Executivos cartoon celebrando no topo de pilar USDC crescente em ondas turbulentas, simbolizando recorde de receita e market cap de 75 bi

Circle Dispara 20%: Receita Recorde e USDC em US$ 75 Bi

Enquanto o Bitcoin enfrenta volatilidade, a Circle registra receita recorde de US$ 770 milhões no Q4 2025, com alta de 77% ante o ano anterior. A USDC, segunda maior stablecoin, alcançou US$ 75,3 bilhões em circulação (+72%), impulsionando as ações da empresa em até 20% na NYSE. Esse sucesso valida a infraestrutura institucional de stablecoins como base sólida para o ecossistema cripto.


Resultados Financeiros que Impressionam

O trimestre da Circle superou expectativas: lucro líquido de US$ 133,4 milhões, mais de 40 vezes superior ao Q4 2024, e EBITDA ajustado de US$ 167 milhões (+412%). A receita veio principalmente dos juros sobre reservas em títulos do Tesouro americano, modelo que garante estabilidade à USDC.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.118 (+7,19% em 24h), mas o foco em liquidez via stablecoins mostra maturidade. O mercado está construindo: stablecoins como USDC fornecem a base para adoção em massa, independentemente de oscilações no BTC.

Jeremy Allaire, CEO da Circle, destacou a convergência de blockchain, stablecoins e IA, reimaginando a economia global. Os números reforçam a confiança institucional.

Crescimento Explosivo da USDC

A circulação da USDC cresceu 72%, atingindo US$ 75,3 bilhões, consolidando-a como duopólio com a USDT. O volume on-chain saltou 247% para US$ 11,9 trilhões, evidenciando uso real em pagamentos e DeFi.

A Circle Payments Network adicionou 55 instituições financeiras, com mais 74 em processo. Isso sinaliza expansão para tesourarias corporativas e remessas globais, onde o dólar digital ganha tração. Para brasileiros, com dólar a cerca de R$ 5,12, isso equivale a uma liquidez massiva de ~R$ 384 bilhões em USDC.

Apesar de correções nas ações pós-IPO em junho 2025 (de US$ 300 para US$ 74), o relatório reacendeu otimismo, com alta de 15-20%.

Validação para o Ecossistema Cripto

O desempenho da Circle é um validador poderoso para stablecoins. Barreiras altas de entrada protegem líderes, enquanto concorrentes como PayPal e World Liberty Financial entram no jogo. Mas USDC destaca-se pela transparência regulatória e integração institucional.

Em um ciclo de halvings e fluxos de ETF, essa base de liquidez fortalece o todo. Investidores veem na Circle uma aposta de qualidade pública, similar à Coinbase. Os fundamentos se fortalecem: adoção não é só preço do BTC, mas ecossistema robusto.

William Blair recomenda posição longa nas ações, prevendo crescimento contínuo.

Perspectivas de Longo Prazo

A Circle posiciona-se no coração da transição para uma economia internet-nativa. Com USDC como trilha de liquidez, o mercado cripto ganha resiliência. Monitore fluxos institucionais e expansão da rede de pagamentos — sinais de que estamos no caminho da adoção global.

Volatilidade é ruído; crescimento de stablecoins é tendência. O investidor paciente colhe frutos dessa construção paciente.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Pilares de energia dourado BTC com 64K e rede cyan ETH com 70K ETH stake convergindo, simbolizando alta do Bitcoin e estabilização no mercado cripto

Bitcoin Supera US$ 64K e Ethereum Foundation Stakes 70k ETH

O Bitcoin recuperou o patamar de US$ 64.000 nesta terça-feira (24), sinalizando uma pausa no pânico recente impulsionado por receios com IA no setor de software. Paralelamente, a Ethereum Foundation deu sinal verde ao staking massivo de 70 mil ETH de seu tesouro, gerando yield para sustentar o ecossistema. Esses movimentos do ‘smart money’ indicam que os fundamentos se fortalecem em meio à volatilidade.


Bitcoin Reage e Miners Lideram Alta

O Bitcoin, negociado recentemente a US$ 64.200, reverteu as quedas matinais que o levaram a US$ 62.500, acompanhando um rebote em ativos de risco. O Fear & Greed Index atingiu nível 5, o mais baixo desde crises passadas como 2018 e 2022, mas vendedores parecem exaustos. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 330.016 no mercado brasileiro, com variação de -1,17% em 24h.

Empresas de mineração cripto, cada vez mais ligadas a infraestrutura de data centers para IA, impulsionaram o rali: Bitdeer (BTDR), Cipher Mining (CIFR), Hut 8 (HUT) e TeraWulf (WULF) subiram entre 6% e 10%. O setor de software (ETF IGV) ganhou 1,7% após parcerias com Anthropic, aliviando temores de disrupção por IA. Nasdaq avançou 1,1%, enquanto ouro caiu 1,5%.

Essa correlação reforça que o mercado cripto está construindo bases sólidas, alinhado a ciclos históricos onde extremos de medo precedem valorizações.

Ethereum Foundation Ativa Staking do Tesouro

A Ethereum Foundation iniciou o staking de cerca de 70 mil ETH, depositando inicialmente 2.016 ETH, conforme sua política de tesouraria. Os rendimentos retornarão ao caixa para financiar pesquisa em protocolo, desenvolvimento de ecossistema e grants comunitários. No momento, o ETH vale cerca de R$ 9.548 por unidade.

Os validators usam ferramentas open-source como Dirk (signer distribuído em múltiplas regiões) e Vouch (para diversidade de clientes Beacon e Execution), mitigando riscos de falhas localizadas. Credenciais Type 2 permitem flexibilidade em consolidações de saldo, com máximo de 2.048 ETH por validator — cerca de 35 chaves no total. A EF optou por solo staking, construindo blocos localmente sem PBS.

Essa iniciativa demonstra compromisso de longo prazo com a rede, alinhando tesouraria aos incentivos nativos do Ethereum e fortalecendo a narrativa de adoção sustentável.

Perspectivas de Alta: Smart Money em Ação

Esses desenvolvimentos chegam em momento oportuno. A recuperação do BTC acima de suportes testados reflete entrada de capital institucional, similar a fluxos de ETFs pós-halving. O staking da EF não só gera yield passivo, mas sinaliza confiança no Proof-of-Stake, elevando a segurança da rede.

Enquanto volatilidade persiste — com BTC/USD em US$ 63.956 (-1,08%) —, os fundamentos se alinham: adoção por miners diversificados, tesourarias ativas e ecossistema Ethereum em expansão. Investidores de longo prazo veem aqui o ‘mercado construindo’, com riscos de correção reconhecidos, mas potencial de alta fundamentado em tendências macro.

Monitore fluxos de ETF e volumes de staking para confirmar a estabilização. Plataformas como a Binance facilitam acesso a esses ativos.


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Executivos cartoon estilizados abrindo portões dourados para horizonte bancário-digital, simbolizando expansão da Binance.US com apoio regulatório Trump

Binance.US Acorda para Expansão Massiva com Trump

A Binance.US planeja expansão agressiva nos EUA após o perdão presidencial a CZ e o arquivamento da ação da SEC. Em evento no Mar-a-Lago organizado pela família Trump, o fundador da Binance, Changpeng Zhao, sinalizou o lançamento de produtos superiores para o mercado americano, aproveitando o clima pró-cripto de Washington. Isso reflete a guinada regulatória que fortalece a adoção institucional, com o Bitcoin cotado a R$ 325.913 segundo o Cointrader Monitor.


Renascimento da Binance.US Pós-SEC

O capítulo da briga com a SEC parece encerrado, abrindo portas para a expansão da Binance.US. CZ, perdoado por Trump em outubro de 2025, destacou em entrevista à Bloomberg que a plataforma quer oferecer produtos premium acessíveis aos consumidores americanos. Apesar das perdas de market share e acesso bancário no passado, o cenário atual torna viável parcerias profundas com bancos e até uma national bank charter.

A exchange americana reafirma compromisso com inovação, construindo novas ofertas para atender investidores em evolução. Esse movimento sinaliza que os fundamentos do ecossistema cripto se fortalecem, com clareza regulatória atraindo capital institucional de forma sustentável. O mercado está construindo bases sólidas para ciclos de alta prolongados.

Trump e a Virada Regulatória Pró-Cripto

A retórica pró-cripto de Trump impulsiona a confiança. Após o perdão a CZ e o fim da investigação do DOJ — que custou US$ 4 bilhões à Binance global —, o ambiente regulatório amolece. CZ enfatizou que opções antes inalcançáveis, como laços bancários robustos, agora são possíveis sob orientação legal adequada.

Essa guinada conecta-se à narrativa maior de adoção: fluxos de ETF, tesourarias corporativas e agora exchanges americanas renascendo. Para o investidor comum, isso significa maior liquidez e produtos de qualidade, traduzindo o otimismo institucional em oportunidades acessíveis. Vale monitorar como isso impulsiona o volume nos EUA.

Charter Bancário: Crypto.com Lidera a Onda

Paralelamente, a Crypto.com obteve aprovação condicional do OCC para um trust bank charter federal, juntando-se a Ripple, Circle e Paxos. Isso permite custódia, staking e liquidação sob supervisão federal, simplificando operações interestaduais.

Kris Marszalek, CEO da Crypto.com, vê nisso um passo para custodiante qualificado sob padrões ouro. Apesar de ainda precisar atender condições de capital e compliance, o movimento reforça a tendência: gigantes cripto buscam status bancário para atender instituições. Binance.US pode seguir, ampliando a integração cripto-tradicional.

Perspectivas de Adoção e Ciclo de Alta

Esses desenvolvimentos pintam um quadro de alta: regulação clara atrai inovação, como visto em Davos com o CEO da Binance, Richard Teng, defendendo qualquer regra melhor que o vácuo atual. Com o stablecoin bill avançando, o ecossistema ganha tração.

Para brasileiros, isso eleva o apelo de plataformas globais como a Binance, com acesso facilitado. Os fundamentos se alinham para crescimento de longo prazo, apesar da volatilidade recente do BTC (-5,05% em 24h). Monitore esses passos para posicionar-se no ciclo.


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Personagens cartoon de Ripple e regulador da Casa Branca apertando mãos com selo 90% em pergaminho, simbolizando aprovação iminente da CLARITY Act para XRP

Ripple Vê Aprovação da CLARITY Act até Abril com 90% de Chance

O CEO da Ripple, Brad Garlinghouse, prevê 90% de chance de aprovação da CLARITY Act até o fim de abril de 2026, marcando um ponto de virada na regulação cripto nos EUA. Em entrevista à Fox Business, ele destacou o momentum em Washington, com a Casa Branca pressionando líderes do setor e bancos. Já o CLO Stuart Alderoty confirmou que as discussões entraram na fase de redação técnica do texto legal, um marco concreto para clareza regulatória. Isso fortalece os fundamentos do XRP, já considerado não security por um juiz.


Momentum Legislativo Acelera em Washington

Garlinghouse apontou que os mercados de previsão agora indicam 90% de probabilidade de passagem da lei, impulsionados por comentários recentes de senadores e reuniões na Casa Branca. “As chances da CLARITY Act subiram por causa de comentários ontem de um senador”, disse ele, referindo-se a uma reunião com líderes cripto e bancários. A transição de debates amplos para detalhes estatutários sinaliza progresso real, com foco em dividir jurisdições entre SEC e CFTC.

Alderoty reforçou isso ao agradecer o representante Patrick McHenry por liderar as sessões: “Arremangamos as mangas e revisamos linguagem específica hoje”. Essa fase de redação envolve indústria, legisladores e executivo, construindo um framework que evita o vácuo regulatório atual. Para o mercado, isso significa menos batalhas judiciais e mais inovação, alinhando-se à tese de adoção institucional que o setor tanto precisa.

Impacto para XRP e Estratégia da Ripple

Garlinghouse enfatizou que o XRP já tem clareza judicial: “Um juiz disse que XRP não é security. Nós temos clareza”. Isso posiciona a Ripple à frente, enquanto o resto da indústria aguarda regras unificadas. A lei evitaria forçar tokens em regimes de securities inadequados, liberando potencial para pagamentos e tesouraria corporativa.

A empresa investiu US$ 3 bilhões em aquisições desde 2023, expandindo para custody, stablecoins e pagamentos – processando US$ 13 trilhões anuais. Apesar da pausa em M&A para integração, o foco permanece em utility prática. Com XRP cotado a cerca de R$ 7,37 nesta sexta-feira, o ativo se destaca como a principal criptomoeda mais resiliente, caindo apenas 20% em relação aos picos recentes.

Por Que Isso Importa para Adoção Global

A CLARITY Act não é perfeita, mas representa progresso: “Não deixe a perfeição ser inimiga do avanço”, alertou Garlinghouse. Bancos como Goldman Sachs agora buscam o mesmo campo de jogo nivelado. Isso acelera a narrativa de adoção, similar aos ETFs de Bitcoin que atraíram fluxos institucionais bilionários.

No longo prazo, clareza regulatória atrai tesourarias corporativas e stablecoins compliant, fortalecendo o ecossistema. Para brasileiros, isso pode impulsionar parcerias locais e remessas via XRP Ledger. Os fundamentos se fortalecem: monitore o prazo de março para resolução e prepare-se para um ciclo de maturidade regulatória.


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Personagens cartoon de Wall Street e trader cripto ativando relógio 24/7 com rede digital ao fundo, simbolizando lançamento do trading cripto pela CME

CME Lança Trading Cripto 24/7 em Maio e Revoluciona Wall Street

A CME Group, maior marketplace de derivativos do mundo, anunciou o lançamento do trading 24/7 para futuros e opções de criptomoedas a partir de 29 de maio. O movimento, pendente de aprovação regulatória, responde à demanda institucional explosiva, com 407 mil contratos diários negociados em 2026. É a prova cabal de que as finanças tradicionais estão se adaptando ao ritmo nonstop do criptomercado, fortalecendo os fundamentos de adoção global.


Detalhes do Lançamento 24/7

O trading ininterrupto na plataforma CME Globex cobrirá Bitcoin, Ether e outros ativos digitais, alinhando-se ao mercado spot que opera sem pausas. Anteriormente limitado a 23 horas diárias em dias úteis, o novo modelo incluirá apenas uma janela mínima de duas horas de manutenção aos fins de semana. Transações de sexta a domingo terão data de negócio do próximo dia útil para liquidação e relatórios.

Tim McCourt, head global de produtos alternativos da CME, destacou: “Isso garante aos clientes gerenciamento de exposição em qualquer momento”. A expansão reflete o amadurecimento do ecossistema, onde o cripto dita o ritmo para o legado financeiro.

Volumes Recordes Impulsionam a Mudança

Os números não mentem: em 2025, o volume notional atingiu US$ 3 trilhões, com média diária de contratos subindo 46% para 407.200 em 2026. O interesse aberto médio chegou a 335.400 contratos, +7% ante o ano anterior. Futuros de Bitcoin lideram, com 403.900 contratos diários.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 349.436 nesta quinta-feira (19/02), com variação de +0,26% em 24h. Esses fluxos institucionais constroem uma base sólida, reduzindo volatilidade e atraindo mais capital.

Apoio Regulatório e Efeito Wall Street

A CFTC, por meio do chair Mike Selig, endossou o modelo 24/7 como “no-brainer” para cripto, diferenciando de commodities tradicionais. CEOs da Nasdaq e NYSE também avançam em trading contínuo de ações, inspirados pelo cripto. A NYSE desenvolve plataforma on-chain para settlement 24/7 de ações tokenizadas.

Desde o lançamento de futuros de Bitcoin em 2017 e Ether em 2021, a CME expandiu para Cardano, Chainlink e Stellar. O mercado está se construindo: instituições migram para venues regulados, elevando liquidez e confiança.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público brasileiro, isso significa maior estabilidade global no Bitcoin e altcoins, facilitando tesourarias corporativas e ETFs. A demanda reprimida por gerenciamento de risco 24/7 sinaliza maturidade — volatilidade de curto prazo é ruído ante a tendência de adoção. Vale monitorar fluxos de ETF e halvings como catalisadores. Os fundamentos se fortalecem, preparando o terreno para ciclos de alta sustentáveis.


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Investidor crypto cartoon tokenizando pilha de ações tradicionais com token FGRD, dissolvendo em rede blockchain contra silhueta de Wall Street

Figure Tokeniza US$ 150 Milhões em Ações e Desafia Wall Street

A Figure Technology Solutions anuncia o lançamento de seu token de ações FGRD nesta quinta-feira, representando ações comuns emitidas nativamente na blockchain. Essa iniciativa acompanha uma oferta secundária ampliada para US$ 150 milhões, com participação da Pantera Capital. O movimento elimina sistemas de compensação tradicionais, integrando DeFi diretamente ao mercado de capitais e sinalizando a maturidade da tokenização de ativos reais (RWA).


O FGRD e a Plataforma OPEN

O token FGRD será emitido, negociado e liquidado na Onchain Public Equity Network (OPEN), plataforma da Figure que opera sem depender de custódia e clearing legados de Wall Street. Isso permite liquidação instantânea (T+0) e conformidade programável na blockchain Provenance, desenvolvida pela empresa.

Investidores acessam o ativo via app Figure Markets ou carteiras self-custody integradas. A Figure, liderada por Mike Cagney (ex-CEO da SoFi), já originou mais de US$ 22 bilhões em empréstimos home equity e oferece custódia de ativos digitais. "Estamos rearquitetando a infraestrutura de capitais para ser em tempo real, transparente e programável", afirma Cagney. Os fundamentos da adoção institucional se fortalecem com essa ponte entre finanças tradicionais e blockchain.

Essa natividade on-chain diferencia o FGRD de representações sintéticas: ele é a própria equidade da empresa, não um derivativo, abrindo portas para composabilidade inédita no mercado de ações.

Integração DeFi: Empréstimos com Ações Tokenizadas

Detentores de FGRD poderão usar os tokens como colateral em empréstimos ou financiamentos via Democratized Prime, o protocolo DeFi da Figure. Isso libera liquidez de ativos tradicionalmente estáticos, permitindo que ações gerem rendimento on-chain sem venda.

O lançamento ocorre em meio à oferta secundária de US$ 150 milhões, precificada e ampliada, com a Figure recomprando US$ 10 milhões de ações existentes. A Pantera Capital, gigante de venture capital cripto, participa, reforçando a confiança institucional. Após IPO em setembro, as ações da Figure enfrentaram volatilidade com a queda cripto, mas esse passo de alta demonstra resiliência.

A tokenização de equidades avança o RWA de dívida para direitos acionários, desafiando paradigmas com eficiência e redução de riscos de contraparte. O mercado está construindo uma narrativa de convergência, onde blockchains absorvem volumes tradicionais.

Implicações para o Mercado de Capitais

Essa quebra de paradigmas posiciona a Figure como pioneira na fusão DeFi-mercado tradicional. Sem intermediários, custos caem, transparência sobe e acesso globaliza — especialmente para investidores retail e institucionais em emergentes como o Brasil.

Desafios regulatórios persistem, mas parcerias como com bancos e conformidade nos EUA pavimentam o caminho. No longo prazo, isso acelera a adoção: imagine ações de blue chips tokenizadas, com yield via staking ou lending. Os ciclos de alta são alimentados por inovações assim, contextualizando o otimismo atual apesar da volatilidade.

Investidores devem monitorar liquidez inicial no OPEN e impactos na precificação da Figure. A tese macro de tokenização ganha tração, fortalecendo ecossistemas como Provenance.


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Executivo Wall Street cartoon abraçando entidade blockchain cyan, com portas NYSE abertas para tokens 24/7, simbolizando adoção massiva

NYSE Entra em Tokenização 24/7: Wall Street Abraça Blockchain

A New York Stock Exchange (NYSE) anunciou planos para lançar trading 24/7 de ativos tokenizados ainda este ano, sinalizando a capitulação definitiva de Wall Street à tecnologia blockchain. Em paralelo, a Nasdaq recebe o primeiro ETF spot de Sui (SUIS) com recompensas de staking pela Canary Capital. Esses movimentos reforçam que os fundamentos do ecossistema cripto estão se fortalecendo, tornando impossível ignorar a adoção institucional em massa.


NYSE Assume Responsabilidade na Tokenização

A presidente da NYSE, Lynn Martin, declarou no World Liberty Forum que a bolsa sentiu uma “responsabilidade” para entrar no espaço de tokenização, impulsionada pelo momentum crescente das finanças baseadas em blockchain. A exchange já desenvolveu sua tecnologia proprietária e colabora com reguladores para integrar ativos tokenizados ao framework financeiro existente.

Essa plataforma blockchain permitirá o trading 24/7 de ações e ETFs tokenizados, rompendo com o modelo tradicional de 6,5 horas diárias, de segunda a sexta. Martin destacou lições de crises passadas em liquidez e estabilidade, aplicando-as para construir um sistema mais resiliente. O lançamento é esperado para o segundo semestre de 2026, pendente de aprovações regulatórias, mas o compromisso é claro: Wall Street está construindo o futuro.

Essa iniciativa não é isolada. Representa uma tendência onde gigantes tradicionais reconhecem o potencial da tokenização para liquidação mais rápida, produtos programáveis e acesso global contínuo — pilares que o cripto mercado já domina há anos.

ETF de Sui na Nasdaq: Staking Regulado

A Canary Capital marcou história ao listar o SUIS, o primeiro ETF spot de Sui com recompensas de staking integradas, diretamente na Nasdaq. O fundo rastreia o preço spot do token nativo da Sui Network, uma layer-1 desenvolvida por ex-engenheiros do Meta, enquanto reflete rendimentos líquidos de proof-of-stake no NAV.

Isso oferece aos investidores exposição direta ao Sui — focado em DeFi, games e marketplaces digitais — sem a necessidade de gerenciar chaves privadas ou validadores. O SUIS expande o portfólio de ETFs cripto além de Bitcoin e Ethereum, testando os limites regulatórios para produtos com yield on-chain em wrappers tradicionais.

Coincidentemente, o Grayscale Sui Staking ETF (GSUI) migrou para a NYSE Arca, reforçando o interesse em redes proof-of-stake emergentes. Para o investidor comum, isso democratiza o acesso a yields de staking de forma regulada e brokerage-friendly.

Implicações para Adoção em Massa

Esses anúncios não são meros eventos isolados; eles conectam-se à narrativa macro de adoção global. A NYSE, símbolo do establishment financeiro, adotando trading 24/7 via blockchain é um divisor de águas. Combinado com ETFs de altcoins como Sui oferecendo staking, vemos fluxos institucionais diversificando para além do Bitcoin.

Os fundamentos se fortalecem: tokenização resolve fricções antigas em mercados tradicionais, como horários limitados e settlements demorados. Reguladores, como o chairman da CFTC Michael Selig, sinalizam abertura para inovação, contrastando com posturas passadas mais restritivas. O mercado cripto, que opera 24/7 há uma década, agora influencia o core da finança convencional.

Para brasileiros, isso significa maior liquidez global e opções acessíveis via corretoras internacionais, alinhando-se a ciclos de alta histórica pós-halving e influxos de ETF.

Próximos Passos e Oportunidades

Investidores devem monitorar aprovações regulatórias para o lançamento da NYSE e desempenho inicial do SUIS. Esses desenvolvimentos validam a tese de longo prazo: volatilidade de curto prazo é ruído, mas adoção institucional é tendência irreversível. O ecossistema está se expandindo, atraindo capital de qualidade e construindo bases para crescimento sustentável.

Vale acompanhar fluxos de ETF e integrações tokenizadas como indicadores chave, semelhantes aos tesourarias corporativas de Bitcoin nos ciclos anteriores.


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Personagens cartoon de entregador logístico e trader tech sincronizando engrenagens em rede digital, simbolizando adoção de FedEx na Hedera e Robinhood L2

FedEx na Hedera e Robinhood Lança L2: Adoção Acelera

De logística a finanças: a FedEx anunciou sua entrada no conselho da Hedera, impulsionando o HBAR em mais de 7% para US$ 0,097, enquanto a Robinhood lançou a testnet pública de sua Layer-2 Ethereum, a Robinhood Chain, focada em tokenização de ativos reais (RWAs). Esses movimentos de gigantes Fortune 500 reforçam os fundamentos da adoção institucional, conectando mundos tradicionais à blockchain de forma estratégica e escalável. O mercado está construindo bases sólidas para o ciclo de expansão.


Entrada Estratégica da FedEx na Hedera

A gigante da logística, que processa mais de 15 milhões de pacotes diários em 220 países, ingressou oficialmente no conselho da Hedera em 13 de fevereiro de 2026. Como membro, a FedEx rodará um nó na rede e terá voto igualitário nas decisões de governança, participando diretamente da evolução da plataforma.

Vishal Talwar, EVP e CDIO da FedEx, enfatizou a importância da camada de confiança neutra oferecida pela Hedera para transformações digitais em cadeias de suprimentos. Esse compromisso vai além de pilotos: foca em acelerar infraestrutura para operações cross-border, reduzindo fricções e elevando a velocidade dos dados na logística global. Para o ecossistema Hedera, isso valida sua maturidade enterprise-grade.

Os fundamentos se fortalecem com parcerias assim, atraindo participantes globais que buscam soluções confiáveis e descentralizadas para setores trilionários como supply chain.

Força do Conselho e Reação do HBAR

O conselho da Hedera, iniciado em 2019 com seis membros, agora supera 31 instituições de 11 setores, incluindo Google, IBM, Dell, Deutsche Telekom e Boeing. Essa governança permissionada cria um “conselho de diretores descentralizado”, garantindo segurança e atualizações consensuais.

Tom Sylvester, chair do conselho, destacou as contribuições esperadas da FedEx em logística. A notícia gerou uma alta de 7% no HBAR, superando o mercado em baixa, o que reforça a tese de adoção: enquanto preços oscilam, parcerias institucionais acumulam valor real. Redes como Hedera, com foco empresarial, posicionam-se para tração em ciclos de alta, similar aos fluxos para ETFs de Bitcoin.

Investidores de longo prazo veem aqui um sinal claro de que o ecossistema está precificando crescimento sustentável, com logística como caso de uso pivotal.

Robinhood Chain: Ponte para RWAs e TradFi

A Robinhood, com milhões de usuários em trading tradicional, avançou com a testnet pública da Robinhood Chain, uma Layer-2 no Arbitrum otimizada para tokenização de RWAs e ativos digitais. Desenvolvedores já podem testar apps com baixos custos, integrando stock tokens e parcerias como Chainlink e LayerZero.

Construída com tecnologia Offchain Labs, a chain visa conectar TradFi e DeFi, permitindo transações a centavos em vez de dólares. Johann Kerbrat, GM da Robinhood Crypto, nota que isso permite reconstruir sistemas para compliance e experiência usuário. Alinha-se à visão de Vitalik Buterin para L2s como porta de entrada massiva à blockchain.

Mainnet prevista para fim de 2026, esse passo onboarda usuários retail a DeFi regulado, expandindo o universo Ethereum.

Implicações para Adoção Global

Esses anúncios ilustram a narrativa maior: gigantes como FedEx e Robinhood estão investindo em infraestrutura blockchain para resolver problemas reais — de rastreamento logístico a tokenização financeira. O otimismo para Hedera justifica-se pelo conselho robusto e casos enterprise, enquanto Robinhood acelera RWAs, setor em ascensão.

Apesar de volatilidades, esses marcos sugerem que o mercado está construindo o futuro da adoção. Monitore fluxos institucionais e integrações: os fundamentos de alta ganham força, preparando terreno para expansão sustentável no ecossistema cripto.


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Personagens cartoon de FedEx e Hedera em handshake sobre rede logística blockchain, com seta +7% simbolizando alta do HBAR por adesão institucional

HBAR Salta 7%: FedEx Entra no Conselho da Hedera

A gigante da logística FedEx anunciou sua entrada oficial no conselho da Hedera, reforçando a rede como hub para inovações em cadeias de suprimentos digitais. Com isso, o token HBAR saltou mais de 7%, chegando a cerca de US$ 0,097 em meio a um mercado em baixa. A adesão de uma Fortune 500 como a FedEx, ao lado de Google e IBM, sinaliza que os fundamentos da Hedera estão se fortalecendo, atraindo participantes globais para soluções de confiança em logística.


Detalhes da Adesão da FedEx

A FedEx, que processa mais de 15 milhões de pacotes diários em 220 países, ingressou no conselho da Hedera em 13 de fevereiro de 2026. Como membro, a empresa rodará um nó na rede e terá voto igualitário nas decisões de governança, participando diretamente da evolução do software e serviços.

Vishal Talwar, EVP e CDIO da FedEx, destacou a importância da transformação digital das cadeias de suprimentos: “Hedera oferece uma camada de confiança neutra e enterprise-grade, permitindo verificação global sem riscos centralizados.” Esse movimento vai além de testes pilotos; é um compromisso estratégico para infraestrutura digital confiável em logística global.

O foco inicial inclui acelerar a infraestrutura de cadeia de suprimentos para operar na velocidade dos dados e reduzir fricções em transações cross-border, beneficiando operações massivas da FedEx.

O Poder do Conselho da Hedera

O conselho da Hedera, lançado em 2019 com seis membros, agora conta com mais de 31 instituições globais de 11 setores, podendo chegar a 39. Entre os nomes de peso: Google, IBM, Dell, Deutsche Telekom, Boeing, LG e Repsol. Essa estrutura de governança permissionada cria um “conselho de diretores descentralizado”, garantindo segurança e atualizações consensuais.

Tom Sylvester, chair do conselho, elogiou as contribuições esperadas da FedEx em logística. Essa expansão reflete a maturidade da Hedera como plataforma empresarial, onde grandes corporações colaboram em igualdade para construir o futuro da blockchain em cadeias de suprimentos.

Reação do Mercado e Implicações para HBAR

A notícia impulsionou o HBAR em mais de 7%, superando o mercado geral em baixa. Esse salto reforça a tese de adoção institucional: enquanto o preço oscila, os fundamentos se acumulam. A entrada da FedEx valida a Hedera como a rede preferida para logística digital, onde velocidade, segurança e neutralidade são cruciais.

Para investidores, isso é um sinal claro de que o ecossistema está construindo valor real. Redes como Hedera, com foco empresarial, tendem a ganhar tração em ciclos de alta, similar aos fluxos para ETFs de Bitcoin. Vale monitorar como essa governança colaborativa impulsiona casos de uso reais, consolidando HBAR como ativo de longo prazo.

Perspectiva de Longo Prazo na Adoção

A logística mundial, avaliada em trilhões, está migrando para soluções blockchain para eliminar intermediários e ineficiências. Com FedEx no leme, ao lado de tech giants, a Hedera posiciona-se como infraestrutura crítica. Apesar de volatilidades de curto prazo, esses marcos institucionais sugerem que o mercado está precificando o crescimento sustentável do ecossistema.

Investidores atentos veem aqui uma oportunidade de exposição a tendências macro, como digitalização de supply chains. Os dados de governança e parcerias falam mais alto que ruídos diários — o caso de alta para HBAR ganha robustez.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon empurrando pilhas de Bitcoin para cofre SAFU fortress, contrastando confiança institucional com hesitação do varejo

Binance Aposta R$ 5 Bi em Bitcoin no Fundo SAFU

A Binance concluiu a conversão de US$ 1 bilhão do fundo SAFU para Bitcoin, totalizando 15.000 BTC em custódia segura. Anunciada em janeiro, a operação foi finalizada em apenas 12 dias com a última compra de 4.545 BTC por US$ 304 milhões, aproveitando a queda recente do BTC para cerca de US$ 67.000. Esse movimento reforça a visão da exchange de que o Bitcoin é o principal ativo de reserva de longo prazo, removendo pressão de venda de stablecoins e sinalizando confiança institucional em meio à hesitação do varejo.


Detalhes da Conversão Acelerada

A operação de conversão do SAFU foi executada entre 2 e 12 de fevereiro, conforme dados on-chain monitorados por analistas. A Binance comprou BTC em várias tranches, culminando na aquisição final de 4.545 BTC, elevando o total para 15.000 unidades. Inicialmente em stablecoins USDC desde abril de 2024, o fundo agora está integralmente alocado em Bitcoin, revertendo a estratégia anterior de priorizar estabilidade fiat-pegged.

O timing foi estratégico: com o BTC oscilando entre US$ 60.000 e US$ 84.000, a exchange acumulou ativos a preços atrativos. Isso demonstra maturidade operacional, alinhando reservas de emergência com a narrativa de adoção do Bitcoin como reserva de valor corporativa, similar a tesourarias de empresas como MicroStrategy.

Contexto e Evolução do Fundo SAFU

Criado em 2018 após o hack da Binance, o Secure Asset Fund for Users (SAFU) serve como seguro contra eventos extremos, como invasões. Em 2024, foi convertido para USDC para maior liquidez, mas agora, com o ecossistema cripto mais maduro, a escolha pelo BTC reflete confiança nos fundamentos do ativo. A exchange comprometeu-se a rebalancear se o valor cair abaixo de US$ 800 milhões, garantindo robustez.

Essa decisão vai além da proteção: posiciona a Binance como líder em adoção institucional. Enquanto varejistas vendem em pânico durante correções, grandes players compram o mergulho, fortalecendo o suporte de preço e ilustrando ciclos de acumulação observados pós-halvings.

Implicações para o Mercado e Investidores Brasileiros

A conversão remove pressão de venda de stablecoins, injetando liquidez direta no BTC e reduzindo riscos de desancoragem em cenários de stress. Observadores como Garrett viram isso como “injeção de capital responsável”, ecoando a tese de que o mercado está construindo bases sólidas para a próxima fase de alta.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 343.426,60 (variação -2,44% em 24h), tornando os 15.000 BTC equivalentes a cerca de R$ 5,15 bilhões. Para brasileiros, isso reforça o apelo do BTC como hedge contra volatilidade fiat, especialmente com dólar a R$ 5,21. O movimento da Binance valida a estratégia de hold de longo prazo.

O Que Isso Significa para o Futuro

Em um mercado com BTC 46% abaixo do ATH de US$ 126.000, ações como essa de grandes exchanges aceleram a maturidade institucional. Fluxos de ETF, tesourarias corporativas e agora fundos de segurança em BTC constroem fundamentos resilientes. Investidores devem monitorar rebalanceamentos e volumes para avaliar o sentimento do mercado, mas o otimismo permanece: a adoção avança, independentemente de ruídos de curto prazo.


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Personagens cartoon de Emirados, Malásia e Hong Kong conectando teia blockchain com tokens, simbolizando integração global em tokenização institucional

Emirados Árabes e Malásia Aceleram Tokenização Institucional

O Banco Central dos Emirados Árabes Unidos (CBUAE) aderiu à Central Money Markets Unit (CMU) de Hong Kong, ganhando acesso direto aos mercados de dívida chineses. Em paralelo, o Banco Negara Malaysia (BNM) lançou sandboxes regulatórios para stablecoins ringgit e tokenização de depósitos bancários. Esses movimentos reforçam o novo eixo financeiro Oriente-Médio-Ásia, onde blockchain integra sistemas tradicionais em escala global.


Emirados Árabes Ganham Porta de Entrada para a China

A adesão à CMU, anunciada após reunião bilateral em 11 de fevereiro de 2026, permite que investidores dos Emirados acessem de forma custo-efetiva os mercados de dívida continentais chineses via infraestrutura de Hong Kong. Governadores Khaled Mohamed Balama (CBUAE) e Eddie Yue (HKMA) discutiram conectividade cross-border, incluindo tokenized securities, CBDCs e stablecoins reguladas.

Esse passo constrói sobre MoUs recentes: em janeiro de 2026, autoridades de capitais assinaram acordo sobre ativos digitais; em setembro de 2025, veio o reconhecimento mútuo de fundos e ETFs. Com exportações de US$ 19,7 bilhões para Hong Kong em 2024, o comércio bilateral sustenta essa integração. Os fundamentos para fluxos de capital via blockchain se fortalecem, posicionando UAE como hub Oriente Médio-Ásia.

Malásia Testa Stablecoins e RWAs em Sandbox

O Digital Asset Innovation Hub (DAIH) do BNM iniciou três pilotos: stablecoins ringgit para settlement wholesale, tokenização de real-world assets (RWAs) e depósitos bancários tokenizados. Parceiros incluem Standard Chartered, CIMB, Maybank e Capital A, com foco em considerações Shariah-compliant.

Essa iniciativa segue um roadmap de três anos publicado em novembro de 2025, visando supply chain, programmable finance e settlement 24/7. Exemplos incluem a stablecoin RMJDT, lançada pelo príncipe herdeiro Ismail Ibrahim em dezembro, ainda em testes, e planos de Standard Chartered para stablecoin ringgit. Esses experimentos pavimentam o caminho para uma wholesale CBDC, ampliando o ecossistema digital malaio. O mercado está construindo infraestrutura resiliente para a economia tokenizada.

Integração Global e Adoção Institucional

Esses avanços ilustram a narrativa maior de adoção: nações asiáticas e do Golfo lideram a fusão de finanças tradicionais com blockchain. Hong Kong reforça seu papel como hub RMB offshore, enquanto Malásia e UAE exploram interoperabilidade em tokenização. Projetos como Ensemble (HK) e digital dirham (UAE) sugerem padrões unificados para dívida tokenizada.

Para investidores, isso significa diversificação de oportunidades em mercados emergentes. A volatilidade de curto prazo cede espaço a tendências de longo prazo, onde adoção institucional supera ruído diário. Monitorar esses eixos é chave para entender o ciclo atual de maturação.

Perspectivas para o Mercado Cripto

A coordenação regulatória acelera a maturidade do setor. Stablecoins para settlement cross-border reduzem fricções, enquanto RWAs trazem liquidez a ativos reais. Embora riscos como conformidade Shariah e volatilidade persistam, o otimismo é fundamentado: fluxos comerciais bilionários demandam soluções eficientes, e blockchain entrega.

Investidores atentos veem nesses passos confirmação de que o ecossistema global se expande, conectando Oriente Médio, Ásia e além. O futuro financeiro se constrói agora.


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Executivos cartoon de BlackRock e DeFi apertando mãos com token UNI e seta 25% ascendendo, simbolizando listagem BUIDL na Uniswap

BlackRock Entra no DeFi: BUIDL na Uniswap Impulsiona UNI 25%

Wall Street finalmente chegou à Uniswap: a BlackRock anunciou a listagem de seu fundo tokenizado BUIDL, com US$ 2,2 bilhões em ativos, na maior exchange descentralizada. Esse é o primeiro passo oficial da maior gestora global no DeFi, permitindo trocas 24/7 com stablecoins para investidores qualificados. O token de governança UNI saltou 25% em reação, chegando a US$ 4,11, sinalizando maturidade do ecossistema.


A Integração do BUIDL na UniswapX

O fundo BUIDL, lançado em 2024 e 100% lastreado em títulos do Tesouro americano, agora ganha liquidez on-chain via parceria estratégica entre Uniswap Labs, Securitize e BlackRock. Pela primeira vez, instituições whitelisted podem negociar shares do BUIDL diretamente na blockchain, sem intermediários tradicionais, usando o protocolo UniswapX para cotações de market makers aprovados.

Robert Mitchnick, chefe global de ativos digitais da BlackRock, destacou que essa convergência entre ativos tokenizados e DeFi representa um “salto significativo na interoperabilidade”. Securitize cuida do compliance, garantindo que apenas investidores pré-qualificados participem, o que mitiga riscos regulatórios enquanto abre portas para yield institucional em stablecoins.

Com quase US$ 2,2 bilhões em TVL, o BUIDL valida o DeFi como infraestrutura madura para tesourarias corporativas, similar aos ETFs de Bitcoin que impulsionaram a adoção em 2024-2025.

Reação do Mercado: UNI em Alta

A notícia detonou uma alta expressiva no UNI, que subiu até 30% de US$ 3,30 para US$ 4,50 antes de corrigir para cerca de US$ 3,80. A BlackRock não só integrou o BUIDL, mas revelou um investimento estratégico no ecossistema Uniswap, incluindo compra de uma quantia não divulgada de UNI.

Esse movimento reforça a tese de adoção institucional: fluxos de capital de gigantes como BlackRock fortalecem os fundamentos das DEXs. Diferente de rallies especulativos, aqui os dados sugerem construção de longo prazo, com Uniswap consolidando-se como hub para RWAs tokenizados.

Enquanto Bitcoin enfrenta volatilidade, o UNI destaca como o DeFi atrai tesourarias em busca de yield eficiente e self-custody.

Implicações para o DeFi e Investidores

Essa integração marca o DeFi saindo do “varejo” para o institucional. Plataformas como Uniswap, com smart contracts auditados, agora competem diretamente com corretoras tradicionais em liquidez e acessibilidade 24/7. É um eco dos ETFs de BTC, mas no universo on-chain.

Para o investidor brasileiro, isso significa mais opções de colateral de alta qualidade em protocolos DeFi, potencializando yields com menor risco de contraparte. Os fundamentos se fortalecem: tokenização de ativos reais como Treasuries impulsiona TVL e reduz dependência de narrativas especulativas.

Vale monitorar expansões semelhantes, como BUIDL em outras chains, e fluxos de ETF na Ásia, que podem adicionar trilhões em inflows cripto.

Próximos Passos no Ecossistema

O mercado está construindo bases sólidas para o ciclo atual. Investidores devem observar o volume de BUIDL na UniswapX e adoção por outros fundos. Com BlackRock liderando, esperamos cascata de integrações, elevando o DeFi a patamares globais. Otimismo responsável: volatilidade persiste, mas adoção é o driver real.


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Executivos cartoon transferindo pilha de ativos dourados para rede XRPL com XRP integrado, simbolizando acordo de US$300 bi com Aviva

Ripple e Aviva: US$ 300 Bilhões em Ativos no XRP Ledger

A parceria estratégica entre Ripple e Aviva Investors marca um marco histórico: US$ 300 bilhões em ativos sob gestão da gigante seguradora britânica serão tokenizados no XRP Ledger (XRPL). Anunciada nesta quarta-feira (11/02), a iniciativa foca em estruturas de fundos regulados, aproveitando a velocidade, baixo custo e sustentabilidade da rede. Enquanto o XRP oscila em torno de R$ 7,14, os fundamentos da rede se fortalecem com essa adoção massiva de instituições tradicionais.


Detalhes da Parceria com Aviva

A Aviva Investors, braço de gestão de ativos da Aviva plc — uma das maiores seguradoras do Reino Unido —, uniu forças com a Ripple para trazer fundos tradicionais tokenizados para o XRPL. Essa é a primeira colaboração da Ripple com uma firma europeia de investimento para tokenizar real-world assets (RWAs) em escala significativa.

O XRPL oferece infraestrutura ideal para isso: transações rápidas (3-5 segundos), custos mínimos e conformidade regulatória. A Ripple, como principal contribuinte da ledger, fornece expertise técnica para adaptar estruturas de fundos regulados à blockchain. Esse movimento vai além de pilotos, representando integração ao vivo com um player de peso no mercado financeiro europeu.

Para o investidor comum, isso significa que o ecossistema XRP está se expandindo para além de pagamentos transfronteiriços, entrando no coração dos mercados de capitais globais.

Reação Entusiasmada do VP da RippleX

Markus Infanger, VP sênior da RippleX, não conteve o otimismo ao comentar a notícia. Em postagem no X (antigo Twitter), ele descreveu o anúncio como um ‘genuinely huge moment’ para o XRPL, destacando como as finanças tradicionais estão migrando on-chain. ‘Aviva Investors anuncia parceria com Ripple para tokenizar estruturas de fundos no XRPL’, escreveu, enfatizando o pioneirismo.

Essa reação oficial reforça a narrativa de que o XRPL não é mais periférico, mas infraestrutura central para RWAs. Upgrades como Hooks e XLS-30 garantem maturidade para demandas institucionais, validando anos de desenvolvimento focado em adoção real.

Londres Consolida-se como Hub de RWA

Com essa parceria, Londres emerge como hub chave para RWAs na Ripple, ao lado de Singapura e Dubai. Reguladores britânicos preparam guidelines para pilots de tokenização de fundos, tornando o timing perfeito. A Aviva, com sua escala de US$ 300 bilhões, valida o XRPL como rail confiável para produtos como fundos, bonds e finanças estruturadas.

Isso contrasta com o foco em Ethereum de players como BlackRock, mostrando diversificação: XRPL destaca-se em eficiência e custo para volumes institucionais. O mercado cripto está construindo bases sólidas, onde utilidade precede especulação de preço.

Fundamentos Fortes para o Futuro

Enquanto o preço do XRP enfrenta volatilidade — com queda de 1,17% nas últimas 24 horas —, essa notícia exemplifica o viés de alta nos fundamentos. Ripple expande influência com parcerias como Zand (EAU) e planos para tokenizar T-Bills americanos via RLUSD, sua stablecoin que atingiu US$ 1,5 bilhão em valor.

Para investidores de longo prazo, o foco deve estar na adoção: mais RWAs no XRPL significam maior demanda por XRP como gás nativo e ponte de liquidez. O ecossistema amadurece, preparando o terreno para ciclos de alta sustentados pela utilidade real.


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Personagens cartoon estilizados conectando baú de T-Bills tokenizados à rede XRPL com '50B' brilhante, simbolizando valuation da Ripple e adoção institucional

Ripple Vale US$ 50 Bi e Integra T-Bills ao XRPL

A Ripple Labs solidifica seu império ao ultrapassar US$ 50 bilhões em valuation, entrando no top 10 dos unicórnios mais valiosos globalmente, ao lado de gigantes como xAI e OpenAI. Em paralelo, uma parceria inovadora traz títulos do Tesouro americano tokenizados (T-Bills) para o XRPL, permitindo que holders de XRP e RLUSD acessem yields seguros. Apesar da fase de capitulação no XRP, os fundamentos do ecossistema se fortalecem aceleradamente.


Valuation Bilionária e Aquisições Estratégicas

A Ripple Labs, fundada em 2012 por Chris Larsen e Jed McCaleb, alcançou um marco impressionante com valuation superior a US$ 50 bilhões, conforme dados da CBInsights. Isso a posiciona logo atrás de players como SHEIN, superando empresas como Figure, Ramp e Canva. O crescimento é impulsionado por aquisições recentes, como a GTreasury (agora Ripple Prime) e Standard Custody, que expandem sua oferta para serviços financeiros completos.

Com 117 patentes arquivadas na última década, focadas em sistemas de pagamento e blockchain, a Ripple demonstra inovação contínua. Essas movimentações reforçam sua tese de adoção institucional, conectando o ecossistema XRP a fluxos de capital globais em um momento de correção de mercado.

T-Bills Tokenizados: Yields para o Ecossistema XRPL

A parceria entre Doppler Finance e OpenEden marca um avanço significativo: T-Bills tokenizados e o stablecoin USDO chegam ao XRPL. Holders de XRP e RLUSD agora acessam yields respaldados pelo Tesouro dos EUA diretamente na rede, transformando ativos passivos em produtivos.

Doppler atua como gateway on-chain, canalizando liquidez nativa do XRPL para produtos institucionais da OpenEden. Essa integração simplifica o acesso a rendimentos seguros, ecoando o lançamento pioneiro de T-Bills tokenizados no XRPL em agosto de 2024. O mercado está construindo pontes entre finanças tradicionais e cripto.

Expansões Globais e ETFs em Alta

No Oriente Médio, a parceria com o banco Zand nos Emirados Árabes foi estendida para integrar o RLUSD em custódia regulada, sinalizando expansão estratégica. Ademais, os primeiros spot ETFs de XRP acumulam US$ 1,23 bilhão em inflows líquidos, com Canary Capital liderando desde novembro de 2025, seguido por Bitwise e Grayscale.

O XRP Community Day, marcado para 11 de fevereiro, reunirá líderes como Brad Garlinghouse para discutir adoção macro. Apesar da capitulação (SOPR em 0,96), com XRP negociado abaixo do custo médio dos holders, isso reflete oportunidade em ciclos passados: volatilidade cede espaço à construção fundamental.

Perspectiva de Longo Prazo para Investidores

Enquanto o XRP oscila em torno de US$ 1,42 (cerca de R$ 7,25), recuperando do crash de 6 de fevereiro, os olhos estão nos indicadores de adoção. Fluxos de ETFs positivos e parcerias institucionais sugerem que o ecossistema Ripple está mais resiliente que nunca. Investidores atentos a ciclos históricos sabem: fundamentos fortes pavimentam altas sustentáveis.


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Personagens cartoon de banqueiro árabe e figura DeFi conectando tokens RLUSD e USDe sobre ponte luminosa, simbolizando expansão Ripple e recompensas HTX

Ripple Expande no Oriente Médio e HTX Lança Recompensas em USDe

A expansão da parceria da Ripple com o banco Zand nos Emirados Árabes Unidos marca um passo significativo na adoção institucional de stablecoins, com foco no uso extensivo de RLUSD. Paralelamente, a HTX lançou um serviço de cunhagem e resgate de USDe com recompensas diárias para holders, simplificando o acesso a rendimentos DeFi. Esses movimentos reforçam a maturidade do ecossistema cripto.


Parceria Ripple-Zand: RLUSD Ganha Tração Bancária

Reece Merrick, executivo da Ripple para Oriente Médio e África, anunciou a extensão da colaboração iniciada no ano passado com o Zand Bank. A iniciativa prioriza o suporte ao RLUSD, stablecoin da Ripple lastreada em dólar, dentro da custódia regulada de ativos digitais do banco. Além disso, soluções de liquidez direta serão criadas para o AEDZ, stablecoin do Zand atrelada ao dirham dos EAU.

O AEDZ será emitido no XRP Ledger, abrindo caminho para uma gama de iniciativas que unem blockchain, stablecoins e tokenização de ativos. Segundo Merrick, essa parceria visa avançar a economia digital nos EAU, onde a regulamentação favorável atrai inovação financeira. Bancos tradicionais adotando soluções on-chain como essa sinalizam a construção de pontes entre finanças legadas e criptoativos, fortalecendo os fundamentos de longo prazo.

Os Emirados Árabes se posicionam como hub cripto global, com o Zand liderando a integração de stablecoins reguladas. Isso não só valida o RLUSD, mas também expande o uso prático do XRP Ledger em pagamentos cross-border e tesourarias corporativas.

HTX Democratiza Rendimentos com USDe

A HTX, uma das principais exchanges globais, integrou a cunhagem e resgate de USDe via smart contracts da Ethena Labs. O processo elimina a dependência de OTC ou livros de ordens spot, oferecendo escala ilimitada e custos de transação uniformes. Usuários podem agora entrar e sair de posições em USDe de forma fluida, sem fricções de liquidez comuns em mercados secundários.

O destaque é o programa de recompensas diárias para holders em contas spot, distribuídas semanalmente. Essa mecânica aumenta a eficiência de capital, permitindo ganhos passivos enquanto se mantém exposição estável ao dólar. Adicionalmente, campanhas como boost de APY até 15% no HTX Earn e competições de trading com prêmios de 10.000 USDe incentivam engajamento.

Para o investidor comum, isso significa acesso simplificado a yields DeFi sem complexidades técnicas. A HTX está pavimentando o caminho para que stablecoins sintéticas como USDe se tornem veículos cotidianos de economia, alinhando CeFi e DeFi em uma narrativa de adoção massiva.

Implicações: Ecossistema em Construção

Esses desenvolvimentos conectam-se à tese maior de adoção institucional. A validação bancária do RLUSD nos EAU espelha movimentos globais, como ETFs de Bitcoin e tesourarias corporativas, onde infraestrutura regulada impulsiona confiança. Já o USDe na HTX exemplifica como plataformas centralizadas facilitam DeFi para todos, gerando yields reais em stablecoins.

O mercado cripto está construindo bases sólidas: parcerias como Ripple-Zand aceleram a on-chainização de finanças tradicionais, enquanto serviços como o da HTX democratizam rendimentos. Investidores atentos a esses fluxos veem além da volatilidade curta, focando no crescimento orgânico do ecossistema. Vale monitorar como esses pilots escalam regional e globalmente.


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Executivo cartoon estilizado empilhando blocos dourados de Bitcoin em torre crescente, ignorando raios vermelhos de prejuízo, simbolizando resiliência de Saylor na adoção institucional

Saylor Ignora Prejuízo de US$ 900 Milhões e Sinaliza Nova Compra de Bitcoin

Michael Saylor, chairman da MicroStrategy, sinalizou uma nova compra de Bitcoin com o post ‘More Orange’ no X, mesmo com o BTC caindo para cerca de US$ 75 mil e gerando uma perda não realizada de US$ 900 milhões na tesouraria da empresa. A companhia acumula 712.647 BTC a um custo médio de US$ 76 mil, demonstrando convicção inabalável em meio à volatilidade. Esse movimento reforça a tese de adoção institucional contra a maré do mercado.


O Sinal de ‘More Orange’ de Saylor

Tradicionalmente, Saylor usa posts de fim de semana com referências a pontos laranja para preview de aquisições de Bitcoin pela MicroStrategy. Desta vez, após uma queda do BTC para US$ 75.500, o ‘More Orange’ veio acompanhado de um gráfico histórico das compras da empresa. Desde o início do ano, foram adicionados cerca de 40 mil BTC, elevando o total para 712.647 unidades.

Esse padrão segue ciclos de acumulação em momentos de correção, alinhando-se à visão de longo prazo de Saylor. Os fundamentos se fortalecem com cada aquisição, independentemente do ruído de curto prazo. Investidores atentos sabem que tais sinais precedem anúncios formais às segundas-feiras.

Perda Não Realizada e Resiliência Financeira

A perda não realizada de US$ 900 milhões surgiu quando o BTC testou os US$ 75 mil, abaixo do custo médio de US$ 76.037 por coin. No entanto, trata-se de papel: os BTC não estão colateralizados em dívidas, com vencimentos mais longos em 2028 e caixa suficiente para dividendos por 2,5 anos.

Curiosamente, as ações da MicroStrategy (MSTR) subiram 4,55% para US$ 149,71, refletindo confiança dos acionistas na estratégia. As ações preferenciais (STRC) negociam abaixo do par, limitando emissões ATM, mas a dívida desprotegida mitiga riscos imediatos de alavancagem.

Implicações para a Adoção Institucional

A postura de Saylor exemplifica a resiliência das tesourarias corporativas de Bitcoin. Em ciclos passados, correções como essa pavimentaram altas expressivas pós-halving. A MicroStrategy lidera a narrativa de adoção, inspirando outros players institucionais e fluxos de ETFs.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 409.305 (-1,88% em 24h) reflete volatilidade, mas o volume de 471 BTC negociados no Brasil sinaliza interesse contínuo. Para investidores de longo prazo, momentos como esse constroem bases sólidas.

O Que Monitorar Agora

Aguardamos o anúncio oficial da compra na segunda-feira. Indicadores como mNAV (market NAV) e capacidade de dividendos serão chave. Apesar das críticas nas redes, a estratégia prova que convicção fundamentada supera pânico de curto prazo. O mercado está construindo, e Saylor continua liderando pelo exemplo.


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Personagens cartoon de banqueiro e avatar Solana se cumprimentando sobre ponte luminosa, ignorando ondas de volatilidade e simbolizando adoção institucional

Bancos e Solana: Adoção Silenciosa Ignora Caos de Preços

Enquanto os preços das criptomoedas oscilam em meio ao caos macroeconômico, os fundamentos do ecossistema se fortalecem com adoção real. A integração do Polymarket à Solana via Jupiter traz mercados de previsões on-chain de forma nativa, reduzindo fricções e impulsionando o DeFi consumer. Paralelamente, diretores de grandes bancos sinalizam consenso sobre a tokenização e pagamentos digitais via Ripple, mudando o foco de ‘por quê’ para ‘como’. Essa é a adoção silenciosa que constrói o futuro.


Integração Polymarket-Jupiter Revoluciona Previsões na Solana

A exchange descentralizada Jupiter anunciou a parceria com o Polymarket, líder em mercados de previsão com valuation estimado em US$ 9 a 10 bilhões. Agora, usuários acessam contratos de eventos políticos, esportivos e econômicos diretamente no app Jupiter, sem bridges ou trocas de plataformas. Anunciado em 1º de fevereiro de 2026, o recurso aparece em uma aba dedicada “Prediction”, combinando a liquidez do Polymarket com a eficiência técnica da Solana.

O setor de prediction markets explodiu, com US$ 12 bilhões em volume só em janeiro, gerando mais de US$ 11 milhões em fees on-chain. Essa integração elimina barreiras técnicas, posicionando a Solana como hub de DeFi consumer. Com SOL cotado a cerca de R$ 544, o ecossistema prova que adoção prática supera volatilidade de curto prazo. O mercado está construindo bases sólidas para volumes anuais que podem superar US$ 500 bilhões.

Bancos Mudam Discurso: De ‘Por Quê’ para ‘Como’ na Tokenização

Reece Merrick, executivo sênior da Ripple para Oriente Médio e África, relatou discussões intensas com mais de 20 diretores de bancos. Uma sessão de 30 minutos estendeu-se para 90, com consenso unânime sobre o potencial de pagamentos com ativos digitais e tokenização. Os executivos, responsáveis por alocação de capital e transformação estratégica, veem blockchain como infraestrutura essencial para eficiência em cross-border payments.

Essa shift institucional reflete maturidade: não mais debates teóricos, mas execução prática alinhada a regulamentações. Bancos buscam redução de custos, velocidade e transparência, integrando tokenização a sistemas legados. Com XRP em torno de R$ 8,50, a Ripple catalisa essa transição, provando que grandes players ignoram ruído de preços para focar em utilidade real.

Perspectiva de Alta: Adoção Institucional Acelera Ciclo de Alta

Essas parcerias exemplificam a tese de adoção global: Solana ganha tração em aplicações consumer como prediction markets, enquanto Ripple pavimenta o caminho para finanças tokenizadas. Em ciclos passados, fluxos institucionais precederam valorizações expressivas. Hoje, com regulamentações mais claras — como a retirada de propostas restritivas da CFTC —, o caminho está pavimentado.

Investidores atentos monitoram métricas como volume on-chain e integrações institucionais, não oscilações diárias. Os fundamentos se fortalecem, e o otimismo responsável aponta para um ecossistema mais resiliente. Vale acompanhar como essas inovações escalam em 2026.


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Personagens cartoon de exchange e fundação apertando mãos sobre token BGB com globo digital expandindo, simbolizando listagem na Kraken e adoção institucional

Kraken Lista BGB: Expansão Global Ganha Força

A Kraken anunciou a listagem do token BGB, token de governança originário do Bitget e agora sob controle da Morph Foundation desde setembro de 2025. Essa aprovação em uma das exchanges mais rigorosas do mercado — que aprova menos de 20% das candidaturas — reforça os fundamentos do ativo, abrindo portas para liquidez em um volume anual superior a US$ 207 bilhões. Para investidores brasileiros, representa mais opções em plataformas Tier 1, alinhadas à crescente adoção global de criptoativos com compliance elevado. O movimento ocorre em 1º de fevereiro de 2026, destacando a maturação do ecossistema.


Evolução do BGB para Governança Modular

O BGB passou por uma transição estratégica ao ser transferido para a Morph Foundation há cerca de quatro meses. Antes associado principalmente ao Bitget, uma exchange com 125 milhões de usuários em mais de 150 regiões, o token agora atua como mecanismo de governança em infraestrutura blockchain modular. Os holders podem participar de votações em protocolos on-chain e receber recompensas por engajamento em Web3, priorizando utilidade sobre especulação pura.

Colin Goltra, CEO da Morph, enfatizou essa mudança: o crescimento do BGB depende de uso real, não apenas negociação. A ênfase em interoperabilidade permite que o token funcione em múltiplas chains, fortalecendo sua relevância em um mercado que busca eficiência. Essa narrativa alinha-se à visão de longo prazo, onde o ecossistema cripto constrói bases sólidas, semelhante à consolidação vista em ciclos anteriores pós-halving.

Rigor Regulatório da Kraken Impulsiona Credibilidade

A Kraken é conhecida por seus padrões elevados de listagem, revisando centenas de aplicações anualmente e aprovando menos de 20%. Dave Ripley, COO da exchange, confirmou que o BGB atende aos critérios de benefícios tangíveis aos usuários e conformidade regulatória. Com um volume de trading de mais de US$ 207 bilhões em 2025, a plataforma oferece liquidez significativa para novos ativos.

A listagem ainda aguarda confirmação regulatória final, o que pode levar semanas ou meses — um lembrete de que, apesar do otimismo, o mercado cripto opera em ambiente regulado com volatilidades inerentes. No entanto, essa seletividade atrai investidores institucionais cautelosos, que priorizam plataformas testadas por mercados de baixa e escrutínio regulatório.

Adoção Institucional como Motor do Mercado

O contexto macro reforça o potencial: relatório da Coinbase indica que a adoção institucional de cripto cresceu 340% no último ano, com fundos de pensão e hedge funds demandando tokens negociáveis em exchanges reguladas. Parcerias do Bitget com LALIGA, MotoGP e UNICEF expandem a visibilidade para audiências mainstream, posicionando o BGB além do nicho cripto tradicional.

Para o investidor comum, isso significa acesso a ativos com governança ativa em uma exchange confiável. Usuários da Kraken tendem a períodos de holding mais longos, favorecendo recursos como votações on-chain em detrimento de trades especulativos. Os fundamentos se fortalecem à medida que fluxos institucionais migram para blockchains maduras.

O Que Isso Significa para o Investidor Brasileiro

No Brasil, onde o interesse por altcoins cresce paralelamente ao Bitcoin, a listagem amplia opções em plataformas globais acessíveis. Ela sinaliza maturidade: tokens evoluem de utility exchange para governança cross-chain, espelhando a adoção corporativa vista em tesourarias de BTC. Vale monitorar o impacto na liquidez e uso real do BGB, mas o movimento constrói confiança no ciclo atual de expansão.

Riscos como atrasos regulatórios persistem, mas o otimismo é fundamentado na tendência de integração institucional. O mercado está construindo, e listagens como essa são tijolos essenciais nessa estrutura de longo prazo.


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Personagens cartoon de gigantes institucionais com braços cruzados sobre pilhas de Bitcoin em meio a nuvens vermelhas turbulentas, simbolizando resiliência e adoção de longo prazo

Saylor no Vermelho: Por Que Gigantes Não Vendem em Queda

A posição de Bitcoin da MicroStrategy de Michael Saylor está ligeiramente no vermelho após o preço cair abaixo de US$ 76.037, seu custo médio de aquisição. Paralelamente, a BitMine de Tom Lee registra perdas não realizadas de US$ 6 bilhões em Ethereum, com o valor de sua posição caindo de US$ 14 bilhões para US$ 9,6 bilhões. Essas são perdas no papel – sem vendas forçadas à vista.


MicroStrategy: Sem Estresse no Balanço

A MicroStrategy (agora Strategy) detém 712.647 BTC completamente livres de ônus, sem colateralização que force vendas em quedas. Com US$ 2,25 bilhões em caixa reservados para dividendos e dívida conversível de US$ 8,2 bilhões com vencimentos flexíveis – o primeiro put só em 2027 –, não há risco imediato de insolvência ou liquidação.

O impacto real da queda é na captação de recursos. Historicamente, a empresa emite ações via ATM offerings quando negociam acima do mNAV (múltiplo ao valor dos BTC). Com o Bitcoin em torno de US$ 75.500 e ações em desconto, novas emissões diluiriam acionistas, freando compras adicionais. Em 2022, durante meses underwater, adicionaram apenas 10 mil BTC. Ainda assim, Saylor mantém a convicção: o mercado está construindo bases para o próximo ciclo.

BitMine e a Aposta em Ethereum

A BitMine Immersion acumulou 4,24 milhões de ETH, comprando mais de 40 mil na semana passada – bem antes da derrocada para US$ 2.300. Isso ampliou perdas não realizadas para além de US$ 6 bilhões. Tom Lee, chairman, adotou tom cauteloso de curto prazo, alertando para deleveraging contínuo até início de 2026, mas reforça visão construtiva de longo prazo.

Parte da posição está em staking, gerando cerca de US$ 164 milhões anuais em receita – um colchão modesto ante volatilidade. Como na MicroStrategy, não há sinais de pânico ou vendas. Essas tesourarias testam a resiliência institucional em correções cíclicas.

Perdas no Papel vs. Realizadas: Lição de Longo Prazo

A diferença chave: prejuízos não realizados só viram reais se venderem. Saylor e Lee, gigantes do otimismo cripto, veem volatilidade como ruído em ciclos maiores. Histórico mostra halvings e adoção (ETFs, corporates) superando quedas. Hoje, fundamentos se fortalecem: fluxos institucionais persistem apesar de correções.

Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin cotado a R$ 416.832 (-4,9% 24h), Ethereum R$ 12.829. Para o investidor comum, isso reforça: foque adoção, não ruído diário. Gigantes não apertam pânico porque sabem onde estamos no ciclo.


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Juiz cartoon arquivando processo com martelo enquanto personagem XRP quebra correntes, celebrando vitória judicial da Ripple

Liberdade para Ripple: Justiça Arquiva Processo e XRP Sobe 3,2%

A Justiça do Nono Circuito dos EUA arquivou definitivamente o processo contra a Ripple, marcando o fim de uma batalha regulatória que durou anos. Apesar de um mercado cripto em queda, o XRP subiu 3,2% nas primeiras 24 horas, alcançando US$ 0,68 com volume de US$ 1,9 bilhão. Segundo a CriptoFácil, essa resiliência reflete fundamentos fortalecidos, abrindo portas para expansão de produtos como a stablecoin RLUSD e soluções de tesouraria corporativa. Para investidores brasileiros, é um sinal de que o ecossistema de altcoins está construindo bases sólidas.


Fim do Risco Regulatório: Um Divisor de Águas

O arquivamento reforça a vitória judicial anterior da Ripple contra a SEC, eliminando o risco de classificação do XRP como security nos EUA. Desde 2020, esse litígio criava um desconto de risco no preço, limitando parcerias institucionais. Agora, com clareza jurídica, a empresa ganha liberdade para acelerar inovações.

Isso é crucial em um ciclo de adoção onde regulação amigável impulsiona fluxos de capital. Assim como vimos com ETFs de Bitcoin, decisões favoráveis pavimentam o caminho para tesourarias corporativas e stablecoins reguladas. A Ripple, que já processa bilhões em remessas globais via XRP Ledger, pode agora expandir sem pendências judiciais, fortalecendo sua posição no ecossistema de pagamentos cross-border.

No contexto brasileiro, onde o real enfrenta pressões inflacionárias, ativos com utilidade real como o XRP ganham apelo para diversificação, especialmente com cotações em BRL girando em torno de R$ 3,50 (US$ 0,68, com o dólar a R$ 5,25).

Resiliência Técnica do XRP em Mercado Volátil

Enquanto o mercado total de altcoins recuava, o XRP acumulou alta de 11,4% em 7 dias, superando o índice setorial em 5 pontos percentuais. Tecnicamente, opera acima das médias móveis de 50 dias (US$ 0,64) e 200 dias (US$ 0,60), com RSI em 58 — força compradora moderada sem sobrecompra.

O MACD mantém cruzamento positivo, e dados on-chain mostram 62% do supply fora de exchanges, reduzindo pressão vendedora. Baleias com mais de 10 milhões de XRP acumularam 180 milhões de tokens na semana, ecoando movimentos vistos em ciclos passados antes de valorizações sustentadas. Essa acumulação discreta é um indicador clássico de que grandes players posicionam-se para tendências de longo prazo.

Tesouraria Corporativa: Catalisador para Adoção

A Ripple lançou uma solução de tesouraria baseada em XRP, permitindo que empresas gerenciem liquidez global com custos baixos. Isso expande o uso além de remessas, criando demanda estrutural — similar às tesourarias de Bitcoin em corporações como MicroStrategy.

Com o processo arquivado, a stablecoin RLUSD ganha terreno para listagens reguladas, atraindo instituições avessas a riscos. Para o investidor comum, isso significa maior utilidade e liquidez, métricas mais confiáveis que volatilidade de curto prazo. Estamos no estágio de construção do ciclo, onde fundamentos se fortalecem antes da próxima fase de descoberta de preço.

O Que Monitorar Agora

Resistência chave em US$ 0,72; rompimento com volume acima de US$ 1,6 bilhão pode mirar US$ 0,78. Suporte em US$ 0,64 — perda aí enfraquece a tese altista. No macro, fique de olho em fluxos institucionais e adoção de produtos Ripple.

Riscos persistem: volatilidade geral do mercado e concorrência em pagamentos. Mas o arquivamento é um marco de alta responsável, confirmando que paciência em narrativas de adoção paga dividendos. O XRP não é só sobrevivente; está se posicionando como infraestrutura essencial.


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