Trabalhador remoto cartoon recebendo fluxo de âncoras stablecoins USDC/USDT de portal global, contrastando com taxas fiat murchas para brasileiros

Salário em Stablecoins: Deel e MoonPay para Brasileiros

Imagine receber seu salário de um cliente europeu ou americano em stablecoins como USDC ou USDT, direto na carteira, sem esperar dias pelas transferências bancárias nem pagar taxas de 5% a 10% dos bancos tradicionais. A parceria entre Deel e MoonPay permite que 40 mil empresas no Reino Unido e Europa paguem salários assim para profissionais remotos, incluindo milhares de brasileiros. Com a inovação da Fiserv em liquidações 24/7, essa tendência ganha ainda mais força para agilidade total.


Como funciona a parceria Deel-MoonPay

A Deel, plataforma de RH global que processou US$ 22 bilhões em pagamentos em 2025 (cerca de R$ 115 bilhões com dólar a R$ 5,21), uniu forças com a MoonPay via sua subsidiária Iron. Empresas europeias depositam em fiat normal, e o funcionário recebe instantaneamente em stablecoins na carteira de autocustódia. Nada de SWIFT lento, com 3 a 5 dias de espera e spreads cambiais que comem seu dinheiro.

Para o brasileiro remoto – dev, designer ou marketer –, isso significa salário caindo no fim do mês sem intermediários. A MoonPay planeja expandir para os EUA, onde tem licenças em todos os estados. É o fim da dependência de bancos que cobram R$ 100 a R$ 300 por remessa mais IOF de 1,1%.

Vantagens práticas para brasileiros remotos

Pense no dia a dia: um salário de US$ 3 mil (R$ 15.600) vindo dos EUA. Pelo banco tradicional, você perde uns US$ 150-300 em taxas (R$ 780-1.560), mais demora. Com stablecoins, é instantâneo e taxa zero ou mínima – tipo 0,5% na conversão onchain. Protege contra oscilações do real: stablecoin vale sempre US$ 1.

Milhares de brasileiros usam Deel para jobs no exterior. Essa integração torna cripto ferramenta cotidiana, não só especulação. Mas atenção: converta para real via exchanges locais se precisar pagar boletos, e calcule impostos para evitar multas da Receita.

Fiserv impulsiona infraestrutura 24/7

Complementando, a gigante TradFi Fiserv lançou o INDX, plataforma de settlement em dólares 24/7 para empresas de ativos digitais. Disponível em 1.100 instituições nos EUA, com seguro FDIC até US$ 25 milhões. Exchanges e desks de trade agora movem fiat instantaneamente, sem horários bancários.

Isso reduz fricção: stablecoins chegam rápido, fiat liquida na hora. Fiserv, com R$ 100 bi+ em receita anual, mostra convergência TradFi-cripto. Para nós, significa mais estabilidade em remessas, já que provedores crescem com rails confiáveis.

O que fazer agora: passos práticos

  1. Verifique se seu cliente usa Deel ou similar.
  2. Crie carteira compatível (MetaMask, Phantom).
  3. Configure recebimento em USDC/USDT.
  4. Converta via exchange brasileira (Mercado Bitcoin, Binance) para BRL, com menor spread.
  5. Declare no IR: cripto é altamente tributável acima de R$ 35 mil/mês.

É realista: ainda há volatilidade em conversões e burocracia fiscal, mas você economiza tempo e grana. Monitore expansões para Brasil.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede isométrica DeFi absorvendo prismas TSLA como colateral com silhueta de baleia acumulando cristais ETH na baixa

Baleia Compra US$ 42 Milhões em ETH na Queda: DeFi Aceita Tesla

Interessante como, bem no fundo do poço do Ethereum – cotado em torno de US$ 1.991 após uma queda de 13% na semana –, uma baleia ligada ao Fundstrat de Tom Lee resolve acumular 20 mil ETH por cerca de US$ 42 milhões. Ao mesmo tempo, o DeFi dá um salto civilizacional: Ondo e Chainlink tokenizam ações da Tesla para usar como garantia em empréstimos. Baleias comprando e Wall Street chegando na festa – será que o cripto está finalmente saindo da fase ‘jogo de memes’ para algo… lucrativo?


A Baleia que Não Pisca na Tempestade

Curioso, não? Enquanto o varejo entra em pânico com o ETH testando suportes em US$ 2.000, essa wallet associada ao Bitmine do Fundstrat vai lá e engole 20 mil ETH na baixa. Segundo o Lookonchain, a jogada veio na segunda-feira, bem no olho do furacão de vendas. Analistas como Benjamin Cowen veem isso como possível ‘shakeout final’ antes de um ciclo altista, com fundo em US$ 1.500. Ali Charts reforça: o preço abaixo da banda de 0,80 histórica gritou ‘compra’ nas últimas vezes.

Mas ei, baleias também erram. Ted Pillows alerta que sem US$ 2.100, o retrace pode engolir todo o pump recente. E Brave New Coin? Diz que US$ 2.100 é o fiel da balança. Timing perfeito ou blefe de quem tem caixa sobrando? O mercado adora esses mistérios.

Ações Tokenizadas: Tesla no DeFi, Sério?

Agora o pulo do gato: esqueça memes e ponzis. A Ondo Global Markets, de mãos dadas com a Chainlink, acabou de plugar ações americanas no DeFi. Estamos falando de SPYon (S&P 500), QQQon (Nasdaq) e, pasme, TSLAon (Tesla) como colateral no Euler. Oráculos da Chainlink trazem preços reais da NYSE, e pronto: deposite sua Tesla tokenizada, pegue USDC em empréstimo sem vender o papel.

É o RWA (Real World Assets) ganhando asas. Até ontem, tokenizar era só pra exibir no portfólio; agora vira capital produtivo. Sentora gerencia riscos, mas imagine: volatilidade da Tesla + cripto? Liquidações épicas à vista. ONDO em US$ 0,95 e LINK em US$ 16,50 vibram com isso.

Do Absurdo Memecoin ao Lucro Real

Olha o contraste delicioso: de um lado, baleia apostando no ETH ‘morto’ (como diria Max Keiser); do outro, DeFi engolindo Tesla como se fosse USDT. Isso grita evolução: cripto não é mais só especulação selvagem, mas ponte para ativos reais. Brasileiros, anote: alavancagem dolarizada sem corretoras tradicionais, só que com o twist blockchain. USD/BRL volátil? Monitore, mas a porta abriu.

Ondo planeja 200+ ativos em breve. Se pegar, é o fim da narrativa ‘cripto = cassino’. Lucrativo? Para quem souber navegar riscos, sim. Senão… bem, volte pros memes.

O Que Monitorar Agora

ETH segura US$ 2.000? Baleia segura posição? No DeFi, teste do Euler com TSLAon sobrevive à próxima earnings da Tesla? E o Bitcoin, que segundo o Cointrader Monitor está em R$ 343.085 com -2,99% em 24h, influencia tudo. Fique de olho: o mercado está ficando sério. Ou fingindo muito bem.


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Banqueiro cartoon abrindo livro de contabilidade de onde emerge cristal XRP brilhante, simbolizando exposição institucional da Goldman Sachs

Goldman Sachs Revela Exposição de US$ 152 Milhões em XRP

O Goldman Sachs divulgou em seu filing do Q4 2025 uma exposição de US$ 152 milhões em ETFs de XRP, o token nativo da Ripple. Essa posição representa cerca de 14% dos influxos líquidos totais em XRP ETFs no último ano, totalizando US$ 1,23 bilhão em entradas acumuladas até 11 de fevereiro de 2026. Os dados indicam um movimento significativo de adoção institucional no ativo.


Detalhes da Posição Revelada

Os dados do filing trimestral mostram que o Goldman Sachs optou exclusivamente por veículos regulados de spot ETFs para sua exposição ao XRP, evitando posse direta do token. Essa estratégia reflete uma preferência por estruturas familiares ao mercado tradicional, com custódia e conformidade regulatória integradas. A posição foi acumulada até o final do quarto trimestre de 2025, em um período marcado por volatilidade no mercado cripto.

No contexto atual, com o XRP cotado a aproximadamente US$ 1,36 (ou R$ 7,07, considerando o dólar a R$ 5,21), os US$ 152 milhões equivalem a cerca de R$ 792 milhões. Essa conversão destaca o volume expressivo da aposta, especialmente quando comparado aos fluxos de entrada anuais reportados.

Distribuição entre Emissores de ETFs

A alocação foi diversificada entre quatro principais emissores de ETFs de XRP nos EUA: Bitwise XRP ETF (US$ 39,8 milhões), Franklin XRP Trust (US$ 38,5 milhões), Grayscale XRP Trust (US$ 38 milhões) e 21Shares XRP ETF (US$ 35,9 milhões). Essa distribuição sugere uma abordagem de gerenciamento de risco, evitando concentração em um único fundo.

Os números exatos, extraídos do filing, demonstram precisão na execução. Comparativamente, o total de influxos líquidos em XRP ETFs atingiu US$ 1,23 bilhão, confirmando que a participação do Goldman Sachs é substancial e reflete confiança nos produtos regulados disponíveis.

Contexto de Mercado e Influxos em XRP ETFs

Os dados de plataformas como SoSoValue indicam que os influxos acumulados em XRP ETFs cresceram para US$ 1,23 bilhão até fevereiro de 2026, apesar de uma demanda institucional mais moderada em períodos recentes. A entrada do Goldman Sachs, um dos maiores bancos de investimento globais, sinaliza maturidade no ecossistema de ETFs cripto, facilitando acesso institucional sem necessidade de gerenciamento direto de chaves privadas.

No Q4 2025, o mercado viu expansão nesses produtos após aprovações regulatórias, com XRP se beneficiando de sua utilidade em pagamentos transfronteiriços via RippleNet. A variação recente do XRP mostra -0,98% em 24 horas contra o dólar, com preço oscilando entre US$ 1,35 e US$ 1,41.

Implicações para o Mercado Institucional

Essa divulgação reforça a tendência de integração de ativos digitais em portfólios tradicionais. Instituições como Goldman Sachs priorizam veículos ETFs por sua liquidez e transparência, o que pode atrair mais capital para o XRP. Os dados sugerem que os ETFs estão funcionando como porta de entrada regulada, representando 14% dos fluxos via uma única posição.

Investidores devem monitorar níveis técnicos próximos, como suporte em US$ 1,35 e resistência em US$ 1,41, além de atualizações regulatórias sobre Ripple. A neutralidade dos números indica um ecossistema em maturação, sem direção clara no curto prazo.


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Núcleo cristalino Bitcoin com BIP-360 gravado protegido por barreira cyan repelindo partículas quânticas roxas, fortalecendo segurança contra computadores quânticos

BIP-360: Bitcoin à Prova de Computadores Quânticos

Imagine um futuro onde computadores superpotentes possam roubar suas moedas Bitcoin só olhando para a blockchain. Parece filme de ficção científica? Pois é uma preocupação real com a computação quântica. Mas o Bitcoin não fica parado: a BIP-360, publicada nesta semana, propõe um novo tipo de endereço que esconde as chaves públicas até o momento de gastar os fundos. Isso protege contra ataques futuros e mostra como a rede evolui para ficar à prova de futuro. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 343.180 hoje.


O Que é Computação Quântica e Por Que Assusta?

Vamos começar do básico, porque ninguém nasce sabendo. Computadores quânticos usam qubits — pense neles como superbits que podem estar em vários estados ao mesmo tempo, diferente dos bits normais (0 ou 1). Isso significa que eles resolvem problemas impossíveis para computadores comuns, como quebrar criptografias.

Em outras palavras, o Bitcoin usa uma criptografia chamada ECDSA, baseada em curvas elípticas, para proteger suas chaves privadas. Se alguém tem a chave pública (visível na blockchain quando você recebe Bitcoin), um computador quântico poderia, no futuro, calcular a chave privada rapidinho. Isso é chamado de ataque “harvest now, decrypt later“: coletam dados hoje para descriptografar amanhã.

Pense assim: é como deixar a foto da fechadura da sua casa na rua. Qualquer um com uma ferramenta avançada poderia copiá-la e abrir depois. A boa notícia? A BIP-360 resolve isso para o longo prazo.

Como Funciona a BIP-360 e o Pay-to-Merkle-Root?

A BIP-360 cria um novo formato de endereço Bitcoin chamado Pay-to-Merkle-Root, ou P2MR, com prefixo bc1z. BIP significa Bitcoin Improvement Proposal — é como uma sugestão oficial de melhoria, revisada pela comunidade de desenvolvedores.

Hoje, quando você recebe Bitcoin, sua chave pública fica exposta na blockchain para sempre. Com P2MR, ela fica escondida atrás de um hash (uma espécie de impressão digital única e irreversível). Isso significa que só revela a chave na hora de gastar, não antes. Em resumo: seus fundos ficam “dormentes” e invisíveis para atacantes quânticos.

Exemplo prático: imagine uma carta selada com mágica. Ninguém vê o conteúdo até você abri-la para usar o dinheiro. Perfeito para quem faz HODL (hold on for dear life, ou seja, guardar por anos).

Origem da Proposta e Próximos Passos

A ideia vem desde dezembro de 2024, liderada por Hunter Beast, Ethan Heilman e Isabel Foxen Duke. Foi anunciada por Mark Erhardt (Murch), editor de BIPs, e integrada ao repositório oficial do Bitcoin em 11 de fevereiro de 2026.

Isso não ativa nada ainda — é o início de debates e testes no Bitcoin Core. Não protege contra riscos curtos (enquanto a transação espera confirmação), mas pavimenta o caminho para assinaturas post-quânticas no futuro, sem mudar o protocolo drasticamente.

Por que importa para você? Mostra que o Bitcoin é vivo: desenvolvedores pensam décadas à frente. Se você tem sats guardados, fique de olho nessas atualizações para migrar para endereços seguros.

O Que Isso Significa Para o Seu Bitcoin?

Não precisa entrar em pânico. Computadores quânticos potentes ainda estão longe — anos ou décadas. Mas a BIP-360 acalma o medo, provando que a comunidade antecipa ameaças. Para iniciantes, o recado é: use carteiras modernas, evite reutilizar endereços e acompanhe novidades.

Isso empodera você: entenda, aprenda e proteja seus fundos. O Bitcoin evolui, e você pode evoluir junto. Parabéns por se informar — esse é o primeiro passo para investir com confiança!


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Usuário cartoon apertando mão de figura sombria em transação P2P, com martelo DOJ caindo, alertando riscos criminosos na Paxful

O Lado Sombrio do P2P: Paxful Multada em US$ 4 Milhões por Vínculos Criminosos

Investigações do Departamento de Justiça dos EUA (Bitcoinist) revelam o lado sombrio da Paxful, uma das maiores exchanges P2P do mundo, que se tornou ferramenta para crimes graves. A plataforma concordou em pagar US$ 4 milhões em penalidade criminal por conspiração para promover prostituição ilegal, operar sem licença de transmissão de dinheiro e violar leis anti-lavagem. Entre 2015 e 2022, quase US$ 17 milhões em Bitcoin fluíram para o site Backpage, ligado a anúncios de sexo incluindo menores, explorando a ausência deliberada de verificação KYC.


Conspiração com Backpage e o ‘Efeito Backpage’

Evidências apontam que a Paxful tinha plena consciência do uso de sua plataforma para movimentar proventos de atividades criminosas, incluindo fraudes, extorsão e prostituição ilegal. O Departamento de Justiça destacou a parceria implícita com o Backpage, site de classificados agora extinto cujos donos admitiram lucrar com exploração sexual, inclusive de menores. De dezembro de 2015 a dezembro de 2022, transações de carteiras Paxful enviaram quase US$ 17 milhões em Bitcoin para Backpage e um site imitador.

Os fundadores da Paxful se referiam internamente ao crescimento da plataforma como o “Efeito Backpage“, celebrando o influxo de usuários ligados a esses crimes. Essa falta de pudor regulatório transformou a exchange em um hub para lavagem de dinheiro sujo, ignorando obrigações federais como o Bank Secrecy Act.

Falhas Graves de Compliance e Ausência de KYC

De julho de 2015 a junho de 2019, a Paxful e seus fundadores promoviam ativamente a plataforma como livre de verificação know-your-customer (KYC). Usuários abriam contas e transacionavam sem checagem de identidade adequada, o que facilitou uma série de ilícitos: golpes românticos, hacks estatais, distribuição de material de abuso sexual infantil e mais.

A empresa fornecia políticas anti-lavagem de dinheiro (AML) a terceiros que, na prática, não eram implementadas nem fiscalizadas. Apesar de detectar condutas suspeitas, Paxful falhou em arquivar relatórios de atividade suspeita (SARs), permitindo que milhões em transações ilícitas circulassem livremente. O cofundador Artur Schaback já se declarou culpado em julho de 2024 por falha em manter programa AML efetivo.

Multa Reduzida e Lições para o Mercado P2P

A pena inicial poderia chegar a US$ 112,5 milhões, mas foi reduzida para US$ 4 milhões após análise financeira independente confirmar a incapacidade de pagamento da Paxful. A empresa recebeu crédito parcial por cooperar com investigadores, fornecendo documentação extensa e adotando medidas corretivas tardias.

Esse caso expõe red flags cruciais para plataformas P2P: ausência de KYC atrai criminosos, e compliance fraco compromete não só a ética, mas a sobrevivência regulatória. Usuários devem priorizar exchanges com verificações rigorosas, monitorar transações on-chain e evitar ofertas ‘sem burocracia’ que cheirem a risco.

Como se Proteger de Plataformas de Risco

Para investidores brasileiros, o alerta é claro: prefira plataformas reguladas como Binance ou Mercado Bitcoin, com KYC obrigatório e relatórios AML. Verifique históricos de compliance via DOJ ou FinCEN. Em P2P, limite volumes, use escrow e fuja de vendedores com reputação duvidosa. Evidências on-chain de fluxos suspeitos, como os da Paxful, são o primeiro sinal de alerta — proteja seu patrimônio investigando antes de negociar.


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Baleia Ethereum cartoon emergindo de turbulência vermelha acumulando cristais dourados, contrastando liquidações de traders com acumulação institucional

Baleias ETH: Liquidações de US$ 869 milhões vs Acumulação Institucional

Os dados on-chain indicam uma dicotomia clara no mercado de Ethereum: enquanto traders alavancados como a maior posição comprada na Ásia, operada pela Trend Research, foi fechada com perda de US$ 869 milhões em uma posição que chegou a US$ 2,1 bilhões, endereços acumuladores mantêm 27 milhões de ETH (23% do suprimento circulante). Relatórios recentes do Arkham mostram o Top 20 dos detentores dominado por instituições e plataformas, com o maior endereço individual inacessível por perda de chaves privadas. ETH cotado a US$ 1.984 (R$ 10.283).


Capitulação de Posições Alavancadas

A Trend Research, liderada por Jack Yi, acumulou uma posição comprada em ETH alavancada que atingiu US$ 2,1 bilhões em valor, financiada por empréstimos de stablecoins contra colateral ETH. O fechamento completo ocorreu no domingo, resultando em perda realizada de aproximadamente US$ 869 milhões, conforme dados da plataforma Arkham. Yi havia reiterado visão otimista dias antes, prevendo ETH acima de US$ 10.000, mas ajustes parciais para gerenciar risco não evitaram a liquidação total à medida que o preço caiu para US$ 1.750.

Em paralelo, o trader conhecido como ‘Machi’ reduziu sua posição ETH de alavancagem 25x em cerca de 1.800 ETH em uma hora, deixando apenas 500 ETH (US$ 869 mil) com preço de liquidação em US$ 1.886,59. O saldo da conta é de US$ 43 mil, com perdas acumuladas de US$ 25,9 milhões. Esses eventos coincidem com estresse no mercado de derivativos, onde posições alavancadas foram forçadas a fechar.

Acumulação Resiliente por Endereços Fortes

Contrastando com as liquidações, os ‘accumulating addresses’ — carteiras sem histórico de saídas, com pelo menos 100 ETH e sem vínculo a exchanges, mineradores ou contratos inteligentes — detêm 27 milhões de ETH, equivalente a 23% do suprimento circulante, segundo CryptoQuant. Historicamente, o ETH negociou abaixo do preço realizado desses endereços apenas duas vezes: no fundo de 2025 e desde janeiro de 2026. Os dados mostram continuidade na acumulação apesar da queda recente de preço e do unwinding de posições alavancadas.

Isso sugere que participantes de longo prazo veem os níveis atuais como atrativos em horizontes multianuais, ignorando volatilidade de curto prazo. A retração para próximo de US$ 1.750 atuou como suporte técnico, com médias móveis de 50 e 200 dias testadas recentemente.

Top 20 Detentores: Domínio Institucional e Escassez Eterna

O relatório Arkham ‘Who Owns the Most Ethereum? Top ETH Holders 2026’ revela que mais de 60% do suprimento total de ETH (77,18 milhões de ETH, US$ 241,4 bilhões) está no contrato de depósito ETH2 beacon. Entre holders individuais acessíveis, Vitalik Buterin ocupa o topo com 240 mil ETH (US$ 754 milhões). No entanto, o maior endereço pessoal, de Rain Lohmus (fundador LHV Group), com 250 mil ETH (US$ 786 milhões), permanece inacessível desde 2014 devido a perda de chaves privadas.

Os 20 maiores endereços são dominados por instituições e plataformas de trading, reforçando o controle do ‘smart money’. Essa perda permanente cria escassez efetiva, reduzindo liquidez circulante em cerca de 0,2% do suprimento total, um fator que os dados on-chain destacam como relevante para análises de oferta.

Níveis Técnicos e Monitoramento Sugerido

Atualmente, ETH oscila entre US$ 1.941 (baixa diária) e US$ 1.989 (alta), com variação de +2,17% nas últimas 24 horas. Suportes chave em US$ 1.750 (recentemente testado) e US$ 1.600 (média móvel 200 semanas); resistências em US$ 2.000 e US$ 2.200. Volumes de saída de exchanges atingiram picos desde outubro, alinhando-se à acumulação observada.

Os dados sugerem monitoramento de fluxos on-chain, métricas de preço realizado e composição do Top 20 para avaliar pressão vendedora de curto prazo versus convicção institucional de longo prazo.


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Personagens cartoon engenheiros abandonando fortaleza high-tech instável de IA, com líder no topo, simbolizando demissões em massa na xAI antes de IPO

Crise no Império Musk: Metade da xAI Abandona Navio Antes do IPO

Interessante como as coisas acontecem no timing perfeito: justo quando Elon Musk fundiu a xAI com a SpaceX para um império de US$ 1,25 trilhão e mira um IPO ambicioso, metade do time fundador – seis dos 12 originais – decide partir. Jimmy Ba e Yuhuai Wu foram os últimos a sair na semana passada, deixando o barco balançando enquanto Musk sonha com cidades lunares. Quem vai construir esse titã da IA agora?


Saídas Recentes: O Êxodo Acelera

Jimmy Ba, que cuidava de pesquisa, segurança e tutoria em IA, saiu na terça-feira com um post educado no X, agradecendo Musk e prometendo amizade eterna. No mesmo dia, Yuhuai “Tony” Wu, líder de raciocínio e diretamente reportando a Musk, anunciou seu “próximo capítulo”. Curioso como ambos anunciaram suas saídas de forma positiva. Antes deles, Hang Gao (do Grok Imagine), Vahid Kazemi (cansado de labs repetitivos), Ayush Jaiswal (priorizando a família) e Shayan Salehian (acelerar a ciência) também acenaram adeus. Simon Zhai fechou a lista recente com um “incrível”. Seis de doze: matemática implacável.

Histórico de Fugas e o Fantasma do Culto Musk

Não é de hoje: Kyle Kosic migrou para a OpenAI em 2024, Christian Szegedy (ex-Google) saiu em fevereiro passado, Igor Babuschkin fundou uma VC em 2025 e Greg Yang citou saúde em janeiro. Motivos oficiais? Pessoais, saúde, novas aventuras. Mas é evidente que trabalhar para Musk é uma maratona exaustiva. Estilo demandante, prazos extremamente apertados, polêmicas com o Grok gerando imagens controversas e posts problemáticos. Competição feroz com OpenAI e Anthropic não ajuda. É o clássico culto à personalidade: todos querem o gênio visionário, mas poucos aguentam o dia a dia. Ou será burnout na era da IA hiperacelerada?

Fusão SpaceX e IPO: Timing Perfeito para o Caos

A xAI se fundiu com SpaceX no início de fevereiro, após incorporar a plataforma X em 2025. Objetivo? Centros de dados espaciais, satélites de IA. Rotação nos executivos já ocorre: CFO, jurídico, engenharia de produtos e até a CEO da X, Linda Yaccarino, deixou o cargo sem sucessor anunciado. Musk admite em reuniões internas que a empresa está em “fluxo”, com alguns mais aptos para startups iniciais. Investidores provavelmente estão preocupados com um IPO da SpaceX previsto para junho. Manter o ritmo em IA com time pela metade? Será um grande desafio. xAI avança “mais rápido que qualquer uma”, diz o chefe, mas números contam outra história.

Musk Mira a Lua: Quem Fica para Limpar?

Enquanto o navio afunda – ou flutua, dependendo do otimismo –, Musk redireciona para a Lua: fábrica lunar de satélites IA, integrando Tesla, Neuralink e Boring Company. Ambições estratosféricas, mas com fundadores saindo em sequência, surge a pergunta central: quem constrói o sonho? A indústria de IA é um caldeirão de talentos voláteis, e xAI exemplifica o risco de depender de uma figura central. Vale monitorar se esse éxodo freia o hype ou se Musk recruta mais “amigos” para o próximo ato.


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Banqueiro cartoon abrindo cofre liberando fluxo para figura XRP conectada a rede, com marco 1T, simbolizando adoção bancária impulsionando Ripple

Ripple Rumo ao Trilhão? XRP Impulsionado por Adoção Bancária

A Ripple tem o XRP como sua ‘estrela-guia’ rumo a uma valuation de US$ 1 trilhão, segundo o CEO Brad Garlinghouse. Em paralelo, o maior banco da Dinamarca, Danske Bank, encerra uma proibição de oito anos e passa a oferecer ETPs de Bitcoin e Ethereum. Esses movimentos reforçam a narrativa de adoção institucional inevitável no ecossistema cripto.


Visão de Longo Prazo com XRP no Centro

O mercado cripto está construindo bases sólidas para o futuro, e a Ripple exemplifica isso ao posicionar o XRP como o coração de sua estratégia. Brad Garlinghouse, em evento com a comunidade XRP, afirmou que a empresa tem a oportunidade de se tornar uma companhia trilionária, em parceria com o ecossistema do token. “Há uma companhia cripto de US$ 1 trilhão no horizonte”, disse ele, destacando que a Ripple precisa executar bem para chegar lá.

Desde 2015 à frente da companhia, Garlinghouse enfatiza ignorar a volatilidade de curto prazo — como a queda recente de 33% no XRP e 26% no Bitcoin — e focar no potencial de reestruturação da infraestrutura financeira global. Os fundamentos se fortalecem com a adoção crescente por instituições, provando que o ciclo atual vai além de especulação passageira.

Aquisições Estratégicas Aceleram o Crescimento

Para sustentar essa ambição, a Ripple investiu bilhões em aquisições no último ano. Comprou a corretora prime Hidden Road por US$ 1,25 bilhão, a GTreasury por US$ 1 bilhão, a Rail (stablecoins) por US$ 200 milhões e a Palisade (wallets). Esses movimentos elevaram sua valuation para cerca de US$ 40 bilhões após captação de US$ 500 milhões com gigantes como Citadel e Fortress.

Agora, o foco é na integração desses ativos, não em novas compras bilionárias. Garlinghouse sinaliza que, no segundo semestre, a empresa pode voltar a ser “inquisitiva”. Essa estratégia demonstra maturidade: construir produtos que clientes paguem, sempre em serviço do ecossistema XRP, que é o motivo de existência da Ripple.

Danske Bank Rompe o Tabu Bancário na Europa

Enquanto a Ripple expande, bancos tradicionais cedem à demanda. O Danske Bank, líder na Dinamarca, reverteu uma proibição explícita de cripto iniciada em 2018 e renovada em 2021. Agora, clientes de suas plataformas digitais podem investir em ETPs de Bitcoin e Ethereum, sem deter os ativos diretamente.

A mudança responde a inquéritos crescentes de clientes e à regulação madura, como o MiCA da UE, que traz proteção e transparência. Kerstin Lysholm, responsável por produtos de investimento, admite: o mercado cripto evoluiu. Ainda assim, o banco alerta para riscos altos, exigindo testes de adequação e vendo cripto como investimentos oportunísticos, não de longo prazo.

Adoção Inevitável e Oportunidades para XRP

Esses eventos conectam-se na tese macro de adoção global. Na Dinamarca, 1,2% da população (70 mil pessoas) já adota cripto, apesar do rank 84 em adoção global. Bancos como Danske sinalizam que o tabu está acabando, abrindo portas para tokens utilitários como o XRP, projetado para pagamentos cross-border eficientes.

Para investidores, vale monitorar fluxos institucionais e integrações. A Ripple não ignora riscos — volatilidade persiste —, mas os fundamentos de adoção superam ruídos de curto prazo. O ecossistema cripto avança, e o XRP posiciona-se como peça chave nessa transformação.


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Rostos deepfake espectrais glitchados dissolvendo em fluxos de malware vermelho perfurando escudo cyan, simbolizando ataques hackers estatais a cripto

Deepfakes e Malware UNC1069: Hackers Estatais Miram Cripto

O grupo de hackers UNC1069, ligado à Coreia do Norte, está usando deepfakes gerados por IA em chamadas Zoom falsas para infectar funcionários de exchanges e fintechs com malwares que roubam criptomoedas. Segundo relatório da Mandiant (Google Cloud), sete famílias de malware foram deployadas em uma intrusão recente, destacando uma tática sofisticada de engenharia social. O risco para carteiras e ativos digitais é alto em meio à guerra cibernética geopolítica.


Táticas de Engenharia Social Avançada

É importante considerar como o UNC1069 inicia os ataques: uma conta do Telegram comprometida de um executivo do setor cripto contata a vítima, agenda uma reunião via Calendly que leva a um Zoom falso hospedado em infraestrutura própria (zoom.uswe05.us). Durante a chamada, um deepfake de um CEO conhecido aparece, simulando problemas de áudio para induzir a execução de comandos de “troubleshooting” via ClickFix. O risco aqui é a confiança em interações rotineiras digitais, comum em exchanges onde reuniões remotas são padrão.

Essas táticas evoluíram desde 2018, com o grupo abandonando phishing em massa por ataques personalizados. Historicamente, semelhantes falhas em verificação levaram a perdas bilionárias em hacks como o da Ronin Network. Atenção para convites inesperados de contatos conhecidos.

Malwares Deployados e Roubo de Dados

Os comandos maliciosos baixam WAVESHAPER, um backdoor que deploya HYPERCALL, SUGARLOADER e outros. São sete famílias novas: SILENCELIFT (beaconing de info do host), DEEPBREATH (rouba Keychain, browsers como Chrome/Brave, Telegram e Notes via bypass do TCC), CHROMEPUSH (keylogger e cookies via extensão falsa), entre outros. Persistência via launch daemons garante acesso prolongado.

O objetivo é colher credenciais, tokens de sessão e dados para roubo imediato ou engenharia social futura. Em 2025, hackers norte-coreanos roubaram US$ 2 bilhões em cripto, segundo a Chainalysis. Para funcionários de exchanges, o risco é expor chaves de carteiras corporativas.

Implicações Geopolíticas e Riscos para Brasileiros

Embora o briefing mencione tática russa, o UNC1069 é norte-coreano, parte de uma guerra digital onde estados-nação miram cripto para financiar regimes. No Brasil, com crescimento de fintechs e exchanges, o vetor via Telegram/Zoom é crítico. Vale monitorar: contas comprometidas, videochamadas com áudio falho e comandos de terminal.

Casos passados, como Lazarus em hacks DeFi, mostram perdas irrecuperáveis. O mercado reagiu com alertas, mas vulnerabilidades persistem.

Medidas Preventivas Essenciais

Para proteção: verifique sempre remetentes via canais alternos; use 2FA hardware; evite comandos de troubleshooting em chamadas; monitore TCC e XProtect no macOS; treine equipes em deepfakes (olhos inconsistentes, áudio dessincronizado). Ferramentas EDR detectam loaders como HYPERCALL. Não ignore: uma intrusão pode custar milhões em cripto.


📌 Nota: A fonte original estava temporariamente indisponível no momento da redação.

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Baleia cartoon emergindo com saco de 20M dourado mas acorrentada a tokens WW, satirizando lucros e riscos de memecoin Solana para degens

Baleia Lucra US$ 20 Milhões em Memecoin Solana: Sorte ou Saída Estratégica?

Interessante como o mercado de memecoins na Solana transforma uma briga com exchange em império de US$ 20 milhões. O trader autointitulado ‘The White Whale’ viu seu token WhiteWhale (WHITEWHALE) rebotar 42% em 24 horas, saindo de um vale de US$ 52 milhões para US$ 95 milhões em market cap. Ele detém 57,6% do suprimento – o sonho de todo degên que FOMOs na alta, mas cuidado: quando a baleia sai, o barco afunda.


A Lenda da Baleia Briguenta

Curioso como uma disputa com a MEXC em 2025 virou narrativa de herói cripto. O trader teve US$ 3 milhões congelados por suposto uso de bots de alta frequência. Em resposta, ofereceu bounty de US$ 2,5 milhões por provas de irregularidade e ganhou apoio do caçador de scams ZachXBT. A exchange pediu desculpas, liberou os fundos, e voilà: nasceu o WhiteWhale via Pump.fun em outubro de 2025. Total supply fixo de 1 bilhão de tokens, zero VC, puro hype comunitário. O token já flertou com US$ 200 milhões em janeiro, só para despencar 60% com uma venda de US$ 1,3 milhão de outra baleia. Clássico: entra o FOMO, sai a queda.

Hoje, com preço em US$ 0,095 e volume de US$ 3,5 milhões, parece o paraíso. Mas quem dita o ritmo é ele, o White Whale, com holdings de US$ 50 milhões – quase 60% do bolo. É como ganhar na loteria e comprar o cassino inteiro. Engraçado, não?

Números que Impressionam (e Assustam)

Os dados da chain não mentem: lucro acumulado do trader passa dos US$ 20 milhões, com US$ 900 mil em ganhos não realizados (21% no momento). Market cap pulou de US$ 52 milhões para US$ 95 milhões em um dia. Soa como o bilhete premiado para quem apostou cedo. Mas pare para pensar: em um ecossistema onde memecoins vivem de memes e tweets, depender de uma baleia para 57,6% do suprimento é receita para volatilidade extrema.

Lançado sem fundamentals – só a backstory da briga –, o WHITEWHALE exemplifica o cassino Solana. Pump.fun facilitou o lançamento, mas não protege os retail players quando o criador (ou holder majoritário) decide realizar. É o sonho realizado de um, mas para os outros, é loteria com odds manipuladas.

Riscos de Concentração: A Saída da Baleia

A lição é óbvia, mas ignorada: 57,6% em uma wallet significa que qualquer movimento dela vira tsunami. Já vimos em janeiro: venda de 1,3 mi derrubou tudo 60%. Imagine se o White Whale quiser comprar iate? O market cap evapora, degens choram no Twitter. Plataformas como Solana atraem por fees baixas e velocidade, mas memecoins são puro especulação emocional. Sem utilidade, sem equipe, só narrativa.

Enquanto o token rebota, o alerta fica: é sorte para quem lucrou cedo, manipulação para quem compra no pico? O mercado adora heróis, mas baleias adoram saídas silenciosas. Monitore as wallets, degêns – ou vire o próximo meme de liquidação.

Lições para o Cassino Memecoin

Esse caso resume a insanidade Solana: highs absurdos, lows devastadores. WhiteWhale não é exceção; é regra em Pump.fun, onde qualquer um lança um token em minutos. Para brasileiros de olho, lembre: câmbio volátil + regulação incerta amplificam riscos. É entretenimento, não investimento. Ria do absurdo, mas não aposte a casa.


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Reguladores cartoon de Hong Kong e Tailândia ativando painel que libera fluxos de derivativos cripto, posicionando Ásia como hub global

Ásia Lidera: Hong Kong e Tailândia Avançam em Derivativos Cripto

Enquanto reguladores ocidentais, como nos EUA, ainda debatem os contornos da regulação cripto, autoridades asiáticas avançam decididamente. O SFC de Hong Kong liberou financiamento de margem para ativos virtuais e definiu o primeiro arcabouço para contratos perpétuos, limitados a investidores profissionais. Já a Tailândia aprovou criptomoedas como subjacentes em mercados de derivativos, sinalizando a Ásia como novo polo para um mercado de trilhões em instrumentos financeiros complexos. Essas medidas, anunciadas em fevereiro de 2026, visam atrair instituições e elevar a liquidez regional.


Infraestrutura em Hong Kong: Margem e Perpétuos

O Securities and Futures Commission (SFC) de Hong Kong publicou diretrizes que permitem a brokers licenciados oferecerem financiamento de margem com criptoativos, inicialmente restrito a Bitcoin e Ethereum como colateral. Clientes com bom perfil de crédito podem usar esses ativos junto a securities tradicionais, sob medidas rigorosas de proteção ao investidor. Essa abertura busca estimular a participação em negociações de VA, controlando riscos e aumentando a liquidez no mercado local.

Além disso, o SFC estabeleceu o primeiro arcabouço regulatório para contratos perpétuos, produtos de alta alavancagem populares globalmente, mas ausentes no ambiente regulado de Hong Kong até agora. Limitados a profissionais, cobrem BTC e ETH, com ênfase em transparência, disclosure de riscos e capacidade de lidar com volatilidade extrema. Plataformas licenciadas também podem ter afiliadas atuando como market makers, desde que com controles para evitar conflitos de interesse, promovendo maior profundidade de mercado.

Tailândia: Cripto Entra nos Derivativos Regulados

A Securities and Exchange Commission (SEC) tailandesa, após aprovação do gabinete, avança na inclusão de criptomoedas como ativos subjacentes em derivativos, ao lado de créditos de carbono. Isso moderniza o mercado local para padrões internacionais, fortalecendo supervisão e proteção. O CEO da Binance Tailândia chamou de ‘momento divisor de águas’, reconhecendo cripto não mais como especulativo, mas como classe de ativo madura.

A emenda à Lei de Derivativos permitirá produtos como futuros e opções lastreados em BTC na Thailand Futures Exchange. A SEC revisará licenças de exchanges e clearing houses para acomodar esses novos instrumentos, colaborando para specs que suportem gerenciamento de risco institucional. Isso alinha com planos da bolsa tailandesa para BTC futures e ETPs em 2026, atraindo investidores ricos e posicionando o país como líder no Sudeste Asiático.

Essas mudanças refletem uma tendência geopolítica: enquanto a SEC americana pondera ETFs de opções e a UE ajusta MiCA, a Ásia constrói ecossistemas completos. Para investidores brasileiros, isso amplia opções globais, mas exige atenção a riscos cambiais e regulatórios locais.


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Policiais cartoon algemando golpistas em cassino neon com telas cripto, ilustrando prisões no Camboja e sentença nos EUA contra scams

800 Presos no Camboja e 20 Anos nos EUA: Fim da Era dos Scams Cripto

Investigações revelam o desmonte de centros de pig butchering em criptomoedas: polícia cambojana prende 800 golpistas no cassino Xinli, em Sihanoukville, enquanto um tribunal dos EUA condena Daren Li a 20 anos de prisão por fraude de US$ 73,6 milhões. Esses golpes, operados de ‘terras sem lei’ asiáticas, usam romance falso para roubar vítimas via plataformas falsificadas de cripto. O cerco global sinaliza o fim da impunidade.


Condenação nos EUA: 20 Anos para Fraudador Foragido

Um juiz federal na Califórnia sentenciou Daren Li, cidadão chinês e de St. Kitts e Nevis, a 20 anos de prisão e três anos de liberdade supervisionada por liderar um esquema internacional de fraude em cripto. Evidências apontam que Li coordenou, de centros no Camboja, o roubo de quase US$ 74 milhões de americanos. Os golpistas abordavam vítimas por redes sociais, apps de namoro e fingiam suporte técnico, direcionando-as a sites falsos de investimento.

De US$ 73,6 milhões roubados, cerca de US$ 59,8 milhões foram lavados via empresas de fachada nos EUA antes de conversão em criptomoedas. Li admitiu culpa em novembro de 2024, mas fugiu em dezembro ao remover sua tornozeleira eletrônica. Autoridades americanas buscam sua extradição com parceiros internacionais, destacando a rede transnacional desses crimes.

Megaoperação no Camboja: 800 Detidos em Cassino

Em operação policial nos andares 18 e 19 do cassino Xinli, em Sihanoukville, forças cambojanas detiveram 800 indivíduos de nacionalidades como chinesa, americana, filipina, coreana, japonesa, paquistanesa, indiana e khmer. Foram apreendidos 650 computadores e 1.000 celulares, ferramentas essenciais para os scams de crypto. Essa é a 200ª operação do ano, parte de uma repressão policial que deportou 11.000 trabalhadores de scams e prendeu 173 líderes criminosos.

Muitos detidos são vítimas traficadas, forçadas a executar fraudes sob ameaça. O ministro Chhay Sinarith confirma o fechamento de compounds como o ‘My Casino’ em Kampot, após fugas em massa. Pressão de EUA e China acelera as ações, expondo a fragilidade desses centros após prisões de chefes como Chen Zhi.

Crackdown Global: Fim das ‘Terras sem Lei’

O Camboja, outrora paraíso para scams, enfrenta caos nos compounds desde a prisão de figurões como Chen Zhi, extraditado à China — que executou vários líderes. Isso gerou fugas de milhares, criando uma crise humanitária segundo a Anistia Internacional. Evidências apontam para bilhões em danos globais com esses modelos de pig butchering, onde confiança é ‘engordada’ antes do abate financeiro.

A cooperação EUA-Ásia marca o fim da impunidade, com foco em lavagem via crypto e plataformas falsificadas. Investidores devem monitorar: esses raids desestabilizam redes, mas foragidos como Li ainda operam.

Como Identificar e se Proteger

Red flags incluem abordagens românticas repentinas prometendo lucros fáceis em crypto, sites sem licenças regulatórias e pressão para transferências rápidas. Verifique plataformas em reguladores como CFTC ou SEC. Use wallets não custodiais, ative 2FA e evite links suspeitos. Relate a autoridades: nos EUA, ao DOJ; no Brasil, à PF. A proteção começa com ceticismo — investigue antes de investir.


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Personagens cartoon em audiência congressional tensa: congressista batendo martelo contra SEC e Justin Sun com escudo Tron, simbolizando pressão política na regulação cripto EUA

Congresso dos EUA Pressiona SEC por Pausa no Caso Justin Sun

Em audiência no Congresso dos EUA nesta quinta-feira (12), a deputada Maxine Waters pressionou o presidente da SEC, Paul Atkins, sobre a pausa no caso contra Justin Sun, fundador da Tron. Acusado em 2023 de wash trading com mais de 600 mil transações fraudulentas no TRX, o processo foi suspenso enquanto Sun se aproximava da família Trump via World Liberty Financial. Waters questiona se laços políticos influenciam a nova postura amigável da SEC, que abandonou ações contra Binance e Coinbase.


Detalhes da Audiência e Caso Suspenso

A SEC alegou que Justin Sun manipulou volumes do token TRX por meio de esquemas de wash trading, prática que infla artificialmente negociações. O caso, iniciado em 2023, foi pausado no ano passado para explorar resoluções alternativas. Durante a sessão do Comitê de Serviços Financeiros da Câmara, Waters destacou que, enquanto a SEC hesitava, Sun cultivava relações com o entorno de Donald Trump.

Atkins, impedido por regras regulatórias de discutir casos específicos publicamente, ofereceu um briefing confidencial aos legisladores. Ele enfatizou foco em fraudes reais envolvendo securities, mas evitou detalhes sobre TRX. A deputada californiana também citou alegações de ex-namorada de Sun sobre manipulação adicional, intensificando o escrutínio.

Essa pressão reflete preocupações mais amplas: a SEC retirou ações contra grandes participantes como Binance, Ripple, Coinbase, Kraken e Robinhood, criticando a era anterior de “regulação por enforcement“.

Suspeitas de Influência Política

O cerne da controvérsia é a investigação sobre laços de Sun com Trump. Waters questionou se interesses da família Trump superam a proteção a investidores. Atkins negou favoritismo, afirmando que decisões seguem análise legal, não política: “Quanto ao que a família Trump faz, não posso comentar.”

Essa dinâmica expõe tensões em Washington, onde regulação cripto vira batalha partidária. Democratas veem recuo da SEC como leniência; republicanos defendem clareza sobre enforcement seletivo. Para o mercado global, sinaliza possível abrandamento sob nova liderança.

Nova Abordagem Regulatória e Coordenação com CFTC

Atkins defendeu transição para regras claras, coordenando com a CFTC sob o framework do Clarity Act, aprovado na Câmara. O objetivo: definir jurisdições — SEC para securities, CFTC para commodities — evitando sobreposições. Atualizações recentes incluem diretrizes da CFTC para stablecoins e regras da NCUA para emissores em cooperativas de crédito, via GENIUS Act.

Essa corrida regulatória, entre SEC e Senado, pode moldar o ecossistema cripto. Retardos legislativos abrem espaço para agências liderarem, priorizando inovação com supervisão.

Implicações Globais para Investidores Brasileiros

Decisões em Washington reverberam mundialmente. Um SEC mais leniente pode impulsionar adoção cripto, beneficiando TRX e altcoins, mas levanta riscos de fraudes sem freios. No Brasil, onde regulação avança via CVM e BC, investidores monitoram: clareza nos EUA facilita fluxos globais, mas wash trading como o alegado em Tron exige vigilância. Autoridades de múltiplos países observam, pois cripto transcende fronteiras.

Segundo fontes internacionais, o equilíbrio entre inovação e proteção definirá o futuro. Brasileiros com exposição a Tron ou plataformas US devem acompanhar evoluções no Congresso e SEC.


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Robô IA cartoon recebendo carteira dourada de executivo tech, com escudos ZK em rede blockchain, simbolizando avanços da Coinbase e Vitalik em Web3

IAs com Carteira Própria: Coinbase e Vitalik Avançam Web3

O futuro chegou: IAs agora têm carteira própria e negociam por conta própria. A Coinbase lançou Agentic Wallets, permitindo que agentes autônomos gerenciem fundos e executem transações em blockchain sem supervisão humana, baseado no protocolo x402. Em paralelo, Vitalik Buterin e a Ethereum Foundation propõem provas de conhecimento zero (ZK) para anonimizar chamadas de API de IA, resolvendo privacidade e spam em uma economia de máquinas emergente.


O Que São Agentic Wallets da Coinbase

As Agentic Wallets representam uma infraestrutura dedicada para agentes de IA interagirem com blockchain de forma independente. Diferente de assistentes que apenas sugerem ações, esses agentes mantêm saldos, enviam pagamentos, trocam tokens e geram rendimento em redes EVM e Solana — inclusive sem gas na Base, a layer 2 da Coinbase.

O protocolo subjacente, x402 — referência ao código HTTP 402 ‘Payment Required’ —, já processou 50 milhões de transações desde seu lançamento. Ele habilita pagamentos cripto autônomos, com a versão 2.0 expandindo suporte a rails legados. Segurança vem via isolamento de enclave, isolando chaves privadas na infraestrutura da Coinbase, e guardrails programáveis como limites de gasto e topes por sessão.

Desenvolvedores acessam via CLI para monitorar, fondear e estender habilidades dos agentes, com repositórios open-source como agent-wallet-skills disponíveis no GitHub.

Proposta de Vitalik: ZK para Privacidade em APIs de IA

Vitalik Buterin e Davide Crapis, head de IA da Ethereum Foundation, abordam um gargalo crítico: privacidade em interações com large language models (LLMs). Atualmente, chamadas de API exigem identidade (email/cartão) ou pagamentos on-chain rastreáveis, expondo dados sensíveis.

A solução usa provas de conhecimento zero (ZK) e nullifiers de rate-limit. Usuários depositam fundos (ex: 100 USDC) em um smart contract, provando gasto cumulativo dentro dos limites sem revelar identidade ou linkar requests. Provedores recebem pagamentos garantidos, enquanto prompts permanecem unlinkable.

Anti-abuso via dual-staking: violações de ToS (spam, jailbreaking) levam a slashing do depósito para um burn address, auditável on-chain. Métricas como taxa de burns monitoram integridade do sistema.

Convergência: Economia de Máquinas em Base e Ethereum

Essas inovações convergem na visão de uma ‘economia de máquinas’: IAs como agentes econômicos autônomos. Agentic Wallets fornecem a camada de execução (pagamentos via x402 na Base), enquanto ZK assegura privacidade em APIs de IA no Ethereum.

Na prática, um agente poderia detectar oportunidades DeFi overnight, rebalancear portfólios e consultar LLMs anonimamente — tudo sem intervenção humana. TVL em protocolos compatíveis e transações diárias on-chain serão métricas chave para medir adoção real, superando hype.

Base, com seu throughput alto e custos baixos, acelera isso, posicionando Coinbase como hub para IA on-chain.

Implicações Técnicas e Riscos

Do ponto de vista técnico, o sucesso depende de escalabilidade: ZK proofs demandam computação intensiva, mas otimizações em Ethereum (via rollups) mitigam. x402 padroniza pagamentos, mas adoção requer ecossistema amplo — Cloudflare e x402 Foundation já impulsionam.

Riscos incluem centralização em guardrails da Coinbase e potenciais exploits em smart contracts. Monitorar commits GitHub, audits e usuários ativos separa inovação real de buzzwords. Para desenvolvedores, isso abre portas para dApps onde IAs são participantes plenos.


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Personagens cartoon de TradFi e DeFi construindo ponte luminosa entre ilhas, simbolizando BlackRock validando DeFi com BUIDL na Uniswap

BlackRock Entra no DeFi: BUIDL na Uniswap e ETFs Tokenizados

O colosso de US$ 10 trilhões, BlackRock, agora opera onde você opera: no coração do DeFi. A gestora anunciou a listagem de seu fundo tokenizado BUIDL de US$ 2,1 bilhões na Uniswap, maior DEX do mundo. Parceria com Securitize permite trading institucional on-chain, marcando a ponte definitiva entre Wall Street e finanças descentralizadas. Isso valida as DEXs para capital de grandes players.


Integração do BUIDL na UniswapX

A expansão via Securitize e Uniswap Labs traz liquidez 24/7 para o BUIDL, fundo de liquidez digital em USD com rendimento de Treasuries. Investidores qualificados trocam shares tokenizados por USDC via UniswapX, com settlement atômico e auto-custódia. BlackRock comprou tokens UNI, sinalizando compromisso com o ecossistema Uniswap.

Disponível em chains como Ethereum, Solana e Avalanche, o BUIDL já supera US$ 2,18 bilhões em AUM, maior fundo tokenizado de money market. CEOs de Securitize e Uniswap destacam: eficiência, velocidade e padrões regulatórios unidos ao poder do DeFi. Os fundamentos se fortalecem à medida que instituições buscam yield on-chain sem intermediários tradicionais.

Esse movimento não é isolado. Wall Street constrói pontes: Goldman Sachs e BNY também exploram tokenizados. A convergência acelera com leis como GENIUS Act, que impulsionam stablecoins e RWAs.

Tokenização dos ETFs iShares

Além do BUIDL, BlackRock negocia com a SEC para tokenizar sua linha de ETFs iShares, transformando-os em colateral programável para DeFi. Prazo incerto: 90 dias a 12 meses, mas o impacto é transformador.

Imagine ETFs iShares — líderes em ações, bonds e commodities — como ativos 24/7 em protocolos de lending e structured products. Matt Hougan, da Bitwise, chama de “narrativa chave para sair de bear market“, positivo para L1s e DeFi. Isso injeta liquidez global regulada nas chains, elevando TVL e adoção.

No contexto atual, com BTC em torno de US$ 67 mil, ETH US$ 1.950 e SOL US$ 80, a notícia reforça o viés de alta institucional. Volatilidade macro existe, mas fluxos de capital de gigantes como BlackRock indicam ciclo de construção.

Implicações para o Ecossistema Cripto

Essa é a validação final das DEXs para instituições. O mercado DeFi ganha credibilidade, com yield de Treasuries tokenizados competindo com stablecoins. BlackRock, com sua tese de RWAs, lidera a tokenização de trilhões em ativos reais.

Para investidores brasileiros, significa mais liquidez e opções globais. Plataformas como Uniswap tornam acessível o que antes era exclusivo de family offices. Monitore fluxos ETF e halvings: adoção é a métrica que importa mais que preço curto prazo.

Desafios regulatórios persistem, mas o momentum é claro. Wall Street chega ao DeFi não para dominar, mas para evoluir junto.

Próximos Passos e Oportunidades

Acompanhe aprovações SEC e expansão BUIDL. Com interoperabilidade crescendo, espere mais parcerias TradFi-DeFi. O ecossistema se fortalece: volatilidade é ruído, adoção é sinal.

Invista com visão de longo prazo — os fundamentos de alta estão aqui.


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Rede de fluxos de liquidez congelada com rachaduras vermelhas, sinalizando riscos de contágio no ecossistema de crédito cripto

BlockFills Congela Saques: Sinal Amarelo de Contágio

O fantasma da crise de liquidez voltou a assombrar o mercado? A BlockFills, credora focada em instituições, suspendeu depósitos e saques de clientes em meio à queda acentuada do Bitcoin para cerca de US$ 66 mil, uma desvalorização de 28% no último mês. Sem prazo para normalização, o episódio acende um sinal amarelo para o ecossistema de crédito cripto, evocando memórias de colapsos como Celsius e BlockFi.


Detalhes da Suspensão na BlockFills

A BlockFills, sediada em Chicago e respaldada por investidores como Susquehanna Private Equity e o braço de venture capital do CME Group, atende mais de 2.000 clientes institucionais, incluindo mineradoras de Bitcoin e fundos de hedge. A empresa, que facilitou US$ 61 bilhões em volume de negociações em 2025, citou “condições voláteis de mercado” para justificar a pausa temporária. Depósitos enviados durante o período são rejeitados e devolvidos, enquanto negociações spot e derivativos seguem permitidas, mas com limitações — posições que exijam margem extra podem ser liquidadas.

É importante considerar que a firma enfatiza estar em diálogo constante com clientes e investidores, trabalhando para restaurar a liquidez. No entanto, a ausência de um cronograma claro gera incertezas, especialmente em um momento de estresse financeiro no setor.

Riscos de Contágio e Paralelos Históricos

O risco aqui é o potencial de contágio: plataformas de lending e trading institucional como a BlockFills formam a espinha dorsal do ecossistema de crédito cripto. Lembra-se de 2022, durante o “crypto winter”? Empresas como Celsius, BlockFi, Voyager e Genesis congelaram saques em meio a quedas semelhantes, culminando em falências bilionárias. A BlockFills oferece serviços de OTC, liquidez e empréstimos lastreados em cripto, expondo clientes a vulnerabilidades sistêmicas em cenários de baixa prolongada.

Embora não haja indícios de insolvência imediata, atenção para o padrão: freezes iniciais como precaução frequentemente precedem problemas maiores. Investidores institucionais, com obrigações de liquidez, são particularmente sensíveis a esses eventos.

Contexto de Mercado: Queda do Bitcoin e Efeitos em Cadeia

O Bitcoin despencou 28% nos últimos 30 dias, atingindo US$ 66.288 — 47% abaixo da máxima histórica de US$ 126.080. Ethereum e XRP caíram ainda mais, com 39% e 35%, respectivamente. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 349.722 nesta quinta-feira (12/02), com alta de 0,86% nas últimas 24 horas, mas o sentimento permanece de baixa.

Essa volatilidade agrava pressões em credores, onde empréstimos colateralizados em cripto enfrentam chamadas de margem em massa. O mercado total de cripto reflete o pânico, com medo de um bear market pleno.

O Que Observar e Medidas Protetoras

Para investidores, vale monitorar atualizações da BlockFills sobre restauração de saques, volume de negociações e comunicações com reguladores. Pergunta retórica: e se isso for o primeiro dominó? É prudente revisar exposições em plataformas de lending, priorizar custódia própria e diversificar contrapartes. Não é hora de pânico, mas de cautela realista — proteja seu capital evitando concentrações em credores voláteis.

Atenção para sinais como atrasos prolongados ou liquidações forçadas, que podem indicar estresse maior.


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Pilar dourado Bitcoin com 66K gravado inclinando sob onda vermelha de pressão macro, representando recuo por emprego forte nos EUA

Bitcoin Recua para US$ 66 mil Após Emprego Forte nos EUA

Os dados de emprego nos EUA de janeiro superaram as expectativas com 130 mil vagas criadas, contra projeções de apenas 55 mil a 65 mil. Essa surpresa positiva reduziu as apostas em cortes de juros pelo Federal Reserve, pressionando o Bitcoin para abaixo de US$ 66 mil em 11 de fevereiro. O mercado interpreta emprego forte como sinal de juros altos por mais tempo, limitando liquidez para ativos de risco como criptomoedas.


Detalhes dos Dados e Reação Inicial

Os números do Bureau of Labor Statistics mostraram adição de 130 mil empregos não-agrícolas, com taxa de desemprego caindo para 4,3%. Apesar de revisões para baixo em 2025 — de 584 mil para 181 mil vagas —, o dado de janeiro quebrou a narrativa de enfraquecimento rápido do mercado de trabalho. Isso elevou a probabilidade de o Fed manter as taxas inalteradas em março para 94%, segundo CME FedWatch.

O Bitcoin reagiu com volatilidade: caiu de US$ 68.500 para US$ 65.719 em uma hora, recuperou para acima de US$ 67 mil e depois testou US$ 65.800. Liquidações de posições alavancadas ultrapassaram US$ 400 milhões em 24 horas, mais que o dobro do dia anterior. A capitalização do BTC despencou para US$ 1,33 trilhão, arrastando o mercado cripto total para US$ 2,35 trilhões. Esses movimentos ocorreram enquanto ações como Nasdaq caíram apenas 0,30%, destacando a sensibilidade amplificada das criptos a dados macro.

Alerta do Goldman Sachs sobre Inflação

O Goldman Sachs reforça a cautela: com crescimento resiliente, o foco do FOMC pode migrar de emprego para inflação. Analista Kay Haigh nota sinais iniciais de aperto no mercado de trabalho, mas enfatiza que um CPI acima do esperado na sexta-feira poderia inclinar o Fed para postura mais hawkish. A base do banco prevê dois cortes em 2026, mas uma surpresa inflacionária repricingaria ativos de risco.

Isso explica a correlação: emprego forte pressiona salários e consumo, alimentando pressões inflacionárias e adiando alívio monetário. Ativos como Bitcoin, que dependem de liquidez abundante, sofrem em cenários de "higher for longer". Ethereum negociou perto de US$ 1.946, XRP em US$ 1,37 e Solana em US$ 81,52, todos com quedas de 3-5% em 24 horas.

Implicações Macro para Criptoativos

Os dados robustos reduziram expectativas de corte para julho, com mercados de swap ajustando de junho. Dólar index subiu 0,08%, enquanto ouro ganhou 1,3% como hedge. Criptos, por outro lado, atuam como proxy alavancado da função de reação do Fed: forte emprego = menos cortes = menor apetite por risco.

No curto prazo, o BTC testa suporte em US$ 65.700-66.000, próximo à média móvel de 50 dias. Resistência em US$ 67.000-68.000. Volume 24h em exchanges brasileiras indica 352 BTC negociados, com variação de +0,84%. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 349.694. Observar CPI de sexta-feira para próximo catalisador.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados sugerem consolidação em torno de US$ 66.000 até novos indicadores. Suporte crítico em US$ 65.000 (baixa recente); rompimento invalidaria viés neutro. Acima de US$ 68.500, pode testar US$ 70.000. RSI diário em 42 indica sobrevenda leve, mas MACD negativo reforça pressão baixista. Traders devem priorizar gerenciamento de risco em ambiente macro volátil. Volumes e open interest indicam cautela até resolução inflacionária.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Traders cartoon em pânico fugindo de plataforma digital rachada para pilha de ouro, simbolizando fuga de capital do Bitcoin para ouro em bear market

Fuga para o Ouro: Bitcoin a US$ 67 mil Faz Traders Sofrerem

O sonho da alta acabou? O Bitcoin recuando para US$ 67 mil está causando perdas médias de 28% aos short-term holders, cujo custo médio é de US$ 94.200. Ao mesmo tempo, altcoins como Zcash, BNB e Sui lideram as quedas, enquanto o Ethereum enfrenta risco de queda adicional de 30%. O capital foge para o ouro, ativo seguro, em meio a juros altos nos EUA que não devem cair tão cedo. Isso cheira a inverno cripto prolongado.


Dor Intensa dos Short-Term Holders

A história mostra que todo mercado de alta é seguido de correção severa, e os dados atuais reforçam isso. Os short-term holders — aqueles que entraram recentemente — acumulam prejuízos médios de 28%, com o BTC negociado abaixo de seu cost basis há quatro meses, o período de estresse mais longo deste ciclo. Analistas da CryptoQuant alertam que isso não é mera correção, mas o início de um mercado de baixa, similar aos de 2018 e 2022, que duraram mais de um ano.

A falta de capital fresco agrava o quadro: sell-offs não são absorvidos por novos compradores, como ocorre em mercados de alta. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 349.644, com variação de +0,76% em 24h, mas o caminho de menor resistência segue para baixo.

Altcoins Sangrando: Zcash, BNB e Sui na Frente

O mercado de altcoins está em colapso, com Zcash caindo 6,5%, BNB 6,1% e Sui 5,8% nas últimas 24 horas. O motivo? Baixa liquidez e rotação de capital para ouro, que avança com o ambiente de risk-off macroeconômico. Liquidações em cascata de baleias amplificam as perdas, drenando fluxos para Bitcoin, Ethereum e além.

Analistas apontam para outflows contínuos de ETFs de Bitcoin e sinais hawkish do Fed, que mantêm a pressão. O ouro, cotado a cerca de R$ 26.322, atrai investidores em busca de refúgio, ignorando o hype cripto. Mercados de previsão mostram chance abaixo de 10% de alt season no Q1.

Ethereum em Risco de 30% de Queda

O Ethereum, já em mínimas de março de 2025, pode despencar mais 30% para US$ 1.340, seu piso anual. O open interest de futuros caiu para US$ 23 bilhões, de picos de US$ 70 bilhões, sinalizando redução drástica de alavancagem. A taxa de funding weighted está negativa em -0,0067%, indicando apostas em preços menores à frente.

ETFs de ETH registram saídas de US$ 94 milhões este mês, o quarto mês consecutivo no vermelho. Padrões técnicos como cabeça e ombros invertida foram invalidados, com ADX subindo para 22, confirmando momentum baixista. Cuidado: o mercado está ignorando esses sinais até ser tarde.

Inverno Cripto: Juros Altos e Fuga para Ativos Seguros

O quadro macro é sombrio. Dados fortes de emprego nos EUA (130k vagas em janeiro, desemprego a 4,3%) afastam cortes de juros do Fed, mantendo ativos de risco sob pressão. O dólar a R$ 5,19 reforça a força do real em relação a narrativas cripto otimistas.

Como em ciclos passados, exuberância irracional dá lugar à realidade: proteção de capital é prioridade. Monitore inflows institucionais e relatórios de inflação da próxima semana, mas prepare-se para volatilidade. Sobreviver à baixa é mais valioso que maximizar a alta.


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Executivos cartoon chocados vendo cofre Solana rachado vazando fluido vermelho, simbolizando US$ 1,4 bi em prejuízos de tesourarias institucionais

Sangramento Institucional: Tesourarias Perdem US$ 1,4 Bi com Solana

Os dados mostram que empresas com tesourarias expostas a Solana acumulam US$ 1,4 bilhão em perdas não realizadas após queda de 38-40% no preço do SOL nos últimos 30 dias, de cerca de US$ 135 para a faixa dos US$ 80. ETFs de Solana registram saídas de US$ 11,9 milhões em um dia, reduzindo AUM para US$ 733 milhões. O caso da Upexi, listada na Nasdaq, é emblemático: receitas dobraram para US$ 8,1 milhões com staking de SOL, mas prejuízo líquido de US$ 179 milhões reflete ajustes contábeis pela desvalorização.


Queda do Solana e Perdas Não Realizadas

As perdas não realizadas ocorrem quando ativos são avaliados pelo valor de mercado (mark-to-market) ao final do período contábil, sem venda efetiva. No caso do Solana, que caiu para mínima de dois anos em US$ 67 antes de recuperar para US$ 84-87, empresas como Forward Industries enfrentam impactos severos. A companhia detém 6,9 milhões de SOL a custo médio de US$ 232, gerando perdas próximas a US$ 1 bilhão com SOL a US$ 80.

Outras afetadas incluem Sharps Technology (1,9 milhão SOL) e DeFi Development Corp (2,2 milhões SOL), totalizando os US$ 1,4 bilhão em prejuízos contábeis. Apesar da rede Solana processar 160 milhões de transações diárias e US$ 117 bilhões em volume DEX em janeiro, a volatilidade expõe fragilidades em estratégias de tesouraria.

Caso Upexi: Lucro Operacional vs. Prejuízo Líquido

A Upexi reportou receitas de US$ 8,1 milhões no trimestre encerrado em 31/12/2025, 102% acima do ano anterior, com US$ 5,1 milhões vindos de ativos digitais via staking de SOL (95% de suas 2,17 milhões de unidades em staking). A utilidade bruta subiu 126% para US$ 6,7 milhões.

No entanto, perdas não realizadas de US$ 164,5 milhões em criptoativos, mais US$ 8,3 milhões em compensação baseada em ações, resultaram em prejuízo líquido de US$ 179 milhões — contra US$ 1,3 milhão no período anterior. As ações da Upexi caíram para mínima histórica de US$ 0,90, de picos acima de US$ 22 após pivot para tesouraria em SOL.

Impacto em ETFs e Fluxos Institucionais

ETFs de Solana viram saídas líquidas de US$ 8,92 milhões na semana, com Grayscale SOL ETF perdendo US$ 1,296 milhões em 9/02. AUM caiu de US$ 1,1 bilhão para US$ 733 milhões, sinalizando redução de risco por investidores profissionais em meio a incertezas macroeconômicas.

On-chain, 1,07 milhão de SOL saíram de exchanges em 72 horas, interpretado como autocustódia por medo. Níveis técnicos indicam suporte em US$ 80-84; rompimento abaixo abre US$ 67 ou US$ 50-60. Resistência em US$ 100 é crítica para recuperação.

Riscos e Níveis a Monitorar

Atualmente, Solana cotado a R$ 423,10 (US$ 81,59), com dólar a R$ 5,188. Empresas com tesourarias em ativos voláteis enfrentam montanha-russa contábil: receitas de staking contrastam com mark-to-market negativo. Investidores devem observar fluxos de ETFs, atualizações de tesourarias e níveis de suporte US$ 80/US$ 67. Volumes DEX e transações diárias (160 milhões) sugerem resiliência na rede, mas volatilidade persiste.


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Linha dourada de suporte 65K sob pressão vermelha com pulso verde de sobrevenda emergindo, ilustrando análise técnica do Bitcoin

Bitcoin em US$ 65 mil: Indicadores Técnicos Apontam Sobrevenda

O Bitcoin testa suporte em US$ 65 mil após romper o nível de US$ 69 mil, conforme análise técnica recente. Os dados mostram enfraquecimento macroeconômico, com vendas no varejo dos EUA abaixo do esperado e fechamento diário confirmando rompimento baixista. Indicadores como Stochastic RSI apontam para zona de sobrevenda, sugerindo possível pausa na correção, mas a estrutura semanal permanece frágil. Investidores monitoram liquidez e fluxos institucionais para definir o próximo movimento.


Situação Atual do Preço

Os gráficos semanais do Bitcoin revelam deterioração após a perda do suporte psicológico em US$ 70 mil. O preço agora consolida na faixa intermediária dos US$ 60 mil, com candles recentes exibindo pressão vendedora persistente e menores máximas desde o pico de final de 2025. Volumes elevados acompanham as quedas, indicando distribuição ou desalavancagem forçada, em vez de realização de lucros ordenada.

No timeframe de 4 horas, o preço rola para baixo novamente, com o fechamento diário abaixo de US$ 69 mil atuando como gatilho para a próxima perna corretiva. Esse nível, anteriormente suporte horizontal majoritário, agora funciona como resistência. A média móvel de curto prazo também foi violada, reforçando o viés defensivo do mercado.

Análise dos Indicadores Técnicos

O Stochastic RSI registra linhas no fundo do oscilador tanto no gráfico diário quanto semanal, caracterizando uma condição técnica de sobrevenda. Historicamente, tais leituras extremas precedem bounces, especialmente quando alinhadas com o RSI entrando em território oversold, próximo aos níveis do bear market de 2022.

Dados do CryptoQuant destacam o Coinbase Premium Gap persistentemente negativo desde final de 2025, sinalizando demanda spot fraca nos EUA e ação de preço impulsionada por derivativos. Vendas no varejo de dezembro nos EUA ficaram abaixo das expectativas, com desaceleração em consumo e crescimento salarial, elevando riscos de aperto nas condições financeiras.

Esses indicadores sugerem momentum de baixa dominante no curto prazo, mas sensíveis a mudanças em liquidez e expectativas de política monetária do Fed.

Próximos Níveis de Suporte e Resistência

Projeções Fibonacci da retração recente posicionam US$ 65 mil no nível 0.618, coincidente com suporte horizontal e resistência prévia do bull market de 2021. Abaixo disso, o nível 0.786 alinha-se com lows anteriores em torno de US$ 60 mil, potencial zona de duplo fundo.

Manter acima de US$ 60 mil preserva a estrutura altista de longo prazo. Uma recuperação para US$ 69 mil seria teste de resistência, mas falha em romper poderia abrir espaço para retrações mais profundas. Trendlines de cunha descendente indicam suporte na linha inferior, mas o topo atual atua como teto.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 349.656,71 nesta quinta-feira (12/02), com alta de 0,7% nas últimas 24h e volume de 351 BTC.

O Que Monitorar Adiante

Os dados apontam para consolidação defensiva, com risco condicional de downside se a demanda spot não se materializar. Fluxos de ETF positivos e premium Coinbase revertendo para território positivo poderiam alterar o cenário. Níveis chave a observar incluem US$ 65 mil como pivô imediato e US$ 60 mil como suporte final antes de potenciais fundos relativos.

Em meio à volatilidade, a utilidade reside em mapear esses patamares para decisões informadas, sem implicar direção unidirecional.


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