Nuvem de poeira digital dissipando-se e revelando pilar cristalino estável, simbolizando calmaria no preço Bitcoin pós-expiração de US$ 2 bi em opções

Pós-Expiração US$ 2 Bi Opções BTC: Poeira Baixou no Mercado?

A expiração de cerca de US$ 2 bilhões em opções de Bitcoin na Deribit, ocorrida às 08:00 UTC desta sexta-feira (20/02/2026), resultou em volatilidade moderada. O preço spot, que negociava em torno de US$ 68.182 pré-vencimento, registra agora US$ 67.699, uma queda de aproximadamente 0,7% no intervalo. O max pain em US$ 70.000 não foi testado, com open interest concentrado em strikes de US$ 60.000 e US$ 50.000 exercendo pressão de baixa limitada. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 351.299 apresenta variação de +0,69% em 24 horas, com volume de 262,44 BTC.


Resumo dos Dados da Expiração

Os dados pré-expiração indicavam 30.600 contratos com valor nocional de US$ 2 bilhões, relação put/call de 0,59 favorecendo calls, mas com open interest (OI) elevado nos strikes de US$ 60.000 (US$ 1,2 bilhão) e US$ 50.000 (US$ 1 bilhão). O OI total de opções BTC em todas as exchanges alcançava US$ 36,5 bilhões, com skew call-heavy, porém demanda por proteção downside via puts no strike de US$ 58.000 (equivalente a 2.140 BTC). O max pain em US$ 70.000 sugeria potencial atração do preço para esse nível, onde mais opções expirariam sem valor.

Paralelamente, 212.000 contratos de Ethereum expiraram com US$ 404 milhões nocionais, put/call de 0,75 e max pain em US$ 2.050. O ETH negociava próximo a US$ 1.972, com ajustes de posições alavancadas pelo trader Huang Licheng (25x leverage em 7.800 ETH).

Reação do Preço Pós-08:00 UTC

Desde a expiração, o Bitcoin oscilou entre máxima de US$ 68.295 e mínima de US$ 66.510 nas últimas 24 horas, conforme cotações em tempo real. O preço atual de US$ 67.699 (+1,07% em 24h) reflete recuo modesto em relação ao spot pré-vencimento, sem rompimento da resistência em US$ 70.000. No mercado brasileiro, a cotação em reais confirma estabilidade, com BTC a R$ 351.308 (+0,76%) e dólar a R$ 5,1765 (-0,65%).

Os dados mostram que a liquidez concentrada nos strikes inferiores (US$ 60k/US$ 50k) pode ter ancorado o preço abaixo do max pain, evitando spike altista. Volume spot permaneceu baixo, com market cap total em US$ 2,37 trilhões, -46% do pico recente.

Níveis Técnicos Pós-Expiração

Com a remoção de OI dos contratos expirados, a estrutura técnica do BTC apresenta suporte imediato em US$ 66.500 (próximo à mínima diária), seguido de US$ 60.000 (strike anterior). Resistência primária permanece em US$ 70.000, com média móvel de 50 períodos alinhada nessa zona. Para ETH, o range de US$ 1.966-2.002 continua relevante, coincidindo com consolidação atual em US$ 1.950-2.050.

Traders devem monitorar o OI residual pós-expiração e volume em exchanges como Deribit para sinais de direção. A predominância de calls expirando out-of-the-money reforça viés neutro, com potencial para sideways até novos catalisadores.

Implicações para Investidores Brasileiros

No contexto local, o BTC a R$ 351 mil oferece estabilidade relativa, apesar da volatilidade global. A estratégia de Huang Licheng, com stops em zona crítica, exemplifica gerenciamento de risco em alavancagem alta (25x), resultando em prejuízo flutuante de US$ 253.000. Investidores devem observar variações cambiais (dólar em queda) e volume local de 262 BTC em 24h para decisões posicionais.

Os números indicam que o impacto da expiração foi contido, sem reconfiguração drástica da estrutura de mercado. Próximos níveis a observar: suporte US$ 66.500 e resistência US$ 70.000.


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Triângulo cristalino geométrico com energia cyan-dourada pressurizada no ápice, simbolizando padrão técnico de Ethereum em ponto de decisão

Ethereum em Ponto de Decisão: Triângulo 4h Ameaça US$ 4 Bi em Liquidações

O Ethereum (ETH) encontra-se em um ponto técnico crítico no gráfico de 4 horas, formando um triângulo de compressão de volatilidade que sinaliza um rompimento iminente. Os dados mostram o preço aproximando-se do ápice da figura, com suporte ascendente em torno de US$ 1.800 e resistência descendente limitando avanços. Um rompimento para cima pode liquidar US$ 4,23 bilhões em posições vendidas em exchanges centralizadas principais, conforme análise de liquidações da Coinglass. Atualmente, o ETH negocia a US$ 1.966, próximo do limiar de US$ 2.000.


Situação no Gráfico Diário

No timeframe diário, o Ethereum permanece confinado em um canal descendente, com a linha média atuando como resistência dinâmica e a zona de US$ 1.800 servindo como base estrutural de demanda. Após uma venda agressiva recente, o preço entrou em consolidação agitada, caracterizada por candles sobrepostos e retrações menores, indicando equilíbrio e indecisão entre compradores e vendedores.

Os dados revelam que tentativas de alta foram contidas abaixo de resistências significativas, enquanto vendedores não conseguiram romper o suporte inferior. Essa dinâmica sugere range-bound até violação clara de uma das fronteiras: rompimento acima da linha média abriria caminho para US$ 2.300–2.500, enquanto perda de US$ 1.800 invalidaria o equilíbrio e favoreceria impulso baixista.

Atualmente, com cotação em US$ 1.966 (equivalente a cerca de R$ 10.204), o mercado reflete estabilidade relativa, mas com potencial para aceleração direcional.

Compressão no Gráfico de 4 Horas

No gráfico de 4 horas, a formação do triângulo é evidente, delimitado por resistência descendente e suporte ascendente. Essa contração de volatilidade aproxima o preço do ápice, aumentando a probabilidade de rompimento decisivo nos próximos candles.

As mínimas mais altas recentes dentro do padrão indicam demanda de curto prazo melhorando, elevando chances de resolução altista. No entanto, enquanto o ETH permanecer abaixo do nível de 0,5 Fibonacci em US$ 2.396, a estrutura configura correção dentro da tendência baixista dominante.

Um rompimento confirmado acima do triângulo, seguido de reclaim de US$ 2.396, direcionaria momentum para 0,618 Fib em US$ 2.549 e cluster de retração 0,702–0,786 próximo a US$ 2.658–2.767, coincidente com zona de oferta identificada.

Potencial de Liquidações em Exchanges

Dados de liquidação da Coinglass destacam intensidade acumulada: ultrapassar US$ 2.000 pode disparar US$ 4,23 bilhões em posições vendidas em CEXs principais, representando reação forte de liquidez. Essa métrica reflete não o valor exato de contratos, mas a força relativa de clusters de liquidação próximos.

Colunas mais altas no mapa de liquidações indicam maior impacto, com compradores forçados a cobrir posições gerando pressão compradora adicional e potencial “liquidez cascata”. Inversamente, queda abaixo de US$ 1.900 exporia US$ 5,82 bilhões em posições compradas, ampliando downside.

Esses níveis atuam como zonas de alta densidade de alavancagem, onde movimentos de preço podem auto-reforçar via feedback positivo de liquidações.

Níveis Chave e Indicadores de Sentimento

O Taker Buy/Sell Ratio em todas as exchanges permanece abaixo de 1.0 por período prolongado, sinalizando domínio de sells agressivos alinhado à estrutura baixista de timeframes superiores. Contudo, rebound recente e estabilização da EMA de 30 dias sugerem enfraquecimento da pressão vendedora.

Níveis a observar incluem suporte em US$ 1.800–1.746 caso falhe o rompimento altista do triângulo. Um ratio acima de 1.0 sustentado confirmaria compras agressivas, elevando probabilidade de breakout.

Os dados posicionam o ETH em inflecção técnica, com Fibonacci e mapa de liquidações definindo alvos precisos para traders monitorarem.


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Baleia cartoon colossal emergindo de oceano turbulento com rede de BTC dourados, ignorando ondas vermelhas de queda e simbolizando acumulação institucional

Baleias Acumulam US$ 2 Bilhões em Bitcoin Ignorando Queda para US$ 67 Mil

Os dados on-chain mostram que baleias acumularam mais de 30.000 BTC na última semana, equivalendo a cerca de US$ 2 bilhões ao preço médio de US$ 67.000. Apesar da queda recente do Bitcoin para essa zona de suporte, grandes holders demonstram convicção compradora. Paralelamente, a BlackRock transferiu US$ 270 milhões em BTC e ETH para a Coinbase Prime, em meio a resgates nos ETFs. Esse contraste entre pânico no varejo e ação da mão forte levanta questões sobre o próximo movimento de preço.


Acumulação Massiva por Baleias

De acordo com análise on-chain divulgada pelo analista Ali Martinez e reportada em múltiplas fontes, baleias — endereços com pelo menos 1.000 BTC — adicionaram mais de 30.000 unidades às suas carteiras nos últimos sete dias. Ao preço médio de negociação de aproximadamente US$ 67.000, essa atividade representa um volume de aquisição superior a US$ 2 bilhões.

Os dados, extraídos de plataformas como Glassnode ou similares, indicam que essa acumulação ocorreu precisamente durante a queda atual, com o Bitcoin testando o suporte em torno de US$ 67.000. Historicamente, compras agressivas por grandes holders em níveis de baixa têm precedido estabilizações ou reversões, embora não haja garantia de repetição. A intensidade da acumulação semanal sugere posicionamento para um possível reset de liquidez.

No curto prazo, o volume de transações de baleias contrasta com o varejo, que registra maior aversão ao risco abaixo dos US$ 70.000. Métricas como o Net Unrealized Profit/Loss (NUPL) podem estar sinalizando um ponto de capitulação para holders menores.

Movimentações Institucionais da BlackRock

A gestora BlackRock, maior emissora de ETFs de Bitcoin nos EUA, depositou 2.563 BTC (US$ 173 milhões) e 49.852 ETH (US$ 97 milhões) na Coinbase Prime na sexta-feira, 20 de fevereiro. Essa transferência ocorre em contexto de saídas significativas: o ETF IBIT registrou saídas líquidas de US$ 368 milhões nos últimos três dias, contribuindo para os US$ 404 milhões totais dos 11 ETFs de Bitcoin americanos.

O fundo ETHA perdeu US$ 104 milhões no mesmo período. Tais movimentações são rotineiras para criação e resgate de shares de ETF, ajustando o suprimento conforme demanda institucional. Não necessariamente indicam venda no mercado aberto, mas refletem realocação de ativos custodiais. Plataformas como Arkham Intelligence rastreiam essas transações em tempo real, transparentizando fluxos de grandes players.

Esses depósitos reforçam o papel das instituições na liquidez do Bitcoin, mesmo em fases de retração semanal.

Contexto Técnico e Cotação Atual

O Bitcoin negocia atualmente em torno de US$ 67.746, com alta de 1,14% nas últimas 24 horas. Em reais, segundo o Cointrader Monitor, o preço médio ponderado é de R$ 351.574,36, com variação positiva de 0,83% no dia e volume de 261,82 BTC.

Técnicamente, US$ 67.000 atua como suporte chave, próximo à média móvel de 50 dias. Resistências imediatas estão em US$ 68.000 e US$ 70.000. Indicadores como RSI (14) em zona neutra (~45) sugerem ausência de sobrevendido extremo, alinhando-se à acumulação observada.

O dólar está cotado a R$ 5,1765, influenciando a paridade BTC/BRL.

Implicações para o Mercado

A divergência entre acumulação de baleias e outflows de ETFs ilustra a dinâmica bipolar do mercado: mão forte aproveitando dips, enquanto fluxos spot refletem ajustes institucionais. Dados on-chain priorizam a oferta em cold wallets, onde 30.000 BTC a menos em circulação reforçam pressão de alta potencial.

Investidores devem monitorar níveis de US$ 67.000 (suporte) e US$ 68.000 (resistência), além de inflows semanais em ETFs. A continuidade da acumulação por baleias pode estabilizar o preço, preparando terreno para o próximo ciclo de liquidez.


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Balança brutalista desequilibrada com bloco PIB 1.4% derretendo e glifo PCE 3% inflando, fantasma de estagflação pairando sobre Bitcoin

Estagflação Fantasma? PIB EUA Derrete e PCE Inflaciona

Pior que o esperado: o PIB dos EUA cresceu apenas 1,4% anualizado no Q4/2025, o menor ritmo desde o Q1 e bem abaixo das projeções de 3%. Pior: o índice PCE de dezembro registrou 3% ao ano, superando os 2,9% previstos. A história mostra que PIB fraco mais inflação alta é a receita clássica para estagflação — e o mercado cripto, em sua euforia altista, parece estar ignorando esse risco macro. O Bitcoin, cotado a R$ 351.625 segundo o Cointrader Monitor, aguenta o choque?


Crescimento Econômico Desacelera Mais que o Previsto

O PIB americano anualizado de 1,4% no quarto trimestre de 2025 confirma uma desaceleração acentuada. Pesaram menor gasto do consumidor, queda nas exportações e interrupções pelo shutdown governamental, conforme detalhado na análise. Economistas esperavam 3%, mas a realidade entregou o pior resultado desde o início do ano.

A história econômica repete padrões: em ciclos passados, como o final dos anos 1970 ou a estagflação dos 2000s iniciais, crescimentos anêmicos sinalizam tops de ciclo. O mercado está ignorando esses alertas, focado em narrativas de IA e adoção cripto, mas o quadro macro real é de fragilidade. O dólar opera em torno de R$ 5,18, refletindo incertezas globais.

Inflação PCE Persiste e Complica o Fed

O core PCE de dezembro subiu para 3% ao ano, acima dos 2,9% esperados e do 2,8% anterior. No mês, avançou 0,4%, o maior desde fevereiro de 2025. Esse indicador preferido pelo Fed mostra pressão inflacionária teimosa, mesmo com crescimento lento.

Cuidado com a armadilha: inflação alta impede cortes de juros agressivos, enquanto PIB fraco clama por estímulos. É o dilema clássico da estagflação, que paralisou o Fed em épocas passadas como 2022, quando cripto sofreu correções de 70%. Investidores altistas apostam em cortes, mas esses dados sugerem decisões difíceis pela frente.

Reação Oficial: ‘Decepcionante’, Diz Hassett

O diretor do Conselho Econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, qualificou o relatório de PIB como ‘um pouco decepcionante’. Essa admissão oficial reforça preocupações com o impacto do shutdown e fraqueza no consumo. Sem detalhes sobre respostas políticas, o comentário ecoa ceticismo macro.

No contexto de 2026, com eleições recentes e tensões fiscais, o governo enfrenta pressão para estabilizar. Mas, como em crises anteriores — pense na recessão de 2008 ou baixa de 2018 —, admissões de fraqueza precedem volatilidade em ativos de risco.

Implicações para Cripto: Ceticismo Necessário

O mercado cripto, com Bitcoin acima de US$ 67.000, exibe exuberância irracional diante desses sinais. Correlações históricas mostram que choques macro como estagflação derrubam risco: em 2022, BTC caiu 65% com PCE elevado e Fed hawkish.

Vale monitorar: se o Fed hesitar em cortes, liquidez global encolhe, pressionando altcoins primeiro. A proteção de capital deve priorizar sobrevivência ao próximo bear, não ganhos especulativos. Dados sugerem que o otimismo atual ignora lições do passado — e toda alta tem seu fim.


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Cena de circo cartoon em Mar-a-Lago: banqueiros e Nicki Minaj celebrando no picadeiro enquanto memecoin TRUMP cai sobre investidores retail prejuízo

Circo em Mar-a-Lago: Nicki Minaj, Bancos e o Tombo do TRUMP

Interessante como o mundo cripto consegue misturar o melhor do glamour pop com o establishment financeiro, não é? No último fim de semana, o World Liberty Financial forum em Mar-a-Lago reuniu Goldman Sachs, Franklin Templeton, CZ da Binance e, pasmem, Nicki Minaj para debater tokenização e regulação. Tudo isso enquanto a memecoin TRUMP derretia 95% de seu valor, deixando um rastro de bilhões em perdas para o varejo. O circo está armado: champagne para os peixes grandes, lágrimas para a boiada.


O Encontro Surreal em Mar-a-Lago

Imagine a cena: sob lustres dourados no clube de Trump, David Solomon, CEO do Goldman Sachs, divide o palco com Eric e Don Jr. Trump, reclamando de como os bancos “cancelaram” contas da família por causa de um boné MAGA. Curioso, não? Franklin Templeton defende o dólar como reserva global, enquanto Barry Sternlicht, do Starwood Capital, sonha com tokenização de imóveis, mas culpa a regulação incerta. E CZ, recém-perdoado, circula como se nada tivesse acontecido. O evento, organizado pela World Liberty Financial da família Trump, mais parecia uma mistura de Davos com Coachella cripto.

Nicki Minaj fechou o show falando de unhas postiças, arrancando selfies da plateia. Porque, claro, nada diz “futuro das finanças” como uma rapper endossando inovações financeiras. Os painéis tocavam em ativos digitais e críticas ao sistema bancário “punitivo”, mas o foco real era networking entre insiders. Para o observador comum, é o retrato perfeito do cripto: promessas grandiosas embaladas em lealdade política.

O Desastre da Memecoin TRUMP

Enquanto os tubarões brindavam em Palm Beach, a realidade batia à porta dos apostadores em memecoins. O token OFFICIAL TRUMP, impulsionado pela euforia política, despencou 95% desde o pico, com MELANIA caindo 99%. CryptoRank calculou o estrago: insiders embolsaram mais de US$ 600 milhões em fees e vendas, enquanto quase 2 milhões de wallets retail acumulam prejuízos de US$ 4,3 bilhões. Um ratio de 20:1, favorável aos grandes players.

45 baleias grandes retiraram US$ 1,2 bilhão. O padrão é clássico: early liquidity para os privilegiados, queda para os tardios. Trump e família, com seus projetos cripto, surfam a onda; o varejo segura a saqueta vazia. É quase poético, se não fosse trágico.

Elites vs. Boiada: Quem Ganha no Circo?

Curioso como esses eventos revelam a hierarquia cripto. Goldman e cia. debatem o futuro sob o teto de Trump, enquanto o pequeno investidor vê seu capital evaporar em tokens políticos voláteis. Os Trumps reclamam de bancos corruptos, mas constroem seu império DeFi no mesmo jogo. Nicki Minaj ali? Pura distração celebrity, alinhada à nova amizade com o presidente. No fim, tokenização de imóveis pode democratizar ativos – ou só enriquecer quem já tem bilhões.

Sovereign funds hesitam pelo risco regulatório, diz Kevin O’Leary. Mas para o retail brasileiro, sonhando com o próximo pump, a lição é amarga: hype político é veneno para portfólios. Os grandes saem com deals; nós, com lições caras.

Lições Irônicas para o Varejo

Bitcoin, ironicamente, pode sair ganhando. Crashes de memecoins drenam liquidez de altcoins arriscadas, reforçando o BTC como “âncora séria”. Vale monitorar: se o hype Trump esfriar, o foco volta aos fundamentos. Para nós, meros mortais, a moral é simples: evite circo político em cripto. Invista no que entende, não no que brilha no Twitter. Ou, como diria o Victor: na próxima vez que vir Nicki falando de finanças, venda tudo.


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Personagens cartoon de Ripple e regulador da Casa Branca apertando mãos com selo 90% em pergaminho, simbolizando aprovação iminente da CLARITY Act para XRP

Ripple Vê Aprovação da CLARITY Act até Abril com 90% de Chance

O CEO da Ripple, Brad Garlinghouse, prevê 90% de chance de aprovação da CLARITY Act até o fim de abril de 2026, marcando um ponto de virada na regulação cripto nos EUA. Em entrevista à Fox Business, ele destacou o momentum em Washington, com a Casa Branca pressionando líderes do setor e bancos. Já o CLO Stuart Alderoty confirmou que as discussões entraram na fase de redação técnica do texto legal, um marco concreto para clareza regulatória. Isso fortalece os fundamentos do XRP, já considerado não security por um juiz.


Momentum Legislativo Acelera em Washington

Garlinghouse apontou que os mercados de previsão agora indicam 90% de probabilidade de passagem da lei, impulsionados por comentários recentes de senadores e reuniões na Casa Branca. “As chances da CLARITY Act subiram por causa de comentários ontem de um senador”, disse ele, referindo-se a uma reunião com líderes cripto e bancários. A transição de debates amplos para detalhes estatutários sinaliza progresso real, com foco em dividir jurisdições entre SEC e CFTC.

Alderoty reforçou isso ao agradecer o representante Patrick McHenry por liderar as sessões: “Arremangamos as mangas e revisamos linguagem específica hoje”. Essa fase de redação envolve indústria, legisladores e executivo, construindo um framework que evita o vácuo regulatório atual. Para o mercado, isso significa menos batalhas judiciais e mais inovação, alinhando-se à tese de adoção institucional que o setor tanto precisa.

Impacto para XRP e Estratégia da Ripple

Garlinghouse enfatizou que o XRP já tem clareza judicial: “Um juiz disse que XRP não é security. Nós temos clareza”. Isso posiciona a Ripple à frente, enquanto o resto da indústria aguarda regras unificadas. A lei evitaria forçar tokens em regimes de securities inadequados, liberando potencial para pagamentos e tesouraria corporativa.

A empresa investiu US$ 3 bilhões em aquisições desde 2023, expandindo para custody, stablecoins e pagamentos – processando US$ 13 trilhões anuais. Apesar da pausa em M&A para integração, o foco permanece em utility prática. Com XRP cotado a cerca de R$ 7,37 nesta sexta-feira, o ativo se destaca como a principal criptomoeda mais resiliente, caindo apenas 20% em relação aos picos recentes.

Por Que Isso Importa para Adoção Global

A CLARITY Act não é perfeita, mas representa progresso: “Não deixe a perfeição ser inimiga do avanço”, alertou Garlinghouse. Bancos como Goldman Sachs agora buscam o mesmo campo de jogo nivelado. Isso acelera a narrativa de adoção, similar aos ETFs de Bitcoin que atraíram fluxos institucionais bilionários.

No longo prazo, clareza regulatória atrai tesourarias corporativas e stablecoins compliant, fortalecendo o ecossistema. Para brasileiros, isso pode impulsionar parcerias locais e remessas via XRP Ledger. Os fundamentos se fortalecem: monitore o prazo de março para resolução e prepare-se para um ciclo de maturidade regulatória.


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Trader cartoon mordendo isca falsa de Uniswap puxado por rede phishing de anúncio Google, alertando sobre scam em buscas patrocinadas

Armadilha no Google: Trader Perde Seis Dígitos em Fake Uniswap

Nunca clique em anúncios patrocinados do Google para acessar exchanges ou protocolos DeFi. Um usuário do Polymarket perdeu centenas de milhares de dólares — uma soma de seis dígitos — após cair em uma armadilha assim. Ao buscar a Uniswap, o topo dos resultados levou a um site falso que drenou sua carteira. O criador da Uniswap, Hayden Adams, chamou a situação de ‘horrível’ e defendeu o fim da economia de anúncios maliciosos. É um alerta para todos nós.


O Caso do Trader Enganado

Um trader ativo no Polymarket compartilhou publicamente sua perda devastadora: toda sua rede de valor em cripto, estimada em seis dígitos em dólares, evaporou após conectar a carteira a um site clonado da Uniswap. O erro fatal? Clicar no primeiro anúncio patrocinado exibido no Google ao pesquisar o protocolo DeFi.

Dezenas de usuários reagiram nas redes sociais com solidariedade, mas o incidente destaca um risco persistente. O fundador do DefiLlama divulgou o caso como lição coletiva, reforçando que esses golpes não são isolados. É importante considerar: quantas vítimas silenciosas ainda não relataram suas perdas?

Como Funciona o Golpe: Punycode e AngelFerno

O script malicioso AngelFerno, operando no modelo scam-as-a-service, foi o responsável pelo roubo. Ele já atacou protocolos como OpenEden e Curvance e permanece ativo em domínios listados em blocklists do GitHub. Os atacantes usam Punycode — caracteres cirílicos que imitam visualmente domínios legítimos como ‘uniswap.org’ —, tornando o site falso indistinguível a olho nu.

A vítima acessa o link, conecta a carteira e assina uma transação aparentemente inofensiva. Na realidade, isso autoriza o drenagem total de ativos. O risco aqui é claro: anúncios pagos priorizam lucro sobre verificação, permitindo que fraudadores comprem visibilidade no topo das buscas.

Reação de Hayden Adams e Críticas ao Google

Hayden Adams, fundador da Uniswap, reagiu com indignação: ‘A economia de anúncios precisa acabar’. Ele destacou anos de luta contra esses clones fraudulentos. O investigador ZachXBT exigiu punições severas ao Google por falhas na moderação, ecoando relatórios de Chainalysis sobre vetores recorrentes de ataque via ads patrocinados.

Casos semelhantes abundam: em julho de 2025, outro usuário perdeu US$ 1,2 milhão da mesma forma. Atenção para o padrão — o Google persiste como porta de entrada para esses phishing avançados.

Como se Proteger: Medidas Essenciais

Para evitar armadilhas como essa, anote: acesse protocolos DeFi apenas digitando URLs diretamente no navegador ou usando bookmarks salvos. Verifique sempre o domínio por caracteres estranhos — ferramentas como VirusTotal ajudam. Nunca conecte carteiras em sites de buscas pagas.

Use wallets com simulação de transações, como as da MetaMask atualizada, e ative alertas de segurança. O que observar? Anúncios no topo prometendo ‘acesso rápido’ a Uniswap ou similares são bandeiras vermelhas. Proteja seu patrimônio com hábitos preventivos — o custo de um clique impulsivo pode ser irreversível.


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Juiz cartoon martelando barreira de tarifas, liberando Bitcoin dourado ascendente, simbolizando decisão da Suprema Corte impulsionando cripto

Suprema Corte Derruba Tarifas de Trump e Bitcoin Sobe

A Suprema Corte dos EUA anulou as tarifas globais impostas por Donald Trump, bloqueando o uso de poderes de emergência sob a IEEPA. A decisão, por 6-3, devolve ao Congresso o controle sobre impostos comerciais, aliviando temores de inflação e interrupções no comércio. O Bitcoin reagiu com alta de 2%, alcançando US$ 68 mil, enquanto ações globais também subiram, refletindo maior liquidez e apetite por risco. Para brasileiros, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 351.640.


Detalhes da Decisão Judicial

A Suprema Corte determinou que Trump excedeu sua autoridade ao impor tarifas de 10% a 50% sobre importações de diversos países, justificadas por déficits comerciais e segurança nacional. O chefe de Justiça John Roberts enfatizou que a Constituição reserva o poder de taxação ao Congresso, não ao Executivo. Tarifas sob IEEPA, usadas historicamente para sanções, foram invalidadas, potencialmente exigindo reembolsos de mais de US$ 133 bilhões em receitas coletadas desde 2025, conforme reportado em análises de mercado.

Essa medida restaura o equilíbrio de poderes nos EUA, limitando ações unilaterais em política comercial. Países afetados, como China e parceiros europeus, podem ver alívio em suas exportações, impactando cadeias globais de suprimentos.

Reação de Trump e Seu ‘Plano B’

Em resposta à derrota judicial, Trump anunciou uma tarifa global de 10% via Seção 122 do Trade Act de 1974, além de manter tarifas existentes sob Seções 232 e 301 por segurança nacional e práticas desleais. Segundo autoridades da Casa Branca, isso preserva grande parte da agenda protecionista, substituindo o mecanismo bloqueado por outro legalmente aprovado pelo Congresso.

O ‘Plano B’ sinaliza continuidade das tensões comerciais, mas com maior previsibilidade. Trump afirmou que a decisão esclarece, em vez de enfraquecer, sua autoridade tarifária, iniciando investigações adicionais para futuras medidas.

Impacto nos Mercados Globais e Cripto

Mercados reagiram positivamente à redução inicial de incertezas. O S&P 500 avançou 0,4%, Nasdaq 0,7%, com tecnologia liderando. O valor de mercado cripto atingiu US$ 2,38 trilhões, Bitcoin subindo para US$ 67.600-US$ 68.000. Ouro oscilou, mas se recuperou, enquanto a alta reflete migração para ativos de risco com menor pressão inflacionária.

Analistas como Stephen Coltman, da 21Shares, notam que déficits fiscais ampliados podem valorizar hedges como Bitcoin contra debasement monetário. Dados econômicos mostram crescimento de 1,4% no Q4 2025, com inflação a 3%, reforçando cautela do Fed em cortes de juros.

Implicações Geopolíticas para Investidores

Globalmente, a decisão afeta dinâmicas EUA-China-UE, reduzindo riscos de retaliações e favorecendo liquidez. Para investidores brasileiros, com o dólar a R$ 5,18, o alívio tarifário pode estabilizar commodities e fluxos comerciais. Bitcoin, sensível ao apetite por risco, beneficia-se de estabilidade macro, embora volatilidade persista com o ‘Plano B’ de Trump. Autoridades em Bruxelas e Pequim monitoram, enquanto o Congresso americano define próximos passos em comércio internacional.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Reservatório dourado de ETFs drenando fluxo vermelho controlado por silhuetas de baleias, simbolizando saídas recordes e pressão vendedora no Bitcoin

ETFs de Bitcoin Drenam US$ 4 Bilhões: Pior Início de Ano da História

Os ETFs de Bitcoin spot nos EUA acumularam saídas de quase US$ 4 bilhões em cinco semanas, marcando o pior início de ano da história da criptomoeda, com BTC caindo 22% em 2026. O barco está afundando? Dez baleias controlam 64% dos influxos para exchanges, segundo dados recentes, preparando um possível despejo em massa. A história mostra que esses sinais precedem correções prolongadas.


Saídas Recordes dos ETFs de Bitcoin

Nos últimos dias, os ETFs spot de Bitcoin registraram mais uma sessão de saídas, com US$ 165,7 milhões drenados na quarta-feira, elevando o total semanal para US$ 403,9 milhões. Em cinco semanas consecutivas de perdas, o montante acumulado ultrapassa US$ 3,9 bilhões, pressionando os ativos sob gestão (AUM) para US$ 84,3 bilhões — bem abaixo do pico de quase US$ 170 bilhões em outubro de 2025.

O iShares Bitcoin Trust, da BlackRock, liderou as retiradas com US$ 368 milhões na semana, enquanto fundos como o Fidelity Wise Origin viram saídas diárias de US$ 50 milhões. Instituições como Brevan Howard reduziram exposição em até 85% no quarto trimestre. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 351.535 às 18:55 desta sexta, com variação positiva de 0,67% nas últimas 24 horas, mas o contexto macro permanece incerto.

A história de ciclos passados, como 2018 e 2022, sugere que fluxos negativos prolongados corroem o otimismo institucional, ignorado pelo mercado em meio à euforia residual de 2025.

Baleias Dominam Fluxos para Exchanges

A razão de baleias em exchanges centralizadas (CEX) atingiu 0,64, o nível mais alto desde 2015, com apenas 10 carteiras responsáveis por 64% dos influxos de Bitcoin. Esse padrão indica preparação para vendas em massa por grandes detentores, ampliando a pressão vendedora em um momento de fragilidade.

Dados da CryptoQuant mostram transferências recordes para a Binance desde o início de 2026, totalizando 363.000 BTC. Baleias historicamente acumulam em baixas e despejam em topos, como visto nos mercados de baixa de 2018 (-84%) e 2022 (-77%). O mercado está ignorando esse alerta clássico, mas cuidado: liquidez spot limitada pode acelerar quedas.

Em paralelo, o preço do BTC oscila em torno de US$ 67.000-68.000, com volume de trading em ETFs caindo 21% na semana, refletindo baixa convicção compradora.

Medo Extremo e Subvalorização Questionável

Mesmo com ganhos de 2% nas últimas 24 horas, o Bitcoin permanece em ‘extreme fear’ pelo 20º dia consecutivo no Fear & Greed Index, conforme análise da Bitwise. A gestora vê o ativo como ‘significativamente subvalorizado’ em relação à oferta global de moeda e ouro, mas recuperações em V são raras pós-capitulações — exceto na Covid.

Fluxos fracos para ETPs e consolidação lateral para baixo são o cenário mais provável. Previsões otimistas citam o Clarity Act (80% de chance de aprovação), mas o ceticismo prevalece: liquidez global cresce 10% ao ano, mas recessão nos EUA caiu para 20% de probabilidade, sem impulsionar risco ainda. Analistas alertam para volatilidade com dados de PCE hoje.

Implicações e Próximos Passos para Investidores

Esses fluxos sinalizam risco de baixa prolongada, ecoando topos de ciclo passados. ETFs acumulam entradas totais de US$ 53,9 bilhões desde 2024, mas resgates de US$ 2,7 bilhões em 2026 revertem ganhos. Baleias preparam o terreno para mais quedas, com BTC 50% abaixo do ATH de US$ 126.000.

Monitore influxos on-chain, decisões do Fed e suporte em US$ 60.000. A proteção de capital é prioridade: sobreviver ao bear vale mais que capturar o bull. O mercado ignora lições históricas a seu próprio risco.


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Rede hexagonal Ethereum com toxina vermelha se espalhando de nó central, representando ataques de envenenamento apos upgrade Fusaka

Fusaka: Upgrade do Ethereum Alimenta Ataques de Envenenamento de Endereços

O upgrade Fusaka da Ethereum, implementado em dezembro, reduziu drasticamente as taxas de gas, mas ironicamente facilitou uma onda recorde de ataques de envenenamento de endereços (address poisoning). Golpistas agora enviam milhares de transações mínimas diárias para poluir o histórico das carteiras, aumentando o risco de usuários copiarem endereços falsos. É importante considerar: taxas baixas podem significar risco alto para quem não toma precauções. (68 palavras)


O Que é Envenenamento de Endereços?

O envenenamento de endereços é uma tática simples, mas eficaz, usada por golpistas. Eles enviam quantias mínimas, conhecidas como dust, de endereços que imitam os contatos reais da vítima no histórico de transações. Ao copiar um endereço recente do histórico para uma nova transferência, o usuário pode inadvertidamente enviar fundos para o atacante.

Antes do Fusaka, cerca de 30.000 transações dust ocorriam por dia na Ethereum mainnet, analisando 101 tokens. Após o upgrade, que cortou as taxas de gas em seis vezes, o volume saltou para 167.000 diários, com pico de 510.000 em um único dia de janeiro. O risco aqui é claro: o que era caro e limitado agora é escalável e massivo.

Estudo do pesquisador Andrey Sergeenkov revela que, em pouco mais de dois meses pós-Fusaka, as vítimas perderam mais de US$ 63 milhões, 13 vezes os US$ 4,9 milhões do período anterior equivalente. Mesmo excluindo um roubo isolado de US$ 50 milhões em USDT em 19 de dezembro, as perdas ainda foram 2,7 vezes maiores. Atenção para esse padrão: custos baixos amplificam vulnerabilidades não resolvidas.

Impactos do Fusaka e Falhas de Segurança

O Fusaka resolveu um problema crônico da Ethereum — altas taxas —, permitindo maior uso da rede, com volumes de stablecoins atingindo US$ 7,5 trilhões em um trimestre e taxas abaixo de um dólar. No entanto, sem medidas de segurança contra spam, como limites em transações dust, os atacantes transformaram a rede em um playground para golpes em massa.

Sergeenkov critica: reduzir fees é positivo, mas problemas de segurança ampliados por transações baratas deveriam ter sido priorizados. Quando se fala em ‘segurança de trilhões de dólares’, a proteção do usuário deve vir antes de métricas de crescimento. É possível que upgrades futuros incluam filtros anti-spam, mas por enquanto, cabe ao usuário mitigar os riscos.

Historicamente, ataques semelhantes já custaram caro em outras redes. Na Ethereum, o boom pós-Fusaka mostra como otimizações técnicas podem expor falhas humanas — confiar no histórico como lista de contatos confiáveis é um erro comum e evitável.

Como se Proteger e o Que Observar

A regra de ouro é nunca copiar endereços do histórico de transações. Sempre digite manualmente ou use copiadores verificados, como códigos QR ou bookmarks salvos. Verifique os primeiros e últimos caracteres do endereço antes de confirmar qualquer envio — golpistas exploram a preguiça visual.

Monitore ferramentas como Etherscan para padrões suspeitos em sua carteira. Use carteiras com alertas de dust, como MetaMask com extensões anti-phishing. Para grandes valores, valide endereços por canais off-chain, como mensagens confirmadas.

Vale observar atualizações da Ethereum Foundation sobre anti-spam. Enquanto isso, pergunte-se: o benefício das taxas baixas compensa o risco ampliado? Seja prudente — uma verificação extra pode salvar milhões.


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Burocratas democratas cartoon pressionando balança com documentos sobre cofre cripto Trump, simbolizando pressão política do Tesouro contra projeto familiar

Democratas Acionam Tesouro contra Banco Cripto da Família Trump

Em uma escalada da guerra política em Washington, 41 democratas da Câmara dos Representantes enviaram carta ao Secretário do Tesouro Scott Bessent questionando o pedido de charter bancário nacional da World Liberty Financial (WLFI), projeto cripto associado à família Trump. Os parlamentares alertam para riscos de segurança nacional e influência estrangeira, especialmente após a venda de quase metade da empresa a um príncipe dos Emirados Árabes Unidos (EAU), em meio a um contexto de tensões geopolíticas internas nos EUA.


Preocupações com Influência Estrangeira e Riscos Sistêmicos

A carta liderada pelo Rep. Gregory Meeks (D-NY), enviada na quinta-feira, destaca que a aprovação do charter de trust bank nacional pelo Escritório do Controlador da Moeda (OCC), subordinado ao Tesouro, poderia comprometer a independência do sistema bancário americano. Os democratas citam a transação recente em que um príncipe dos EAU adquiriu 49% da WLFI por cerca de US$ 500 milhões, com US$ 187 milhões fluindo para entidades ligadas aos Trump.

Essa operação ocorreu paralelamente a um acordo lucrativo de chips de IA entre os EAU e a Casa Branca, levantando suspeitas de que governos estrangeiros possam usar o processo de chartering para ganhar alavancagem sobre o sistema financeiro dos EUA. A WLFI busca o charter para agilizar liquidações de sua stablecoin USD1, emitida em redes como Ethereum e BNB Chain, o que ampliaria sua ambição de se tornar um ‘banco cripto’ de escala nacional.

Os legisladores questionam as salvaguardas regulatórias contra propriedade estrangeira e pedem detalhes sobre o papel da Casa Branca nas decisões do OCC, especialmente sob a Executive Order 14215, que aproximou reguladores independentes da supervisão executiva.

Contexto Político e Evento em Mar-a-Lago

O movimento democrata surge logo após um evento de alto perfil no Mar-a-Lago, residência de Donald Trump, organizado pela WLFI. O encontro reuniu membros da família Trump, a rapper Nicki Minaj, CEOs de gigantes como Goldman Sachs, Coinbase, NYSE e Nasdaq, além de Changpeng Zhao (CZ), fundador da Binance recentemente perdoado pelo presidente. O token WLFI registrou alta de 23% na véspera, impulsionado pela expectativa em torno do roadmap da plataforma.

Essa visibilidade contrasta com as advertências dos democratas, que incluem tanto céticos de cripto quanto defensores como os representantes Ritchie Torres (D-NY) e Sam Liccardo (D-CA). Paralelamente, a senadora Elizabeth Warren pressionou Bessent e o Fed contra resgates a ‘bilionários cripto’, reforçando o debate sobre moral hazard em ativos digitais.

Implicações para o Mercado Cripto Global

Do ponto de vista geopolítico, essa pressão reflete as divisões internas nos EUA sobre a integração de cripto ao sistema financeiro tradicional. Uma aprovação do charter poderia legitimar modelos híbridos de bancos cripto, acelerando a adoção de stablecoins e influenciando regulações em jurisdições como UE e Brasil, onde debates sobre CBDCs e MiCA ganham tração.

Para investidores brasileiros, o desfecho monitora o equilíbrio entre inovação e salvaguardas nacionais. Autoridades americanas devem responder à carta em uma semana, o que pode definir precedentes para charters cripto em um ecossistema cada vez mais interconectado. Vale acompanhar como decisões em Washington reverberam nos mercados globais de ativos digitais.


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Engenheiros cartoon carregando dados roubados por brecha em muro de segurança cyan para vazio vermelho, simbolizando espionagem da Google ao Irã

Engenheiros da Google Acusados de Roubar Segredos para o Irã

Investigações federais nos Estados Unidos acusam três engenheiros de origem iraniana de roubar segredos comerciais da Google e outras empresas de tecnologia em Silicon Valley, enviando-os para o Irã. Os acusados, Samaneh Ghandali, Soroor Ghandali e Mohammadjavad Khosravi, exploraram posições internas para acessar dados confidenciais sobre segurança de processadores e criptografia. Presos nesta semana, enfrentam graves penas por conspirar em meio a tensões geopolíticas.


Perfil dos Acusados e Cargos

Evidências apontam que Samaneh Ghandali, 41 anos, e sua irmã Soroor, 32, trabalharam na Google antes de migrarem para outra firma em Silicon Valley. Khosravi, 40, esposo de Samaneh e residente permanente, atuava em empresa de San Diego focada em sistemas-on-chip (SoC). Um grande júri federal no Norte da Califórnia os indiciou por conspiração para roubo de segredos comerciais, tentativa de roubo e obstrução de justiça.

Os promotores detalham como os engenheiros acessaram centenas de arquivos proprietários. Samaneh fotografou telas de computadores com dados sensíveis, inclusive 24 imagens de segredos do SoC Snapdragon na véspera de viagem ao Irã em dezembro de 2023. Durante a estadia em Teerã, dispositivos ligados a ela acessaram essas fotos, enquanto Khosravi consultava materiais extras.

Métodos de Roubo e Transferência

Os dados roubados envolvem segurança de hardware, criptografia e arquitetura de chips, tecnologias de alto valor não acessíveis publicamente. Transferências ocorreram via plataformas de terceiros, possivelmente Telegram, para dispositivos pessoais e ao Irã, contornando sanções americanas. Para evitar detecção, deletaram comunicações, destruíram registros e submeteram declarações falsas às empresas.

Esse modus operandi revela sinais de alerta clássicos de insiders: acesso privilegiado usado para exfiltração gradual, sem alertas óbvios. Empresas de semicondutores e criptografia enfrentam riscos similares, onde “confiança interna” vira vulnerabilidade. Analistas como Vincent Liu, da Kronos Research, alertam que controles existentes falham contra extrações lentas por funcionários legítimos.

Descoberta pela Google e Resposta

A Google identificou atividades suspeitas em agosto de 2023 via monitoramento interno, revogando acesso de Samaneh. Uma investigação própria levou à denúncia imediata às autoridades. José Castañeda, porta-voz, afirmou: “Detectamos o roubo rotineiramente e fortalecemos salvaguardas, bloqueando subidas a plataformas externas como Telegram.” Medidas agora incluem autenticação dupla e logs rigorosos.

O Departamento de Justiça enfatiza proteção à inovação americana contra nações hostis. Sanjay Virmani, do FBI, destacou “passos deliberados para ocultar identidades”. Se condenados, penas chegam a 10 anos por roubo e 20 por obstrução, mais multas de US$ 250 mil por conta.

Implicações e Como se Proteger

Esse caso expõe a guerra fria tecnológica: Irã, sancionado, busca avanços em chips e criptografia para contornar restrições, potencialmente impactando segurança de blockchains e wallets. Para investidores cripto, lição clara: monitore insiders em projetos. Empresas devem priorizar zero-trust, auditorias contínuas e detecção comportamental.

Sinais de alerta a vigiar:

  • acessos incomuns;
  • fotos de telas;
  • viagens a nações de risco.

Invista em ferramentas como SOC 2, mas saiba que certificações medem conformidade, não resiliência real contra traidores internos. Proteja-se verificando equipes de projetos sensíveis.


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Cristal de rede Bitcoin emergindo em V com núcleo 1ZH/s luminoso e camadas endurecendo, simbolizando recuperação de hashrate e dificuldade recorde

Hashrate Bitcoin Atinge 1 ZH/s: Recuperação em V e Dificuldade +15%

Os dados mostram que o hashrate do Bitcoin recuperou em formato de V, atingindo 1 ZH/s após queda de 30% provocada por uma onda de frio nos EUA. Paralelamente, a dificuldade de mineração saltou 15% para 144,4 trilhões, o maior ajuste desde 2021. Essa resiliência estrutural ocorre apesar de preços em torno de US$ 67.000, destacando a força da rede.


Ajuste Recorde na Dificuldade de Mineração

A dificuldade de mineração do Bitcoin ajustou-se para 144,4T no bloco 937.440, representando um aumento de 15% — o maior em termos absolutos, com +18,5T, superando picos anteriores. Esse movimento reverteu uma queda prévia de 11% causada pela tempestade invernal que desconectou cerca de 200 EH/s de hashrate. Segundo o explorador Mempool, a rede levou 11 anos para acumular 15T de dificuldade anteriormente, evidenciando a aceleração recente.

O mecanismo de ajuste automático, a cada 2.016 blocos (cerca de duas semanas), mantém o tempo médio de bloco em 10 minutos, independentemente da potência computacional. Com o Bitcoin cotado a R$ 351.104,47 segundo o Cointrader Monitor (+0,48% em 24h), o salto pressiona a rentabilidade dos mineradores menores.

Recuperação do Hashrate para 1 ZH/s

O hashrate global, métrica da potência computacional total, caiu para 826 EH/s durante a crise climática, mas recuperou rapidamente para 1 ZH/s (1.000 EH/s), superando níveis pré-queda. Mineradores participaram de programas de demanda de energia, desligando equipamentos temporariamente, o que elevou o tempo de bloco para mais de 12 minutos.

Dados da CryptoQuant indicam que a média móvel de sete dias de saídas de Bitcoin de carteiras de mineradores atingiu o menor nível desde maio de 2023, sugerindo retenção de ativos. Historicamente, tais recuperações em V precedem altas de preço, como em 2021 pós-proibição chinesa, quando o hashrate subiu de 95 EH/s para níveis recordes junto ao preço.

Implicações para Segurança e Mineradores

Um hashrate elevado reforça a segurança da rede, elevando o custo de um ataque de 51%. Apesar disso, o hashprice está em mínimos multianuais de US$ 23,9 por PH/s, com custo de produção estimado em US$ 84.000 por BTC — superior ao preço spot de US$ 67.400 (aproximadamente R$ 351 mil com dólar a R$ 5,21).

Grandes operadores com energia barata, como nos Emiratos Árabes, reportam ganhos não realizados de US$ 344 milhões. Empresas listadas, como Bitfarms e Riot Platforms, diversificam para IA e HPC, buscando receitas alternativas. Mineradores menores enfrentam margens comprimidas, acelerando consolidação do setor.

Níveis a Monitorar e Perspectivas Técnicas

Os dados sugerem resiliência estrutural: dificuldade máxima anterior foi 155T em novembro de 2025. Correlações históricas apontam que rompimentos de resistências como US$ 71.693 podem alinhar preço ao hashrate. Métricas como volume de saídas de mineradores e hashprice merecem atenção para avaliar sustentabilidade.

Em contexto de retração de 46,5% desde o ATH de outubro (US$ 126.000), a rede Bitcoin demonstra adaptação automática, priorizando estabilidade sobre flutuações de preço.


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Reguladores europeus cartoon cerrando círculo ao redor de esfera DeFi de previsão, simbolizando proibição da Polymarket pela Holanda

Holanda Bane Polymarket: Reguladores Europeus Cerram Cerco

A autoridade de jogos dos Países Baixos (KSA) determinou que o Polymarket cesse imediatamente suas operações no país, classificando a plataforma de mercado de previsão como serviço de apostas ilegal sem licença local. A decisão, anunciada nesta semana, impõe multas semanais de €420 mil, com teto de €840 mil. Segundo autoridades holandesas, usuários locais registram contas, depositam e apostam em eventos reais, violando a lei de jogos de azar. O caso reflete o crescente escrutínio europeu sobre plataformas DeFi que operam em zona cinzenta regulatória.


Detalhes da Ordem Regulatória Holandesa

O governo holandês, por meio da KSA, identificou que o Polymarket permite a residentes locais acessar mercados de previsão sem autorização. A plataforma, operada pela Adventure One QSS Inc., foi notificada para interromper serviços a usuários neerlandeses. Ella Seijsener, diretora de licenciamento da KSA, destacou riscos sociais, como potencial influência em eleições, ao afirmar que tais plataformas constituem “jogo ilegal”. Polymarket defendeu-se alegando ser um instrumento financeiro, não tradicional de apostas, mas o argumento foi rejeitado.

De acordo com relato inicial da BlockBeats, a violação envolve oferta de “jogos de oportunidade” sem licença, com sanções progressivas para forçar conformidade. Essa ação alinha-se à postura rigorosa da Holanda em compliance regulatório, priorizando proteção ao consumidor sobre inovação desregulada.

Conflito entre DeFi e Leis de Jogos na Europa

A proibição holandesa exemplifica o embate entre mercados de previsão descentralizados e legislações nacionais de jogos de azar. Plataformas como Polymarket e Kalshi crescem exponencialmente — volumes mensais superam US$ 13,5 bilhões —, mas reguladores veem nelas apostas disfarçadas. Na UE, onde diretivas como MiCA avançam para criptoativos, esses mercados ocupam limbo: nem puramente financeiros nem licenciados como cassinos.

Análises recentes apontam que autoridades focam no que usuários fazem — apostar em outcomes incertos por retorno financeiro —, ignorando rótulos como event contracts. Países como França, Alemanha e Itália já bloquearam acesso similar, sinalizando cerco continental.

Contexto Global e Resposta do Establishment

Fora da Europa, tensões semelhantes: proibições em Singapura, Tailândia, Portugal e Hungria, além de ações judiciais nos EUA contra Kalshi por “livro de apostas ilegal”. Contudo, o establishment financeiro integra-se: Tradeweb firmou parceria com Kalshi para dados em workflows institucionais; Jump Trading investe em liquidez para ambas plataformas. Estudos sobre Kalshi mostram precisão em probabilidades, mas viés favorite-longshot gera retornos negativos médios de -20% pré-taxas.

Nos EUA, a CFTC defende jurisdição exclusiva sobre event contracts, ameaçando litígio contra estados. Para investidores globais, isso implica diversificação cautelosa: monitorar licenças locais e exposição a volatilidade regulatória.

Implicações para Investidores Brasileiros

Decisões em Bruxelas e Haia repercutem no portfólio global. Plataformas DeFi acessíveis via VPN enfrentam riscos de bloqueio ou perda de fundos. Brasileiros, atentos à CVM e Banco Central, devem avaliar se mercados de previsão agregam valor informativo além do especulativo. Tendências apontam para consolidação: só sobrevivem os compliant com múltiplas jurisdições.


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Figura encapuzada cartoon protegendo moedas douradas inativas em bloco de gelo contra vórtice quântico, debatendo risco em Bitcoin de Satoshi

Plano de Emergência: Congelar Bitcoins de Satoshi Contra Risco Quântico?

O fundador da CryptoQuant, Ki Young Ju, propôs uma medida controversa: congelar os bitcoins inativos de Satoshi Nakamoto e outros endereços antigos para proteger o Bitcoin contra ameaças da computação quântica. A ideia afeta cerca de 6,89 milhões de BTC, incluindo o mítico acervo de 1 milhão do criador da rede. É importante considerar se essa solução protege ou compromete os princípios fundamentais do BTC. O debate divide a comunidade.


O Que é o Risco Quântico para o Bitcoin?

A computação quântica representa um risco significativo para a criptografia atual do Bitcoin. Computadores quânticos, com seus qubits, podem resolver problemas matemáticos complexos em minutos, algo que levaria bilhões de anos para máquinas clássicas. No caso do BTC, o algoritmo ECDSA — usado para gerar chaves públicas e privadas — pode ser quebrado pelo algoritmo de Shor.

Endereços antigos, como P2PK ou P2PKH onde a chave pública foi exposta em transações, ficam vulneráveis. Cerca de 6,89 milhões de BTC inativos estão em risco, dos quais 3,4 milhões não se movem há mais de 10 anos. O risco aqui é que, em 5 a 10 anos, hackers com acesso quântico possam derivar chaves privadas e gastar esses fundos, inundando o mercado e derrubando o preço.

Para o leitor comum, atenção: se suas bitcoins estão em endereços modernos como Bech32 (começando com bc1q), sem exposição da chave pública até o gasto, elas estão mais seguras por enquanto. Mas o ecossistema todo pode sofrer com a perda de confiança.

A Proposta de Ki Young Ju e Seus Desafios

Ju questionou na rede X: “Você apoiaria congelar moedas inativas, incluindo as de Satoshi, para salvar o BTC de ataques quânticos?”. A solução técnica envolveria uma atualização soft fork no protocolo, tornando esses endereços não gastáveis. Isso preservaria o suprimento escasso do Bitcoin, evitando uma diluição massiva.

No entanto, o risco de implementação é alto. A comunidade Bitcoin é conhecida por resistir mudanças radicais, como visto nos debates sobre SegWit2x. Congelar fundos viola o mantra "not your keys, not your coins", podendo abrir precedentes para censura centralizada. Sem consenso, forks rivais poderiam fragmentar a rede, como ocorreu no passado com Bitcoin Cash.

Ju alerta que a inação pode ser pior: liberação gradual desses BTC por atacantes quânticos erodiria a confiança no ativo como “dinheiro duro”.

Debate Ético e Implicações para Investidores

A reação é mista. Charles Edwards vê um dilema: congelar socava a imutabilidade, mas permitir roubo destrói o valor. Marco Battistoni chama de “tirania”, prevendo que moedas perdidas serão redistribuídas em décadas. André Dragosch prefere perdas localizadas a intervenções forçadas.

Para nós, investidores brasileiros, é crucial observar: uma crise quântica poderia impactar o preço global do BTC, afetando nossas posições em reais. Plataformas como exchanges já discutem migrações para criptografia pós-quântica, mas o Bitcoin precisa de consenso comunitário. Historicamente, falhas como o hack da Mt. Gox ensinaram que ignorar riscos técnicos custa caro.

Enquanto isso, priorize carteiras com múltiplas assinaturas e endereços não reutilizados. O futuro quântico é incerto, mas a prudência sempre paga.


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Policiais cartoon corruptos escalando fortaleza cripto roubando moedas enquanto hacker devolve baú de BTC, alertando riscos de crime em Malásia e Coreia do Sul

Policiais Malaios Presos por Roubo de Cripto e Hacker Devolve US$ 21,3 Mi em BTC

Investigações revelam um cerco mais apertado contra crimes envolvendo criptomoedas: na Malásia, 12 policiais foram presos por simular uma operação e roubar US$ 51 mil em ativos digitais de oito chineses. Em paralelo, um hacker devolveu 320 bitcoins (US$ 21,3 milhões) roubados das autoridades sul-coreanas em 2025. Do crime à redenção ou pressão? Evidências apontam para maior fiscalização global.


Polícia Malásia Acusada de Roubo Organizado

Evidências apontam que policiais de Selangor invadiram um bangalô no distrito de Kajang, nos arredores de Kuala Lumpur, confiscaram celulares e laptops de oito nacionais chineses (25-45 anos) e coagiram a transferência de cerca de 200 mil ringgits – equivalentes a US$ 51 mil – em criptomoedas para uma conta específica. O caso é tratado como roubo de gangue envolvendo bens digitais de estrangeiros.

O chefe de polícia Shazeli Kahar confirmou as detenções para auxiliar a investigação. O timing é revelador: dias após o rei da Malásia alertar publicamente sobre corrupção na polícia e serviço civil. Sinais de alerta incluem o uso de força estatal para extorsão privada, expondo vulnerabilidades quando autoridades viram predadores. Investidores em regiões asiáticas devem redobrar alertas com interações policiais.

Hacker Coreano Devolve BTC Após Phishing

A procuradoria de Gwangju recuperou 320,88 BTC, desviados em agosto de 2025 via ataque de phishing que comprometeu credenciais de acesso. Os fundos foram detectados ausentes apenas em janeiro, durante auditoria rotineira, e devolvidos esta semana para uma carteira oficial, depois transferidos a uma exchange doméstica sob controle governamental.

Sem explicação pública para a restituição, autoridades insistem na perseguição ao hacker desconhecido, rastreando sites de phishing e domínios maliciosos. Pedidos de congelamento em exchanges locais complicaram a lavagem. O caso destaca falhas repetidas: recentemente, polícia de Seul perdeu 22 BTC de uma cold wallet sem roubo físico do dispositivo.

Red Flags e Medidas de Proteção

Esses incidentes conectam pontos: corrupção interna erode confiança nas instituições detentoras de cripto, enquanto hackers exploram fraquezas humanas como phishing. Na Malásia, o abuso de poder policial sinaliza riscos offline; na Coreia, custódia estatal falha em básicos de segurança.

Para se proteger: use multi-sig e hardware wallets para holdings significativos; evite interagir com autoridades sem advogado; monitore transações on-chain via explorers como Etherscan ou BSCScan. Relate suspeitas imediatamente. O cerco aperta, mas a vigilância individual permanece essencial – fraudes não escolhem alvos.


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Executivos cartoon ativando painel 24/7 com globo digital iluminado e fluxo dourado, celebrando lançamento de trading cripto na CME

CME Lança Trading 24/7 Após US$ 3T em Volume Cripto

O CME Group, maior bolsa de derivativos do mundo, anunciou a introdução de trading quase contínuo para seus derivativos de criptomoedas na plataforma CME Globex, com início previsto para 29 de maio de 2026, sujeito a aprovação regulatória. A mudança responde à demanda recorde por ferramentas de gerenciamento de risco, destacando-se o volume notional de US$ 3 trilhões negociado em 2025, em meio à queda de 50% no preço do Bitcoin nos últimos quatro meses.


Detalhes da Nova Estrutura de Trading

A plataforma operará em regime quase 24/7, com uma pausa mínima de duas horas para manutenção nos fins de semana. Negociações realizadas entre sexta-feira à noite e domingo à noite receberão data de trade do próximo dia útil, assim como o processamento de clearing, settlement e relatórios regulatórios. Os dados mostram que essa adaptação alinha o CME mais de perto à natureza contínua dos mercados de criptoativos subjacentes.

Tim McCourt, Global Head of Equities, FX e Alternative Products do CME, destacou que a demanda por exposição a ativos digitais atingiu níveis sem precedentes. “O acesso contínuo a produtos regulados de cripto permitirá que traders gerenciem exposições em qualquer momento de mudança no mercado”, afirmou, conforme reportado na anúncio oficial.

Volume Recorde de US$ 3 Trilhões em 2025

Os números justificam a mudança: em 2025, o complexo de cripto do CME registrou US$ 3 trilhões em volume notional de futures e opções, um recorde histórico para a plataforma. Esse crescimento reflete a invasão institucional no mercado de derivativos cripto, impulsionada pela necessidade de hedge em um ambiente de volatilidade elevada.

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 351.079, com variação de +0,47% nas últimas 24 horas e volume de 256 BTC. Em dólares, cotado a cerca de US$ 67.758 (USD/BRL a R$ 5,17), o ativo caiu aproximadamente 50% desde outubro de 2025, reforçando a procura por instrumentos de risco.

A análise de volume notional indica maturidade: grandes participantes institucionais utilizam esses derivativos para exposição regulada, sem necessidade de custódia direta de criptoativos.

Desempenho em 2026 e Crescimento Sustentado

No acumulado de 2026 até o momento, o CME reporta volume médio diário (ADV) de 407.200 contratos, alta de 46% em relação ao mesmo período de 2025. O open interest médio diário atingiu 335.400 contratos, com aumento de 7% ano a ano. Destaque para os futures, cujo ADV subiu 47%.

Esses indicadores, extraídos do relatório de desempenho, demonstram aceleração na adoção. Traders institucionais, enfrentando gaps de liquidez nos horários tradicionais, pressionaram por maior disponibilidade, eliminando assim as ineficiências de ‘gaps’ semanais.

Implicações para o Mercado de Derivativos Cripto

A transição para 24/7 representa um marco na integração de mercados tradicionais e cripto. Os dados sugerem maior liquidez e eficiência, com redução de spreads em horários off-market. No entanto, permanece pendente de revisão regulatória, o que pode ajustar o cronograma.

Para traders brasileiros, isso amplia oportunidades de hedge em reais, alinhando-se à cotação local do Bitcoin. Vale monitorar o impacto no volume pós-lançamento e níveis de suporte em torno de US$ 65.000-67.000 no BTC/USD, conforme padrões recentes.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Vitalik Buterin cartoon tecendo fios FOCIL cyan para unir fragmentos Ethereum, repelindo sombra de morte lenta

“Não Vou Deixar o Ethereum Morrer”: Vitalik Responde com FOCIL

Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, declarou enfaticamente que não deixará o Ethereum morrer por fragmentação em rollups e app chains, respondendo a críticas de estagnação. Em paralelo, ele propôs a sinergia entre FOCIL e EIP-8141 para tornar a rede resistente à censura, garantindo inclusão de transações em 1-2 slots mesmo com proposers hostis. Essa abordagem ativa desenvolvimento técnico contra acusações de inércia.


A Crítica à Fragmentação e Resposta de Vitalik

Vitalik rejeitou a ideia de permitir que o Ethereum atual “morra uma morte lenta e dolorosa” por fragmentação. Um usuário no X sugeriu abandonar a chain principal em favor de uma reconstrução do zero com arquitetura RISC-V, priorizando princípios cypherpunk. Em vez disso, Buterin delineou uma estratégia de “bolt-on”: upgrades radicais integrados ao sistema existente, comparando ao processo de trocar peças de um avião em pleno voo.

“Ethereum já fez mudanças de motor a jato em voo uma vez”, afirmou ele, prevendo capacidade para mais quatro iterações. O objetivo é criar um “Ethereum cypherpunk principled non-ugly”, crescendo paralelamente à chain atual enquanto injeta princípios de soberania no layer 1. Essa visão contraria narrativas de estagnação, mostrando evolução contínua sem disrupção total.

A declaração, feita em 20 de fevereiro de 2026, reforça o compromisso com o L1 como base resiliente, mesmo com o boom de L2s elevando transações off-chain.

O Que é FOCIL e Seu Funcionamento Técnico

FOCIL, ou Fork-Choice Enforced Inclusion Lists, altera o mecanismo de produção de blocos no Ethereum pós-Hegota. Em cada slot, em vez de um único proposer, seleciona-se aleatoriamente 17 roles: 16 “includers” coletam transações em listas de cerca de 8kB cada, e um proposer final as ordena em um bloco candidato.

Como funciona: qualquer includer que aceite uma transação a inclui em sua lista. O fork-choice então força o proposer a incorporar todas as transações das listas dos includers. Resultado? Transações comuns são incluídas em 1-2 slots, mesmo se 100% dos proposers forem hostis ou censores. Analogamente a um banco de dados distribuído sem ponto único de falha, separa inclusão (democratizada) de ordenação (via leilão e PBS para MEV).

Essa estrutura preserva neutralidade protocolar, essencial para upgrades em 2026, elevando a resiliência do L1 contra centralização de staking.

Sinergia com EIP-8141: Contas Inteligentes Nativas

EIP-8141, evoluindo do EIP-7701, torna contas abstratas “first-class citizens”. Smart accounts com multisig, assinaturas resistentes a quantum, troca de chaves e gas sponsorship enviam transações diretamente ao mempool público, sem wrappers ou relayers.

Combinado ao FOCIL, permite que protocolos de privacidade usem paymasters ou nonces 2D para inclusão nativa. Usuários de wallets avançadas evitam intermediários, reduzindo riscos de censura. Para desenvolvedores, isso significa transações de smart accounts fluindo como EOAs tradicionais, mas com features superiores, impulsionando adoção real em DeFi e privacidade.

Métricas on-chain futuras mostrarão impacto: maior TVL em protocolos L1 e usuários ativos sem dependência excessiva de L2s.

Implicações e Aceleração com IA

Essas propostas respondem diretamente a críticas de complexidade e fragmentação, fortalecendo o L1 contra MEV e regulação. Vitalik prevê transformação em cinco anos — ou menos com aceleração por IA em codificação e verificação —, convertendo o sistema atual em smart contracts da nova linguagem quando desejado.

Para o ecossistema, significa Ethereum mais confiável: transações não param por pressão externa, preservando soberania do usuário. Críticos como Ameen Soleimani questionam responsabilidade legal, mas o design foca em inclusão neutra. Hoje, o Ethereum cotado a cerca de R$ 10.212 (ETH-BRL) ganha fundamentos para longo prazo.


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Prisma AZTEC elevado por onda neon vermelha e cyan com 82% luminoso emergindo, simbolizando alta explosiva pelo efeito Coreia em Upbit e Bithumb

AZTEC Dispara 82%: Efeito Coreia em Upbit e Bithumb

O token AZTEC, Layer 2 focada em privacidade no Ethereum, registrou alta de 82% em 24 horas, alcançando cerca de US$ 0,035, após as exchanges sul-coreanas Upbit e Bithumb adicionarem pares com won (KRW). O movimento reflete o persistente ‘efeito Coreia’, onde a demanda de varejo local impulsiona preços em mercados de baixa liquidez, criando um kimchi premium temporário. Dados mostram volume concentrado nessas plataformas, elevando o preço global via arbitragem.


Detalhes da Alta e Dinâmica de Mercado

Os dados indicam que a listagem simultânea na Upbit e Bithumb desencadeou compras agressivas em pares KRW/AZTEC. Antes do anúncio, o token negociava em volumes finos, com baixa liquidez global. A entrada de capital sul-coreano, conhecido por alta atividade spot, gerou um candle vertical de 82%, de aproximadamente US$ 0,019 para US$ 0,035.

Segundo o CoinDesk, o fenômeno ampliou o kimchi premium — spread entre preços locais e globais —, que depois se estreitou com arbitragem. Upbit, sozinha, rivaliza com Coinbase em volume diário durante picos. Para AZTEC, isso representa exposição a um varejo experiente em altcoins, elevando a visibilidade sem alterar fundamentos subjacentes.

Em BRL, o pico equivale a cerca de R$ 0,181 (dólar a R$ 5,17). O Bitcoin, cotado a R$ 350.964 pelo Cointrader Monitor (+0,42% em 24h), permaneceu estável, destacando o movimento isolado de altcoins.

O ‘Efeito Coreia’ e Seu Impacto em Tokens Menores

O ‘efeito Coreia’ refere-se à capacidade das exchanges locais de repricing tokens via demanda KRW direta. A Coreia do Sul lidera em volume per capita, com Upbit e Bithumb processando bilhões diários. Listagens abrem acesso fiat, atraindo momentum traders que compram antes da liquidez global diluir o premium.

Exemplos recentes incluem tokens como VIRTUAL, com ganhos de 28% só no anúncio. Para Layer 2 como AZTEC, isso acelera adoção de varejo asiática. Os dados mostram que, em mercados de baixa liquidez, um influxo de 10-20% do volume pode dobrar preços. Arbitragistas equalizam depois, mas o gap inicial persiste horas, beneficiando early movers.

Volume 24h na Upbit dobrou pós-listagem, per CoinGecko. Isso reforça o padrão: listagens coreanas criam assimetria de informação e liquidez, impulsionando +50-100% em small caps.

Perfil Técnico do AZTEC e Níveis a Monitorar

AZTEC é uma Layer 2 Ethereum privacy-focused, usando zero-knowledge proofs para transações criptografadas. Seu token nativo suporta staking e governance, com TVL modesto pré-surge. Essa alta não altera métricas on-chain fundamentais, como usuários diários ou throughput.

Técnica: suporte em US$ 0,025 (média móvel 50 períodos), resistência em US$ 0,045 (ATH recente). RSI em 78 indica sobrecompra; pico de volume sugere exaustão. Os dados mostram pullback de 5-10% comum pós-kimchi premium.

Para traders brasileiros, monitore orderbooks na Upbit (via API pública) e correlação com ETH (atualmente US$ 1.970). Variação implícita alta sinaliza volatilidade nos próximos dias.

Implicações e Próximos Passos para Investidores

Eventos como esse validam listagens coreanas como catalisadores para L2s, mas sustentação depende de utilidade. AZTEC ganha narrativa privacy em bull markets. Arbitragem deve estabilizar preço em US$ 0,030-0,035.

Vale observar: depth de mercado pós-listagem, inflows KRW e correlação kimchi premium/BTC. Em contexto volátil, com BTC estável, altseason signals emergem de Ásia.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Investidor cartoon abrindo wallet digital com holo-projeções de carro Tesla e chip Nvidia tokenizados, simbolizando integração RWA na Phemex

Tesla e Nvidia na sua wallet: Phemex integra ações tokenizadas

Imagine ter NVIDIA e Tesla na mesma carteira que guarda seu Bitcoin. A Phemex acaba de integrar 14 ações e ETFs tokenizados da Ondo Finance, abrindo isso para seus 10 milhões de usuários. Agora, você negocia blue chips da bolsa americana diretamente na exchange cripto, sem abrir conta em corretora tradicional. É o fim da dor de cabeça de gerenciar múltiplas plataformas – tudo em um lugar só.


A integração que une cripto e bolsa tradicional

A Phemex, fundada em 2019 e com mais de 10 milhões de traders, completou a integração total com a suíte de equities tokenizados da Ondo Finance. Isso significa que ativos do mundo real (RWAs) como ações de gigantes da tecnologia agora estão na blockchain, negociáveis 24/7 com a liquidez das criptomoedas.

Para o brasileiro comum, que já lida com dólar a cerca de R$ 5,17, isso simplifica a diversificação. Em vez de remessas caras para brokers gringos, você usa USDT ou outra stablecoin da sua wallet para comprar frações de ações americanas. É prático: sem IOF extra, sem burocracia de câmbio tradicional.

A estratégia da Phemex é ser a ponte entre finanças tradicionais (TradFi) e o mundo Web3, mantendo sua liquidez em cripto intacta enquanto expõe você a estabilidade de ações estabelecidas.

Quais ações e ETFs você pode negociar agora

A lista inclui feras do mercado: NVIDIA (NVDAon), Tesla (TSLAon), Apple (AAPLon), Amazon (AMZNon), além de ETFs como Nasdaq 100 (QQQon) e SPDR S&P 500 (SPYon). São 14 ativos blue-chip, perfeitos para quem quer equilíbrio no portfólio.

Pense no dia a dia: uma ação da NVIDIA, que impulsiona IA, pode custar centenas de dólares – cerca de R$ 800 a R$ 2.600 dependendo do preço. Com tokenização, você compra frações pequenas, equivalente a um salário mínimo parcial, sem precisar de valores altos iniciais. Ideal para quem quer exposição sem risco total em voláteis como Bitcoin.

Esses tokens rodam on-chain, permitindo yield e composability com DeFi, algo impossível em bolsas comuns.

Vantagens práticas para o seu bolso brasileiro

O maior ganho é a simplicidade: tudo em uma wallet só. Sem alternar apps, sem KYC duplo, sem taxas de transferência entre plataformas. Para nós, no Brasil, com Selic em queda e dólar volátil, diversificar com ações americanas tokenizadas é uma forma realista de proteger o patrimônio.

Exemplo cotidiano: em vez de pagar 1-2% em remessa para investir em Tesla via XP ou BTG, você usa a Phemex com taxas baixas de trading cripto. Equivale a economizar R$ 50-100 por operação de R$ 5 mil. E 24/7, sem esperar pregão de Nova York.

Mas atenção: volatilidade existe, e regulamentos como CVM ainda evoluem para RWAs. É útil, mas pese os custos de gas e spreads.

Como dar o primeiro passo na Phemex

  1. Crie conta gratuita na Phemex (rápido, com KYC simples).
  2. Deposite USDT via Binance ou outra exchange.
  3. Busque NVDAon ou TSLAon no spot market.
  4. Negocie e segure na wallet interna.

Monitore spreads e liquidez inicial, pois é lançamento fresco (20/02/2026). Para brasileiros, verifique impostos sobre ganhos em cripto via Receita Federal. É acionável: teste com pouco e veja o impacto real na sua rotina financeira.


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