Touro cartoon exausto no pico de montanha dourada sob martelo legislativo, bears defendendo platô 98K, ilustrando recuo do Bitcoin

Touros Exaustos: Bitcoin Recua para US$ 95 mil Após Rejeição Legislativa

Os touros parecem exaustos no mercado de criptomoedas. O Bitcoin recuou de US$ 98 mil para US$ 95 mil após a rejeição legislativa nos EUA, com volumes de negociação caindo 27% para o BTC e 32% para o Ethereum. A Coinbase retirou apoio a um projeto de lei crucial, esfriando o otimismo em torno dos ETFs e expondo a fragilidade do hype recente. Bears defendem agressivamente a barreira dos US$ 98 mil, enquanto a demanda institucional desacelera. Isso representa um choque de realidade para investidores animados com a alta recente.


Queda de Volumes Revela Exaustão dos Touros

O mercado esfriou após semanas de lobby no Congresso americano. Segundo dados recentes, os volumes do Bitcoin caíram para US$ 65 bilhões e do Ethereum para US$ 54 bilhões, refletindo menor apetite por risco. A retirada de apoio da Coinbase ao projeto CLARITY Act foi o gatilho, adiando aprovações regulatórias esperadas para este ano. Analistas como Carlos Guzman, da GSR, notam que a alta coincidiu com uma versão revisada do bill, mas tensões entre democratas e a SEC frearam o momentum.

Fatores externos, como protestos no Irã e pressões de Donald Trump contra o Fed, adicionam volatilidade. O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, mantém otimismo bipartidário, mas o mercado reagiu com vendas, mostrando cansaço após o salto para US$ 97 mil na quinta-feira.

Desaceleração Institucional e ETFs em Xeque

A exaustão dos touros é evidente na fading do frenzy de compras de ETFs. Fundos de Bitcoin à vista registraram US$ 1,8 bilhão em entradas em quatro dias, mas o varejo ficou de fora, com Wall Street liderando. Jasper De Maere, da Wintermute, destaca que a participação do varejo permaneceu restrita, e agora o preço oscila sem sustentação.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 513.411,66 às 10h17 deste sábado, com variação de +0,07% em 24h e volume de 148,4 BTC. Isso reforça o recuo global, com o BTC testando suportes abaixo de US$ 95 mil.

Bears Defendem Resistência com Agressividade

Traders spot perderam força perto dos US$ 98 mil, como aponta a análise do Cointelegraph. O Coinbase Premium Index rolou negativamente, e o volume delta cumulativo (CVD) mostrou divergência, com bids inferiores às asks. Open interest caiu após liquidações, indicando falta de novos longs.

Short-term holders (STHs) realizaram lucros acima de 40 mil BTC em um dia, perto de sua base de custo em US$ 98.300. Material Indicators alerta que perda de trendlines pode levar a testes mais profundos de suporte. Bears lutam duro, invalidando sinais bullish sem reclaim acima de US$ 97 mil.

Implicações para Investidores Brasileiros

Esse cenário bearish construtivo sugere cautela. O hype dos ETFs impulsionou a alta, mas sem demanda sustentada, correções são prováveis. Monitore o premium da Coinbase e entradas de ETFs para sinais de reversão. Volumes baixos indicam consolidação, mas rejeições repetidas em US$ 98k reforçam a defesa dos ursos. Para brasileiros, a cotação em reais destaca a exposição ao dólar e regulação global.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Cruz dourada neon rompendo barreira vermelha com 98K estilizado, simbolizando Golden Cross contra defesa bearish do Bitcoin

Bitcoin Forma Golden Cross, Mas Bears Defendem US$ 98 Mil

Bitcoin está em encruzilhada: a formação da cruz dourada, sinal técnico de alta mais confiável, apareceu nos gráficos apesar de queda diária de 1,3%. No entanto, os ursos defendem firmemente a barreira de US$ 98 mil, rejeitando avanços recentes. Traders projetam alvo de US$ 113 mil se o fechamento diário superar essa resistência, em um clássico cabo de guerra entre touros e bears.


O Que é a Cruz Dourada e Seu Histórico

A cruz dourada, ou Golden Cross, ocorre quando a média móvel exponencial (EMA) de 50 dias cruza acima da EMA de 200 dias, sinalizando momentum de curto prazo superando a tendência de longo prazo. No Bitcoin, esse padrão tem histórico robusto: em setembro de 2023, gerou alta de 148%; em 2024, 64%; e em 2025, 35%. A confirmação veio após recuperação de US$ 80 mil para níveis atuais próximos a US$ 95 mil.

Indicadores reforçam o viés bullish: ADX em 33,5 confirma tendência forte; RSI em 63 indica alta sem sobrecompra; e o Squeeze Momentum mostra expansão positiva. Contudo, breves falsos cruzamentos passados, como em outubro de 2025, alertam para necessidade de consolidação.

Pressão dos Ursos na Resistência de US$ 98 Mil

Apesar do sinal otimista, a defesa dos ursos em US$ 98 mil esgotou a demanda spot. O premium do Coinbase reverteu, com divergência no CVD: compras agressivas absorveram vendas, mas sem suporte passivo. Ratio bid-ask permaneceu negativo, e open interest caiu após liquidações.

Short-term holders (STHs) realizaram lucros: mais de 40 mil BTC enviados a exchanges perto do custo base de US$ 98.300. Essa realização preservou capital, limitando follow-through. Nível alinha com retração Fibonacci da máxima de US$ 126 mil, criando dupla resistência com US$ 100 mil psicológico.

Projeções Bullish: Alvo de US$ 113 Mil

Traders veem potencial de strong run-up com a projeção para US$ 113 mil via triângulo ascendente no diário. Fechamento acima de US$ 98 mil invalida bears, com alvo medido em 18% de ganho. Bounce de trendline semanal desde 2023 reforça, similar a rally de 172% pós-outubro 2023.

RSI em 64 e divergência bullish hidden no semanal sugerem espaço para alta. Acima da 21-day MA (US$ 91.200), trend é up. Whale accumulation e demanda institucional adicionam combustível.

Indicadores Atuais e Cotação em Reais

Bitcoin negocia em torno de US$ 95 mil, com suporte em US$ 91.353 e resistência imediata em US$ 98 mil. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 513.726, com variação de -0,09% em 24h e volume de 144 BTC.

Realização da STH cost basis sinaliza momentum reacelerando. Monitore US$ 100 mil para confirmação. Estratégia: otimista curto prazo, cauteloso até rompimento.


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Plataforma de vidro flutuante com marcas 94k rachada, 96k central e 107k dourada, simbolizando suporte crítico do Bitcoin em análise técnica

Bitcoin Recua para US$ 96k: Suporte US$ 94k Decide Rali até US$ 107k

Bitcoin: O suporte de US$ 94k é a linha na areia. O preço recuou abaixo de US$ 96 mil na abertura do mercado americano, após alívio nas tensões geopolíticas no Oriente Médio com declarações do presidente Trump sobre o Irã. Traders alertam que manter esse nível separa o bull market de uma correção profunda, enquanto o breakout da consolidação aponta para US$ 107k como próximo alvo. Dados on-chain mostram realização de lucros por holders de curto prazo.


Queda na Abertura dos EUA e Suporte Crítico

O Bitcoin caiu mais de 1% na abertura de Wall Street, atingindo mínimas de US$ 95.563. A desvalorização veio após notícias de que o presidente Trump comunicou ao Irã não querer guerra, aliviando temores no Oriente Médio e pressionando ativos de risco como o BTC para baixo, enquanto ações e metais preciosos subiram.

Analistas como Daan Crypto Trades enfatizam que o suporte em torno de US$ 94k é essencial. Uma quebra abaixo desse nível poderia invalidar o uptrend local, expondo o preço à média móvel exponencial de 200 dias (200EMA) em US$ 99.555 e potenciais suportes semanais em US$ 93.500, coincidente com a abertura anual de 2025. Manter acima de US$ 94k preserva a estrutura altista.

Breakout da Consolidação Rumo a US$ 107k

Em contrapartida, o Bitcoin rompeu a consolidação entre US$ 94k e US$ 96k, transformando a antiga resistência de US$ 94.800 em suporte. Compradores defendem pullbacks nesse patamar, sinalizando confiança crescente. O próximo objetivo de alta é US$ 107.300, onde o momentum será testado.

Enquanto o BTC consolida acima de US$ 96k, altcoins aguardam confirmação. Um avanço sustentado para US$ 107k pode desencadear apetite por risco mais amplo, beneficiando o mercado como um todo. No entanto, falha em manter acima de US$ 94k invalidaria o breakout, convidando vendas e retorno à faixa inferior.

Realização de Lucros e Cotação no Brasil

Dados da CryptoQuant revelam que short-term holders (STHs) enviaram 40.000 BTC para exchanges em 24 horas, com 37.800 em lucro, próximo ao custo médio de US$ 99.600. Isso reforça US$ 100k como resistência futura, mas também indica necessidade de mais upside para reconstruir confiança.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 514.587,68 às 11:28 de hoje, com variação de -1,4% em 24 horas e volume de 205 BTC. Investidores brasileiros monitoram esses níveis em dólares, convertendo riscos globais para reais.

O Que Traders Devem Observar

Washington continua influenciando: declarações de Trump sobre Irã e potenciais políticas monetárias do Fed impactam o sentimento. Para quem pondera comprar a queda, US$ 94k oferece risco-recompensa atrativo se segurar; abaixo disso, cautela até confirmação de fundo. Acima de US$ 100k, o caminho para US$ 107k se abre. Monitore volume e EMAs para sinais claros.


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Balança glassmorphism inclinada para ganância dourada com barreira de resistência vermelha, representando índice Fear & Greed do Bitcoin em zona de cautela

Bitcoin em ‘Ganância’ pela 1ª Vez Desde Outubro: Hora de Cautela?

O índice de medo e ganância do Bitcoin voltou a marcar ‘ganância’, com 61 pontos, pela primeira vez desde outubro de 2025. Isso ocorre enquanto o BTC supera os US$ 96 mil (cerca de R$ 514 mil), impulsionado por entradas recordes em ETFs. Para iniciantes, esse sinal sugere otimismo, mas também alerta para possíveis correções em zonas de resistência como US$ 98.000-110.000. Entenda o que isso significa para sua estratégia.


O Que é o Índice de Medo e Ganância?

O Fear & Greed Index, mantido por sites como Alternative.me e CoinMarketCap, mede o sentimento do mercado cripto em uma escala de 0 a 100. Valores baixos (0-24) indicam medo extremo, quando investidores vendem por pânico, criando oportunidades de compra. Já acima de 75 é ganância extrema, com compras eufóricas que podem preceder quedas.

Atualmente em 61 pontos no Alternative.me, o índice mostra ganância moderada. No CoinMarketCap, também sobe, mas ainda não chegou lá. Essa métrica didática ajuda iniciantes a evitar decisões emocionais, combinando dados como volatilidade, volume e pesquisas sociais.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 513.842 às 21h desta quinta (15), com variação de -1,74% em 24h e volume de 234 BTC.

Por Que o Sentimento Mudou Agora?

Após meses de medo extremo, pós-crash de outubro de 2025 — a maior liquidação da história das criptomoedas —, o BTC saiu de consolidação e quebrou os US$ 96 mil. Esse movimento psicológico elevou o moral, saindo de ‘medo’ para ganância.

O crash de 10/10 abalou market makers, mas entradas recentes em ETFs sinalizam recuperação. São US$ 753 milhões no dia 13 e US$ 843 milhões no 14, entre as 30 maiores desde o lançamento. Fluxos consistentes podem sustentar a alta, mas volatilidade persiste.

Altcoins como Ethereum (+8,6% em 7 dias), BNB (+6,4%) e Solana acompanham, reforçando o otimismo geral.

Zona de Resistência: 98k a 110k Dólares

Analistas apontam a faixa de US$ 98.000 a 110.000 como resistência histórica. Se o BTC romper, pode mirar ATHs anteriores; caso contrário, correção para suportes como US$ 85k-90k é plausível. Iniciantes devem observar volume e RSI para confirmar força.

Em reais, US$ 96k equivalem a cerca de R$ 514 mil (taxa aproximada R$ 5,35/US$). Monitore exchanges brasileiras para entradas locais.

Lições para Iniciantes: Lucro ou Entrada?

Ganância moderada (61) sugere momentum positivo, mas cautela: realize lucros parciais se estiver em ganho, ou entre com DCA (Dollar Cost Averaging) em dips. Evite FOMO — compre medo, venda ganância.

Estude o índice diariamente para calibrar emoções. Ferramentas como TradingView ajudam a visualizar resistências. Lembre: cripto é volátil; diversifique e use auto-custódia.


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Fluxo de energia cyan formando XRP atraindo partículas douradas de inflows institucionais, mirando portal '50' apesar outflows vermelhos

XRP Atrai Inflows de 428%: Baleias Sinalizam US$ 50?

Baleias do XRP estão dando o sinal? O ativo registrou um aumento de 428% em inflows institucionais, atraindo US$ 45,8 milhões na última semana, apesar de saídas de US$ 454 milhões no mercado cripto geral. Paralelamente, o preço subiu 4,2% para US$ 2,15, impulsionado por entradas em ETFs e rally do Bitcoin acima de US$ 96.000. Investidores buscam indícios de rompimento para targets altistas como US$ 50, mas resistências técnicas demandam cautela. Este movimento ocorre em 14 de janeiro de 2026.


Inflows Institucionais Recordes no XRP

O XRP desafiou o sentimento negativo do mercado ao captar US$ 45,8 milhões em capital institucional na semana passada, um salto de 428% em relação aos US$ 10,7 milhões da semana anterior. Dados da CoinShares destacam essa resiliência em meio a outflows globais de US$ 454 milhões, o pior desde meados de 2023, impulsionados por resgates nos EUA (US$ 569 milhões).

Esse fluxo sugere acumulação por grandes detentores, ou whales, que veem no XRP uma oportunidade de valor em um ambiente de volatilidade. Países como Alemanha, Canadá e Suíça contribuíram com inflows menores, totalizando cerca de US$ 104 milhões, oferecendo contraponto aos saques americanos. Para o público brasileiro, vale notar que o Bitcoin opera a R$ 511.233 segundo o Cointrader Monitor, com alta de 3,16% em 24 horas, reforçando o apetite por risco.

A acumulação pode indicar confiança em fundamentos do Ripple, como parcerias para pagamentos cross-border, mas analistas alertam que volumes semanais ainda são modestos frente à capitalização de US$ 120 bilhões do ativo.

Alta de Preço e Catalisadores de Mercado

O preço do XRP avançou 4,2% para US$ 2,15 nesta quarta-feira (14/01), recuperando a quarta posição em market cap à frente do BNB. Esse ganho acompanha o rally geral do mercado, com Bitcoin atingindo US$ 96.600 após declarações de Trump criticando Powell e dados de CPI de dezembro abaixo do esperado.

Inflows em spot XRP ETFs somaram US$ 15,04 milhões na segunda e US$ 12,98 milhões na terça, revertendo saques da semana anterior. Esses fundos representam demanda institucional acessível, potencializando liquidez e estabilidade de preço. No entanto, o par XRP/BTC permanece pressionado, aguardando queda na dominância do BTC para um rally relativo.

Comparado ao pico recente de US$ 2,40, o atual patamar sugere consolidação, com suporte em US$ 2,05. Volumes de trading elevados confirmam interesse, mas sem breakout acima de US$ 2,30, o momentum pode esfriar.

Setup Técnico: US$ 50 Realista ou Miragem?

Analistas como CRYPTOWZRD apontam fechamento bullish diário no XRP, com potencial rally no par XRP/BTC ante declínio na dominância Bitcoin. Gráficos semanais mostram padrão de acumulação, com médias móveis de 50 e 200 dias convergindo em US$ 2,10, zona crítica para rompimento.

Projeções altistas miram US$ 50, implicando market cap de US$ 2,8 trilhões (equivalente a BTC atual), demandando adoção massiva em remessas globais. Resistências imediatas em US$ 2,40 (ATH 2025) e US$ 3,00 testarão força compradora. Indicadores como RSI em 65 sugerem espaço para alta, mas divergências em MACD alertam overbought.

Dados objetivos indicam viés positivo curto-prazo, mas US$ 50 requer catalisadores como aprovação regulatória plena ou integração em CBDCs. Monitorar volume e dominância BTC é essencial para confirmação.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para traders locais, o setup favorece posições longas com stops abaixo de US$ 2,05, mirando US$ 2,50 inicial. Inflows sinalizam confiança de whales, mas volatilidade macro (Fed, eleições) pesa. Diversificação via ETFs globais mitiga riscos cambiais, com XRP cotado em reais via exchanges locais.

Vale acompanhar atualizações semanais de inflows e decisões Ripple. Estratégia: acumular em dips, vender em resistências comprovadas.


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Libélula cristalina com asas XRP pairando sobre abismo digital enevoado, simbolizando Dragonfly Doji e indecisão antes do CLARITY Act

XRP Forma Dragonfly Doji: Indecisão Antes do CLARITY Act?

O gráfico do XRP sinaliza volatilidade. Você está pronto para o Dragonfly Doji no timeframe semanal, um padrão candlestick bearish que sinaliza indecisão antes de um grande movimento? Formado com longo upper shadow e corpo pequeno, ele surge em US$ 2,08, próximo ao suporte chave de US$ 2,00. Catalisadores como o CPI dos EUA e o markup do CLARITY Act no Senado podem definir o próximo rompimento, enquanto transferências de 73 milhões de XRP em uma hora geram confusão no mercado.


O Que é o Dragonfly Doji e Seu Impacto no XRP

O Dragonfly Doji é um padrão de reversão bearish clássico na análise técnica, caracterizado por uma longa sombra superior que reflete rejeição de preços mais altos, com abertura, máxima e fechamento próximos. No gráfico semanal do XRP, ele se formou após um double-top em US$ 3,39, com neckline em US$ 1,62 — nível de baixa de abril passado. O token caiu abaixo das médias móveis ponderadas de 50 e 100 semanas, reforçando o viés de queda.

Atualmente em US$ 2,08, o XRP perdeu 43% de seu all-time high. Dados indicam risco de teste no suporte de US$ 1,62, com potencial extensão para US$ 1,50 em caso de rompimento. Traders devem monitorar volume e confirmação na próxima vela semanal para validar o bearish setup.

Catalisadores Fundamentais: CPI e CLARITY Act

O Bureau of Labor Statistics divulga o CPI de dezembro nesta terça-feira, com headline em 2,6% e core recuando para 2,6%. Quedas em óleo bruto e hipotecas sugerem desinflação, mas surpresas altistas podem pressionar ativos de risco como o XRP. Paralelamente, o markup do CLARITY Act no Senado visa clarificar regulação, separando SEC (títulos) e CFTC (commodities), potencialmente beneficiando o Ripple em disputas judiciais.

A temporada de balanços inicia com gigantes como Goldman Sachs, Bank of America, JPMorgan e BlackRock. Resultados fortes podem impulsionar ações e cripto, contrabalançando o padrão técnico bearish.

Transferências Massivas de XRP Geram Especulação

Em meio à análise técnica, um evento on-chain agitou o mercado: 73 milhões de XRP (US$ 151 milhões) foram transferidos cinco vezes entre wallets anônimos em 62 minutos. Pesquisador Leonidas Hadjiloizou brincou sobre o ‘hot potato‘, sugerindo protocolo de segurança ou roteamento de liquidez por exchange ou custodiante.

Não é isolado: em 8 de janeiro, quatro lotes de 68,1 milhões de XRP (US$ 585 milhões total); em 10 de janeiro, 60 milhões de XRP (US$ 125,6 milhões). Ripple liberou 1 bilhão de XRP no início do mês. Esses movimentos ‘unknown to unknown’ tipicamente indicam housekeeping interno, OTC ou consolidação de whales, sem impacto direto no preço, mas elevando a atenção.

Níveis Chave para Traders e Próximos Passos

Para traders, resistências em US$ 2,39 (double-top) e US$ 3,39; suportes em US$ 2,00, US$ 1,62 e US$ 1,50. O Dragonfly Doji sugere downside provável, mas um CPI dovish ou avanço no CLARITY Act pode invalidar com breakout altista. Monitore o volume semanal e macro dados para posicionamento.

Dados sugerem cautela: volatilidade iminente exige gerenciamento de risco rigoroso.


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Monolito BTC dourado pressionando barreira cyan rachada com luz vermelha, simbolizando quebra da média móvel de 50 semanas e risco de correção no Bitcoin

Bitcoin Abaixo da Média de 50 Semanas: Risco de Correção Profunda?

O Bitcoin permanece abaixo da média móvel simples de 50 semanas (50W SMA) pela primeira vez desde novembro de 2025, completando nove semanas nessa posição, conforme análise do trader Ali Martinez. Esse indicador histórico, que atuou como suporte em bull markets e resistência em bears, sugere enfraquecimento do momentum altista. Historicamente, desvios prolongados precederam correções de 50% a 70%, com preços caindo para US$ 50 mil. No contexto macro de tensões entre Trump e Powell, o BTC oscila em torno de US$ 90 mil, levantando alertas para traders brasileiros.


Significado Histórico da 50W SMA

A média móvel de 50 semanas é um indicador de longo prazo que média os preços de fechamento semanais, servindo como referência para tendências estruturais. Em mercados altistas, o BTC tipicamente negocia acima dela, encontrando suporte dinâmico. Já em fases corretivas, atua como resistência, sinalizando fraqueza.

Dados históricos mostram que períodos prolongados abaixo da 50W SMA, como os observados em ciclos passados, precederam pullbacks significativos de 50% a 70%. Por exemplo, desvios semelhantes em 2018 e 2022 culminaram em quedas acentuadas, limpando alavancagem excessiva antes de novas expansões. Atualmente, com o BTC em US$ 90.352, o desvio persiste, ecoando esses padrões e elevando a cautela entre investidores institucionais e varejistas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 486.594,60 (-0,52% em 24h) reflete essa pressão, com volume de 186 BTC negociados nas exchanges brasileiras.

Padrões Bearish e Projeções de Queda

O analista Doctor Profit identificou três sinais bearish simultâneos: divergência bearish em gráficos semanais e mensais, padrão de bandeira bearish apontando para US$ 70 mil e um head-and-shoulders em formação. Esses elementos sugerem que uma correção para US$ 70 mil é questão de tempo, mesmo com rallies curtos para US$ 97-107 mil atraídos por liquidez.

Adicionalmente, vendas massivas de insiders desde agosto de 2025 agravam o cenário, alinhadas a estresses macro como liquidações bancárias e movimentos no mercado de prata. Eventos iminentes, como dados de CPI dos EUA e votação do CLARITY Act em 15 de janeiro, podem catalisar a queda, independentemente de tensões geopolíticas ou Trump-Powell.

Esses dados objetivos reforçam a probabilidade de uma correção profunda, similar a ciclos anteriores, onde o BTC resetou antes de retomar uptrends de longo prazo.

Cenário de Recuperação e Fatores Macro

Apesar dos alertas, há caminhos para reversão. Para invalidar o bear case, o BTC precisa reclamar a 50W SMA e sustentá-la como suporte, restaurando momentum altista. Previsões otimistas, como a da VanEck para US$ 2,9 milhões até 2050, assumem adoção como reserva global, com CAGR de 15% pós-2026.

O ambiente macro atual, com atritos entre Trump e Powell elevando incertezas monetárias, pressiona ativos de risco. No entanto, fluxos positivos em ETFs e acumulação por whales podem contrabalançar. Para o público brasileiro, monitorar a cotação em reais é essencial, dado o volume concentrado em exchanges locais.

Os dados sugerem equilíbrio delicado: correção parece mais provável no curto prazo, mas uptrends históricos prevalecem no longo.

O Que Monitorar Agora

Traders devem observar níveis chave: suporte em US$ 90 mil, resistência na 50W SMA (~US$ 92-94 mil) e downside em US$ 70-50 mil. Indicadores como SOPR de holders de longo prazo acima de 1 sinalizam possível reversão, mas divergências persistem.

Vale acompanhar volumes on-chain, fluxos de ETF e decisões do Fed. Estratégias defensivas, como stops abaixo de suportes dinâmicos, são recomendadas em cenários incertos.


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Monolito sombrio com XMR e 500 neon emergindo das sombras, simbolizando alta histórica do Monero sobre Zcash em privacy coins

Monero XMR Atinge US$ 500 pela 1ª Vez Desde 2021

O Monero (XMR) atingiu US$ 500 pela primeira vez desde maio de 2021, marcando alta de mais de 20% na semana e sinal de força para privacy coins. Em contraste, o rival Zcash (ZEC) enfrenta crise de governança após renúncia em massa de desenvolvedores, caindo 20% para US$ 360. Privacy coins voltam? XMR lidera enquanto ZEC tropeça. Dados mostram XMR próximo do ATH de US$ 517,50.


Contexto da Alta do XMR e Queda do Zcash

A alta do Monero acima de US$ 500 ocorreu em um domingo volátil, com o preço tocando US$ 500,66 após ganhos de 6% no dia e 20% na semana. Isso posiciona XMR a apenas 3% de seu recorde histórico de US$ 517,50, estabelecido em abril de 2021. O market cap do XMR ampliou sua liderança sobre o Zcash, refletindo preferência dos traders por exposição mais estável em privacidade.

Enquanto isso, o Zcash sofreu com a renúncia em massa da Electric Coin Company (ECC), os principais desenvolvedores por trás do projeto. Disputas sobre financiamento e direção levaram a uma queda de mais de 20% no ZEC, atingindo mínima semanal de US$ 360. Essa divergência destaca XMR como a escolha preferida em meio à crise no setor de moedas anônimas.

Análise Técnica: Resistência em US$ 500-520

Dados históricos revelam que o XMR falhou sete vezes em rompimentos semelhantes acima de recordes, resultando em correções acentuadas de 40% a 95%, em direção a uma linha de tendência ascendente de suporte. No gráfico diário, o preço atual testa a zona crítica de US$ 500-520. Um fracasso aqui pode levar a uma correção prolongada para US$ 200-270, alinhada com retratações de Fibonacci e suporte de longo prazo.

Por outro lado, uma quebra sustentada invalidaria o padrão bearish, abrindo caminho para US$ 775 e novo ATH. Gráficos de duas semanas mostram consolidação multi-anual similar a altcoins que outperformaram em 2025 após breakouts, como XRP e Algorand. Os dados sugerem volatilidade elevada, com volume impulsionando o rally recente.

Suporte Institucional e Implicações para Privacy Coins

O momentum do XMR ganha respaldo de relatórios institucionais. Firmas como Grayscale e Coinbase destacam privacy coins como tema de crescimento em 2026, impulsionado por demanda por confidencialidade financeira em meio a regulamentações crescentes. Traders parecem rotacionar de Zcash para Monero, ampliando o gap em market caps – XMR agora domina com performance superior.

Para leitores privacy-focused, isso sinaliza força em coins anônimas resistentes. No entanto, o risco regulatório persiste, com ferramentas compliance-friendly ganhando tração. Comparativamente, o market cap do XMR, estimado próximo de US$ 9 bilhões com oferta circulante de ~18 milhões, supera o ZEC em ~US$ 5,7 bilhões, reforçando liderança.

O Que Monitorar Adiante

Investidores devem observar se o XMR sustenta acima de US$ 500 nas próximas sessões. Um close semanal acima de US$ 520 confirmaria bull case, enquanto perda do suporte diário ativa vendas. A resolução da crise Zcash pode impactar o setor, mas XMR demonstra resiliência. Vale monitorar volumes e comentários institucionais para sinais de continuação.


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Linha geométrica dourada transicionando para curva S no nó cristalino 65K, ilustrando desvio da power law no Bitcoin segundo Fidelity

Fidelity: Bitcoin Desvia da Power Law em US$ 65k?

Jurrien Timmer, Diretor de Macro Global da Fidelity, alertou que o Bitcoin está se desviando da trajetória histórica da power law, adotando uma curva em S similar à internet. Nível de US$ 65.000, alta do ciclo anterior, torna-se pivotal, enquanto US$ 45.000 marca a trendline. Isso questiona o ciclo de quatro anos e bear markets futuros, em meio a adoção institucional.


O Que é a Power Law no Bitcoin

A power law é um modelo matemático que descreve o crescimento do Bitcoin como uma função de potência do tempo, prevendo trajetórias consistentes desde 2009. Historicamente, o preço seguiu essa curva íngreme, correlacionando valor e tempo de forma previsível. Gráficos de longo prazo, como os compartilhados por Timmer em sua postagem no X, mostram BTC acima dessa linha até recentemente.

Dados históricos revelam que, de 2011 a 2021, o BTC respeitava a power law durante bull runs, com desvios temporários corrigidos por consolidações. Em 2025, porém, o ativo ficou para trás em relação a ouro e outros, sinalizando uma mudança estrutural para uma S-curve, típica de tecnologias maduras como a internet nos anos 90.

Essa transição sugere maturação: menor volatilidade explosiva, mas crescimento mais sustentável impulsionado por ETFs e instituições. Comparado ao ciclo 2017-2021, onde power law guiou de US$ 1.000 para US$ 69.000, o atual pode priorizar acumulação sobre pumps parabólicos.

Níveis Críticos Identificados por Timmer

Timmer destaca US$ 65.000 como suporte crucial, próximo à alta do ciclo anterior (2021). Se o BTC consolidar por mais um ano, a power law pode convergir para esse patamar, tornando-o um ponto de inflexão. Abaixo, US$ 45.000 representa a trendline original, um nível de defesa final.

Atualmente, com BTC em torno de US$ 90.520, o preço está distante da power law, mas uma correção prolongada poderia testar esses suportes. Gráficos logarítmicos de longo prazo reforçam: desvios passados de 20-30% foram recuperados em 6-12 meses, mas a S-curve implica consolidações mais longas, como visto na Nasdaq pós-2000.

Para traders, isso significa monitorar volume e on-chain: influxos de ETF (como os da Fidelity) podem sustentar acima de US$ 65k, enquanto saídas sugerem teste da trendline.

Implicações para Ciclos e Mercados Futuros

Timmer concorda que halvings perdem força com adoção institucional, mas rejeita a ausência de bear markets. Ciclos de quatro anos, historicamente alinhados a halvings (2012, 2016, 2020, 2024), impulsionaram picos de 10.000x em 2013 e 20x em 2017. Agora, ETFs e tesourarias corporativas alteram a dinâmica.

Comparação histórica: pós-halving 2020, BTC subiu de US$ 10.000 para US$ 69.000; em 2024, ganhou tração inicial mas desacelerou. A S-curve prevê crescimento exponencial tardio, potencialmente acima de US$ 100k em 2026-2028, mas com retrações de 40-50% normais.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 488.239, com variação de -0,09% em 24h e volume de 151 BTC. Traders locais devem considerar câmbio e regulação CVM para posições macro.

Perspectiva Macro para Traders Brasileiros

Para o público brasileiro, essa análise oferece framework acionável: use power law em gráficos log para stops em US$ 45k (equivalente ~R$ 220k). Indicadores como mNAV e realized price confirmam suporte em US$ 65k. Monitore Fed e halvings residuais.

A longo prazo, Fidelity reforça narrativa bullish institucional, mas volatilidade persiste. Evite alavancagem excessiva; foque em acumulação em dips. Dados sugerem consolidação até convergência das curvas, com upside assimétrico pós-2026.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Forma geométrica dourada tocando linha vermelha de suporte em gradiente cyan, simbolizando teste da crash line do Bitcoin para possível rebound

BTC Crash Line: Suporte para Rebound a US$ 92k?

O Bitcoin testou recentemente sua crash line em gráfico semanal, um suporte técnico recorrente que tem atuado como ponto de recarga para rallies significativos no atual ciclo de alta. Diferente de quedas aleatórias, esse retorno segue um padrão histórico de superaquecimento de momentum, acúmulo de alavancagem e correção de cerca de 33%, preparando o terreno para expansão. Analistas como Crypto Tice apontam para possível rebound em direção a US$ 92.000, enquanto o preço oscila próximo a US$ 90.600. Isso importa para traders que usam análise técnica para entradas precisas.


O Que é a Crash Line?

A crash line é uma trendline descendente identificada por analistas como Crypto Tice, que tem servido como suporte crítico durante o bull market atual. Em postagens recentes no X, o especialista destacou que o Bitcoin retorna a essa linha após fases de momentum overheating, onde compradores impulsionam preços de forma insustentável, levando a acúmulo excessivo de alavancagem e subsequente correção.

Essa linha não representa fraqueza estrutural, mas sim uma zona de exhaustão de pressão vendedora e flush de alavancagem. Historicamente, ela marca o ponto de transição para a próxima fase de expansão altista, com o preço se recuperando rapidamente após tocar o suporte.

No contexto atual, com o BTC negociando em torno de US$ 90.600, essa linha reforça a tese de continuação da tendência de alta, desde que a estrutura maior permaneça intacta. Dados do gráfico semanal mostram convergência precisa com níveis anteriores de suporte.

Padrão Histórico de Correções

O padrão é consistente: após rallies iniciais, o Bitcoin corrige cerca de 33,10% ou 30,97% até a crash line, seguido de surtos altistas. A correção mais recente, de 33,38%, alinha-se perfeitamente com essa sequência, sugerindo que o ativo está “recarregando” para o próximo movimento ascendente.

Crypto Tice compartilhou um gráfico semanal ilustrando esses ciclos, onde cada toque na linha precedeu rallies substanciais. Essa repetição não é coincidência, mas reflexo de dinâmicas de mercado como selling-pressure exhaustion e realocação de liquidez para compradores institucionais.

Para traders brasileiros familiarizados com TA, esse setup oferece um risco-recompensa atrativo: entrada longa na crash line com stop abaixo, mirando alvos históricos de expansão.

Cenários para os Próximos Movimentos

Outro analista, Crypto King, observa que o BTC está em uma “zona sem trading claro”, com liquidez secando e risco de falsos rompimentos. O cenário principal é um rompimento acima de US$ 92.000, transformando essa resistência em suporte e pavimentando caminho para novas máximas.

Caso falhe, atenção ao gap no CME em US$ 88.000, seguido de zonas de demanda mais baixas entre US$ 60.000 – US$ 50.000. Esses níveis são monitorados por grandes players, influenciando fluxos institucionais.

Dados do CME destacam a importância desses gaps, frequentemente preenchidos em correções, mas que podem atuar como ímãs de preço em cenários de rebound.

Cotação Atual em Reais e Implicações

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 488.137,44 às 08:23 de hoje, com variação de -0,12% nas últimas 24h e volume de 150,8 BTC. Esse equivalente em BRL reforça a relevância para o mercado local, onde oscilações em dólares impactam diretamente posições em exchanges nacionais.

Traders que utilizam TA para entradas devem monitorar a crash line como suporte primário. Um hold acima dela valida o rebound para US$ 92.000, enquanto perda abre caminho para testes mais profundos. Indicadores como RSI semanal e volume sugerem acumulação, alinhando com o tom positivo da análise.

Esses dados objetivos permitem decisões baseadas em probabilidades históricas, sem especulações excessivas.


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Formação low-poly de falling wedge se rompendo com explosão dourada e verde, simbolizando breakout bullish de 112% no GMT

GMT Rompe Falling Wedge: Alta de 112% à Vista?

O token GMT pode estar pronto para explodir 112%, conforme análise técnica recente no gráfico diário (1D) do par GMTUSDT na Binance. O preço atual em torno de US$ 0,02143 rompeu o padrão falling wedge, sinalizando reversão bullish após downtrend prolongado. O alvo projetado é US$ 0,030-0,031, alinhado à zona de resistência anterior. Traders atentos: setup acionável à vista?


O Que é o Padrão Falling Wedge

O padrão falling wedge é uma formação gráfica de reversão bullish comum em análises técnicas. Caracteriza-se por uma série de máximas e mínimas descendentes convergentes, formando um triângulo descendente estreito. Diferente do falling triangle, que é bearish, o wedge indica pressão vendedora enfraquecendo, com compradores ganhando força gradualmente.

No caso do GMTUSDT, o padrão se formou ao longo de semanas no timeframe 1D. O rompimento ocorreu quando o preço superou a trendline descendente de resistência superior, com volume confirmando a quebra. Essa estrutura sugere que o momentum baixista está esgotado, abrindo caminho para alta. Analistas medem a altura inicial do wedge para projetar o target, adicionando-a ao ponto de breakout.

Importante: confirmação requer hold acima da zona de breakout, tipicamente entre US$ 0,021 e US$ 0,022, evitando falsos rompimentos.

Detalhes Técnicos do Setup em GMT

Atualmente cotado em US$ 0,02143, o GMT demonstrou força de follow-through pós-rompimento. A trendline descendente foi rompida com convicção, indicando controle comprador. O target de 112,84% deriva da altura do wedge, apontando para US$ 0,03060, coincidindo com resistência histórica na faixa US$ 0,030-0,031.

Suportes chave: US$ 0,020 (base do wedge) e US$ 0,018 (próxima zona de demanda). Resistências: US$ 0,025 intermediária, antes do alvo principal. Indicadores como RSI mostram divergência bullish, saindo de sobrevenda, reforçando o viés positivo. No par GMTUSDT da Binance, o volume cresceu no breakout, validando a estrutura.

Dados da Binance confirmam liquidez adequada para o movimento, com spreads apertados ideais para traders.

Setup Acionável para Traders de Altcoins

Para posicionar: entrada long acima de US$ 0,022 (confirmação breakout), com stop loss abaixo de US$ 0,020 (risk-reward 1:3+). Target parcial em US$ 0,025 (50% da projeção), full em US$ 0,030. Gerencie risco em 1-2% do capital por trade, conforme dica padrão.

Esse setup exemplifica oportunidades em altcoins pós-correção. GMT, ligado a ecossistema STEPN, beneficia de narrativas move-to-earn. Monitore correlação com Bitcoin; alta do BTC impulsiona alts. Traders devem validar com múltiplos timeframes (4H para entrada fina).

Altcoins como GMT oferecem assimetria: downside limitado pelo suporte do wedge, upside explosivo em bull runs.

Contexto e Próximos Passos

No amplo mercado cripto, rompimentos assim sinalizam rodadas altseason. Fique de olho em volume sustentado e ausência de wick inferior forte. Se hold o breakout, probabilidade de atingir target aumenta para 70%+, baseado em stats históricos de wedges.

Monitoramento chave: reteste da trendline como suporte. Negativo se perda abaixo US$ 0,020. Para dados em tempo real, confira o gráfico na Binance via TradingView.


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Stack isométrico de camadas digitais elevando-se com luz 2026 e 'POL' na base, simbolizando rally de 83% impulsionado por visão Open Money Stack

POL Avança 15-83%: Visão 2026 Impulsiona Rally

O token POL da Polygon registrou altas de 15% a 83% nas últimas 24 horas e semana, impulsionado pela visão 2026 do CRO Marc Boiron para o Open Money Stack, uma pilha de serviços financeiros onchain interoperáveis. Forte momentum nos gráficos, com rompimento de downtrend longo e recordes de queima e transações. Preço atual em torno de US$ 0,17, enquanto Bitcoin se estabiliza acima de US$ 90 mil.


Visão Estratégica Acelera Momentum

A visão do CEO da Polygon Foundation, Sandeep Nailwal, compartilhada por Boiron, delineia um ecossistema completo para finanças onchain, focado em pagamentos com stablecoins e interoperabilidade. Isso catalisou um rally de 15% em 24h, elevando POL de US$ 0,10 no início de janeiro para US$ 0,15. No acumulado semanal, o ganho supera 30%, conforme atualizações no ecossistema.

Fundamentals reforçam: recorde de 3 milhões de POL queimados em 5 de janeiro, maior volume de receita semanal e 1,4 bilhão de transações em 2025. Polygon lidera altcoins com momentum similar ao rally de Solana, posicionando-se como infraestrutura para pagamentos institucionais.

Rompimento Técnico de Downtrend Longo

Gráficos confirmam força: POL quebrou canal baixista desde novembro de 2025, com 83% de alta em 9 velas diárias bullish e volume de US$ 950 milhões. MACD bullish, RSI em 79 (sobrecompra no 4H, pullback iminente). Preço testa zona de suprimento em US$ 0,1798-0,1876.

Dados objetivos indicam pullback saudável antes de continuação. Níveis chave: suporte em US$ 0,16 (50% Fibonacci), resistência em US$ 0,20. Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin cotado a R$ 487.493 (-0,23% 24h), com volume de 106 BTC, favorecendo altcoins em consolidação.

Contexto de Mercado e Outperformers

Em meio a BTC calmo acima de US$ 90 mil (+17% diário em POL), ZEC cai 12%, destacando seletividade. Market cap cripto sobe para US$ 3,18 trilhões. ETH abaixo de US$ 3.100, XRP em US$ 2,10.

POL destaca-se por utility: Open Money Stack visa definir próximos 30 anos de money movement em 3 anos. On-chain revenue #1 semanal reforça adoção real, não especulação.

Níveis de Entrada e Próximos Passos

Para traders: entrada em pullback para US$ 0,1500-0,1600 (retracement), stop abaixo US$ 0,1400, targets US$ 0,20 (próxima resistência) e US$ 0,22. Risco/recompensa favorável em estrutura bullish maior. Monitore volume e queimas POL para confirmação.

Dados sugerem potencial de extensão se BTC mantiver suporte. Vale acompanhar execução da visão 2026 para sustentabilidade do rally.


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Núcleo dourado BTC oscilando sobre linha de suporte geométrica com 90K entalhado, simbolizando teste de preço em US$90 mil

Bitcoin Testa US$ 90k: Suporte Sólido ou Queda?

BTC em US$ 90 mil: comprar agora ou esperar crash? O Bitcoin testa o suporte psicológico em US$ 90.000 após uma tentativa de rally inicial na sexta-feira que falhou, coincidente com fluxos líquidos positivos nas exchanges e um adiamento da decisão do Supremo Tribunal sobre tarifas de Trump. Dados mistos de emprego e inflação nos EUA adicionam incerteza, mas o preço se mantém estável em torno de US$ 90.400-90.500 nesta data de 10 de janeiro de 2026.


Suporte Técnico em US$ 90k Sob Teste

O Bitcoin retraiu de uma máxima local em US$ 94.000 para testar o suporte chave em US$ 90.000, nível psicológico e técnico observado como pivô de curto prazo. Analistas destacam que uma retenção acima desse patamar sinaliza viés altista contínuo, enquanto uma quebra pode expor quedas para US$ 85.000-88.000. Dados on-chain mostram que o movimento coincide com um ajuste de risco leve, não pânico vendedor, após acumulação em dezembro.

No gráfico diário, o BTC negocia próximo a US$ 90.540, com volume de 24h em US$ 45 bilhões e market cap de US$ 1,8 trilhão. A faixa de consolidação entre US$ 89.671 (baixa semanal) e US$ 91.839 (alta) reflete baixa volatilidade pós-rally inicial do ano.

Fluxos Positivos nas Exchanges Indicam Reposicionamento

Os netflows totais nas exchanges mudaram de -11.500 BTC em dezembro para +1.100 BTC, sugerindo entradas moderadas de Bitcoin para venda ou conversão. Apesar de bearish em teoria, o volume é baixo comparado a outflows prévios, apontando para realização parcial de lucros por traders que acumularam na dip de fim de ano, em vez de dump massivo.

Esse shift ocorre enquanto o preço segura US$ 90.000, reforçando o suporte. Se os inflows não acelerarem, o cenário permanece bullish; caso contrário, pressão vendedora pode intensificar, testando a resiliência do nível.

Contexto Macro: Tarifas e Dados Econômicos dos EUA

Dados mistos de emprego e inflação de dezembro nos EUA contribuíram para a cautela inicial, mas o adiamento da decisão do Supremo sobre tarifas globais de Trump aliviou jitters macro. A possível devolução de mais de US$ 130 bilhões a importadores foi postergada, estabilizando ativos de risco como o BTC.

O Bitcoin se comporta cada vez mais como ativo macro-sensível, reagindo a políticas fiscais e liquidez. Analistas monitoram o próximo ruling, que pode catalisar movimentos acima de US$ 92.000 ou abaixo de US$ 89.000.

Níveis Chave para Traders e Cotação em Reais

Para trades: suporte imediato em US$ 90.000, resistência em US$ 92.000-94.000. Quebra abaixo abre US$ 85.000; acima, alvos em US$ 95.000+. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 487.310,13 (variação -0,23% em 24h, volume 103,72 BTC).

Investidores devem pesar dados objetivos: suporte técnico firme, fluxos moderados e macro neutro favorecem consolidação, mas volatilidade persiste.


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Monolito dourado Bitcoin com rachaduras vazando plasma vermelho e engrenagens enferrujadas na base, simbolizando saídas de ETFs e mineradores em xeque aos 90k

Bitcoin Cai para US$ 90k com Saídas de ETFs e Mineradores em Xeque

BTC 90k: comprar o dip ou vender? Os dados apontam cautela. O Bitcoin recuou para US$ 90.300 após falha no rally inicial na sexta-feira, pressionado por saídas recordes de US$ 934,8 milhões em ETFs nos últimos três dias (Farside) e queda abaixo do breakeven de mineradores em US$ 91k. Dados de emprego mistos nos EUA (50k vagas vs. 60k esperadas) e inflação em alta adicionam incerteza.


Queda do Preço e Níveis Técnicos Críticos

O Bitcoin testou US$ 92k no início da sessão, mas falhou em sustentar o momentum, caindo 1% nas últimas 24 horas para US$ 90.624. Enquanto Nasdaq sobe 1% e S&P 500 ganha 0,8%, o BTC underperforma, sinalizando fraqueza relativa. Suportes chave incluem US$ 89.500 (média móvel 50 dias) e US$ 87k (Fibonacci 61,8% do rally recente). Uma quebra abaixo de US$ 89k pode acelerar vendas para US$ 85k. Dados on-chain da Glassnode indicam pressão de venda na faixa US$ 92k-117k, onde compradores recentes buscam saída sem prejuízo.

Volume spot permanece baixo, sugerindo consolidação. Investidores devem monitorar RSI (atualmente 45, neutro) para sinais de sobrevenda abaixo de 30.

Saídas em ETFs Refletem Mudança de Sentimento

ETFs de Bitcoin nos EUA registraram o terceiro dia consecutivo de saídas, com US$ 205,5 milhões na quinta-feira, totalizando US$ 934,8 milhões (Farside). Fluxo líquido de 7 dias ainda positivo em US$ 240,7 milhões, mas desalavancagem tática pós-fim de ano explica o movimento. Sean Dawson, da Derive, aponta realocação de capital e falha em romper US$ 92k como fatores. Sentimento piora com incertezas macro, como operação EUA-Venezuela e pedidos de auxílio-desemprego em alta.

Entradas superaram saídas em apenas dois dias no ano, reforçando que o otimismo inicial de 2026 esfria. Fluxos de ETFs espelham o mercado spot, ajudando a ditar direção do preço.

Mineradores Sob Pressão: Breakeven e Hashrate Estagnado

O BTC opera abaixo do ponto de equilíbrio full-cycle dos mineradores (US$ 91k-96k em hubs como Texas WAHA), congelando expansão de hashrate após crescimento em 2024-2025. Difficulty ajustou -1,2%, mas rede segura. Glassnode mostra acumulação neta de 663 BTC pelos mineradores, evitando capitulação em massa. Custos operacionais e capex pressionam margens, forçando consolidação interna sem vendas forçadas.

Setor pivota para AI (Hut 8, IREN up 2-4%), enquanto hashrate prioriza sobrevivência. Sem colapso estrutural, mas estresse eleva risco de vendas se preço cair mais.

Cotação em Reais e Implicações para Brasileiros

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 488.807 (+0,19% 24h, volume 198 BTC). Equivalente a ~US$ 90.600 confirma pressão global. Para portfólios brasileiros, níveis de suporte em R$ 480k são chave; stop-loss abaixo de R$ 475k protege contra downside. Dados macro EUA (desemprego 4,4%, inflação 4,2%) sugerem consolidação, com Fed em foco.

Vale monitorar inflows futuros em ETFs e hashrate para reversão.


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Prisma cristalino Ethereum refratando luz vermelha bearish em raios cyan dourados com '5K' refletido, sinalizando oportunidade para US$ 5.000

ETH para US$ 5.000? Analistas Identificam Oportunidade

ETH está subvalorizado agora? Analistas como Michaël van de Poppe afirmam que Ethereum possui o melhor ecossistema e ETH está posicionado para superar US$ 5.000, enquanto negocia 35% abaixo do topo de ciclo de 2021. Apesar do sentimento bearish generalizado, o par ETH/BTC sugere rotação de capital, oferecendo timing ideal para acumulação por traders pacientes. Isso importa para brasileiros monitorando altcoins em exchanges locais.


Melhor Ecossistema e Previsão Acima de US$ 5.000

O analista Michaël van de Poppe destacou que o ecossistema Ethereum lidera em atividade de desenvolvedores, produtos e efeitos de rede. Segundo sua visão, ETH está à beira de um novo recorde histórico acima de US$ 5.000. Dados técnicos mostram ETH avançando 1,50% para US$ 3.822,60 com volume 19,01% acima da média de sete dias, mas enfrentando rejeição na banda superior de US$ 3.860–3.880.

Essa movimentação reflete maior participação de compradores, com picos de volume às 14h UTC atingindo 446,7K unidades. No entanto, vendedores defenderam o teto, criando um range mais apertado entre US$ 3.730–3.880. Para traders, uma reclaim acima de US$ 3.880 sinaliza força compradora rumo aos recordes.

Esses fundamentos posicionam ETH como ativo premium para alocação de longo prazo, especialmente com upgrades recentes melhorando escalabilidade e custos de transação.

Oportunidade de Acumulação em 35% de Desconto

Bobby A, outro analista, enfatiza que ETH negocia 35% abaixo do topo de ciclo de 2021, enquanto Bitcoin já superou picos anteriores. Esse desconto ocorre em meio a sentimento bearish extremo, o que historicamente marca bottoms de acumulação. Declínios de 30%-40% em altcoins triggeram saídas retail, transferindo posições para mãos fortes.

Pacientes investidores se beneficiam, contrastando com o FOMO em topos. ETH testando suportes de timeframe alto reforça o viés otimista, com padrões cíclicos sugerindo reversão iminente. Para o público brasileiro, isso representa chance de entrada em reais via pares locais, aproveitando volatilidade.

Dados on-chain corroboram: baixa premium ETH/BTC indica compressão antes de expansão altcoin.

Análise ETH/BTC e Rotação de Capital

O par ETH/BTC é chave: atualmente baixo, sinaliza potencial rotação de Bitcoin para Ethereum durante consolidação do BTC. Bobby A prevê que ETH precisa romper US$ 4.850 – resistência do ciclo anterior – para desencadear rallies em altcoins. Essa quebra confirmaria fase de expansão ETH.

Suportes em US$ 3.680–3.720 seguraram quedas iniciais, enquanto resistência em US$ 3.860–3.880 define o próximo teste. Alta liquidez e volume elevado sugerem acumulação institucional discreta. Traders devem monitorar rompimento acima de US$ 3.880 para confirmação bullish, com perda de US$ 3.720 expondo US$ 3.680.

Essa dinâmica favorece estratégias de swing trading, comprando dips em suporte e vendendo em resistência até breakout.

Implicações para Traders Brasileiros

Para traders locais, o timing é crucial: acumule ETH em descontos atuais, visando US$ 5.000. Sentimento bearish contrasta com suportes técnicos sólidos, ecoando ciclos passados onde pessimismo precedeu rallies. Monitore ETH/BTC para rotação e volume para confirmação.

Riscos incluem rejeição prolongada em US$ 3.880, mas dados sugerem viés otimista. Paciência diferencia vencedores: mercados transferem riqueza de impacientes para pacientes.


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Doge cartoon com quimono tech segurando token RWA e seta +40% rumo ao Monte Fuji digital, simbolizando parceria no Japão e potencial alta

Dogecoin Mira o Japão: Parceria RWA e +40% em Vista?

DOGE conquistando a Ásia? A House of Doge, braço corporativo da Dogecoin Foundation, anunciou parceria tripartite com empresas japonesas abc Co. e ReYuu Japan para impulsionar adoção e ativos reais tokenizados (RWA) no Japão. Enquanto isso, analistas técnicos apontam +40% para US$ 0,20 se o suporte em US$ 0,142 segurar. O meme que virou moeda global agora mira o Sol Nascente com utility séria – ou seria mais um pump hilário?


Parceria Estratégica no Japão

A House of Doge, oficial da Dogecoin Foundation, firmou acordo com abc Co., Ltd. e ReYuu Japan Inc. para expansão localizada. O foco? Stablecoins lastreadas em ouro, tokenização regulada na green list japonesa, fundo conjunto e Web3 com casos reais. Marco Margiotta, CEO, celebrou: "Japão é mercado alinhado culturalmente para DOGE, abraçando inovação digital."

Não é só blá-blá-blá de press release. A iniciativa visa pagamentos, produtos financeiros e RWA, saindo do meme para utility prática. abc traz design de token-economy e smart contracts, ReYuu localiza negócios, e House coordena infraestrutura. DOGE a US$ 0,14276 no momento, mas quem diria que o cachorro Shiba viraria samurai das criptos?

Essa jogada reforça a narrativa de Dogecoin além do hype: ecossistema global, compliant e escalável. Imagine Doge aceito em Tóquio – Elon aprovaria com um tweet?

Análise Técnica: Bullish com Irônicos Riscos

Enquanto o Japão chama, os gráficos sorriem. Trader Tardigrade nota recuperação rápida: DOGE subiu 21% desde US$ 0,117 anual, rompendo falling wedge de três meses e formando bullish pennant diário. Breakout? Alvo US$ 0,20, +40% de hoje, ecoando rally de 2024.

"Recuperou perdas mensais em 8 dias – momentum bullish claro!", diz o analista. Mas Ali Martinez alerta: "Pendurado por um fio" entre US$ 0,118-0,142. Perde? Queda de 40% para US$ 0,073, onde 28 bi DOGE trocaram mãos via URPD.

Clássico Doge: upside explosivo ou dump meme. Holding US$ 0,142 é chave – reteste do breakout pode vir antes do moon.

Upside para Traders: Trade Divertida?

Para brasileiros fãs de memes, DOGE une hype asiático com tech analysis. Parceria RWA dá utility além de tweets, potencializando pumps. Se Japão abraçar, volume explode – volume semanal já anima.

Ideia de trade irônica: Long se holdar o suporte, target US$ 0,20; stop abaixo de US$ 0,118. Mas lembre: Doge é volátil como samba no carnaval. Monitore EMA 200-semanal (ainda resistência) e notícias nipônicas. Quem diria que o underdog viraria contender global?

Os dados sugerem rally se momentum hold, mas risco de retrace é real. Vale assistir – DOGE nunca decepciona no entretenimento.


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Fluxo dourado de energia testando barreira 89K, recuperando para 91K e aproximando 92K em camadas glassmorphism, simbolizando suporte e volume no Bitcoin

Bitcoin Testa US$ 89k e Recupera US$ 91k com Volume Forte

O Bitcoin testou suporte em US$ 89.225 após correção de US$ 93.770, recuperando para acima de US$ 91.000 com volume sustentado no início de 2026. Análises técnicas indicam consolidação forte entre US$ 89k-92k, sem frenzy de varejo, mas com bids passivos robustos em US$ 90k. Segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 488.545 (-0,76% 24h). BTC pronto para US$ 92k ou mais queda?


Teste de Suporte Crucial em US$ 89k

O preço do Bitcoin iniciou correção abaixo de US$ 92.500, formando baixa em US$ 89.225. Apesar da rejeição tripla em US$ 93.000, o ativo segurou o order block entre US$ 89.200-90.500, conforme análise de seis horas. Essa zona atuou como suporte chave, com recuperação acima de US$ 90.500 e teste do nível de retração Fib de 50% do declínio recente.

Dados de liquidez mostram bids passivos fortes em torno de US$ 90.000, absorvendo vendas e prevenindo quebra para US$ 86k-87k. A ausência de pânico sugere consolidação institucional, contrastando com falta de volume de varejo, típico de fases de acumulação pré-rally.

Recuperação Impulsionada por Volume Sustentado

Volume de negociações cresceu durante a queda para US$ 90k, indicando construção de posições short e potencial short squeeze. Open interest subiu na dip, reforçando expectativa de Q1 positivo. No semanal, BTC ganhou 2,5%, estabilizando em US$ 91k após preenchimento de gap CME em US$ 88k.

Indicadores confirmam momentum: MACD hourly em zona bullish, RSI acima de 50. Volume 24h reflete interesse sustentado, sem euforia retail, o que aponta para base sólida para upside.

Níveis Chave de Suporte e Resistência

Suportes imediatos: US$ 90.650, US$ 90.300 e US$ 89.250. Quebra abaixo expõe US$ 88.500 e US$ 87.250. Resistências: US$ 91.500, trendline bearish em US$ 92.000 (61,8% Fib) e US$ 92.800.

Fechamento acima de US$ 91.666 sinaliza higher low, mirando US$ 93.200. Consolidação entre US$ 87k-92k persiste, com ETF inflows apoiando base em US$ 86.500. On-chain sugere holders de longo prazo absorvendo supply.

Perspectivas: Rumo a US$ 92k ou Correção?

Se suportes em US$ 90k+ holdarem, probabilidade de teste em US$ 92k-93k aumenta, com potencial para US$ 94k em cenário bullish. Falha em US$ 89k abre risco para US$ 86k. Dados de liquidez e OI favorecem defesa, mas volatilidade macro (Fed, jobs) pesa. Traders devem monitorar volume e Fib levels para edge em entradas.

Consolidação sem retail frenzy reforça tese de força institucional, preparando rally Q1.


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Cristal Ethereum translúcido tensionado por fluxos bullish dourado-cyan e bearish vermelho-azul, simbolizando sinais mistos na análise técnica

Ethereum: Suporte Bullish na MA 21 Dias vs Demanda Bearish nos EUA

O Ethereum (ETH) negocia próximo a US$ 3.200, apresentando sinais contraditórios no mercado. De um lado, a quebra acima da média móvel de 21 dias como suporte no par ETH/BTC sugere potencial alta até US$ 3.900, impulsionada por inflows positivos em ETFs spot e reservas baixas em exchanges. Do outro, o Coinbase Premium Gap negativo indica demanda institucional fraca nos EUA, com ETH lutando abaixo de US$ 3.300. Traders devem equilibrar esses fatores em meio à volatilidade.


Argumentos bullish: MA 21 Dias e Inflows de ETFs

O ETH fechou vários candles diários acima da média móvel de 21 dias (MA 21) no par ETH/BTC, transformando-a em suporte. Analista Michaël van de Poppe destacou que o preço segura acima de 0.035 BTC, após consolidação prolongada que atuava como resistência. O RSI sobe, mas sem níveis de sobrecompra, indicando momentum saudável.

O ETH rebotou múltiplas vezes da zona de suporte entre 0.03 e 0.0325 BTC desde o final de 2025. No gráfico ETH/USDT, rompeu um canal descendente de lower highs, retornando a uma área anterior de suporte agora resistência. Dados da CryptoQuant mostram reservas em exchanges abaixo de 16,5 milhões de ETH, próximo aos menores níveis em anos, reduzindo pressão vendedora.

Adicionalmente, inflows líquidos em ETFs spot de ETH viraram positivos, sinalizando renovado interesse institucional. Analistas como CryptosBatman veem potencial double bottom, com alvo em US$ 3.900 na extensão Fibonacci 1.618, alinhado a esses fundamentos on-chain.

Sinais bearish: Coinbase Premium e Resistência em US$ 3.300

Apesar da estabilização, ETH falhou em sustentar acima de US$ 3.300, recuando para US$ 3.100. O Coinbase Premium Gap, proxy para demanda spot nos EUA, mergulhou para negativo profundo, com média de 14 dias em -2.3 — o pior em quase um ano. Isso reflete ETH mais barato na Coinbase que em exchanges offshore como Binance.

Historicamente, rallies sustentados do ETH coincidem com premium positivo, indicando acumulação institucional americana. A divergência atual cria headwind estrutural, com preço abaixo das MAs de 50, 100 e 200 dias descendentes. Overhead supply entre US$ 3.300-3.600 reforça distribuição em rallies recentes.

Volume moderado nas altas sugere convicção limitada. Sem reversão do premium, rompimento acima de US$ 3.300 parece improvável, elevando risco de correção para US$ 2.900-3.000.

Implicações para Traders e Níveis Críticos

Os dados sugerem consolidação frágil, onde estabilidade depende mais da ausência de vendas que de compras agressivas. Bullish requer hold acima de US$ 3.200 e flip do Coinbase Premium; bearish ganha força abaixo de US$ 3.100. Monitorar RSI, reservas ETH e inflows ETF para confirmação.

Sequência de lower highs desde pico de outubro em US$ 4.700 permanece intacta. Traders posicionados long devem vigiar suporte 0.032 BTC; shorts, resistência US$ 3.300. Volatilidade persiste, demandando gerenciamento de risco objetivo.


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Barragem digital dourada-cyan marcada 94K sob pressao vermelha intensa de liquidez sell-side, simbolizando resistencia critica do Bitcoin

Bitcoin Testa Resistência em US$ 94 Mil com US$ 4,7 Bilhões em Liquidez de Venda

O Bitcoin oscila próximo de US$ 91.000 após teste frustrado da resistência em US$ 94.000, com US$ 4,7 bilhões em liquidez de venda acumulada na Binance. O death cross permanece ativo, enquanto traders monitoram a decisão da Suprema Corte sobre tarifas de Trump marcada para 9 de janeiro. Indicadores como RSI e netflows on-chain divergem, criando um mapa técnico preciso para entradas e saídas em faixa estreita de US$ 90 mil-94 mil.


Resistência Técnica e POC em US$ 85k-94k

O BTC recuperou do Point of Control (POC) em US$ 85.000, mas enfrenta rejeição consistente na zona de suprimento US$ 92.000-94.000. Essa faixa atuou como teto múltiplas vezes, com falhas históricas levando a sweeps de liquidez inferiores. Suporte imediato em US$ 91.000, agora testado após pullback de US$ 94.700. Uma quebra abaixo expõe US$ 87.000, enquanto close acima de US$ 94.000 abre caminho para US$ 98.000.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 492.499, com variação de -0,28% em 24h e volume de 267 BTC.

Liquidez Sell-Side e Netflows na Binance

Dados da CryptoQuant revelam divergência crítica: enquanto preço sobe, netflows de 7 dias na Binance mostram influxo de US$ 3,6 bilhões em BTC e US$ 1,15 bilhão em ETH, totalizando US$ 4,75 bilhões em potencial pressão vendedora. Grandes holders posicionam-se para vender na força ou abrir shorts na resistência, elevando risco de rejeição.

Traders que ignoram esses netflows perdem oportunidades de saída otimizada acima de US$ 92.000, evitando FOMO em falsos breakouts.

Death Cross e Indicadores Momentum

O death cross (EMA 50 abaixo da EMA 200) persiste, sinalizando downside ou consolidação prolongada. RSI em 52,4 indica neutralidade, sem extremos de sobrecompra/venda. ADX em 24,2 sugere tendência fraca, com risco de aceleração baixista se abaixo de US$ 91.000. Mercado cap total cripto em US$ 3,06 trilhões, -1,14%.

Fluxos ETFs mostram volatilidade: US$ 1,2 bilhão entradas iniciais 2026, seguidas de saídas US$ 719 milhões, conforme Portal do Bitcoin.

Implicações Macro: Tarifas Trump e Expiry de Opções

A decisão da Suprema Corte em 9/Jan sobre tarifas globais de Trump pode injetar volatilidade, com reembolso potencial de US$ 133-140 bilhões impactando risco fiscal. BTC como hedge geopolítico ganha relevância, mas expiry de opções pode amplificar swings na faixa estreita.

Para traders brasileiros, monitore POC US$ 85 mil para entradas longas e US$ 94 mil para shorts, evitando pânico em death cross sem confirmação de quebra.


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Barreira de resistência cyan com '94K' sob pressão de ondas vermelhas de liquidez, simbolizando teste crítico do Bitcoin em faixa estreita

Bitcoin Testa Resistência em US$ 94k com US$ 4,7 bi em Liquidez de Venda

O Bitcoin oscila próximo de US$ 90.800, após recuar de máximas em US$ 94.700 no início de 2026. Traders monitoram resistência crítica na faixa US$ 90k-94k, enquanto US$ 4,7 bilhões em liquidez de venda se acumulam na Binance, conforme netflows de 7 dias (BTC +US$ 3,6 bi, ETH +US$ 1,15 bi). O death cross persiste, com decisão da Suprema Corte sobre tarifas de Trump em 9 de janeiro podendo gerar volatilidade. Dados objetivos revelam mapa técnico para evitar FOMO ou pânico.


Resistência Técnica e POC em US$ 85k

O BTC reboundou do Point of Control (POC) em US$ 85.000, zona de alto volume histórico, mas enfrenta rejeição na supply zone US$ 92k-94k. Gráficos semanais mostram consolidação abaixo da média móvel de 50 períodos (mid-US$ 90k), atuando como resistência dinâmica. RSI diário em 52,4 indica neutralidade, sem sobrecompra (acima de 70), mas ADX em 24,2 sugere tendência fraca. Suporte imediato em US$ 88k-90k; quebra expõe US$ 80k, per Bernstein.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 492.386,82 (-0,2% em 24h, volume 268 BTC), refletindo estabilidade local em meio à pressão global.

Sell-Side Liquidity na Binance

Inflows na Binance somam US$ 4,75 bi em 7 dias, sinalizando divergência bearish: preço sobe, mas reservas de exchange crescem, per CryptoQuant. Grandes holders posicionam-se para vender na força ou abrir shorts na resistência. Risco de sweep de liquidez para baixo se US$ 94k não for rompido com close diário forte.

Death Cross e Fluxos de ETF

O death cross (EMA 50 abaixo da 200) permanece ativo pós-rally de Ano Novo, com gap estreito entre médias sinalizando disputa equilibrada. ETFs registraram US$ 1,2 bi em inflows iniciais de 2026 (pico de US$ 697 mi), mas saídas de US$ 243 mi e US$ 476 mi indicam fragilidade institucional. Mercado total em US$ 3,06 tri (-1,14%).

Hedging Trump e Próximos Passos

Decisão da Suprema Corte em 9 de janeiro sobre tarifas de Trump pode injetar volatilidade, com reembolso potencial de US$ 133-140 bi ao Tesouro. BTC como hedge geopolítico ganha tração, mas expiry de opções e netflows priorizam cautela. Traders que ignoram dados on-chain perdem ao otimizar entradas em US$ 88k-90k ou saídas acima de US$ 94k. Monitore close acima de US$ 94k para bullish; abaixo de US$ 91k, risco de US$ 85k POC.


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