Regulador cartoon batendo martelo de multa em plataforma de empréstimos cripto, com '500K' voando, ilustrando sanção da Califórnia à Nexo

Califórnia Multa Nexo em US$ 500 mil por Empréstimos Sem Licença

A plataforma de criptomoedas Nexo foi multada em US$ 500 mil pelo Departamento de Proteção Financeira e Inovação da Califórnia (DFPI) por conceder empréstimos garantidos em cripto sem licença a 5.456 residentes do estado. A ação, anunciada nesta semana, destaca o cerco regulatório contínuo às empresas do setor e serve de alerta para investidores que buscam serviços de lending em plataformas não reguladas adequadamente.


Detalhes da Investigação e Multa

O DFPI investigou operações da Nexo Capital Inc., entidade sediada nas Ilhas Cayman, entre julho de 2018 e novembro de 2022. Durante esse período, a plataforma ofereceu empréstimos sem avaliar a capacidade de pagamento dos mutuários, suas dívidas existentes ou histórico de crédito, violando exigências estaduais para credores. A comissária KC Mohseni enfatizou que credores devem seguir a lei, mesmo em empréstimos garantidos por criptomoedas, para evitar riscos aos consumidores.

Como parte do acordo, a Nexo deve transferir todos os fundos de residentes californianos para uma afiliada licenciada nos EUA em até 150 dias. Essa medida visa proteger os ativos dos usuários afetados, mas levanta preocupações sobre a estabilidade e conformidade das operações passadas da empresa.

Histórico de Problemas Regulatórios da Nexo

Essa não é a primeira sanção contra a Nexo nos EUA. Em 2023, o DFPI co-liderou uma força-tarefa multiestadual que resultou em um acordo de US$ 22,5 milhões pelo produto Earn Interest, oferecido sem registro. No mesmo ano, a SEC impôs outra multa de igual valor por falha no registro de empréstimos em cripto, totalizando US$ 45 milhões em penalidades naquele período.

Após essas ações, a Nexo se retirou do mercado americano em 2022, encerrando produtos tradicionais de empréstimo para clientes nos EUA. A empresa ainda não retomou serviços por lá, focando em conformidade, mas o novo caso expõe deficiências sistêmicas, como alertou Kadan Stadelmann, da Komodo Platform, sobre a falta de verificações básicas de crédito.

Implicações para Investidores e Lições Práticas

Para investidores brasileiros interessados em lending cripto, esse episódio reforça a importância de escolher plataformas com licenças claras e supervisão regulatória. Sem avaliações adequadas de risco, empréstimos podem levar a perdas significativas em cenários de volatilidade, similar a crises financeiras tradicionais. A regulação californiana, conhecida por sua rigidez, prioriza supercolateralização e proteções ao tomador, evitando repetições de eventos como a crise de 2008 no setor cripto.

Acordos sem admissão de culpa, comuns nesses casos, podem mascarar problemas profundos, expondo usuários a riscos futuros como novas multas ou interrupções de serviço. Monitore sempre o status regulatório das plataformas e priorize aquelas com histórico de compliance sólido.

Resposta da Nexo e Perspectivas Futuras

A Nexo classificou a multa como referente a "questões históricas", afirmando que não reflete suas operações atuais ou padrões de governança. A empresa mantém diálogo com reguladores e busca retomar atividades nos EUA de forma compliant. No entanto, analistas questionam a dependência de tais acordos e alertam para potenciais escrutínios adicionais.

Enquanto a Nexo trabalha na transferência de fundos, investidores afetados devem verificar seus saldos e considerar migrações seguras. Esse caso ilustra que o cerco regulatório global continua forte, demandando cautela redobrada de todos no ecossistema cripto.


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Detetives cartoon desvendando teia de transações cripto sujas sob véu judicial de sigilo, ilustrando investigação de lavagem de R$ 1,2 bi

STJ Mantém Sigilo: Operador Lavou R$ 1,2 Bi em Cripto para Omã

A lavagem de R$ 1,2 bilhão em criptomoedas que parou no STJ revela um esquema sofisticado desmantelado pela Operação Alcaçaria. Munir Constantino Haddad Junior, operador central residente em Omã, teve pedido de acesso aos autos negado pelo ministro Herman Benjamin. A decisão mantém sigilo nas tratativas internacionais da PF e Receita Federal para sua extradição, alertando sobre riscos de lavagem recorde no Brasil.


O Esquema Bilionário de Lavagem

O investigado integra uma rede que funcionava como um “banco paralelo”, movimentando cerca de R$ 1,2 bilhão em três anos. Empresas de fachada e laranjas recebiam depósitos em espécie, convertendo parte em criptomoedas para envio a carteiras estrangeiras. Esses ativos financiavam fornecedores internacionais de armas e drogas, explorando a pseudonimidade da blockchain para evadir rastreamento tradicional.

A operação atendia múltiplos grupos criminosos, cobrando taxas por serviços de limpeza de capitais ilícitos. Autoridades destacam a sofisticação: mescla de sistema bancário convencional com tecnologia digital, dificultando investigações financeiras globais. A escala recorde expõe vulnerabilidades no ecossistema cripto brasileiro, onde volumes bilionários circulam sem regulação plena.

Sigilo Judicial e Risco de Fuga

O ministro Herman Benjamin indeferiu liminar da defesa, que alegava direito fundamental ao acesso e residência fixa em Omã para afastar fuga. Herman Benjamin priorizou a proteção de diligências em curso, argumentando que publicidade frustraria a cooperação com autoridades omanenses. Não houve ilegalidade manifesta ou urgência para intervenção imediata.

A medida reflete tensão entre direitos da defesa e efetividade penal. O sigilo preserva estratégias sensíveis de localização e extradição, essenciais em casos transnacionais. O mérito do habeas corpus segue para análise na Sexta Turma, sob relatoria de Og Fernandes, mantendo o mistério sobre detalhes operacionais.

Operação Alcaçaria: PF e Receita em Ação

Deflagrada em setembro de 2024, a operação uniu Polícia Federal e Receita Federal contra lavagem e evasão de divisas. Prisão preventiva de Haddad foi decretada então, com denúncia em dezembro. O foco recaiu em corretoras de cripto que repassavam valores a doleiros, ilustrando terceirização criminosa de serviços financeiros.

A cooperação internacional ganha destaque: tratativas com Omã visam repatriar o operador. Autoridades brasileiras aprimoram ferramentas de rastreamento on-chain, combatendo novas tipologias de crime. O caso sinaliza endurecimento contra uso abusivo de criptoativos, com potencial recuperação de ativos desviados.

Implicações para Investidores e Mercado

Episódios como este reforçam alertas regulatórios: criptomoedas facilitam crimes, mas também são rastreadas por analytics avançados. Investidores legítimos devem priorizar plataformas reguladas e KYC rigoroso para evitar associações indevidas. A Operação Alcaçaria demonstra capacidade estatal de desarticular redes bilionárias, promovendo maturidade no setor.

O sigilo no STJ adiciona camada de mistério, mas sublinha compromisso com justiça. Monitore atualizações, pois o desfecho pode impactar políticas anti-lavagem e adoção cripto no Brasil.


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Personagem XRP cartoon liderando corrida à frente de BTC e ETH em pista neon, simbolizando domínio de volume na Upbit coreana

XRP Desbanca Bitcoin e Ethereum em Volume na Upbit Coreana

O XRP emergiu como o ativo mais negociado na Upbit, principal exchange da Coreia do Sul, ao longo de 2025, superando Bitcoin, Ethereum e Dogecoin em volume total. Com um volume anual superior a US$ 1 trilhão, a Upbit — que detém mais de 70% do mercado cripto local — confirma o domínio do XRP no par XRP/KRW. Esse hub de liquidez asiática revela preferências retail distintas do Ocidente, onde BTC prevalece.


Domínio do XRP na Upbit em Números

De acordo com dados verificados pela Dunamu, operadora da Upbit, o XRP ocupou o primeiro lugar em volume, liquidez e uso real durante todo o ano de 2025. O par XRP/KRW liderou consistentemente, seguido por BTC em segundo, ETH em terceiro, USDT em quarto e DOGE em quinto. O volume diário do XRP variou entre 15% e 22% do total da exchange, atingindo pico de US$ 1,22 bilhão em julho.

A Upbit atende 13,26 milhões de usuários — cerca de um em quatro sul-coreanos —, com maior concentração na faixa dos 30 anos (28,7%). Exchanges locais acumularam aproximadamente 570 milhões de XRP, sinalizando adoção robusta para transações e liquidez cotidiana.

Por Que a Coreia do Sul Prefere XRP?

O mercado sul-coreano prioriza ativos com utilidade prática e alta liquidez, diferentemente do foco ocidental em narrativas de reserva de valor como BTC. Analistas como XFinanceBull destacam que o volume sustentado reflete uso real, não especulação passageira. A preferência por XRP sugere confiança em sua eficiência para pagamentos transfronteiriços e remessas, alinhada à infraestrutura Ripple.

Com 70% do volume cripto nacional, a Upbit é termômetro preciso: o XRP não só atraiu capital retail estável, mas gerou efeito cascata, melhorando liquidez e atraindo mais participantes. Isso contrasta com a volatilidade global, onde BTC oscila por ETFs e macroeventos.

Implicações para Investidores Globais

Os dados da Upbit indicam que o volume real flui para o Sudeste Asiático, onde XRP reina absoluto. Para brasileiros, isso reforça a diversificação além de BTC/ETH: monitorar hubs como Coreia revela tendências retail autênticas. Em 2025, XRP processou volumes que superam gigantes ocidentais localmente, sugerindo potencial de crescimento sustentável.

Investidores devem observar acumulações (570M XRP em exchanges coreanas) e picos diários como indicadores de demanda orgânica. Enquanto o Ocidente debate ETFs, a Ásia demonstra utilidade prática do XRP.


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Véu cyan de privacidade rasgado expondo moedas douradas manchadas de vermelho, simbolizando queda do Monero ligada a roubo de fundos

Monero Recua 22% Após ATH: Investigador Revela Ligação com Roubo

Por que o rali histórico do Monero parou de repente? A resposta está em um roubo de US$ 282 milhões. Em 17 de janeiro de 2026, o XMR corrigiu mais de 5% em 24 horas, perdendo 22% desde o pico de US$ 797, após investigador on-chain ZachXBT ligar a alta a um roubo de US$ 282 milhões em Bitcoin e Litecoin via engenharia social. O mercado de moedas de privacidade sente o impacto.


Queda Acentuada Após Máxima Histórica

O Monero (XMR), principal privacy coin, alcançou um all-time high (ATH) de US$ 797 há apenas três dias, impulsionando sua capitalização de mercado para acima de US$ 14,7 bilhões. No entanto, a euforia durou pouco. Em 17 de janeiro, o ativo despencou para US$ 617, uma correção de mais de 22% desde o topo, com perda de US$ 3 bilhões em valor de mercado nas últimas 72 horas.

Apesar da retração, o XMR ainda registra ganho semanal de 33%, destacando-se entre as criptomoedas. Essa volatilidade reflete não só dinâmicas técnicas, mas também eventos externos que afetam a percepção de risco. Investidores em moedas focadas em anonimato devem estar atentos a como associações negativas podem acelerar vendas em massa.

A correção afastou o Monero do Top 10 do CoinGecko por capitalização, sinalizando cautela no ecossistema de privacy coins. Esse movimento serve como lembrete dos riscos inerentes a ativos com narrativas controversas.

Análise de ZachXBT: Conversões Artificiais Impulsionaram o Preço

O investigador on-chain ZachXBT revelou detalhes do golpe ocorrido em 10 de janeiro, onde criminosos roubaram mais de US$ 282 milhões em BTC e LTC de uma vítima única, usando engenharia social em uma hardware wallet. Os fundos foram convertidos para XMR por meio de múltiplas instant exchanges, gerando um choque de oferta artificial que elevou o preço.

"The attacker began converting the stolen LTC & BTC to Monero via multiple instant exchanges, causing the XMR price to sharply increase", escreveu ZachXBT em post no X. Essa ligação explica o pump repentino, desacreditando teorias iniciais de uma tendência orgânica de "privacy narrative", similar ao que impulsionou Zcash no fim de 2025.

ZachXBT descartou envolvimento de atores estatais como a Coreia do Norte, apontando para outros criminosos. Essa transparência on-chain esfriou o entusiasmo, transformando ganho em pânico vendedor.

Riscos para Moedas de Privacidade e Lições para Investidores

A associação do rali do Monero com um roubo de US$ 282 milhões expõe vulnerabilidades das moedas de privacidade. Projetadas para anonimato, elas atraem tanto usuários legítimos quanto ilícitos, criando um "efeito mancha" que amplifica correções. O impacto psicológico é imediato: confiança abalada leva a liquidações rápidas.

Para brasileiros expostos ao XMR, isso reforça a necessidade de diversificação. Narrativas de privacidade podem gerar pumps explosivos, mas eventos criminais revertem ganhos com velocidade alarmante. O market cap atual de US$ 11,5 bilhões reflete essa realidade volátil.

Outras privacy coins como ZEC e ARRR também sofrem contágio, embora em menor grau. Reguladores globais monitoram esses ativos de perto, o que pode pressionar ainda mais os preços.

O Que Monitorar em Meio à Volatilidade

Vale observar se o suporte em US$ 617 segura ou se novas vendas testam níveis inferiores. A recuperação dependerá de dissociação da notícia negativa e retorno à narrativa positiva de privacidade em um mundo de crescente vigilância digital.

Investidores devem priorizar due diligence on-chain e evitar FOMO em pumps suspeitos. Ferramentas como as usadas por ZachXBT são essenciais para identificar manipulações. Em um mercado onde crimes financiam rallies, proteção é prioridade.


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Executivos cartoon de tech e governo apertando mãos enquanto nuvens de boatos se dissipam, simbolizando negação de conflito no CLARITY Act

Brian Armstrong Nega Racha com Casa Branca e Otimista com Lei Cripto

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, quebrou o silêncio sobre os rumores de um racha com a Casa Branca nesta sexta-feira (17). Ele negou veementemente que a administração Trump esteja considerando retirar o apoio ao projeto de lei de estrutura de mercado cripto, afirmando que as negociações estão avançando de forma construtiva. A declaração chega após uma semana de tensão legislativa, com a indústria aliviada pela perspectiva de correção de rumo no CLARITY Act.


Origem dos Rumores e Retirada de Apoio da Coinbase

A confusão começou na semana passada, quando a Coinbase anunciou a retirada de seu apoio ao CLARITY Act, citando preocupações com impactos negativos no DeFi, proibição de ações tokenizadas e compartilhamento de rendimentos de stablecoins. Essa decisão gerou pânico no setor, levando ao cancelamento de uma audiência no Senado marcada para quinta-feira.

Os rumores escalaram com relatos de uma jornalista próxima à administração Trump, sugerindo que a Casa Branca poderia abandonar o bill se a Coinbase não retornasse à mesa de negociações com um acordo sobre yields que satisfizesse os bancos. O episódio alimentou narrativas de um embate “cripto versus bancos”, polarizando o debate regulatório nos EUA em um momento crucial para a maturidade do mercado digital.

No contexto geopolítico mais amplo, essa tensão reflete as dinâmicas de poder entre Wall Street tradicional e o emergente ecossistema cripto, com Washington tentando equilibrar inovação e estabilidade financeira em meio a pressões eleitorais.

White House Construtiva e Foco em Community Banks

Armstrong rebateu as especulações em postagem no X (antigo Twitter), destacando que a Casa Branca tem sido “super construtiva”. Segundo ele, o governo solicitou que a Coinbase buscasse um acordo com os bancos, com ênfase especial em beneficiar community banks – instituições menores frequentemente excluídas das discussões sobre ativos digitais.

“Estamos trabalhando nisso atualmente e cozinhando boas ideias para ajudar especificamente os community banks neste bill”, escreveu o CEO, sinalizando otimismo. Essa abordagem diplomática sugere que as negociações não estão rompidas, mas evoluindo para acomodar interesses de múltiplos stakeholders, incluindo o setor bancário comunitário que busca participação no boom cripto.

Essa mediação é vital em um cenário onde os EUA competem globalmente com jurisdições mais amigáveis à cripto, como a União Europeia com sua MiCA e Hong Kong com suas licenças para stablecoins.

Implicações para o CLARITY Act e o Futuro Regulatório

O CLARITY Act visa estabelecer regras claras para mercados cripto, mas versões recentes geraram críticas por potencialmente sufocar inovação, especialmente no compartilhamento de yields de stablecoins com clientes. Armstrong espera um novo markup no Senado em poucas semanas, após refinamentos que evitem “uma lei ruim”.

A indústria está dividida: alguns veem o bill como avanço necessário apesar das falhas, enquanto outros o consideram protetor de interesses bancários em detrimento da fintech. O desmentido de Armstrong traz alívio, restaurando confiança nas tratativas com o Congresso e a administração Trump.

Para investidores brasileiros, isso reforça a importância de monitorar avanços regulatórios nos EUA, que influenciam mercados globais e fluxos de capital para o Brasil, onde a CVM e o Banco Central avançam em frameworks semelhantes.

Próximos Passos e Perspectivas

Com negociações em curso, o foco agora é em um equilíbrio que promova clareza regulatória sem sacrificar a essência descentralizada das criptomoedas. A intervenção de Armstrong corrige o curso, evitando um impasse que poderia atrasar a adoção institucional. O mercado reage positivamente, com otimismo renovado por um marco regulatório pró-inovação.

Vale acompanhar atualizações do Senado e declarações de lobistas cripto, pois o desfecho do CLARITY Act pode definir o ritmo da integração cripto na economia americana pelos próximos anos.


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Personagens cartoon Jupiter e BlackRock conectando stablecoin JupUSD a cofre BUIDL com yield fluindo, simbolizando lançamento inovador DeFi na Solana

Jupiter Lança JupUSD: Stablecoin com Lastro BlackRock na Solana

A Jupiter Exchange, principal DEX da Solana, lançou a JupUSD, uma stablecoin inovadora que representa a nova fronteira das stablecoins: une o tesouro americano ao rendimento DeFi. Com 90% de lastro no fundo BUIDL da BlackRock – investido em títulos do Tesouro dos EUA – e 10% em USDC, a JupUSD distribui yield nativo diretamente aos holders via plataforma de lending. Anunciada em 17 de janeiro de 2026, promete segurança institucional para usuários varejistas na blockchain Solana.


Estrutura de Reservas e Lastro Institucional

A composição das reservas da JupUSD é projetada para máxima segurança e transparência. Nada menos que 90% dos ativos de respaldo estão alocados no fundo BUIDL da BlackRock, um tokenizado que investe primordialmente em títulos do Tesouro americano de curto prazo. Esses ativos governamentais oferecem baixa volatilidade e yields estáveis, típicos de investimentos tradicionais.

Os 10% restantes em USDC garantem liquidez imediata para resgates e operações diárias. Essa alocação híbrida equilibra estabilidade com acessibilidade on-chain. Para o leitor iniciante, pense no BUIDL como uma ponte: converte o conservadorismo do fixed income tradicional em um ativo nativo da blockchain, auditável e verificável publicamente. A Jupiter enfatiza que essa estrutura a torna a stablecoin mais segura e inclusiva do mercado, evitando riscos comuns como os vistos em colapsos de algoritmos ou reservas opacas.

Essa inovação traz o respaldo de uma gestora com trilhões em AUM (ativos sob gestão) para o DeFi, democratizando acesso a yields de alta qualidade que antes eram exclusivos de investidores institucionais.

O Que é Yield Nativo e Como Funciona

yield nativo refere-se ao rendimento gerado diretamente pelos ativos de reserva da stablecoin, distribuído de forma automática e on-chain aos detentores, sem necessidade de staking externo ou protocolos complexos. Na JupUSD, os juros dos títulos do Tesouro no BUIDL são capturados e repassados ao ecossistema. É como se sua stablecoin ‘ganhasse juros sozinha’ dentro da rede Solana.

Tradicionalmente, stablecoins como USDT ou USDC mantêm reservas em bancos, mas não distribuem esses yields aos usuários – eles ficam com o emissor. A JupUSD quebra esse paradigma, tornando-se a primeira a retornar yield nativo do tesouro diretamente. Para usuários brasileiros, isso significa exposição a ativos dolarizados seguros, com potencial de rentabilidade superior às opções fiat locais, tudo na velocidade e baixos custos da Solana.

O mecanismo é transparente: as reservas são on-chain, permitindo verificação em tempo real via explorers como o SolanaFM.

Integração com Jupiter Lend e Ativo Yield-Bearing

Para acessar o yield, usuários fornecem JupUSD na plataforma Jupiter Lend, recebendo em troca jlJupUSD – um token yield-bearing (sujeito a possíveis ajustes no nome). Esse token acumula rendimentos automaticamente e é composable, ou seja, pode ser usado em outros protocolos DeFi da Solana, como pools de liquidez ou perpetuals.

Similar ao modelo JLP da Jupiter (tokens de liquidez com yield), o jlJupUSD mantém negociabilidade em DEXs, ampliando sua utilidade. Imagine depositar stablecoins e receber um ativo que rende enquanto circula no ecossistema – isso impulsiona a TVL (valor total bloqueado) e cria loops virtuosos de capital.

A acessibilidade é chave: sem KYC, com taxas mínimas da Solana (~0,000005 SOL por tx), ideal para traders e holders de varejo.

Implicações para o Ecossistema Solana e Próximos Passos

O lançamento da JupUSD fortalece a Solana como hub DeFi, atraindo liquidez institucional via BlackRock e retendo usuários com yields reais. Planos incluem integrações adicionais, expandindo uso em lending, borrowing e AMMs. Para o ecossistema, representa maturidade: stablecoins com lastro premium podem estabilizar pares de trading e reduzir impermanent loss.

Monitore a adoção inicial – métricas como TVL no Lend e volume de JupUSD indicarão sucesso. Riscos incluem flutuações de yield dos treasuries e dependência da custódia on-chain do BUIDL. No entanto, a transparência on-chain mitiga preocupações. Essa fusão TradFi-DeFi pode inspirar concorrentes, elevando padrões de segurança em stablecoins.


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Cadeia de personagens cartoon corporativos passando orbe BTC luminoso, simbolizando aceleração da adoção de Bitcoin em tesourarias empresariais

De Hambúrgueres a Gestoras: Empresas Aceleram Adoção de Bitcoin

Dos hambúrgueres aos fundos bilionários: a corrida das empresas por Bitcoin ganha fôlego. A rede de fast-food Steak ‘n Shake anunciou aumento de US$ 10 milhões em sua reserva estratégica de BTC, enquanto a gestora Strive, após fusão com Semler Scientific, se torna a 11ª maior detentora corporativa pública com 12.797,9 BTC. Esses movimentos reforçam a tese de tesouraria corporativa, inspirada na MicroStrategy, normalizando o BTC como ativo de reserva de valor.


Steak ‘n Shake: Flywheel de Vendas e Bitcoin

A Steak ‘n Shake, que aceita Bitcoin payments desde maio de 2025 em todas as suas lojas globais, viu suas vendas same-store saltarem. No Q2 2025, cresceram 11% quarter-over-quarter, atribuídas diretamente à adoção do BTC. No Q3, o aumento foi ainda maior, 15%, superando concorrentes como McDonald’s e Taco Bell.

Todas as vendas em BTC alimentam a reserva estratégica, criando um flywheel virtuoso: mais clientes bitcoiners elevam receitas, que compram mais BTC. Apesar de fechar 230 lojas entre 2018 e 2025 (de 628 para 394 unidades nos EUA), a empresa expandiu para El Salvador em novembro de 2025, apostando no ecossistema pró-Bitcoin. Investidores como Rajat Soni destacam o BTC como “backstop financeiro”, estendendo a endurance das empresas em mercados voláteis.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 512.302 nesta data, com variação de -0,17% em 24h.

Strive: Fusão Eleva ao Top 11 Corporativo

A gestora Strive concluiu em 16 de janeiro de 2026 a aquisição all-stock da Semler Scientific, convertendo cada ação da healthtech em 21,05 ações Strive. O resultado: 12.797,9 BTC em tesouraria, ou 0,0609% do suprimento total, posicionando-a como a 11ª maior entre públicas.

A estratégia é contracíclica: compras em fraquezas de mercado, com custo médio de US$ 105.979 por BTC. A recente tranche de janeiro adicionou mais de 5.000 BTC por US$ 95.524 em média. Valuation atrativa: market cap de US$ 1,19 bilhão, EV/NAV de 1,18x, refletindo prêmio modesto pela estrutura corporativa e upside.

Reforços na liderança incluem Avik Roy como Chief Strategy Officer (monetizando healthtech), Joe Burnett como VP de Bitcoin Strategy e Eric Semler no board. Foco em leverage via preferred equity, evitando dívidas de curto prazo.

Contágio MicroStrategy: Normalização em Andamento

Inspiradas na pioneira MicroStrategy, essas adoções mostram o contágio além de tech giants. Não se trata de mineração, mas de tesouraria pura: varejo como Steak ‘n Shake usa BTC para impulsionar vendas e resiliência; gestoras como Strive blendam operações (healthcare, asset mgmt) com acúmulo agressivo.

Para investidores brasileiros, isso sinaliza maturidade: BTC como store of value corporativo reduz riscos fiduciários e oferece leverage ao upside. Com BTC acima de US$ 95.000, empresas que adotam cedo capturam ganhos assimétricos. Vale monitorar: mais varejistas e fundos seguirão, acelerando a transição para economia bitcoinizada.

O movimento reforça a confiança: em 2026, tesourarias corporativas podem deter dezenas de milhares de BTC adicionais, sustentando preços em ciclos de alta.


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Prisma ETH girando expelindo vórtice cyan em pico ascendente, simbolizando volume recorde de US$ 21,7 bi em futuros na Binance

Volume de Futuros ETH na Binance Atinge Pico de 1 Mês

O volume de futuros de Ethereum na Binance atingiu US$ 21,7 bilhões, o maior patamar desde meados de dezembro, conforme dados da CryptoQuant. Esse spike ocorre após semanas de inatividade no mercado de derivativos, sugerindo que traders estão reavivando o interesse pelo ETH. Apesar da estagnação do preço em torno de US$ 3.300, a atividade indica preparação para um movimento significativo, possivelmente limpando o terreno para recuperação.


Detalhes do Spike no Volume de Futuros

A métrica Binance: ETH Futures Daily Volume, monitorada pela plataforma CryptoQuant, registrou esse aumento expressivo na última semana. O dado, destacado em um QuickTake da Arab Chain, reflete o total de contratos de futuros de Ethereum negociados diariamente na maior exchange do mundo. Esse valor de US$ 21,7 bilhões supera os níveis observados na segunda metade de dezembro, período marcado por declínio na atividade.

Durante aquela fase de baixa, o mercado de Ethereum exibia estabilidade de preços e uma aversão geral ao risco entre traders institucionais e varejistas. Os participantes optaram por uma postura de ‘esperar para ver’, evitando posições especulativas de grande porte. Agora, o reversal sugere um apetite renovado por exposição ao ETH via derivativos.

Implicações para Traders e Mercado

Um volume elevado em futuros está tipicamente ligado a maior uso de alavancagem, estratégias de hedging e posicionamento especulativo. Isso pode sinalizar que o mercado antecipa volatilidade ou uma reversão de tendência no preço do Ethereum. Traders profissionais usam esses instrumentos para amplificar ganhos ou proteger carteiras contra oscilações.

Na Binance, conhecida por seu alto volume em derivativos cripto, esse movimento reforça a relevância da plataforma para quem opera com ETH. Para investidores brasileiros, plataformas como essa oferecem acesso líquido a esses mercados, mas exigem cautela com os riscos inerentes à alavancagem. Os dados da CryptoQuant indicam que o ‘jogo grande’ está de volta, com participantes se posicionando para o próximo capítulo da trajetória do ETH.

Contexto de Preço e Perspectivas

Atualmente, o Ethereum negocia em torno de US$ 3.292, após recuperar os US$ 3.300, mas falhando em romper a resistência nos US$ 3.400. Essa consolidação de curto prazo contrasta com a euforia nos futuros, o que pode preceder um rompimento direcional. Analistas observam que a convergência entre atividade de derivativos e demanda spot será crucial para definir a direção.

Fatores macro, como expectativas de políticas monetárias e desenvolvimentos na rede Ethereum (como upgrades em escalabilidade), também influenciam. O spike no volume sugere otimismo subjacente, mas o preço permanece em território incerto até confirmações técnicas.

O Que Monitorar a Seguir

Investidores devem acompanhar o open interest nos futuros da Binance, variações no funding rate e fluxos on-chain de ETH. Se o volume se sustentar acima de US$ 20 bilhões com aumento na demanda spot, uma recuperação acima de US$ 3.400 ganha força. Por outro lado, uma queda abrupta poderia indicar liquidações em massa. Plataformas analíticas como CryptoQuant continuam essenciais para decifrar esses sinais precoces.

Esse renovado momentum nos futuros pode ser o catalisador para o Ethereum sair da letargia recente, beneficiando traders atentos aos dados on-chain.


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Oficial regulador cartoon selando portões de exchange com cadeado gigante, usuários preocupados observam, alertando riscos de licenças nos EUA e lições para Brasil

Lição de Segurança: Fechamento de Exchange nos EUA Alerta Brasileiros

Por que o fechamento de uma exchange nos EUA serve de lição para investidores brasileiros? O Departamento de Bancos e Finanças da Geórgia ordenou, em 16 de janeiro de 2026, que a Crypto Dispensers pare todas as operações por atuar sem licença de money transmitter. A empresa, operada pela Virtual Assets LLC, ignorou uma notificação de 30 dias e violou leis estaduais sobre transmissão de valor monetário, incluindo criptomoedas. Isso expõe riscos reais para usuários.


O Caso da Crypto Dispensers na Geórgia

A Virtual Assets LLC, conhecida como Crypto Dispensers, mantinha uma plataforma online de negociação de criptomoedas acessível a residentes da Geórgia. Em dezembro de 2025, o Departamento de Bancos e Finanças enviou uma notificação formal à empresa, sediada em Chicago, dando 30 dias para comprovar licença ou isenção. A companhia não respondeu satisfatoriamente, resultando na ordem final de cessar e desistir assinada pelo Comissário Oscar “Bo” Fears.

A violação específica foi à seção O.C.G.A. § 7-1-681(b) do Código de Instituições Financeiras da Geórgia, que exige autorização para qualquer transmissão de valor monetário, seja fiat ou digital como Bitcoin. Apesar do shutdown, a plataforma tinha volume de trading mínimo e não aparece em trackers como CoinMarketCap.

Essa ação reforça o escrutínio regulatório sobre serviços cripto, tratando-os como negócios de transmissão de dinheiro tradicionais.

O que é um ‘Transmissor de Dinheiro’?

No jargão regulatório americano, um money transmitter (transmissor de dinheiro) é qualquer empresa que facilita a transferência de valor monetário para terceiros. Isso inclui envios de dólares via apps como Western Union, mas também plataformas cripto que custodiam ou transferem ativos digitais em nome de usuários.

Nos EUA, as licenças são emitidas por estados individuais, sob supervisão federal via FinCEN. Sem ela, a operação é ilegal. Imagine uma exchange como um ‘correio’ de cripto: se não tem alvará, não pode ‘entregar’ seus fundos legalmente. A Crypto Dispensers caiu nessa armadilha por operar sem prova de conformidade.

Para iniciantes: verifique sempre se a exchange lista licenças em seu site. Nos EUA, busque no site do estado ou no Money Services Business Registry do FinCEN.

Riscos para Seus Fundos sem Licença Adequada

O que acontece com seu dinheiro? Em casos de fechamento forçado, usuários enfrentam congelamento de contas, demora na retirada de fundos e, pior, risco de perda total se a empresa falir ou sumir. Na Geórgia, a Crypto Dispensers deve parar tudo imediatamente, sujeita a multas extras se desobedecer.

Usuários podem perder acesso a saldos, enfrentar processos judiciais ou depender de ações coletivas. Plataformas não licenciadas também atraem hackers e fraudes, sem proteção regulatória como seguros FDIC para bancos tradicionais.

Dica prática: Nunca deixe mais de 10-20% do portfólio em uma exchange. Use wallets frias para armazenamento de longo prazo e retire ganhos regularmente.

Lições para Investidores Brasileiros

No Brasil, o cenário é similar, mas centralizado. Exchanges precisam de licenças do Bacen como Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (PSAV) e registro na CVM para alguns produtos. Plataformas como Binance e Mercado Bitcoin cumprem isso, mas cuidado com fly-by-night operations estrangeiras sem presença local.

O caso da Geórgia alerta: reguladores globais apertam o cerco contra não conformes. Verifique sempre: licenças no site oficial, presença em listas reguladas e histórico limpo. Para brasileiros, priorize exchanges com suporte em PT-BR e conformidade com Instrução Normativa 1.888 da Receita Federal.

Fique atento: um fechamento nos EUA hoje pode inspirar ações semelhantes aqui amanhã. Eduque-se e proteja seus ativos!


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Cofre hardware wallet rachado com fluxo vermelho sugado por silhueta sombria, ilustrando hack de US$ 282M via engenharia social

Alerta: Roubo de US$ 282 milhões expõe falhas em hardware wallets

Nem sua hardware wallet está segura se você cair em um golpe de engenharia social. No dia 10 de janeiro de 2026, uma vítima perdeu US$ 282 milhões em Bitcoin (1.459 BTC) e em Litecoin (2,05 milhões de LTC) após ser enganada por atacantes. O investigador on-chain ZachXBT expôs o caso, destacando como os fundos foram lavados via privacy coin Monero, impulsionando seu preço em até 70%.


Detalhes do Ataque de Engenharia Social

O golpe ocorreu por volta das 23h UTC de 10 de janeiro, quando o atacante obteve acesso à carteira hardware da vítima, possivelmente ao convencê-la a aprovar uma transação maliciosa ou revelar credenciais. Apesar da reputação de segurança das carteiras físicas como Ledger ou Trezor, erros humanos continuam sendo o elo fraco. Segundo ZachXBT, não há indícios de envolvimento de hackers norte-coreanos, mas o caso reforça a tendência de 2025, onde social engineering superou exploits técnicos em perdas cripto.

Os valores roubados equivaliam a BTC negociado perto de US$ 95.500 e LTC em US$ 74, refletindo o impacto imediato no mercado. No Brasil, o Bitcoin está em R$ 513.868 (Cointrader Monitor), destacando a relevância local de tais riscos.

Lavagem dos Fundos via Monero e Thorchain

Imediatamente após o roubo, o hacker converteu grande parte dos ativos em Monero (XMR) por meio de múltiplas exchanges instantâneas, explorando sua privacidade para ofuscar transações. Esse influxo maciço contribuiu para uma alta de 70% no preço do XMR, que atingiu novo ATH próximo a US$ 800 em poucos dias, antes de corrigir para cerca de US$ 670 — ainda +46% desde o incidente.

Paralelamente, porções de BTC foram transferidas via cross-chain Thorchain para redes como Ethereum, Ripple e Litecoin, complicando o rastreamento. Essa sofisticação demonstra como atacantes evitam detecção, mesmo com investigadores como ZachXBT monitorando on-chain.

Lições e Medidas Protetoras Urgentes

ZachXBT, conhecido por desvendar scams bilionários, publicou detalhes em seu Telegram, alertando a comunidade. O caso ecoa vazamentos recentes, como o da Ledger em janeiro, expondo dados de usuários. Para brasileiros, com adoção crescente de hardware wallets, é vital verificar sempre URLs de firmware, evitar cliques em links suspeitos e usar multisig para grandes saldos.

Monitore endereços on-chain via ferramentas como Etherscan ou Blockchair. Em 2025, perdas por scams superaram US$ 1 bilhão; proteja-se atualizando seed phrases offline e educando sobre phishing. Vale questionar: sua estratégia resiste a pressão psicológica de um suposto suporte técnico?


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Agente FBI cartoon cortando rede pegajosa de lavagem de cripto, cercando figura sombria, ilustrando acusacao de US$ 1 bi pelo DOJ

O Cerco Bilionário: EUA Acusam Venezuelano de Lavar US$ 1 Bi em Cripto

O Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) moveu acusações federais contra Jorge Figueira, nacional venezuelano de 59 anos, por supostamente orquestrar um esquema de lavagem de US$ 1 bilhão em fundos ilícitos via criptomoedas. Operando a partir do Distrito Leste da Virgínia, o caso destaca o cerco internacional do FBI contra crimes financeiros transnacionais, rastreando transferências entre China, Colômbia, Panamá e México. Autoridades revelam como o suspeito usou exchanges e wallets para ocultar origens dos recursos.


O Esquema de Lavagem Desvendado

Jorge Figueira teria estabelecido uma rede complexa envolvendo contas bancárias, plataformas de exchanges de criptomoedas e carteiras digitais para processar os fundos ilícitos. De acordo com documentos judiciais, o processo começava com a conversão de dinheiro em espécie para criptoativos, que eram direcionados através de múltiplas carteiras digitais.

Subordinados auxiliavam nas transferências, enquanto provedores de liquidez reconvertavam os criptoativos em dólares americanos. Esses recursos terminavam em contas bancárias controladas por Figueira, antes de serem enviados aos destinatários finais. O FBI identificou cerca de US$ 1 bilhão passando por essas wallets, demonstrando a sofisticação do esquema.

Reid Davis, agente especial do FBI no Escritório de Campo de Washington, destacou que Figueira conduziu inúmeras operações para dissimular a natureza ilícita dos fundos, explorando a pseudonimidade das criptomoedas.

Jurisdições de Alto Risco no Centro da Rede

A investigação revelou que a maioria dos influxos originava-se de plataformas de trading de criptomoedas, com saídas direcionadas a entidades nos Estados Unidos e em regiões de alto risco geopolítico, como Colômbia, China, Panamá e México. Essa dispersão transnacional complicou o rastreamento, mas ferramentas avançadas do FBI permitiram mapear o fluxo.

O caso exemplifica como nações em instabilidade econômica, como a Venezuela, servem de base para operações que transcendem fronteiras, afetando sistemas financeiros globais. Lindsey Halligan, promotora federal, enfatizou: “Esse esquema em escala bilionária representa uma ameaça profunda aos sistemas financeiros, e os responsáveis serão responsabilizados integralmente.”

A conexão com a China e Colômbia aponta para possíveis elos com redes de crime organizado na América Latina e Ásia, intensificando o escrutínio regulatório sobre cripto em jurisdições emergentes.

Investigação do DOJ e FBI: Um Modelo de Colaboração

O Departamento de Justiça, com apoio do FBI, compilou evidências de transferências massivas via empresas de fachada e plataformas financeiras. A acusação de conspiração para lavagem de dinheiro prevê pena máxima de 20 anos de prisão federal, a ser determinada por juiz distrital considerando diretrizes de sentenciamento.

Assistente promotora Catherine Rosenberg conduz o processo no Distrito Leste da Virgínia. Autoridades continuam investigando a extensão total da rede, sugerindo que mais indiciamentos possam surgir.

Esse caso reforça a capacidade investigativa dos EUA em desmantelar operações cripto-ilícitas, utilizando análise de blockchain e cooperação internacional.

Implicações Geopolíticas e Regulatórias

Para o mercado cripto global, o “cerco bilionário” sinaliza o fechamento do cerco regulatório contra usos criminosos. Países como Brasil, atentos a fluxos semelhantes na América do Sul, podem intensificar parcerias com DOJ e FBI. Investidores e exchanges devem monitorar compliance reforçado, pois a rastreabilidade da blockchain torna esquemas como esse cada vez mais vulneráveis.

O episódio sublinha a dualidade das criptomoedas: ferramenta de inclusão financeira ou vetor de crime transnacional? Reguladores mundiais, de Washington a Pequim, respondem com maior vigilância.


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Personagens cartoon iranianos carregando sacos BTC por brecha em muralha de sanções, supervisionados por figura IRGC, simbolizando explosão da criptoeconomia apesar de conflitos

Irã: Criptoeconomia Salta para US$ 7,78 Bilhões em Meio à Guerra e Sanções

A economia cripto do Irã atingiu mais de US$ 7,78 bilhões em atividade total em 2025, crescendo a um ritmo acelerado em meio a sanções internacionais, inflação galopante acima de 40-50%, protestos internos e escalada de conflitos regionais. De acordo com relatório da Chainalysis, o Bitcoin emergiu como ferramenta essencial para contornar restrições econômicas e preservar capital, especialmente durante crises como bombardeios e ataques cibernéticos.


Crescimento Acelerado em Tempos de Instabilidade

O volume de transações on-chain no Irã disparou em resposta a eventos geopolíticos críticos. Em janeiro de 2024, os bombardeios em Kerman, que mataram quase 100 pessoas em um memorial para o comandante da IRGC-Quds, Qasem Soleimani, coincidiram com picos de atividade cripto. Similarmente, os ataques de mísseis iranianos contra Israel em outubro de 2024, após assassinatos de líderes do Hamas e Hezbollah, impulsionaram fluxos.

O conflito de junho de 2025 marcou um ápice, com strikes conjuntos EUA-Israel contra infraestrutura nuclear e de mísseis iranianos. Nesse período, registraram-se ciberataques à exchange Nobitex – a maior do país – e ao Bank Sepah, ligado à IRGC, além de invasões em transmissões de TV estatal. Esses episódios destacam como a criptoeconomia iraniana acelera sob pressão, superando o crescimento de 2024 e refletindo o colapso do rial, que desvalorizou 90% desde 2018.

Domínio da Guarda Revolucionária Islâmica

A IRGC emergiu como força dominante na criptoeconomia local. Endereços ligados a redes de facilitação da Guarda representaram mais de 50% do valor total recebido no quarto trimestre de 2025. O fluxo para esses wallets saltou de US$ 2 bilhões em 2024 para mais de US$ 3 bilhões em 2025, segundo estimativas conservadoras da Chainalysis.

Esses números são um ‘lower-bound’, baseados apenas em wallets identificados por sanções do Tesouro dos EUA e do Escritório Nacional de Contra-Terrorismo Financiamento de Israel. A escala real pode ser maior, considerando empresas de fachada, facilitadores ocultos e wallets não rastreados usados em vendas ilícitas de petróleo, evasão de sanções, lavagem de dinheiro e apoio a grupos proxies regionais. Isso reforça o papel do Bitcoin como ativo estratégico estatal em zonas de conflito.

População Busca Refúgio em Bitcoin Durante Crises

Além do uso estatal, cidadãos comuns voltaram-se para cripto em momentos de caos. Durante protestos massivos entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, sob blackout de internet, houve aumento significativo no valor médio diário de transações e transferências para wallets pessoais. Retiradas de exchanges iranianas para wallets Bitcoin individuais dispararam, sinalizando adoção de self-custody para proteção de capital contra inflação e instabilidade política.

Esse padrão evidencia o Bitcoin não só como ferramenta governamental para burlar sanções, mas como mecanismo de sobrevivência individual em economias sancionadas, com implicações para a adoção global em regiões voláteis.

Implicações Geopolíticas Globais

O boom cripto iraniano ilustra a resiliência do Bitcoin em cenários adversos, desafiando narrativas ocidentais sobre sua utilidade. Enquanto sanções visam isolar Teerã, a tecnologia blockchain oferece canais paralelos, potencializando tensões no Oriente Médio. Investidores globais devem monitorar como esses fluxos impactam mercados, especialmente com o IRGC expandindo sua pegada digital. A criptoeconomia sob guerra redefine o jogo financeiro internacional.


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Personagem CZ cartoon apontando para marco '200K' luminoso no horizonte de montanha digital, simbolizando previsão inevitável de Bitcoin com ETFs

CZ: Bitcoin a US$ 200 mil é ‘Inevitável’, Diz Fundador da Binance

Changpeng Zhao (CZ), fundador da Binance, quebrou o silêncio com uma previsão ousada: o Bitcoin a US$ 200 mil é “a coisa mais óbvia do mundo” e inevitável. Após o ATH de US$ 126 mil em 2025, impulsionado por ETFs spot desde 2024, whales acumulando e adoção global em alta, CZ reforça que o ciclo atual tem muito fôlego pela frente. Para investidores brasileiros, isso sinaliza mais upside no horizonte.


A Confiança Inabalável de CZ no Bitcoin

Em declarações recentes, CZ enfatizou que o preço do Bitcoin dobrar seu recorde atual para US$ 200 mil é apenas questão de tempo. Apesar da volatilidade recente, com o BTC negociando por volta de US$ 95 mil, o fundador da Binance vê o movimento como natural. Ele destacou o impacto dos ETFs de Bitcoin spot lançados em janeiro de 2024, que dispararam a demanda institucional e levaram o ativo a múltiplos recordes históricos.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 513.532 no momento, com variação positiva de +0,04% nas últimas 24 horas. Essa resiliência reforça a tese bullish de CZ, especialmente com volume de 147 BTC negociados nas exchanges brasileiras.

Fatores que Tornam US$ 200 Mil Inevitável

O otimismo de CZ não é isolado. A maturação institucional é chave: whales acumulam enquanto varejo vende, e a adoção global acelera. Nos EUA, projetos como o CLARITY Act prometem clareza regulatória, atrasado mas em debate no Senado. Além disso, a SEC removeu cripto de sua lista de riscos para 2026, abrindo portas para um super cycle.

Desde o halving de 2024, o Bitcoin mostrou força, com mínima correção após o pico de US$ 126k. Para o público brasileiro, isso significa oportunidade em exchanges como a Binance, onde o ecossistema permite exposição eficiente ao BTC. A entrada de instituições globais valida o Bitcoin como reserva de valor superior ao ouro.

Analistas Alinhados: US$ 200 mil em 2026?

Echoando CZ, o analista Rekt Fencer, com mais de 336 mil seguidores, prevê US$ 200 mil até o fim de 2026, podendo até alcançar US$ 240 mil sem grandes dumps. Seu gráfico compara o ciclo atual ao explosivo bull run de 2020, sugerindo replicação de ganhos massivos. Apesar de críticas de bears como Peter Schiff, os dados de on-chain mostram acumulação contínua.

Essa convergência de vozes experientes impulsiona o sentimento positivo. O mercado reage com otimismo, e o preço atual em US$ 95k representa um ponto de entrada atrativo para posições de longo prazo.

O Que Isso Significa para Investidores Brasileiros

Para o Brasil, onde o real enfrenta pressões inflacionárias, a visão de CZ é um chamado à ação. Com BTC a R$ 513 mil, monitorar ETFs, regulação e fluxos institucionais é essencial. Plataformas como a Binance oferecem ferramentas para surfar essa onda. O ciclo tem fôlego para US$ 200 mil.


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Trader cartoon surfando onda de memecoins com $12 se transformando em $100K, celebrando ganhos explosivos no Polymarket

De US$ 12 a US$ 100 mil: Trader Explodiu no Polymarket e Memecoins Voam

Enquanto você dormia (ou checava gráficos religiosamente), um trader apelidado ascetix0x transformou US$ 12 em quase US$ 100.000 no Polymarket com apenas 16 apostas certeiras em Bitcoin, entre novembro e 15 de janeiro. No mesmo ritmo da febre memecoin, a Pump.fun subiu 27% em uma semana, e agora surge a ideia maluca de levar essa loucura para uma Layer-2 do Bitcoin. Sorte ou gênio? O sonho cripto continua provocativo.


A Estratégia ‘Ascética’ que Virou Milionária

O trader não precisou de bots ou alavancagem insana: apenas paciência monástica e análise afiada. Começando em 12 de novembro com US$ 12, ele reinvestiu todos os ganhos em apostas sequenciais sobre a evolução do preço do Bitcoin, todas vencedoras. A última, com US$ 50.000 em jogo, apostou em uma queda por tensões EUA-Irã, rendendo US$ 104.136.

Ele passou semanas analisando notícias, dados on-chain e padrões históricos, postando teses transparentes no X antes de cada trade. Críticos ironizam: probabilidade de 16 acertos seguidos? Equivalente a 16 cara ou coroa. Mas ei, no cripto, até o ‘sorte’ vira estratégia vencedora – ou será que não?

Pump.fun: De Quase-Falência à Dominância Explosiva

A launchpad de memecoins na Solana, Pump.fun, viu seu token PUMP disparar 27% em uma semana, com volumes de US$ 1,2 bilhão e market cap de memecoins dobrando para US$ 51 bilhões. Após perder mercado para a rival LetsBonk (que queimava tokens para fidelizar), recuperou 70% de dominância com mudanças estratégicas.

É o cassino definitivo: qualquer um lança um token sem código, e a especulação rola solta. Mas 2025 mostrou limites – ICO polêmica de US$ 600 milhões alienou varejistas. Agora, em 2026, sinais de superciclo. Quem diria que memes pagam as contas?

Memecoins no Bitcoin? A Loucura da Bitcoin Hyper

Entre no Bitcoin Hyper, L2 ‘Solana-speed’ no BTC: velocidade paralela, ZK proofs e BTC como único colateral. Propõe uma Pump.fun bitcoiner, com graduação automática segura (sem rugs humanos) e volatilidade menor – BTC oscila metade da Solana.

Traders focam no meme sem o SOL traindo por baixo. HYPER já captou US$ 30 milhões, com baleias comprando. Promoção óbvia, mas imagine: memes ancorados na ‘reserva de valor’. O Bitcoin virando cassino? Puristas choram, especuladores aplaudem. Ironia suprema do cripto.

Sorte, Hype ou o Próximo Pump?

Do Polymarket à Pump.fun e HYPER, o cripto grita: alto risco, alto (talvez) retorno. Monitorar setups como ascetix0x? Ou fugir dessa roleta russa de memes? O mercado ri por último – e geralmente de quem levou a sério demais. Vale a pena arriscar seus 12 dólares?


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Personagens cartoon de burocrata governamental e executivo tech virando as costas em mesa de negociações quebrada, simbolizando briga entre Casa Branca e Coinbase sobre lei cripto

Casa Branca Ameaça Abandonar Lei Cripto Após Briga com Coinbase

A Casa Branca ameaça retirar todo o apoio político ao CLARITY Act, principal projeto de lei para estruturação do mercado cripto nos EUA, após a Coinbase surpreendeu com a retirada de seu suporte na véspera de uma markup no Senado. A administração Trump, furiosa com o que chama de rug pull, pode abandonar as negociações a menos que haja compromisso sobre yields de stablecoins, gerando incerteza regulatória e queda no mercado cripto.


Conflito Explode: Coinbase Abandona o Barco

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, anunciou na quarta-feira que a exchange não endossaria o draft atual do CLARITY Act, citando riscos graves. Entre as preocupações, destaca-se uma proibição de fato a equities tokenizadas, restrições amplas ao DeFi e o fim de recompensas em stablecoins, que poderiam atrair depósitos para fora dos bancos tradicionais. A decisão unilateral pegou a Casa Branca de surpresa, que reagiu com veemência, afirmando que "este é o projeto de lei do Presidente Trump, não de Brian Armstrong".

A tensão reflete uma guerra fria geopolítica no ecossistema cripto: de um lado, interesses bancários temendo saques em massa para stablecoins com yields de cerca de 5%; do outro, a indústria cripto defendendo inovação sem amarras excessivas da SEC.

Nuances Políticas e Divisão na Indústria

Fonte próxima à administração descreveu a manobra da Coinbase como um rug pull contra o governo e o setor, sinalizando que sem retorno às mesas de negociação, a Casa Branca pode boicotar o projeto. Isso concentraria mais poder na SEC, criticada por sua abordagem punitiva, enquanto enfraqueceria a CFTC. Bancos argumentam que yields em stablecoins ameaçam a economia, reduzindo liquidez para empréstimos empresariais.

A comunidade está dividida: enquanto alguns apoiam a Coinbase por priorizar DeFi e privacidade, outros veem a exchange como não representativa do todo. Empresas como Robinhood, Kraken e Galaxy Digital mantêm otimismo, prevendo aprovação em semanas.

Impacto no Mercado e Perspectivas Futuras

O mercado reagiu com queda: Bitcoin testou US$ 95.000, e a capitalização total recuou para US$ 3,2 trilhões. Senadores como Mark Warner e Cynthia Lummis prometem continuidade, mas o markup pode se estender a fevereiro. Mercados de previsão como Polymarket dão 55% de chance de aprovação, subindo de 40%.

Esse impasse geopolítico em Washington pode atrasar a clareza regulatória ansiada pelo setor, afetando inovação e atração de capitais. Investidores monitoram se negociações ressuscitarão o bill ou se ele se tornará vítima de interesses conflituosos.


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Cruz dourada de energias cyan e dourada impulsionando monolito Bitcoin além de 94K rumo a 100K, simbolizando Golden Cross e influxos de ETFs

Bitcoin Rompe US$ 94.000 com Golden Cross e US$ 1,8 Bi em ETFs

O Bitcoin confirmou o Golden Cross no gráfico diário, com a média móvel de 50 dias cruzando acima da de 200 dias, sinal histórico de momentum altista. Ao mesmo tempo, quebrou a resistência de US$ 94.000, atingindo pico de US$ 98.000, impulsionado por US$ 1,7 bilhão em influxos de ETFs em três dias. Fluxos semanais nos ETFs spot somaram US$ 1,8 bilhão, o maior desde outubro de 2025, questionando se o rally é sustentável rumo aos US$ 100.000.


Golden Cross: Sinal Técnico Confirmado

Os dados técnicos indicam força. No gráfico diário, o Golden Cross ocorreu após meses de consolidação entre US$ 85.000 e US$ 94.000. Historicamente, esse padrão precedeu altas de 35% a 148% em ciclos passados, como em 2023 e 2024. O Bitcoin testou US$ 98.000 na terça-feira, mas retraiu para US$ 94.500, mantendo-se acima da faixa anterior.

Indicadores como ADX em 33,5 confirmam tendência forte (acima de 25), RSI em 63 sugere espaço para alta sem sobrecompra, e Squeeze Momentum mostra liberação de volatilidade positiva. Para validação, precisa sustentar acima de US$ 94.000 e mirar US$ 100.000 como confirmação de breakout.

Influxos de ETFs: Combustível Fundamental

Os US$ 1,8 bilhão em entradas semanais nos ETFs spot representam o maior volume desde outubro, com ETFs comprando 710.777 BTC desde janeiro de 2024 — mais que a oferta minerada (363.047 BTC). No entanto, o AUM total está 24% abaixo do pico de US$ 164,5 bilhões no Q4 2025, em US$ 125 bilhões.

Inflação core CPI de 2,6% (abaixo do esperado) reforça otimismo macro, elevando chances de corte de juros pelo Fed. Bitwise prevê ETFs absorvendo 100% da nova oferta em 2026, com influxos totais podendo atingir US$ 420 bilhões.

Cotação Atual e Suporte em BRL

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 513.751,72 (média ponderada), com alta de 0,18% em 24h e volume de 145 BTC. Suporte chave em R$ 490.000 (US$ 94.000), resistência em R$ 515.000 (US$ 100.000).

Volume semanal sugere continuidade, mas pullbacks testarão novos suportes em US$ 91.353 e US$ 89.000.

Momentum Sustentável?

A confluência de Golden Cross, influxos recordes e macro favorável aponta para upside, mas AUM abaixo do pico e resistência dupla em US$ 98.000-100.000 demandam cautela. Analistas como Ecoinometrics enfatizam necessidade de semanas de influxos consistentes para uptrend duradouro. Mercados de previsão dão 86,7% de chance de US$ 100k antes de queda para US$ 69k, mas ATH novo antes de julho tem apenas 26,6%.

Investidores devem monitorar volume ETF, CPI futura e Fed para validar sustentabilidade.


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Líder cartoon assinando decreto que abre banco tradicional para ecossistema cripto neon, com nuvens de sanções ao fundo na Bielorrússia

Bielorrússia Legaliza Criptobancos: Adoção ou Evasão de Sanções?

A Bielorrússia legalizou criptobancos por meio do Decreto Presidencial nº 19, assinado em 16 de janeiro de 2026 pelo presidente Aleksandr Lukashenko. A medida permite que empresas combinem operações bancárias tradicionais com serviços de tokens digitais, criando um sistema financeiro híbrido. Em um contexto de sanções ocidentais severas, o passo levanta debates: pioneirismo em adoção cripto ou estratégia para contornar restrições internacionais? O primeiro banco deve surgir em até seis meses.


Definição e Requisitos para Criptobancos

Os criptobancos são definidos como sociedades anônimas residentes no High-Tech Park (HTP) de Bielorrússia, conhecido como o “Vale do Silício da Europa Oriental”. Elas devem se registrar no Banco Nacional da República, sujeitas a supervisão dupla entre o HTP e o banco central. Isso garante controle sobre riscos financeiros, capital mínimo e conformidade com normas anti-lavagem de dinheiro, semelhantes às de instituições não bancárias.

A integração de tokens ao banking tradicional permite emissões de empréstimos garantidos por criptoativos, cartões vinculados exclusivamente a contas em tokens e pagamento de salários em cripto para autônomos. Autoridades como Aliaksandr Yahorau, vice-presidente do Banco Nacional, destacam que o regime não discrimina entre fiat e ativos digitais, fomentando inovação controlada.

Essa estrutura formaliza atividades antes informais, alinhando-se a proibições de transações cripto não reguladas, e posiciona Bielorrússia como hub para empresas de mineração e trading de tokens.

Contexto Geopolítico: Sanções e Isolamento Financeiro

Bielorrússia enfrenta sanções ocidentais intensas desde sua aliança com a Rússia na guerra contra a Ucrânia, iniciada em 2022. Restrições ao SWIFT e mercados globais isolaram o país do sistema financeiro tradicional, impulsionando buscas por alternativas. O decreto surge nesse vácuo, potencialmente abrindo caminhos para contornar barreiras via blockchain descentralizado.

Desde setembro de 2025, Lukashenko pressionou bancos locais a expandir uso de cripto, complementando ambições em mining. Analistas veem nisso uma resposta estratégica: enquanto a UE e EUA apertam sanções contra crypto em contextos russos, Minsk formaliza um ecossistema híbrido para atrair investidores estrangeiros, especialmente da Ásia e Oriente Médio, resistentes às restrições ocidentais.

O HTP, criado em 2005, já abriga firmas tech; agora, expande para finanças tokenizadas, testando limites regulatórios globais.

Implementação e Implicações Futuras

O Banco Nacional estima alinhamento regulatório em seis meses, com foco em investidores domésticos e externos. Regras de implementação incluirão limites de capital, licenças e monitoramento de riscos. Yahorau enfatiza atrair capital para empréstimos crypto-backed, potencializando liquidez em um mercado volátil.

Globalmente, isso sinaliza tendência: nações sancionadas como Bielorrússia e Irã exploram cripto para soberania financeira. Para traders brasileiros, monitorar pode revelar oportunidades em exchanges locais ligadas ao HTP ou fluxos de capitais eurasiáticos. Contudo, riscos geopolíticos persistem, com possíveis retaliações ocidentais.

Bielorrússia reforça seu “refúgio digital”, mas o sucesso dependerá de adesão internacional e estabilidade interna.


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Banqueiro cartoon e investidor cripto apertando mãos sobre hipoteca com BTC e portal SWIFT, simbolizando adoção de cripto em finanças reais

Cripto no Mundo Real: Newrez Aceita BTC em Hipotecas e Binance Libera SWIFT

Imagine usar seu Bitcoin como garantia para comprar a casa dos sonhos sem precisar vendê-lo. O banco americano Newrez agora aceita criptomoedas como BTC, ETH, ETFs e stablecoins em aprovações de hipotecas, sem liquidação. Ao mesmo tempo, a Binance facilita saques de USD via SWIFT, integrando cripto ao sistema bancário tradicional. Mudanças práticas que tornam o cripto útil no mundo real, especialmente para jovens investidores.


Como Funciona a Hipoteca com Bitcoin no Newrez

O Newrez, um dos maiores credores hipotecários dos EUA, implementará a política em fevereiro para produtos não-agência, incluindo compra de imóveis, refinanciamento e propriedades de investimento. Você pode manter seus ativos cripto intactos enquanto usa o valor deles para qualificar o empréstimo.

Ativos aceitos incluem Bitcoin (BTC), Ether (ETH), ETFs spot desses ativos e stablecoins lastreadas em dólar americano. Eles devem estar custodiados em exchanges reguladas nos EUA, corretoras ou bancos nacionais. As valuações serão ajustadas para refletir a volatilidade do mercado, e pagamentos de parcelas e custos de fechamento continuam em dólares.

Segundo Leslie Gillin, chefe comercial do Newrez, cerca de 45% dos investidores da Geração Z e Millennials possuem cripto. Essa iniciativa amplia o acesso à casa própria para esse público, evitando vendas forçadas em momentos ruins de mercado.

Contexto Regulatório e Impacto para Holders

A decisão do Newrez alinha-se a discussões regulatórias nos EUA. Em junho de 2025, a FHFA orientou Fannie Mae e Freddie Mac a avaliarem criptoativos em análises de risco de hipotecas sem conversão para USD. A senadora Cynthia Lummis propôs o 21st Century Mortgage Act, que codificaria essa abordagem, facilitando homeownership para jovens com portfólios digitais.

Para holders de cripto, isso significa preservar ganhos de capital a longo prazo, evitando impostos sobre vendas. Já existe mercado para financiamentos lastreados em BTC ou ETH, como visto em plataformas como Ledn. No Brasil, onde o Bitcoin vale cerca de R$ 513.887 segundo o Cointrader Monitor (cotação de hoje), isso inspira adoção local.

Esses passos mostram cripto migrando do especulativo para o prático, como reserva de valor real.

Saques USD via SWIFT na Binance: Passos Práticos

A Binance lançou suporte para saques diretos de USD via transferência bancária SWIFT, processada pela BPay, sua subsidiária no Bahrein com licença PSP desde abril de 2025. O tempo de processamento varia de 0 a 5 dias úteis, facilitando conversões fiat sem intermediários.

Isso vem com parceria do Bahrain Kuwait Bank (BBK), primeiro banco do GCC no programa Binance Connect, usando “Crypto as a Service” para integrar serviços cripto à banca tradicional. Para usuários brasileiros, significa mais opções para fiat off-ramp, especialmente úteis em trades ou arbitragem.

Como usar: Acesse sua conta Binance, selecione saque USD, escolha SWIFT via BPay e informe dados bancários. Verifique taxas e limites na plataforma. Essa integração reduz riscos de terceiros e melhora liquidez.

O Que Isso Muda no Seu Dia a Dia com Cripto

Essas novidades posicionam cripto como ferramenta financeira cotidiana. No Newrez, holders evitam liquidar BTC em baixas; na Binance, saques rápidos via SWIFT otimizam fluxos de caixa. Para brasileiros, monitore exchanges locais por tendências similares e use plataformas globais com cuidado regulatório.

Vale testar: Se você tem BTC, avalie custodiar em exchanges qualificadas para futuras hipotecas internacionais. Na Binance, experimente o novo saque para eficiência. O ecossistema cripto avança para o mainstream bancário.


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Personagens cartoon em balança tensa: Riot com AMD erguendo hardware dourado versus Jefferies abandonando BTC corroído por partículas quânticas, contrastes cripto

Riot Expande com AMD em US$ 311 milhões; Jefferies Abandona BTC por Quântico

A Riot Platforms anunciou a compra de 200 acres em Rockdale, Texas, e um contrato de data center de US$ 311 milhões com a AMD, financiado pela venda de cerca de 1.080 BTC. As ações subiram 13%. Em contraste, o estrategista da Jefferies, Christopher Wood, removeu Bitcoin de seu portfólio por riscos de computação quântica, preferindo ouro. Divergências estratégicas no topo do mercado.


Expansão Estratégica da Riot Platforms

A Riot Platforms consolidou sua posição como desenvolvedora de data centers ao adquirir em propriedade plena 200 acres em seu site de Rockdale, Texas. O negócio, avaliado em US$ 96 milhões, foi integralmente financiado pela venda de aproximadamente 1.080 BTC de seu balanço patrimonial. Essa movimentação substitui um arrendamento anterior e garante controle operacional de longo prazo.

O destaque é o primeiro grande contrato de locação hyperscale com a AMD, que prevê a entrega de 25 MW de carga crítica de TI em duas fases, iniciando em janeiro de 2026 e concluindo em maio. O termo inicial de 10 anos pode gerar US$ 311 milhões em receita, com potencial para US$ 1 bilhão incluindo extensões. A AMD tem opções para expandir até 200 MW no local.

Segundo o CEO Jason Les, isso valida a infraestrutura da Riot para high-performance computing (HPC) e IA, menos de um ano após iniciar a avaliação de ativos de mineração para esses usos. A empresa agora controla mais de 1.100 acres e 1,7 GW de capacidade aprovada no Texas.

Reação do Mercado e Venda de Bitcoin

As ações da Riot (RIOT) dispararam 13% para US$ 18,70 após o anúncio, refletindo otimismo com a diversificação. A venda de BTC faz parte de uma estratégia maior: em dezembro, a mineradora liquidou 1.818 BTC por mais de US$ 160 milhões, mantendo ainda 18.005 BTC em tesouraria, avaliados em bilhões.

Essa tendência é vista em outras mineradoras como CleanSpark, que adquiriu terras para data centers de IA. Com o aumento da dificuldade de mineração e custos crescentes, empresas como Riot, MARA e Hut 8 pivotam para locação de infraestrutura para AI workloads, aproveitando energia e localização no “Texas Triangle”.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 513.931 (variação +0,21% em 24h), reforçando a resiliência do ativo mesmo com vendas estratégicas.

Jefferies e o Alerta Quântico

Em polo oposto, Christopher Wood, chefe global de estratégia da Jefferies, eliminou 10% de alocação em BTC de seu portfólio modelo, redistribuindo para ouro físico e ações de mineradoras. A decisão, detalhada na newsletter Greed & Fear, cita a ameaça de computação quântica à criptografia assimétrica do Bitcoin.

Computadores quânticos poderiam derivar chaves privadas de públicas, expondo endereços vulneráveis como P2PK, moedas perdidas e reutilizados – potencialmente milhões de BTC. Wood questiona a governança para migração pós-quântica, vendo ouro como reserva de valor mais segura historicamente.

Debate cresce: enquanto desenvolvedores minimizam, alocadores como Nic Carter e Justin Bons alertam para riscos após 2033, com halving reduzindo subsídios de segurança.

Oportunidades em Meio aos Riscos

Essas visões contrastantes destacam a maturidade do ecossistema: mineradoras como Riot capitalizam infraestrutura para IA, gerando receitas bilionárias, enquanto Wall Street pondera riscos teóricos de longo prazo. Para investidores, o Bitcoin prova resiliência, com adoção institucional e pivôs estratégicos sinalizando potencial além da mineração tradicional. Vale monitorar avanços quânticos, mas o otimismo fundamentado prevalece no horizonte bullish.


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Agente governamental cartoon depositando baú BTC em silo de reserva estratégica patriótico, simbolizando manutenção do Bitcoin da Samourai na política de Trump

Governo dos EUA Mantém BTC da Samourai na Reserva Estratégica de Trump

O governo dos Estados Unidos negou veementemente rumores de venda do Bitcoin apreendido no caso Samourai Wallet, afirmando que os cerca de 57,55 BTC, avaliados em aproximadamente US$ 6,4 milhões, permanecerão na Strategic Bitcoin Reserve (SBR). A confirmação veio do Departamento de Justiça (DOJ), em cumprimento à Ordem Executiva 14233 de Donald Trump, marcando o primeiro caso prático de HODL oficial pelo Estado americano. Essa decisão reforça o posicionamento geopolítico dos EUA como potência em ativos digitais.


Contexto do Caso Samourai Wallet

Os desenvolvedores da Samourai Wallet, Keonne Rodriguez e William Lonergan Hill, foram condenados em 2025 por operar um serviço de mixing não licenciado. Rodriguez recebeu cinco anos de prisão, e Hill, quatro anos. Durante o processo, o DOJ apreendeu 57,55 BTC das carteiras associadas. Rumores surgiram em novembro de 2025 quando analistas on-chain detectaram transferências para endereços da Coinbase Prime, sugerindo liquidação via U.S. Marshals Service (USMS).

Um acordo de liquidação assinado pelos réus alimentou especulações, mas Patrick Witt, diretor executivo do Conselho Presidencial de Ativos Digitais da Casa Branca, esclareceu em 16 de janeiro de 2026 que “os ativos digitais não foram liquidados e não serão”, conforme a declaração oficial. Os fundos agora integram o balanço patrimonial do governo.

A Ordem Executiva 14233 e o Paradigma do HODL Estatal

Assinada em março de 2025, a EO 14233 reverteu a prática histórica de vender criptoativos confiscados, determinando que Bitcoin obtido por confisco criminal ou civil “não deve ser vendido”. Em vez disso, é retido na SBR, reconhecendo o BTC como reserva estratégica nacional. Essa política transforma os EUA em detentor de mais de 328.000 BTC (US$ 31,3 bilhões), superando reservas de ouro em valor de mercado.

Segundo o Cointelegraph, Witt confirmou que a reserva permanece prioridade, aguardando alinhamento entre Tesouro e Comércio. No Brasil, onde o Bitcoin negocia a R$ 513.967, segundo o Cointrader Monitor, essa estratégia americana influencia dinâmicas globais de preço e adoção.

Implicações Geopolíticas para o Mercado Global

Do ponto de vista geopolítico, a SBR posiciona os EUA como líder em soberania digital, similar a reservas de petróleo ou ouro. Países como El Salvador e potências emergentes observam, podendo replicar modelos. Para investidores brasileiros, isso sinaliza estabilidade: acumulação governamental reduz pressão vendedora, potencializando valorizações de longo prazo.

O caso Samourai destaca tensões entre privacidade financeira e regulação. Apesar de Trump sinalizar abertura a perdões, os devs permanecem presos, gerando debates sobre “regulação por perseguição”. Globalmente, reforça Bitcoin como ativo de Estado-nação, alterando equilíbrios de poder econômico.

Próximos Passos e Perspectivas

O DOJ monitorará conformidade, enquanto o Senado discute lei de Cynthia Lummis para 1 milhão de BTC em cinco anos, via compras neutras ao orçamento. Investidores devem acompanhar on-chain para rastrear influxos na SBR. Para o mercado cripto, essa validação institucional eleva o BTC a status de reserva global, impactando estratégias de tesouraria corporativa e soberana.

Embora sem perdões imediatos, o episódio ilustra maturidade regulatória sob Trump, beneficiando ecossistemas como o brasileiro com maior legitimidade internacional.


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