Trader cartoon depositando altcoins XRP, DOGE, ADA e LTC em terminal Coinbase para fluxo de USDC, expandindo empréstimos cripto

Coinbase Libera Empréstimos com XRP, DOGE, ADA e LTC como Garantia

Imagine precisar de dinheiro para pagar contas ou investir em algo urgente, mas sem vender suas XRP ou DOGE e pagar imposto sobre ganho de capital. A Coinbase acabou de liberar isso para americanos (exceto Nova York): use XRP, DOGE, ADA e LTC como garantia para pegar até US$ 100 mil em USDC. Você mantém seus ativos e ganha liquidez imediata, via protocolo Morpho na rede Base. Anunciado em 18 de fevereiro de 2026, o serviço já tem quase US$ 2 bilhões em empréstimos originados.


Como Funciona na Prática

É simples e rápido, como pedir um empréstimo consignado, mas com cripto. Você deposita suas altcoins na plataforma da Coinbase, que as converte em versões wrapped para rodar no blockchain Base (layer-2 do Ethereum). Em troca, recebe USDC na hora, sem prazo fixo para pagar de volta. Os juros são variáveis, baseados no mercado, mais uma taxa única no saldo inicial.

O processo é on-chain: colateral gerenciado em pools descentralizados do Morpho, mas você acessa tudo pelo app ou site da Coinbase, sem precisar de wallet externa. Ideal para quem quer cobrir despesas cotidianas — tipo reforma na casa ou viagem — sem liquidar posições em altcoins que podem valorizar mais. Para o brasileiro médio, isso equivale a até R$ 550 mil (dólar a R$ 5,50), dependendo da cotação do dia.

A expansão para essas altcoins soma cerca de US$ 117 bilhões em capitalização de mercado, atraindo holders de varejo que antes só tinham BTC e ETH como opções.

Limites, Taxas e Riscos Reais

Não é milagre: há limites mais apertados por causa da volatilidade. Para XRP, DOGE, ADA e LTC, o máximo é US$ 100 mil — bem menos que BTC (US$ 5 mi) ou ETH (US$ 1 mi). A relação empréstimo/valor (LTV) máxima é de 49%: se cair para 62,5%, vem a liquidação automática, onde terceiros pagam sua dívida e levam seu colateral com desconto.

Juros flutuam com o mercado, e há risco de perda total se o preço despencar, como visto em quedas recentes que liquidaram US$ 170 milhões em uma semana. Além disso, converter para wrapped pode gerar imposto nos EUA — e no Brasil, via Carnê-Leão ou IR sobre ganho. Fundos não podem ser usados para trading na própria Coinbase.

Para nós brasileiros, o serviço é restrito a EUA, mas mostra o caminho: plataformas locais podem copiar. Monitore seu LTV e use alertas da Coinbase para evitar surpresas.

Impacto para Quem Tem Altcoins no Brasil

No dia a dia, isso resolve problemas reais: você tem R$ 50 mil em DOGE parados, precisa de R$ 20 mil para conserto do carro? Em vez de vender e declarar IR (15-22,5% sobre lucro), usa como garantia e paga juros menores que cheque especial (até 300% ao ano). É liquidez sem venda, preservando upside.

Com XRP cotado a cerca de R$ 8 e DOGE a R$ 0,55 (valores aproximados hoje), um holder médio pode acessar dezenas de milhares de reais. Mas lembre: volatilidade alta dessas moedas aumenta risco de liquidação. Coinbase avisa a cada 30 min se o colateral enfraquece, e tem buffer extra de segurança.

Para famílias enviando remessas ou pagando boletos, USDC é estável e fácil de converter em exchanges brasileiras, com taxas baixas.

Próximos Passos Práticos

  1. Verifique elegibilidade: só EUA por enquanto, mas acompanhe expansões.
  2. Calcule seu LTV: não pegue mais que 40% para margem de segurança.
  3. Teste pequeno: comece com US$ 1 mil para entender.
  4. Monitore preços e prepare plano B para quedas.

Vale testar se você opera na Coinbase — é um passo para usar cripto no cotidiano, sem especulação pura.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Correntes dourada e cyan espiralando em vórtice escuro com fragmentos WBTC e ETH, simbolizando baleias despejando US$ 80M em exchanges

Baleias Despejam US$ 80 Milhões em Exchanges: Sinal de Liquidação?

As baleias acordaram após um mês de inatividade, despejando volumes expressivos em exchanges. Uma grande detentora transferiu 12.840 ETH (cerca de US$ 25,35 milhões) para a OKX nas últimas 14 horas, enquanto um novo endereço vendeu 886,31 WBTC por US$ 58,53 milhões a um preço médio de US$ 66.044. Esses movimentos somam mais de US$ 80 milhões em potencial pressão vendedora, em um momento em que analistas alertam para dupla pressão no Bitcoin: saques de ETFs e influxos em corretoras. A história mostra que depósitos assim precedem correções.


Despertar da Baleia de ETH na OKX

Monitorada pelo Lookonchain, a baleia com endereço 0xF4E… permaneceu inativa por um mês antes de agir. Nas últimas 14 horas, depositou 12.840 ETH na OKX, equivalentes a aproximadamente US$ 25,35 milhões. Esse tipo de movimentação para exchanges centralizadas raramente é neutro: historicamente, reflete preparação para liquidação, especialmente após períodos de acumulação ou silêncio estratégico.

O Ethereum, cotado a cerca de R$ 10.357 no momento, enfrenta volatilidade adicional com esses influxos. Baleias como essa, que acordam após inércia, costumam sinalizar topos locais — lembre-se do mercado de baixa de 2022, quando depósitos semelhantes aceleraram quedas de 70% ou mais. O mercado está ignorando esses sinais?

Venda Concentrada de WBTC por Novo Endereço

Outro movimento preocupante veio de um endereço recém-criado (0x44f…8C91A), que agregou e vendeu 886,31 WBTC em apenas cinco horas. Os fundos, oriundos de uma ponte cross-chain há seis meses via Defiway, foram liquidados a um preço médio de US$ 66.044, totalizando US$ 58,53 milhões. Analistas como Ai_9684xtpa destacam a coordenação: dezenas de endereços uniram forças para a execução.

WBTC, atrelado ao Bitcoin, amplifica a pressão no ecossistema BTC. Em ciclos passados, vendas concentradas de wrapped assets por grandes players precederam quedas generalizadas. Com o Bitcoin a US$ 67.089 e R$ 351.438 segundo o Cointrader Monitor (variação de -1,55% em 24h), esses US$ 58 milhões podem pesar na liquidez spot.

Dupla Pressão: ETFs e Influxos em Exchanges

O analista Axel Adler reforça o alerta: na última semana, ETFs de Bitcoin nos EUA registraram saques líquidos de 11.042 BTC (US$ 669 milhões), com picos como 6.120 BTC em um dia. Paralelamente, exchanges acumulam suprimentos, com influxos positivos de +391 a +841 BTC por dia — hoje, +553 BTC. Essa inversão em relação a janeiro (saídas) indica que a demanda institucional não absorve a oferta.

Para um viés de alta se confirmar, precisaríamos de pelo menos três dias consecutivos de entradas em ETFs e saídas de exchanges. Sem isso, a dupla pressão — instituições vendendo e baleias depositando — sugere correção iminente. A exuberância recente ignora lições de 2018 e 2022.

O Que Isso Significa para Investidores

Enquanto o varejo procura ‘o fundo perfeito’, as baleias saem pela porta dos fundos. Esses US$ 80 milhões em depósitos não são coincidência: representam capital inteligente protegendo ganhos em um ciclo que pode estar no topo. Cuidado com a narrativa de ‘nova era institucional’ — ciclos econômicos não mudam da noite para o dia. Proteja seu capital monitorando fluxos on-chain e ETF. A história repete padrões, e o mercado cripto não é exceção.


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Partículas vermelhas sendo sugadas para vórtice dourado central, simbolizando êxodo de altcoins e migração de capital para Bitcoin

Êxodo de Altcoins: Pressão Vendedora em Pico de 5 Anos

Os dados mostram que a pressão vendedora cumulativa em altcoins atingiu US$ 209 bilhões negativos, o maior nível desde 2021, caindo de quase zero em janeiro de 2025. Paralelamente, o volume de negociação de altcoins na Binance encolheu cerca de 50%, de 59,2% em novembro para 33,6% em fevereiro, sinalizando rotação de capital para o Bitcoin em consolidação entre US$ 65.000 e US$ 67.000. Essa dinâmica reflete redução na confiança especulativa.


Pressão Vendedora em Máximos Históricos

A métrica de pressão vendedora líquida — diferença entre compras e vendas cumulativas em altcoins excluindo Bitcoin e Ethereum — registrou -US$ 209 bilhões, conforme plataforma CryptoQuant. Esse valor representa uma queda acentuada de níveis próximos a zero no início de 2025, equiparável aos picos de saída de capital observados em 2021 durante fase corretiva prolongada.

Analistas como Andri Fauzan Adziima, da Bitrue, atribuem o movimento a saídas majoritariamente de varejo, com instituições mantendo foco em ativos principais. A ausência de demanda ampla sustenta altas breves e narrativas, que revertem rapidamente em meio à volatilidade do Bitcoin.

No mesmo período, o market cap total de altcoins fora do top 10 estabilizou em torno de US$ 170-180 bilhões, testando suportes dinâmicos sem sinais de recuperação sustentada.

Queda de Volumes na Binance e Rotação para BTC

Dados segmentados de volume na Binance revelam dominância do Bitcoin em 36,8% das negociações totais desde 7 de fevereiro, contra 35,3% para altcoins e 27,8% para Ethereum. Essa participação das altcoins caiu para 33,6% até 13 de fevereiro, uma redução de quase metade ante os 59,2% de novembro passado.

Padrões semelhantes ocorreram em correções anteriores, como abril de 2025 e agosto de 2024, quando incertezas elevaram a preferência pelo Bitcoin como âncora de liquidez. A consolidação atual do BTC entre US$ 65.000 e US$ 67.000 atrai acumulação estratégica de baleias e detentores de longo prazo.

Stablecoins na Binance acumulam US$ 47,5 bilhões, ou 65% da liquidez total de exchanges, indicando posicionamento defensivo em ‘wait-and-see’.

Contexto Técnico e Níveis Críticos

A dominância de altcoins subiu quase 14% desde meados de janeiro, refletindo rotação especulativa apesar da pressão vendedora. No entanto, o mercado de altcoins opera abaixo de médias móveis chave, com momentum favorável aos vendedores e liquidez frágil.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 351.408,74 (variação -1,58% em 24h) reforça seu papel de reserva, com dólar em R$ 5,238. Níveis a observar incluem suporte em US$ 65.000 para BTC e possível shakeout darwiniano em altcoins, onde apenas projetos com adoção real prevalecerão.

Ryan Yoon, da Tiger Research, destaca que investidores buscam entradas, mas enfrentam ‘dip sob dip’, concentrando liquidez na maior exchange.

Implicações para o Mercado

Os dados sugerem filtro estrutural: capital rotaciona para Bitcoin em fases de incerteza, limitando altcoins a consolidações prolongadas sem influxos amplos. Volumes indicam distribuição em pullbacks recentes, com pouca evidência de acumulação em ativos menores.

Monitorar dominância do BTC e liquidez em stablecoins será essencial para avaliar reversões. Histórico aponta que melhorias em liquidez macro ou queda na dominância podem sinalizar retomada, mas atual configuração favorece cautela.


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Bancários suíços cartoon abrindo portas baixas com '50' para pessoas comuns entrarem em mundo cripto cyan-dourado, democratizando acesso suíço

PostFinance Abre 22 Criptos com Entrada de Apenas US$ 50

O banco suíço PostFinance adicionou seis novas criptomoedas, chegando a um total de 22 ativos disponíveis para negociação direta. Com entrada mínima de US$ 50 (cerca de R$ 260 pelo câmbio atual), o serviço permite que clientes comuns acessem opções como Algorand (ALGO) e NEAR Protocol (NEAR) pelo app ou internet banking, unindo a segurança de um banco tradicional à praticidade das criptos. Lançado em 2024, já acumula mais de 36 mil contas e 565 mil negociações.


Quais São as Novas Criptomoedas?

A expansão inclui Algorand (ALGO), conhecida por transações rápidas e baratas, ideal para pagamentos do dia a dia; Arbitrum (ARB), uma solução de camada 2 para Ethereum que reduz custos de gas; NEAR Protocol (NEAR), focada em usabilidade e escalabilidade para dApps; além de Stellar (XLM), USDC (stablecoin atrelada ao dólar) e SUI. Essa seleção amplia o portfólio além de Bitcoin e Ethereum, atendendo quem busca diversificação sem complicações.

Desde o início do serviço em 2024, o PostFinance foi pioneiro entre bancos sistemicamente importantes da Suíça. Em julho, já havia adicionado mais cinco ativos, mostrando compromisso contínuo com a demanda dos clientes. Para o brasileiro médio, isso significa opções semelhantes às que vemos em exchanges locais, mas com o respaldo regulado de um banco centenário.

Facilidade e Acessibilidade para Todos

O grande atrativo é o ticket mínimo de US$ 50, equivalente a menos de um tanque de gasolina ou dois meses de parcela de celular no Brasil. Clientes negociam direto pela app PostFinance ou e-finance, usando conta corrente ou poupança, sem precisar de carteiras extras ou plataformas paralelas. Há planos de poupança cripto automáticos, perfeitos para quem quer investir aos poucos, como R$ 100 por mês.

Os números impressionam: mais de 36.000 contas de custódia abertas e 565.000 negociações desde o lançamento. Alexander Thoma, chefe de ativos digitais, destaca que os clientes querem negociar cripto com seu banco principal de confiança. Isso reduz barreiras como medo de hacks em exchanges menores ou burocracia para abrir contas novas.

Por Que Isso Importa para Brasileiros?

No Brasil, onde remessas internacionais e proteção contra inflação são dores reais, essa modelo suíço inspira. Imagine negociar cripto com a mesma segurança do seu banco aqui, sem taxas abusivas de câmbio ou IOF alto em cada trade. O PostFinance regula tudo internamente, oferecendo custódia segura e acesso fiat-cripto instantâneo.

Para famílias que enviam dinheiro ao exterior ou poupam em dólar, stablecoins como USDC viram ferramenta prática. Claro, há diferenças regulatórias – na Suíça, é mais amigável –, mas pressiona exchanges brasileiras a baixarem mínimos e melhorarem UX. Vale comparar: aqui, muitos pedem depósitos maiores e têm taxas que comem o lucro pequeno.

O Que Fazer com Essa Informação?

Monitore se bancos brasileiros seguem o exemplo, testando stablecoins para remessas baratas ou diversificando com ALGO/NEAR em plataformas acessíveis. Comece pequeno, como os suíços: defina um valor fixo mensal e priorize segurança. Essa tendência global mostra que cripto deixa de ser ‘coisa de rico’ e vira ferramenta cotidiana, como cartão de crédito ou TED.


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Personagens cartoon de cérebro IA e investidor tech ativando escudo neural sobre rede EVM, simbolizando EVMbench para segurança DeFi

OpenAI e Paradigm Lançam EVMbench para Blindar Ethereum com IA

A OpenAI e a Paradigm anunciaram o lançamento do EVMbench, uma ferramenta inovadora para testar a capacidade de agentes de inteligência artificial em detectar, corrigir e explorar vulnerabilidades em contratos inteligentes do Ethereum Virtual Machine (EVM). Com 120 falhas reais extraídas de 40 auditorias, o benchmark aborda um problema crônico no DeFi: hacks que drenam bilhões. Estamos delegando a segurança da rede às máquinas? Essa parceria pode marcar o início de uma era onde IAs auditam código de forma autônoma e precisa.


O Que é o EVMbench?

O EVMbench é um benchmark técnico projetado especificamente para o ecossistema EVM, que executa a maioria dos contratos inteligentes na Ethereum e blockchains compatíveis. Ele compila 120 vulnerabilidades de alta severidade de competições de auditoria abertas, como Code4rena, e auditorias reais, incluindo as do Tempo — uma layer-1 de pagamentos stablecoin desenvolvida com input da Stripe e Paradigm.

Imagine um repositório padronizado de falhas reais, não sintéticas: reentrância, overflow aritmético, acesso não autorizado. Esses cenários representam riscos econômicos concretos, pois contratos inteligentes custodiam bilhões em TVL no DeFi. O objetivo é medir o quão bem IAs lidam com código bytecode compilado para EVM, simulando auditorias reais sem depender de abstrações linguísticas como Solidity puro.

Essa base em dados do mundo real diferencia o EVMbench de testes genéricos de IA, ancorando avaliações em contextos economicamente relevantes.

Como Funciona o Benchmark?

O EVMbench opera em três modos principais: detecção, correção (patch) e exploração (exploit). No modo detect, o agente de IA audita repositórios e é pontuado pela recall de vulnerabilidades ground-truth. No patch, deve eliminar falhas sem quebrar funcionalidades intencionais — um desafio sutil, pois alterações excessivas podem introduzir novos bugs.

Finalmente, no exploit, simula ataques end-to-end em um ambiente sandboxed de blockchain, com replay determinístico de transações para grading preciso. É como um laboratório virtual onde a IA tenta drenar fundos de contratos vulneráveis, replicando táticas de hackers reais.

A ferramenta usa cenários de auditorias reais, garantindo que os testes reflitam complexidades como interações cross-contract e otimizações de gas. Isso permite comparar modelos de IA de forma rigorosa, priorizando precisão técnica sobre velocidade.

Resultados Iniciais e Limitações Técnicas

Testes preliminares revelam avanços rápidos: o GPT-5.3-Codex, via Codex CLI da OpenAI, alcançou 72,2% de sucesso no modo exploit, contra 31,9% do GPT-5 lançado seis meses antes. No entanto, detecção e patching ainda são fracos — IAs falham em auditorias exaustivas ou preservam funcionalidades integralmente.

Os pesquisadores da OpenAI alertam que o benchmark não captura toda a complexidade real: cenários multi-contratos ou chains EVM variadas demandam mais. Ainda assim, destaca o potencial transformador: IAs como atacantes e defensores em equilíbrio armamentista.

Relatórios como o da Anthropic (final de 2025) confirmam que agentes de IA já identificam falhas autonomamente, reduzindo custos de exploits.

Implicações para DeFi e Próximos Passos

Recentes hacks, como os no Moonwell (código gerado por IA vulnerável) e CrossCurve (US$ 3 milhões perdidos), reforçam a urgência. Com 1,7 milhão de contratos deployados na Ethereum em novembro de 2025 (pico histórico), auditorias manuais não escalam.

O EVMbench pavimenta o caminho para IAs integradas em pipelines de desenvolvimento: imagine CI/CD com checagem automática de vulns. Para desenvolvedores brasileiros no DeFi, isso significa ferramentas acessíveis para elevar padrões de segurança, reduzindo riscos em protocolos locais.

Vale monitorar evoluções: como o benchmark se adapta a EVMs como Solana ou novas linguagens? A visão é clara — código é lei, e IAs podem torná-lo mais robusto.


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Plataforma cristalina de suporte rachando com '66K' luminoso sob nuvens vermelhas, representando Bitcoin testando suporte apos ata hawkish do Fed

Bitcoin Testa US$ 66k Após Ata Hawkish do Fed

O Bitcoin recuou para US$ 66 mil nesta quarta-feira (18/02), testando o suporte inferior de sua faixa recente de negociação. A ata da reunião do FOMC de janeiro, divulgada hoje, revelou tom hawkish com menções a possíveis aumentos de juros, fortalecendo o dólar e pressionando ativos de risco. Dados on-chain mostram Coinbase Premium negativo, indicando redução na demanda institucional nos EUA. O BTC registra a quinta semana consecutiva de queda.


Impacto da Ata do FOMC

Os dados da ata do Federal Reserve, referentes à reunião de 27-28 de janeiro, indicam divisão interna: a maioria manteve as taxas entre 3,50% e 3,75%, mas vários membros defenderam orientação bilateral, aberta a hikes se a inflação persistir acima de 2%. Isso contrasta com expectativas de cortes, elevando o índice DXY para o maior nível em duas semanas.

O Bitcoin, sensível a políticas monetárias, caiu 2,5% em 24 horas, de US$ 68.500 para US$ 66.200. Ações relacionadas, como Coinbase (de +3% para -2%) e MicroStrategy (-3%), reverteram ganhos iniciais. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 348.010,67, com variação de -1,96% em 24h e volume de 296 BTC.

Esse cenário reforça a correlação negativa entre dólar forte e criptoativos, com o BTC perdendo o suporte de US$ 70k mencionado anteriormente.

Sinal de Fraqueza Institucional

O Coinbase Premium Index, métrica que compara preços na exchange americana versus globais, permanece negativo ao longo do ano. Isso sugere que instituições dos EUA param de acumular ou vendem ativamente, diferentemente de 2025. Apenas poucas empresas, como MicroStrategy (717.000+ BTC), continuam comprando.

ETFs de Bitcoin spot registram saídas de US$ 8 bilhões desde outubro, com open interest de futuros em US$ 44 bilhões (queda de US$ 95 bilhões). Esses fluxos indicam demanda enfraquecida, ampliando o risco de liquidação em suportes chave.

No Brasil, o volume local reflete cautela, alinhado à média ponderada das exchanges nacionais.

Análise Técnica e Níveis Críticos

No gráfico diário, o Bitcoin forma um padrão de pavilhão baixista (bearish pennant), com Supertrend vermelho desde 19/01 e abaixo das EMAs de 50 e 100 dias. O suporte em US$ 66.000, testado na semana passada, é pivotal: rompimento abre caminho para US$ 60.000 ou US$ 50.000, conforme analistas como Standard Chartered.

Indicadores como RSI mostram sobrevenda moderada, mas volume de queda domina. Traders monitoram o DXY e dados de emprego dos EUA para sinais adicionais. Quinta semana de perdas seria a pior desde o bear market de 2022.

Implicações para o Mercado

Os dados sugerem pressão contínua se o suporte de US$ 66k ceder, com foco em fluxos institucionais e macroeconomia. Investidores observam comentários do Fed e inflows de ETF para reversão. No curto prazo, volatilidade persiste em torno de US$ 66k-68k.


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Trader cartoon eufórico recebendo cashback de máquina Pump.fun enquanto phisher sombrio puxa cordas com '65%', ironia das fraudes em memecoins Solana

Cassino Cripto Devolve Troco: Cashback na Pump.fun

Perdeu tudo nas memecoins da Solana? A Pump.fun tem a solução: um cashback irônico para traders, redirecionando taxas de criadores para quem sobrevive ao cassino. Enquanto isso, o relatório da AMLBot revela que 65% das perdas em cripto em 2025 vieram de ‘papinho’ – engenharia social, não hacks técnicos. Bem-vindo ao circo onde o otimismo custa caro.


O ‘Prêmio de Consolação’ da Pump.fun

Interessante como a Pump.fun, rainha das memecoins na Solana, resolveu bancar a boa samaritana. Antes, criadores embolsavam as taxas de deploy – um pecadilho que financiava o ócio de quem lançava tokens furados e sumia. Agora, com os ‘Cashback Coins’, o criador escolhe no ato do lançamento: ou fica com as fees ou devolve 100% para os traders. Decisão permanente, sem volta. Nem CTO (community takeover) rola nesses casos. É o mercado decidindo quem merece o troco, diz o CEO. Curioso, não? Num ecossistema onde 99% dos tokens viram pó, recompensar quem compra é como dar biscoito no cassino para quem perdeu a camisa.

A feature já rola no app e site. Traders resgatam via perfil. Mas vamos combinar: isso não salva ninguém de apostas ruins. Só ameniza o hematoma para os que insistem no roleta-russa das memecoins.

O Verdadeiro Vilão: 65% das Perdas por ‘Lábia’

Enquanto a Pump.fun brinca de filantropa, a realidade bate à porta via relatório da AMLBot. Em 2025, 65% dos roubos de cripto não foram por brechas técnicas no blockchain ou contratos espertos. Não. Foram por falhas humanas: excesso de confiança no ‘amigo’ do Telegram pedindo seed phrase ou link urgente para ‘verificar conta’. Investment scams lideram com 25%, phishing 18% e dispositivos comprometidos 13%. Só nos últimos três meses, impersonations custaram US$ 9 milhões.

O CEO Slava Demchuk avisa: golpistas se passam por suporte de exchange, parceiros ou gerentes de projeto. ‘Transfere agora ou perde tudo!’ – e você cai. É o cinismo puro: o mercado premia a ganância humana, não o código.

Sobrevivendo ao Circo das Memecoins

Então, qual a moral dessa história tragicômica? Primeiro, cashback da Pump.fun é maquiagem no porco: traders ainda perdem 99% do tempo em memecoins voláteis. É como o cassino devolvendo fichas para você jogar mais. Segundo, esqueça o mito do ‘hack quântico’: o maior risco é você mesmo, clicando em DMs falsos ou ignorando 2FA fraco.

Dicas irônicas de sobrevivência: nunca responda ‘urgências’ cripto; verifique URLs manualmente; use hardware wallets para volumes sérios. E na Pump.fun? Escolha Cashback Coins se quiser um consolo – mas lembre: o house always wins. O mercado cripto é espelho da nossa vulnerabilidade: otimismo cego + FOMO = prejuízo bilionário. Ria para não chorar, mas proteja a carteira.


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Personagem cartoon iniciante abrindo pacote de airdrop com tokens VELVET e 400 saindo, ilustrando resgate simples na Binance Alpha

Passo a Passo: Resgate seu Airdrop VELVET na Binance Hoje

Dinheiro grátis? A segunda onda do airdrop VELVET no Binance Alpha está aberta! Se você é um usuário fiel da Binance e acumulou pelo menos 242 pontos Alpha, pode resgatar 400 tokens VELVET agora mesmo. Mas atenção: é por ordem de chegada e o pool é limitado. Cada reivindicação gasta 15 pontos e exige confirmação em 24 horas. Vamos checar se você qualifica e como agir rápido? Este guia vai te ensinar tudo, passo a passo, sem complicações.


O que é o Airdrop VELVET no Binance Alpha?

Em outras palavras, um airdrop é como um presente em tokens grátis que projetos ou plataformas dão para usuários ativos. Aqui, o Binance Alpha — que é o programa de fidelidade da Binance para recompensar quem usa a exchange regularmente — está distribuindo tokens VELVET.

VELVET é um token listado no ecossistema Alpha da Binance, e essa é a segunda onda de distribuição. Pense assim: é como ganhar cupons de desconto por ser cliente fiel de uma loja, mas em criptomoedas. A notícia saiu hoje, 18 de fevereiro de 2026, e o resgate é imediato para quem qualifica.

Por que isso importa? Porque fortalece a comunidade e dá valor real aos seus pontos acumulados com trades, depósitos e outras ações na Binance. Se você é novo nisso, não se preocupe: vamos checar se você tem direito.

Você Tem os 242 Pontos Alpha Necessários?

Primeiro, verifique seus pontos. Os pontos Alpha são ganhos com atividades simples na Binance, como negociar, depositar ou participar de eventos. Isso significa que usuários mais ativos tendem a ter mais pontos — e você pode ser um deles!

Para conferir:

  1. Abra o app ou site da Binance e vá para a seção “Alpha” ou “Recompensas”.
  2. Procure por “Meus Pontos Alpha”. Se tiver 242 ou mais, parabéns! Caso contrário, o limite baixa automaticamente 5 pontos a cada 5 minutos se o pool não se esvaziar rapidamente.

Exemplo prático: se você tem 250 pontos, gasta 15 para resgatar e fica com 235. É uma troca vantajosa por 400 tokens potenciais. Se abaixo do limite atual, espere um pouco ou acumule mais pontos com atividades diárias.

Passo a Passo para Resgatar seu Airdrop

Agora, a parte prática. Siga esses passos no app ou web da Binance — é simples e leva menos de 5 minutos:

  1. Faça login na sua conta Binance. Se não tem, crie uma grátis em accounts.binance.com (leva 2 minutos).
  2. Acesse a página “Binance Alpha” pelo menu principal ou busque por “Alpha Points”.
  3. Encontre a seção de “Airdrops” ou “Recompensas VELVET” — deve aparecer como destaque.
  4. Clique em “Reivindicar” se qualificar. Confirme o gasto de 15 pontos.
  5. Receba os 400 VELVET no seu wallet interno. Você tem 24 horas para confirmar na página Alpha, senão perde!

Dica: atue agora, pois é primeiro a chegar, primeiro servido. Se o pool acabar, acabou a chance dessa onda.

Dicas Finais e Por Que Agir Rápido

Após resgatar, os tokens VELVET ficam na sua conta. Você pode tradá-los, holdar (manter para valorizar) ou usar no ecossistema. Monitore o valor — airdrops assim podem surpreender com altas rápidas.

Alerta importante: só use links oficiais da Binance para evitar golpes. Se perdeu o prazo, fique de olho em próximas ondas. Parabéns se conseguiu — você merece por ser fiel! Agora, com esse conhecimento, você está mais empoderado no mundo cripto.


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Executivo Wall Street cartoon abraçando entidade blockchain cyan, com portas NYSE abertas para tokens 24/7, simbolizando adoção massiva

NYSE Entra em Tokenização 24/7: Wall Street Abraça Blockchain

A New York Stock Exchange (NYSE) anunciou planos para lançar trading 24/7 de ativos tokenizados ainda este ano, sinalizando a capitulação definitiva de Wall Street à tecnologia blockchain. Em paralelo, a Nasdaq recebe o primeiro ETF spot de Sui (SUIS) com recompensas de staking pela Canary Capital. Esses movimentos reforçam que os fundamentos do ecossistema cripto estão se fortalecendo, tornando impossível ignorar a adoção institucional em massa.


NYSE Assume Responsabilidade na Tokenização

A presidente da NYSE, Lynn Martin, declarou no World Liberty Forum que a bolsa sentiu uma “responsabilidade” para entrar no espaço de tokenização, impulsionada pelo momentum crescente das finanças baseadas em blockchain. A exchange já desenvolveu sua tecnologia proprietária e colabora com reguladores para integrar ativos tokenizados ao framework financeiro existente.

Essa plataforma blockchain permitirá o trading 24/7 de ações e ETFs tokenizados, rompendo com o modelo tradicional de 6,5 horas diárias, de segunda a sexta. Martin destacou lições de crises passadas em liquidez e estabilidade, aplicando-as para construir um sistema mais resiliente. O lançamento é esperado para o segundo semestre de 2026, pendente de aprovações regulatórias, mas o compromisso é claro: Wall Street está construindo o futuro.

Essa iniciativa não é isolada. Representa uma tendência onde gigantes tradicionais reconhecem o potencial da tokenização para liquidação mais rápida, produtos programáveis e acesso global contínuo — pilares que o cripto mercado já domina há anos.

ETF de Sui na Nasdaq: Staking Regulado

A Canary Capital marcou história ao listar o SUIS, o primeiro ETF spot de Sui com recompensas de staking integradas, diretamente na Nasdaq. O fundo rastreia o preço spot do token nativo da Sui Network, uma layer-1 desenvolvida por ex-engenheiros do Meta, enquanto reflete rendimentos líquidos de proof-of-stake no NAV.

Isso oferece aos investidores exposição direta ao Sui — focado em DeFi, games e marketplaces digitais — sem a necessidade de gerenciar chaves privadas ou validadores. O SUIS expande o portfólio de ETFs cripto além de Bitcoin e Ethereum, testando os limites regulatórios para produtos com yield on-chain em wrappers tradicionais.

Coincidentemente, o Grayscale Sui Staking ETF (GSUI) migrou para a NYSE Arca, reforçando o interesse em redes proof-of-stake emergentes. Para o investidor comum, isso democratiza o acesso a yields de staking de forma regulada e brokerage-friendly.

Implicações para Adoção em Massa

Esses anúncios não são meros eventos isolados; eles conectam-se à narrativa macro de adoção global. A NYSE, símbolo do establishment financeiro, adotando trading 24/7 via blockchain é um divisor de águas. Combinado com ETFs de altcoins como Sui oferecendo staking, vemos fluxos institucionais diversificando para além do Bitcoin.

Os fundamentos se fortalecem: tokenização resolve fricções antigas em mercados tradicionais, como horários limitados e settlements demorados. Reguladores, como o chairman da CFTC Michael Selig, sinalizam abertura para inovação, contrastando com posturas passadas mais restritivas. O mercado cripto, que opera 24/7 há uma década, agora influencia o core da finança convencional.

Para brasileiros, isso significa maior liquidez global e opções acessíveis via corretoras internacionais, alinhando-se a ciclos de alta histórica pós-halving e influxos de ETF.

Próximos Passos e Oportunidades

Investidores devem monitorar aprovações regulatórias para o lançamento da NYSE e desempenho inicial do SUIS. Esses desenvolvimentos validam a tese de longo prazo: volatilidade de curto prazo é ruído, mas adoção institucional é tendência irreversível. O ecossistema está se expandindo, atraindo capital de qualidade e construindo bases para crescimento sustentável.

Vale acompanhar fluxos de ETF e integrações tokenizadas como indicadores chave, semelhantes aos tesourarias corporativas de Bitcoin nos ciclos anteriores.


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Estrela neon PI com +50% brilhando intensamente enquanto sol BTC recua no horizonte, simbolizando rally euforico isolado da altcoin

Pi Network sobe +50% enquanto BTC recua para R$ 348 mil

O Bitcoin está preso nos R$ 348.449 segundo o Cointrader Monitor, com variação de -1,77% nas últimas 24h, enquanto o mercado cripto inteiro parece estagnado. A Pi Network (PI), aquela que você ‘mina’ no celular há anos sem poder vender de verdade inicialmente, registra alta de quase 50% para US$ 0,20. Não faz sentido lógico, mas é assim no mercado de criptomoedas, impulsionado por euforia.


Fatores da Alta: Aniversário e Expectativas com Kraken

Nesta quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026, o PI subiu de US$ 0,13 para US$ 0,187, elevando sua capitalização para US$ 1,68 bilhão. O gatilho principal? O primeiro aniversário do mainnet na sexta-feira. Espere anúncios importantes dos desenvolvedores, após anos de mineração no app sem transações reais.

Outro impulsionador: a possível listagem na Kraken, exchange americana avaliada em US$ 20 bilhões. Eles adicionaram o PI à roadmap. Após OKX e MEXC, uma listagem nos EUA pode atrair mais investidores. Binance e Coinbase também são especuladas. Enquanto isso, o BTC permanece em US$ 67 mil.

Upgrades e Rewards: Euforia ou Risco?

A rede está em upgrade do Protocolo 19 para o 23, baseado no Stellar Consensus, iniciado no domingo. Em março, vêm os primeiros rewards para validators – positivo para quem fez staking, mas risco se houver vendas em massa. Holders costumam esperar… ou não.

Boa notícia para os touros: os unlocks de tokens estão caindo. 109 milhões em fevereiro, para 78 milhões em maio, segundo PiScan. Menos supply novo pode sustentar a alta. Mas será sustentável ou euforia passageira?

Contraste com o Bitcoin e o Mercado

Enquanto PI registra ganhos, o Bitcoin segue apático em US$ 67.127, com variação de +0,06%. O mercado todo está apagado. Ethereum em US$ 1.975, Solana caindo 1,35%. Clássico descolamento: ativos consolidados sofrem com macroeconomia e aversão a risco; memecoins e projetos mobile mineram euforia pura.

No Brasil, com BTC a R$ 348 mil, o fenômeno expõe o mercado: investidores retail buscam ganhos rápidos, ignorando liquidez e utilidade real. Pi ainda busca adoção verdadeira pós-mainnet, apesar de 50 milhões de usuários no app com volume ainda baixo.

Análise Técnica: Pennant de Alta ou Ilusão?

No gráfico de 12h, PI recuperou acima das médias móveis de 50 e 100 períodos, formando um pennant de alta no nível de 38,2% Fibonacci. Alvo próximo: US$ 0,205. Supertrend verde pela primeira vez desde outubro. Touros miram 50% Fib em US$ 0,20+. Mas vendas de validators podem gerar pullback.

Lições: euforia de aniversário e listagem movem preços mais que fundamentos. Monitore Kraken e anúncio de sexta. Pode ser o pico – ou início de algo maior.


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Personagens cartoon de sheik e banqueiro acumulando cofres de Bitcoin enquanto traders retail em pânico fogem, simbolizando mãos fortes institucionais

Mãos Fortes: Abu Dhabi e Bancos Compram US$ 1 Bi em Bitcoin

Enquanto o varejo entra em pânico com a queda do Bitcoin no final de 2025, mãos fortes agem: fundos soberanos de Abu Dhabi, liderados pelo Mubadala, aumentaram em 46% sua posição no ETF IBIT da BlackRock, totalizando mais de US$ 1 bilhão. Paralelamente, o maior banco italiano, Intesa Sanpaolo, revelou deter US$ 96 milhões em ETFs de Bitcoin. Esses movimentos sinalizam confiança institucional na tese de reserva de valor estratégica, mesmo em meio à volatilidade.


Abu Dhabi Acelera Acumulação no Dip

O fundo soberano Mubadala Investment Company divulgou em seu Form 13F, arquivado em 17 de fevereiro, posse de 12,7 milhões de ações do iShares Bitcoin Trust (IBIT), avaliadas em US$ 630 milhões ao final de dezembro de 2025. Isso representa um salto de 46% em relação ao trimestre anterior, quando detinha 8,7 milhões de ações. Já a Al Warda Investments reportou 8,2 milhões de ações, somando US$ 408 milhões. Juntos, ultrapassam US$ 1 bilhão em exposição regulada ao Bitcoin.

Essas compras ocorreram durante o drawdown de fim de ano, alinhando-se às declarações de Larry Fink, CEO da BlackRock, sobre sovereign funds escalando posições em níveis como US$ 80 mil. O IBIT se destaca como canal “limpo” para alocação institucional, minimizando fricções operacionais de custódia direta.

Intesa Sanpaolo Entra Forte nos ETFs

O maior banco da Itália, Intesa Sanpaolo, ampliou sua exposição aos criptoativos com US$ 96 milhões em spot Bitcoin ETFs até o fim de 2025. A posição inclui US$ 72,6 milhões no ARK 21Shares Bitcoin ETF e US$ 23,4 milhões no iShares Bitcoin Trust, distribuídos em cinco produtos. Essa diversificação reflete cautela estratégica, priorizando veículos regulados pela SEC.

O movimento reforça a tendência europeia de integração de Bitcoin em portfólios tradicionais. Bancos como Intesa veem nos ETFs uma ponte segura para diversificação, especialmente em contextos de inflação e instabilidade fiat.

Bitcoin como Reserva Estratégica

Esses fluxos institucionais contrastam com o pânico do varejo, consolidando a narrativa de Bitcoin como ativo de reserva soberana. Fundos estatais e bancos não reagem a ruído de curto prazo: constroem posições ao longo de ciclos, como visto pós-halving. A adoção via ETFs — com BlackRock liderando — acelera a maturidade do ecossistema, atraindo trilhões em capital global.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 348.521 (-1,74% em 24h) nesta quarta-feira. Apesar da correção atual, os fundamentos se fortalecem com entradas bilionárias. Investidores de longo prazo sabem: volatilidade constrói bases para valorizações futuras.

O Que Monitorar Agora

Vale acompanhar próximos 13F para mapear mais sovereign funds e bancos entrando. Com fluxos ETF superando US$ 50 bilhões em 2026, o Bitcoin avança na tese de “ouro digital”. Para brasileiros, isso reforça a oportunidade de exposição via plataformas acessíveis, alinhando-se à visão estratégica global.


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Investidor VC cartoon saindo de fortaleza ETHZilla rachada com ETH vazando e placa 97% caída, simbolizando abandono e colapso de tesouraria

Peter Thiel Abandona ETHZilla: Fim da Tesouraria ETH?

Peter Thiel e seu Founders Fund saíram totalmente da ETHZilla, empresa que pivoteou para tesouraria de Ethereum, vendendo US$ 74,5 milhões em ETH para quitar dívidas. As ações da companhia despencaram 97% desde o pico em agosto de 2026, confirmando via SEC o que o mercado já suspeitava: o modelo de tesouraria em altcoins está sob pressão intensa. Isso ocorre mesmo com o CEO do Goldman Sachs falando em fusão total entre finanças tradicionais e cripto.


Saída Confirmada de Thiel e Liquidações de ETH

A história mostra que grandes investidores como Peter Thiel não hesitam em cortar perdas quando os fundamentos fraquejam. A ETHZilla, antes uma biotech chamada 180 Life Sciences, rebrandou em agosto para focar exclusivamente em holdings de Ethereum. No pico, detinha mais de 100.000 ETH, mas o declínio de quase 60% no preço do ETH forçou vendas agressivas. Em outubro, liquidou US$ 40 milhões para recompras de ações; em dezembro, mais US$ 74,5 milhões para dívidas conversíveis. Hoje, restam cerca de 65.786 ETH na tesouraria.

O Founders Fund, que tinha 7,5% das ações, vendeu tudo, conforme filing da SEC. O mercado reagiu com o preço das ações caindo para US$ 3,50, um colapso clássico de exuberância irracional em tesourarias alavancadas. Cuidado com esses pivôs radicais: eles funcionam em mercados de alta, mas desmoronam na primeira correção séria.

Fragilidade do Modelo ETHZilla Frente à Realidade

A ETHZilla tentou replicar o sucesso da MicroStrategy com Bitcoin, mas falhou espetacularmente. Enquanto Michael Saylor acumulou BTC com dívida barata em um ativo com suprimento fixo e adoção institucional crescente, a ETH enfrenta diluição via staking e competição de L2s. A queda de 97% nas ações desde agosto reflete não só a volatilidade do ETH — agora em torno de US$ 2.000 —, mas a ilusão de que altcoins suportam tesourarias corporativas públicas.

Agora, a empresa lança ETHZilla Aerospace, tokenizando equity em motores de jatos, um desvio para real-world assets. Isso sugere que até os defensores de ETH reconhecem os limites do modelo puro crypto-treasury. O mercado está ignorando esses sinais: tesourarias de altcoins são apostas alavancadas, vulneráveis a ciclos de baixa como 2018 e 2022.

Contraste com Narrativa Institucional do Goldman Sachs

Enquanto isso, o CEO do Goldman Sachs, David Solomon, admite deter “muito pouco” Bitcoin pessoalmente, mas vê uma tendência de fusão entre finanças tradicionais e cripto, com tokenização no centro. Ele critica regulação excessiva que drena capital do sistema. Mas ações falam mais alto que palavras: Thiel, um dos mais agressivos em tech e crypto, abandona ETHZilla em meio a pressões de mercado.

Esse viés de baixa institucional é um alerta vermelho. A história dos ciclos econômicos — dot-com, crises asiáticas — ensina que otimismo macro ignora riscos micro. Grandes players reduzindo exposição a ETH questiona a tese de ‘fusão total’. Investidores devem monitorar liquidez global e taxas de juros, que pressionam ativos de risco como altcoins.

Implicações para o Mercado Cripto

A saída de Thiel reforça a assimetria: Bitcoin resiste como reserva de valor corporativa, enquanto tesourarias de ETH desmoronam. Com ETH em correção prolongada, o foco em sobrevivência ao bear supera ganhos especulativos. Proteja o capital priorizando fundamentos sobre narrativas eufóricas. O mercado pode ignorar, mas ciclos existem — e este parece testar a resiliência das altcoins.


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Escudo cibernético hexagonal rachado com energia vermelha infiltrando, simbolizando hacks em contas cripto e alertas de scams

Hack na Asobitcoin e Golpes SOU: Riscos Iminentes

A conta oficial no X da Asobitcoin, associação bitcoin de El Salvador, foi hackeada e agora promove uma estafa com vídeo falso de Michael Saylor prometendo 500 BTC e 10 mil ETH. Em paralelo, um executivo da Shiba Inu alerta sobre golpes no novo projeto NFT SOU, com sites falsos e links de phishing para drenar carteiras. É essencial verificar fontes antes de qualquer ação, especialmente em projetos recentes como esses.


Hack na Asobitcoin: Sinais de Alerta no X

É importante considerar que o risco aqui é alto quando contas verificadas são comprometidas. A conta @Asobitcoin foi alterada para @incensiv, uma suposta blockchain de camada 1 falsa. O perfil publicou um post com vídeo gerado por IA mostrando Saylor distribuindo criptomoedas via código QR, uma tática clássica de phishing. Atenção para o fato de que posts antigos da organização ainda permanecem visíveis, o que pode confundir seguidores desatentos.

A Asobitcoin, dedicada à adoção de Bitcoin em El Salvador, não emitiu alerta oficial em outras redes até o momento da redação. Isso reforça a necessidade de canais secundários de verificação. Usuários como Adrián Treviño já avisaram da fraude, mas o dano potencial é grande em um país pioneiro na adoção legal de Bitcoin. Histórico mostra casos semelhantes, como o hack na conta de Gloria Zhao do Bitcoin Core em janeiro.

O risco aqui é que vítimas conectem carteiras ao QR ou links, perdendo fundos irrecuperáveis. Sempre pergunte: isso faz sentido vindo de uma entidade oficial?

Golpes no Projeto SOU da Shiba Inu

O novo projeto SOU (SHIB OWES YOU), lançado para compensar perdas de um exploit em bridge do Shibarium em setembro de 2025 – estimadas em US$ 2-4 milhões em 17 tokens –, já atrai scammers. Lucie, executiva da Shiba Inu, advertiu sobre portais falsos, sites espelho do oficial e links phishing que pedem conexão de wallets para mintar NFTs compensatórios.

Os NFTs SOU são auditados pela Hexens e emitidos na Ethereum, registrando publicamente o que o ecossistema deve aos afetados. No entanto, fraudadores exploram a euforia criando clones maliciosos. O risco aqui é duplo: perda financeira direta e erosão de confiança em mecanismos legítimos de compensação.

Projetos pós-exploit são alvos comuns, pois misturam legitimidade com urgência. Verifique sempre via canais oficiais, como o site principal da Shiba Inu, e evite cliques impulsivos.

Como Identificar e se Proteger

Atenção para estes sinais de contas hackeadas no X:

  1. mudanças abruptas de nome,
  2. posts promocionais de sorteios irreais,
  3. vídeos com IA de figuras conhecidas,
  4. QR codes suspeitos.

Nunca dê permissões a sites sem confirmação por Discord oficial, Telegram ou site verificado.

Para SOU, acesse apenas o portal oficial e valide contratos via Etherscan. Use wallets com aprovações limitadas e monitore transações. Em geral, o princípio é: se parece bom demais, provavelmente é scam. Revogue permissões antigas em sites como Revoke.cash periodicamente.

Esses incidentes destacam vulnerabilidades em redes sociais e projetos emergentes. É possível que mais fraudes surjam; monitore atualizações oficiais.

Lições para Investidores Cripto

Casos como Asobitcoin e SOU lembram que segurança é prioridade sobre oportunidade. O mercado cripto evolui, mas riscos persistem: hacks em contas influentes e exploração de eventos recentes. Proteja seu patrimônio verificando sempre múltiplas fontes e evitando ações precipitadas.

Vale monitorar respostas oficiais da Asobitcoin e Shiba Inu. Fique atento: proteção começa com ceticismo saudável.


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Orbe oráculo DeFi glitchado com cbETH distorcido emergindo de rachadura vermelha, rede hexagonal fragmentando em liquidações massivas

Caos na Moonwell: Erro de IA em Oráculo Gera US$ 1,8 Milhão em Perdas

Um erro de configuração no oráculo Chainlink da Moonwell precificou o cbETH em cerca de US$ 1 em vez de US$ 2.200, gerando US$ 1,8 milhão em dívida inadimplente. Bots de liquidação capturaram 1.096 cbETH (US$ 2,44 milhões), enquanto correções exigiram votação de governança e timelock de cinco dias. É importante considerar os riscos de falhas em oráculos, mesmo em protocolos estabelecidos.


A Falha Técnica no Oráculo

A Moonwell, protocolo de empréstimos DeFi em redes como Base e Optimism, sofreu com uma proposta de governança aprovada que alterou a configuração do oráculo. Em vez de considerar o preço em dólares do ETH aliado à taxa cbETH/ETH (~1,12), o sistema usou apenas essa razão, resultando em um valor irreal de US$ 1,12 para o cbETH. Isso desencadeou liquidações automáticas, pois posições de empréstimo ficaram subcolateralizadas instantaneamente.

Usuários depositaram cbETH como garantia para empréstimos, mas o colapso artificial permitiu que bots liquidassem dívidas mínimas para capturar o ativo. A resposta rápida incluiu cortes em caps de suprimento e empréstimo, mas a correção completa demandou tempo devido a mecanismos de governança. O risco aqui é claro: oráculos são o elo fraco em DeFi, alimentando dados reais para contratos inteligentes imutáveis.

O Perigo do vibe-coding por IA

O incidente ganhou destaque ao se descobrir que o pull request responsável pela mudança, no GitHub da Moonwell, foi co-autorado pela IA Claude Opus 4.6. O termo vibe-coded refere-se a código gerado por IA sem auditoria rigorosa, priorizando velocidade sobre robustez. Commits mostram alta atividade do contribuinte, mas ausência de testes de sanidade de preço, como alertado por especialistas.

É possível que a automação acelere desenvolvimento, mas sem validação humana profunda, erros simples de configuração viram catástrofes. Moonwell acumula três falhas de oráculo em seis meses, totalizando mais de US$ 7 milhões em dívida inadimplente. Isso reforça: dependência de IA em contratos Solidity exige testes automatizados e auditorias independentes para mitigar vulnerabilidades.

Histórico de Riscos na Moonwell

Não é o primeiro tropeço. Em outubro de 2025, discrepância entre feeds Chainlink e DEXs gerou US$ 1,7 milhão em dívida inadimplente durante crash de mercado. Pouco depois, impacto do hack Balancer (US$ 129 milhões) afetou oráculo wrsETH/ETH, adicionando US$ 3,7 milhões. Em 2022, hack Nomad Bridge dizimou TVL em Moonbeam de US$ 100 milhões para US$ 21 milhões.

Um atacante recorrente explora essas brechas, escaneando por valor extraível. Hoje, TVL da Moonwell é de US$ 90 milhões, longe do pico de US$ 380 milhões. Atenção para protocolos com histórico de falhas: eles sinalizam fragilidades sistêmicas, mesmo com governança descentralizada.

O Que Observar para Proteger Seu Patrimônio

Erros como esse zeram posições sem aviso. Verifique sempre a origem dos oráculos — Chainlink é confiável, mas configurações erradas anulam isso. Em novos contratos, busque auditorias múltiplas e histórico de incidentes. Monitore caps de empréstimo e TVL; quedas bruscas indicam problemas. Para DeFi, diversifique colaterais e use posições conservadoras (LTV baixo).

Questão retórica: vale o risco de yield alto em protocolos com oráculos instáveis? Priorize proteção: ferramentas como alertas de liquidação e simulações de estresse salvam patrimônio. Moonwell corrige, mas lições valem para todo ecossistema.


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Cérebro digital etéreo conectado por feixes luminosos a rede DeFi hexagonal com aura protetora, representando convergência IA-Web3 em Solana

OpenAI e Phantom: Cérebro IA na Automação DeFi Segura

Sua carteira pode ganhar um cérebro da OpenAI em breve. A Phantom Wallet lançou servidor MCP para agentes de IA gerenciarem saldos e swaps autonomamente em Solana e outras chains, enquanto a OpenAI, com Paradigm, anunciou o EVMbench — benchmark que testa IAs na detecção e correção de vulnerabilidades em smart contracts EVM. Com US$ 10 milhões em créditos API, o ecossistema avança para DeFi automatizado e seguro. Isso muda como interagimos com blockchain.


Servidor MCP: Ponte para Agentes Autônomos na Phantom

O servidor MCP (Model Context Protocol) da Phantom, lançado em 17 de fevereiro de 2026, atua como uma interface padronizada entre modelos de linguagem grandes (LLMs) e carteiras. Pense nele como um banco de dados distribuído que traduz comandos em linguagem natural — como ‘feche minha posição vendido se o preço subir 5%’ — em transações on-chain.

Os agentes IA acessam saldos e propõem ações, como swaps ou pagamentos programados, sem expor chaves privadas ou seeds. A aprovação final permanece com o usuário, garantindo controle. Suportado em Solana, Ethereum, Bitcoin e Sui, o sistema está em fase beta para desenvolvedores testarem em contas secundárias, evitando riscos. Phantom planeja adicionar trading de futuros perpétuos e mercados preditivos, ampliando o escopo para DeFi avançado.

Essa infraestrutura reflete uma tendência: Coinbase e Lightning Network já integram ferramentas para agentes IA, elevando a atividade em Ethereum via automação de liquidez e decisões.

EVMbench: OpenAI Padroniza Segurança de Contratos

Paralelamente, a OpenAI introduziu o EVMbench, desenvolvido com a Paradigm, para avaliar agentes IA em blockchains EVM-compatíveis. O benchmark cobre três pilares: detecção de fraquezas em smart contracts, simulação de exploits e aplicação de patches corretivos.

É como um ambiente de teste controlado, similar a unit tests em desenvolvimento de software, mas focado em vulnerabilidades reais de tokens e contratos. A OpenAI expandiu o beta privado do Aardvark — um agente de pesquisa em segurança — e alocou US$ 10 milhões em créditos API via Cybersecurity Grant Program, priorizando projetos open-source e infraestrutura crítica.

Essa iniciativa surge após a aquisição da OpenClaw, sinalizando compromisso com agentes autônomos seguros. Métricas de performance permitirão ranquear IAs, fomentando competição e inovação em auditorias automatizadas.

Convergência IA-Blockchain: Automação Segura no Horizonte

A união faz sentido técnico: agentes da Phantom executam estratégias DeFi complexas, mas dependem de contratos robustos testados pelo EVMbench. Isso mitiga riscos como o recente hack na Moonwell, onde um contrato gerado por IA perdeu US$ 1,7 milhão por precificação errada de cbETH.

Para o ecossistema, implica TVL mais eficiente via automação — imagine agentes otimizando yields 24/7 com decisões baseadas em dados on-chain. No entanto, limitações persistem: LLMs ainda erram em cenários edge-case, e a dependência de aprovações humanas equilibra autonomia com segurança.

Usuários ativos em Solana (onde Phantom domina) verão ganhos em UX, enquanto devs ganham ferramentas para construir dApps agentic. O futuro é de protocolos onde IA gerencia capital como um tesoureiro distribuído, mas só se a base técnica for sólida.

Próximos Passos e Monitoramento Técnico

Vale acompanhar commits no GitHub da Phantom para o MCP e leaderboards do EVMbench, que exporão gaps em IAs atuais. Testes iniciais revelarão se a automação escala sem comprometer segurança — métricas como taxa de detecção de exploits acima de 90% serão chave.

Para brasileiros, isso abre portas em exchanges como Binance para integrar wallets agentic, otimizando trades em BRL. O código é lei: inovações reais virão de integrações verificáveis, não hype.


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Personagens cartoon regulador e executivo construindo ponte cyan de stablecoins entre margens EUA-Brasil, celebrando aprovação da Stripe

Stripe Ganha Aprovação para Banco de Stablecoins nos EUA

A filial Bridge da Stripe recebeu aprovação condicional da OCC, regulador federal dos EUA, para se tornar um banco fiduciário nacional especializado em stablecoins. Anunciado em 17 de fevereiro de 2026, isso permite custodiar criptoativos, emitir dólares digitais lastreados e gerenciar reservas sob supervisão direta do governo americano. Para o brasileiro comum, é um passo concreto para pagamentos mais seguros e rápidos com stablecoins, sem o medo de instabilidade ou falta de respaldo.


O Que Essa Aprovação Condicional Significa

A aprovação da OCC para Bridge é como um selo de qualidade federal. Diferente das regras variadas de cada estado americano, um charter nacional vale para todo o país. Se finalizada, a Bridge poderá guardar seus USDC ou USDT como um banco tradicional, emitir novos stablecoins e cuidar do dinheiro que os respalda – tudo fiscalizado pelo governo dos EUA.

Stripe comprou a Bridge por US$ 1,1 bilhão em 2024 e agora alinha isso com a lei GENIUS de stablecoins, assinada por Trump. Empresas como Ripple e Circle já buscam o mesmo status. É condicional: Bridge precisa cumprir exigências rígidas antes de abrir as portas. Pense nisso como uma licença provisória para montar o banco dos dólares digitais.

Para nós no Brasil, onde o dólar oficial pode custar caro em taxas de câmbio, isso traz credibilidade. Stablecoins emitidas por um banco regulado federalmente reduzem o risco de deslastreio ou falhas, como vimos em casos passados.

Impacto Prático no Dia a Dia do Brasileiro

Imagine enviar remessas para a família nos EUA ou pagar compras online sem IOF alto ou burocracia. Com Bridge regulada, plataformas de pagamento como Stripe – que já processa milhões de transações – integram stablecoins com segurança bancária. Para o lojista brasileiro exportando, é mais fácil receber em USDC estável, convertendo para reais sem volatilidade do Bitcoin.

No comércio real, isso abre portas: e-commerces aceitando dólares digitais com garantia federal. Equivale a pagar com cartão de crédito internacional, mas mais barato – taxas podem cair de 6-7% para menos de 1%, dependendo da plataforma. Para quem recebe salário em dólares ou faz freelas, é liquidez instantânea sem bancos tradicionais cobrando altas taxas.

Ainda assim, fique atento: regulação americana não cobre riscos locais, como impostos sobre ganhos ou variações cambiais. Mas o selo OCC dá paz de espírito para usar no cotidiano.

Próximos Passos e O Que Monitorar

Bridge foca em stablecoin-as-a-service: ajudar fintechs e empresas a criarem seus próprios dólares digitais sob regras federais. Espere parcerias com gigantes para custodiar reservas ou soluções prontas para pagamentos globais. Stripe também desenvolve a blockchain Tempo, unindo tradição e cripto.

No Brasil, isso pode influenciar o Banco Central a acelerar regras para stablecoins. Monitore atualizações da Bridge: a aprovação final deve sair em meses, liberando serviços reais. Para você, teste plataformas como Binance ou Mercado Pago que já usam stablecoins – agora com mais confiança no backend.

Acompanhe o site da Stripe para lançamentos. É o momento de experimentar pagamentos em USDC para viagens ou compras, mas sempre com valores que caibam no bolso.


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Personagens cartoon CFTC federal e Nevada estadual em cabo-de-guerra por orbe digital de prediction markets, simbolizando disputa regulatória nos EUA

Guerra CFTC vs Nevada: Luta por Mercados de Previsão

O estado de Nevada processou a plataforma Kalshi por oferecer apostas esportivas ilegais sem licença, desafiando diretamente a autoridade exclusiva da Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC) sobre mercados de previsão. No mesmo dia, a CFTC apresentou um escrito amicus curiae defendendo sua jurisdição federal em caso similar envolvendo Crypto.com. Esse embate entre regulação estadual e federal pode redefinir o futuro dos prediction markets na Web3 americana.


Nevada Classifica Contratos como Apostas Ilegais

A Junta de Controle de Jogos de Nevada acionou a Kalshi no Tribunal de Distrito de Carson City em 17 de fevereiro de 2026, alegando que os “contratos de eventos” da plataforma — como previsões sobre resultados esportivos — violam leis estaduais de jogo, incluindo estatutos como NRS 463.0193 e 465.092. Os reguladores destacam o volume recorde na Kalshi durante o Super Bowl, 27 vezes maior que no ano anterior, ameaçando a indústria de jogos de US$ 15 bilhões do estado.

Nevada argumenta que essas operações expõem residentes a riscos sem as proteções de licenças locais, posicionando os mercados de previsão como forma de jogo, não como instrumentos financeiros. A Kalshi, por sua vez, busca transferir o caso para corte federal, invocando a preeminência da Lei de Intercâmbio de Commodities e a supervisão exclusiva da CFTC.

CFTC Reivindica Jurisdição Exclusiva Federal

Paralelamente, a CFTC protocolou um escrito amicus curiae na Corte de Apelações do Nono Circuito, apoiando a apelação da Crypto.com contra Nevada. Sob a liderança do presidente Michael Selig, a agência afirma que contratos de eventos são derivados de commodities regulados federalmente desde 1992, conforme a Lei Dodd-Frank. Selig criticou ações estaduais como “poder excessivo que ignora a lei e décadas de precedentes”, prometendo defender o acesso americano a esses mercados.

Essa postura marca uma reversão da CFTC, que em 2024 propôs banir certos event contracts. Agora, a agência vê prediction markets como ferramentas de hedge de riscos, semelhantes a futuros agrícolas, essenciais para integridade econômica.

Conflito Jurisdicional e Implicações para Web3

O cerne da disputa é classificar prediction markets — plataformas como Kalshi e Polymarket — como apostas (estadual) ou derivativos financeiros (federal). Estados como Maryland, Nova Jersey e Tennessee emitiram ordens semelhantes, criando um mosaico regulatório que fragmenta o acesso nacional. Nevada também processou a Coinbase por parceria com Kalshi.

Para a Web3, o desfecho é crucial. Vitória da CFTC legitimaria esses mercados descentralizados como inovação financeira, facilitando adoção mainstream e integrando blockchain à economia tradicional. Derrota poderia impor 50 regimes estaduais, sufocando plataformas globais. Autoridades federais alertam que interferências locais desestabilizam mercados, enquanto estados protegem sua soberania sobre jogos.

Perspectiva Global e Impacto para Investidores

Esse embate reflete tensões geopolíticas mais amplas na regulação cripto. Nos EUA, decisões em Washington e Carson City ecoam debates na UE sobre MiCA e na Ásia sobre stablecoins. Para investidores brasileiros, o precedente americano influencia fluxos globais: prediction markets ganharam tração pós-eleições 2024, com milhões apostados em Polymarket. Vale monitorar o Nono Circuito, pois um ruling favorável à CFTC poderia acelerar maturidade da Web3, beneficiando ecossistemas descentralizados mundialmente.


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Oficial russo cartoon esmagando Telegram com martelo versus executivo americano entregando ETF eleitoral à SEC, ironia geopolítica na Web3

Rússia: Cerco ao Telegram vs. Bitwise: ETFs Eleitorais nos EUA

Enquanto o governo russo pressiona o Telegram com o bloqueio de mais de 7,46 milhões de canais e grupos desde janeiro, autoridades locais ponderam um banimento total a partir de 1º de abril. Em contraste diametral, a gestora Bitwise protocolou na SEC propostas para ETFs rastreando mercados de previsão eleitorais americanas de 2026 e 2028, sob a marca ‘Prediction Shares’. Essa ironia destaca tensões globais entre controle estatal da informação e financeirização regulada na Web3.


O Aperto Regulatório Russo no Telegram

O Telegram, com 93,6 milhões de usuários mensais na Rússia — segundo app mais popular atrás do WhatsApp —, enfrenta desacelerações de tráfego e bloqueios massivos. Segundo Andrey Svintsov, vice-presidente do Comitê de Política de Informação da Duma Estatal, a plataforma bloqueou 238.800 canais em 15 de fevereiro e 187.300 em 16 de fevereiro, totalizando mais de 7,46 milhões desde o início do ano. Autoridades citam descumprimento de exigências como abertura de entidade legal local, armazenamento de dados em território russo, pagamento de impostos e remoção de conteúdo proibido.

Embora Svintsov afirme que o Telegram iniciou cumprimento ativo e pode evitar o bloqueio antes de abril, relatórios indicam preparativos para restrições totais pelo Roskomnadzor. Paralelamente, o WhatsApp foi completamente bloqueado, com domínios removidos do DNS, impulsionando o mensageiro estatal Max e alternativas como o imo americano. Usuários recorrem massivamente a VPNs, sinalizando um ‘êxodo digital’ forçado que compromete a liberdade de informação, especialmente em canais independentes cruciais para a Web3.

Bitwise e a Financeirização das Eleições Americanas

Do outro lado do Atlântico, a Bitwise Asset Management, sediada em San Francisco, busca replicar o sucesso dos ETFs de Bitcoin com produtos para mercados de previsão. A gestora protocolou na SEC dois ETFs para a eleição presidencial de 2028 — um apostando em vitória democrata, outro republicana — e quatro para as midterms de 2026, cobrindo Câmara e Senado. Cada fundo investirá em apostas de plataformas como Polymarket, permitindo exposição regulada sem acesso direto aos mercados descentralizados.

Os mercados de previsão ganharam proeminência nas eleições recentes, processando volumes mensais de US$ 10 bilhões. Assim como ETFs de cripto democratizaram investimentos institucionais, esses produtos visam atrair capital tradicional para apostas eleitorais, testando o modelo nas midterms antes da Casa Branca em 2028.

Contrastes Geopolíticos e Riscos na Web3

Essa dicotomia reflete narrativas globais divergentes: na Rússia, regulação como ferramenta de controle informativo, afetando canais de notícias e discussões cripto; nos EUA, via verde para inovação financeira que transforma eleições em ativos negociáveis. Para investidores brasileiros, o impacto é duplo: restrições russas podem acelerar migração para blockchains resistentes à censura, enquanto ETFs da Bitwise sinalizam maturidade regulatória, potencialmente influenciando fluxos globais de capital.

O ‘êxodo digital’ russo, via VPNs e apps alternativos, expõe vulnerabilidades da Web3 à soberania digital estatal. Autoridades de múltiplas jurisdições monitoram, questionando se mercados de previsão regulados aceleram a commoditização de eventos políticos ou oferecem eficiência informacional superior.

Implicações para Investidores Globais

Investidores devem observar como decisões em Moscou e Washington moldam o ecossistema cripto. Bloqueios russos testam resiliência de mensageiros descentralizados integrados a TON, enquanto aprovações da SEC podem validar mercados de previsão como nova classe de ativos, atraindo bilhões. Vale monitorar volumes em Polymarket e adesão a VPNs na Rússia para avaliar tendências macro.


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Executivos cartoon de eToro com troféu 69M e Palantir rumo a Miami se cumprimentando, superando queda em cripto com lucros recordes

eToro Registra Lucro Recorde de US$ 69 Milhões no Q4 Apesar de Queda em Cripto

A plataforma de trading eToro reportou lucro líquido recorde de US$ 69 milhões no quarto trimestre de 2025, superando expectativas apesar de uma queda de 38% na receita de criptomoedas. Em paralelo, a Palantir anunciou a transferência de sua sede de Denver para Miami, impulsionada por incentivos fiscais, com ações PLTR avançando para US$ 133,02 no pregão e US$ 136,06 pré-mercado, conforme resultados recentes. Os dados destacam a resiliência do setor financeiro e tecnológico.


Resultados do Q4 da eToro: Diversificação em Foco

Os números do quarto trimestre mostram que a eToro alcançou um lucro líquido de US$ 69 milhões, um recorde histórico para a empresa. Apesar da receita de cripto ter caído 38% — e em algumas estimativas até 50% —, o desempenho geral foi impulsionado por outras verticais, como ações tradicionais e outros ativos. As ações da eToro registraram alta significativa após o anúncio, refletindo confiança dos investidores na estratégia diversificada da plataforma.

Os dados indicam que o total de ativos sob gestão (AUM) e o volume de negociações cresceram, compensando a volatilidade no mercado de criptomoedas. Essa performance ocorre em um contexto de 2025 marcado por oscilações nos preços de ativos digitais, onde a diversificação provou ser um fator chave para a rentabilidade.

Mudança da Palantir para Miami: Incentivos Fiscais e Crescimento

A Palantir Technologies confirmou a relocação de sua sede corporativa de Denver para Miami, alinhando-se a uma tendência de empresas tech migrando para a Flórida. O estado oferece um ambiente regulatório favorável e impostos mais baixos, atraindo gigantes como Apple, Amazon e Microsoft. Após resultados fortes no quarto trimestre, que superaram expectativas, as ações PLTR subiram, fechando em US$ 133,02 e atingindo US$ 136,06 no pré-mercado.

No ano até o momento, o PLTR acumula queda de 25%, mas apresenta ganhos de 11,63% nos últimos 12 meses e impressionantes 1.300% em três anos. A mudança estratégica reforça o foco em expansão, especialmente em analytics de dados e IA, setores de alto crescimento para a companhia.

Implicações para o Setor Financeiro e Tech

Os dados de eToro e Palantir ilustram a vitalidade do ecossistema financeiro e tecnológico. Enquanto a eToro demonstra que plataformas multi-ativos resistem a ciclos baixistas em cripto, a Palantir capitaliza vantagens fiscais para sustentar crescimento de longo prazo. Analistas debatem a valuation elevada do PLTR, com P/E ratio alto, mas o revenue growth consistente sugere potencial de continuidade.

No curto prazo, investidores monitoram níveis de suporte em torno de US$ 130 para PLTR e a recuperação de receita cripto na eToro. Esses movimentos ocorrem em meio a um mercado amplo com volatilidade, onde diversificação e eficiência operacional emergem como padrões replicáveis.


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Barreira digital Bitcoin sob ataque quântico roxo com nós Ethereum staking rachados e vazios, ilustrando riscos de segurança debatidos

Segurança em Xeque: Quânticos no BTC e Staking ETH em Debate

A proposta de congelar endereços Bitcoin antigos, incluindo o suposto 1 milhão de BTC de Satoshi Nakamoto, ganhou tração para mitigar riscos de ataques quânticos. Paralelamente, o anúncio de 50% de ETH em staking pelo Santiment gerou controvérsia: especialistas afirmam que a taxa real ativa é de cerca de 30%. Esses debates técnicos questionam a robustez das maiores blockchains. Para o investidor de longo prazo, entender o que está em jogo é essencial: criptografia vulnerável no Bitcoin e métricas enganosas no Ethereum.


Ameaça Quântica ao Bitcoin: O Que É?

O Bitcoin depende da criptografia de curva elíptica (ECDSA) para proteger chaves privadas. Computadores clássicos não conseguem quebrá-la em tempo viável, mas computadores quânticos mudam isso. Usando o algoritmo de Shor, eles podem derivar chaves privadas de chaves públicas expostas em transações on-chain. Endereços pay-to-public-key (P2PK) ou pay-to-public-key-hash (P2PKH) antigos revelam a chave pública ao gastar fundos, tornando-os vulneráveis permanentemente.

Ki Young Ju, fundador da CryptoQuant, estima que 6,89 milhões de BTC (cerca de 25% do suprimento circulante) estão expostos. Desses, 3,4 milhões de BTC estão dormentes há mais de uma década, incluindo o hoard de Satoshi. Se quânticos avançarem, atacantes poderiam roubar esses fundos, motivados por bilhões em valor. O risco não é iminente — estima-se 5-10 anos —, mas exige preparação proativa.

Proposta de Congelamento: Viável Tecnicamente?

A solução sugerida é um upgrade quântico-resistente no protocolo Bitcoin, que congele endereços vulneráveis. Isso envolveria uma regra de consenso soft fork ou hard fork para invalidar transações de chaves públicas expostas pré-upgrade. Tecnicamente factível via mudanças no script de validação, mas o desafio é o consenso social. A comunidade Bitcoin resiste a alterações centrais, como visto no block size debate (anos de discussão) e SegWit2x (falhou).

Congelar coins dormentes conflita com princípios de descentralização e controle individual. Pode levar a forks rivais: uma cadeia quântico-segura vs. original. Ju alerta que moedas “seguras hoje” podem virar alvo amanhã se chaves privadas não migrarem a tempo. Para holders de longo prazo, monitorar propostas BIP (Bitcoin Improvement Proposals) é crucial.

Staking Ethereum: 50% É Real?

O Beacon Deposit Contract, gateway para proof-of-stake (PoS) desde o Merge (2022), acumula depósitos totais. Santiment reportou 50,18% do ETH emitido historicamente (mais de 80 milhões de ETH) passando por ele. Porém, desde o Shanghai upgrade (2023), saques são permitidos: validators saem e ETH volta à circulação via minting na execution layer, sem reduzir o saldo do contrato.

Luke Nolan (CoinShares) chama de “materialmente misleading”: 37 milhões de ETH (~30-31% do suprimento total de 120 milhões de ETH) estão ativamente staked, segundo Ethplorer e CryptoQuant. Aleksandr Vat confirma 30,8%. O 50% é cumulativo, não locked atual, superestimando o impacto na oferta circulante.

Implicações para Segurança e Economia

No Bitcoin, a ameaça quântica testa a resiliência: upgrades como post-quantum cryptography (ex: lattice-based) demandam migração massiva. Falha pode erodir confiança. No Ethereum, staking crescente (de grandes como Bitmine e ETFs) fortalece segurança via mais validators, mas concentra poder — risco de centralização. Métricas precisas importam: 30% reflete compromisso real, posicionando ETH como “digital bond” com yield.

Para investidores, foque em on-chain verificável: Dune Analytics para staking ETH, Glassnode para dormancy BTC. Esses debates reforçam: blockchains evoluem, mas dependem de transparência técnica e consenso comunitário.


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