Baleia cartoon barriguda despejando energia dourada em cofre com glifo 3.2B, ao lado de LTH segurando barra firme, sinalizando acumulação bullish de Bitcoin

Detentores de Longo Prazo Pararam de Vender: Baleias Acumulam US$ 3,2 Bi

Baleias gastam US$ 3,2 bilhões em Bitcoin enquanto o varejo entra em pânico: quem está certo? Apesar da queda do Bitcoin de US$ 95.500 para US$ 87.500 em dois dias, detentores de longo prazo param de vender, com o Sell-side Risk Ratio atingindo mínimas em um ano. Baleias e sharks acumulam, sinalizando confiança em uma recuperação. Dados on-chain revelam mãos fortes no controle.


Pressão de Venda dos LTH Seca Completamente

Os detentores de longo prazo (LTH), conhecidos por suas mãos fortes, reduziram drasticamente suas vendas. O Long-Term Holder Sell-side Risk Ratio caiu para o nível mais baixo em 12 meses, similar ao fundo de US$ 49.000 após o unwind do carry trade do iene. Na ocasião, o Bitcoin rallyou para novas máximas históricas meses depois.

Essa métrica reflete a relutância dos LTH em realizar lucros em preços atuais, indicando convicção em valorizações futuras. Especialistas como Frank, analista on-chain, destacam que essa dinâmica sugere um potencial shift para fase altista, mesmo com o preço testando suportes abaixo de US$ 90.000.

A redução na atividade de venda ocorre em meio a volatilidade macro, com o mercado cripto reagindo a tensões geopolíticas e yields de bonds japoneses em alta.

Baleias e Sharks Acumulam US$ 3,2 Bilhões

Enquanto o varejo — carteiras com menos de 0,01 BTC — vendeu 132 unidades nos últimos nove dias, baleias e sharks acumularam 36.322 BTC, equivalentes a US$ 3,2 bilhões a preços atuais. Essa acumulação representa +0,27% das holdings desses grandes investidores.

Parte significativa pode vir da MicroStrategy, de Michael Saylor, que comprou 22.305 BTC na semana anterior. Movimentos de baleias para exchanges como Binance também caíram, de picos de US$ 8 bilhões mensais em novembro para US$ 2,74 bilhões atuais, indicando estratégia de espera em vez de venda agressiva.

Esse contraste entre varejo em pânico e acumuladores institucionais reforça a resiliência do Bitcoin em correções.

Sell-side Risk Ratio: Sinal Histórico de Alta

O foco de Marina Mendes está no Sell-side Risk Ratio, métrica que mede o risco de venda dos LTH. Níveis baixos como os atuais historicamente precedem rallies. Após o último mínimo em 2025, o BTC subiu de US$ 49.000 para ATHs.

Dados mostram que, com LTH segurando e baleias comprando na baixa, a pressão descendente diminui. Análise técnica aponta suportes em US$ 87.000-89.000, com potencial rompimento altista se o ratio permanecer baixo.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 479.697 (-0,52% em 24h), refletindo estabilização local após a queda global.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem acompanhar o Sell-side Risk Ratio e inflows de baleias em exchanges. Se a tendência de acumulação persistir, uma recuperação para US$ 95k+ é plausível. Contraste com ouro (ATH em US$ 4.900/oz) destaca Bitcoin como ativo de risco em recuperação.

Dados on-chain sugerem que mãos fortes prevalecem sobre pânico retail, posicionando o mercado para upside moderado no curto prazo.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Baleias cartoon confiantes coletando orbes LINK e ADA em oceano digital volátil, simbolizando acumulação on-chain durante queda de preços

Baleias Acumulando LINK e ADA na Queda de Preços

As baleias de Chainlink (LINK) estão acumulando o ativo mesmo com a queda de mais de 10% na semana, chegando a US$ 12,33, conforme dados on-chain da Santiment. Paralelamente, a Cardano Foundation distribuiu US$ 77 milhões em ADA para 11 delegados, promovendo resiliência e diversidade na governança. Esses movimentos de smart money sinalizam confiança em meio à correção de mercado de cerca de 5% para esses ativos.


Acumulação nas Baleias de Chainlink

As 100 maiores baleias de Chainlink expandiram suas reservas em 16,1 milhões de LINK desde novembro, segundo a Santiment. Apesar da venda impulsiva do varejo por FUD e impaciência, esses grandes investidores compraram na queda recente abaixo de US$ 13. O gráfico de suprimento mostra alta em novembro durante a queda do preço, com renovada acumulação agora.

Essa estratégia é comum: enquanto o varejo vende, o smart money se posiciona para a próxima alta. O preço de LINK opera em torno de US$ 12,33, com retração de mais de 10% nos últimos sete dias. Dados indicam que holders influentes veem valor subjacente, possivelmente ligado a adoção em oráculos e integrações DeFi.

A tendência reflete padrões observados em outros ativos, como Bitcoin, onde tubarões e baleias também acumularam recentemente, aumentando suprimento em 36.322 BTC nos últimos nove dias.

Distribuição Estratégica na Cardano

A Cardano Foundation delegou 220 milhões de ADA, equivalentes a US$ 77 milhões, para 11 Delegate Representatives (DReps). Selecionados por adoção e operações, esses delegados recebem poder de voto para decisões sobre tesouraria e upgrades técnicos.

Essa ação expande o programa de 2025, elevando a delegação comunitária para 360 milhões de ADA e reduzindo a auto-delegação da fundação, combatendo riscos de centralização. Recentemente, delegados aprovaram um orçamento de 70 milhões de ADA para infraestrutura crítica, como stablecoins e oráculos de alto nível.

O movimento fortalece a governança descentralizada, garantindo pluralidade em escolhas que impactam o ecossistema. Para 2026, isso pavimenta crescimento institucional e integração global no blockchain.

Implicações para o Mercado Cripto

Os fluxos de smart money em LINK e ADA sugerem otimismo fundamentado. Em Chainlink, a acumulação por baleias contrasta com vendas retail, potencializando uma reversão. Na Cardano, a distribuição reforça descentralização, atraindo participantes diversos e mitigando controle centralizado.

Dados on-chain como suprimento de top holders são indicadores líderes de tendência. Historicamente, acumulação por grandes players precede valorizações. Investidores devem monitorar volumes, ETF do Bitcoin e decisões de governança em Cardano para contextos mais amplos.

Em um mercado volátil, com correções de 5% em altcoins, esses sinais indicam resiliência. A distribuição de ADA, aliada à acumulação de LINK, pode impulsionar recuperação se o varejo estabilizar.

Próximos Passos para Investidores

Vale acompanhar métricas on-chain via Santiment e atualizações da Cardano Foundation. A execução do orçamento de 70M ADA e possíveis integrações em Chainlink serão catalisadores. Apesar da confiança das baleias, volatilidade persiste; diversificação e pesquisa são essenciais.

Esses desenvolvimentos destacam como smart money navega quedas, posicionando-se para ciclos de alta.


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Balança cósmica equilibrada entre âncora cyan de escassez de staking e fluxo vermelho de vendas de baleias no Ethereum

Ethereum em Encruzilhada: Staking Zera Saídas, Baleias Vendem US$ 110 milhões

O Ethereum está em encruzilhada: a fila de saída de validadores do staking chegou a zero pela primeira vez desde 2025, sinalizando forte confiança e escassez de oferta líquida. No entanto, baleias e instituições enviaram mais de US$ 110 milhões em ETH para exchanges, gerando pressão vendedora imediata. Com ETH negociado próximo a US$ 3.200, investidores monitoram essa batalha entre lock-up e liquidações.


Fila de Saída Zerada Reforça Confiança no Staking

No mecanismo proof-of-stake do Ethereum, validadores que querem retirar ETH entram em uma fila de saída limitada diariamente. A fila zerando indica que ninguém está saindo, enquanto mais de 2,6 milhões de ETH — cerca de US$ 8,5 bilhões — aguardam na fila de entrada, com espera de até 45 dias. Isso representa 36,1 milhões de ETH travados, ou 29% da oferta circulante, criando escassez real no mercado à vista.

Institucionais como a BitMine Immersion Technologies, de Tom Lee, adicionaram 1,25 milhão de ETH recentemente, elevando o staking para 46,5% do supply total (77,85 milhões de ETH, US$ 256 bilhões). Esse yield anualizado de 2,8% atrai em meio a juros globais altos, diferenciando o ETH como ativo produtivo.

Baleias e Instituições Aumentam Pressão em Exchanges

Contrapondo o otimismo do staking, baleias moveram grandes volumes para exchanges. Uma carteira antiga transferiu 13.083 ETH (US$ 43 milhões) para a Gemini; a FG Nexus vendeu 2.500 ETH (US$ 8 milhões); e possivelmente a Fenbushi Capital enviou 7.798 ETH (US$ 25 milhões) para a Binance após dois anos em staking. Total: mais de US$ 110 milhões depositados.

Esses influxos elevam risco de vendas, embora nem sempre resultem em liquidações imediatas — podem ser para hedge ou realocação. O Coinbase Premium Index negativo reforça demanda enfraquecida nos EUA, com ETH caindo 1,11% para US$ 3.166.

Escassez de Oferta Líquida Define o Cenário

A dualidade destaca a tensão oferta-demanda: enquanto staking reduz ETH disponível (reservas em exchanges em mínimas de 10 anos), depósitos de baleias testam essa resiliência. A fila de entrada com 2,7 milhões de ETH (47 dias) supera a de saída (36.960 ETH), sugerindo suporte estrutural. Para brasileiros, isso importa: menos oferta pode sustentar preços em reais, mas volatilidade exige cautela.

Métricas on-chain como essas fundamentam o protocolo Ethereum, onde cerca de 36 milhões de ETH em staking pressionam a liquidez. Rendimentos caindo com mais entradas podem ajustar atratividade, mas o equilíbrio atual favorece viés de alta de médio prazo.

Próximos Passos e Monitoramento Técnico

Técnica: ETH consolida acima da média de 200 dias (US$ 3.050), RSI em 58 (positivo), MACD altista. Resistência em US$ 3.450-3.500; suporte US$ 3.100. Analistas veem potencial para US$ 3.600 se staking prevalecer. Vale monitorar filas de validadores via Beaconcha.in, influxos em exchanges (Santiment/Lookonchain) e Coinbase Premium.

Essa dinâmica reforça ETH como ativo com fundamentos sólidos, mas sensível a grandes players. Investidores devem acompanhar on-chain para decisões informadas.


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Líder cartoon visionário sinalizando megafone para baleia dourada de Bitcoin emergente com BTC glow, simbolizando acumulação institucional da MicroStrategy

Sinal de Saylor: Strategy Planeja Nova Mega Compra de Bitcoin

Michael Saylor, chairman da Strategy, sinalizou uma nova compra massiva de Bitcoin ao compartilhar um chart do StrategyTracker com marcadores de aquisições crescentes, intitulado ‘₿igger Orange’. Poucos dias após adquirir US$ 1,25 bilhão em BTC, a empresa demonstra apetite insaciável, controlando agora cerca de 3% do suprimento total. Esse método de sinalização prévia é chave para baleias institucionais montarem posições sem choques abruptos no mercado.


O Método de Sinalização de Saylor

A estratégia de comunicação de Saylor via redes sociais, como o post no X com pontos laranja cada vez maiores e mais frequentes, serve como um sinal de mercado deliberado. Esses teasers não são mera provocação: eles preparam investidores e instituições para movimentos de grande volume, evitando volatilidade excessiva durante as execuções.

Desde 2020, a Strategy realizou 94 aquisições separadas, com custo médio de aproximadamente US$ 75.000 por BTC. O chart compartilhado destaca a aceleração em 2026, começando com 1.283 BTC por US$ 115,97 milhões em 4 de janeiro, seguidos por 13.627 BTC em 12 de janeiro, conforme documento da SEC.

Esse padrão permite que a empresa teste o apetite do mercado e acumule gradualmente, minimizando slippage em ordens de grande porte. Para baleias institucionais, sinalizar intenções via canais públicos é uma tática comprovada para atrair liquidez e alinhar expectativas.

Acumulação Acelerada em 2026

A Strategy elevou seu tesouro para 687.410 BTC, representando 3% dos 21 milhões totais que existirão. Esse marco reflete uma mudança tática após um quarto trimestre de 2025 sem compras, impactado pela ameaça de reclassificação da MSCI, que poderia forçar saídas institucionais bilionárias.

Com a ameaça adiada, o acúmulo retomou vigor. No início do ano, as compras rápidas sinalizam confiança na Bitcoin como reserva de valor corporativa, mesmo com oscilações recentes. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 481.185,25, com variação de -3,87% nas últimas 24 horas.

Essa abordagem contrasta com estratégias mais conservadoras, priorizando volume sobre timing perfeito, o que reforça o custo médio atrativo em meio a picos atuais próximos de US$ 93.000.

Contexto de Mercado e Respostas Institucionais

O stock da Strategy (MSTR) subiu 2,80% para US$ 173,71, refletindo otimismo renovado. Paralelamente, a Vanguard Group adquiriu US$ 505 milhões em ações MSTR, sinalizando que o bloqueio institucional ao Bitcoin pode estar se dissipando.

Apesar de uma queda de 2,26% no BTC para US$ 92.933,37 nas últimas 24 horas — influenciada por choques tarifários da presidência Trump —, o apetite persiste. Para investidores brasileiros, esses movimentos destacam a relevância de monitorar tesourarias corporativas como proxy para adoção institucional.

Os dados sugerem que 2026 marca uma fase mais agressiva de acumulação, com Saylor posicionando a Strategy como líder em holdings corporativos de BTC.

Lições para o Mercado Brasileiro

Entender esses sinais permite que traders e investidores comuns antecipem fluxos de capital. Baleias como a Strategy usam visibilidade para otimizar entradas, uma lição valiosa em mercados voláteis. Vale monitorar atualizações no StrategyTracker e posts de Saylor para próximos indicadores.

No Brasil, com BTC acima de R$ 480 mil, esses desenvolvimentos reforçam a tese de longo prazo, mas exigem cautela com variações macroeconômicas.


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Baleia cartoon coletando cristais BTC, ETH e LINK no oceano digital enquanto peixes varejo fogem em pânico, simbolizando acumulação de smart money

Baleias Acumulam BTC e LINK Contra Vendas do Varejo

Em uma batalha clássica de mercado, baleias acumulam Bitcoin, ETH e LINK no spot enquanto o varejo vende e derivativos mostram dominância vendedora. Dados da CryptoQuant revelam sell-side forte com índice de desequilíbrio em -0,0917 e Z-score de -1,81, sinalizando aversão ao risco. Nos EUA, o prêmio Coinbase permanece negativo (-0,077), mas grandes participantes ignoram a pressão do varejo. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 481.332 reflete variação de -3,84% em 24h.


Dominância Vendedora em Derivativos

O analista Axel, da CryptoQuant, destaca que após semanas de compradores no controle, os vendedores retomaram o mercado de derivativos. O índice de intensidade de fluxos ativos mostra desequilíbrio em -0,0917, com Z-score (90 dias) em -1,81. Isso indica não só posições passivas, mas vendas ativas a mercado, ampliando a pressão descendente.

A taxa de posições vendidas chegou a 0,546 contra 0,454 de posições compradas, sincronizando com o viés de baixa. Qualquer rebote nesse cenário tende a ser frágil, sem suporte de demanda spot robusta. O prêmio negativo no Coinbase reforça a falta de apetite comprador nos EUA, onde compras acima do preço global são raras.

Esses sinais apontam para um modo de aversão ao risco, onde melhorias dependem de neutralidade nos índices e redução do desequilíbrio negativo.

Acumulação Estratégica das Baleias

Contrapondo a pressão derivativa, dados on-chain mostram baleias dominando o spot. No Bitcoin, custodians institucionais adicionaram 577.000 BTC (US$ 53 bilhões) no último ano, com fluxos contínuos. No Ethereum, o staking atingiu 30% do suprimento (US$ 120 bilhões), com a Bitmine Immersion adicionando 86.848 ETH (US$ 279 milhões), totalizando 1,77 milhão ETH.

Uma nova carteira retirou US$ 10 milhões em ETH de exchanges, sinalizando convicção alta. No Chainlink, as top 100 baleias acumularam 16,1 milhões de LINK desde novembro de 2025, enquanto o preço consolida perto de US$ 13. Plataformas como Santiment notam que o ‘smart money’ aproveita a impaciência do varejo para posicionar para pumps futuros.

No spot, ordens médias são lideradas por baleias desde dezembro, enquanto futures seguem varejo, evidenciando transferência de ativos para holders de longo prazo.

Implicações da Divergência de Sentimento

Essa dicotomia — sell-side em derivativos vs. buy-side das baleias no spot — sugere uma potencial base de preço, com varejo vendendo para smart money. Especialistas como Jimmy Xue, da Axis, observam que staking institucional reduz liquidez em exchanges, alterando supply-demand e influenciando governança.

Para o Bitcoin a R$ 481 mil, a acumulação pode amortecer quedas, mas sem demanda spot EUA forte, volatilidade persiste. Ki Young Ju, CEO CryptoQuant, reforça influxos institucionais contínuos. Investidores devem monitorar prêmio Coinbase para virada e Z-scores para neutralidade.

Os dados indicam que baleias estão do lado comprador do barco, explorando FUD do varejo. Vale acompanhar dominância spot vs. futures para sinais de reversão.


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Baleia cartoon despejando moedas derretendo sobre estrutura White Whale em 60%, simbolizando profit-taking e riscos em memecoins

Fim da Festa? White Whale Derrete 60% Após Baleia Despejar

A ironia do destino: a memecoin White Whale, inspirada em uma lendária baleia das criptos, afundou 60% hoje (20) após seu maior detentor despejar US$ 1,3 milhão em tokens. Enquanto o setor de memecoins registrou volume explosivo de US$ 5,62 bilhões, analistas alertam para o fim da euforia com profit-taking generalizado. Você é a baleia ou o plâncton no cardápio dela?


O Naufrágio da White Whale

No universo das memecoins de baixa liquidez, uma baleia grande demais pode virar tsunami. O token White Whale (WHITEWHALE), lançado há três meses no Pump.fun e temático em torno do trader @TheWhiteWhaleV2, viu seu preço despencar de picos recentes para cerca de US$ 0,04, com market cap em torno de US$ 40 milhões. O gatilho? Um holder privado, que controlava uma fatia desproporcional, vendeu a maior parte de sua posição, cerca de US$ 1,3 milhão em tokens.

A equipe do projeto tratou o evento com eufemismo: chamou de “liquidity event“, negando dump de tesouraria e destacando que a venda redistribuiu suprimento para mais holders. Mas o pânico foi imediato, com acusações de rug pull pipocando no X. O preço recuperou parcialmente, mas o volume de US$ 12 milhões em 24h mostra que especuladores ainda orbitam o caos.

Volume do Setor: Festa Curta e Ressaca Longa

Enquanto a White Whale afundava, o ecossistema de memecoins como um todo parecia em hangover. O volume de negociação explodiu 106% para US$ 5,62 bilhões na segunda, mas o market cap caiu 6%, segundo CoinMarketCap. Vincent Liu, do Kronos Research, explica: é churn pesado, com traders travando lucros, flips de curto prazo e rotação de capital, não influxo fresco.

Em condições de liquidez fina, volumes altos pressionam preços para baixo. O pico foi efêmero: volume já recuou para US$ 3,6 bilhões (-24%). Analistas como Kadan Stadelmann, da Komodo, reforçam: memecoins são pura especulação, propensos a reversões rápidas. Social media fervilha com frustrações por rug pulls, mas o vício por ganhos rápidos persiste.

Contraste: Baleia de SHIB Aposta no Contra

Nem toda baleia está fugindo. Uma wallet “0xDB345” acumula agressivamente SHIB, comprando US$ 119 mil (15,18 bilhões de tokens) da Binance após queda de 6,78%. Agora detém 61,84 bilhões de SHIB (US$ 484 mil), aplicando DCA para baixar o custo médio apesar de perdas latentes.

O portfólio diversificado da baleia, acima de US$ 1,6 milhão com BNB, ETH e FET (IA), opera só em CEX como Binance, sugerindo perfil institucional conservador. Isso contrasta com o pânico em memecoins menores: enquanto White Whale sangra, SHIB testa suportes chave, atraindo compradores visionários.

Lições Ácidas: Baleia ou Lanche?

O mergulho da White Whale é aula magna: em memecoins sem liquidez, seguir “calls” de baleias é jogar roleta-russa. Elas entram cedo, acumulam hype e saem no topo, deixando retail segurando o preju. O setor depende de Bitcoin em 2026; se BTC patinar como ouro em 2025, memecoins viram poeira. Vale monitorar: você quer ser a baleia que lucra ou o lanche que financia a próxima festa alheia? Riscos altos demandam DYOR ferrenho.


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Baleias cartoon estilizadas acumulando tokens ADA e ONDO em oceano digital turbulento, sinalizando acumulação contrária durante queda de altcoins

Sinal de Fundo? Baleias Acumulam ONDO e Cardano na Queda

Enquanto o mercado de altcoins sangra, com ONDO caindo mais de 65% desde outubro e Cardano testando suportes críticos em US$ 0,36, baleias mostram movimento contrário à tendência. Dados on-chain revelam acumulação silenciosa: grandes participantes absorvem o unlock de 1,94 bilhão de tokens de ONDO e compraram 210 milhões de ADA em três semanas. O que o smart money sabe que o varejo ignora?


Acumulação Silenciosa em ONDO

A análise do CryptoQuant destaca o escudo das baleias em ONDO. Apesar da correção acentuada desde o pico de dezembro de 2024, o Spot Average Order Size é dominado por ordens de baleias na faixa de US$ 0,35–0,40. Pontos verdes consistentes no gráfico indicam que instituições usam a fraqueza para absorver liquidez.

Adicionalmente, ONDO entrou em fase de Taker Buy Dominant, com o Cumulative Volume Delta (CVD) de 90 dias positivo e em alta. Isso reflete pressão de compra agressiva superando vendas, mesmo com o preço em US$ 0,33. O relatório sugere que essa dinâmica pode configurar uma reversão para 2026, especialmente no setor RWA (Real World Assets).

O token testa zona de demanda em US$ 0,30–0,35. Uma defesa sólida aqui poderia estabilizar o ativo antes de um rebote, contrastando com o pânico retail ante o unlock de 18 de janeiro.

Baleias de Cardano Apostam na Recuperação

Paralelamente, baleias acumularam 210 milhões de ADA em três semanas, conforme dados on-chain compartilhados por Ali Martinez. Essa compra ocorre em meio a uma queda de 7% nas últimas 24 horas, com ADA oscilando entre US$ 0,36 e 0,40.

As reservas em exchanges diminuíram ligeiramente, reduzindo supply disponível e ampliando o impacto de demandas futuras. No gráfico semanal, ADA segue o limite inferior de um triângulo simétrico, acima do suporte testado de US$ 0,36–0,28. O RSI semanal em 33 sugere proximidade de uma recuperação de curto prazo.

No entanto, o funding rate ponderado por open interest está negativo em -0,0037%, indicando ceticismo entre traders de futuros. Notícias positivas, como fundo de US$ 80 milhões apoiado pela Cardano Foundation e lançamento de futures ADA na CME em fevereiro, podem catalisar o momentum.

Implicações: Sinal de Fundo no Horizonte?

A acumulação por baleias durante quedas é um padrão clássico on-chain associado a fundos de mercado. Em ONDO, a absorção do unlock bilionário por smart money contrasta com a dominância de vendas retail. Para ADA, a redução de reservas reforça a tese de base sólida.

Os dados sugerem que grandes players posicionam para uma reversão, ignorando ruído macro como tensões EUA-UE. Investidores devem monitorar volumes de taker buy, CVD e defesas de suportes chave. Uma confirmação viria com rompimento de EMAs (US$ 0,41 para ADA) e estabilização acima de US$ 0,35 para ONDO.

Esse contrarianismo pode sinalizar o fim do sangramento das altcoins, mas requer validação por preço e volume. Vale observar se o varejo segue o smart money.


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Plataforma de suporte dourado rachando com '93K' fragmentado e partículas caindo, silhuetas de baleias observando, simbolizando queda do Bitcoin e liquidações

Bitcoin cai US$ 4 mil: US$ 864 milhões em liquidações e suportes

O Bitcoin sofreu uma queda de quase US$ 4.000 em duas horas, rompendo os US$ 95.000 e testando mínimas abaixo de US$ 92.000, em meio a tensões geopolíticas com tarifas anunciadas por Trump contra nações europeias. O mercado cripto registrou liquidações totais de US$ 864 milhões em 24 horas, com posições compradas alavancadas absorvendo US$ 782 milhões das perdas. Mais de 241 mil traders foram impactados, sinalizando capitulação do varejo. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 499.832 às 19h31, com variação de -2,79% em 24h.


Análise Técnica da Queda

A desvalorização rápida levou o Bitcoin de US$ 95.500 para uma mínima intradiária de US$ 91.935, estabilizando próximo a US$ 92.600. Dados indicam que o ativo opera em uma faixa apertada acima da mínima semanal de US$ 92.284, com capitalização global em US$ 1,85 trilhão, queda de 2% no dia. O rompimento dos US$ 95.000 expôs vulnerabilidades, com volume de 24h em US$ 32 bilhões refletindo saída de liquidez.

O mercado total perdeu mais de US$ 100 bilhões em capitalização, atingindo US$ 3,22 trilhões. Altcoins como SUI, APT e PEPE caíram em dois dígitos, ampliando o domínio do BTC em 57,5%. Indicadores técnicos sugerem pressão vendedora persistente, com o RSI aproximando-se de níveis de sobrevenda.

Liquidações e Desespero do Varejo

As liquidações atingiram pico com US$ 525 milhões em longs forçados em apenas 60 minutos, sendo US$ 229 milhões em posições de Bitcoin e US$ 153 milhões em Ethereum. A maior perda individual foi de US$ 25,8 milhões em uma posição BTC-USDT na Hyperliquid, destacando o risco de alavancagem excessiva no varejo.

Esses eventos capitulam posições de alto risco, limpando ordens alavancadas e potencialmente pavimentando o caminho para uma consolidação. Baleias, por outro lado, monitoram esses fluxos: dados on-chain mostram acumulação em mínimas anteriores, contrastando com o pânico do varejo.

Próximos Suportes e Riscos

No pós-crash, o suporte imediato reside na zona de US$ 92.000-US$ 92.300, testada como piso semanal. Uma violação pode direcionar para US$ 90.000, nível psicológico e confluence de médias móveis de 50 e 200 dias. Suportes secundários em US$ 85.000-US$ 88.000 oferecem defesa mais robusta, alinhados com acumulações históricas de baleias.

Fatores macro, como a decisão da Suprema Corte dos EUA sobre poderes tarifários de Trump e tensões por Greenland, adicionam volatilidade. Ouro atingiu ATH de US$ 4.670, atraindo fluxo de ativos de risco para refúgios seguros.

Perspectivas para Traders

Os dados sugerem capitulação varejista, com liquidações reduzindo pressão de venda alavancada. Baleias podem intervir em suportes chave, promovendo rebound se volumes compradores retornarem. Monitore o mNAV e fluxos ETF para sinais de reversão. A estratégia conservadora é aguardar confirmação acima de US$ 93.000 antes de posições compradas.


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Baleia colossal surreal de névoa cyan absorvendo corrente de cristais SHIB de exchanges flutuantes, simbolizando saída misteriosa de 283B tokens

Saída Misteriosa: 283 Bilhões de SHIB Deixam Exchanges em 24h

O silêncio das baleias: cerca de 283 bilhões de SHIB foram retirados das exchanges em apenas 24 horas, resultando em uma saída líquida de 275,8 bilhões de tokens. Dados on-chain do CryptoQuant apontam para um movimento acelerado, mas o contexto sugere mais churn do que acumulação pura. Isso pode reduzir a liquidez imediata da memecoin, impactando traders de curto prazo. Publicado hoje, 19/01/2026.


Fluxos On-Chain: Saída Acelerada das Exchanges

A saída de 283 bilhões de SHIB das exchanges não é um evento isolado. Registros mostram um outflow total de aproximadamente 283 bilhões de tokens, contra inflows de 7,2 bilhões, gerando o saldo líquido negativo para as plataformas. Essa dinâmica elevou tanto os inflows quanto a média móvel de sete dias dos outflows (MA7) em cerca de 120% e mais de 300%, respectivamente.

Os dados sugerem instabilidade no mercado de SHIB. Em vez de uma acumulação calma por holders de longo prazo, os fluxos indicam reposicionamento agressivo por traders. Baleias parecem estar movendo posições rapidamente, possivelmente em resposta a volatilidade recente, o que aumenta o risco de whipsaws para investidores menores.

Reservas em Queda: Impacto no Valor em USD

As reservas totais em exchanges caíram ligeiramente em 0,33%, mas o valor dessas reservas em dólares despencou quase 7%. Essa discrepância reforça a fraqueza de preço do SHIB, que permanece preso abaixo de médias móveis importantes, com tendência de longo prazo ainda negativa.

O RSI oscila na faixa média, sem sinais de sobrevenda profunda para um rebound significativo nem força para reversão. Volumes de picos parecem reativos, com rebounds fracos sendo rapidamente vendidos. Isso aponta para um ativo em distribuição durante tendências de baixa, onde rallies servem como oportunidades de saída em vez de entradas.

Liquidez da Memecoin: Menos Tokens Disponíveis para Trade

A redução na oferta circulante em exchanges diminui a liquidez imediata do SHIB, potencialmente amplificando volatilidade em trades de curto prazo. Com menos tokens disponíveis, ordens grandes podem mover o preço mais facilmente, beneficiando baleias mas punindo varejistas.

No entanto, o mercado de SHIB mantém alta liquidez geral e atividade on-chain elevada, com endereços ativos em leve alta. Isso sugere que a rede permanece viva, mas os outflows atuais são mais siphoned — drenados para carteiras frias ou reposicionamento — do que armazenados para hold de longo prazo.

O Que Monitorar nos Próximos Dias

Investidores devem acompanhar a estabilização dos fluxos de exchange e rompimento de médias móveis com volume sustentado. Se os outflows continuarem sem suporte de preço, pode sinalizar preparação para quedas off-platform. Por outro lado, consolidação com inflows decrescentes poderia indicar acumulação genuína. Vale observar baleias específicas, como a misteriosa retirada recente de 15 bilhões de SHIB da Binance.


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Baleias cartoon fugindo de Dogecoin murcha com 0.13 enquanto trader malandro captura bots em rede XRP com 233K, satirizando malandragem cripto

Baleias Fogem de DOGE e Trader Engana Bots no Polymarket

As baleias de Dogecoin resolveram pular fora do barco bem na hora em que o preço afundava abaixo de US$ 0,13, levando a uma queda de 7% no fim de semana. Enquanto isso, um trader astuto embolou US$ 233 mil no Polymarket enganando bots em mercados de XRP com liquidez baixa. Baleias sem lealdade e bots sem inteligência: de quem foi o circo esse fim de semana?


Baleias Abandonam o Navio DOGE

As baleias, aquelas grandes investidoras que prometem amor eterno aos memecoins, mas somem no primeiro sinal de problema. Na Dogecoin, o preço despencou de US$ 0,137 para US$ 0,127 após vendas massivas ligadas a carteiras gigantes. Traders agora vigiam US$ 0,127 como suporte imediato, mas para estabilizar, precisa reconquistar US$ 0,137, agora transformada em resistência.

O movimento veio após falhas repetidas na resistência de US$ 0,137-0,138, disparando liquidações em cascata. Volume explodiu na queda, típico de vendas forçadas, não distribuição organizada. Memecoins como DOGE sofrem mais em rotações para ativos de menor risco, enquanto Bitcoin e cia seguram melhor. Ironia? As baleias que inflaram a euforia agora fogem, deixando o retail segurando a bagunça.

É o clássico: compram na euforia, vendem na baixa. Quem diria que ‘to the moon’ tinha data de validade?

Malandragem no Polymarket: Bots 0 x 1 Trader

Do outro lado do picadeiro, um gênio (ou vigarista, dependendo do ângulo) faturou US$ 233 mil no Polymarket. Explorou liquidez fina de sábado à noite para comprar ações “UP” baratas em contratos de XRP e, no último minuto, deu uma compra de US$ 1 milhão na Binance, garantindo acerto favorável antes de vender tudo.

Os bots de market making, programados para arbitragem cega, venderam na alta artificial, enchendo o bolso do trader. Custo da operação? Apenas US$ 6.200. Ele repetiu o truque em vários mercados, drenando lucros anuais de bots em uma noite. Polymarket diz que bots precisam ser mais espertos, com IA contextual para detectar armadilhas perto do settlement.

Debate rola solto: manipulação ou arbitragem genial? Num mercado 24/7, fins de semana são playground para malandros. Institucionais pedem regras mais duras para evitar isso.

O Circo Cripto Continua Girando

Esse fim de semana resume o criptomercado: baleias volúveis em DOGE e traders espertos explorando fraquezas em plataformas como Polymarket. Para DOGE, se US$ 0,127 romper, vai para US$ 0,125; acima de US$ 0,137, pode se recuperar. No Polymarket, o caso expõe bots vulneráveis – hora de evoluir ou virar alvo fácil.

Leitores, vale monitorar: lealdade das baleias dura até a primeira venda massiva, e bots precisam de cérebro além de algoritmos. O circo não para, mas quem ri por último? Provavelmente o trader anônimo brindando com seus lucros.


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Barreira geométrica bold com 98K sob pressão de fluxos dourados de baleias abstratas sobre suporte 95K, simbolizando resistencia e cautela no Bitcoin

Barreira dos US$ 98 mil: Influxos de Baleias Sugerem Realização

O Bitcoin enfrenta uma batalha crucial nos US$ 95 mil, com grandes influxos de BTC para exchanges sugerindo realização de lucros por baleias. Após tocar perto dos US$ 98 mil, o preço recuou sob forte pressão vendedora, gerando indecisão entre touros e ursos. Indicadores on-chain apontam risco de distribuição, onde grandes detentores movem ativos para plataformas de venda, temperando o otimismo recente.


Influxos para Exchanges: Sinal de Distribuição

De acordo com análise da CryptoQuant citada pela NewsBTC, os influxos totais de Bitcoin para exchanges registraram picos significativos em janeiro, um dos maiores do mês. Esse movimento, especialmente de faixas médias a grandes (10-100 BTC e 100-1.000 BTC), é típico de baleias ou investidores de longo prazo preparando-se para vender. A distribuição ocorre quando holders transferem BTC de carteiras frias para exchanges, facilitando liquidez para realização de lucros após altas expressivas.

Historicamente, esses influxos precedem volatilidade ou correções, pois aumentam a oferta disponível no mercado. Embora não garanta reversão imediata, o dado sugere predominância de oferta sobre demanda no topo, especialmente com o preço lutando para superar os US$ 97 mil. Analistas destacam que tais ações de grandes participantes carregam mais peso que movimentos retail.

Pressão Vendedora Após Pico de US$ 98 Mil

A plataforma CoinKarma, via BlockBeats, observou que o Bitcoin subiu para próximo dos US$ 98 mil, mas encontrou a pressão de venda mais intensa das últimas semanas. Apesar do recuo, a liquidez de compra e venda permanece equilibrada, sem perda clara de um lado. Para holders que entraram em pontos baixos do ano, isso pode ser momento de ganhar lucros parciais, aguardando sinais mais claros antes de novas entradas.

No gráfico diário, o BTC consolida entre US$ 94.869 e US$ 95.543, com volume de US$ 19 bilhões em 24 horas e market cap de US$ 1,89 trilhão. Tendência de máximas e mínimas mais altas persiste, mas candles menores e volume em queda indicam fadiga altista.

Análise Técnica e Suporte em Foco

Gráficos de 4 horas mostram consolidação em triângulo descendente entre US$ 94.500 e US$ 96.000, com risco bearish se romper para baixo. Suporte chave fica em US$ 90-91 mil, enquanto resistência persiste em US$ 97.939. Indicadores como RSI, Stochastic e MACD estão neutros, com médias móveis curtas bullish, mas longas acima do preço sinalizando cautela.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 512.270 apresenta variação de -0,05% em 24 horas, refletindo estabilidade local. Traders devem monitorar se o suporte aguenta ou se influxos persistentes levam a correção mais profunda, em meio à indecisão geral.

Implicações para Investidores

Essa dinâmica reforça a necessidade de cautela técnica: os touros precisam romper US$ 96.500 com volume para mirar US$ 97.900, enquanto queda abaixo de US$ 94.500 pode testar US$ 92 mil. Os influxos de baleias indicam que o topo pode enfrentar oferta elevada, mas equilíbrio de liquidez sugere ajuste saudável, não colapso. Vale acompanhar fluxos on-chain e volume para próximos passos.


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Silhueta surreal de baleia digital absorvendo fluxo dourado de 110K BTC em oceano cibernetico, simbolizando acumulação massiva por grandes detentores

Baleias Acumulam 110 Mil BTC: Maior Compra Desde FTX

Grandes detentores de Bitcoin, conhecidos como cohort Fish-to-Shark (carteiras de 10 a 1.000 BTC), acumularam cerca de 110 mil BTC nos últimos 30 dias, o maior volume desde o colapso da FTX em 2022. Dados da Glassnode revelam uma ‘limpeza de estoque’ das exchanges, com esses investidores transferindo ativos para carteiras de mãos fortes em meio à consolidação de preços.


Detalhes da Acumulação Fish-to-Shark

O cohort Fish-to-Shark, que inclui indivíduos de alto patrimônio, mesas de negociação e entidades institucionais menores, elevou sua posse total para quase 6,6 milhões de BTC. Esse aumento de aproximadamente 200 mil BTC em dois meses demonstra apetite voraz por Bitcoin mesmo com o ativo preso em um range estreito, entre US$ 80.000 e US$ 95.000.

Segundo os dados da Glassnode, essa é a maior taxa de acumulação mensal desde novembro de 2022, quando o preço despencou para US$ 15.000 após a falência da FTX. A estratégia sugere visão de longo prazo, com essas carteiras raramente vendendo em momentos de baixa.

Movimentos dos Pequenos Detentores

Não são apenas as baleias: os Shrimps, investidores de varejo com menos de 1 BTC, acumularam mais de 13 mil BTC nas últimas semanas, o maior ganho desde novembro de 2023. Seus saldos coletivos agora somam cerca de 1,4 milhão de BTC, indicando demanda ampla pelo ativo.

Esse comportamento reativo dos pequenos holders, sensível à volatilidade, reforça a ideia de que o mercado identifica valor profundo no Bitcoin atual. Segundo o CoinDesk, tanto grandes quanto pequenos investidores estão adicionando exposição, possivelmente sinalizando o fim de uma fase corretiva.

Contexto de Mercado e Cotação Atual

O Bitcoin negocia em torno de US$ 95.400 globalmente, 25% abaixo do ATH de outubro, mas 15% acima da mínima de novembro em US$ 80.000. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 514.232, com variação de +0,4% nas últimas 24 horas e volume de 83,71 BTC.

A comparação com o pós-FTX é relevante: naquela época, a acumulação similar precedeu uma recuperação prolongada. Hoje, com ETFs e adoção corporativa mais maduros, esse fluxo pode indicar ignição para um novo rali.

Implicações para Investidores

Essa acumulação representa um teste de confiança no Bitcoin como reserva de valor. As mãos fortes limpando o estoque das exchanges reduzem a oferta disponível, o que historicamente pressiona preços para cima em ciclos de alta. Investidores de varejo podem monitorar o suprimento em exchanges e o mNAV para confirmar tendências.

Os dados sugerem que, apesar da consolidação atual, o apetite por BTC permanece robusto. Vale acompanhar os próximos relatórios da Glassnode para validar se essa tendência persiste.


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Baleias cartoon estilizadas emergindo do oceano digital agarrando correntes LINK mirando alvo 15.50, com portas ETF abertas simbolizando acumulação bullish

Novo ETF de LINK nos EUA Faz Baleias Mirarem US$ 15,50

Baleias de Chainlink intensificaram o acúmulo de LINK nesta semana, coincidindo com a estreia do segundo ETF spot nos Estados Unidos. O produto da Bitwise (CLNK), lançado em 14 de janeiro, atraiu US$ 2,59 milhões em influxos iniciais, elevando os ativos totais dos ETFs de LINK para quase US$ 100 milhões. Analistas veem o token como o terceiro pilar institucional após Bitcoin e Ethereum, com alvos de preço em US$ 15,50 até fevereiro. Apesar da leve queda para US$ 13,80, os sinais são otimistas.


Estreia Impactante do ETF Bitwise CLNK

O segundo ETF de Chainlink na NYSE Arca gerou US$ 3,24 milhões em volume no dia de estreia, com taxa de administração de 0,34% ao ano — zerada nos primeiros meses para acelerar adoção. Junto ao ETF da Grayscale (GLNK), lançado em dezembro e que captou US$ 37 milhões no primeiro dia, os fundos agora concentram US$ 95,87 milhões em ativos sob gestão. Essa expansão sinaliza confiança institucional crescente em LINK como infraestrutura essencial para oráculos em DeFi e tokenização.

Para o mercado brasileiro, produtos regulados nos EUA aumentam liquidez global, facilitando acesso via corretoras locais e influenciando negociações em reais. O influxo demonstra que altcoins estão seguindo o caminho pavimentado por BTC e ETH via ETFs.

Acúmulo Intenso por Baleias em Exchanges

Dados on-chain revelam movimentos agressivos: uma baleia retirou 139.950 LINK (US$ 1,96 milhão) da Binance, após já ter sacado 202.607 LINK anteriormente. Outro endereço acumulou 207.328 LINK (US$ 2,78 milhões). Segundo a Nansen, saldos de baleias subiram 1,37% na semana, enquanto a oferta em exchanges caiu 1%.

Essa redução de disponibilidade pressiona positivamente os preços no médio prazo, criando um ambiente favorável para alta sustentada. Baleias, com visão de longo prazo, posicionam-se à frente do fluxo institucional via ETFs, reforçando a tese bullish para LINK.

Análise Técnica Aponta para US$ 15,50

Com preço em torno de US$ 13,72, LINK consolida abaixo da média móvel de 50 dias (US$ 14,60), mas exibe RSI neutro em 55,87 e MACD alinhando para breakout acima de US$ 14,52. Analistas como Peter Zhang e Jessie Ellis projetam US$ 14,50-15,00 no curto prazo e US$ 15,50-16,50 em um mês, com suporte crítico em US$ 13,20.

Bollinger Bands mostram LINK próximo à banda superior (US$ 14,42), sugerindo momentum ascendente. Um rompimento confirmaria o rally, impulsionado por ETFs e acúmulo on-chain.

LINK: O Terceiro Pilar Institucional

A chegada de múltiplos ETFs posiciona Chainlink como o próximo ativo após BTC e ETH a ganhar tração institucional. Sua rede de oráculos é vital para finanças tradicionais migrando para blockchain, prometendo demanda estrutural por LINK. Investidores devem monitorar fluxos de ETFs, oferta em exchanges e níveis técnicos como US$ 14,60. Em um ciclo altista, LINK pode liderar ganhos entre altcoins de utilidade.

Os dados sugerem que o ecossistema está maduro para expansão, beneficiando holders de longo prazo.


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Baleia trader cartoon despejando fluxo vermelho de ETH sobre prisma rompendo wedge descendente com luz cyan, simbolizando vendas de US$971M mas rali persistente

Baleias Vendem US$ 971 Milhões em ETH: Rali Continua?

Baleias de Ethereum com saldos entre 100 mil e 1 milhão de ETH venderam cerca de 300 mil unidades nos últimos três dias, totalizando US$ 971 milhões aos preços recentes. O ETH negocia em torno de US$ 3.161, após romper um wedge descendente de dois meses. Os dados da Santiment mostram aumento na oferta, enquanto o Glassnode indica investidores de longo prazo inativos, criando um conflito entre pressão vendedora e padrão de alta técnica. Isso importa para traders avaliando se o rali prossegue ou corrige.


Vendas de Baleias Aumentam Pressão de Oferta

Os dados on-chain da Santiment revelam que carteiras detentoras de 100 mil a 1 milhão de ETH distribuíram aproximadamente 300 mil ETH desde o rompimento do padrão gráfico. Essa movimentação, equivalente a US$ 971 milhões, reflete ceticismo entre grandes investidores quanto à sustentabilidade do rali atual. Baleias frequentemente realizam lucros durante impulsos de alta, elevando a oferta disponível e testando a liquidez do mercado.

Esse comportamento não garante reversão imediata, mas os números indicam risco elevado no curto prazo. Transações de grande volume impactam dinâmicas de preço, especialmente se a demanda não absorver o influxo. O ETH, que subiu de forma consolidada nas últimas semanas, agora enfrenta esse teste de distribuição durante o movimento de força.

Investidores de Longo Prazo Estabilizam o ETH

Contrabalançando as vendas, o índice Liveliness do Ethereum, conforme Glassnode, caiu desde o fim de dezembro de 2025. Essa queda sinaliza que moedas detidas por longo período permanecem imóveis, com holders optando por retenção em vez de venda. Investidores de longo prazo representam uma base estável, reduzindo volatilidade e oferta circulante disponível para pressão descendente.

Essa retenção pode mitigar impactos das baleias, reforçando a estrutura de suporte. Quando holders antigos mantêm posições, o preço ganha resiliência, permitindo que padrões técnicos como o rompimento do wedge descendente se desenvolvam sem interrupções abruptas. Os dados sugerem confiança de longo prazo apesar da distribuição curta.

Análise Técnica: Alvos e Suportes Críticos

O gráfico diário mostra o ETH confirmando rompimento de um wedge descendente acumulado por dois meses, projetando potencial de alta de 29,5% até US$ 4.061. Objetivo intermediário em US$ 3.447, com suporte chave em US$ 3.287. Manter esse nível valida a tese altista, abrindo caminho para US$ 3.607.

No downside, perda de US$ 3.131 abre para US$ 3.000 ou US$ 2.902, invalidando o rompimento. Variação 24h de -3,48% reforça cautela, com volume monitorado para confirmar direção.

Contexto em Altcoins: Pressão Similar no XRP

Um padrão semelhante aparece no XRP, onde 83% da oferta está em lucro, incentivando vendas de curto prazo. Carteiras recentes reduziram de 5,7% para 4,9% da oferta em sete dias, per Glassnode e Santiment. XRP em US$ 2.15 (-6,99% 24h) testa resistência em US$ 2.36, com risco de correção para US$ 1.80 se MFI sobrecomprado persistir.

Essa dinâmica em altcoins destaca como lucratividade elevada gera distribuição, um risco compartilhado pelo ETH. Traders devem observar inflows em exchanges e ondas HODL para ETH e pares similares.


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Baleia gigante cartoon acumulando moedas BTC caindo de pequenos investidores vendendo, simbolizando dinâmica on-chain em Bitcoin a US$ 93k

Bitcoin a US$ 93k: Baleias acumulam enquanto retail vende

Os dados on-chain do Santiment indicam que baleias e sharks acumularam 56.227 BTC desde meados de dezembro, enquanto carteiras pequenas (<0,01 BTC) realizam lucros. Esse padrão divergente sugere redistribuição de oferta para grandes holders. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 494.877,89 (variação -2,37% em 24h), equivalente a cerca de US$ 93.000, em meio a oscilações recentes entre US$ 87k e US$ 95k.


Acumulação por Grandes Holders

Carteiras com 10 a 10.000 BTC, classificadas como whales e sharks, adicionaram 56.227 BTC ao suprimento desde dezembro, conforme relatório do Santiment. Paralelamente, holders retail com menos de 0,01 BTC mostram profit-taking, um comportamento típico em consolidações. Essa dinâmica eleva as chances de expansão de capitalização de mercado, pois a oferta concentrada em grandes players historicamente precede rallies.

A participação de supply em mãos concentradas caiu de 67% para 47%, sinalizando redistribuição. O Bitcoin testou máximas de sete semanas em US$ 94.800 na Coinbase, mas permanece rangebound entre US$ 87.000 e US$ 94.000 há seis semanas. Volumes baixos e baixa alavancagem suportam consolidação bullish.

Aumento de Atividade em Exchanges

Dados da CryptoQuant revelam que a proporção de entradas de baleias em exchanges atingiu o maior nível em 10 meses (EMA14). Apesar da queda nas reservas de BTC nas plataformas, impulsionada por ETFs, esse spike sugere possível pressão vendedora. Volumes spot caíram para mínimas desde novembro de 2023, per Glassnode, ampliando riscos de volatilidade em liquidez frágil.

Taxas de transação e mempool do Bitcoin estão em níveis historicamente baixos, descritos como "cidade fantasma" por Willy Woo. Em baixa liquidez, vendas moderadas podem gerar correções para US$ 90.000-US$ 88.500, alinhados a gaps na CME.

Contexto Macro e Pressões Externas

A queda nos resultados da Strategy Inc. (ex-MicroStrategy) impactou o sentimento, com ações caindo e destacando dependência de volatilidade do BTC. Rotação para ouro ganha tração, enquanto fluxos de ETFs esfriaram após meses de inflows fortes. BTC ignora crise na Venezuela, per análise do Mercado Bitcoin, focando em regulação EUA (Market Clarity Act) e entradas de US$ 697 milhões em ETFs na segunda-feira.

Opções mostram interesse em calls de US$ 100.000 para janeiro. Geopolítica adiciona ruído, mas fundamentos regulatórios e ETF dominam.

Níveis Técnicos a Monitorar

Resistência imediata em US$ 95.000-US$ 100.000; quebra limpa pode impulsionar. Suporte em US$ 88.000-US$ 90.000, com gaps CME. Indicadores como BB squeeze (Bollinger) sugerem potencial para US$ 107.000 em breakout, mas baixa alavancagem e short-squeeze suportam upside gradual. Os dados apontam viés altista se acumulação persistir, mas volatilidade persiste em liquidez restrita.


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Bitcoin Recupera US$ 90k: Short Squeeze ou Armadilha das Baleias?

📊 BOLETIM CRIPTO | 17/12/2025 | NOITE

O mercado de criptomoedas vivencia hoje um daqueles dias que definem a tensão característica do setor: uma batalha épica entre o otimismo técnico de curto prazo e sinais on-chain alarmantes. De um lado, vimos o Bitcoin recuperar a marca psicológica de US$ 90.000 em um movimento explosivo de short squeeze, liquidando mais de US$ 110 milhões em posições vendidas e reacendendo a euforia dos touros. Do outro lado, movimentos silenciosos, mas gigantescos, nos bastidores sugerem cautela extrema: baleias institucionais, especificamente ligadas à Matrixport, moveram centenas de milhões de dólares para exchanges, historicamente um prelúdio de distribuição. Enquanto os preços sobem no painel, os fundamentos de infraestrutura também avançam com a Hut 8 pivotando agressivamente para a Inteligência Artificial e a Securitize inaugurando uma nova era de tokenização com a BlackRock. Para o investidor, a pergunta de um milhão de dólares é: estamos vendo o início de uma nova pernada de alta ou um rali de liquidez desenhado para uma armadilha de distribuição?


🔥 Destaque: O Dilema das Baleias e o Suporte Crítico

O evento mais significativo das últimas 24 horas não foi a volatilidade de preço visível nos gráficos de velas, mas sim o que ocorreu nos bastidores da blockchain. Carteiras identificadas como pertencentes à Matrixport realizaram transferências massivas de aproximadamente 4.000 BTC, avaliados em cerca de US$ 348 milhões, para endereços de depósito em exchanges. Este tipo de movimentação é, na análise on-chain clássica, um sinal de inflow (entrada de fluxo) em corretoras, o que geralmente indica a intenção de venda ou, no mínimo, a preparação de liquidez para tal.

O timing dessa movimentação é o que acende o alerta amarelo para analistas mais experientes. O Bitcoin está dançando perigosamente perto de sua Média de Mercado Real (True Market Mean – TMM), atualmente situada na faixa de US$ 81.500. A TMM é um indicador fundamental que historicamente atua como a última linha de defesa em bull markets. Perder esse nível com volume, acompanhado de pressão vendedora de grandes players, poderia desconfigurar a estrutura de alta de médio prazo.

Para contextualizar a gravidade, vale lembrar o padrão observado em 2022. Naquela ocasião, fluxos institucionais semelhantes de baleias para exchanges, coincidindo com a perda de suportes on-chain chave, precederam correções brutais que chegaram a desvalorizar o ativo em mais de 60% nos meses subsequentes. Embora o cenário macroeconômico atual seja diferente, a mecânica de preço permanece a mesma: quando a oferta disponível para venda aumenta drasticamente em zonas de suporte, a probabilidade de um rompimento para baixo (breakdown) cresce exponencialmente.

Investidores que operam com base em dados on-chain devem monitorar se esses fundos serão efetivamente vendidos a mercado ou se permanecerão parados nas carteiras da exchange, servindo apenas como colateral ou manobra de gestão de tesouraria. A resposta para essa dúvida ditará o tom das próximas semanas. Para quem busca acompanhar esses fluxos e operar com segurança em plataformas de alta liquidez, a Binance continua sendo o principal destino desses grandes volumes, oferecendo profundidade de mercado suficiente para absorver ou impulsionar essas ordens.


📈 Panorama do Mercado

O mercado apresenta hoje um cenário clássico de “cabo de guerra“. O sentimento imediato é inegavelmente bullish devido à recuperação do preço para a zona de US$ 90.000. Este movimento foi impulsionado técnica e agressivamente por um short squeeze — fenômeno onde apostadores na baixa são forçados a recomprar seus ativos para cobrir prejuízos, impulsionando ainda mais o preço para cima. O dado de Delta de Volume Cumulativo (CVD) saltando 1.100% confirma que houve compra agressiva a mercado, e não apenas fechamento passivo de posições.

Entretanto, ao ampliarmos a visão, notamos uma divergência importante. A Dominância do Bitcoin (BTC.D) avançou para a casa dos 60%. Isso significa que, enquanto o Bitcoin sobe, as altcoins não estão acompanhando na mesma proporção, ou estão estagnadas. Esse comportamento é típico de momentos de aversão a risco dentro do próprio mercado cripto: o capital sai de ativos mais voláteis e busca a segurança relativa do BTC. É um sinal de que os investidores não estão confiantes o suficiente para buscar risco na cauda longa do mercado.

No front macroeconômico e corporativo, vemos uma clara tendência de “maturidade industrial”. A notícia da Hut 8 fechando um acordo bilionário para transformar infraestrutura de mineração em data centers de IA, com respaldo tácito do ecossistema Google, mostra que a tese de investimento em cripto está se fundindo com a revolução da computação de alta performance. Não é mais apenas sobre moedas digitais; é sobre a infraestrutura do futuro digital.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Distribuição Institucional (Whales): A movimentação da Matrixport sugere que grandes detentores podem estar usando a liquidez do rali atual para “desovar” posições (take profit), o que criaria um teto de preço difícil de romper sem nova demanda orgânica massiva.
  • Exaustão do Momentum (Short Squeeze): Ralis impulsionados primariamente por liquidação de shorts tendem a ser efêmeros. Se não houver entrada de capital novo (compra à vista sustentada) nos próximos dias, o preço pode devolver os ganhos rapidamente, um padrão conhecido como “bart pattern“.
  • Suporte TMM (US$ 81.500): A proximidade com a Média de Mercado Real é perigosa. Uma visita a este nível com alto volume vendedor poderia desencadear algoritmos de venda automática e stop-loss em cascata, levando a uma correção mais profunda.
  • Incerteza Regulatória (Revolving Door): A saída de membros do alto escalão da CFTC para empresas privadas (como o caso da MoonPay) pode sinalizar um período de vácuo regulatório ou mudanças de postura na agência, gerando incerteza jurídica momentânea.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Mineração e IA (Stocks): O pivô de empresas como a Hut 8 para Inteligência Artificial abre uma oportunidade de exposição dupla: cripto e big tech. Ações de mineradoras com capacidade de HPC (High Performance Computing) podem se descorrelacionar positivamente do preço do BTC no longo prazo.
  • Tokenização de Ativos Reais (RWA): O movimento da Securitize com a BlackRock para permitir trading 24/7 de ações tokenizadas é um divisor de águas. Protocolos e plataformas envolvidos na infraestrutura de RWA tendem a capturar valor significativo conforme Wall Street migra para a blockchain.
  • Ecossistema Solana (Longo Prazo): A antecipação da Solana em testar resistência pós-quântica pode parecer distante, mas posiciona a rede como uma escolha institucional “segura para o futuro” (future-proof), potencialmente atraindo projetos que visam longevidade de décadas.
  • Trading de Volatilidade: Para traders experientes, a divergência entre preço e fluxo on-chain cria oportunidades de scalping e operações de curto prazo em plataformas como a Binance, aproveitando a liquidez dos squeezes.

📰 Principais Notícias do Período

1. Baleia da Matrixport move US$ 348 milhões em BTC para exchanges
Alerta on-chain ligado: carteiras associadas à gigante institucional transferiram 4.000 BTC. O movimento ocorre em um momento crítico de suporte técnico, levantando temores de uma possível venda em massa que poderia pressionar o preço abaixo de US$ 81.500.

2. BTC recupera US$ 90k com liquidações de shorts massivas
O Bitcoin protagonizou uma recuperação agressiva, saindo de US$ 86.200 para superar os US$ 90.000. O movimento foi catalisado pela liquidação de posições vendidas e um aumento expressivo na compra à vista (spot), com o BTC mantendo sua dominância em 60%.

3. Volatilidade atinge pico com US$ 120 milhões liquidados
A batalha pelo preço gerou “sangue” no mercado de derivativos. Mais de US$ 120 milhões evaporaram em questão de horas com a volatilidade bidirecional. O teste dos US$ 90k mostra força, mas a rejeição inicial sugere que os ursos ainda não desistiram da defesa dessa resistência.

4. Hut 8 fecha acordo de US$ 7 bilhões para data centers de IA
As ações da mineradora dispararam após o anúncio de uma parceria monumental apoiada pelo Google. O acordo valida a tese de que mineradoras de Bitcoin são os novos provedores de infraestrutura crítica para a era da Inteligência Artificial, diversificando receitas.

5. BlackRock e Securitize lançam ações tokenizadas com trading 24/7
Um passo gigante para a convergência entre finanças tradicionais e cripto. A iniciativa permitirá a negociação ininterrupta de ações tokenizadas, quebrando as barreiras do horário bancário tradicional e prometendo dividendos reais on-chain para 2026.

6. Solana sai na frente com testnet resistente a computação quântica
Pensando décadas à frente, a Solana Foundation iniciou testes de assinaturas pós-quânticas. O movimento visa blindar a rede contra futuros supercomputadores que poderiam quebrar a criptografia atual, destacando a blockchain como líder em inovação de segurança.

7. Dança das Cadeiras: Presidente interina da CFTC vai para MoonPay
O fenômeno da “porta giratória” continua. Caroline Pham deixa o regulador de derivativos para assumir cargo jurídico na MoonPay, reforçando o trânsito intenso de talentos entre Washington e o setor cripto, o que pode influenciar o tom regulatório futuro.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxo Líquido nas Exchanges: Acompanhar se os BTCs movidos pela Matrixport (e outras baleias) estão sendo vendidos ou apenas movidos. Ferramentas como CryptoQuant/Glassnode serão essenciais nas próximas 24h.
  • Open Interest (Contratos em Aberto): Se o preço subir mas o Open Interest cair, confirma-se o short squeeze (fechamento de posições). Para uma alta sustentável, precisamos ver o preço subir junto com o aumento do Open Interest (dinheiro novo entrando).
  • Desempenho das Ações de Mineração: O comportamento de papéis como Hut 8 (HUT) e Coinbase (COIN) pode antecipar o sentimento institucional em relação ao mercado cripto antes mesmo do preço do Bitcoin reagir.
  • Nível de US$ 81.500: Este é o “line in the sand“. Qualquer fechamento diário abaixo deste valor deve ser tratado com extrema cautela.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 12 a 48 horas, a palavra de ordem é cautela. É provável que a volatilidade permaneça elevada, com o Bitcoin tentando transformar a região de US$ 88.000-90.000 em suporte. O cenário base sugere que os touros tentarão empurrar o preço para testar a liquidez acima de US$ 95.000, aproveitando o momento do squeeze.

Contudo, o risco de queda (downside) é assimétrico e preocupante devido à presença das baleias nas exchanges. Se a demanda à vista falhar em absorver as vendas nessa região, uma rejeição rápida pode nos levar de volta aos testes de suporte críticos. Investidores devem evitar alavancagem excessiva e focar na preservação de capital até que uma direção clara — rompimento consolidado dos US$ 90k ou defesa do suporte de US$ 81.500 — seja estabelecida.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.