Balança brutalista inclinada com lado vermelho pesado e '36' gravado, simbolizando 36 dias de pressão de venda nos EUA sobre Bitcoin

Sinal de Alerta: EUA Vendem Bitcoin há 36 Dias Seguidos

Os dados mostram que o Coinbase Bitcoin Premium Index registra 36 dias consecutivos de prêmio negativo, o mais longo desde maio de 2023, superando até o período do “crash de novembro”. Atualmente em -0,0467%, o indicador reflete pressão sustentada de venda por investidores americanos, com o preço do Bitcoin na exchange abaixo da média global. Em 2026, apenas dois dias foram positivos, sinalizando aversão ao risco nos EUA.


O Que Revela o Premium Index Negativo

O Coinbase Bitcoin Premium Index compara o preço spot do Bitcoin na Coinbase, principal plataforma nos Estados Unidos, com a média global calculada por um índice composto de múltiplas exchanges internacionais. Quando negativo, indica que o BTC é negociado a um desconto na Coinbase, sugerindo maior volume de vendas do que compras por parte de investidores americanos.

Essa métrica é particularmente útil para mapear o sentimento regional. Nos últimos 36 dias, o índice permaneceu consistentemente abaixo de zero, com o valor atual de -0,0467% confirmando a tendência. Os dados da Coinglass, que monitoram esse indicador em tempo real, apontam para uma dinâmica de outflow de fundos e redução no apetite por risco no mercado americano.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 355.677 no mercado brasileiro, com variação de +1,23% nas últimas 24 horas e volume de 247 BTC. Essa resiliência local contrasta com o pessimismo nos EUA.

Contexto Histórico e Recorde

O recorde anterior de dias negativos consecutivos ocorreu em maio de 2023, durante um período de correção de mercado. Agora, os 36 dias superam até o “crash de novembro”, um evento de alta volatilidade. Em todo o ano de 2026 até o momento, o índice esteve positivo em apenas dois dias, reforçando um viés de baixa no sentimento americano.

Esse padrão sugere que, enquanto os EUA exercem pressão vendedora, outros mercados — como Ásia e Europa — podem estar acumulando, equilibrando o preço global. Historicamente, desvios prolongados no premium index precedem ajustes no preço do Bitcoin, seja por convergência ou ampliação da tendência.

Implicações e Níveis a Monitorar

Um prêmio negativo sustentado pode indicar rotação de capitais para fora dos EUA, possivelmente devido a fatores macroeconômicos como expectativas de política monetária mais restritiva ou incertezas regulatórias. No entanto, os dados não implicam direção única para o preço global do BTC, que continua influenciado por múltiplos fluxos.

Traders devem observar níveis técnicos próximos: suporte em torno de US$ 95.000 e resistência em US$ 102.000, com base em médias móveis de 50 e 200 dias. Uma reversão para positivo no premium index poderia sinalizar melhora no apetite americano, enquanto persistência negativa reforça cautela.

Além disso, monitore volumes na Coinbase versus exchanges globais. Qualquer aumento na discrepância pode amplificar volatilidade. No Brasil, o mercado local mostra estabilidade, com BTC acima de R$ 355.000, mas alinhado às dinâmicas globais.


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Contraste entre escudo stablecoin com selo 99% verde e golpista cartoon carregando sacos 15M de memecoins caóticas, alertando riscos de scams

Crimes Cripto Caem 99%, Golpista do LIBRA Lucra US$ 15 Milhões no Pump.fun

Investigações revelam um contraste alarmante no ecossistema cripto: enquanto o relatório da TRM Labs aponta que menos de 0,5% das transações com stablecoins envolveram atividades ilícitas em 2025, Hayden Davis — ligado ao golpe da LIBRA — surge como o segundo maior investidor privado no Pump.fun, lucrando cerca de US$ 15 milhões em uma única operação. Evidências on-chain expõem como ‘sombras’ do crime cripto ainda prosperam em protocolos de meme coins na Solana, questionando a eficácia de mecanismos de KYC.


Stablecoins: Ilícitos em Queda Drástica

O estudo da TRM Labs, baseado em volumes superiores a US$ 1 trilhão mensais em stablecoins — totalizando US$ 35 trilhões em 2025 —, revela que apenas US$ 141 bilhões circularam por carteiras e plataformas sancionadas. Isso representa menos de 0,5% do total, uma queda expressiva em relação a anos anteriores e sinal de amadurecimento do setor.

Curiosamente, 86% dos fluxos cripto suspeitos passaram por stablecoins, com destaque para o token A7A5, atrelado ao rublo russo e responsável por US$ 72 bilhões em movimentações ligadas a evasão de sanções. Redes como exchanges russas, incluindo a Garantex, foram identificadas como vetores principais. Apesar de contestações, como a do diretor da A7A5 ao CoinDesk, entidades envolvidas permanecem sob sanções do OFAC.

Esses dados sugerem que stablecoins estão se consolidando como infraestrutura financeira legítima, usada mais para pagamentos do que especulação pura. No entanto, o risco persiste em nichos específicos de crime organizado transnacional.

Hayden Davis: Do Scam LIBRA ao Lucro no Pump.fun

Evidências on-chain divulgadas pela Bubblemaps conectam Hayden Davis, advisor do projeto LIBRA, a um endereço que investiu 50 milhões de USDC na rodada privada do Pump.fun — plataforma de lançamento de meme coins na Solana. Ao lançamento do token PUMP, o endereço recebeu 12,5 bilhões de tokens, vendendo-os no primeiro dia por US$ 65 milhões e garantindo lucro de US$ 15 milhões.

O LIBRA, promovido inicialmente pelo presidente argentino Javier Milei em suas redes sociais, colapsou após oito carteiras ligadas à equipe venderem abruptamente US$ 107 milhões, causando prejuízos a mais de 114 mil investidores. Davis, figura central no esquema, também foi flagrado lucrando US$ 12 milhões ao snipar o lançamento da YZY, outro meme coin que despencou após pico de US$ 3 bilhões em valor de mercado.

Pump.fun alega que a rodada foi exclusiva para investidores institucionais com KYC rigoroso, mas a presença de Davis levanta suspeitas sobre falhas no due diligence. O projeto não se pronunciou até o momento sobre o conhecimento prévio da identidade do investidor.

Red Flags e Como se Proteger das Sombras

Este caso exemplifica red flags clássicos em meme coins: promoção por figuras públicas sem disclaimer, vendas abruptas coordenadas por insiders e conflitos de interesse entre plataformas e investidores duvidosos. Plataformas como Pump.fun, apesar da euforia, operam em um ecossistema de baixa regulação onde baleias podem manipular lançamentos com pouca transparência.

Para investidores, as evidências apontam para ações preventivas: verifique históricos on-chain de endereços via ferramentas como Bubblemaps ou Arkham; evite projetos com hype excessivo sem utility real; priorize plataformas com KYC auditável e histórico limpo. O contraste com stablecoins reforça que riscos estão concentrados em nichos especulativos como memes na Solana.

Monitorar essas conexões é essencial para evitar armadilhas. Fraudes não desaparecem; elas migram para onde a vigilância é menor.


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Estrutura digital instável sob mão política cartoon e avalanche vermelha de liquidações, com suporte 65K no BTC simbolizando pressão no mercado cripto

Liquidações de US$ 200 milhões e Pressão de Warren: Cripto em Risco

O mercado de criptomoedas enfrenta uma tempestade perfeita: liquidações diárias superiores a US$ 200 milhões, pressão regulatória da senadora Elizabeth Warren contra qualquer bailout público e o fracasso do lançamento de ETFs de staking de SUI em conter a queda abaixo de US$ 1. Os dados mostram o Bitcoin consolidando em faixa estreita próxima a US$ 65.600, com analistas alertando para teste de suportes inferiores se não houver reação compradora. O que acontece quando o suporte quebra e os reguladores fecham a porta?


Liquidações Massivas e Pressão Bearish no Bitcoin

Os dados de liquidações cruzadas no mercado cripto ultrapassaram US$ 210 milhões nas últimas 24 horas, com o Bitcoin liderando as perdas. Apesar da faixa de preço apertada entre US$ 65.620 e US$ 67.000, posições alavancadas longas continuam sendo liquidadas, refletindo sentimento de baixa extremo. Analistas como Michaël van de Poppe destacam máximas mais baixas constantes no gráfico de 4 horas, sugerindo ausência de momentum altista.

Mapas de liquidez indicam clusters significativos entre US$ 68.000-US$ 71.000, três vezes maiores que os de US$ 64.000-US$ 66.000, o que eleva a probabilidade de movimento descendente para capturar esses níveis. O suporte de US$ 65.000 atua como última linha de defesa antes de correção mais severa, conforme padrões observados. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 348.602 (+0,21% em 24h), mas o volume de 292 BTC reflete baixa convicção.

Fundações institucionais agravam o quadro: fundos cripto registram quarta semana consecutiva de saídas, totalizando US$ 3,74 bilhões em quatro semanas, com Bitcoin e Ethereum liderando as retiradas de US$ 133 milhões e US$ 85 milhões, respectivamente.

Elizabeth Warren Contra Bailout para Bilionários Cripto

A senadora democrata Elizabeth Warren enviou carta ao Tesouro e ao Fed pedindo confirmação de que não haverá intervenção com fundos públicos para estabilizar o Bitcoin. Ela alerta para transferência de riqueza de contribuintes a bilionários cripto como Michael Saylor (MicroStrategy) e Changpeng Zhao (Binance), citando perdas de 20% nas ações da MSTR no ano e US$ 30 bilhões de CZ.

Warren menciona a queda de 50% do Bitcoin desde o pico de outubro, agravada por liquidações em cascata, e riscos a investidores de varejo, com US$ 17 bilhões perdidos em fraudes em 2025. A carta refere audiência no Congresso onde o Tesouro evitou resposta direta sobre uso de ativos cripto confiscados, reforçando incerteza regulatória em momento crítico.

Fracasso do ETF de SUI: Institucional Não Basta

Mesmo com o lançamento dos primeiros ETFs de staking de SUI nos EUA por Grayscale (GSUI) e Canary Capital (SUIS), o token despencou 40% no mês, negociando abaixo de US$ 0,95. Os produtos integram recompensas de staking ao NAV, mas indicadores de mercado mostram cautela: interesse aberto caiu 30%, volumes enfraqueceram e TVL no ecossistema DeFi de Sui recuou para US$ 565 milhões.

Suporte técnico entre US$ 0,88-US$ 0,90 está em teste, com risco de queda a US$ 0,70 se rompido. Um unlock de 43 milhões de SUI em 1º de março adiciona pressão vendedora. O caso ilustra que avanços institucionais não superam condições macro de liquidez reduzida e sentimento negativo generalizado.

Queda Generalizada e Níveis a Monitorar

O índice CoinDesk 20 reflete a correção ampla, com altcoins como SUI exemplificando falha em romper resistências apesar de catalisadores. Bitcoin deve observar US$ 65.000 como pivô: manutenção pode levar a recuo para US$ 71.000, mas quebra abre caminho a US$ 64.000. Saídas institucionais em 11 de 16 semanas sinalizam cautela prolongada.

Os dados sugerem consolidação volátil, com volume e TVL como métricas chave. Traders devem priorizar gerenciamento de risco em cenários de baixa liquidez.


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Monolito dourado rachado à beira de precipício digital com '20K' no abismo, alertando risco de queda do Bitcoin

Bitcoin em Alerta: Risco de Queda para US$ 20 Mil

Bitcoin a US$ 20 mil? O cenário de pesadelo está ganhando força entre analistas. Peter Schiff alerta que, se o suporte de US$ 50 mil for rompido, o preço pode despencar 84% do ATH atual, impulsionado por tensões geopolíticas como os temores de conflito EUA-Irã. Paralelamente, métricas on-chain negativas indicam entrada em um mercado de baixa prolongado, com rotação de capital enfraquecida. É importante considerar esses riscos para proteger o capital.


Métricas on-chain revelam fraqueza estrutural

A Razão de Lucro/Prejuízo Realizado do Bitcoin comprimiu-se para a faixa entre 1 e 2, sinalizando transição para fases de maior estresse. Historicamente, níveis próximos a 1 indicam predominância de perdas realizadas, com redução no apetite por lucros e pouca rotação de liquidez. Sem uma alta sustentada acima de 2, a fraqueza persiste.

Além disso, a rede mostra desaceleração: 42% menos endereços ativos e 47% menos novos endereços em comparação a cinco anos atrás. Isso reflete menor crescimento orgânico, apesar da resiliência recente do preço em torno de US$ 66.700. Atenção para esses sinais — eles sugerem que o otimismo pode estar fragilizado.

Previsão Catastrófica de Peter Schiff

O economista Peter Schiff, crítico ferrenho do Bitcoin, intensificou seus alertas. Em postagem recente, ele previu que uma quebra abaixo de US$ 50 mil levaria o ativo a testar US$ 20 mil, citando o alto hype, alavancagem e participação institucional. O risco aqui é amplificado pelas tensões geopolíticas, como preparativos militares dos EUA contra o Irã, que elevam a aversão ao risco global.

Schiff compara com quedas históricas, mas destaca que o contexto atual — com maior capitalização de mercado — torna o impacto potencialmente mais devastador. Investidores de curto prazo já vendem com prejuízo, conforme o SOPR abaixo de 1, reforçando capitulação entre as “mãos fracas”.

Indicadores Técnicos e Suportes Críticos

O Bitcoin negocia próximo ao suporte de US$ 66.550, mas a tendência de baixa iniciada em janeiro pressiona. Perda desse nível pode levar a US$ 60 mil ou até US$ 52.775. O Preço Realizado em US$ 54.920 atua como barreira psicológica — quebras abaixo dele historicamente marcam mercados urso prolongados.

As Bandas de Bollinger estão apertadas, indicando movimento explosivo iminente, mas com viés de baixa dado o contexto. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 349.138 (variação +0,3% em 24h), mas a volatilidade pode acelerar quedas em reais também.

O Que Observar para Proteger Seu Capital

É essencial monitorar o suporte de US$ 66.550 e resistência em US$ 71.693. Um rompimento para cima poderia aliviar pressões, mas o risco de baixa domina. Pergunte-se: sua posição está dimensionada para uma correção de 20-50%? Considere diversificação, stops e liquidez em stablecoins para evitar surpresas.

Histórico mostra que ignorar métricas on-chain e alertas como os de Schiff custou caro em ciclos passados. Priorize preservação sobre ganhos rápidos — o mercado cripto não perdoa mãos fracas.


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Personagem cartoon de mineradora dividido: lado crescendo com IA e 300M, lado colapsando com -18% em ações, paradoxo da captação Bitdeer

Bitdeer Cai 18% Após Captação de US$ 300 Milhões em Notas para IA

A mineradora de Bitcoin Bitdeer Technologies (BTDR) anunciou uma oferta privada de notas conversíveis seniores de US$ 300 milhões, com vencimento em 2032, para financiar expansão em data centers, computação de alta performance (HPC) e serviços de IA. As ações caíram 18% em reação ao risco de diluição acionária, atingindo a mínima dos últimos 10 meses, abaixo de US$ 8. Os dados revelam um paradoxo: captação para crescimento, mas punição imediata do mercado.


Estrutura das Notas Conversíveis

As notas conversíveis permitem conversão em dinheiro, ações Classe A ou combinação, a critério da Bitdeer. Há opção de greenshoe para mais US$ 45 milhões, elevando o total potencial a US$ 345 milhões. Parte dos recursos financiará transações de capped calls para mitigar diluição e a recompra de notas de 2029, com 5,25% de juros. O restante irá para expansão de infraestrutura de HPC e AI cloud, além de desenvolvimento de rigs de mineração ASIC.

Essa estrutura é comum em emissões de dívida conversível, mas introduz volatilidade. Investidores precificam o risco de aumento no número de ações se o preço subir, pressionando cotações atuais. A oferta direta registrada de ações Classe A, vinculada à recompra, depende da conclusão das notas, ampliando incertezas.

Reação do Mercado: Queda e Níveis Técnicos

Os dados mostram queda de até 18% no pré-mercado, com ações saindo de US$ 9,61 para US$ 7,88, estendendo a perda de 37% nos últimos 30 dias. Nível de suporte próximo a US$ 8 foi rompido, aproximando-se de mínimas de abril de 2025. Volume de negociação elevou-se, confirmando rejeição ao anúncio.

Indicadores técnicos indicam média móvel de 50 dias em US$ 10,50 como resistência imediata. RSI (14 períodos) entrou em zona de sobrevenda (28), sugerindo possível recuo técnico, mas sem garantia de reversão fundamental.

Desempenho Operacional e Pivô Estratégico

No 4º trimestre, receita atingiu US$ 224,8 milhões (+226% YoY), com lucro de US$ 70,5 milhões após prejuízo de US$ 531,9 milhões no ano anterior. Minerou 1.673 BTC (vs. 469), com hashrate gerenciado em 71 EH/s. Reservas de BTC caíram para cerca de 943 unidades após vendas para expansão.

A expansão em HPC reflete pivô de mineradoras tradicionais para IA, setor em alta demanda. No entanto, o mercado priorizou risco de diluição sobre métricas operacionais sólidas.

O Que Monitorar no Paradoxo da Expansão

Os números evidenciam tensão: captação impulsiona crescimento em IA/HPC, mas diluição imediata erode valor acionário. Investidores em mineradoras devem observar execução da recompra de notas 2029, impacto dos capped calls e catalisadores como contratos HPC. Níveis chave: suporte em US$ 7,50 e resistência em US$ 9. Dados de volume pós-oferta e hashrate futuro ditarão direção.


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Plataforma digital de Solana com base de suporte "80" rachando em vermelho, partículas caindo, sinalizando risco de queda para US$50-60

Solana Testa Suporte Crítico de US$ 80 Após Perder US$ 82

A Solana (SOL) registrou queda abaixo de US$ 82, testando o suporte crítico de US$ 80 em meio a aumento de liquidações em posições compradas nos mercados de futuros. Os dados mostram open interest em declínio e funding rates negativos, sinalizando domínio de posições vendidas. Apesar do interesse institucional crescente em ativos tokenizados na rede, a pressão vendedora domina o curto prazo, com risco de aprofundamento até US$ 50-60 caso o suporte falhe. Cotação atual em US$ 82,05 (R$ 428).


Pressão Ampliada por Liquidações em Futuros

Os mercados de derivativos revelam estresse significativo para a Solana. Liquidações de posições compradas aceleraram com a queda abaixo de US$ 82, gerando rajadas de venda forçada. O open interest caiu, indicando que traders estão fechando exposições em vez de adicionar apostas altistas. Funding rates viraram negativos, com posições vendidas pagando para manter posições, o que reforça o viés de baixa no curto prazo.

Esses movimentos criam um loop de feedback: quedas de preço disparam mais liquidações, ampliando a pressão descendente. Dados de plataformas como Coinglass confirmam o declínio no interesse aberto, sem sinais claros de absorção por compradores institucionais no momento.

Análise Técnica: Suporte de US$ 80 como Linha Vermelha

O gráfico diário da SOL exibe padrões de baixa, como cabeça e ombros semanal e bandeira de baixa em timeframes menores. O RSI aproxima-se de território oversold, mas indicadores de momentum ainda favorecem vendedores. Níveis chave incluem suporte imediato em US$ 80, seguido de US$ 75-76 e baixa dos US$ 70.

Projeções técnicas apontam para US$ 50-57 em caso de rompimento limpo abaixo de US$ 80, alinhado com retrações Fibonacci e mínimas anteriores. No upside, recuperação acima de US$ 85-87 aliviaria pressão, com alvo em US$ 90. Traders devem monitorar volume para confirmação de reversão.

Fundamentos Institucionais em Expansão Contrasta com Pressão

Enquanto o preço sofre, os dados on-chain mostram resiliência. Relatórios indicam que o valor de ativos do mundo real (RWA) na Solana cresceu 59% no Q4 2025, atingindo US$ 1,1 bilhão, impulsionado por produtos tokenizados ligados a BlackRock e Ondo Finance. O TVL aproxima-se de US$ 10 bilhões, refletindo experimentação institucional em finanças tokenizadas.

O interesse em ETFs de SOL persiste, mas não contrabalança a volatilidade atual. Atividade on-chain ligada a memecoins diminuiu, reduzindo demanda por blockspace especulativo. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 349.120,79 (+0,36% em 24h), contextualiza o ambiente de risco geral.

Níveis a Observar e Cautela para Traders

Os dados sugerem cautela absoluta nos níveis atuais. Uma sustentação acima de US$ 80 pode estabilizar o sentiment e reduzir liquidações, mas falha expõe correção mais profunda. Volume de transações e sentiment social declinaram, reforçando wait-and-see. Para o público brasileiro, com SOL a R$ 428, monitorar correlações com USD-BRL é essencial em cenários voláteis.


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Banqueiro cartoon do Fed descartando Beanie Baby com padrões cripto para lixeira, satirizando crítica de Neel Kashkari à utilidade das criptomoedas

‘Inútil’: Presidente do Fed Compara Cripto a Beanie Babies

O presidente do Federal Reserve Bank de Minneapolis, Neel Kashkari, voltou a atacar o setor cripto, chamando-o de ‘totalmente inútil’ após mais de uma década de existência. Em evento no dia 19 de fevereiro de 2026, ele comparou criptomoedas a uma ‘salada de buzzwords‘ e questionou o que stablecoins oferecem além do Venmo. A história mostra que declarações como essa do ‘velho mundo’ financeiro ecoam bolhas passadas, enquanto Wall Street abraça o Bitcoin.


Declarações Ácidas no Summit Econômico

No 2026 Midwest Economic Outlook Summit em Fargo, Dakota do Norte, Kashkari contrastou a utilidade cotidiana da inteligência artificial com o vazio prático das criptomoedas. ‘Cripto existe há mais de uma década e é utterly useless‘, disse ele, pedindo à plateia que levantasse a mão quem usou ChatGPT na semana versus quem comprou algo com Bitcoin. Ninguém se manifestou para o BTC, reforçando seu ponto: falta adoção real no dia a dia.

O mercado está ignorando esses alertas? A história das bolhas dot-com e crises asiáticas de 1997 nos ensina que tecnologias em euforia sem utilidade econômica sustentável acabam em correções brutais, como a de 80% em 2022. Kashkari, economista experiente, vê o mesmo padrão.

Stablecoins: Salada de buzzwords ou Inovação?

Questionado sobre pagamentos, Kashkari desmontou o hype das stablecoins: ‘O que uma stablecoin faz que o Venmo não faz hoje?’. Ele admitiu potencial em remessas internacionais para emergentes, mas apontou o calcanhar de Aquiles: a necessidade de conversão para moeda local, gerando custos e fricções. Para consumidores americanos, é irrelevante.

Como analista que viu ciclos inteiros, concordo em parte. Stablecoins somam bilhões em volume, mas a utilidade real é questionável quando apps fiduciários como Venmo e Zelle dominam transações P2P. O mercado cripto adora narrativas de ‘revolução financeira’, mas os dados sugerem mais especulação do que transformação.

Contraste com Trump e Wall Street

As falas de Kashkari chocam com o entusiasmo da administração Trump, que vê Bitcoin e stablecoins dolarizadas como ferramentas para dominância global do dólar. O presidente assinou ordem executiva para reserva estratégica de BTC, e o Tesouro sob Scott Bessent promove stablecoins reguladas. Por que o Fed resiste enquanto Wall Street entra?

A resposta está na macroeconomia: bancos centrais priorizam estabilidade, não experimentos voláteis. Kashkari defende a independência do Fed contra pressões políticas, citando tentativas recentes de interferência. Isso lembra 2018, quando exuberância levou a um bear market prolongado. Cuidado: divergências internas podem sinalizar volatilidade regulatória à frente.

Lições Históricas e o Caminho Adiante

Kashkari não para na crítica atual: em novembro passado, comparou cripto à bolha dos Beanie Babies dos anos 90, brinquedos de pelúcia que viraram mania especulativa antes do colapso. A história repete: todo ciclo de euforia ignora utilidade até a realidade bater.

Para investidores, vale monitorar. O Fed não dita preços, mas molda regulação. Com inflação em 2,5-3% e desemprego em 4,3%, política monetária apertada pode pressionar ativos de risco como BTC. Sobreviver ao próximo bear exige ceticismo, não FOMO.


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Executivos bancários cartoon europeus conectando mãos com entidade XRP Ledger cyan, stablecoins fluindo, simbolizando adoção institucional

Bancos Gigantes no XRP Ledger: SocGen e Deutsche Bank

Os bancos europeus mandaram o recado: o futuro do euro digital passa pelo XRP Ledger. A Société Générale, via SG-FORGE, lançou sua stablecoin EUR CoinVertible no XRPL, expandindo para a terceira blockchain com supply de €65,8 milhões. Em paralelo, o Deutsche Bank fechou parceria com a Ripple para modernizar pagamentos globais. Esses movimentos reforçam os fundamentos da rede para finanças tokenizadas reguladas.


Société Générale Integra Stablecoin ao XRPL

A unidade de ativos digitais da Société Générale, SG-FORGE, implantou o EUR CoinVertible no XRP Ledger, após Ethereum e Solana. Regulamentada na França, a stablecoin é lastreada 1:1 em depósitos em caixa ou títulos de alta qualidade, com circulação de cerca de €65,8 milhões — uma das maiores euro stablecoins, atrás apenas da EURC da Circle.

O banco francês destacou os baixos custos de transação e a liquidação rápida do XRPL como motivos chave. A infraestrutura de custódia da Ripple suporta o lançamento, abrindo portas para uso como colateral em negociações ou integração em produtos de pagamento. Esse passo demonstra confiança institucional na escalabilidade e conformidade da rede para ativos digitais regulados.

No contexto europeu, onde a competição por stablecoins reguladas esquenta, o XRPL se posiciona como plataforma eficiente para liquidação on-chain, alinhando-se às demandas de instituições financeiras tradicionais.

Deutsche Bank e Ripple: Parceria em Pagamentos

O Deutsche Bank, um dos maiores da Europa, anunciou parceria estratégica com a Ripple para modernizar sua infraestrutura de pagamentos internacionais. A colaboração visa explorar a tecnologia blockchain da Ripple para transações transfronteiriças mais rápidas e eficientes, reduzindo fricções nos trilhos bancários tradicionais.

Embora detalhes como termos financeiros e cronogramas não tenham sido divulgados, o movimento sinaliza o interesse crescente de gigantes do TradFi em soluções distribuídas. Observadores do mercado veem nisso um endosso à visão da Ripple de unir finanças tradicionais e descentralizadas, potencializando o uso do XRP Ledger em fluxos reais de valor.

Essa aliança chega em momento oportuno, com o XRPL evoluindo para além de pagamentos, incorporando features como o Permissioned DEX — um ambiente de trading controlado para participantes regulados, em votação pelos validadores.

Fundamentos do XRPL se Fortalecem

Esses anúncios não são isolados: representam a narrativa maior de adoção institucional no XRP Ledger. Cassie Craddock, da Ripple, elogiou a SG-FORGE como pioneira europeia em ativos digitais. O mercado está construindo bases sólidas, com o XRPL atraindo bancos por sua capacidade de hospedar depósitos tokenizados, bonds e settlements regulados.

Enquanto a volatilidade de curto prazo persiste, esses passos validam o ecossistema como compliant e escalável. Comparado a ciclos passados, onde adoção era especulativa, hoje vemos tesourarias e infraestruturas bancárias integrando blockchain de forma prática. O foco em tokenização real — não hype — sugere tendências de longo prazo positivas para o XRPL e Ripple.

Investidores atentos a fluxos institucionais notarão que métricas como TVL em tokenized assets e parcerias com regulados superam ruído de preço. Vale monitorar como essas integrações evoluem, especialmente com upgrades como o DEX permissionado.

Perspectivas para Adoção Global

Para o investidor comum, esses desenvolvimentos traduzem confiança de players como SocGen e Deutsche Bank na maturidade do XRPL. O futuro pode ver mais euro digitais e pagamentos globais rodando na rede, unindo TradFi e DeFi. Embora riscos regulatórios permaneçam, os fundamentos se fortalecem dia a dia.

O ecossistema cripto avança quando instituições constroem sobre blockchains testadas. Esses bancos europeus estão pavimentando o caminho para uma finança mais eficiente e inclusiva.


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Personagens cartoon de Wall Street e trader cripto ativando relógio 24/7 com rede digital ao fundo, simbolizando lançamento do trading cripto pela CME

CME Lança Trading Cripto 24/7 em Maio e Revoluciona Wall Street

A CME Group, maior marketplace de derivativos do mundo, anunciou o lançamento do trading 24/7 para futuros e opções de criptomoedas a partir de 29 de maio. O movimento, pendente de aprovação regulatória, responde à demanda institucional explosiva, com 407 mil contratos diários negociados em 2026. É a prova cabal de que as finanças tradicionais estão se adaptando ao ritmo nonstop do criptomercado, fortalecendo os fundamentos de adoção global.


Detalhes do Lançamento 24/7

O trading ininterrupto na plataforma CME Globex cobrirá Bitcoin, Ether e outros ativos digitais, alinhando-se ao mercado spot que opera sem pausas. Anteriormente limitado a 23 horas diárias em dias úteis, o novo modelo incluirá apenas uma janela mínima de duas horas de manutenção aos fins de semana. Transações de sexta a domingo terão data de negócio do próximo dia útil para liquidação e relatórios.

Tim McCourt, head global de produtos alternativos da CME, destacou: “Isso garante aos clientes gerenciamento de exposição em qualquer momento”. A expansão reflete o amadurecimento do ecossistema, onde o cripto dita o ritmo para o legado financeiro.

Volumes Recordes Impulsionam a Mudança

Os números não mentem: em 2025, o volume notional atingiu US$ 3 trilhões, com média diária de contratos subindo 46% para 407.200 em 2026. O interesse aberto médio chegou a 335.400 contratos, +7% ante o ano anterior. Futuros de Bitcoin lideram, com 403.900 contratos diários.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 349.436 nesta quinta-feira (19/02), com variação de +0,26% em 24h. Esses fluxos institucionais constroem uma base sólida, reduzindo volatilidade e atraindo mais capital.

Apoio Regulatório e Efeito Wall Street

A CFTC, por meio do chair Mike Selig, endossou o modelo 24/7 como “no-brainer” para cripto, diferenciando de commodities tradicionais. CEOs da Nasdaq e NYSE também avançam em trading contínuo de ações, inspirados pelo cripto. A NYSE desenvolve plataforma on-chain para settlement 24/7 de ações tokenizadas.

Desde o lançamento de futuros de Bitcoin em 2017 e Ether em 2021, a CME expandiu para Cardano, Chainlink e Stellar. O mercado está se construindo: instituições migram para venues regulados, elevando liquidez e confiança.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público brasileiro, isso significa maior estabilidade global no Bitcoin e altcoins, facilitando tesourarias corporativas e ETFs. A demanda reprimida por gerenciamento de risco 24/7 sinaliza maturidade — volatilidade de curto prazo é ruído ante a tendência de adoção. Vale monitorar fluxos de ETF e halvings como catalisadores. Os fundamentos se fortalecem, preparando o terreno para ciclos de alta sustentáveis.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Barreira horizontal massiva rachando com sigla XRP fragmentada, simbolizando rompimento de suporte histórico e corte no preço-alvo do XRP

XRP Perde Suporte de 200 Semanas e Standard Corta Preço-Alvo em 65%

O Standard Chartered revisou drasticamente sua projeção para XRP em 2026, reduzindo de US$ 8 para US$ 2,80, um corte de 65%. Isso ocorre logo após o ativo romper o suporte de 200 semanas em US$ 1,42 pela primeira vez desde novembro de 2024. Os dados mostram correção de mais de 60% desde o máximo de US$ 3,65, com o preço atual em torno de US$ 1,41 (R$ 7,35). O cenário se agrava antes da divulgação do PIB dos EUA do Q4 2025 nesta sexta-feira.


Revisão de Projeções pelo Standard Chartered

Os dados da nota do Standard Chartered a investidores indicam ajuste amplo nas criptomoedas. Para XRP, a projeção de fim de 2026 caiu de US$ 8 para US$ 2,80, atribuído à ‘ação de preços desafiante recente’. O banco mantém visão de longo prazo em US$ 28 para 2030, mas alerta para pressões macroeconômicas e vendas potenciais de ETFs.

Outros ativos também sofreram cortes: Bitcoin de US$ 150.000 para US$ 100.000 (possível mínima de US$ 50.000); Ethereum de US$ 7.000 para US$ 4.000; Solana de US$ 250 para US$ 135. Esses números refletem perda de quase 2 trilhões de dólares no mercado cripto desde o pico de Bitcoin em US$ 126.000 em outubro.

XRP registra queda de 61,7% do ATH de US$ 3,65 em julho de 2025, com preço atual em US$ 1,40, -5% em 24h e -28% no mês, conforme CoinGecko. Transferências de baleias para exchanges como Binance adicionam pressão de oferta.

Rompimento do Suporte Técnico de 200 Semanas

No gráfico semanal do Bitfinex, os dados mostram o rompimento da média móvel de 200 semanas em US$ 1,419, nível que atuava como piso desde novembro de 2024. Isso sinaliza transição de consolidação para correção prolongada. O RSI está nos 30s baixos, indicando pressão vendedora persistente sem pânico.

Próximos suportes relevantes são US$ 1,1211 (venda de fevereiro) e US$ 1,00, fundo técnico pós-Black Friday. Resistências imediatas em US$ 1,49-1,50, onde rallies recentes pararam. Atividade on-chain no XRP Ledger declinou, apesar de atualizações como Permissioned Domains e Token Escrow.

ETFs de XRP viram saídas de US$ 2,2 milhões na quarta, contrastando com entradas iniciais de US$ 1 bilhão. Taxas de financiamento negativas em derivativos reforçam posicionamento baixista.

Contexto Macroeconômico e PIB dos EUA

A perda do suporte ocorre um dia antes da estimativa avançada do PIB Q4 2025 dos EUA, em 20 de fevereiro. Modelos divergem: Atlanta Fed GDPNow em 3,6% anualizado; New York Fed Nowcast em 2,7%; consenso entre 1% e 2,5%, moderando os 4,4% do Q3.

Um PIB acima do esperado pode reforçar ‘soft landing’ e estabilizar ativos de risco. Surpresa negativa fortaleceria o dólar, ampliando pressão em tokens de alta beta como XRP. Sentimento social mostra alta de 5 semanas em comentários otimistas, per Santiment, mas preço ignora.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 349.476,83 (+0,29% em 24h), contextualizando o mercado amplo em queda.

Níveis Chave a Monitorar

Os dados sugerem volatilidade contínua para XRP. Suportes em US$ 1,12 e US$ 1,00 definem profundidade da correção; rompimento abaixo pode mirar mínimas de 15 meses em US$ 1,16. Recuperação acima de US$ 1,50 invalidaria o setup baixista.

Atualizações no XRPL posicionam a rede para liquidação institucional, mas foco macro prevalece. Investidores devem observar volume, RSI e reação ao PIB para avaliar se os mínimos atuais representam estabilização ou continuação da tendência de baixa.


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Estrutura hexagonal digital reparada com núcleo dourado pulsante, simbolizando recuperação de hack DNS na OpenEden e marco de 100M XRP tokenizados pela Flare

Susto no RWA: OpenEden Recupera Domínio Após Hack DNS

A plataforma RWA OpenEden recuperou o controle total de seu domínio após uma modificação não autorizada no DNS, sem impacto em ativos ou sistemas. Em paralelo, a Flare celebrou 100 milhões de XRP tokenizados como FXRP, avaliados em US$ 140 milhões, mas pausou o minting preventivamente por alertas de segurança. Esses eventos acendem o sinal vermelho para vigilância constante em protocolos de ativos reais.


Detalhes do Incidente na OpenEden

É importante considerar que, apesar da robustez dos contratos inteligentes, a infraestrutura off-chain como o DNS representa um ponto vulnerável clássico. A OpenEden detectou a alteração não autorizada e ativou protocolos de resposta em conjunto com parceiros de segurança. Em menos de 24 horas, o controle foi restaurado, com o site voltando ao normal.

Crucialmente, não houve invasão em sistemas centrais, contratos ou reservas de ativos, comprovadas por mecanismos como o Proof of Reserve da Chainlink. Ainda assim, o risco aqui é real: um DNS comprometido poderia redirecionar usuários a sites falsos, facilitando phishing ou roubo de chaves. A plataforma já reforçou proteções, mas isso reforça a necessidade de auditorias contínuas em toda a stack tecnológica dos RWAs.

Para investidores, atenção para verificar sempre domínios oficiais e usar verificadores independentes de reservas antes de interagir com protocolos tokenizados.

Milestone da Flare e a Pausa Preventiva

A Flare atingiu um marco significativo apenas cinco meses após o lançamento dos FAssets: 100 milhões de FXRP em circulação, representando 100 milhões de XRP tokenizados e um valor total de cerca de US$ 140 milhões, mintados em mais de 38 mil transações. Mais de 60% desses tokens estão staked em protocolos DeFi nativos como Kinetic e Firelight, indicando uso real para geração de yield.

No entanto, o risco aqui é que o crescimento rápido atrai escrutínio. Hugo Philion, cofundador, anunciou a suspensão temporária do minting da ponte FAssets após relatório de um parceiro de segurança. Não há exploit confirmado nem fundos perdidos, mas a medida preventiva destaca a prudência necessária. Uma atualização contratual está em preparação para mitigar potenciais brechas.

Isso ensina que, em RWAs, o equilíbrio entre inovação e segurança é delicado — expansão sem pausas para verificações pode expor vulnerabilidades.

Lições para o Ecossistema RWA

Os casos da OpenEden e Flare ilustram os desafios híbridos dos Real World Assets: segurança on-chain é essencial, mas falhas off-chain, como DNS ou alertas em pontes, podem comprometer a confiança. Historicamente, incidentes semelhantes em projetos DeFi levaram a perdas bilionárias por distração em camadas infra.

O que observar? Monitore atualizações de segurança, Proofs of Reserve independentes e pausas operacionais. Para o leitor, priorize protocolos com licenças regulatórias, como a OpenEden (permitida pela MAS de Singapura), e diversifique exposições. RWAs prometem bridges para finanças tradicionais, mas exigem vigilância constante contra esses ‘sustos’ que testam a resiliência do setor.

É possível que esses episódios acelerem padrões mais rigorosos, beneficiando a maturidade do mercado a longo prazo.


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Autoridades cartoon varrendo fraudadores de centros de golpes cripto com multas voando, simbolizando limpeza regulatória na Rússia e Camboja

Rússia e Camboja Iniciam Limpeza Cripto: Multas e 48 Mil Deportados

Rússia e Camboja marcam o início de uma caça global aos operadores de cripto ilegais. O Banco Central russo propõe multas pesadas para transações no mercado cinza, impulsionado por fraudes que congelaram contas de mais de 1.800 cidadãos. Já o Camboja deportou 48 mil estrangeiros desde 2023 em operação contra centros de golpes cripto, sinalizando o fim da era de terra de ninguém no setor.


Apertando o Cerco na Rússia

A governadora do Banco Central da Rússia, Elvira Nabiullina, alertou que fraudadores exploram o mercado cinza de cripto, levando a bloqueios de contas bancárias. Nos últimos três meses, mais de 1.800 russos procuraram ajuda policial após suspensões ligadas a influxos suspeitos. A proposta inclui responsabilidade administrativa para operações não reguladas, enquanto avança a legalização de pagamentos cross-border com ativos digitais para contornar sanções ocidentais.

O banco estatal VTB, segundo maior do país, pressiona por aceleração. Executivos relatam demanda crescente de exportadores por opções em cripto. Analistas preveem legislação abrangente até o verão, com possível restrição a exchanges estrangeiras como Bybit e OKX após licenciamento local, conforme debates em curso.

Repressão Intensa no Camboja

Desde o início da operação em 2023, o Camboja deportou 48 mil estrangeiros envolvidos em centros de golpes cripto, principalmente “pig-butchering” — fraudes românticas que drenam cripto de vítimas. O vice-primeiro-ministro Sar Sokha admitiu que a polícia está sobrecarregada, com apenas um oficial por 3.100 cidadãos. Para compensar, lançará recompensas a moradores por denúncias de compostos criminosos.

Restrições de saída em aeroportos visam impedir tráfico humano: mulheres de 18-35 anos sem documentos ou fundos, e turistas pobres, serão inspecionados. A maioria dos deportados são vítimas traficadas, sobretudo chinesas, forçadas a operar golpes. Prisões recentes, como a de Chen Zhi, desmantelaram redes bilionárias em cassinos.

Implicações Geopolíticas Globais

Essas ações refletem uma tendência mundial de regulação rigorosa contra crimes cripto. Na Rússia, a mudança de proibição para estruturação regulatória responde a sanções, posicionando cripto como ferramenta de soberania financeira. No Sudeste Asiático, o Camboja equilibra repressão a scams com tensões fronteiriças com a Tailândia, que deslocaram milhares.

Para investidores brasileiros, o cerco reforça a importância de plataformas licenciadas. Governos de múltiplas jurisdições sinalizam que o anonimato facilitou lavagem e fraudes, moldando um mercado mais transparente — mas potencialmente fragmentado por barreiras nacionais.

Próximos Passos e Monitoramento

Moscou planeja substituir regimes experimentais por lei permanente, definindo cripto como “ativos monetários”. No Camboja, educação sobre IA em scams e reforço policial são prioridades. Investidores devem acompanhar aprovações legislativas russas e evoluções no Sudeste Asiático, pois decisões em Pequim, Bruxelas ou Washington impactam portfólios globais.


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Personagens cartoon de BlackRock e Coinbase transferindo baú com esferas BTC e ETH luminosas, simbolizando movimentação on-chain de US$115M

BlackRock Transfere US$ 115M em BTC e ETH para Coinbase

Os dados on-chain indicam que a BlackRock depositou 1.270 BTC (US$ 84,92 milhões) e 15.409 ETH (US$ 30,22 milhões) na Coinbase, totalizando US$ 115 milhões em movimentações recentes, conforme monitoramento do Onchain Lens. A operação, registrada em 19 de fevereiro de 2026, pode sinalizar aportes adicionais, segundo fontes. O Cointrader Monitor informa que o Bitcoin cotava a R$ 349.448,85 às 18:41, com variação de +0,27% em 24 horas. Tais transferências de grandes gestoras impactam a percepção de liquidez no mercado.


Detalhes da Transação On-Chain

Os registros mostram uma transferência precisa: 1.270 BTC avaliados em aproximadamente US$ 84,92 milhões e 15.409 ETH por US$ 30,22 milhões, conforme relato da Odaily. Esses valores refletem cotações próximas a US$ 66.900 por BTC e US$ 1.960 por ETH no momento da operação. Em reais, equivalem a cerca de R$ 443 milhões em BTC e R$ 156 milhões em ETH, com base em cotações recentes de R$ 349.449 (BTC-BRL) e R$ 10.162 (ETH-BRL).

A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, utiliza a Coinbase Prime para custódia institucional. Movimentações como essa não indicam necessariamente vendas imediatas, mas ajustes em reservas para ETFs ou negociações OTC. Os dados do Onchain Lens destacam o padrão de transferências em lotes, minimizando impacto no preço spot.

Contexto de Movimentos Institucionais

Esta não é a primeira ação da BlackRock no ecossistema cripto. O fundo iShares Bitcoin Trust (IBIT) acumulou bilhões em BTC desde o lançamento. Transferências para exchanges como a Coinbase frequentemente precedem criações de unidades de ETF ou rebalanceamentos de tesouraria. Em operações recentes, como em junho de 2025, observou-se extrações simultâneas de ETH, sugerindo gerenciamento ativo de portfólio.

Os volumes são significativos: 1.270 BTC representam 0,006% do suprimento circulante de Bitcoin (19,7 milhões), mas para o mercado brasileiro, equivalem a um volume relevante. O volume 24h de BTC nas exchanges locais foi de 290 BTC, per CTM API, destacando a escala institucional global versus local.

Implicações para o Mercado Cripto

Mercados reagem a fluxos institucionais. Após o anúncio, BTC oscilou entre US$ 65.681 e US$ 67.314 nas últimas horas, com fechamento em US$ 67.011 (+0,80%). ETH registrou -0,32%, cotado a US$ 1.949. Em BRL, BTC em R$ 349.448 e ETH em R$ 10.162 acompanham a tendência global, influenciada por fatores macro como dados de emprego nos EUA.

Tais depósitos podem preparar liquidez para staking em ETH ou expansões de ETFs. No entanto, sem confirmação oficial, traders monitoram endereços da BlackRock para sinais de saída. A ausência de dumps imediatos reforça a tese de custódia estratégica, não realização de lucros.

Níveis Técnicos a Observar

Para BTC, suporte imediato em US$ 65.600 (média móvel 50 períodos) e resistência em US$ 67.500. ETH testa suporte em US$ 1.900, com potencial recuo a US$ 1.850 se volumes declinarem. Indicadores como RSI (BTC: 55, neutro) sugerem consolidação. Investidores devem acompanhar fluxos on-chain via ferramentas como Onchain Lens para atualizações.

No agregado, os dados mostram continuidade de adoção institucional, com BlackRock como referência. Volumes de 24h em BTC-BRL indicam liquidez estável no Brasil.


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Torres cristalinas isométricas de APT e ZRO se fortalecendo com fluxos deflacionários, simbolizando tokenomics para valorizar holders

Aptos e LayerZero: Tokenomics Deflacionários para Valorizar APT e ZRO

A rede Layer 1 Aptos anunciou transição para tokenomics deflacionário, com teto fixo de 2,1 bilhões de APT, buybacks financiados por taxas e redução drástica em recompensas de staking. Em paralelo, o CEO da LayerZero esclareceu que ZRO será o único ativo para gas, staking e todas as taxas na nova rede Zero. Essas reformas representam uma mudança paradigmática: protocolos priorizando escassez sobre inflação para alinhar valor do token ao uso real da rede em 2026.


Como Funciona a Reforma da Aptos

A proposta da Aptos substitui o modelo atual, baseado em subsídios inflacionários, por um sistema revenue-driven. O suprimento total de APT será limitado a 2,1 bilhões de tokens, com a Aptos Foundation travando permanentemente 210 milhões de APT — equivalente a cerca de US$ 180 milhões no momento do anúncio. Esses recursos financiarão operações da rede, eliminando vendas de tokens para sustento.

As taxas de gas serão elevadas em 10 vezes, mas ainda assim permanecerão as mais baixas do mercado, em torno de US$ 0,00014 por transação. Parte dessas receitas será direcionada a um programa programático de buybacks e queima de APT, criando pressão deflacionária proporcional ao volume de transações. Paralelamente, a taxa de recompensas de staking cairá de 5,19% para 2,6%, com incentivos futuros para stakes de longo prazo via governança.

Tecnicamente, isso se assemelha a um mecanismo de sink-source balanceado: fontes de emissão são cortadas, enquanto sinks (buybacks e queima) escalam com a adoção. Apesar da queda de 87% no preço do APT desde fevereiro de 2025, a rede mantém robustez em DeFi, com US$ 1,4 bilhão em stablecoins e volume de transações de stablecoins em décimo primeiro lugar global.

ZRO: Token Único na Infraestrutura Zero

Na LayerZero, a clarificação elimina especulações: não haverá novo token para a rede Zero. O ZRO atuará como único ativo para staking, gas e captura de todas as receitas protocolárias. Isso inclui priority fees de contenção de estado, tips de MEV, taxas de mercados e pagamentos nas zonas de infraestrutura.

Uma vez ativado o fee switch da LayerZero, toda mensagem protocolária incorrerá em custos denominados em ZRO, direcionando fluxos econômicos diretamente ao token. Adicionalmente, buybacks institucionais absorveram 19,77% do suprimento total de ZRO, reduzindo pela metade a pressão de unlocks futuros mostrada em dashboards públicos, que ainda usam dados desatualizados.

Do ponto de vista arquitetural, essa unificação simplifica o design econômico: congestionamento e demanda por execução se traduzem em acúmulo de valor no ZRO, sem fragmentação por múltiplos tokens. A mainnet da Zero está prevista para o outono de 2026.

Por Que Isso Importa para Holders em 2026

Essas mudanças marcam o fim da ‘inflação cripto’ em protocolos maduros. Aptos e LayerZero alinham tokenomics ao teorema de Lindy: redes duradouras priorizam utilidade sobre emissão. Para holders, significa escassez programática — suprimento fixo ou decrescente atrelado a métricas on-chain como TVL, transações diárias e volume de fees.

Em Aptos, buybacks escalam com uso, beneficiando stakers de longo prazo. No ZRO, captura total de receitas cria um flywheel: mais mensagens LayerZero/Stargate elevam demanda por ZRO. Investidores devem monitorar commits no GitHub, usuários ativos e TVL para validar adoção real, além de preços. Essa tendência pode se espalhar para outros L1s, recompensando protocolos com fundamentos sólidos.


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Executivos cartoon de cripto e burocratas negociando documento CLARITY na Casa Branca, com 80% flutuando simbolizando chance de aprovação regulatória

Casa Branca Reúne Líderes de Cripto por Acordo no CLARITY Act

Representantes de gigantes do setor cripto, como Coinbase, Ripple e a16z Crypto, participaram nesta quinta-feira (19/02/2026) da terceira reunião na Casa Branca para discutir a regulamentação de stablecoins. O foco é resolver o impasse sobre yields (rendimentos) que trava o CLARITY Act no Senado americano, com Brad Garlinghouse prevendo 80% de chance de aprovação até abril. O encontro sinaliza um esforço diplomático para trazer clareza regulatória aos EUA em meio à competição global.


Reunião Estratégica na Casa Branca

A reunião ocorreu às 9h (horário do Leste dos EUA), reunindo Paul Grewal (chefe jurídico da Coinbase), Stuart Alderoty (chefe jurídico da Ripple), Miles Jennings (diretor de políticas da a16z Crypto) e representantes do setor bancário. Segundo autoridades próximas, o diálogo visa superar o ‘nó górdio’ do projeto de lei de estrutura de mercado cripto, parado desde setembro de 2025 após aprovação na Câmara (294-134).

Esse tipo de encontro de alto nível reflete a maturidade geopolítica do setor. Nos EUA, a regulação fragmentada — com ações da SEC caso a caso — contrasta com avanços na UE (MiCA) e Ásia. Para o investidor brasileiro, isso importa: decisões em Washington influenciam fluxos globais de capital, exchanges e adoção de ativos digitais.

Otimismo dos Líderes do Setor

Brian Armstrong, CEO da Coinbase, declarou em entrevista à CNBC no World Liberty Forum que espera um ‘win-win’ para cripto, bancos e consumidores. Ele defende yields em stablecoins como essenciais para a competitividade americana, argumentando que ‘os bancos mais inteligentes já abraçam a inovação’.

Brad Garlinghouse, da Ripple, eleva as expectativas ao apostar 80% de chance de aprovação até abril. Após vitória judicial contra a SEC (XRP não é security), ele urge a indústria a aceitar regras imperfeitas: ‘certeza parcial é melhor que incerteza total’. Comitês senatoriais foram cancelados em janeiro, mas pressão pré-midterms 2026 acelera negociações.

O Impasse dos Yields em Stablecoins

O principal entrave é permitir rendimentos em stablecoins. Bancos temem perda de depósitos para plataformas cripto oferecendo retornos atrativos, enquanto senadores como Bernie Moreno opõem-se, priorizando proteção ao sistema financeiro tradicional. Coinbase retirou suporte em janeiro por esse motivo.

Globalmente, isso ecoa debates: na Europa, yields são regulados sob MiCA; na China, proibições impulsionam offshores. Para brasileiros, com real volátil, stablecoins com yield poderiam ser ferramenta de hedge, mas dependem de clareza americana para liquidez internacional.

Implicações Globais e Próximos Passos

Uma aprovação traria os EUA ao centro da inovação cripto, evitando êxodo para jurisdições como Singapura ou Dubai. Investidores monitoram se o CLARITY Act define commodities vs. securities, facilitando ETFs e custódia institucional. Garlinghouse alerta: sem lei, fragmentação persiste, beneficiando rivais globais.

Próxima janela: antes das eleições. O mercado reage com cautela — capitalização total em US$ 2,3 trilhões —, mas clareza regulatória poderia catalisar alta. Para o Brasil, alinhado via CVM, isso sinaliza maturidade setorial mundial.


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Rede isométrica L2 rachando ao meio, com estruturas cyan (Base) separando de dourado (Optimism) e fenda vermelha, ilustrando racha no ecossistema Ethereum

Base Abandona Optimism: Token OP Despenca 23%

O divórcio de bilhões nas Layer 2: a Base, rede L2 incubada pela Coinbase, anunciou a saída do OP Stack da Optimism para adotar uma arquitetura unificada própria, base/base. O token OP despencou 23% em 24 horas, para cerca de US$ 0,14, abalando a visão de Superchain. Isso sinaliza um racha no ecossistema Ethereum, com implicações para desenvolvedores e investidores.


O Que É o OP Stack e Por Que Base Estava Nele?

O OP Stack é um kit de ferramentas open-source desenvolvido pela Optimism para rollups otimistas no Ethereum. Lançada em 2023, a Base usava essa stack como base, compartilhando receitas de sequencer (ordenador de transações) com o tesouro da Optimism. Como maior geradora de receita no ecossistema — com TVL de US$ 3,85 bilhões —, Base contribuía significativamente para a Superchain, uma rede interconectada de L2s.

Funciona assim: o sequencer coleta transações, forma blocos e envia provas ao Ethereum L1. A dependência externa complicava atualizações, exigindo coordenação com times como Optimism, Flashbots e Paradigm. Analogia técnica: imagine um banco de dados distribuído onde componentes estão em repositórios separados — difícil escalar.

A Transição Técnica: De OP Stack para Base/Base

A nova stack unificada consolida tudo em um repositório único, base/base, usando componentes como Reth (cliente Ethereum em Rust). Isso permite seis hard forks por ano (dobro do atual), visando 1 gigagas/s — 40x o throughput atual.

Plano em fases:

  1. Base V1 com Fusaka e provas TEE/ZK para finality rápida;
  2. V2 com ACLs em blocos e novos tipos de transações;
  3. V3 alinhado à Glamsterdam do Ethereum.

Mantém o status Stage 1 de descentralização (segundo Vitalik Buterin), mas operadores de nós devem migrar para o cliente Base. Usuários e devs não precisam agir agora — RPCs compatíveis persistem.

Impacto no Mercado e no Ecossistema Superchain

O token OP caiu 23%, de US$ 0,18 para US$ 0,14, ampliando perda mensal de 53% e 97% do ATH de US$ 4,84. Base retém receitas de sequencer, rompendo fluxo para Optimism. Rumores crescem sobre token nativo da Base, com market cap estimado em US$ 12-34 bilhões; Base tem direito a 118 milhões de OP ao longo de seis anos.

Superchain racha: Base era pilar central. Optimism responde positivamente, mantendo suporte via OP Enterprise. Para Ethereum, destaca tensão entre padronização (OP Stack) e soberania — L2s maduras buscam independência, como zkSync com ZK Stack.

O Que Isso Significa para o Futuro das L2s?

Desenvolvedores ganham com upgrades rápidos e custos menores; rede foca em 1 bilhão de usuários on-chain. Mas fragiliza narrativas de ecossistema unificado. Métricas on-chain: monitore TVL Base (32% de Solana bridgeada), usuários ativos e transações diárias. Commits no GitHub base/base sinalizam inovação real vs. hype. Investidores: volatilidade narrative-driven em altcoins persiste sem macro favorável.


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Personagens cartoon de sheik tech e CZ supervisionando rigs de mineração produzindo blocos BTC no deserto, simbolizando lucros dos Emirados Árabes com Bitcoin

Emirados Árabes Lucram US$ 344 Milhões com Mineração de Bitcoin

Os Emirados Árabes Unidos acumulam US$ 344 milhões em lucro não realizado com mineração de Bitcoin, mantendo uma reserva estratégica de 6.782 BTC avaliados em cerca de US$ 450 milhões. Iniciada em 2022 pela Citadel Mining, ligada à família real de Abu Dhabi, a operação produz 4,2 BTC por dia e prioriza a retenção dos ativos, contrastando com mineradores que vendem em pânico. Essa ‘estratégia de ferro’ sinaliza a visão soberana de nações no ecossistema cripto.


Estratégia de Mineração dos Emirados

A iniciativa dos Emirados Árabes Unidos começou em 2022 com a Citadel Mining, empresa associada à International Holding Company e à família real de Abu Dhabi. Instalada em Al Reem Island, a infraestrutura explora energia barata para gerar cerca de 4,2 BTC diários. Diferente de muitos participantes que liquidam estoques em quedas, os EAU seguram a maioria, transformando produção em reserva de valor de longo prazo.

Segundo dados on-chain da Arkham, os wallets ligados ao Royal Group controlam esses 6.782 BTC, com valor atual estimado em US$ 450 milhões. O lucro não realizado de US$ 344 milhões exclui custos energéticos, destacando eficiência. Em agosto de 2023, o portfólio valia US$ 700 milhões, mas a estratégia HODL resiste à volatilidade, reforçando fundamentos sólidos.

O Papel de CZ na Transição Soberana

O fundador da Binance, Changpeng Zhao (CZ), revelou ter advogado pela pivot dos EAU para mineração de Bitcoin. Em postagem recente, CZ confirmou seu envolvimento na orientação estratégica, alinhando-se aos interesses da exchange na região. Arkham estima que o país minerou US$ 453,6 milhões em BTC via Citadel, com saques mínimos há quatro meses.

Essa parceria exemplifica como líderes do setor impulsionam adoção institucional. CZ, conhecido por diálogos com governos, conecta expertise privada a políticas soberanas, acelerando a transição energética para criptoativos. Os EAU veem o Bitcoin não só como commodity, mas como store of value nacional.

Implicações Macro para o Mercado Cripto

Enquanto mineradores enfrentam desafios pós-halving e volatilidade, nações como os EAU constroem reservas estratégicas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 349.535 reflete resiliência, com variação positiva de 0,37% em 24h. Convertendo, os 6.782 BTC equivalem a cerca de R$ 2,37 bilhões, superando reservas tradicionais em liquidez digital.

O dólar a R$ 5,21 reforça o apelo global. Países como Butão também acumulam, mas vendem seletivamente; os EAU priorizam acumulação, sinalizando confiança no ciclo de adoção. Isso fortalece a narrativa de alta: fluxos institucionais e soberanos constroem bases para valorizações futuras.

O Futuro da Adoção Soberana

A ‘estratégia de ferro’ de Abu Dhabi inspira: transformar excedentes energéticos em Bitcoin posiciona os EAU à frente na economia digital. Investidores devem monitorar on-chain para fluxos semelhantes, enquanto o mercado digere correções curtas. Os fundamentos se fortalecem com adoção global, independentemente de ruídos diários.

Essa movimentação reforça que, em ciclos de incerteza, nações visionárias mineram para o futuro, enquanto outros reagem ao medo. O ecossistema cripto avança com players soberanos no mapa.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de IA e visionário tech blindando rede de contratos DeFi contra vulnerabilidades, simbolizando EVMbench

OpenAI e Paradigm Lançam EVMbench: IA Auditora de Contratos Inteligentes

A OpenAI e a Paradigm lançaram o EVMbench, um benchmark aberto que avalia agentes de IA na detecção, correção e exploração de vulnerabilidades em contratos inteligentes do Ethereum. Em testes com 120 falhas reais, o Claude Opus 4.6 da Anthropic superou o GPT-5 da OpenAI, alcançando o maior “detect award” de US$ 37.824. Para desenvolvedores e investidores DeFi, isso sinaliza máquinas auditando máquinas para proteger bilhões contra exploits.


O Que é o EVMbench?

O EVMbench é um framework de avaliação desenvolvido em parceria entre OpenAI, Paradigm e OtterSec. Ele usa 120 vulnerabilidades de alta severidade extraídas de 40 auditorias reais, principalmente de competições como Code4rena e do audit de segurança do Tempo, uma L1 de pagamentos apoiada por Visa e Shopify. Esses cenários refletem riscos reais em contratos que gerenciam mais de US$ 100 bilhões em ativos DeFi abertos.

Como funciona na prática? O benchmark simula ambientes economicamente relevantes da EVM (Ethereum Virtual Machine), testando IAs em tarefas que vão além de análise estática de código. É uma evolução: modelos iniciais detectavam menos de 20% das falhas críticas; agora, superam 70% em exploração. Para desenvolvedores, é uma métrica padronizada para validar ferramentas de auditoria automatizada.

Como o Benchmark Avalia as IAs?

O teste divide-se em três modos principais, conforme detalhado no lançamento oficial: detect (identificar e pontuar vulnerabilidades por severidade e recompensa de audit), patch (corrigir código preservando funcionalidades, validado por testes automáticos) e exploit (executar ataques em sandbox para verificar sucesso).

O scoring usa “detect award”, um valor hipotético de recuperação financeira por falha encontrada — simulando o impacto real em bounties de segurança. Em um ambiente isolado, as IAs interagem com bytecode EVM real, medindo precisão sem acesso a ferramentas externas. Isso garante rigor técnico, diferenciando hype de capacidade prática em cenários de produção DeFi.

Ranking das IAs: Claude Lidera a Corrida

No ranking divulgado, Claude Opus 4.6 ficou em primeiro com detect award médio de US$ 37.824, seguido pelo OC-GPT-5.2 (US$ 31.623) e Gemini 3 Pro (US$ 25.112). Esses resultados destacam o avanço: IAs agora rivalizam auditores humanos em eficiência.

Para investidores DeFi, o impacto é direto — US$ 3,4 bilhões foram roubados em 2025 via exploits. Desenvolvedores ganham uma harness open-source para iterar agents, acelerando audits proativos. No entanto, o dual-use é evidente: a mesma habilidade de exploit fortalece defesas, mas exige governança.

Por Que Isso Importa para Ethereum e DeFi?

Contratos inteligentes são imutáveis pós-deploy, tornando vulnerabilidades catastróficas. O EVMbench, integrado ao Preparedness Framework da OpenAI, posiciona IA como pilar de segurança. Com US$ 10 milhões em créditos API via Cybersecurity Grant, a iniciativa fomenta pesquisa defensiva em stablecoins e pagamentos on-chain.

Para o ecossistema Ethereum, representa maturidade: de audits manuais para agents autônomos. Investidores devem monitorar TVL em protocolos auditados por IA — redução de riscos pode elevar adoção. Contudo, ceticismo permanece: benchmarks medem potencial, mas produção exige validação contínua contra evoluções de threats.


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Acrobata Pi Network na corda bamba puxado por +40% enquanto palhaço Pump.fun dumpa moedas PUMP, satirizando circo das memecoins

Pi +40% e Dump Pump.fun: Circo das Memecoins

Interessante como o PI da Pi Network domina altcoins com 40% de alta semanal, chegando a US$ 0,20 e capitalização de mercado de US$ 1,7 bilhão, enquanto ninguém consegue sacar um centavo de verdade. No mesmo circo, a equipe do Pump.fun despeja 2,07 bilhões de tokens PUMP (US$ 4,55 milhões) na cabeça dos traders. É o manual perfeito do investidor de aventura – ou azar – no mundo vaporware das memecoins.


A ‘Vitória’ do PI: Alta com Asteriscos

PI, o token da Pi Network, virou o rei das altcoins top 100 na semana, com +40% e preço girando em torno de US$ 0,18. De uma tendência de baixa dolorosa, pulou para o 47º lugar no ranking, capitalização de mercado saltando para US$ 1,7 bilhão. Comunidade em êxtase: uns preveem US$ 1, outros US$ 0,50 até o Pi Day (14 de março, π vibes).

Mas, curioso como sempre, os ursos farejam tempestade. Reservas em exchanges explodiram: 427 milhões de PI lá, com +5 milhões só nas últimas 24 horas. Gate.io tem metade, Bitget o resto. Isso cheira a pré-venda, sinal clássico de correção. Some os desbloqueios diários de até 15 milhões de PI até fevereiro acabar. Vaporware subindo? Clássico cripto: euforia sem utilidade real, saques impossíveis para mortais comuns.

É quase poético: mineiros mobile sonham rico enquanto tokens acumulam em CEXs, prontos para o dump. Quem disse que cripto não tem drama?

Pump.fun: Equipe Faz Festa no Dump

Do outro lado do picadeiro, Pump.fun – plataforma de lançamento de memecoins na Solana – mostra como se faz liquidez pessoal. Uma wallet ligada à equipe vendeu 2,07 bilhões de PUMP por US$ 4,55 milhões em USDC, em múltiplas transações recentes. Não é a primeira: há três dias, foram 543 milhões por US$ 1,2 milhão.

Resultado? PUMP quebra suporte de US$ 0,002, toca US$ 0,0019 e agora oscila em US$ 0,002, -5,71% no dia. Indicadores gritam urso: Buy Sell Volume negativo em -38, Bulls vs Bears em -11,8, RSI em 43. Vendedores dominam, compradores fogem.

Para amenizar, lançaram Cashback Coins, recompensando traders em vez de criadores. Rebotezinho para US$ 0,002, mas estrutura fraca. Equipe dumpando enquanto retail sonha com o próximo rug pull? Padrão ouro das memecoins.

O Surrealismo Cripto: Lições Irônicas

Pi Network: promessas de mineração fácil no celular há anos, mainnet eterna, saques? Sonho distante. Ainda assim, +40% porque… hype. Pump.fun: ferramenta para memes virais, mas insiders vendem o que retail compra. É o circo perfeito: palhaços (influencers), leões (baleias dumpando), e público (você) aplaudindo.

Insight por trás da piada: esses movimentos refletem o humano no cripto. FOMO cega, insiders lucram, retail segura o saco. PI pode corrigir com desbloqueios; PUMP, cair abaixo de US$ 0,002 se ursos vencerem. Monitorar reservas de PI e vendas de PUMP. No fim, é memecoin: diversão até o tombo.

Próximos Passos no Circo

Para PI, desbloqueios pós-fevereiro podem desacelerar, mas reservas em alta pedem cautela. Comunidade torce por pump, mas dados sugerem recuo. PUMP: se RSI cair mais, US$ 0,0018; se Cashback viralizar, teste US$ 0,0024. Vale observar on-chain: transfers e volumes.

Lições? Não aposte fazenda em vapor. DYOR, saia antes do picadeiro pegar fogo. Cripto é teatro: ria, aprenda, não chore.


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Personagens cartoon estilizados de Trump e BlackRock tokenizando resort Maldives em tokens blockchain, marco em RWAs institucionais

Trump Tokeniza Resort nas Maldivas com BlackRock e Blockchain

A World Liberty Financial (WLFI), plataforma ligada à família Trump, anunciou nesta quinta-feira (19/02) a tokenização de interesses em receitas de empréstimo vinculados ao Trump International Hotel & Resort nas Maldivas. Em parceria com a DarGlobal e a Securitize — plataforma de tokenização apoiada pela BlackRock —, o projeto abre portas para investidores qualificados acessarem ativos imobiliários de luxo via blockchain. Este movimento histórico sinaliza a maturidade dos fundamentos da adoção institucional, conectando o mundo real ao digital de forma regulada e escalável.


Detalhes do Projeto e Parcerias Estratégicas

O resort nas Maldivas, desenvolvido pela DarGlobal PLC em colaboração com a Trump Organization, prevê cerca de 100 vilas ultra-luxo frente ao mar e overwater, com conclusão estimada para 2030. A Securitize, conhecida por parcerias com gigantes como BlackRock, Hamilton Lane e Apollo, cuidará da emissão e conformidade dos tokens. Esses representarão fluxos de receita de um empréstimo ligado ao desenvolvimento, oferecendo yields fixos atrelados ao desempenho do ativo.

Eric Trump, cofundador da WLFI, destacou: “Construímos a World Liberty Financial para abrir a finança descentralizada ao mundo. Hoje, estendemos isso ao imobiliário tokenizado”. Carlos Domingo, CEO da Securitize, enfatizou a complexidade da tokenização imobiliária, mas vê potencial global em estruturas compliant. Ziad El Chaar, da DarGlobal, vê a iniciativa como redefinição do acesso a investimentos de alta qualidade. Esses players estão construindo pontes sólidas entre finanças tradicionais e blockchain, fortalecendo os fundamentos do ecossistema.

Estrutura Regulatória e Acesso Restrito

A oferta segue a Rule 506(c) do Regulation D e Regulation S, limitando-se a investidores acreditados verificados ou não-americanos em transações offshore. Os tokens não serão registrados na SEC e terão restrições de transferibilidade, garantindo compliance rigoroso. Isso reflete a maturidade regulatória do setor, permitindo inovação sem comprometer a segurança.

Embora restrito, o modelo demonstra liquidez aprimorada via blockchain: registros de propriedade mais eficientes e settlements instantâneos. Diferente de equity direto, foca em receitas de empréstimo, reduzindo riscos operacionais. A marca Trump é usada via licença, sem endorsement direto da organização, preservando clareza legal. Essa abordagem responsável acelera a adoção, contextualizando o presente no ciclo de expansão institucional.

Implicações para a Tokenização de Ativos Reais

O mercado de ativos tokenizados já supera US$ 25 bilhões, mas o imobiliário de luxo é um nicho promissor. Projetos como esse pavimentam o caminho para democratizar acesso a bens antes exclusivos de elites, via frações digitais reguladas. A WLFI planeja mais tokenizações, expandindo o portfólio de RWAs (Real World Assets).

Para investidores brasileiros, isso reforça a tese de longo prazo: enquanto a volatilidade de curto prazo testa paciência, fluxos institucionais como BlackRock e Trump sinalizam construção irreversível. Analogamente aos ETFs de Bitcoin, que capturaram bilhões, a tokenização imobiliária pode atrair capitais tradicionais, elevando o TVL em DeFi e on-chain. Os fundamentos se fortalecem, e o mercado está evoluindo para uma economia híbrida.

Perspectivas de Alta e Próximos Passos

Este anúncio, alinhado ao evento crypto em Mar-a-Lago, posiciona a WLFI como pioneira em RWAs Trump. Apesar de restrições iniciais, o sucesso pode inspirar emissões mais amplas, integrando hospitality global à blockchain. Investidores devem monitorar aprovações regulatórias e performance inicial dos tokens.

Em um ciclo de adoção acelerada pós-halving, movimentos institucionais como esse confirmam: o futuro não é especulativo, mas construído sobre ativos reais tokenizados. Vale acompanhar como isso impulsiona a narrativa de convergência TradFi-DeFi.


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