Personagem cartoon depositando notas em wallet digital que emite moedas Bitcoin, simbolizando compra fácil sem bancos e inclusão financeira

Bitcoin Sem Banco: Como Novas Funções Facilitam a Compra em 2026

O Cash App anunciou preços sem spread para Bitcoin, com limites de saque elevados para US$ 10 mil por dia e zero taxas em compras acima de US$ 2 mil. Ao mesmo tempo, a Trust Wallet lançou depósitos em dinheiro físico nos EUA, permitindo converter dinheiro em cripto em 15 mil pontos de venda sem precisar de banco. Essas novidades promovem inclusão financeira, tornando o acesso ao Bitcoin extremamente simples para o dia a dia.


Cash App: Preços Competitivos e Limites Maiores

O Cash App, aplicativo de pagamentos com mais de 58 milhões de usuários, eliminou o spread no preço do Bitcoin, oferecendo um valor único para compra e venda. Isso significa que o usuário paga exatamente o preço de mercado, sem margens escondidas que encarecem a operação. Para valores acima de US$ 2 mil, o app promete o melhor preço mundial, com 0% de taxas.

Os limites de saque subiram para US$ 10 mil diários e US$ 25 mil semanais, acessíveis à maioria dos usuários. Novas opções de financiamento, como ACH e transferências bancárias, facilitam depósitos maiores. A funcionalidade é ideal para quem utiliza o Bitcoin em remessas ou pagamentos cotidianos, evitando intermediários caros. No Brasil, esse movimento inspira plataformas locais a reduzirem a burocracia em exchanges.

Segundo Miles Suter, do Block Inc., o foco é tornar a vida com Bitcoin prática. Instituições bancárias ainda são conservadoras com o setor cripto, mas o aplicativo integra stablecoins e Lightning Network no futuro, simplificando transações sem exposição direta a variações de blockchain.

Trust Wallet: Dinheiro Vivo Direto na Carteira

A Trust Wallet, com 220 milhões de usuários, estabeleceu uma parceria com a Coinme para permitir depósitos em dinheiro físico em mais de 15 mil lojas nos EUA e Porto Rico. O processo é simples: basta ir a um ponto de venda, depositar o montante e receber stablecoins, BTC ou SOL diretamente na sua carteira de autocustódia em poucos minutos, dispensando conta bancária ou cartão.

A solução atende perfeitamente trabalhadores informais, profissionais da gig economy ou quem lida majoritariamente com papel-moeda, como entregadores e autônomos. A iniciativa remove barreiras bancárias, comuns em economias que ainda dependem fortemente do dinheiro vivo. Os fundos chegam rapidamente, sem custódia de terceiros, estando disponível em 48 estados americanos.

Felix Fan, CEO da Trust Wallet, destaca que milhões de pessoas vivem de dinheiro físico sem acesso ao sistema digital tradicional. Essa integração democratiza o mercado cripto, abrindo portas para pagamentos rápidos e remessas baratas, facilitando o envio de valores para familiares no exterior sem as altas taxas internacionais.

Impacto Prático para o Usuário Brasileiro

Embora focadas inicialmente no mercado norte-americano, essas ferramentas sinalizam o caminho para a inclusão: ausência de bancos tradicionais, redução de taxas extras e foco na utilidade real. No Brasil, um modelo similar permitiria depósitos em lotéricas para conversão automática de reais em Bitcoin, com a mesma agilidade do Pix. Isso reduziria drasticamente os custos de remessas internacionais.

Para iniciantes, o uso de carteiras de autocustódia reduz os riscos associados a exchanges centralizadas. É fundamental monitorar limites e taxas reais: o Cash App oferece custo zero em grandes volumes, enquanto a Trust foca na acessibilidade fora do ambiente digital. No cenário nacional, vale acompanhar como Mercado Pago ou PicPay evoluem em suas ofertas de criptoativos.

Essas mudanças consolidam o Bitcoin como uma alternativa viável para a economia real, automatizando conversões entre moedas fiduciárias e cripto em fluxos de pagamento. Para brasileiros, é importante vigiar regulamentações locais e priorizar a segurança das chaves privadas em aplicativos globais.

Cotação Atual e Próximos Passos

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado em R$ 347.727,73 (variação de -1,94% em 24h), com o dólar a R$ 5,24. Para quem deseja iniciar, o recomendado é baixar aplicativos compatíveis, verificar a elegibilidade regional e realizar aportes graduais.

Fique atento às atualizações: o Cash App planeja implementar a Lightning Network em lojas que utilizam Square, enquanto a Trust Wallet expande sua rede de pontos físicos. A recomendação prática é comparar as taxas locais, priorizar a autocustódia e evitar decisões baseadas no imediatismo.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo cartoon puxando alavanca para baixar custo médio BTC com pilha de 6K moedas crescendo, celebrando estratégia DCA da Strategy

Strategy Reduz Custo Médio do Bitcoin Após 2,5 Anos

A Strategy reduziu seu custo médio de aquisição de Bitcoin para US$ 76.027, marcando a primeira queda em quase 2,5 anos, desde setembro de 2023. A operação envolveu a compra de bitcoins no valor de US$ 1.684 bilhão, baixando a média em US$ 29. No mesmo cenário, a American Bitcoin Corp alcançou 6.039 BTC, posicionando-se como a 17ª maior detentora corporativa global. Os dados destacam a adoção corporativa contínua do ativo.


Detalhes da Redução de Custo na Strategy

Os dados da Arkham Intelligence revelam que a Strategy, liderada por Michael Saylor, incrementou sua posição em Bitcoin com uma aquisição recente avaliada em US$ 1.684 bilhão. Essa movimentação resultou na diluição do custo médio de US$ 76.056 para US$ 76.027, uma redução de 0,038%. Anteriormente, o custo médio havia subido gradualmente de cerca de US$ 62.000 no início de 2025 para os níveis atuais, refletindo compras em um mercado de alta.

Com aproximadamente 713.000 BTC em carteira — de 450.000 BTC no início de 2025 —, a empresa demonstra compromisso com a acumulação. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 347.709,51 (-2,09% em 24h) equivale a um custo médio aproximado de R$ 398.200 por unidade (dólar a R$ 5,2363). Essa métrica é crucial para avaliar a performance financeira da tesouraria corporativa.

American Bitcoin Corp Entra no Top 20 Corporativo

A American Bitcoin Corp (ABTC), apoiada pela família Trump e listada na Nasdaq desde setembro de 2025, atingiu 6.039 BTC em tesouraria, avaliados em cerca de US$ 409 milhões. Essa marca a coloca na 17ª posição entre detentores corporativos, superando empresas como GameStop e Gemini Space Station. Em janeiro, adicionou 217 BTC, impulsionada pela estratégia de “mining-to-treasury”.

Apesar do yield de 116% em Bitcoin desde o IPO, as ações da ABTC caíram 86%, influenciadas pela volatilidade do BTC e expiração de lock-up para investidores iniciais. Analistas como Roth Capital e H.C. Wainwright mantêm recomendação de compra com alvo de US$ 4 por ação, citando potencial de longo prazo.

Estratégia de Atropelar a Média para Grandes Holders

A tática de “atropelar a média”, ou dollar-cost averaging (DCA), consiste em compras regulares independentemente do preço, reduzindo o custo médio ao longo do tempo. Para corporações como Strategy e ABTC, com fluxos de caixa elevados via emissões de ações ou mineração, essa abordagem mitiga volatilidade. Os dados mostram que aquisições em dips — como o recente da Strategy — diluem custos acumulados em compras anteriores mais caras.

Em um horizonte de 2,5 anos, a Strategy evitou vendas apesar de flutuações, mantendo foco em acumulação. Essa persistência resulta em posições que beneficiam-se de ciclos de alta, onde o valor de mercado supera o custo médio. Para empresas gigantes, o DCA corporativo transforma volatilidade em vantagem competitiva, desde que suportem drawdowns temporários.

Implicações de Longo Prazo para o Mercado

Os movimentos da Strategy e ABTC sinalizam maturidade na adoção institucional do Bitcoin como reserva de valor. Com rankings transparentes via plataformas como Arkham, investidores monitoram métricas como custo médio e yield BTC. Níveis a observar incluem suporte em US$ 85.000-90.000 para BTC e resistência em US$ 100.000.

Esses casos ilustram que, para holders corporativos, o jogo é de paciência estratégica. Dados históricos de ciclos de halving sugerem que posições acumuladas em múltiplos anos capturam valor superior à média de mercado, reforçando a tese de tesouraria de longo prazo.


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Personagens cartoon: robô Bitdeer ultrapassando MARA em pista hashrate e executivo Franklin enchendo cofre ETF com XRP, ilustrando consolidação institucional

Bitdeer Supera MARA e Franklin Templeton Acumula 118M XRP

Os dados mostram que a Bitdeer superou a MARA como maior mineradora de Bitcoin em automineração, alcançando 63,2 EH/s contra 60,4 EH/s da concorrente, conforme análise do JPMorgan. Paralelamente, os documentos da SEC revelaram que a Franklin Templeton detém mais de 118 milhões de XRP em seu ETF XRPZ, evidenciando acumulação institucional em altcoins. Esses movimentos reforçam a profissionalização do setor cripto, com foco em eficiência operacional e exposição regulada a ativos digitais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 347.711 (-2,22% em 24h).


Liderança da Bitdeer em Hashrate

A Bitdeer atingiu 63,2 EH/s em automineração, adicionando 8 EH/s em um único mês graças aos rigs proprietários SEALMINER. Em janeiro, a empresa minerou 668 BTC, um crescimento de 430% em relação ao ano anterior. Esses números posicionam a Bitdeer à frente da MARA, que registrou 60,4 EH/s em sua última divulgação. A estratégia de hardware in-house contrasta com a dependência de fornecedores externos como Bitmain, adotada historicamente pela MARA.

No final de janeiro, a Bitdeer detinha 1.530 BTC, equivalentes a cerca de US$ 104 milhões com o Bitcoin próximo a US$ 68.000. As ações BTDR caíram 5,95% na terça-feira, refletindo volatilidade setorial, enquanto analistas como Roth Capital e B. Riley mantêm recomendações de compra apesar de ajustes em targets de preço.

Expansão Além da Mineração

A Bitdeer não se limita à mineração de Bitcoin. A empresa avalia oportunidades em co-location para AI e HPC, incluindo data centers nos EUA e seu site Tydal na Noruega. O lançamento do SEALMINER-DL1 está previsto para o primeiro trimestre de 2026, após testes bem-sucedidos em Litecoin e Dogecoin. Essa diversificação responde à mudança estratégica da MARA, que prioriza workloads de AI e não divulga mais produção total de Bitcoin.

Os dados indicam que o hashrate self-mining da Bitdeer reflete eficiência operacional superior, com JPMorgan destacando o ritmo “impressionante” de expansão. Investidores devem monitorar o impacto de halvings e custos energéticos nesses indicadores fundamentais.

Holdings da Franklin Templeton em XRP

No âmbito das altcoins, o ETF XRPZ da Franklin Templeton reportou 118.387.154 XRP em 31 de dezembro de 2025, com valor justo de US$ 216,37 milhões (custo base de US$ 244,8 milhões). O NAV por ação era US$ 19,85, com 10,9 milhões de ações em circulação. Em 17 de fevereiro de 2026, os ativos totais alcançaram US$ 243,60 milhões, mas o NAV caiu para US$ 16,08, com retorno YTD de -18,54%.

O produto oferece exposição a XRP sem custódia direta, listado na NYSE Arca. Junto a outros ETFs como Bitwise e Grayscale, os produtos XRP acumulam US$ 1,06 bilhão em ativos, sinalizando adoção institucional crescente. O XRP cotado a R$ 7,47 (-4,37% em 24h) reflete volatilidade desde o lançamento em novembro de 2025.

Implicações para o Setor

Esses desenvolvimentos — liderança em hashrate da Bitdeer e escala do ETF XRPZ — ilustram a maturação do ecossistema cripto. Mineradoras investem em eficiência e diversificação, enquanto instituições acumulam supply significativo de altcoins via veículos regulados. Os dados sugerem concentração de controle por participantes profissionais, com 118 milhões de XRP representando cerca de 0,2% do supply total circulante.

Traders devem observar níveis de suporte em BTC (próximo a R$ 345.000) e XRP (R$ 7,40), além de relatórios trimestrais para atualizações em hashrate e NAV. A profissionalização reduz riscos operacionais, mas volatilidade persiste como fator chave.


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Estrutura cristalina L2 flutuando independentemente sobre base maior, conectada a pilares bancários por fios tokenizados em isométrica, simbolizando maturidade das Layer 2 e RWAs

Base Busca Independência: Abandona OP Stack e Bancos Criam Rede Tokenizada

A Base, Layer 2 da Coinbase no Ethereum, anunciou transição para um codebase gerenciado internamente, afastando-se do OP Stack da Optimism. Lançada em 2023 com US$ 3,85 bilhões em TVL hoje, a mudança visa upgrades mais ágeis. Em paralelo, cinco bancos dos EUA unem-se à Cari Network para rede de depósitos tokenizados, destacando soberania infraestrutural em blockchain. Usuários e dApps na Base não notam impactos imediatos.


Transição Técnica da Base: Do OP Stack à Autonomia

A Base, uma das L2 mais usadas no Ethereum, foi construída inicialmente sobre o OP Stack da Optimism — um framework open-source para rollups otimistas que abstrai complexidades como sequenciadores e disponibilidade de dados. Com US$ 3,85 bilhões em TVL (DeFiLlama), a rede processa alto volume de transações diárias, mas dependia de equipes externas para upgrades críticos.

No post “The Next Chapter for Base“, a equipe explica a consolidação em um codebase unificado gerenciado pela Base. Isso permite controle total sobre o protocolo: do sequenciador aos provers de fraude. A transição mantém compatibilidade com padrões OP Stack, preservando interoperabilidade com o ecossistema Optimism. Para desenvolvedores, nada muda no dia a dia — dApps continuam deployando via Solidity sem migrações.

OP Labs confirmou: parceria de três anos ajudou Base a se tornar uma das L2 mais bem-sucedidas, e suporte continua como cliente enterprise. O token OP caiu 4% nas 24h pós-anúncio, refletindo preocupações com perda de royalties potenciais (Base elegível para ~118 milhões OP ao longo de seis anos).

Como Funciona o Novo Stack da Base

Tecnicamente, rollups otimistas como Base usam dois pilares: execução off-chain (sequenciador batcha transações e posta calldata no Ethereum L1) e disputa on-chain (provers verificam fraudes em janelas de desafio). O OP Stack padroniza isso via módulos plugáveis: op-node para consenso, op-geth para execução.

A Base agora fork a esses componentes em repositórios próprios no GitHub, permitindo customizações como dobrar upgrades para seis por ano. Analogia: passar de um framework genérico (OP Stack) para um kernel customizado, otimizando latência sem quebrar APIs públicas. Métricas on-chain — usuários ativos, gas gasto — devem crescer com inovação acelerada.

Por que importa? Sinaliza amadurecimento das L2: de dependência coletiva para soberania individual, reduzindo riscos de centralização em provedores como OP Labs.

Cari Network: Bancos Tokenizam Depósitos Bancários

Em paralelo, Huntington, First Horizon, M&T Bank, KeyCorp e Old National Bancorp integram a Cari Network, liderada por Eugene Ludwig (ex-regulador OCC). Foco: depósitos tokenizados — tokens ERC-20/equivalentes lastreados 1:1 em depósitos FDIC-insured.

Como funciona: clientes mintam/burnam tokens via smart contracts, transferindo valor 24/7 com liquidação instantânea, sem rails legados como ACH. Inicialmente, transferências intra-banco (com KYC/AML aplicado), expandindo para inter-banco. MVP em março 2026, piloto Q3, produção Q4.

Zach Wasserman (CFO Huntington) destaca: fundos ficam em depósitos, permitindo empréstimos bancários tradicionais. Diferente de stablecoins descolateralizadas, isso preserva o modelo bancário enquanto usa blockchain para eficiência.

Soberania Infraestrutural: Tendência no Ecossistema

Base e Cari exemplificam “soberania infra”: controle sobre stack técnico evita lock-ins. Para Base, acelera inovação em L2 escaláveis; para bancos, defende turf contra fintechs crypto (ex: Bridge da Stripe com charter bancário). Ambas usam blockchain para atomicidade e transparência on-chain.

Impacto: mais redes permissionless (Base) e permissioned (Cari) convergem, elevando TVL tokenizado global. Desenvolvedores na Base ganham estabilidade; bancos, competitividade em pagamentos. Monitore commits GitHub da Base e pilots da Cari para próximos passos.


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Esferas neon vermelhas se fragmentando com fluxos de energia convergindo para núcleo dourado BTC, simbolizando queda de 50% nos volumes de altcoins

Altseason Adiada: Volumes Caem 50% e Vendas em Pico de 5 Anos

Os dados mostram uma queda de quase 50% nos volumes de negociação de altcoins nos últimos três meses, de 59,2% para 33,6% do total em exchanges. Paralelamente, a pressão vendedora em altcoins atingiu o pico de 5 anos, com vendas líquidas por 13 meses consecutivos em mercados spot de CEX. Bitcoin consolida entre US$ 65.000 e US$ 72.000, atraindo capital em rotação de risco.


Situação Atual dos Volumes

Segundo análise da CryptoQuant, altcoins representavam 59,2% do volume total há três meses, mas caíram para 33,6% em meados de fevereiro. Essa contração de quase 50% ocorreu durante consolidação do Bitcoin acima de US$ 60.000 desde 7 de fevereiro, quando BTC capturou 36,8% do volume na Binance.

O movimento reflete um clássico ‘flight to safety’: investidores abandonam ativos especulativos em períodos de estresse. Padrões semelhantes apareceram nas correções de abril de 2025, agosto de 2024 e na baixa de outubro de 2022. Bitcoin ganha participação em incertezas, atingindo níveis acima de 40% em alguns dias.

No Brasil, o Cointrader Monitor registra Bitcoin a R$ 347.121,65, com variação de -2,24% em 24h e volume de 291 BTC.

Pressão Vendedora em Máximo Histórico

A diferença cumulativa entre compras e vendas de altcoins (excluindo BTC e ETH) atingiu extremos de 5 anos em mercados spot de CEX. São 13 meses de distribuição contínua, sem absorção significativa por compradores. Tokens como LINK, KAS, ONDO, RENDER, TAO, SUI e SEI perderam até 90% de seus picos cíclicos.

Não há sinais de acumulação institucional nos fluxos spot. Livros de ordens estão finos, ampliando volatilidade. Cada tentativa de alta é vendida, sem estabilização no delta cumulativo. Isso difere de 2022, onde bases formaram eventualmente.

Contexto Técnico e Rotações de Capital

Capital rotaciona para Bitcoin ou posições em cash, deixando altcoins vulneráveis. Ausência de fluxo de entrada institucional mantém a estrutura de distribuição. Volumes negativos persistentes indicam saída estrutural, não correção rotineira.

Indicadores chave: participação de BTC no volume total (acima de 36%), contração das altcoins para 33,6%, e delta cumulativo em mínimas históricas. Sem reversão nessas métricas, altseason permanece distante. Michael Saylor reforça visão de ‘crypto winter’ para BTC.

Níveis a Observar

Monitore estabilização no delta cumulativo de altcoins e aumento sustentado acima de 40-50% no volume relativo. Participação de BTC abaixo de 35% sinalizaria rotação reversa. Suportes críticos em altcoins variam, mas ausência de absorção mantém viés de baixa. Dados priorizam cautela sobre narrativas otimistas.


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Baleias cartoon carregando pilhas de BTC contra ondas turbulentas, simbolizando acumulação institucional por Abu Dhabi e bancos apesar da queda

Baleias Ignoram Queda: Abu Dhabi e Bancos Acumulam BTC

Os dados de Formulários 13F da SEC mostram que instituições como a Jane Street adicionaram US$ 276 milhões em ações do ETF IBIT da BlackRock no quarto trimestre de 2025, elevando sua posição em 54%. Paralelamente, o banco italiano Intesa Sanpaolo revelou US$ 100 milhões em ETFs de Bitcoin, enquanto fundos soberanos de Abu Dhabi acumularam mais de US$ 1 bilhão no IBIT. Esses movimentos ocorrem em meio a uma queda recente do Bitcoin, com preço atual a R$ 356.680,55 (Cointrader Monitor), sinalizando confiança institucional na oferta limitada.


Jane Street Expande Posição em ETF Bitcoin

Os dados mostram que a Jane Street, gigante quantitativa de trading, aumentou sua exposição ao Bitcoin via ETF IBIT em 54% no Q4 2025. A adição de US$ 276 milhões elevou o total para 20.315.780 ações, conforme relatório SEC. Essa acumulação reflete uma estratégia de smart money que prioriza fluxos de longo prazo sobre volatilidade de curto prazo. No período, o Bitcoin oscilou entre US$ 67.000 e US$ 68.000, mas o volume de negociação em exchanges brasileiras atingiu 194 BTC em 24h, com variação de +0,18%.

A robustez dos inflows em ETFs como IBIT, com AUM superior a US$ 51 bilhões, indica que grandes players continuam absorvendo oferta disponível, reduzindo a liquidez para o varejo.

Intesa Sanpaolo Entra no Mercado de ETFs BTC

O banco italiano Intesa Sanpaolo, um dos maiores da Europa, divulgou posições totais de cerca de US$ 96 milhões em ETFs spot de Bitcoin ao fim de 2025. A maior fatia, US$ 72,6 milhões, está no ARK 21Shares Bitcoin ETF, seguida por US$ 23,4 milhões no iShares Bitcoin Trust. Adicionalmente, US$ 4,3 milhões em Bitwise Solana Staking ETF diversificam a alocação.

Esses dados do Form 13F destacam a integração de produtos cripto regulados em portfólios bancários tradicionais, com hedges via opções em MicroStrategy e ações em Coinbase e Circle. Os números sugerem uma alocação estratégica de 0,1-0,2% do AUM total do banco em ativos digitais.

Abu Dhabi Acelera Acumulação via IBIT

Dois fundos soberanos de Abu Dhabi, Mubadala Investment Company e Al Warda Investments, reportaram posições combinadas superiores a US$ 1 bilhão no IBIT. Mubadala detém 12,7 milhões de ações (US$ 631 milhões), com aumento de 46% QoQ, enquanto Al Warda possui 8,2 milhões (US$ 408 milhões). Esses investimentos reforçam o papel do Oriente Médio na adoção institucional de Bitcoin.

Segundo os relatórios SEC, tais posições posicionam os fundos entre os maiores holders institucionais do ETF líder, em um contexto de pressão vendedora no varejo.

Fluxos de ETF e Dinâmica de Mercado

Embora a Strategy tenha adicionado 2.486 BTC por US$ 168 milhões, elevando holdings para 717.131 BTC com perda não realizada de US$ 5,756 bilhões, o foco está nos novos entrantes. Fluxos on-chain de ETFs permanecem positivos, com IBIT capturando demanda institucional. O Bitcoin negocia próximo a US$ 67.710 em compras recentes, acima de suportes em US$ 65.000.

Os dados indicam que, enquanto o varejo monitora preços, baleias acumulam oferta, potencialmente comprimindo disponibilidade em exchanges. Vale observar níveis de resistência em US$ 70.000 e volumes de ETF nas próximas semanas.


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Personagem cartoon blindado com BTC gravado resistindo onda vermelha de queda, protegendo tesouraria dourada da Strategy

Saylor à Prova de Balas: Strategy Aguenta BTC a US$ 8 mil

A Strategy, liderada por Michael Saylor, demonstrou resiliência financeira ao afirmar que pode suportar uma queda do Bitcoin para US$ 8 mil, uma desvalorização de 88% dos níveis atuais. Com 714.644 BTC em reserva, avaliados em cerca de US$ 49 bilhões a US$ 69 mil por unidade, a empresa cobre sua dívida líquida de US$ 6 bilhões com folga de 8,3x. Mesmo no pior cenário, a cobertura se mantém em 1,0x, sem risco de liquidação forçada. Essa estrutura reflete uma visão de longo prazo no mercado que está se construindo.


Resiliência Contra Quedas Extremas

A análise de downside da Strategy mostra que, com o BTC a US$ 8 mil, seus holdings valeriam US$ 6 bilhões, exatamente iguais à dívida. Isso desmente o pânico de ‘chamada de margem’ comum em empréstimos alavancados. Os fundamentos se fortalecem com essa cobertura conservadora, permitindo que a empresa enfrente volatilidade sem vender prematuramente. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 356.849 (variação +0,04% em 24h), equivalente a cerca de US$ 68.400 com dólar a R$ 5,21.

Essa margem de segurança é crucial em ciclos de cripto, onde correções de 80% já ocorreram pós-halving. A Strategy não é ‘mão fraca’: sua tesouraria é projetada para o longo prazo, alinhada à adoção institucional crescente.

Estrutura de Dívida Sem Riscos de Liquidação

As obrigações da empresa são notas conversíveis de baixo juro, com vencimentos entre 2027 e 2032. Diferente de posições marginadas em exchanges, não há gatilhos automáticos de venda por queda de preço. A estratégia é ‘equitizar’ a dívida, convertendo em ações ao longo de 3 a 6 anos, evitando endividamento sênior garantido.

Essa abordagem reflete maestria financeira: em vez de pânico, Saylor continua acumulando. Recentemente, compraram mais 1.142 BTC por US$ 90 milhões, reforçando a tese de alta mesmo abaixo de US$ 70 mil.

Custo Médio Reduzido: Jogada de Mestre

A redução do custo médio para US$ 76.027, após aporte de US$ 168,4 milhões, é o primeiro declínio em 2,5 anos. Isso otimiza a tesouraria para o próximo ciclo de alta, pós-halving de 2024, onde históricos mostram valorizações exponenciais. Baleias corporativas como a Strategy ancoram o preço, sinalizando confiança aos investidores de varejo.

Analogia com ouro: empresas como Barrick Gold acumulam reservas sem vender em baixas. Aqui, o Bitcoin como reserva de valor ganha tração institucional.

Visão de Longo Prazo para Investidores

Para o leitor brasileiro, isso significa que grandes players não capitulam em correções. Monitore fluxos de ETF e halvings como indicadores. A Strategy exemplifica como tesourarias fortes impulsionam adoção global, preparando o terreno para valorizações sustentáveis. Volatilidade é parte do ciclo, mas fundamentos prevalecem.


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Personagens cartoon de EUA, Arizona e Japão em corrida por pilhas de Bitcoin dourado, simbolizando corrida global de estados por reservas estratégicas

Bitcoin de Estado: EUA Detêm US$ 23 Bi em BTC na Corrida Global

O governo dos EUA detém 328.372 BTC avaliados em US$ 23 bilhões, conforme dados on-chain da Arkham, consolidando-se como um dos maiores holders globais. Paralelamente, o Arizona aprovou na comissão de finanças o projeto SB 1649 para fundo estratégico de ativos digitais, enquanto três gigantes japonesas de valores mobiliários, como Nomura, planejam entrar no trading de cripto até 2026. Esses movimentos sinalizam uma corrida armamentista digital, onde nações tratam o Bitcoin como reserva estratégica, impactando investidores em todo o mundo, incluindo o Brasil.


Reserva Estratégica dos EUA

O estoque americano de Bitcoin resulta principalmente de grandes apreensões judiciais. Segundo autoridades do Departamento de Justiça, as apreensões incluem 127.271 BTC do Prince Group, 94.643 do hack Bitfinex e 94.679 recuperados da Silk Road. Em março de 2025, o presidente Trump assinou ordem executiva criando a Strategic Bitcoin Reserve, designando o BTC como "ouro digital soberano". Isso encerra leilões governamentais, retendo ativos confiscados permanentemente. O Tesouro e Comércio podem explorar aquisições neutras ao orçamento. Hoje, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 356.804,74, com variação de -0,01% em 24h.

Essa posição fortalece os EUA como "capital cripto do mundo", influenciando dinâmicas globais de poder econômico.

Arizona Avança com Fundo Estadual

O SB 1649, proposto pelo senador Mark Finchem, passou por 4-2 na Senate Finance Committee em 16 de fevereiro de 2026, rumo às regras do Senado. Gerido pelo tesoureiro estadual, o fundo absorve ativos digitais apreendidos ou confiscados, além de dotações parlamentares. Permite investimento total dos recursos via custodiantes qualificados ou ETPs, e empréstimos para yield sem elevar riscos fiscais. Define "ativos digitais" por fair value atrelado ao Bitcoin (>1% do padrão "ouro digital"), abrangendo BTC, XRP, stablecoins e NFTs.

Diferente do HB 2749 (2025, lei para propriedade não reclamada) e SB 1373 (vetado por volatilidade), o SB 1649 flexibiliza investimentos, refletindo maturidade regulatória estadual em meio a tendências nacionais.

Gigantes Japonesas Entram no Jogo

Nomura Holdings (US$ 673 bilhões em AUM), Daiwa Securities e SMBC Nikko Securities consideram plataformas de cripto. Nomura usará sua subsidiária suíça Laser Digital para lançar serviços até fim de 2026. Movidos por expectativa de relaxamento em ETFs de cripto por Tóquio, recusam-se a deixar a volatilidade frear a adoção. Essas empresas, com market cap combinado de US$ 48 bilhões, preparam infraestrutura para demanda institucional.

O Japão, com histórico regulatório rigoroso, sinaliza shift: cripto como ativo de reserva, alinhando-se a nações como EUA e estados proativos como Arizona.

Implicações Geopolíticas Globais

Esses desenvolvimentos configuram uma "corrida armamentista digital". Governos veem Bitcoin não só como hedge contra inflação, mas ferramenta soberana contra CBDCs rivais e sanções. Para o investidor brasileiro, isso eleva o BTC de especulação varejista a peça de xadrez geopolítica: acumulação estatal pressiona preços, regulações locais podem seguir. Países emergentes devem monitorar, pois reservas estatais redefinem liquidez e risco sistêmico no mercado cripto global.

Decisões em Washington, Phoenix e Tóquio moldam o portfólio do brasileiro, demandando visão macro além de gráficos diários.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon de Wall Street apostando fichas ETFs em mesa de cassino com símbolos eleitorais, satirizando prediction markets para eleições EUA

Cassino Wall Street: ETFs para Apostar na Eleição dos EUA

Interessante como Wall Street transforma até palpites eleitorais em produto financeiro. A Bitwise protocolou na SEC os “PredictionShares”, ETFs que pagam se democratas ou republicanos vencem a eleição presidencial de 2028 ou controlam Câmara e Senado nas midterms de 2026. GraniteShares e Roundhill entram na disputa, oferecendo o mesmo: exposição regulada a contratos binários de eventos políticos. Agora você pode perder dinheiro com política direto do home broker, sem sujar as mãos em sites de apostas.


Os Produtos: Palpites Empacotados em ETF

Curioso como o que era febre em plataformas como Polymarket agora vira ETF de luxo. Os fundos da Bitwise investem 80% em contratos binários regulados pela CFTC: pagam US$ 1 se o evento acontece (ex: democratas na Casa Branca em 2028), ou US$ 0 caso contrário. O preço das cotas oscila entre 0 e 1, refletindo a probabilidade implícita do mercado — tipo uma roleta com gráficos bonitos.

GraniteShares copia a jogada com seis ETFs idênticos, enquanto Roundhill abriu fogo dias antes. Nada de ações de empresas de prediction markets: puro derivativo político, acessível via corretoras tradicionais. A Bitwise justifica com “demanda de clientes” e crescimento do setor, mas soa mais como a financialização do óbvio: todo mundo adora apostar em eleições.

A Corrida pela Aprovação da SEC

Não é a primeira vez que Wall Street testa limites. Analistas como James Seyffart, da Bloomberg, notam que “a financialização de tudo continua”. A Roundhill iniciou a fila em 14 de fevereiro, e Bitwise/GraniteShares aceleram para capturar liquidez pré-midterms. Plataformas como Polymarket batem recordes de volume em eventos políticos, atraindo hedge funds e quants.

O CFTC entra na briga, defendendo jurisdição federal sobre esses mercados contra estados que os veem como jogo ilegal. Nevada e Massachusetts já barraram Kalshi e Polymarket. Aprovados ou não, esses ETFs sinalizam maturidade — ou loucura — dos prediction markets, que Vitalik Buterin chama de “apostas especulativas extremas”.

Riscos: Do Cassino ao Colapso

Por trás da ironia, o risco é palpável. Se o palpite erra, o fundo vira pó: “perderá substancialmente todo valor”, avisa o prospecto da Bitwise. Especialistas alertam para manipulação, insider trading e volatilidade insana — eleições viram referendo ao governo, com histórico de surpresas. No Myriad, aprovação de Trump ronda 50%; no Polymarket, volumes explodem.

Para brasileiros, é um espelho: enquanto discutimos regulação cripto, gringos ETF-izam palpites. Hedge funds babam pela liquidez, mas retail? É cassino com terno e gravata. Ganesh Mahidhar, da Further Ventures, vê apelo em volatilidade; Kadan Stadelmann, da Komodo, teme manipulação eleitoral.

O Que Isso Muda para Você?

No fim, é o comportamento humano: euforia por narrativas quentes. Prediction markets preveem melhor que pesquisas, mas embrulhados em ETF, viram produto para institucionais fugirem de cripto “sem graça”. Monitore a SEC — aprovação abre porta para mais absurdos, tipo ETF de memes ou impeachment. Ria, mas não aposte a casa: o mercado adora vender ilusões reguladas.


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Degen cartoon recebendo cashback de robô Pump.fun sobre memecoins murchas, com foguete IA Venice decolando +135%, capturando insanidade memecoin

Consolo Degen: Pump.fun Dá Cashback aos Perdedores de Memecoins

Perdeu tudo apostando em memecoins no Pump.fun? Calma, agora a plataforma te devolve umas migalhas com seu novo programa de Cashback Coins. Interessante como, após meses de críticas por deixar a maioria dos traders no vermelho, o paraíso dos degen resolve consolar os perdedores. No mesmo dia, o token VVV do Venice AI de Erik Voorhees explode 135% em uma semana, lembrando que rotular algo de ‘IA’ ainda é a licença para imprimir dinheiro no cripto.


Pump.fun: Do Pico aos Cashbacks Miseráveis

Curioso como o Pump.fun, que já faturou US$ 15 milhões em fees num só dia no auge, agora implora pela sobrevivência dos traders. A plataforma baseada em Solana anunciou que criadores de tokens podem optar por redirecionar as Creator Fees de 0,3% para Cashback Coins aos traders, acessíveis só via Terminal. A escolha é irreversível: ou o deployer mama sozinho, ou o mercado decide quem merece as recompensas.

Isso vem após dados da Dune Analytics revelarem a dura realidade: de 58,7 milhões de wallets que tocaram no Pump.fun, só 13.700 viraram milionárias. A maioria? Perdas secas. Fees despencaram 75,6% em janeiro para US$ 31,8 milhões, e fevereiro segue fraco com US$ 15,6 milhões até agora. Capitulação clássica ou só o começo do fim da era meme?

Críticas e o ‘Mercado Decide’

Muitos tokens sobem sem time ou roadmap — daí a ironia de recompensar deployers que só apertam ‘launch’. A Pump.fun admite: nem todo token merece Creator Fees. Traders agora escolhem onde apostar, deixando o mercado julgar. Mas alguns no X questionam: isso não desincentiva devs a pumparem seus coins na fase inicial? Afinal, o volume explode quando o token ‘gradua’ para Raydium.

Enquanto Santiment nota sinais de fundo no setor meme — social media no limbo é clássico contrarian signal —, Pump.fun tenta virar o jogo. Coinbase’s Base, aliás, acabou de matar seu Creator Rewards após pagar miséria aos devs. Padrão ou coincidência?

Venice AI: IA Ainda Bomba no Altcoin Rally

Do outro lado da insanidade, Venice AI lidera altcoins com VVV em +135% semanal, +350% desde low de novembro, cotado a US$ 4,28 e FDV de US$ 336 milhões. O protocolo agentic de Voorhees processa 45 bilhões de tokens LLM por dia — dobro do reportado há duas semanas. DIEM, o outro token, bateu ATH de US$ 672.

Lançado na mania de AI agents de 2025, VVV sofreu com scams como LIBRA, mas ressurge. Prova que, no cripto, ‘IA descentralizada’ é o novo meme dourado. Voorhees, o eterno cypherpunk, surfando a onda que ele mesmo criticaria em 2017.

O Que Isso Diz Sobre os Degen?

Esses movimentos expõem o circo cripto: Pump.fun consola perdedores com cashback enquanto Venice prova que euforia vende. Traders, escolham: migalhas seguras ou pumps arriscados? O mercado ‘decide’, mas lembre-se: na maioria das vezes, decide contra você. Vale monitorar se isso segura a sangria dos memes ou só adia a ressaca.


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Rede DeFi hexagonal com oráculo central rachado emitindo pulsos vermelhos, contrastando com pilar Bitcoin sólido, alertando riscos no Moonwell

Alerta DeFi: Erro em Oráculo Gera US$ 1,78 Milhão em Dívidas no Moonwell

O protocolo DeFi Moonwell registrou cerca de US$ 1,78 milhão em dívidas inadimplentes devido a um erro de configuração no oráculo de preços cbETH, que fixou o valor em apenas US$ 1. Bots e liquidadores exploraram a falha, liquidando 1.096 cbETH e gerando prejuízo aos usuários. Em contraste, mineradores de Bitcoin retiraram 36 mil BTC das exchanges, reforçando a importância da auto-custódia em meio a riscos DeFi. É um alerta para quem expõe ativos em protocolos terceiros.


Detalhes do Incidente no Moonwell

Em 15 de fevereiro, o Moonwell aprovou a proposta MIP-X43 para integrar o wrapper OEV da Chainlink, visando otimizar receitas com atualizações de oráculos. No entanto, a configuração do oráculo para cbETH falhou gravemente, ancorando o preço em US$ 1. Isso permitiu que transações automatizadas e liquidadores repayassem dívidas mínimas para capturar colaterais valiosos.

A equipe reagiu limitando o borrow e supply de cbETH a 0,01, mas o dano já estava feito: US$ 1,78 milhão em dívidas inadimplentes agora sobrecarrega o protocolo. O Moonwell se recusa a comentar detalhes da falha, o que aumenta a incerteza para depositantes e borrowers. É importante considerar que erros humanos em integrações externas podem evaporar patrimônio rapidamente.

Riscos Inerentes aos Oráculos em DeFi

Oráculos são o elo fraco em DeFi: fornecem dados off-chain para smart contracts, mas falhas de configuração, manipulações ou atrasos geram liquidações injustas. No caso Moonwell, um simples erro de setup expôs usuários a perdas irreversíveis, destacando a dependência de terceiros como Chainlink.

Históricos semelhantes, como manipulações em protocolos menores, mostram que o risco aqui é sistêmico. Atenção para dívidas inadimplentes: elas diluem yields para provedores de liquidez e podem levar a governança forçada. Usuários em posições alavancadas devem monitorar LTVs e oráculos manualmente, evitando over-exposure em protocolos em desenvolvimento.

Mineradores Optam pela Auto-Custódia

Enquanto DeFi patina, mineradores sinalizam confiança ao retirar mais de 36 mil BTC das exchanges desde fevereiro. Desses, 12 mil saíram da Binance, com picos diários de 6 mil BTC — o maior desde novembro. Movimentos para cold storage reduzem oferta spot e indicam expectativa de valorização.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 356.536 (-0,01% em 24h). HODLers acumularam 380 mil BTC em 30 dias, reforçando suporte on-chain. Essa tendência contrasta com riscos DeFi, priorizando controle total sobre chaves privadas.

Lições para Proteger Seu Patrimônio

O risco aqui é claro: DeFi oferece yields, mas falhas técnicas custam caro. Para evitar dívidas inadimplentes, mantenha colaterais acima de 150% LTV e diversifique oráculos. Vale monitorar: retire ativos de exchanges para wallets frias, como mineradores fazem — reduz custódia terceirizada e riscos de hacks ou falhas.

Em um mercado volátil, a auto-custódia é a estratégia mais inteligente agora. Pergunte-se: seu patrimônio está exposto desnecessariamente?


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Onda de liquidez dourada colossal com 150B emergindo impactando monolito Bitcoin, sinalizando influxo de US$150 bi antes da alta

Onda de Liquidez: US$ 150 Bi no Bitcoin até Março

Você está pronto para o maior cheque da história do mercado cripto? O Wells Fargo prevê um influxo de US$ 150 bilhões em reembolsos de impostos até o fim de março, impulsionando Bitcoin e ativos de risco. Devido a políticas fiscais favoráveis e erros no pré-pagamento de impostos, mais de 60% dos reembolsos serão liberados, reacendendo o viés de alta. A correção atual, com BTC lutando nos US$ 68 mil, pode ser a última oportunidade de posicionamento antes da onda de liquidez em abril.


Previsão do Wells Fargo: US$ 150 Bi em Movimento

O banco americano destaca que o ‘Beautiful Big Bill’ de verão passado beneficiou declarantes de 2025, enquanto o IRS não atualizou tabelas de retenção na fonte. Isso resulta em reembolsos maiores que o usual para trabalhadores assalariados. Segundo analistas como Ohsung Kwon, esses fundos extras — especialmente de consumidores de alta renda — voltarão ao mercado, fomentando um ‘YOLO mindset’ especulativo.

Os US$ 150 bilhões representam uma injeção significativa de liquidez doméstica. Historicamente, eventos fiscais como esse catalisam altas expressivas em ativos voláteis. O mercado cripto, sensível a fluxos de capital, deve capturar parte dessa onda, similar a estímulos passados que elevaram o Bitcoin em ciclos anteriores.

Correção Atual: Oportunidade Estratégica

Enquanto isso, o Bitcoin oscila ao redor de US$ 68 mil, testando suportes após rejeições em US$ 72 mil. A dominância está em 56,2%, mas altcoins como Pi Network já mostram força com alta de 40% semanal. Essa consolidação reflete redução de liquidez doméstica nas últimas semanas — queda de US$ 105 bilhões —, mas o relatório do Wells Fargo sinaliza reversão iminente.

Fundamentos se fortalecem: fluxos de ETF continuam positivos, tesourarias corporativas acumulam e o halving de 2024 ainda impulsiona escassez. A volatilidade de curto prazo constrói bases para tendências de longo prazo.

Impacto no Bitcoin e Próximos Passos

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 356.746 nesta quarta-feira (18/02), com variação de +0,03% em 24h e volume de 193 BTC. Essa estabilidade relativa contrasta com o potencial explosivo da liquidez fiscal.

Investidores devem monitorar o calendário do IRS: mais de 60% dos reembolsos saem até março. A adoção institucional e ciclos históricos sugerem que o mercado está se preparando para uma fase de expansão. Correções como essa são comuns antes de impulsos macro.

O Que Isso Significa para Você

Essa narrativa reforça a tese de adoção global: Bitcoin como proxy de liquidez. Enquanto o ruído diário domina, tendências estruturais prevalecem. Posicione-se com visão de longo prazo, atento a catalisadores fiscais que podem transformar a correção em trampolim para novas máximas em abril.


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Personagens cartoon cruzando ponte luminosa de stablecoins com selo OCC, simbolizando aprovação bancária da Stripe para pagamentos globais

Stripe Ganha Charter Bancário para Stablecoins: Pagamentos Mudam

A gigante de pagamentos Stripe, por meio de sua empresa Bridge, recebeu aprovação condicional da OCC (escritório regulador de bancos nos EUA) para operar como um banco nacional de confiança. Isso significa que stablecoins, aquelas moedas digitais atreladas ao dólar, agora fazem parte oficial do sistema bancário americano. Para você que envia remessas ou vende online, essa é a ponte mais sólida entre o dólar real e o mundo cripto, com supervisão federal garantindo segurança e escala.


O Que É Esse Charter Bancário?

Em termos simples, um National Bank Trust Charter é como uma licença federal para a Bridge atuar como banco especializado em ativos digitais. Com isso, a empresa pode custodiar stablecoins, emiti-las e gerenciar suas reservas — tudo sob regras rigorosas do governo americano. Não é mais uma fintech isolada: vira player oficial do sistema financeiro tradicional.

A Stripe comprou a Bridge por US$ 1,1 bilhão (cerca de R$ 5,7 bilhões pelo câmbio atual de R$ 5,21) em 2025, apostando nesse futuro. A aprovação veio em 12 de fevereiro de 2026, após pedido em outubro, impulsionada pela lei GENIUS Act, que regula stablecoins desde julho de 2025.

Impacto Prático para Brasileiros

Pense no dia a dia: você envia dinheiro para a família nos EUA ou recebe pagamentos de clientes gringos via Stripe. Com stablecoins bancarizadas, as taxas caem e a velocidade sobe. Nada de conversões caras em bancos tradicionais — um dólar em stablecoin como USDC ou USDT vira pagamento instantâneo, sem intermediários demorados.

Para e-commerces brasileiros, isso legitima o uso de cripto no checkout. Imagine vender para o mundo todo com taxas abaixo de 1%, em vez dos 6%+ do cartão internacional. Remessas para o Brasil, que custam caro hoje (R$ 100+ por US$ 1.000), podem baratear. É utilidade real: stablecoins param de ser ‘coisa de especulador’ e viram ferramenta cotidiana.

Contexto e o Que Vem Por Aí

A Bridge segue Circle, Ripple e Paxos, que também pegaram aprovações condicionais. Mas o lobby dos bancos tradicionais, como a American Bankers Association, pressiona a OCC para ir devagar, temendo concorrência. Ainda assim, o mercado de stablecoins já passa de US$ 308 bilhões em circulação.

Para nós no Brasil, monitore integrações com plataformas como Mercado Pago ou PicPay. A GENIUS Act dá clareza regulatória, e com o dólar a R$ 5,21, é hora de testar stablecoins em remessas. Comece pequeno: converta reais em USDC via exchange confiável e veja o custo real.


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Baleias cartoon dourada, cyan e magenta acumulando BTC, ETH e TRUMP contra ondas vermelhas de queda, sinalizando apostas bullish de whales

Baleias Apostam US$ 140 Milhões em BTC, ETH e TRUMP em Meio à Queda

Enquanto o Bitcoin registra queda recente, os dados mostram baleias dobrando a aposta com movimentações de cerca de US$ 140 milhões. Uma delas depositou US$ 30 milhões na Hyperliquid para abrir posição comprada alavancada 3x em 1.000 BTC, totalizando US$ 67,5 milhões. Paralelamente, K3 Capital adquiriu 20.000 ETH por US$ 40 milhões na Binance, e o time TRUMP transferiu US$ 31,45 milhões em tokens para custody. Alavancagem de US$ 67 milhões: alguém sabe algo que retail não sabe?


Posição Comprada em BTC na Hyperliquid

Os dados da Onchain Lens indicam que o endereço “pension-usdt.eth” transferiu 30 milhões de USDC para a Hyperliquid, plataforma de derivativos descentralizada. Com isso, abriu uma posição comprada em 1.000 BTC a um preço de abertura de US$ 67.203,6. A alavancagem de 3x eleva o valor total da posição para US$ 67,59 milhões, com preço de liquidação em US$ 37.681.

Essa configuração oferece um buffer de aproximadamente 44% de queda antes da liquidação, demonstrando gerenciamento de risco conservador em comparação a alavancagens mais agressivas comuns no mercado. O histórico do endereço revela flexibilidade: anteriormente, utilizou 20x em posições vendidas e compradas, com lucros de US$ 12 milhões em um mês, mas também perdas de US$ 1,63 milhão. Hyperliquid facilita trades anônimos sem KYC, atraindo grandes players.

Compra de ETH por K3 Capital na Binance

Em operação simultânea, uma carteira associada ao K3 Capital (0x4352…3b4f) adquiriu 20.000 ETH diretamente na Binance, ao custo de US$ 40,08 milhões. Essa acumulação ocorre em meio a correções no preço do Ethereum, que acompanha a volatilidade geral do mercado.

Transações spot como essa contrastam com derivativos alavancados, sugerindo estratégia de longo prazo ou reposicionamento de portfólio. A escolha da Binance, maior exchange global, garante liquidez profunda para volumes elevados sem impacto significativo no preço spot. Dados on-chain confirmam a origem dos fundos da Binance, reforçando a credibilidade da movimentação. No contexto atual, com ETH negociado próximo a US$ 2.000, essa injeção representa confiança em recuperação setorial.

Transferência de TRUMP para Custody BitGo

O time por trás do token TRUMP movimentou 9.089 milhões de tokens, equivalentes a US$ 31,45 milhões, para uma carteira de custódia na BitGo, há cerca de 3 horas. BitGo é provedora institucional de custódia, usada para armazenamento seguro de grandes volumes.

Diferente de depósitos em exchanges para venda, essa ação sugere preparação para gestão de ativos ou uso em operações financeiras reguladas, como empréstimos colateralizados. Historicamente, o time TRUMP exibiu padrões de transferências para exchanges, mas a tendência recente para custódia indica maturidade: redução de pressão vendedora imediata no mercado secundário. Monitorar fluxos subsequentes é essencial para avaliar se há liberação gradual ou lock-up prolongado.

Vendas vs Acumulação: O Que os Dados Mostram

Essas operações somam cerca de US$ 140 milhões em acumulação ou posicionamento com viés de alta, contrastando com as vendas percebidas no varejo. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 356.938,79 (variação +0,07% em 24h), próximo a US$ 67.000.

Os dados on-chain revelam discrepância: enquanto preços corrigem, baleias ajustam posições com alavancagem moderada e compras spot. Níveis a observar incluem suporte em US$ 37.681 (liquidação BTC) e resistência em US$ 68.000. Volume 24h de BTC no Brasil: 193,77 BTC. Essa dinâmica sugere fluxo de capital inteligente contrabalançando vendas retail, com potencial para estabilização se mantida.


Negocie com liquidez institucional: Acesse a Binance, plataforma usada por K3 Capital para grandes volumes.

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Executivo cartoon e guardião Ethereum girando engrenagem de staking com cristal 3% dourado, simbolizando ETF de yield da BlackRock

BlackRock Inicia ETF de Staking Ethereum com Yield de 3%

A BlackRock iniciou as compras de ETH para seu novo ETF iShares Staked Ethereum Trust (ETHB), com uma injeção inicial de US$ 100 mil via 4.000 ações. O produto promete rendimentos via staking de 2,8% a 3% ao ano, mas gestora e Coinbase retêm 18% dos ganhos brutos. Isso commoditiza o yield nativo do Ethereum para Wall Street, levantando questões sobre custo-benefício versus staking direto.


Mecânica Técnica do ETF ETHB

O ETHB opera como um fundo fechado que detém ETH diretamente, diferentemente de derivativos. Sob condições normais, entre 70% e 95% dos ativos serão alocados em staking, com o restante em ETH líquido para criações/redenções e liquidez operacional. Coinbase atua como custodiante e agente executor, delegando ETH a validadores na rede Ethereum.

Isso funciona como um banco de dados distribuído: validadores propõem blocos e recebem recompensas por uptime e finality. O ETF automatiza isso, expondo investidores a yields sem gerenciar nós ou chaves privadas. A semente inicial permite acumular ETH imediatamente, preparando para listagem na Nasdaq, conforme atualização do S-1 à SEC.

Dados on-chain de início de 2026 indicam APR médio de staking próximo a 3%, influenciado por TVL e emissões pós-Merge. Com mais validadores, yields tendem a cair, similar a redes proof-of-stake maduras.

Estrutura de Taxas e Retenção de Yield

A divisão é clara: 82% dos rendimentos brutos de staking vão para o fundo e acionistas; BlackRock e Coinbase ficam com 18%. Há ainda taxa de patrocinador de 0,25% ao ano (isentada para 0,12% nos primeiros US$ 2,5 bi por 12 meses). Para um yield bruto de 3%, o líquido fica em torno de 2,46% após retenção, menos taxa anual.

O acordo incentiva maximizar ETH staked, alinhando interesses. No entanto, comparado a protocolos DeFi como Lido ou Rocket Pool — onde yields líquidos superam 3,5% sem cortes fixos de 18% —, o ETF prioriza conformidade regulatória sobre eficiência. O projeto mira institucionais, que valorizam custódia qualificada.

Staking Direto vs. ETF: Rentabilidade e Riscos

No staking direto, usuários depositam 32 ETH por validador ou usam pools de liquid staking (ex.: stETH), capturando yields plenos menos taxas de gás mínimas. APR atual ~3-4%, sem retenções intermediárias. Vantagem: controle total, composability em DeFi.

O ETF oferece segurança regulada: sem risco de slashing pessoal (punição por downtime), exposição via corretoras tradicionais e diversificação. Mas é mais caro: 18% + 0,25% erode yield significativamente. Para brasileiros, ETH cotado a R$ 10.577 (AwesomeAPI), um ETF acessível via B3 seria prático, mas custódia centralizada aumenta contraparte risk.

Vitalik Buterin alertou para centralização: gigantes como BlackRock concentram ETH staked, potencialmente >50% do supply. Métricas on-chain mostram ETHA já com US$ 6,5 bi AUM.

Implicações para o Ecossistema Ethereum

Essa estrutura reempacota staking como produto CeFi, atraindo trilhões em AUM tradicional. BlackRock domina com IBIT (BTC) e ETHA. Yield commoditizado facilita adoção, mas dilui soberania DeFi. Investidores devem monitorar APR on-chain via beaconcha.in e TVL em Dune Analytics para validar projeções.

Para quem busca yield passivo sem complicações técnicas, ETHB pode valer; técnicos preferem direto. Aguarde aprovação SEC para lançamento.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Personagem cartoon iniciante celebrando medidor de pontos Alpha atingindo 242 no tablet, liberando airdrop de recompensas Binance

Airdrop Binance Alpha Hoje: Elegível com 242+ Pontos?

Atenção, amigo iniciante em cripto! O anúncio oficial da Binance Alpha revela que hoje, 18 de fevereiro de 2026, às 18:00, usuários com pelo menos 242 pontos Alpha podem resgatar tokens em um airdrop — que, em outras palavras, é uma distribuição gratuita de criptomoedas para recompensar a fidelidade. É primeiro a chegar, primeiro a pegar, até o pool acabar. Se você negociou projetos iniciais na plataforma, isso pode ser sua chance de ganhar sem investir mais! Aja rápido antes das 18h.


O Que é Binance Alpha e Seus Pontos?

Imagine a Binance Alpha como uma vitrine especial dentro da Binance, dedicada a projetos cripto em estágio inicial. Pense assim: é como uma feira de startups onde você pode comprar tokens novos antes de eles explodirem no mercado principal. Para participar, a Binance criou os Alpha Points, um sistema de pontuação que recompensa sua atividade.

Em termos simples, você ganha pontos ao negociar esses tokens Alpha. Por exemplo, a cada US$ 2 em compras, 1 ponto. E quanto mais você investe, mais pontos extras — é progressivo. Isso significa que se você já usou a seção Alpha para trades, holding ou outras ações qualificadas, seus pontos se acumularam automaticamente. Não confunda com outros programas: este é exclusivo da Alpha, diferente do recente airdrop WLFI, que tinha regras próprias.

Por que isso importa para você? Esses pontos abrem portas para eventos exclusivos como esse airdrop, onde tokens grátis podem valorizar rápido. Se é sua primeira vez, não se preocupe — vamos ao próximo passo.

Como Verificar Seus Pontos Alpha Agora?

Primeiro, respire fundo e abra sua conta na Binance. Vá ao app ou site e procure a seção “Alpha” no menu principal — fica em “Earn” ou “Web3 Wallet”, dependendo da versão. Clique em “Alpha Points” ou “Meu Perfil Alpha”. Lá, um dashboard mostra seu saldo exato de pontos.

Pense assim: é como checar o extrato do banco. Se o número for 242 ou mais, parabéns! Você é elegível. Menos que isso? Ainda dá tempo de farmar pontos hoje, negociando tokens Alpha qualificados. Mas atenção: pontos são gastos no momento do claim, então confirme antes. Dica de professora: tire um print agora para não se perder depois.

Se zero pontos, não desanime. Comece pequeno: deposite reais via PIX, compre um token Alpha mínimo e veja os pontos subirem. É educativo e prático para iniciantes.

Passo a Passo para Claim o Airdrop às 18:00

Preparado para a ação? Aqui vai o guia infalível, como se eu estivesse ao seu lado:

  1. Login antecipado: Às 17:45, entre na Binance com 2FA ativado. Evite lentidão de última hora.
  2. Acesse Alpha Events: Vá em “Alpha” > “Events” ou “Airdrops”. O banner do airdrop estará piscando.
  3. Verifique e confirme: Clique “Participar”. O sistema checa seus 242+ pontos automaticamente.
  4. Gaste pontos: Selecione a quantidade (mínimo baseado no pool). Confirme transação — pontos são debitados na hora.
  5. Receba tokens: Eles vão para sua Web3 Wallet. Pronto! Monitore o valor subir.

Urgência: é first-come-first-served. Às 18:00 em ponto (horário UTC? Confira no app para Brasília), cliques explodem. Pratique o fluxo agora!

Por Que Agir Hoje e Cuidados Importantes

Esse airdrop testa a adoção de projetos early-stage. Tokens distribuídos podem listar na Binance principal, multiplicando valor — como aconteceu em eventos passados. Para brasileiros, é chance real de renda extra sem dólar alto.

Cuidados: só use conta oficial Binance. Evite links falsos — phishing é comum em airdrops. E lembre: cripto tem riscos, mas conhecimento empodera. Se confundir com WLFI (outro airdrop recente), note: Alpha é sobre pontos de trade, não wallet tasks.

Você consegue! Vá, cheque e claim. Compartilhe nos comentários se pegou.


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Plataforma brutalista rachada com '8' sobre abismo e forma Bitcoin na borda, simbolizando índice de medo 8/100 e teste de suporte em 66.5k

Índice de Medo Cripto em 8/100: BTC Testa Suporte de US$ 66,5k

O índice de medo e ganância cripto despencou para 8/100, indicando extremo pânico no mercado, enquanto o Bitcoin testa o suporte decisivo em US$ 66,5 mil. Os dados mostram queda de 2,68% nas últimas 24 horas, com preço em US$ 66.999,60, segundo OKX. Esse nível de exaustão emocional clássico sugere possível fundo, mas requer confirmação técnica. O mercado reflete esse pânico extremo.


Situação Atual do Preço do Bitcoin

Os dados da OKX registram o Bitcoin em US$ 66.999,60, com variação negativa de 2,68% em 24 horas. A correção recente quebrou o suporte de US$ 67.800 e a retração de 61,8% Fibonacci do movimento ascendente de US$ 65.072 para US$ 70.935. No gráfico horário BTC/USD, forma-se um canal descendente com resistência em US$ 68.850.

O preço negocia abaixo da média móvel simples de 100 períodos horários (100h SMA), reforçando o controle dos ursos. Segundo a análise técnica do NewsBTC, a estabilidade acima de US$ 66.500 pode permitir teste da resistência imediata em US$ 68.000, mas a fraqueza persiste.

Índice de Medo: Composição e Evolução Recente

O índice de medo e ganância caiu de 10 para 8 em um dia, escalonando para zona de extremo medo. Sua metodologia pondera volatilidade (25%), volume de mercado (25%), sentimento em mídias sociais (15%), pesquisas de mercado (15%), dominância do Bitcoin (10%) e buscas no Google (10%).

Historicamente, níveis abaixo de 10 indicam exaustão de vendedores. Em fevereiro de 2026, o índice permaneceu entre 5 e 17 por períodos prolongados, formando ciclos de feedback emocional que exigem catalisadores externos para reversão. Dados mostram que esses extremos frequentemente precedem fundos de mercado, embora não garantam reversões imediatas.

Níveis Técnicos Críticos a Monitorar

O suporte imediato reside em US$ 66.500, alinhado à retração de 76,4% Fibonacci, seguido por US$ 66.000 e US$ 65.000. Perda desses pode mirar US$ 64.200 e principal piso em US$ 63.500. Resistências chave: US$ 68.000, US$ 68.850 (teto do canal), potencialmente US$ 69.200 e US$ 70.000.

Indicadores: MACD horário ganha momentum de alta, mas RSI permanece abaixo de 50, sinalizando momentum fraco. Segundo o NewsBTC, fechamento acima de US$ 68.850 abriria caminho para US$ 70.000, enquanto quebra inferior ameaça extensão baixista.

Contexto em Reais e Implicações Históricas

No mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 357.196,01 às 06:43, com volume 24h de 193,72 BTC e variação +0,29%. Referências históricas revelam que em picos de medo (níveis <10), como março 2020 e novembro 2022, ocorreram fundos locais seguidos de valorizações expressivas em 3-6 meses.

Os dados sugerem cautela: monitore volume e dominância BTC para confirmação de reversão. Níveis de suporte em US$ 66.500 e resistência em US$ 68.850 definem o próximo movimento.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede isométrica digital bifurcando em caminhos ascendente e descendente com siglas SOL, DOGE e ZRO, simbolizando pontos de inflexão técnicos

Solana e Dogecoin: Pontos de Inflexão para US$ 100 e Rompimento

A análise técnica do Solana (SOL) aponta para um ponto crítico entre triângulo descendente e formação de W-Bottom, com preço em torno de US$ 85. Dogecoin (DOGE) comprime abaixo de US$ 0,10, enquanto o unlock de 25,71 milhões de ZRO em 20 de fevereiro pode gerar pressão vendedora de US$ 41-47 milhões. Os dados mostram compressão de range que precede movimentos significativos nestas altcoins.


Solana: W-Bottom vs Triângulo Descendente

Os dados do gráfico de 45 minutos revelam SOL consolidando em range de US$ 77-90 há 11 dias, com preço atual próximo a US$ 84,50-85,57. A resistência descendente colide com suporte ascendente, formando compressão. O ponto de controle (POC) está acima do preço atual, sugerindo viés de baixa de curto prazo.

Suportes chave incluem US$ 82 (61,8% Fib), zona 77-82 e US$ 68 (Spring Wyckoff). Resistências em US$ 88, 90-92 (com US$ 10 bi em liquidações de shorts) e US$ 100. Cenário de alta requer retenção na zona 77-82 e rompimento acima de 90-92, projetando 100-118. Quebra abaixo de 77 mira 57.

Fundamentals mostram inflows de ETF de US$ 31 mi semanais e TVL em máximas, contrastando com OBV em queda e Doji Star semanal.

Dogecoin: Barreira dos US$ 0,10 em Teste

DOGE negocia próximo a US$ 0,1015, testando trendline descendente e suporte horizontal em 0,10. Após downtrend prolongado, compressão sugere expansão. Rompimento acima da trendline pode impulsionar para US$ 0,25 (150%), conforme projeção de Erick Crypto.

Outro analista indica necessidade de volume crescente para confirmar força, com alvo inicial em US$ 0,15 (50%). Liquidez abaixo do preço atual favorece alta se o suporte se mantiver. Dados mostram backtest recente da trendline, mantendo estrutura de alta mais ampla apesar do momentum fraco.

Alerta ZRO: Unlock Pressiona Circulante

LayerZero (ZRO) cotado em US$ 1,58-1,65 enfrenta unlock de 25,71 milhões de tokens em 20/02 (~6% circulante, US$ 41-47 mi). Histórico indica quedas de 5-25% pós-unlocks semelhantes. Circulante ~200 mi/1 bi total, FDV ~ US$ 1,6 bi.

Projeto avança com Zero L1 (outono 2026, 2 mi TPS), parcerias (Citadel, DTCC) e audits. Risco de venda por insiders, mas absorção possível com TVL crescente. Zonas de interesse: US$ 1,44, 1,21-1,00.

Níveis a Monitorar e Implicações

Para SOL, hold 77-82 ativa Wyckoff Phase D (alvo 150+); perda ativa triângulo bearish. DOGE requer volume em 0,10 para expansão. ZRO unlock testa resiliência pré-lançamento Zero. Indicadores como volume, OBV e liquidações definem direção. Em BRL, SOL ~R$ 447,80, DOGE ~R$ 0,5314.


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Executivos cartoon de Grayscale e NYSE abrindo portas douradas para personagem SUI com staking, simbolizando lançamento do ETF GSUI

Grayscale Lança ETF de Staking SUI na NYSE Arca

A Grayscale Investments anunciou o início das negociações do Grayscale Sui Staking ETF (GSUI) na NYSE Arca nesta quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026. Este produto regulado oferece exposição direta ao token SUI, incluindo recompensas de staking com rendimento histórico médio de 1,7% a 3,3% ao ano. O lançamento marca um marco para a rede Sui, permitindo que investidores institucionais acessem o protocolo sem gerenciar nós validadores, impulsionando liquidez e validação técnica em uma das principais bolsas globais.


Funcionamento Técnico do ETF GSUI

O GSUI opera como um fundo negociado em bolsa que detém tokens SUI reais, delegando-os a validadores na rede Sui para gerar rendimentos via staking. A estrutura utiliza a linguagem Move do Sui, otimizada para execução paralela de transações, garantindo alta escalabilidade — até 297.000 TPS em testes. A Grayscale cobra uma taxa de administração de 0,35%, isenta por três meses ou até US$ 1 bilhão em AUM. O custodiante é a Coinbase Custody, com Jane Street e Virtu como participantes autorizados, assegurando liquidez institucional.

Os rendimentos de staking derivam do mecanismo de consenso Delegated Proof-of-Stake (DPoS) do Sui, onde stakers votam em validadores, contribuindo para a finalização de blocos. Historicamente, isso rendeu entre 1,7% e 3,3% APY, conforme anúncio oficial da Grayscale, distribuídos proporcionalmente aos investidores do ETF sem necessidade de gerenciamento manual.

Por Que Este ETF É um Marco para a Rede Sui?

A Sui é uma blockchain layer-1 com modelo object-centric, permitindo processamentos paralelos que superam blockchains tradicionais como Ethereum em throughput. O GSUI eleva o prestígio técnico do protocolo ao atrair capital institucional via NYSE Arca, uma das bolsas mais reguladas do mundo. Isso valida os fundamentos: TVL em staking pode crescer com influxos, reforçando a segurança da rede — mais SUI stakeado significa maior descentralização e resistência a ataques.

Métricas on-chain como usuários ativos diários (cerca de 500 mil) e transações (10 milhões/dia) ganham credibilidade. Instituições como Galaxy Digital e Flowdesk atuam como provedores de liquidez, reduzindo spreads e volatilidade. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 357.147 (+0,26%), contextualizando um mercado estável para altcoins como SUI, cotado em torno de US$ 0,97.

Impactos Práticos para Detentores de SUI

Para detentores retail, a entrada institucional aumenta a demanda por SUI, potencializando valorização via maior liquidez secundária no ETF. No entanto, yields de staking podem se diluir com mais capital stakeado, exigindo monitoramento de APY on-chain. O ETF democratiza acesso: investidores tradicionais compram GSUI como ação, indiretamente apoiando a rede sem wallets ou chaves privadas.

Isso também impulsiona ecossistema DeFi no Sui, com dApps como Navi Protocol vendo TVL crescer. Detentores devem avaliar riscos: volatilidade regulatória e dependência de custodians. Dados de open interest em futuros SUI subiram 1% para US$ 509 milhões, sinalizando otimismo.

Próximos Passos e Monitoramento

O sucesso do GSUI depende de AUM inicial e performance de yields. Analistas preveem alta de 15% para SUI até US$ 1,16, baseado em padrões técnicos. Para o protocolo, commits no GitHub e upgrades como Mysticeti (consenso otimizado) serão cruciais. Investidores acompanhem TVL staking via Sui Explorer e volume NYSE.


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Personagens cartoon em balança judicial: Trump e CFTC defendendo cristais de prediction markets contra xerife Nevada, ilustrando conflito regulatório

Guerra Federal vs. Estados: Trump e CFTC Defendem Polymarket e Kalshi

O governo Trump e a CFTC entraram em confronto aberto com estados como Nevada na defesa de mercados preditivos como Polymarket e Kalshi. Nevada processou a Kalshi por oferecer apostas em eventos esportivos sem licença, classificando-os como jogo ilegal. A CFTC, porém, afirma jurisdição exclusiva como contratos financeiros e ameaça: “We’ll see you in court“. O embate, reportado em 18 de fevereiro de 2026, pode redefinir o futuro dessas plataformas on-chain globalmente.


A Ofensiva dos Estados Americanos

estados unidos como Nevada, lar de Las Vegas, intensificaram ações contra prediction markets. A Nevada Gaming Control Board abriu processo civil contra Kalshi no tribunal de Carson City, alegando que seus “event contracts” ligados a esportes equivalem a apostas sem aprovação estadual. O volume explodiu no Super Bowl, superando 10 bilhões de dólares em apostas, 90% em esportes, prejudicando operadores locais licenciados.

Outros estados, incluindo Maryland, Nova Jersey, Ohio e Tennessee, emitiram ordens de cessar ou processaram plataformas similares. Nevada também mirou Coinbase por parceria com Kalshi. Para reguladores estaduais, essas operações burlam leis de jogo rigorosas, expondo residentes a riscos sem proteção local.

Resposta Federal: Jurisdição Exclusiva da CFTC

A CFTC reagiu duramente, com o chair Michael Selig declarando no Wall Street Journal e em vídeo: “Não ficaremos de braços cruzados; vemos vocês na corte”. Selig argumenta que prediction markets operam como futuros, sob alçada federal exclusiva, preemptando leis estaduais de jogos de azar.

Kalshi moveu o caso para corte federal, reforçando que é exchange designada pela CFTC. O governo Trump formalizou apoio, alinhando-se à visão de que esses mercados fomentam inovação financeira, não mero azar.

Conexões Políticas e Comitê de Inovação

O envolvimento de Trump chama atenção: Donald Trump Jr. investiu em Polymarket via venture capital e é advisor estratégico da Kalshi. Selig criou o “Innovation Advisory Committee”, com CEOs de Polymarket, Kalshi, Coinbase e Robinhood, mas sem representantes de proteção ao consumidor — criticado por republicanos como o governador de Utah, Spencer Cox, que os chama de “jogo puro”.

Essa fusão de política e tech reflete tendência global: prediction markets cresceram pós-eleições 2024, integrando blockchain para apostas on-chain descentralizadas.

Implicações Globais e Riscos para Usuários

O desfecho pode chegar à Suprema Corte, definindo se prediction markets serão finanças reguladas federalmente ou patchwork estadual de proibições. Para investidores internacionais, incluindo brasileiros, plataformas como Polymarket (on-chain no Polygon) oferecem exposição a eventos globais, mas jurisdições em conflito elevam riscos de bloqueios ou sanções.

Em um mundo de regulação fragmentada — UE com MiCA, Brasil monitorando CVM —, esse embate EUA sinaliza tensão entre inovação e controle local. Usuários devem monitorar compliance geográfico para evitar perdas.


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