Personagem cartoon ampliando rachadura em muro de sanções com fluxo de USDT irrigando terra seca, simbolizando evasão iraniana e pressão na Tether

Irã Acumula US$ 507 Milhões em USDT para Evadir Sanções, Revela Elliptic

O Banco Central do Irã acumulou pelo menos US$ 507 milhões em USDT ao longo do último ano para evadir sanções internacionais e sustentar o rial iraniano, revelou o relatório da Elliptic. Documentos vazados mostram compras via corretoras como Modex, pagas em dirhams dos Emirados Árabes, criando uma rede de carteiras “à prova de sanções”. Isso permitiu ao regime injetar liquidez digital em dólares sem acessar o sistema SWIFT, em meio a uma crise cambial que levou o rial a 1,4 milhão por US$ 1.


Detalhes da Operação de Aquisição

A investigação da Elliptic mapeou carteiras ligadas ao CBI, identificando um acúmulo sistemático de stablecoin Tether. As aquisições ocorreram principalmente em abril e maio de 2025, financiadas por intermediários nos Emirados Árabes Unidos. Inicialmente, os fundos foram direcionados à exchange local Nobitex, maior plataforma iraniana, para estabilizar o câmbio local e facilitar transações comerciais externas.

Após o hack sofrido pela Nobitex em junho de 2025, com perdas de mais de US$ 90 milhões atribuídas a grupos pró-Israel, o fluxo mudou. O CBI migrou os USDT em TRON para a rede Ethereum via bridges cross-chain, ofuscando o rastro antes de converter em outros ativos e exchanges descentralizadas. Ao final de 2025, as carteiras diretas do banco estavam vazias.

Contexto Geopolítico e Crise no Rial

As sanções da ONU, reinstauradas em 2025 sobre o programa nuclear iraniano, bloquearam o acesso iraniano ao SWIFT, forçando o regime a buscar alternativas. O rial despencou para níveis recordes de desvalorização, agravados por inflação galopante e protestos de rua desde dezembro. Países sancionados como Irã, Rússia e Coreia do Norte receberam quase US$ 16 bilhões em criptoativos em 2025, segundo Chainalysis.

Essa estratégia representa uma “guerra financeira” moderna: Estados-nação usam stablecoins para criar contas digitais paralelas em dólares, replicando eurodólares off-book. Para o Irã, o USDT serviu como ferramenta de sobrevivência econômica, permitindo importações e suporte ao câmbio local sem vigilância direta dos EUA.

Resposta da Tether e Pressões Regulatórias

A Tether reagiu congelando cerca de US$ 37 milhões ligados ao CBI em junho de 2025, parte de US$ 3,8 bilhões bloqueados globalmente por atividades ilícitas. A empresa colabora com mais de 310 agências em 62 países, reforçando sua política de tolerância zero. No entanto, o caso pressiona a Tether por maior compliance, destacando o risco de “weaponization” de stablecoins por regimes hostis.

A transparência blockchain facilitou a detecção pela Elliptic, mas expõe vulnerabilidades: enquanto oferece privacidade para evasão, permite congelamentos seletivos. Reguladores globais intensificam escrutínio, temendo que USDT e similares se tornem vetores de instabilidade geopolítica.

Implicações para o Mercado Cripto

Esse episódio reforça o duplo uso das stablecoins: ferramenta de inclusão financeira ou arma em conflitos assimétricos. Investidores devem monitorar reações regulatórias nos EUA e UE, que podem endurecer regras para emissores. Para brasileiros, o caso alerta sobre riscos geopolíticos em ativos dolarizados, mesmo em exchanges locais.

Enquanto o CBI dissipou os fundos, a lição é clara: cripto redefine fronteiras financeiras, mas atrai olhares de potências globais.


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Mão do Banco Central fechando porta de cofre bancário com cliente cartoon protegido por escudo FGC, ilustrando liquidação do Will Bank

BC Decreta Liquidação do Will Bank: Seu Dinheiro Está Seguro?

O Banco Central decretou nesta quarta-feira (21/01/2026) a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A., conhecida como Will Bank, após descumprimento de pagamentos à Mastercard. A medida afeta cerca de 12 milhões de clientes e pode demandar R$ 6,5 bilhões adicionais do FGC, somando-se aos R$ 40,6 bilhões do Banco Master. Clientes com depósitos têm proteção limitada, mas precisam agir rápido para verificar elegibilidade.


O Que é Liquidação Extrajudicial?

A liquidação extrajudicial é uma intervenção do Banco Central para instituições financeiras em crise grave, sem necessidade de processo judicial demorado. No caso do Will Bank, a decisão veio após o bloqueio pela Mastercard em 19 de janeiro, devido a calotes em pagamentos. O BC assumiu o controle retroativamente desde 24 de novembro de 2025, logo após a queda do Banco Master, controlado pelo mesmo grupo.

Essa medida encerra as operações e inicia a venda de ativos para pagar credores. Para clientes, significa indisponibilidade imediata de saques e serviços, com o liquidante Eduardo Felix Bianchini responsável por apurar irregularidades e distribuir recursos. É um sinal de alerta sobre a fragilidade de alguns bancos digitais, que crescem rápido mas podem ruir por má gestão ou fraudes.

Seu Dinheiro Está Seguro? O Papel do FGC

Sim, em parte: o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) cobre até R$ 250 mil por CPF por instituição, incluindo depósitos a prazo e contas correntes. O Will Bank tem R$ 6,5 bilhões em depósitos sem garantia, podendo afetar 5 milhões de clientes que excedem o limite ou têm valores acima. No primeiro semestre de 2025, o banco reportou R$ 14,4 bilhões em ativos e prejuízo de R$ 244,7 milhões.

Esse é o maior resgate da história do FGC, totalizando cerca de R$ 47 bilhões com o Master. Clientes com saldos abaixo do teto devem receber ressarcimento em até 30 dias após habilitação, mas valores maiores exigem disputa na massa liquidanda. Verifique seu extrato no app ou site do banco e prepare documentação: CPF, comprovantes de depósito e identidade.

Contexto da Crise: Da Expansão ao Colapso

O Will Bank, fundado em 2016 em Vitória (ES) como pag!, focava classes C, D e E no Nordeste. Adquirido em fevereiro de 2024 por Daniel Vorcaro, do Banco Master, visava expansão acelerada. Mas fraudes no Master – como carteiras falsas de crédito – levaram à liquidação em novembro de 2025 e prisão de Vorcaro na Operação Compliance Zero.

Tentativas de venda ao Luciano Huck ou Mubadala falharam. Sob Regime de Administração Especial Temporária (Raet), o banco operou por 60 dias, mas o calote na Mastercard selou o fim. Bens de controladores estão bloqueados, e o BC investiga sanções. Isso expõe riscos do setor bancário digital brasileiro, com crescimento sem solidez regulatória.

Próximos Passos para Clientes e Lições

Se você tem conta no Will Bank:

  1. Não tente acessar o app imediatamente, pois serviços estão suspensos;
  2. Consulte o site do BC ou FGC para atualizações;
  3. Habilite-se no portal do FGC com documentos;
  4. Monitore comunicados oficiais.

Evite promessas de ‘resgates rápidos’ de terceiros – golpes surgem em crises.

Para todos: diversifique instituições, fique abaixo de R$ 250 mil por banco e prefira fintechs reguladas pelo BC. Essa crise reforça a importância de proteção proativa ao capital em tempos de instabilidade no sistema financeiro nacional.


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Personagem XRP cartoon celebrando ao lado de pilar RLUSD sob holofotes em palco, marcando listagem da stablecoin Ripple na Binance

Binance Lista RLUSD: Stablecoin da Ripple no Palco Global

A Binance, maior exchange do mundo, anunciou a listagem da RLUSD, stablecoin da Ripple lastreada em dólar americano. O trading spot inicia amanhã, 22 de janeiro de 2026, às 08:00 UTC, com pares cruciais como XRP/RLUSD e RLUSD/USDT. Essa parceria valida o ecossistema Ripple e pode posicionar a RLUSD como rival sério do USDT, trazendo liquidez massiva para o XRP.


Detalhes da Listagem na Binance

A abertura de trading inclui depósitos imediatos de RLUSD e saques a partir de 23 de janeiro. Inicialmente na rede Ethereum, o suporte ao XRP Ledger (XRPL) chega em breve, ampliando a interoperabilidade. A Binance oferecerá zero fees em pares como RLUSD/USDT e RLUSD/USDC, incentivando liquidez inicial e atrair traders para o novo ativo.

Além disso, a RLUSD será elegível para portfolio margin e integrada ao Binance Earn nos próximos dias. Com market cap já acima de US$ 1,4 bilhão, o token demonstra tração rápida desde o lançamento em dezembro de 2024, consolidando sua presença em exchanges top como Bybit e Kraken.

Reservas Sólidas e Regulação Robusta

A credibilidade da RLUSD é ancorada em reservas superiores a 103%, compostas por T-bills americanos e depósitos segurados pelo FDIC. Emitida sob a supervisão do New York Department of Financial Services (NYDFS), atende padrões regulatórios rigorosos, diferenciando-a de concorrentes menos transparentes.

Jack McDonald, líder de stablecoins da Ripple, celebrou o “big global momentum”. Essa estrutura fortalece a confiança de instituições, pavimentando o caminho para adoção em pagamentos cross-border e tesourarias corporativas.

Impulso para o Ecossistema XRP

O par XRP/RLUSD é o destaque de alta: melhora a liquidez nativa no XRPL, facilitando swaps eficientes e reduzindo fricções em transações. Para holders de XRP, isso significa maior utilidade, atraindo volume de trading e volume de pagamentos. A Ripple planeja expansão para L2s Ethereum como Optimism e Base em 2026, via Wormhole, ampliando o alcance.

ONGs como World Central Kitchen e Water.org já testam RLUSD em ajuda humanitária, acelerando remessas transparentes. Esse movimento sinaliza maturação do ecossistema XRP, infiltrando-se para o mainstream com stablecoins reguladas.

Perspectivas Otimistas para 2026

Essa listagem representa um marco: Ripple e Binance unem forças para desafiar o domínio do USDT. Com momentum crescente, a RLUSD pode capturar fatia significativa do mercado de stablecoins, beneficiando XRP indiretamente via maior adoção. Investidores devem monitorar o volume inicial na Binance – um teste real de demanda. O viés de alta é claro: ecossistemas regulados como o da Ripple estão prontos para crescer significativamente.


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Insiders cartoon despejando tokens HYPE sobre linha de suporte '20' rachando, ilustrando pressão de venda na Hyperliquid

Hyperliquid: Equipe Vende US$ 9,8 Milhões em HYPE e Pressiona Suporte Crucial

Hyperliquid em alerta: Nove carteiras ligadas à equipe despejaram 450 mil tokens HYPE no mercado, totalizando US$ 9,8 milhões. A venda massiva, reportada por analistas on-chain, coincide com uma queda de 9,21% no preço do token, que agora testa US$ 21. O suporte crucial de US$ 20 está por um fio, levantando suspeitas de insider selling em meio a um mercado já em baixa. Isso expõe a fragilidade por trás da narrativa de crescimento da DEX.


Rastreando as Carteiras: As Vendas da Equipe

Investigação on-chain revela que, de 1,125.766 HYPE distribuídos em janeiro, 62,4% foram vendidos via OTC para a Flowdesk, enquanto apenas 33,14% foram stakeados. Sobraram apenas 50 mil HYPE, avaliados em cerca de US$ 1 milhão, nas carteiras spot. Esse padrão sugere que a equipe Hyperliquid prioriza liquidez imediata sobre compromisso de longo prazo, despejando tokens recém-liberados.

O comportamento histórico reforça a preocupação: a equipe tem vendido consistentemente os unstaked e desbloqueados. Em um contexto de baixa generalizada, essa injeção de suprimento circulante acelera a pressão vendedora, traindo a confiança dos holders retail que ainda apostam na plataforma de perpétuos.

Baleias Adotam Viés de Baixa e Ampliam a Queda

Não são só os insiders: grandes players seguem o exemplo. Uma baleia abriu uma posição vendida de 928.898 HYPE, no valor de US$ 19,89 milhões, sinalizando expectativa de continuidade da baixa. O volume de derivativos da Hyperliquid explodiu 79,8%, atingindo US$ 1,46 bilhão, com Open Interest subindo 1,17% para US$ 1,2 bilhão.

A razão comprada/vendida está em 0,89, confirmando domínio de baixa entre traders. Essa virada das baleias para posições vendidas reflete pessimismo generalizado, agravado pelo dump da equipe. Participantes do mercado agora apostam em mais quedas, transformando a Hyperliquid em um campo minado para compradores na baixa.

Indicadores Técnicos Sinalizam Risco Elevado

O HYPE despencou para uma mínima de US$ 20,80, nível não visto desde maio de 2025, antes de uma leve recuperação para US$ 21,02. O MACD cruzou abaixo da linha de sinal, atingindo -1,1, enquanto o Directional Movement Index (DMI) caiu para 13, na zona bearish extrema.

Esses sinais técnicos, aliados à pressão vendedora dominante, indicam risco real de rompimento do suporte de US$ 20, com alvo em US$ 18,70. A estrutura fraca do token expõe vulnerabilidades que insiders parecem explorar sem piedade.

Insider Selling: Lição para Investidores Cripto

Esse caso da Hyperliquid é um lembrete clássico de manipulação interna nas criptos: equipes prometem inovação enquanto vendem nos picos para retail. Rastrear carteiras on-chain é essencial para evitar armadilhas. Com o suporte de US$ 20 ameaçado, holders devem monitorar unlocks futuros e posições de baleias. É provável que mais dumps venham, aprofundando a tendência de baixa. Fique vigilante – o mercado cripto não perdoa ingenuidade.


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Líder político cartoon recuando de pilha de tarifas, Bitcoin saltando para marco 90K, simbolizando recuperação após recuo de Trump em Davos

Bitcoin Recupera US$ 90 mil Após Trump Recuar em Tarifas

O Bitcoin recuperou os US$ 90 mil nesta quarta-feira (21) após o presidente Donald Trump recuar nas ameaças de tarifas contra a UE, sinalizando uma pausa após reunião produtiva com o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte. O tom conciliador no Fórum Econômico Mundial em Davos, sobre a aquisição de Greenland sem impacto na aliança, aliviou tensões geopolíticas e impulsionou ativos de risco como BTC e altcoins.


Reunião com OTAN e Declarações de Trump

O presidente Trump anunciou em post no Truth Social ter tido uma reunião produtiva com Mark Rutte, delineando um acordo sobre Greenland e a região Ártica. Ele confirmou que as tarifas previstas para 1º de fevereiro contra parceiros da UE não serão impostas, reduzindo temores de escalada comercial transatlântica. Anteriormente, disputas sobre Greenland haviam congelado negociações comerciais e pressionado mercados.

No discurso em Davos, Trump adotou tom mais calmo sobre a aquisição de Greenland, afirmando que os EUA buscam negociações históricas sem ameaçar a OTAN. "Isso não será uma ameaça à OTAN", declarou, adicionando humor ao chamar o território de "um pedaço de gelo", sem uso de força.

Reação Imediata do Mercado Cripto

O Bitcoin quicou das mínimas da sessão para US$ 89.500 a US$ 90.000, com alta de mais de 2% em relação às mínimas da sessão. Sua capitalização de mercado voltou a US$ 1,79 trilhão, enquanto a capitalização de mercado do Ethereum subiu para US$ 361 bilhões. altcoins como Solana e XRP registraram ganhos mais expressivos, indicando rotação para ativos de maior beta.

Ouro recuou de recorde próximo a US$ 4.900, enquanto risk assets se estabilizaram após quedas recentes. Mapas de calor mostram ganhos generalizados em DeFi, smart contracts e memes, refletindo apetite renovado por risco.

Volatilidade e Correlação Geopolítica

A recuperação destaca a volatilidade do BTC atrelada a eventos macro, especialmente tweets e discursos de Trump. Tensões iniciais com UE sobre Greenland causaram quedas abaixo de US$ 89.000, mas o recuo diplomático salvou o suporte em US$ 90 mil. Dados sugerem que paz com OTAN atua como combustível para cripto, reduzindo aversão a risco.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 479.029 (+0,6% em 24h), com volume de 318 BTC. Investidores monitoram se essa estabilização persiste ou se novas declarações revertem o otimismo.

Implicações para Investidores

Os dados indicam que o mercado opera declarações de Davos em tempo real, com correlação direta entre alívio tarifário e alta do BTC. Para traders brasileiros, a valorização em BRL reforça o apelo como reserva de valor em cenários voláteis. Vale observar suporte em US$ 89 mil e resistência em US$ 92 mil nos próximos dias, com foco em atualizações geopolíticas.


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Vórtice vermelho-preto sugando pilares dourados com fragmentos 1B, representando liquidações de US$1 bi afetando traders no mercado cripto

Mercado Cripto Apaga US$ 1 Bi em Liquidações em 24h

O mercado cripto registrou liquidações de US$ 1,08 bilhão em 24 horas, com quase 182 mil traders afetados, principalmente em posições longas. O Bitcoin despencou abaixo de US$ 90 mil, arrastando o market cap total para menos de US$ 3,1 trilhões, uma perda de US$ 250 bilhões em poucos dias. Esse flush de alavancagem expõe a fragilidade do momento, com RSI de altcoins abaixo de 50 sinalizando pressão vendedora persistente.


Escala das Liquidações

As perdas de market cap de US$ 250 bilhões em dias foram amplificadas por liquidações massivas. Dados da CoinGlass indicam 182.729 traders liquidados, com longs representando quase todo o volume: US$ 427 milhões em Bitcoin e US$ 374 milhões em Ethereum. Plataformas como Hyperliquid (US$ 132 milhões), Bybit e Binance sofreram os maiores impactos em derivativos.

A maior posição liquidada, uma BTCUSDT na Bitget de US$ 13,52 milhões, ilustra o efeito cascata: margens insuficientes forçam vendas automáticas, acelerando quedas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 479.053 (variação +0,6% em 24h nas exchanges BR), mas o pânico global prevalece.

Impacto em Ativos Principais

O Bitcoin testou mínimas de US$ 88 mil, recuperando timidamente para US$ 89 mil, mas com dominância em 57,5%. Ethereum caiu abaixo de US$ 3 mil, de US$ 3.300 no fim de semana. Altcoins como XMR (-15%) e HYPE (-8%) lideram as perdas, enquanto a maioria exibe RSI diário abaixo de 50, confirmando viés de baixa.

O ratio liquidações/open interest elevado reforça o estresse: posições alavancadas foram flushadas, limpando excesso de otimismo pós-$98k. Traders de alto perfil, como Machi Big Brother (perdas de US$ 24 milhões), destacam riscos de leverage excessivo.

Contexto Macro e Sinais Técnicos

A volatilidade coincide com tensões geopolíticas, como alertas de Lagarde em Davos sobre tensões EUA-UE, elevando aversão a risco. Trump no WEF pode adicionar incerteza. Gráficos de liquidação (heatmap CoinGlass) revelam clusters em suportes chave, sugerindo mais dor se BTC romper US$ 88k.

RSI <50 em altcoins e dominância BTC estável indicam rotação defensiva. Dados sugerem que esse deleveraging pode estabilizar, mas volatilidade persiste enquanto macro pressiona ativos de risco.

Lições para Traders

Esse episódio reforça: alavancagem amplifica perdas em mercados frágeis. Monitore open interest e heatmaps de liquidação para antecipar cascades. Para brasileiros, com BTC a R$ 479 mil, priorize spot sobre perpetuals. O mercado precisa de capitais frescos para rebote sustentável.


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Rede hexagonal de altcoins fragmentando com rachaduras em nós BNB e XRP sob ventos vermelhos, ilustrando quedas e saídas recordes em ETFs

Altcoins em Banho de Sangue: BNB Perde US$ 900 e XRP ETFs com Saída Recorde

As altcoins enfrentam um banho de sangue impulsionado por tensões geopolíticas, com a capitalização de mercado caindo para US$ 1,26 trilhão em 48 horas. O BNB perdeu o suporte crítico de US$ 900, negociado a US$ 875, enquanto os ETFs de XRP registraram a maior saída diária de US$ 53,32 milhões nesta quarta-feira (21). Investidores buscam suportes técnicos em meio a fluxos negativos de TVL e liquidações.


BNB Perde Suporte Vital e Testa Zona Crítica

O BNB registrou queda de 4,5% nas últimas 24 horas, rompendo o suporte de US$ 900 e chegando a US$ 875. Essa zona atual, entre US$ 860 e US$ 865, é pivotal: uma perda aqui pode levar a um reteste amplo de US$ 480 a US$ 708, coincidindo com a média móvel exponencial de 100 períodos (EMA 100).

Fatores on-chain agravam o cenário. O TVL na BNB Smart Chain (BSC) caiu 2,9%, ficando abaixo de US$ 7 bilhões, sinalizando redução na atividade DeFi. Liquidações somaram US$ 4,9 milhões, com US$ 4,73 milhões em posições compradas, e o interesse aberto (OI) recuou 3,4% para US$ 1,39 bilhão. Apesar disso, o volume spot dobrou para mais de US$ 2 bilhões, indicando demanda crescente em meio à volatilidade.

ETFs de XRP sofrem Maior Outflow Diário

Os ETFs de XRP registraram saída recorde de US$ 53,32 milhões na segunda-feira de negócios nos EUA, revertendo inflows acumulados de US$ 1,28 bilhão para US$ 1,22 bilhão. Lançados há dois meses, os fundos enfrentam pressão após o XRP perder o suporte de US$ 2,00, caindo para US$ 1,86 em algumas exchanges.

O ativo chegou a US$ 2,40 em 6 de janeiro, mas as tensões geopolíticas aceleraram a correção. Analistas destacam o fechamento de baixa contra o Bitcoin, com próximo suporte em torno de US$ 1,80. Essa dinâmica reflete aversão ao risco em altcoins sensíveis a fluxos institucionais.

Impacto das Tensões Geopolíticas no Mercado

As tensões geopolíticas entre EUA e UE, incluindo ameaças de tarifas de Trump sobre Groenlândia e Europa, desencadearam uma rota de 48 horas que apagou bilhões em capitalização de altcoins. Ethereum caiu abaixo de US$ 3.000, Monero despencou 31%, e o setor como um todo perdeu tração.

Wall Street também sofreu, ampliando a correção. Fluxos negativos de TVL em redes como BSC destacam a fragilidade das altcoins em cenários de risco global, com investidores migrando para ativos mais seguros como Bitcoin.

Próximos Suportes e Estratégia para Investidores

Para BNB, manter acima de US$ 860 é essencial; abaixo, US$ 708 (EMA 100) vira alvo. No XRP, US$ 1,80 representa suporte chave, com risco de testes mais baixos se outflows persistirem. Os dados sugerem cautela: monitore TVL, liquidações e volume para sinais de reversão.

Em um mercado volátil, diversificação e análise técnica são cruciais. Vale acompanhar decisões geopolíticas, que podem ditar o próximo movimento das altcoins.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Trump cartoon assinando pergaminho Clarity em Davos, luz cyan-dourada iluminando EUA como hub cripto sobre China sombreada

Trump em Davos: Lei Cripto para EUA Superarem China

Em discurso no Fórum Econômico Mundial em Davos, nesta quarta-feira (21), o presidente Donald Trump prometeu assinar ‘em breve’ uma lei abrangente para o mercado de criptomoedas nos EUA. A iniciativa visa posicionar os Estados Unidos como a capital global cripto, superando a China na corrida por inovação financeira. Trump enquadrou a regulação como prioridade de segurança nacional, citando apoio político e disputa geopolítica.


Detalhes da Promessa no Davos

No evento suíço, Trump destacou que o Congresso avança em legislação de estrutura de mercado cripto, incluindo Bitcoin e outros ativos. Ele mencionou o GENIUS Act, já sancionado no ano passado para regular stablecoins, como passo inicial. ‘O Congresso trabalha duro nisso, e espero assinar muito em breve’, afirmou, ligando a medida à ‘liberdade financeira’ americana.

A fala ocorre em meio a negociações no Senado, com comitês preparando rascunhos. Trump admitiu motivação política: ‘Foi bom politicamente, ganhei apoio enorme’. Empresas cripto investiram centenas de milhões em PACs eleitorais em 2024, mirando 2026.

O Clarity Act e Marco Regulatório

O foco é o Clarity Act, que define regras claras: conformidade financeira, divisão de competências entre SEC e CFTC. Isso resolveria incertezas sobre se tokens são securities ou commodities, atraindo inovação e investimentos para os EUA.

Trump enfatizou segurança jurídica para empresas, impulsionando expansão. Sem regulação clara, o setor migra para jurisdições amigáveis, como visto com saídas da China em 2021.

Disputa Geopolítica com a China

O cerne da declaração é geopolítico: ‘China quer esse mercado também, como quer IA. Temos que impedir que controlem’. Trump compara cripto a setores estratégicos, onde EUA lideram. Beijing minerava 65% do Bitcoin pré-banimento, mas agora foca em yuan digital e controle estatal.

Para americanos, isso significa priorizar EUA como hub, com reservas estratégicas de Bitcoin e políticas pró-inovação. Analistas veem risco de ‘nova Guerra Fria tecnológica’ em ativos digitais.

Impactos no Mercado e Próximos Passos

A notícia impulsionou Bitcoin acima de US$ 90.000, refletindo otimismo regulatório. Investidores monitoram rascunhos do Senado, esperados nesta semana. Aprovação aceleraria adoção corporativa e institucional.

Para o mundo, consolida EUA como líder, pressionando Europa e Ásia. Brasileiros atentos: regulação americana influencia fluxos globais, podendo elevar liquidez em exchanges locais.


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Escudo hexagonal cyan com brecha vermelha infiltrada por código corrompido expondo núcleo de seed phrase, alertando malware na Snap Store Linux

Ataque na Snap Store do Linux Rouba Seed Phrases: Como se Proteger

Usuário de Linux? Suas seed phrases podem estar na mira de um novo malware sofisticado na Snap Store. A empresa de segurança SlowMist revelou que atacantes sequestraram contas de desenvolvedores via domínios expirados, distribuindo atualizações falsas de carteiras como Exodus, Ledger Live e Trust Wallet. O golpe pede a frase de recuperação para drenar fundos sem alarde. A ameaça é real e urgente para quem usa apps Snap no Linux.


Como os Atacantes Infiltraram a Snap Store

A investigação da SlowMist aponta para uma tática engenhosa: monitoramento de domínios associados a contas de publishers na Snap Store. Quando esses domínios expiram, criminosos os re-registram e usam e-mails vinculados para resetar credenciais das contas antigas.

A Snap Store, equivalente no Linux ao App Store da Apple, distribui apps em formato ‘snaps’ confiáveis. Contas com histórico de downloads recebem atualizações maliciosas rotineiramente, sem levantar suspeitas. O CISO da SlowMist, 23pds, detalhou isso em post no X, expondo o vetor de ataque.

Essa brecha explora a confiança inerente ao sistema de updates automáticos, comum em distribuições como Ubuntu. Usuários que instalam ou atualizam via Snap sem verificar fontes estão vulneráveis.

Domínios Comprometidos e Wallets Falsas

Dois domínios específicos foram identificados: storewise.tech e vagueentertainment.com. Esses perfis publicaram apps que imitam interfaces legítimas de carteiras populares. Ao abrir, o malware solicita a seed phrase, enviando-a para servidores controlados por atacantes.

As vítimas nem percebem o roubo imediato, pois o app parece funcional. Fundos somem dias depois, quando as chaves são usadas em transações não autorizadas. A similaridade visual com Exodus, Ledger Live e Trust Wallet torna o golpe particularmente perigoso para holders de cripto no Linux.

Essa não é uma falha isolada. Ataques de supply chain crescem, com perdas de US$ 3,3 bilhões em hacks cripto em 2025, segundo CertiK, concentradas em poucas mas devastadoras invasões.

Como Verificar e se Proteger Agora

Ação imediata é essencial. Siga estes passos para auditar suas instalações:

  1. Abra o terminal e liste snaps instalados: snap list.
  2. Verifique publishers suspeitos: snap info [nome-do-snap]. Fuja de storewise.tech ou vagueentertainment.com.
  3. Remova apps duvidosos: snap remove [nome].
  4. Reinstale de fontes oficiais via site das wallets (ex: Exodus oficial não usa Snap).
  5. Monitore transações e mova fundos para wallets frias se possível.

Use antivírus como ClamAV e ative verificação de assinaturas em updates. Evite snaps não verificados e prefira Flatpak ou AppImage para wallets.

Implicações para o Ecossistema Cripto

Esse incidente reforça a migração de ameaças para canais de distribuição, não só contratos inteligentes. Com protocolos mais seguros, hackers miram trust e infraestrutura. Usuários Linux, populares entre devs cripto, devem redobrar vigilância.

Monitorar domínios expirados destaca falhas em políticas de autenticação da Snap Store. Canonical deve reforçar verificações. Para o leitor: priorize segurança operacional sobre conveniência.


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Personagem Solana cartoon grogue sendo revivido por mão Pump.fun pressionando botão F5 gigante com memes e $3M, tom irônico de hype

Fundo de US$ 3 milhões da Pump.fun Tenta ‘Reviver’ Solana: Hype ou Desespero?

A Pump.fun, rainha dos memecoins na Solana, acaba de anunciar o Pump Ventures Fund com um hackathon de US$ 3 milhões. Lançado em meados de janeiro de 2026, o programa promete financiar 12 equipes early-stage com US$ 250 mil cada, a uma valuation de US$ 10 milhões. Ah, porque nada revitaliza um ecossistema como despejar mais tokens no mercado, né? A comunidade oscila entre otimismo e memes sobre o airdrop atrasado.


Detalhes do Hackathon Milionário

O hackathon ‘Build in Public’ dura 30 dias e exige que as equipes lancem um token na plataforma, mantenham pelo menos 10% do supply e mostrem o progresso ao vivo via posts no X, streams e construção de comunidade. As inscrições começaram em 19 de janeiro de 2026, com vencedores esperados por volta de 18 de fevereiro. O foco? Projetos que vão ‘além dos memecoins virais’, priorizando tração real e transparência.

É uma evolução estratégica da Pump.fun, que até agora era sinônimo de lançamentos especulativos rápidos. Agora, com mentoria para fundadores e lançamento obrigatório de token, a plataforma busca incentivar criadores sérios – ou pelo menos aqueles que fingem ser. Afinal, em um ecossistema onde 15,3 milhões de tokens já foram lançados, quem precisa de mais inovação?

Queda de Volume e a Pressão por Mudança

O timing não é coincidência. O volume de trading da Pump.fun despencou de US$ 11,75 bilhões em janeiro de 2025 para US$ 2,43 bilhões em dezembro de 2025. A plataforma acumulou US$ 575,4 milhões em fees – equivalente a 3,42 milhões de SOL –, mas o hype esfriou. Diariamente, ainda há 1.600 endereços criando tokens e cerca de 600 novos lançamentos, com 28,7 milhões de endereços totais.

A reação da comunidade é mista: uns veem como sopro de vida para a ‘Solana Season’, outros cobram o airdrop do PUMP prometido há mais de um ano, sem data ou snapshot. O token PUMP subiu 10-11% pós-anúncio, mas já recua para US$ 0,00247-0,0027, com viés neutro. Suporte em US$ 0,0018, resistência em US$ 0,0035. Clássico: pump and dump, quem diria?

Mais Memecoins Salvam Solana? Uma Visão Crítica

Aqui entra a ironia: será que financiar mais projetos tokenizados é o remédio para um ecossistema viciado em febre especulativa? A Pump.fun quer ‘crescer a cena de devs da Solana’, mas exigindo lançamento de token e retenção de supply soa como receita para mais rug pulls disfarçados de utility. ‘Build in Public’ é ótimo no papel, mas no X é só mais um feed de promessas vazias e FOMO artificial.

Enquanto o Bitcoin oscila em US$ 88.000-90.000 com guerras comerciais, Solana aposta no velho truque: hype via memes. Investidores brasileiros, atentem: isso pode reacender volumes, mas também atrair os mesmos especuladores que evaporam na baixa. Vale monitorar se os vencedores entregam ou se vira mais um ciclo de euforia passageira.

O Que Isso Significa para o Mercado?

Para traders, é sinal de que Solana não desiste fácil da narrativa de ‘rápida e barata’. Se o hackathon entregar projetos viáveis, pode atrair devs e volume sustentado. Caso contrário, reforça a obsessão por ‘Solana Season’ como delírio coletivo. Comunidade já tem 28 milhões de usuários; agora, precisa de retenção, não só lançamento.

No fim, é o teste definitivo: Pump.fun evolui ou implode no próprio hype? Fiquem de olho nos updates – e no airdrop fantasma.


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Personagens cartoon da Circle e ONU ativando hub blockchain que distribui ajuda humanitária eficiente para vítimas de crises, simbolizando revolução com stablecoins

Circle e ONU: Blockchain Moderniza US$ 38 Bilhões em Ajuda Humanitária

A parceria entre Circle Foundation e ONU anunciada no Fórum Econômico Mundial em Davos promete transformar a entrega de ajuda humanitária global, avaliada em US$ 38 bilhões anuais. Usando blockchain e stablecoins regulados como o USDC, o Digital Hub of Treasury Solutions visa eliminar atrasos e corrupção em remessas internacionais, garantindo que o dinheiro chegue mais rápido às vítimas de crises. Pilotos já mostram economia de até 20% em custos.


Expansão do Digital Hub para 15 Agências

O Digital Hub of Treasury Solutions, iniciado pelo UNHCR em 2021, agora abrange 15 agências da ONU, incluindo UNDP, IOM, WMO, OECD e ICAO. Essa expansão é apoiada pela primeira doação internacional da Circle Foundation, que financia a integração de infraestrutura financeira digital.

Anteriormente, a colaboração entre Circle e UNHCR em 2022 testou pagamentos em USDC para ucranianos deslocados pela guerra, estabelecendo padrões para assistência humanitária em dinheiro. Elisabeth Carpenter, da Circle Foundation, destaca que “a finança humanitária moderna precisa de infraestrutura moderna”, permitindo transferências quase instantâneas e total rastreabilidade.

Para o dia a dia das operações da ONU, isso significa menos tempo gasto em burocracia bancária tradicional e mais foco em quem precisa. Agências como a Organização Internacional para as Migrações poderão converter stablecoins em moedas locais via parcerias com bancos e fintechs, agilizando a distribuição em campo.

Benefícios Práticos: Velocidade e Economia Contra Corrupção

Sistemas legados de correspondent banking causam atrasos de dias ou semanas em transferências cross-border, além de custos altos que desviam recursos da ajuda real. Com blockchain, as transações se tornam programáveis, automatizando passos manuais e reduzindo riscos de desvio de fundos.

Pilotos do UNHCR desde 2022 demonstram economia de até 20% comparado a métodos tradicionais, graças a stablecoins regulados. Barham Salih, Alto Comissário da ONU para Refugiados, enfatiza que isso “usa tecnologia para preservar a dignidade e escolha das pessoas forçadas a fugir”, maximizando cada dólar doado.

No contexto prático, imagine uma família em uma zona de conflito recebendo auxílio em horas, não semanas. A transparência total do blockchain combate corrupção, rastreando cada centavo desde o doador até o beneficiário, construindo confiança em um sistema que movimenta bilhões.

Impacto Sistêmico e Visão de Futuro

Alexander De Croo, administrador do UNDP, reforça a urgência: com orçamentos apertados, cada dólar deve render mais. A parceria melhora segurança de pagamentos digitais, respeita soberania monetária e protege dados, fomentando sistemas financeiros inclusivos em comunidades vulneráveis.

Para o leitor brasileiro, isso sinaliza o potencial das cripto além do trading: stablecoins como USDC podem revolucionar remessas internacionais, semelhantes às usadas por famílias que enviam dinheiro do exterior. A iniciativa da ONU valida essa tecnologia em escala massiva, abrindo portas para adoção global.

Os próximos passos incluem upgrades na infraestrutura compartilhada, prometendo poupanças recorrentes e maior eficiência. Investidores e entusiastas de blockchain devem monitorar como essa integração evolui, provando que cripto salva vidas de forma prática e mensurável.


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Executivos cartoon construindo ponte dourada-cyan entre finanças tradicionais e montanha Bitcoin, com aposentado atravessando confiante, simbolizando anuidade protegida da BlackRock

BlackRock Lança Anuidade Bitcoin com Capital Protegido para Aposentados

A parceria entre BlackRock e Delaware Life marca um marco na adoção institucional do Bitcoin: o lançamento da primeira anuidade fixa indexada (FIA) nos EUA com exposição ao BTC e proteção total do capital principal. Anunciado em 21 de janeiro de 2026, o produto usa o ETF IBIT para oferecer retornos do Bitcoin a investidores conservadores próximos da aposentadoria, sem risco de perda do investimento inicial. É o sonho realizado para quem quer cripto na previdência sem medo de quedas de 90%.


Detalhes do Produto Revolucionário

A anuidade segue o BlackRock U.S. Equity Bitcoin Balanced Risk 12% Index, que mistura ações americanas com alocação dinâmica ao Bitcoin via ETF IBIT. O controle de volatilidade limita oscilações a 12%, protegendo o principal enquanto captura o upside do BTC. Disponível em três produtos FIA da Delaware Life, oferece crescimento tributariamente diferido, ideal para planos de aposentadoria.

Investidores aportam capital fixo, que nunca é perdido, e recebem créditos baseados no desempenho do índice. Em anos de alta do Bitcoin, como os recentes que levaram o ativo a US$ 89 mil, o ganho é compartilhado; em quedas, o principal permanece intacto. Essa estrutura híbrida une estabilidade tradicional com potencial exponencial das criptomoedas.

Parceria BlackRock-Delaware: Potência Institucional

BlackRock, maior gestora global, impulsiona isso com seu IBIT, lançado em 2024 e hoje com mais de US$ 70 bilhões em AUM — o maior ETF spot de Bitcoin. Robert Mitchnick, head de ativos digitais da BlackRock, destacou: "Isso permite que clientes de seguros adicionem exposição ao Bitcoin sem custódia direta". Delaware Life, subsidiária da Group 1001 com US$ 40 bilhões em vendas de anuidades, entra no ecossistema cripto respondendo à demanda por diversificação segura.

O sucesso do IBIT prova a maturidade institucional: em 2025, cripto foi tema top da BlackRock ao lado de T-Bills e tech stocks. Essa FIA é ponte perfeita entre finanças tradicionais e Bitcoin como reserva de valor de longo prazo.

Implicações para a Aposentadoria com Cripto

Para aposentados avessos a risco, essa inovação elimina a barreira da volatilidade. Historicamente, quedas de 80-90% no BTC afastavam conservadores; agora, eles capturam ganhos sem downside. Tendência crescente: Meanwhile Group levanta US$ 82 milhões para seguros em BTC, e Trump assina ordem para cripto em 401(k)s. Nos EUA, trilhões em fundos de pensão podem fluir para Bitcoin indiretamente.

No Brasil, onde a previdência privada busca alternativas à Selic baixa, isso inspira. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 479.197 nesta quarta (21/01), com volume 24h de 332 BTC. ETFs como IBIT abrem portas globais.

O Que Isso Significa para Investidores Brasileiros

Brasileiros podem acessar via ETFs listados em bolsas americanas ou plataformas locais. Com adoção assim, o Bitcoin consolida-se como ativo previdenciário global. Monitore aprovações locais para produtos similares — o futuro da aposentadoria agora inclui cripto com segurança. Essa é a narrativa altista: instituições validam o BTC como pilar de riqueza geracional.


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Executivos cartoon de Wall Street e Hong Kong apertando mãos sobre ponte tokenizada 24/7, simbolizando aceleração global de ativos on-chain

NYSE e Hong Kong Aceleram Tokenização Global de Ativos

A New York Stock Exchange (NYSE) deu início aos preparativos para oferecer trading 24/7 de ações e ETFs tokenizados, sinalizando a transição de Wall Street para operações on-chain. Paralelamente, Hong Kong planeja emitir suas primeiras licenças de stablecoins no primeiro trimestre de 2026. Esses movimentos representam a fusão entre mercados tradicionais e tecnologia blockchain, prometendo maior liquidez e eficiência global.


Preparativos da NYSE para Trading On-Chain 24/7

A NYSE, uma das maiores bolsas de valores do mundo, está desenvolvendo infraestrutura para tokenizar ações e ETFs, permitindo negociações contínuas, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Essa iniciativa vai além da simples representação digital de ativos: envolve a integração de blockchains para liquidez instantânea, propriedade fracionada e settlements automatizados via smart contracts.

Tokenização significa converter direitos sobre ativos reais – como ações ou fundos – em tokens digitais fungíveis ou não fungíveis na blockchain. Isso elimina intermediários tradicionais, reduz custos de transação e habilita acesso global sem barreiras de horário de mercado. Para investidores brasileiros, isso pode significar exposição a ativos americanos com mais flexibilidade, integrando-se a plataformas DeFi.

Os preparativos ocorrem em meio a volatilidade cripto, com Bitcoin em torno de US$ 91 mil e ETFs registrando saídas de US$ 394 milhões. Ainda assim, a visão é clara: transformar a NYSE em um hub híbrido, on-chain.

Avanço Regulatório de Stablecoins em Hong Kong

Hong Kong, posicionando-se como hub fintech asiático, implementou regime de licenciamento para stablecoins em agosto de 2025. A Hong Kong Monetary Authority (HKMA) receberá 36 aplicações e emitirá as primeiras aprovações no Q1 2026. Requisitos incluem reservas auditadas, resgates a par e segregação de fundos, equilibrando inovação e proteção ao investidor.

Empresas como a joint venture entre Standard Chartered, Animoca Brands e HKT estão na fila. Stablecoins, atrelados a moedas fiduciárias, são pilares para tokenização, facilitando pagamentos cross-border e pontes entre finanças tradicionais e cripto. Com market cap global de US$ 309 bilhões, o setor atrai gigantes como JP Morgan e Visa.

Essa regulação “proativa e prudente” visa atrair emissores enquanto mitiga riscos, como visto em escândalos locais como o colapso da JPEX.

Implicações para a Tokenização Global

A convergência NYSE-Hong Kong acelera a tokenização de trilhões em ativos reais. Benefícios incluem eficiência: transações em segundos vs. dias; inclusão: acesso fracionado para pequenos investidores; e interoperabilidade: tokens negociáveis em chains como Ethereum ou Solana.

Desafios persistem, como escalabilidade blockchain e harmonização regulatória. Vitalik Buterin defende stablecoins descentralizados mais resilientes. Para o Brasil, isso abre portas para tokenização de RWAs (Real World Assets) locais, como imóveis ou títulos públicos.

Esses passos posicionam NYSE e Hong Kong como líderes, pavimentando a “Wall Street on-chain” – uma era onde mercados globais operam sem fronteiras ou pausas.

Próximos Passos e Oportunidades

Investidores devem monitorar aprovações em HK e testes da NYSE. Plataformas como Binance oferecem exposição inicial a stablecoins e tokens. A tokenização pode revolucionar alocação de capital, direcionando fundos reais para economia produtiva via blockchains transparentes.

Vale acompanhar como esses hubs influenciam regulações em outros centros, como EUA e Europa.


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Rede cristalina Solana expandindo com sinapses IA e chuva de tokens SKR, simbolizando alta de 29% na atividade on-chain impulsionada por airdrop

Solana Dispara 29% em Atividade com Tokens de IA e Airdrop SKR

A rede Solana registrou um aumento de 29% na atividade semanal, superando o mercado cripto geral, impulsionado pela especulação em tokens ligados ao Claude Code e inteligência artificial. Paralelamente, a Solana Mobile anunciou um airdrop de quase 2 bilhões de tokens SKR para 100 mil usuários do smartphone Seeker, com recompensas de staking imediatas. Esses movimentos destacam um ecossistema vibrante, onde o uso real prevalece sobre flutuações macroeconômicas de curto prazo.


Aumento de 29% na Atividade On-Chain

A atividade na rede Solana cresceu 29% em apenas uma semana, conforme métricas on-chain recentes. Esse salto é atribuído principalmente à frenesi em torno de tokens associados ao Claude Code, uma tendência emergente no setor de IA. Apesar da volatilidade macroeconômica global, com o Bitcoin oscilando próximo dos US$ 90.000, a Solana demonstra resiliência através de maior engajamento de usuários.

Dados indicam elevação em transações, volume de transferências e, especialmente, endereços ativos diários, métrica chave para medir saúde da rede. Plataformas de análise on-chain como Dune Analytics e DefiLlama registram picos em interações com protocolos DeFi e memecoins temáticos de IA. Essa dinâmica sugere que inovações setoriais, como integração de IA em blockchains de alta performance, estão atraindo desenvolvedores e especuladores, elevando a utilidade prática da Solana.

O fenômeno ignora pressões externas, como expectativas de ajustes na política monetária do Fed, reforçando a tese de que ecossistemas com forte adoção tecnológica prosperam independentemente do sentimento geral do mercado.

Airdrop SKR: Impulso Mobile para o Ecossistema

A Solana Mobile, subsidiária da Solana Labs, lançou um airdrop massivo de quase 2 bilhões de SKR, token de utilidade e governança para o smartphone Seeker. Destinado a pelo menos 100.000 usuários e 188 desenvolvedores, a distribuição tem valor estimado em US$ 26,6 milhões no lançamento. Os tokens podem ser reclamados em 90 dias, com staking imediato via plataforma dedicada, oferecendo eventos de inflação a cada 48 horas e comissão zero inicial.

O SKR, com suprimento fixo de 10 bilhões, opera como SPL token na Solana, incentivando participação comunitária, segurança e acesso a features exclusivas. Desde o lançamento por volta das 2h UTC de 21 de janeiro, o preço subiu 38%, negociando a US$ 0,013, com capitalização de mercado em torno de US$ 81 milhões e suprimento circulante de 5,7 bilhões.

O Seeker, lançado em agosto de 2025 como sucessor do Saga (2022), integra nativamente dApps Solana, impulsionando adoção mobile no Web3. Essa iniciativa reforça o foco em hardware otimizado para cripto, ampliando o funil de usuários on-chain.

Implicações: Uso Real Supera Preço de Curto Prazo

Os eventos destacam uma Solana em “modo frenético”, onde métricas on-chain como endereços ativos e volume de transações superam preocupações com preço do SOL. Enquanto o token nativo registra ganhos moderados, o verdadeiro valor reside na expansão do ecossistema: tokens de IA via Claude Code e acessibilidade mobile via Seeker/SKR.

Para investidores brasileiros, isso sinaliza oportunidades em setores de nicho dentro de L1s de alto throughput. A combinação de especulação IA com utilitários reais como staking mobile pode sustentar crescimento sustentável, mesmo em cenários de baixa macro. Monitorar TVL em protocolos IA e adoção do Seeker será crucial.

Ecossistemas vibrantes priorizam inovação sobre hype passageiro, posicionando Solana à frente em narrativas de IA e mobile Web3.


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Baleia cartoon barriguda despejando energia dourada em cofre com glifo 3.2B, ao lado de LTH segurando barra firme, sinalizando acumulação bullish de Bitcoin

Detentores de Longo Prazo Pararam de Vender: Baleias Acumulam US$ 3,2 Bi

Baleias gastam US$ 3,2 bilhões em Bitcoin enquanto o varejo entra em pânico: quem está certo? Apesar da queda do Bitcoin de US$ 95.500 para US$ 87.500 em dois dias, detentores de longo prazo param de vender, com o Sell-side Risk Ratio atingindo mínimas em um ano. Baleias e sharks acumulam, sinalizando confiança em uma recuperação. Dados on-chain revelam mãos fortes no controle.


Pressão de Venda dos LTH Seca Completamente

Os detentores de longo prazo (LTH), conhecidos por suas mãos fortes, reduziram drasticamente suas vendas. O Long-Term Holder Sell-side Risk Ratio caiu para o nível mais baixo em 12 meses, similar ao fundo de US$ 49.000 após o unwind do carry trade do iene. Na ocasião, o Bitcoin rallyou para novas máximas históricas meses depois.

Essa métrica reflete a relutância dos LTH em realizar lucros em preços atuais, indicando convicção em valorizações futuras. Especialistas como Frank, analista on-chain, destacam que essa dinâmica sugere um potencial shift para fase altista, mesmo com o preço testando suportes abaixo de US$ 90.000.

A redução na atividade de venda ocorre em meio a volatilidade macro, com o mercado cripto reagindo a tensões geopolíticas e yields de bonds japoneses em alta.

Baleias e Sharks Acumulam US$ 3,2 Bilhões

Enquanto o varejo — carteiras com menos de 0,01 BTC — vendeu 132 unidades nos últimos nove dias, baleias e sharks acumularam 36.322 BTC, equivalentes a US$ 3,2 bilhões a preços atuais. Essa acumulação representa +0,27% das holdings desses grandes investidores.

Parte significativa pode vir da MicroStrategy, de Michael Saylor, que comprou 22.305 BTC na semana anterior. Movimentos de baleias para exchanges como Binance também caíram, de picos de US$ 8 bilhões mensais em novembro para US$ 2,74 bilhões atuais, indicando estratégia de espera em vez de venda agressiva.

Esse contraste entre varejo em pânico e acumuladores institucionais reforça a resiliência do Bitcoin em correções.

Sell-side Risk Ratio: Sinal Histórico de Alta

O foco de Marina Mendes está no Sell-side Risk Ratio, métrica que mede o risco de venda dos LTH. Níveis baixos como os atuais historicamente precedem rallies. Após o último mínimo em 2025, o BTC subiu de US$ 49.000 para ATHs.

Dados mostram que, com LTH segurando e baleias comprando na baixa, a pressão descendente diminui. Análise técnica aponta suportes em US$ 87.000-89.000, com potencial rompimento altista se o ratio permanecer baixo.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 479.697 (-0,52% em 24h), refletindo estabilização local após a queda global.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem acompanhar o Sell-side Risk Ratio e inflows de baleias em exchanges. Se a tendência de acumulação persistir, uma recuperação para US$ 95k+ é plausível. Contraste com ouro (ATH em US$ 4.900/oz) destaca Bitcoin como ativo de risco em recuperação.

Dados on-chain sugerem que mãos fortes prevalecem sobre pânico retail, posicionando o mercado para upside moderado no curto prazo.


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Personagem cartoon saindo de torre centralizada quebrando correntes para rede de nós luminosos, simbolizando ascensão de redes sociais descentralizadas como Lens e Farcaster

Vitalik Abandona X: Redes Sociais Descentralizadas em Ascensão

O cofundador do Ethereum, Vitalik Buterin, anunciou que pretende abandonar gradualmente o X (antigo Twitter) em favor de redes sociais descentralizadas como Lens e Farcaster. Em postagem recente, ele destacou a necessidade de ferramentas de comunicação melhores e livres de controle centralizado, usando o cliente Firefly para interagir em múltiplas plataformas. Essa mudança coincide com novidades: a Mask Network assume o controle do Lens, enquanto o Farcaster é adquirido pela Neynar. Para brasileiros curiosos por cripto, é uma oportunidade de explorar o futuro das redes sociais em blockchain.


O Anúncio de Vitalik e Sua Visão para 2026

Vitalik Buterin compartilhou sua intenção de postar mais no Lens ao longo de 2026. Ele argumenta que a sociedade precisa de ferramentas de comunicação em massa que priorizem informações de qualidade e pontos de acordo, em vez de guerras informacionais. Usando o Firefly, um cliente multi-plataforma, Vitalik já interage com X, Lens, Farcaster e Bluesky de forma integrada.

Ele critica projetos cripto sociais que dependem excessivamente de tokens especulativos e hype, sugerindo modelos como o Substack, onde criadores são apoiados diretamente por assinaturas. A descentralização, para Vitalik, cria competição saudável via camadas de dados compartilhadas, permitindo que equipes construam apps sobre a mesma rede.

O Que é Lens Protocol e o Papel da Mask Network

O Lens Protocol é um framework aberto para redes sociais descentralizadas, baseado em blockchain. Nele, seus perfis são NFTs, posts são armazenados on-chain e você controla seus dados sem intermediários. Diferente do Instagram ou X, não há algoritmo central decidindo o que você vê — a curadoria vem da comunidade e ferramentas personalizadas.

Recentemente, o Lens Labs anunciou que a Mask Network assumirá a liderança do projeto. A Mask Network, conhecida por extensões browser que adicionam funcionalidades web3 a redes tradicionais, focará em apps consumer-friendly. Lens Labs passará a papel consultivo, priorizando experiências cotidianas sobre novos protocolos.

Para iniciantes: imagine postar fotos ou opiniões com propriedade total, monetizando diretamente sem plataformas sugando dados para anúncios.

Farcaster: Aquisição pela Neynar e Mudanças nos Fundadores

O Farcaster é outra estrela das redes sociais descentralizadas. É um protocolo que permite canais abertos, frames interativos (como mini-apps em posts) e foco em desenvolvedores. Ele atraiu US$ 150 milhões em investimentos em 2024, de fundos como Paradigm e a16z, impulsionado por memes como Degen.

Agora, a Neynar, a principal infraestrutura e cliente do ecossistema, adquiriu o Farcaster. Fundadores Dan Romero e Varun Srinivasan sairão gradualmente para novos projetos, transferindo contratos, código e aplicativo para a Neynar. Essa transição visa uma visão mais focada em desenvolvedores, mantendo o protocolo vivo e evoluindo.

Desafio comum: manter usuários ativos além do hype inicial. Neynar, com expertise técnica, pode estabilizar e expandir.

Por Que Isso Importa para Você

Essas plataformas oferecem liberdade: sem banimentos arbitrários, censura ou venda de dados. Vitalik incentiva experimentar Lens e Farcaster para uma ‘fronteira reaberta’ de interações. Para o público brasileiro, interessado em cripto, é chance de adotar ferramentas que alinham com valores de soberania digital.

Vale testar via wallets como MetaMask. O ecossistema SocialFi cresce, prometendo redes onde você é dono do conteúdo — não o contrário.


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Personagens cartoon tech e bancário apertando mãos sobre rede XRP pulsante, simbolizando parceria Ripple-DXC para adoção institucional em US$5T

Parceria Ripple-DXC Conecta XRP a US$ 5 Trilhões em Bancos

A parceria entre Ripple e DXC Technology representa um golpe de mestre: o XRP agora se conecta diretamente à plataforma Hogan, que gerencia mais de US$ 5 trilhões em depósitos e 300 milhões de contas bancárias globais. Essa integração permite pagamentos em blockchain sem substituir sistemas existentes, alinhando-se à previsão da presidente Monica Long de um ‘big bang’ na adoção institucional de cripto em 2026.


A Plataforma Hogan e a Entrada do XRP

A Hogan é a solução de core banking da DXC, usada por instituições financeiras em todo o mundo para gerenciar operações essenciais como contas, depósitos e transações. Com US$ 5 trilhões em ativos sob custódia, ela representa uma fatia significativa do sistema bancário tradicional.

Através da parceria, a Ripple integra seu sistema de pagamentos — baseado no XRP Ledger e no stablecoin RLUSD — diretamente nessa infraestrutura. Bancos clientes da Hogan ganham acesso a pagamentos cross-border rápidos e custody de ativos digitais, sem necessidade de migrações complexas ou investimentos em novas plataformas. Isso significa liquidações em segundos, em vez de dias, reduzindo custos operacionais em até 60% para transferências internacionais.

Joanie Xie, VP da Ripple na América do Norte, destaca que essa aliança leva blockchain para aplicações bancárias reais, escalando o uso do XRP em tesourarias institucionais.

Visão de Monica Long: 2026 como Ano do Big Bang

Monica Long, presidente da Ripple, traça um cenário visionário para 2026 em sua análise recente. Ela prevê stablecoins como infraestrutura central de settlements, com volumes B2B atingindo US$ 76 bilhões em run-rate anual — salto de menos de US$ 100 milhões em 2023.

Até o fim do ano, balanços corporativos devem acumular mais de US$ 1 trilhão em ativos digitais, com metade das Fortune 500 formalizando estratégias em tokenização e bonds on-chain. Mais de 50% dos 50 maiores bancos globais estabelecerão novas parcerias de custody, consolidando um mercado de US$ 8,6 bilhões em fusões em 2025.

Empresas detêm US$ 700 bilhões em capital ocioso; stablecoins como RLUSD oferecem liquidez instantânea, transformando reservas paradas em ferramentas produtivas.

Implicações Práticas para Bancos e Investidores

Para bancos, a integração Hogan-XRP significa adoção sem disrupção: use XRP para liquidações 24/7, custody tokenizada e até recompensas automatizadas via smart contracts. Isso posiciona a Ripple como ponte entre finanças legadas e blockchain, longe das batalhas judiciais.

Investidores ganham com a escala: XRP pode atuar como camada neutra de liquidez em finanças institucionais, similar a um ‘SWIFT on steroids’. Analistas como Harper veem potencial em tokenização de ativos reais, como ingressos ou refunds instantâneos. Andrew, da comunidade XRP, nota que isso aproxima XRP de operações de tesouraria bancária.

Sandeep Bhanote, da DXC, reforça: bancos acessam digital assets sem alterar frameworks fundamentais, garantindo compliance regulatório.

Próximos Passos e Oportunidades

A aprovação condicional da Ripple para um trust bank nacional acelera RLUSD como alternativa regulada. Com parcerias como LMAX (US$ 150 milhões investidos) e UC Berkeley, o ecossistema XRPL expande para uso institucional.

Em 2026, monitore consolidação de custody e convergência blockchain-AI para tesourarias automatizadas. Para traders práticos, isso sugere maior demanda por XRP em volumes institucionais, potencializando utilidade cotidiana em pagamentos globais.


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Punho bold vermelho esmagando esfera cristalina dourada de Bitcoin com rachaduras, representando crise de liquidez japonesa global

Japão Pressiona Bitcoin: Crise de Liquidez Global Ameaça Alta

O perigo vem do Oriente: uma crise nos títulos japoneses está drenando a liquidez global, pressionando o Bitcoin para baixo. Na terça-feira, o BTC caiu 3,3% para US$ 89.300, enquanto o Nikkei despencou 2,5% e o S&P 500 recuou mais de 2%. O fim da estratégia de carry trade japonesa, que por anos financiou ativos de risco como criptomoedas com juros ultrabaixos no iene, ameaça travar o crescimento do Bitcoin. Esse risco macro supera qualquer otimismo político.


Crise nos Títulos Japoneses Desmonta Carry Trade

Os rendimentos dos títulos do governo japonês atingiram máximas de vários anos, tornando investimentos locais mais atrativos que o carry trade. Investidores que tomavam ienes baratos para apostar em ativos de alto risco, como Bitcoin, agora enfrentam custos maiores. Essa dinâmica reverte anos de fluxo barato de capital do Japão para mercados globais.

O mercado de títulos nipônicos registrou uma oscilação de seis desvios padrão em dois dias, um movimento raríssimo que assusta participantes. "A onda de vendas transformou-se em choque generalizado", alertou Tim Sun, da Hashkey. O Banco do Japão (BOJ) pode intervir com compras de títulos, mas isso priorizaria a dívida sobre a moeda, sem resolver a contração de liquidez.

Redução da Liquidez M2 Global Prejudica Criptos

A liquidez M2 global cresce apenas 11,4% ao ano, abaixo dos 14% vistos em ciclos de alta forte do Bitcoin. Essa expansão mais lenta, combinada ao fim do carry trade, cria um ambiente de ranges apertados para o BTC, que oscila sem direção clara. Analistas notam realocação gradual para yields seguros, não um choque abrupto, mas suficiente para frear a euforia cripto.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 480.351 às 18h57 desta quarta, com variação de -0,26% em 24h. O ativo reflete a dependência de condições macro favoráveis, vulnerável a ventos contrários do Oriente.

Bitcoin Preso em Faixa: Sinal de Fraqueza

O BTC está preso em faixa estreita, sem momentum para romper resistências. Diferente de narrativas de alta baseadas em tweets ou adoções, o risco real vem da restrição de liquidez. Ouro subiu para recorde de US$ 4.866, mostrando fuga para ativos seguros enquanto criptos sofrem.

Quinn Thompson, da Lekker Capital, resume: o BOJ enfrenta dilema entre apertar política e colapso cambial. Nenhuma opção beneficia ações ou criptos americanas. O Bitcoin, apesar da narrativa anti-inflacionária, não escapa da dependência de liquidez farta.

Implicações e Alerta para Investidores

Essa pressão japonesa sinaliza fim da festa fácil. Redução da M2 e yields altos sugerem volatilidade prolongada, com BTC testando suportes abaixo de US$ 88.000. Investidores devem monitorar intervenções do BOJ e dados de liquidez global. O risco macro, ignorado em bolhas especulativas, pode derrubar pretensas altas históricas. Vale cautela: o Bitcoin não é imune ao Japão.


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Personagem cartoon conectando cabo de luz neon a placa de circuito TRON, simbolizando integração da WalletConnect para pagamentos USDT.

WalletConnect Integra TRON e Facilita Pagamentos com USDT

A união do titã das stablecoins chegou: o WalletConnect agora suporta a rede TRON, conectando mais de 600 carteiras compatíveis e 70 mil dApps ao ecossistema. Isso facilita pagamentos globais com USDT, aproveitando o volume recorde de US$ 7,9 trilhões processados pela TRON em 2025. Para usuários comuns, significa transações rápidas, baratas e acessíveis em apps descentralizados ao redor do mundo.


O Que é o WalletConnect?

Imagine querer usar uma aplicação descentralizada (dApp), como um jogo ou serviço de finanças, mas precisar conectar sua carteira de criptomoedas de forma segura. É aí que entra o WalletConnect, um protocolo open-source gratuito que atua como uma “ponte” entre carteiras e dApps. Ele permite que você conecte sua carteira móvel ou de extensão de navegador a milhares de aplicativos sem compartilhar chaves privadas.

Desde seu lançamento, o WalletConnect se tornou padrão na indústria, suportando redes como Ethereum, Polygon e agora TRON. Com essa expansão, desenvolvedores podem integrar TRON facilmente, enquanto usuários ganham mobilidade para gerenciar tokens TRC-20, como o USDT, em qualquer lugar. É uma ferramenta essencial para quem está começando no mundo cripto, pois simplifica o acesso sem complicações técnicas.

Por Que a TRON Domina os Pagamentos com USDT?

A rede TRON se destaca como a principal infraestrutura para transferências de USDT, a stablecoin mais usada globalmente, atrelada ao dólar americano. Em 2025, ela processou cerca de US$ 7,9 trilhões em transações USDT, superando concorrentes graças à sua alta capacidade de throughput – milhares de transações por segundo – e custos baixíssimos, muitas vezes frações de centavo por operação.

Fundada por Justin Sun, a TRON foi projetada para aplicações de alto volume, como pagamentos cotidianos e remessas internacionais. Diferente de redes mais congestionadas, a TRON oferece velocidade e eficiência, tornando-a ideal para o uso real do USDT em e-commerces, freelances globais e até micropagamentos. Essa dominância explica por que a integração com WalletConnect é tão estratégica.

Como a Integração Funciona na Prática?

A nova integração habilita transferências sem fricção de tokens TRC-20 diretamente via WalletConnect. Usuários podem acessar dApps de DeFi para empréstimos, trocas e rendimentos; mercados de NFT para compras colecionáveis; e jogos GameFi para recompensas em cripto – tudo com uma única conexão segura.

Para desenvolvedores, é simples: basta adicionar suporte TRON ao código do WalletConnect, abrindo portas para 70 mil dApps. O CEO Jess Houlgrave destacou que isso expande o acesso a pagamentos globais mais rápidos, enquanto Justin Sun reforçou a capacidade da TRON para adoção mainstream de stablecoins. Resultado? Menos fricção entre blockchains e apps do dia a dia.

O Que Isso Significa para Usuários Iniciantes?

Se você é novo em cripto, essa notícia é um passo gigante para o uso prático. Pagamentos com USDT na TRON via WalletConnect podem substituir cartões ou apps bancários em transações internacionais, sem taxas abusivas ou delays. Pense em pagar um freelancer na Ásia, comprar itens digitais ou enviar remessas familiares – tudo mais simples e barato.

Vale monitorar como isso impulsiona a adoção em massa. Com mais carteiras conectadas, o ecossistema TRON ganha tração, potencializando o USDT como moeda digital cotidiana. Para começar, baixe uma carteira compatível como Trust Wallet ou MetaMask (com suporte TRON) e experimente dApps conectadas.


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Empresário cartoon sobre colina com vastas terras gerando torres de mineração Bitcoin e data centers, simbolizando investimento de Kevin O'Leary em infraestrutura cripto

Kevin O’Leary Compra 13 Mil Acres para Mineração de Bitcoin

Kevin O’Leary, o famoso investidor do Shark Tank, anunciou a aquisição de 13 mil acres em Alberta, Canadá, elevando seu controle total para 26 mil acres destinados a infraestrutura de mineração de Bitcoin e data centers para IA e computação em nuvem. Essa jogada estratégica reflete a visão de que contratos de energia barata e terras shovel-ready valem mais que comprar Bitcoin à vista, sinalizando acumulação inteligente por figuras de peso no mercado cripto.


Estratégia de Terras Shovel-Ready

O’Leary não pretende construir os data centers ele mesmo. Sua abordagem é adquirir terras com acesso a energia abaixo de 6 centavos por kWh, água, fibra ótica e direitos aéreos, preparando sites prontos para construção imediata. Esses locais serão alugados a mineradoras de Bitcoin e empresas de IA, que enfrentam escassez de infraestrutura viável. Ele já investiu na mineradora BitZero, na Noruega, e compara o modelo a um real estate play no setor cripto.

Segundo O’Leary, metade dos data centers anunciados nos últimos três anos nunca sairá do papel por falta de terra e energia. Sua posição atual representa uma oportunidade de capturar valor na base da cadeia de suprimentos do Bitcoin, onde a demanda por poder computacional só cresce com a adoção institucional e o boom da inteligência artificial.

Por Que Infraestrutura Supera Tokens à Vista

O investidor destina 19% do portfólio a ativos cripto-related, incluindo Bitcoin, infraestrutura e terras. Ele argumenta que os contratos de energia em locais estratégicos superam o valor do próprio Bitcoin, especialmente em um mercado onde altcoins perderam de 60% a 90% e não retornam. Para instituições, só Bitcoin e Ethereum importam, capturando 97,2% da volatilidade total do mercado cripto desde o início.

Essa tese de alta reforça que o ‘smart money’ migra para a infraestrutura física, essencial para sustentar a rede Bitcoin em longo prazo. Comprar à vista agora é menos atrativo que controlar os meios de produção de hashrate, garantindo retornos previsíveis via leasing.

Regulamentação como Catalisador Institucional

O’Leary é otimista com a regulamentação nos EUA, especialmente o projeto de lei de estrutura de mercado no Senado. No entanto, critica cláusulas que proíbem yield em stablecoins, criando desvantagem competitiva para cripto frente a bancos tradicionais. Com ajustes, espera alocação massiva de capital institucional em Bitcoin.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 480.227,89 (variação -0,24% em 24h), com volume de 338 BTC. Movimentos como o de O’Leary validam a acumulação em níveis atuais, preparando o terreno para o próximo ciclo de alta.

O Que Isso Significa para Investidores

Para brasileiros, a aposta de O’Leary é um sinal claro: o futuro do Bitcoin passa por infraestrutura robusta. Enquanto varejo especula em memecoins, investidores experientes constroem a base física da rede. Vale monitorar aprovações de permissões e parcerias, que podem impulsionar o preço do BTC. Essa visão de longo prazo reforça a tese de HODL em Bitcoin, ignorando ruído de altcoins.


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