Banqueiro cartoon e tech guy se cumprimentando sobre rede Base com selo BUY verde, simbolizando elevação da Coinbase pelo Bank of America

Bank of America Eleva Coinbase a ‘Buy’ por Base e Tokenização

O Bank of America elevou a recomendação para as ações da Coinbase (COIN) de ‘Neutral’ para ‘Buy’, mantendo o preço-alvo em US$ 340. Analistas destacam o crescimento acelerado da rede layer-2 Base e os ventos favoráveis da tokenização como drivers principais. Essa visão otimista sinaliza confiança crescente de gigantes TradFi no ecossistema Coinbase, beneficiando investidores institucionais em um momento de expansão regulatória positiva.


Crescimento Explosivo da Base Impulsiona Otimismo

A rede Base, layer-2 Ethereum desenvolvida pela Coinbase, tem sido o carro-chefe do upgrade. Lançada em 2023, ela já acumula US$ 5 bilhões em TVL e processa milhões de transações diárias, superando rivais como Arbitrum em atividade. Analistas do BofA veem Base como infraestrutura chave para produtos inovadores, como empréstimos colateralizados em Bitcoin e o app Base, que integra wallet, social e AI.

Recentemente, o JPMorgan anunciou a integração de seu token de depósito JPMD na Base, permitindo transações 24/7 para clientes institucionais. Essa adesão de um banco tradicional reforça o posicionamento da Coinbase como ponte entre finanças legadas e on-chain, com potencial para bilhões em receitas adicionais.

Tokenização: O Futuro das Finanças na Mira da Coinbase

O produto Coinbase Tokenize é outro destaque, oferecendo emissão, custódia e compliance para ativos tokenizados como ações, ETFs e imóveis. Com uma base de clientes retail e institucional robusta, a exchange está posicionada para capturar o boom da tokenização, projetado em trilhões pela BlackRock.

Analistas apostam em um token nativo para Base, que poderia gerar caixa bilionário via incentivos a builders e maior descentralização. Embora sem data confirmada, o estudo de viabilidade em andamento ganha força com avanços regulatórios, como o voto iminente no Senado sobre estrutura de mercado cripto.

Sinais Positivos do Mercado TradFi e Riscos

Não é isolado: o Goldman Sachs também elevou a Coinbase para ‘Buy’ com alvo de US$ 303, citando diversificação em corretagem tradicional e previsão de mercados. COIN negocia a US$ 248, 40% abaixo do pico de julho, mas com ‘product velocity’ em alta, prometendo crescimento anual de 12% até 2027.

Riscos incluem expansão da Binance.US, mas o foco em infraestrutura e tokenização mitiga volatilidade. Com voto no Senado marcado para próxima semana, clareza regulatória pode acelerar adoção, beneficiando COIN e o setor.

Oportunidade para Investidores Brasileiros

Para o público institucional brasileiro, esse sinal do BofA reforça o timing para exposição via ações COIN ou ecossistema Base. Com Bitcoin acima de US$ 91k e tailwinds TradFi, a Coinbase surge como play estrutural no bull market, diversificando além de spot trading para serviços recorrentes.


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Executivo bancário cartoon carimbando 'BUY' em escudo Coinbase com rede Base cyan, simbolizando upgrade de rating pelo Bank of America

Bank of America Eleva Coinbase a ‘Buy’ por Base e Tokenização

O Bank of America elevou a Coinbase para ‘Buy’, mantendo o preço-alvo em US$ 340 por ação. Analistas apontam o crescimento acelerado da rede layer-2 Base e os ventos favoráveis da tokenização como principais drivers. Essa atualização chega em um momento de otimismo com a adoção institucional de criptoativos, sinalizando confiança na estratégia da exchange para 2026.


Crescimento Explosivo da Base

A rede Base, layer-2 da Coinbase no Ethereum, tem sido o destaque. Lançada em 2023, ela já acumula US$ 5 bilhões em TVL e processa milhões de transações diárias. O lançamento recente de produtos como mercados de previsão e trading de ações reforça seu ecossistema, atraindo desenvolvedores e usuários. Analistas preveem que um token nativo para Base poderia gerar bilhões em caixa, incentivando builders e descentralização.

Com integrações como o token de depósito do JPMorgan na Base, a rede se posiciona como ponte entre TradFi e DeFi, ampliando receitas além das taxas de transação.

Tokenização: O Futuro da TradFi

O Coinbase Tokenize é visto como game-changer, oferecendo emissão, custódia e compliance para ativos tokenizados como ações e ETFs. Isso posiciona a Coinbase à frente de rivais, capturando demanda institucional por real-world assets (RWAs). Setores como imóveis e empresas privadas são alvos de expansão, com parcerias como JPMorgan sinalizando maturidade.

Atualizações recentes, incluindo upgrade similar do Goldman Sachs para ‘Buy’, reforçam o momentum. A diversificação para 40% de receitas de subscriptions e serviços reduz volatilidade, prometendo crescimento anual composto de 12% até 2027.

Regulação e Oportunidades para Investidores

Um possível token para Base ganha tração com a votação iminente no Senado sobre estrutura de mercado cripto, esclarecendo regras para commodities e securities. Isso poderia acelerar lançamentos, beneficiando COIN diretamente.

Para investidores institucionais, é um sinal bullish: ações da Coinbase negociam a US$ 248, 40% abaixo do pico, mas com ‘product velocity’ em alta. Vale monitorar Binance.US como risco, mas o foco em infraestrutura e tokenização aponta para upside estrutural.


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Executivos cartoon de bancos estendendo mãos para esfera cripto com 3.22T, simbolizando recorde de US$ 3,22T e adoção institucional

Mercado Cripto Atinge US$ 3,22T: Bancos Aceleram Adoção

O mercado cripto atingiu um marco histórico com capitalização total de US$ 3,22 trilhões, alta de 2%, conforme relatório da Decrypt. O Bitcoin opera em torno de US$ 93.780, enquanto o XRP dispara 12% para US$ 2,37. O destaque vai para a entrada de gigantes tradicionais como Bank of America, que liberou recomendações de cripto para clientes de alta renda, e Morgan Stanley, que protocolou um fundo de Solana junto à SEC. Esses movimentos confirmam que os fundamentos de adoção estão se fortalecendo no início de 2026.


Recorde de Capitalização e Rally das Majors

O ecossistema cripto inicia o ano com força, impulsionado por um rally generalizado. Além do XRP liderando com ganhos de 12%, majors como Ethereum (+2% para US$ 3.240) e Solana (+3% para US$ 139) contribuem para o marco de US$ 3,22 trilhões. Top performers incluem RENDER (+18%), SUI (+18%) e LIT (+15%), sinalizando apetite por altcoins em meio à consolidação do Bitcoin próximo de US$ 93k.

Esse crescimento reflete fluxos de capital consistentes, reminiscentes de ciclos passados pós-halving, onde a maturidade do mercado atrai investidores institucionais. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 499.388,72, com variação de -1,69% nas últimas 24h e volume de 256 BTC.

Institucionais Tradicionais Entram no Jogo

O verdadeiro catalisador é a adoção por bancos tradicionais. O Bank of America lançou formalmente recomendações de cripto para clientes wealth management, permitindo alocações de até 4% das carteiras em ativos digitais. Esse passo democratiza o acesso e valida o Bitcoin como reserva de valor corporativa.

Paralelamente, o Morgan Stanley avançou com o registro de um Solana Trust na SEC, expandindo opções para exposição em redes de alto desempenho. A Goldman Sachs reforçou o otimismo ao elevar a nota da Coinbase para ‘Compra’, enquanto rebaixa o eToro, destacando a liderança de plataformas reguladas.

Sinais Globais e Desafios no Horizonte

No cenário macro, o ministro das Finanças do Japão endossou maior integração cripto, com propostas de redução de impostos e reformas em exchanges, acelerando a adoção na Ásia. Vitalik Buterin celebrou o Ethereum por resolver o ‘blockchain trilemma‘ via Layer-2, fortalecendo a narrativa de escalabilidade.

No entanto, o otimismo é temperado por riscos: Kraken investiga vazamento de dados na dark web, e Ledger enfrenta breach via parceiro Global-E, expondo contatos de usuários. Esses incidentes lembram a importância de custódia segura em ciclos de alta.

Por Que Isso Confirma o Ciclo bullish

Esses desenvolvimentos não são ruído — são pilares da tese de adoção institucional. Bancos como Bank of America e Morgan Stanley trazem capital real, reduzindo volatilidade e pavimentando o caminho para tesourarias corporativas de Bitcoin. Historicamente, entradas assim marcam fases de construção para picos de ciclo. Investidores atentos veem aqui confirmação de que os fundamentos se fortalecem, mesmo com correções pontuais. Vale monitorar fluxos de ETF e aprovações regulatórias nos próximos meses.


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