Executivos institucionais cartoon avançando com ouro para Coinbase e MSTR, seta +9% subindo e Bitcoin brilhante, sinalizando ofensiva bullish

Institucionais na Ofensiva: ARK Compra Coinbase e MSTR Sobe 9%

Cathie Wood e Michael Saylor: os gigantes voltaram às compras? A ARK Invest reverteu sua estratégia recente ao adquirir US$ 15,2 milhões em ações da Coinbase (COIN), distribuídos em três ETFs, após vender mais de US$ 39 milhões na semana passada. Paralelamente, as ações da MicroStrategy (MSTR) dispararam 9% em after-hours, impulsionadas pelo Bitcoin se aproximando de US$ 70 mil após dados de inflação mais suaves nos EUA. Esses movimentos sinalizam o retorno do apetite institucional.


A Reversão Estratégica da ARK em Coinbase

A ARK Innovation ETF (ARKK), Next Generation Internet ETF (ARKW) e Fintech Innovation ETF (ARKF) compraram, respectivamente, 66.545, 16.832 e 9.477 ações da Coinbase na sexta-feira. O valor totalizou cerca de US$ 15,2 milhões, com as ações da exchange fechando em US$ 164,32, alta de 16,4% no dia. Essa operação marca uma mudança de rumo após a ARK vender US$ 17,4 milhões em 5 de fevereiro e mais US$ 22 milhões em 6 de fevereiro — a primeira redução desde agosto de 2025.

Apesar do prejuízo de US$ 667 milhões reportado pela Coinbase no quarto trimestre de 2025, com receita de transações caindo 37%, os fundamentos da exchange se fortalecem com o crescimento de 13% em assinaturas e serviços. Para investidores como Cathie Wood, a Coinbase representa exposição ao ecossistema cripto em expansão, especialmente com a adoção de ETFs e tesourarias corporativas.

MicroStrategy Impulsionada pelo Bitcoin a US$ 70k

A ação da MicroStrategy ganhou quase 9% em negociações after-hours, alinhada à recuperação do Bitcoin para US$ 69.998 após o CPI americano cair para 2,4% — o menor em quatro anos. Analistas projetam alvos entre US$ 340 e US$ 1.000 para MSTR, dependendo da força do BTC. O RSI semanal abaixo de 30 na 66ª semana do ciclo atual ecoa padrões do ciclo anterior, sugerindo possível fundo.

Michael Saylor reforça a tese ao afirmar que a empresa continuará comprando Bitcoin a cada trimestre, apesar de perdas não realizadas. Com bilhões captados para aquisições, a MSTR exemplifica como tesourarias corporativas constroem reservas de valor de longo prazo, beneficiando-se da narrativa de escassez pós-halving.

Sinais de Otimismo Institucional no Horizonte

Esses fluxos não são isolados: o mercado está construindo bases sólidas para o próximo estágio do ciclo. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 365.662 avança 1,5% em 24 horas, com volume de 149 BTC nas exchanges brasileiras. A correlação entre BTC e ações como COIN e MSTR reforça a visão de alta: instituições veem o ativo como reserva estratégica.

Embora volatilidade persista, esses movimentos de ARK e MicroStrategy indicam confiança na adoção global. Investidores atentos a fluxos de ETF e tesourarias corporativas posicionam-se para tendências de longo prazo, onde o preço é secundário ao crescimento do ecossistema.


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Personagens cartoon estilizados de ARK Invest e JPMorgan erguendo símbolo Bitcoin dourado contra onda de correção, simbolizando apostas institucionais para 2026

Cathie Wood e JPMorgan Apostam Alto no Bitcoin em 2026

Resista ao FUD: em meio à correção recente do Bitcoin para cerca de US$ 66.800, Cathie Wood da ARK Invest afirma que o ativo prosperará no ‘caos deflacionário’ gerado por IA e inovações exponenciais. Paralelamente, o JPMorgan mantém seu viés de alta para 2026, citando subvalorização em relação aos custos de produção. Essas visões institucionais reforçam a tese de adoção de longo prazo.


Caos Deflacionário: A Tese de Cathie Wood

No Bitcoin Investor Week em Nova York, Cathie Wood explicou que tecnologias como IA, robótica e blockchain causarão uma deflação impulsionada por produtividade. Custos de treinamento de IA caem 75% ao ano, e de inferência até 98%, derrubando preços e estressando modelos de negócios legados baseados em dívida e inflação de 2-3%.

O Federal Reserve, dependente de dados atrasados, pode errar na resposta, gerando turbulência no sistema financeiro tradicional. Aqui, o Bitcoin brilha: com suprimento fixo de 21 milhões e arquitetura descentralizada, oferece hedge não só contra inflação, mas também deflação. “Bitcoin não tem os problemas de contraparte dos sistemas tradicionais”, destacou Wood, cujas carteiras da ARK incluem grandes posições em exchanges como Coinbase.

Os fundamentos se fortalecem: diferente da bolha tech dos anos 2000, as tecnologias agora são reais, posicionando o mercado para uma virada narrativa de inflação para deflação produtiva.

JPMorgan: Bitcoin Subvalorizado e Pronto para Influxo

A JPMorgan, liderada pelo estrategista Nikolaos Panigirtzoglou, vê o Bitcoin negociado a US$ 66.300 como subvalorizado frente aos US$ 77.000-US$ 80.000 de custos de produção. Historicamente, esse piso atrai compras altistas, com miners ineficientes saindo e hash rate se ajustando.

O momentum vira com o retorno de investidores institucionais, não varejo. Bitcoin ganha atratividade sobre ouro, com volatilidade estabilizando e divergência recente favorecendo o BTC. Avanços regulatórios nos EUA, como o Clarity Act, removerão barreiras, liberando capital à espera.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 348.728 (-0,28% em 24h), refletindo o cenário global mas com potencial local via adoção crescente.

Implicações para o Ciclo de 2026

Essas perspectivas conectam à narrativa maior: o mercado está construindo bases sólidas pós-halving. Instituições como ARK e JPMorgan ignoram ruído curto prazo, focando em adoção. Fluxos de ETF, tesourarias corporativas e clareza regulatória aceleram o ecossistema.

Volatilidade persiste — correções como a atual testam resiliência —, mas ciclos passados mostram que pânicos cedem a altas sustentadas. Para o investidor comum, isso significa paciência estratégica: monitore custos de produção, fluxos institucionais e convergência tech-financeira.

O otimismo é fundamentado: Bitcoin não é especulação, mas reserva de valor em um mundo de disrupção exponencial.


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Personagens cartoon de gigantes institucionais impulsionando token ZRO com +40%, simbolizando apoio de Citadel e Google Cloud ao novo L1 Zero

ZRO Dispara 40% com Apoio de Citadel e Google Cloud ao Zero

O token ZRO, nativo do protocolo LayerZero, disparou mais de 40% em 24 horas após o anúncio do novo blockchain Layer-1 chamado Zero, apoiado por gigantes como Citadel Securities, ARK Invest e Google Cloud. Previsto para lançar no outono de 2026, o Zero promete revolucionar a infraestrutura financeira global com escalabilidade extrema e interoperabilidade entre mais de 165 blockchains. Essa validação institucional reforça a tese de adoção em massa da tecnologia blockchain.


O Que É o Blockchain Zero?

O blockchain Zero é uma solução Layer-1 projetada para mercados institucionais, eliminando gargalos de escalabilidade das redes descentralizadas. Com capacidade para processar 2 milhões de transações por segundo (TPS) por zona e taxas próximas de zero, ele utiliza provas de conhecimento zero (ZK) para separar execução de verificação, permitindo uma arquitetura heterogênea.

Isso cria dois tipos de validadores: Block Validators leves, rodando em hardware comum, e Block Producers de alto desempenho opcionais. Bryan Pellegrino, CEO da LayerZero Labs, afirma que essa inovação avança a indústria em pelo menos uma década, pavimentando o caminho para trazer a economia global on-chain. O ZRO atuará como token nativo, garantindo interoperabilidade entre as três zonas iniciais e as mais de 165 blockchains conectadas.

Essa estrutura não só resolve problemas crônicos de velocidade e custo, mas também abre portas para aplicações reais em finanças tradicionais, como trading 24/7 e gerenciamento de colaterais tokenizados.

Apoio de Gigantes Institucionais

O lançamento recebe endosso de players de peso. A Citadel Securities investiu estrategicamente em ZRO e colabora em trading, clearing e settlement. A ARK Invest, de Cathie Wood, torna-se acionista e Wood entra no conselho consultivo ao lado de executivos da ICE e ex-BNY Mellon.

A DTCC explora o Zero para escalar seu serviço de tokenização, enquanto a ICE avalia trading contínuo. Google Cloud investiga micropagamentos para agentes de IA, e Tether anuncia investimento separado na LayerZero. Essa convergência de titãs valida a interoperabilidade omnichain como pilar da próxima fase da adoção blockchain.

Como em ciclos passados com ETFs de Bitcoin, fluxos institucionais fortalecem os fundamentos, atraindo capital e reduzindo volatilidade de longo prazo.

Reação do Mercado e Perspectivas

A notícia impulsionou o ZRO de US$ 1,35 para máxima de US$ 2,59 em quatro meses, negociando em US$ 2,45 com alta semanal de 36,5%. O mercado reage à promessa de uma ‘computadora mundial multi-core’, unindo finanças tradicionais e Web3.

Analistas veem potencial para rompimentos acima de US$ 2,60, mas o foco está na construção do ecossistema. O Zero representa um marco na maturidade da infraestrutura cripto, similar à adoção de Bitcoin por tesourarias corporativas. Investidores atentos a ciclos sabem: adoção institucional é o verdadeiro driver de valor sustentável.

Vale monitorar o lançamento das zonas e integrações iniciais, que podem catalisar uma nova onda de inovação interoperável.


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Gestora cartoon capturando ações douradas caindo com rede enquanto Bitcoin despenca, simbolizando compra oportunista de Cathie Wood

Cathie Wood Compra US$ 34 Milhões em Robinhood na Queda do Bitcoin

A ARK Invest, liderada por Cathie Wood, adquiriu 433.806 ações da Robinhood (HOOD) por aproximadamente US$ 33,8 milhões na quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026, enquanto o Bitcoin caía abaixo de US$ 66 mil. A operação ocorre em um momento de fraqueza no mercado cripto, com ETFs de BTC registrando saídas de US$ 276 milhões. Os dados indicam uma aposta institucional em ativos ligados a criptomoedas apesar da volatilidade recente.


Detalhes da Operação de Compra

Os números mostram que a ARK Invest comprou as ações da Robinhood quando elas negociavam em queda de quase 9% no dia, conforme dados do TradingView. Além da HOOD, a gestora aumentou posições em Bullish (BLSH), com 364.134 ações a US$ 11,6 milhões, e Circle (CRCL), emissora do USDC, com 75.559 ações por US$ 4,4 milhões. No total, as aquisições somam cerca de US$ 50 milhões em papéis ligados ao ecossistema cripto.

Equivalente em reais, considerando o dólar a R$ 5,21, a compra da Robinhood representa aproximadamente R$ 176 milhões. Essa movimentação contrasta com a recente venda de US$ 17 milhões em ações da Coinbase pela ARK, sinalizando uma realocação estratégica dentro do setor.

Robinhood como Principal Ativo Cripto no ARKK

Após a compra, a Robinhood tornou-se a maior posição ligada a cripto no ARK Innovation ETF (ARKK), representando 4,1% do portfólio, ou cerca de US$ 248 milhões. Isso reflete a tese de investimento da ARK em plataformas de trading acessíveis, especialmente após o lançamento do testnet da Robinhood Chain, uma blockchain layer 2 para serviços financeiros e ativos tokenizados do mundo real (RWAs).

No quarto trimestre de 2025, a Robinhood reportou receita recorde de US$ 1,28 bilhão, alta de 27% ante o ano anterior, embora abaixo das expectativas de Wall Street (US$ 1,34 bilhão). A ação caiu 8% pós-resultados, mas os volumes em cripto permanecem relevantes no modelo de negócios.

Contexto de Mercado: Pressão no Bitcoin e ETFs

Os dados de mercado confirmam a fraqueza: o Bitcoin negociou abaixo de US$ 66 mil, com ETFs spot registrando saídas líquidas de US$ 276,3 milhões na quarta-feira, reduzindo o AUM total para US$ 85,7 bilhões, o menor desde novembro de 2024. As entradas semanais agora são mínimas, em US$ 35,3 milhões. ETFs de Ether tiveram saídas de US$ 129,2 milhões.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 343.658,91 (-2,48% em 24 horas), com volume de 348 BTC. Níveis de suporte próximos incluem a média móvel de 50 dias em torno de US$ 65.000, enquanto resistência fica em US$ 70.000.

Implicações e Níveis a Monitorar

A estratégia da ARK sugere que a Robinhood é vista como proxy para recuperação do ecossistema cripto, dada sua exposição a volumes de trading em BTC e altcoins. Os dados indicam confiança em narrativas como RWAs e layer 2s, mesmo com outflows em ETFs. Investidores devem observar o volume de negociação da HOOD e inflows em ETFs para confirmar momentum.

Níveis técnicos chave para BTC: suporte em US$ 64.000-65.000 (200-day MA) e resistência em US$ 68.000. Uma estabilização acima de US$ 67.000 pode sinalizar reversão de curto prazo, conforme padrões recentes.


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Tubarões cartoon poderosos emergindo de oceano turbulento para acumular tesouro dourado BTC, ignorando medo com adoção institucional

Tubarões Ignoram Medo: MicroStrategy, Ark e ETFs Acumulando Bitcoin

Enquanto o varejo vende no pânico com o Bitcoin testando suportes abaixo de US$ 70.000, os tubarões institucionais estão em campo aberto, montando as maiores posições da história. A MicroStrategy expandiu suas reservas com a compra de 1.142 BTC por US$ 90 milhões, elevando o total para 714.644 BTC. Ao mesmo tempo, a Ark Invest de Cathie Wood continua acumulando ativos proxy de cripto, e os ETFs de Bitcoin nos EUA registram influxos consecutivos pela primeira vez em um mês, totalizando US$ 616 milhões. Os fundamentos se fortalecem.


MicroStrategy e Bitmine: Baleias Corporativas em Ação

A MicroStrategy não vacila apesar das perdas não realizadas em sua tesouraria de Bitcoin. Entre 2 e 8 de fevereiro, a empresa adquiriu 1.142 BTC a um preço médio de US$ 78.815, elevando suas reservas para 714.644 BTC, avaliados em cerca de US$ 49 bilhões. O custo médio de aquisição é de US$ 76.056 por BTC, acima dos níveis atuais, mas o CEO Phong Le afirma que seria necessária uma queda de 90% para pressionar a dívida conversível. Esse movimento demonstra confiança inabalável no Bitcoin como reserva de valor corporativa.

Paralelamente, a Bitmine Immersion Technologies, presidida por Tom Lee, divulgou US$ 10 bilhões em ativos, incluindo 4,3 milhões de ETH (3,58% do suprimento total) a US$ 2.125 cada, mais 193 BTC e stakes em empresas. Com 2,89 milhões de ETH em staking (US$ 6,2 bilhões), a companhia adicionou 40.613 ETH na semana, vendo o recuo como oportunidade. Esses fluxos corporativos sinalizam que o mercado está construindo bases sólidas para o próximo ciclo.

Ark Invest: Cathie Wood Apostando na Convergência

Cathie Wood e sua Ark Invest executaram nova rodada de compras em ativos proxy de cripto com viés de alta, dias após a última acumulação. Focando em infraestrutura digital como exchanges e provedores de liquidez, a gestora ignora a volatilidade de curto prazo. Seu ARKK e ARKF posicionam-se para a fusão de tecnologias disruptivas: IA, blockchain e robótica. Wood vê desalinhamento entre valuations atuais e a curva de adoção real do ecossistema cripto.

Essa estratégia conecta-se à tendência de interoperabilidade, como projetos L3 unindo Bitcoin, Ethereum e Solana. Com influxos institucionais persistentes, a Ark reforça a tese de que o varejo reage ao ruído, enquanto profissionais focam no longo prazo. Os dados sugerem que os fundamentos do Bitcoin estão mais robustos do que nunca.

ETFs de Bitcoin: Fim da Seca de Influxos

Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA romperam uma sequência de resgates desde meados de janeiro, registrando US$ 471 milhões na sexta e US$ 145 milhões na segunda, total de US$ 616 milhões. Apesar de queda de 50% dos picos de outubro, o AUM caiu apenas 6-7%, de 1,37 milhão para 1,29 milhão de BTC. Isso reflete confiança de longo prazo dos investidores institucionais.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 358.250 (variação -0,48% em 24h) beneficia-se dessa resiliência. Com dólar a cerca de R$ 5,19, equivalentes em reais destacam o apetite brasileiro por exposição regulada via ETFs.

O Que Isso Significa para o Ciclo Atual

A confluência de MicroStrategy, Bitmine, Ark e ETFs é um indicador clássico de maturidade: adoção institucional acelera independentemente de correções. Historicamente, fluxos de baleias precedem valorizações expressivas pós-halving. Embora volatilidade persista, esses movimentos constroem o assoalho para a próxima perna de alta. Vale monitorar o mNAV da MicroStrategy e volumes de ETF — os tubarões ditam o ritmo, e o varejo sábio segue.


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Personagens cartoon de Ark vendendo ações COIN em queda e MSTR celebrando alta de 25% com Bitcoin central, ilustrando correlações de ações cripto

Cripto na Bolsa: Lições das Vendas da Ark e Alta da MSTR

Enquanto a Ark Invest de Cathie Wood vendeu mais de 119 mil ações da Coinbase por US$ 19 milhões em meio à queda do Bitcoin para abaixo de US$ 63 mil, a MicroStrategy viu suas ações dispararem 25% com a recuperação do BTC para US$ 70 mil. Essa dança dos gigantes mostra a forte correlação entre ações como COIN e MSTR com o preço do Bitcoin. Para o investidor de varejo brasileiro, é hora de observar e ajustar o portfólio sem pânico? Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 369 mil hoje (+2,48%).


Ark Invest rebalanceia em meio à turbulência

A Ark Invest, conhecida por apostas ousadas em tech e cripto, vendeu 119.236 ações da Coinbase na quinta-feira passada, totalizando mais de US$ 19 milhões — valor que, com o dólar a cerca de R$ 5,20, equivale a uns R$ 100 milhões. Isso veio logo após eles terem aumentado a posição na exchange. O motivo? Queda brusca do Bitcoin de US$ 78 mil para menos de US$ 63 mil, arrastando o preço da COIN para o menor nível desde março do ano passado.

Mas calma: a Coinbase ainda é a sétima maior posição da Ark, com US$ 425 milhões em ETFs. Ao mesmo tempo, eles compraram ações da Bullish (US$ 19 milhões, totalizando US$ 138 milhões) e da Brera Holdings, focada em Solana. Para o brasileiro comum, que talvez invista via BDRs ou apps de corretora, isso sinaliza rebalanceamento: gigantes vendem em picos de volatilidade para comprar oportunidades.

MicroStrategy acelera com recuperação do BTC

Em contraste, as ações da MicroStrategy (MSTR) subiram 25% em 24 horas, de US$ 107 para US$ 134, puxadas pelo BTC voltando a US$ 70 mil (+5%). A empresa detém 713.502 BTC, o que faz sua ação funcionar como um "proxy" amplificado do Bitcoin — sobe mais na alta, cai mais na baixa.

No fim de 2025, eles reportaram prejuízo de US$ 12,4 bilhões por causa do crash do BTC, mas o CEO Phong Le e Michael Saylor mantêm a fé: só haveria risco real se BTC caísse para US$ 8 mil e ficasse lá meses. Para nós no Brasil, imagine isso no seu portfólio de ações tech: uma alta de 25% na MSTR pode turbinar seu saldo em corretoras como XP ou Clear, mas lembre que é volátil como o próprio Bitcoin.

Correlação COIN e MSTR com Bitcoin: o que observar

Analistas notam padrões: a Coinbase pode ter uma alta acima de US$ 200, segundo experts, após rebote de 19% para US$ 165. Isso segue histórico de suportes em US$ 158 (2024/2025). Já a MSTR amplifica movimentos do BTC. O mercado cripto como um todo subiu 5,47% para US$ 2,34 trilhões, com Robinhood +13% e COIN +10%.

Para o varejo, a lição é simples: ações como COIN e MSTR são "cripto na bolsa", acessíveis via home broker sem wallet. Mas correlacionam forte com BTC — quando ele cai 20%, elas despencam mais. No Brasil, com IOF e IR sobre ganhos, calcule custos: R$ 369 mil no BTC hoje pode virar R$ 300 mil amanhã.

Guia prático para o investidor brasileiro

Situação: gigantes rebalanceiam, BTC oscila. Impacto: seu BDR de COIN ou ETF tech sente o tranco — uma alta de 25% na MSTR pode render o equivalente a 3 meses de salário mínimo no seu portfólio pequeno. O que fazer?

  1. Monitore correlação via apps como TradingView;
  2. Defina stop-loss para proteger capital;
  3. Diversifique: não mais de 10% em cripto-proxy;
  4. Acompanhe BTC em R$ via Cointrader;
  5. Evite FOMO — espere estabilização acima de US$ 70 mil.

Não é hora de pular fora só porque Ark vendeu, nem comprar eufórico pela MSTR. Seja como um vizinho esperto: observe, ajuste devagar e foque no longo prazo, considerando impostos e taxa do dólar.


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Baleia cartoon gigante com óculos acumulando moedas BTC e XCN na profundidade oceânica, enquanto peixes varejo fogem em pânico, simbolizando compras de smart money na baixa do Bitcoin

Smart Money Acumula: Baleias e Ark Invest Compram na Baixa do BTC

Investigações revelam um movimento silencioso no mercado cripto: enquanto o Bitcoin despenca para US$ 76 mil (R$ 398.400, segundo o Cointrader Monitor), baleias acumulam quase 10 bilhões de Onyxcoin (XCN) em 24 horas, equivalentes a US$ 55 milhões. Paralelamente, a Ark Invest de Cathie Wood dobra posições em ações como BitMine e Coinbase. O que esses grandes participantes sabem que o varejo ainda ignora nesta correção de 60%?


Acumulação Massiva de Baleias em XCN

Evidências on-chain mostram que detentores de grandes carteiras, conhecidas como baleias, compraram quase 10 bilhões de XCN em um único dia, aproveitando zonas de suporte estrutural. Esse volume, avaliado em cerca de US$ 55 milhões, contrasta com a saída de 99% dos fluxos de varejo das exchanges, sinalizando falta de confiança dos pequenos investidores.

O ativo negocia dentro de um padrão de cunha descendente no gráfico de 12 horas, com risco de cruzamento de baixa nas médias móveis. No entanto, a acumulação institucional forma um piso sólido, limitando quedas adicionais. Investigações apontam para uma estratégia clara: posicionamento antes da reação do varejo a sinais de recuperação.

Apostas Agressivas da Ark Invest em Infraestrutura Cripto

A Ark Invest ampliou sua exposição a ações relacionadas a cripto, comprando mais de US$ 8,7 milhões em ações da Circle (CRCL) e US$ 6 milhões da BitMine Immersion Technologies (BMNR), conforme registros recentes. A gestora também reforçou posições em Coinbase (COIN), Bullish e seu próprio ETF de Bitcoin spot (ARKB).

Atualmente, detém quase US$ 248 milhões em CRCL e US$ 228 milhões em BMNR, tornando-as as 15ª e 16ª maiores posições. Coinbase representa US$ 425 milhões, a 7ª maior. Essas compras ocorrem apesar de quedas de mais de 20% nas ações nos últimos dias, ecoando aquisições anteriores em novembro, quando BMNR valia US$ 38 e agora está em US$ 21,78.

Divergências Técnicas e Contexto da Queda do BTC

No XCN, uma divergência de alta no RSI — preços em lows mais baixos, mas RSI em higher lows entre 21 de janeiro e 3 de fevereiro — sugere exaustão vendedora. Fechamento acima de US$ 0,0057 pode acelerar para US$ 0,0061, com alvos em US$ 0,0070-0,0076. A tese de alta só invalida abaixo de US$ 0,0052.

O Bitcoin, após tocar US$ 75.442 no fim de semana, oscila em torno de US$ 74.618-79.000. Cathie Wood mantém previsão de US$ 1,2 milhão até 2030, apesar de bolha em metais preciosos como ouro. Mas bandeiras vermelhas surgem: por que acumular em meio a volatilidade geopolítica e correção prolongada?

O Que Isso Significa para Investidores?

O dinheiro inteligente posiciona-se na baixa, mas o varejo deve exercer ceticismo. Evidências apontam oportunidades, mas volatilidade persiste. Monitore níveis chave em XCN e fluxos on-chain; diversifique e evite FOMO. Projetos sem transparência ou fundamentos frágeis merecem escrutínio extra — proteja seu capital verificando fontes primárias antes de seguir baleias.


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Personagens cartoon BlackRock e ARK entregando baús de cripto a cofre Coinbase com interrogação, simbolizando transferência de US$ 670 mi em BTC/ETH

BlackRock Transfere US$ 670 milhões para Coinbase: Venda ou Custódia?

A BlackRock transferiu mais de US$ 670 milhões em Bitcoin e Ethereum para a Coinbase Prime na segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026, conforme dados da Arkham Intelligence. Especificamente, 6.918 BTC (US$ 539 milhões) e 58.327 ETH (US$ 133 milhões) foram depositados na plataforma institucional. Os dados mostram que essas movimentações estão ligadas às operações de criação e resgate dos ETFs spot de Bitcoin (IBIT) e Ethereum, mas coincidem com outflows recordes nos produtos. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 412.646,16 nesta terça-feira, com variação de +0,59% em 24 horas.


Detalhes das Transferências da BlackRock

Os dados da Arkham Intelligence indicam que as transferências ocorreram em um contexto de pressão no mercado cripto. O IBIT da BlackRock registrou saída líquida de US$ 528 milhões na sexta-feira passada, o maior resgate diário desde o lançamento. No agregado, os ETFs spot de Bitcoin listados nos EUA tiveram outflows de US$ 1,5 bilhão na semana, segundo a Farside Investors.

Transferências de grande volume para custodiantes como a Coinbase Prime nem sempre sinalizam liquidações imediatas. Elas podem refletir ajustes operacionais para processos de criação e redenção de unidades dos ETFs, que exigem custódia direta. No entanto, com o Bitcoin testando níveis abaixo de US$ 75.000 após um sell-off de fim de semana, esses fluxos merecem monitoramento próximo. Em reais, o valor transferido equivale a aproximadamente R$ 3,53 bilhões (cotação USD/BRL a R$ 5,27).

A média móvel exponencial de 50 dias (EMA50) do BTC/USD encontra-se em torno de US$ 85.000, atuando como resistência recente, enquanto o suporte imediato está nos US$ 72.000.

Compras Contra-Cíclicas da ARK Invest

Em paralelo, a ARK Invest, de Cathie Wood, adquiriu cerca de US$ 72 milhões em ações ligadas a cripto em seus fundos ARKF, ARKK e ARKW. As maiores posições incluem Robinhood (HOOD, US$ 32,7 milhões), CoreWeave (CRWV, US$ 14,6 milhões), Circle (CRCL, US$ 9,4 milhões), Bitmine (BMNR, US$ 6,3 milhões), Bullish (BLSH, US$ 6 milhões), Block (XYZ, US$ 1,9 milhão) e Coinbase (COIN, US$ 1,3 milhão).

Essas compras ocorreram durante a queda do Bitcoin abaixo de US$ 75.000, alinhando-se à estratégia histórica da ARK de acumular em fraquezas cíclicas. A gestora aposta em maior adoção e volumes de transação no longo prazo, especialmente em exchanges e infraestrutura. O Ethereum, por sua vez, cotado a R$ 12.062,65, registrou variação de -0,23% em 24 horas.

Contexto de Mercado e Fluxos Institucionais

Os movimentos destacam o rastro deixado por grandes instituições nas exchanges. A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, usa a Coinbase como custodiante principal para seus ETFs, o que explica parte dos fluxos. Já a ARK foca em ações de empresas expostas ao ecossistema cripto, como a própria Coinbase, reforçando a tese de diversificação em tempos de volatilidade.

Os dados on-chain mostram volume de 332,4 BTC negociados em 24 horas no mercado brasileiro. Indicadores como o RSI (14 períodos) do BTC/USD em 42 sugerem território neutro, sem sobrecompra ou sobrevenda extrema. Níveis a observar incluem suporte em US$ 72.000 e resistência em US$ 85.000.

O Que Monitorar Adiante

Investidores devem acompanhar os relatórios diários de fluxos de ETFs via Farside Investors e plataformas como Arkham para sinais de continuidade nos outflows. Volumes de transferência para custodiantes e compras de ações por fundos como ARK podem indicar apetite institucional. No curto prazo, a reação do Bitcoin à EMA200 (US$ 70.000) será chave para definir a tendência.


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Caminhos geométricos bold dourado e cyan divergindo em abismo negro com rachaduras vermelhas, simbolizando descolamento entre Bitcoin e ouro

Bitcoin vs Ouro: Por Que a Narrativa de Refúgio Falhou Agora

Os dados mostram o Bitcoin negociado abaixo de US$ 80.000, com queda para US$ 76.540, enquanto ouro e prata registraram alta inicial seguida de unwind acentuado devido a notícias sobre o Irã. A pressão de venda persistente abaixo de US$ 90.000 no order book reflete comportamento de ativo de risco, não de refúgio como o ouro digital. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 409.299, com variação de -1,88% em 24h. ARK Invest destaca correlação baixa de 0,14 desde 2020.


Dinâmica do Order Book Pressiona BTC

Os dados de liquidez revelam ondas repetidas de ordens de venda visíveis logo acima dos preços spot, suprimindo o momentum altista do Bitcoin. Ferramentas como FireCharts indicam uma estratégia de liquidity herding por um grande player, concentrando bids entre US$ 85.000 e US$ 87.500. Essa zona atuou como suporte temporário, mas a quebra acelerou a venda para US$ 74.000US$ 76.000.

Um fechamento mensal abaixo de US$ 87.500 — nível de abertura de 2026 — sinalizaria falha técnica, potencializando momentum baixista em um cenário de baixa liquidez. Isso contrasta com o comportamento esperado de refúgio seguro, onde o BTC seguiria ouro em momentos de estresse.

Unwind de Commodities e BTC como Risco

Notícias sobre o Irã deflaram o prêmio de risco geopolítico, levando ouro a US$ 4.535 (abaixo da retração de 38,2% em US$ 4.652) e prata em queda livre. Moedas de commodities como AUD, NZD e CAD enfraqueceram, enquanto o Bitcoin, na casa dos US$ 70.000, reflete pressão de liquidações elevadas.

Os dados mostram o BTC correlacionado a ativos de risco, não como hedge. Retração de 50% no ouro em US$ 4.360 é o próximo suporte; abaixo, US$ 4.206. No Brasil, ouro está a R$ 24.822 por onça, dólar a R$ 5,26.

Perspectiva de Longo Prazo da ARK Invest

A ARK Invest reafirma visão estrutural: correlação BTC-ouro de 0,14 desde 2020, com ouro liderando os dois ciclos de alta anteriores do Bitcoin. Níveis extremos de ouro vs M2 (semelhantes a 1930 e 1980) sugerem possível reversão histórica, mas papéis distintos — BTC por adoção, ouro por debasement.

Apesar da queda de 35% do pico de outubro/2025, ARK enfatiza ciclos independentes. Volatilidade atual reforça necessidade de monitorar fluxos ETF e liquidez global.

Níveis Chave e Fatores Macro

Juros no front-end não mostram flight to quality clássico, limitando alta do USD. Geopolítica (Irã), liquidez fina e opções expiry pressionam. Para BTC, bids em US$ 85.00087.500 definem próximo movimento; ouro testa US$ 4.360. Investidores devem observar volume 24h (472 BTC no Brasil) e variação macro.


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Personagens cartoon de Saylor frustrado com gráfico BTC vermelho em 75K e Cathie Wood estourando bolha de ouro, ironizando crash cripto

Saylor no Vermelho e Cathie Wood Contra Bolha do Ouro

Interessante que justo quando o Bitcoin despenca abaixo dos US$ 75 mil, a posição da MicroStrategy de Michael Saylor vire vermelha pela primeira vez. Enquanto isso, Cathie Wood, da Ark Invest, declara guerra ao ouro, chamando-o de verdadeira bolha — não a IA. Num crash que liquida US$ 1,87 bilhão em derivativos, os evangelistas cripto enfrentam a realidade gráfica. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 411.223, com queda de 7,49% em 24h.


MicroStrategy Entra no Prejuízo

Curioso como o mercado decide testar a fé de Saylor bem agora. O preço médio de aquisição da MicroStrategy é de US$ 76.037 por BTC, e com a queda para abaixo de 75k — nível visto pela última vez em abril de 2025, com as tarifas de Trump —, a posição icônica virou negativa. Saylor, fiel ao script, tuitou: “Built for the Long Run”. Mas os fatos são teimosos: desde as 15h, BTC perdeu quase 6%, e o Open Interest caiu 8,3%.

Nos derivativos, o caos: US$ 1,87 bilhão liquidados em 4h, US$ 1,79 bilhão de posições compradas em ETH (US$ 850 milhões). Hyperliquid concentrou metade. Baleias fechando posições de 8 dígitos. Tensão no Oriente Médio, com Irã em alerta e EUA mobilizando navios, pesa no risco-off. Rumores de vendas coordenadas no X, mas sem provas concretas.

Cathie Wood Mira o Ouro

Enquanto Saylor segura o tranco, Cathie Wood ataca outro flanco. Quinta-feira, ouro em ATH acima de US$ 5.600, recorde na M2 dos EUA. Ela avisa: “Odds are high que o ouro vai cair”, comparando a picos parabólicos de fim de ciclo, como 1980. E voilà: sexta, ouro -9% para US$ 4.861, prata -27% para US$ 83. Previsão certeira.

Para Wood, bolha não é IA — que ela defende como diferente da tech bubble dos 2000s —, mas ouro. Mineradores inflacionam suprimento; BTC, não: +0,82% ao ano até 2028. Ark projeta BTC a US$ 1,2 mi até 2030, cortado de 1,5 mi por stablecoins. Holdings em Coinbase, Circle e ARKB reforçam o bias pró-cripto.

Evangelistas vs. Realidade Gráfica

Absurdo observar: Saylor, o sumo sacerdote do BTC, vê unrealized loss; Wood, profeta tech, acerta no ouro enquanto cripto sangra. Mercado reflete humanos: euforia vira pânico, HODLers testados. Brasileiros sentem em R$ 411k — volume 24h de 502 BTC nas exchanges locais.

Insight: volatilidade é o preço da asimetria. Longo prazo pode validar narrativas, mas gráficos não perdoam timing. Monitorar Fed, geopolítica e liquidações. Para quem riu dos absurdos em 2021, isso é só mais um capítulo da loucura cripto.


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Executivos cartoon abrindo cofre dourado para ecossistema AVAX e altcoins, simbolizando ETF da VanEck e aposta da ARK em diversificação cripto

VanEck Lança ETF de Avalanche: ARK Invest Aposta em Índice Altcoin

A gestora VanEck lançou o primeiro ETF spot de Avalanche (AVAX) listado nos EUA, sob o ticker VAVX, abrindo portas para exposição direta ao token em bolsas tradicionais. Em paralelo, a ARK Invest de Cathie Wood protocolizou dois ETFs atrelados ao índice CoinDesk 20, um incluindo Bitcoin e outro sem ele. Essa movimentação sinaliza a diversificação institucional além do duo BTC/ETH, beneficiando investidores brasileiros com opções mais amplas.


VanEck Inova com ETF Spot de AVAX

O novo fundo VAVX rastreia o preço do AVAX e pode gerar retornos via staking, isentando taxas de patrocínio nos primeiros US$ 500 milhões em ativos até 28 de fevereiro. Após isso, a taxa será de 0,20%. Kyle DaCruz, diretor de ativos digitais da VanEck, destacou que o produto facilita o acesso para RIAs, gestores de patrimônio e instituições, sem a complexidade de gerenciar infraestrutura blockchain.

Avalanche, rede lançada em 2020 pela Ava Labs, tem capitalização de US$ 5,1 bilhões e AVAX cotado a US$ 11,76, apesar de queda de 92% desde o ATH de 2021. Esse lançamento segue tentativas regulatórias desde março de 2025, pavimentando caminho para ETFs semelhantes da Grayscale e Bitwise.

ARK Invest e o Índice CoinDesk 20

A ARK protocolizou S-1 para dois ETFs no NYSE Arca: um espelhando o CoinDesk 20 — benchmark de ativos líquidos como BTC, ETH, SOL, XRP e ADA — e outro excluindo Bitcoin via futuros longos no índice e curtos em BTC. Usando contratos futuros regulados, evitam custódia direta, simplificando para investidores tradicionais.

Cathie Wood reforça sua visão de alta no ecossistema cripto diversificado. Esses produtos seguem propostas semelhantes da WisdomTree e ProShares, indicando maturidade no mercado de índices cripto.

Diversificação Institucional em Alta

Esses lançamentos e arquivamentos marcam a quebra do monopólio BTC/ETH nos ETFs. BlackRock arquivou um ETF de renda premium em Bitcoin com opções, enquanto Amplify lançou ETFs em stablecoins e tokenização. Bitwise planeja 11 ETFs de estratégia em altcoins como NEAR, SUI e UNI. Para brasileiros, isso significa maior liquidez e opções via corretoras globais.

O mercado reage com otimismo: AVAX subiu 3% recentemente, refletindo confiança na adoção. Instituições buscam yield e diversificação, reduzindo riscos concentrados.

Próximos Passos para o Mercado Cripto

Aprovações pendentes da SEC definirão o ritmo. Grayscale e Bitwise aguardam para AVAX, enquanto ARK aguarda 19b-4 do NYSE. Investidores devem monitorar fluxos: ETFs BTC tiveram saídas recentes, mas altcoins ganham tração. Essa expansão valida cripto como classe de ativo madura, atraindo trilhões em capital institucional.

Com volume 24h de AVAX em alta e CoinDesk 20 como referência confiável, o cenário é promissor para diversificação estratégica.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Personagem cartoon de Cathie Wood apontando para balança onde Bitcoin supera ouro pesado, simbolizando superior diversificação em portfólio

Cathie Wood: Bitcoin é Superior ao Ouro na Diversificação

A CEO da Ark Invest, Cathie Wood, posicionou o Bitcoin como a melhor fonte de diversificação para investidores institucionais em busca de retornos mais altos por unidade de risco. Em sua visão para 2026, ela destaca a baixa correlação do BTC com ações, títulos e ouro. Esqueça o ouro? Cathie explica por que o Bitcoin é essencial no portfólio hoje, com dados mostrando correlação de apenas 0.28 com o S&P 500.


Dados da Ark: Baixa Correlação do Bitcoin

Segundo os dados analisados pela Ark Invest, desde 2020 o Bitcoin exibe correlações de preço mais fracas com os principais ativos tradicionais do que estes entre si. Por exemplo, a correlação do BTC com o S&P 500 é de 0.28, enquanto o índice de ações apresenta 0.79 com fundos de investimento imobiliário (REITs). Essa desconexão torna o Bitcoin atraente para gestores de portfólios ajustados ao risco.

Cathie Wood enfatiza que essa característica permite aos alocadores de ativos elevar retornos sem aumentar proporcionalmente a volatilidade. “O Bitcoin deve ser uma boa fonte de diversificação para quem busca higher returns per unit of risk”, escreveu ela em sua nota de outlook para 2026. Para instituições gerenciando grandes volumes, isso posiciona o BTC além de um ativo especulativo, como uma reserva estratégica de valor.

A gestora mantém sua projeção bullish, prevendo o Bitcoin alcançando US$ 1,5 milhão até 2030, reforçando a visão de longo prazo.

Contraste com o Ouro e Endossos Institucionais

Enquanto alguns analistas, como o estrategista da Jefferies, Christopher Wood, optam por ouro devido a preocupações com computação quântica, a tese de Cathie prevalece entre grandes players. Morgan Stanley recomenda alocações oportunistas de até 4% em cripto, e o Bank of America autoriza consultores a sugerir o mesmo para clientes de alta renda.

No Brasil, a Itaú Asset Management, maior gestora do país, sugere até 3% em Bitcoin como hedge contra choques cambiais e de mercado. A CF Benchmarks também vê o BTC como “staple” em portfólios, projetando eficiência via melhores retornos e diversificação. Esses endossos constroem confiança institucional, validando a baixa correlação destacada pela Ark.

O ouro, tradicionalmente visto como diversificador, perde terreno ante o BTC em cenários de alta inflação e instabilidade fiat, graças à escassez programada de 21 milhões de unidades.

Cotação Atual e Implicações para Brasileiros

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 511.396 (média das exchanges brasileiras), com variação de -0,4% nas últimas 24 horas e volume de 93,66 BTC. Em dólares, ronda US$ 95.000, alinhado ao momento otimista.

Para investidores brasileiros, essa tese reforça a estratégia de longo prazo: alocações modestas em BTC protegem contra desvalorização do real e volatilidade global. Com adoção crescente por corporações e fundos, o ativo ganha maturidade, reduzindo riscos percebidos.

Próximos Passos para seu Portfólio

A recomendação é clara: monitore a evolução das correlações e adote alocações graduais, como sugerem as instituições. O Bitcoin não substitui ativos tradicionais, mas complementa com seu perfil único. Em um mundo de políticas monetárias expansionistas, sua resiliência como “ouro digital” é um diferencial competitivo. Invista com visão de 5-10 anos para capturar o upside projetado pela Ark.


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Personagens cartoon de Trump e Cathie Wood abrindo cofre nacional transbordando Bitcoin, simbolizando reserva estratégica dos EUA em 2026

Cathie Wood: Trump Pode Comprar BTC para Reserva EUA em 2026

A CEO da ARK Invest, Cathie Wood, prevê que o presidente Donald Trump pode finalmente iniciar compras diretas de Bitcoin para a reserva estratégica dos EUA em 2026, antes das eleições de meio de mandato. Essa ação, conectada ao plano da senadora Cynthia Lummis de acumular 1 milhão de BTC, poderia destravar um super ciclo de alta, reafirmando a escassez do ativo com apenas 1 milhão de moedas restantes para mineração.


Previsão de Cathie Wood para Ação de Trump

Cathie Wood destacou no podcast Bitcoin Brainstorm da ARK que Trump tem múltiplos incentivos para avançar nas compras de Bitcoin. Além do apoio maciço da comunidade cripto que ajudou na sua vitória eleitoral, a família Trump está profundamente envolvida em ativos digitais. Wood acredita que o presidente não quer ser visto como um “pato manco” e usará o crypto para mostrar resultados concretos antes das midterms de 2026.

Atualmente, a reserva dos EUA só acumula BTC confiscados em ações judiciais, totalizando cerca de 328 mil BTC (US$ 30 bilhões). No entanto, esses ativos estão em disputa, com vítimas como a Bitfinex buscando recuperação. Compras de mercado aberto mudariam o jogo, sinalizando adoção institucional soberana.

Conexão com o BITCOIN Act de Cynthia Lummis

O plano original, proposto pela senadora Cynthia Lummis via BITCOIN Act em 2025, visa que os EUA comprem até 1 milhão de BTC para combater a dívida nacional. Apesar da ordem executiva de Trump limitar aquisições a opções “budget-neutral”, Wood sugere caminhos como investimento em empresas como a MicroStrategy, que já detém mais de 600 mil BTC.

David Sacks, czar de crypto e IA de Trump, deve auxiliar na clareza regulatória, facilitando essa transição. Essa reserva posicionaria os EUA como hodler supremo de Bitcoin, inspirando outras nações e elevando o status do BTC como reserva de valor global.

Impacto em Novo Ciclo de Alta do Bitcoin

Segundo Wood, compras governamentais dos EUA destravariam o valor da escassez do Bitcoin, com 19,97 milhões de moedas em circulação e apenas 1 milhão restantes. Isso catalisaria adesão institucional ainda incipiente, impulsionando um super ciclo. Políticas pró-negócios de Trump, como depreciação acelerada, atrairiam mineração e fábricas de BTC para os EUA, fomentando crescimento econômico forte em 2026.

Analistas bullish veem isso como o gatilho para BTC romper novas máximas, beneficiando holders de longo prazo. Para brasileiros, com exposição via exchanges locais, esse cenário reforça a tese de acumulação em dips.

Cotação Atual e Posicionamento Estratégico

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 488.714,39 na manhã deste sábado, com variação de -0,03% nas últimas 24h e volume de 201 BTC. Em um contexto de possível reserva US, esse nível representa oportunidade para posicionamento ante o esperado rally.

Investidores devem monitorar avanços legislativos e declarações de Trump, preparando carteiras para volatilidade positiva. O super ciclo pode estar mais próximo do que nunca.


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