Personagens cartoon de SEC e CFTC puxando cabo de guerra por lei cripto, com trader frustrado da Coinbase, ilustrando impasse no Senado EUA

Impasse em Washington: Lei Cripto do Senado Adiada por Meses

O projeto de lei cripto do Senado americano foi adiado por semanas ou meses após a Coinbase retirar seu apoio, forçando o Comitê Bancário a priorizar iniciativas de moradia ligadas à agenda de Trump. A disputa entre SEC (valores mobiliários) e CFTC (commodities) sobre supervisão de ativos digitais trava o consenso, enquanto o assessor de Trump, Patrick Witt, pede apoio bipartidário. Por que a regulamentação cripto nos EUA travou? Entenda o jogo de xadrez em Washington.


Motivos do Atraso: Ritmo Lento de Washington

O Comitê Bancário do Senado adiou indefinidamente o markup do bill de estrutura de mercado cripto, originalmente previsto para esta semana. A decisão veio após a Coinbase, maior exchange dos EUA, anunciar que não endossava mais o texto “como está”. Críticas focam em provisões que enfraqueceriam a autoridade da CFTC, restringiriam DeFi e limitariam recompensas em stablecoins — itens vistos como essenciais para inovação.

O setor bancário tradicional também pressiona por restrições a produtos cripto com rendimento, temendo perda de depósitos. Com eleições de meio de mandato no horizonte, senadores priorizam temas eleitorais como acessibilidade habitacional, alinhados às metas de Trump. Analistas preveem adiamento até fevereiro ou março, conforme reportagens da Bloomberg.

Esse “ritmo de Washington” reflete a complexidade legislativa: bills precisam de 60 votos no Senado para superar obstruções, exigindo coalizões frágeis em um ambiente polarizado.

Disputa de Poder: SEC vs. CFTC

A essência do impasse reside na divisão regulatória. A SEC, sob Gary Gensler, classifica muitos tokens como securities, sujeitos a regras rigorosas de registro e disclosure. Já a CFTC regula commodities e derivativos, defendendo supervisão mais leve para spot markets cripto.

O draft atualizado do Comitê de Agricultura expande poderes da CFTC sobre ativos digitais, removendo provisões de AML para developers não controladores e debates sobre stablecoins. No entanto, divergências persistem em DeFi descentralizado e recompensas, bloqueando consenso. O Comitê Bancário e Agricultura devem reconciliar versões concorrentes antes de um bill unificado.

Essa disputa regulatória afeta a competitividade global dos EUA: atrasos beneficiam jurisdições como UE (MiCA) e Singapura, que avançam em clareza regulatória.

Patrick Witt e a Busca por Bipartidarismo

Patrick Witt, diretor executivo do conselho de ativos digitais da Casa Branca, interveio via X, descrevendo clareza regulatória como “questão de quando, não se”. Ele nota semelhanças do draft com o House CLARITY Act, apoiado por 40% dos democratas na Câmara, incluindo Pelosi e Lieu. Witt elogia concessões a Cory Booker e transparência de John Boozman.

O markup do Comitê de Agricultura está marcado para 27 de janeiro, mas sem o apoio de democratas, o texto partidário pode falhar. Witt alerta: sem cooperação, futuras versões serão menos favoráveis à indústria.

Reações variam: Paul Grewal (Coinbase CLO) vê base sólida; Crypto Council elogia proteções ao consumidor.

Implicações Globais e Próximos Passos

O atraso expõe fragilidades na adoção cripto nos EUA, líder econômico mundial. Trump mencionou em Davos esperança de assinatura rápida, mas sem timeline clara. Investidores monitoram reconciliação dos bills e impacto em mercados: clareza impulsionaria inovação; demora aumenta incertezas.

Para brasileiros, isso reforça a necessidade de diversificação regulatória global, com Brasil avançando em PL 4.401 via Câmara.


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Baleia surreal de circuitos antigos emergindo de abismo digital arrastando BTC dourados, simbolizando holder de 2013 despertando após 13 anos

Baleia de 2013 Desperta e Move R$ 430 Mi em BTC Após 13 Anos

O despertar de uma baleia da era Satoshi: após 13 anos inativa, um endereço acumulador de 2012-2013 transferiu 909,38 BTC, equivalentes a US$ 81 milhões (R$ 430 milhões) na data do movimento. Esse evento on-chain coincide com dados que mostram novas baleias superando a velha guarda, controlando US$ 130 bilhões em BTC contra US$ 126 bilhões dos holders antigos, gerando uma pressão de oferta de US$ 6 bilhões. O que essa gigante de 2013 sabe que o mercado atual ignora?


Movimento da Baleia Antiga

Os 909,38 BTC foram movidos de um endereço específico (1A2hqHVSUERAT3t1yJ7ggYCQccvH6pZGZm) na segunda-feira, 19 de janeiro de 2026, após período de inatividade superior a 13 anos. Esses bitcoins foram acumulados entre dezembro de 2012 e abril de 2013, quando o BTC oscilava entre US$ 13 e US$ 250. Embora não atinja o patamar clássico de 1.000 BTC para ser considerada baleia plena, o volume representa um ativo significativo no atual patamar de preços.

Dados da Arkham Intelligence confirmam a transação, destacando o reposicionamento ou possível realização de lucros em meio à volatilidade recente. Com o Bitcoin negociado próximo a US$ 89.000, movimentos como esse de holders da ‘era inicial’ reacendem debates sobre distribuição de supply antigo para novas mãos.

Novas Baleias Dominam o Controle

Análises on-chain da CryptoQuant revelam uma inversão histórica: investidores com mais de 1.000 BTC há menos de 155 dias (novas baleias) detêm US$ 130 bilhões em valor, superando os US$ 126 bilhões das baleias antigas. Essa coorte inclui instituições como MicroStrategy, Twenty One Capital (com 43.514 BTC, ou US$ 3,91 bilhões) e ETFs de Bitcoin nos EUA, que acumularam US$ 116,59 bilhões em ativos.

O custo médio de aquisição dessas novas baleias gira em torno de US$ 98.000 por BTC. Com o preço atual abaixo disso, há cerca de US$ 6 bilhões em perdas não realizadas, criando um overhang de oferta que pode prolongar a consolidação lateral do mercado.

Pressão de Oferta e Tug-of-War On-Chain

Esse choque geracional resulta em um ‘tug-of-war’ interno: enquanto acumuladores estratégicos como MicroStrategy veem quedas como oportunidades de compra, outras novas baleias pressionadas podem optar por vendas, distribuindo supply contra a convicção altista. Especialistas como Allen Ding, da Bitfire, descrevem o período como uma ‘troca brutal de fichas’, com liquidez migrando de especuladores para instituições de longo prazo insensíveis a preços.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 472.405 às 20h01 desta quinta-feira (22/01), com variação de -1,24% em 24h e volume de 189,97 BTC. Essa dinâmica explica a choppiness atual, apesar de melhoras macro como o recuo de Trump em tarifas.

Implicações e Monitoramento

A absorção dessa oferta redistribuída por ‘baleias fortes’ (instituições) deve definir o próximo rompimento. Dados on-chain sugerem resiliência líquida, mas o conflito interno domina sobre fatores externos. Investidores devem rastrear métricas como unrealized losses de novas baleias e fluxos para ETFs. Eventos como o de 19/01 indicam que a velha guarda ainda influencia, testando a dominância dos novatos. Vale monitorar endereços inativos para sinais de mais ‘despertares’.


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Personagens cartoon evadindo muro de sanções com carrinho de stablecoins USDT e A7A5, expondo US$100 bi em burla por Rusya e Irã

Rússia e Irã Evadem Sanções com US$ 100 Bi em Stablecoins

Um relatório da Elliptic revela que o stablecoin russo A7A5, atrelado ao rublo, processou mais de US$ 100 bilhões em transações em menos de um ano, servindo como ponte para o USDT e burlando sanções ocidentais. Enquanto isso, o Banco Central do Irã acumulou US$ 507 milhões em USDT para intervenções cambiais, mas viu carteiras congeladas pela Tether. Esses fluxos expõem como cripto vira duto de evasão sob o nariz de EUA, UE e Reino Unido.


A7A5: A Ponte Rublo-USDT de US$ 100 Bilhões

O stablecoin A7A5, emitido em blockchains Ethereum e Tron, acumulou 250 mil transações entre 41.300 carteiras desde o lançamento em 2025. Com volume de exchange de US$ 17,3 bilhões, principalmente em pares A7A5/RUB (US$ 11,2 bilhões) e A7A5/USDT (US$ 6,1 bilhões), atuou como ferramenta para converter rublos em dólares sintéticos, facilitando comércio cross-border sob sanções pós-invasão da Ucrânia.

Em circulação, há 42,5 bilhões de A7A5, equivalentes a US$ 547 milhões. A estrutura permitiu a russos movimentarem valores sem exposição prolongada a carteiras rastreáveis, isolando o ativo do ecossistema cripto global mais amplo, onde a Rússia tem 20 milhões de usuários e US$ 376 bilhões em recebimentos anuais.

Sanções Freiam o Ímpeto Russo

A atividade do A7A5 explodiu inicialmente, com picos diários de US$ 1,5 bilhão, mas desacelerou para US$ 500 milhões após sanções dos EUA em agosto 2025, seguidas por Reino Unido, UE e bloqueio na Uniswap em novembro. Não há emissões significativas desde julho 2025. A liquidez USDT para A7A5 despencou, limitando seu papel como ponte.

Entidades russas foram sancionadas por facilitar evasão via cripto, com colaboração Elliptic-Tether congelando USDT na exchange Garantex em março 2025. Apenas o emissor do A7A5 pode blacklistar endereços, destacando limites de stablecoins não-dólar em finanças sancionadas.

Irã: USDT para Resgatar o Rial, mas Congelado

Paralelamente, o Banco Central iraniano (CBI) usou US$ 507 milhões em USDT para intervenções FX no Nobitex, injetando liquidez dólar no mercado local e criando ‘eurodólares digitais off-book’ para liquidação de importações/exportações. Após hack no Nobitex em junho 2025, migraram para bridges cross-chain e DEXs.

A Tether congelou US$ 37 milhões em carteiras CBI em 15 de junho 2025, demonstrando o controle centralizado de emissores sobre stablecoins. A transparência on-chain permitiu rastreio, apesar das tentativas de ofuscação.

Transparência vs. Controle: Lições para o Mercado

Esses casos ilustram o dualismo das stablecoins: burlando bancos tradicionais, mas vulneráveis à análise blockchain e blacklists de emissores. Rússia e Irã testam limites, mas sanções e congelos mostram enforcement possível. Para traders, vale monitorar riscos de compliance em fluxos sancionados, enquanto reguladores intensificam vigilância sobre USDT e similares.


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Baleias institucionais cartoon emergindo de oceano BTC, carregando tesouros, simbolizando acumulação por Saylor, BlackRock e Strive

Baleias Institucionais: Saylor, BlackRock e Strive Movem Bilhões em BTC

Enquanto o Bitcoin testa suportes em torno de US$ 89 mil, baleias institucionais demonstram apetite insaciável. A MicroStrategy de Michael Saylor adquiriu quase US$ 3,4 bilhões em BTC nas últimas duas semanas e sinaliza mais compras. BlackRock movimentou US$ 430 milhões em Bitcoin e Ether para a Coinbase Prime, em operações rotineiras de ETFs. Strive, de Vivek Ramaswamy, planeja captar US$ 150 milhões para dívidas e acumulação adicional. Esses fluxos destacam a acumulação silenciosa dos grandes participantes.


Michael Saylor Acelera Aquisições

Michael Saylor, presidente executivo da MicroStrategy, postou no X: “Pensando em comprar mais bitcoin”. A companhia, conhecida por sua estratégia agressiva de tesouraria em BTC, comprou aproximadamente US$ 3,4 bilhões nas últimas duas semanas, elevando seu total para 709.715 BTC, avaliados em mais de US$ 60 bilhões. Os recursos vieram de emissões de ações comuns e preferenciais.

Esse ritmo contrasta com uma breve desaceleração recente. Tradicionalmente, Saylor sinaliza compras aos fins de semana, mas o post de quinta-feira indica continuidade mesmo com o BTC consolidando abaixo de US$ 90 mil. As ações da MSTR caem 1,4%, refletindo volatilidade, mas a confiança na reserva de valor persiste.

BlackRock: Fluxos Operacionais de ETFs

Carteiras ligadas aos ETFs de Bitcoin (IBIT) e Ether (ETHA) da BlackRock transferiram mais de US$ 430 milhões para a Coinbase Prime. Foram cerca de 3.070 BTC (US$ 276 milhões) e 52.800 ETH (US$ 157 milhões).

Esses movimentos coincidem com saídas recordes de ETFs: US$ 709 milhões em BTC e US$ 298 milhões em ETH, incluindo US$ 356 mi e US$ 250 mi da BlackRock. Especialistas esclarecem: trata-se de liquidações operacionais por resgates de participantes autorizados, não vendas discricionárias. Similar a transferências de 13 de janeiro, não sinalizam despejo, mas gerenciam exposição institucional.

Strive Expande Tesouraria Bitcoin

A Strive, cofundada por Vivek Ramaswamy, anunciou oferta de até US$ 150 milhões em ações preferenciais perpétuas (SATA) para quitar dívidas da subsidiária Semler Scientific e comprar mais Bitcoin. Inclui recompra de notas conversíveis de 4,25% e empréstimos com Coinbase Credit.

Negociações privadas de troca dívida-equity podem reduzir o tamanho da oferta. Após adquirir a Semler, Strive terá 12.797,9 BTC. A SATA oferece dividendo inicial de 12,25% anual, ajustável. Em 2025, captou US$ 750 mi e US$ 500 mi para estratégias Bitcoin.

Fluxo de Capital Institucional Persiste

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 472.804,86 (-1,34% em 24h) reflete cautela do varejo, mas dados on-chain mostram acumulação por gigantes. MicroStrategy, BlackRock e Strive representam bilhões em inflows, desmistificando pânico de vendas. Investidores devem monitorar ETF flows e tesourarias corporativas para sinais de suporte em níveis críticos.


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Personagens cartoon de Trump e JP Morgan em confronto sobre balança judicial, com volumes 5B e 5T da Índia, simbolizando disputa geopolítica cripto

Trump vs JP Morgan: Guerra por US$ 5 Bilhões e Orçamento Cripto na Índia

O presidente Donald Trump processou o JP Morgan e seu CEO Jamie Dimon por US$ 5 bilhões, alegando banimento bancário (debanking) motivado por razões políticas após os eventos de 6 de janeiro de 2021. Essa ação judicial ressoa com as queixas da indústria cripto sobre exclusão financeira sob o governo Biden. Paralelamente, a Índia enfrenta um momento decisivo no Orçamento 2026, com US$ 5 trilhões em volume de trading cripto offshore em jogo, destacando a colisão global entre bancos, governos e a liberdade financeira.


Detalhes do Processo Contra JP Morgan

A ação, ajuizada na Flórida nesta quinta-feira (22/01/2026), acusa o banco de fechar contas da família Trump em 2021 por “motivações políticas e crenças ‘woke'”. Trump havia ameaçado o processo publicamente dias antes, revertendo declarações anteriores em que culpava reguladores do governo Biden, não executivos bancários.

Essa mudança de narrativa coloca a responsabilidade diretamente na liderança do JP Morgan. O banco, maior de Wall Street, não comentou imediatamente. O caso ganha relevância geopolítica ao expor tensões entre poder executivo e instituições financeiras tradicionais, um tema sensível para o mundo cripto que vê nos bancos gatekeepers de acesso ao sistema.

Historicamente, a família Trump citou o debanking como motivador para abraçar criptomoedas, promovendo-as como alternativa descentralizada sem intermediários centralizados.

Debanking: A Dor da Indústria Cripto

O debanking é uma ferida aberta no ecossistema cripto. Líderes do setor alegam “Operation Chokepoint 2.0”, uma suposta campanha secreta do governo Biden para excluir empresas cripto de serviços bancários essenciais. Trump respondeu com uma ordem executiva em agosto de 2025, proibindo debanking por visões políticas ou envolvimento com ativos digitais.

Reguladores federais sob Trump adotaram políticas explícitas contra essas práticas, alinhando o governo à narrativa cripto de liberdade financeira. Trump, em entrevista ao Decrypt em junho de 2025, descreveu bancos como “muito hostis” devido à política, mas enfatizou o controle regulatório sobre executivos.

Essa batalha reflete uma guinada geopolítica: dos EUA, onde Trump usa o caso para consolidar apoio pró-cripto, a economias emergentes pressionadas por similares exclusões.

Índia: US$ 5 Trilhões Offshore no Orçamento 2026

Com cerca de 100 milhões de usuários cripto, a Índia gera volumes massivos, mas sem framework regulatório claro. Estima-se que US$ 5 trilhões em trading migraram para exchanges offshore entre outubro de 2024 e 2025, fugindo de impostos de 30% sobre lucros e 1% TDS.

O Orçamento 2026, apresentado em breve, é visto como “make or break”. A comunidade espera redução de fricções fiscais, regras para atividades permitidas e reconhecimento de cripto na visão econômica nacional. Exchanges como Coinbase planejam relançar fiat ramps, sinalizando otimismo.

Executivos como Abhay Agarwal (GetBit) e Nischal Shetty (WazirX) defendem políticas que retêm capital doméstico, posicionando a Índia como líder em ativos digitais. Sem ação, o país perde receita fiscal, empregos e vantagem competitiva em uma economia projetada para US$ 5 trilhões.

Colisão Global: Bancos vs Liberdade Financeira

Os casos de Trump e Índia ilustram uma tensão macro: governos e bancos tradicionais colidem com a descentralização cripto. Nos EUA, debanking político ameaça neutralidade financeira; na Índia, indecisão regulatória drena volumes para jurisdições estrangeiras.

Geopoliticamente, isso redefine poder: quem controla o acesso ao dinheiro? Cripto surge como contraponto, mas depende de clareza regulatória para maturidade. Investidores devem monitorar o julgamento Trump e o Orçamento indiano como indicadores de direção global.


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Ponte de vidro translúcido ligando skyline Wall Street dourado a rede Solana cyan, com fluxos de tokens e smartphone, simbolizando tokenização de ações pela Ondo

Wall Street na Solana: Ondo Traz 200+ Ações Tokenizadas

A Ondo Finance lançou mais de 200 ações tokenizadas e ETFs americanos na Solana em 21 de janeiro de 2026, trazendo Wall Street para a blockchain mais rápida do cripto. Gigantes como NVDA, AAPL e META, além de ETFs como SPY e QQQ, agora estão disponíveis com negociações 24/7, fees mínimas e liquidez instantânea. Para brasileiros, isso significa acesso prático a ativos globais via DeFi, sem corretoras tradicionais.


Como Funcionam as Ações Tokenizadas na Solana

As ações tokenizadas da Ondo replicam o preço em tempo real de papéis americanos e ETFs, permitindo propriedade fracionada e trades contínuos. Usuários na Solana, com seus 2,8 milhões de carteiras diárias ativas, podem comprar frações de NVDA ou AAPL com liquidação em segundos, swaps em um clique e mint/redeem durante o horário de mercado.

Ondo Global Markets se torna o maior emissor de real-world assets (RWA) na rede por variedade de ativos. Isso abre portas para investidores globais, especialmente não-americanos, que enfrentam barreiras regulatórias ou custos altos em bolsas tradicionais. Na prática, conecte sua wallet Solana e troque stablecoins por exposição a blue-chips sem sair do ecossistema DeFi.

Desde setembro de 2025, a Ondo acumula US$ 460 milhões em TVL e US$ 6,8 bilhões em volume, provando tração real no setor.

Por Que a Solana Está no Centro dos RWAs

A escolha da Solana como hub para RWAs faz sentido: rede rápida, barata e com TVL de RWAs acima de US$ 1 bilhão, um recorde recente. Projetos como xStocks já competem, mas a Ondo quadruplica a oferta, atraindo mais liquidez e usuários. Brasileiros ganham com isso: imagine diversificar portfólio com ações de IA, EVs e commodities ouro/prata, tudo on-chain e 24 horas.

Para o dia a dia, basta uma wallet como Phantom ou Backpack, fundos em USDC ou USDT, e pronto: exposição a Wall Street na palma da mão, sem burocracia de corretoras internacionais.

Stablecoins e o Boom em Mercados Emergentes

Um relatório da S&P Global reforça o timing perfeito: stablecoins em dólar podem crescer para US$ 730 bilhões em 45 economias emergentes, de atuais US$ 70 bilhões. Em países como Brasil, Argentina e Turquia, com inflação alta, elas podem representar 10-20% dos depósitos bancários.

Drivers incluem proteção de riqueza, remessas e comércio. Para brasileiros, isso significa usar stablecoins como ponte para comprar tokens de ações na Solana, blindando o real da desvalorização e acessando yields em DeFi simultaneamente.

O Que Isso Muda no Seu Dia a Dia

Praticamente, o futuro chegou: troque reais por SOL ou USDC na sua exchange favorita, conecte à Solana e invista em Wall Street via DeFi. Monitore o token ONDO, negociado a ~US$ 0,34 com viés de alta pós-anúncio. Vale testar em pequenas posições para entender o fluxo. Fique de olho na liquidez e regulamentações locais, mas a barreira de entrada caiu drasticamente.


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Personagens cartoon em pista de corrida: Ásia acelerando com carro neon ETF à frente de EUA burocrático parado, simbolizando liderança em cripto

Ásia Acelera ETFs Cripto: Tailândia e HK Deixam EUA para Trás

Enquanto o Senado dos EUA hesita em aprovar leis cripto, a Tailândia finaliza regras para ETFs de Bitcoin e futuros de cripto visando o início de 2026. Paralelamente, em Davos, o ex-CEO da Binance, Changpeng Zhao (CZ) assessora uma dúzia de governos sobre tokenização de ativos estatais. Hong Kong também acelera aprovações para stablecoins, sinalizando migração do eixo de poder cripto para a Ásia.


Tailândia se Posiciona como Hub Cripto Asiático

A Comissão de Valores Mobiliários (SEC) tailandesa confirmou a elaboração de diretrizes abrangentes para ETFs de Bitcoin e produtos tokenizados, além de negociação de futuros na Thailand Futures Exchange (TFEX). O framework reconhecerá ativos digitais como classe oficial sob a lei de derivativos, facilitando custódia segura e liquidez.

Desde junho de 2024, a Tailândia aprovou o primeiro ETF spot de Bitcoin, inicialmente para institucionais, com expansão para Ether e cestas diversificadas prevista. Investidores poderão alocar até 4-5% de portfólios em cripto. Adicionalmente, a SEC planeja mecanismos de market-making e trading de RWAs tokenizados, incluindo bonds. Um incentivo chave: isenção de imposto sobre ganhos de capital em cripto até 2029, atraindo fluxos institucionais.

Essa ofensiva regulatória visa superar barreiras como ataques hackers e segurança de carteiras, posicionando o país como líder regional em inovação financeira digital.

CZ em Davos: Tokenização como Ferramenta Governamental

No Fórum Econômico Mundial em Davos, CZ revelou conversas com “provavelmente uma dúzia de governos” para tokenizar ativos estatais, permitindo ganhos financeiros rápidos para desenvolvimento industrial. Ele destacou tokenização, exchanges e stablecoins como pilares comprovados do ecossistema cripto.

Experiência prévia inclui assessoria ao Quirguistão em stablecoin atrelada ao som, ao Conselho Crypto do Paquistão e discussões com Malásia sobre frameworks regulatórios. Apesar de aposentado da Binance após perdão presidencial de Trump, CZ emerge como consultor global, acelerando adoção soberana de blockchain.

Essa influência reforça o momentum asiático, onde governos buscam eficiência via tokenização para competir no palco global.

Corrida Geopolítica: Oriente Atrai Capital do Ocidente

O contraste com os EUA é gritante: um projeto de lei cripto foi adiado por meses pelo Senado, priorizando habitação de Trump. Enquanto isso, Ásia — com Tailândia, Hong Kong e Singapura — finaliza regras claras para ETFs e stablecoins em 2026, atraindo gestores de ativos e capitais fugindo de incertezas ocidentais.

Essa mudança de eixo pode redefinir fluxos globais de investimento cripto, com Ásia capturando market share via clareza regulatória. Para o Brasil, implica monitorar migrações de liquidez e oportunidades em exchanges locais como Binance.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 472.609,51 (-1,37% em 24h), sensível a esses desenvolvimentos regulatórios.

Implicações e Próximos Passos para Investidores

Investidores devem acompanhar aprovações tailandesas no Q1/2026, potenciais listagens de ETFs e impacto em preços regionais. A visão de CZ sugere tokenização soberana como trend dominante, beneficiando plataformas como a Binance.

No longo prazo, a liderança asiática pode pressionar ocidentais a acelerarem, mas o risco é fragmentação regulatória global. Vale diversificar exposição geográfica e monitorar TVL em protocolos tokenizados.


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Personagens cartoon: whitehat devolvendo cristal ETH e líder Cardano delegando ADA para comunidade, simbolizando ética e resiliência cripto

Whitehat Devolve 920 ETH e Cardano Delega 220M ADA: Resiliência Cripto

Em meio a desafios, o ecossistema cripto demonstra resiliência e maturidade: um hacker whitehat devolveu 920 ETH (cerca de R$ 14,4 milhões) à Makina após um exploit em seu pool DeFi, enquanto a Cardano Foundation delegou 220 milhões de ADA a representantes comunitários para impulsionar a governança descentralizada. Essas ações, reportadas em 22 de janeiro, reforçam a ética e o progresso contínuo do setor, mesmo com volatilidades de preço. Para investidores brasileiros, é um lembrete de que a construção fundamental avança.


Recuperação Histórica na Makina via Whitehat

O protocolo DeFi Makina sofreu um exploit em 20 de janeiro, com perda inicial de cerca de 1.299 ETH no pool DUSD/USDC Curve. Felizmente, um MEV builder, identificado no processo, retornou 920 ETH líquidos de uma recompensa de 10% via programa SEAL Whitehat Safe Harbor. Os fundos foram enviados a um multisig de recuperação, isolando o impacto apenas a provedores de liquidez.

Essa devolução representa mais de 70% do total explorado, destacando a eficácia de frameworks whitehat em mitigar danos. Esforços continuam para recuperar os restantes 276 ETH, possivelmente em um validador Rocket Pool, com apelos à comunidade para assistência. No contexto de 2026, com exploits como Truebit e YO Protocol, essa recuperação sinaliza evolução em respostas coordenadas, reduzindo perdas de longo prazo e fomentando confiança.

Cardano Acelera Descentralização com Delegações Massivas

A Cardano Foundation avançou na governança ao delegar mais de 220 milhões de ADA a 11 DReps comunitários, conforme dados do explorer Cexplorer. Além disso, auto-delegou 171 milhões de ADA, saindo do auto-abstain para participação ativa. Isso eleva o total delegado a DReps para 36,9% do ADA circulante, contra 56% em stake pools.

Essa estratégia reflete o compromisso com transparência e resiliência de rede, transferindo poder decisório para a comunidade. Uma votação recente, com mais de 700 membros e 200 DReps, aprovou por 67,8% (3,77 bilhões ADA) que a rede segue na direção certa rumo a 2030. Para o ecossistema Cardano, isso significa maior participação e estabilidade, atraindo desenvolvedores e investidores em busca de blockchains maduros.

Implicações para o Ecossistema Cripto

Esses eventos ilustram a maturidade crescente do mercado: whitehats atuam como guardiões éticos, recuperando bilhões em valor, enquanto iniciativas como a de Cardano pavimentam o caminho para adoção institucional. Em um ano de volatilidade, com ETH a R$ 15.600, esses passos fundamentais superam ruídos de preço, sinalizando viés de alta sustentável.

Investidores devem monitorar métricas como TVL em DeFi e taxas de delegação em governança, indicadores de saúde real. A combinação de recuperação rápida e descentralização reforça que o cripto não é só especulação, mas uma infraestrutura robusta em evolução.

O Que Isso Significa para Brasileiros

Para o público brasileiro, atento a exchanges locais e altcoins, esses desenvolvimentos oferecem otimismo acionável: protocolos como Makina mostram que riscos DeFi são gerenciáveis, e Cardano, com foco em governança, pode impulsionar dApps relevantes para América Latina. Vale acompanhar atualizações e considerar diversificação em ativos com fundamentos sólidos.


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Cristal XRP hexagonal com fissuras vermelhas propagando e elementos 68% rachados, simbolizando risco de queda e saídas de ETFs na Binance

XRP em Risco de Queda de 68%: Saídas em ETFs e Binance Delista Pares

O XRP apresenta uma estrutura de mercado onchain que ecoa o setup de fevereiro de 2022, período que precedeu uma queda de 68% no preço. Dados da Glassnode indicam que investidores de curto prazo (1 semana a 1 mês) acumulam abaixo do custo médio dos holders de médio prazo (6-12 meses), criando pressão vendedora. Apesar de avanços regulatórios recentes, os ETFs spot de XRP registraram saídas recordes de US$ 53,32 milhões na terça-feira, o maior outflow desde o lançamento. Paralelamente, a Binance anuncia delisting de 19 pares spot a partir de 23 de janeiro, impactando liquidez em DeFi, AI e meme coins, o que pode agravar a volatilidade em altcoins como o XRP.


Métrica Onchain Sinaliza Correção Profunda

A análise da Glassnode revela que a atual configuração de custo de aquisição do XRP “se assemelha de perto” à de fevereiro de 2022, quando o preço estava em US$ 0,78 e despencou 68% para US$ 0,30 em junho. Naquele ciclo, holders de médio prazo operavam no prejuízo enquanto compradores recentes lucravam, gerando pressão psicológica contínua.

Hoje, com o XRP negociado próximo de US$ 1,92 (cotação atual aproximada de US$ 1,925, queda de 1,15% nas últimas horas), o suporte entre US$ 1,80 e US$ 2 é crucial. A perda desse nível pode levar o preço a US$ 1,40 ou até US$ 1,10, alinhado à média móvel de 200 semanas. Cada reteste do patamar de US$ 2 desde o início de 2025 gerou perdas realizadas de US$ 500 milhões a US$ 1,2 bilhão semanalmente, reforçando sua relevância psicológica.

Os dados sugerem que, sem recuperação rápida acima de US$ 2, uma espiral descendente é provável, similar ao rompimento do suporte de US$ 0,55 em 2022, que resultou em queda adicional de 48%.

Outflows Recordes nos ETFs de XRP

Os ETFs spot de XRP enfrentam o segundo dia consecutivo de saídas, totalizando US$ 53,32 milhões na terça-feira — um valor US$ 13 milhões superior ao único outflow anterior de US$ 40 milhões em 7 de janeiro. Dados da SoSoValue apontam para cautela institucional ou realização de lucros em meio a fraqueza generalizada no mercado cripto.

Essa pressão vendedora ocorre paradoxalmente apesar de notícias regulatórias positivas, como avanços na custódia própria e DeFi. O mercado reage com aversão ao risco, amplificada pela quebra abaixo da média móvel simples de 50 dias em US$ 2, abrindo caminho para testes em US$ 1,25. Investidores institucionais parecem priorizar liquidez em ativos mais estáveis diante da volatilidade.

Delistings na Binance Afetam Liquidez Geral

A Binance removerá 19 pares spot a partir das 3h UTC de 23 de janeiro, incluindo AI/BTC, FIL/ETH, DYDX/FDUSD, LRC/ETH e outros envolvendo BTC e ETH. Tokens como LDO, DYDX, YFI (DeFi), BOME, PNUT (meme coins) e FIL permanecem disponíveis em USDT, BNB ou FDUSD, mas a consolidação visa otimizar a “qualidade de mercado”.

Embora o XRP não figure diretamente na lista, a redução de pares BTC/ETH impacta estratégias de arbitragem, hedging e bots de trading em altcoins. Com menor profundidade em pares tradicionais, a liquidez fragmentada pode exacerbar movimentos de preço no XRP, especialmente em um setup de baixa. Usuários devem ajustar posições manualmente para evitar cancelamentos automáticos de bots.

Riscos e Níveis a Monitorar

O XRP está em encruzilhada: a listagem recente de RLUSD na Binance pode oferecer suporte indireto via ecossistema Ripple, mas não anula os sinais técnicos negativos. Bulls precisam reconquistar US$ 2 para invalidar o fractal de baixa; falha nisso aponta para correção em direção à média de 200 semanas (~US$ 1,03).

Em reais, com dólar a R$ 5,28, o XRP equivale a cerca de R$ 10,17. Investidores devem monitorar inflows de ETFs, volume onchain e suporte em US$ 1,80. A estratégia de acumulação abaixo do custo médio de holders de longo prazo sugere persistência da pressão até reversão clara.


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Prisma Ethereum surreal dividido: luz vermelha despencando e raios dourados coletados por baleias, paradoxo de preço caindo e reservas em mínima

Paradoxo Ethereum: Preço Cai, Reservas em Mínima Histórica

O Ethereum caiu abaixo de US$ 3 mil (equivalente a R$ 15.596 às 19h37 desta quinta-feira), mas as reservas em exchanges atingiram 16,2 milhões de ETH, menor nível desde 2016. Enquanto o mercado exibe pessimismo com taxas de financiamento negativas e resgates em ETFs de US$ 230 milhões, baleias acumularam US$ 360 milhões na queda recente. Queda real ou oportunidade de acumulação por grandes investidores? Dados on-chain sugerem choque de oferta iminente.


Reservas em Exchanges: Mínima Histórica Sinaliza Aperto de Oferta

As reservas totais de Ethereum em plataformas centralizadas caíram para 16,2 milhões de ETH, patamar não visto desde 2016, conforme análise da Arab Chain. Esse declínio reflete uma tendência de longo prazo de saques contínuos, reduzindo a oferta líquida disponível para vendas imediatas em momentos de estresse de mercado.

Na Binance, principal hub de liquidez para ETH spot e derivativos, os saldos despencaram de 4,168 milhões para cerca de 4 milhões de ETH desde o início de 2026. Ausência de influxos significativos indica que investidores optam por custódia própria ou alocação em DeFi, em vez de trading de curto prazo. Menos ETH nas exchanges pode amplificar reações de alta se a demanda retornar, alterando a equação oferta-demanda.

Dados da CryptoQuant reforçam essa contração, destacando que o movimento ocorre mesmo com preço sob pressão, sugerindo confiança em valorização futura por holders de longo prazo.

Taxas de Financiamento Negativas Revelam Pessimismo Excessivo

Após queda de 13% na semana, o ETH testou US$ 2.900, triggerando liquidações de mais de US$ 461 milhões em posições long alavancadas entre 19 e 20 de janeiro. As taxas de financiamento em contratos perpétuos viraram negativas, fenômeno onde shorts pagam longs para manter posições abertas.

Em perpetual futures, que não expiram, o funding rate equilibra o mercado: quando negativo, reflete dominância de apostas baixistas, incentivando longs rentáveis. Essa dinâmica levou a um short squeeze rápido, impulsionando recuperação acima de US$ 3.000. Hoje, taxas voltaram a ser positivas, com longs pagando shorts, mas o episódio sinaliza medo excessivo, contrabalançado por rebounds históricos.

ETFs spot de ETH registraram resgates de US$ 230 milhões em 20 de janeiro, primeira saída semanal, embora gerenciem US$ 18 bilhões cumulativos. Contexto macro, como tensões Greenland/Trump, amplifica volatilidade institucional.

Acumulação de Baleias e Níveis Técnicos Críticos

Em meio ao caos, baleias (grandes detentores) adicionaram 290.000 ETH (~US$ 360 milhões) em dois dias, vendo a queda como oportunidade. Índice de smart money permanece cauteloso abaixo da linha de sinal, aguardando confirmação de alta.

Tecnicamente, ETH forma triângulo simétrico no gráfico diário, com divergência altista no RSI (altos mais altos vs. preços mais baixos). Resistência imediata em US$ 3.050, zona ex-suporte, seguida de US$ 3.146-3.164 (3,4 milhões ETH acumulados). Suporte em US$ 2.910; quebra abre US$ 2.610.

Rejeições recorrentes em US$ 3.400 nos últimos dois meses demandam proteção contra quedas via opções, mas acumulação contrasta com posicionamento cauteloso de traders experientes.

Implicações: Choque de Oferta vs. Pressões Macro

O paradoxo — preço em baixa com suprimento contraído — aponta para potencial choque de oferta. Reservas mínimas reduzem pressão vendedora imediata, enquanto funding negativo e acumulação sugerem capitulação de varejo, abrindo espaço para reversão.

Investidores devem monitorar influxos em exchanges, funding rates e rompimento de US$ 3.050. Se macro (ex: tarifas Greenland) estabilizar, ETH pode testar resistências superiores. No entanto, falha em suportes testa holders de longo prazo. Dados on-chain prevalecem sobre sentimento de curto prazo.


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Executivo cartoon BlackRock coroando diamante Ethereum com tokens RWA orbitando e marco 2026 no horizonte, simbolizando liderança em tokenização

Larry Fink: Ethereum como Blockchain Único para Tokenização em 2026

O CEO da BlackRock, Larry Fink, defendeu no Fórum Econômico Mundial a adoção de uma blockchain comum para tokenização de ativos, destacando redução de custos e corrupção. Dados da BlackRock mostram o Ethereum com mais de 65% dos ativos tokenizados, consolidando-se como infraestrutura preferida de Wall Street. Em 2026, a realidade regulatória global deve acelerar esse movimento, segundo a PwC.


Visão de Larry Fink para uma Blockchain Comum

No palco do WEF, Fink enfatizou a necessidade de tokenização e decimalização de ativos para democratizar investimentos. Ele citou Brasil e Índia como líderes em digitalização de moedas, propondo uma plataforma tokenizada que permita transações fluidas entre fundos do mercado monetário, ações e títulos. A padronização em uma única blockchain seria chave para eficiência e segurança, reduzindo dependências e riscos operacionais.

A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, já atua nesse ecossistema com o fundo tokenizado BUIDL no Ethereum, lançado em 2024 via Securitize. Seus ETFs de Bitcoin (IBIT) e Ethereum (ETHA) reforçam a exposição institucional, posicionando a rede como candidata natural à visão de Fink.

Dominância do Ethereum em Ativos Tokenizados

Pesquisa recente da BlackRock aponta o Ethereum como possível “toll road” para tokenização, coletando taxas à medida que o setor escala. Dos ativos tokenizados, mais de 65% estão na rede, impulsionados por stablecoins e RWAs (real-world assets). O BUIDL expandiu para múltiplas chains, mas o Ethereum permanece o ponto de partida para emissões institucionais.

Essa liderança decorre de liquidez profunda, integrações amplas e contrapartes conservadoras. Com ETH negociado a cerca de US$ 3.000, o ecossistema atrai baleias e instituições, sinalizando maturidade para aplicações de alto valor como tokenização de títulos e fundos.

2026: Ano da Regulamentação Global pela PwC

A PwC prevê 2026 como o ano em que regras cripto saem do papel, com execução e competição entre jurisdições. União Europeia (MiCA), EUA (CLARITY Act), Reino Unido (FSMA), Emirados Árabes e Suíça avançam em autorizações, reservas e governança para stablecoins e ativos digitais.

A coordenação transfronteiriça acelera adoção institucional, elevando custos de compliance, mas liberando produtos como acesso bancário e participação mais profunda. Países com regras transparentes atrairão capital, transformando regulação de barreira em catalisador.

Superstate e a Expansão de Mercados On-Chain

A startup Superstate captou US$ 82,5 milhões em rodada Series B, liderada por Bain Capital Crypto e outros, para construir plataforma de emissão de ações reguladas pela SEC no Ethereum e Solana. Gerenciando US$ 1,23 bilhão em fundos tokenizados (USTB e USCC), expande o Opening Bell para IPOs on-chain.

Como agente de transferência registrado, a Superstate permite emissão, liquidação e registros de propriedade em tempo real, substituindo processos manuais por eficiência compliant. Tokenized Treasuries cresceram 50x desde 2024, atingindo US$ 7 bilhões.

Implicações para o Mercado Cripto

A convergência de visões como a de Fink, marcos regulatórios e inovações como Superstate posiciona o Ethereum como espinha dorsal da tokenização. Investidores devem monitorar aprovações MiCA, avanços nos EUA e yields de RWAs. Vale observar como a infraestrutura on-chain redefine capital markets, democratizando acesso com segurança aprimorada.


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Personagens cartoon bancário com ouro e tech com Bitcoin/DeFi elevando plataforma híbrida, simbolizando novos fundos institucionais de BTC com rendimento

Novos Fundos de Bitcoin com Rendimento e Ouro Elevam o Mercado em 2026

A Laser Digital, braço digital da Nomura, anunciou o Bitcoin Diversified Yield Fund (BDYF), um produto tokenizado que gera rendimentos para investidores institucionais via estratégias DeFi market-neutral. Paralelamente, a Bitwise lançou o ETF BPRO, combinando Bitcoin, ouro, prata e ações de mineração para proteção contra desvalorização fiduciária. Esses lançamentos sinalizam o amadurecimento do mercado cripto em 2026.


Detalhes do Fundo Yield-Bearing da Laser Digital

O BDYF difere de fundos tradicionais de Bitcoin ao buscar renda adicional por meio de estratégias diversificadas em DeFi, mantendo exposição ao BTC. Gerido ativamente, o fundo usa tokenização via Kaio e custódia pela Komainu, exclusivo para investidores qualificados.

Jez Mohideen, CEO da Laser Digital, destacou que a volatilidade recente reforça a demanda por produtos yield-bearing e market-neutral. "É a evolução natural da gestão de ativos cripto", afirmou. Ao contrário do fundo de adoção de BTC lançado em 2023, o BDYF visa menor correlação com o mercado spot e volatilidade reduzida.

Dados indicam crescente apetite institucional: o fundo responde à preferência por estruturas tokenizadas sobre posições compradas simples, com foco em renda independente de oscilações de preço.

ETF Híbrido da Bitwise Contra Desvalorização

O Bitwise Proficio Currency Debasement ETF (BPRO) aloca no mínimo 25% em ouro, complementado por Bitcoin, metais preciosos e equities de mineração. Listado na NYSE com taxa de 0,96% ao ano, o produto une expertise cripto da Bitwise à experiência em metais da Proficio Capital Partners.

Bob Haber, CIO da Proficio, enfatizou: "A desvalorização cambial é um imposto sobre poupanças; BPRO preserva riqueza". Ajustes dinâmicos visam hedge contra déficits fiscais e impressão monetária global, com alocações flexíveis baseadas em condições de mercado.

O lançamento reflete tendência: ativos resistentes à inflação ganham tração, impulsionando demanda por Bitcoin e ouro em portfólios diversificados.

Implicações para o Mercado Cripto em 2026

Esses produtos marcam transição do Bitcoin como reserva de valor pura para gerador de yield e hedge híbrido. Institucionais buscam retornos além da apreciação spot, com DeFi e commodities tradicionais reduzindo riscos sistêmicos.

No Brasil, onde inflação persiste, equivalentes em BRL podem atrair family offices e fundos de pensão. Volumes globais de ETFs cripto superam US$ 100 bilhões em 2025, projetando um crescimento de 30% em 2026, segundo analistas.

Regulação amadurece: aprovações SEC para ETFs spot pavimentam híbridos, mas volatilidade DeFi exige diligência.

O Que Isso Significa para Investidores Brasileiros

Com BTC a R$ 580.000 (média Cointrader Monitor), esses fundos oferecem diversificação acessível via corretoras globais. Yield em BTC via Laser pode render 5-10% anual em cenários neutros; BPRO protege contra real fraco.

Monitore alocações: ouro mínimo 25% no BPRO equilibra upside cripto com estabilidade tradicional. Para brasileiros, exposição indireta via ETFs reduz custódia e tributação direta.

Esses lançamentos consolidam Bitcoin como pilar institucional, evoluindo de especulação para alocação estratégica.


📌 Nota: Uma das fontes originais estava temporariamente indisponível; conteúdo complementar obtido de cobertura equivalente.

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Traders cartoon eufóricos em montanha-russa de token no pico com '300%' neon, capturando euforia irônica do SKR na Solana

300% em Um Dia: Token SKR do Celular Solana Faz Ricos (Por Enquanto)

Ah, a vingança dos nerds com celular Solana: o token SKR do smartphone Seeker subiu 300% em 24 horas, batendo US$ 265 milhões de market cap a US$ 0,049. Enquanto isso, a Base atropelou Ethereum e BNB Chain em volume DEX semanal com US$ 16,5 bilhões. 300% em um dia? O dinheiro flui para o barulho maior, mas será que dura ou é só a clássica euforia do primeiro dia?


O Furacão SKR: De Airdrop a Top Gainer

O lançamento do token SKR, nativo do Seeker – o novo celular web3 da Solana Mobile, sucessor do Saga – veio com airdrop para mais de 100 mil usuários e 188 desenvolvedores. Elegíveis claimam direto na wallet embutida do aparelho. Supply fixo de 10 bilhões, com 5,7 bilhões circulando já. Tokenomics divide: 30% para o airdrop, 25% ecossistema, time e labs pegam o resto. Listado em Coinbase, Bybit e Meteora, virou o maior gainer do top 1000 no CoinGecko. Solana Mobile comemora, mas lembre: Saga prometeu mundos e virou poeira.

Base no Comando: Uniswap e Aerodrome Turbinam Volumes

A Base, L2 do Coinbase, registrou US$ 16,5 bilhões em volume DEX na semana, deixando Ethereum (US$ 13 bilhões) e BNB Chain (US$ 15,6 bilhões) comendo poeira pela primeira vez. Solana ainda reina com US$ 26,6 bilhões, mas Uniswap na Base (US$ 11,3 bilhões) e Aerodrome (US$ 2,94 bilhões) carregaram o piano. Motivo? Lançamento do token FUN do jogo FootballFun, backed pela Coinbase Ventures, com airdrop de 20 milhões e promoções no X. Volumes explodiram, mas FUN já cai 7% do TGE. Clássico: euforia rotaciona liquidez.

Sustentável ou Bolha de Celular e Jogos?

SKR grita ‘governança do ecossistema mobile Solana’, mas celulares cripto historicamente flopam pós-airdrop. Saga? Apoio cortado em 2025. Seeker quer mudar isso, mas 90 dias para o claim e tokens não reclamados voltam para o pool. Na Base, o surto veio com gaming, mas FootballFun é o maior por volumes – e já desliza. O mercado adora barulho: airdrops, celulares web3, L2s baratas. Dinheiro segue a euforia, não fundamentos. Gigantes DeFi humilhados? Por enquanto. Amanhã, quem sabe um memecoin novo reina.

O Dinheiro Vai Onde o Barulho É Maior

No cripto, sustentabilidade é piada: 300% faz ricos instantâneos, volumes bilionários viram manchete. Base prova que L2s acessíveis (e Coinbase-backed) comem market share de ETH e BSC. SKR? Teste para Solana Mobile provar que web3 mobile não é só gimmick. Leitores espertos: monitore quedas pós-euforia. O resto? Aproveite a festa enquanto dura. No fim, o mercado ri por último – e geralmente vende na alta.


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Rede hexagonal Ethereum com veneno tóxico corroendo escudo central, simbolizando golpes de address poisoning e riscos quânticos no BTC

Citi Alerta: Golpes de ‘Address Poisoning’ Inundam Ethereum

O banco Citi emitiu um alerta urgente sobre uma onda de golpes de address poisoning (envenenamento de endereço) que está inflando artificialmente a atividade na rede Ethereum. Analistas apontam que a maioria das novas transações, inferiores a US$ 1, é parte de campanhas maliciosas que enviam pequenas quantias de cripto de carteiras falsificadas, semelhantes às usadas por vítimas frequentes, para enganá-las a copiar endereços errados em transferências futuras. Sua carteira pode estar na mira agora mesmo. Enquanto isso, um estudo revela que 25% do suprimento de Bitcoin está em endereços vulneráveis a ataques quânticos, exigindo migração urgente.


Como Funciona o Golpe de Address Poisoning

Os criminosos exploram as baixas taxas de transação no Ethereum para enviar microtransações inferiores a US$ 1 de endereços que imitam os finais das carteiras das vítimas. Quando o usuário verifica seu histórico de transações em exploradores de bloco ou carteiras, esses endereços falsos aparecem no topo da lista de recebimentos. Desatentos copiam o endereço parcial (os últimos dígitos idênticos) e enviam fundos para os golpistas.

De acordo com o relatório do Citi, esse padrão explica o recorde de transações diárias e endereços ativos na Ethereum, que não reflete crescimento orgânico, mas sim comportamento malicioso. Pesquisadores como Andrey Sergeenkov confirmam que cerca de 80% do aumento vem de transferências de stablecoins como USDT e USDC para milhares de carteiras, financiadas por contratos inteligentes otimizados para spam em massa.

Em contraste, a atividade no Bitcoin continua em leve queda, destacando que o problema é específico da Ethereum.

Riscos e Medidas de Proteção Imediatas

Para não cair na armadilha, sempre copie o endereço completo ao fazer transferências e verifique os primeiros e últimos caracteres. Use carteiras com alertas de segurança, como Ledger ou Trezor, que destacam endereços suspeitos. Evite confiar em históricos recentes para copiar endereços — volte algumas transações para pegar os legítimos. Ative notificações de transações incomuns e monitore seus fundos regularmente.

O tom protetor é essencial: mesmo usuários experientes são alvos. Teste transferências pequenas primeiro e use watch-only wallets para verificação. Plataformas como a Binance oferecem ferramentas de verificação dupla.

Conexão com a Ameaça Quântica no Bitcoin

Enquanto a Ethereum enfrenta esses golpes operacionais, o Bitcoin tem um risco estrutural maior. Um estudo recente alerta que cerca de 4 milhões de BTC (25% do suprimento utilizável) estão em endereços com chaves públicas expostas, vulneráveis a computadores quânticos via algoritmo de Shor. Vitalik Buterin já alertou que a ameaça pode chegar antes de 2028.

A migração para criptografia pós-quântica pode exigir até 75 dias de downtime na rede Bitcoin, segundo pesquisadores da Universidade de Kent. A Comissão Europeia planeja transição até 2030 para infraestruturas críticas. Usuários devem mover fundos para endereços modernos (P2WPKH) imediatamente para mitigar riscos.

Próximos Passos para Proteção Total

Monitore atualizações de protocolos como o upgrade Fusaka na Ethereum, que reduziu taxas mas facilitou spams. JPMorgan questiona a sustentabilidade do crescimento. Para Bitcoin, fique atento a propostas de upgrade quântico-resistente. A lição é clara: segurança ativa salva patrimônio. Migre ativos vulneráveis hoje e use hardware wallets com suporte pós-quântico emergente.


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Personagens cartoon de banqueiro, trader cripto e auditor BC segregando ativos em cofres transparentes, simbolizando regras do Banco Central para cripto em bancos

BC Define Regras para Cripto em Bancos: O Que Muda Para Você

Cripto no seu banco: o que mudou com as novas regras do Banco Central brasileiro? Nesta quinta-feira (22 de janeiro de 2026), o Banco Central publicou a Instrução Normativa 701/2026, definindo exigências para bancos como a Caixa, comerciais e múltiplos oferecerem serviços de compra, venda e custódia de criptomoedas. O foco é na segurança, com auditoria externa obrigatória para comprovar segregação de ativos e prova de reservas. Isso traz mais confiança para o pequeno investidor.


O Que Diz a Instrução Normativa 701/2026

A norma se aplica a instituições financeiras tradicionais que querem entrar no mundo das criptomoedas, como bancos de varejo que você usa no dia a dia. Para oferecer serviços como intermediação (compra e venda de cripto por reais) ou custódia (guardar seus ativos digitais), elas precisam seguir regras rígidas.

O principal requisito é contratar uma auditoria externa independente. Essa empresa qualificada emite um relatório técnico que verifica se o banco separa corretamente os criptoativos dos clientes dos seus próprios ativos. Em palavras simples: seus bitcoins ou ETHs ficam protegidos, mesmo se o banco tiver problemas financeiros.

Além disso, a auditoria comprova a prova de reservas, garantindo que o banco realmente possui os ativos que declara custodiar em seu nome. Isso evita fraudes ou insolvência, como visto em casos internacionais de exchanges que falharam.

Segurança e Governança: Medidas Essenciais

Não para por aí. O relatório deve avaliar a estrutura de governança e compliance do banco, incluindo gerenciamento de riscos, políticas de capital e segurança cibernética. Isso significa que os bancos precisam ter planos robustos para proteger contra hacks, falhas técnicas ou lavagem de dinheiro.

Outros pontos incluem a avaliação de serviços terceirizados, como nuvens de computação, e planos de recuperação em caso de incidentes. Controles internos e monitoramento contínuo de riscos também são obrigatórios. O Banco Central pode pedir mais detalhes, e o relatório fica disponível por pelo menos cinco anos para supervisão.

Para o pequeno investidor, isso é uma vitória: traz o padrão de segurança dos bancos tradicionais para o universo cripto, reduzindo riscos de perdas por má gestão.

Impacto Prático Para Você e Vigência

Se você sonha em comprar Bitcoin pelo app do seu banco, como na Caixa ou em um banco privado, agora há um caminho claro e regulado. Isso facilita a adoção em massa, mas com proteções. Bancos que não cumprirem não poderão oferecer esses serviços.

A norma entra em vigor em 2 de fevereiro de 2026. Até lá, as instituições podem se preparar. Fique de olho nos comunicados do seu banco para saber quando cripto estará disponível no correntista comum.

Essas regras nivelam o jogo, tornando os bancos participantes confiáveis no mercado cripto. Monitore atualizações oficiais para entender como isso afeta sua estratégia de investimento.


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Plataforma cristalina dourada rachando no marco 90K sobre abismo com 80K distante, alertando risco de queda do Bitcoin para analistas

Perigo nos US$ 90 Mil: BTC Pode Cair para US$ 80K, Alertam Analistas

O Bitcoin aproximou-se dos US$ 90 mil após a revogação das tarifas de 10% sobre nações NATO anunciada por Donald Trump, ligada a negociações sobre Groenlândia. No entanto, o otimismo é frágil: analistas alertam para uma possível queda livre para US$ 80 mil, com o BTC já apagando todos os ganhos de 2026 em meio a volatilidade geopolítica. É rali de Trump ou bolha prestes a estourar?


Revogação de Tarifas: Alívio Temporário?

A decisão de Trump veio após um acordo preliminar com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, envolvendo acesso ao Ártico e influência sobre a Groenlândia. Anunciada em post no Truth Social, a suspensão das tarifas a partir de 1º de fevereiro gerou reação positiva imediata: o Bitcoin subiu 2%, aproximando-se dos US$ 90 mil, enquanto S&P 500 e Nasdaq avançaram 1,2% e 1,4%, respectivamente.

Contudo, essa volatilidade destaca a faca de dois gumes da política trumpista. Semanas atrás, ameaças de tarifas de até 25% geraram pânico; agora, o recuo alivia, mas não elimina incertezas. Negociações prosseguem com figuras como JD Vance e Marco Rubio, mas o mercado cripto, sensível a choques geopolíticos, pode inverter rapidamente se o acordo falhar.

Análise Técnica Aponta Viés de Baixa

O BTC caiu para uma mínima de três semanas em US$ 87.263, retraindo 10% na última semana e apagando ganhos anuais. Analistas como Wealthmanager destacam a perda do ponto de controle (POC) de abertura do ano, nível crítico a ser defendido. Crypto Jelle identifica uma bear flag de dois meses no gráfico diário, prevendo domínio total dos ursos se os lows atuais forem rompidos.

Lyvo Crypto reforça: rompimento do suporte ascendente sinaliza momentum baixista pleno, com risco de "queda livre" até US$ 78 mil. Crypto Bullet traça paralelos com 2022, quando retrações de 40% precederam correções maiores, alertando para possível reteste das médias móveis de 50 e 200 semanas após um último pump acima de US$ 100 mil.

Implicações para Investidores Brasileiros

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 472.880 (-1,5% em 24h, volume de 194 BTC). Com dólar a R$ 5,28, a conversão reforça a exposição ao risco cambial e geopolítico. O rali atual parece insustentável sem fundamentos sólidos além de tweets presidenciais.

Os dados sugerem cautela: volatilidade trumpista amplifica oscilações, e padrões técnicos indicam correção iminente. Investidores devem monitorar suportes em US$ 84 mil e US$ 80 mil, preparando-se para cenários de recuo prolongado. É hora de questionar se a euforia é genuína ou mera euforia passageira.

Próximos Passos no Mercado

Enquanto negociações Trump-NATO avançam, o foco está nos lows de novembro. Um double bottom em US$ 78 mil poderia sinalizar alívio, mas analistas com viés de baixa veem probabilidade baixa sem mudanças macro. Para brasileiros, diversificação e stop-loss são essenciais diante dessa incerteza. Vale monitorar volume e médias móveis para confirmações.


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Personagens cartoon de governador Kansas e executivo BlackRock construindo fortaleza com BTC central, simbolizando adoção institucional irreversível

Kansas Propõe Reserva Estratégica de Bitcoin e BlackRock Abraça Aposentadoria

O estado de Kansas deu um passo histórico ao propor uma lei para criar uma Reserva Estratégica de Bitcoin, gerida pelo tesouro estadual, enquanto a BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, lança a primeira anuidade indexada ao Bitcoin para aposentados americanos. Esses movimentos sinalizam a irreversibilidade da adoção do BTC por estados e instituições financeiras, transformando-o em reserva de valor pública e privada. Primeiro o Estado, depois sua aposentadoria: o Bitcoin chega para ficar.


Reserva Estratégica no Kansas: BTC como Tesouro Público

O senador Craig Bowser apresentou o projeto de lei SB352, que altera as regras de propriedades não reclamadas para incluir ativos digitais como Bitcoin. Após três anos de inatividade comprovada, esses bens seriam transferidos para uma Reserva de Bitcoin e Ativos Digitais, sob custódia do Tesoureiro estadual. Diferente de bens tradicionais, o BTC não seria liquidado imediatamente: ele ficaria na reserva, permitindo inclusive staking e recebimento de airdrops para acumular mais ativos.

A proposta proíbe depósitos de Bitcoin no fundo geral do estado, tratando-o como reserva estratégica de longo prazo. Apenas 10% de outros criptoativos iriam para receitas gerais. Essa estrutura reflete uma visão confiante no potencial do Bitcoin como hedge contra inflação e diversificador soberano, alinhando Kansas a uma onda de estados americanos explorando o BTC em finanças públicas.

BlackRock Integra Bitcoin na Previdência Privada

Em paralelo, a Delaware Life, em parceria com BlackRock, lançou a primeira anuidade indexada fixa (FIA) com exposição direta ao Bitcoin nos EUA. O produto usa o iShares Bitcoin Trust (IBIT), o ETF de BTC mais líquido do mercado, combinado com ações americanas no BlackRock U.S. Equity Bitcoin Balanced Risk 12% Index. A volatilidade é limitada a 12%, com proteção total do principal investido.

Ideal para investidores próximos da aposentadoria, a anuidade oferece upside do Bitcoin sem risco de perda do capital inicial. Robert Mitchnick, head de ativos digitais da BlackRock, destacou o sucesso do IBIT e a demanda por produtos que democratizam o acesso ao BTC. Isso marca a ponte entre finanças tradicionais e cripto, tornando o Bitcoin acessível a milhões de aposentados conservadores.

Irreversibilidade da Adoção: Do Público ao Privado

Esses anúncios consolidam o Bitcoin como ativo maduro. Estados como Kansas veem no BTC uma reserva estratégica contra desvalorização fiat, enquanto gigantes como BlackRock o integram em produtos de previdência. A tendência é clara: governos e instituições financeiras apostam no Bitcoin como pilar do futuro financeiro. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 473.058,78 às 19h17 de hoje, com variação de -1,48% em 24h, mas com volume robusto de 192 BTC.

Para brasileiros, isso reforça a urgência de posicionamento: com adoção estatal e institucional acelerando, o BTC se consolida como reserva de valor global. Vale monitorar aprovações legislativas em Kansas e adesões à anuidade da BlackRock, que podem impulsionar fluxos bilionários.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Touro cartoon escalando montanha dourada do Bitcoin, desafiado por nuvens de inflação vermelhas e seta descendente -32%, alertando riscos para bulls

Inflação Alta e Queda de Interesse Desafiam Bulls do Bitcoin

A verdade dói: sem interesse global e com inflação alta nos EUA, o Bitcoin tem fôlego para o rali? Uma pesquisa recente projeta o CPI americano acima de 4% em 2026, desafiando as apostas dos bulls em desinflação e cortes agressivos de juros pelo Fed. Ao mesmo tempo, o preço do BTC caiu para US$ 87 mil em janeiro, coincidindo com queda de 32% no interesse no X e Google Trends, segundo dados analisados.


Inflação Persistente nos EUA Acorda os Bulls

Adam Posen, do Peterson Institute, e Peter R. Orszag, da Lazard, publicaram análise prevendo que a inflação nos EUA pode ultrapassar 4% em 2026. Fatores como tarifas da era Trump, mercado de trabalho mais apertado, deportações de migrantes e déficits fiscais acima de 7% do PIB superariam os efeitos positivos de ganhos de produtividade via IA e queda na inflação de moradia.

Esses elementos criam um cenário de pressões inflacionárias que chegam com atraso aos consumidores. Tarifas, por exemplo, elevam custos de importados, passados adiante com defasagem, podendo adicionar 50 pontos-base à inflação até meados do ano. Deportações gerariam escassez de mão de obra em setores dependentes de imigrantes, impulsionando salários e demanda.

O CPI oficial caiu para 2,7% em 2025, mas analistas de bancos esperam cortes de 50-75 bps no Fed. Os bulls cripto sonham com mais, mas uma inflação teimosa pode frustrar isso, tornando ativos de risco como o Bitcoin menos atrativos.

Interesse Mundial no Bitcoin Desaba 32%

A queda do Bitcoin para US$ 87 mil em janeiro de 2026 não é isolada: coincide com perda de relevância global. No X (ex-Twitter), menções ao BTC caíram 32% em 2025 ante 2024, segundo Jameson Lopp. O Google Trends confirma: volume de buscas foi menor no ano passado, apesar de picos em 2024.

Quedas no último trimestre de 2025 aceleraram o desinteresse. Janeiro repetiu o padrão: alta inicial no mês, seguida de correção. Desde outubro, o BTC sobe no começo e despenca depois, como em liquidações violentas no dia 10. Isso sugere que a euforia popular minguou, questionando a narrativa de adoção em massa.

Sem euforia das redes sociais e buscas, o momentum de varejo enfraquece. O “Crypto Twitter” perde força, e o público geral parece cansado da volatilidade recorrente.

Bitcoin Falha como Hedge Perfeito Contra Inflação

Os bulls vendem o BTC como proteção imbatível contra inflação, mas os dados contradizem. Com inflação projetada acima de 4% e yields dos Treasuries em alta (4,31% no 10 anos), o Bitcoin caiu quase 4% na semana, para perto de US$ 90 mil. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 473.486,51 (-1,49% em 24h).

Condições financeiras mais frouxas e expectativas inflacionárias desancoradas agravam o quadro. O Fed pode pausar cortes, elevando custos de oportunidade para holders de risco. Historicamente, BTC correlaciona com ações em momentos de estresse macro, não se provando o “ouro digital” infalível.

Para brasileiros, com dólar volátil, isso reforça: diversifique além do hype cripto.

Próximos Passos: Ceticismo é a Melhor Estratégia

Investidores devem questionar o otimismo cego. Monitore yields globais, decisões do Fed e tendências de busca – sinais de que o rali pode perder vapor. Com interesse minguando e inflação teimosa, o viés de baixa prevalece no curto prazo. Vale aguardar confirmações de desinflação real antes de apostar pesado.

A lição: Bitcoin não é hedge perfeito sem apoio popular e macro favorável. Faça sua pesquisa e evite FOMO em narrativas desgastadas.


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Minerador cartoon triunfante carregando bloco BTC sobre montanha de dificuldade 120T, com baleia movendo ETH para staking on-chain

Minerador Solo Vence Dificuldade Recorde e Baleia Move R$80Mi ETH

Um minerador solo encontrou um bloco de Bitcoin apesar da dificuldade recorde acima de 120 trilhões, garantindo recompensas de cerca de 3,125 BTC (US$ 265 mil na cotação da época). Em contraste, uma baleia de Ethereum inativa há três meses retirou US$ 15 milhões em ETH da Kraken e direcionou tudo para staking na Lido. Sorte ou estratégia? Esses eventos on-chain destacam dinâmicas opostas nas redes Bitcoin e Ethereum, em meio a volatilidade recente.


O Feito Improvável do Minerador Solo no Bitcoin

A rede Bitcoin opera com hashrate superior a 855 EH/s e dificuldade acima de 120T, tornando a mineração solo uma loteria extrema. Ainda assim, o minerador resolveu o puzzle criptográfico sozinho, validando um bloco pós-halving de 2024, com recompensa base de 3,125 BTC. Na cotação de US$ 84.600 por BTC, o prêmio equivalia a US$ 265 mil, ou cerca de R$ 1,4 milhão ao câmbio atual de R$ 5,28 por dólar.

Esse caso é estatisticamente raro, com probabilidades mínimas para equipamentos domésticos ou ASICs antigos. Pós-halving, margens apertadas concentram o hashrate em grandes pools industriais, pressionando pequenos operadores. Para o ecossistema, reforça a segurança da rede, mas destaca riscos de centralização na mineração.

A Estratégia da Baleia: US$15 Mi em ETH para Staking

A baleia, identificada pelo endereço 0x761F2F, quebrou o silêncio de três meses retirando 5.099 ETH (~ US$ 15,17 milhões a US$ 2.943/ETH) da Kraken. Sem hesitação, todo o montante foi enviado à Lido, convertendo-se em stETH para gerar rendimentos via staking. O valor atual em reais supera R$ 79,5 milhões, com ETH cotado a R$ 15.605.

Essa movimentação ocorreu perto do suporte psicológico de US$ 2.939, sugerindo visão de longo prazo. Diferente de trocas em DEX ou fragmentações, foi uma conversão direta de liquidez CEX para exposição ao staking Ethereum, apostando na economia de yields apesar da queda recente de 3,65% em 24 horas.

Contrastes On-Chain: Bitcoin vs Ethereum

No Bitcoin, o evento solo ilustra o caráter probabilístico da Proof-of-Work, onde um único bloco representa fração ínfima da oferta (0,000015% dos 19,6 milhões em circulação), mas valida a descentralização. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC negocia a R$ 472.536 (-1,7% em 24h), com volume de 192 BTC nas exchanges brasileiras.

Já no Ethereum, pós-Merge, o foco migrou para Proof-of-Stake, com baleias otimizando yields via Lido (líder em TVL). Essa baleia sinaliza confiança em retornos de staking (atualmente ~3-4% APY), contrastando com a loteria da mineração BTC. Dados sugerem crescente maturidade: BTC em segurança PoW, ETH em eficiência PoS.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público local, esses movimentos destacam diversificação: mineração BTC é de alto risco e baixa probabilidade, enquanto staking ETH oferece yields previsíveis, acessíveis via plataformas reguladas. Com dólar a R$ 5,28 e ETH em queda, oportunidades de entrada surgem, mas volatilidade persiste.

Vale monitorar hashrate BTC para ajustes de dificuldade e inflows na Lido para pressão altista em ETH. Investidores devem priorizar estratégias sustentáveis sobre apostas isoladas, analisando dados on-chain para decisões informadas.


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Cristal hexagonal de stablecoin com rachadura vermelha vazando energia em rede DeFi, ilustrando hack e desancoragem da SagaEVM

Hack de US$ 7 Milhões Paralisa SagaEVM e Desancora Stablecoin

O protocolo Layer-1 Saga suspendeu sua rede SagaEVM após um exploit de US$ 7 milhões que permitiu saques não autorizados de USDC, convertidos em ETH. A stablecoin nativa Saga Dollar desancorou, caindo para US$ 0,75, expondo os riscos inerentes a ativos algorítmicos em ecossistemas emergentes. A rede permanece pausada no bloco 6.593.800 enquanto a equipe investiga e colabora com exchanges para blacklistar o atacante. Usuários: evitem qualquer transferência para a SagaEVM até resolução.


Detalhes do Exploit na SagaEVM

O incidente envolveu uma sequência coordenada de implantações de contratos, atividades cross-chain e retiradas de liquidez, resultando em US$ 7 milhões drenados. Pesquisadores de segurança suspeitam de um mecanismo de mint infinito explorando falhas na lógica de ponte IBC, permitindo emissão sem lastro adequado. A equipe Saga confirmou que não há falha de consenso, comprometimento de validadores ou vazamento de chaves, mas o TVL da plataforma despencou 55%, de US$ 37 milhões para US$ 16 milhões em 24 horas.

Stablecoins como Saga Dollar, Colt e Mustang foram impactadas diretamente, com o desancoramento destacando a fragilidade de designs nativos ou algorítmicos, que dependem de mecanismos on-chain para manter paridade. Diferente de stablecoins colateralizadas como USDT, essas são vulneráveis a exploits que manipulam suprimento ou liquidez.

Riscos das Stablecoins Algorítmicas e Nativas

Este caso reforça os perigos das stablecoins algorítmicas, que usam algoritmos para ajustar suprimento e demanda, mas falham em cenários de pânico ou ataques. O Saga Dollar, projetado para ecossistema Saga, ilustra como uma brecha em pontes cross-chain pode destruir confiança instantaneamente. Em 2025, hacks somaram US$ 3,41 bilhões, com aumento em drenagens de wallets. Investidores em DeFi Layer-1 devem priorizar auditorias múltiplas e evitar exposição excessiva a ativos nativos não testados em escala.

Ainda, o exploit não comprometeu a infraestrutura principal (SSC mainnet), mas paralisa operações na EVM, afetando dApps e usuários. A recuperação de fundos depende de blacklists em exchanges e bridges, um processo demorado e incerto.

O Que Usuários Devem Fazer Agora

Primeiro, evitem transferências para SagaEVM: a rede está pausada, e tentativas podem resultar em fundos presos. Verifiquem wallets conectados a Saga por atividades suspeitas e desconectem dApps não confiáveis. Monitorem endereços do atacante via explorers como Etherscan. Para proteção geral: usem hardware wallets, ativem 2FA, evitem aprovações ilimitadas e diversifiquem em stablecoins colateralizadas de emissores auditados.

A equipe Saga publicará post-mortem detalhado. Enquanto isso, o mercado reage com cautela, destacando a necessidade de due diligence em protocolos emergentes. Fiquem atentos a atualizações oficiais e evitem FOMO em yields altos sem segurança comprovada.


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