Executivos cartoon contrastantes: um celebrando ETF Bitcoin dourado, outro punido por regulador com alerta vermelho, cautelando investidores

BlackRock Lança ETF de Renda com Bitcoin, Mas Coinbase é Punida por Ignorar Riscos

A BlackRock registrou na SEC um novo ETF de Bitcoin com estratégia de venda de opções para gerar renda extra aos investidores, sinalizando maior sofisticação institucional no mercado cripto. Em contrapartida, a autoridade publicitária do Reino Unido proibiu uma campanha da Coinbase por trivializar os riscos de investimento em criptomoedas, sem incluir alertas obrigatórios. Esses eventos expõem o contraste entre inovação e a necessidade urgente de proteção ao investidor varejista, especialmente em um contexto de volatilidade persistente.


Novo ETF de Renda da BlackRock

A gestora de ativos, maior do mundo, apresentou o iShares Bitcoin Premium Income ETF à SEC. O fundo acompanhará o preço do Bitcoin, mas usará uma estratégia ativa: venda de opções de compra (calls) sobre ações do seu próprio IBIT, o ETF de Bitcoin à vista líder de mercado. Os prêmios arrecadados com essas opções serão distribuídos como renda aos cotistas, além da exposição direta ao BTC.

Essa abordagem implica maior risco em comparação a ETFs passivos. ETFs de covered call, como o planejado, cobram taxas mais altas — em torno de 0,99% ao ano, similar ao NEOS Bitcoin High Income ETF (BTCI), que já gerencia US$ 1,09 bilhão. Concorrentes como Roundhill YBTC e YieldMax YBIT também adotam táticas semelhantes, mas com ativos menores. A BlackRock não revelou ticker, custodiante ou taxa exata ainda, mas o movimento reforça a adoção corporativa de Bitcoin como reserva de valor com yield adicional.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 463.297,74 nesta quarta-feira (28/01), com variação de -0,2% em 24h.

Proibição da Campanha da Coinbase no Reino Unido

A Advertising Standards Authority (ASA) considerou “irresponsável” a campanha “Everything is Fine” da Coinbase, lançada em julho de 2025. O vídeo satírico mostrava cidadãos felizes cantando sobre normalidade em meio a crise econômica — casas em ruínas, falta de energia, lixo acumulado —, culminando no logo da exchange como solução implícita. Sem evidências de que cripto resolvesse problemas reais, e ausentes os avisos de risco mandatórios pela Financial Conduct Authority (FCA), os ads circularam online e em metrôs/postos de trem.

A ASA criticou o uso de humor para ligar preocupações financeiras graves a produtos de alto risco, sugerindo cripto como resposta fácil. A Coinbase defendeu-se alegando provocação ao debate sobre o sistema financeiro, mas respeitou a decisão, discordando da caracterização como “socialmente irresponsável”. Esse caso soma-se a histórico regulatório britânico rigoroso, com bans prévios a ads de Coinfloor, Crypto.com e outros por omissão de riscos.

Implicações para Investidores Brasileiros

O contraste é gritante: enquanto gigantes como BlackRock inovam com estratégias complexas que elevam riscos e custos, reguladores como a ASA lembram que o marketing deve refletir a realidade brutal da volatilidade cripto. No Brasil, onde a posse de cripto cresce, usuários enfrentam desafios similares — sem proteção regulatória plena, é essencial adotar medidas preventivas.

Recomenda-se verificar configurações de API em exchanges, ativar autenticação 2FA, monitorar transações incomuns e diversificar custódia. Estratégias de opções, como a da BlackRock, demandam expertise; para o varejo, ETFs passivos podem ser mais seguros. A posse de cripto no UK caiu de 12% para 8% em 2025, sinalizando cautela global. Fique atento: o hype institucional não elimina os perigos inerentes.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Torre de Bitcoin elevando-se a 89K com mãos executivas empilhando reservas e sopro político laranja, simbolizando alta por Trump e adoção corporativa

Bitcoin supera US$ 89 mil com Trump e reservas corporativas

O Bitcoin superou os US$ 89 mil nesta terça-feira (27/01), impulsionado pelas declarações do presidente Donald Trump minimizando a queda do dólar americano. O índice DXY despencou para 95,80, menor nível em quatro anos, enquanto o ouro digital avançou 2,2% para US$ 89.300. Empresas como American Bitcoin e Steak ‘n Shake reforçam suas reservas, sinalizando consolidação da tese de reserva de valor corporativa em meio à fraqueza do greenback.


Efeito Trump: Dólar fraco impulsiona Bitcoin

Em discurso em Iowa, Trump afirmou não estar preocupado com o declínio recente do dólar, declarando que a moeda “está ótima”. A reação foi imediata: o DXY caiu ainda mais, beneficiando ativos de proteção como Bitcoin e ouro, que atingiu recorde de US$ 5.223 por onça. Analistas da Bitcoin Vector identificam divergência altista no RSI, prevendo retorno a US$ 95 mil. Essa dinâmica reforça o Bitcoin como hedge contra a desvalorização fiduciária, especialmente com o Fed decidindo sobre juros nesta semana.

O movimento ocorre após correção recente, com BTC testando suportes em US$ 87 mil. A alta expressiva demonstra resiliência, atraindo investidores institucionais em um cenário de incerteza monetária.

American Bitcoin: 5.843 BTC e yield de 116%

A American Bitcoin (ABTC), apoiada por Donald Trump Jr. e Eric Trump e listada na Nasdaq desde setembro de 2025, anunciou acréscimo de 416 BTC, elevando reservas para 5.843 BTC (cerca de US$ 514 milhões). Desde o debut, o yield em BTC alcançou impressionantes 116%, posicionando-a como a 18ª maior detentora corporativa, superando GameStop e Nakamoto Inc. As ações ABTC subiram 2% em pré-mercado, apesar de queda anual de 11%.

Essa estratégia de tesouraria destaca a maturidade do Bitcoin como ativo corporativo, com acumulação agressiva em meio à valorização.

Steak ‘n Shake acelera adoção corporativa

A rede de fast-food Steak ‘n Shake adicionou US$ 5 milhões em exposição ao Bitcoin, totalizando US$ 15 milhões em janeiro. Todas as vendas em BTC alimentam sua Strategic Bitcoin Reserve (SBR), um sistema autossustentável que melhora vendas e expande holdings. Desde maio de 2025, aceita pagamentos via Lightning Network, economizando 50% em taxas e elevando vendas em 10% no Q2.

A empresa também paga bônus em BTC a funcionários (US$ 0,21/hora) e lançou itens temáticos, reforçando lealdade à comunidade Bitcoin ao rejeitar Ethereum após enquete.

Perspectiva otimista para o Bitcoin no Brasil

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 463.588,58 nesta quarta-feira (28/01), com variação de -0,11% em 24h e volume de 259,78 BTC. O dólar fraco favorece emergentes como o Brasil, onde o BTC se consolida como reserva de valor. Com empresas americanas liderando, é provável que mais corporações sigam, acelerando adoção global. Investidores devem monitorar o Fed e fluxos de ETF para próximos alvos de US$ 95 mil. A tese de alta ganha força: dólar cai, Bitcoin sobe.


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Efeito dominó de portais NFT caindo com guardião fechando porta, colecionadores chocados ao fundo, ilustrando fechamentos de plataformas no mercado NFT

Efeito Dominó: Segunda Plataforma NFT Fecha Portas na Mesma Semana

No maior velório coletivo do mercado NFT, a plataforma Rodeo anunciou seu fechamento logo após a Nifty Gateway apagar as luzes no sábado. Lançada em março de 2025 como um ‘social media para NFTs’, a Rodeo não resistiu à falta de escala sustentável. É o efeito dominó do hype de 2021 ruindo: volumes em Ethereum caíram de US$ 5 bilhões para míseros US$ 159 milhões em janeiro de 2026. Hora de acordar do sonho pixelado.


Rodeo: O Sonho Social que Não Decolou

A Rodeo prometia revolucionar o mundo dos NFTs com um foco em comunidade e recompensas para criadores, em vez de pura especulação. Lançada exclusivamente no iOS, usava truques de blockchain para tornar tudo ‘fácil’ para o usuário mainstream. Mas o CEO Kayvon Tehranian confessou no X: o produto cativou uma turma fiel, mas não cresceu o suficiente para pagar as contas. ‘Continuar operando não é viável’, escreveu ele, com o tom de quem enterra um experimento caro.

Para não deixar os usuários no vácuo, a Rodeo montou um plano de evacuação: migração de mídia e metadados para o Arweave, assistente para transferir assets dos smart contracts. A plataforma rola normal até 10 de fevereiro, depois vira modo ‘somente leitura’ até 10 de março, quando as luzes apagam de vez. Ah, e Tehranian ainda repassou a Foundation – outra plataforma de artistas NFT – para a Blackdove, que viu US$ 230 milhões em vendas primárias. Pelo menos alguém sai com o bolso cheio.

Nifty Gateway Ajusta o Caixão

A pioneira Nifty Gateway, que surfou o boom de 2021, já tinha anunciado o shutdown na sexta, mas agora atualiza o obituário: prazo estendido para 23 de abril para migração de assets, também via Arweave. Vem aí uma ferramenta de saque em massa para quem tem pilhas de NFTs esquecidos. A plataforma ouviu o choro da comunidade e deu mais tempo, mas não explica o porquê do adeus. Suspeita-se de volumes secos e custos altos em um mercado que virou deserto.

Esses fechamentos não são isolados. O mercado NFT vive uma death spiral desde o crash de 2022, com picos falsos e nenhuma recuperação real. Quem apostou tudo no ‘futuro das artes digitais’ agora lambe as feridas.

Por Que o Hype de 2021 Virou Poeira?

Lembra da euforia? Celebridades vendendo JPEGs por milhões, OpenSea lotada, Ethereum fervendo com US$ 5 bilhões em volume mensal. Era o paraíso da especulação descontrolada. Mas o modelo quebrou: dependia de novos trouxas comprando a preço alto, sem utilidade real além do status. Com o bear market, as plataformas queimaram caixa sem receita sustentável. Rodeo tentou inovar com social, mas nem isso bastou – o público mainstream não mordeu a isca blockchain.

Hoje, o que resta? Um nicho para verdadeiros colecionadores e utility tokens em jogos/DeFi. Plataformas como Magic Eden falam em ‘superciclo especulativo’, mas soa como delírio otimista. Lição: hype não constrói impérios; só ilusões passageiras.

O Que o Colecionador Faz Agora?

Se você tem NFTs nessas plataformas, corra para migrar antes dos prazos. Verifique wallets, use as ferramentas de migração em massa e eternize no Arweave. Para o futuro, foque em projetos com utility real, não promessas de lambos virtuais. O mercado NFT encolheu, mas sobrevive quem adapta. Quem diria que o ‘futuro da propriedade digital’ acabaria assim: um enterro duplo em plena 2026.


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Rede DeFi cartoon com brecha '17M' vermelha expondo hack, regulador cortando banner otimista de exchange tech, alertando riscos ocultos

Hack de US$ 17 milhões em DeFi Expõe Riscos Ocultos

Um hack de US$ 17 milhões em SwapNet e Aperture Finance expôs falhas elementares de validação de entrada em protocolos DeFi, permitindo que atacantes roubassem ativos via chamadas arbitrárias. No mesmo cenário, o regulador britânico baniu uma campanha da Coinbase por trivializar riscos de investimento em cripto. Esses eventos reforçam: por trás de interfaces amigáveis, perigos reais ameaçam seu capital. É hora de redobrar a cautela.


Falha Técnica no Coração do DeFi

Os contratos das plataformas SwapNet e Aperture Finance falharam em validar entradas adequadamente, expondo a capacidade de chamadas arbitrárias. Isso permitiu que atacantes abusassem de aprovações de tokens existentes para executar transferFrom e drenar US$ 17 milhões em 26 de janeiro. De acordo com a análise da BlockSec, essa vulnerabilidade clássica decorre de confiança excessiva em inputs externos, sem checagem rigorosa de contexto ou legalidade.

Em DeFi, onde tudo roda em código autônomo, ausências como essa são fatais. Histórico mostra que eventos semelhantes, de pontes cross-chain a agregadores, somam bilhões em perdas. Projetos prometem inovação, mas falhas básicas persistem, deixando usuários expostos a exploits imprevisíveis. O investidor comum, atraído por yields altos, raramente percebe esses furos até ser tarde.

Marketing que Mascara Perigos

A campanha “Everything is Fine” da Coinbase usou humor satírico para retratar a crise de custo de vida no Reino Unido, insinuando cripto como solução fácil. Veiculada em julho de 2025, sem avisos de risco obrigatórios, foi considerada irresponsável pela Advertising Standards Authority (ASA). Anúncios em metrôs e online trivializaram investimentos de alto risco, violando regras da Financial Conduct Authority.

A Coinbase defendeu-se alegando provocação ao debate financeiro, mas reguladores viram armadilha: humor minimiza volatilidade e perdas potenciais. No UK, histórico inclui bans a ads de Coinfloor e Crypto.com por omissões semelhantes. Com adoção retail caindo de 12% para 8%, autoridades apertam o cerco contra promessas vazias que atraem novatos desavisados.

Lições para o Investidor Brasileiro

Esses casos unem técnica falha e marketing enganoso em alerta uníssono: não se deixe seduzir por narrativas otimistas. Em DeFi, gerencie autorizações de tokens com ferramentas como Revoke.cash, revocando permissões desnecessárias. Pesquise auditorias independentes e evite protocolos sem histórico sólido. Plataformas centralizadas como Coinbase enfrentam escrutínio regulatório crescente, o que pode sinalizar maturidade, mas não elimina riscos inerentes.

Monitore padrões como input validation e o princípio do menor privilégio. Para brasileiros, com real volátil, cripto atrai como hedge, mas exige disciplina. Revogações pendentes e diversificação são escudos básicos contra drainers e hacks. O mercado evolui, mas a proteção começa com você: verifique, questione e nunca invista além do tolerável.

Próximos Passos e Vigilância

Enquanto DeFi busca correções, reguladores globais harmonizam regras contra hype irresponsável. Fique atento a atualizações de segurança em protocolos usados e notícias regulatórias. Eventos como esse impulsionam evolução: melhores auditorias, educação user-side e transparência. Mas o ônus da due diligence recai no investidor. Cultive hábitos protetores para navegar esse ecossistema hostil com mais segurança.


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Personagens cartoon pagando com cartão USDC na Europa e transferindo via app no México, simbolizando cripto no cotidiano e viagens

OKX e Revolut: Cripto no Dia a Dia na Europa e México

A exchange OKX anunciou o lançamento de um cartão de pagamento com stablecoins na União Europeia, permitindo gastos em USDC e USDG onde Mastercard é aceito. No mesmo ritmo, a Revolut inaugura seu primeiro banco fora da Europa no México, com contas que rendem juros e transferências internacionais baratas. Essas novidades encurtam a distância entre cripto e o dia a dia, facilitando viagens e compras com ativos digitais de forma prática e regulada.


OKX Card: Stablecoins Direto no Bolso Europeu

O OKX Card, emitido pela parceira Monavate via rede Mastercard, transforma saldos em stablecoins como USDC e USDG em pagamentos reais. Usuários verificados na UE recarregam a carteira OKX Pay diretamente da exchange e gastam em qualquer comércio que aceite Mastercard, sem complicações técnicas.

Regulamentado sob o MiCA, o cartão exige KYC rigoroso para cumprir normas de AML. O CEO da OKX Europe, Erald Ghoos, destaca a praticidade: “Pague e seja pago com cripto no mundo real, mantendo controle total dos ativos”. Ideal para viajantes europeus que querem evitar taxas de câmbio ou usar stablecoins em hotéis, restaurantes e compras online.

Com a adoção crescente de cartões cripto — gastos em Visa-linked subiram 525% em 2025 —, o OKX reforça a tendência de pagamentos cotidianos sem depender de dinheiro fiat tradicional.

Revolut Banco México: Rendimento e Transferências Fáceis

No México, a Revolut capitalizou com mais de US$ 100 milhões — o dobro do mínimo regulatório — e obteve rating HR AAA. É o primeiro banco digital independente aprovado por solicitação direta, oferecendo contas com rendimento automático nos primeiros MXN 25 mil, transferências gratuitas entre usuários e envios internacionais a custo baixo.

O app suporta mais de 30 moedas, conversões competitivas e planos como Metal, com cartões personalizados e acesso a salas VIP no aeroporto da Cidade do México. Em breve, Revolut Kids & Teens para menores. O CEO Nik Storonsky vê o México como modelo para 100 milhões de clientes em 100 países.

Para brasileiros, há boas notícias: a Revolut avança no Brasil com licença SCD, preparando conta local, Pix e cartões, mirando 10-20 milhões de usuários.

Facilitando Viagens e Gastos com Cripto

Esses lançamentos práticos mostram como cripto vira ferramenta cotidiana. Na Europa, o OKX Card permite gastar stablecoins sem conversão fiat, perfeito para turistas evitando volatilidade. No México e América Latina, a Revolut resolve dores como burocracia bancária e remessas caras, com multi-moedas úteis para viagens regionais.

Monitore essas opções para otimizar gastos: recarregue com USDC no OKX para a Europa ou abra uma conta Revolut para transferências México-Brasil. A ponte cripto-fiat fica mais curta, acelerando o fim do dinheiro tradicional em pagamentos diários.


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Banqueiros cartoon em pânico vendo cofre drenado por funil stablecoin USA₮ com 500B fluindo, simbolizando temor bancário ante nova lei federal

Tether Lança USA₮: Bancos Temem Drenagem de US$ 500 Bilhões em Depósitos

A Tether lançou o USA₮, sua primeira stablecoin totalmente regulada nos Estados Unidos, emitida pelo Anchorage Digital Bank sob o GENIUS Act, marco regulatório federal para ativos lastreados em dólar. O movimento representa a ‘americanização’ da gigante das stablecoins, antes restrita fora dos EUA pelo USDT. No mesmo dia, o Standard Chartered alertou que stablecoins podem drenar até US$ 500 bilhões de depósitos bancários americanos até 2028, intensificando tensões entre cripto e finanças tradicionais. Isso sinaliza a transição do mercado de stablecoins do ‘submundo’ para o coração do sistema financeiro regulado.


A Americanização da Tether com o USA₮

O lançamento oficial do USA₮ ocorre após anos de escrutínio regulatório nos EUA. Em 2021, a Tether pagou multa de US$ 18,5 milhões ao procurador de Nova York por alegações sobre reservas. Agora, com o GENIUS Act — primeira lei nacional para stablecoins vendidas a americanos —, a empresa cria um token separado, emitido por banco nacional e custodiado pela Cantor Fitzgerald.

Bo Hines, ex-diretor executivo do Conselho Crypto da Casa Branca, lidera como CEO da Tether USA₮. Paolo Ardoino, CEO global, chama o ativo de “dólar digital feito na América”, visando instituições que demandam supervisão federal. Disponível em exchanges como Bybit, Crypto.com, Kraken e OKX, o USA₮ combina escala do USDT (US$ 143 bilhões em circulação global) com compliance total.

Essa estratégia geopolítica posiciona a Tether — historicamente offshore — como player legítimo no dólar dominante mundial, desafiando narrativas de risco sistêmico.

Guerra das Stablecoins: USA₮ vs. USDC

O USA₮ entra em confronto direto com o USDC da Circle, líder em adoção institucional americana graças ao alinhamento regulatório precoce. Enquanto USDT domina internacionalmente, o novo token mira o mercado doméstico, projetado para pagamentos e tesouraria corporativa sob regras federais.

Com reservas em Treasuries (Tether aloca só 0,02% em depósitos bancários, vs. 14,5% da Circle), stablecoins evitam recirculação de fundos no sistema bancário tradicional. Isso agrava preocupações macroeconômicas, pois emissores capturam liquidez sem retribuir aos bancos. O mercado atual de US$ 301 bilhões pode explodir para US$ 2 trilhões até 2028, per Standard Chartered.

No contexto global, isso reflete a hegemonia do dólar: stablecoins estendem seu alcance via blockchain, mas sob escrutínio regulatório americano.

Alerta Bancário: Fuga de US$ 500 Bilhões em Depósitos

O relatório do Standard Chartered, liderado por Geoff Kendrick, prevê que um terço da capitalização atual de stablecoins — cerca de US$ 100 bilhões hoje — já venha de depósitos bancários, podendo alcançar US$ 500 bilhões até 2028. Bancos regionais são os mais expostos, com perda de net interest margin, spread entre empréstimos e depósitos.

O GENIUS Act proíbe juros diretos em stablecoins, mas permite yields via terceiros como exchanges, criando “brecha” segundo bancos. Grupos bancários pressionam por emendas, enquanto cripto defende inovação. Atrasos em leis como a de estrutura de mercado refletem esse embate.

Se reservas ficarem em Treasuries, o dreno é permanente, ameaçando estabilidade financeira e forçando bancos a competirem em eficiência.

Implicações Geopolíticas e Próximos Passos

Essa ‘guerra das stablecoins’ transcende finanças: é batalha pela soberania do dólar em era digital. EUA regulam para manter domínio, mas risco de desintermediação bancária pode remodelar o sistema. Investidores devem monitorar aprovações regulatórias, adoção institucional e respostas dos bancos — como parcerias com cripto ou lobby por restrições.

Para brasileiros, isso impacta via dólar forte em remessas e trades, com stablecoins ganhando tração global. O futuro depende de equilíbrio entre inovação e estabilidade.


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Jogadores cartoon em xadrez geopolítico com rei Bitcoin central, torre '25%' avançando e regulador recuando, ilustrando tarifas Trump e trégua SEC

Tarifas Trump e Trégua SEC: Xadrez Geopolítico do Bitcoin

As tarifas de 25% impostas por Trump às importações da Coreia do Sul reacendem temores de guerra comercial, pressionando o Bitcoin para US$ 88.200 com queda de 0,8%. Em contrapartida, após um ano de governo Trump, a SEC reduziu ações contra o setor cripto, abandonando casos como o Gemini Earn. Já a Austrália, em movimento oposto, lista lacunas regulatórias como risco para 2026. Tarifas e tréguas remodelam o mapa global das criptomoedas.


Escalada Tarifária EUA-Coreia do Sul

As tarifas sobre produtos sul-coreanos como eletrônicos e aço fortalecem o dólar americano no curto prazo, elevando a aversão ao risco e impactando ativos voláteis como o Bitcoin. O BTC consolida em faixa estreita entre suporte em US$ 87.000 e resistência em US$ 92.500, com RSI em 41 e MACD negativo sinalizando momentum fraco.

Volume diário caiu 12% para US$ 34 bilhões, refletindo cautela. Para brasileiros, eventos macro como esse afetam liquidez global, podendo testar suportes críticos em US$ 80.000 se houver retaliações. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 462.492 (-0,43% em 24h), alinhado à pressão externa.

SEC Sob Trump: De Confrontos a Prioridades Seletivas

Doze meses após a posse de Trump, a SEC sob Paul Atkins fechou ou abandonou pelo menos 17 casos cripto, incluindo Gemini, Coinbase, Binance, Ripple e Kraken. O caso Gemini Earn terminou com devolução total de ativos, sem penalidades adicionais.

A agência migrou para enforcement baseado em dano real a investidores, abandonando batalhas simbólicas da era Gensler. Essa trégua regulatória nos EUA contrasta com o histórico de “guerra contra cripto”, abrindo espaço para inovação e clareza legal via atos como o GENIUS Act.

Austrália Reforça Supervisão como Contraponto

Enquanto os EUA relaxam, a ASIC australiana incluiu lacunas de supervisão cripto em sua lista de riscos para 2026. Empresas operam na borda da regulação, expondo consumidores a conselhos não licenciados.

O governo avança com a Corporations Amendment (Digital Assets Framework) Bill 2025, exigindo licenças para custódia e trading. Especialistas pedem perímetro claro e sandboxes expandidos para equilibrar inovação e proteção, destacando fragmentação global.

Implicações no Tabuleiro Geopolítico Cripto

O xadrez envolve múltiplas peças: tarifas Trump pressionam Ásia e emergentes como o Brasil via dólar forte (US$ 1 = R$ 5,19), enquanto trégua SEC atrai capital aos EUA. A Austrália exemplifica cautela em jurisdições pró-regulação.

Investidores devem monitorar retaliações comerciais e avanços legislativos. Em um Fear & Greed em 20 (medo extremo), disciplina prevalece sobre especulação. O BTC pode romper US$ 92.500 se macro estabilizar, ou cair abaixo de US$ 87.000 em escalada.


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Rede cristalina de gelo rachando com prata líquida formando HYPE fluindo, simbolizando hashrate no Texas e boom de prata no DeFi

Hashrate sob Gelo no Texas e Prata no DeFi: Contraste Tecnológico

Uma onda de frio intenso no Texas derrubou o hashrate do Bitcoin em cerca de 40%, de 1.133 ZH/s para 690 EH/s, forçando mineradoras como MARA a desligarem rigs. Ao mesmo tempo, o token HYPE da Hyperliquid explode mais de 25% para US$ 34, impulsionado por volumes recordes em contratos perpétuos de prata. Gelo no Texas e fogo no DeFi: o que esses eventos revelam sobre a resiliência tecnológica da rede Bitcoin e ecossistemas DeFi?


Hashrate em Queda: O Impacto Climático no Texas

O hashrate, métrica que mede o poder computacional total da rede Bitcoin, sofreu uma contração abrupta nos últimos dias. Dados mostram queda de 1.133 ZH/s (zetahashes) para 690 EH/s (exahashes), uma redução de aproximadamente 40%. Isso não reflete capitulação minerária por baixa rentabilidade, mas um evento externo: uma tempestade de gelo nos EUA, com epicentro no Texas, que responde por cerca de um terço do hashrate global.

Mineradoras como MARA tiveram seu hashrate dividido por quatro em relação à média mensal. O frio extremo estressa a infraestrutura elétrica, elevando preços de energia e forçando desligamentos para evitar sobrecargas na rede. Como resultado, tempos de bloco se alongam temporariamente, mas o protocolo Bitcoin se prepara para o ajuste automático de dificuldade.

Resiliência do Bitcoin: Ajuste de Dificuldade em Ação

A rede Bitcoin é projetada para lidar com flutuações no hashrate. A dificuldade de mineração ajusta a cada 2016 blocos (cerca de duas semanas) para manter o tempo médio de bloco em 10 minutos. Com a queda atual, estima-se uma redução de -4,54% no próximo ajuste, restaurando o equilíbrio sem comprometer a segurança.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 462.694 (-0,38% em 24h) demonstra estabilidade apesar do choque. Mineradores afetados podem vender BTC para cobrir custos fixos se o frio persistir, mas historicamente esses eventos climáticos são transitórios. A descentralização geográfica mitiga riscos sistêmicos, provando que gargalos físicos não derrubam a rede.

Explosão do HYPE: Prata On-Chain na Hyperliquid

Em contraste, o ecossistema DeFi brilha com a alta de 60% no HYPE nos últimos dias, atingindo US$ 34 — máximo em dois meses. O protocolo Hyperliquid, via framework HIP-3, permite mercados perpétuos permissionless de ativos reais (RWAs), como prata.

A plataforma TradeXYZ registrou US$ 1 bilhão em volume 24h e US$ 790 milhões em open interest, impulsionados por contratos SILVER-USDC: US$ 1,3 bilhão em volume e US$ 142 milhões em OI. A prata spot subiu 12% na semana para US$ 106,89 (R$ 585,22 via AwesomeAPI), quebrando US$ 100. Isso destaca como blockchains resolvem gargalos financeiros, oferecendo trading 24/7 sem intermediários.

Lições do Contraste: Tecnologia Supera Adversidades

O ‘gelo no Texas’ expõe vulnerabilidades físicas da mineração, mas o ajuste algorítmico garante continuidade. Já o ‘fogo no DeFi’ da Hyperliquid mostra inovação em perp markets on-chain para commodities, atraindo liquidez com baixos custos via Growth Mode. Esses eventos ilustram a maturidade cripto: protocolos autoajustáveis lidam com choques climáticos e expandem para RWAs.

Para investidores brasileiros, monitore hashrate em CryptoQuant e volumes em Hyperliquid. A resiliência tecnológica reforça o potencial de longo prazo, independentemente de volatilidades externas. Vale observar se o rally da prata impulsiona mais adoção de RWAs em DeFi.


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Jovem cartoon pagando com cripto via smartphone em loja aceita por lojista sorridente com display 39%, simbolizando boom de adoção nos EUA

Pagando com Cripto: PayPal Revela Boom de Adoção nos EUA

Já imaginou pagar seu cafezinho com Bitcoin? Uma pesquisa da PayPal revela que isso está virando realidade nos EUA: 39% dos lojistas já aceitam criptomoedas no checkout, impulsionados pela demanda de clientes jovens. Quase 9 em 10 lojistas receberam pedidos para isso, sinalizando o fim da fase experimental e o início do uso cotidiano.


Adoção Acelerada por Grandes Empresas

No mercado americano, a aceitação de cripto no varejo cresce rápido. Empresas grandes, com faturamento acima de US$ 500 milhões anuais, lideram com 50% adotando pagamentos em ativos digitais. Gigantes como Starbucks, Walmart e Home Depot já integram opções de Bitcoin e stablecoins, facilitando transações rápidas.

Para quem aceita, as criptomoedas representam 26% do faturamento total. Setores como hospitalidade e viagens (81%), bens digitais e games (76%) e varejo online (69%) veem maior interesse. A PayPal lançou em julho um tool de checkout que suporta mais de 100 criptomoedas, simplificando o processo para lojistas.

Vantagens práticas incluem velocidade de transação (45%), atração de novos clientes (45%) e maior segurança (41%). Isso torna o cripto uma ferramenta real para crescer vendas no dia a dia.

Jovens Impulsionam o Uso Cotidiano

O público jovem é o motor dessa tendência. 77% dos Millennials e 73% da Geração Z mostram interesse em pagar com cripto, segundo os lojistas. Pequenas empresas relatam 82% de pedidos vindos de Gen Z, comparado a 65% nas grandes.

Exemplo prático: donos de cafeterias como Win Win Coffee notam que opções flexíveis de pagamento ajudam a fidelizar clientes digitais. Com 88% dos lojistas recebendo inquéritos mensais sobre cripto, a pressão dos consumidores acelera a adoção. 69% querem usar pelo menos uma vez por mês, transformando o experimental em hábito.

Isso responde à demanda por pagamentos globais e rápidos, ideais para compras online ou viagens, onde cartões tradicionais ainda cobram taxas altas.

Barreiras e o Caminho para a Simplicidade

O principal obstáculo? Complexidade técnica. 90% dos lojistas adotariam cripto se o processo fosse tão simples quanto cartões de crédito. A pesquisa, feita com 619 decisores em outubro de 2025 pela National Cryptocurrency Association, mostra otimismo: 84% esperam que vire padrão em 5 anos.

A PayPal, com sua VP May Zabaneh, destaca que ferramentas amigáveis estão levando cripto da euforia para o comércio real. 72% dos adotantes viram aumento nas vendas cripto no último ano, provando viabilidade prática.

Privacidade (40%) e acesso global também pesam, especialmente para empreendedores que querem competir sem intermediários caros.

Impacto no Comércio Brasileiro

No Brasil, onde o Pix já revolucionou pagamentos, essa tendência americana acelera o futuro cripto. Plataformas como Mercado Pago e PicPay testam integrações, e jovens brasileiros, ávidos por tech, pressionam por opções. Imagine pagar no supermercado ou delivery com BTC sem conversão manual.

Com adoção nos EUA validando o modelo, exchanges locais podem lançar checkouts simples. Fique de olho: o que funciona lá chega aqui rápido, trazendo utilidade real para seu bolso. Vale testar wallets com suporte a pagamentos para se preparar.


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Baleias cartoon despejando cascatas de moedas douradas sobre suporte 92K rachado e figuras fatigadas, ilustrando vendas de US$ 3,4 bi em BTC

Baleias Vendem US$ 3,4 Bilhões em BTC: Mercado em Baixa nos US$ 92 Mil

Enquanto você compra nos US$ 92 mil, as baleias despejaram US$ 3,4 bilhões em Bitcoin nas últimas duas semanas. Investidores com 10 mil a 100 mil BTC venderam ou redistribuíram 36.500 unidades, invertendo a acumulação anterior. O preço enfrenta forte resistência em US$ 94 mil, com liquidez em queda e stablecoins encolhendo 50%. Isso sinaliza cansaço no topo, alertando para risco de correção iminente em um mercado eufórico.


Baleias Mudam para Distribuição

As baleias, compostas por custodians institucionais e mineradores antigos, executaram uma venda concentrada em 12 dias. O Bitcoin negociava a US$ 92.250 na sessão asiática de sexta, com múltiplas falhas em romper a tendência de resistência. Historicamente, padrões similares precederam quedas: em dezembro de 2024, no pico de US$ 108 mil, vendas semelhantes causaram recuo de 15%.

A liquidez piora: influxo de stablecoins nas exchanges caiu de US$ 158 bilhões para US$ 76 bilhões desde agosto. A profundidade de mercado enfraquece entre US$ 88 mil e US$ 94 mil, transformando suposta zona de acumulação em distribuição. Varejistas otimistas compram pesado, mas os grandes participantes timingam saídas estratégicas.

AVAX One Cai 32% com Incerteza de Insiders

O caso da AVAX One, assessorada por Anthony Scaramucci, ilustra o castigo ao varejo. As ações despencaram mais de 32% após registro de 74 milhões de shares de insiders para venda potencial, gerando medo de diluição. A empresa, tesouraria de ativos AVAX e ecossistema Avalanche, reflete pressões em firmas cripto públicas negociando abaixo do valor de seus holdings.

Apesar de plano recente de recompra de US$ 40 milhões, o movimento expõe vulnerabilidades: insiders saem enquanto holders comuns arcam com o impacto. Isso reforça o viés de baixa em altcoins, onde incertezas regulatórias e insider trading penalizam o varejo.

Downgrades Pesados nas Mineradoras

Analistas do KBW downgradearam HIVE, Bitfarms e Bitdeer para ‘market perform‘. A transição para AI e HPC enfrenta riscos de execução, com margens próximas ao breakeven pós-halving de 2024, capex elevado e alavancagem crescente. Para HIVE, preço-alvo caiu de US$ 11 para US$ 3,50; Bitdeer de US$ 26,50 para US$ 14.

Stephen Glagola alerta que monetização de data centers AI demorará, deixando ativos ociosos. Bitfarms pode esperar leasing só no 2º semestre de 2026, destacando a fragilidade setorial em meio a hashprice suprimido.

Risco de Queda Iminente

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 462.696 (-0,39% em 24h), refletindo pressão vendedora. Corte de juros do Fed adiciona incerteza, mas sem liquidez fresca, o topo pode ceder. Vale monitorar: realização de lucros pelas baleias sugere correção, punindo o otimismo varejista. O mercado dá sinais claros de cansaço.


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Pêndulo dourado BTC puxado por correntes vermelhas descendentes sobre fundo azul, representando volatilidade do Fed e opções em Bitcoin

Super Quarta: Fed e US$ 10,8 Bi em Opções Ameaçam Bitcoin

A reunião do Federal Reserve nesta quinta-feira, às 3h (horário de Brasília), pode definir o rumo do Bitcoin em meio a uma expiração de US$ 10,8 bilhões em opções na sexta-feira. Com probabilidade de 97,2% de manutenção da taxa em 3,75%, o foco está nas palavras de Powell. Histórico indica quedas em 7 de 8 eventos pós-FOMC, segundo análises de mercado.


Expectativas para a Decisão do Fed

O mercado precifica alta chance de pausa nas cortes de juros após três reduções consecutivas. Segundo o CME FedWatch Tool, apenas 2,8% veem corte de 25 pontos-base. Investidores aguardam pistas sobre a duração dessa estabilidade na conferência de imprensa de Powell, 30 minutos após o anúncio. Analistas como Michael Gapen, do Morgan Stanley, esperam tom dovish, mas divergências internas no Fed — maiores em seis anos — aumentam incertezas. Para o Bitcoin, cotado a R$ 462.546 segundo o Cointrader Monitor (-0,44% em 24h), isso pode influenciar fluxos de liquidez em ativos de risco.

Dados macro mostram dólar estável e yields de Treasuries sob atenção. Uma pausa prolongada reforça suporte em US$ 86.000-88.000, mas sinal hawkish pode testar mínimas recentes de US$ 84.000.

Histórico Negativo Pós-FOMC

O padrão histórico de volatilidade pesa: em 7 das últimas 8 reuniões do FOMC, o Bitcoin registrou quedas significativas nos dias seguintes. Pressão de venda institucional e realocação para renda fixa explicam o fenômeno. Com BTC oscilando entre US$ 87.000 e US$ 89.000, o risco de correção é elevado se Powell não sinalizar cortes futuros. On-chain, volume de derivativos reflete cautela, com open interest em puts superando calls em faixas chave abaixo de US$ 90.000.

Resistência imediata em US$ 90.000-92.000; rompimento poderia mirar US$ 95.000, mas probabilidade baixa sem catalisador dovish.

Expiração de Opções e Estratégias de Mercado

Na expiração de US$ 10,8 bilhões em opções BTC (Deribit domina com 78,7%), calls somam US$ 6,6 bi contra US$ 4,2 bi em puts, mas estratégias de baixa prevalecem abaixo de US$ 90.000. Cenários: queda para US$ 86-88k favorece puts em US$ 775 mi; US$ 88-90k ainda negativo em US$ 325 mi; só acima de US$ 90k calls vencem por US$ 220 mi. Muitos calls acima de US$ 100k servem a covered calls para renda, não apostas bullish puras.

Suporte crítico em US$ 86.000; perda abre US$ 84.000. Touros precisam de rompimento pré-expiração para US$ 95.000.

Mapa para Navegar a Volatilidade

Se Fed mantiver 3,75%, monitore DXY e yields: alta pressiona BTC para suporte US$ 86.000. Estratégia: posições neutras ou hedges via puts. Pós-expiração, liquidez pode estabilizar, mas histórico sugere cautela. Dados sugerem viés de baixa até confirmação de força compradora.


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Personagens cartoon de senador EUA rasgando emenda e regulador australiano mapeando clareza em balança equilibrada, simbolizando avanços regulatórios cripto

Vitória Silenciosa: EUA e Austrália Avançam Regulamentação Cripto

Uma vitória silenciosa para o setor cripto emerge nos bastidores regulatórios globais: o senador Roger Marshall desistiu de uma emenda que poderia atrasar o CLARITY Act nos EUA, enquanto a Austrália coloca lacunas de supervisão em cripto na lista de riscos para 2026. Esses desenvolvimentos, ocorridos nesta semana, indicam um cerco regulatório mais estruturado, beneficiando a clareza para investidores em meio à fragmentação geopolítica.


Recuo Estratégico no Congresso Americano

O senador republicano Roger Marshall, do Kansas, concordou em não apresentar sua emenda sobre taxas de swipe de cartões de crédito durante a markup do Comitê de Agricultura do Senado, marcada para 29 de janeiro. A proposta, similar à Credit Card Competition Act, era vista como obstáculo por republicanos pró-cripto, pois colocaria instituições financeiras em conflito com varejistas.

Fontes familiarizadas com as negociações revelam que a decisão foi tomada no fim de semana, após discussões privadas. Isso pavimenta o caminho para o CLARITY Act, que define estrutura de mercado cripto, protegendo desenvolvedores de software não custodiais e provedores de infraestrutura blockchain. A Casa Branca monitorou de perto, temendo derrocada da legislação.

Outras emendas persistem, como regras éticas para oficiais, manutenção de comissários na CFTC e limites a adversários estrangeiros, mas o texto atual é elogiado pela indústria por focar em intermediários, não em protocolos ou usuários finais.

Austrália Enfrenta Lacunas de Supervisão

A Comissão de Valores Mobiliários e Investimentos da Austrália (ASIC) incluiu lacunas regulatórias em cripto em sua lista de riscos para 2026. Empresas de cripto, pagamentos e IA operam na periferia das regras, expondo consumidores a conselhos não licenciados e condutas enganosas.

Em resposta, o governo avança com o Corporations Amendment (Digital Assets Framework) Bill 2025, exigindo licenças Australian Financial Services para plataformas de custódia e trading. A medida promete ganhos de produtividade de US$ 24 bilhões anuais, promovendo conformidade e inovação.

Especialistas como Darcy Allen, da RMIT University, defendem perímetro regulatório claro e sandboxes expandidos para experimentação segura, enquanto James Volpe, da uCubed, destaca a evolução das regras, mas alerta para gaps educacionais no setor.

Implicações Geopolíticas Globais

Esses avanços nos EUA e Austrália refletem padrões de conformidade globais em maturação. Fora do eixo político polarizado, leis se moldam para equilibrar inovação e proteção, contrastando com fragmentação em outras jurisdições. Para brasileiros, isso sinaliza estabilidade para exchanges internacionais e potenciais modelos locais.

O CLARITY Act pode influenciar a SEC e CFTC, enquanto a Austrália inspira nações emergentes em adoção de licenças específicas. Investidores ganham previsibilidade, reduzindo riscos de enforcement imprevisível.

Próximos Passos e Monitoramento

A votação do CLARITY Act ocorre quinta-feira, com negociações bipartidárias em curso. Na Austrália, o sandbox regulatório aprimorado testa produtos sem licença plena. Vale monitorar como esses marcos afetam fluxos de capital e adoção em mercados como o Brasil.

Essas pequenas vitórias estruturam um ecossistema mais maduro, onde o cerco regulatório fecha de forma diplomática, favorecendo participantes conformes.


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Touro cartoon empurrando barreira regulatória com sinal vermelho de alerta, simbolizando risco da CLARITY Act travando bull-run cripto em 2026

CLARITY Act: Falha Pode Travar Alta de 2026, Alerta Bitwise

O CIO da Bitwise, Matt Hougan, alertou que a falha na aprovação da CLARITY Act pelo Senado americano pode travar a esperada valorização das criptomoedas em 2026. Sem essa lei, que cementaria o ambiente regulatório pró-cripto atual, o mercado entraria em uma fase de ‘show me’ de três anos, exigindo prova concreta de adoção cotidiana. Mercados de predição já caíram para 50% de chance de passagem, sinalizando incertezas políticas graves.


O Alerta Crítico de Matt Hougan

No seu blog recente, Hougan enfatiza que a CLARITY Act é essencial para fixar as conquistas regulatórias atuais em lei. Sem ela, uma futura administração poderia reverter o impulso pró-cripto, deixando o setor vulnerável. Ele prevê que, caso o projeto fracasse, as criptomoedas terão de demonstrar utilidade indispensável para americanos comuns e o sistema financeiro tradicional nos próximos três anos.

Essa ‘janela de três anos’ representa um teste rigoroso: stablecoins, tokenização de ativos e infraestrutura blockchain precisam ganhar tração real, sem depender de expectativas políticas. Hougan compara ao início de empresas como Uber e Airbnb, que forçaram regulação via adoção massiva, mas adverte que o sucesso não é garantido para cripto.

Status da CLARITY Act no Congresso

Aprovada pela Câmara dos EUA em julho de 2025 com apoio bipartidário, a lei segue travada no Senado. O Comitê de Agricultura marca markup para amanhã, enquanto o Comitê Bancário adia discussões por divergências, como proteções a investidores. Senadores democratas sinalizam apoio condicional, mas negociações prosseguem em paralelo.

Mercados de predição, antes otimistas em 80%, agora indicam apenas 50% de aprovação. Atritos internos agravam: a Coinbase retirou suporte, acusada por rivais de proteger seu negócio de yields em stablecoins de concorrência maior.

Implicações de Baixa para o Mercado Cripto

Sem a CLARITY Act, o otimismo por uma alta em 2026 perde combustível. Preços de Bitcoin e altcoins subiriam mais por expectativa regulatória do que adoção orgânica. Em um cenário de estagnação, investidores adotariam postura cautelosa, aguardando provas concretas antes de injetar capital.

Os dados sugerem risco real: volumes em ETFs e fluxos institucionais dependem de clareza legal. Uma reversão regulatória poderia prolongar volatilidade, beneficiando apenas especuladores de curto prazo. Para brasileiros, isso significa exposição maior a incertezas globais, impactando negociações em reais.

Próximos Passos e Voz Prudente

Vale monitorar o markup do Senado Agricultura e avanços no Comitê Bancário. A Casa Branca pressiona por aprovação rápida, mas burocracia pode estender o limbo. Como voz da razão, recomendo diversificação e foco em fundamentos: sem regulação clara, a alta prometida pode virar estagnação prolongada. Prepare-se para um 2026 de testes reais, não euforia infundada.


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Fita dourada Hash Ribbon liberando explosão de cristais roxos e cyan de Cardano, sinalizando recuperação do Bitcoin e salto em futuros

Cardano Explode 9.695% em Futuros: Hash Ribbon Antecipa Alta do BTC

O mercado de futuros da Cardano registrou um aumento explosivo de 9.695,93% no volume na BitMEX, atingindo US$ 136,8 milhões, enquanto o interesse aberto (OI) subiu 2,31% para US$ 660,19 milhões. Paralelamente, a métrica Hash Ribbon do Bitcoin aponta capitulação dos mineradores após queda de 20% no hashrate devido a tempestades nos EUA. Dados objetivos sugerem que o fundo pode estar próximo, com histórico de recuperações fortes.


Surto no Volume de Futuros da Cardano

Apesar da queda de 1,27% no preço do ADA nas últimas 24 horas e 3,24% na semana, os dados do CoinGlass revelam atividade intensa no mercado de derivativos. O volume de futuros da Cardano na exchange BitMEX explodiu para US$ 136,8 milhões, um crescimento de quase 10.000% em um dia. Esse movimento coincide com o aumento no interesse aberto, indicador de posições abertas mantidas por traders, sinalizando maior liquidez e potencial interesse renovado.

No gráfico diário, o ADA testou a máxima de US$ 0,358 na segunda-feira, mas recuou. O suporte chave permanece em US$ 0,33, enquanto a média móvel de 50 dias (MA50) em US$ 0,383 atua como resistência imediata. Um rompimento acima desse nível poderia direcionar o preço para US$ 0,50, conforme padrões observados em análises recentes. Esses dados reforçam um viés técnico positivo para altcoins como a Cardano em meio à consolidação do mercado.

Hash Ribbon: Fim da Capitulação dos Mineradores

O hashrate do Bitcoin despencou 20%, de 1,2 ZH/s para cerca de 950 EH/s, impulsionado por custos elevados de energia durante a tempestade invernal nos EUA. Mineradores ineficientes desligaram rigs, ativando a fase de capitulação no indicador Hash Ribbon da Glassnode. Essa métrica compara as médias móveis de 30 e 60 dias do hashrate: quando a curta cai abaixo da longa (vermelho claro), sinaliza estresse; a recuperação (cruzamento ascendente) tem precedido altas históricas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 461.323,11 (-0,66% em 24h), próximo aos US$ 88.000 globais. O próximo ajuste de dificuldade deve cair 17%, o maior desde a proibição chinesa em 2021, potencializando uma reversão.

Histórico Bullish e Contexto Macroeconômico

O Hash Ribbon já indicou fundos em eventos passados. Em novembro de 2025, capitulação coincidiu com BTC em US$ 80.000; em meados de 2024, após desmonte do carry trade do iene, o preço quicou de US$ 49.000 para US$ 100.000 em meses. Durante o colapso da FTX em 2022, o fundo em US$ 15.000 precedeu alta para US$ 22.000. Esses padrões sugerem que, com estabilização do hashrate, o Bitcoin pode entrar em fase expansionária.

O mercado aguarda a decisão do Fed nesta quarta-feira, com expectativa de manutenção da taxa em 3,5%-3,75%. Cortes previstos para 2026 (dois de 0,25%) podem favorecer ativos de risco. Para Cardano, o upgrade Leios avança (40% concluído), com throughput de 300 TxkB/s em simulações, adicionando fundamentos ao momentum técnico.

Níveis Críticos e Próximos Passos

Investidores devem monitorar o cruzamento do Hash Ribbon para confirmação de recuperação no BTC, além do suporte ADA em US$ 0,33 e resistência em US$ 0,383. Uma recuperação no hashrate pós-tempestade e volume sustentado em futuros de Cardano indicariam força. Os dados não garantem alta, mas historicamente, esses sinais precederam valorizações expressivas. Vale acompanhar gráficos on-chain para decisões informadas.


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Executivos cartoon despejando sacos gigantes de XRP sobre mercado turbulento, ilustrando vendas massivas da Ripple e riscos de centralização

Mãos Pesadas: Ripple Vendeu 58 Bilhões de XRP em 13 Anos

Dados on-chain revelam que executivos e a Ripple Labs venderam ou distribuíram cerca de 58,5 bilhões de XRP desde o lançamento em 2012. Esse volume colossal, equivalente a mais da metade da oferta total de 100 bilhões de tokens, expõe a ‘mão pesada’ dos criadores sobre o ativo. Com holdings atuais em torno de 41,5 bilhões de XRP, o histórico de despejos levanta alertas sobre diluição contínua e controle centralizado, especialmente em um mercado onde o XRP negocia a R$ 9,89 (cotação de 28/01/2026).


Alocação Original e Despejo Histórico

No início, em 2012, a XRP Ledger criou 100 bilhões de tokens de uma só vez, sem mineração ou inflação posterior. Desses, 80 bilhões foram alocados diretamente para a Ripple Labs (então OpenCoin), enquanto 20 bilhões foram destinados aos fundadores Jed McCaleb, Arthur Britto e David Schwartz, além de participantes iniciais. Essa estrutura centralizada sempre foi criticada por concentrar poder nas mãos de poucos.

Ao longo de 13 anos, a diferença entre a alocação inicial e os saldos atuais aponta para a saída de 58,515 bilhões de XRP do ecossistema controlado pelos insiders. Esse movimento ocorreu paralelamente a ciclos de mercado, litígios com a SEC e tentativas de adoção em pagamentos internacionais via RippleNet. Apesar da valorização desde o primeiro preço registrado em 2013 (US$ 0,005), o volume vendido sugere uma estratégia de realização de lucros constante, independentemente das oscilações.

Holdings Atuais dos Executivos

Hoje, os principais controladores detêm cerca de 41,485 bilhões de XRP. A Ripple Labs mantém aproximadamente 37,685 bilhões, divididos entre 3,5 bilhões em carteiras acessíveis e 34,185 bilhões em escrow. Entre os indivíduos, Chris Larsen, chairman da Ripple, lidera com cerca de 2,5 bilhões de XRP espalhados por oito carteiras. Arthur Britto controla 1,3 bilhão em sete endereços, enquanto David Schwartz, cofundador e CTO, tem posições menores, com picos históricos de apenas 26 milhões.

Esses números, extraídos de rastreamento on-chain, ilustram a persistência do controle insider. Jed McCaleb, que saiu da empresa em 2014, já havia devolvido grande parte de sua alocação original, mas o núcleo remanescente continua influente. Para investidores, isso significa que decisões corporativas podem impactar diretamente a supply circulante, gerando pressão vendedora imprevisível.

O Escrow e a Pressão Inflacionária

Em 2017, para mitigar críticas sobre liberação ilimitada, a Ripple instituiu um escrow de 55 bilhões de XRP, com potencial liberação mensal de 1 bilhão. Porções não utilizadas voltam ao bloqueio, e atualmente restam 34,185 bilhões travados. No entanto, essa mecânica não elimina o risco de diluição: desde 2017, bilhões já foram liberados, muitos para vendas ou parcerias.

Diferente do Bitcoin, sem mecanismos de emissão, o XRP depende dessa gestão centralizada. Com o token operando sem staking ou mineração, qualquer aceleração nas liberações pode agravar quedas de preço. Analistas com viés de baixa veem nisso um teto estrutural para valorizações sustentadas, especialmente após vitórias parciais contra a SEC.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o mercado brasileiro, onde o XRP atrai atenção por pagamentos transfronteiriços, esses dados on-chain reforçam a cautela. Com o dólar a R$ 5,19 e Bitcoin a R$ 460.912 (segundo o Cointrader Monitor), o XRP em R$ 9,89 reflete consolidação, mas o histórico de vendas massivas sugere viés de baixa de longo prazo.

Investidores devem monitorar liberações de escrow e movimentos de baleias. A centralização, embora eficiente para adoção institucional, compromete a narrativa descentralizada, expondo holders a riscos de manipulação supply-side. Vale questionar: com tanto já vendido, o que resta para sustentar rallies?


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Executivos cartoon BlackRock ativando cofre Bitcoin liberando dividendos dourados para fundos públicos com selo 10%, simbolizando ETF de renda mensal

Dividendos de Bitcoin: Estratégia da BlackRock para Renda Mensal

Bitcoin com dividendos? A BlackRock registrou na SEC o iShares Bitcoin Premium Income ETF, um fundo que acompanha o preço do BTC e gera renda extra mensal por meio da venda de opções sobre seu ETF IBIT. Paralelamente, a Dakota do Sul propõe lei para investir até 10% de fundos públicos em Bitcoin, sinalizando a normalização do ativo como reserva para previdência estatal. Essas iniciativas tornam o investimento em cripto mais acessível e constante para investidores institucionais e governos.


O Que é um ETF de Renda Premium em Bitcoin?

Imagine o Bitcoin como uma casa que você possui e quer gerar renda extra sem vendê-la. É isso que faz um ETF de renda premium, ou covered call. O novo fundo da BlackRock compra Bitcoin via seu ETF spot IBIT e vende opções de compra (calls) sobre essas posições. Quando vende uma call, recebe um prêmio imediato dos compradores, que pagam pelo direito de adquirir o ativo a um preço fixo futuro.

Se o preço do Bitcoin ficar abaixo desse valor, a opção expira sem exercício, e o fundo fica com o prêmio como lucro extra – uma espécie de "dividendo" mensal. Caso o BTC suba muito, o fundo entrega o ativo pelo preço acordado, mas ainda lucra com a valorização parcial mais o prêmio. Essa estratégia ativa gera rendimento superior aos ETFs spot tradicionais, mas com custo de taxa mais alta (cerca de 0,99% ao ano, como no concorrente BTCI).

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 460.678 (variação -0,82% em 24h), reforçando seu apelo como reserva de valor com potencial de renda.

ETFs Semelhantes Já no Mercado

O mercado já conta com opções como o NEOS Bitcoin High Income ETF (BTCI), lançado em outubro de 2024 com US$ 1,09 bilhão em ativos, Roundhill Bitcoin Covered Call Strategy ETF (YBTC) com US$ 225 milhões e YieldMax Bitcoin Option Income Strategy ETF (YBIT) com US$ 74 milhões. Esses fundos equilibram exposição ao preço do BTC com renda de prêmios de opções, atraindo investidores que buscam fluxo de caixa recorrente além da valorização.

Diferente de ETFs passivos como o IBIT, que apenas replicam o preço spot com baixas taxas, os de renda envolvem gestão ativa e derivativos, elevando o risco mas também o retorno potencial. Para iniciantes, é como transformar a volatilidade do Bitcoin em oportunidade de renda estável, democratizando o acesso a estratégias sofisticadas outrora exclusivas de grandes players.

Dakota do Sul e a Adoção por Fundos Públicos

Na Dakota do Sul, o deputado republicano Logan Manhart apresentou o House Bill 1155, permitindo que o State Investment Council aloque até 10% dos fundos públicos em Bitcoin. A proposta enfatiza segurança: custódia com chaves privadas controladas pelo conselho, armazenamento em hardware criptografado em locais separados, governança multi-partes, auditorias regulares e testes de penetração.

Bitcoin pode ser mantido diretamente, via custodiante qualificado ou ETPs regulados. Essa medida segue pioneiros como New Hampshire (até 5% em cripto de grande cap) e Rhode Island (isenções fiscais para transações pequenas). Estados veem no BTC uma hedge contra inflação e desvalorização fiduciária, protegendo aposentadorias e reservas públicas a longo prazo.

Normalização do Bitcoin como Ativo de Previdência

Esses desenvolvimentos marcam a transição do Bitcoin de especulação para pilar de portfólios institucionais e governamentais. ETFs de renda como o da BlackRock oferecem yield previsível, mitigando volatilidade, enquanto leis estaduais validam sua maturidade. Para o investidor brasileiro, isso significa ferramentas mais seguras e reguladas, acessíveis via corretoras globais.

Vale monitorar aprovações da SEC e avanços legislativos, que podem impulsionar adoção em massa. O futuro aponta para Bitcoin não só como "ouro digital", mas como gerador de renda sustentável para gerações.


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Baleia trader cartoon fisgada por gancho simbolizando prejuízo milionário em short contra ETH, com XRP brilhando via ETFs e parcerias

Baleia no Gancho: Prejuízo Milionário em Posição Vendida Contra ETH

Baleia no Gancho: Uma baleia identificada como ‘Pension Fund’ acumula prejuízo de US$ 1,69 milhão em uma posição vendida de 25.000 ETH com alavancagem de 3x, valorada em US$ 74,88 milhões. Aberta a US$ 2.927,33, a aposta enfrenta liquidação em US$ 3.993,68. Em contraste, o XRP ganha tração institucional com US$ 1,24 bilhão em influxos de ETFs, sinalizando batalha de gigantes no fluxo de capital cripto. Isso ocorreu em 28 de janeiro de 2026.


A Aposta Alavancada que Virou Pesadelo

A posição da baleia foi monitorada pelo HyperInsight e reportada pelo BlockBeats. Com abertura em US$ 2.927,33, o vendido de 25.000 ETH equivalia a uma exposição de cerca de US$ 74,88 milhões sob 3x de alavancagem. Atualmente, o prejuízo flutuante atinge US$ 1,69 milhão, pressionado pela resiliência do Ethereum acima dos US$ 2.900. O preço de liquidação em US$ 3.993,68 representa risco iminente se o ETH romper resistências.

No Brasil, o ETH cotado a R$ 15.491,08 (AwesomeAPI) reflete volatilidade, mas detentores institucionais resistem. Essa estratégia de vendido com alta alavancagem amplifica ganhos em quedas, mas expõe a perdas rápidas em rebounds, como visto em flutuações recentes do mercado.

Realized Price Raro: Sinal de Acumulação

O realized price é o preço médio de aquisição dos holders atuais de um ativo, calculado pelo valor total pago dividido pelo suprimento em circulação. Um realized price ‘raro’ ocorre quando cai para níveis historicamente baixos, indicando capitulação de mãos fracas e acumulação por grandes carteiras. Para o Ethereum, esse patamar atual sugere que investidores de longo prazo compraram em bases sólidas, abaixo da média histórica.

Esse fenômeno atrai baleias porque sinaliza ‘fundo’ potencial: com realized price baixo, há menor pressão vendedora futura. Dados on-chain mostram acumulação crescente, contrariando vendidos especulativos. Apostar contra ETH nesse contexto é arriscado, pois ignora métricas fundamentais de retenção.

XRP em Ascensão Institucional

Enquanto ETH pune vendidos, o XRP registra influxos de US$ 1,24 bilhão em ETFs spot desde novembro de 2025. Canary Capital lidera com US$ 346 milhões, seguido por Bitwise (US$ 324 milhões). Parcerias como com Jeel (Riyad Bank) para tokenização e DXC Technology para custody em bancos globais impulsionam adoção.

Esses influxos refletem confiança institucional, com XRP cotado a R$ 9,88 no Brasil. Eventos como XRP Community Day em fevereiro reforçam ecossistema, contrastando com volatilidade de derivados em ETH.

Fluxo de Capital e Lições para Traders

A batalha evidencia realocação: capital sai de posições especulativas curtas para ativos com suporte institucional como XRP e ETH em realized price atrativo. Traders brasileiros devem monitorar liquidações e on-chain para evitar armadilhas alavancadas. Com ETH resiliente e XRP em alta, o mercado premia paciência sobre apostas agressivas contra tendências.

Volume em ETH-BRL reforça liquidez local, mas risco de liquidação persiste em cenários de alta.


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Personagens cartoon construindo base de cabos de fibra sustentando data centers de IA e rede Web3, simbolizando investimentos da Meta e avanços na Coreia do Sul

Meta Investe US$ 6 Bilhões em Fibra para IA e Coreia do Sul Avança em Web3

A Meta anunciou um acordo de até US$ 6 bilhões com a Corning para fornecer cabos de fibra ótica a seus data centers de inteligência artificial nos Estados Unidos. Em paralelo, na Coreia do Sul, a parceria entre Miden e KODA pavimenta o caminho para o fim do banimento corporativo de criptomoedas, sinalizando a convergência entre infraestrutura física e digital. Esses investimentos destacam como o ‘encanamento’ tecnológico está sendo construído para sustentar a expansão de IA e blockchain.


Meta Expande Data Centers com Fibra Ótica de Alta Capacidade

A Meta, liderada por Mark Zuckerberg, firmou um contrato multianual com a Corning, empresa especializada em materiais ópticos, para suprir cabos de fibra ótica avançados. Esses cabos são essenciais para os data centers que suportam modelos de IA generativa, como os usados em assistentes virtuais e processamento de grandes volumes de dados.

O acordo, revelado em comunicado oficial, impulsionará a expansão da manufatura da Corning na Carolina do Norte, criando empregos qualificados e fortalecendo a cadeia de suprimentos americana. "Construir os data centers mais avançados nos EUA requer parceiros de classe mundial e manufatura americana", afirmou Joel Kaplan, Diretor de Assuntos Globais da Meta. A demanda por fibra cresceu com o boom de IA, onde data centers hyperscale exigem conexões de alta densidade, como o novo cabo Contour da Corning.

Empresas como NVIDIA, OpenAI, Google e Microsoft também impulsionam essa expansão. As ações da Corning (GLW) subiram 75% no último ano, refletindo o otimismo do mercado. A Meta planeja 30 data centers nos EUA, com projetos em Ohio e Louisiana já utilizando essa tecnologia.

Coreia do Sul Prepara Infraestrutura para Cripto Institucional

Na Ásia, a Miden, projeto blockchain focado em privacidade via provas de conhecimento zero (zero-knowledge), assinou um Memorando de Entendimento (MOU) com a Korea Digital Asset (KODA), custodiante líder com 80% do mercado institucional sul-coreano. Respaldada pelo banco KB Kookmin, a KODA integra a tecnologia da Miden para oferecer custódia segura e compliant.

Essa aliança antecipa o fim da proibição de nove anos imposta pela Financial Services Commission (FSC) em 2017, que impedia empresas de deterem criptoativos. Autoridades discutem aprovações de ETFs de Bitcoin, posicionando a Coreia como hub para capital institucional. "A Coreia representa uma oportunidade massiva devido à sua forte cultura cripto", comentou Azeem Khan, cofundador da Miden.

A solução permite transações privadas e reguladas, essenciais para fundos e corporações entrarem no mercado on-chain sem expor dados sensíveis.

Infraestrutura: A Base Invisível do Futuro Digital

Esses desenvolvimentos ilustram como investimentos em infraestrutura física — cabos de fibra para IA e protocolos de privacidade para blockchain — sustentam tendências de longo prazo. Enquanto a Meta reforça a liderança dos EUA na corrida global por IA, a Coreia do Sul abre portas para adoção corporativa de Web3, potencializando finanças on-chain compliant.

Para investidores brasileiros, esses movimentos sugerem oportunidades em ecossistemas que unem tech tradicional e cripto. Vale monitorar como essa base tecnológica impulsiona inovações acessíveis, democratizando acesso a IA e ativos digitais.


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Suspeito cartoon fugindo com saco de cripto roubada de reserva, agentes da Casa Branca perseguindo, ilustrando escândalo de roubo de US$40M na reserva de Trump

Escândalo na Reserva de Trump: Casa Branca Investiga Roubo de US$ 40 Milhões

A Casa Branca e o U.S. Marshals Service (USMS) confirmaram investigações sobre o suposto roubo de mais de US$ 40 milhões em criptomoedas apreendidas pelo governo americano. O suspeito, John “Lick” Daghita, filho do presidente da contratada federal CMDSS, teria desviado fundos de carteiras estatais, incluindo do hack Bitfinex de 2016. Revelado pelo investigador ZachXBT após ostentação em Telegram, o caso levanta o alerta: nem a reserva estratégica de Trump está segura?


Detalhes da Fraude e Descoberta

O escândalo veio à tona em uma briga no Telegram, onde John Daghita exibiu uma carteira com US$ 23 milhões em cripto, ligada a endereços do governo. ZachXBT rastreou fluxos on-chain, conectando-os às transações de US$ 90 milhões em roubos suspeitos desde 2024, incluindo fundos do hack Bitfinex. A CMDSS, contratada em outubro de 2024 pelo USMS para gerenciar ativos não suportados por exchanges, é o elo. Seu site e perfis foram desativados após a exposição. Não se sabe como John acessou as chaves, mas o pai, Dean Daghita, preside a empresa. Análise aponta 12.540 ETH (US$ 36 milhões) em uma carteira dele, além de ETH devolvido ao governo.

Confirmações Oficiais e Reação do USMS

Patrick Witt, chefe de estratégia digital do Conselho de Assessores de Trump, afirmou em uma postagem no X que “estão em cima disso” e prometeu atualizações. O USMS, via Brady McCarron, confirmou à CoinDesk a investigação em andamento, mas silenciou detalhes. Após revelações de ZachXBT, que reportou às autoridades, a agência enfatizou sigilo. Isso ocorre semanas após polêmicas sobre vendas indevidas de BTC do caso Samourai Wallet, negadas pelo governo. O foco agora é insider threat em custódia estatal, expondo falhas em contratos federais.

Implicações Geopolíticas para a Reserva Estratégica

O roubo atinge o coração da política cripto de Trump: a Reserva Estratégica de Bitcoin, com ordens executivas retendo BTC apreendido como ativo nacional. O governo detém cerca de 198.000 a 300.000 BTC (US$ 29 bilhões), maior tesouro global. Esse vazamento questiona protocolos de segurança em meio a tensões globais, onde BTC é visto como reserva de valor soberana. Países como China (194.000 BTC) observam. Falhas institucionais podem erodir confiança na custódia estatal, impulsionando debates sobre custódia privada ou descentralizada. No Brasil, ecoa alertas para exchanges locais sobre insider risks.

Próximos Passos e Monitoramento

Investigadores buscam recuperação de fundos, com US$ 700.000 perdidos via exchanges instantâneas. Mercados cripto vigiam impactos na percepção de risco soberano. Trump, pró-cripto, pode usar o caso para reforçar auditorias. Para investidores, vale rastrear atualizações do USMS e Witt. O episódio reforça: mesmo reservas estatais enfrentam vulnerabilidades humanas. Autoridades prometem transparência, mas silêncio atual alimenta especulações.


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Teias escuras viscosas infiltrando rede cristalina cyan via nós Telegram estilizados com '16B', expondo lavagem industrial de criptomoedas

Redes Chinesas no Telegram Lavaram US$ 16 Bilhões em Criptos

No submundo do Telegram, redes em língua chinesa lavaram US$ 16 bilhões em criptomoedas ilícitas em 2025, representando 20% do volume global de US$ 82 bilhões, segundo relatório da Chainalysis. Essas operações industriais usam plataformas de garantia, mulas de dinheiro e corretoras OTC, expondo vulnerabilidades em canais não regulados e alertando usuários sobre riscos de associação com fluxos criminosos.


Explosão na Lavagem de Criptomoedas

A lavagem de dinheiro via blockchain saltou de US$ 10 bilhões em 2020 para mais de US$ 82 bilhões em 2025, impulsionada pela liquidez crescente dos mercados cripto e pela profissionalização de serviços ilícitos. A Chainalysis destaca que fluxos para redes de lavagem em chinês cresceram milhares de vezes mais rápido que para exchanges centralizadas ou protocolos DeFi, pois criminosos evitam plataformas onde fundos podem ser congelados.

Essas redes chinesas de lavagem de dinheiro (CMLNs, na sigla em inglês) processaram US$ 16,1 bilhões só em 2025, via 1.800 carteiras ativas e cinco tipos principais de serviços. A escala sugere ligações profundas com organizações criminosas off-chain, como golpes e cibercrimes.

O Papel Central do Telegram

As redes chinesas no Telegram operam como marketplaces centralizados, com plataformas de “garantia” atuando como escrow e hubs de reputação. Elas conectam compradores e vendedores de serviços de lavagem, desde corretores “running point” que fornecem acesso inicial a contas bancárias e wallets de exchanges, até redes extensas de mulas de dinheiro e mesas OTC informais.

Serviços como “Black U” vendem cripto contaminada com desconto. Mesmo com canais individuais disruptos, vendedores migram rapidamente, mantendo a resiliência operacional. Não há reação oficial recente do Telegram a este relatório específico da Chainalysis, o que reforça preocupações sobre moderação em canais não oficiais.

Serviços e Estrutura Industrial

O ecossistema CMLN inclui:

  1. Corretores iniciais para acesso a bancos e exchanges.
  2. Mulas de dinheiro para movimentação off-chain.
  3. Corretoras OTC informais para trocas em grande escala.
  4. Serviços de “Black U” para cripto descontada.
  5. Plataformas Telegram como núcleo de escrow.

A velocidade e volume indicam uma indústria de serviços globais adaptável a pressões regulatórias, com sanções recentes trazendo escrutínio, mas sem impacto significativo ainda.

Implicações para Usuários e Mercado

Para brasileiros e usuários globais, isso destaca riscos de usar canais Telegram não verificados: exposição a fundos ilícitos pode levar a congelamentos ou investigações. A Chainalysis enfatiza a evolução da lavagem cripto em serviço resiliente, demandando maior vigilância de exchanges e reguladores. Investidores devem priorizar plataformas reguladas para mitigar associações involuntárias com o submundo cripto.


📌 Nota: Uma das fontes citadas estava temporariamente indisponível no momento da redação.

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