Silhuetas de baleias cibernéticas transportando ETH cyan para portal negro em oceano turbulento, enquanto rede Solana vermelha racha abaixo

Baleias Movem Milhões em ETH para Binance na Queda da Solana

A Trend Research depositou 10 mil ETH, equivalentes a US$ 24,35 milhões (cerca de R$ 120 milhões), na Binance em 1º de fevereiro de 2026, conforme monitoramento on-chain. Movimentação ocorre simultaneamente à queda da Solana para US$ 95, mínima desde abril de 2025, em correção macro que afeta Bitcoin, ações de IA e ouro. Os dados indicam possível gerenciamento de posições alavancadas ou liquidação de dívidas por instituições.


Movimentação Institucional da Trend Research

Os dados on-chain revelam que a Trend Research, fundo de investimento cripto com estratégia de alta alavancagem, transferiu 10.000 ETH para a Binance. Valor exato: US$ 24,35 milhões no momento da transação, equivalente a aproximadamente R$ 120,8 milhões pela cotação atual de R$ 12.082,61 por ETH (AwesomeAPI). Essa ação sugere possível venda para quitar empréstimos em protocolos como Aave, onde o fundo acumulou posições longas em ETH desde 2025.

Histórico mostra operações de gerenciamento de risco: em ciclos anteriores, depósitos semelhantes serviram para reduzir leverage após picos de preço, como US$ 3.100 e US$ 4.300. Até julho de 2025, posições em ETH geraram lucros de US$ 191 milhões. No curto prazo, volume de ETH na Binance pode pressionar preços, com ETH em -5,27% nas últimas 24 horas.

Queda da Solana e Padrão Técnico de Baixa

A Solana registrou mínima de US$ 95 (R$ 485), com rompimento do suporte psicológico de US$ 100 e neckline do padrão head-and-shoulders no gráfico semanal em US$ 109. Correção de 18% em 30 dias alinha-se à capitalização de altcoins, que recua em sincronia com Bitcoin (-2,14% 24h, R$ 403.941 via Cointrader Monitor).

Indicadores confirmam viés de baixa: preço abaixo das médias exponenciais de 50 e 100 dias, Supertrend e retração Fibonacci de 61,8%. Próximo suporte em US$ 70 (78,6% Fib). Funding rate anualizado de perpetuais em -17% reflete aversão a posições longas.

Fundamentals da Solana vs. Contexto Macro

Apesar da queda, métricas on-chain da Solana superam concorrentes: 2,34 bilhões de transações em 30 dias (+33%), 98 milhões de endereços ativos (+67%), fees de US$ 26 milhões (vs. US$ 14 mi da Ethereum). Taxas de rede subiram 81% acima da média, com TVL e DApp activity em liderança (Nansen). ETFs de SOL registraram inflows de US$ 104 milhões em janeiro.

Pressões macro incluem demissões em tech (Amazon: 16 mil vagas), preocupações com receitas de IA (OpenAI: prejuízo projetado de US$ 14 bi em 2026), queda de 26% na prata e disputas no Congresso dos EUA sobre funding governamental. Ouro recuou 13% de ATH de US$ 5.600, sinalizando risco generalizado.

Níveis Chave a Monitorar

Para Solana, observe suporte em US$ 100 (R$ 531) e resistência em US$ 109 (neckline). ETH enfrenta pressão com depósitos institucionais; volume 24h e RSI indicam possível oversold abaixo de 30. Bitcoin em R$ 403k serve de benchmark, com variação -2,14%. Traders devem rastrear fluxos on-chain e macro para sinais de reversão.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Seis silhuetas cyberpunk puxando estrutura cristalina rachada com 78%, ETH dourado vazando, expondo manipulacao de baleias no token ASTER

Seis Baleias Derrubam ASTER em 78%: Perda de US$ 12M em ETH Expõe Riscos

Investigações revelam que seis carteiras controlam 88-96% da oferta do token ASTER, promovendo vendas coordenadas que derrubaram o preço em 78%, de US$ 2,42 para US$ 0,54. Em paralelo, um trader perdeu US$ 12,4 milhões em Ethereum por erro de copy-paste em endereço similar ao da Galaxy Digital. Evidências on-chain apontam para manipulação e falhas de segurança que custam fortunas a investidores.


Queda do ASTER: Dumps Coordenados por Baleias

O token ASTER sofreu uma queda de 78% em quatro meses, caindo de US$ 2,42 para US$ 0,54. Dados on-chain mostram que apenas seis carteiras detêm 88-96% da oferta total, permitindo movimentos coordenados de venda em exchanges como Binance, Bybit e Gate.

Registros indicam vendas massivas: 17,85 milhões de ASTER (US$ 22,88 milhões) em 18 de outubro e 7,5 milhões (US$ 12 milhões) em 9 de outubro. Outras retiradas incluem 4,66 milhões e 5,01 milhões de ASTER da Binance. Uma carteira moveu US$ 114,5 milhões da Gate.io. Esses movimentos geraram quebras abaixo de US$ 0,57, acionando stop-losses e bounces fracos em US$ 0,537.

Análise de Volume Delta confirma pressão vendedora de -11,7 milhões de ASTER, com grandes participantes reduzindo agressividade após as vendas, sugerindo absorção controlada. O projeto não explica a concentração extrema de tokens.

Erro Fatal no Ethereum: Lição de US$ 12 Milhões

Em incidente separado, um trader enviou 4.556 ETH — equivalente a US$ 12,4 milhões na época — para um endereço falso. A vítima transferia regularmente para a Galaxy Digital, mas o atacante criou um “endereço venenoso” com os mesmos primeiros e últimos quatro caracteres da legítima.

O golpe envolveu envios de pequenas quantias prévias para ganhar confiança no histórico de transações. Ao copiar o endereço diretamente do histórico, sem verificação manual, o trader caiu na armadilha. Blockchain forense da Lookonchain destaca o padrão: confiança induzida por similaridade visual.

Evidências apontam para engenharia social sofisticada, explorando hábitos de usuários experientes. O caso reforça vulnerabilidades em transações manuais de grandes volumes.

Red Flags: Concentração de Oferta e Falhas de Segurança

A concentração de 96% da oferta em seis carteiras é um red flag clássico de risco de manipulação. Projetos com distribuição assimétrica permitem que baleias dicte preços, acionando liquidações em cascata. Gráficos de 4 horas mostram tendência de baixa: preço abaixo da 200 EMA, RSI em 24 (sobrevenda persistente) e MACD com cruzamento de baixa.

No caso ETH, a falha de verificação dupla expõe outro perigo: endereços falsos que enganam cópias rápidas. Supostamente, atacantes monitoram padrões de grandes holders para personalizar golpes. Investidores devem suspeitar de projetos sem transparência on-chain e priorizar higiene operacional.

Como se Proteger: Lições Práticas para Investidores

Para evitar armadilhas como ASTER, verifique distribuição de tokens via explorers como Etherscan ou Dune Analytics — fuja se principais detentores excederem 20-30%. Monitore dumps via ferramentas como Hyblock ou Nansen.

  1. Sempre valide endereços completos manualmente, caractere por caractere.
  2. Use hardware wallets para assinaturas offline em grandes transferências.
  3. Evite projetos com oferta concentrada; prefira aqueles com vesting e burns públicos.
  4. Monitore histórico de transações recebidas — pequenas entradas suspeitas podem ser iscas.

Essas medidas salvam patrimônios. Fique atento: o mercado cripto recompensa o cético vigilante.


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Vórtice vermelho sugando silhueta de baleia colossal e partículas menores em oceano digital fractured, simbolizando flash crash por liquidação de US$ 1 bilhão

Flash Crash: Baleia Liquidada em US$ 1 bilhão Afunda BTC e Alts

O Bitcoin registrou uma queda repentina de US$ 3 mil em apenas cinco minutos na tarde de sábado (31/01), caindo abaixo de US$ 76 mil pela primeira vez desde abril do ano passado. Os dados apontam para a liquidação de uma posição comprada alavancada de US$ 1 bilhão por uma única baleia como gatilho principal, iniciando um efeito dominó que elevou as liquidações totais para mais de US$ 2,5 bilhões em 24 horas. ETH, SOL e DOGE despencaram até 13%, expondo a fragilidade da liquidez em horários de baixa atividade.


Detalhes da Liquidação da Baleia

Os dados da Kobeissi Letter indicam que a liquidação ocorreu às 13:43 ET (18:43 BRT), com uma posição comprada massiva de US$ 1 bilhão sendo forçada a fechar. Isso limpou o book de ofertas, pressionando o preço do Bitcoin de cerca de US$ 79 mil para US$ 76 mil em minutos. Segundo o CoinGlass, a maior liquidação individual registrada foi de US$ 222 milhões em ETH-USD na Hyperliquid, mas o impacto cascata afetou todo o mercado de futuros.

O volume de liquidações em posições compradas atingiu US$ 2,41 bilhões nas últimas 24 horas, representando a maior parte das perdas. O Bitcoin, que negociava acima de US$ 90 mil na quarta-feira, acumulou queda de quase US$ 15 mil em dias, com a posição da MicroStrategy brevemente entrando em território negativo pela primeira vez em mais de dois anos.

Impacto em Ethereum, Solana e Dogecoin

A onda de liquidações se espalhou para altcoins, com Ethereum liderando com US$ 385 milhões em posições destruídas, seguido por Bitcoin com US$ 188 milhões. Solana e XRP registraram mais de US$ 45 milhões cada, enquanto Dogecoin viu quedas acentuadas. No total, cerca de US$ 974 milhões foram liquidados em 24 horas, afetando mais de 240 mil traders, predominantemente em posições compradas.

Os preços refletem a pressão: ETH caiu 11,61% para US$ 2.406, SOL 13,20% para US$ 102,64 e DOGE 12,97% para US$ 0,102. A assimetria entre posições compradas e vendidas destaca o posicionamento excessivamente otimista após semanas de consolidação.

Liquidez Fina no Fim de Semana

A liquidez reduzida nos finais de semana amplificou o movimento. Com menor profundidade nos books de ofertas, a execução de grandes ordens força preços para níveis de liquidação em cascata. Ativos tokenizados como prata também sofreram, indicando uso crescente de plataformas cripto para trades macro rápidos. Os dados mostram que o evento foi um reset mecânico de alavancagem, não pânico generalizado.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 410.794,72 às 18:31 BRT, com variação de -7,61% em 24h e volume de 500 BTC. ETH a R$ 12.673,83 (-10,67%), SOL R$ 540,60 (-12,64%) e DOGE R$ 0,5366 (-11,89%), conforme AwesomeAPI.

Níveis Técnicos Relevantes

Os dados técnicos revelam suportes testados: Bitcoin próximo à média móvel de 50 dias em US$ 76 mil, agora em recuperação para US$ 78 mil. ETH quebrou suporte de US$ 2.500, SOL abaixo de US$ 110 e DOGE testando US$ 0,10. Volumes de liquidação concentrados em exchanges como Hyperliquid sinalizam risco de volatilidade persistente. Traders devem monitorar o rebuild de alavancagem e profundidade de mercado nos books para avaliar a estabilidade.


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Baleia cartoon dourada engolindo BTC caindo em oceano tempestuoso enquanto peixes retail fogem em pânico, simbolizando acumulação de baleias na queda do Bitcoin

Baleias Acumulam Bitcoin na Queda: Varejo Sai em Massa

Os dados mostram uma clara divergência entre varejo e baleias no mercado de Bitcoin: enquanto holders com menos de 10 BTC distribuem posições em meio à queda abaixo de US$ 80 mil, carteiras com 10 mil BTC ou mais mantêm acumulação neutra a positiva. Sardinha vende no medo e baleias compram o mergulho, transferindo riqueza em tempo real. O BTC negocia a US$ 77.661 (-7,8% em 24h).


Dados Glassnode: Baleias em Acumulação

O Accumulation Trend Score da Glassnode, calculado com base em saldos e aquisições nos últimos 15 dias, revela que apenas o coorte de baleias com 10.000 BTC ou mais apresenta tendência de acumulação leve (score próximo a 1). Todos os outros grupos, especialmente varejo com menos de 10 BTC, estão em distribuição persistente há mais de um mês.

Desde novembro, quando o BTC caiu para US$ 80 mil, as mega-baleias mantêm equilíbrio neutro-positivo. Paralelamente, o número de entidades com pelo menos 1.000 BTC subiu de 1.207 em outubro para 1.303, indicando que grandes players absorvem a oferta durante a correção. Esses dados on-chain sugerem que o selloff não altera a estratégia de holders institucionais.

Queda Abaixo de US$ 80 Mil e Novos Endereços

Pela primeira vez desde abril de 2025, o Bitcoin negociou abaixo de US$ 80 mil, atingindo US$ 78 mil. Apesar da volatilidade, a rede registrou 335.772 novos endereços em 24 horas — o maior volume diário em dois meses, desde novembro de 2025.

Esse influxo ocorreu na faixa dos US$ 81 mil, sinalizando entrada oportunista de novos acumuladores. A métrica reforça demanda relativa mais forte, com BTC caindo 5,6% contra 10% do ouro no mesmo período (quinta a sexta-feira). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 410.138 (-7,74% em 24h, volume de 501 BTC).

Níveis Técnicos a Observar

O BTC perdeu a estrutura de cunha ascendente, com risco de recuo adicional de 12,6% para US$ 75.850. Suporte imediato em US$ 78.763; perda abre caminho para US$ 75.895. Resistência em US$ 82.503 (suporte perdido) e US$ 87.210.

Reconquista de US$ 87 mil indicaria força compradora renovada. Métricas on-chain em melhora, como novos endereços e acumulação de baleias, contrastam com pressão vendedora de varejo. Investidores monitoram esses níveis para posicionamento, em um mercado com variação diária de US$ 75.773-84.266 (baixa-alta 24h).

Implicações para o Mercado

A transferência de BTC de mãos pequenas para grandes holders é um padrão recorrente em correções. Com ouro a R$ 25.709 (-8,9%), o BTC demonstra resiliência relativa. Traders atentos aos dados Glassnode veem oportunidade em observar fluxos on-chain para medir capitulação varejista versus convicção de baleias.


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Baleias colossais devorando chamas vermelhas em abismo digital com fragmentos 370K, simbolizando acumulação em fire sale do Bitcoin

Bitcoin em ‘Fire Sale’: Baleias Movem 370k BTC em Medo Extremo

O Bitcoin Rainbow Chart sinaliza zona de ‘fire sale’, com o BTC negociando em torno de US$ 83 mil após queda de 30% desde outubro de 2025. No entanto, detentores de longo prazo (LTHs), ou baleias, movimentaram mais de 370 mil BTC no último mês, segundo a Glassnode. É importante considerar: essa liquidação invisível pode estar limpando o livro de ordens e pressionando ainda mais o preço em um mercado de medo extremo?


Zona de ‘Fire Sale’ no Rainbow Chart

O Bitcoin Rainbow Chart, uma ferramenta logarítmica de longo prazo, posiciona o BTC na banda inferior, historicamente associada a níveis de subvalorização profunda. Após meses de correções, o preço caiu abaixo da média móvel de 100 semanas em US$ 85 mil, atingindo mínimas próximas de US$ 81 mil. Essa zona é vista por alguns como oportunidade de compra, reminiscentes de ciclos passados onde o ativo se recuperou fortemente.

Contudo, o risco aqui é que tais ‘fire sales’ frequentemente coincidem com capitulações amplas. Lembre-se do ciclo de 2022, quando quedas semelhantes levaram a liquidações bilionárias e prolongaram o mercado de baixa. Traders agora miram suportes em US$ 75 mil ou até a média de 200 semanas em US$ 58 mil, o que exige cautela antes de qualquer otimismo.

Atividade Intensa das Baleias de Longo Prazo

Dados brutos on-chain revelam que LTHs gastaram em média 12 mil BTC por dia nos últimos 30 dias, totalizando mais de 370 mil BTC. Métricas líquidas, como o Net Position Change, subestimam isso em 2,5 vezes, mostrando apenas 144 mil BTC de distribuição neta. Isso ocorre porque novos coins maturam de detentores de curto prazo para LTHs, mascarando o volume real de saídas.

O risco aqui é significativo: baleias de longa data, historicamente mais resilientes, estão despejando volumes que limpam ordens de compra no caminho. Em mercados voláteis, isso pode amplificar quedas, como visto em eventos passados de pânico onde holders experientes capitalizaram em topos para proteger ganhos acumulados.

Contexto Macro e Medo Extremo

O movimento coincide com volatilidade macro: após reunião do Fed, sem sinais de afrouxamento urgente, ativos de risco sofreram. Ouro e prata caíram duplas dígitos, equities como Microsoft perderam bilhões, e cripto registrou US$ 960 milhões em liquidações só em BTC. O Fear & Greed Index marca 16, nível de ‘medo extremo’.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 437.597,73 (+1,77% em 24h). No Brasil, isso equivale a uma desvalorização relevante em reais, considerando o dólar firme. Atenção para a próxima reunião da Casa Branca com executivos cripto, que pode trazer volatilidade adicional.

O Que Observar Agora

Para investidores, é essencial monitorar o volume gasto por LTHs versus novas entradas, o Realized Profit/Loss Ratio (em 1,7, sinal de frustração crescente) e suportes chave. Apesar do Rainbow Chart sugerir valor, o contraponto é o risco de mais pressão vendedora de holders experientes. Pergunta retórica: será que essa ‘promoção’ esconde uma armadilha para compradores precipitados? Priorize liquidez e evite alavancagem em cenários incertos — proteção vem primeiro.


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Baleia cartoon confiante acumulando moedas BTC de baú SAFU enquanto varejo em pânico foge na tempestade, sinalizando smart money na queda do Bitcoin

Binance e Baleias Compram BTC na Queda: Smart Money em Ação

Enquanto o Bitcoin corrige 6% para US$ 82 mil e o FUD domina as redes sociais, os gigantes ignoram o varejo apavorado e aceleram a acumulação. A Binance anunciou a conversão de US$ 1 bilhão do fundo SAFU de stablecoins para Bitcoin nos próximos 30 dias, reforçando sua visão do BTC como reserva de valor suprema. Paralelamente, baleias acumulam 152 mil BTC em um mês, o maior ritmo desde 2024. Um claro sinal de que o smart money vê oportunidade na baixa.


Movimento Estratégico do SAFU da Binance

A maior exchange do mundo, Binance, está transformando seu emblemático fundo de proteção SAFU – criado em 2018 para cobrir perdas em hacks como o de 7 mil BTC em 2019 – em uma reserva 100% alocada em Bitcoin. O processo gradual ocorrerá ao longo de 30 dias, com auditorias regulares e compromisso de reabastecimento caso o valor caia abaixo de US$ 800 milhões, usando reservas próprias para voltar aos US$ 1 bilhão.

Segundo o anúncio oficial, essa decisão reflete a maturidade do ecossistema cripto e a convicção de que o Bitcoin transcende stablecoins como ativo de proteção. Em 2025, a Binance já recuperou US$ 48 milhões em depósitos errados para usuários, demonstrando solidez operacional. Justin Sun, da Tron, endossou publicamente, prometendo aumentar reservas em BTC.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 443.695 às 20h26 de hoje, com alta de 0,74% nas últimas 24h no mercado brasileiro.

Baleias Aceleram Acumulação em Ritmo Recorde

Não é só a Binance: grandes detentores de 1.000 a 10.000 BTC – as chamadas baleias – registraram o maior ritmo de acumulação desde 2024, adicionando cerca de 152 mil BTC nos últimos 30 dias, conforme dados da CryptoQuant. Isso elevou o total sob controle dessas entidades para 3.204 milhões de BTC.

Na Binance, a atividade de baleias atingiu 0,65 em janeiro, pico desde novembro, indicando gerenciamento ativo de posições. Nos últimos 7 dias, o ganho líquido foi de 30 mil BTC. Esse movimento contrasta com o varejo, que capitula em meio ao FUD recorde deste ano, conforme Santiment. Historicamente, extremos de medo precedem reversões de alta.

Por Que Isso Importa para o Mercado

A correção atual, com BTC testando mínimas de dois meses em US$ 81.315, reflete estresse macro – quedas em ações, ouro e prata influenciam. No entanto, a entrada agressiva de smart money sinaliza viés de alta estrutural. Baleias e instituições veem o mergulho como chance de comprar barato, posicionando-se para o próximo ciclo de valorização.

Com capitalização de US$ 1,65 trilhão e suprimento circulante de 19,98 milhões de BTC, o ativo permanece resiliente. A migração do SAFU reforça o Bitcoin como pilar do ecossistema, superior a stablecoins em convicção de longo prazo.

Oportunidade para Seguir os Gigantes

Enquanto o varejo vende em pânico, o movimento de Binance e baleias grita oportunidade. Monitorar fluxos on-chain e decisões institucionais como essa pode guiar investidores retail a alinhar-se ao smart money. Com BTC acima das mínimas semanais e acumulação intacta, o cenário favorece uma recuperação robusta. Vale ficar de olho nos próximos relatórios de SAFU e métricas de baleias.


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Prisma Ethereum com ETH gravado quebrando camadas de suporte digital vermelhas, simbolizando perda de suporte em US$ 2.800 e projeção de queda

Ethereum Quebra Suporte de US$ 2.800: Rumo a US$ 2.100?

O Ethereum perdeu o suporte de US$ 2.800, nível não testado desde 3 de dezembro de 2025, após queda de mais de 10% em três dias. Gráficos indicam convergência em US$ 2.100, um declínio potencial de 22% do preço atual de cerca de US$ 2.704 (R$ 14.254). No entanto, o ativo se aproxima de uma zona histórica de acumulação em US$ 2.600, onde baleias defendem posições. Os dados sugerem uma zona crítica de decisão para compradores institucionais.


Técnica Aponta Fragilidade no Suporte

A quebra do suporte em US$ 2.800 ocorreu na quinta-feira, alinhada à linha horizontal de um triângulo descendente no gráfico diário ETH/USD. Esse padrão, combinado com um triângulo simétrico, projeta um alvo medido em US$ 2.100, conforme análise de traders como Peter Brandt. O próximo suporte imediato fica em US$ 2.500, coincidente com a média móvel simples de 200 semanas (SMA).

O índice de força relativa (RSI) apresenta divergência de baixa, caindo de 68 para 34 desde o início de janeiro, sinalizando momentum de preço enfraquecido. Nível atual de US$ 2.700 é descrito como "do or die" para touros, com falha em segurá-lo abrindo caminho para US$ 2.500.

Zona de Acumulação Histórica em US$ 2.600

Dados on-chain revelam que o Ethereum negocia próximo ao realized price dos endereços de acumulação, em torno de US$ 2.682. Esse nível, calculado como custo médio de holders de longo prazo, atuou como suporte estrutural em testes anteriores, sem nunca ser rompido de forma sustentada. A tendência ascendente desse realized price indica acumulação contínua, com baleias adicionando ETH em bases de custo mais altas.

Esse comportamento contrasta com distribuições vistas em topos de mercado. Enquanto o preço consolida entre US$ 2.650 e US$ 2.700, a ausência de pânico em volumes sugere absorção por compradores comprometidos, reforçando a zona como potencial piso.

Indicadores On-Chain Ecoam Ciclos Passados

O net unrealized profit/loss (NUPL) do ETH transitou da zona de “ansiedade” para “medo”, configuração associada ao início de mercados de baixa em ciclos anteriores. Essa métrica mede lucros e perdas não realizados relativos, precedendo drawdowns prolongados. Adicionalmente, a média móvel de 111 dias cruza abaixo da de 200 dias, padrão visto nos bears de 2018 e 2022.

Esses sinais fundamentais, aliados à perda de momentum acima de US$ 3.000, posicionam o ETH em fase corretiva. Volumes declinam em sell-offs recentes, indicando falta de convicção bearish agressiva.

O Que Monitorar Agora

A zona de US$ 2.600-US$ 2.700 emerge como pivô decisivo. Manutenção acima sugere base de acumulação, com potencial rebound para resistências em US$ 3.000. Rompimento abaixo abre US$ 2.100, validando downside projetado. Investidores devem observar realized price das baleias e cruzamentos de MAs para sinais de reversão ou aceleração da queda. Cotação atual: US$ 2.704 (R$ 14.254 via AwesomeAPI).


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Baleias cartoon mergulhando para acumular cristais ADA em oceano digital, enquanto peixes varejo fogem, simbolizando divergência on-chain em Cardano

Baleias Acumulam US$ 160 Milhões em ADA no Suporte Crucial

Baleias de Cardano (ADA) acumularam mais de US$ 160 milhões em tokens nos últimos dois meses, aproveitando o teste do suporte em US$ 0,32, enquanto o varejo realiza vendas. Essa divergência sugere acumulação inteligente em meio ao caos de mercado, com BTC, ETH e XRP também tentando recuperação após correções semanais de até 14%. Investidores monitoram se esses níveis representam pontos de entrada ou armadilhas.


Acumulação de Baleias em ADA Contrasta com Vendas do Varejo

Carteiras grandes de ADA, com saldos entre 100 mil e 100 milhões de tokens, adicionaram 454 milhões de ADA nos últimos dois meses, equivalendo a cerca de US$ 160 milhões a preços atuais. Dados on-chain da Santiment revelam essa movimentação, enquanto holders menores, com até 100 ADA, venderam 22 mil tokens nas últimas três semanas. No dia 29 de janeiro, houve saída líquida de US$ 3,36 milhões em ADA das exchanges, sinalizando transferência para carteiras frias ou staking.

Essa dinâmica reforça o padrão clássico de ‘siga o dinheiro inteligente’: baleias compram na fraqueza, posicionando-se para uma potencial reversão. O preço do ADA negocia próximo a US$ 0,34, após queda de 6% em 24 horas e 5% na semana, alinhado à fraqueza geral do mercado cripto.

Análise Técnica: Suporte de US$ 0,32 em Teste Decisivo

No gráfico semanal, ADA posiciona-se no suporte S1 em torno de US$ 0,32, abaixo das médias móveis de 21 e 50 semanas, indicando tendência de baixa ainda dominante. O Stochastic RSI aguarda cruzamento altista para confirmar momentum. No diário, o ativo opera em canal descendente, testando resistências nas EMAs de 20 e 50 dias (US$ 0,37-0,38).

Analistas como Crypto Crew University e Mr. CryptoCeek destacam essa zona como ‘nível de decisão’. Um rompimento acima da linha de tendência descendente pode mirar US$ 0,50; perda do suporte retestaria US$ 0,33. O RSI em 44 reflete momentum fraco, mas a acumulação on-chain pode sustentar o piso.

Recuperação de BTC, ETH e XRP: Suportes em Foco

Paralelamente, Bitcoin (BTC) supera US$ 87.700, testando o canal horizontal em US$ 87.787 após correção semanal de 7,48%. Suporte imediato em US$ 86.000-87.000, com RSI em 39 e MACD negativo. Segundo o Cointrader Monitor, BTC vale R$ 431.702 (-5,59% em 24h).

Ethereum (ETH) segura US$ 2.852 próximo ao suporte de 61,8% Fibonacci em US$ 2.749, mirando US$ 3.017 se confirmar. XRP retesta US$ 1,83 após quedas semanais de 7%. O Índice de Medo e Ganância em 29 reforça cautela, com liquidez comprimida.

Implicações e Próximos Passos para Investidores

A divergência em ADA sugere que o varejo pode estar sendo ‘sacudido’ antes de uma alta, especialmente com eventos de fevereiro como upgrades de governança, testes de privacidade e lançamento de futuros ADA na CME (9/02). Charles Hoskinson prometeu ‘mês louco’. Para BTC/ETH/XRP, fechamentos acima de resistências diárias validariam reversão.

Investidores devem monitorar volume, RSI acima de 50 e saídas de exchanges. Esses suportes representam oportunidades potenciais, mas volatilidade geopolítica (tensões EUA-Irã) exige gestão de risco. Dados on-chain priorizam acumulação sobre pânico varejista.


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Baleias cartoon despejando cascatas de moedas douradas sobre suporte 92K rachado e figuras fatigadas, ilustrando vendas de US$ 3,4 bi em BTC

Baleias Vendem US$ 3,4 Bilhões em BTC: Mercado em Baixa nos US$ 92 Mil

Enquanto você compra nos US$ 92 mil, as baleias despejaram US$ 3,4 bilhões em Bitcoin nas últimas duas semanas. Investidores com 10 mil a 100 mil BTC venderam ou redistribuíram 36.500 unidades, invertendo a acumulação anterior. O preço enfrenta forte resistência em US$ 94 mil, com liquidez em queda e stablecoins encolhendo 50%. Isso sinaliza cansaço no topo, alertando para risco de correção iminente em um mercado eufórico.


Baleias Mudam para Distribuição

As baleias, compostas por custodians institucionais e mineradores antigos, executaram uma venda concentrada em 12 dias. O Bitcoin negociava a US$ 92.250 na sessão asiática de sexta, com múltiplas falhas em romper a tendência de resistência. Historicamente, padrões similares precederam quedas: em dezembro de 2024, no pico de US$ 108 mil, vendas semelhantes causaram recuo de 15%.

A liquidez piora: influxo de stablecoins nas exchanges caiu de US$ 158 bilhões para US$ 76 bilhões desde agosto. A profundidade de mercado enfraquece entre US$ 88 mil e US$ 94 mil, transformando suposta zona de acumulação em distribuição. Varejistas otimistas compram pesado, mas os grandes participantes timingam saídas estratégicas.

AVAX One Cai 32% com Incerteza de Insiders

O caso da AVAX One, assessorada por Anthony Scaramucci, ilustra o castigo ao varejo. As ações despencaram mais de 32% após registro de 74 milhões de shares de insiders para venda potencial, gerando medo de diluição. A empresa, tesouraria de ativos AVAX e ecossistema Avalanche, reflete pressões em firmas cripto públicas negociando abaixo do valor de seus holdings.

Apesar de plano recente de recompra de US$ 40 milhões, o movimento expõe vulnerabilidades: insiders saem enquanto holders comuns arcam com o impacto. Isso reforça o viés de baixa em altcoins, onde incertezas regulatórias e insider trading penalizam o varejo.

Downgrades Pesados nas Mineradoras

Analistas do KBW downgradearam HIVE, Bitfarms e Bitdeer para ‘market perform‘. A transição para AI e HPC enfrenta riscos de execução, com margens próximas ao breakeven pós-halving de 2024, capex elevado e alavancagem crescente. Para HIVE, preço-alvo caiu de US$ 11 para US$ 3,50; Bitdeer de US$ 26,50 para US$ 14.

Stephen Glagola alerta que monetização de data centers AI demorará, deixando ativos ociosos. Bitfarms pode esperar leasing só no 2º semestre de 2026, destacando a fragilidade setorial em meio a hashprice suprimido.

Risco de Queda Iminente

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 462.696 (-0,39% em 24h), refletindo pressão vendedora. Corte de juros do Fed adiciona incerteza, mas sem liquidez fresca, o topo pode ceder. Vale monitorar: realização de lucros pelas baleias sugere correção, punindo o otimismo varejista. O mercado dá sinais claros de cansaço.


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Baleia trader cartoon fisgada por gancho simbolizando prejuízo milionário em short contra ETH, com XRP brilhando via ETFs e parcerias

Baleia no Gancho: Prejuízo Milionário em Posição Vendida Contra ETH

Baleia no Gancho: Uma baleia identificada como ‘Pension Fund’ acumula prejuízo de US$ 1,69 milhão em uma posição vendida de 25.000 ETH com alavancagem de 3x, valorada em US$ 74,88 milhões. Aberta a US$ 2.927,33, a aposta enfrenta liquidação em US$ 3.993,68. Em contraste, o XRP ganha tração institucional com US$ 1,24 bilhão em influxos de ETFs, sinalizando batalha de gigantes no fluxo de capital cripto. Isso ocorreu em 28 de janeiro de 2026.


A Aposta Alavancada que Virou Pesadelo

A posição da baleia foi monitorada pelo HyperInsight e reportada pelo BlockBeats. Com abertura em US$ 2.927,33, o vendido de 25.000 ETH equivalia a uma exposição de cerca de US$ 74,88 milhões sob 3x de alavancagem. Atualmente, o prejuízo flutuante atinge US$ 1,69 milhão, pressionado pela resiliência do Ethereum acima dos US$ 2.900. O preço de liquidação em US$ 3.993,68 representa risco iminente se o ETH romper resistências.

No Brasil, o ETH cotado a R$ 15.491,08 (AwesomeAPI) reflete volatilidade, mas detentores institucionais resistem. Essa estratégia de vendido com alta alavancagem amplifica ganhos em quedas, mas expõe a perdas rápidas em rebounds, como visto em flutuações recentes do mercado.

Realized Price Raro: Sinal de Acumulação

O realized price é o preço médio de aquisição dos holders atuais de um ativo, calculado pelo valor total pago dividido pelo suprimento em circulação. Um realized price ‘raro’ ocorre quando cai para níveis historicamente baixos, indicando capitulação de mãos fracas e acumulação por grandes carteiras. Para o Ethereum, esse patamar atual sugere que investidores de longo prazo compraram em bases sólidas, abaixo da média histórica.

Esse fenômeno atrai baleias porque sinaliza ‘fundo’ potencial: com realized price baixo, há menor pressão vendedora futura. Dados on-chain mostram acumulação crescente, contrariando vendidos especulativos. Apostar contra ETH nesse contexto é arriscado, pois ignora métricas fundamentais de retenção.

XRP em Ascensão Institucional

Enquanto ETH pune vendidos, o XRP registra influxos de US$ 1,24 bilhão em ETFs spot desde novembro de 2025. Canary Capital lidera com US$ 346 milhões, seguido por Bitwise (US$ 324 milhões). Parcerias como com Jeel (Riyad Bank) para tokenização e DXC Technology para custody em bancos globais impulsionam adoção.

Esses influxos refletem confiança institucional, com XRP cotado a R$ 9,88 no Brasil. Eventos como XRP Community Day em fevereiro reforçam ecossistema, contrastando com volatilidade de derivados em ETH.

Fluxo de Capital e Lições para Traders

A batalha evidencia realocação: capital sai de posições especulativas curtas para ativos com suporte institucional como XRP e ETH em realized price atrativo. Traders brasileiros devem monitorar liquidações e on-chain para evitar armadilhas alavancadas. Com ETH resiliente e XRP em alta, o mercado premia paciência sobre apostas agressivas contra tendências.

Volume em ETH-BRL reforça liquidez local, mas risco de liquidação persiste em cenários de alta.


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Prisma Ethereum no limiar luminoso pressionado por fluxos dourados institucionais e cyan de baleias, simbolizando acumulação de US$12 bi

Ethereum no Limiar: US$ 12 Bi em Compras e Limiar Raro

O Ethereum atingiu um limiar técnico raro no realized price, nível visto apenas uma vez na história, coincidindo com acumulação institucional massiva. A BitMine Immersion Technologies comprou 40.302 ETH recentemente, elevando seu total para 4.243.338 ETH – equivalente a 3,52% do suprimento circulante e mais de US$ 12,3 bilhões. Esse movimento contrasta com vendas recentes de baleias, sinalizando uma batalha de gigantes que pode preceder uma expansão explosiva no preço do ETH.


O Limiar Técnico e Seu Significado Histórico

O realized price das carteiras de acumulação do Ethereum atua como suporte crucial. De acordo com análises on-chain, o ETH alcançou esse nível apenas uma vez anteriormente, em condições semelhantes às atuais. Apesar do preço atual próximo aos níveis de entrada das baleias – em torno de US$ 2.903 conforme gráficos recentes –, a acumulação persiste, indicando que grandes players veem valor justo no ativo.

Esse limiar reflete compressão de volatilidade e transição de distribuição para acumulação, padrões observados antes de movimentos parabólicos. Dados mostram que o preço se mantém dentro de um canal ascendente, com suporte no realized price evitando quedas mais profundas após choques macroeconômicos.

Acumulação Agressiva da BitMine Immersion

A BitMine Immersion Technologies executou uma compra de 40.302 ETH em uma única transação, elevando suas reservas para 4.243.338 ETH, avaliados em mais de US$ 12,3 bilhões. Isso representa 3,52% do suprimento circulante total do Ethereum, uma posição dominante que reforça o piso de preço de longo prazo.

Importante destacar que mais de 2 milhões de ETH já estão em staking, gerando recompensas anualizadas de US$ 180 milhões. Essa estratégia de compounding demonstra compromisso de longo prazo, com pressão compradora sustentada que beneficia holders minoritários. No momento da redação, o ETH negocia a US$ 3.018 (R$ 15.630), com alta de 3% nas últimas 24 horas.

Batalha entre Baleias Antigas e Institucionais Novos

Contrapondo as compras institucionais, baleias adormecidas movimentaram recentemente US$ 340 milhões em ETH, conforme post de 26 de janeiro. Essa dinâmica cria uma batalha clássica: vendedores de posições antigas versus acumuladores institucionais agressivos. Análises sugerem que o influxo de capital fresco supera as saídas, com o realized price atuando como barreira.

Eventos como o ICO criptografado da Zama na mainnet ETH – que atraiu US$ 118 milhões em 3 dias e superou Uniswap em atividade – reforçam a utilidade da rede, atraindo mais liquidez. Essa tensão pode comprimir a volatilidade antes de uma liberação explosiva.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o mercado brasileiro, onde o ETH-BRL registra R$ 15.630, essa acumulação institucional fortalece o ativo como reserva de valor. Investidores devem monitorar o canal ascendente e o suporte no realized price. Qualquer rompimento acima de US$ 3.000 pode validar o cenário de alta, enquanto quedas testariam o limiar novamente.

Dados on-chain indicam preparação para upside, mas volatilidade macro persiste. A posição da BitMine, com staking ativo, exemplifica sofisticação institucional crescendo no ecossistema ETH.


📌 Nota: Uma das fontes citadas estava indisponível no momento da redação.

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Silhuetas colossais de baleias digitais emergindo de abismo com trilhas ETH para exchanges e DeFi, alertando sobre wallets dormentes de Ethereum

Baleias de Ethereum Acordam Após 9 Anos e Movem US$ 340 Milhões

Baleias antigas de Ethereum saíram da hibernação após nove anos de inatividade, movimentando volumes expressivos de ETH em meio à queda de preços. Um endereço dormente desde 2017 transferiu 50 mil ETH (cerca de US$ 145 milhões) para a exchange Gemini, enquanto outra entidade conhecida como ‘BTC OG 内幕巨鲸’ depositou 118 mil ETH (US$ 343 milhões) no protocolo Aave. Esses movimentos ocorrem com ETH cotado a aproximadamente US$ 2.936 (R$ 15.499), sinalizando possível pressão de venda ou realocação estratégica.


Movimentos On-Chain das Baleias Dormentes

Os dados on-chain revelam padrões distintos entre essas baleias. O endereço 0xb5Ab08D153218C1A6a5318B14eeb92DF0Fb168D6, inativo desde julho de 2017, acumulou originalmente 135 mil ETH da Bitfinex a cerca de US$ 90 por unidade — um ganho de 32x em valor. Recentemente, dividiu a transferência em duas transações de 25 mil ETH cada para a Gemini, conforme monitorado por plataformas como Arkham Intelligence. Apesar disso, o saldo remanescente é de 85.283 ETH, avaliados em US$ 247 milhões.

Paralelamente, a entidade apelidada de ‘BTC OG 内幕巨鲸’ retirou ETH da Binance e depositou no Aave, totalizando 118 mil ETH como colateral. Essa posição suporta um empréstimo de US$ 180 milhões em USDC, com saúde financeira de 1,59 — um nível vulnerável a liquidações em quedas acentuadas. Esses fluxos destacam a reativação de holders de longo prazo, comuns em ciclos de alta como 2017.

Estratégias Divergentes: Venda ou Alavancagem?

A destinação para Gemini sugere potencial realização de lucros ou preparação para vendas, especialmente com ETH testando suportes abaixo de US$ 2.900 pela quarta vez desde novembro de 2025. Já o depósito no Aave indica estratégia de leveraged yield: usar ETH como colateral para borrow de stablecoins e recomprar mais ETH, ampliando exposição em mercados de alta. No entanto, a saúde de 1,59 expõe riscos — uma queda de 37% no ETH poderia acionar liquidação automática.

Dados recentes mostram correlação com eventos macro, como discursos de Trump e políticas nos EUA, sugerindo que essas baleias operam com timing preciso, possivelmente institucional. O mercado cripto registrou US$ 676 milhões em liquidações nas últimas 24 horas, com ETH liderando em US$ 220 milhões, reforçando o contexto de pressão vendedora.

Contexto de Mercado e Pressão de Venda

ETH negocia a US$ 2.936 (-2,5% em 24h, -10,2% semanal), enquanto Bitcoin está a R$ 465.479,90 (+1,33%) pelo Cointrader Monitor. Movimentos de baleias dormentes frequentemente precedem volatilidade: depósitos em exchanges como Gemini elevam oferta líquida, podendo acelerar quedas. Historicamente, holders de 2017 venderam em topos de 2021, impactando preços.

Outros sinais on-chain, como realização de perdas em BTC (US$ 4,5 bilhões, maior em 3 anos), indicam desalavancagem generalizada. Investidores devem vigiar inflows em Gemini e health scores no Aave para antecipar impactos.

O Que Monitorar em Seguida

Para traders brasileiros, esses eventos reforçam a necessidade de análise on-chain. Ferramentas como Arkham e Lookonchain rastreiam esses endereços: 0xb5… para Gemini e o novo da ‘BTC OG’ no Aave. Uma venda em massa poderia testar suportes em US$ 2.800, mas retenção de saldos sugere rotação, não pânico total. Vale observar liquidações e volume em exchanges locais.

Em resumo, a ‘acordada das baleias’ de 2017 movimenta US$ 340M+ em ETH, demandando vigilância em um mercado volátil. Dados sugerem realocação estratégica, mas risco de downside persiste.


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Baleia cartoon despejando moedas BTC em vórtice de exchange com aura vermelha, ilustrando transferência da GameStop e alerta de queda no Bitcoin

GameStop Transfere Todo seu BTC para Coinbase: Alerta de Queda e Prejuízo de US$ 76 Milhões

A GameStop transferiu todo o seu estoque de 4.710 BTC para o Coinbase Prime, plataforma institucional da exchange, gerando especulações sobre uma possível venda em massa. A companhia comprou os bitcoins em maio de 2025 por cerca de US$ 504 milhões, a uma média de US$ 107.900 por unidade. Com o BTC negociado próximo a US$ 90 mil atualmente, uma liquidação total poderia resultar em prejuízo de US$ 76 milhões, sinalizando possível falta de convicção institucional no ativo.


Detalhes da Transferência e Compra Inicial

A movimentação foi rastreada por analistas on-chain, que monitoram grandes transferências de baleias corporativas. A GameStop, conhecida pelo frenesi de ações em 2021 impulsionado por comunidades online, adotou o Bitcoin como reserva de tesouraria em maio de 2025. Na época, o preço estava em alta, próximo aos US$ 108 mil, refletindo otimismo pós-halving e expectativas de adoção institucional.

No entanto, transferências parciais já haviam ocorrido no início de janeiro, com cerca de metade do estoque (aproximadamente 2.396 BTC) movida em lotes menores. O depósito integral no Coinbase Prime, usado por grandes traders e empresas para execuções complexas, é interpretado como preparação para venda, hedge ou rebalanceamento. Movimentar de armazenamento a frio para custódia quente aumenta a liquidez, mas também expõe a riscos de mercado imediato.

Prejuízo Potencial e Riscos de Liquidação

Os cálculos são claros e preocupantes: com o Bitcoin cotado em torno de US$ 89.500 recentemente, vender os 4.710 BTC agora representaria uma desvalorização significativa. O prejuízo estimado em US$ 76 milhões (cerca de R$ 402 milhões, pelo câmbio atual de R$ 5,29) destaca a volatilidade inerente ao ativo. Analistas sugerem motivos como colheita de perdas fiscais (tax-loss harvesting) ou redução de exposição a oscilações cripto, especialmente para uma empresa de capital aberto com obrigações a acionistas.

Para investidores de varejo, isso acende um alerta vermelho: liquidações institucionais em massa podem pressionar o preço para baixo, criando um efeito cascata de stops e pânico. Em um mercado já volátil, com variação negativa de 3% nas últimas 24 horas, movimentos de baleias como esse merecem monitoramento constante.

Implicações para o Mercado e Investidores Brasileiros

Essa movimentação da GameStop pode indicar uma mudança de humor institucional, questionando a narrativa de Bitcoin como reserva de valor perfeita. Outras empresas, como MicroStrategy, mantêm posições compradas, mas casos de saída reforçam a tese de que cripto ainda é especulativo para tesourarias corporativas. No Brasil, onde o BTC está cotado a R$ 459.466,86 segundo o Cointrader Monitor, com queda de 3,01% em 24h, o impacto cambial agrava o risco.

Recomenda-se cautela: monitore on-chain para confirmação de vendas, diversifique posições e evite alavancagem em momentos de incerteza. Ações da GameStop não reagiram diretamente, focadas em compras do CEO Ryan Cohen, mas o episódio reforça que nem mesmo gigantes do varejo estão imunes às quedas do BTC.

Próximos Passos e Monitoramento

Investidores devem acompanhar plataformas como CryptoQuant e Arkham para sinais de execução de ordens. Se confirmada a venda, poderíamos ver pressão vendedora adicional, especialmente se coincidir com eventos macro como reuniões do Fed. Para brasileiros, converter valores: o prejuízo em dólares equivale a mais de R$ 400 milhões, um lembrete de que flutuações globais afetam diretamente o mercado local.

Mantenha posições conservadoras e priorize preservação de capital em cenários de possível dump institucional.


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Baleias colossais digitais absorvendo energia dourada com cristal 104K em oceano volátil cyan-vermelho, simbolizando acumulação de Bitcoin por whales

Baleias Acumulam 104 Mil BTC em US$ 10 Bilhões Apesar da Volatilidade

Grandes detentores de Bitcoin, com carteiras acima de 1.000 BTC, acumularam 104.340 unidades recentemente, equivalente a cerca de US$ 10 bilhões, segundo dados da Santiment. Esse movimento de +1,5% nos holdings ocorre em meio à consolidação do preço, com transações acima de US$ 1 milhão atingindo picos de dois meses. As ‘mãos fortes’ compram na baixa enquanto o varejo hesita, sinalizando potencial para maior volatilidade à frente.


Acumulação Estratégica das Baleias

Os dados on-chain revelam que carteiras com pelo menos 1.000 BTC executaram uma acumulação coordenada, conforme reportado pela Santiment. Essa adição de 104.340 BTC representa um aumento de 1,5% no total controlado por esses grandes players, reduzindo a oferta disponível em exchanges.

Historicamente, tais acumulações durante fases de consolidação precedem rompimentos de volatilidade. Transações diárias acima de US$ 1 milhão voltaram a níveis elevados, os maiores em dois meses, indicando reposicionamento ativo. Isso sugere confiança em valorizações futuras, independentemente de narrativas como rotação de capital do ouro para Bitcoin, que análises mostram sem correlação clara.

O Bitcoin opera de forma independente de ativos tradicionais, com médias móveis de 180 dias confirmando ausência de migração sistemática de fundos. Assim, o foco permanece em catalisadores cripto-específicos, como adoção institucional.

Alavancagem 20x e Seus Riscos

Um exemplo concreto de agressividade é um trader com alavancagem de 20x em posições long de BTC, totalizando mais de US$ 63 milhões em exposição. O endereço 0x50b3 acumulou 379,62 BTC a um preço médio de US$ 89.318, com flutuações gerando perdas flutuantes de US$ 209 mil.

Essa estratégia também inclui posições vendidas de 25x em ETH (9.999 unidades, ~US$ 2,936 milhões), configurando um hedge relativo. No entanto, alavancagem extrema amplifica a volatilidade: uma oscilação de 5% contra a posição pode levar à liquidação forçada, injetando pressão vendedora no mercado.

Os dados sugerem que tais operações de alto risco contribuem para swings ampliados, especialmente em consolidações onde suportes como US$ 85.000 e resistências em US$ 95.000 são testados.

Implicações para Suporte e Resistência

Com a oferta se contraindo nas exchanges devido à acumulação, o Bitcoin consolida entre suporte em US$ 85.000 e resistência em US$ 95.000. A entrada de baleias reforça o suporte inferior, potencializando um rompimento altista se o volume confirmar.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 468.723,63 (-1,31% em 24h, volume de 98,3 BTC). Essa dinâmica indica que mãos fortes posicionam para capturar a alta, mas liquidações alavancadas podem testar suportes.

Vale monitorar se o acúmulo sustenta acima de US$ 90.000, sinalizando força para novas máximas.

Perspectiva de Mercado

A combinação de acumulação on-chain e posições alavancadas aponta para um mercado em transição. Enquanto baleias constroem posições, a volatilidade pode aumentar com liquidações ou catalisadores positivos. Investidores devem observar níveis técnicos chave para entradas acionáveis.


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Onda vermelha de SHIB colidindo com rede DeFi cyan rachada, silhueta de baleia ao fundo, alertando despejo e liquidações em Hyperliquid

Alerta de Baleias: SHIB Cai Após Despejo de Bilhões e DeFi em Pânico

Uma baleia de Shiba Inu (SHIB) transferiu bilhões de tokens para a exchange Robinhood, pressionando a cotação para o menor nível em semanas, em US$ 0,000007683. O movimento, que representou 97% de suas reservas, coincide com liquidações de US$ 600 milhões no mercado cripto, incluindo US$ 214 milhões na plataforma DeFi Hyperliquid. Esses sinais de despejo por grandes detentores e insiders geram insegurança, alertando traders sobre possíveis quedas adicionais em um contexto de volatilidade do Bitcoin.


Despejo da Baleia de SHIB Desencadeia Queda

A baleia de SHIB identificada pelo endereço 0x2d00B0eF90eF8C08d5e4Ff9c74b98123D679f7bB enviou 210,365 bilhões de tokens para a Robinhood, equivalentes a US$ 1,63 milhão. Dados da Arkham revelam que isso esgotou quase todo seu estoque, restando apenas 5,86 bilhões de SHIB. Adicionalmente, foram transferidos 1,52 bilhão para a mesma exchange e 7 bilhões para o provedor de liquidez B2C2, sugerindo uma venda OTC iminente.

O preço do SHIB despencou mais de 7% na semana, com o pior dia coincidindo às transferências. Apesar de uma recuperação parcial para US$ 0,000007978, os fluxos líquidos para exchanges permanecem mistos: negativos hoje (7 bilhões de entrada), mas positivos ontem (1,6 bilhão de saída). Isso indica falta de acúmulo claro, com traders de derivativos ainda otimistas, mas volume em alta de 20% e open interest crescendo 3%.

Liquidações Massivas no Hyperliquid e Riscos em DeFi

A plataforma DeFi Hyperliquid sofreu o impacto mais severo, com US$ 214 milhões em liquidações, incluindo uma posição ETH-USD de US$ 40,22 milhões. Esse episódio reforça o sentimento de insegurança gerado por despejos de insiders, como as recentes vendas da equipe da Hyperliquid reportadas em pautas anteriores. Em um mercado de derivativos aquecido, com open interest de Bitcoin acima de US$ 81 bilhões, pequenas oscilações viram whipsaws violentos.

Binance registrou US$ 113 milhões (maioria comprados) e Bybit US$ 90 milhões. Cerca de 142 mil traders foram varridos, tanto comprados quanto vendidos. Para investidores de varejo, isso é um lembrete clássico de insider selling: quando grandes players ou equipes despejam posições, o varejo paga o preço das liquidações forçadas.

Volatilidade do Bitcoin Agrava o Cenário

O Bitcoin oscilou entre US$ 88 mil e US$ 90 mil durante o discurso de Trump em Davos, onde defendeu uma estrutura de mercado imediata para cripto. Tensões comerciais EUA-Europa (tarifas Trump sobre Groenlândia, depois canceladas) e estresse em bonds macroeconômicos impulsionaram o movimento. Resultado: US$ 600 milhões em liquidações totais, metade longs e metade shorts.

Esses eventos destacam a fragilidade de posições alavancadas. Enquanto holders de spot em carteiras frias permanecem seguros, o varejo deve monitorar fluxos de baleias e netflows de exchanges para antecipar dumps. O SHIB, apesar de +15% YTD, está longe do ATH de US$ 0,00008845, e pressões semelhantes podem persistir.

Como Identificar Sinais de Despejo e Proteger-se

Traders atentos devem vigiar transferências massivas para exchanges (como o caso SHIB-Robinhood), fluxos líquidos negativos e spikes em liquidações DeFi (Hyperliquid). Sinais de insider selling, como vendas por equipes de projetos, precedem quedas. Evite alavancagem excessiva; prefira posições spot e diversificação. Monitore ferramentas como Arkham e CryptoQuant para on-chain real-time. Vale observar: o mercado reage rápido a esses alertas, mas paciência protege o capital em tempos voláteis.


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Baleia surreal de circuitos antigos emergindo de abismo digital arrastando BTC dourados, simbolizando holder de 2013 despertando após 13 anos

Baleia de 2013 Desperta e Move R$ 430 Mi em BTC Após 13 Anos

O despertar de uma baleia da era Satoshi: após 13 anos inativa, um endereço acumulador de 2012-2013 transferiu 909,38 BTC, equivalentes a US$ 81 milhões (R$ 430 milhões) na data do movimento. Esse evento on-chain coincide com dados que mostram novas baleias superando a velha guarda, controlando US$ 130 bilhões em BTC contra US$ 126 bilhões dos holders antigos, gerando uma pressão de oferta de US$ 6 bilhões. O que essa gigante de 2013 sabe que o mercado atual ignora?


Movimento da Baleia Antiga

Os 909,38 BTC foram movidos de um endereço específico (1A2hqHVSUERAT3t1yJ7ggYCQccvH6pZGZm) na segunda-feira, 19 de janeiro de 2026, após período de inatividade superior a 13 anos. Esses bitcoins foram acumulados entre dezembro de 2012 e abril de 2013, quando o BTC oscilava entre US$ 13 e US$ 250. Embora não atinja o patamar clássico de 1.000 BTC para ser considerada baleia plena, o volume representa um ativo significativo no atual patamar de preços.

Dados da Arkham Intelligence confirmam a transação, destacando o reposicionamento ou possível realização de lucros em meio à volatilidade recente. Com o Bitcoin negociado próximo a US$ 89.000, movimentos como esse de holders da ‘era inicial’ reacendem debates sobre distribuição de supply antigo para novas mãos.

Novas Baleias Dominam o Controle

Análises on-chain da CryptoQuant revelam uma inversão histórica: investidores com mais de 1.000 BTC há menos de 155 dias (novas baleias) detêm US$ 130 bilhões em valor, superando os US$ 126 bilhões das baleias antigas. Essa coorte inclui instituições como MicroStrategy, Twenty One Capital (com 43.514 BTC, ou US$ 3,91 bilhões) e ETFs de Bitcoin nos EUA, que acumularam US$ 116,59 bilhões em ativos.

O custo médio de aquisição dessas novas baleias gira em torno de US$ 98.000 por BTC. Com o preço atual abaixo disso, há cerca de US$ 6 bilhões em perdas não realizadas, criando um overhang de oferta que pode prolongar a consolidação lateral do mercado.

Pressão de Oferta e Tug-of-War On-Chain

Esse choque geracional resulta em um ‘tug-of-war’ interno: enquanto acumuladores estratégicos como MicroStrategy veem quedas como oportunidades de compra, outras novas baleias pressionadas podem optar por vendas, distribuindo supply contra a convicção altista. Especialistas como Allen Ding, da Bitfire, descrevem o período como uma ‘troca brutal de fichas’, com liquidez migrando de especuladores para instituições de longo prazo insensíveis a preços.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 472.405 às 20h01 desta quinta-feira (22/01), com variação de -1,24% em 24h e volume de 189,97 BTC. Essa dinâmica explica a choppiness atual, apesar de melhoras macro como o recuo de Trump em tarifas.

Implicações e Monitoramento

A absorção dessa oferta redistribuída por ‘baleias fortes’ (instituições) deve definir o próximo rompimento. Dados on-chain sugerem resiliência líquida, mas o conflito interno domina sobre fatores externos. Investidores devem rastrear métricas como unrealized losses de novas baleias e fluxos para ETFs. Eventos como o de 19/01 indicam que a velha guarda ainda influencia, testando a dominância dos novatos. Vale monitorar endereços inativos para sinais de mais ‘despertares’.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Prisma Ethereum surreal dividido: luz vermelha despencando e raios dourados coletados por baleias, paradoxo de preço caindo e reservas em mínima

Paradoxo Ethereum: Preço Cai, Reservas em Mínima Histórica

O Ethereum caiu abaixo de US$ 3 mil (equivalente a R$ 15.596 às 19h37 desta quinta-feira), mas as reservas em exchanges atingiram 16,2 milhões de ETH, menor nível desde 2016. Enquanto o mercado exibe pessimismo com taxas de financiamento negativas e resgates em ETFs de US$ 230 milhões, baleias acumularam US$ 360 milhões na queda recente. Queda real ou oportunidade de acumulação por grandes investidores? Dados on-chain sugerem choque de oferta iminente.


Reservas em Exchanges: Mínima Histórica Sinaliza Aperto de Oferta

As reservas totais de Ethereum em plataformas centralizadas caíram para 16,2 milhões de ETH, patamar não visto desde 2016, conforme análise da Arab Chain. Esse declínio reflete uma tendência de longo prazo de saques contínuos, reduzindo a oferta líquida disponível para vendas imediatas em momentos de estresse de mercado.

Na Binance, principal hub de liquidez para ETH spot e derivativos, os saldos despencaram de 4,168 milhões para cerca de 4 milhões de ETH desde o início de 2026. Ausência de influxos significativos indica que investidores optam por custódia própria ou alocação em DeFi, em vez de trading de curto prazo. Menos ETH nas exchanges pode amplificar reações de alta se a demanda retornar, alterando a equação oferta-demanda.

Dados da CryptoQuant reforçam essa contração, destacando que o movimento ocorre mesmo com preço sob pressão, sugerindo confiança em valorização futura por holders de longo prazo.

Taxas de Financiamento Negativas Revelam Pessimismo Excessivo

Após queda de 13% na semana, o ETH testou US$ 2.900, triggerando liquidações de mais de US$ 461 milhões em posições long alavancadas entre 19 e 20 de janeiro. As taxas de financiamento em contratos perpétuos viraram negativas, fenômeno onde shorts pagam longs para manter posições abertas.

Em perpetual futures, que não expiram, o funding rate equilibra o mercado: quando negativo, reflete dominância de apostas baixistas, incentivando longs rentáveis. Essa dinâmica levou a um short squeeze rápido, impulsionando recuperação acima de US$ 3.000. Hoje, taxas voltaram a ser positivas, com longs pagando shorts, mas o episódio sinaliza medo excessivo, contrabalançado por rebounds históricos.

ETFs spot de ETH registraram resgates de US$ 230 milhões em 20 de janeiro, primeira saída semanal, embora gerenciem US$ 18 bilhões cumulativos. Contexto macro, como tensões Greenland/Trump, amplifica volatilidade institucional.

Acumulação de Baleias e Níveis Técnicos Críticos

Em meio ao caos, baleias (grandes detentores) adicionaram 290.000 ETH (~US$ 360 milhões) em dois dias, vendo a queda como oportunidade. Índice de smart money permanece cauteloso abaixo da linha de sinal, aguardando confirmação de alta.

Tecnicamente, ETH forma triângulo simétrico no gráfico diário, com divergência altista no RSI (altos mais altos vs. preços mais baixos). Resistência imediata em US$ 3.050, zona ex-suporte, seguida de US$ 3.146-3.164 (3,4 milhões ETH acumulados). Suporte em US$ 2.910; quebra abre US$ 2.610.

Rejeições recorrentes em US$ 3.400 nos últimos dois meses demandam proteção contra quedas via opções, mas acumulação contrasta com posicionamento cauteloso de traders experientes.

Implicações: Choque de Oferta vs. Pressões Macro

O paradoxo — preço em baixa com suprimento contraído — aponta para potencial choque de oferta. Reservas mínimas reduzem pressão vendedora imediata, enquanto funding negativo e acumulação sugerem capitulação de varejo, abrindo espaço para reversão.

Investidores devem monitorar influxos em exchanges, funding rates e rompimento de US$ 3.050. Se macro (ex: tarifas Greenland) estabilizar, ETH pode testar resistências superiores. No entanto, falha em suportes testa holders de longo prazo. Dados on-chain prevalecem sobre sentimento de curto prazo.


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Minerador cartoon triunfante carregando bloco BTC sobre montanha de dificuldade 120T, com baleia movendo ETH para staking on-chain

Minerador Solo Vence Dificuldade Recorde e Baleia Move R$80Mi ETH

Um minerador solo encontrou um bloco de Bitcoin apesar da dificuldade recorde acima de 120 trilhões, garantindo recompensas de cerca de 3,125 BTC (US$ 265 mil na cotação da época). Em contraste, uma baleia de Ethereum inativa há três meses retirou US$ 15 milhões em ETH da Kraken e direcionou tudo para staking na Lido. Sorte ou estratégia? Esses eventos on-chain destacam dinâmicas opostas nas redes Bitcoin e Ethereum, em meio a volatilidade recente.


O Feito Improvável do Minerador Solo no Bitcoin

A rede Bitcoin opera com hashrate superior a 855 EH/s e dificuldade acima de 120T, tornando a mineração solo uma loteria extrema. Ainda assim, o minerador resolveu o puzzle criptográfico sozinho, validando um bloco pós-halving de 2024, com recompensa base de 3,125 BTC. Na cotação de US$ 84.600 por BTC, o prêmio equivalia a US$ 265 mil, ou cerca de R$ 1,4 milhão ao câmbio atual de R$ 5,28 por dólar.

Esse caso é estatisticamente raro, com probabilidades mínimas para equipamentos domésticos ou ASICs antigos. Pós-halving, margens apertadas concentram o hashrate em grandes pools industriais, pressionando pequenos operadores. Para o ecossistema, reforça a segurança da rede, mas destaca riscos de centralização na mineração.

A Estratégia da Baleia: US$15 Mi em ETH para Staking

A baleia, identificada pelo endereço 0x761F2F, quebrou o silêncio de três meses retirando 5.099 ETH (~ US$ 15,17 milhões a US$ 2.943/ETH) da Kraken. Sem hesitação, todo o montante foi enviado à Lido, convertendo-se em stETH para gerar rendimentos via staking. O valor atual em reais supera R$ 79,5 milhões, com ETH cotado a R$ 15.605.

Essa movimentação ocorreu perto do suporte psicológico de US$ 2.939, sugerindo visão de longo prazo. Diferente de trocas em DEX ou fragmentações, foi uma conversão direta de liquidez CEX para exposição ao staking Ethereum, apostando na economia de yields apesar da queda recente de 3,65% em 24 horas.

Contrastes On-Chain: Bitcoin vs Ethereum

No Bitcoin, o evento solo ilustra o caráter probabilístico da Proof-of-Work, onde um único bloco representa fração ínfima da oferta (0,000015% dos 19,6 milhões em circulação), mas valida a descentralização. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC negocia a R$ 472.536 (-1,7% em 24h), com volume de 192 BTC nas exchanges brasileiras.

Já no Ethereum, pós-Merge, o foco migrou para Proof-of-Stake, com baleias otimizando yields via Lido (líder em TVL). Essa baleia sinaliza confiança em retornos de staking (atualmente ~3-4% APY), contrastando com a loteria da mineração BTC. Dados sugerem crescente maturidade: BTC em segurança PoW, ETH em eficiência PoS.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público local, esses movimentos destacam diversificação: mineração BTC é de alto risco e baixa probabilidade, enquanto staking ETH oferece yields previsíveis, acessíveis via plataformas reguladas. Com dólar a R$ 5,28 e ETH em queda, oportunidades de entrada surgem, mas volatilidade persiste.

Vale monitorar hashrate BTC para ajustes de dificuldade e inflows na Lido para pressão altista em ETH. Investidores devem priorizar estratégias sustentáveis sobre apostas isoladas, analisando dados on-chain para decisões informadas.


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Pilar de suporte com '20' gravado rachando sob cascata vermelha de tokens HYPE, silhuetas de baleias sombrias, alertando risco no Hyperliquid

Hyperliquid: Venda de US$ 9,8 milhões pela Equipe Ameaça Suporte de US$ 20

Nove carteiras ligadas à equipe da Hyperliquid despejaram 450 mil tokens HYPE, totalizando US$ 9,8 milhões (aproximadamente R$ 52 milhões, com dólar a R$ 5,32). O movimento ocorreu em meio a uma queda de 9,21% no preço do HYPE, que testou US$ 20,80 antes de uma leve recuperação para US$ 21,02. Dados on-chain revelam pressão vendedora intensa de insiders, questionando a narrativa de crescimento da DEX descentralizada e alertando traders sobre a fragilidade do suporte crítico em US$ 20.


Detalhes das Vendas pelas Carteiras da Equipe

As transações foram identificadas por analistas on-chain e reportadas via Qwantify.io. Dos 1,125 milhão de HYPE distribuídos para janeiro, 62,4% foram vendidos via OTC para a Flowdesk, enquanto 33,14% foram em staking. Após as operações, restaram apenas 50 mil HYPE (cerca de US$ 1 milhão) nas carteiras spot.

Esse padrão sugere que a equipe tem priorizado vendas de tokens desbloqueados e não stakeados, aumentando a oferta circulante em um momento de domínio baixista no mercado. Historicamente, tal comportamento de insiders pode sinalizar falta de confiança interna, ampliando a volatilidade para holders comuns. Para traders brasileiros, isso equivale a um despejo de mais de R$ 52 milhões em valor de mercado, pressionando o preço em exchanges locais e globais.

Baleias Viram para o Lado Baixista

Não são apenas insiders: grandes investidores seguem o mesmo caminho. Uma baleia abriu posição vendida de 928.898 HYPE, no valor de US$ 19,89 milhões, conforme dados do Onchain Lens. O volume de derivativos na Hyperliquid subiu 79,8% para US$ 1,46 bilhão, com Open Interest (OI) crescendo 1,17% para US$ 1,2 bilhão.

O Long/Short Ratio em 0,89 confirma o viés baixista predominante, com a maioria dos participantes apostando na continuação da queda. Esse aumento simultâneo de volume e OI indica maior participação no mercado de futuros, mas inclinada para posições vendidas, o que pode acelerar perdas em cenários de liquidação em cascata.

Indicadores Técnicos Reforçam o Risco

Na análise técnica, o MACD cruzou abaixo da linha de sinal, atingindo -1,1, domínio claro dos vendedores. O Directional Movement Index (DMI) caiu para 13 na zona baixista, sinalizando estrutura de tendência enfraquecida. Esses indicadores, combinados com o teste recente de mínimas de oito meses em US$ 20,80, apontam para momentum descendente sustentado.

Em contexto mais amplo, o Bitcoin opera a R$ 476.968 segundo o Cointrader Monitor, com variação positiva de 0,31% em 24h, mas altcoins como HYPE sofrem mais em correções generalizadas.

Suporte de US$ 20 em Xeque: O Que Traders Devem Fazer

Se a pressão vendedora persistir, o HYPE arrisca romper o suporte de US$ 20, mirando US$ 18,70 como próximo alvo. Traders que utilizam a DEX Hyperliquid para negociações de perpétuos devem monitorar liquidez nesse nível, ajustando stops e posições para evitar liquidações. A venda por insiders fragiliza a confiança na plataforma, especialmente quando o token nativo perde tração.

Recomenda-se cautela: aguarde confirmação de reversão acima de US$ 22 para entradas compradas, ou prepare posições vendidas com alvo em US$ 18. Dados on-chain continuam cruciais para antecipar movimentos de baleias e equipe.


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Baleias estilizadas empurrando esfera Bitcoin através de barreira com 91K luminoso, simbolizando fechamento semanal crucial para alta em 2026

Bitcoin Precisa Fechar Acima de US$ 91 Mil Semanal para Preservar Alta em 2026

O Bitcoin negocia próximo de US$ 90 mil, no meio de um canal de alta multianual, mas precisa de um fechamento semanal acima de US$ 91 mil para preservar a tendência de alta de longo prazo, segundo analistas técnicos. Paralelamente, dados on-chain mostram uma mudança de poder: novas baleias agora controlam grande parte do mercado, com prejuízos estimados em US$ 6 bilhões, o que gera pressão vendedora e resistência abaixo desse patamar. Esse cabo de guerra on-chain define os rumos para 2026.


Canal de Alta Multianual em Teste

O preço do Bitcoin está posicionado no ponto médio de um canal ascendente multianual, que tem atuado como âncora de tendência desde o ciclo atual. Níveis como US$ 91 mil foram perdidos e reconquistados repetidamente, inclusive em dezembro passado. Um fechamento semanal abaixo desse suporte invalidaria a estrutura altista, sinalizando possível reversão.

Analistas do Milk Road enfatizam que a preservação do canal é essencial. Qualquer rompimento sustentado das bordas inferiores danificaria a tendência de alta, enquanto closes acima de US$ 91 mil reforçariam o caminho de menor resistência para cima. Apesar da volatilidade recente, a ação de preço dentro do canal mantém características altistas em timeframes elevados.

Essa métrica técnica ignora topos e fundos exatos, focando na integridade estrutural. Com o Bitcoin oscilando entre US$ 88 mil e US$ 92 mil, o fechamento deste domingo (26/01) será decisivo.

Mudança de Poder: Novas Baleias no Controle

Pela primeira vez na história, baleias recentes dominam o Realized Cap do Bitcoin em relação às baleias originais (OG). Essas novas detentoras — holders de curto prazo com mais de 1.000 BTC e idade UTXO inferior a 155 dias — viram seu preço realizado em torno de US$ 98 mil.

Com o spot abaixo de US$ 90 mil, elas acumulam cerca de US$ 6 bilhões em prejuízos não realizados. Dados do CryptoQuant indicam que essas baleias vendem em quedas e saem em rebounds curtos, refletindo maior reatividade à volatilidade. Em contraste, baleias antigas, com preço realizado de US$ 40 mil, permanecem lucrativas e com atividade limitada.

Essa transição explica rebounds instáveis: o suprimento marginal agora é controlado por investidores mais sensíveis a manchetes macro como tensões EUA-UE e Groenlândia.

Acumulação de Baleias vs. Capitulação Retail

Dados on-chain do CryptoQuant mostram baleias acumulando consistentemente desde janeiro, mesmo em correções, enquanto o varejo capitula. Holdings de grandes players cresceram mensalmente, sem declínio, ignorando incertezas geopolíticas. Isso sugere fase de acumulação estrutural, não distribuição.

Como mencionado anteriormente no blog (21/01, ID 3984), baleias compraram na queda recente. O fato novo aqui é o domínio das novas baleias e seus US$ 6 bi em perdas, criando resistência. No entanto, a divergência baleias-varejo é clássica: experientes compram medo, preparando expansão futura.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 476.562 (alta de 0,31% em 24h), alinhado ao suporte global.

Implicações para 2026: O Número Mágico

O fechamento em US$ 91 mil é o ‘número mágico’: acima, valida bull run; abaixo, risco de free fall para US$ 80 mil ou pior. Investidores devem monitorar Realized PnL de novas baleias e volume em suportes. A estrutura atual sugere consolidação antes de resolução, com baleias antigas potencialmente absorvendo oferta.

Para brasileiros, com BTC em R$ 476 mil, o alvo semanal equivale a ~R$ 515 mil. Vale acompanhar exchanges locais para fluxos.


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