Investidor crypto cartoon tokenizando pilha de ações tradicionais com token FGRD, dissolvendo em rede blockchain contra silhueta de Wall Street

Figure Tokeniza US$ 150 Milhões em Ações e Desafia Wall Street

A Figure Technology Solutions anuncia o lançamento de seu token de ações FGRD nesta quinta-feira, representando ações comuns emitidas nativamente na blockchain. Essa iniciativa acompanha uma oferta secundária ampliada para US$ 150 milhões, com participação da Pantera Capital. O movimento elimina sistemas de compensação tradicionais, integrando DeFi diretamente ao mercado de capitais e sinalizando a maturidade da tokenização de ativos reais (RWA).


O FGRD e a Plataforma OPEN

O token FGRD será emitido, negociado e liquidado na Onchain Public Equity Network (OPEN), plataforma da Figure que opera sem depender de custódia e clearing legados de Wall Street. Isso permite liquidação instantânea (T+0) e conformidade programável na blockchain Provenance, desenvolvida pela empresa.

Investidores acessam o ativo via app Figure Markets ou carteiras self-custody integradas. A Figure, liderada por Mike Cagney (ex-CEO da SoFi), já originou mais de US$ 22 bilhões em empréstimos home equity e oferece custódia de ativos digitais. "Estamos rearquitetando a infraestrutura de capitais para ser em tempo real, transparente e programável", afirma Cagney. Os fundamentos da adoção institucional se fortalecem com essa ponte entre finanças tradicionais e blockchain.

Essa natividade on-chain diferencia o FGRD de representações sintéticas: ele é a própria equidade da empresa, não um derivativo, abrindo portas para composabilidade inédita no mercado de ações.

Integração DeFi: Empréstimos com Ações Tokenizadas

Detentores de FGRD poderão usar os tokens como colateral em empréstimos ou financiamentos via Democratized Prime, o protocolo DeFi da Figure. Isso libera liquidez de ativos tradicionalmente estáticos, permitindo que ações gerem rendimento on-chain sem venda.

O lançamento ocorre em meio à oferta secundária de US$ 150 milhões, precificada e ampliada, com a Figure recomprando US$ 10 milhões de ações existentes. A Pantera Capital, gigante de venture capital cripto, participa, reforçando a confiança institucional. Após IPO em setembro, as ações da Figure enfrentaram volatilidade com a queda cripto, mas esse passo de alta demonstra resiliência.

A tokenização de equidades avança o RWA de dívida para direitos acionários, desafiando paradigmas com eficiência e redução de riscos de contraparte. O mercado está construindo uma narrativa de convergência, onde blockchains absorvem volumes tradicionais.

Implicações para o Mercado de Capitais

Essa quebra de paradigmas posiciona a Figure como pioneira na fusão DeFi-mercado tradicional. Sem intermediários, custos caem, transparência sobe e acesso globaliza — especialmente para investidores retail e institucionais em emergentes como o Brasil.

Desafios regulatórios persistem, mas parcerias como com bancos e conformidade nos EUA pavimentam o caminho. No longo prazo, isso acelera a adoção: imagine ações de blue chips tokenizadas, com yield via staking ou lending. Os ciclos de alta são alimentados por inovações assim, contextualizando o otimismo atual apesar da volatilidade.

Investidores devem monitorar liquidez inicial no OPEN e impactos na precificação da Figure. A tese macro de tokenização ganha tração, fortalecendo ecossistemas como Provenance.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Investidor cartoon com carteira de XRP, DOGE, ADA e LTC liberando fluxo de USDC sem venda, ilustrando empréstimos da Coinbase para holders brasileiros

Coinbase Libera Empréstimos Até R$ 550 Mil com XRP, DOGE e ADA

Precisa de dinheiro, mas não quer vender suas XRP, DOGE ou ADA? A Coinbase expandiu seus empréstimos para titulares desses ativos, além de LTC, liberando até US$ 100 mil (cerca de R$ 550 mil) em USDC sem precisar liquidar as posições. Disponível nos EUA (exceto NY), o serviço usa o protocolo Morpho na rede Base. Ideal para quem quer liquidez sem imposto sobre ganhos agora. Isso muda o jogo para holders de longo prazo.


Como Funciona na Prática

Imagine que você tem R$ 1 milhão em XRP na Coinbase. Em vez de vender e pagar imposto de ganho de capital à Receita Federal, pode usar parte como garantia para pegar emprestado até 49% do valor em USDC. O dinheiro cai na hora para pagar contas, reformar a casa ou investir em algo urgente, sem mexer na sua aposta de alta nas criptos.

Segundo a cobertura detalhada, o serviço roda via Morpho, um protocolo DeFi na Base (layer 2 da Coinbase sobre Ethereum). Basta ser cliente elegível, “envolver” (wrap) os tokens se preciso e solicitar. Não há parcelas fixas: você gerencia o LTV (loan-to-value) monitorando o preço das garantias.

Para brasileiros com conta na Coinbase, vale testar se já rola acesso ou fica só pros gringos por enquanto. Fique de olho nas taxas variáveis de juros, que dependem do mercado.

Regras e Limites: O Que Você Pode Pegar

O teto é US$ 100 mil para XRP, DOGE, ADA e LTC — bem menos que os US$ 1 milhão para ETH ou até US$ 5 milhões para BTC. O LTV máximo é 49%: se suas garantias valem US$ 200 mil, pode emprestar até quase US$ 100 mil. Se subir para 62,5% (por queda no preço das criptos), rola liquidação automática: alguém paga sua dívida e leva suas moedas com desconto.

Exemplo prático: Com dólar a R$ 5,50, US$ 100 mil viram R$ 550 mil. Perfeito para cobrir 10 meses de aluguel em SP ou um carro usado. Mas lembre: juros variáveis e fee única por empréstimo. Não dá pra usar o dinheiro pra tradar na própria Coinbase.

Vantagens para Quem Vive no Brasil

Aqui no Brasil, vender cripto hoje significa declarar IR sobre lucro (15% a 22,5%). Com empréstimo, você mantém a posição esperando a alta, usa o cash pra vida real — tipo remessa pra família ou inflação do supermercado — e paga de volta quando quiser. Coinbase já tem bilhões em XRP de clientes, mostrando demanda.

É como um cheque especial garantido pelas suas moedas: liquidez imediata sem burocracia de banco. Para o “cidadão comum” com Dogecoin da zoeira que virou reserva, isso é ouro. Mas só pros EUA agora; torcendo pra chegar aqui logo.

Riscos e Cuidados Essenciais

Não é milagre: se XRP ou DOGE cair forte, seu LTV explode e você perde as garantias na liquidação. Coinbase manda alertas pra adicionar mais colateral ou pagar parte, mas volatilidade é rei no cripto. Wrapping tokens pode ter imposto nos EUA; aqui, consulte contador.

Coinbase avisa: sem conselho fiscal ou de investimento. Comece pequeno, monitore oráculos de preço e tenha plano B. Vale mais que um empréstimo bancário caro (com garantia imóvel a 12% a.a.).


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Plataformas blockchain isométricas conectadas por ponte com véu de névoa privativa, ilustrando migração NilChain e integração Dash-Zcash

Dash Integra Privacidade Zcash e NilChain Migra para Ethereum

A integração do pool Orchard da Zcash na Dash Evolution chain marca um avanço técnico significativo para privacidade em transações e ativos tokenizados. Ao mesmo tempo, a NilChain anuncia o fim de suas operações no Cosmos, com migração para Ethereum até 23 de março. Essas mudanças destacam a evolução dos protocolos de privacidade em blockchains, priorizando interoperabilidade e adoção real.


Dash Evolution e o Pool Orchard da Zcash

A Dash, uma blockchain layer-1 com foco em pagamentos rápidos via masternodes, está integrando o pool Orchard do Zcash em sua Evolution chain, uma camada secundária que suporta funcionalidades de smart contracts. O Orchard é um shielded pool baseado em zk-SNARKs, que oculta valores transacionados, remetentes e destinatários, garantindo privacidade total sem comprometer a verificabilidade.

Inicialmente, a integração — prevista para março após auditorias de segurança — suportará transferências básicas de ZEC na Evolution. Posteriormente, estenderá privacidade a ativos tokenizados do mundo real (RWAs), como imóveis ou commodities representados on-chain. Isso funciona como um banco de dados distribuído criptograficamente protegido: os nós validam provas zero-knowledge sem acessar dados sensíveis.

O anúncio impulsionou o DASH, que subiu mais de 125% em janeiro, atingindo picos de US$ 96. Métricas on-chain mostram aumento em transações, refletindo interesse em privacidade como resposta à vigilância financeira crescente.

Migração da NilChain: Do Cosmos para Ethereum

A NilChain, desenvolvida pela Nillion com Cosmos SDK para computação segura (secure computation, via multi-party computation ou MPC), encerra operações em 23 de março. Holders de NIL devem migrar ativos para Ethereum antes dessa data, conforme anúncio de 17 de fevereiro.

Construída para processar dados privados sem exposição — imagine executar smart contracts onde inputs e outputs permanecem ocultos —, a chain enfrentou baixa adoção no Cosmos. Nillion, que captou US$ 20 milhões em 2022 e US$ 25 milhões em 2024 (Hack VC liderando), foca agora no Ethereum para maior liquidez e ecossistema DeFi. O NIL oscilou 10% no dia do anúncio, negociando a US$ 0,053.

Esse movimento reflete o êxodo do Cosmos: TVL no Hub caiu para US$ 131 mil, fees em mínimas históricas. Projetos como Noble e Pryzm também migraram, citando custos altos e demanda fraca por smart contracts nativos.

Evolução da Privacidade e Desafios Regulatórios

Essas atualizações sinalizam maturidade na privacidade blockchain. Dash-Zcash combina herança de pagamentos (Dash) com provas zk (Zcash), enquanto NilChain busca o volume transacional do Ethereum. Por que importa? Privacidade é essencial para adoção corporativa: transações revelam parcerias e salários, como alertou CZ da Binance.

No entanto, reguladores tensionam: Dubai baniu ZEC e XMR em janeiro 2026 para exchanges reguladas. Críticos como Saifedean Ammous questionam anonimato total via análise forense. Métricas como TVL e usuários ativos diferenciam inovação real de hype.

Próximos Passos para Holders e Desenvolvedores

Holders de NIL: monitorem guias oficiais para migração até 23/03, evitando perdas. Para Dash, aguarde lançamento em março e testnets para RWAs privados. Desenvolvedores devem avaliar commits GitHub e auditorias para validar robustez. Essas mudanças testam se privacidade escalável impulsiona adoção além do especulativo.


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Personagem regulador cartoon carimbando selo dourado em stablecoin antropomorfizada com cofre se abrindo, simbolizando status de reserva bancária EUA para remessas

Stablecoins Viram Reserva Bancária com Selo dos EUA

Imagine enviar dólares para a família no exterior em minutos, sem as taxas altas dos bancos tradicionais. Isso está mais perto da realidade com o lançamento do Stablecoin Solutions pela Anchorage Digital, o primeiro banco cripto regulado nos EUA. Ao mesmo tempo, a ProShares criou um ETF de Tesouros americanos apto para reservas de stablecoins sob a lei GENIUS Act. Essas novidades trazem segurança regulada aos dólares digitais, facilitando pagamentos globais instantâneos e com lastro em ativos do governo americano. Para brasileiros, isso pode baratear remessas e aumentar a confiança no dia a dia.


Anchorage Digital: Pagamentos Instantâneos para Bancos

A Anchorage Digital, banco cripto autorizado pelo governo federal americano (OCC), uniu em um só serviço tudo o que os bancos precisam para usar stablecoins: emissão, resgate, custódia e liquidação. Em vez de dias esperando transferências via correspondentes bancários, com contas pré-financiadas cheias de dinheiro parado, os bancos agora fazem settlements em US$ globais em minutos pela blockchain.

Isso substitui os nostros e vostros tradicionais, reduzindo riscos de contraparte e liberando liquidez. Suporta stablecoins como o USDT da Tether e USDe da Ethena, dando flexibilidade. Nathan McCauley, CEO da Anchorage, explica que stablecoins viram “infraestrutura financeira essencial”, modernizando pagamentos sem perder compliance. Para nós no Brasil, onde remessas custam caro (dólar a R$ 5,21 hoje), isso abre portas para transações mais eficientes via parcerias futuras.

No cotidiano, pense em uma empresa brasileira pagando fornecedores nos EUA: em vez de 3-5 dias e taxas de 5-10%, minutos e custos menores. É prático e realista, preservando os padrões de segurança que o sistema financeiro exige.

ProShares e GENIUS Act: Lastro Seguro em Tesouros

A lei GENIUS Act, aprovada em julho de 2025, define regras federais para reservas de stablecoins de pagamento: só ativos de alta qualidade, como Tesouros americanos de curto prazo. A ProShares lançou o ETF IQMM exatamente para isso, negociado na bolsa com ticker IQMM e valor líquido flutuante baseado no mercado.

Diferente de fundos comuns de money market, ele tem settlement no mesmo dia e foco institucional para emissores de stablecoins. O prospecto avisa que yields podem ser menores por restrição a ativos elegíveis, mas prioriza segurança. ProShares gerencia mais de US$ 95 bilhões (cerca de R$ 495 bilhões), trazendo credibilidade.

Para o brasileiro comum, isso significa stablecoins com “selo dos EUA”, lastreadas em títulos do governo americano. Menos risco de descolamento do dólar, ideal para guardar valor contra inflação ou enviar dinheiro sem medo de calote.

Impacto Prático no Brasil: Remessas e Confiança

No Brasil, onde milhões enviam remessas mensais (equivalente a meses de salário mínimo), stablecoins reguladas mudam o jogo. Hoje, Western Union ou bancos cobram até 10% + IOF; com blockchain regulada, cai para frações disso. Bancos brasileiros podem integrar esses trilhos, facilitando para o cidadão comum.

A confiança cresce: custódia federal, reservas em Treasurys auditados. Não é especulação, mas ferramenta cotidiana. Monitore exchanges como Binance para stablecoins compatíveis – taxas baixas para comprar USDT com real e enviar globalmente.

Desafios persistem: regulação local (BC ainda estuda) e volatilidade do real. Mas é um passo para inclusão financeira real.

O Que Fazer Agora

  1. Verifique saldos em stablecoins na sua exchange.
  2. Teste remessas pequenas para medir custos.
  3. Acompanhe aprovações no Brasil.

Essas ferramentas práticas tornam cripto acessível, não só para traders.


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Esfera dourada comprimida por bandas geométricas tensionadas com rachaduras vermelhas, simbolizando squeeze histórico das Bandas de Bollinger no Bitcoin

Bitcoin: Bandas de Bollinger Indicam Explosão Imminente

O silêncio antes da explosão: as Bandas de Bollinger do Bitcoin estão no nível mais apertado da história, segundo analistas. Isso indica um movimento explosivo iminente no preço. Ao mesmo tempo, a análise da K33 Research aponta que estamos na fase final do bear market, similar a 2022, com consolidação entre US$ 60 mil e US$ 75 mil. Entenda esses sinais sem pânico e com clareza para navegar melhor pelo mercado.


O Que São as Bandas de Bollinger?

Em outras palavras, as Bandas de Bollinger são como uma ‘borracha elástica’ ao redor do preço do Bitcoin. Criadas por John Bollinger, elas consistem em uma média móvel simples no meio — pense nisso como a linha central do preço nos últimos 20 dias ou períodos — e duas bandas externas que medem a volatilidade. Quando o preço ‘toca’ a banda superior, está caro; na inferior, barato.

Isso significa que, quando as bandas apertam — ou seja, ficam bem próximas uma da outra —, a volatilidade está baixa. É como uma bola de borracha comprimida: ela precisa explodir para algum lado. No gráfico mensal do Bitcoin, esse squeeze está no recorde histórico, o que historicamente precede rallies fortes, exceto na queda de 2022 para US$ 16 mil.

Pense assim: imagine uma rua lotada que fica cada vez mais estreita. Os carros (preços) vão devagar agora, mas logo vem uma explosão de movimento. Analistas como Dorkchicken destacam que as chances de alta são maiores quando a expansão começar.

Por Que Esse Squeeze Pode Ser o Fim do Bear Market?

O atual aperto das bandas sugere que o Bitcoin, cotado em torno de US$ 67 mil, está acumulando energia. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 349.866 (+0,81% em 24h). Indicadores complementares, como o Sharpe Ratio em -38 (nível de fundos de ciclo), reforçam que estamos perto de um ‘buy zone‘ geracional.

Em 2015, 2019 e 2022, esses sinais baixos levaram a altas. Mas há riscos: um death cross nas médias móveis de 3 dias pode puxar para baixo primeiro, talvez até US$ 33 mil. No entanto, o histórico favorece paciência para quem holda.

A Visão da K33: Fase Final Como em 2022

A K33 Research, via Vetle Lunde, usa um ‘regime indicator‘ que combina funding rates negativos (há 11 dias), open interest baixo (abaixo de 26 mil BTC) e outflows de ETFs (103 mil BTC desde outubro). Isso espelha novembro de 2022, pré-fundo global.

Isso significa que o downside está limitado, mas não espere rebound rápido. Espere consolidação em US$ 60 mil-75 mil, com retornos médios de 3% em 90 dias. Trading spot caiu 59%, instituições cautelosas no CME. O Fear & Greed em 5 reflete pânico, mas não garante alta imediata — média de +2,4% em 90 dias.

Analogia brasileira: é como esperar o carnaval após o pré-carnaval morno. O movimento vem, mas com paciência.

O Que Fazer Agora? Passos Práticos

  1. Monitore as bandas: expansão para cima é sinal de alta.
  2. Verifique funding rates e ETF flows.
  3. Evite FOMO ou pânico: ciclos têm fases de consolidação.
  4. Diversifique e estude seu risco.

Você está aprendendo? Ótimo! Esses sinais empoderam decisões informadas. O bear market final testa paciência, mas recompensa os preparados.


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Executivo CZ cartoon cortando corda dourada que prende influenciador com coroa glitch IA, simbolizando abandono por polêmica no ecossistema Binance

CZ Corta Relações com ‘Príncipe’ da Binance Após Polêmica de IA

O influenciador chinês EnHeng, conhecido como ‘príncipe da Binance’ e próximo à executiva He Yi, teve sua reputação abalada após uma polêmica envolvendo vídeos gerados por IA. Em poucos dias, o fundador da Binance, CZ, cancelou o follow no X (antigo Twitter), e projetos do ecossistema BSC deletaram publicações relacionadas a ele. O caso expõe fragilidades de influência pessoal no mundo cripto, datado de 18 de fevereiro de 2026.


Origem da Controvérsia: Vídeos de IA e Conflitos Internos

EnHeng, com cerca de 10 mil seguidores no X (@EnHeng456), construiu sua imagem como ‘filho’ de He Yi, participando de eventos de caridade, AMAs e promoções na BNB Chain (BSC). No entanto, em meados de fevereiro de 2026, vídeos produzidos com IA o retrataram de forma exagerada: chamando He Yi de ‘mãe’ e simulando confrontos com rivais como o fundador da OKX, Xu Mingxing. Esses conteúdos foram vistos como invasivos, forçando associações indesejadas com líderes da exchange e criticando outros influenciadores, como PhyrexNi e ‘Wang Duan Niao’.

Outros KOLs reagiram rapidamente. PhyrexNi acusou EnHeng de comportamento inadequado, publicando timelines e capturas de tela. Outro influenciador, Liang Xi, divulgou chats e comprovantes de transferências, sugerindo laços de interesse. EnHeng pediu desculpas em 17 de fevereiro, admitindo excesso em ‘tomar partido’ publicamente, e privatizou sua conta logo após.

CZ Toma Atitude e Ecossistema BSC se Desenlaça

Em 18 de fevereiro, CZ (@cz_binance) deu um passo simbólico, mas impactante: cancelou o follow de EnHeng e PhyrexNi. Não se tratou de uma limpeza geral de follows — comum no perfil de CZ para evitar ‘efeito endorsement’ —, mas uma ação direcionada, interpretada como repúdio à briga interna. CZ ainda repostou uma mensagem pedindo união entre KOLs chineses, comentando que ‘não tem tempo para fofocas’.

O efeito cascata foi imediato. Projetos meme, DeFi e launchpads da BSC removeram tweets sobre colaborações com EnHeng, incluindo red packets, comissões e anúncios de AMA. Evidências apontam para uma estratégia de mitigação de riscos: no cripto, o follow de CZ é visto como aval implícito; o unfollow, como alerta vermelho, podendo afetar listagens, liquidez e confiança da comunidade.

Reações da Comunidade e Bandeiras Vermelhas Identificadas

A comunidade chinesa dividiu-se: parte critica EnHeng por ‘lamber demais’ He Yi, criando uma persona insustentável em meio ao mercado de baixa, onde a paciência para euforia é baixa. Outros veem como lição de juventude — ele tem apenas 21 anos —, mas destacam o ‘efeito dominó’ em reputação. Investigações revelam padrões preocupantes: dependência excessiva de endossos pessoais, uso de IA para manipular narrativas e conflitos não resolvidos que escalam publicamente.

Para investidores, bandeiras vermelhas incluem influenciadores que forçam associações com exchanges sem transparência. O caso reforça que backings podem evaporar rapidamente, expondo vulnerabilidades em projetos atrelados a personalidades.

Lições para o Mercado Cripto Brasileiro

Embora centrado na Ásia, o episódio alerta o ecossistema brasileiro. No mundo cripto, reputação é ativo volátil: o que sobe com hype, cai com escândalos éticos. Monitore follows de líderes como CZ, mas priorize due diligence on-chain e diversificação. Projetos que deletam histórico sob pressão sinalizam instabilidade. Fique atento: o que parece ‘príncipe’ hoje pode ser isolado amanhã.


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Figuras cartoon de Trump e Fed defendendo plataformas Polymarket e Kalshi contra procurador de Nevada, simbolizando conflito regulatório nos EUA

Trump e Fed Defendem Polymarket Contra Sanções Estaduais

A administração Trump e reguladores federais entraram em defesa de plataformas como Kalshi e Polymarket, enquanto o estado de Nevada avança com ações judiciais para bloquear suas operações. O conflito, intensificado por uma decisão do Nono Circuito que negou a suspensão da execução das leis estaduais, destaca a tensão entre jurisdições federais e locais sobre a natureza desses mercados de previsão: instrumentos financeiros ou jogos de azar? Economistas do Fed elogiam sua utilidade em prever inflação e taxas de juros em tempo real.


Nevada Aplica Leis de Jogo Contra Plataformas

O Nevada Gaming Control Board protocolou ação civil contra a Kalshi, alegando que seus contratos de eventos sobre resultados esportivos equivalem a apostas sem licença estadual. A decisão da Corte de Apelações do Nono Circuito rejeitou o pedido da plataforma para suspender a execução das leis estaduais, permitindo que o estado prossiga. Nevada argumenta que tais contratos violam rigorosas leis locais de jogos de azar, protegendo seu mercado regulado de apostas esportivas.

A Kalshi, regulada pela CFTC sob o presidente Michael Selig, contesta a classificação, defendendo que seus produtos são derivativos financeiros federais, preemptando leis estaduais. Outros estados, como Massachusetts e Tennessee, emitiram ordens semelhantes, sinalizando uma frente unida contra o que veem como intrusão em seu controle sobre jogos de azar.

Apoio Federal e Posição da CFTC

A Commodity Futures Trading Commission (CFTC) apresentou amicus brief apoiando jurisdição federal, argumentando que estados não podem reclassificar derivativos regulados como jogos de azar ilegais. Essa postura reflete mudança sob Trump, tratando mercados de previsão como parte do sistema financeiro nacional, evitando fragmentação regulatória. Plataformas como Polymarket e Kalshi operam contratos precificados entre 1 e 99 centavos de dólar, refletindo probabilidades de eventos reais, de eleições a economia.

O suporte federal visa preservar mercados nacionais de derivativos, contrastando com ações estaduais que ameaçam liquidez e participação ampla, essenciais para precisão preditiva.

Elogios do Fed e Potencial para Formulação de Políticas

Em paper recente, economistas do Federal Reserve destacam que contratos macroeconômicos em plataformas como Kalshi superam benchmarks tradicionais em prever inflação e expectativas de juros, oferecendo distribuições probabilísticas atualizadas em tempo real. Eles veem esses mercados como complemento valioso para ferramentas de política, abrindo vias para estudar transmissão monetária e incerteza macroeconômica.

Essa visão colide com pressões estaduais, expondo dilema regulatório: liquidez profunda requer estabilidade, mas conflitos jurisdicionais geram incerteza. Especialistas notam que o histórico de reações adversas políticas, como o cancelamento do projeto DARPA em 2003, sublinha a necessidade de clareza.

Implicações Globais para Investidores Cripto

O desfecho pode redefinir fronteiras entre especulação financeira e jogos de azar nos EUA, impactando plataformas globais de mercados de previsão integradas a blockchain. Para investidores brasileiros, decisões em Washington influenciam fluxos de capital e adoção de ferramentas preditivas em cripto, onde similares operam em jurisdições offshore. Monitorar apelações, inclusive possível Suprema Corte, é crucial, pois clareza regulatória fortalece confiança em ativos de risco.


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Executivos cartoon selando parceria sobre contrato com resort tokenizado e stablecoin USD1, simbolizando aliança trilionária WLFI-Apex

WLFI Trump: Parceria US$ 3,5T com Apex e RWA nas Maldivas

A World Liberty Financial (WLFI), projeto cripto ligado à família Trump, avança na institucionalização com parceria estratégica junto ao Apex Group, gigante de serviços financeiros com US$ 3,5 trilhões em ativos. No fórum realizado em Mar-a-Lago, CEOs de Goldman Sachs, Nasdaq e Coinbase discutiram regulação favorável e o papel da stablecoin USD1. Paralelamente, o primeiro projeto de RWA (Real World Assets) foi anunciado: tokenização do resort Trump nas Maldivas.


Parceria com Apex Impulsiona USD1

A colaboração com o Apex Group integra a stablecoin USD1 ao ecossistema da provedora global, presente em 52 países. O acordo prevê subscrições, distribuições e resgates de ativos tokenizados, além de piloto para uso da USD1 permissioned em infraestrutura de mercados de capitais. Há potencial para listagem de ativos WLFI, como imóveis e infraestrutura, na plataforma Digital Market Infrastructure do London Stock Exchange Group, em conformidade regulatória.

Zach Witkoff, CEO da WLFI, destacou que isso facilita acesso global aos ativos via app móvel voltado ao consumidor, conectando contas bancárias, wallets e serviços on-chain. Os fundamentos se fortalecem à medida que o mercado constrói pontes entre TradFi e blockchain.

Primeiro RWA: Resort Trump nas Maldivas

O marco inicial em real world assets é a tokenização do Trump International Hotel & Resort Maldives, em parceria com Dar Global e Securitize. O foco são os direitos de juros e divisão de receitas do empréstimo do projeto, previsto para 2030 com 100 vilas de luxo. Voltado a investidores qualificados via Reg D 506(c) e Reg S, oferece yields fixos e exposição a cash flows, com restrições de transferência.

Essa iniciativa demonstra como RWAs elevam liquidez de ativos ilíquidos, conectando investidores comuns a oportunidades premium. O ecossistema Trump posiciona-se como pioneiro nessa tendência de longo prazo.

Fórum em Mar-a-Lago e Apoio Institucional

No World Liberty Forum em Mar-a-Lago, Eric e Donald Trump Jr. promoveram a USD1 como “upgrade do dólar”, criticando o sistema bancário tradicional. David Solomon (Goldman) admitiu posição em Bitcoin, Brian Armstrong (Coinbase) cobrou legislação de market structure, e Adena Friedman (Nasdaq) defendeu fusão TradFi-blockchain.

Zak Folkman enfatizou proof-of-reserves em tempo real via Chainlink, expansão para 40 moedas e uso por AI agents. Senador Bernie Moreno urge aprovação rápida de lei para liderança americana. Esses movimentos sinalizam adoção institucional acelerada.

Reação do Mercado e Perspectivas

O token WLFI subiu 10% após o anúncio, superando Bitcoin e Ethereum em baixa. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 350.618 (-1,77% em 24h), enquanto o dólar está em torno de R$ 5,24.

O império cripto Trump constrói uma narrativa de alta: de resorts tokenizados a stablecoins institucionais, mirando dominância em Wall Street. Investidores devem monitorar fluxos de capitais e regulação para o ciclo de adoção global.


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Prisma hexagonal translúcido com camadas internas se realinhando e selando rachaduras cyan, simbolizando reestruturação de segurança no Ethereum e Base

Segurança Máxima: Ethereum e Base Reestruturam para 2026

A Ethereum Foundation anunciou reestruturação de sua equipe de protocolo em três trilhas principais para 2026: Scale, Improve UX e Harden the L1, com foco explícito em segurança de longo prazo. Simultaneamente, a Base, L2 da Coinbase, decide se separar do Optimism Superchain para uma pilha tecnológica unificada própria. É importante considerar: essas mudanças simultâneas sinalizam um remanejamento defensivo contra vulnerabilidades profundas na infraestrutura Ethereum.


Trilhas da Ethereum: Prioridade à Defesa no L1

A Ethereum Foundation reflete sobre um 2025 produtivo, com upgrades como Pectra e Fusaka, que dobraram o throughput de blobs e aumentaram o limite de gás para 60M. Agora, a nova estrutura abandona o modelo de marcos para trilhas de longo prazo. A trilha Scale une esforços de L1 e blobs, mirando gas limits acima de 100M. Improve UX avança abstração de contas nativa e interoperabilidade L2.

Mas o destaque é a trilha Harden the L1, liderada por Fredrik Svantes, Parithosh Jayanthi e Thomas Thiery. Ela aborda segurança pós-quântica, resistência à censura via FOCIL (EIP-7805) e infraestrutura de testes robusta. O Trillion Dollar Security Initiative visa proteger contra ameaças futuras, como computação quântica que poderia quebrar chaves ECDSA. Historicamente, falhas em L1 custaram bilhões — lembre-se do DAO hack em 2016, que expôs riscos de consenso.

Próximos upgrades: Glamsterdam no primeiro semestre de 2026, seguido de Hegotá. O risco aqui é: sem hardening adequado, escalabilidade pode amplificar vulnerabilidades, expondo validadores e usuários a ataques coordenados.

Base Abandona OP Stack: Riscos de Dependência Externa

A Base, uma das L2s mais usadas, anuncia separação do ecossistema Optimism, abandonando OP Stack, Flashbots e Paradigm. Virará para uma pilha unificada baseada em Reth e componentes open-source otimizados. Isso reduz coordenação entre múltiplas equipes, mas introduz hard forks: Base V1 suporta Fusaka com TEE/ZK proofs, sincronização com Glamsterdam.

Manterá compatibilidade curta com OP Stack como Stage 1 rollup, mas migração para cliente Base será obrigatória. O alerta: dependência de stacks compartilhados, como visto em incidentes OP Mainnet, cria pontos únicos de falha. Em 2024, exploits em rollups custaram US$ 1,7 bilhão. Base busca autonomia, mas transições mal gerenciadas podem causar downtime ou perda de fundos.

É prudente observar: o protocolo é aberto, convidando implementações alternativas, mas ecossistema fragmentado aumenta riscos de interoperabilidade.

Implicações para Investidores: O Que Observar

Essas reestruturações ocorrem em momento crítico: Ethereum enfrenta pressão por escalabilidade sem comprometer segurança. O foco em Harden L1 e pilha própria da Base é positivo, mas levanta questões: e se testes falharem? Casos como Ronin (US$ 625 milhões roubados em 2022) mostram que infraestruturas maduras ainda vulneráveis.

Investidores devem monitorar: sucesso de Glamsterdam, métricas de resistência à censura, adoção de clientes alternativos na Base e auditorias independentes. Atenção para sinais de atrasos ou disputas de governance — eles podem sinalizar riscos maiores. Não é FUD: é realismo. Proteja-se diversificando e priorizando projetos com histórico de segurança comprovada.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Eclipse escuro cobrindo sol dourado do Bitcoin com raios vermelhos, simbolizando pior queda desde 2022 por Fed hawkish e tensões globais

Fed Hawkish e Tensões Globais: BTC na Pior Queda desde 2022

As atas da reunião de janeiro do FOMC revelaram pela primeira vez a possibilidade de aumento de juros caso a inflação nos EUA permaneça acima da meta de 2%, sinalizando um tom mais hawkish do que o esperado. Combinado às crescentes tensões geopolíticas no Oriente Médio, o Bitcoin está a caminho de sua quinta semana consecutiva de queda, a pior sequência desde 2022. Investidores globais reavaliam o apetite por risco em meio a um dólar fortalecido e petróleo em alta.


Tom Hawkish nas Atas do Fed

Os minutos da reunião do Federal Reserve de 27 e 28 de janeiro, divulgados nesta quinta-feira (19), mostram que a maioria dos participantes optou por manter a taxa de juros federais entre 3,50% e 3,75%. No entanto, vários membros alertaram para riscos de inflação mais persistente do que o previsto, com o CPI atual em 2,4%, ainda acima da meta. Pela primeira vez em documentos recentes, alguns participantes indicaram apoio a ajustes para cima na taxa se os preços não convergirem para 2% de forma firme.

O jornalista Nick Timiraos, conhecido como ‘transmissor do Fed’, destacou a ausência de prazos claros para o retorno à meta inflacionária nas projeções do staff, um sinal de que autoridades americanas perderam confiança na desinflação rápida. Essa mudança de tom encerra uma trégua esperada pelos mercados e pressiona ativos de risco como criptomoedas, que dependem de liquidez farta para valorizar.

Tensões Geopolíticas Aceleram a Queda do BTC

Paralelamente ao Fed, riscos geopolíticos no Oriente Médio intensificam a aversão ao risco. Relatos indicam que os EUA acumulam a maior concentração de poder aéreo na região desde 2003, com possibilidade de ataques ao Irã. Isso elevou o índice do dólar a 97,7, o mais alto desde 6 de fevereiro, e o petróleo WTI para US$ 65, de uma mínima de US$ 62.

Um dólar forte e commodities em alta apertam as condições financeiras globais, afetando especialmente o Bitcoin, que caiu mais de 50% desde o pico de US$ 126.500 em outubro. Em termos semanais, o BTC registra cinco quedas consecutivas, ecoando o mercado de baixa de 2022, quando acumulou nove semanas negativas.

Impacto no Mercado Brasileiro e Global

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 350.410,86 nesta quinta-feira às 06:50, com variação de -1,83% nas últimas 24 horas. O dólar subiu para R$ 5,2383, ampliando a pressão sobre ativos em reais. Para investidores brasileiros, esse cenário reforça a necessidade de monitorar decisões em Washington e eventos no Oriente Médio, que moldam o fluxo de capital global para cripto.

Em perspectiva geopolítica, sanções potenciais e instabilidade energética podem prolongar juros altos nos EUA, reduzindo o apelo de ativos voláteis. Países emergentes como o Brasil sentem o impacto via carry trade reverso e saída de capitais de risco.

Próximos Passos para Investidores

O mercado aguarda a próxima reunião do FOMC em 18 de março, com 94% de chance de manutenção das taxas segundo o CME FedWatch. No curto prazo, é provável que o Bitcoin teste suportes abaixo de US$ 67.000. Investidores globais devem diversificar fontes de informação, conectando políticas monetárias americanas a dinâmicas internacionais, para navegar essa fase de incerteza elevada.


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Personagens cartoon de Arizona e UAE em corrida dinâmica por moeda XRP e mineração Bitcoin, simbolizando corrida global soberana por criptoativos

Arizona Inclui XRP em Reserva Pública: Corrida Cripto Global

O estado do Arizona avançou esta semana o projeto de lei SB1649, que cria uma reserva pública de criptoativos incluindo o XRP entre os elegíveis. Aprovado por 4 a 2 no Comitê de Finanças do Senado em 16 de fevereiro, o texto permite ao tesoureiro estadual custodiar ativos digitais apreendidos em ações policiais. Paralelamente, os Emirados Árabes Unidos acumularam US$ 454 milhões em Bitcoin via mineração com a Citadel, sinalizando uma corrida armamentista global por reservas cripto enquanto o Brasil discute tributação.


Avanço da Legislação no Arizona

O Senate Bill SB1649 autoriza o tesouro estadual a gerenciar uma carteira de digital assets, abrangendo moedas apreendidas ou entregues voluntariamente ao governo. Segundo autoridades do Arizona, a medida responde à crescente posse de criptoativos em processos judiciais, demandando soluções modernas de custódia e veículos regulados como ETFs. A inclusão explícita do XRP destaca o token da Ripple, historicamente pressionado por disputas regulatórias nos EUA, mas valorizado por seu uso em pagamentos transfronteiriços.

O comitê de finanças deu sinal verde em uma sessão recente, enviando o projeto para etapas subsequentes no Senado. Especialistas em regulação cripto veem isso como um passo pragmático para estados americanos lidarem com ativos ilíquidos, evitando perdas por obsolescência ou falta de infraestrutura. No contexto global, reflete a tendência de jurisdições subnacionais assumirem liderança em inovação financeira, similar a propostas em outros estados como Wyoming e Texas.

Estratégia de Mineração nos Emirados Árabes

Enquanto isso, dados da Arkham revelam que os Emirados Árabes Unidos acumularam US$ 454 milhões em Bitcoin através de operações de mineração em parceria com a Citadel. Após deduzir custos energéticos, o lucro flutuante chega a US$ 344 milhões. A entidade reteve a maior parte da produção desde agosto de 2025, com última saída registrada há quatro meses, indicando estratégia de HODL soberano.

Essa abordagem difere de compras no mercado secundário, explorando vantagens em energia abundante e hardware especializado. Países do Golfo, ricos em recursos fósseis, convertem excedentes em BTC, posicionando-se como atores relevantes na rede Bitcoin. Comparado a holdings de mineradoras listadas nos EUA (US$ 2,79 bilhões), o modelo dos EAU enfatiza controle de custos e acumulação orgânica, mitigando volatilidade de preços.

Corrida Armamentista Cripto: Implicações Globais

Esses movimentos inserem-se em uma dinâmica geopolítica mais ampla, onde nações e estados competem por reservas digitais. Nos EUA, discussões sobre reservas estratégicas federais ganham tração, enquanto na Europa e Ásia, CBDCs avançam paralelamente. Para investidores brasileiros, o contraste é gritante: enquanto o Arizona constrói tesouros em XRP e BTC, estados locais no Brasil planejam elevar impostos sobre cripto, potencialmente freando adoção.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 350.863 (-1,78% em 24h). O XRP está em R$ 7,44 (-4,45%) e US$ 1,42. Mercados monitoram se aprovações estatais impulsionarão demanda institucional, alterando dinâmicas de oferta global.

Impactos para Investidores Internacionais

A aceitação soberana reforça cripto como reserva de valor alternativa ao ouro ou dólar. Governos de Abu Dhabi e Phoenix testam modelos que podem inspirar Brasília ou outras capitais latino-americanas. No entanto, desafios persistem: auditoria, seguro e governança de fundos públicos demandam marcos claros. Investidores globais devem acompanhar votações pendentes, pois sinalizam maturidade regulatória e potencial alta em adoção.


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Personagens cartoon: golpista sedutor atraindo vítima com cripto falsa enquanto procurador NYAG intervém com escudo de alerta contra golpe pig butchering

NYAG Alerta sobre Golpe ‘Pig Butchering’ em Cripto

A Procuradora-Geral de Nova York, Letitia James, emitiu um alerta urgente em 17 de fevereiro sobre os golpes pig butchering, fraudes que causam prejuízos de dezenas de milhares a mais de US$ 1 milhão por vítima. Diferente de hacks técnicos, esses esquemas usam engenharia social para ‘engordar’ a confiança da vítima ao longo de semanas ou meses antes do abate financeiro via plataformas falsas de cripto. Nova-iorquinos estão no centro dessa onda crescente de perdas.


O Que Revelam as Investigações da NYAG

Investigações revelam que os fraudadores abordam vítimas por redes sociais, apps de namoro, mensagens não solicitadas ou anúncios online. Após o contato inicial, migram para plataformas criptografadas como WeChat ou WhatsApp para construir relacionamentos pessoais ou profissionais falsos. "Os golpistas recorrem a grandes esforços para ganhar confiança", alerta James, que lançou um guia de prevenção detalhado.

Evidências apontam para uma evolução de fraudes antigas baseadas em confiança, com foco em criptomoedas e câmbio estrangeiro. As vítimas são direcionadas a sites falsos que imitam instituições financeiras legítimas, exibindo capturas de tela manipuladas de saldos crescentes e imagens de luxo para simular lucros. Plataformas falsas mostram ganhos fictícios, incentivando depósitos maiores — de milhares a milhões de dólares.

Mecânica do Golpe: Do Aliciamento ao Abate

O golpe pig butchering — termo que descreve o processo de ‘engordar o porco’ antes do abate — opera em etapas precisas. Primeiro, ganham confiança ao longo de semanas. Depois, introduzem ‘oportunidades’ de investimento em cripto. Vítimas depositam fundos e veem saldos ‘crescerem’ artificialmente.

A fase final é o bloqueio: ao tentar sacar, são cobradas taxas falsas de retirada, impostos ou verificações. "Eventualmente, os scammers cortam contato e ficam com o dinheiro", explica o alerta oficial. Prejuízos variam de dezenas de milhares a mais de US$ 1 milhão, arruinando economias de vida inteira.

Diferente de exploits técnicos, aqui não há brechas de código: é pura manipulação psicológica, tornando-o mais perigoso para investidores isolados.

Red Flags e Estratégias de Proteção

Red flags incluem abordagens não solicitadas prometendo retornos altos, pressão para migração a apps privados, plataformas sem registro regulatório e recusa em verificações independentes. Evidências on-chain ou sites falsos sem licenças são alertas cruciais.

  1. Desconfie de investimentos via contatos pessoais em apps de namoro ou mensagens aleatórias.
  2. Pesquise independentemente qualquer plataforma ou indivíduo — consulte profissionais financeiros.
  3. Evite depósitos em bitcoin ATMs, wires ou mensageiros para ‘oportunidades exclusivas’.
  4. Se suspeitar, reporte à NYAG ou autoridades locais sem hesitar.

James enfatiza: não se apresse em transações com promessas irreais. Verificação rigorosa salva patrimônios.

Resposta das Autoridades e Contexto Maior

O FBI intensificou ações com a Operation Level Up (2024), identificando mais de 8.100 vítimas e salvando US$ 511 milhões. Em 2025, o Scam Center Strike Force visa redes transnacionais via rastreamento blockchain e apreensões de domínios.

Esses esforços mostram que autoridades estão passando de reações reativas a ações proativas. Investidores devem monitorar atualizações, mas a proteção começa com ceticismo — o antídoto contra esses predadores digitais.


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Balança cartoon desequilibrada com mão corporativa retendo 18% de recompensas ETH, investidor surpreso analisando custos de ETF staking BlackRock

BlackRock Retém 18% das Recompensas em ETF Ethereum Staking

A BlackRock revelou detalhes da estrutura de taxas para seu proposto iShares Staked Ethereum Trust ETF (ETHB), submetido à SEC em 18 de fevereiro de 2026. A gestora planeja reter 18% das recompensas geradas pelo staking de Ethereum, repassando o restante aos investidores. Os dados mostram que entre 70% e 95% do ETH será alocado em staking, com um colchão de liquidez de 5% a 30%. Isso representa o preço da comodidade para acesso institucional a rendimentos passivos, em um momento em que o Ether negocia a R$ 10.347.


Estrutura Técnica do ETF ETHB

Os documentos à SEC detalham a operação do fundo. A taxa de 18% incide exclusivamente sobre as recompensas de staking, não sobre o valor principal investido. Por exemplo, se a rede Ethereum gerar um APY de 4% ao ano, a BlackRock retém 0,72 ponto percentual, deixando 3,28% líquidos para os cotistas. A Coinbase atuará como agente de execução, conectando o fundo a validadores aprovados.

A alocação prevê 70-95% em staking ativo, otimizando yields, enquanto o sleeve de liquidez garante resgates diários. Essa divisão equilibra rentabilidade e acessibilidade, mas reflete custos operacionais elevados em produtos regulados.

Comparação: ETF vs Staking Solo

Os dados comparativos destacam trade-offs claros. No staking solo, investidores retêm 100% das recompensas, mas enfrentam barreiras: exigência mínima de 32 ETH (cerca de R$ 331.000 atualmente), riscos de slashing (penalidades por falhas de validação, até 50% do stake) e complexidade técnica para rodar nodes.

No ETF ETHB, a entrada é fracionada via bolsas tradicionais, sem gerenciamento ativo. Contudo, o “pedágio” de 18% reduz o yield líquido em proporção significativa. Para um APY bruto de 3-5% (média histórica pós-Merge), o custo efetivo varia de 0,54% a 0,90% anuais, comparável a taxas de fundos passivos, mas superior a plataformas DeFi de baixo custo (tipicamente 5-10% de fee sobre rewards).

Contexto de Mercado para Investidores Brasileiros

Atualmente, o Ethereum registra variação de -2,25% nas últimas 24 horas, com cotação em R$ 10.347 (bid) e dólar a R$ 5,24. No Brasil, fundos locais de cripto já oferecem staking com taxas variáveis (geralmente 10-20% sobre yields), sob regulação CVM mais flexível que a SEC.

A aprovação do ETHB pode influenciar BDRs na B3, ampliando acesso. Os números indicam maturação institucional: BlackRock gerencia bilhões em ETFs ETHA sem staking, agora buscando diferencial competitivo via yields.

Riscos e Níveis a Observar

Documentos alertam para riscos de liquidez: unstaking no Ethereum pode demorar semanas em cenários de alta demanda, superando o sleeve de 5-30%. Volatilidade do ETH base permanece, onde perdas de preço anulam rewards.


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Estrutura isométrica de rede Aptos com núcleo 'APT' se condensando por atração de tokens e queima periférica, simbolizando reforma tokenômica deflacionária

Aptos Reforma Tokenômica: APT rumo ao Deflacionário

A Aptos Foundation propõe sete reformas estruturais na tokenômica do APT, saindo de um modelo inflacionário de subsídios iniciais para um deflacionário atrelado ao uso real da rede. Com um hard cap de suprimento total em 2,1 bilhões de tokens, corte nas recompensas de staking de 5,19% para 2,6% e mecanismos de queima acelerados via DEX Decibel, o plano visa equilibrar emissões com remoções de tokens. Isso pode criar escassez genuína para holders, dependendo da aprovação via governance.


Hard Supply Cap: Endurecendo a Layer 1

O pilar central da reforma é o hard cap protocol-level de 2,1 bilhões de APT, limitando permanentemente o suprimento total. Atualmente, circulam cerca de 1,196 bilhão de tokens sem teto de emissão futura. Uma vez aprovado, esse limite fecha a torneira aberta de minting, similar a um banco de dados com capacidade fixa que previne overflow.

Complementarmente, as recompensas anuais de staking caem pela metade, de 5,19% para 2,6%. Essa redução, já precedida pela AIP-119, desacelera novas emissões sem eliminar incentivos para validadores. Para mitigar, propõe-se um modelo escalonado: stakers com lock-ups mais longos recebem taxas maiores, alinhando incentivos a compromissos de longo prazo. Custos operacionais de validadores também diminuem com AIP-139, mantendo viabilidade econômica.

Mecanismos de Queima: Gas Fees e Decibel DEX

Todas as taxas de transação no Aptos são permanentemente queimadas. A proposta eleva essas taxas de gas em 10 vezes, acelerando remoções de circulação. Mesmo assim, transferências de stablecoins custariam apenas US$ 0,00014, mantendo a rede como uma das mais baratas globalmente em throughput.

O diferencial vem do Decibel, DEX totalmente on-chain incubado pela Aptos Labs. Diferentemente de DEXs off-chain, Decibel executa ordens, matches e cancels diretamente na blockchain, gerando volume contínuo de transações. Projetado para 100+ mercados, estima-se queima de mais de 32 milhões de APT por ano. À medida que TPS escala para 10.000+, essa queima cresce proporcionalmente, criando pressão deflacionária orgânica ligada à atividade DeFi.

Compromissos da Foundation e Alinhamento

A Foundation compromete-se a staking permanente de 210 milhões de APT, cerca de 18% do suprimento circulante atual, removendo-os de vendas futuras. Operações serão financiadas por rewards de staking nesses tokens locked, equivalente funcional a uma queima.

Adicionalmente, explora buybacks programáticos com reservas de caixa e receitas de licenças, sem cronograma fixo para evitar manipulação. Grants evoluem para vesting baseado em milestones: KPIs como TVL, usuários ativos e transações diárias devem ser atingidos para liberação, ligando emissões a performance mensurável da rede.

Implicações para Holders e Valor de Longo Prazo

Para detentores de APT, o ganho reside na transição para um modelo sustentável: queimas e locks superam emissões a partir de 2027, com reduções naturais de unlocks (60% menos anualizados pós-outubro 2026). Métricas on-chain como TVL e TPS determinarão se o ponto de equilíbrio deflacionário é alcançado.

Como engenheira, vejo isso como maturação técnica: a economia agora reflete uso real, não subsídios. Holders ganham com alinhamento de incentivos — mais atividade na rede valoriza o token via escassez. Monitore votes de governance e métricas como queimas diárias para validar o impacto.


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Plataforma glass cyan translúcida rachando no suporte 80 sobre abismo com sombra de 50, simbolizando correção e risco na Solana

Solana Perde US$ 84 e Testa Suporte em US$ 80: Rumo aos US$ 50?

Os dados mostram que o preço do Solana (SOL) perdeu o suporte em US$ 84 e agora testa a zona de US$ 80, conforme análise técnica recente. Cotado a aproximadamente US$ 81,69 (R$ 428,20), o ativo confirma padrões de baixa como cabeça e ombros semanal, com alvos projetados em torno de US$ 50 a US$ 60. Apesar disso, métricas on-chain como MVRV sugerem um possível fundo próximo. Investidores monitoram esses níveis críticos em meio a inflows contínuos de ETFs de SOL.


Situação Atual do Preço

O preço do SOL falhou em sustentar acima de US$ 86 e iniciou correção abaixo da média móvel simples de 100 horas. No gráfico horário, uma linha de tendência bearish forma resistência em US$ 84, com o preço negociando abaixo desse nível. O ativo testou o suporte em US$ 80, alinhado ao nível de retração Fib de 61,8% da onda ascendente de US$ 76,55 para US$ 91,20.

Indicadores confirmam o momentum negativo: o MACD horário perde força na zona de alta, enquanto o RSI horário permanece abaixo de 50. Esses dados indicam pressão vendedora contínua, com o caminho imediato de menor resistência apontando para baixo.

Análise Técnica e Padrões Bearish

No timeframe semanal, o padrão cabeça e ombros foi validado, com rompimento da neckline em US$ 120 em 30 de janeiro. O alvo projetado, calculado pela altura da cabeça adicionada ao ponto de breakdown, situa-se entre US$ 50 e US$ 60, representando potencial queda de 30% do nível atual.

Em gráfico diário, uma bandeira de baixa tem sua borda inferior em US$ 80. Um fechamento abaixo desse suporte confirmaria o padrão, projetando alvo em US$ 48 — queda adicional de 41%. Esses padrões técnicos reforçam o viés de baixa em múltiplos timeframes.

Dados On-Chain: Sinais de Fundo?

Contrapondo a análise técnica, as bandas de MVRV extremas do Solana indicam que o preço está próximo da borda inferior em US$ 73. Historicamente, toques nessa zona precederam rallies significativos, como o de 87% em março de 2022 após teste em US$ 75. Exceções ocorreram em cenários extremos, como o colapso da FTX em 2022, com queda adicional de 70% para US$ 7.

Os dados on-chain sugerem que holders de longo prazo podem estar em zona de realização de lucros reduzida, potencialmente limitando downside adicional. No entanto, esse indicador é outlier em relação aos padrões gráficos.

Níveis Críticos a Observar

Suportes imediatos incluem US$ 80, US$ 79 e retração Fib de 76,4% em zona similar a US$ 76,50. Rompimentos sucessivos poderiam mirar US$ 72. Resistências chave estão em US$ 85 (próxima barreira), US$ 88 e US$ 92.

Fluxos de ETFs spot de Solana registram inflows em 66 de 74 dias, totalizando US$ 877 milhões, com US$ 2,9 milhões na terça-feira. Esses dados apontam demanda institucional persistente, mesmo com preço em baixa. Monitorar fechamentos diários nesses níveis definirá o próximo movimento.


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Executivos cartoon de exchange e tokenização em handshake dinâmico rumo a portal IPO, simbolizando aquisição da Kraken e aceleração para IPO

Kraken Adquire Magna e Acelera Rumo ao IPO

A aquisição da plataforma de tokenização Magna pela Payward, empresa-mãe da Kraken, marca um passo ousado rumo à maturidade institucional. Anunciada nesta quarta-feira, a operação permite que a Magna opere de forma independente, mas turbinada pela infraestrutura da exchange. Próxima parada: Wall Street! Com filing confidencial para IPO já submetido à SEC, o mercado cripto constrói bases sólidas para a adoção em massa.


O Que a Magna Traz para a Kraken

A Magna é especializada em soluções de tokenização avançadas, atendendo mais de 160 clientes com pico de US$ 60 bilhões em TVL em 2025. Sua plataforma facilita fluxos como vesting onchain e off-chain, token claims white-label, custódia, escrow e staking especializado. Para empresas, isso significa gerenciar tokens de forma eficiente e segura, integrando criptoativos às operações tradicionais.

Bruno Faviero, CEO da Magna, destacou: “Juntando-se à Kraken, ganhamos recursos para infraestrutura institucional, liquidez profunda e distribuição global”. Essa sinergia fortalece os fundamentos da Kraken, preparando-a para demandas corporativas crescentes. O mercado está construindo pontes entre finanças tradicionais e blockchain, e essa aquisição é prova concreta.

Estratégia Agressiva de Expansão

Não para por aí. Em 2025, a Payward já havia adquirido Breakout (trading prop cripto), NinjaTrader (futures), Small Exchange (derivativos) e Capitalise (software). Recentemente, integrou-se ao ICE Chat para OTC institucional e patrocinou “Trump Accounts”, iniciativa do presidente Donald Trump. Esses movimentos reportaram US$ 2,2 bilhões em receita ajustada para 2025, um salto de 33%.

O filing confidencial para IPO em novembro sinaliza confiança. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 351.847 (-1,45% em 24h), em meio a um ecossistema maduro. A Kraken posiciona-se como player global, conectando varejo e instituições.

Tendência de IPOs Revela Maturidade do Setor

A Kraken não está sozinha. Ledger discute IPO nos EUA com valuation de US$ 4 bilhões, Copper (custódia) planeja listing similar, e Securitize viu receitas saltarem 840% em filing SEC. Esses passos refletem a tese de adoção: fluxos institucionais superam volatilidade de curto prazo.

Como em ciclos passados pós-halving, os fundamentos se fortalecem. Baleias e tesourarias corporativas acumulam, ETFs fluem, e plataformas como Kraken pavimentam o caminho. Para o investidor brasileiro, isso significa mais liquidez local e opções profissionais. Vale monitorar como isso impulsiona altcoins e tokenização.

Próximos Passos e Oportunidades

Essa aquisição consolida a Kraken como hub para tokenização corporativa, testando a resiliência do modelo em bull markets. Investidores devem observar integrações futuras e o cronograma do IPO. O setor cripto amadurece: de especulação para infraestrutura financeira global. Fique de olho — os fundamentos de alta estão se alinhando.


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Rede DeFi hexagonal reparada com '1.5x' dourado emitindo luz, simbolizando compensação após exploit de oráculo no Moonwell

Moonwell Oferece 1,5x de Compensação Após Exploit de US$ 1,78 Milhão

O protocolo DeFi Moonwell anunciou um plano de recuperação agressivo após um erro de configuração de oráculo gerar cerca de US$ 1,78 milhão em bad debt. A proposta, submetida ao fórum de governança em 19 de fevereiro de 2026, prevê compensação de 1:1,5 para holders de MFAM em relação a stkWELL, além de pagamentos iniciais via tesouraria Apollo. Evidências apontam para uma estratégia de gestão de crise que vai além da reposição simples, mas levanta interrogações sobre a viabilidade a longo prazo.


Detalhes do Plano de Recuperação

Investigações revelam que o Moonwell planeja integrar a comunidade Moonwell Apollo (MFAM) ao ecossistema principal WELL. A tesouraria Apollo iniciará compensações parciais imediatas, com o restante coberto por receitas futuras do protocolo. Holders de MFAM receberão stkWELL na proporção de 1:1,5, o que significa uma indenização 50% superior ao valor perdido. O anúncio veio via X oficial do projeto, vinculado ao fórum de governança, onde a comunidade deve votar.

Essa abordagem generosa contrasta com recuperações padrão em DeFi, onde protocolos frequentemente limitam-se a 1:1 ou menos. No entanto, o projeto não detalha fontes exatas de financiamento além da tesouraria e receitas, o que pode sinalizar dependência de condições de mercado favoráveis.

Contexto do exploit de oráculo

O incidente ocorreu devido a uma configuração errada no oráculo, permitindo bad debt de aproximadamente US$ 1,78 milhão. Erros em oráculos são red flags recorrentes em DeFi, pois expõem protocolos a manipulações externas sem mecanismos robustos de verificação. Moonwell, como plataforma de empréstimos, viu posições liquidadas incorretamente, afetando credores e depositantes.

Dados on-chain confirmam o impacto, com transações anormais registradas em 18 de fevereiro. A ausência de alertas prévios ou auditorias recentes em componentes críticos como oráculos sugere falhas no monitoramento, um padrão preocupante em projetos que priorizam crescimento sobre segurança.

Lições do EVMbench e Avanços em IA

Em paralelo, o lançamento do EVMbench pela OpenAI e Paradigm destaca vulnerabilidades em smart contracts. A ferramenta avalia agentes de IA na detecção, reparo e exploração de falhas, usando 120 amostras reais de auditorias. O timing é revelador: exploits recentes como o do Moonwell e CrossCurve reforçam a necessidade de testes em ambientes com stakes reais.

Evidências apontam para um arms race entre atacantes e defensores usando IA. Protocolos como Moonwell poderiam se beneficiar de ferramentas semelhantes para simular ataques, mas a dependência de oráculos externos permanece um calcanhar de Aquiles não resolvido.

Red flags e como se proteger

Embora o plano pareça protetor, investidores devem monitorar:

  1. aprovação comunitária e execução;
  2. liquidez da tesouraria Apollo;
  3. auditorias independentes pós-incidente.

Projetos que pagam mais do que o perdido podem estar incentivando lealdade artificial, adiando problemas estruturais.

Para se proteger: verifique TVL e histórico de seguros; prefira protocolos com oráculos descentralizados múltiplos; acompanhe votações de governança. Em DeFi, recuperação generosa é sinal misto — alívio imediato, mas escrutínio futuro é essencial.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Calendário rachado com '34' vermelho e traders cartoon cautelosos ao redor, simbolizando prêmio negativo recorde na Coinbase e saídas de ETFs

Bitcoin Quebra Recorde com 34 Dias de Prêmio Negativo na Coinbase

O Coinbase Bitcoin Premium Index registrou 34 dias consecutivos de prêmio negativo até 19 de fevereiro de 2026, superando o recorde anterior de cerca de 30 dias durante o crash de novembro de 2023. O indicador, atualmente em -0,0545%, reflete preços inferiores à média global na exchange americana. Paralelamente, ETFs de Bitcoin nos EUA tiveram saída líquida de US$ 133,3 milhões ontem, enquanto posições em puts de US$ 40 mil se tornaram a segunda maior aposta em opções antes do vencimento de 27 de fevereiro.


O Indicador Coinbase Premium em Detalhe

Os dados mostram que o prêmio negativo na Coinbase persiste desde o início de 2026, indicando vendas predominantes por investidores americanos em relação à média global. Historicamente, valores positivos sinalizam influxo institucional forte, como visto em ciclos de alta. Agora, com o índice em território negativo por tempo recorde, reflete redução no apetite por risco nos EUA, possivelmente influenciado por volatilidade macroeconômica e ajustes de portfólio.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 351.822 (-1,36% em 24h) reforça o cenário de pressão vendedora, com volume de 326 BTC negociados no Brasil.

Saídas Líquidas nos ETFs Americanos

Os fluxos negativos nos ETFs de Bitcoin spot totalizaram US$ 133,3 milhões em 18 de fevereiro, com destaque para BlackRock IBIT (-US$ 84,2 milhões) e Fidelity FBTC (-US$ 49,1 milhões). Ethereum spot ETFs registraram US$ 41,8 milhões de saída, liderados por ETHA (-US$ 29,9 milhões). Esses dados, monitorados pela Farside Investors, sugerem realização de lucros ou realocação por grandes players, em meio a BTC negociado próximo de US$ 67 mil.

Embora fluxos semanais mostrem variações, a tendência recente aponta para fraqueza sustentada no apetite institucional americano, contrastando com picos de entrada em 2025.

Posicionamento em Opções de Bitcoin

Na Deribit, o put de US$ 40 mil acumula US$ 490 milhões em valor nocional, segunda maior posição aberta antes do vencimento de 27 de fevereiro. O strike de US$ 75 mil lidera com US$ 566 milhões, nível de max pain. Com 63.547 calls vs. 45.914 puts (razão 0,72), traders mantêm viés de alta, mas buscam hedge contra quedas acentuadas.

Volume total de opções em US$ 7,3 bilhões reflete cautela, com BTC em queda de até 50% desde outubro.

Implicações e Níveis a Observar

Os dados convergem para ausência de demanda institucional forte nos EUA, com prêmio negativo recorde, saídas de ETFs e hedges em strikes baixos. Níveis técnicos incluem suporte em US$ 66 mil (próximo atual) e resistência em US$ 75 mil (max pain). Uma reversão no premium Coinbase ou influxos em ETFs poderia sinalizar mudança. Monitorar volume e volatilidade para contextos adicionais, sem implicar direção única.


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Personagens cartoon de bancos, Casa Branca e cripto debatendo stablecoins em mesa de reunião, simbolizando CLARITY Act e yields

Casa Branca Debate Yields em Stablecoins: Mudança Histórica Amanhã

Imagine stablecoins, aquelas moedas digitais que valem sempre US$ 1, rendendo juros como uma poupança no banco. Isso pode virar realidade nos EUA? Amanhã, 20 de fevereiro de 2026, a Casa Branca realiza a terceira reunião sobre o tema, com CEOs de cripto e bancos. A pauta é o CLARITY Act, lei que pode mudar tudo. Em outras palavras, é um divisor de águas: cripto ou banco? Reguladores pressionam por acordo até 1º de março.


O Que São Stablecoins e Por Que Elas Rendem Juros?

Stablecoins são moedas digitais estáveis, presas ao valor do dólar americano, por exemplo. Pense nelas como um “dólar digital” que você usa em apps de cripto para transferências rápidas e baratas, sem volatilidade do Bitcoin. Elas guardam reservas em dólares reais ou equivalentes.

Agora, o yield — rendimento, em português — é como os juros da poupança. Em plataformas DeFi (finanças descentralizadas, que é um sistema bancário sem bancos tradicionais), você pode emprestar sua stablecoin e ganhar uma taxa, tipo 4-5% ao ano. Isso atrai gente comum, como você que quer valorizar o dinheiro sem risco de alta ou baixa. Mas bancos temem: “Se stablecoins pagarem juros, ninguém deposita mais aqui!”

A reunião de amanhã às 9h (horário do Leste dos EUA) reúne representantes de ambos os lados para debater isso. É didático ver: stablecoins não são depósitos bancários, mas e se puderem render como tal?

O CLARITY Act: Clareza Regulatória para Cripto

O CLARITY Act é um projeto de lei no Congresso americano para dar regras claras ao mercado de cripto. Em resumo, define quem regula o quê: stablecoins sob bancos ou SEC (comissão de valores)? A Câmara já aprovou em 2025, mas travou no Senado por causa dos yields.

Pense assim: sem lei clara, é bagunça. Empresas como Tether ou Circle (USDT e USDC) querem inovar com yields para competir com bancos. Reguladores da Casa Branca, sob pressão do governo Trump, querem equilíbrio. A segunda reunião ontem foi “produtiva”, mas sem acordo — bancos propuseram banir qualquer rendimento em stablecoins não bancárias.

Isso significa que, se aprovado, stablecoins poderiam oferecer yields regulados, atraindo bilhões. Para brasileiros, impacta: mais liquidez global afeta exchanges como Binance aqui.

Posições em Confronto: Bancos vs. Cripto

Bancos argumentam: yields em stablecoins sugam depósitos, encarecem empréstimos e ameaçam o sistema financeiro tradicional. Eles querem proibir “qualquer forma de recompensa” para holders de stablecoins de pagamento.

Do lado cripto, CEOs como Brian Armstrong (Coinbase) dizem: inovação morre sem yields. Stablecoins não são poupança; são ferramentas de pagamento. Dados mostram: mercado de stablecoins é pequeno comparado a bancos (US$ 200 bilhões vs. trilhões). Ripple e outros preveem aprovação em abril.

A Casa Branca deu prazo até 1º de março. Com presença de altos executivos, amanhã pode ser o ponto de virada. Fique de olho: isso define se stablecoins viram “contas digitais rentáveis”.

O Que Isso Muda para Você no Brasil?

Para nós, repercute forte. Stablecoins são porta de entrada para cripto — baratas para remessas ou hedge contra inflação. Se yields forem liberados, plataformas globais oferecem mais opções seguras. Mas regulação dura trava inovação.

Monitore: se CLARITY passar pró-cripto, altcoins sobem; se pró-bancos, queda. Como iniciante, entenda: isso empodera você a usar stablecoins com confiança. Agora você sabe o básico — parabéns por chegar até aqui!


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Fluxo de transações digitais cyan contaminado por veneno roxo, bloqueado por escudo dourado, representando proteção contra address poisoning

O Golpe Invisível: Proteja-se do Address Poisoning sem Pânico

Não é hack, é distração: aprenda a se proteger do golpe do endereço envenenado, ou address poisoning. Em vez de invadir sua carteira, o golpista cria um endereço falso parecido com o verdadeiro e o “planta” no seu histórico de transações. Ao copiar do histórico, você mesmo envia os fundos para o ladrão. Casos recentes, como a perda de 3,5 wBTC em fevereiro de 2026, mostram como isso drena milhões sem tocar nas chaves privadas.


O que é envenenamento de endereço, em palavras simples?

Em outras palavras, address poisoning é um truque psicológico usado por golpistas no mundo das criptomoedas. Pense assim: imagine que você tem uma conta bancária no Nubank com o número 1234-5678-9012. Um ladrão cria uma conta falsa com número 1234-XXXX-9012 — parecida no começo e no fim, mas diferente no meio. Ele te envia R$ 0,01 dessa conta falsa para aparecer no seu extrato. Depois, quando você for pagar seu amigo e copiar o número do histórico, cola o errado por engano.

Isso significa que sua carteira não foi hackeada — suas chaves privadas estão seguras. O blockchain é público e permissionless, ou seja, qualquer um pode enviar transações para qualquer endereço. O golpista usa isso para “envenenar” seu histórico com entradas falsas, confiando que você não verificará todos os caracteres.

Como o golpe acontece, passo a passo

Vamos quebrar em etapas simples, como eu explicaria em sala de aula.

  1. O atacante vê seu endereço público no blockchain (é normal, tudo é transparente). Ele gera um endereço falso idêntico nos primeiros e últimos dígitos — ferramentas como geradores de vanity addresses (endereços personalizados) facilitam isso.
  2. Envia uma transação de poeira (dust, valor mínimo) do endereço falso para o seu. Isso aparece no seu histórico de carteira, como no Phantom ou MetaMask.
  3. Você, ao enviar cripto para alguém de confiança, copia o endereço do histórico recente — e pega o envenenado.
  4. Confirma a transação e… adeus fundos. É irreversível, pois blockchains não têm “estorno” como bancos.

Pense assim: carteiras mostram endereços truncados, como 0x742…44e, escondendo o meio. Humanos erram em strings longas de 42 caracteres!

Exemplos reais: perdas que podiam ser evitadas

Em fevereiro de 2026, usuários do Phantom Chat perderam 3,5 wBTC (mais de US$ 264 mil) por esse truque em um recurso de chat. Em 2025, alguém perdeu US$ 50 milhões em USDT copiando um endereço envenenado. Até CZ da Binance alertou sobre isso.

Por que importa? Porque afeta iniciantes e experts. Redes Layer 2, como as baseadas em Ethereum, baratearam os ataques, permitindo envenenar milhares de carteiras de uma vez. Mas o problema é comportamental: copiar do histórico é conveniente, mas arriscado.

Como se proteger: dicas práticas e fáceis

Boa notícia: você pode evitar isso com hábitos simples, sem ferramentas caras.

  1. Crie um livro de endereços na sua carteira ou bloco de notas — anote contatos confiáveis e sempre digite ou cole deles, nunca do histórico.
  2. Verifique todos os caracteres do endereço antes de enviar. Use o dedo para comparar ou ferramentas como Etherscan para checar.
  3. Ignore transações de poeira estranhas — marque como spam.
  4. Prefira carteiras com filtros anti-poisoning ou alertas de similaridade.

Você consegue! Comece devagar: na próxima transação, pare e cheque. Isso empodera você no mundo cripto.


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