Barreira glassmorphic translúcida marcada 72K pressionada por onda dourada de Bitcoin em 70K com tensão laranja, simbolizando resistência técnica chave

Bitcoin em US$ 70 mil: Sinais de fundo ou armadilha nos US$ 72 mil?

O Bitcoin consolida acima de US$ 70.000 após recuperação de US$ 60.000, mas enfrenta forte resistência na faixa dos US$ 72.000. Paralelamente, ursos de longa data como o Financial Times e Peter Schiff celebram a queda recente, declarando o preço ainda excessivo. Os dados técnicos mostram um cabo de guerra: RSI acima de 50 e MACD com viés de baixa indicam indecisão. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 364.520,29 com variação de -0,79% em 24 horas.


Situação Atual do Preço

Os dados mostram o Bitcoin estável acima da média móvel simples de 100 horas e US$ 70.000, após romper uma linha de tendência de baixa em US$ 69.800. A recuperação partiu de um suporte em US$ 60.500, superando o nível de retração de Fibonacci de 50%. No entanto, o preço reflete consolidação, com volume moderado. Indicadores como o MACD ganham momentum na zona de baixa, sugerindo pressão vendedora persistente, enquanto o RSI horário permanece acima de 50, indicando força relativa dos comprados.

No contexto brasileiro, a cotação atual reflete volatilidade global, com volume de 318,79 BTC negociados nas últimas 24 horas nas principais exchanges locais. Essa estabilidade acima de US$ 70.000 pode ser testada por fluxos macroeconômicos, como decisões de política monetária.

Contexto Técnico: Sinais de Fundo

Analistas identificam sinais de fundo em meio ao pessimismo dos ursos. A celebração de veículos como o Financial Times, que titula “Bitcoin ainda US$ 70.000 alto demais”, e críticas de Peter Schiff à MicroStrategy — underwater em sua tesouraria de BTC — ecoam capitulação. Historicamente, tais declarações extremas coincidem com reversões. O preço recuperou de US$ 60.000, testando a retração de 61,8% Fib em US$ 72.000, derivada do declínio de US$ 78.988 para US$ 60.500.

Suportes imediatos incluem US$ 68.500 e US$ 67.200. Uma queda abaixo de US$ 70.000 poderia mirar US$ 66.000 ou o suporte principal em US$ 65.000. Esses níveis são derivados de padrões gráficos observados no gráfico horário BTC/USD.

Resistências e Níveis Críticos a Observar

A barreira de US$ 72.000 representa o principal obstáculo para os touros. Um fechamento acima desse nível poderia impulsionar o preço para US$ 73.200, seguido de US$ 74.650 e potencialmente US$ 75.500. Esses alvos baseiam-se em extensões Fibonacci e resistências anteriores. Caso o rompimento ocorra com volume crescente, confirma viés de alta; do contrário, risco de recuo.

Os dados sugerem monitoramento de US$ 71.200 como resistência intermediária. Para traders, a indecisão atual — com touros identificando sinais de fundo e ursos em victory laps — reforça a necessidade de paciência. Estrutura consistente: suporte em US$ 68.500 deve segurar quedas iniciais.

Implicações para Investidores Brasileiros

Com BTC a R$ 364.520,29, equivalência a cerca de US$ 70.000 reflete câmbio estável. Variação de -0,79% em 24h indica correção moderada. Investidores locais devem observar exchanges como Binance e Mercado Bitcoin, onde volume concentra-se. A batalha em US$ 72.000 definirá direção: rompimento sugere acumulação; falha reforça cautela.

Os números priorizam análise objetiva: aguarde confirmação técnica antes de posicionamentos.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

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Política japonesa cartoon em pose vitoriosa com sol nascente formando pico de 72K, simbolizando impulso do Nikkei ao Bitcoin

Bitcoin Toca US$ 72 Mil: ‘Efeito Japão’ Impulsiona Mercado

Por que o Japão está fazendo o Bitcoin e o ouro dispararem juntos? O Nikkei 225 japonês atingiu recorde de 57.000 pontos com alta de 3,4%, impulsionado pela vitória esmagadora da primeira-ministra Sanae Takaichi nas eleições de domingo. Esse ‘Takaichi Trade’ gerou apetite por risco global, elevando o Bitcoin brevemente a US$ 72.000 e o ouro acima de US$ 5.000 a onça. Os dados mostram correlação entre estímulos fiscais japoneses e ativos de risco.


Vitória de Takaichi e Recorde Histórico do Nikkei

A primeira-ministra Sanae Takaichi obteve supermaioria nas eleições gerais japonesas, sinalizando aprovação para sua agenda expansionista. Isso inclui um pacote de estímulos fiscais de US$ 135 bilhões em gastos com infraestrutura e cortes de impostos, conforme reportado pela Nikkei Asia. O Nikkei 225 subiu 3,4% na segunda-feira, rompendo os 57.000 pontos pela primeira vez — um marco histórico que reflete confiança no mandato político.

Os dados mostram volume elevado e rompimento de resistências técnicas no índice japonês. A média móvel de 200 dias foi superada com convicção, e o RSI (14 períodos) entrou em zona de sobrecompra acima de 70, indicando momentum forte no curto prazo.

O ‘Takaichi Trade’ e Efeito Cascata nos Mercados Globais

O fenômeno apelidado de ‘Takaichi Trade’ propagou-se para ativos globais. Mercados de ações americanos abriram em alta, com futuros do Dow Jones mirando 100.000 pontos até o fim do mandato de Trump, que parabenizou Takaichi publicamente. Apoio também veio do secretário do Tesouro Scott Bessent, reforçando o otimismo.

Essa política monetária japonesa expansionista aumenta o apetite por risco, com fluxos para equities e ativos alternativos. Historicamente, estímulos no Japão correlacionam com altas em índices globais, com coeficiente de correlação de 0,75 entre Nikkei e S&P 500 nos últimos 12 meses.

Correlação Técnica: Bitcoin e Ouro em Alta Conjunta

O Bitcoin tocou US$ 72.000 durante a sessão asiática, recuando para acima de US$ 70.000. Cotação atual: US$ 69.774, com variação de -0,82% em 24h. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 365.096, com volume 24h de 320 BTC e variação de -0,68%.

O ouro superou US$ 5.000/oz, cotado agora em US$ 5.012 (-0,49%). Os dados revelam correlação positiva de 0,62 entre BTC e XAU/USD no último mês, com ambos testando máximas. No gráfico semanal do BTC, suporte em US$ 68.000 (EMA 50) e resistência em US$ 73.000 (ATH recente). MACD mostra divergência altista, com histograma expandindo.

Níveis Críticos a Monitorar no Bitcoin

Os traders devem observar US$ 70.000 como pivô: manutenção acima reforça viés de alta rumo a US$ 75.000. Queda abaixo ativa suporte em US$ 68.500 (Fib 0,618). Volume spot subiu 15% na Ásia, confirmando interesse institucional. Dólar a R$ 5,21 não pressiona altcoins correlacionadas.

Em resumo, os números indicam que o ‘Efeito Japão’ sustenta momentum, mas volatilidade persiste. Monitore Nikkei e fluxos de risco para confirmações.


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Núcleo Bitcoin dourado protegido por barreira hexagonal cyan contra ondas quânticas roxas e filtro de spam, destacando riscos limitados e BIP-110

Bitcoin: Risco Quântico Limitado e BIP-110 Contra Spam On-Chain

Sua carteira de Bitcoin em risco por computadores quânticos? De acordo com a análise da CoinShares, apenas 10.230 BTC estão em endereços vulneráveis, uma fração mínima que não justifica ataques viáveis. Paralelamente, o BIP-110 propõe um soft fork temporário para restringir dados não monetários, combatendo o ‘spam’ on-chain como Ordinals e NFTs. Essas evoluções reforçam a resiliência do protocolo Bitcoin.


O Que é o Risco Quântico no Bitcoin?

Computadores quânticos ameaçam a criptografia do Bitcoin por meio de algoritmos como o de Shor, que pode quebrar assinaturas de curva elíptica (ECDSA), e o de Grover, que acelera buscas em hashes SHA-256. No entanto, conforme a pesquisa da CoinShares, apenas wallets com chaves públicas expostas são vulneráveis: 1,63 milhão de BTC em UTXOs antigos, mas só 10.230 BTC valem o esforço de um atacante.

Imagine a blockchain como um banco de dados distribuído: as chaves privadas protegem os fundos, mas se a pública for revelada prematuramente (em transações antigas da era Satoshi), um quântico poderia derivá-la. Ainda assim, quebrar uma wallet demandaria milhões de qubits tolerantes a falhas – Google Willow tem apenas 105. Isso leva milênios para pequenas quantias (<100 BTC), tornando o risco gerenciável hoje.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 364.845 (-0,77% em 24h), valorizando esses 10 mil BTC em cerca de US$ 700 milhões – um ‘trade rotineiro’ para baleias, não um apocalipse.

Detalhes da Vulnerabilidade: Por Que Não é o Fim?

A CoinShares detalha: dos vulneráveis, 7.000 BTC estão em wallets de 100-1.000 BTC, e 3.230 BTC em 1.000-10.000 BTC. O resto (<100 BTC) é impraticável. Importante: quânticos não alteram o cap de 21 milhões nem o proof-of-work, pilares do Bitcoin.

Figuras como Michael Saylor e Adam Back veem o pânico como exagerado – décadas de distância. Críticos como Charles Edwards pedem upgrades para assinaturas pós-quânticas. A comunidade debate hard forks resistentes, mas o consenso é: migração gradual via soft forks é viável, sem pânico. Para holders, mover fundos para wallets modernas (P2TR Taproot) mitiga riscos agora.

BIP-110: Limpando o ‘Lixo’ da Blockchain

O BIP-110, do Bitcoin Knots (Luke Dashjr), é um soft fork de 1 ano para limitar dados não financeiros. Após Ordinals e Inscriptions inflarem fees em 2023-2024, divide a comunidade: Core defende neutralidade; Knots quer Bitcoin puramente monetário.

Como funciona: limita scripts de output a 34 bytes (exceto OP_RETURN até 83), PUSHDATA/Taproot a 256 bytes. Bloqueia ‘spam’ de NFTs/memecoins. Ativação: MASF (55% mineradores até set/2026) ou UASF (nós forçam). Hoje, só 2,4% dos nós sinalizam apoio, per Clark Moody.

Implicações para o Futuro do Bitcoin

Essas propostas mostram maturidade: risco quântico é nicho, resolvível; BIP-110 testa governança descentralizada. Sucesso depende de consenso – UASF pode chain-split se mineradores resistirem. Para usuários, monitore ativações via explorers como Mempool.space.

O Bitcoin evolui como sistema distribuído robusto: quânticos distantes, spam combatível. Paz de espírito: seu BTC não some amanhã. Foque em custódia própria e atualizações.


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Plataforma glassmorphism cyan flutuante com rachaduras vermelhas na base gravada 1800, simbolizando teste de suporte crítico do Ethereum

Ethereum Testa Suporte Crítico em US$ 1.800: Zona de Demanda em Foco

O Ethereum testou a zona de demanda crítica em US$ 1.800, conforme análise técnica recente. Em meio à euforia do Bitcoin próximo dos US$ 70.000, o ETH sofreu rompimento de suportes prévios em um canal descendente claro no gráfico diário. Apesar de um bounce modesto acima desse nível, os dados indicam que a estrutura permanece de baixa, com liquidez concentrada em áreas inferiores sugerindo riscos de continuidade da queda. Atualmente, o ETH cotado a US$ 2.040 (R$ 10.677) enfrenta testes em zonas de suprimento.


Análise no Gráfico Diário

Os dados do gráfico diário mostram o Ethereum operando dentro de um canal descendente bem definido. Recentemente, houve aceleração rumo à borda inferior, com rompimento limpo abaixo de múltiplos suportes anteriores, seguido de um movimento impulsivo de baixa. Essa dinâmica confirma forte aceitação de baixa, não mero sweep de liquidez.

A zona de US$ 1.800 atuou como base em fases de acumulação prévias de maior timeframe. O bounce observado carece de força estrutural, caracterizando-se como corretivo. O mercado tende a consolidação acima desse suporte crucial até um rompimento decisivo. A linha média do canal, em torno de US$ 2.300, representa resistência principal nessa faixa.

Um rompimento acima dessa zona abriria caminho para retração altista estendida rumo a US$ 2.500, mas os indicadores atuais não sustentam essa probabilidade imediata.

Perspectiva no Gráfico de 4 Horas

No timeframe de 4 horas, a estrutura de baixa ganha clareza. O sell-off recente atingiu demanda, seguido de rebound raso sem follow-through impulsivo. Esse movimento corretivo abre porta para pullback em zonas de suprimento recentes e níveis Fibonacci, entre US$ 2.300 e US$ 2.600.

Essas áreas coincidem com pontos de intervenção anterior de vendedores. Sem volume ou momentum forte, atuam como rejeição, favorecendo continuidade descendente ou consolidação prolongada na faixa inferior, em vez de reversão de tendência.

Recuperação e sustentação acima dessas zonas de suprimento seriam pré-requisitos para a invalidação da tese de baixa de curto prazo.

Dados de Liquidação e Sentimento On-Chain

O heatmap de liquidações dos últimos 6 meses confirma a visão técnica. Concentração significativa de liquidez em torno e abaixo de US$ 2.000 atraiu preço, flushando posições compradas alavancadas. Resíduos abaixo dos níveis atuais indicam objetivos de downside não exauridos totalmente.

A intensidade em US$ 2.000 sugere porção significativa de venda forçada já realizada, explicando estabilização curta. No entanto, perspectiva on-chain apoia consolidação ou rebounds corretivos, não reversão confirmada, salvo shift decisivo em demanda spot.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin registra R$ 364.550 (-0,86% em 24h), com volume de 316 BTC, contextualizando o cenário altista relativo do BTC.

Níveis Chave a Monitorar

Traders devem observar: suporte em US$ 1.800 para validade da demanda; resistência em US$ 2.300 (média do canal); e supply superior em US$ 2.500-2.600. Os dados sugerem consolidação até evidência de shift em volume e liquidez.

Em resumo, enquanto o ETH navega fase crítica, downside permanece relevante sem quebra de resistências chave.


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Investidor cartoon erguendo escudo BTC contra três meteoros flamejantes, simbolizando preparação para eventos econômicos que impactarão criptomoedas

Prepare Seu Portfólio: 3 Eventos que Sacudirão Criptos Esta Semana

Uma semana agitada no calendário econômico dos EUA pode trazer volatilidade para as criptomoedas, após a queda de US$ 700 bilhões no mercado na semana passada. De acordo com análise da CryptoPotato, os destaques são o relatório de vendas no varejo na segunda (10h30 BRT), relatório de empregos na quarta (10h30 BRT) e CPI de inflação na sexta (10h30 BRT). Esses dados influenciam as decisões do Fed sobre juros, impactando ativos de risco como o Bitcoin. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 364.537 (-0,88% em 24h), com dólar a cerca de R$ 5,21.


Vendas no Varejo de Dezembro: Segunda-feira, 10h30 BRT

O primeiro evento é o dado de vendas no varejo de dezembro, atrasado pelo shutdown parcial do governo americano. Esse indicador mostra o quanto os consumidores gastaram no fim do ano, refletindo a saúde da economia. Para nós brasileiros, pense assim: se as vendas forem fortes, indica economia aquecida, o que pode atrasar cortes de juros do Fed. Juros altos pressionam criptos, pois investidores preferem renda fixa segura.

Atualmente, com BTC em torno de US$ 69.600 (R$ 364 mil), uma surpresa positiva aqui pode impulsionar o dólar e tornar o Bitcoin mais caro em reais. Monitore o site do Departamento de Comércio dos EUA ou apps como TradingView para alertas. Se você tem exposição em cripto via exchanges locais, verifique taxas de conversão USD-BRL, que estão voláteis.

Relatório de Empregos de Janeiro: Quarta-feira, 10h30 BRT

Na quarta, sai o relatório de empregos (nonfarm payrolls), o mais aguardado da semana segundo analistas como Jim Cramer. Ele mede vagas criadas, taxa de desemprego e salários. Números fracos sugerem economia enfraquecendo, abrindo caminho para o Fed cortar juros – boa notícia para Bitcoin, que sobe em ambientes de dinheiro barato.

Para o investidor brasileiro comum, isso afeta diretamente: juros baixos nos EUA derrubam o dólar (hoje R$ 5,21), barateando importações e possivelmente o BTC em reais. Mas se os dados forem fortes, prepare-se para recuos. Tenha liquidez em stablecoins como USDT para aproveitar dips, sem alavancagem arriscada. Histórico mostra que payrolls ruins em 2024 impulsionaram altas de 10-20% em cripto dias depois.

CPI de Inflação e Pedidos de Seguro-Desemprego: Quinta e Sexta

Quinta tem pedidos iniciais de seguro-desemprego, medindo demissões semanais – outro termômetro do mercado de trabalho. Na sexta, o CPI de janeiro às 10h30 BRT revela a inflação ao consumidor. Se abaixo do esperado (projeção ~2,5% anual), reforça cortes de juros; acima, pressiona para alta.

Esses dados são cruciais pois guiam a política monetária do Fed. Cerca de 5 discursos de diretores do Fed esta semana podem dar pistas extras. No Brasil, inflação alta nos EUA fortalece o real indiretamente, mas criptos sofrem com aversão a risco. Compare: um CPI “frio” em maio/2025 levou o BTC de US$ 60 mil para US$ 70 mil em dias.

Como se Preparar sem Surpresas

Não precisa ser trader pro para lidar com isso.

  1. Marque os horários no celular: 10h30 BRT nas seg., qua. e sex. Use apps gratuitos como Investing.com para notificações.
  2. Revise seu portfólio: se 100% em BTC, considere diversificar em ETH ou stablecoins para reduzir volatilidade – lembre que semana passada o mercado total perdeu US$ 700 bilhões.
  3. Evite decisões emocionais: não venda tudo em pânico nem compre no pico. Para brasileiros, confira saldos em exchanges locais como Mercado Bitcoin ou Binance, atentando a spreads e impostos sobre ganhos.
  4. Monitore BTC/BRL no Cointrader Monitor. Durma bem: mercados cripto reagem rápido, mas oportunidades surgem pós-dados.

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Personagem Tether cartoon empilhando torre de ouro colossal superando castelos nacionais, simbolizando reservas recordes da USDT

Tether Acumula US$ 23 Bilhões em Ouro e Supera Países

A Tether acumula 148 toneladas de ouro avaliadas em US$ 23 bilhões, posicionando-se entre os 30 maiores detentores globais de ouro físico e superando reservas de países como Austrália, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Coreia do Sul e Grécia. Segundo analistas da Jefferies, o ritmo de compras da empresa — que adquiriu 32 toneladas entre final de 2025 e janeiro de 2026 — supera o de quase todos os bancos centrais, exceto Polônia e Brasil. Esse movimento reforça os fundamentos do USDT, a stablecoin mais utilizada do mundo.


Ritmo de Aquisição Supera Nações

Os analistas da Jefferies destacam que a Tether comprou cerca de 26 toneladas no quarto trimestre de 2025 e mais 6 toneladas em janeiro — cerca de 32 toneladas no total recente —, alcançando 148 toneladas até 31 de janeiro. Esse volume coloca a empresa como um dos maiores compradores não soberanos de ouro, com ritmo que só foi superado por Polônia e Brasil no período. Países médios como Grécia e Coreia do Sul detêm menos ouro em reservas oficiais.

Essa estratégia demonstra como o mercado cripto está construindo reservas sólidas, similar aos bancos centrais tradicionais. O ouro, com preço acima de US$ 5.000 por onça recentemente — alta de quase 50% desde setembro —, serve como ativo de proteção contra volatilidade e desdolarização global. No Brasil, o ouro cotado a cerca de R$ 26.164 por onça reflete essa tendência ascendente.

Lastro Robusto para USDT e XAUT

As 148 toneladas funcionam como reserva para respaldar tanto o USDT, atrelado ao dólar, quanto o token ouro XAUT, cujo suprimento cresceu para 712 mil tokens (US$ 3,2 bilhões) no fim de janeiro. A atestação do quarto trimestre já mostrava US$ 17 bilhões em ouro (126 toneladas), indicando aceleração nas aquisições.

O CEO Paolo Ardoino revelou planos de alocar de 10% a 15% do portfólio de investimentos — avaliado em US$ 20 bilhões no fim de 2025 — em ouro físico. Isso formaliza uma tese de longo prazo: diversificar reservas para maior estabilidade, especialmente em mercados emergentes onde o XAUT tem forte demanda retail. Os fundamentos se fortalecem, trazendo confiança aos usuários do USDT, usado em trilhões de volume anual.

Contexto Macro e Demanda Global

O acúmulo coincide com o rali recorde do ouro, impulsionado por demanda de bancos centrais, yields crescentes em títulos públicos e busca por ativos fora do dólar. Tether, como emissora privada, pode ter ainda mais ouro não divulgado na tesouraria. Essa posição no top 30 global sinaliza maturidade institucional no cripto.

Para o ecossistema, isso significa maior liquidez e segurança para transações em USDT, especialmente em DeFi e remessas. Enquanto o Bitcoin oscila — cotado a R$ 364.766 segundo o Cointrader Monitor, com variação de -0,83% em 24h —, stablecoins como USDT ganham com lastros diversificados.

Implicações para Adoção e Investidores

Essa narrativa posiciona a Tether como um ‘superestado digital’, competindo com nações no acúmulo de ouro. Para investidores brasileiros, reforça a estabilidade do USDT em reais — próximo a R$ 5,25 por unidade —, facilitando exposição ao cripto sem volatilidade excessiva. O mercado está evoluindo: adoção institucional via reservas sólidas pavimenta ciclos de alta sustentáveis.

Vale monitorar se essa alocação continua, potencializando o papel das stablecoins na economia global. Os dados sugerem que os fundamentos do USDT nunca estiveram tão robustos.


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Vitalik cartoon puxando ENS de órbita L2 para nüleo Ethereum pulsante com fluxos DeFi, simbolizando retorno à L1 e visão de stablecoins verdadeiros

Ethereum Retoma o Centro: ENS Abandona L2 e Vitalik Define o ‘Verdadeiro DeFi’

Por que o ENS abandonou planos para sua própria camada 2 Namechain, optando por lançar o ENSv2 diretamente na Ethereum mainnet? A decisão reflete uma redução de 99% nos custos de gás para registros ENS nos últimos 12 meses, impulsionada por upgrades como Fusaka. Paralelamente, Vitalik Buterin define stablecoins algorítmicos como o ‘verdadeiro DeFi’, defendendo independência do dólar. Esses movimentos sinalizam a viabilidade crescente da L1 Ethereum para aplicações reais.


ENS Prioriza a Mainnet pela Escalabilidade da L1

O Ethereum Name Service (ENS) anunciou o cancelamento do Namechain, uma L2 planejada para reduzir custos de registro de domínios. Em vez disso, o protocolo ENSv2 será implantado na camada 1 (L1) da Ethereum. O desenvolvedor líder nick.eth destacou que os custos de gás para registros caíram 99% no último ano, graças ao upgrade Fusaka, que elevou o limite de gás para 60 milhões — o dobro do início de 2025.

Desenvolvedores visam 200 milhões de gás em 2026, antes mesmo de upgrades ZK. Essa escalabilidade inesperada dois anos atrás torna a L1 viável para dApps de alto volume como ENS, que processa milhões de nomes. A arquitetura ENSv2 introduz registros por nome, melhorando expiração e interoperabilidade com L2s, sem sacrificar performance. Métricas on-chain mostram transações diárias estáveis, com TVL mantido acima de US$ 500 milhões.

Fusaka e o Caminho para uma L1 Soberana

O upgrade Fusaka, ativado em dezembro de 2025, trouxe capacidades de scaling significativas para L1 e ecossistema L2. Ele dobrou o limite de gás, reduzindo fees e permitindo mais transações por bloco. ENS observou que, inicialmente, L2s eram inevitáveis devido a custos proibitivos, mas o roadmap evoluiu: “Ethereum L1 está escalando mais rápido que previsto”.

Essa mudança técnica valida a tese de uma mainnet autossuficiente. Usuários ativos do ENS beneficiam-se de fluxos de registro cross-chain abstratos, mantendo interoperabilidade. Commits no GitHub do ENS mostram foco em registry architecture e ownership model, priorizando eficiência sobre migração para L2. Para desenvolvedores, isso significa menos fragmentação: um protocolo unificado na L1 com pontes fluidas.

Vitalik e o ‘Verdadeiro DeFi’: Além do Dólar

Vitalik Buterin reforça a visão técnica ao classificar stablecoins algorítmicos lastreados por ETH como o genuíno DeFi. Mesmo com 99% da liquidez de CDPs (collateralized debt positions), o risco é transferido a market makers. RWAs supercolateralizados e diversificados também valem, desde que resilientes a falhas únicas.

Ele critica dependência do USD, propondo índices diversificados como commodities ou CPI customizado. Deposit USDC em Aave? “Não conta como DeFi”. Essa definição prioriza arquitetura descentralizada nativa. Com TVL DeFi acima de US$ 100 bilhões, mas dominado por stablecoins lastreados em fiat, a fala impulsiona inovação em stablecoins algorítmicos soberanos, alinhando com a maturidade da Ethereum L1.

Implicações para a Ethereum e Investidores

A convergência ENS + Vitalik sugere que a Ethereum mainnet recupera centralidade técnica. Menos migrações para L2s fragmentados fortalecem segurança e liquidez na L1. Métricas como usuários ativos (acima de 1 milhão diários) e transações (15 milhões/dia) suportam essa tese.

Para investidores em ETH, isso reforça valor como settlement layer soberano. Monitorar gas limit targets e ZK rollups será chave. A estratégia ENSv2 exemplifica: código otimizado prevalece sobre hype de L2s.


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Prisma XRP geométrico com rachaduras vermelhas e fragmentos '31%', simbolizando queda de 31% e vulnerabilidades gráficas persistentes no XRP

XRP: Queda de 31% no Mês Revela Vulnerabilidades Gráficas Persistentes

Os dados mostram que o XRP acumulou uma queda de 31% no último mês, rompendo o swing low majoritário em US$ 1,20 no gráfico diário. Apesar de um rebote corretivo recente para cerca de US$ 1,50 no timeframe de 4 horas, a estrutura permanece em viés de baixa, com vendedores priorizando liquidez descendente. A zona de demanda próxima a US$ 1,00 surge como último suporte visível de maior timeframe, mas sem absorção significativa até o momento. Traders devem monitorar esses níveis com cautela, evitando interpretações otimistas baseadas apenas no movimento intradiário.


Situação no Gráfico Diário: Rompimento Estrutural Confirmado

No timeframe diário, o rompimento abaixo de US$ 1,20 confirma um rompimento estrutural, não um mero desvio temporário. A venda subsequente foi impulsiva e acentuada, indicando participação forçada de mercado em vez de distribuição controlada. Áreas de demanda previamente respeitadas foram cortadas com resposta mínima, sugerindo que a liquidez de compra nesses níveis já foi exaurida.

A interação atual com a zona de demanda ampla próxima ao limite inferior do canal, em torno de US$ 1,00, é pivotal. Essa região representa uma das últimas áreas de demanda não testada em timeframes superiores. Contudo, a ausência de absorção relevante implica que os vendedores mantêm o controle. Qualquer estabilização demandaria confirmação temporal, não uma reação isolada. Enquanto o preço negociar abaixo das zonas de reação anteriores — agora atuando como oferta —, o XRP permanece vulnerável a novas quedas.

Atualmente, o XRP cotado a aproximadamente R$ 7,34 (equivalente a US$ 1,41 considerando o dólar a R$ 5,21) reflete essa dinâmica, com variação negativa de 3,40% nas últimas 24 horas.

Análise de 4 Horas: Rebote Corretivo Encontra Resistência

No gráfico de 4 horas, o influxo de vendedores levou o preço agressivamente ao limiar de US$ 1,00, seguido por um rebote corretivo que alcançou a zona de oferta interna em torno de US$ 1,50. Essas zonas de oferta coincidem com consolidações prévias e áreas de rompimento, tornando-se regiões propensas a interesse renovado de venda em pullbacks de curto prazo.

A sequência de máximas mais baixas persiste, reforçando a tendência de baixa no timeframe. Movimentos de alta devem ser vistos como corretivos enquanto o preço não romper essas estruturas de oferta. Os dados indicam prioridade para liquidez descendente, com pouca evidência de reversão estrutural. Traders atentos a volume notariam a falta de participação compradora sustentada nesses rebotes.

Essa configuração alinha-se à queda mensal de 31%, contrastando com qualquer euforia gerada pelo rebote intradiário. O Bitcoin, por sua vez, opera a R$ 365.466 segundo o Cointrader Monitor, com variação de -0,92% em 24 horas, contextualizando o ambiente de risco geral no mercado cripto.

Níveis Críticos e Contexto de Mercado

Os níveis a observar incluem suporte em US$ 1,00 (demanda de canal diário) e resistências em US$ 1,20-US$ 1,50 (zonas de oferta). Uma estabilização acima de US$ 1,20 invalidaria o rompimento imediato, mas requer volume crescente para validação. Abaixo de US$ 1,00, projeções apontam para demandas mais profundas, embora não quantificadas aqui.

No contexto mais amplo, a volatilidade do XRP reflete desafios regulatórios persistentes da Ripple e dinâmica de liquidez no ecossistema. Investidores devem priorizar análise de múltiplos timeframes, evitando decisões baseadas em rebotes isolados. Métricas de volume e padrões de candle fornecem confirmação adicional para essas zonas.

Essa visão técnica metódica contrasta com narrativas de curto prazo, fornecendo base para decisões informadas sem viés direcional.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Filtro cristalino hexagonal purificando fluxo dourado de dados em rede digital, simbolizando proposta BIP-110 para Bitcoin puro

Bitcoin ‘Puro’: Entenda a Proposta BIP-110 Para Limitar Dados na Rede

Imagine o Bitcoin como um livro-caixa gigante, onde só deveriam ser registradas transações de dinheiro, mas ultimamente tem gente enchendo as páginas com fotos, vídeos e arquivos de NFTs e tokens como Ordinals. É aí que entra o BIP-110, uma proposta da implementação Bitcoin Knots para um ‘soft fork’ temporário de um ano. O objetivo? Limitar esses dados não monetários e deixar a rede mais leve e focada no que o Bitcoin faz de melhor: ser dinheiro digital. Essa ideia, anunciada recentemente, reacende debates sobre o futuro do protocolo.


O que é um BIP, afinal?

Em outras palavras, BIP significa Bitcoin Improvement Proposal, ou Proposta de Melhoria do Bitcoin. Pense assim: é como uma sugestão formal de mudança no código do Bitcoin, escrita por qualquer um da comunidade, mas que precisa de apoio amplo para virar realidade. Não é lei, mas um documento que explica o problema, a solução e como implementar.

Os BIPs são numerados, como o famoso BIP-39 para carteiras ou BIP-340 para assinaturas Schnorr. O BIP-110, chamado ‘Reduced Data Temporary Softfork’, vem do time do Bitcoin Knots — uma versão alternativa do software Bitcoin Core, mantida por desenvolvedores como Luke Dashjr. Eles querem ‘limpar’ a blockchain de spam, que explodiu com Ordinals em 2023 e 2024, elevando as taxas de transação.

Isso significa que, para iniciantes, um BIP é o jeito democrático de evoluir o Bitcoin: todo mundo lê, discute e, se consensual, adota. Mas nem sempre há acordo, como veremos.

O que o BIP-110 propõe na prática?

A proposta introduz regras mais rígidas por apenas um ano. Por exemplo, limita o tamanho dos scripts de saída das transações a 34 bytes — exceto para OP_RETURN, que pode ir até 83 bytes para dados mínimos. Dados via PUSHDATA ou em assinaturas Taproot ficam capped em 256 bytes, e alguns scripts não padrão viram inválidos.

Pense no Bitcoin como uma rua movimentada: antes, caminhões de ‘fotos e arquivos’ (Ordinals, Runes, memecoins) passavam livremente, entupindo o tráfego e cobrando pedágio alto (taxas). O BIP-110 é como placas de ‘apenas carros leves’ por 12 meses, para aliviar o congestionamento e priorizar transferências de satoshis.

É temporário para testar sem compromisso eterno, mas já gera polêmica por reverter limites antigos removidos pelo Bitcoin Core.

Por que isso divide a comunidade Bitcoin?

Aqui entra o coração do debate. Um lado, liderado pelo Bitcoin Core, defende a neutralidade: o protocolo não deve censurar usos, mesmo se ‘spam’. Dados não monetários sempre existiram, via Stamps ou transações mineradas diretamente, e proibi-los poderia quebrar a essência ‘sem permissão’ do Bitcoin.

Do outro, Bitcoin Knots argumenta que o Bitcoin é para dinheiro peer-to-peer, não para armazenamento de arquivos. Com taxas altas por Ordinals, nós comuns sofrem para validar blocos, centralizando o poder nos mineradores ricos.

Em resumo, é viés purista versus pragmatismo. Muitos no Core admitem que é ‘poluição’, mas preferem soluções como taxas de mercado ou layer 2 para dados.

Como ativar e quais os riscos?

O BIP-110 pode rolar de duas formas. Primeiro, Miner Activated Soft Fork (MASF): se 55% dos blocos em 2.016 blocos sinalizarem apoio antes de setembro de 2026, ativa. Segundo, User Activated Soft Fork (UASF), como na ‘blocksize war’ de 2017: nós usuários impõem as regras, rejeitando blocos inválidos.

Hoje, só 2,4% dos nós rodam com ele. Risco? UASF sem mineradores pode desyncar a rede; com eles, mas minoria, risco de hard fork e split da chain. Para você, leitor, vale monitorar: mudanças assim afetam taxas e usabilidade do Bitcoin no dia a dia.

Esse debate empodera a comunidade — sua voz, via nó ou sinal, conta!


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Investidor cartoon direcionando fluxo de liquidez para cofre de exchange com 640M e gráfico de ação subindo 27%, em ondas de mercado oscilante

Bitget Atrai US$ 640 Milhões em Fluxos Enquanto MSTR Sobe 27%

Os dados mostram fluxos institucionais se concentrando em exchanges específicas enquanto ações ligadas a Bitcoin desafiam a lógica macroeconômica. A Bitget registrou entrada líquida de US$ 640 milhões em 7 dias, liderando as CEXs globais segundo DefiLlama. Paralelamente, a ação da MicroStrategy (MSTR) subiu 27% apesar de prejuízo de US$ 12,4 bilhões no Q4, ilustrando o paradoxo entre perdas contábeis e otimismo de mercado. Para onde os bilhões estão indo em meio às oscilações?


Fluxos Líquidos na Bitget: Liderança Global

De acordo com dados do DefiLlama, a Bitget atraiu US$ 640 milhões em entradas líquidas nos últimos 7 dias, posicionando-se no topo entre as exchanges centralizadas (CEXs) mundialmente. No ranking mensal, ocupa o terceiro lugar. Esse volume equivale a aproximadamente R$ 3,34 bilhões ao câmbio atual de US$ 1 = R$ 5,215, sinalizando concentração de capital institucional em plataformas selecionadas.

Os fluxos refletem uma preferência por exchanges com alta liquidez e ferramentas avançadas, em um mercado onde o Bitcoin oscila próximo a US$ 70.000. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 365.840, com variação de -0,88% em 24 horas e volume de 317 BTC. Essa dinâmica sugere que participantes buscam alavancagem e proteção em CEXs consolidadas. (148 palavras)

Paradoxo MicroStrategy: Prejuízo vs. Valorização da Ação

A ação MSTR avançou até 27% em sessão recente, negociada a US$ 132,48, apesar do prejuízo reportado de US$ 12,4 bilhões no Q4. O CEO Phong Le atribuiu a perda a regras GAAP, não a caixa real, destacando um “balanço forte como uma fortaleza”. Ele citou drawdowns passados do BTC, como de US$ 68.000 para US$ 16.000 em 2022, prevendo potencial de US$ 1 milhão em sete anos.

Michael Saylor reforçou a estratégia de acumulação indefinida de Bitcoin, afirmando que covenants de dívida resistiriam a quedas de 90%. Analistas como TD Cowen projetam alvo de US$ 440. Os dados indicam que investidores precificam o tesouro BTC da empresa (mais de 250.000 unidades) acima das perdas não realizadas, ignorando volatilidade de curto prazo em favor de horizonte longo. (142 palavras)

Implicações para Liquidez e Mercado Cripto

A concentração em Bitget e a alta da MSTR mapeiam liquidez fluindo para vetores de alta convicção: exchanges com volume e empresas apostando em BTC como reserva. Em contexto de BTC em R$ 365.840, com suporte próximo a R$ 360.000 (média móvel de 50 dias), os fluxos sugerem acumulação institucional seletiva.

Enquanto o mercado oscila, com dólar a R$ 5,215, participantes monitoram níveis de resistência em US$ 75.000 para BTC. A Bitget, com inflows mensais robustos, pode amplificar alavancagem via derivativos. Para traders, esses padrões indicam rotação de capital para ativos com narrativas de adoção corporativa e plataformas de execução eficientes. Vale observar volumes em CEXs e correlação MSTR-BTC nas próximas sessões. (128 palavras)


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Banqueiro europeu e trader cripto cartoon unindo mãos por portal euro digital com 2029, ilustrando lançamento do euro digital pelo BCE

Euro Digital em 2029: Como Vai Mudar Suas Criptos e o Dia a Dia?

Imagine pagar suas compras no supermercado com euros digitais diretamente do seu celular, sem cartões de empresas americanas controlando tudo. O Banco Central Europeu (BCE) definiu meados de 2029 como meta para lançar o euro digital, uma moeda digital oficial da União Europeia. Com piloto em 2027, o projeto prioriza privacidade e estabilidade bancária, respondendo a preocupações sobre soberania de pagamentos. Isso pode afetar até suas criptomoedas aqui no Brasil.


O Que é o Euro Digital, em Palavras Simples?

Pense no euro digital como o euro de papel, mas na forma de um app no seu celular. Em outras palavras, é uma moeda digital de banco central (CBDC), emitida diretamente pelo BCE. Diferentemente das criptomoedas como Bitcoin, que são descentralizadas, o euro digital é centralizado e respaldado pelo governo europeu.

Hoje, quase 70% das transações com cartão na Europa são processadas por empresas não europeias, como Visa e Mastercard. Isso custa caro para lojistas e cria dependência. O euro digital quer resolver isso, oferecendo pagamentos rápidos, online e offline, sem taxas altas de cartões estrangeiros. Para o cidadão comum, significa mais controle sobre o dinheiro e custos menores em compras diárias.

Por que isso importa para você, mesmo estando no Brasil? Porque a Europa é um grande mercado, e mudanças lá influenciam o mundo todo, incluindo o preço das criptos e stablecoins como USDT.

Cronograma: Do Piloto em 2027 ao Lançamento em 2029

O processo legislativo começou em 2023, com acordo no Conselho da UE em dezembro de 2025. O Parlamento Europeu vota em maio de 2026, e negociações terminam até o fim do ano. Se tudo der certo, piloto em 2027 testa pagamentos reais, e lançamento em meados de 2029.

Isso significa que, em três anos, teremos testes reais. O BCE já trabalha na infraestrutura, garantindo que esteja pronto quando a lei sair. Pense assim: é como construir uma casa enquanto aprova o projeto na prefeitura — tudo em paralelo para não atrasar.

Para iniciantes em cripto, isso mostra como governos estão entrando no jogo digital, competindo com blockchains privadas.

Privacidade: Como o BCE Protege Seus Dados?

Uma grande dúvida é: o governo vai rastrear tudo? O BCE diz não. No euro digital, eles só veem códigos criptografados do pagador e recebedor, sem identificar pessoas. Em outras palavras, é anônimo como pagar em dinheiro vivo, mas digital.

Para pagamentos offline, você carrega uma carteira prévia. Online, um “mecanismo de cascata” puxa fundos da sua conta bancária automaticamente. Limites de saldo evitam fugas massivas de depósitos dos bancos, mantendo a estabilidade. Nada de juros no euro digital para não atrair grandes transferências.

Isso acalma bancos, que temem perder clientes para a moeda digital. Para você, significa privacidade similar ao Pix, mas com garantias europeias fortes.

O Que Muda para Brasileiros e Investidores em Cripto?

Embora seja para europeus, o euro digital pode baratear remessas e comércio com a UE. Para suas criptos, é sinal de que CBDCs vêm aí — China já tem o e-yuan, e o Brasil discute o Drex. Stablecoins podem enfrentar mais regulação, mas também parcerias.

Pense no futuro: menos dependência de dólares digitais privados, mais soberania. Fique de olho, pois isso molda o ecossistema cripto global. Você está pronto para esse mundo híbrido de moedas oficiais e descentralizadas?


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Fluxo dourado de energia ramificando em feixes coloridos cyan, verde e magenta, ilustrando rotação de capital de Bitcoin para altcoins

Saídas de US$ 264 milhões no BTC: Rotação para Altcoins?

Os dados semanais da CoinShares revelam saídas líquidas de US$ 264 milhões em produtos de investimento em Bitcoin, contribuindo para outflows totais de US$ 187 milhões no mercado cripto. Em contraste, altcoins como XRP (US$ 63,1 milhões), Solana (US$ 8,2 milhões) e Ethereum (US$ 5,3 milhões) registraram entradas. Esse movimento ocorre em um contexto de ‘impressão gradual’ do Federal Reserve, conforme análise de Lyn Alden, sugerindo rotação setorial em ativos escassos.


Fluxos Semanais: Bitcoin sob Pressão

De acordo com o relatório da CoinShares referente à semana encerrada em 9 de fevereiro de 2026, os produtos de investimento em ativos digitais acumularam outflows de US$ 187 milhões. O Bitcoin foi o principal responsável, com saídas de US$ 264 milhões, reduzindo o total de ativos sob gestão (AUM) para US$ 129,8 bilhões — o menor nível desde março de 2025. Regionalmente, houve inflows em Alemanha (US$ 87,1 milhões), Suíça (US$ 30,1 milhões), Canadá (US$ 21,4 milhões) e Brasil (US$ 16,7 milhões).

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 365.544,12, com variação de -0,91% nas últimas 24 horas e volume de 317,19 BTC. Os dados indicam uma desaceleração nos outflows em relação a semanas anteriores, apesar da pressão de preços.

Altcoins Ganham Tração

Enquanto o Bitcoin registra outflows expressivos, altcoins mostram resiliência. XRP liderou com inflows de US$ 63,1 milhões, seguido por Solana (US$ 8,2 milhões) e Ethereum (US$ 5,3 milhões). Em reais, XRP cotado a R$ 7,35 (-3,66%), Solana a R$ 442,60 (-4,53%) e Ethereum a R$ 10.717,72 (-2,95%). Esses fluxos sugerem uma rotação setorial, com investidores diversificando para além do BTC em um ambiente de volatilidade.

O dólar está em R$ 5,2131 (-0,05%), contextualizando os valores em BRL. Tal padrão pode refletir busca por ativos com maior potencial de upside relativo ou hedge contra debasement monetário.

Contexto Macroeconômico: ‘Impressão Gradual’ do Fed

Lyn Alden, em sua análise recente, afirma que o Federal Reserve entrou em modo de ‘impressão gradual’, expandindo o balanço patrimonial no ritmo do PIB nominal ou ativos bancários totais. Isso difere de um ‘big print’ agressivo, estimulando preços de ativos de forma moderada. Alden recomenda posse de ativos escassos de alta qualidade, rebalanceando de áreas eufóricas para subvalorizadas.

A nomeação de Kevin Warsh por Trump como próximo chair do Fed adiciona incerteza, com probabilidades de corte de juros em março caindo para 19,9% no CME FedWatch. A oferta de M2 continua expandindo, alinhando com debasement de longo prazo.

Implicações para Portfólios

Os fluxos observados apontam para uma possível rotação: do Bitcoin para altcoins ou ativos tradicionais como ouro, cotado a R$ 26.208,40 (-0,31%). Investidores devem monitorar níveis de suporte no BTC (próximo a médias móveis de 50 dias) e inflows contínuos em altcoins. Em um cenário de impressão gradual, diversificação em escassez digital pode ser estratégica, mas os dados enfatizam cautela em eufóricos excessivos.

Os números sugerem que o mercado está ajustando posições em resposta a estímulos moderados do Fed, priorizando resiliência setorial.


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Cristal hexagonal de dificuldade Bitcoin contraindo com rachadura '11%' vermelha, representando maior queda de mineração em 5 anos

Bitcoin Registra Maior Queda de Dificuldade em 5 Anos no Bloco 935.424

A dificuldade de mineração do Bitcoin registrou queda de 11,16% no sábado (7), no bloco 935.424, marcando o maior ajuste negativo desde o banimento chinês de 2021. Os dados do mempool.space indicam que o indicador recuou para 125,86 trilhões, refletindo uma redução de cerca de 20% no hashrate nos últimos 30 dias. Esse mecanismo automático do protocolo garante blocos a cada 10 minutos, mesmo sob estresse climático e de preço. O Bitcoin ficou mais fácil de minerar: entenda o que isso muda para a segurança da rede.


Detalhes Técnicos do Ajuste

Os ajustes de dificuldade ocorrem a cada 2.016 blocos, aproximadamente 14 dias, para manter o tempo médio de produção de blocos em 10 minutos. No período anterior, o hashrate global caiu significativamente devido à combinação de tempestades de neve nos EUA — que afetaram operações em Texas e outros hubs — e à desvalorização do BTC para próximo de US$ 60 mil na quinta-feira (5). Segundo dados do Hashrate Index, a queda no poder computacional foi de 20% em 30 dias.

A nova dificuldade de 125,86T representa o 10º maior recuo percentual da história, conforme análise do desenvolvedor Mononaut. Isso eleva a rentabilidade para os miners remanescentes, cujos custos fixos com energia agora enfrentam menor barreira para lucratividade. Os dados mostram que pressões externas como clima adverso e volatilidade de preço impactam o hashrate, mas o protocolo se adapta automaticamente.

Impacto na Rentabilidade dos Miners

Com a queda de 11,16% confirmada, menores participantes — mais sensíveis a custos energéticos — ganham fôlego. Quando o preço do BTC cai abaixo do breakeven de muitas operações (estimado em US$ 65-70 mil para rigs eficientes), miners desligam ASICs para evitar prejuízos. O ajuste reduz a competição, aumentando a probabilidade de encontrar blocos e, consequentemente, a recompensa de 3,125 BTC por bloco.

No contexto atual, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 371.028,61 (alta de 1,97% em 24h), equivalente a cerca de US$ 71 mil com dólar a R$ 5,21. Isso sugere recuperação parcial, mas miners monitoram se o hashrate estabiliza acima de níveis críticos para evitar ajustes adicionais negativos.

Resiliência do Protocolo Bitcoin

O mecanismo de ajuste dinâmico prova a robustez do Bitcoin. Em 2021, o banimento chinês derrubou o hashrate em 50%, mas a rede se reequilibrou rapidamente, migrando para EUA, Cazaquistão e Rússia. Hoje, sob estresse duplo (clima e preço), o protocolo mantém a emissão estável de 3,125 BTC por bloco, preservando a segurança via Proof-of-Work.

Hashrate sustentado garante descentralização e resistência a ataques de 51%. Quedas temporárias não comprometem a rede, pois incentivam eficiência: miners com acesso a energia barata (ex: Texas com flexibilidade) prevalecem. Os dados históricos mostram recuperação pós-ajustes negativos, com hashrate atingindo recordes em 2025 apesar de ATH de US$ 126 mil.

Níveis a Observar no Hashrate

Próximos ajustes ocorrem em cerca de 14 dias. Traders e miners devem acompanhar o hashrate em plataformas como mempool.space: suporte atual em torno de 600 EH/s, com resistência em 700 EH/s pré-queda. Se o BTC estabilizar acima de US$ 70 mil, espera-se influxo de hashrate, elevando dificuldade.

Volume de mineração em 24h atingiu 281,76 BTC nas exchanges brasileiras. Indicadores on-chain sugerem que, sem novos choques climáticos, a rede retorna à tendência de alta. Monitorar correlação preço-hashrate é essencial para avaliar saúde da rede.


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Personagem cartoon de operador tropeçando em botão de erro liberando moedas Bitcoin, com reguladores investigando, simbolizando falha na Bithumb

Bithumb sob Mira: Erro de US$ 44 Bilhões Desencadeia Investigação da FSC

A maior exchange da Coreia do Sul, Bithumb, protagonizou um erro operacional sem precedentes ao distribuir acidentalmente cerca de US$ 44 bilhões em Bitcoin (aproximadamente 620 mil BTC) a clientes durante um evento promocional. Em vez de pequenos prêmios em won coreano (cerca de R$ 6 por usuário), alguns receberam até 2 mil BTC cada. Autoridades da Financial Services Commission (FSC) iniciaram inspeções imediatas, expondo vulnerabilidades estruturais no setor de ativos virtuais sul-coreano.


Detalhes do Erro e Resposta Rápida

O incidente ocorreu na semana passada, quando um funcionário configurou incorretamente o sistema de recompensas. Segundo autoridades da Bithumb, o erro não envolveu hacks ou brechas de segurança externas, mas falhas internas nos processos de emissão de ativos. A exchange agiu em 35 minutos, restringindo negociações e saques para 695 clientes afetados, recuperando 99,7% dos Bitcoins distribuídos erroneamente.

No entanto, cerca de 125 BTC, equivalentes a US$ 9 milhões (R$ 47 milhões, com dólar a R$ 5,22), permanecem irrecuperados, pois alguns usuários venderam os ativos antes das restrições. A Bithumb afirmou que cobrirá essas perdas com reservas corporativas. O preço do Bitcoin na plataforma despencou 17%, atingindo 81,1 milhões de won (cerca de US$ 55 mil), antes de se recuperar para 104,5 milhões de won. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 370.435 no Brasil, com alta de 1,78% em 24 horas.

Escrutínio Regulatório da FSC

A Financial Services Commission (FSC), órgão regulador financeiro da Coreia do Sul, reagiu com celeridade. O regulador qualificou o episódio como evidência de vulnerabilidades no setor de ativos virtuais, anunciando revisões nos sistemas de controle interno de todas as exchanges domésticas. Inspeções presenciais já começaram nos escritórios da Bithumb em 7 de fevereiro, com solicitação de listas de funcionários autorizados a emitir pagamentos em cripto.

Jornais locais como o Kookmin Ilbo relataram que fontes anônimas descreveram o problema como “vulnerabilidades estruturais”. O sistema da Bithumb permitia emissões de pontos de fidelidade, won, Bitcoin e Ethereum sem procedimentos formais de liquidação, elevando riscos de erros humanos. O vice-presidente da divisão de negócios, Hwang Seung-wook, admitiu em comunicado interno que “um único erro na configuração de recompensas pode desestabilizar toda a exchange”, priorizando reformas em supervisão sobre culpas individuais.

Implicações Globais e Lições para o Mercado

Este caso destaca riscos operacionais em exchanges de grande porte, especialmente em jurisdições rigorosas como a Coreia do Sul, pioneira em regulamentações cripto desde 2017. Globalmente, reforça a necessidade de segregação rigorosa de fundos de clientes e automação em processos sensíveis, ecoando lições de incidentes como o colapso da FTX. Para investidores brasileiros, expõe como falhas em plataformas asiáticas podem gerar volatilidade mundial, afetando preços locais.

A Bithumb planeja um IPO nos Estados Unidos ainda em 2026, sob escrutínio adicional de agências como a SEC. Autoridades sul-coreanas, incluindo o watchdog de proteção ao consumidor, já investigam alegações de marketing da exchange. O episódio pode acelerar padrões globais de compliance, influenciando debates na UE e nos EUA sobre auditorias operacionais em plataformas cripto.

Perspectivas e Medidas Anunciadas

Diante da pressão regulatória, a Bithumb comprometeu-se a revisar sistemas internos para prevenir recorrências, embora detalhes específicos ainda não tenham sido divulgados. Investidores globais monitoram se a FSC imporá sanções ou exigirá upgrades tecnológicos, como autenticação multifatorial para emissões de ativos. O incidente ocorre em momento de maturidade do mercado cripto sul-coreano, com volumes diários bilionários, sublinhando que erros humanos persistem mesmo em infraestruturas avançadas.

Para o ecossistema internacional, reforça a importância de diversificação em exchanges reguladas e uso de custódia própria, minimizando exposição a falhas operacionais alheias.


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Adolescentes cartoon com chave de fenda arrombando porta high-tech, luz dourada vazando, ilustrando risco de roubo físico de cripto em casa

Adolescentes Presos por Tentativa de Roubo de US$ 66 Milhões em Cripto

Dois adolescentes da Califórnia foram presos após invadirem uma residência em Scottsdale, Arizona, no dia 31 de janeiro, com o objetivo de roubar US$ 66 milhões em criptomoedas. Disfarçados de entregadores, eles agrediram os moradores e usaram fita adesiva para contê-los, em uma tática conhecida como ataque de chave de fenda. A prisão rápida pela polícia local evitou o sucesso do golpe, mas destaca os perigos físicos para detentores de ativos digitais.


Detalhes da Invasão e Prisão

Jackson Sullivan e Skylar Lapaille, ambos estudantes do ensino médio de San Luis Obispo, na Califórnia, dirigiram cerca de 1.000 km até a casa alvo, próxima à Cactus Road e Loop 101. Eles se apresentaram como funcionários de entrega de pacotes, ganhando acesso inicial. Uma vez dentro, restringiram dois adultos com fita adesiva e os agrediram fisicamente enquanto revistavam o local em busca de chaves privadas ou seed phrases das criptomoedas.

Um filho adulto das vítimas, presente em outro cômodo, conseguiu acionar a polícia discretamente. Ao chegarem, os invasores fugiram em um Subaru azul, mas foram interceptados em um estacionamento de shopping próximo. Na prisão, autoridades encontraram roupas de disfarce, ferramentas de contenção e uma pistola impressa em 3D sem munição. A mãe de um dos suspeitos havia alertado as autoridades californianas após ler mensagens no celular do filho.

Planejamento via Signal e Extorsão

O crime foi orquestrado por figuras anônimas conhecidas como “Red” e “8” no aplicativo Signal. Esses indivíduos forneceram o endereço da vítima, US$ 1.000 para suprimentos e instruções detalhadas. É importante considerar que os adolescentes alegam terem sido extorquidos para participar, sugerindo uma rede criminosa maior por trás. Essa coordenação remota via apps criptografados complica investigações policiais.

O risco aqui é claro: a ostentação de holdings em cripto pode atrair predadores. Como o ditado no ecossistema diz, “não conte a ninguém quantas moedas você tem”. A vítima aparentemente havia exposto sua fortuna de US$ 66 milhões, tornando-se alvo fácil.

Ameaça Física: Ataque de Chave de Fenda

Conhecido como $5 wrench attack, esse tipo de violência física ignora todas as proteções digitais. Não importa quão segura seja sua carteira hardware ou multi-sig: uma ameaça à integridade física força a entrega das chaves. Atenção para o aumento de casos semelhantes, onde criminosos visam holders ricos em vez de hacks remotos.

Para investidores brasileiros, o alerta é relevante: com o Bitcoin valorizado, invasões domiciliares por cripto já ocorreram no país. A ostentação em redes sociais ou conversas casuais pode ser o elo fraco.

OpSec Física: Medidas de Proteção Essenciais

Para mitigar esses riscos, adote OpSec física rigorosa. Instale câmeras Ring ou alarmes conectados, evite discutir holdings em público e considere custódia institucional para grandes valores — como serviços da Binance ou Coinbase. Use endereços misturadores para ofuscar transações e nunca associe identidade real a wallets públicas.

Vale monitorar: casos como esse testam a maturidade do mercado. Investidores devem equilibrar o orgulho de ganhos com discrição absoluta. O que observar? Aumento de crimes coordenados via apps anônimos e a necessidade de leis específicas contra extorsão cripto.


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Regulador cartoon abrindo portas de cofre liberando stablecoins bancárias como colateral para traders de futuros, sinalizando aprovação da CFTC

CFTC Abre Portas: Stablecoins Bancárias Viram Garantia em Futuros

A Comissão de Negociação de Futuros de Commodities dos EUA (CFTC) anunciou uma atualização crucial em seus critérios, reconhecendo agora stablecoins emitidas por bancos nacionais de confiança como colateral elegível para margens em contratos de futuros. Publicada em 6 de fevereiro de 2026, essa medida representa um marco de maturidade para o mercado de derivativos cripto, alinhada à agenda pró-cripto do presidente Trump. Grandes investidores ganham um selo de aprovação institucional, abrindo portas para maior liquidez e integração com o sistema financeiro tradicional. Isso muda o jogo, fortalecendo os fundamentos do ecossistema.


Detalhes da Atualização Regulatória

A revisão do CFTC Staff Letter 25-40, inicialmente emitido em dezembro de 2025, expande o escopo de stablecoins de pagamento qualificadas. Anteriormente limitado a emissores estatais como money transmitters ou trust companies, agora inclui bancos nacionais de confiança, autorizados pelo OCC (Office of the Comptroller of the Currency). A Divisão de Participantes de Mercado da CFTC esclarece que não houve intenção de excluir esses bancos, corrigindo uma lacuna regulatória.

O presidente da CFTC, Michael S. Selig, celebrou a mudança, destacando o papel dos EUA como líder global em inovação de stablecoins sob o GENIUS Act. Futures Commission Merchants (FCMs) registrados podem agora aceitar esses ativos em contas de clientes, reduzindo fricções operacionais e elevando a eficiência no mercado de derivativos.

O Que São Bancos Nacionais de Confiança?

Bancos nacionais de confiança são instituições financeiras charterizadas federalmente pelo OCC, focadas em serviços de custódia, trust e emissão de stablecoins, sem as obrigações plenas de bancos comerciais como seguros de depósito. Elas operam sob supervisão federal unificada, evitando licenças estaduais fragmentadas. Anchorage Digital foi a pioneira crypto-native a obter essa licença em janeiro de 2025, seguida por aprovações condicionais a Coinbase, Circle, Ripple e BitGo.

Esses bancos exigem 100% de reservas em ativos líquidos como dólares, treasuries ou fundos governamentais, com auditorias mensais e relatórios transparentes. Paxos e similares exemplificam essa transição, oferecendo credibilidade institucional sem os rigores de bancos tradicionais.

Impacto na Liquidez e Adoção Institucional

Essa aprovação é um catalisador para liquidez. Stablecoins bancárias como colateral facilitam entradas massivas de capital institucional em derivativos cripto, similar à maturidade vista em ações e commodities. O mercado, avaliado em US$ 2,35 trilhões, ganha eficiência, com FCMs retendo esses ativos em contas separadas, minimizando riscos de contraparte.

Fundamentos se fortalecem: mais players institucionais significam fluxos estáveis, reduzindo volatilidade de curto prazo. Para investidores brasileiros, isso sinaliza confiança global, potencializando plataformas locais integradas a ecossistemas regulados. O ecossistema cripto está se construindo sólidamente.

Perspectivas de Longo Prazo

No contexto do GENIUS Act, essa regra acelera a tokenização regulada, posicionando os EUA à frente. Embora riscos como descolamentos persistam, a supervisão federal mitiga-os. Monitorar aprovações adicionais e volumes em derivativos será chave. Essa evolução reforça a tese de adoção gradual, beneficiando holders de longo prazo com maior estabilidade e crescimento orgânico.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Ondas turbulentas vermelhas colidindo sobre monolito dourado de Bitcoin no fundo de abismo digital, simbolizando medo extremo e possível fundo de mercado

Google Trends em 100: Medo Extremo Revela Possível Fundo do Bitcoin

Os dados do Google Trends registram pico de 100 pontos para buscas por Bitcoin na semana, o máximo anual, coincidindo com o Índice de Medo e Ganância em ‘medo extremo’ (7/100 no alternative.me e 8/100 no CoinMarketCap). Após queda para US$ 59.900 em 5 de fevereiro, o BTC recuperou para acima de US$ 70.000, com perda semanal de 15,51%. Esse padrão histórico sugere capitulação de varejo, momento em que dados indicam entrada de investidores institucionais.


Pico de Buscas no Google Trends

Os dados mostram que a avaliação semanal de buscas por ‘Bitcoin’ atingiu 100 pontos no Google Trends até o final de semana de 8 de fevereiro de 2026, o nível máximo nos últimos 12 meses. O pico anterior foi de 95 pontos entre 16 e 23 de novembro de 2025, quando o BTC caiu abaixo de US$ 100.000 pela primeira vez em seis meses. No ambiente russo via Yandex Wordstat, as buscas por ‘биткоин’ dobraram, de 45.000 em 30 de janeiro para 120.000 em 5 de fevereiro, com maior volume em Moscou, Irkutsk e Ingushetia.

Analistas como André Dragosch, da Bitwise, observam que esse interesse varejista pode indicar compras massivas por investidores menores. Julio Moreno, do CryptoQuant, nota que após a queda para US$ 60.000, o prêmio da Coinbase virou positivo pela primeira vez desde meados de janeiro, sugerindo acumulação por americanos.

Índice de Medo e Ganância em Extremos

O Crypto Fear & Greed Index do alternative.me está em 7/100 (‘extreme fear’), próximo aos 9 pontos de junho de 2022 durante o colapso da Terra. O índice usa volatilidade (25%), momentum/volume (25%), atividade social (15%), dominância BTC (10%) e Google Trends (10%). Já o CoinMarketCap marca 8/100, analisando top 10 criptos com volatilidade (Volmex), momentum de preço, sentimento social, derivativos (put/call Deribit) e composição de mercado.

Ambos os gauges caíram para mínimas recentes após o crash de 5 de fevereiro, que levou o mercado cripto a perder US$ 2 trilhões do pico de outubro e US$ 800 bilhões só no último mês, per CoinGecko. Capitalização atual em torno de US$ 3.579 trilhões reflete correção de 18% mensal.

Contexto Histórico e Psicologia de Mercado

Historicamente, picos de buscas com ‘medo extremo’ precedem fundos por capitulação, quando varejo vende em pânico e smart money acumula. Em 2022, níveis similares coincidiram com baixas locais. Dados do bits.media confirmam perda semanal de 15,51% no BTC, com recuperação parcial para US$ 70.767 (às 18h UTC). O RSI em 31 sugere oversold, enquanto médias móveis (EMA 10 a SMA 200) atuam como resistências acima de US$ 75.000.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 370.731,28 (+1,8% em 24h, volume 280 BTC) reflete resiliência local apesar da volatilidade global.

Níveis Técnicos a Observar

Suportes chave em US$ 66.000-68.000 e US$ 60.000; resistências em US$ 71.000-72.000 e US$ 75.000. Compressão no gráfico de 1h indica expansão iminente de volatilidade. ADX em 44 confirma força de tendência baixista, com MACD negativo. Investidores monitoram se o varejo capitula totalmente, permitindo reversão se suporte segurar. Dados sugerem sensibilidade alta a shifts modestos, com pânico potencialmente precificado.


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Trader baleia cartoon deixando rastros on-chain luminosos impactando nós DeFi ENA, ETHFI e PENDLE, simbolizando movimentações suspeitas

Rastros On-Chain: Arthur Hayes Despeja Milhões em Tokens DeFi?

Investigações on-chain revelam que Arthur Hayes, ex-CEO da BitMEX, transferiu milhões em tokens DeFi para endereços de exchanges nas últimas horas. São 8,57 milhões de ENA (US$ 1,06 milhão), 2,04 milhões de ETHFI (US$ 954 mil) e 950 mil PENDLE (US$ 1,14 milhão), segundo monitoramento do Lookonchain. Evidências apontam para possível venda, em meio a um histórico de vendas em massa que influenciam preços. Isso sinaliza abandono do DeFi ou realização de lucros? O mercado reage com cautela.


Detalhes das Movimentações Recentes

As transferências foram detectadas em tempo real por ferramentas de análise on-chain. Hayes enviou os tokens de suas carteiras pessoais diretamente para plataformas de negociação conhecidas, padrão comum para liquidações. O volume total ultrapassa US$ 3 milhões, uma quantia significativa para protocolos DeFi emergentes como ENA (Ethena), ETHFI (ether.fi) e PENDLE (Pendle).

Red flag inicial: Movimentos desse porte de uma figura influente como Hayes não passam despercebidos. O tweet do Lookonchain, replicado em diversas fontes, alerta explicitamente para “likely to sell”. Sem confirmação oficial de Hayes, as evidências on-chain falam por si: os fundos saíram de cold wallets para hot wallets de exchanges.

Nos últimos 15 minutos antes da detecção, as transações foram agrupadas, sugerindo coordenação. Isso não é um erro de roteamento, mas uma estratégia deliberada.

Histórico de Vendas de Hayes Revela Padrão

Não é a primeira vez. Em agosto de 2025, Hayes vendeu altcoins prevendo correção, mas o mercado subiu, forçando-o a recomprar ETH a preços mais altos. Em novembro, despejou 520 ETH (US$ 1,66 milhão), junto com ENA e ETHFI. Dezembro trouxe nova rodada: trocou ETH por PENDLE, LDO, ENA e ETHFI.

Agora, em fevereiro de 2026, ele inverte novamente. Esse ciclo de buy-sell-buy expõe volatilidade em suas posições DeFi. Evidências apontam para trading de curto prazo, não hodl de longo prazo. Investidores que seguiram suas compras anteriores viram ganhos, mas dumps subsequentes geraram perdas coletivas.

O padrão levanta questões: Hayes usa influência para pump and dump, ou é apenas oportunista em um mercado volátil? Fatos on-chain não mentem, mas intenções exigem cautela.

Impacto nos Preços dos Tokens DeFi

Hayes não é um investidor qualquer — sua palavra e ações movem mercados. Após alertas semelhantes no passado, ENA caiu 5-10% em horas, ETHFI registrou picos de venda, e PENDLE testou suportes críticos. Hoje, com o mercado cripto em correção, essas transferências coincidem com quedas de 3-7% nos preços dos tokens envolvidos.

Protocolos DeFi dependem de liquidez e confiança. Um dump de baleia como Hayes amplifica a pressão vendedora, especialmente em tokens com baixa capitalização. Monitoramentos mostram pico no volume de venda pós-transferência, indicando que outros atores seguem o rastro on-chain para front-run ou copiar trades.

Para brasileiros, com dólar volátil, isso significa risco extra em posições alavancadas nessas altcoins via exchanges locais.

Como se Proteger de Movimentos de Baleias

Evidências como essas reforçam a necessidade de due diligence independente. Monitore wallets conhecidas via Lookonchain ou Arkham Intelligence. Evite FOMO em pumps liderados por influencers controversos como Hayes, com histórico na BitMEX (acusada de irregularidades regulatórias).

Passos práticos:

  1. Use alertas on-chain para grandes transferências.
  2. Diversifique além de DeFi especulativo — priorize Bitcoin e Ethereum.
  3. Defina stop-loss em posições de altcoins.
  4. Ignore hype de redes sociais; foque em fundamentals dos protocolos.

Hayes pode estar realizando lucros legítimos, mas o histórico sugere risco. Proteja seu portfólio rastreando os rastros antes que eles atinjam você.


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Personagens cartoon da comunidade recebendo tokens BASED sem travas de plataforma elevada com '36%' luminoso, simbolizando airdrop generoso

Token BASED: 36% Sem Lock-up para Comunidade em março de 2026

A plataforma de trading multicanal Based anunciou os tokenomics do seu token nativo BASED, com suprimento total de 1 bilhão de unidades. O destaque é a alocação de 36% diretamente para a comunidade, sem período de lock-up, disponível para claim a partir de março de 2026. Essa estrutura generosa reforça o compromisso com os usuários iniciais e sinaliza confiança no crescimento orgânico do ecossistema, em um mercado onde incentivos sem travas são raros e valorizados.


Distribuição Completa dos Tokens BASED

O token BASED terá um total fixo de 1 bilhão de unidades, distribuídas de forma estratégica para equilibrar interesses de longo prazo. Segundo o anúncio oficial, 36% vão para a comunidade, representando o maior bloco de alocação e um sinal claro de priorização dos usuários. Outros 23,64% são destinados a ecossistema e recompensas comunitárias, fomentando atividades contínuas no protocolo.

Investidores recebem 20,36%, enquanto 20% ficam com os core contributors. Essa tokenomics reflete uma abordagem equilibrada, comum em projetos maduros que buscam alinhar incentivos entre builders, investidores e holders. O mercado está construindo bases sólidas para adoção, e alocações como essa fortalecem a narrativa de crescimento sustentável, especialmente após ciclos de alta impulsionados por comunidades engajadas.

Detalhes da Alocação Comunitária: Quem Pode Claimar?

A fatia de 36% para comunidade é dividida de maneira precisa, incentivando participação ativa. Os 23,5% (235 milhões de tokens) serão distribuídos para membros da Based das Seasons 1 e 2 de pontos, holders de PUP, detentores de BasedPal NFT e parceiros de lançamento que apoiarem o TGE. O claim abre em março de 2026, sem lock-up, permitindo liquidez imediata e reduzindo pressão de venda forçada.

Adicionalmente, 7,5% (75 milhões) vão para a comunidade Ethena, destacando sinergias entre protocolos. Outros 5% (50 milhões) ficam reservados para Season 3. Para estar elegível, investidores devem verificar participação nas atividades qualificadas: acumular pontos nas seasons passadas, holdar os ativos mencionados ou se engajar na Season 3. Essa transparência é um diferencial em um espaço cheio de promessas vagas, e posiciona o BASED como um ativo com fundamentos comunitários robustos.

Conexão com Ethena e Implicações Estratégicas

A alocação para Ethena não é aleatória: reflete parcerias que ampliam o ecossistema. Ethena, conhecida por seu yield em stablecoins sintéticos, compartilha visão de inovação em DeFi. Essa ponte pode atrair fluxos cross-protocolo, similar a como integrações passadas impulsionaram adoções em ciclos anteriores. Para o investidor brasileiro, isso significa oportunidades em ecossistemas conectados, onde teses de yield e trading se intersectam.

No contexto macro, com halvings recentes e fluxos institucionais em ETFs, projetos como Based ganham tração. A ausência de lock-up na comunidade reduz riscos de dumps iniciais, estabilizando preço e incentivando hold de longo prazo. Os fundamentos se fortalecem à medida que comunidades ativas constroem valor real, não especulativo.

Próximos Passos para Investidores

Monitore o anúncio oficial no X da Based para atualizações sobre claims e TGE. Verifique elegibilidade via dashboard da plataforma, focando em Seasons 1-3, PUP e NFTs. Essa estrutura sem travas é um raro incentivo que pode catalisar engajamento, mas lembre-se: o mercado cripto premia paciência e pesquisa própria. Com alocações assim, o ecossistema Based se posiciona para um ciclo de expansão, alinhado à tese de adoção global.


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Silhuetas vaporwave de baleias emergindo de oceano digital recolhendo tokens SHIB em alta de 22%, contrastando com pânico do mercado de memes

Shiba Inu Salta 22%: Baleias da OKX Escondem Bilhões

Interessante como o mercado todo sangra em medo extremo, mas o Shiba Inu resolve acordar e pular 22% bem na hora em que 20,841 bilhões de SHIB somem dos order books da OKX direto para cold wallet. Valor? Uns míseros US$ 132 mil – troco de pinga para baleias. O cachorro-meme ignora Bitcoin e cia, enquanto você aí segura stablecoin rezando pela vida. Coincidência ou plano? O timing é de cinema.


A Transferência que Ninguém Esperava

Curioso, não? No dia 7 de fevereiro, enquanto SHIB testava mínimas de 2023 após uma queda de 30% na semana, a OKX decide que é hora de brincar de esconde-esconde. 20,841,045,129 tokens saem da hot wallet e vão para o cold storage, como mostra o Arkham. Isso representa uma redução imediata na oferta circulante na exchange, bem quando o preço começa a se recuperar para US$ 0,0000062.

Não é a primeira vez que exchanges fazem isso – gestão de reservas, proteção contra saques ou simples housekeeping. Mas o timing? Perfeito demais. Em um mercado onde altcoins vomitam volume, SHIB some de cena. É como se as baleias dissessem: “Vocês vendam, a gente guarda pro carnaval”.

SHIB vs. o Resto do Zoo: Divergência Total

Enquanto isso, o resto do circo cripto patina. Dogecoin, o “irmão maior” das memes, cai 2% para cerca de R$ 0,50. Bitcoin oscila, mas segundo o Cointrader Monitor, está em R$ 371 mil com alta de 1,8% nas últimas 24h. Dólar a R$ 5,21. Mas SHIB? Ignora o medo geral e absorve demanda como se nada estivesse acontecendo.

É o clássico da psicologia de memes: quando tudo desaba, o irracional vira refúgio. Lembra Buttcoin, aquele fórum que ri de Bitcoin como pirâmide? Pois é, SHIB faz o mesmo com a gente – prova que loucura tem método próprio. Indicadores mostram demanda voltando, mas e se for só FOMO de varejo?

Baleias Jogam ou o Mercado é Maluco?

OKX não comentou, claro. Pode ser plunge protection, rebalanceamento ou sinal de acumulação. Retirar da hot wallet reduz risco de hacks e saques em pânico, mas também aperta oferta – bom para preço. Para o leitor comum: vale monitorar. Se SHIB romper US$ 0,0000068, pode mirar o suporte em US$ 0,0000046 como piso.

A ironia? Enquanto você chora perdas em altcoins sérias, baleias hibernam SHIB. É plano ou delírio coletivo? O mercado cripto adora essas narrativas. Fique de olho no volume da OKX e no Fear & Greed – se virar ganância, o cachorro morde de novo.

O Que Fazer Diante do Absurdo?

No fim, SHIB nos lembra: cripto não é racional. É comportamento humano em esteroides. Não é conselho, mas observe: exchanges mexendo em memes durante baixa é sinal ou armadilha? Compare com 2021: euforia leva a quedas. Hoje, talvez o oposto. Vale checar wallets no Arkham e não FOMO total. O circo continua.


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