhões em ETH, enviando os fundos posteriormente para o Tornado Cash.

2. Sequestro por resgate em BTC ameaça holders proeminentes
O sequestro de Nancy Guthrie no Arizona com exigência de resgate em Bitcoin gera preocupação sobre a segurança física dos investidores. A mídia foca no uso da criptomoeda como ferramenta de crime indetectável.

3. Address Poisoning drena US$ 62M de usuários no Ethereum
O ScamSniffer identificou perdas massivas causadas por envenenamento de endereços. Criminosos inserem endereços falsos no histórico via dust attacks, levando usuários a erros fatais ao copiar e colar endereços para novos envios.

4. Trend Research encerra liquidação de US$ 1,34 bi em ETH
A firma concluiu a liquidação forçada de sua posição alavancada, resultando em uma perda de US$ 747 milhões. A saída desses ativos da Binance remove uma pressão de venda significativa que pairava sobre o mercado.

5. Binance eleva SAFU para 10.455 BTC com compra estratégica
Como parte de seu compromisso de segurança, a Binance converteu stablecoins para Bitcoin, reforçando a reserva que protege os usuários. A compra demonstra confiança na recuperação do ativo digital.

6. CEO da Crypto.com adquire AI.com por US$ 70M
Kris Marszalek adquiriu o domínio recorde para lançar uma plataforma de agentes autônomos. A iniciativa visa permitir que a IA execute tarefas complexas de automação diretamente na rede blockchain.

7. Cango vende 4.451 BTC para expansão em IA
A mineradora Cango alienou fundos para amortizar empréstimos e financiar a transição para infraestrutura de computação, focando em diversificar suas fontes de receita após o halving.


🔍 O Que Monitorar

  • Atividade On-chain de Criminosos: Monitorar as movimentações em carteiras associadas a roubos para antecipar novos momentos de venda ou lavagem no Tornado Cash.
  • Fluxo de Saída de Baleias: Observar se o acúmulo por grandes endereços continua superando as liquidações de investidores de varejo em pânico.
  • Resolução do Caso Guthrie: Qualquer notícia sobre o resgate pode causar volatilidade institucional imediata no Bitcoin devido ao alto impacto de relações públicas.
  • Volume de Dust Transactions: Picos de pequenas transações no Ethereum podem indicar novas campanhas massivas de phishing no ecossistema.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12 a 48 horas, é provável que o viés de baixa moderado persista, alimentado pela forte cobertura midiática de incidentes de segurança. A ausência de uma resolução rápida no sequestro da família Guthrie pode agir como um teto psicológico para novas altas do Bitcoin no curto prazo. No entanto, o suporte institucional é evidente através das compras contínuas de players como a Binance, o que pode evitar quedas mais drásticas. O mercado está em um processo de limpeza de alavancagem, e a transferência de ativos de investidores impacientes para grandes instituições prepara o terreno para uma possível estabilização, desde que novos ataques não voltem a abalar a confiança sistêmica do setor cripto.


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