Personagem cartoon de SBF empurrando portas da justiça com testemunhas ajudando, simbolizando apelo improvável por novo julgamento no caso FTX

SBF Luta por Novo Julgamento: Testemunhas Podem Reverter Caso FTX?

Sam Bankman-Fried (SBF), condenado a 25 anos de prisão por fraude no colapso da FTX, quer sair da cadeia: apresentou motion para novo julgamento citando testemunhas ‘surpresa’ que supostamente enfraquecem a acusação. Investigações revelam que os depoimentos de ex-executivos como Daniel Chapsky e Ryan Salame poderiam questionar a narrativa da promotoria sobre a saúde financeira da exchange antes de novembro de 2022. Mas será blefe de desespero ou chance real? O pedido, arquivado quinta-feira em Nova York, enfrenta alta barreira legal.


A Manobra Jurídica de SBF

Investigações iniciais no caso FTX expuseram o desvio bilionário de fundos de clientes para Alameda Research, doações políticas e luxos pessoais. Condenado em novembro de 2023 por sete crimes, SBF foi sentenciado em março de 2024. Agora, em motion pro se — sem advogado formal —, protocolado em 5 de fevereiro e docketado na corte federal de Manhattan, ele busca reabrir o processo. A petição, submetida por sua mãe, a professora de direito Barbara Fried, é separada do apelo principal e pede um juiz diferente, alegando ‘preconceito manifesto’ do juiz Lewis Kaplan.

Sinais de alerta surgem imediatamente: pedidos de novo julgamento raramente prosperam, como noticiado por fontes especializadas. SBF já teve pedido de liberdade condicional negado pelo Segundo Circuito em dezembro, por falta de ‘probabilidade substancial de sucesso’. Evidências apontam para estratégia de protelar, mantendo o caso vivo enquanto a massa falida da FTX devolve bilhões a credores.

As Testemunhas ‘Inéditas’ e Seus Argumentos

O cerne da alegação reside em depoimentos ausentes no trial original. Daniel Chapsky, ex-executivo da FTX, e Ryan Salame — condenado a 7,5 anos por fraudes eleitorais e já preso — poderiam contestar a versão governamental de que a exchange estava insolvente pré-colapso. Salame admitiu culpa em acusações relacionadas, mas não testemunhou contra SBF. Chapsky também ficou de fora.

Relatos confirmam que esses testemunhos ‘novos’ visam demonstrar liquidez suficiente para reembolsar os investidores, ecoando defesas anteriores barradas por Kaplan. No entanto, o juiz já rejeitou argumentos similares, priorizando provas concretas de desvio. Sem acesso aos documentos on-chain ou autos completos, resta ceticismo: por que essas testemunhas só agora, após condenação?

Contexto Paralelo: Sentença no Caso SafeMoon

Enquanto SBF manobra, cortes americanas avançam em fraudes cripto. John Karony, ex-CEO da SafeMoon, pegou 100 meses de prisão — mais de 8 anos — depois que vítimas relataram perdas que arruinaram planos de vida. Promotores pediram 12 anos por ‘roubo disfarçado de fraude’, rejeitando defesas baseadas em juventude. O juiz chamou o esquema de ‘roubo massivo’, destacando promessas falsas de ausência de rug pull.

Esses casos divergem: SafeMoon fecha capítulo com sentença final; FTX prolonga batalhas processuais. Investidores devem notar: justiça em cripto é lenta, mas implacável com evidências sólidas.

Implicações e Como se Proteger

Para leitores, o movimento de SBF sinaliza persistência, mas evidências apontam para baixa viabilidade. A massa falida da FTX já distribuiu bilhões em 2025, com mais pagamentos faseados. Red flags incluem repetição de argumentos rejeitados e ausência de provas concretas novas. Monitore o docket público para updates — transparência é chave em fraudes.

Lições preventivas: diversifique exchanges reguladas, verifique tesourarias on-chain e evite promessas de retornos garantidos. Grandes fraudes como FTX e SafeMoon reforçam: ceticismo salva patrimônios. O desfecho pode demorar anos, mas a condenação de 25 anos permanece firme por ora.


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Executivo cartoon abrindo cofre bancário com explosão de luzes Bitcoin e Ethereum, 2.36B gravado, sinalizando adoção institucional pela Goldman Sachs

Goldman Sachs Confirma Exposição de US$ 2,36 Bi em Bitcoin e Altcoins

O gigante de Wall Street Goldman Sachs revelou em seu Formulário 13F à SEC exposição de US$ 2,36 bilhões em criptoativos no quarto trimestre de 2025. Com US$ 1,1 bilhão em Bitcoin, US$ 1 bilhão em Ethereum, além de posições em XRP e Solana, o banco demonstra confiança nos fundamentos digitais enquanto o varejo hesita na volatilidade. Isso representa 0,29% do portfólio de US$ 811 bilhões, um passo concreto na adoção institucional.


Detalhes da Alocação via ETFs Regulamentados

A exposição totalizou US$ 2,36 bilhões, acessada exclusivamente por meio de ETFs spot regulados, evitando riscos operacionais diretos como custódia. Bitcoin domina com cerca de US$ 1,1 bilhão, principalmente via iShares Bitcoin Trust da BlackRock, Fidelity e KraneShares. Ethereum segue com US$ 1 bilhão, refletindo otimismo com sua infraestrutura DeFi.

XRP e Solana completam o quadro: US$ 153 milhões em ETFs de XRP e US$ 108 milhões em Solana, sinalizando diversificação além dos líderes de mercado. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 346.239 (-3,7% em 24h), enquanto dólar a R$ 5,20 reforça o valor em reais acima de R$ 12 bilhões.

O aumento de 15% em relação ao trimestre anterior, destacado por CZ da Binance, mostra que os fundamentos se fortalecem mesmo em dips.

Mudança Histórica na Postura do Goldman

Historicamente cético, o Goldman Sachs evoluiu desde 2020, restabelecendo mesa de cripto e reconhecendo Bitcoin como reserva de valor anti-inflação. Após o inverno de 2022, adotou abordagem cautelosa via produtos regulados. Hoje, com US$ 3,6 trilhões em AUM, essa alocação reflete maturidade: ETFs spot aprovados liberaram demanda institucional represada.

Comparado a metais preciosos — ouro em US$ 163 milhões e prata em US$ 378 milhões —, cripto ganha espaço como ativo de risco com potencial assimétrico. O mercado está construindo bases sólidas para ciclos futuros.

Implicações para Adoção e Mercado Brasileiro

Para brasileiros, isso valida tesourarias em BTC e alts. Ethereum a R$ 10.070, Solana a R$ 419 e XRP a R$ 7,05 mostram acessibilidade. Enquanto varejo vende dips, instituições compram, ecoando halvings e fluxos de ETF como indicadores bullish de longo prazo.

Simon Dedic nota o peso quase igual ETH/BTC como viés de alta em Ethereum. Goldman participa da reunião da Casa Branca sobre stablecoins, sinalizando integração regulada. Volatilidade é ruído; adoção é tendência.

Próximos Passos e Perspectiva de Longo Prazo

Investidores devem monitorar trimestrais futuras: crescimento dependerá de demanda clientes, clareza regulatória e condições macro. Com alocações em opções de ETFs, Goldman gerencia risco com flexibilidade. Essa validação institucional reforça que cripto não é fringe, mas sleeve de portfólio essencial. O ecossistema avança, e quem foca no longo prazo sai na frente.


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Executivo cartoon segurando estrutura cristalina rachando sob ventos de sell-off, com analista observando, ilustrando stress test em bonds da Ledn e volatilidade cripto

Títulos BTC em Stress Test: Ledn e Sell-Off de US$ 70 mi em XRP

Os títulos lastreados em Bitcoin da Ledn enfrentam um stress test precoce após queda de 27% no BTC desde meados de janeiro, forçando liquidações em 25% dos empréstimos colaterizados. Em paralelo, XRP registrou venda de US$ 70 milhões em segundos na Bybit, enquanto Ethereum cai 2,72% para US$ 2.032 em sessão volátil. Os dados revelam riscos elevados em produtos de dívida lastreados em ativos voláteis, conforme análise da S&P Global.


Stress Test nos Bonds da Ledn

A emissão de US$ 188 milhões em bonds pela Ledn, primeiro produto público de Wall Street lastreado em empréstimos BTC, foi impactada pela volatilidade. Inicialmente suportados por US$ 199 milhões em loans e US$ 1 milhão em cash, o pool agora tem US$ 150 milhões em loans e US$ 50 milhões em cash após liquidações abaixo de 81,4% LTV.

A S&P Global, que atribuiu rating ‘A’, destacou em seu relatório o pool inicial de 5.441 loans a 2.914 borrowers, colaterizados por 4.079 BTC (US$ 356,9 milhões em 31/12/2025), com LTV médio de 55,8% e taxa de juros de 11,8%. Cenários de stress assumem 79% default e 68% recovery na tranche BBB-. Medidas mitigantes incluem overcollateralization e reserva de liquidez de 5%. O fechamento está previsto para 18 de fevereiro de 2026, apesar dos ajustes.

Venda Massiva de XRP Pressiona Preços

Uma transferência de 50 milhões de XRP (US$ 70,37 milhões) de uma wallet desconhecida para a Bybit em uma única transação sinaliza forte pressão vendedora. O XRP, cotado a cerca de US$ 1,40 (-2,42% diário), luta para recuperar em meio ao downturn geral do mercado cripto.

Os dados mostram volume reduzido e dominância de vendas, ampliando a queda de mais de 50% desde sua máxima histórica. No Brasil, XRP negocia a R$ 7,05 (-4,43% em 24h), refletindo aversão ao risco em altcoins.

Volatilidade no Ethereum e Contexto Geral

O Ethereum registrou queda de 2,72% para US$ 2.032,25, com volume de US$ 28,4 bilhões (-9,67% vs. média 30 dias). O preço está abaixo da SMA-7 em US$ 2.087, confirmando tendência de baixa semanal de -10,5%. Capitalização em US$ 245,27 bilhões, -58,93% do ATH.

No Brasil, ETH a R$ 10.071 (-3,78%). Bitcoin, segundo o Cointrader Monitor, cotado a R$ 346.256 (-3,66% em 24h, volume 337 BTC).

Riscos e Níveis a Monitorar

Os eventos expõem fragilidades em estruturas de dívida lastreadas em criptoativos: liquidações em quedas amplificam perdas, alterando as composições do colateral. S&P alerta para volatilidade histórica do BTC, defaults marginais e concentração de risco. Níveis chave: BTC suporte em US$ 60k; XRP US$ 1,30; ETH US$ 1.995. Os dados sugerem cautela, com volume como indicador primário para reversões.


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Personagens cartoon como videntes ao redor de globo de cristal 4x inflado com rachaduras falsas, alertando riscos em mercados de previsão como Polymarket

Mercados de Previsão Crescem 4x: Todo Mundo Virou Vidente?

Todo mundo virou vidente ou é apenas mais um esquema de volume falso? Os mercados de previsão explodiram 4 vezes em 2025, atingindo uns astronômicos US$ 63,5 bilhões em volume, segundo relatório da CertiK. Plataformas como Polymarket, Kalshi e Opinion dominam, mas por trás do glamour há wash trading e falhas de segurança que fazem o circo pegar fogo.


Explosão de Volume: Real ou Ilusão Óptica?

De US$ 15,8 bilhões em 2024 para US$ 63,5 bilhões em 2025. Impressionante, não? O crescimento foi puxado por incentivos generosos e picos de euforia, não necessariamente por uma legião de profetas precisos. Três plataformas concentram tudo: Kalshi, Polymarket e Opinion. Mas quando os subsídios acabarem, o que sobra? Uma demanda orgânica ou um balão murchando devagar?

A CertiK, empresa de segurança blockchain, destrincha isso no relatório. O volume quadruplicou, sim, mas pesquisas acadêmicas mostram que na Polymarket o wash trading – aquela mágica em que traders apostam contra si mesmos para inflar números – chegou a 60% do volume em 2024. É como encher o estádio com torcedores fictícios: o barulho é alto, mas o jogo continua o mesmo.

Wash Trading: O Truque de Mágica do Mercado

Ah, o wash trading, esse velho conhecido dos esquemas criativos. Traders fazem negociações circulares para farmar incentivos, inchando o volume sem alterar preços reais. Na Polymarket, isso virou rotina, mas a boa notícia (para os otimistas incuráveis) é que os preços das previsões ainda são confiáveis. Não há evidência de distorção em massa, diz a CertiK.

Os sinais de alerta seriam divergências persistentes entre plataformas, movimentos sem notícia ou viés de baleias manipulando odds. Por enquanto, nada sistêmico. Mas em mercados menores e menos líquidos? Aí o circo pode virar bagunça de verdade. É volume falso afetando a formação de preços ou só cosmética? A bola está com os traders “sofisticados” atraídos pelos incentivos.

Segurança: O Calcanhar de Aquiles do Hype

Enquanto o volume brilha, a segurança range. Plataformas híbridas Web2/Web3 prometem o melhor dos dois mundos, mas herdam o pior: exposição dupla a ataques. Em dezembro de 2025, a Polymarket sofreu um hack via Magic Labs, serviço de login por e-mail. Invasores pularam autenticação 2FA e roubaram contas – fundos em risco mesmo com smart contracts impecáveis.

A lição? Auditar tudo junto: autenticação, chaves e liquidação. Não isole componentes. O crescimento rápido ultrapassou a maturidade técnica, deixando brechas que crescem com a escala. Riscos estruturais puros, daqueles que transformam festa em pânico.

2026: Bolha ou Evolução?

Entrando em 2026, o trio dominante deve se manter, mas depende de reter usuários sem “doce na mão”, driblar restrições estaduais nos EUA e se adaptar a regulações. Políticas federais mais claras ajudam, mas wash trading vira risco sistêmico só se bagunçar preços. Por ora, o show continua – com palhaços, mágicos e, quem sabe, alguns videntes de verdade.

Vale monitorar: se o volume sem incentivos segurar e segurança evoluir, talvez o mundo realmente vire uma grande aposta. Senão, é só mais um capítulo no livro das modinhas cripto.


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Iniciante cartoon abrindo portinha 'nano 0.01' para mundo luminoso de BTC e ETH, simbolizando acesso democratizado a futuros

Nano Futuros de Bitcoin e Ethereum: Acesso para Iniciantes

Quer operar futuros de Bitcoin com pouco dinheiro? A Interactive Brokers, corretora global com mais de 4,5 milhões de clientes, lançou nano contratos futuros de Bitcoin e Ethereum em parceria com a Coinbase Derivatives. Esses contratos mini, como 0,01 BTC, democratizam o acesso a derivativos antes restritos a grandes investidores. Pense assim: é como comprar uma fatia pequena de uma pizza gigante, em vez do disco inteiro. Isso abre portas para iniciantes gerenciarem riscos com valores acessíveis. O anúncio veio em 10 de fevereiro de 2026.


O Que São Nano Contratos Futuros?

Em outras palavras, contratos futuros são acordos para comprar ou vender um ativo no futuro a um preço definido hoje. Isso significa que você pode lucrar com a alta ou queda sem possuir o ativo real. Os nano contratos são versões miniatura: para Bitcoin, cada contrato representa 0,01 BTC; para Ethereum, cerca de 0,10 ETH. Isso reduz o capital necessário drasticamente.

Pense assim: um contrato padrão de BTC pode exigir dezenas de milhares de reais em margem. Com nano, você opera com centenas ou milhares, ideal para quem está começando. A Interactive Brokers oferece dois tipos: tradicionais, com vencimento mensal, e “perpetual-style”, sem data de expiração, populares por sua flexibilidade.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 346.736 (variação -3,6% em 24h). Um nano contrato valeria cerca de R$ 3.467 — acessível!

Como Funciona a Parceria com Coinbase?

A Interactive Brokers, com US$ 800 bilhões em ativos sob gestão, usa a infraestrutura da Coinbase Derivatives para esses produtos. Isso permite trading 24/7 em uma plataforma regulada, integrando cripto com ações, opções e bonds na mesma conta. O CEO Milan Galik destacou: “Perpetual-style futures oferecem exposição longa e flexibilidade”.

Para iniciantes, isso significa gerenciar posições cripto ao lado de investimentos tradicionais, sem precisar de múltiplas contas. A corretora já oferecia spot cripto via Paxos e stablecoins para funding — agora expande para derivativos avançados, mas acessíveis.

Exemplos Práticos e Benefícios para Você

Imagine: Bitcoin a R$ 346 mil. Você acha que sobe para R$ 360 mil? Compre um nano futuro por ~R$ 3.500 em margem. Se acertar, lucro proporcional; se errar, perda limitada. Para Ethereum cotada a R$ 10.084, um nano é ainda menor.

Benefícios: menor risco (posições precisas), aprendizado sem grandes perdas, hedge contra volatilidade. TradFi invade cripto: CME lança altcoin futures, bancos recomendam alocação em BTC. Isso empodera o pequeno investidor brasileiro a participar de um mercado de US$ 8 trilhões em perps (2025).

Você sai confiante: comece pequeno, aprenda e cresça!

Por Que Isso Importa Agora?

Com Bitcoin recuperando de quedas (de US$ 100 mil para cerca de US$ 70 mil), esses nano facilitam entradas seguras. Monitore preços e regulamentos. Plataformas como essa constroem pontes entre finanças tradicionais e cripto, beneficiando todos.


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Balança cartoon desequilibrada com suporte institucional dourado do Goldman Sachs e XRP caindo em vermelho, ilustrando queda de 12% inesperada

XRP Cai 12%: Por Que Após Exposição do Goldman Sachs?

Por que o XRP caiu 12% na semana apesar da revelação do Goldman Sachs sobre exposição de US$ 153 milhões ao ativo? Os dados mostram o clássico fenômeno de ‘buy the rumor, sell the news’: traders acumulam ante o rumor de adoção institucional e realizam lucros na confirmação. Negociando em torno de US$ 1,40 (R$ 7,06), o XRP reflete pressão vendedora ampla, com Bitcoin e Ethereum também em queda. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 346.891,25 (-3,49% em 24h).


Exposição do Goldman Sachs ao XRP

Os dados do 13F filing do Q4 2025 indicam que o Goldman Sachs detém US$ 2,36 bilhões em criptoativos, incluindo US$ 153 milhões em XRP, majoritariamente via ETFs. Essa posição representa uma fração mínima do portfólio total do banco, mas sinaliza interesse institucional crescente. No entanto, a notícia veio após acumulação prévia de posições, alinhando-se ao padrão onde o preço sobe no rumor e corrige na divulgação oficial.

ETFs de XRP nos EUA acumulam US$ 1,01 bilhão em ativos líquidos, com fluxos estáveis apesar de quatro dias de saídas em 56 dias de negociação. Isso sugere estabilidade relativa, mas não imunidade à volatilidade macro. O XRP, cotado a R$ 7,06 (-4,44% em 24h), reflete essa dinâmica.

Contexto de Mercado e Pressão Vendedora

A queda do XRP ocorre em correlação com o mercado amplo: Bitcoin rejeitado abaixo de US$ 67.000 e Ethereum em US$ 2.150. Os dados mostram zona de pressão vendedora entre US$ 1,40 e a trendline inferior previamente quebrada, onde volume de vendas aumenta. Ethereum negocia a R$ 10.095 (-3,70%), reforçando o viés baixista geral.

Psicologicamente, o ‘sell the news’ é impulsionado por realização de lucros: posições compradas acumuladas na euforia institucional são liquidadas na confirmação, ampliando a correção. Volumes em 1 minuto mostram picos de compra institucional prévios, mas o momentum atual é negativo.

Análise Técnica: Indicadores e Suportes

No gráfico de 4 horas, XRP testa suporte crítico em US$ 1,35 (R$ ~7,00). RSI em 37 indica proximidade de oversold, enquanto MACD mostra linha em -0,0128 e sinal em -0,0159, confirmando momentum baixista. Médias móveis reforçam resistência em US$ 1,40.

Persistindo a tendência, alvos inferiores incluem US$ 1,30-1,32. Uma reversão acima de US$ 1,40 poderia mirar US$ 1,45-1,50, mas requer volume comprador sustentado. Dólar a R$ 5,20 agrava pressão em reais.

Níveis a Observar e Implicações

Os traders devem monitorar suporte US$ 1,35 e resistência US$ 1,40. Quebra inferior ativa vendas em cascata; rompimento superior sinaliza rebound. Em contexto brasileiro, com BTC em queda, altcoins como XRP enfrentam risco ampliado. Os dados sugerem cautela, priorizando gerenciamento de risco em timeframes curtos.


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Reguladores cartoon girando volantes para apertar rede em globo cripto com nó russo isolado e engrenagem Ripple, simbolizando sanções UE e discussões na Casa Branca

UE aperta cerco à Rússia e Ripple na Casa Branca: Regulação Global Aperta

A União Europeia propõe um banimento total de transações cripto ligadas à Rússia para coibir evasão de sanções, enquanto o CLO da Ripple, Stuart Alderoty, participa de discussões críticas na Casa Branca sobre rendimentos em stablecoins. Esses movimentos sinalizam o fim das frestas para o uso político de ativos digitais, em uma regulação global pós-guerra que afeta diretamente usuários de exchanges internacionais.


Proposta da UE Contra Evasão Russa

Segundo documentos internos da Comissão Europeia revelados pelo Financial Times, a proposta visa proibir qualquer interação com provedores de serviços de criptoativos estabelecidos na Rússia. O foco é evitar a proliferação de plataformas ‘copycat’ que substituem exchanges sancionadas, como a Garantex, alvo dos EUA em 2022 por lavagem de dinheiro de cibercriminosos.

A medida também mira a plataforma de pagamentos A7 e sua stablecoin lastreada no rublo, A7A5, que acumulou US$ 100 bilhões em volume apesar de sanções recentes da UE, EUA e Reino Unido. Autoridades europeias argumentam que listar entidades individuais apenas estimula novas criações para burlar restrições, demandando uma proibição ampla para efetividade das sanções impostas desde a invasão da Ucrânia em 2022.

Além disso, a Comissão sugere adicionar 20 bancos russos à lista de sancionados e vetar transações com o rublo digital, estendendo o cerco a ativos estatais.

Desafios Internos e Contexto Russo

A aprovação requer unanimidade entre os 27 membros da UE, mas três países já expressaram dúvidas, conforme diplomatas citados pelo FT. Paralelamente, a Rússia avança em seu marco regulatório para criptoativos, com o Banco Central russo propondo regras para investidores retalhistas e qualificados via plataformas licenciadas.

O maior banco russo, Sberbank, prepara empréstimos lastreados em cripto para clientes corporativos, sinalizando integração apesar das pressões externas. A UE também considera sanções a exportações de bens de uso duplo para o Quirguistão, usado como rota para bens proibidos à Rússia, com importações da UE crescendo 800% desde o início do conflito.

Esses dados destacam como cripto se tornou ferramenta geopolítica, com sanções ocidentais buscando isolar Moscou financeiramente.

Ripple e Debates na Casa Branca

Do outro lado do Atlântico, o CLO da Ripple integra reuniões na Casa Branca com líderes de Wall Street (Goldman Sachs, JPMorgan) e cripto (Coinbase, a16z). O tema central é a permissão de rendimentos em stablecoins, ponto de impasse na legislação cripto americana.

Bancos tradicionais, via American Bankers Association, alegam desequilíbrio competitivo, temendo perda de depósitos para stablecoins sem seguro FDIC. Ripple e pares defendem que restrições protegem incumbentes, limitando inovação em pagamentos digitais.

Essas talks visam destravar avanços regulatórios, conectando-se à agenda global de supervisão.

Implicações para Exchanges e Investidores

Para brasileiros usando plataformas internacionais, essas dinâmicas geopolíticas implicam maior escrutínio em transações cross-border. Exchanges globais podem restringir operações com entidades russas, elevando riscos de compliance e potencialmente impactando liquidez em stablecoins ou rublo digital.

A convergência UE-EUA reforça uma regulação unificada, onde cripto deixa de ser ‘terra de ninguém’ para ferramenta de poder soberano. Investidores devem monitorar aprovações, priorizando plataformas reguladas em múltiplas jurisdições para mitigar exposição.

O cenário sugere maturidade: cripto integra a ordem financeira global, sujeita a sanções e políticas monetárias como qualquer ativo tradicional.


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Personagens cartoon de Wall Street e Web3 apertando mãos sobre ponte luminosa com ZRO, simbolizando lançamento da LayerZero para instituições

LayerZero Lança ‘Zero’: Nova L1 com Apoio de Wall Street

A LayerZero anunciou o lançamento da blockchain Layer 1 Zero, uma infraestrutura permissionless projetada para mercados financeiros institucionais. Com apoio de gigantes como Citadel Securities, DTCC, ICE e Google Cloud, a rede promete até 2 milhões de TPS via provas de conhecimento zero (ZK). A infraestrutura que vai conectar Wall Street à Web3 finalmente chegou? Isso pode resolver gargalos de escalabilidade e interoperabilidade em finanças on-chain.


O Que É a Blockchain Zero?

A Zero é uma L1 heterogênea, diferente das blockchains tradicionais onde todos os nós replicam o mesmo trabalho. Em vez disso, ela divide execução e verificação de transações, otimizando para casos específicos como trading, clearing e settlement. Lançamento previsto para outono de 2026 com três zonas iniciais: uma EVM de propósito geral, pagamentos com foco em privacidade e trading multi-ativos.

O token nativo ZRO, usado para governança, conecta Zero a mais de 165 chains via stack de interoperabilidade da LayerZero. Investimentos estratégicos de Citadel em ZRO e ARK Invest em equity reforçam o compromisso institucional, com Cathie Wood no conselho assessor.

Essa estrutura permissionless permite que qualquer um valide, construa ou transacione, evitando os limites de redes permissionadas exploradas por Google ou Circle.

Como Funciona Tecnicamente?

A arquitetura da Zero usa ZK proofs para separar execução de verificação, como um banco de dados distribuído onde nós especializados processam workloads distintos. Isso elimina a replicação universal, alcançando 100.000x mais velocidade que Ethereum (~20-30 TPS) e 500x Solana (~3.000 TPS).

Avanços em compute, storage, networking e criptografia permitem zonas otimizadas — ambientes permissionless governados pela rede. Custos por transação caem a frações de centavo, com espaço de blocos ilimitado. Pense como um sistema de microsserviços em cloud: cada zona escala independentemente, mas o consenso ZK garante integridade global.

A interoperabilidade da LayerZero integra Zero ao ecossistema existente, facilitando fluxos cross-chain sem pontes frágeis.

Por Que Apoio Institucional É Divisor de Águas?

Instituições como Citadel avaliam Zero para trading de alta performance, DTCC para tokenização e colateral, e ICE (dona da NYSE) para mercados 24/7. Google Cloud explora micropagamentos para agentes de IA. Tether também investiu, ampliando USDT cross-chain.

Por que outra L1? Existentes falham no trilema blockchain para finanças: volume institucional exige TPS massivos, privacidade e coordenação. Zero aborda fragmentação — RWAs perdem bilhões por silos, como alertado em relatórios. Interoperabilidade nativa une TradFi à Web3, potencializando adoção real via métricas on-chain verificáveis.

Embora alegações de performance exijam benchmarks independentes, o rigor técnico e parcerias sinalizam maturidade além do hype.

Implicações para o Mercado Cripto

Zero testa se blockchains escalam economias globais on-chain, como disse o CEO Bryan Pellegrino. Monitore TVL, usuários ativos e transações pós-lançamento para validar promessas. Para brasileiros, isso abre portas a mercados tokenizados acessíveis via exchanges locais.

Investidores devem observar ZRO para governança e integrações. A convergência TradFi-Web3 ganha tração, mas sucesso depende de execução técnica.


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Rede hexagonal frágil rachando sobre abismo negro com tokens PI e 23M caindo, simbolizando colapso e desbloqueio no Pi Network

Pi Network no Abismo: 23 Milhões de Tokens Ameaçam Novas mínimas

Pi Network: a promessa da moeda grátis pelo celular está virando pó em novo recorde de baixa de US$ 0,132? O token PI despencou 95,6% em menos de um ano, e os próximos três dias prometem piorar. Com desbloqueios massivos de até 23,6 milhões de tokens previstos para 12 a 14 de fevereiro, segundo dados do CryptoPotato, a pressão vendedora pode lançar o preço para abismos ainda mais profundos. A história das bolhas especulativas mostra que exuberância sem fundamentos termina assim.


O Colapso Recorde do PI

O token PI negociava próximo de US$ 3 há menos de um ano, mas agora patina em um novo fundo histórico de US$ 0,132. Essa queda brutal de 95,6% reflete não só a correção geral do mercado cripto nas últimas 12 horas, mas uma desconstrução sistemática da euforia em torno da Pi Network.

A mineração mobile prometia democratizar o acesso às criptomoedas, atraindo milhões de usuários com toques no smartphone. No entanto, a história mostra que projetos baseados em promessas fáceis — lembre-se das ICOs de 2017 ou os airdrop farms de 2021 — eventualmente enfrentam a realidade da falta de utilidade real. O mercado está ignorando os sinais de alerta, e o PI é a maior vítima dessa euforia irracional.

Desbloqueios Massivos: A Bomba nos Próximos 3 Dias

A cereja no bolo do desastre vem dos desbloqueios de tokens revelados pelo PiScan. Enquanto a média mensal anterior girava em torno de 4-5 milhões de PI, agora subiu para 8,5 milhões — e os próximos dias são explosivos.

Amanhã, 12 de fevereiro, saem 18,9 milhões; na sexta-feira 13, o recorde de 23,6 milhões; e no dia 14, mais 16,9 milhões. Uma vez liberados, esses tokens ficam livres para negociação. Em um mercado já volátil e com FUD crescente, é provável que muitos holders em pânico optem pela venda imediata, ampliando a derrocada.

Cuidado com a ilusão de ‘gradualidade’: esses volumes são múltiplos da média recente, ecoando os desbloqueios que afundaram tokens como LUNA em 2022. O mercado cripto adora punir a ganância coletiva.

Críticas ao Modelo: Pyramid Scheme em Discurso?

O timing não poderia ser pior para a Pi Network, que enfrenta acusações de esquema piramidal. Analistas questionam a sustentabilidade de um modelo que recompensa o recrutamento mais do que o valor gerado. Sem adoção real, mainnet funcional ou parcerias sólidas, o PI depende puramente de especulação.

A exuberância inicial — milhões de ‘mineradores’ no app — escondeu a ausência de fundamentos. Como nas crises asiáticas de 1997 ou o burst dot-com, bolhas infladas por narrativas colapsam quando a liquidez seca. Investidores que ignoraram esses riscos agora pagam o preço.

Lições Históricas e o Que Monitorar

A história repete: todo ciclo de hype termina em correção severa. Para o PI, esses desbloqueios iminentes testarão a resiliência dos holders restantes. Vale monitorar o volume de vendas pós-unlock e qualquer anúncio da equipe — mas não espere milagres.

Em um mercado de baixa, proteção de capital é rei. Projetos sem utilidade real, como a Pi parece ser, raramente se recuperam sem reformas drásticas. O mercado está ensinando uma lição dura sobre promessas fáceis.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos e traders cartoon em pânico com gráfico de receita cripto despencando 38%, ilustrando crise na Robinhood e alerta para varejo cripto

Robinhood em Crise: Receita Cripto Despenca 38% e Preocupa Acionistas

A crise da Robinhood fica evidente no balanço do Q4 2025: receita total de US$ 1,28 bilhão, 5,2% abaixo da estimativa de Wall Street de US$ 1,35 bilhão. Pior ainda, a receita com trading de cripto despencou 38% YoY, para US$ 221 milhões, frustrando expectativas de US$ 242 milhões. O mercado está ignorando esses sinais de fraqueza no varejo cripto, mas a história mostra que exuberância irracional leva a correções dolorosas.


Detalhes do Balanço Desastroso

A receita total cresceu 27% YoY, mas isso mascara a dependência problemática de outros segmentos. O trading de cripto, carro-chefe em mercados de alta passados, encolheu para US$ 221 milhões, refletindo volumes moderados após o pico de euforia. Em contraste, opções subiram 41% para US$ 314 milhões e ações 54% para US$ 94 milhões, mostrando que investidores varejistas preferem derivativos tradicionais em tempos incertos.

Receita de juros líquidos avançou 39% para US$ 411 milhões, beneficiada por taxas altas, mas despesas operacionais saltaram 38% para US$ 633 milhões, superando o crescimento de receita. EBITDA ajustado de US$ 761 milhões ficou aquém dos US$ 833 milhões esperados. Esses números ecoam o mercado de baixa de 2022, quando plataformas como Robinhood sofreram com a retração do apetite por risco.

Métricas de Usuários: Crescimento Ilusório?

Embora os assinantes Gold tenham crescido 58% para 4,2 milhões, e ativos sob gestão atingido US$ 324 bilhões (+68% YoY), o crescimento de usuários financiados foi modesto, apenas 7% para 27 milhões. Receita média por usuário subiu 16% para US$ 191, mas depósitos líquidos de US$ 15,9 bilhões no trimestre não compensam a volatilidade inerente ao cripto.

Buybacks de ações somaram US$ 653 milhões em 2025, repescando 12 milhões de shares a US$ 54,30 em média. Estratégia defensiva? Talvez, mas em ciclos passados, como dot-com, recompras agressivas precederam quedas maiores quando fundamentos fraquejam. O varejo institucional ainda patina, longe da recuperação plena.

Implicações para o Mercado Cripto

A queda de 38% na receita cripto da Robinhood sinaliza que o entusiasmo varejista evaporou. Plataformas que surfaram a alta de 2024 agora enfrentam realidade: volumes caem quando Bitcoin não sobe diariamente. Histórico de 2018 e 2022 mostra que varejo lidera entradas, mas sai primeiro em bears, ampliando correções.

Wall Street esperava mais, e a decepção reflete ceticismo crescente. Com despesas crescendo mais rápido que receitas, margens pressionadas indicam vulnerabilidade. Investidores devem monitorar liquidez global e juros; todo ciclo tem seu fim, e ignorar esses alertas custa caro.

O Que Esperar Adiante

Executivos falam em ‘Financial SuperApp’, mas números sugerem diversificação forçada longe do cripto. Cuidado com narrativas otimistas: a história ensina que recuperação do varejo cripto demora em ambientes macro restritivos. Proteja capital priorizando sobrevivência sobre ganhos rápidos. Cenários de risco são reais, não FUD infundado.


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Prisma hexagonal ADA rachado com fluxo vermelho descendente, simbolizando queda de 3% após lançamento de futuros na CME

Cardano Cai 3% Após Lançamento de Futuros na CME: Análise Técnica

O lançamento de futuros de Cardano (ADA) na CME Group, em 9 de fevereiro de 2026, não gerou a alta esperada pelos touros. Em vez disso, o preço do ADA caiu quase 3%, de US$ 0,2720 para US$ 0,2608. Os dados mostram ausência de momentum comprador, com Open Interest em queda e volume de futuros concentrado em especulação alavancada. Isso evidencia como produtos institucionais podem amplificar posições vendidas em mercados fracos.


Lançamento dos Futuros e Reação Inicial

Em 9 de fevereiro de 2026, a CME Group expandiu sua oferta de derivados cripto com contratos futuros para ADA, Chainlink (LINK) e Stellar (XLM). A expectativa era de maior legitimidade e influxo institucional, mas o mercado reagiu com venda. O ADA, negociado próximo a US$ 0,27 — 92% abaixo do pico de 2021 —, registrou queda imediata de cerca de 3%.

Os números confirmam: volume de futuros ADA na BitMEX explodiu mais de 48.770% após o anúncio, per CoinGlass. No entanto, essa atividade foi dominada por alavancagem de curto prazo, sem suporte correspondente no spot market. Em condições de fraqueza, catalisadores positivos frequentemente viram oportunidades de realização de lucros ou entradas vendidas.

Dinâmica de Open Interest e Volume Spot

O Open Interest (OI) de ADA derivativos caiu de US$ 490 milhões para US$ 425 milhões durante o rollout da CME, sinalizando redução de exposição pelos traders. Paralelamente, a demanda spot permaneceu fraca, com compradores incapazes de defender níveis acima de US$ 0,27.

Essa desconexão — alta em volume derivativos versus baixa em acumulação spot — reforça o controle de baixa. Os dados de CoinGlass indicam que a especulação alavancada prevaleceu, sem influxo genuíno de capital de longo prazo. Em termos técnicos, a ausência de elevação no OI confirma falta de convicção touro.

Indicadores Técnicos e Posição de Suporte

O ADA se manteve na zona de suporte US$ 0,22–0,27, testada após pressão vendedora sustentada. O MACD aproxima-se de um cruzamento de alta, enquanto o RSI está em 32,59, próximo a território de sobrevenda (abaixo de 30). Esses indicadores sugerem esgotamento da momentum descendente, mas recuperação depende de volume comprador.

No contexto mais amplo, o Bitcoin registra variação de -3,59% nas últimas 24h, cotado a R$ 346.559,76 segundo o Cointrader Monitor. Essa correlação reforça a dominância macro sobre narrativas altcoin específicas.

Acúmulo de Baleias e Níveis Críticos a Monitorar

Dados do CryptoQuant revelam que grandes holders (baleias) acumularam centenas de milhões de ADA de final de 2025 a início de 2026, especialmente durante quedas. Isso indica paciência estratégica, contrastando com deterioração da confiança retail.

Níveis a observar: rompimento acima de US$ 0,27 pode testar resistências em US$ 0,30; quebra abaixo de US$ 0,22 ativa downside para US$ 0,20. Traders devem priorizar volume spot e OI para validar qualquer reversão. A CME aumenta visibilidade, mas credibilidade do ADA depende de fundamentos on-chain e adoção real.


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Carteira digital Bitcoin pulsante vermelha com trilhas de transações rastreadas por feixes cyan, simbolizando atividade em resgate de sequestro e análise on-chain

Caso Nancy Guthrie: Bitcoin em Carteira de Resgate Ativa

Investigações revelam movimentações recentes de Bitcoin em uma carteira associada ao pedido de resgate pelo desaparecimento de Nancy Guthrie, mãe da apresentadora da NBC Savannah Guthrie. A idosa de 84 anos sumiu em janeiro na Arizona, e notas de resgate demandando milhões em BTC foram enviadas a emissoras e ao TMZ. Pela primeira vez desde os prazos iniciais, a carteira mostrou atividade, levantando questões sobre o paradeiro da vítima e a eficácia do rastreamento on-chain pelas autoridades.


O Desaparecimento e Evidências Iniciais

Nancy Guthrie foi vista pela última vez em sua casa nos Catalina Foothills, Arizona, no final de janeiro de 2026. Reportada como desaparecida em 1º de fevereiro, a cena do crime apresentou sinais de luta e sangue compatível com seu DNA, levando o FBI a classificar o caso como provável abdução. Evidências apontam para um invasor mascarado capturado em imagens de vigilância próximo à residência na manhã do sumiço.

Logo após o desaparecimento, notas de resgate foram enviadas a duas estações de TV de Tucson e ao portal TMZ, exigindo pagamentos em Bitcoin sob prazos apertados. O valor exato não foi divulgado publicamente, mas fontes indicam milhões de dólares em BTC para a liberação segura da vítima. Até então, nenhuma movimentação havia sido registrada na carteira especificada, o que aumentava a tensão em torno da veracidade das demandas.

Atividade na Carteira: Um Rastro Digital?

Na terça-feira, 10 de fevereiro, o TMZ confirmou a primeira “atividade” na carteira de resgate, observada cerca de 12 minutos após o ocorrido, segundo o fundador Harvey Levin. Detalhes como montante transferido, origem ou destino permanecem sigilosos, mas o timing coincide com a divulgação pelo FBI de novas imagens de um suspeito detido para interrogatório ao sul de Tucson. Autoridades não confirmam se a transação partiu dos sequestradores, da família Guthrie, da polícia ou de terceiros.

O caso exemplifica o duplo fio da navalha do Bitcoin: pseudônimo, mas rastreável on-chain. Ferramentas como exploradores de blockchain permitem monitorar fluxos, mas mixers, exchanges sem KYC ou conversões para fiat complicam a identificação. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC negocia a R$ 346.808 (-3,59% em 24h), destacando a volatilidade que pode afetar negociações de resgate.

Sinais de alerta e tendência global de crimes com criptomoedas

Este incidente não é isolado. Evidências apontam para um aumento global em sequestros ligados a criptomoedas, como a prisão de seis suspeitos na França por raptar uma magistrada visando resgate em criptomoedas, e uma operação entre Espanha e Dinamarca que desmantelou gangue responsável por assassinato de um detentor de carteiras. Criminosos exploram a irreversibilidade das transações BTC para extorsões, mas o rastro público da blockchain vira arma contra eles.

Para investidores brasileiros, o alerta é claro: holdings significativos atraem riscos físicos. Casas de câmbio locais reportam volume de 339 BTC em 24h, per Cointrader Monitor, reforçando a necessidade de opsec rigorosa.

Como se Proteger de Ameaças Físicas no Mundo Cripto

Investigações como esta reforçam medidas preventivas: diversifique custódia com hardware wallets multisig, evite ostentar saldos on-chain, use serviços com KYC robusto para conversões e reporte movimentações suspeitas imediatamente. Autoridades recomendam não pagar resgates sem coordenação policial, pois isso financia crimes sem garantir retornos. Monitore carteiras públicas via exploradores e fique atento a padrões de lavagem, como múltiplas pequenas transferências.

O caso Guthrie testa os limites do rastreamento on-chain. Enquanto o FBI avança, detentores devem priorizar segurança: o Bitcoin deixa rastros, mas criminosos evoluem rápido.


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Lobista cripto cartoon injetando '$5M' em urna eleitoral sulista, simbolizando investimento da Fairshake em eleições no Alabama

Lobby Cripto: Fairshake Investe US$ 5 Milhões em Eleição no Alabama

O PAC Fairshake, principal braço de financiamento de campanhas da indústria cripto, anuncia investimento de US$ 5 milhões na primária republicana para o Senado no Alabama, apoiando o congressista Barry Moore. Com US$ 193 milhões em caixa, o grupo sinaliza o poder crescente do lobby cripto em Washington, em meio às eleições de meio de mandato de 2026. Poder de voto: a indústria cripto está comprando seu lugar no Senado americano?


O Poder do Fairshake no Cenário Eleitoral Americano

O Fairshake, descrito como o principal operador de financiamento de campanhas da indústria, inicia a temporada de midterms com força total. Seus afiliados, como o Defend American Jobs, destinam os recursos para gastos independentes em anúncios, sem coordenação direta com as campanhas, conforme a lei eleitoral federal americana.

Esse montante de US$ 5 milhões é apenas o começo: o PAC já arrecadou US$ 193 milhões, superando muitos fundos partidários tradicionais. Em 2024, o Fairshake influenciou eleições congressionais sem mencionar cripto explicitamente nos anúncios, focando em temas econômicos. Agora, os anúncios para Moore destacarão seu endosso pelo presidente Donald Trump.

Segundo autoridades do grupo, o Fairshake também alocou fundos para o deputado French Hill, presidente do Comitê de Serviços Financeiros da Câmara, que liderou a aprovação de um projeto de estrutura de mercado cripto na Câmara em 2025, aguardando agora o Senado.

Perfil de Barry Moore e a Corrida no Alabama

Barry Moore, congressista há cinco anos pelo Alabama, concorre para substituir o senador Tommy Tuberville, que visa o governo estadual. Moore atuou no Comitê de Agricultura da Câmara, onde legislações cripto foram debatidas. Ele declarou publicamente: “Cripto não é moda, é parte do futuro da América e do Alabama”.

Nas pesquisas iniciais, Moore aparece em segundo lugar, atrás do procurador-geral Steve Marshall. Ambos têm nota “A” no Stand With Crypto, indicador de apoio à indústria. Com cinco republicanos na primária, o investimento pode alterar o equilíbrio, especialmente nove meses antes da eleição geral.

O Alabama, estado conservador, reflete a estratégia do lobby cripto de priorizar candidatos alinhados em distritos chave, ampliando influência no Congresso.

Implicações para a Regulação Cripto Global

O movimento do Fairshake visa eleger proponentes de leis amigáveis, como o projeto de estrutura de mercado, essencial para clareza regulatória nos EUA. Uma vitória de Moore fortaleceria o bloco pró-cripto no Senado, acelerando debates sobre stablecoins, ETFs e inovação blockchain.

Decisões em Washington ecoam globalmente: regulações americanas influenciam a UE, Ásia e América Latina, incluindo o Brasil, onde projetos como o PL 4.401/2021 aguardam tramitação. O lobby cripto, um dos mais potentes em Washington, demonstra como a indústria usa finanças para moldar políticas, similar a setores como tech e energia.

Para investidores internacionais, isso sinaliza maturação: cripto deixa de ser nicho especulativo para força geopolítica, com impactos em adoção e preços de ativos como Bitcoin e Ethereum.

O Que Monitorar no Horizonte Eleitoral

Investidores devem acompanhar o desempenho de Moore nas primárias e o fluxo de recursos do Fairshake, que pode repetir a estratégia em outros estados. O sucesso elevaria a pauta cripto no Congresso, potencialmente definindo o arcabouço regulatório para a próxima década.

Em um mundo interconectado, onde sanções e CBDCs competem com blockchains permissionless, o lobby americano dita tendências. Brasileiros com exposição a criptoativos globais sentirão os efeitos, seja em aprovações de ETFs ou restrições a exchanges estrangeiras.


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Personagens cartoon de mineradoras desconectando rigs BTC para servidores IA e HPC, simbolizando pivot setorial e impacto no Bitcoin

Mineradoras Desistem do Bitcoin? Pivotam para IA

Mineradoras de Bitcoin estão pivotando para infraestrutura de IA? A Bitfarms anunciou saída completa da mineração, rebatizando-se como Keel Infrastructure para data centers de alto desempenho. Já a Cango vendeu 4.451 BTC por US$ 305 milhões (R$ 1,58 bilhão) para financiar transição. É capitulação ou evolução estratégica em meio à crise no setor? Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 347.160, com queda de 3,48% em 24h.


Crise na Mineração: Custos Superam Receita

Imagine gastar R$ 450 mil para produzir um Bitcoin que vale R$ 347 mil na sua carteira. O hashprice caiu para US$ 33/PH/s (R$ 170), o menor da história. Custo médio por BTC: US$ 87 mil (R$ 452 mil), acima do preço de mercado de US$ 69 mil (R$ 358 mil). Resultado? Perda de US$ 18 mil (R$ 93 mil) por coin minerado.

Tempestades no Texas derrubaram 40% da hashrate global, e a dificuldade ajustou -11%, maior queda desde a proibição chinesa de 2021. Para o brasileiro comum, isso significa mais BTC circulando no curto prazo, podendo pressionar o preço que você vê na sua exchange.

O Que é HPC e Por Que Mineradoras Amam?

HPC é computação de alto desempenho: data centers com GPUs potentes para treinar IAs, como o ChatGPT. Diferente da mineração, que usa ASICs para validar transações Bitcoin, HPC roda tarefas complexas 24/7, com demanda explosiva da Big Tech.

Infraestrutura é parecida: energia barata, refrigeração. Mineradoras já têm fazendas prontas. Bitfarms investe US$ 128 milhões (R$ 665 milhões) para converter 18 MW em data center Nvidia GB300. Para nós no Brasil, com energia cara, isso explica por que poucas mineradoras locais sobrevivem — mas globalmente, vira oportunidade de renda estável.

Casos Práticos: Bitfarms e Cango em Ação

A Bitfarms, ex-líder norte-americana, fecha todas as operações de mineração até 2027. CEO Ben Gagnon: “Não somos mais empresa de Bitcoin”. Foco total em AI, prevendo receita superior a toda história de mineração. Ação subiu 16% na notícia.

Cango, terceira maior por hashrate (50 EH/s em 40 sites globais), vendeu de um estoque de 7.528 BTC. Parte paga empréstimo colateralizado; resto financia AI para PMEs e plataforma de orquestração. Mantém mineração por enquanto, mas equilibra eficiência. No Brasil, isso lembra: diversifique sua carteira como as empresas fazem.

Outros Exemplos e Impacto no Mercado

Não para por aí. IREN assinou US$ 9,7 bilhões com Microsoft para AI cloud; Core Scientific tem US$ 8,7 bilhões em contratos HPC. Bloomberg nota: a receita diária de mineração caiu de US$ 28 milhões. Para você, investidor prático: mais oferta de BTC pode baixar o preço no curto prazo, mas hashrate menor estabiliza rede. Monitore dificuldade e hashrate — sinais de recuperação.

Se tem BTC, pense no longo prazo: mineração fraca hoje pode significar rede mais resiliente amanhã. Use exchanges locais para converter reais sem dor de cabeça cambial.


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Executivo tradicional e trader tech cartoon ativando cofre tokenizado com fluxos dourado e cyan, simbolizando parceria em colateral OTC tokenizado

Binance e Franklin Templeton Lançam Colateral OTC Tokenizado

O encontro de gigantes está acontecendo: Binance e Franklin Templeton anunciaram o lançamento do primeiro plano de colateral OTC para instituições, permitindo o uso de fundos monetários tokenizados como garantia em negociações. Emitidos pela plataforma Benji da Franklin, esses ativos reais ficam fora da exchange, reduzindo riscos e gerando rendimento. Um marco que une Wall Street ao mundo cripto, fortalecendo os fundamentos da adoção institucional.


O Que É o Plano de Colateral OTC

A iniciativa conjunta, apoiada pela infraestrutura de custódia Ceffu (parceira da Binance), permite que clientes institucionais elegíveis usem shares de money market funds (MMF) tokenizados como colateral em transações OTC. Esses fundos, emitidos via Benji, são mapeados no ambiente de trading da Binance, mas permanecem seguros em custodiantes terceirizados.

Essa inovação resolve uma dor crônica: instituições agora participam de mercados digitais 24/7 sem expor ativos a riscos de contraparte da exchange. O mercado está construindo pontes sólidas entre finanças tradicionais e blockchain, com ativos regulados gerando yield enquanto servem de garantia. Catherine Chen, head de VIP e instituições da Binance, destacou que isso eleva a eficiência e o potencial da tecnologia blockchain.

Benefícios para Grandes Jogadores

Para instituições, o ganho é claro: colateral produtivo que rende sem necessidade de migração de ativos. Fundos monetários tokenizados oferecem estabilidade, regulação e liquidez, ideais para suportar negociações de alto volume. Sem depositar na exchange, reduz-se o risco sistêmico, alinhando-se às demandas por settlement contínuo.

Essa tendência reflete o amadurecimento do ecossistema. Assim como ETFs de Bitcoin atraíram bilhões, produtos como esse aceleram a entrada de capitais tradicionais. Os fundamentos se fortalecem: mais liquidez institucional significa menor volatilidade e maior maturidade. Investidores profissionais veem aqui uma via para alocar em cripto com frameworks de risco familiares.

O Papel da Plataforma Benji

A Benji, tecnologia proprietária da Franklin Templeton, é o coração da tokenização. Ela converte fundos reais em tokens on-chain, preservando conformidade e yield. Lançada em parceria desde setembro de 2025, essa plataforma exemplifica como RWAs (real world assets) ganham tração.

Franklin Templeton, gestora com trilhões em AUM, valida a tese de adoção: Wall Street não está assistindo, está construindo. Essa união com a Binance sinaliza o fim da dicotomia entre finanças legadas e DeFi. Para o investidor comum, é sinal de que o ciclo de maturação avança, com mais participantes sofisticados ancorando o mercado.

Visão de Longo Prazo para Adoção

Esse lançamento não é isolado: faz parte de uma narrativa maior de integração. Com Bitcoin negociado a R$ 347 mil segundo o Cointrader Monitor (variação -3,45% em 24h), o foco em infraestrutura institucional ignora ruído de curto prazo. Baleias e tesourarias corporativas seguem acumulando, e produtos como esse ampliam o funil de entrada de capitais.

Os próximos passos incluem expansão para mais ativos e regiões. Monitore fluxos institucionais — eles ditam o ritmo do bull market sustentável. O ecossistema cripto ganha robustez, preparando terreno para adoção em massa.


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Executivo tech e trader retail cartoon ativando interruptor L2 que abre portal para tokens RWA, simbolizando lançamento da rede Layer 2 da Robinhood

Robinhood Lança Rede Layer 2: Menos Taxas e Acesso a RWA

Robinhood quer ser seu banco Web3: a corretora lançou o testnet público da Robinhood Chain, uma rede layer 2 sobre o Ethereum via Arbitrum. Isso significa testes reais para desenvolvedores e usuários acessarem ativos tokenizados do mundo real (RWA), como ações e imóveis, com taxas bem menores e negociação 24 horas por dia. Para o investidor brasileiro comum, é uma porta mais barata para diversificar sem a burocracia tradicional.


O que é essa rede e por que ela facilita sua vida

A Robinhood Chain é uma layer 2 — pense nela como uma rodovia expressa em cima da autoestrada Ethereum, mais rápida e barata para transações. Construída sobre a Arbitrum, ela foca em conformidade regulatória desde o início, permitindo tokenização de ativos financeiros reais, como ações de empresas americanas ou fundos de private equity. Ao contrário de redes genéricas, ela embute regras para evitar problemas legais, ideal para quem quer segurança sem dor de cabeça.

Para você, que usa cripto para remessas ou poupança, isso quer dizer custos menores. Uma transação no Ethereum principal pode custar o equivalente a um cafezinho em reais (com dólar a cerca de R$ 5,20), mas nessa layer 2, cai para centavos. É prático para quem envia dinheiro à família ou investe pouco por vez, sem queimar tudo em taxas.

Menores taxas e trading o dia todo: impacto no bolso

O grande ganho para o varejo é a redução de custos. A Robinhood Chain promete liquidação instantânea e autocustódia — você controla suas chaves, sem intermediários caros. Já rolaram testes com tokens de ações na Europa, negociáveis 24/5, e agora miram 24/7. Imagine comprar exposição a uma ação da Apple a qualquer hora, sem esperar o mercado de Nova York abrir.

No Brasil, onde o IOF come remessas e câmbio varia loucamente, isso abre portas. Equivale a economizar meses de salário mínimo em taxas acumuladas. A testnet libera ferramentas para devs criarem apps de empréstimo e perpétuos, conectando à liquidez DeFi do Ethereum sem os picos de custo.

Foco em RWA: ativos reais na palma da mão

RWA são ativos do mundo real tokenizados — imóveis, arte, títulos — trazidos para a blockchain. A Robinhood vê nisso o futuro: de ações tokenizadas para private equity e imóveis. Johann Kerbrat, GM da Robinhood Crypto, destacou em entrevista que a chain permite negociações contínuas e integração com carteiras como a Robinhood Wallet.

Para o brasileiro médio, é chance de acessar investimentos globais sem precisar de corretoras caras ou vistos. Com hackathons de US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,20 milhões), devs vão criar apps úteis, como plataformas de empréstimo lastreados em ativos reais, ampliando opções sem especulação arriscada.

O que fazer agora e próximos passos

A testnet é o playground inicial: acesse os docs para testar. Mainnet vem depois, com migração de produtos atuais. Monitore, pois pode mudar como você diversifica poupança. Para brasileiros, fique de olho em conformidade com CVM e BC — a Robinhood já tem licenças globais via Bitstamp.

É um passo prático para cripto virar ferramenta cotidiana, não só hype. Vale acompanhar se chega ao Brasil com taxas locais competitivas.


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Juiz cartoon cortando fios de marionete golpista com corações falsos e moedas caindo, simbolizando condenação por fraude pig butchering em cripto

EUA Condenam Golpista a 20 Anos por Fraude de US$ 73 mi em Cripto

Cripto não é terra de ninguém: um juiz federal dos EUA condenou o golpista Daren Li a 20 anos de prisão, a pena máxima, por liderar uma fraude internacional de US$ 73 milhões (cerca de R$ 400 milhões) em criptomoedas. Mesmo foragido após cortar tornozeleira eletrônica, a sentença in absentia sinaliza que a justiça alcança fraudadores transnacionais. O esquema, conhecido como pig butchering, usava apps de relacionamento para ludibriar vítimas americanas.


Detalhes da Sentença e Trajetória Criminal

Investigações revelam que Daren Li, cidadão chinês com passaporte de St. Kitts e Nevis, se declarou culpado em novembro de 2024 por conspiração de lavagem de dinheiro oriundo de fraudes em cripto. Operando de centros clandestinos na Camboja, ele e cúmplices lavaram quase US$ 60 milhões via empresas fantasmas nos EUA, convertendo em cripto para ocultação. Li fugiu em dezembro de 2025, mas o tribunal da Califórnia impôs 20 anos de reclusão mais três de supervisão. Oito co-conspiradores já admitiram culpa, evidenciando rede organizada.

Autoridades do Departamento de Justiça enfatizam colaboração global para capturá-lo, reforçando que evasão não impede punição. Evidências apontam depósitos de US$ 73,6 milhões de vítimas em contas controladas pelo grupo.

Como Funcionava o Esquema pig butchering

O golpe, apelidado pig butchering (abate de porcos), explorava engenharia social via apps de namoro e redes sociais. Golpistas iniciavam contatos não solicitados, construindo laços românticos ou profissionais falsos para ganhar confiança. Vítimas eram direcionadas a plataformas de trading cripto falsificadas, exibindo lucros fictícios para incentivar depósitos crescentes. Alguns se passavam por suporte técnico, alegando vírus para extrair fundos via transferências ou crypto.

Esse modelo gera bilhões anuais, com centros cambojanos produzindo US$ 30 milhões diários, segundo relatórios da TRM Labs. Em 2025, fraudes sociais representaram 41% dos incidentes de segurança cripto.

Camboja como Epicentro Global de Fraudes

A sentença destaca o papel da Camboja como hub de scams, com US$ 96 bilhões em crypto fluindo para empresas locais desde 2021, usados em lavagem. Interpol reconhece essas redes como ameaça transnacional, afetando 60 países. Na China, clãs como Ming e Bai foram executados por fraudes bilionárias em Myanmar. Esses ‘compostos de scam’ usam trabalho forçado, rivalizando tráfico de drogas em receita.

Dados da CertiK mostram US$ 370 milhões roubados só em janeiro de 2026 via phishing e engenharia social, reforçando vulnerabilidade persistente.

Lições para Investidores Brasileiros

Como investigador, alerto: verifique plataformas reguladas, evite contatos frios prometendo lucros rápidos e use wallets não custodiais. Red flags incluem pressão emocional, sites sem licenças e retornos irreais. Monitore transações on-chain e reporte suspeitas ao MPF ou PF. Justiça feita em Li prova: cripto tem regras, e fraudadores pagam caro. Proteja-se: DYOR sempre.


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Reguladores cartoon investigando executivos de exchange com pilhas de Bitcoin fantasmas translúcidos, ilustrando erro de segurança na Bithumb

Coreia Investiga Bithumb por Erro de US$ 43 Bilhões em BTC Fantasma

As autoridades financeiras da Coreia do Sul, por meio do Financial Supervisory Service (FSS), abriram investigação contra a Bithumb após um erro interno que creditou 620 mil BTC inexistentes às contas de usuários, totalizando cerca de US$ 43 bilhões. O incidente, ocorrido durante um evento promocional, expõe vulnerabilidades graves em controles internos de exchanges centralizadas, com potencial para desencadear uma corrida bancária e questionamentos sobre insolvência.


Detalhes do Erro Operacional

Um funcionário da Bithumb cometeu um erro humano ao inserir “BTC” no lugar de “won” (moeda sul-coreana) em uma promoção que deveria distribuir valores modestos de 2.000 won por usuário. Isso resultou no credenciamento virtual de 2.000 BTC por participante, criando um saldo fictício massivo que nunca existiu na blockchain.

A exchange recuperou a maior parte dos créditos falsos, mas cerca de 125 BTC (US$ 8,6 milhões) permanecem não resolvidos, conforme saques realizados por usuários oportunistas. Dados on-chain indicam que 3.875 BTC (US$ 268 milhões) foram retirados durante o episódio, sugerindo perda imediata de confiança, conforme detalhado na cobertura do incidente.

É importante considerar que a Bithumb detém apenas cerca de 41.798 BTC reais em reservas, uma fração ínfima do valor fantasma criado, o que amplifica as preocupações com a integridade dos saldos exibidos.

Escopo da Investigação Oficial

O FSS está apurando múltiplas violações, incluindo discrepâncias entre os BTC em carteiras reais e os creditados aos usuários, além de falhas graves nos controles internos. O erro partiu de um single point of failure: um único colaborador tinha autoridade para executar a operação sem verificações adequadas.

Um oficial do FSS afirmou que o caso é tratado com seriedade extrema, prometendo ações legais contra práticas que prejudiquem a ordem de mercado. Essa investigação oficial eleva o incidente de um mero erro operacional para um risco regulatório sistêmico na maior exchange da Coreia do Sul.

O risco aqui é claro: falhas como essa podem sinalizar problemas mais profundos de governança, semelhantes a casos históricos como o colapso da FTX, onde controles inadequados levaram à insolvência total.

Preocupações com paper Bitcoin e Risco Sistêmico

O episódio reacende debates sobre paper Bitcoin, BTC que existe apenas nos ledgers internos das exchanges, sem lastro na blockchain. Analistas da CryptoQuant destacam que tais ativos virtuais podem inflar artificialmente a liquidez percebida, criando bolhas de confiança que estouram em momentos de estresse.

Em um mercado já volátil — com o Bitcoin caindo 43% desde outubro de 2025 —, um evento como esse pode desencadear uma corrida bancária generalizada. Usuários podem iniciar saques em massa, expondo reservas insuficientes e propagando pânico para outras plataformas.

Atenção para o impacto: se a Bithumb, uma das maiores exchanges asiáticas, demonstrar fragilidades, isso afeta a confiança global em CEXs, incentivando migração para custódia própria ou protocolos DeFi.

O Que Investidores Devem Observar

Para quem mantém posições na Bithumb ou similares, é essencial monitorar atualizações da investigação do FSS e relatórios de reservas auditados. Pergunte-se: minhas exchanges têm provas de reservas verificáveis on-chain? Existem mecanismos de multi-assinatura para evitar single points of failure?

A lição principal é evitar custódia prolongada em exchanges com histórico de falhas sistêmicas. Considere transferir ativos para carteiras não custodiais, reduzindo exposição a riscos operacionais e regulatórios. A proteção do capital deve vir antes de qualquer conveniência.

Vale observar os próximos passos da Bithumb: transparência total será crucial para restaurar credibilidade, mas o dano à confiança pode ser duradouro.


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Linhas geométricas vermelhas descendentes convergindo para linha dourada 50K com eco de 2022, representando Mayer Multiple bearish do Bitcoin

Mayer Multiple: Bitcoin Repete 2022 e Mira Fundo em US$ 50K

O Mayer Multiple do Bitcoin atingiu 0.65, nível visto nos piores momentos do mercado baixista de 2022, segundo dados da Glassnode. Esse indicador, que compara o preço atual à média móvel de 200 dias, sinaliza condições de sobrevenda abaixo de 0.8. Analistas debatem se o suporte em US$ 50 mil representa o fundo ou se quedas adicionais até US$ 40 mil são possíveis, em meio a um ciclo baixista que pode estar na metade, conforme a Kaiko.


Situação Atual do Mayer Multiple

Os dados mostram que o Mayer Multiple do Bitcoin caiu para 0.65 na segunda-feira, posicionando o ativo 40% abaixo de sua média móvel de 200 dias. Esse patamar é reservado para correções profundas de mercado baixista, conforme análise da Glassnode. Historicamente, leituras abaixo da banda verde de 0.8 indicam oportunidades de acumulação de longo prazo, mas não garantem fundos imediatos de preço.

No ciclo atual, o Bitcoin registra uma queda de 45% desde o pico de US$ 126 mil. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 356.760 (variação de -2,67% em 24h) reflete pressão vendedora contínua, com volume de 302 BTC negociados nas exchanges brasileiras.

Analistas como On-Chain College destacam que esses níveis marcam os “dias mais sombrios” dos mercados baixistas, mas o indicador pode permanecer baixo por meses antes de uma reversão.

Comparação com o Ciclo de 2022

Em maio de 2022, o Mayer Multiple bottomou em torno de 0.47, mas o preço do Bitcoin continuou caindo 58% adicionais nos quatro meses seguintes, atingindo US$ 15.500. Essa dinâmica sugere que o atual 0.65 não necessariamente marca o fim da correção. O repetição do padrão de 2022 coloca em xeque suportes como a média móvel de 200 semanas, atualmente em US$ 58 mil.

Outros indicadores corroboram: o RSI semanal em 37 pode cair mais 40-55%, apontando para US$ 52 mil ou até a zona de US$ 40 mil em cenários extremos. Charles Edwards, da Capriole Investments, classifica níveis como esse como um dos melhores sinais históricos de compra, mas sem garantia de timing preciso.

Visão da Kaiko: Meio do Mercado Baixista?

A Kaiko Research indica que a queda para US$ 60 mil pode representar o ponto intermediário do mercado baixista atual, alinhado ao ciclo de quatro anos pós-halving de 2024. O retracement de 52% desde o ATH é considerado raso comparado a ciclos anteriores, onde quedas de 60-68% levaram a fundos em US$ 40-50 mil.

Métricas on-chain reforçam: volume spot agregado caiu 30% para US$ 700 bilhões em novembro, enquanto open interest de futuros BTC/ETH reduziu 14%. Esses sinais de desalavancagem sugerem transição para fase de acumulação, mas volatilidade persiste sem catalisadores específicos.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados sugerem confluência em torno dos US$ 50 mil: alinhamento com RSI histórico, Mayer Multiple em sobrevenda e projeções de retracement da Kaiko. A média de 200 semanas em US$ 58 mil atua como suporte primário, com risco de teste em cenários de 30% adicional de downside. Investidores devem observar volume, RSI e o Mayer Multiple Z-Score para sinais de estabilização.

Embora alguns vejam US$ 60 mil como fundo local, o framework histórico aponta para maior profundidade no ciclo baixista.


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CEO cartoon algemado por agentes federais com meme coin desmoronando ao fundo, expondo riscos de fraude em projetos como SafeMoon

SafeMoon: Ex-CEO é Condenado a 8 Anos de Prisão por Fraude

O ex-CEO da SafeMoon, Braden John Karony, foi condenado a 100 meses de prisão (mais de 8 anos) por fraudar milhares de investidores, conforme anúncio do Departamento de Justiça dos EUA. A sentença, proferida nesta terça-feira (10/02/2026) no Tribunal Distrital do Leste de Nova York, inclui devolução de US$ 7,5 milhões e confisco de duas residências. Investigações revelam manipulação de preços do token e controle ilícito de pools de liquidez, expondo o risco de projetos meme coins.


Detalhes da Sentença e Crimes Cometidos

Após um julgamento de três semanas, Karony foi considerado culpado de conspiração para fraude de valores mobiliários, fraude eletrônica e lavagem de dinheiro. Evidências apontam que ele e cúmplices drenaram milhões do projeto SafeMoon para estilos de vida luxuosos, incluindo mansões, carros esportivos e caminhonetes personalizadas. O promotor John J. Nocella destacou: “Karony mentiu a investidores comuns, como veteranos militares e trabalhadores americanos.”

O juiz Eric Komitee classificou o esquema como “mais roubo que fraude”, dada a escala das perdas individuais. A SafeMoon, lançada em 2021 com hype de celebridades como Logan Paul, prometia pools de liquidez “travados”, mas os controladores mantinham acesso total, permitindo saques ilícitos.

Red Flags do Esquema SafeMoon

Investigações revelam clássicos sinais de alerta: promessas exageradas de retornos, manipulação de preço do token via controle de liquidez e falta de transparência on-chain. O projeto, sediado em Utah, colapsou após falência no Capítulo 7, com o token despencando. Vítimas testemunharam perdas devastadoras, confiando na visibilidade pública de Karony, que se promovia abertamente.

A defesa alegou juventude (29 anos) e background familiar – pais ex-CIA –, mas o juiz priorizou as provas. Um co-conspirador, Thomas Smith, admitiu culpa em 2025 por fraudes similares, aguardando sentença; Kyle Nagy permanece foragido. Esses elementos conectam pontos de um golpe sistemático disfarçado de inovação DeFi.

Implicações para o Mercado Cripto

Este caso reforça que a justiça americana não falha com fraudadores cripto, mesmo após anos. O DOJ sinaliza maior escrutínio sobre meme coins e esquemas Ponzi-like, protegendo investidores retail. Para brasileiros, o alerta é claro: projetos com hype excessivo e pouca auditoria on-chain merecem ceticismo. Monitore contratos inteligentes e equipes transparentes antes de investir.

A condenação de Karony serve como precedente, dissuadindo práticas abusivas. Autoridades prometem continuidade na perseguição de crimes econômicos que minam a confiança no setor.

Como se Proteger de Golpes Semelhantes

  1. Verifique auditorias independentes de contratos.
  2. Pesquise histórico da equipe – anonimato é sinal de alerta.
  3. Evite promessas de rendimentos garantidos.
  4. Use ferramentas on-chain como Etherscan para rastrear liquidez.
  5. Diversifique e invista apenas o que pode perder.

Evidências sólidas salvam patrimônios; ignorá-las custa caro, como provam casos como SafeMoon.


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